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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

CINEECO começa já amanhã - Cinema Ambiental gratuito e em segurança

CINEECO 20202 - Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela
10 a 17 de outubro - Seia

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The Great Green Wall 

 

É já a partir de amanhã e até 17 de outubro, sábado, que a Casa Municipal da Cultura de Seia acolhe a 26ª edição do CineEco - Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela. Em competição estão mais de 70 filmes e documentários, de mais de 25 países. Ainda assim, este ano, o cinema ambiental português está em grande destaque.

Apesar de todas as contingências inerentes ao cenário de Pandemia, o CineEco dá um sinal de afirmação de todo um território no intuito de disponibilizar um verdadeiro serviço público à comunidade e ao público em geral. Ao abrigo de todas as normas de segurança, higiene e distanciamento social emanadas pela Direção-Geral de Saúde, o CineEco vai mesmo exibir 77 filmes e documentários em competição, em sala

A Casa Municipal da Cultura de Seia, que detém o selo Clean & Safe, estará preparada para acolher o público em segurança. O acesso às salas será restrito, com a diminuição da lotação da sua capacidade total para metade. Assim, o Cineteatro poderá acolher até 170 pessoas e o Auditório até 70. 

Dadas as circunstâncias, não está prevista a presença de alunos do 1º ciclo e jardim-de-infância, que habitualmente se deslocavam ao CineEco. Haverá, também, uma diminuição do número de convidados, como realizadores, elementos do júri da juventude, padrinhos, entre outros. Ainda assim, contaremos com os habituais debates com alguns realizadores presentes e alunos das escolas do concelho. 

As Ecotalks acontecem em sala, mas, por forma a limitar a lotação do auditório, serão transmitidas em simultâneo no Facebook do CineEco. Ao todo, vão ser 5 debates online, com duração de 50 minutos, sobre as temáticas atuais associadas ao cinema e ao ambiente. Todas as Ecotalks têm transmissão live, às 17 horas, no Facebook do CineEco, sem necessidade de pré-registo ou inscrição obrigatória.

Este sábado, dia da ABERTURA OFICIAL DO CINEECO, às 17 horas, serão inauguradas, nas galerias da Casa Municipal da Cultura de Seia. a mostra “Rumores do Mundo: Pessoas, Lugares, Outros Olhares” e a exposição do trabalho ancorado na atividade de Elsa Cerqueira, intitulado “De Tela a Tela, Cineviagens”.

Ainda neste dia, numa parceria conjunta entre o Município de Seia e o Festival DME, Hugo Simões apresenta, na Casa Municipal da Cultura de Seia, às 18 horas, a performance Finding a Place to Land .

Pelas 21h30, o concerto de abertura do CineEco ficará a cargo de Pedro e os Lobos, com a apresentação do álbum “Depois da Tempestade”. A entrada é gratuita, mas é necessário reservar entradas previamente. 

ESTREIA ABSOLUTA na abertura do Close-Up 2020 | 10 de outubro

Observatório de Cinema de Famalicão entre 10 e 17 de outubro

 

Close-Up abre com filme-concerto em ESTREIA dos Black Bombaim e Luís Fernandes

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A estreia absoluta do filme-concerto que junta o rock dos Black Bombaim e a eletrónica de Luís Fernandes ao incontornável filme de Luis Buñuel “A Idade de Ouro”, marca a abertura da quinta edição do CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão, que decorre entre 10 e 17 de outubro, na Casa das Artes.

Este quinto episódio do Close-up, sob o mote “Cinema na Cidade”, conta com cerca de 30 sessões de cinema contemporâneo cruzadas com a história do Cinema (com destaque para o período mexicano de Luis Buñuel) e por Cristina Branco, filmes comentados (por realizadores, jornalistas, académicos), e sessões para famílias e para escolas, com filmes e oficinas.

Toda a programação disponível em http://closeup.pt e www.casadasartes.org

A Idade de Ouro

Buñuel e Dali provocaram uma revolução com o seu ensaio surrealista "O Cão Andaluz", um dos filmes vanguardistas mais famosos de sempre. A Idade de Ouro, primeira obra de Buñuel a solo, é o seu filme mais provocante e um verdadeiro manifesto do surrealismo no cinema. Violentamente anticlerical, aqui se encontram todas as obsessões do futuro cinema de Buñuel. Após violentas reações aquando da sua estreia em 1930 o filme foi proibido, só voltando às salas de cinema mais de meio século depois.

Em A Idade de Ouro somos confrontados com uma sucessão de situações sem preocupação de um mínimo de explicação racional: um homem aos pontapés a um violino pela rua, uma vaca deitada numa cama, que é dali retirada às ordens de um gesto de expressão no rosto de uma mulher, uma carroça conduzida por dois homens do povo que atravessa o salão onde se realiza uma festa burguesa, um homem a caminhar com uma pedra na cabeça, como se imitasse a estátua pela qual passa. Imagens surrealistas destinadas a libertar a perceção humana.

 

Black Bombaim

Coletivo nascido do efervescente movimento de novas bandas saída de Barcelos nos finais de 90, os Black Bombaim são hoje um claro caso de sucesso e de culto. Donos daquele que é, provavelmente, o mais fascinante psych rock com fonte nacional, editaram sete discos ao longo da sua carreira, à qual juntam uma mão cheia de colaborações na composição de música e espetáculos que cruzam a cruzam com outras áreas artísticas. A destacar, o disco editado com o referencial Peter Brotzman, o trabalho com La La La Ressonance, o cine-concerto (agora também editado em disco) com a colaboração do percussionista João Pais Filipe e o trabalho colaborativo com Jonathan Saldanha, Pedro Augusto e Luís Fernandes.  

 

Luís Fernandes

Músico, artista sonoro e programador cultural, Luís Fernandes é fundador da banda peixe : avião e tem mantido trabalho a solo e como colaborador de múltiplos projetos. Nos últimos anos, assinala-se o seu duo com a pianista Joana Gama, com o qual editou 4 discos, colaborou com Ricardo Jacinto, José Alberto Gomes, Drumming GP, Orquestra Metropolitana e a Orquestra de Guimarães. Compõe música para cinema e instalações, com apresentações nos Festivais de Cannes, Locarno ou Triennale di Milano. 

 

A relação entre os Black Bombaim e Luís Fernandes

Desde 2014, foram três os encontros entre Luís Fernandes e os Black Bombaim. O que começou com uma colaboração num dos temas de Far Out, terceiro disco do coletivo de Barcelos, evoluiu para a construção e gravação do disco conjunto que dividiram com La la La Ressonance e para o álbum colaborativo editado via Lovers & Lollypops em 2019, ao lado de dois outros produtores nortenhos. Ao quarto encontro, a banda e o músico darão uma nova vida a L'Age d'Or, filme do mestre espanhol Luis Buñuel, num cine-concerto a ser apresentado em estreia na Casa das Artes de Famalicão.

Adaptação de Matteo Garrone é o filme de abertura da 13ª edição da Festa do Cinema Italiano | ROBERTO BENIGNI É GEPPETTO NA MAIS RECENTE VERSÃO DE ‘PINÓQUIO’

Adaptação de Matteo Garrone é o filme de abertura da 13ª edição da Festa do Cinema Italiano

ROBERTO BENIGNI É GEPPETTO NA MAIS RECENTE VERSÃO DE ‘PINÓQUIO’

 

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Na nova adaptação das aventuras de ‘Pinóquio’, dirigida por Matteo Garrone, a mais famosa marioneta italiana é esculpida por Roberto Benigni, e ganha vida na pele do jovem Federico Ielapi. ‘Pinóquio’ é o filme de abertura da 13ª edição da Festa do Cinema Italiano, que se inicia a 4 de novembro e chega no dia 5 aos cinemas nacionais.

 

O solitário carpinteiro Geppetto (Roberto Benigni) constrói um boneco em madeira que ganha vida, como que por magia. Invadido por uma felicidade inesperada, Geppetto logo adota a criança, a quem chama Pinóquio (Federico Ielapi). Desobediente ao pai, Pinóquio é manipulado por estranhos que o conduzem a uma série de infortúnios quase fatais. Posto à prova uma e outra vez nas suas aventuras por terras incríveis, Pinóquio terá de encontrar o caminho para concretizar o seu maior desejo: ser um menino de verdade.

 

O argumento de Matteo Garrone (realizador de ‘Gomorra’, ‘Dogman’, ‘O Conto dos Contos’) e de Massimo Ceccherini (‘Picasso Face’), mostra o lado mais sombrio da história escrita há 130 anos por Carlo Collodi, naquela que é já considerada a mais fiel adaptação do clássico infantil. O papel de Geppetto ficou nas mãos de Roberto Benigni – ele próprio autor de uma versão de Pinóquio, de 2020 - autor do ‘A Vida é Bela’, nomeado para sete Óscares em 1997, vencedor dos de Melhor Ator, Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Banda Sonora Dramática Original.

 

Exibido no 70º Festival de Cinema de Berlim, ‘Pinóquio’ foi o segundo filme mais premiado na 65ª edição dos prémios David (o equivalente ao Óscar no universo italiano), para os quais esteve nomeado em 15 categorias, incluindo Melhor Filme, Melhor Maquilhagem e Melhor Compositor. Para tal, contribuiu o talento de Mark Coulier, cujo trabalho de caracterização já lhe valeu dois Óscares de Melhor Caracterização (‘Grand Budapest Hotel’ em 2015, ‘A Dama de Ferro’ em 2011). A música é de Dario Marianelli, vencedor de um Óscar de Melhor Banda Sonora Original (‘Expiação’ em 2008).

 

Sinopse

Nesta nova versão do clássico icónico, Matteo Garrone regressa às raízes da história de Pinóquio. Com este filme inovador de ação real, rodado em locais italianos deslumbrantes, Garrone cria um mundo de fantasia rico em mistério e maravilhas, cheio de momentos belos, divertidos e comoventes. Gepetto (Roberto Benigni, vencedor de Óscar®) é um velho carpinteiro que cria uma marioneta e vê algo mágico acontecer –a sua marioneta ganha vida, começa a falar, consegue andar, comer e correr como qualquer criança. Geppetto dá-lhe o nome de Pinóquio e cria-o como sendo seu filho. Mas Pinóquio (Federico Ielapi) tem dificuldades em comportar-se. Facilmente desencaminhado, anda de desventura e desventura sendo enganado, raptado e perseguido por ladrões, num mundo fantástico, repleto de criaturas e locais incríveis –desde a barriga de um peixe gigante, passando pela Terra dos Brinquedos até ao Campo dos Milagres. A sua fiel amiga, a Fada Madrinha, tentará fazê-lo entender que o seu sonho -o de se tornar num rapaz de verdade – apenas se poderá cumprir quando Pinóquio mudar o seu comportamento.

 

 

 

 

A 5 DE NOVEMBRO NOS CINEMAS

 

DRIVE IN - Cinema ao ar livre | Entrada livre | Grandes êxitos actuais do cinema | Caparica e Albufeira | Outubro | Fundação INATEL

DRIVE IN - CINEMA AO AR LIVRE

2 a 5 de outubro | INATEL Caparica | 21h30
9 a 11 de outubro | INATEL Albufeira | 21h30

A Fundação INATEL e a GALP promovem, em 2020, a 1ª edição do DRIVE IN, uma iniciativa de entrada livre que pretende levar ao público êxitos actuais do cinema.

O evento decorre num momento especial, pautado pela redução da oferta cultural face ao surto pandémico, pelo que se reveste de uma maior importância na fruição e acesso gratuito à cultura.

A iniciativa consiste na exibição de cinema ao ar livre, em modo drive in e com plateia para público pré-inscrito*, decorrendo de 2 a 5 de outubro na Caparica e de 9 a 11 de outubro em Albufeira, às 21h30, nos espaços abertos das unidades hoteleiras da INATEL sediadas na Costa da Caparica e Albufeira.

A selecção de filmes a projectar tem em conta a diversidade de gostos do público, optando por comédias, acção e filmes para famílias.

Será ainda disponibilizado serviço de restauração e bebidas não alcoólicas.

Face à situação de saúde pública, a organização elaborou um plano de contingência que assegura o cumprimento das normas e regras de segurança e higiene quer do público quer dos colaboradores e serviços.

Esta é uma iniciativa organizada em estreita parceria com os Municípios de Almada e Albufeira

Para mais informação aceda ao link DRIVE IN - Cinema ao ar livre<http://www.inatel.pt/Fundacao/INATEL-(2)/Drive-in.aspx>

*INFORMAÇÕES SOBRE RESERVAS
Entrada livre mediante reserva obrigatória através do 210 027 148 / 210 027 150 (para evento na Costa da Caparica e Albufeira)
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PROGRAMA

INATEL Caparica | 21h30
2 outubro | "Ousadas e Golpistas" | Comédia dramática
3 outubro | "O teu melhor amigo" | Comédia familiar
4 outubro | "Bad Boys para sempre" | Comédia, Ação
5 Outubro | "Feito na China" | Comédia dramática

INATEL Albufeira | 21h30
9 outubro | "Ousadas e Golpistas" | Comédia dramática
10 outubro | "Bad Boys para sempre" | Comédia, Ação
11 outubro | "Quem é que manda aqui?" | Comédia

 

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FREE GUY | NOVO TRAILER E POSTER | ESTREIA BREVEMENTE

A vida é muito curta para seres uma personagem secundária.

O NOVO TRAILER E POSTER
JÁ SE ENCONTRAM DISPONÍVEIS.


FREE GUY, a nova aventura de comédia da 20th Century Studios,
estreia brevemente nos cinemas portugueses.

Um novo trailer e poster da próxima longa-metragem da 20th Century Studios, FREE GUY, acabam de ser lançados. Ryan Reynolds é o protagonista da história que interpreta o caixa de um banco, que descobre que na verdade é um figurante num videojogo, e decide tornar-se o herói da sua própria história. Agora, a viver num mundo onde não há limites, ele está determinado a ser o gajo que salva o seu mundo, à sua maneira… antes que seja tarde demais.

O filme também é protagonizado por Jodie Comer, Joe Keery, Lil Rel Howery, Utkarsh Ambudkar e Taika Waititi e realizado por Shawn Levy, a partir de uma história de Matt Lieberman e argumento de Lieberman e Zak Penn. O filme é produzido por Ryan Reynolds, p.g.a., Shawn Levy, p.g.a., Sarah Schechter, Greg Berlanti e Adam Kolbrenner contando com Mary McLaglen, Josh McLaglen, George Dewey, Dan Levine e Michael Riley McGrath como produtores executivos.

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Manuel Dordio e Joana Linda apresentam "Dor" em filme-concerto no Cinema Ideal > 13 de Outubro


Manuel Dordio apresenta álbum Dor em concerto
com projecções vídeo de Joana Linda 
no Cinema Ideal

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Após ter lançado o primeiro álbum a solo - Dor - no período de confinamento, Manuel Dordio apresenta-o agora ao vivo, num concerto acompanhado por um filme de Joana Linda, realizado propositadamente para esta ocasião. Dia 13 de Outubro, às 22:00, no Cinema Ideal, em Lisboa.

Editado com o apoio da Fundação GDA, em Dor, Manuel Dordio explora territórios sonoros íntimos e ambientais à guitarra. Com composição, guitarras, electrónica e gravação de Manuel Dordio, a mistura e masterização do disco foram da responsabilidade de Pedro Faro, do Silver Donkey Studio.

Os dois primeiros videoclips, realizados por Joana Linda, são Caldo Layla, feitos a partir de imagens de duas viagens, que fazem parte do arquivo da realizadora.

Tanto os vídeos como a imagem gráfica de Dor são da autoria da fotógrafa e realizadora Joana Linda. A linha condutora é uma polaroid escolhida por Manuel Dordio para capa do disco. Uma imagem abstracta e pouco nítida onde se vislumbra parte de uma estrada e alguns ramos de árvores. A partir daí foi criado um universo onírico que junta imagens de natureza e animais, retiradas do arquivo pessoal da realizadora, e a manipulação digital, da mesma forma que no disco se juntam as guitarras e os sintetizadores.

Os bilhetes para o filme-concerto custam 8€ (preço único) e estão à venda no Cinema Ideal.

O disco está à venda em formato CD e digital, disponível no Bandcamp e demais plataformas. 

Ficha artística:
Guitarra - Manuel Dordio
Vídeo arte - Joana Linda

Relevado o videoclip de Billie Eilish do tema oficial de ‘007: Sem Tempo para Morrer’

Relevado o videoclip de Billie Eilish do tema oficial de ‘007: Sem Tempo para Morrer’  

 

O mais recente filme da saga 007 chega aos cinemas a 19 de novembro.

Em ‘007: Sem Tempo para Morrer’, o 25º filme da saga, James Bond deixou o serviço ativo e está a desfrutar de uma vida tranquila na Jamaica. Mas a sua paz termina rapidamente quando o seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece com um pedido de ajuda. A missão de resgatar um cientista raptado acaba por ser bastante mais traiçoeira do que o esperado, o que leva Bond a perseguir um misterioso vilão, armado com uma nova tecnologia perigosa.

 

 

A 19 DE NOVEMBRO NOS CINEMAS

 

 

Está quase a chegar o Lisboa na Rua

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Lisboa na Rua está de regresso, animando a cidade com cinema, música, teatro e dança, mas este ano com um programa um pouco diferente e com algumas regras.
 
Escolhemos espaços e locais da cidade que permitam manter a devida distância e com acesso limitado para podermos, assim, regressar devagar à cidade, e celebrar a cultura ao ar livre e em segurança, através de uma programação multidisciplinar entre 13 de agosto e 27 de setembro. A entrada é gratuita em todos os eventos, mas sujeita, obrigatoriamente, a inscrição ou levantamento prévio de bilhete.
 
Abrimos o programa com o Festival Política (que normalmente acontece em abril) no Cinema São Jorge que apresenta propostas variadas durante 4 dias (entre 13 e 16 de agosto), num convite à reflexão sobre a temática do Ambiente e do desenvolvimento sustentável, no ano em que Lisboa é a Capital Verde Europeia.
 
Celebramos também a Capital Verde com a estreia de “Outro Olhar”, uma instalação artística da dupla de artistas Luke Egan e Pete Hamilton (do Reino Unido), que se destacou pela sua inovação no panorama internacional de arte urbana e que durante um mês dará vida às árvores um pouco por toda a cidade
 
Em setembro assinalamos um aniversário muito especial, os 70 anos de Jorge Palma, com um concerto exclusivo que será transmitido online no Facebook da Câmara Municipal de Lisboa e EGEAC – Cultura na Rua, no dia 12, pelas 21h30. Neste espetáculo, intitulado “70 Voltas ao Sol”, o cantor, compositor e músico estará ao piano, acompanhado por uma pequena orquestra e com Cristina Branco e Dead Combo, como convidados.
 
Ainda antes, nos primeiros dias de setembro, continuamos a celebrar Amália, dando voz à diva maior do Fado, desta vez no grande ecrã com “Amália no Cinema”, um ciclo de cinema no jardim do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta. Quatro filmes protagonizados por Amália e comentados, ao vivo, por vários convidados.
 
O jardim do Museu de Lisboa, será igualmente palco para o Dançar a Cidade. Um desafio para experimentar vários estilos de dança, ao ar livre e a solo, que se estende ao Palácio Baldaya (em Benfica), todos os domingos de setembro.
 
Na Estufa Fria apresentamos, especialmente para os mais novos, mais uma das Antiprincesas, dando a conhecer, desta vez, a médica feminista Beatriz Ângelo em histórias dramatizadas com sessões de manhã e à tarde, durante todos os fins de semana também do mês de setembro.
 
Ainda no âmbito da Capital Verde Europeia, o festival Lisboa Soa (24 a 27 de setembro) ocupará vários locais da cidade com esculturas sonoras, e a comunidade de leitura em espaços verdes Ecotemporâneos instala-se na Quinta da Alfarrobeira (em São Domingos de Benfica), para mais duas sessões à volta dos livros, desta vez protagonizadas por Jorge Silva Melo (29 de agosto) e Gisela João (27 de setembro).
 
Nesta edição do Lisboa na Rua reservamos música clássica para todos, com a Orquestra Gulbenkian e os seus Solistas a interpretarem obras intemporais em três concertos de entrada gratuita. Continuamos também a aliar a cultura à descoberta de novos lugares e é a isso mesmo que convida a Open House, este ano num novo formato, com um programa de passeios sonoros realizado apenas no exterior.
 
Entre agosto e setembro o Lisboa na Rua convida ainda a ver Cinema no Estendal, a desfrutar dos festivais Bairro em FestaFUSOLisboa Mágica e Chapéus na Rua ou a ouvir música experimental nas Noites de Verão da Galeria Quadrum (em Alvalade) e também no espaço O’Culto da Ajuda com Formações Extraordinárias.
 
Este ano a ilustração do programa tem a assinatura de AKA Corleone (alter ego de Pedro Campiche), numa combinação original de cores, personagens e formas que caracterizam este artista visual natural de Lisboa.
 
Toda a programação em www.culturanarua.pt 

“O NOSSO REINO” NO FESTIVAL NOUVEAU CINEMA

 

23 de setembro, 2020 – Vila do Conde – Agência da Curta Metragem

O Nosso Reino”, última curta-metragem de Luís Costa, terá a sua estreia internacional na 49ª edição do Festival du Nouveau Cinema de Montreal que irá decorrer de 7 a 18 de outubro, no Canadá.
 
Com produção da Bando À Parte e distribuição da Agência da Curta Metragem, “O Nosso Reino” é o segundo filme do realizador Luís Costa a integrar a competição internacional do Festival du Nouveau Cinema de Montreal e conta com a participação dos atores Afonso Lobo e António Júlio Duarte. O filme, que terá estreia mundial no próximo Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema, é inspirado no romance homónimo de Valter Hugo Mãe e tem como pano de fundo uma aldeia onde o espaço e o tempo se esgotam.
 
“Criar um filme a partir de uma obra anterior pressupõe sempre um desafio natural de gerir a referência e o afastamento dela.” – explica Luís Costa – “Ainda que não siga formalmente a estrutura narrativa do livro do Valter, "O Nosso Reino" tenta compor uma espécie de poema visual que transporta o peso da obra literária, trabalhando a ideia de um tempo e espaço suspensos através das personagens e do universo que as rodeia.”
 
Na sua 49ª edição, o festival irá decorrer numa versão mista: presencial e online. O Festival du Nouveau Cinema, é o maior festival de cinema internacional do Quebec e o mais antigo do Canadá, conhecido pela sua programação de qualidade. Mais informações sobre o festival aqui.


​Biografia de Luís Costa:
​Luís Costa nasceu em 1993, no Porto. Em 2014 conclui a Licenciatura de Som e Imagem, na Escola das Artes da Universidade Católica do Porto. Trabalhou em diversos projectos na área audiovisual, tendo as suas duas curtas-metragens de contexto académico sido reconhecidas em vários festivais nacionais e internacionais. Tem também desenvolvido projectos paralelos de fotografia e videoclips, entre outros. É co-fundador e realizador do projecto Pinehouse Concerts e em 2017 estreou “O Homem Eterno”, onde se destaca o prémio Sophia de melhor curta-metragem documental pela Academia Portuguesa de Cinema.

“A Herdade” e “Variações” são os grandes vencedores dos Prémios Sophia 2020

 

 

Os grandes vencedores da oitava edição dos Prémios Sophia, que decorreu ontem no Casino Estoril, foram as longas-metragens A Herdade, do realizador Tiago Guedes, e Variações, do realizador João Maia. Ambos arrecadaram sete estatuetas.

A Herdade vence os prémios mais importantes de Melhor Filme, Melhor Realizador (Tiago Guedes), Melhor Argumento Original, Melhor Atriz Principal (Sandra Faleiro), Melhor Atriz Secundária (Ana Vilela da Costa), Melhor Montagem e Melhor Direção de Fotografia.

As distinções de Variações aconteceram nas categorias de Melhor Ator Principal e Secundário (Sérgio Praia e Filipe Duarte) e em cinco prémios mais técnicos - Melhor Guarda-Roupa, Melhor Maquilhagem e Cabelos, Melhor Banda Sonora, Melhor Canção Original e Melhor Som.

Fazendo o balanço da cerimónia o Presidente da Academia Portuguesa de Cinema, Paulo Trancoso, salientou “No balanço, a felicidade de se ter vencido «contra ventos e tempestades» e ter dado mais um passo na maturidade da Academia, sempre na homenagem e defesa intransigente do cinema português!“

Durante a gala, animada pelas atrizes Ana Bola e Joana Pais de Brito, foram ainda entregue o prémio Sophia Estudante a Ricardo M. Leite, da Escola Superior de Media Artes e Design e três prémios Sophia Carreira a Alfredo Tropa, António-Pedro Vasconcelos e Fernando Matos Silva. Numa noite atípica, pautada por fortes medidas de controlo sanitário, foram ainda recordados os grandes nomes da Sétima Arte portuguesa que faleceram no último ano, num momento In Memoriam, ao som da guitarra portuguesa.

Conheça aqui a lista completa de premiados