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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Cartaz completo BONS SONS 2018

 

 

De 9 a 12 de agosto, o BONS SONS está de volta. Quatro dias, oito palcos e mais de 45 atuações são a receita deste amor de verão que, todos os anos, traz a Cem Soldos milhares de apaixonados pela música e pela aldeia. Durante o festival, as ruas, as praças, os largos e as esquinas ganham uma nova vida, a música apodera-se do território, e o amor de verão acontece.

Em 2018, o cartaz do BONS SONS surpreende pela diversidade com variados géneros musicais, artistas consagrados, músicos emergentes, muitas estreias, alguns regressos acarinhados e diversas atividades paralelas.

 

Dead Combo
© Daniel Costa Neves

DEAD COMBO

Regressam, em 2018, com “Odeon Hotel”, sexto álbum de originais. Tó Trips e Pedro Gonçalves têm vindo a desenhar uma trajetória extraordinária, quer nacional quer internacionalemente, com influências do fado, rock e bandas sonoras dos westerns, bem como música da América do Sul e de África, que trazem agora ao BONS SONS.

 

 Salvador Sobral
©

SALVADOR SOBRAL

Salvador Sobral está de regresso aos palcos e estreia-se no BONS SONS com “Excuse Me”. Numa viagem que principia no jazz, o músico revela, ao longo deste concerto, em que promete explorar também algumas canções de um próximo disco, influências da bossa-nova, das sonoridades da América Latina e uma capacidade de interpretação inesperada, única e arrebatadora.

 

Slow J
© Filipe Feio

SLOW J

A natureza obsessiva com que vive a música é a primeira coisa que nos vem à cabeça quando pensamos em Slow J. Inspirando-se na profundidade da poesia de Sam the Kid e de Manuel Cruz e na energia pura de Imagine Dragons e Da Weasel, Slow J afirmou-se no panorama da música nacional com “The Art of Slowing Down”, que traz agora ao BONS SONS.

 

 Selma Uamusse
© Gonçalo F Santos

SELMA UAMUSSE

O BONS SONS recebe também Selma Uamusse com o seu primeiro álbum a solo, um mergulho no desconhecido a partir da busca da sua africanidade e da sua moçambicanidade, sem certezas quanto ao caminho a tomar. O resultado é uma explosão de géneros que pertence a muitos sítios e a sítio nenhum.

 

Mazgani
© Rita Carmo

MAZGANI

Compositor, cantor e guitarrista natural do Irão mas radicado em Portugal desde a revolução Iraniana de 1979, Mazgani sobe ao palco do BONS SONS com o mais recente álbum de originais, “The Poet’s Death”.

 

 Sara Tavares
©

SARA TAVARES

Depois de oito anos sem gravar, Sara Tavares regressa com um novo trabalho, antecipado pelos singles “Coisas Bunitas” e “Brincar de Casamento”, que revela uma sonoridade renovada, marcada pela introdução de elementos mais eletrónicos que se complementam com a riqueza dos arranjos dos instrumentos acústicos e a voz única que reconhecemos à distância.

 

Sean Riley & The Slowriders
© Joana Linda

SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS

Também afastados dos palcos durante uns tempos, Sean Riley & The Slowriders regressam com um álbum homónimo: "Dili", "Greetings" e "Gipsy Eyes” são os singles de apresentação que vão entoar no BONS SONS.

 

 Cais do Sodré Funk Connection
©

CAIS DO SODRÉ FUNK CONNECTION

Apaixonados pelo funk e a soul, os Cais do Sodré Funk Connection recriam o som e o ambiente dos clássicos das editoras míticas das décadas de 60 e 70, com a energia de uma verdadeira celebração. É uma viagem pela história da música negra recriando, ao vivo, através de uma banda de nove elementos, alguns dos enérgicos momentos alguma vez gravados em vinil.

 

Paus
©

PAUS

PAUS continuam a ser Hélio Morais, Makoto Yagyu, Fábio Jevelim e Quim Albergaria. Um baixo, teclados e uma bateria siamesa ainda são as ferramentas do seu ofício. Oito anos, três LPs, dois, EPs, várias tours internacionais depois, a viagem levou-os à Madeira e, agora, ao BONS SONS. “Madeira” é o som dos PAUS a apaixonarem-se pelas cores e pelas pessoas que fazem a ilha. Um regresso ao BONS SONS.

 

 Linda Martini
©

LINDA MARTINI

A celebrar 15 anos de carreira, os inconfundíveis Linda Martini, banda de destaque no rock português, regressam ao BONS SONS com uma mão cheia de sucessos e o mais recente trabalho, agraciado pela crítica e pelos fãs.

 

Lena d'Água e Primeira Dama com a Banda Xita
© Vitorino Coragem

LENA D'ÁGUA E PRIMEIRA DAMA COM A BANDA XITA

Ícone da pop-rock portuguesa, Lena d’Água sobe ao palco do BONS SONS com Manel Lourenço, o cantor e compositor que se apresenta como Primeira Dama, e com os membros do coletivo Xita Records.

 

 Zeca Medeiros
© Fernando Resendes

ZECA MEDEIROS

Zeca Medeiros oferece temas onde se reconhece uma semântica muito própria, demonstrando toda a sua estética, diversidade e complementaridade deste ator, músico e compositor. “Aprendiz de Feiticeiro, Imagens e Canções” é o seu mais recente trabalho. No BONS SONS, podemos esperar uma mistura de sensações e uma viagem pelos mais de 40 anos de carreira do artista.

 

FAZEM AINDA PARTE DO CARTAZ
DO BONS SONS 2018

The Lemon Lovers, 10 000 Russos, Peltzer, Mirror People, Lince, S. Pedro, O Gajo, Monday, Jerónimo, Tomara, quartoquarto, Luís Severo, António Bastos, Xinobi DJ set, Conan Osiris, Colorau Som Sistema, Tia Graça – Toda a gente devia ter uma, Fado Violado, Norberto Lobo, João Afonso, Ela Vaz, Miguel Calhaz, Motion Trio, Moonshiners, Palankalama, Patrícia Costa, Homem em Catarse, Orquestra de Foles, Vozes de Manhouce com Isabel Silvestre, Meta, Artesãos da Música, Douradas Espigas, Sacro, de Sara Anjo, UM [unimal], de Critina Planas Leitão, Filhos do Meio e Curtas em Flagrante.

 

 

 

 

 

ALINHAMENTO

8 AGOSTO
FESTA DE RECEÇÃO

Concerto do vencedor do concurso do 7º Festival Por Estas Bandas
+ Cover de Bruxelas DJ Crew

9 AGOSTO

10 AGOSTO

11 AGOSTO

12 AGOSTO


PALCO LOPES GRAÇA

 

Holy Nothing

 

Mazgani

 

Sean Riley & The Slowriders

 

Dead Combo

 

Selma Uamusse

 

Sara Tavares

 

Cais Sodré Funk Connection

 

Lena d’Água e Primeira Dama com a Banda Xita


PALCO ZECA AFONSO

 

The Lemon Lovers

 

10 000 Russos

 

Zeca Medeiro

 

Peltzer

 

Slow J

 

Mirror People

 

Paus

 

Linda Martini


PALCO GIACOMETTI

 

Lince

 

S. Pedro

 

O Gajo

 

Monday

 

Jerónimo

 

Tomara

 

quartoquarto

 

Luís Severo


PALCO AGUARDELA

 

Xinobi DJ set

 

António Bastos

 

Conan Osiris

 

Festa Encerramento

 

 

 

Colorau Som Sistema

 


PALCO AMÁLIA

 

Tia Graça – Toda a gente devia ter uma

 

Norberto Lobo

 

Ela Vaz

 

Motion Trio

 

Fado Violado

 

João Afonso

 

Miguel Calhaz

 

Moonshiners


PALCO MPAGDP

 

Palankalama

 

Patrícia Costa

 

Homem em Catarse

 

Orquestra de Foless

 

Vozes de Manhouce com Isabel Silvestre

 

Meta

 

Artesãos da Música

 

Douradas Espigas


AUDITÓRIO

 

Sacro, de Sara Anjo

 

Curtas em Flagrante

 

UM [unimal], de Critina Planas Leitão

 

Filhos do Meio

 

 

 

 

 

OUTRAS NOVIDADES

Recordamos ainda algumas novidades desta edição: o novo Palco Zeca Afonso, um anfiteatro natural num campo com algumas oliveiras, muito propício a concertos destinados à nova música portuguesa. Por outro lado, dois palcos, que muitos já conhecem como a palma da mão, regressam com novos nomes e prontos a criarem novas memórias: o palco Tarde ao Sol, no adro da Igreja de São Sebastião, presta, a partir de agora, homenagem a Amália Rodrigues (Palco Amália) com concertos, não só durante a tarde, mas também à noite, e o Auditório de Cem Soldos passa a chamar-se Auditório Agostinho da Silva, não só durante o festival, mas durante o ano inteiro, com programação ligada às artes performativas, cinema ou atividades para crianças.

No que toca à comodidade, o BONS SONS implementou um conjunto de novos serviços, a pensar no bem-estar de quem vem viver a descontração da aldeia. Os pagamentos cashless, por exemplo, vão permitir a utilização da pulseira do festival, equipada com um chip recarregável, como moeda de pagamento. Por sua vez, a área da restauração surge aumentada, com mais diversidade e espaços mais amplos. Também a zona do campismo foi reforçada e oferece alternativas ao campismo tradicional, com tendas já montadas no recinto disponíveis em vários tamanhos, conforme o número de pessoas. A pensar nas noites quentes de verão, o festival traz ainda uma nova área de estar que convida à descontração debaixo do céu estrelado.

 

 

 

 

 

BILHETES À VENDA NOS LOCAIS HABITUAIS

PASSE 4 DIAS
Maio-Julho 40€ / Agosto 45€

BILHETE DIÁRIO
Maio-Julho 20€ / Agosto 22€

 

BONS SONS 2017 CARTAZ COMPLETO COM O MELHOR DA MÚSICA PORTUGUESA

O BONS SONS está de volta de 11 a 14 de Agosto, com a música de produção nacional a tomar conta da Aldeia. Vão ser quatro dias com mais de 40 actuações divididas por oito palcos, dedicados a programas distintos, com feira de artesãos, exposições de arte, espaço para crianças, comida tradicional e outras actividades que animam as ruas, praças e largos de Cem Soldos.

Este ano, voltamos a viver a Aldeia com um cartaz amplo, do fado ao indie-rock, do acústico ao electrónico, do rural ao urbano, das influências tradicionais às contemporâneas, entre artistas emergentes e consagrados.



O CARTAZ ESPELHA A DIVERSIDADE DA MÚSICA PORTUGUESA

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Rodrigo Leão apresenta um novo concerto em nome próprio, onde reencontra a sua veia mais pop, enérgica e leve, com o regresso da “trindade básica” de guitarra, bateria e baixo, acompanhada pela voz de Ana Vieira, que gravou e tocou com o músico entre 2004 e 2010.

 

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Os Orelha Negra actuam, pela primeira vez, no BONS SONS, depois de um ano cheio de actuações quentes e esgotadas com temas que irão integrar o próximo álbum.

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Passados 25 anos sobre a edição de “Mutantes S21”, os Mão Morta apresentam um concerto de celebração desse álbum, incluindo ainda três temas nunca tocados ao vivo e outros seis seleccionados pela banda, tendo por base letras que remetem para ambientes urbanos, relatando histórias de cidades.

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Com três álbuns editados e uma quantidade de seguidores cada vez maior, os Capitão Fausto trazem as canções orelhudas entre o rock e a pop, dando espaço, no registo mais recente, aos metais e aos instrumentos de sopro, a acompanhar as guitarras.

 

samueluria.jpg

 

Samuel Úria vai cantar à Aldeia mensagens que darão prazer decifrar, com vários momentos aparentemente opostos, sussurros e complexidades que caracterizam o seu percurso até ao último disco, “Carga de Ombro”, editado em 2016.

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Uma das grandes surpresas de 2017 será Paulo Bragança, ícone irreverente do fado que, depois de vários anos a viver na Irlanda, está de regresso à música e aos palcos portugueses, oferecendo ao público do BONS SONS, uma capacidade interpretativa notável.

 

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De guitarra em punho, Frankie Chavez assume o conceito “one man band” e o resultado é um blues/folk composto por ambientes limpos e por outros mais crus e psicadélicos.

 

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Personalidade incontornável da música portuguesa, Né Ladeiras rejeita todos os rótulos e partilha o seu talento apenas quando sente ter algo de novo a dizer. É de um desses longos silêncios que nascem o novo disco e o novo espectáculo que vem apresentar ao BONS SONS.

 

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MEDEIROS/LUCAS junta Pedro Lucas e Carlos Medeiros na construção de uma topografia da música popular portuguesa, construindo paisagens emocionais em palco.

 

Personalidade incontornável da música portuguesa, Né Ladeiras rejeita todos os rótulos e partilha o seu talento apenas quando sente ter algo de novo a dizer. É de um desses longos silêncios que nascem o novo disco e o novo espectáculo que vem apresentar ao BONS SONS.

 

BONS SONS vence prémios de Melhor Alinhamento e Melhor Acolhimento e Recepção nos Iberian Festival Awards 2017

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O BONS SONS volta a ganhar dois prémios na segunda edição dos Iberian Festival Awards (Prémios dos Festivais Ibéricos): Melhor Alinhamento e Melhor Acolhimento e Recepção.

Nesta segunda edição, cuja entrega de prémios aconteceu ontem (16 de Março), em Barcelona, o festival de Cem Soldos foi o mais nomeado, seleccionado para 19 categorias.

Em 2016, o BONS SONS venceu também dois Iberian Festival Awards, nas categorias de Melhor Festival de Tamanho Médio e Melhor Contribuição para a Sustentabilidade.