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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Cinema japonês contemporâneo no Museu do Oriente

28 de Agosto a 19 de Setembro com entrada gratuita

 

A marcar o regresso do cinema ao Auditório do Museu do Oriente, o ciclo “Sozinhos Juntos” realiza-se de 28 de Agosto a 19 de Setembro, com sessões gratuitas às sextas-feiras e sábados, para assinalar os 160 anos de relações diplomáticas entre o Japão e Portugal.

 

As relações humanas - românticas, familiares, sociais e profissionais - sob o signo da melancolia, são o fio condutor dos quatro filmes contemporâneos, cada um apresentado em duas datas distintas e legendados em português.

 

O ciclo inicia-se, a 28 de Agosto (com repetição a 12 de Setembro), com “The Tokyo night sky is always the densest shade of blue” [2017], de Yuya Ishii. O filme conta a história de Mika, uma enfermeira durante o dia, uma anfitriã de um 'bar feminino' à noite, sujeita a sentimentos de ansiedade e isolamento, e incapaz de expressar ternura para com qualquer pessoa. Sosuke Ikematsu, um dos jovens actores mais importantes do Japão, interpreta o papel de Shinji, que enfrenta o dia-a-dia como trabalhador da construção civil com uma sensação de destruição iminente, mas que ainda tenta encontrar a fonte de uma esperança inominável que sente por dentro. O cenário é Tóquio, em 2017, onde palavras vazias, um sentimento de desgraça e sentimentos de isolamento coexistem com esperança, confiança e amor.

 

“Dear Stranger” [2017], de Yukiko Mishima, é apresentado a 29 de Agosto e 4 de Setembro. Neste filme, um homem de 40 anos vê a sua vida mudar quando a esposa engravida. Ele já tem uma filha do primeiro casamento, que raramente vê, e duas enteadas do primeiro casamento da esposa. A enteada mais nova está ansiosa por um irmão ou irmã bebé, mas a mais velha não aceita as notícias e de repente decide que quer morar com o pai. E como se isso não bastasse, ele é forçado a sair do cargo elevado na empresa onde está para uma posição inferior.

 

A 5 e 11 de Setembro, “Three Stories of Love” [2015], de Ryosuke Hashiguchi, mostra três histórias distintas que trilham um fio de esperança, amor, rejeição e abandono. Atsushi é um trabalhador da construção civil que ficou viúvo após um assassinato não premeditado. O marido de Toko não está interessado nela, nem em como a sua mãe a trata. Shinomiya é um advogado cuja homossexualidade levou a um amor incompatível.

 

“Life on the longboard 2nd wave” [2019], de Ichiro Kita, encerra este ciclo, a 18 e 19 de Setembro. A história centra-se em Kotaro Umehara, um surfista, que quando via boas ondas para o surf, esquecia o trabalho, os compromissos, e assim vivia o seu dia-a-dia em Shonan, com trabalhos precários. Um dia, a namorada acabou por aborrecer-se com ele e mandou-o embora do apartamento onde moravam. Kotaro, então, foi até à ilha de Tanegashima, na prefeitura de Kagoshima, contando com Kudo Ginji, surfista que o tratara sempre como irmão. No entanto, na loja de surfistas de Ginji, recebeu a notícia que este já tinha morrido e foi a sua filha, Mika Kudo, que o atendeu. No entanto, Mika, que dirigia a loja sozinha, começou a afugentar Kotaro que não tinha um tostão. Sem nada para fazer, Kotaro pediu a Mika para levá-lo à praia de Kanehama, onde encontrou um belíssimo mar, com ondas maravilhosas, local de paragem diária para muitos surfistas. Este filme retrata a história do renascimento de um homem que havia desistido do seu sonho, mas que depois tentou erguer-se de novo, enfrentando-se a si próprio, através do surf, cercado pela bondade das pessoas ao seu redor.

 

Uma co-organização da Embaixada do Japão, Fundação Oriente, Japan Foundation e Câmara Municipal de Nishinoomote, o ciclo insere-se no âmbito dos 160 anos de relações diplomáticas entre o Japão e Portugal.

 

 

“Sozinhos Juntos” – As relações humanas no cinema contemporâneo japonês

28 de Agosto a 19 de Setembro

18h00

Entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete no próprio dia e sujeita à capacidade da sala e cumprimentos das normas anti-Covid 19.

Filmes legendados em português.

Co-organização: Embaixada do Japão e Fundação Oriente, Japan Foundation e

Câmara Municipal de Nishinoomote

 

“The Tokyo night sky is always the densest shade of blue” [2017]

de Yuya Ishii

28 de Agosto e 12 de Setembro

18h00

Duração: 1h48

 

 

“Dear Stranger” [2017]

de Yukiko Mishima

29 de Agosto e 4 de Setembro

18h00

Duração: 2h07

 

 

“Three Stories of Love” [2015]

de Ryosuke Hashiguchi

5 e 11 de Setembro

18h00

Duração: 2h20

 

“Life on the longboard 2nd wave” [2019]

de Ichiro Kita

18 e 19 de Setembro

18h00

Duração: 1h52

Trailer

 

Está quase a chegar o Lisboa na Rua

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Lisboa na Rua está de regresso, animando a cidade com cinema, música, teatro e dança, mas este ano com um programa um pouco diferente e com algumas regras.
 
Escolhemos espaços e locais da cidade que permitam manter a devida distância e com acesso limitado para podermos, assim, regressar devagar à cidade, e celebrar a cultura ao ar livre e em segurança, através de uma programação multidisciplinar entre 13 de agosto e 27 de setembro. A entrada é gratuita em todos os eventos, mas sujeita, obrigatoriamente, a inscrição ou levantamento prévio de bilhete.
 
Abrimos o programa com o Festival Política (que normalmente acontece em abril) no Cinema São Jorge que apresenta propostas variadas durante 4 dias (entre 13 e 16 de agosto), num convite à reflexão sobre a temática do Ambiente e do desenvolvimento sustentável, no ano em que Lisboa é a Capital Verde Europeia.
 
Celebramos também a Capital Verde com a estreia de “Outro Olhar”, uma instalação artística da dupla de artistas Luke Egan e Pete Hamilton (do Reino Unido), que se destacou pela sua inovação no panorama internacional de arte urbana e que durante um mês dará vida às árvores um pouco por toda a cidade
 
Em setembro assinalamos um aniversário muito especial, os 70 anos de Jorge Palma, com um concerto exclusivo que será transmitido online no Facebook da Câmara Municipal de Lisboa e EGEAC – Cultura na Rua, no dia 12, pelas 21h30. Neste espetáculo, intitulado “70 Voltas ao Sol”, o cantor, compositor e músico estará ao piano, acompanhado por uma pequena orquestra e com Cristina Branco e Dead Combo, como convidados.
 
Ainda antes, nos primeiros dias de setembro, continuamos a celebrar Amália, dando voz à diva maior do Fado, desta vez no grande ecrã com “Amália no Cinema”, um ciclo de cinema no jardim do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta. Quatro filmes protagonizados por Amália e comentados, ao vivo, por vários convidados.
 
O jardim do Museu de Lisboa, será igualmente palco para o Dançar a Cidade. Um desafio para experimentar vários estilos de dança, ao ar livre e a solo, que se estende ao Palácio Baldaya (em Benfica), todos os domingos de setembro.
 
Na Estufa Fria apresentamos, especialmente para os mais novos, mais uma das Antiprincesas, dando a conhecer, desta vez, a médica feminista Beatriz Ângelo em histórias dramatizadas com sessões de manhã e à tarde, durante todos os fins de semana também do mês de setembro.
 
Ainda no âmbito da Capital Verde Europeia, o festival Lisboa Soa (24 a 27 de setembro) ocupará vários locais da cidade com esculturas sonoras, e a comunidade de leitura em espaços verdes Ecotemporâneos instala-se na Quinta da Alfarrobeira (em São Domingos de Benfica), para mais duas sessões à volta dos livros, desta vez protagonizadas por Jorge Silva Melo (29 de agosto) e Gisela João (27 de setembro).
 
Nesta edição do Lisboa na Rua reservamos música clássica para todos, com a Orquestra Gulbenkian e os seus Solistas a interpretarem obras intemporais em três concertos de entrada gratuita. Continuamos também a aliar a cultura à descoberta de novos lugares e é a isso mesmo que convida a Open House, este ano num novo formato, com um programa de passeios sonoros realizado apenas no exterior.
 
Entre agosto e setembro o Lisboa na Rua convida ainda a ver Cinema no Estendal, a desfrutar dos festivais Bairro em FestaFUSOLisboa Mágica e Chapéus na Rua ou a ouvir música experimental nas Noites de Verão da Galeria Quadrum (em Alvalade) e também no espaço O’Culto da Ajuda com Formações Extraordinárias.
 
Este ano a ilustração do programa tem a assinatura de AKA Corleone (alter ego de Pedro Campiche), numa combinação original de cores, personagens e formas que caracterizam este artista visual natural de Lisboa.
 
Toda a programação em www.culturanarua.pt 

Essencial Fellini quase a acabar e a estreia de #Anne Frank - Vidas Paralelas

 

Essencial Fellini despede-se dos cinemas com A Voz da Lua


O último filme realizado por Fellini foi escolhido para encerrar o ciclo a partir de 10/09 e é baseado no romance Il poema dei lunatici, de Ermano Cavazzoni e recupera os temas de A Estrada, enquanto parábola dos cândidos que procuram o amor.

Ivo Salvini (Roberto Benigni) é um lunático visionário de alma inocente. Delicia-se com a vida provinciana e nutre um amor desmesurado por Aldina (Nadia Ottaviani), a mulher que ele diz ter o rosto da Lua. Este derradeiro filme de Fellini é um angustiado retrato do louco e do moderno.

No âmbito das celebrações do centenário de Federico Fellini, o ciclo Essencial Fellini traz de volta aos cinemas algumas das principais obras do grande maestro. Uma iniciativa da Risi Film e da Alambique, com o apoio da Festa do Cinema Italiano e do Istituto Italiano di Cultura.

A partir de 10 de Setembro em:

Espaço Nimas (Lisboa) 

O Cinema da Villa (Cascais) 

Cinema Trindade (Porto)

 

#Anne Frank - Vidas Paralelas estreia a 24/09

A vencedora de um Oscar® Helen Mirren retraça a vida de Anne através das páginas do seu diário, e a vida de outras 5 mulheres que, quando crianças e adolescentes, também foram levadas para campos de concentração porém sobreviveram ao Holocausto.

O documentário lança um novo olhar sobre a trajetória de Anne Frank e um período tão turbulento da história mundial. Quanto mais o tempo passa, mais são necessárias novas formas de comunicar aos jovens os relatos sobre os horrores da Segunda Guerra Mundial. Esta é a proposta deste filme, a ter como mote a grande identificação dos jovens com Anne Frank que ocorre ainda hoje.

 

A partir de 24 Setembro em:

City Alvalade (Lisboa)

UCI El Corte Inglès (Lisboa)

UCI Arrábida (Vila Nova de Gaia)

O Cinema da Villa (Cascais)

14.ª edição do MOTELX arranca hoje. Destaques diários (7-14 Setembro)

 

 

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São 8 dias e mais de 70 sessões para matar saudades do grande ecrã e mostrar o lugar único que o cinema de terror tem no mundo de hoje. Com segurança reforçada mas o ADN de sempre, a 14.ª edição do MOTELX começa hoje e prolonga-se até à próxima segunda-feira (14 de Setembro), sempre no Cinema São Jorge.

Destaques diários

Segunda-feira, 7 de Setembro
Numa edição que apresenta filmes dos cinco continentes, a primeira noite de MOTELX traz a estreia mundial de “A Beast in Love”, pérola negra do veterano do terror japonês Koji Shiraishi. “Malasaña 32”, do catalão Albert Pintó, é o filme de terror paranormal que marca a já esgotada sessão de abertura do Festival, a que se segue o road movie sul-africano “Fried Barry” (Ryan Kruger). A primeira sessão de meia-noite do Festival mostra “Hunted”thriller de Vincent Paronnaud (co-realizador de “Persepolis”) que recupera a história do Capuchinho Vermelho na era me too.

Terça-feira, 8 de Setembro
Depois de servidas as primeiras “Curtas ao Almoço” (diariamente às 13h), o segundo dia de MOTELX apresenta mais uma estreia mundial: “History of the Occult”, uma história surpreendente do argentino Cristian Jesús Ponce sobre a relação sombria entre a política e o fenómeno das bruxas. O conto gótico “Sanzaru”, do americano Xia Magnus, surge em estreia europeia, e começa a competição pelo Prémio MOTELX – Melhor Longa de Terror Europeia/Méliès d’argent com títulos como “Sputnik” (Egor Abramenko), um híbrido sci-fi- terror passado na União Soviética da Guerra Fria. “White Dog”, de Samuel Fuller (1982), é o primeiro dos sete filmes da retrospectiva “Pesadelo Americano: Racismo e Cinema de Terror”, eixo central do Festival.

Quarta-feira, 9 de Setembro
O terceiro dia do MOTELX começa com uma sessão do Lobo Mau dedicada aos mais novos e termina com “First Love” em sessão de meia-noite, o 103.º filme de um dos grandes favoritos dos festivais de cinema de género, Takashi Miike. Pelo meio há filmes como “Pelican Blood”, de Katrin Gebbe, e “Relic”, de Natalie Erika James, dois dos títulos da nova vaga de terror feminino que este ano ocupa um lugar de destaque no MOTELX.

Quinta-feira, 10 de Setembro
Em 2020, a programação do MOTELX não poderia ignorar o terror da crise pandémica. Na quinta-feira o Festival exibe “Epidemic” de Lars von Trier, filme desconcertante de 1987 em que o realizador interpreta um médico à procura da vacina para uma epidemia que saltou de um guião de terror para a realidade. O dia termina com “Host” de Rob Savage, uma aterradora sessão espírita filmada pelo Zoom durante a quarentena, mas antes há propostas como “Amulet”, estreia da actriz Romola Garai na realização, e “Teddy”, filme francês de lobisomens inspirado em Stephen King (Ludovid e Zoran Boukherma).

Sexta-feira, 11 de Setembro
Sexta-feira traz uma das estreias mais aguardadas do MOTELX: “Saint Maud”, de Rose Glass, uma visão original e corajosa sobre fé e loucura com carimbo dos estúdios A24. Num registo de comédia, monstros prostéticos e gore“Psycho Goreman” de Steven Kostanski é aposta segura para encerrar a noite. Outros destaques incluem a primeira de duas sessões de curtas experimentais de terror“La Llorona” de Jayro Bustamante, uma metáfora da história recente da Guatemala e das suas feridas políticas, e o clássico “Candyman” (1992, Bernard Rose), que este ano conhecerá uma nova versão pela mão de Jordan Peele.

Sábado, 12 de Setembro
Sábado reserva um dos momentos altos da 14.ª edição do MOTELX: Pedro Costa estará presente no Festival para conversar sobre a sua declarada afinidade com o universo do terror e do fantástico. Uma sessão integrada na secção Quarto Perdido, este ano intitulada “Pedro Costa: Filmar as Trevas”. Num dia recheado de propostas, há a destacar a estreia de “Antebellum”, filme sobre as tensões raciais na América com Janelle Monáe no seu primeiro papel principal, o êxito indonésio “Impetigore” (Joko Anwar), o clássico “The Intruder” de Roger Corman (convidado do MOTELX em 2017), e “Macabro”, filme de Marcos Prado baseado numa história real que chocou o Brasil nos anos 90.

Domingo, 13 de Setembro
À semelhança de Sábado, Domingo traz a oportunidade de assistir a uma sessão dedicada às curtas portuguesas em competição pelo Prémio MOTELX – Melhor Curta de Terror Portuguesa/Méliès d’argent, seguida por uma conversa com os realizadores moderada pelo Shortcutz Lisboa. Logo depois há masterclass com a produtora Bro Cinema sobre as aventuras de filmar “Color Out of Space” em Sintra com os excêntricos Richard Stanley e Nicolas Cage (e alpacas). Na secção “Doc Terror” será possível ver “Leap of Faith”, documentário de Alexandre O. Philippe sobre “O Exorcista”. Destaques de ficção incluem a fantasia japonesa “Dancing Mary” e “AV: The Hunt”, corajoso thriller turco que retrata a luta de uma mulher numa sociedade patriarcal. Descrito pela crítica como “Psycho para a era do alojamento local”, “The Rental”, de Dave Franco, é o filme escolhido para a sessão de encerramento do MOTELX.

Segunda-feira, 14 de Setembro
Este ano o MOTELX termina pela primeira vez com um dia em que será possível ver ou rever alguns dos filmes mais populares do Festival, incluindo o filme vencedor do Prémio MOTELX – Melhor Longa de Terror Europeia. Mas também há lugar para novidades nas curtas e na secção Doc Terror. “Scream, Queen! My Nightmare on Elm Street” é um documentário sobre Mark Patton e o seu papel enquanto primeiro Scream Queen masculino do cinema de terror. Por fim, e para fechar o ciclo “Pesadelo Americano: Racismo e Cinema de Terror”, será possível voltar a ver no grande ecrã o já clássico “Get Out” (Jordan Peele, 2017).

Os bilhetes para o MOTELX estão à venda no Cinema São Jorge, na Ticketline e em pontos de venda associados. As medidas de segurança em vigor durante o Festival podem ser consultadas em www.motelx.org.

Filmes Vencedores do IndieLisboa 2020

 

A realizadora Maya Da-Rin vence o Grande Prémio de Longa Metragem Cidade de Lisboa com o seu filme A Febre, um filme que explora as pressões de um modo de vida urbano e moderno. O júri da Competição Internacional galardoou ainda Victoria, de Isabelle Tollenaere, Liesbeth De Ceulaer e Sofie Benoot, com o Prémio Especial do Júri Canais TVCine. O Prémio Allianz para Melhor Longa Metragem Portuguesa foi entregue a O Fim do Mundo, de Basil da Cunha, enquanto que o Prémio de Melhor Realização para uma Longa Metragem Portuguesa foi para A Metamorfose dos Pássaros, de Catarina Vasconcelos. Enquanto isso, o Prémio Dolce Gusto para Melhor Curta Metragem Portuguesa foi atribuído a Meine Leibe, de Clara Jost. E o Prémio Novo Talento FCSH/NOVA revelou a "irreverência cinematográfica" de Bernardo e Afonso Rapazote, em Corte. O Grande Prémio de Curta Metragem foi entregue a Tendre, de Isabel Pagliai.

 

 

 

 

 

 

 

 

Sessões Filmes Premiados
 
Como sempre, a seguir ao festival, segue-se a semana com sessões dos filmes premiados - no Cinema Ideal. Aqui ficam as datas: 
 
Cinema Ideal
 
7 setembro
19:30 Meine Liebe, de Clara Jost + O Fim do Mundo, de Basil da Cunha | Bilhetes
22:00 A Febre, de Maya Da-Rin | Bilhetes
 
8 setembro
19:30 White Riot, de Rubika Shah | Bilhetes
22:00 Breve Miragem de Sol, de Eryk Rocha | Bilhetes

9 setembro
19:30 Curtas Premiadas | Bilhetes
22:00 Todos os Mortos, de Caetano Gotardo, Marco Sutra | Bilhetes
 

Primeira Semana da 17ª Edição do IndieLisboa

 

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Após uma semana intensa e surpreendente de festival, com várias sessões esgotadas, e muitos reencontros entre realizadores, programadores e espectadores, preparamo-nos para o arranque da segunda semana, com mais 6 dias na Culturgest, no Cinema São Jorge, na Cinemateca Portuguesa, no Cinema Ideal e no Capitólio. 
 
Depois de 14 sessões e 2 oficinas esgotadas até agora e muitas outras muito cheias, o sentimento transmitido pelos espectadores do IndieLisboa é de completa segurança dentro das salas (que seguem todos os procedimentos indicados pela Direcção Geral de Saúde) e de grande apreço pelos filmes já vistos e escolhidos pela equipa de programação. Queremos agradecer ao público esta confiança demonstrada e estamos ainda mais expectantes para a segunda semana de festival. 
 
Para além da sessão de abertura, com La Femme de Mon Frère, um filme de Monia Chokri, destaca-se o interesse nas estreias mundiais de Ana e Maurizio, de Catarina Mourão, Entre Leiras, de Cláudia Ribeiro, e O Fim do Mundo, de Basil da Cunha, destacam-se as sessões Todos os Mortos, de Caetano Gotardo e Marco Dutra, filme que integra a secção Silvestre, as sessões Guelwaar e Borom Sarret + La Noire De...+ Tauw, ambas parte integrante da retrospectiva do Ousmane Sembène, a conversa sobre as retrospectivas presentes este ano no festival, a única das Lisbon Talks que decorreu de forma presencial na Esplanada da Cinemateca, "Forum 50 & Ousmane Sembène: O Cinema como Forma de Reflexão e Acção Política", que se prolongou até ao cair da noite e teve o apoio do Instituto Goethe e a Associação São Bartolomeu dos Alemães. No universo do IndieMusic, é de sublinhar o White Riot, sessão esgotada no passado dia 28 de Agosto, e que passa novamente hoje, dia 1 de Setembro, às 21h30 no Capitólio, assim como Show Me The Picture: The Story of Jim Marshall, sessão também ela esgotada que volta a repetir no próximo dia 3 de Setembro, às 21h30 no Capitólio. 
 
Com o chegar do primeiro fim-de-semana, acolhemos o público mais jovem, tendo esgotado todas as oficinas, recebemos o filme mais longo do festival, com 8 horas, The Works and Days (Of Tayoko Shiojiri in the Shiotani Basin), e filmes muito estimulantes como Vendrá La Muerte y Tendrá tus Ojos, de José Luis Torres Lleiva, A Febre, de Maya Da-Rin, Rizi, de Tsai Ming-Liang, e Si Yo Fuera el Inviero Miesmo, de Yasmin López. 
 
Foto: Uma sessão a acontecer na Esplanada da Cinemateca Portuguesa
 

Um filme de Marjane Satrapi com Rosamund Pike no papel de Marie Curie | ‘RADIOATIVO’, UMA HISTÓRIA DE AMOR E CIÊNCIA, CHEGA ESTA SEMANA AOS CINEMAS

Um filme de Marjane Satrapi com Rosamund Pike no papel de Marie Curie

‘RADIOATIVO’, UMA HISTÓRIA DE AMOR E CIÊNCIA, CHEGA ESTA SEMANA AOS CINEMAS

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Marie Curie mudou o mundo para sempre quando descobriu a radioatividade. Agora, a realizadora Marjane Satrapi e a atriz Rosamund Pike contam a história de vida da única mulher a vencer dois Prémio Nobel. ‘Radioativo’ estreia esta quinta-feira nos cinemas nacionais.

Em 1903 Marie e Pierre Curie venceram o Prémio Nobel da Física pela descoberta da radioatividade, marcando a primeira vez que o prestigioso prémio foi atribuído a uma mulher. Após a súbita morte de Pierre, Marie Curie continuou o seu trabalho e venceu um segundo Prémio Nobel, desta vez de Química em 1911. Marie Curie é um ícone do mundo científico, uma pioneira não apenas como cientista, mas também como mulher trabalhando num mundo de homens, em que as mulheres ainda lutavam pelo direito ao voto.

Juntos, os Curies descobriram 2 novos elementos científicos, o rádio e o polónio, com fantásticas propriedades que teriam consequências tanto boas como más que nos continuam a impactar hoje – armas nucleares, radiação para tratamento médico e energia nuclear. A relação de trabalho e romântica que tiveram transformaram-nos em celebridades, mas após a morte de Pierre em 1906, a reputação de Marie levou um golpe após ter tido um envolvimento com um homem casado.

Realizado pela iraniana Marjane Satrapi, nomeada ao Óscar de Melhor Filme de Animação com ‘Persépolis’, em 2008, o filme é uma adaptação da novela gráfica de Lauren Redniss ‘Radioactive: A Tale of Love and Fallout’, publicada em 2010, e adaptada por Jack Thorne (argumento das séries ‘National Treasure’, ‘Mundos Paralelos’, ‘The Fades’ e do filme ‘Wonder – Encantador’).

De acordo com Satrapi “Este filme não é sobre um só assunto; é sobre amor e sobre a ética da ciência. Este é o único enredo que eu conheço no qual o romance, a descoberta e a morte combinam-se numa só história”. No filme, a realizadora trabalhou com os produtores Paul Webster (‘Expiação’, ‘Orgulho e Preconceito’ e ‘Anna Karenina’), Tim Bevan e Eric Fellner (‘Os Miseráveis’, ‘A Teoria de Tudo’ e ‘A Hora Mais Negra’).

Rosamund Pike (atriz nomeada para um Óscar® pelo papel em ‘Em Parte Incerta’; ‘Uma Guerra Pessoal’ e ‘007 – Morre Noutro Dia’), é Marie Curie e imediatamente aceitou o convite de Marjane Satrapi: “Nós adoramos as mesmas coisas na personagem de Marie Curie: o facto de ela viver ‘sem pedir desculpa’, sem filtro, de forma sincera, audaz, não necessariamente encantadora e, ainda assim, fascinante por conter em si estes traços”. Pierre Curie é interpretado por Sam Riley (‘Control’ e ‘Maléfica’).

Com estreia mundial em setembro de 2019 no Toronto International Film Festival, ‘Radioativo’ chega às salas de cinema nacionais esta quinta-feira.

Sinopse

RADIOATIVO dá-nos a conhecer o legado duradouro de Marie Curie (interpretada pela atriz nomeada para um Óscar® Rosamund Pike) – as suas relações apaixonadas, as descobertas científicas, e as consequências para ela e para o mundo.  Depois de conhecer o cientista Pierre Curie (Sam Riley), os dois casam-se e mudam a ciência para sempre com a descoberta da radioatividade.  A genialidade das descobertas dos Curie, que mudam o mundo, e o Prémio Nobel que se segue, levam o casal à ribalta internacional. Dos mesmos produtores de A HORA MAIS NEGRA e EXPIAÇÃO, a realizadora Marjane Satrapi (nomeada para um Óscar® com Persépolis) parte da novela gráfica de Lauren Redniss e apresenta um retrato visionário e ousado dos efeitos transformadores, das consequências do trabalho dos Curie e da forma como este moldou os momentos-chave do século XX.

 

A 3 SETEMBRO NOS CINEMAS

Baseado em factos reais | ‘O 3º ANDAR: TERROR NA RUA MALASAÑA’ (MALASAÑA 32) É O FILME DE ABERTURA DA 14º EDIÇÃO DO MOTELX

Baseado em factos reais

‘O 3º ANDAR: TERROR NA RUA MALASAÑA’ (MALASAÑA 32) É O FILME DE ABERTURA DA 14º EDIÇÃO DO MOTELX

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‘O 3º andar: Terror Na Rua Malasaña’ (Malasaña 32) é o filme de abertura da 14ª edição do MOTELX – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, que se realiza de 7 a 14 de setembro, no Cinema São Jorge. Um filme de Albert Pintó (‘Matar a Deus’ e RIP’) ao estilo do melhor cinema de terror espanhol, com estreia no grande ecrã a 10 de setembro.

‘O 3º andar: Terror Na Rua Malasaña’ é uma história de terror paranormal sobre uma família que troca a sua aldeia por um apartamento no terceiro andar do número 32, da Rua Manuela Malasaña, em Madrid. Desconhecendo que há mais uma presença no apartamento, esta família depara-se com situações inesperadas e incompreensíveis, que são potencializadas pelo desaparecimento de um filho. O que era apenas um sentimento partilhado por vários membros da família, começa a materializar-se através de fenómenos que, apesar de vistos e vivenciados, são inexplicáveis e põem em risco as suas vidas.

Inspirado em factos reais ocorridos em Madrid na década de 70, o filme foi visto por mais de 700 mil pessoas em Espanha e conta no elenco com Javier Botet (It: Capítulo 2 - 2019), Begoña Vargas (série de TV ‘Uma Visão Diferente’ e Netflix ‘Alta Mar’), Bea Segura (série ‘O Comissário’ -1999) ou o ator espanhol Iván Marcos, entre outros.

Com estreia agendada para 10 de setembro nos cinemas nacionais, em O 3º andar: Terror Na Rua Malasaña’ o bairro de Madrid serve de palco para acontecimentos sobrenaturais. 

Sinopse

A família Olmedo abandona a sua aldeia, esperando que uma vida na cidade lhes traga mais prosperidade, e compra um apartamento no terceiro andar do número 32 da Rua Manuela Malasaña, em Madrid. Mas os Olmedo desconhecem que há mais uma presença no apartamento que adquiriram. Algo de cuja existência não se apercebem vai pôr em risco as suas vidas e eles vão ter de se defender. E ser a coisa mais aterradora de uma vida na cidade não estiver lá fora... mas sim dentro da nossa casa?

Inspirado numa história real.

A 10 DE SETEMBRO NOS CINEMAS

O Indie vai entrar no 1º fim de semana!

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Com o primeiro fim-de-semana a chegar, destacamos várias sessões que irão decorrer durante estes três dias na Culturgest, no Cinema São Jorge, na Cinemateca Portuguesa, no Cinema Ideal e no Capitólio, tais como: 
 
28/8 - Sexta-feira
18:50 | IndieJúnior: Cinema Simultâneo @ Cinema São Jorge | Bilhetes
19:15 | Silvestre: Responsabilidad Empresarial, Jonathan Perel @ Cinema São Jorge | Bilhetes
21:30 | IndieMusic: White Riot, Rubika Shah @ Cinema São Jorge | Bilhetes
21:30 | Retrospectivas: Guelwaar, Ousmane Sembène @ Cinemateca Portuguesa (Ao Ar Livre) | Bilhetes
 
29/8 - Sábado
15:30 | IndieJúnior: Tudo em Família + Festa ao Ar Livre (+3 anos) @ Culturgest | Bilhetes
18:30 | CI Longas: Lúa Vermella, Lois Patiño @ Culturgest | Bilhetes
19:15 | IndieMusic: Eletronica:Mentes, Dácio Pinheiro/Denis Giacobelis/Paulo Beto @ Cinema São Jorge | Bilhetes
21:30 | Retrospectivas: Emitaï, Ousmane Sembène @ Cinemateca Portuguesa (Ao Ar Livre) | Bilhetes
22:00 | Silvestre: Tipografic Majuscul, Radu Jude @ Cinema Ideal | Bilhetes
 
30/8 - Domingo
11:30 | IndieJúnior: Faz e Filma em Família (Oficina +3 anos) @ Cinema São Jorge | Bilhetes
15:30 | IndieJúnior: Com os Pés na Natureza (+ 5 anos) @ Cinema São Jorge | Bilhetes
18:00 | Silvestre: Rizi, Tsai Ming-Liang @ Cinema São Jorge | Bilhetes
19:30 | CI Longas: Si Yo Fuera El Invierno Mismo, Jazmin López @ Cinema Ideal | Bilhetes
21:30 | Boca do Inferno: The Other Lamb, Malgorzata Szumowska @ Capitólio (Ao Ar Livre) | Bilhetes

2ª edição Film Fest – Festival de Cinema Musicado ao Vivo || Setúbal || 9 a 18 de outubro 2020

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A 2ª edição do Film Fest - Festival de Cinema Musicado ao Vivo, organizado pela Câmara Municipal de Setúbal, terá lugar entre 9 e 18 de outubri e volta a apostar fortemente nos filmes recentemente re-descobertos em arquivos filmográficos, como é o caso das obras "A caverna da Mulher-Aranha" e "Filibus", ambas as cópias restauradas - e nunca apresentadas em Portugal - serão musicadas ao vivo.

Criado em 2019, o Film Fest recupera o formato dos cine-concertos, através de encontros multidisciplinares únicos, com exibição  de filmes clássicos, assim como de cinema de autor,  acompanhados ao por músicos em atuações ao vivo, reinventando bandas sonoras de forma singular e irrepetível. Serão também exibidas obras contemporâneas cujos realizadores quebraram as regras e apresentaram trabalhos quase sem diálogo - em muitos casos sem - e cuja banda sonora original será tocada ao vivo.
Este festival tem como principal objetivo, além de exibir obras restauradas, desafiar músicos de diferentes correntes musicais a criarem bandas sonoras únicas e inédita.
 
A sessão de abertura, conta com o incontornável projeto Miso Music Portugal e a sua Orquestra de Altifalantes que musicará o filme "La Antena" de Esteban Sapir e que contará com a presença do compositor da banda sonora, Leo Sujatovich.
 
Renovamos o destaque às obras de Mulheres Pioneiras no Cinema, prestando a sua devida homenagem, este ano, a Maya Deren e Lotte Reiniger.
As sessões direcionadas para a comunidade educativa apresentam filmes integrantes do Plana Nacional para o Cinema, este ano com a novidade de serem narradas ao vivo pelos atores do TAS - Teatro Animação de Setúbal.´
 
Continuamos a envolver os artístas locais como é o caso do projeto Saturnia e dos músicos Gonçalo Simões, Luis Barrigas, Jorge Moniz e Luis Filipe Martins, bem como convidar músicos estrangeiros de reconhecido mérito como a violoncelista italiana Caterina Palazzi.
Quanto aos bilhetes estarão à venda a partir de 1 de setembro no Cinema Charlot e Fórum Municipal Luísa Todi. Existirá um passe que dará acesso a todos os cine concertos com o valor especial de 20€ até 30 de setembro, que se encontra à venda na Casa da Cultura. Após essa data o valor do passe será de 25€.
 
Para conhecer o programa integral consulte a página oficial do Film Fest
Spot Film Fest