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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Teresa Villaverde apresenta Six Portraits of Pain no CCB

 

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Teresa Villaverde apresenta Six Portraits of Pain
no CCB

Teresa Villaverde apresenta o filme Six Portraits of Pain, dia 24 de Março, às 17:00, no CCB. A convite desta instituição, a cineasta realizou a obra a partir da composição musical Six Portraits of Pain (de 2005) de António Pinho Vargas.

São duas estreias, uma musical, outra cinematográfica. Desafiando a História e a tradição orquestral, António Pinho Vargas escreveu pela primeira vez uma sinfonia, a convite do CCB, com o título subjetiva. Por seu lado, a cineasta Teresa Villaverde inverteu a habitual relação entre o filme e a banda sonora, propondo uma criação cinematográfica realizada a partir de uma outra obra de António Pinho Vargas, Six Portraits of Pain (de 2005). A música nasceu primeiro, o filme surgiu depois, como "banda cinematográfica" de uma partitura musical.

No CCB, o filme é apresentado durante um concerto da Orquestra Metropolitana de Lisboa, com a direcção do maestro Pedro Amaral.

Os bilhetes custam entre 5€ e 22€ estão à venda no CCB e na rede Ticketline.

Orquestra Metropolitana de Lisboa
Pavel Gomziakov 
violoncelo 
Pedro Amaral direção musical

Programa
A. P. Vargas
 Sinfonia (subjetiva)
A. P. Vargas Six Portraits of Pain (peça durante a qual é exibido, em estreia, o filme de Teresa Villaverde, com o mesmo nome)

https://www.ccb.pt/Default/pt/Programacao/Musica?a=1421

Caravaggio - A Alma e o Sangue: 20 de março, às 19h00, UCI Cinemas El Corte Inglés, em Lisboa, e Arrábida 20, no Porto

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Caravaggio - A Alma e o Sangue, dia 20 de março,
UCI Cinemas El Corte Inglés e Arrábida 20



O ciclo A Grande Arte no Cinema volta em março com o filme Caravaggio - A Alma e o Sangue, no dia 20 de março, às 19h00, nos UCI Cinemas El Corte Inglés, em Lisboa, e Arrábida 20, no Porto.

Uma viagem pela vida, pela obra e pelos tormentos do revolucionário artista Caravaggio. 

12ª Festa do Cinema Italiano: programação

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A partir de 5 de abril

PROGRAMAÇÃO
12ª FESTA DO CINEMA ITALIANO


A Festa do Cinema Italiano apresenta mais de 60 filmes, seis deles em antestreia nacional e realiza-se a partir de 5 de abril em mais de 15 cidades portuguesas.

De 5 a 14 de abril, em Lisboa (Cinema São Jorge, UCI El Corte Inglés, Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema), de 9 a 11 de abril, em Coimbra (TAGV – Teatro Académico Gil Vicente), de 10 a 13 de abril, em Almada (Auditório Fernando Lopes Graça), de 10 a 14 de abril, no Porto (Cinema Trindade), de 11 a 14 de abril, em Setúbal (Auditório Charlot), de 12 a 13 de abril, em Alverca do Ribatejo (TEIV – Teatro Estúdio Ildefonso Valério), de 13 a 14 de abril, em Penafiel (Cinemax), de 13 a 14 de abril, em Moscavide (Cine-Moscavide), de 15 a 16 de abril, em Aveiro (Teatro Aveirense), de 1 a 3 de maio, em Viseu (Cineclube de Viseu), 1, 8 e 15 de maio, em Abrantes (Cineclube Espalhafitas), de 7 a 9 de maio, em Beja (Pax Júlia Teatro Municipal), de 8 a 10 de maio, nas Caldas da Rainha (CCC – Centro Cultural de Congressos), de 14 a 17 de maio, em Évora (Auditório Soror Mariana), de 14 a 18 de maio, em Tomar (Cine-Teatro Paraíso), de 23 a 26 de maio, em Loulé (Cine-Teatro Louletano), seguindo para outras cidades portuguesas a anunciar em breve.

Segundo Stefano Savio, diretor da Festa do Cinema Italiano, “o crescimento que a Festa do Cinema Italiano registou nos últimos anos justificou a nossa aposta numa programação mais extensa ao longo do tempo (10 dias de festival em Lisboa) e mais rica e diversificada. O objetivo é alcançar e fidelizar públicos diferentes mas que transversalmente estejam ligados à cultura italiana. Por isso, damos espaço à música clássica, mas também ao italo disco e aos cantautores italianos, temos documentários sobre os grandes artistas do Renascimento mas também sobre a street art e a video art. Uma retrospetiva sobre um ícone como Nanni Moretti acompanhada por filmes mais arrojados dos novos realizadores trasalpinos. Tudo isso num ambiente descontraído e social onde é possível ter uma experiência completa e culturalmente estimulante. Dedicamos ainda espaço à gastronomia italiana, com jantares e aperitivos, assim como a uma programação e atividaes para o público infantil”.

A Festa do Cinema Italiano é organizada pela Associação Il Sorpasso, com o apoio da Embaixada de Itália, do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa, da Câmara Municipal de Lisboa e da EGEAC. Entre os apoios privados: FIAT (FCA Group), patrocinador principal, a Pasta Garofalo, a Generali Seguros, a Campari e a TNT.
 

DESTAQUES DE PROGRAMAÇÃO:

Este ano, o festival presta homenagem, em colaboração com a Cinemateca Portuguesa, a Nanni Moretti, com uma retrospetiva completa de longas-metragens e uma seleção de curtas-metragens do realizador. Uma oportunidade para ver em sala grandes sucessos estreados nos cinemas portugueses mas também obras inéditas no nosso país, nomeadamente algumas curtas-metragens e documentários, incluindo a antestreia nacional do seu último filme, Santiago, Italia.

Sessão de abertura – antestreia
Em antestreia portuguesa, o último trabalho de Paolo Virzì, Notti magiche (Noites Mágicas) – filme sobre a passagem que o cinema italiano viveu no princípio dos anos 1990 quando a época dos grandes mestres estava a concluir-se e uma nova leva de autores, ainda sem muita experiência, recebia esta pesada responsabilidade.

Sessão de encerramento
Euforia, de Valeria Golino, filme apresentado no último festival de Cannes, uma sensível reflexão sobre o amor e o respeito entre dois irmãos tão diferentes quanto próximos nas adversidades da vida.

Panorama
Il primo re, de Matteo Rovere, uma das maiores produções italianas, um filme de grande impacto emotivo sobre a fundação de Roma e as origens do império romano retratadas através da historia dos irmãos Romolo e Remo.

Um filme que mistura ação e espiritualidade, lenda e reconstrução histórica. É apresentado em antestreia nacional no festival.

La paranza dei bambini (Piranhas – Os meninos da Camorra), de Claudio Giovannesi, filme baseado no romance de Roberto Saviano, vencedor do melhor argumento na festival de Berlim deste ano. Um filme – em antestreia nacional - que nos mostra a formação criminal dos jovens que entram no mundo da mafia napolitana.

Troppa grazia (Lucia Cheia de Graça), de Gianni Zanasi, uma original comédia sobre a aparição da Nossa Senhora que, com maneiras muitos diretas e enérgicas, convence a protagonista a seguir o próprio caminho de fé. Bem acolhido no festival de Cannes é uma das antestreias deste ano.

Estão também representadas as últimas obras de alguns dos mais reconhecidos autores italianos como Roberto Andò, convidado do festival, bem como Daniele Luchetti que apresentaram ao público português Una storia senza nome, em competição no passado festival de Veneza e Io sono Tempesta.

Napoli Velata é o último filme do autor italo-turco Ferzan Özpetek, que nos envolve num sensual thriller sobre o mundo da falsificação das obras de arte.

Há ainda a exibição da versão original dividida em duas partes do último filme de Paolo Sorrentino sobre a vida de Silvio Berlusconi (Loro 1 e Loro 2). Esta versão integral é inédita em Portugal.

Espaço também para a comédia e os grandes sucessos de público da passada temporada onde estão em destaque Moschettieri del re: La penultima missione, de Giovanni Veronesi, paródia com os mosqueteiros criados por Alexandre Dumas, e a antestreia nacional de Moglie e marito (Mulher e Marido), de Simone Godano, uma inteligente comédia sobre a troca de corpos e de personalidades de um casal em crise.

Competição
Este ano, são sete as obras em competição, uma seleção cuidadosa que demostra mais uma vez o bom estado de saúde da nossa cinematografia.

Surpresas como Bangla de Phaim Bhuiyan, sobre a complicada descoberta da sexualidade de um rapaz originário do Bangladesh dentro de um contexto as vezes demasiado liberal como o italiano, Likemeback de Leonardo Guerra Seràgnoli, que retrata a obsessão que três raparigas têm sobre a própria imagem nas redes sociais, um filme que angustia e seduz ao mesmo tempo e Menocchio de Alberto Fasulo sobre a luta que um moleiro herético enfrenta contra a inquisição católica para defender a própria liberdade de pensamento. Os três realizadores (um deles realizador e ator protagonista - Bengla) estarão presentes em Lisboa para apresentar o filme, durante o festival.

Em competição estão ainda Figlia mia, de Laura Bispuri, Ovunque proteggimi, de Bonifacio Angius, Mamma + Mamma, de Karole Di Tommaso e La terra dell’abbastanza, de Damiano D’Innocenzo e Fabio D’Innocenzo. 
 

Sessões especiais

A Grande Arte no Cinema, o ciclo de filmes sobre a arte italiana e mundial integra o festival através de um conjunto de títulos de grande interesse sobre a vida de artistas como Michelangelo, Tintoretto e Leonardo Da Vinci em ocasião dos 500 anos da sua morte.

The Man Who Stole Banksy, de Marco Proserpio, explica-nos através da voz de Iggy Pop a mercantilização da obra de Banksy e a inutilidade de mostrar a sua obra fora do contexto onde foi criada.

Make Italy Great Again – A Itália não é um pais racista - é uma secção especial que dedicamos a filmes que retratam como, em Itália, apesar de um clima político e social adverso, existem ainda pessoas e movimentos que lutam para tornar este país uma terra acolhedora para quem precisa e está à procura de um porto seguro.


Piccolini
Filmes, oficinas com curtas-metragens de animação e atividades para os mais novos. Uma oportunidade para os mais pequenos conhecerem o mundo infantil italiano. Este ano, é apresentado Leo Da Vinci: missione Monna Lisa, filme de animação de Sergio Manfio.


Eventos Paralelos

A música tem um destaque particular nesta edição da Festa. Em estreia absoluta, é apresentada a última composição de Pedro Teixeira da Silva, primeiro violino da orquestra do Teatro São Carlos e fundador da banda Os Corvos, que leva ao Cinema São Jorge 4 Canções Italianas, músicas para piano e soprano - Cristiana Oliveira - inspiradas em quatro poemas italianos.

Fabrizio De André, um dos grandes cantautores da música italiana, é lembrado por ocasião dos 20 anos do seu desaparecimento, com um concerto inédito, leituras dos seus poemas e um filme sobre a sua vida: Fabrizio De André, Principe Libero, de Luca Facchini.

Também a gastronomia marca presença, com algumas novidades: este ano, o já tradicional Cine-Jantar transforma-se: são quatro jantares e realiza-se, pela primeira vez, num cinema: os jantares são no bar/res- taurante do Cinema São Jorge seguido de filme na Sala Manoel de Oliveira, uma conversa em torno da comida e aperitivos com concertos todos dedicados à música italiana (Domenico Imperato, Francesco Valente e Mick Mengucci, Faya com Nicolas Farruggia e Stephan Schrader, La Miséria Deluxe e João Lima, Kilôko, Andrea Musio e Fernando Giardini)

 

Bilhetes e informações

Em Lisboa, os bilhetes custam 4,5€ (bilhete normal) e 3,5€ (<25 >65 anos), no Cinema São Jorge e Cinemas UCI - El Corte Inglés e 3,20€ na Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema.

Os bilhetes para as sessões A Grande Arte no Cinema custam 10€.
Os bilhetes para o concerto 4 Canções Italianas custam 10€.
Cadernetas de vouchers: 20€ (5 bilhetes) e 35€ (10 bilhetes)

Todas as novidades e informações sobre a programação do festival podem ser acompanhadas no site www.festadocinemaitaliano.com e na página de Facebook (facebook.com/festadocinemaitaliano).

Divulgados os nomeados aos Prémios Sophia 2019

 

A sessão de apresentação dos nomeados aos Prémios Sophia 2019 decorreu esta tarde, na Cinemateca Portuguesa, e coube aos atores Ana Padrão e Igor Regalla divulgarem a lista dos nomeados nas 23 categorias (em anexo) e os nomes dos dois homenageados do Prémio Carreira 2019 – Lia Gama e Pedro Éfe (biografias em anexo).

Foram ainda entregues os Prémios de Melhor Cartaz de Cinema e, pela primeira vez, o Prémio Técnico. O primeiro lugar do Prémio Melhor Cartaz foi atribuído a Firdaus Mustapa, pelo cartaz do filme “Carga”. O designer, que não pôde comparecer para receber pessoalmente a distinção, fez-se representar por Bruno Gascon, realizador de “Carga”. Em segundo lugar ficou o cartaz da longa-metragem “O Labirinto da Saudade”, de Ana Rita Contente e, em terceiro lugar, o cartaz de Catarina Sampaio para o filme “O Caderno Negro”.

A escolha dos melhores cartazes de 2019 coube a um júri constituído por Paulo Trancoso, Presidente da Academia Portuguesa de Cinema, João Botelho, Realizador de Cinema, Leonel Moura e Jaime Silva, Artistas Plásticos, e José Brandão, Designer.

Já o Prémio Técnico, a grande novidade deste ano, foi atribuído ao CEO e fundador da Sound Particles, Nuno Fonseca, e entregue por Branco Neskov, o conceituado re-recording mixer, também ele com inúmeras provas dadas no cinema português. A Direção da Academia Portuguesa de Cinema distinguiu Nuno Fonseca por unanimidade, reconhecendo-lhe génio e criatividade, na técnica que desenvolveu para aplicar conceitos de computação gráfica ao som através de software de áudio 3D.

Esta tecnologia inovadora valeu-lhe, aliás, a oportunidade de colaborar em alguns dos mais recentes blockbusters internacionais, entre os quais, “Aquaman”, “Batman versus Super-Homem: O Despertar da Justiça”, “Liga da Justiça” e “Dia da Independência 2”. O reconhecimento não tardou, uma vez que o software desenvolvido por Nuno Fonseca esteve nomeado para os prestigiados prémios da Cinema Audio Society e, já em 2018, foi um dos finalistas dos prémios científicos dos Óscares.

A Cerimónia de entrega dos Prémios Sophia 2019 realiza-se no próximo dia 24 de março, no Casino Estoril. Esta é a 7ª edição do maior evento do cinema português.

 

Para mais informações, contacte o Gabinete de Comunicação da Academia Portuguesa de Cinema:

Patrícia Silva / patricia.silva @jervispereira.pt / 21 391 66 05 / 93 781 4430

www.jervispereira.pt

 

Nomeados para os Prémios Sophia 2019

Melhor Documentário em Longa-Metragem

“Correspondências”, de Rita Azevedo Gomes

“Doutores Palhaços”, de Hélder Faria e Bernardo Lopes

“Luz Obscura”, de Susana Sousa Dias

“O Labirinto da Saudade”, de Miguel Gonçalves Mendes

Melhor Filme

“Cabaret Maxime”, BA FILMES

“Parque Mayer”, MGN Filmes

“Raiva”, Faux

“Soldado Milhões”, Ukbar Filmes

Prémio Sophia Estudante

“Bruma”, de Sofia Cachim, Daniela Santos, Gabriel Peixoto e Mónica Correia – Escola das Artes - Univ Católica Portuguesa

“No Fim do Mar”, de João Monteiro - ESAP - Escola Superior Artística do Porto

“O Chapéu”, de Alexandra Allen - Instituto Politécnico do Cávado e do Ave

“Terra Ardida”, de Francisco Romão - ETIC

Melhor Série/Telefilme

“3 Mulheres”, de Fernando Vendrell – David e Golias

“Circo Paraís”, de Tiago Alvarez Marques – Vende-se Filmes

“Sara”, de Marco Martins – Ministério dos Filmes

“Soldado Milhões”, de Jorge Paixão da Costa e Gonçalo Galvão Teles – Ukbar Filmes

Melhor Direção de Fotografia

Acácio de Almeida – “Raiva”

José António Loureiro – “Soldado Milhões”

Paulo Castilho – “Pedro e Inês”

Rui Poças – “ZAMA”

 

Melhor Canção Original

“Arabic Soul” - Letra e música Tomás Gomes – “Colo”

“Cudin” - Composição por Miguel Moreira aka Tibars e Vasco Viana – “Djon África”

“Duelo Ao Sol” - Composição por Xutos e Pontapés – “Linhas de Sangue”

“Liberdade e Alegria” - Letra: António-Pedro Vasconcelos, música: José M. Afonso – “Parque Mayer”

 

Melhor Argumento Adaptado

António Ferreira e Glória M. Ferreira, adaptado do livro A Trança de Inês de Rosa Lobato de Faria – “Pedro e Inês”

Carlos Saboga, adaptado de livro Negro De Padre Dinis de Camilo Castelo Branco – “O Caderno Negro”

João Milagre e Fátima Ribeiro, adaptado a partir da obra de Virgílio Ferreira – “Aparição”

Sérgio Tréfaut, Fátima Ribeiro, adaptado da obra Seara de Vento de Manuel da Fonseca – “Raiva”

 

Melhor Argumento Original

Bruno de Almeida e John Frey – “Cabaret Maxime”

Jorge Paixão da Costa e Mário Botequilha – “Soldado Milhões”

Leonor Pinhão – “Ruth”

Tiago R. Santos – “Parque Mayer”

 

Melhor Banda Sonora Original

José M. Afonso – “Parque Mayer”

Luís Pedro Madeira – “Pedro e Inês”

Manuel João Vieira – “Cabaret Maxime”

The Legendary Tigerman – “Ruth”

 

Melhor Montagem

António Ferreira – “Pedro e Inês”

Bruno De Almeida e Pedro Ribeiro – “Cabaret Maxime”

João Braz – “Soldado Milhões”

Pedro Ribeiro – “Parque Mayer”

 

Melhor Maquilhagem e Cabelos

Abigail Machado e Mário Leal – “Parque Mayer”

Emmanuelle Fèvre – “Raiva”

Maria José Silvestre – “Ruth”

Nuno Esteves “Blue” – “Cabaret Maxime”

 

Melhor Guarda Roupa

Joana Cardoso – “Soldado Milhões”

Lucha D'Orey – “Ruth”

Maria Gonzaga – “Parque Mayer”

Sílvia Grabowski – “Pedro e Inês”

 

Melhor Realizador

António Ferreira – “Pedro e Inês”

António-Pedro Vasconcelos – “Parque Mayer”

Bruno de Almeida – “Cabaret Maxime”

Sérgio Tréfaut – “Raiva”

 

Melhor Som

Olivier Blanc, Bruno Tarrière – “Raiva”

Pedro Melo, Branko Neskov, Ivan Neskov e Elsa Ferreira – “Soldado Milhões”

Pedro Melo & Miguel Martins – “Cabaret Maxime”

Vasco Pedroso, Branko Neskov, Elsa Ferreira – “Parque Mayer”

 

Melhor Direção Artística

Clara Vinhais – “Parque Mayer”

Isabel Branco – “O Caderno Negro”

Joana Cardoso – “Soldado Milhões”

João Torres – “Cabaret Maxime”

 

Melhores Efeitos Especiais/Caracterização

Filipe Pereira e Manuel Jorge – “Soldado Milhões”

Júlio Alves – “Pedro e Inês”

Olga José – “Carga”

Rita De Castro E Nuno Esteves "Blue" – “Linhas de Sangue”

 

Melhor Atriz Principal

Ana Padrão – “Cabaret Maxime”

Daniela Melchior – “Parque Mayer”

Isabel Ruth – “Raiva”

Joana de Verona – “Pedro e Inês”

 

Melhor Ator Principal

Adriano Carvalho – “Vazante”

Diogo Amaral – “Pedro e Inês”

Francisco Froes – “Parque Mayer”

Hugo Bentes – “Raiva”

 

Melhor Atriz Secundária

Alexandra Lencastre – “Parque Mayer”

Ana Bustorff – “Ruth”

Beatriz Batarda – “Colo”

Carla Maciel - Parque Mayer

 

Melhor Ator Secundário

Adriano Luz – “Raiva”

Cristóvão Campos – “Pedro e Inês”

Dmitry Bogomolov – “Carga”

Miguel Guilherme – “Parque Mayer”

 

Melhor Documentário em Curta-Metragem

“Kids Sapiens Sapiens”, de António Aleixo

“Pele de Luz”, de André Guiomar

“Russa”, de João Salaviza e Ricardo Alves Jr.

“Sombra Luminosa”, de Mariana Caló e Francisco Queimadela

 

Melhor Curta-Metragem de Ficção

“Aquaparque”, de Ana Moreira

“Como Fernando Pessoa Salvou Portugal”, de Eugène Green

“Sleepwalk”, de Filipe Melo

“Terra Amarela”, de Dinis M. Costa

 

Curta-Metragem de Animação

“Agouro”, de David Doutel e Vasco Sá

“Entre Sombras”, de Mónica Santos e Alice Guimarães

“Porque É Este O Meu Ofício”, de Paulo Monteiro

“Razão Entre Dois Volumes”, de Catarina Sobral

 

Prémios Carreira 2019

Sobre Lia Gama:

Nascida no Fundão, em 1944, Maria Isilda da Gama Gil mudou-se para Lisboa ainda criança. Começou no teatro em 1960, como ajudante na promoção da peça “A Margarida da Rua”, mas é em 1963 que se estreia como atriz na peça “Vamos Contar Mentiras”, dirigida por Manuel Santos Carvalho. Em 1965 vai para Paris estudar representação na Escola de Teatro René Simon e, um ano depois, regressa a Portugal. Integra o elenco do Teatro Estúdio de Lisboa, participa em várias peças de Luzia Maria Martins e a sua estreia em cinema acontece em 1967, com o filme “Sete Balas para Selma”, de António de Macedo.

Ao longo da carreira, Lia Gama integrou alguns dos filmes mais memoráveis do cinema português. A par disso, teve a oportunidade de trabalhar com os mais conceituados realizadores, nomeadamente, José Fonseca e Costa, em "Kilas, o Mau da Fita" e "Sem Sombra do Pecado", Manoel de Oliveira, em “Francisca”, Fernando Lopes, em "Crónica dos Bons Malandros" e "Nós Por Cá Todos Bem", António Pedro Vasconcelos, no filme “Oxalá”, Eduardo Geada, em "O Funeral do Patrão" e "A Santa Aliança", João Botelho, em "Tempos Difíceis" e "A Mulher Que Acreditava Ser Presidente dos USA", António da Cunha Telles, nos filmes "O Cerco" e "Meus Amigos", João Matos Silva, no filme "Antes a Sorte Que Tal Morte" e Alberto Seixas Santos em "Mal”. Trabalhou também com a realizadora sueca naturalizada portuguesa, Solveig Nordlund, em "Nem Pássaro Nem Peixe", "A Filha" e "Viagem Para a Felicidade" e, mais recentemente, com Sérgio Tréfaut, no filme "Raiva".

A partir de 1974, torna-se presença assídua nos ecrãs de cinema, mas nunca abandona o teatro e o cinema. Os portugueses continuam a vê-la com regularidade nos ecrãs de televisão, em diversas telenovelas da SIC e da TVI.

 

Sobre Pedro Éfe:

Nascido em 1942, em Barbacena, Elvas, Pedro Éfe é o verdadeiro homem dos sete ofícios do cinema português. Estávamos em 1968 quando fez o primeiro trabalho como ator em “Um Campista em Apuros”. Estagiou em Itália com Fellini, Bertulicci e Marco Beloquio, e continuou a trabalhar como ator em filmes portugueses e estrangeiros.

Entrou em filmes como "A Balada da Praia dos Cães", de José Fonseca e Costa, "Matar Saudades",  de Fernando Lopes, "Aqui D´El Rei", de António Pedro Vasconcelos e "Operação Outono", de Bruno de Almeida.

Simultaneamente, enveredou por outros caminhos, mantendo sempre a ligação à televisão e ao cinema. Trabalhou como eletricista, assistente de câmara, operador de câmara, diretor de fotografia e ator em filmes, séries e minisséries mas, também foi autor, produtor e diretor de diversos documentários, curtas e filmes institucionais. Como realizador, destacou-se com os documentários "Tobis Portuguesa" e "Diva: Simplesmente Uma Homenagem".

Recentemente, depositou no ANIM – Arquivo Nacional das Imagens em Movimento, o seu arquivo pessoal que inclui vários trabalhos que realizou na Tobis Portuguesa – o primeiro estúdio de cinema sonoro em Portugal -, bem como centenas de horas de entrevistas e de depoimentos únicos de personalidades ligadas ao cinema, à política e à sociedade portuguesa, garantindo a preservação e o acesso facilitado às mesmas.

Anjo, de Miguel Nunes, seleccionado para a Competição Oficial do Festival CPH:DOX

O CPH:DOX – the Copenhagen International Documentary Film Festival, um dos mais importantes festivais de cinema europeus, que decorrerá entre os dias 20 e 31 de Março, anunciou hoje a selecção oficial, sendo que Anjo, primeiro filme realizado por Miguel Nunes, com produção da Videolotion, foi seleccionada para a Next:Wave Competition dedicada a novos e promissores cineastas. 

Anjo fala de uma Lisboa veranil, onde o protagonista, Miguel, se passeia entre apartamentos, festas improvisadas, encontros com amigos e paixões antigas. O filme, distribuído pela Portugal Film - Agência Internacional de Cinema Português, teve estreia em Portugal no Festival IndieLisboa e fará agora a sua estreia internacional, num festival por onde têm passado alguns dos cineastas contemporâneos mais interessantes.

 

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Biografia:
Miguel Nunes nasceu em Lisboa em 1988. Licenciado em Teatro pela ESTC. Começou a sua carreira como actor com 12 anos em séries juvenis. Como actor trabalhou com João Pedro Rodrigues, João Botelho, Teresa Villaverde, Margarida Gil, Ivo Ferreira e outros. Venceu o Prémio de Jovem Actor no LEFFEST com a longa metragem Cisne, de Teresa Villaverde. Mas foi em 2016, que protagonizou o filme Cartas da Guerra de Ivo Ferreira, cuja estreia aconteceu na Competição Oficial do Festival de Berlim, tendo sido aclamado como um dos mais importantes filmes portugueses recentes. Em 2018, estreou-se na realização com Anjo.

Estreia do documentário "Magister" no Fantasporto 2019

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Estreia Mundial do documentário "Magister" no Fantasporto 2019

Vai ter estreia mundial no dia 24 de Fevereiro pelas 15h no Rivoli, inserido na competição oficial de curtas metragens do Fantasporto, o documentário "Magister", pelo realizador Gustavo Dos Santos, que conta com a participação do actor e director teatral Júlio Cardoso e dos actores Miguel Rosas, Paula Guedes e Adriana Amorim Faria.
"Magister" leva-nos por uma viagem de acesso restrito. De um ponto de vista intimista, acompanha-se o trabalho do encenador na construção de uma peça de teatro. O que realmente existe para além desta forma de arte?  
A curta metragem é uma Co-produção da DAS - Desenvolvimento Artes Associação, Filmógrafo e Cine-Clube de Avanca.

12ª Festa do Cinema Italiano

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A partir de 5 de abril em mais de 15 cidades

12ª Festa do Cinema Italiano

apresenta imagem, cidades e datas

Este ano, a imagem da 12ª Festa do Cinema Italiano revisita algumas obras de arte de grandes pintores italianos. No ano em que se comemoram os 500 anos da morte de Leonardo Da Vinci, a Festa do Cinema Italiano tem como imagem uma recriação contemporânea das obras Bacco, de Caravaggio, Monna Lisa, de Leonardo Da Vinci, La Nascita di Venere/O Nascimento de Vénus, de Sandro Botticelli, La Madonna del Granduca, de Raffaelloe Creazione di Adamo/A Criação de Adão, de Michelangelo.

Com conceito de Joana Linda e direção de arte de Fernanda Pereira (também responsável pelos figurinos) e de Joana Linda (também autora das fotografias e do spot do festival), a campanha destes clássicos modernos é protagonizada por Bernardo de Lacerda (Bacco Tropical), Lola Herself (Venus Reloaded), Zahra Omarji (Selfie Gioconda), Anette Dujisin e Greta Dujisin Savio (Madonna con Bambina) e Anette Dujisin e Helena César (Maçã de Adão).

As imagens que fazem parte da comunicação da Festa do Cinema Italiano serão aplicadas às diversas áreas do festival: Filmes, Rota dos Sabores e Eventos Paralelos, nomeadamente Piccolini e Festas.

 

A Grande Arte Italiana na Festa do Cinema Italiano

Em termos de programação, a arte também está presente. Serão exibidos, durante a 12ª Festa do Cinema Italiano, dois dos filmes que fazem parte do ciclo A Grande Arte no Cinema, que teve início em dezembro. Durante o festival, serão exibidos Tintoretto – Um Rebelde em Veneza e Michelangelo – Infinito, ambos no UCI El Corte Inglés.

 

12ª Festa do Cinema Italiano em mais de 15 cidades:

A Festa do Cinema Italiano realiza-se, este ano, em mais de 15 cidades portuguesas, duas delas, pela primeira vez (Alverca do Ribatejo e Penafiel):
Lisboa (5 – 14 abril, no Cinema São Jorge, nos cinemas UCI El Corte Inglés e na Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema),
Coimbra (9 – 11 abril, no TAGV – Teatro Académico Gil Vicente),
Almada (10 – 13 abril, no Auditório Fernando Lopes-Graça),
Porto (10 – 14 abril, no Cinema Trindade),
Setúbal (11 – 14 abril, no Auditório Charlot),
Alverca do Ribatejo (12 – 13 abril, no TEIV - Teatro Estúdio Ildefonso Valério),
Penafiel (13 – 14 abril, no Cinemax),
Aveiro (15 – 16 abril, no Teatro Aveirense),
Viseu (1 – 3 maio, no Cineclube de Viseu),
Beja (6 – 8 maio, no Pax Júlia Teatro Municipal),
Caldas da Rainha (8 – 10 maio, no CCC – Centro Cultural de Congressos),
Tomar (14 – 18 maio, no Cine-Teatro Paraíso),
Loulé (23 – 26 maio, no Cine-Teatro Louletano),
Abrantes (maio),
Funchal (junho),
Angra do Heroísmo e
Santa Cruz da Graciosa, entre outras a anunciar.

Depois de Portugal, a Festa do Cinema Italiano segue para várias cidades no Brasil, de 1 a 14 de agosto, em 16 cidades, nomeadamente Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, entre outras.

Primeira edição do CINENOVA começa já a 21 de fevereiro

 

Primeiro festival interuniversitário de cinema em Portugal conta com mais de 50 curtas em exibição e é apoiado pelo ICA

 

A primeira edição do CINENOVA vai exibir mais de 50 curtas-metragens submetidas ao longo dos últimos meses por dezenas de estudantes universitários nacionais e internacionais. A temática central dos filmes é a relação entre cinema e conhecimento, sendo as obras divididas em duas secções: uma de não-competição e outra de competição. Esta última conta com prémios a atribuir para o melhor filme presente no concurso (nacional ou internacional) e um outro específico para o melhor filme português presente na mostra.

 

O festival decorrerá entre os dias 21 e 23 de fevereiro, inclusive, no auditório 1 da NOVA FCSH e contará com curtas oriundas de países como a Argentina, Espanha, Escócia ou Brasil. Também o júri, para além de figuras nacionais, como o Diretor-Adjunto do LEFFEST –  Lisbon & Sintra Film Festival, António Costa, será composto por nomes de relevo internacionais como Luís Deltell ou Ana Aitana Fernandez.

 

No primeiro dia, a partir das 22h, serão dadas as boas vindas aos espectadores no CINENight, um evento musical que inclui um dj set dos DJ’s Celeste Mariposa, que termina às 2h da madrugada.

 

O primeiro festival organizado por jovens estudantes da NOVA FCSH, e que conta com o apoio institucional do ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual), vai integrar igualmente uma masterclass, no dia 22 às 14h, assinada pela cineasta Susana Sousa Dias e pelo Professor José Manuel Costa, Diretor da Cinemateca Portuguesa. Durante 90 minutos, ambos irão falar sobre o tema “Cinema e Arquivo”.

 

As primeiras sessões de exibição das mais de cinco dezenas de obras começam todos os dias às 14h, terminando as últimas por volta das 21h.

 

Durante todo o período do festival, haverá também uma cobertura completa do evento feita pelos estudantes de Ciências da Comunicação da Faculdade num blog especial inserido no site oficial do CINENOVA. No site pode ainda ser encontrada toda a informação relativa ao festival, onde é possível também acompanhar todas as novidades do evento, assim como através das redes sociais (@cinenovafestival)

 

Frames de curtas a exibir no festival e vídeo CINENight disponíveis aqui

Programação do CINENOVA brevemente disponível aqui

O Fantasma da Sicília estreia no dia 21 de fevereiro

 

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O Fantasma da Sicília (Sicilian Ghost Story), filme de Fabio Grassadonia e Antonio Piazza, estreia, em Portugal, no dia 21 de Fevereiro, em exclusivo nos Cinemas City Alvalade, em Lisboa.

Filme de abertura da 57ª Semana da Crítica, em Cannes e da 11ª Festa do Cinema Italiano, premiado no Festival de Sundance e noutros festivais, O Fantasma da Sicília é um conto fantástico inspirado num caso referente à mafia siciliana que chocou a opinião pública italiana nos anos 1990 e motivou os realizadores a fazerem o filme. Retrata através de uma fábula o caso verídico do sequestro de Giuseppe di Matteo de 12 anos, filho de um ex-chefe da máfia.

Fabio Grassadonia e Antonio Piazza - guionistas e realizadores do filme - apresentaram o seu primeiro filme, Salvo, no Festival de Cannes de 2013, onde receberam o Grand Prix da Semaine de la Critique e o Prix Révélation.

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Sinopse:
Numa pequena vila siciliana, Giuseppe, 13 anos, desaparece. Luna, a sua colega de classe e por ele apaixonada, recusa-se a aceitar o seu misterioso desaparecimento. Para encontrá-lo, está disposta a ir até ao mundo sombrio que o engoliu. Só o seu amor indestrutível será capaz de o trazer de volta. 
 

Academia Portuguesa de Cinema entrega troféu a Júlia Buisel

Cerimónia de entrega do Prémio Bárbara Virgínia decorreu na Cinemateca

No passado dia 8 de fevereiro, a Cinemateca Portuguesa foi pequena para receber todos os que fizeram questão de marcar presença na cerimónia de entrega do Prémio Bárbara Virgínia a Júlia Buisel, pelos mais de cinquenta anos de carreira ao serviço do cinema português, não só como atriz mas, também, como autora, assistente de encenação, assistente de realização, anotadora, script supervisor e, mais recentemente, realizadora.

Júlia Buisel recebeu o prémio das mãos de Paulo Trancoso, Presidente da Academia Portuguesa de Cinema, e da atriz Leonor Silveira, também ela homenageada no passado com este troféu.

Após a entrega do Prémio Bárbara Virgínia a Júlia Buisel, foi exibida a curta, “Quantas Vezes Tem Sonhado Comigo”, que assinala a sua estreia como realizadora, e “Pássaros de Asas Cortadas”, filme da autoria de Artur Ramos que marcou a sua estreia como atriz, em 1963.

Sobre o Prémio Bárbara Virgínia:

Instituído pela Academia Portuguesa de Cinema em 2015, o Prémio Bárbara Virgínia pretende homenagear mulheres que se distinguem nas mais diversas áreas do cinema português. Até à data, foram distinguidas as atrizes Leonor Silveira e Laura Soveral, a colorista Teresa Ferreira e, este ano, Júlia Buisel, atriz, autora, assistente de encenação, assistente de realização, anotadora, script supervisor e realizadora.