Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

O Acqua Content - Festival de Cinema de Cascais, arranca no dia 23 de setembro no Anfiteatro da Casa da Guia

image002 (1).png

 

Decorre de 23 a 26 de setembro no Anfiteatro da Casa da Guia, em Cascais. Entrada livre.

Premiadas produções cinematográficas do Brasil e de Portugal serão exibidas. Haverá painéis interativos conversas e reflexões
sobre vários aspectos do cinema destes países, questões culturais, socias e ambientais.

 

O Acqua Content - Festival de Cinema de Cascais, que arranca no dia 23 e segue até o dia 26 de setembro, no Anfiteatro da Casa da Guia, em Cascais, irá exibir importantes produções cinematográficas do Brasil e de Portugal. A entrada é livre mediante inscrições feitas através do site www.acquacontentpt.com, onde também se encontra a programação completa.


Além de difundir o diálogo entre as obras destes países, a primeira edição do festival nasce com o objetivo de fomentar o desenvolvimento sustentável e vai abordar questões importantes relativas ao tema através dos seus filmes e painéis interativos, que contará com presenças representativas, tais como a do cientista ambiental Lucas Almeida Braga.

 

A abrir o Festival, no dia 23, o documentário brasileiro Tamboro, do realizador Sergio Bernardes, que aborda as principais questões sociais e ambientais do Brasil, como o desmatamento da Floresta Amazônica. Outro destaque do tema é o filme Amazônia – O Despertar da Florestânia, a ser exibido no dia 24, às 15h, e pós-filme, haverá uma conversa com a atriz e realizadora Cristiane Torloni.

Na programação que conta com mais de 10 filmes, ganham destaque ainda as produções luso brasileiras: O Grande Circo Místico de Cacá Diegues, coprodução da portuguesa Fado Filmes e a Luz Mágica e Alguém Como Eu, do realizador Leonel Vieira, que assina o roteiro com Adriana Falcão.

 

A produção e curadoria do Acqua Content - Festival de Cinema de Cascais é da Pacheco Monteiro e Kinobras: “É um prazer poder proporcionar essa troca de experiências através da arte, num local aprazível e encantador, rodeado de natureza e história como A Casa da Guia, em Cascais”, afirma Luciana Pacheco, uma das idealizadoras.

 

No dia 23, a partir das 19 horas, haverá um cocktail de abertura para convidados e imprensa, com direito ao concerto do Trio Imperial, formado pela cantora Ursula Baldanza e os músicos André Papadopoulos e Felipe Caneca. O público poderá participar, basta se inscrever através do site do Festival: www.acquacontentpt.com

 

 

PROGRAMAÇÃO:

 

Mostra Panorama Brasil – Portugal – no Anfiteatro da Casa da Guia


Dia 24, às 21h30: ‘Simonal’, do diretor Leonardo Domingues e produção de Nathalie Fellipe. No elenco, Fabrício Boliveira, Ísis Valverde e Leandro Hassum entre outros.
Dono de voz marcante, carisma encantador e charme irresistível, Wilson Simonal (Boliveira) nasceu para ser uma das maiores vozes de todos os tempos da música brasileira. No entanto, após anos de sucesso conquistado com muito trabalho, suas finanças descontroladas o levam a, num rompante de ignorância, tomar decisões que marcarão para sempre sua carreira.

 

Dia 25, às 19h: ‘Pequeno Segredo’. A trama leva às salas uma história real, vivida pela própria família do realizador do filme, David Schürmann, que adotou uma menina soropositiva durante suas viagens de barco ao redor do mundo. O longa-metragem, estrelado por Marcelo Antony, Julia Lemmertz, Maria Flor e Mariana Goulart.

 

Dia 25, às 21h30: ‘O Grande Circo Místico’, do realizador Cacá Diegues ,que também assina o roteiro com George Moura, é estrelado por Jesuíta Barbosa, Bruna Linzmeyer, Mariana Ximenes, o francês Vincent Casel e Antônio Fagundes, que dividem a cena com os atores portugueses Albano Jerônimo, Nuno Lopes, Luíza Cruz e David Almeida. O longa-metragem, da produtora portuguesa Fado Filmes e Luz Mágica, teve filmagens em Portugal.

Em meio ao universo de uma tradicional família austríaca, que é dona do Grande Circo Knieps, nasceu um improvável romance entre um aristocrata e uma acrobata. Este é o retrato dos 100 anos de existência do Grande Circo e das cinco gerações do clã à frente do espetáculo e suas histórias fantásticas.

 

Dia 26, às 19h: ‘Alguém Como Eu’, do realizador Leonel Vieira, que assina o roteiro com Adriana Falcão, do filme luso-brasileiro, rodado em Portugal. Dividem a cena com Paolla Oliveira e Ricardo Pereira, Júlia Rabello, Luis Miranda e Irene Ravache.

Helena (Paolla) e Alex (Ricardo Pereira) formam um casal que, como todos os outros, vivem diferentes fases em seu relacionamento. Depois de alguns meses de dúvidas sobre seu namoro, Helena passa a imaginar como seria se Alex fosse uma mulher, mas sua obsessão pelo assunto vai transformar seus devaneios em algo que a atrapalha.

 

Dia 26, às 21h30: ‘Loop’, do realizador Bruno Bini, que também assina o roteiro, traz no elenco, Bruno Gagliasso, Bia Arantes, Branca Messina, Roberto Birindelli e Zé Carlos Machado, entre outros. O longa-metragem ganhou quatro prêmios, entre eles o de Melhor Filme do Festival e o de Melhor Longa-Metragem, no Manchester International Film Festival, em Manchester, na Inglaterra. As outras estatuetas foram Melhor Montagem (Bini) e Melhor Atriz (Branca Messina).

Quando a namorada morre assassinada, Daniel (Gagliasso) fica obcecado em encontrar um jeito de voltar no tempo. Depois de passar anos isolado, buscando uma solução, encontra uma maneira de regressar ao passado, deixando para trás seu futuro. Na expectativa de mudar os fatos, ele acaba preso em um looping de acontecimentos.

 

Mostra Sustentabilidade – no Anfiteatro da Casa da Guia

 

Dia 24, às 19h: ‘Amazônia, o Despertar da Florestania’, documentário realizado pela atriz Christiane Torloni e Miguel Przewodowski,. Fala sobre as questões do meio ambiente, de como são tratadas no Brasil, além dos desgastes da natureza e dos recursos naturais desde o século XX e em que estado se encontra a Floresta Amazônica. A partir de entrevistas com especialistas das mais diversas áreas e com o resgate de figuras históricas, discute-se a noção de florestania, ou seja, a cidadania da floresta, termo necessário para refletir sobre a identidade brasileira.

 

Clássicos Online


Um pouco da história do cinema brasileiro, com retrospectiva de Paulo Cesar Saraceni, um dos principais autores brasileiros do Cinema Novo, em duas coproduções:
‘Bahia de Todos os Santos’, dos realizadores Saraceni e Leon Hirszman. O documentário musical apresenta um encontro de grandes músicos baianos em Roma, entre os dias 23 e 31 de agosto de 1983. Caetano Veloso, Dorival Caymmi, João Gilberto, Gilberto Gil, Gal Costa e Tom Zé, são alguns deles. ‘Natal da Portela’, coprodução com a França, traz no elenco, Milton Gonçalves, Almir Guineto e Grande Otelo. É a biografia de Natalino José do Nascimento, conhecido como Natal da Portela, e um dos maiores banqueiros do ilegal jogo do bicho no Rio de Janeiro.

 

Painéis Interativos – no Anfiteatro da Casa da Guia

 

Dia 24, às 15h30: ‘Viramundo – Sustentabilidade e Ação Social’.
Palestrante: Lucas Almeida Braga (Cientista Ambiental),.

 

Dia 24, às 17h: ‘Portugal Film Commission’. Palestrante: Sandra Neves (Diretora Executiva).

 

Dia 25, às 15h30: ‘Regulamentação do Streaming’. Palestrante: Vera Zaverucha (Consultora, especialista em regulamentação audiovisual).

 

Dia 25, às 17h: ‘A Retomada das Políticas Culturais no Pós Pandemia’. Palestrante: Vitor Correa, subsecretário de Planejamento e Gestão da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Sergio Sá Leitão, secretário de Cultura do Estado de São Paulo; Danielle Barros, Secretária de Cultura do Estado do Rio de Janeiro; Professor Doutor Mario Vieira de Carvalho, da Universidade Nova Lisboa e Ex-Secretário da Cultura (online e presencial).


Dia 26, às 17h: ‘Educação e Civilização – Transformações no Pós Pandemia’. Palestrante: Professor Cristovam Buarque – ex-ministro da Educação do Brasil, Senador, Governador do DF e Reitor da Universidade de Brasília. Mediador, o cineasta e escritor, diplomata André Costa, ex-Consul do Brasil em Barcelona, Copenhague e Estocolmo e o Professor Doutor Mario Avelar, da Universidade de Lisboa.

 

 

Filmes Online:

 

Dia 23, às 17h ‘Tamboro’: do realizador Sergio Bernardes, que traz depoimentos de Leonardo Boff, Ailton Krenak e Rose Marie Muraro, e aborda as principais questões sociais e ambientais do Brasil, como o desmatamento da Floresta Amazônica.

 

‘Liga da Mata’, curta do realizador Sergio Kalili e com produção 100% brasileira, foi destaque em inúmeras premiações internacionais, recebendo títulos como Melhor Websérie e Melhor Animação. É um projeto que busca trabalhar com educação ambiental e social, envolvendo causas sociais indígenas, rurais e urbanas como um todo balanceando a humanidade com a natureza. Disponível o dia todo e os demais dias do Festival.

Dia 24, às 18h15: Curta: Universidade Lusófona

 

Dia 25, às 19h: O documentário ‘O Anjo Surfista’, que conta a história de Guido Schaffer, médico surfista e que as vésperas de se tornar seminarista, aos 34 anos, morreu no mar, lugar onde realizava seus melhores encontros com Deus.

 

Dia 25, às 21h30: ‘O Grande Circo Místico’

 

Dia 26, às 18h30: Curta: Universidade Lusófona

 

Dia 26, às 19h: ‘Doidos de Pedra – O Paraíso Ameaçado’, do realizador e roteirista Luiz Eduardo Ozório. Conta a história de Pedra de Guaratiba, que fica na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Além de narrae a trajetória de pessoas que ajudaram a fundar o bairro. O filme também fala sobre a ameaça ao meio ambiente local, sobretudo à Baía de Sepetiba. Traz depoimentos do paisagista Roberto Burle Marx, do músico Roberto de Regina, do ambientalista Mário Moscatelli e do historiador Milton Teixeira.


Serviço: Acqua Content – Festival de Cinema de Cascais
Datas: 23, 24, 25 e 26 de Setembro (de quinta a domingo)
Local: Anfiteatro da Casa da Guia
Morada: Avenida Nossa Senhora do Cabo, 101.2750-374 – Cascais
Programação, inscrições através do site: www.acquacontentpt.com
Entrada Livre.

Teatro Experimental de Cascais revela 1.ª produção de 2021: HAMLET, de William Shakespeare

Estreia a 27 de Março no Teatro Municipal Mirita Casimiro 

Bilhetes já disponíveis em https://ticketline.sapo.pt/evento/hamlet-53309 

image.png

 

Foto: Ricardo Rodrigues 

 

 No arranque para o novo ano, o Teatro Experimental de Cascais revela a peça que subirá a palco em primeiro lugar em 2021. HAMLET, de William Shakesperare, com tradução de Sophia de Mello Breyner Andresen, dramaturgia de Fernando Moser e colaboração dramatúrgica de Miguel Graça, conta novamente com a magia característica de Carlos Avilez na encenação. Como já vem sendo habitual, a produção estreia a 27 de Março, no Dia Mundial do Teatro, inaugurando assim a época no Teatro Municipal Mirita Casimiro, em Cascais. 

Depois do sucesso das produções de 2020, que encerraram com sessões repetidamente esgotadas para YERMA, os bilhetes para HAMLET já se encontram disponíveis, de forma a que os interessados possam assegurar o seu lugar antecipadamente e sem sequer terem de sair de casa. Disponíveis online e nos locais habituais, os lugares a garantir são para o período de 1 a 30 de Abril, de Quinta-feira a Sábado às 21h00, e para Domingo às 16h00.  

Considerada uma das mais célebres peças de William Shakespeare, “e uma das mais icónicas personagens da literatura”, pode ler-se na sinopse desta produção, HAMLET foi escrita de 1599 e 1601, contando a história da descoberta, pelo Príncipe da Dinamarca, do assassinato do seu pai pelo seu tio, Cláudio. “Há algo de muito mais profundo neste texto que fala sobre a natureza humana e, sobretudo, sobre a vida e a morte, em duelos verbais que Hamlet mantém com as outras personagens ou em auto-reflexões sobre ele próprio – ou melhor – sobre nós, porque mesmo a mais de 400 anos de distância a alma humana, tal como a grandeza da peça, não se alterou.”, continua o mesmo texto. 

 

No elenco estão já confirmados alguns rostos familiares do pequeno ecrán, como Bárbara Branco, Diogo Martins, José Condessa (em Hamlet) e Maria João Pinheiro, que se juntam a Elmano Sancho, Flávio Gil, João Gaspar, João Pecegueiro, Luiz Rizo, Miguel Amorim, Miguel Loureiro, Renato Pinto, Rodrigo Cachucho, Sérgio Silva e Teresa Côrte-Real. 

SUNSET NO PARQUE COM MARIA ANA BOBONE - 12 de Setembro no Parque de Palmela, Cascais

dadbf17f-f045-4622-99f3-306b16b58d8b.jpg

 

SUNSET NO PARQUE


CELEBRE O ENCERRAMENTO DO VERÃO COM MARIA ANA BOBONE NO PARQUE DE PALMELA EM CASCAIS

12 de Setembro | 20:30h
Auditório Fernando Lopes Graça

No dia 12 de Setembro, o cenário idílico do Parque de Palmela em Cascais celebra o encerramento do verão com um espetáculo único da autoria de Maria Ana Bobone.

No palco mais encantador do concelho, o do Auditório Fernando Lopes Graça, Maria Ana Bobone apresenta-se com o pôr-do-sol como pano de fundo num espetáculo que promete surpreender. Com o piano em grande destaque e uma voz inconfundível entre o fado e jazz, Maria Ana Bobone leva a Cascais um espetáculo completamente novo guiado pelas suas influências e bom gosto ao qual já nos habituou. 

Para este espetáculo a fadista convida o cantor e compositor Manuel Rebelo, membor do Coro Gulbenkian e responsável por várias produções no Teatro Nacional de São Carlos.

As boas-vindas ao Sunset no Parque são dadas pelo vinho português Bastardô! que oferece a Welcome Drink.

Os bilhetes já estão à venda na BOL e nos locais habituais por 15 euros. 
 

Informações Gerais - Sunset no Parque:

Local: Auditório Fernando Lopes Graça, Cascais (inserido no Parque de Palmela)
Data: 12 de Setembro
Preço: 15€ (c/oferta de Welcome Drink)
Abertura das portas: 20:00h
Início do espetáculo: 20:30h

Nota: Espetáculo conforme as regras designadas pela DGS para a realização de espetáculos ao vivo. Espetáculo em auditório ao ar livre. 

Teatro Experimental de Cascais estreia “Camino Real” de Tennessee Williams ao ar livre

Teatro Experimental de Cascais estreia “Camino Real” de Tennessee Williams ao ar livre 

Em cena de 7 a 20 de Agosto | 3ª feira a Domingo, às 18h00  

CAMINO REAL é uma das peças mais controversas de Tennessee Williams, não só pela estética do seu texto cénico, como também devido à critica nele implícita à ideologia dominante do imperialismo., Graça P. Corrêa – versão e dramaturgia da produção.

 

Créditos: Ricardo Rodrigues.

 

 

Elenco: Francisco Monteiro Lopes, João Pecegueiro, Leando Paulín, Luiz Rizo, Renato Pino, Rodrigo Cachucho, Sérgio Silva, Teresa Côrte-Real e os alunos finalistas da Escola Profissional de Teatro de Cascais (ver elenco completo no fim do texto) 

Outlook-i50kkff2.png

 

Com uma reinvenção e adaptação constantes a esta nova fase de pandemia mundial, o Teatro Experimental de Cascais estreia a sua segunda produção em menos de um mês, desta feita com uma proposta num palco diferente, para um programa de fim de tarde de Verão em total segurança e ao ar livre. “Camino Real”, de Tennessee Williams, estará em cena de 7 a 20 de Agosto, no Anfiteatro do Parque Marechal Carmona, em Cascais, com entrada de público pelo portão da Casa Museu Condes de Castro Guimarães. É também aqui que funcionará a bilheteira, de Terça-feira a Domingo, das 15h00 às 18h00. Esta produção conta, no elenco, com a participação de 40 alunos da Escola Profissional de Teatro de Cascais, 33 deles finalistas. 

Embora o tempo histórico de Camino Real nunca seja enunciado pelo autor, “torna-se evidente que a peça alude à sociedade ferozmente capitalista dos EUA” (algures nos anos 30), começa por explicar Graça P. Corrêa. A acção acontece “numa atmosfera opressiva de uma pequena aldeia sob um regime militar autoritário, [com] personagens como Marguerite Gautier (do romance e peça de teatro A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas Filho), Dom Quixote e Sancho Pança (do romance de Cervantes), a cigana Esmeralda (do romance Notre-Dame de Paris, de Victor Hugo) e o Barão de Charlus (do romance Em Busca do Tempo Perdido de Marcel Proust)” a interagir com “figuras históricas reais, tais como o poeta Romântico Lord Byron e o famoso libertino Giacomo Casanova.”, contextualiza. 

Desta forma, torna-se desafiante definir o género do texto, que foge ao drama psicológico convencional de Tennessee Williams. Quem o diz é Graça P. Corrêa, que o enquandra como uma obra “permeada de um onirismo poético muitas vezes próximo do surrealismo, do absurdo e do expressionismo”. Nesta produção do Teatro Experimental de Cascais, como versão base é usada a segunda do dramaturgo, publicada em 1953 (Camino Real havia tido uma primeira composição em 1946), em que os elementos ficcionais do primeiro texto surgiram mais completos e encorajados. 

“Todos os anos apresentamos uma produção com os finalistas da Escola Profissional de Teatro de Cascais, e este não poderia fugir à regra. Fazêmo-lo ao ar livre, mais tarde do que o habitual, mas com a certeza, desde o início, de não deixar para trás esta tradição anual. É muito importante o regresso e o apoio de todos nesta nova fase e, por isso mesmo, também adaptámos o contexto e apresentamos este “Camino Real” numa atmosfera completamente diferente e também desafiante para todo o elenco e produção, para podermos também oferecer uma proposta diferenciada ao público. Neste momento, e em ensaios há várias semanas, estamos ansiosos por mais esta estreia, a segunda em menos de um mês, que conta com verdadeiras revelações dos nossos alunos, ao lado de um elenco experiente que aporta muito valor ao resultado final”, refere Fernando Alvarez, responsável de Programação, Cenografia e Figurinos do Teatro Experimental de Cascais.  

Com encenação de Carlos Avilez, e versão de Graça P. Corrêa, esta história garante um programa familiar diferente, numa proposta cultural descontraída e extremamente enriquecedora para todas as idades. 

Ideal para um final de tarde em família, esta peça é recomendada para maiores de 12 anos e estará em cena, no Parque Marechal Carmona (entrada pela Avenida Rei Humberto II de Itália, Museu Condes de Castro Guimarães), de 7 a 20 de Agosto, todas as semanas de Terça-feira a Domingo, às 18h00. Para informações e/ou reservas: 214 670 320 | 968 780 966. 

 

CAMINO REAL 

de TENNESSEE WILLIAMS 

CAMINO REAL 

de TENNESSEE WILLIAMS 

versão | dramaturgia GRAÇA P. CORRÊA 

encenação CARLOS AVILEZ 

cenografia | figurinos FERNANDO ALVAREZ 

coreografia NATASHA TCHITCHEROVA 

canto e voz ANA ESTER NEVES 

desenho de som HUGO NEVES REIS 

assistência de encenação RODRIGO ALEIXO 

direcção de montagem MANUEL AMORIM 

montagem RUI CASARES 

mestra de guarda-roupa ROSÁRIO BALBI 

execução de guarda-roupa  LUÍSA NOGUEIRA, MILA CUNHA  

fotografias de cena RICARDO RODRIGUES 

produção RAUL RIBEIRO  

secretariado MARIA MARQUES  

contabilidade ANA LANDEIROTO  

assistência de figurinos, adereços e maquilhagem RICARDO REIS  

assistência ao espectáculo DAVID BALBI, SOFIA RAMOS  

manutenção de guarda-roupa CLARISSE RIBEIRO  

interpretação FRANCISCO MONTEIRO LOPES, JOÃO PECEGUEIRO, LEANDRO PAULÍN, LUIZ RIZO, RENATO PINO, RODRIGO CACHUCHO, SÉRGIO SILVA, TERESA CÔRTE-REAL 

e ANA GARCIA, BALTASAR MARÇAL, BEATRIZ DOMINGUES, CAROLINA FERRÃO, DAMIAN IACOB, DANIELA D’OR, DIOGO GUIMARÃES, DIOGO LETRA, DIOGO NUNES, FRANCISCA PORTELA, GABRIELA NEVES, INÊS SARAMAGO, INÊS PROENÇA, INÊS RIBEIRO, IZABELA REIS, JAIME GAMBOA, LARA SANTOS, LARA SOARES, LEANDRO DA COSTA, MARCO SÁ PEDROSO, MARIA ALMEIDA, MARIA FONSECA, MARIANA LOPES, MATILDE GRAÇA, NUNO PERESTRELO, RITA ROQUE, ROSANA MARINHO, SAMANTA CORREIA, SARA JORGE, SOFIA MORAIS, SUSANA LUZ, TÂNIA FERREIRA, TOMÁS CANTEIRO 

finalistas da ESCOLA PROFISSIONAL DE TEATRO DE CASCAIS 

CAROLINA FARIA, GONÇALO ALMEIDA, IRIS CAÑAMERO, LAURA BAPTISTA, RIVANIA SARAIVA, RODRIGO SILVA 

alunos da ESCOLA PROFISSIONAL DE TEATRO DE CASCAIS 

Lu Mourelle , artista plástica brasileira faz exposição na mostra Outras Terras em Cascais

image003.jpg

 

Atualmente residindo em Lisboa, a brasileira Lu Mourelle, nem bem chegou do Salon D’Art Contemporain – Paris 2020, onde expôs suas obras no Parc Des Exposition –  e já inaugura neste sábado, 8, a partir das 18 horas, em seu espaço ‘Lu Mourelle Art Gallery’, na Cidadela Art District, em Cascais, a mostra ‘Outras Terras’, ao lado dos artistas Bogdan Dide, da Ucrânia, e de Claus Von Oertzen, da Alemanha. A exposição ficará patente até 03 de março. 

Lu chegou a Portugal incentivada pelo vice-presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes, Jaime Silva, que a conheceu depois de visitar uma exposição da artista em Lisboa em 2017. “Portugal foi uma grande surpresa e um presente, um m país acolhedor, belo.  Pintar sob a luz de Portugal é um diferencial”, comenta a artista.

A obra da artista  é fruto de sua bagagem emocional, que desde a infância alterna residência entre o Brasil e a Europa. Acostumada desde cedo a integrar sociedades diversas, Mourelle dedicou-se ao mundo da moda antes de abraçar completamente as Artes Plásticas. Dos estudos de pintura e dessa experiência de vida nasce à representação de mulheres diferenciadas e ricas em personalidade e emoção. Personagens de beleza atípica e contemporânea que em traços essenciais e cores bem marcadas transmite sua inventividade.

‘Madames’, sua série mais recente que faz parte da mostra,  traz rostos femininos que estimulam o poder de interpretação do público. São feições e olhares inquietantes, curiosos e muitas vezes de natureza ambígua. Assim, Lu deseja estimular a compreensão de belezas exóticas e atípicas, mas contemporâneas. “A beleza é algo que depende do referencial de cada um e por isso voltamos às experiências particulares, minhas e do público que contempla as obras. As Madames tocam cada um de maneira diferente: apesar de não serem trabalhos baseados no realismo, transmitem sentimentos verdadeiros”, diz Lu, que teve uma agenda intensa em 2019: apresentou obras em Paris, Lyon e Toulouse, em França; Stuttgart e Wiesbaden, na Alemanha; Luxemburgo e São Paulo.

Um pouco mais sobre Lu Mourelle

A artista plástica brasileira, Lu Mourelle, nasceu em Campinas, interior de São Paulo, mas atualmente reside em Portugal, onde tem seu próprio espaço “Lu Mourelle Art Galery”, na Cidadela Art District, em Cascais.

Membro da Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa, Lu Mourelle contabiliza exposições em países da América do Sul, França, Alemanha, Luxemburgo, Portugal, Espanha e Áustria. No ano passado participou como artista convidada da Bienal de Florença 2019, onde todas as obras foram adquiridas por colecionadores dos Estados Unidos, Canadá e Irlanda.

Lu Mourelle é bacharel em Comunicação Social, com especialização em Publicidade e Propaganda; com MBA em Marketing, área em que atuou na maior parte do tempo em sua carreira corporativa, sempre relacionada ao mundo na moda.

Lu continua sua pesquisa para formular composições de cor aliadas aos traços originais e semblantes múltiplos. Suas obras partem da desconstrução para fortalecer rostos e olhares carregados de expressão, com cabelos, maquiagem e figurinos que chamam atenção pela inovação em formas, cores e texturas. São figuras idealizadas e subjetivas, que transformam a experiência do público na contemplação do feminino. 

www.lumourelle.com

Serviço:
Exposição: Lu Mourelle, na mostra “Outras Terras”
Datas: de 08 de feveireiro a 03 de março de 2020
Local: Lu Mourelle Art Gallery’, na Cidadela Art District - Av. Dom Carlos I, 2750-310/ Cascais
Tel: +351 918518446
Dias e horários de visitação: das 11h às 19h, todos os dias, exceto segunda-feira
Entrada livre.

TOUR IBÉRICA - DOCTOR ULI

A banda Doctor Uli é originária de São Paulo, no Brasil, e hoje espalham os seus ritmos pelo Mundo.
Se tecnologia e Jazz não eram “compatíveis” os Doctor Uli vieram revolucionar este género musical, deixando o seu toque especial em todos os temas. O uso de efeitos nos instrumentos, aliado aos timbres criaram a identidade própria da banda.

 

Para promoverem o novo single e os restantes projetos, os Doctor Uli vão estar em tour entre os dias 9 e 14 de outubro de 2019, por Portugal e Espanha.

 

Os Doctor Uli vão estar, no dia 9 de outubro, às 23h30, no Tokyo Lisboa e no dia 10 de outubro, às 21h30 no Cascais Jazz Club. 

Em Espanha, a banda atuará no dia 11 de outubro às 19h no Tempo Club, em Madrid e no dia 14 de outubro, às 21h, no La Boveda del Albergue, em Saragoça.

 

Concerto solidário de Cuca Roseta em Cascais. Vai faltar?

 

 

O primeiro “Concerto pela Paz” em Portugal a favor da Scholas Occurrentes, fundação mundial sem fins lucrativos apoiada e fundada pelo Papa Francisco, realiza-se dia 27 de setembro nos jardins do Sheraton Cascais Resort, unindo a voz de Cuca Roseta aos acordes clássicos da OCCO – Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.

Sol da Guia: o anfiteatro da Casa da Guia que reúne músicos portugueses e brasileiros.

crédito_CiçaAzevedo.jpeg

 

 

 O Sol da Guia, espaço que abre de terça a domingo (exceto em dias de chuva), das 14h às 22h, apresenta concertos de músicos portugueses e brasileiros, que vão do rock à bossa nova, além de DJs convidados. 

  Os concertos começam às 19h, mas antes disso é possível experimentar um dos drinks assinados pelo mixologista premiado Filipe Brasil, a exemplo do ´caramelinho`, uma receita de vodka, maracujá e caramelo que sabe bem com um dos sunsets mais giros de Cascais. Na hora dos petiscos, a dica é pedir o pão de queijo importado do Brasil ou o hambúrguer vegano de ervilha com cebola crocante e molho especial, um dos favoritos da casa.  

         A programação musical pode ser encontrada nas páginas das redes sociais do evento e atende a todos os gostos:

ü  Às terças, o Sol da Guia Talents traz músicos convidados nacionais e internacionais;

ü  Às quartas, é a vez do dueto Bemquerê Lab com interpretações de música brasileira e soul music, uma espécie de laboratório do repertório autoral do CD que será gravado em breve: https://www.youtube.com/watch?v=9Tx9YpSJOxY

ü  Às quintas, a agenda inclui concertos de música brasileira e bossa nova ao título de Brazilian Sounds. Nesta semana, 12.09, o cantor Felipe Fontenelle sobe ao palco: https://youtu.be/W4qxXBaT_c8 (single Deus também sorri em parceria com Antônio Ladeira);

ü  Às sextas-feiras, a festa We love Sunsets conta com os DJs Levy Gasparian, Jeco Thompson e convidados ao som de indie, tropical house entre outros;

ü  Aos sábados, a organização aposta no Secret Garden - nome que faz jus à localização do bar em meio ao bosque - com bandas de rock e pop rock;

ü  Aos domingos, às 17h - um pouco mais cedo -  a festa Bossa Music aquece os corações à beira-mar com concertos de bossa nova, como o do cantor brasileiro Bernardo Lobo (filho do compositor Edu Lobo) que se apresentou em uma das edições: https://www.youtube.com/watch?v=Gp0O8ji9J_U

Para os que buscam mais conforto, é possível reservar os lounges privativos que garantem os melhores lugares para assistir aos concertos e dar uma espreitada na vista.

Local: Casa da Guia - Av. Nossa Senhora do Cabo, 101, Cascais, 2750-234, Portugal.

Entrada: Gratuita.

Cuca Roseta e Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras unem-se para concerto solidário

BANDA KALUNGA PROJECT APRESENTA EP FISÍCO "MUXIMA"+ SHOWCASE FNAC 6 e 8 de setembro

image008.jpg

 

Kalunga Project que apresentou recentemente o EP físico "Muxima", que significa coração em kimbundo (uma língua falada em Angola), o primeiro trabalho que apresentam, em conjunto, e conta com diversos temas, todos interpretados de uma forma única, criativa e original.

 

E para apresentar este trabalho ao público a banda vai estar no próximo dia 6 de setembo na Fnac de Cascais pelas 21h00 seguindo-se da Fnac UBBO (Dolce Vita Tejo) no dia 8 de setembro a partir das 18h00. 

A banda utiliza como símbolo deste projeto um Ovo, que representa a criação, o nascimento e a transformação, uma nova forma de vida.

Juntamente ao lançamento do EP vem também o single "Monami", um clássico da música Angolana. Tema de Lurdes Van Dunen e que significa "Meu Filho". Relembra a dor de uma mãe que perde os seus filhos, onde a força, a musicalidade e os instrumentos tradicionais como a Dikanza, transmitem este lamento e sofrimento ao ouvido e coração de quem o ouve e sente.

 

O EP físico "Muxima" e o 2º single "Monami" foram lançados hoje, 4 de julho, e estão também disponíveis em todas as plataformas digitais.