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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

SANTA CASA APRESENTA POLO CULTURAL DE SÃO ROQUE COM ATIVIDADES GRATUITAS DURANTE TODO O DIA

 
 
Sob o tema da Hospitalidade, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa organiza um vasto programa com exposições, peças de teatro, workshops, colóquios, leituras, performances, concertos e DJ sets, dia 13 de outubro, entre as 9h30 e a meia-noite, na apresentação do Polo Cultural de São Roque.
 
HOSPITALIDADE / HOSPITALITY
Sábado, 13 de outubro, 9h30-00h00
Entrada Livre
POLO CULTURAL DE SÃO ROQUE
Largo Trindade Coelho - Lisboa

No ano em que celebra 520 anos, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) programa um dia de atividades artísticas centrado na Hospitalidade para apresentar o Polo Cultural de São Roque, que será constituído pelo Arquivo e Biblioteca da Santa Casa, o Museu de São Roque, a Igreja de São Roque, a galeria de exposições temporárias e, para breve, o Museu Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo –, assim como a implementação da Brotéria, com a sua biblioteca.
O programa Hospitalidade decorre ao longo do dia 13 de outubro, entre as 9:30 da manhã e a meia-noite, com um vasto conjunto de atividades de entrada livre.

Exposições, concertos, performances, instalações e atividades de educação artística intercultural realizar-se-ão em diferentes equipamentos da Santa Casa, da Brotéria e no Largo Trindade Coelho, numa antevisão das valências do Polo Cultural de São Roque.
Enquadrado no Ano Europeu do Património Cultural, este dia dedicado à Hospitalidade conta com uma programação eclética que, entre as múltiplas atividades, integra a exposição guarda com obras da artista Armanda Duarte, no Museu de São Roque; um concerto da Orquestra de Câmara de Lisboa, sob a direção de Pedro Carneiro, com um repertório que combina peças de percussão ocidental e oriental, na Igreja de São Roque; uma intervenção do artista Rodrigo Oliveira na fachada do edifício da Brotéria; e na Casa Ásia (ainda em obras e com inauguração prevista para 2019) acolhe-se o artista Pedro Valdez Cardoso, que transforma o espaço numa cenografia como preâmbulo à Coleção Francisco Capelo que a virá a ocupar, uma projeção de um diaporama com fotografias de obras da coleção e outras atividades de natureza intercultural.
 
O Largo Trindade Coelho, espaço de cruzamento entre os diferentes edifícios do Polo Cultural, será também um território de convívio para todos os que habitam a cidade de Lisboa, com atividades lúdicas e iguarias. Jogos de rua, contos tradicionais, workshops e outras atividades de caráter familiar vão animar o largo, onde vai ser também possível degustar comida oriental. Ao final do dia, a animação continua com sets dos DJ’s Rui Teixeira e Vítor Belanciano.
 
 
HOSPITALIDADE
A história da SCML é marcada pela hospitalidade exercida em várias dimensões e para diversos destinatários e beneficiários. O tema é, contudo, aquele que nos tempos atuais melhor pode definir a missão de uma organização marcada pelo ‘cuidar do outro’, sendo que ‘cuidar’ tanto se pode traduzir no âmbito da saúde como da educação, do património ou ainda de ‘abrigo’, no sentido mais nobre do termo.
 
O conceito ‘hospitalidade’ vai completamente ao encontro das perspetivas mais contemporâneas - tratadas em termos de sociologia, história e artes – para definir a forma mais elevada e mais humanista de intervir na realidade. Este modo de intervir junto dos desprotegidos socialmente, dos refugiados e dos exilados justifica a sua evocação.

Programa em http://www.scml.pt/pt-PT/areas/cultura/hospitalidade/

Colóquio: «Byung Chul-Han: Amor,Belo,Tempo,para além do "gosto"»

 

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1 de Fevereiro, Quinta-feira, 19h30-21h45

Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras


Inscreva-se aqui: http://bit.ly/2FLX6ZY


Comunicações:

 

«PSICOPOLÍTICA - O BIG DATA E A SOCIEDADE DE CONTROLO DIGITAL»
Antony Capitão
Mestrando da FCSH-UNL e Membro da Nova Acrópole
 

«O regime neo-liberal descobre agora a psique humana como fonte de exploração e rendimento. O poder, que outrora era duro, visível e disciplinador, é agora afável, insonoro e invisível, usando a nossa sensação de liberdade para que nos tornemos transparentes, para que possamos dar, de forma voluntária, toda a informação que outrora teríamos guardado por direito. 

Eis a época da sociedade de controlo digital, onde os indivíduos se exploram e vigiam a si próprios, e onde uma nova crença, o dataísmo, fundado pelas possibilidades do Big Data, começa a tomar forma. Mas, apesar de todo este horizonte em perspectiva, cabe perguntar por fim se haverá uma qualquer fuga possível. Byung Chul-Han, felizmente, também nos oferece soluções.


 

«EROS E NARCISO - UM AMOR IMPOSSÍVEL»
Isabel Sousa
Prof.ª associada com agregação do ISA-UL e Membro da Nova Acrópole

«Nos dias de culto do eu, da auto-estima, do sucesso pessoal, o que sobra do amor? Uma interpretação da "Agonia de Eros" de Byung Chul-Han»

 

«"O AROMA DO TEMPO" COMO ACESSO À INTERIORIDADE QUE REGENERA»
Paulo Alexandre Loução
Investigador do Instituto Internacional Hermes (IIH) e Director da Nova Acrópole Oeiras-Cascais

«A velocidade da vida externa tem vindo a retirar ao ser humano o acesso às essências, amigas do silêncio, do saber escutar, da vita contemplativa que dá sentido à vita activa. Do inútil em direcção ao que realmente é autêntico, é a via que leva ao "tempo de qualidade" com sabor a eternidade. Em «O Aroma do Tempo» Byung Chul-Han continua o seu genial diagnóstico da actual "sociedade do cansaço" mas também propõe saídas para libertação da actual "caverna psíquica" explanada no seu trabalho "Psicopolítica".»