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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Circuitos Ciência Viva vencem prémio internacional

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Os Circuitos Ciência Viva são os vencedores 2019 do Roy L. Shafer Leading Edge Award for Business Practice (Large Institution), uma distinção atribuída anualmente pelo ASTC (Association of Science-Technology Centers), a associação profissional norte-americana de museus e centros de ciência e tecnologia.

O prémio será entregue à Ciência Viva na pessoa da sua Presidente, Rosalia Vargas, durante a Conferência Anual do ASTC, que terá lugar este sábado, 21 de Setembro, em Toronto, Ontario, Canadá.

Na sua 15.ª edição, os Roy L. Shafer Leading Edge Awards reconhecem projectos e práticas excepcionais nas categorias de Prática de Negócios, Experiência dos Visitantes e Liderança em museus e centros de ciência de todo o mundo que tenham sido implementados nos últimos três anos. Um júri de 14 profissionais analisou e selecionou os premiados da edição de 2019.

Com o lema "Deixe-se guiar pela curiosidade", os Circuitos Ciência Viva foram criados em 2017 pela Ciência Viva com o objectivo de tornar mais visível a Rede Nacional de Centros Ciência Viva, ligando-a a um ambicioso projecto de turismo do conhecimento.

Os Circuitos Ciência Viva oferecem percursos de exploração e valorização do património em todo o território nacional, numa lógica de interacção entre zonas urbanas e zonas rurais, entre litoral e interior. De ano para ano têm conquistado cada vez mais adeptos: desde 2017 foram vendidos quase 3.600 cartões, correspondentes a 12.244 utilizadores, dos quais 6.132 adultos e 6.112 crianças. Foram apresentados 10.162 cartões à entrada dos Centros Ciência Viva, correspondendo a quase 34.000 visitantes.

Sobre os Circuitos Ciência Viva
Com um cartão, um guia e uma app, os Circuitos Ciência Viva oferecem entrada gratuita nos 21 Centros Ciência Viva e descontos em mais de duas centenas de instituições de ciência, cultura, alojamento e restauração. O cartão tem a validade de um ano, um custo de 50 euros e abrange dois adultos ou um casal com filhos até aos 17 anos.

Recomendado pela National Geographic, o projecto contou desde o início com o apoio tecnológico da Fundação Vodafone Portugal e com parceiros nacionais de relevo, como a GALP, a SATA, a CP - Comboios de Portugal, a Fundação INATEL e a Movijovem.

Sobre os Prémios Roy L. Shafer Leading Edge Award for Business Practice
Prestam homenagem póstuma a Roy L. Shafer, antigo director do COSI - Center of Science and Industry, situado em Columbus, Ohio, EUA. Shafer foi membro do Conselho de Direção do ASTC durante 11 anos, incluindo dois anos como Presidente, coach organizacional e mentor de várias instituições e profissionais de museus e centros de ciência. Após a sua morte, em 2005, o ASTC instituiu o prémio como um tributo à sua visão, liderança dinâmica e compromisso com a profissão.

Sobre o ASTC
Fundado em 1973, o ASTC representa actualmente cerca de 700 organizações que recebem mais de 120 milhões de visitantes por ano em mais de 50 países de todo o mundo. Os membros do ASTC incluem não apenas museus e centros de ciência mas também reservas naturais, aquários, planetários, jardins zoológicos, jardins botânicos e museus de história natural e museus para crianças, além de empresas, consultores e outras instituições que partilham um interesse pela educação científica informal. Através de alianças estratégicas e parcerias globais, o ASTC procura promover e dar a conhecer a valiosa contribuição que os seus membros prestam às suas comunidades e no campo da aprendizagem informal das STEM. Mais em astc.org.

Dia Internacional do Microrganismo: o mundo invisível de 100 mil milhões de micróbios no intestino

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O Pavilhão do Conhecimento junta-se às comemorações do Dia Internacional do Microrganismo com actividades práticas, momentos performativos e um café de ciência dedicado à importância dos microrganismos do nosso intestino. Na próxima terça-feira, dia 17 de Setembro, das 17.30 às 21.00, vamos "ver à lupa" o mundo invisível dos microrganismos, do qual dependemos para viver.

A nova exposição do Pavilhão do Conhecimento Pum! A vida secreta dos intestinos - que abre as portas já em Outubro - será o mote desta edição dedicada aos 100 mil milhões de micróbios que existem no nosso órgão mais subestimado, o intestino.

Vamos contar com a presença da investigadora Maria Amélia Martins-Loução (cE3c FCUL) que apresentará "Histórias num admirável mundo invisível - uma ferramenta para entender os microrganismos" e os momentos performativos estarão a cargo de Ana Corrêa (cE3c FCUL) com "Blow", performance sobre as fronteiras do indivíduo, e Nuno Mendes (Entrolhares - Associação) com "Consagração dos micróbios", momento musical para violino e viola.
O Café Ciência irá debater a relevância dos microrganismos na saúde humana, em particular as ligações entre o microbioma intestinal e o cérebro.

Neste dia a Cozinha é um Laboratório será dedicada às variedades de pão e, através de experiências, será apresentada a razão pela qual alguns ficam fofos e crocantes e outros ficam ocos e estaladiços. Será culpa só da química ou também da microbiologia? No Laboratório serão apresentadas as técnicas usadas pelos cientistas para cultivar, observar e isolar os microrganismos.

O dia 17 de Setembro foi instituído como o Dia Internacional do Microrganismo por corresponder à data, no ano de 1683, em que o holandês Anton van Leeuwenhoek enviou uma carta à Royal Society of London descrevendo, pela primeira vez, um microrganismo: uma bactéria viva presente numa placa dentária. Leeuwenhoek construiu e desenvolveu os seus próprios microscópios, aperfeiçoando as lentes do seu sistema óptico. Alcançada a vida microscópica, estavam lançadas as bases da Microbiologia.

Programa completo e inscrições em pavconhecimento.pt

50 ANOS DO HOMEM NA LUA: 75 crianças acampam no Pavilhão do Conhecimento em ambiente lunar

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75 crianças, entre os 10 e os 14 anos, de escolas da Grande Lisboa com projectos na área do Espaço estão prestes a viver uma aventura que não mais esquecerão: passar a noite no Pavilhão do Conhecimento, num ambiente espacial que recria o dia 20 de Julho de 1969, data em que o Homem pisou a Lua pela primeira vez. Estes "sortudos" terão a missão de projectar, pelas suas próprias mãos, uma verdadeira aldeia lunar e viver como verdadeiros astronautas.

A aterragem da comitiva espacial no Pavilhão do Conhecimento terá lugar na sexta-feira, 19 de Julho, às 14.30. A partir desta hora e até que o acampamento lunar esteja preparado para pernoitarem no Átrio deste centro de ciência, os candidatos a astronautas não terão mãos a medir. Divididos por equipas irão simular algum do trabalho que vai ser necessário para criar uma base lunar.

Com a ajuda de uma impressora 3D vão criar uma maquete da base lunar onde não faltará uma estufa, uma estação de energia, um reservatório de água e abrigos para os astronautas. Os vários módulos ficarão a imprimir durante a noite e estarão prontos quando as equipas acordarem. Outra das tarefas importantes é a comunicação com a Terra, e por isso os exploradores terão de construir antenas de emissão e recepção de sinais rádio que permitam a troca de mensagens entre a base lunar e a Terra.

Ser astronauta exige uma elevada preparação física: o corpo tem de estar treinado para as condições do Espaço, sobretudo para as grandes acelerações na viagem e as diferentes condições de gravidade. Neste acampamento lunar, os candidatos à profissão vão treinar como astronautas e descobrir de que se alimentam durante as missões espaciais. Que tipo de alimentos podem ser enviados para o Espaço? Será possível cultivar alguns na superfície lunar?

Parte do trabalho na superfície da Lua tem de ser feito no exterior da nave. EVA é a abreviatura de Extra-Vehicular Activity e representa todas essas actividades. Um dos grupos de trabalho irá simular uma EVA que os "obrigará" a resgatar um rover que precisa de ser reparado e a recolher amostras de solo lunar para proceder a uma análise mineralógica.

À meia-noite e meia o acampamento lunar entrará em período de repouso. Na manhã de sábado, dia 20, os pequenos exploradores espaciais apresentarão publicamente os trabalhos que desenvolveram em "solo lunar" - quem quiser assistir terá de pedir autorização para entrar, via rádio, na Ground Station, e esperar que os astronautas autorizem a entrada na Base Lunar. Difícil será mesmo voltarem à Terra.

Programa completo aqui.

Esta iniciativa é organizada pelo ESERO Portugal com o apoio da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa - FPUL, Associação de Radioamadores da Região de Lisboa - AARLx, BEEVERYCREATIVE e Frueat.


MAIS DESTAQUES DA SEMANA DA ALUNAGEM

Exibição do filme "First man on the moon"
Este Domingo há matiné no Pavilhão do Conhecimento

Os filhos de Neil Armstrong, Mark e Rick, disseram numa entrevista que "The First Man on the Moon" (realizado por Damien Chazelle) conseguiu a proeza de retratar, como nenhum outro filme, quem foi o seu pai.

No fim-de-semana em que se celebram os 50 anos da alunagem, o Pavilhão do Conhecimento exibe a película na íntegra numa sessão comentada por Rui Agostinho, do Observatório Astronómico de Lisboa, que irá falar sobre a importância do dia 20 de Julho de 1969, data em que o Homem pisou a Lua pela primeira vez.

Os visitantes poderão ainda pedalar a seis metros do chão na Bicicleta Voadora com paisagem para uma magnífica Lua com cinco metros de diâmetro, que se encontra suspensa na nave do Pavilhão do Conhecimento.

A entrada é livre mediante inscrição prévia em cienciaviva.pt.


26ª Astrofesta
Até Domingo, a cidade de Constância vai ser o epicentro de uma programação totalmente dedicada aos 50 anos da chegada do Homem à Lua. Palestras, observações astronómicas e workshops organizados pelo Centro Ciência Viva de Constância celebram este acontecimento que marcou a História mundial.

Programa completo em constancia.cienciaviva.pt

Estágios Ciência Viva no Laboratório: há 23 anos a “Criar Futuro”

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Lançamento do programa de estágios científicos para alunos do Ensino Secundário terá lugar dia 16 de Julho, às 10.30, no INESC TEC - Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência, no Porto, com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, da Presidente da Ciência Viva, Rosalia Vargas, e do Presidente do Conselho de Administração do INESC TEC, José Manuel Mendonça.

"O meu sonho é ser engenheiro. Espero daqui a uns anos ter um produto inventado por mim que seja um grande sucesso. Que chegue a todo o mundo e ajude várias pessoas na área da saúde ou nos problemas simples do dia-a-dia". Tiago Teixeira tem 16 anos, é de Aveiro e vai frequentar, pela primeira vez, um estágio no âmbito da Ciência Viva no Laboratório. O entusiasmo na voz não engana. As expectativas são altas e a vontade de aprender é enorme: "Espero que esta experiência me traga mais conhecimento e me ajude a perceber o que vai ser a minha vida futura na universidade e até mesmo no trabalho".

Tiago é um dos quatro jovens do Ensino Secundário que irão participar no estágio Como vai ser a Inteligência Artificial em 2030?, no INESC TEC. "São poucos mas representam uma grande mudança", assegura Rosalia Vargas, Presidente da Ciência Viva. "É isso que temos vindo a fazer, desde há 23 anos, com as instituições científicas de todo o país. Com o INESC TEC já o fazemos há mais de uma década e este ano com um desafio acrescido: ter estágios que promovam a literacia dos jovens na área da inteligência artificial, na ciência de dados e na aprendizagem automática em todas as áreas do conhecimento".

Desde 1997, o programa Ciência Viva no Laboratório - Ocupação Científica de Jovens nas Férias já envolveu mais de 16000 alunos que frequentaram estágios científicos em laboratórios de instituições de todo o país. Quando o Ministro da Ciência, Manuel Heitor, visitar na terça-feira os estágios do INESC TEC, já terão tido lugar em todo o país quase 200 estágios, abrangendo 611 alunos. Mas há muitos mais a acontecer até 6 de Setembro e em áreas tão diversas como robótica, amplificação de sequências de ADN, impressão 3D, construção de drones e energias renováveis.

Participar neste programa é uma experiência que marca o futuro dos "estagiários", quer este passe pela ciência quer não. Inês Luzio, 24 anos, actualmente professora no Conservatório de Música de Coimbra, toca eufónio e há sete anos participou no estágio À descoberta do meu lado empreendedor, promovido pelo INESC TEC. "Só agora me apercebi como este estágio foi importante para mim", diz, surpreendida. "A música é uma actividade altamente empreendedora. Aprendi conceitos naquele estágio que aplico hoje em dia, como a análise SWOT, os procedimentos financeiros e a elaboração de projectos. O que faço hoje em dia não está directamente relacionado com o estágio mas foi extremamente útil".

A edição deste ano da Ciência Viva no Laboratório conta com mais de 300 estágios, em 68 instituições e vai chegar a cerca de 1050 estudantes do 9.º ao 12.º ano. Alguns já são autênticos veteranos. "Este vai ser o meu terceiro estágio", revela Renata Lei. Com 18 anos, não tem dúvidas: "Em vez de ir só para a praia e sair à noite com os amigos, faço uma semana de trabalho, não muito árduo. É uma experiência diferente e se não gostarem, é apenas uma semana. Não precisam de fazer vários como eu!". Ainda entre risos, a jovem deixa o conselho: "Inscrevam-se, vão ver que vale a pena. No secundário estamos sempre a pensar na faculdade e esta foi uma oportunidade de conhecer o meio e estar um pouco mais envolvida".

Mas em Aveiro, Renata não é caso único. José Sarilho tem 27 anos, é responsável pela gestão de energia da fábrica de pasta de papel Navigator e tem no currículo estudantil a participação em vários projectos da Ciência Viva, durante o Ensino Básico e Secundário, e a frequência de dois estágios científicos no laboratório. É um verdadeiro recordista! "Olhando para 2010, o que mais me marcou foi ter-me apercebido do papel que Portugal desempenhava na investigação internacional. Já naquela altura estávamos na corrente, a par e ao nível do que outros institutos europeus faziam". A todos os jovens indecisos, deixa uma frase: "Os estágios da Ciência Viva são importantes para abrir horizontes e conhecer mundo!".

Este ano, o INESC TEC respondeu ao desafio da Ciência Viva e estreia na próxima segunda feira, 15 de julho, no novíssimo Industry and Innovation Lab, o estágio Como vai ser a Inteligência Artificial em 2030? No final da semana, e depois de passarem por várias oficinas especializadas em inteligência artificial, reconhecimento de imagem e voz, e algumas visitas externas, os quatro jovens entre os 15 e os 18 anos irão apresentar um projecto de inteligência artificial com grande impacto em 2030.
Carmen Silva não podia estar mais contente: "Eu adoro um montão de coisas, desde Direito, investigação, tecnologia. Tudo me cativa! Foi complicado escolher apenas um estágio porque havia vários, muito interessantes. No entanto a inteligência artificial será uma área que vai evoluir muito no futuro e abrir novos horizontes". No extremo oposto está o "benjamim" do grupo, Rúben Leal. Com apenas 15 anos, é perentório: "Já estou decidido no que quero seguir, sendo engenharia biomédica a minha primeira opção". O estágio vai funcionar como uma iniciação ao futuro que o espera. "Vamos acabar o secundário dentro de pouco tempo. É muito importante ter, já nesta fase, um contacto com a comunidade científica".

Com cobertura nacional, o programa Ciência Viva no Laboratório - Ocupação Científica de Jovens nas Férias é uma oportunidade única para os estudantes terem um contacto directo com o trabalho de investigação em laboratórios e instituições científicas. Para além de aplicarem os seus conhecimentos, vão conhecer novas áreas e, quem sabe, descobrir o que querem fazer no futuro.
Foi o que aconteceu há quase 10 anos com Pedro Sá. "Fiz três estágios muito diferentes com a Ciência Viva. O objectivo era ter uma experiência mais imersiva em instituições académicas e ajudar-me a perceber o que queria fazer". Apesar do percurso académico marcado pelas áreas tecnológicas, Pedro frequentou o estágio À descoberta do meu lado empreendedor e aos 24 anos trabalha na startup James Finance. "Curioso, não é? Na altura em que estive no INESC TEC o empreendedorismo estava a explodir e eu achei que era uma boa oportunidade para entender o fenómeno. Quem diria!".

Programa completo e inscrições em cienciaviva.pt

Ciência 2019: faltam 4 dias para o maior encontro de ciência e tecnologia do país

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O Ciência 2019 - Encontro com a Ciência e Tecnologia em Portugal decorre em Lisboa já na próxima semana, de 8 a 10 de Julho, numa edição em que o Reino Unido é o país convidado.
O Centro de Congressos de Lisboa, em Belém, recebe a maior reunião anual de investigadores portugueses, que conta também com a participação de empresários, decisores políticos, estudantes e professores de todos os níveis de ensino.

O programa integra 120 sessões, 673 comunicações, 580 posters e 50 demonstrações onde os participantes ficarão a conhecer alguns projectos inovadores nas unidades de investigação do país.



2019 é um ano especial, repleto de celebrações científicas, que estarão em foco neste encontro e que têm sido abordadas na programação da Ciência Viva: os 100 anos da União Astronómica Internacional (IAU), os 50 anos da primeira aterragem do homem na Lua, os 500 anos da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães, os 150 anos da criação da Tabela Periódica dos Elementos Químicos e, por fim, os 100 anos da expedição de Arthur Eddington a São Tomé e Príncipe, que deu origem à BD promovida pela Ciência Viva As Luzes do Príncipe. A publicação escrita pelo investigador João Ramalho-Santos e ilustrada por Rui Tavares será distribuída a todos os participantes do Encontro Ciência 2019.

As sessões paralelas serão abertas por jovens que participaram em projectos desenvolvidos ou apoiados pela Ciência Viva, como por exemplo a Ocupação Científica dos Jovens nas Férias, o CanSat Portugal, o programa Escola Azul, o Concurso Europeu de Jovens Cientistas ou o projecto Eddington e o peso da luz, que possibilitou a alunos e professores portugueses conhecerem a realidade dos alunos de Príncipe, em São Tomé, numa verdadeira partilha de conhecimento.

No total são cerca de 60 jovens do ensino secundário que se destacaram pela qualidade do seu trabalho e que têm, assim, oportunidade de partilhar a sua experiência nestes projectos. Destacamos a participação da aluna Joana Silva, da Escola Básica de São Gonçalo de Torres Vedras, e da aluna Patrícia Martins Ribeiro, do TeSP - Curso Técnico Superior Profissional, no painel da sessão Plenária Transformação Digital, Inteligência Artificial e Competências Digitais, que acontece no dia 9 de Julho, às 17:50.

Esta edição contará ainda com uma novidade: o Tanque de Ideias. Estarão em votação sete projectos desenvolvidos por estudantes do ensino básico, secundário e superior desenvolvidos e focados na qualidade de vida ou na sustentabilidade ambiental. Os projectos podem ser votados por todos os participantes do Encontro Ciência 2019 através da App do evento, mais uma novidade na edição deste ano. A ideia mais votada receberá o maior financiamento.

A Ciência Viva apresentará quatro sessões paralelas neste encontro:

Na segunda feira, dia 8 (sala E, 14:00 - 15:30 e 15:30 às 17:00), será apresentada a "Rede de Clubes Ciência Viva", um novo programa estruturante em colaboração com o Ministério da Educação. Na primeira sessão, Clubes Ciência Viva na Escola - Regresso ao Futuro, participam os investigadores Pedro Gil Ferreira (Oxford University, Reino Unido), Elvira Fortunato (Universidade Nova de Lisboa), Joana Moscoso (Native Scientist), Zita Martins (Instituto Superior Técnico), Mário Cachão (Universidade de Lisboa), e os antigos alunos da Ciência Viva, João Vasco Lopes, hoje responsável pelos projectos de Observação da Terra na empresa EDISOFT, e Joana Carneiro, estudante da Universidade Dundee.
Na segunda sessão, alguns dos parceiros dos Clubes Ciência viva debatem o desenvolvimento estratégico destas colaborações.

Na quarta feira, dia 10 (sala E, 11:30) será debatido Poder, sociedade e cultura científica com Marta Entradas (ISCTE - IUL), Rui Dias (Universidade de Évora e director do Centro Ciência Viva de Estremoz), e Bruno Navarro (Centro de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa e director do Museu do Côa - Centro Ciência Viva).

Segue-se às 14h00, no Auditório 2, O peso da luz na Expedição Ciência Viva à Ilha do Príncipe, em que destacamos as intervenções de Ana Simões (Centro Interuniversitário de História das Ciências e Tecnologia), José Pedro Mimoso (Instituto de Astronomia e Astrofísica) e o debate entre alunos e professores portugueses, brasileiros e são tomenses, com videoconferência para São Tomé e Sobral, moderado por Ana Noronha, da Ciência Viva.

O Encontro Ciência 2019 é promovido pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia em colaboração com a Ciência Viva e a Comissão Parlamentar de Educação e Ciência, tendo o apoio institucional do Governo através do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Programa e inscrições em www.encontrociencia.pt

Tic-tac-tic-tac...faltam apenas 17 dias para as Férias com Ciência no Verão!

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As férias escolares estão mesmo aí à porta e isso significa que um dos programas mais aguardados do Pavilhão do Conhecimento está a chegar: as Férias com Ciência no Verão!
Nesta época do ano a equipa do Pavilhão do Conhecimento não tem mãos a medir e por isso precisamos da ajuda extra de cientistas de palmo e meio, dos 5 aos 12 anos, para vestirem a pele de geólogos, paleontólogos, químicos... não há limites.

O programa de 2019 conta com muitas novidades que vão deixar os mais pequenos a vibrar!
Destacamos as seguintes actividades:

· Vamos provar com muitas experiências que por trás de todos os super-poderes do Homem de Ferro, Capitão América, Thor e Hulk existe muita Física, Química e até Engenharia Genética!

· No Laboratório vamos construir um incrível vulcão e fazer plasticina magnética;

· Na Cozinha é um Laboratório vamos soltar o chef que há em nós e inovar na Gastronomia Molecular para criar refeições saudáveis, diferentes e muito divertidas;

· Alguns dias serão dedicados totalmente à ecologia e à natureza: vamos explorar a área envolvente do Pavilhão equipados como verdadeiros zoólogos, geólogos ou botânicos... Com a ajuda de lupas, microscópios e outros instrumentos vamos descobrir que não é preciso viajar muito para encontrar animais e plantas que nunca vimos;

· Vamos pôr as mãos na massa e construir um carro solar e também o barco mais veloz para competir na grande "Regata Férias com Ciência 2019"


Mas há muito, muito mais no programa completo.

São quase três meses de actividades inesquecíveis que provam, uma vez mais, que a ciência está em tudo o que nos rodeia!

Pavilhão do Conhecimento presta homenagem a Darwin no Dia Internacional da Biodiversidade

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Existe um antes e um depois de Charles Darwin e da sua viagem, em 1831, a bordo do Beagle. As suas descobertas mudaram a forma como compreendemos o mundo.

No dia 22 de Maio, Dia Internacional da Biodiversidade, o Pavilhão do Conhecimento será o ponto de encontro de naturalistas e artistas que, inspirados pela obra de Darwin, partilham com o público as suas reflexões e também os desafios ambientais que o planeta enfrenta e que põem em causa o património único que é retratado na obra "A Bordo do Beagle". Notícias recentes dão conta que a ilha de Cocos, fundamental para a criação desta obra, está a afogar-se no plástico.

A nossa viagem começa com "As paragens" onde os nossos visitantes são convidados a parar em vários pontos do globo através da participação em diferentes actividades como "Quem se alimenta do quê? ", "A diversidade geológica na viagem do Beagle", entre outras. Seguimos para o espaço envolvente do Pavilhão do Conhecimento onde vamos conhecer em pormenor a biodiversidade existente, temos um "Workshop de Ilustração Científica" e por fim terminamos o dia, às 19.00, com o lançamento da banda desenhada "A Bordo do Beagle", editada pela Gradiva, onde vamos conhecer as histórias que vários naturalistas portugueses como Guilherme Valente, José Melo-Ferreira e Madalena Boto (entre outros) têm para contar.

Programa completo em pavconhecimento.pt

Festival Internacional de Ciência Pint of Science 2019

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a 2ª edição do Festival Internacional de Ciência Pint of Science, que decorrerá nos próximos dias 20, 21 e 22 de maio, em cinco locais em simultâneo: Lisboa, Porto, Aveiro, Braga e Bragança.

 

O evento é organizado pela associação sem fins lucrativos - Pint of Science Portugal – que tem por objetivo tornar acessível a discussão científica a toda a população. Anualmente é realizado um festival internacional de ciência, onde investigadores de diferentes áreas são convidados a apresentar os seus projetos de uma forma simples, num ambiente descontraído de um bar.

 

Em 2018, o festival decorreu pela primeira vez em Portugal, em Lisboa e no Porto, tendo envolvido mais de 500 pessoas entre voluntários, oradores e participantes. A estreia foi notícia em vários canais de comunicação, entre os quais o Público e a TimeOut.  A nível mundial, participaram 274 cidades de 21 países, num total de 2264 eventos e mais de 120 000 participantes. Em 2019, o festival em Portugal quer continuar a pautar-se pela qualidade dos seus eventos, designadamente através da presença de investigadores de reconhecido mérito. 

 

Cientistas e deputados debatem acesso à água para gerir a mudança

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No dia 3 de Abril, quarta-feira, às 18.00, cientistas, deputados, especialistas de organizações não-governamentais e de instituições públicas debatem o tema da água e quais as mudanças imperativas no seu acesso, na 18.ª edição do Café de Ciência na Assembleia da República.

A água, meio e agente de processos biológicos fundamentais, é essencial para a vida. Mais, a água é essencial para a vida com qualidade: para higiene e saneamento, para desenvolvimento económico, para lazer e cultura. Mas o acesso a água está longe de ser um dado adquirido, devido às alterações climáticas, à degradação do ambiente, a conflitos locais e internacionais, ao sobreconsumo e à má gestão.  

Um debate sobre este tema implica reflectir sobre direitos de acesso e a distribuição equitativa de água limpa entre indivíduos, grupos, regiões ou mesmo países. Enfim, implica reflectir sobre participação, deliberação democrática e transparência governativa.

Criado em 2005, o Café de Ciência na Assembleia da República contribui para o debate sobre temas da actualidade entre investigadores, deputados, empresários e representantes da sociedade civil. É uma organização conjunta da Ciência Viva, da Comissão Parlamentar de Educação e Ciência e da comunidade científica.



A sessão será transmitida em directo via streaming em www.cienciaviva.pt

Museu do Côa reforça Rede Nacional de Centros Ciência Viva

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O Museu do Côa irá passar a integrar a Rede Nacional de Centros Ciência Viva, que conta actualmente com 20 espaços de ciência e tecnologia em todo o território nacional.
 
Este momento será marcado pelo descerramento da placa da Rede de Centros Ciência Viva no Museu do Côa, no dia 15 de Março, sexta-feira, às 14.30, na presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, que na ocasião anunciará a criação do Vale do Côa International Research Award.
 
Neste dia e no sábado, 16 de Março, terá lugar na Praça do Município de Vila Nova de Foz Côa o Festival Ciência Viva do Vale do Côa, com oficinas, bancas com experiências e conversas com cientistas dinamizadas por Centros Ciência Viva e instituições científicas. Nesta grande festa de ciência e cultura popular os produtores locais irão participar com bancas de venda de produtos regionais, lado a lado com investigadores.
 
O edifício do Museu do Côa foi projectado por Camilo Rebelo e Tiago Pimentel e inaugurado em Julho de 2010. A concepção do edifício parte da ideia de que "a arte paleolítica no Vale do Côa é talvez a primeira manifestação de 'Land art' ". É um dos maiores museus portugueses e celebra o encontro dos dois patrimónios mundiais da região: a Arte Pré-histórica do Vale do Côa e a Paisagem Vinhateira do Douro.
 
A exploração do Museu do Côa complementa-se com a visita aos sítios de arte rupestre do Parque Arqueológico do Vale do Côa, afinal o "verdadeiro" Museu, também em áreas que vão desde a biologia à geologia ou astronomia. O Museu é também um centro de acolhimento para investigadores que desejam estudar o Côa aproveitando a maior biblioteca nacional dedicada à arte rupestre. Os Serviços Educativos da Fundação Côa Parque desenvolvem as suas actividades de modo a acolherem quer o público escolar, quer o público em geral. 
 
Programa completo aqui.