Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

[Abastecimento a Lisboa discutido em colóquio e tema de catálogo]

 

No próximo dia 30 de maio de 2019, irá ter lugar no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, o colóquio “Pão, Carne e Água: Memórias de Lisboa Medieval”, que surge na sequência da exposição com o mesmo nome, a decorrer até 26 de julho, no mesmo local. 

O colóquio encerrará com o lançamento do catálogo da referida exposição, apresentado pelo Professor Doutor Hermenegildo Fernandes. Esta edição que ficará disponível para venda, permitirá manter o testemunho do intenso trabalho de investigação que tem vindo a ser feito pelo Instituto de Estudos Medievais (Nova FCSH), com base no acervo à guarda da Câmara Municipal de Lisboa e, em particular, do Arquivo Municipal de Lisboa.

Além de Amélia Aguiar Andrade e de Mário Farelo, comissários científicos da exposição, participarão no colóquio diversos investigadores: Ana Cláudia Silveira, António Marques, Cleia Detry, Carlos Guardado da Silva, Fábio Costa, Iria Gonçalves, Lídia Fernandes e Manuel Fialho da Silva, de entidades como a Câmara Municipal de Lisboa, a Câmara Municipal do Seixal, a Universidade de Lisboa e a Universidade Nova de Lisboa.

Serão apresentadas comunicações sobre o abastecimento a Lisboa na época medieval, nomeadamente sobre a carne, o pão e a água, além de um registo de fontes do Arquivo Municipal de Lisboa.

Esta iniciativa resulta de um acordo de parceria entre o município de Lisboa, através do Arquivo Municipal de Lisboa, e do Instituto de Estudos Medievais (NOVA FCSH), e conta com a coordenação científica de Amélia Aguiar Andrade e de Mário Farelo.

O colóquio tem entrada livre, sujeita ao limite dos lugares disponíveis. 

Programa completo disponível em: 

http://arquivomunicipal.cm-lisboa.pt/pt/eventos/coloquio-pao-carne-e-agua-memorias-de-lisboa-medieval/ 

A exposição que está na génese do colóquio, está aberta ao público até 26 de julho, e tem como objetivo dar a conhecer o rico património documental sobre a Idade Média, conservado pela Câmara Municipal de Lisboa, pretendendo recuperar quotidianos associados ao abastecimento alimentar da cidade de Lisboa medieval tendo como protagonistas o pão, a carne e a água. 

Nesta mostra poderão ser vistos vários documentos do Arquivo Municipal de Lisboa, assim como peças do Museu de Lisboa, do Castelo de São Jorge e do Centro de Arqueologia de Lisboa, do Museu de Metrologia, do Archivo Real y General de Navarra, e do Arquivo Nacional / Torre do Tombo, nomeadamente o pergaminho recentemente adquirido por aquela instituição via OLX.

Grândola » Colóquio: 50 anos da Crise Académica de Coimbra e movimentos estudantis

 

O Município de Grândola irá dedicar, no dia 14 de Abril às 16h, no Cineteatro Grandolense, um colóquio-debate à Crise Académica de Coimbra e aos movimentos estudantis, em contexto ditatorial e em democracia, com as participações de Albano Nunes, antigo dirigente estudantil, e de Rui Pato e Octávio Alexandrino, estudantes em Coimbra aquando da crise.

 

Há 50 anos, em 17 de Abril de 1969, na inauguração do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra, com as presenças do Presidente da República e do Ministro da Educação, quando a palavra foi negada a Alberto Martins, Presidente da Direcção Geral da Associação Académica, eclodiu a crise académica em Coimbra, à semelhança do que acontecera em Março de 62, quando a polícia de choque atacou com violência estudantes que manifestavam em Lisboa. Os estudantes fizeram greve e cerca de 87% faltou aos exames, o Ministro da Educação e o Reitor demitiram-se, Coimbra foi ocupada por forças da polícia e do exército, vários dirigentes académicos foram presos e outros tantos estudantes foram forçados a ir combater na Guerra do Ultramar. «Abril antes de Abril», assim designou Rui Namorado a crise universitária de Coimbra em 69, confirmando que, embora nesse ano “a briosa” tenha perdido a final da taça de futebol para o Benfica, os estudantes venceram.

O Colóquio integra o programa das Comemorações dos 45 anos do 25 de Abril que vão decorrer ao longo de todo o mês, reafirmando a ligação da Grândola Vila Morena aos valores essenciais da liberdade, da democracia e da fraternidade.

 

Comemorações dos 100 anos da 1ª Grande Guerra | Dias 6, 8 e 11 de novembro

No âmbito das comemorações dos 100 anos da 1ª Grande Guerra, o Município do Barreiro irá promover um conjunto de iniciativas, designadamente a transmissão do filme “Soldado Milhões” (6 novembro), o Colóquio “O Barreiro na 1ª Guerra Mundial” (8 de novembro) e a inauguração do Memorial (11 de novembro).

 

Programa

Transmissão do Filme Soldado Milhões | 6 de novembro | 21h00 | Cinemas Castello Lopes – Forum Barreiro

Cinema 1ª Guerra Mundial_cartaz.jpg

 

Necessidade de inscrição e levantamento de convite nos serviços da Autarquia, que será trocado por bilhete na bilheteira dos cinemas no dia da sessão.

Mais informações e levantamento de convites: Gabinete de Apoio ao Vereador Bruno Vitorino tiago.santos@cm-barreiro.pt | Tel. 21 206 80 60. Paços do Concelho, Rua Miguel Bombarda 2834-005 Barreiro.  

Gratuito.

 

Colóquio “O Barreiro na 1ª Guerra Mundial” | 8 de novembro | 21h00 | Associação de Fuzileiros - Rua Miguel Pais, nº 25. 2830-356 Barreiro.

Colóquio 1ª Guerra Mundial 1_cartaz.jpg

 

Oradores – Diogo Leão, José Pacheco Pereira, Pedro Pereira, Comandante Rodrigues Pereira.

 

Inauguração Memorial | 11 de novembro | 11h00 |Parque Catarina Eufémia

Intervenções do Vereador Bruno Vitorino e do Presidente da CMB, Frederico Rosa. Honras Militares.

Na cerimónia está prevista uma mostra recreativa histórica com alguns adereços dos tempos da guerra (réplicas e originais) e a presença de dois figurantes com fardamento da época.

 

 

 

DR

Colóquio As Festas de Santo António em Lisboa

0f4b6e5f-633c-4c6e-a01b-f307404e81b9.png

 

 

 

No dia 5 de maio, sábado, o Museu de Lisboa - Santo António convida para o colóquio As Festas de Santo António em Lisboa, que terá lugar na sala do Arquivo dos Paços do Concelho, das 10h às 17h30. A entrada é livre, sujeita a inscrição. 

O colóquio sobre as Festas de Santo António em Lisboa reúne especialistas da História e da Antropologia para refletir sobre a importância de Santo António no quotidiano da cidade e da festa como elemento de identidade cultural profundamente enraizado na memória bairrista dos lisboetas.

Celebrado em Lisboa desde que foi declarado santo em 1232, a festa religiosa de Santo António cedo se alargou a uma devoção popular que junta o sagrado e o profano, festejado com fogos de artifício, descantes, sortes e quadras de amor.

As festas de Santo António nem sempre foram sinónimo de marchas e arraiais. Integradas no período dos Santos Populares, vieram cristianizar as festas do solstício de verão, marcando o início de um período de abundância e renovação da natureza. Por isso o Santo António, celebrado de forma mais religiosa ou mais profana, sempre marcou o calendário da cidade, é o motivo para que em junho Lisboa se transfigure e saia à rua, numa tradição que se reinventa todos os anos.

A entrada é livre, sujeita a inscrição: santoantonio@museudelisboa.pt ou 218 860 447
 
PROGRAMA
10h Receção e Sessão de abertura
11h15 PAINEL 1
Moderação – Manuela Mendonça (Presidente da Academia Portuguesa de História)
Margarida Garcez Ventura (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa): "Santo António: breve aproximação ao seu percurso vivencial".
Paulo Simões Rodrigues (Universidade de Évora): "A Sé de Lisboa e o estilo “romano-bizantino”: arquitetura, restauro e historiografia no 7º Centenário do nascimento de Santo António (1895)".
António Ventura (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa): "Um Centenário polémico: Santo António como elemento de discórdia política".
12h30 DEBATE
15h50 PAINEL 2
Moderação – Hermenegildo Fernandes (Diretor do Centro de História da FLUL)
Pedro Bebiano Braga (Museu Bordalo Pinheiro): "Meu caro santo Antoninho, Acode-me ao Zé Povinho ou o Santo António à Rafael Bordalo Pinheiro".
António Miranda (CML Direção Municipal de Cultura): "Tradições e festas do Santo de Lisboa”
Rui Alberto Coelho (Museu de Lisboa) “Devoções Profanas a Santo António- Alfama 2017”
16h30 DEBATE
Encerramento

Colóquio "A Devoção a Santo António em Portugal e no Brasil" | 31 de maio, Cinema São Jorge; 1 e 2 de junho, Auditório UCCLA

CEISA Coloquio-Ecard-convite email&facebook_640_84

 

Colóquio A Devoção a Santo António em Portugal e no Brasil

31 maio | Cinema São Jorge; 1 e 2 junho 2017 | Auditório da UCCLA

 

O Museu de Lisboa – Santo António organiza um colóquio Internacional dedicado à devoção a Santo António que, em Portugal e no Brasil, ocupa um lugar muito especial no seio da religiosidade popular, do qual fazem parte documentários (no Cinema São Jorge), palestras e música (no Auditório da UCCLA). O olhar da Antropologia e da História sobre um culto que se tornou global nas suas afinidades e diversidades.

Com a organização deste colóquio o Museu de Lisboa dá mais um passo para a criação do anunciado Centro de Estudos e de Investigação dedicados à vida, obra e culto a Santo António, tendo em vista a dinamização, a promoção de estudos e a divulgação do rico e vasto património material e imaterial relacionado com Santo António.

O programa suplementar do colóquio integra o espetáculo de abertura da Trezena a Santo António e a visita pedonal Lisboa de Santo António que revela as marcas da presença do Santo na cidade e acompanha o colorido da exposição de rua Tronos de Santo António que nesse fim de semana estão dispersos por toda a cidade.

 

Conta com a participação dos antropólogos Cyril Isnart (investigador do Centre National de la Recherche Scientifique, Marselha, França) que tem feito os seus estudos sobre o turismo e a devoção na igreja de Santo António em Lisboa; Graça Índias Cordeiro (professora do ISCTE), que tem estudado a festa em Boston (EUA) no contexto da diáspora portuguesa e Aurélio Rosa Lopes que aprofundará as tradições do santo casamenteiro.

Do Brasil serão apresentadas comunicações dos antropólogos Marina de Mello e Souza (Universidade de São Paulo), Léa Freitas Perez e Marcos da Costa Martins (da Universidade federal de Minas Gerais), e ainda do franciscano frei Francisco van der Poel, que analisam a confluência de rituais do catolicismo popular português com o sincretismo africano que moldou a devoção a Santo António no Brasil, onde Santo António surge identificado com o orixá Ogum.

A abordagem da carreira militar de Santo António e sua presença na arquitetura militar são o objeto de estudo do Coronel Ribeiro de Faria e do Prof. Augusto Moutinho Borges.

Da área da história contamos com a presença de Paulo Mendes Pinto (professor e especialista em ciências das religiões da Universidade Lusófona), Ruy Ventura e Manuel J. Gandra (investigador da cultura simbólica tradicional).

 

A participação é gratuita, com inscrição obrigatória para msantoantonio@egeac.pt.

 

Para ver o programa completo carregue na imagem ou aqui.

Colóquio "Felicidade e bem-estar, para a doença evitar!" - Dia Mundial da Saúde | 7 de abril - Auditório Municipal de Pinhal Novo

“Felicidade e bem-estar, para a doença evitar!”

Depressão dá o mote para Colóquio que assinala o Dia Mundial da Saúde

 

A Câmara Municipal de Palmela, em colaboração com o Agrupamento dos Centros de Saúde Arrábida e Unidade de Saúde Familiar (USF) Santiago de Palmela, promovem o Colóquio “Felicidade e bem-estar, para a doença evitar!” no dia 7 de abril, às 9h00, no Auditório Municipal de Pinhal Novo.

Esta iniciativa, que assinala o Dia Mundial da Saúde, em Palmela, decorrerá em torno de um painel que abordará a saúde mental, a psicologia positiva e a prevenção da doença, com as participações de Delfina Sebastião, psicóloga da autarquia, Paula Dias, enfermeira, e Marta Lourinho e Isabel Pinto, médicas da Unidade de Saúde Familiar Santiago.

As/os interessadas/os em participar no colóquio poderão inscrever-se através do telf. 212 336 606 ou do e-mail deis.geral@cm-palmela.pt.

 

Programa:

 

9h00 | Receção

9h30 | Abertura dos trabalhos

Adilo Costa – Vereador da Câmara Municipal de Palmela

Isabel Pinto – Médica da USF Santiago de Palmela

10h00 | Pausa            

10h15 | Painel “ Felicidade e bem-estar, para a doença evitar!”

Saúde Mental: Caminhar saudável e ativo: Paula Dias – Enfermeira da USF Santiago de Palmela     

Psicologia positiva e prevenção da doença: Delfina Sebastião – Psicóloga da Câmara Municipal de Palmela

Moderação: Marta Lourinho – Médica da USF Santiago de Palmela

11h45 | Debate e reflexão

12h00 | Encerramento dos trabalhos

 

Coloquio Internacional "Da cidade sacra à cidade laica: dinâmicas urbanas e novas memórias" | 4 a 6 de novembro no Auditório da Torre do Tombo

Colóquio Internacional “Da cidade sacra à cidade laica. Dinâmicas urbanas e novas memórias”

 

convite%20cong.jpg

 

Nos dias 4 a 6 de novembro especialistas nacionais e internacionais debatem a importância dos antigos conventos no crescimento das cidades e o seu impacto na malha urbana atual.  O colóquio é organizado no âmbito do projeto de investigação Lx Conventos.

 

O Colóquio Da Cidade Sacra à Cidade Laica. Dinâmicas Urbanas e novas memórias que se realiza nos dias 4, 5 e 6 de novembro no auditório do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, pretende debater as transformações urbanas provocadas pela extinção das ordens religiosas em Portugal e  noutros países europeus. Especialistas nacionais, italianos, franceses, espanhóis, suecos e belgas, partilham as experiências das suas cidades a partir de projetos de reconversão e reutilização de antigos conventos, refletindo sobre o seu impacto na gestão urbana. A transformação de espaços conventuais em quartéis ou hotéis, a reconversão de antigas igrejas em teatros e cinemas, a musealização de igrejas são alguns dos temas propostos pelos conferencistas, num extenso programa que termina no dia 6 de novembro com visitas a antigos conventos de Lisboa (ver programa anexo).

Iniciado em maio de 2013, o projeto LxConventos é financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e resulta duma parceria entre o Instituto de História de Arte da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (UNL - Universidade Nova de Lisboa), a Direção Municipal de Cultura (CML - Câmara Municipal de Lisboa), o Arquivo Nacional da Torre do Tombo (DGLAB - Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas) e o NOVALINCS - Laboratory for Computer Science and Informatics, da Faculdade de Ciências e Tecnologia (UNL). Tem como investigadora principal a Professora Raquel Henriques da Silva e como objetivos estudar o impacto dos conventos no desenvolvimento, funções e imagem da cidade de Lisboa. Edificados até ao final do século XVIII, a maioria das casas religiosas de Lisboa impôs-se pela sua relevância arquitetónica e artística, pela localização privilegiada, pela escala e natureza espacial. Foram, e são ainda, edifícios de caráter excecional, marcos simbólicos da cidade e polos de transformação urbana. 

A participação no Colóquio é gratuita, mas é obrigatória a inscrição até 1 de novembro para lxconventos@gmail.com.

 

Mais informações em lxconventos.wordpress.com .

 

 

"Reencontros – Memórias Musicais de um Palácio” no Palácio Nacional de Sintra

Junho

“Reencontros – Memórias Musicais de um Palácio”no Palácio Nacional de Sintra

- Único ciclo nacional de música medieval e renascentista

- Programação reflete as épocas áureas do Palácio

- Concertos e conferências: todas as sextas-feiras e sábados de junho

- Linhas temáticas: memória árabe, património português, herança cosmopolita franco-flamenga

Reencontros_cartaz_lowres.jpg

 

 

 De 5 a 27 de junho, a Parques de Sintra e o Divino Sospiro - Centro de Estudos Musicais Setecentistas de Portugal (DS-CEMSP) apresentam o ciclo de música medieval e renascentista “Reencontros – Memórias Musicais de um Palácio”, no Palácio Nacional de Sintra (Pátio Central, Sala dos Cisnes e Sala dos Brasões).

 

Este ciclo surge integrado na decisão da Parques de Sintra de dinamizar os Palácios sob sua gestão, e da parceria com o Centro de Estudos Musicais Setecentistas de Portugal. Prende-se também com o objetivo de preencher uma lacuna ao nível da música medieval e renascentista, dado que não existe nenhum ciclo musical nacional centrado neste tipo de repertório.

 

A programação deste ciclo relaciona-se com as épocas áureas do Palácio Nacional de Sintra - medieval e renascentista -, e pretende revisitar o Palácio através da sua memória musical, recriando o imaginário sonoro que o terá habitado durante o período em que este era um espaço de eleição da Família Real Portuguesa. Foram escolhidas três linhas temáticas como fio condutor e inspirador da programação não sendo, no entanto, estanque a sua ligação direta a cada um dos concertos, e acontecendo várias vezes as mesmas cruzarem-se e convergirem: a memória árabe, o património musical português e a herança cosmopolita franco-flamenga.

 

A memória árabe está presente tanto no património material como imaterial do Palácio: seja pela sua edificação num local onde há relatos da existência de um castelo árabe e pelos detalhes arquitetónicos de inspiração mudéjar que nos rodeiam ao longo do edifício, quer pela influência no património artístico da Península Ibérica no qual houve uma natural assimilação dessa mesma influência e do qual o Palácio terá sido naturalmente palco.

Na música esta presença é visível tanto no repertório sacro como no profano, como será possível ouvir no programa apresentado pela “Capella Sanctæ Crucis”. No concerto conjunto de “La Capilla” e Ensemble “Delgocha”, viajamos a um espaço musical árabe mais longínquo e alargado, com um encontro entre música da Pérsia e polifonia flamenga.

 

Os concertos dedicados ao património musical português trazem-nos programas muito diversificados e abrangentes de entre o repertório deste período, do qual existe ainda muito a explorar. Apesar da escassez de fontes ser um entrave ao progresso mais célere deste processo, os agrupamentos presentes têm sido responsáveis pela recuperação deste património, tanto através da execução como pela investigação e estreita cooperação com musicólogos que trabalham estes repertórios. O Ensemble Vocal “Officium” apresenta um programa daquele que é eventualmente o repertório português mais conhecido e valorizado, a polifonia renascentista e os “Sete Lágrimas” revisitam as Cantigas d’amigo de Martim Codax.

 

A música franco-flamenga medieval e renascentista era uma presença transversal a todo o espaço erudito Europeu, caracterizando-se pelo seu cosmopolitismo tanto através da circulação do repertório como também pela presença de músicos flamengos nas várias cortes europeias. Portugal não foi exceção, como sabemos através das poucas fontes sobreviventes. Os concertos do “Capriccio Stravagante”, do “Tasto Solo” e de “La Capilla” dão-nos a conhecer algum deste repertório, assim como também a articulação e disseminação do mesmo no espaço europeu.

 

Horários, agrupamentos e preços

 

Os concertos terão lugar todas as sextas-feiras e sábados do mês de junho: às sextas-feiras haverá um concerto comentado (14h30), uma conferência (20h00) e um concerto noturno (21h30); aos sábados terá lugar um concerto aperitivo (12h00) e um concerto noturno (21h30).

 

Os concertos noturnos (21h30) incluem agrupamentos e artistas nacionais e internacionais de renome: “Sete Lágrimas”, “Capriccio Stravagante” (dirigido por Skip Sempé), “La Capilla”, “Delgocha”, “Officium Ensemble”, “Capela Sanctæ Crucis”, Guillermo Pérez e “Tasto Solo”.

As conferências, direcionadas para o público em geral, contam com o musicólogo Manuel Pedro Ferreira, que enquadrará musicalmente o repertório, e com o historiador da Arte Paulo Almeida Fernandes, que fará uma contextualização com a História do Palácio Nacional de Sintra.

 

Os concertos comentados e aperitivo são apresentados pela Escola de Música do Conservatório Nacional e pelo Instituto Gregoriano de Lisboa.

 

Os concertos noturnos (21h30) têm um custo de 10 Euros, as conferências (20h00) são de entrada gratuita, e os concertos aperitivo e comentados implicam a aquisição de bilhete para o Palácio Nacional de Sintra (que pode ser visitado antes ou depois do concerto).

 

Bilhetes à venda nas bilheteiras da Parques de Sintra, online, na FNAC, Worten, El Corte Inglés, MEO Arena, Media Markt e Postos de Turismo de Sintra e Cascais. Este ciclo musical é para M/6 anos.

 

O projeto “Reencontros – Memórias Musicais de um Palácio”, com direção artística de Diana Vinagre, é cofinanciado pelo POR Lisboa – Programa Operacional Regional, conta também com o apoio da Direção-Geral das Artes, da Escola de Música do Conservatório Nacional e do Instituto Gregoriano de Lisboa e com a Antena 2 como media partner.

"Reencontros – Memórias Musicais de um Palácio” no Palácio Nacional de Sintra

Junho

“Reencontros – Memórias Musicais de um Palácio”no Palácio Nacional de Sintra

- Único ciclo nacional de música medieval e renascentista

- Programação reflete as épocas áureas do Palácio

- Concertos e conferências: todas as sextas-feiras e sábados de junho

- Linhas temáticas: memória árabe, património português, herança cosmopolita franco-flamenga

Reencontros_cartaz_lowres.jpg

 

 

 De 5 a 27 de junho, a Parques de Sintra e o Divino Sospiro - Centro de Estudos Musicais Setecentistas de Portugal (DS-CEMSP) apresentam o ciclo de música medieval e renascentista “Reencontros – Memórias Musicais de um Palácio”, no Palácio Nacional de Sintra (Pátio Central, Sala dos Cisnes e Sala dos Brasões).

 

Este ciclo surge integrado na decisão da Parques de Sintra de dinamizar os Palácios sob sua gestão, e da parceria com o Centro de Estudos Musicais Setecentistas de Portugal. Prende-se também com o objetivo de preencher uma lacuna ao nível da música medieval e renascentista, dado que não existe nenhum ciclo musical nacional centrado neste tipo de repertório.

 

A programação deste ciclo relaciona-se com as épocas áureas do Palácio Nacional de Sintra - medieval e renascentista -, e pretende revisitar o Palácio através da sua memória musical, recriando o imaginário sonoro que o terá habitado durante o período em que este era um espaço de eleição da Família Real Portuguesa. Foram escolhidas três linhas temáticas como fio condutor e inspirador da programação não sendo, no entanto, estanque a sua ligação direta a cada um dos concertos, e acontecendo várias vezes as mesmas cruzarem-se e convergirem: a memória árabe, o património musical português e a herança cosmopolita franco-flamenga.

 

A memória árabe está presente tanto no património material como imaterial do Palácio: seja pela sua edificação num local onde há relatos da existência de um castelo árabe e pelos detalhes arquitetónicos de inspiração mudéjar que nos rodeiam ao longo do edifício, quer pela influência no património artístico da Península Ibérica no qual houve uma natural assimilação dessa mesma influência e do qual o Palácio terá sido naturalmente palco.

Na música esta presença é visível tanto no repertório sacro como no profano, como será possível ouvir no programa apresentado pela “Capella Sanctæ Crucis”. No concerto conjunto de “La Capilla” e Ensemble “Delgocha”, viajamos a um espaço musical árabe mais longínquo e alargado, com um encontro entre música da Pérsia e polifonia flamenga.

 

Os concertos dedicados ao património musical português trazem-nos programas muito diversificados e abrangentes de entre o repertório deste período, do qual existe ainda muito a explorar. Apesar da escassez de fontes ser um entrave ao progresso mais célere deste processo, os agrupamentos presentes têm sido responsáveis pela recuperação deste património, tanto através da execução como pela investigação e estreita cooperação com musicólogos que trabalham estes repertórios. O Ensemble Vocal “Officium” apresenta um programa daquele que é eventualmente o repertório português mais conhecido e valorizado, a polifonia renascentista e os “Sete Lágrimas” revisitam as Cantigas d’amigo de Martim Codax.

 

A música franco-flamenga medieval e renascentista era uma presença transversal a todo o espaço erudito Europeu, caracterizando-se pelo seu cosmopolitismo tanto através da circulação do repertório como também pela presença de músicos flamengos nas várias cortes europeias. Portugal não foi exceção, como sabemos através das poucas fontes sobreviventes. Os concertos do “Capriccio Stravagante”, do “Tasto Solo” e de “La Capilla” dão-nos a conhecer algum deste repertório, assim como também a articulação e disseminação do mesmo no espaço europeu.

 

Horários, agrupamentos e preços

 

Os concertos terão lugar todas as sextas-feiras e sábados do mês de junho: às sextas-feiras haverá um concerto comentado (14h30), uma conferência (20h00) e um concerto noturno (21h30); aos sábados terá lugar um concerto aperitivo (12h00) e um concerto noturno (21h30).

 

Os concertos noturnos (21h30) incluem agrupamentos e artistas nacionais e internacionais de renome: “Sete Lágrimas”, “Capriccio Stravagante” (dirigido por Skip Sempé), “La Capilla”, “Delgocha”, “Officium Ensemble”, “Capela Sanctæ Crucis”, Guillermo Pérez e “Tasto Solo”.

As conferências, direcionadas para o público em geral, contam com o musicólogo Manuel Pedro Ferreira, que enquadrará musicalmente o repertório, e com o historiador da Arte Paulo Almeida Fernandes, que fará uma contextualização com a História do Palácio Nacional de Sintra.

 

Os concertos comentados e aperitivo são apresentados pela Escola de Música do Conservatório Nacional e pelo Instituto Gregoriano de Lisboa.

 

Os concertos noturnos (21h30) têm um custo de 10 Euros, as conferências (20h00) são de entrada gratuita, e os concertos aperitivo e comentados implicam a aquisição de bilhete para o Palácio Nacional de Sintra (que pode ser visitado antes ou depois do concerto).

 

Bilhetes à venda nas bilheteiras da Parques de Sintra, online, na FNAC, Worten, El Corte Inglés, MEO Arena, Media Markt e Postos de Turismo de Sintra e Cascais. Este ciclo musical é para M/6 anos.

 

O projeto “Reencontros – Memórias Musicais de um Palácio”, com direção artística de Diana Vinagre, é cofinanciado pelo POR Lisboa – Programa Operacional Regional, conta também com o apoio da Direção-Geral das Artes, da Escola de Música do Conservatório Nacional e do Instituto Gregoriano de Lisboa e com a Antena 2 como media partner.

“Territórios Fronteiriços entre a Cristandade e o Islão”

Município de Palmela, Universidade de Poitiers e Casa de Velázquez promovem colóquio


 

 

Entre 2 e 4 de Junho, o Auditório da Biblioteca Municipal de Palmela recebe o colóquio internacional “Os Territórios Fronteiriços entre a Cristandade e o Islão, Novas Aproximações: a Territorialização, da Guerra à Paz”. A organização é da responsabilidade da Câmara Municipal de Palmela (GEsOS - Gabinete de Estudos sobre a Ordem de Santiago), em parceria com a Universidade de Poitiers (Centre d’Études Supérieures de Civilisation Médiévale – CESCM) e a Casa de Velázquez, Madrid (École dês Hautes Études Hispaniques et Ibériques), sob coordenação de Isabel Cristina Ferreira Fernandes (GEsOS) e Stéphane Boissellier (CESCM).

O projecto tem, como principal objectivo, propor uma abordagem nova sobre o fenómeno fronteiriço: a territorialização das fronteiras. Procurando obter uma imagem concreta da civilização fronteiriça e mobilizando todos os factores sociais e políticos, esta reflexão permitirá enriquecer uma abordagem genericamente política e ideológica da guerra à paz. A dimensão espacial é uma via de aproximação indispensável para apreender os fenómenos sociais e económicos «em fronteira».

O colóquio divide-se em quatro sessões, dedicadas aos temas “A Organização das Fronteiras de Guerra no al-Andalus”, “Fronteiras Fortificadas?”, “ As Frentes Cristãs Pioneiras na Península Ibérica” e “Os Territórios como Confins Defensivos? Ideologia e
Organização Material”.

Aberto ao público em geral, o colóquio integra o programa de formação do GEsOS - no âmbito do trabalho de divulgação e investigação sobre as ordens militares que Palmela tem vindo a desenvolver, há mais de duas décadas - e tem inscrição gratuita através do e-mail patrimonio.cultural@cm-palmela.pt ou do telefone 212336640.

 

 

 

 

 

Divisão de
Comunicação

Câmara Municipal de
Palmela

Telf. (00351)
212336664

e-mail: lnascimento@cm-palmela.pt