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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Sessão de Abertura do Festival de Terra com a participação da OCCO

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Quarta, 19 de Junho, 21h
Casa das Histórias Paula Rego
(Av. de República, 300, Cascais)
 

Sessão de Abertura do II Festival da Terra que terá lugar no auditório da Casa das Histórias Paula Rego, na próxima quarta-feira, dia 19 de Junho, às 21h.

A Sessão terá início com um concerto pela OCCO (Orquesta de Câmara de Cascais-Oeiras), dirigida pelo Maestro Nikolay Lalov, no qual serão interpretadas obras de Vivaldi, Sousa Carvalho, Schubert, Tchaikovsky e Mozart. Segue-se um Recital de Poesia e a apresentação do programa deste II Festival da Terra. Ainda na sessão, prometemos desvendar o «Segredo do Conde» de Castro Guimarães».

A entrada nesta Sessão de Abertura é gratuita,

AS ACROBACIAS CIRCENSES E A MÚSICA MEDITERRÂNEA ENCANTAM OEIRAS

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AS ACROBACIAS CIRCENSES E A MÚSICA MEDITERRÂNEA ENCANTAM OEIRAS
Está de volta a XXVII edição do Festival Sete Sois Sete Luas
com um vasto programa de artistas internacionais

A magia da música do mundo mediterrânico e lusófono volta a enriquecer a programação da XXVII edição do Festival Sete Sóis Sete Luas, o habitual evento de verão que anima Oeiras há mais de vinte anos, transformando-a num verdadeiro ponto de encontro de artistas internacionais. Uma iniciativa que conta com o valioso apoio do Município de Oeiras e do programa Europa Criativa.

Muitos são os nomes agendados no programa que, através de uma rica proposta de concertos e espetáculos, no mês de junho, julho e agosto, envolverão na Fábrica da Pólvora de Barcarena, artistas de França, Israel, Itália, La Reunion, Marrocos, Portugal, Cabo Verde, Brasil, Guiné-Bissau e Espanha.

Na abertura do Festival, no dia 20 de junho, às 19 horas,o excecional espetáculo de Yldor Llach, artista catalão circense da companhia francesa de circo aéreo acrobático «Les P’tits Brás», apresenta um original e incrível espetáculo de bicicleta acrobática, em que interage de forma natural e dinâmica com o público e onde as suas virtudes de acrobata ganham a admiração incondicional de participantes de todas as idades, desde os mais jovens aos adultos.

As acrobacias continuarão no dia 23 de junho,sempre às 19 horas, com o espetáculo "Bruits de Coulisses"a nova produção da conhecida companhia francesa de circo aéreo acrobático Les P’tits Brás. Um espetáculo inspirado no universo barroco e no seu ambiente fantástico. O público será convidado a entrar num ambiente teatral do século XVII, onde irá assistir a histórias entre o sonho e a realidade, entre a ilusão e a verdade, com fantasia, poesia e humor. O estilo barroco é a estética de base dos 5 personagens cuja humanidade será inspirada numa liberdade fantástica que vai passar pelas diferentes épocas. O jogo de ilusões do espetáculo “Bruits de Coulisses” inspira-se na ideia barroca segundo a qual “a vida é um teatro”.

Nos meses de julho e agosto, o Festival dará espaço à música com uma rica programação de concertos a decorrer todas as sextas-feiras às 22 horas.

No dia 5 de julho, subirá ao palco Festival Sete Sóis Sete Luas a Orkestra Popular des 7Luas, que animará a noite com música popular portuguesa, ritmos brasileiros e guineenses, melodias andaluzes e ritmos do sul da Itália. Esta produção original do Festival SSSL conta com a participação de 6 prestigiados artistas provenientes das mais diversas culturas musicais enraizadas nos Países da Rede Sete Sóis Sete Luas. Diferentes espíritos do Mediterrâneo e do mundo lusófono reúnem-se nesta orquestra: o percussionista do Brasil Roberto Mello (direção musical), a cantora Barbara Eramo de Itália, o guitarrista andaluz Javier Blanes, o músico portugués Ricardo Coelho (gaita-de-foles e flautas), o cantor da Guiné-Bissau Manecas Costa (voz e baixo) e o italiano Vanni Masala da ilha da Sardenha (acordeão).

E seguida,no 12 de julho, será a vez de apresentar a Maio 7LuasBand. Esta produção também original do Festival Sete Sóis Sete Luas conta com a participação de 5 prestigiados músicos do Maio, uma das ilhas mais periféricas do arquipélago de Cabo Verde. O reportório do grupo aposta em temas criados por compositores da ilha e defende por isso a tradição musical do Maio, utilizando o crioulo, que confere aos seus temas uma emoção especial. Os músicos, Tote Xinoca na voz e cavaquinho, Tó no baixo, Mauro no piano e cavaquinho e Nuno na guitarra foram dirigidos musicalmente pelos mestres José Peixoto e José Barros (Portugal) no âmbito do projeto de cooperação promovido pelo Festival SSSL. Como special guests estão o músico e compositor cabo-verdiano Tibau Tavares e o baterista português André Sousa Machado.

A programação continua no 19 julhocom o concerto da MedArabJewishOrkestra. Esta ambiciosa nova criação musical pretende promover o diálogo intercultural, com a presença de músicos judeus, muçulmanos e cristãos, representativos dos três mundos culturais e religiosos típicos do Mediterrâneo e do sul da Europa. Esta criação pretende oferecer uma contribuição para a aproximação entre as diferentes culturas das duas margens do Mediterrâneo. Conta com a participação de 6 prestigiados mestres representativos de 6 diferentes culturas: Stefano Saletti de Itália (direção musical e bouzouki), Eden Holan de Israel (voz) Arnaud Cance da França (guitarra, voz e acordeão), Harry Perigone da ilha de La Réunion no Oceano Índico (percussões) Soukaina Fahsi de Marrocos (voz) e Carlos Menezes de Portugal (baixo).

Em julho o Festival apresenta o seu último espetáculo no dia 26 com Amiltox diretamente do Pais Basco e retomará no dia 2 de agostocom Les Voix des 7Sóis, concerto de abertura deste mês. Esta criação artística original de 2019 do Festival Sete Sóis Sete Luas, surge do trabalho conjunto de 6 incríveis músicos provenientes das diversas margens do Mediterrâneo, do mundo lusófono e francófono. Todas estas culturas musicais, instrumentos diferentes e jovens talentos internacionais se encontram para partilhar tradições e criar temas musicais inéditos. São o testemunho da possibilidade de compreensão e colaboração, transmitindo as vibrações emocionantes dos Países da Rede do Festival Sete Sóis Sete Luas.

Com a direção musical do compositor, guitarrista e pianista português Nuno Dario, participam nesta orquestra o baixista esloveno Teo Collori, o flautista francês Damien Fadat, o percussionista português Ruca Rebordão e as jovens cantoras Paola Bivona de Itália e Hadil Mechrgui da Tunísia.

O Festival continua o mês de agosto com o concerto de Alessio Boni no dia 9 e Mondoloni no dia 16. A sua música combina um estilo moderno e brilhante com profundas raízes da Córsega: vem de melodias étnicas e tradicionais, transmitidas de geração em geração, que marcaram a vida dos ilhéus durante décadas. Variações, toques pessoais e improvisações desempenham um papel importante dentro desta tradição musical, uma característica encontrada na música de Mondoloni. O seu grupo já realizou centenas de concertos em toda Europa.

Os concertos proseguem também no dia23 de agosto com Manecas Costa e Micas Cabral, duas vozes, dois músicos, que são verdadeiros tesouros do património musical guineense. Os dois apostam num revisitar a Guiné-Bissau através de muitos clássicos, desde o pioneiro da música moderna guineense o grande José Carlos Schwartz às suas próprias canções.

 

A XXVII edição do Festival terminará com os concertos de Caixa de Pandora e Milli Vizcaino, a 30 de agosto e o espetáculo de dança de Bule-Bule a 31 de agosto.

Todos os espetáculos são gratuitos.

ARTHUR MELO APRESENTA SINGLE “ FORÇA” E ANUNCIA TOUR IBÉRICA

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Arthur Melo e o single "Força" juntamente com o álbum “Nhanderuvuçu” um projecto cheio de sonoridades, expressão e identidade cultural. Se gosta de um som que combina a harmonia das congas, percussão, baixos e bateria  convidamo-lo a conhecer mais de perto este projecto com grande simbolismo da cultura musical brasileira.              

 O artista brasileiro prepara-se para apresentar todos os outros temas de "Nhanderuvuçu", durante a tour ibérica em Portugal e Espanha agendada para Julho 2019. No dia 18 de Julho o artista vai estar na FNAC do Centro Comercial Colombo para um concerto intimista, pelas 18h30. Já no dia 20 será a vez da FNAC de Alfragide receber o  “Nhanderuvuçu” de Arthur Melo a partir das 17H.    

Concerto Luís Pipa

 

Depois de Mário Laginha, Pedro Burmester, Fausto Neves e Artur Pizarro, é agora a vez de Luís Pipa no ciclo de piano do programa Música em Matosinhos. O recital marcado para sábado, 15 de junho, às 19 horas, no Estúdio da Orquestra Jazz de Matosinhos (Avenida Menéres, 456), contará com a interpretação de peças de Mozart, Beethoven, Piazzolla e Óscar da Silva. A entrada para o concerto é gratuita.

 

Marcada por vestígios de influência barroca, a “Fantasia em Ré menor, K. 397”, que Wolfgang Amadeus Mozart escreveu em 1782, apenas viria a ser editada após a morte do compositor, com um final que se presume ser da autoria de August Eberhardt Müller. Luís Pipa interpretará, todavia, uma versão alternativa daquela que continua a ser uma das mais populares peças de Mozart, recuperando o espírito dramático e intimista da parte inicial da obra.

 

O recital prosseguirá com a sonata “Tempestade”, composta por Ludwig van Beethoven entre 1801 e 1802. Impetuosa e dramática, a “Sonata para Piano Nº 17 em ré menor, op. 31 nº 2” é constituída por três andamentos contrastantes, todos representado o mais sublime da escrita beethoveniana.

 

Do matosinhense Óscar da Silva, falecido em Leça da Palmeira em março de 1958, escutar-se-ão as sete peças que constituem o ciclo “Images”. A obra reflete o universo romântico da escrita pianística de tradição alemã, herdeira de Clara Schumann, com quem Óscar da Silva estudou em Leipzig. A pianista, viúva de Robert Schumann, considerou, aliás, que o português era um intérprete privilegiado da obra do seu falecido marido, cuja influência é notória neste ciclo de peças.

 

Para o final do recital está reservada a “Milongda del angel”, composta em 1965 pelo mestre e reinventor do tango argentino. A série dedicada ao anjo (angel) resultou de uma encomenda para uma peça de teatro estreada em 1962, na qual um anjo desce a um bloco de apartamentos de Buenos Aires com o intuito de purificar as almas dos seus moradores.

 

Luís Pipa tem, refira-se, uma extensa carreira a solo, tendo colaborado com grandes solistas, maestros e orquestras de renome. A sua interpretação tem sido descrita como “ sedutora”, “profunda” e “comovente” por diversas publicações internacionais, que destacam também a “profundidade, poder e nobreza” e a “magnitude e delicadeza de expressão” das suas atuações.

 

O ciclo de piano do programa Música em Matosinhos vai, recorde-se, decorrer até 29 de junho, seguindo-se a Luís Pipa recitais de Marta Meneses e Vasco Dantas. A Música em Matosinhos, programa de música erudita da CMM, acontece há mais de uma década e inclui este ano, entre outros, um conjunto de recitais também gratuitos do Quarteto de Cordas de Matosinhos nas igrejas do concelho, com o objetivo de descentralizar e democratizar o acesso e a fruição da música clássica.

Esta semana no CCB

Homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen

16 JUNHO 17H 

GRANDE AUDITÓRIO

Concerto integrado nas Comemorações do Centenário do Nascimento de Sophia de Mello Breyner Andresen. Para o efeito, a Orquestra Sinfónica Juvenil irá interpretar, em estreia mundial, a obra Um Leve Tremor, a partir de poemas de Sophia de Mello Breyner Andresen, da autoria do maestro Christopher Bochmann, que irá dirigir a orquestra.

ENTRADA LIVRE, MEDIANTE LEVANTAMENTO DE BILHETES NA BILHETEIRA DO CCB

 

 

 

TEATRO DE RUA INTERATIVO

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Micro-Shakespeare

15 e 16 JUNHO
15H ÀS 18H

JARDIM DAS OLIVEIRAS
ENTRADA LIVRE

Em Micro-Shakespeare, cada espectador é também ele um intérprete e criador. Através de auscultadores o espectador recebe dicas e indicações que o farão dar vida às histórias de Shakespeare condensadas em 8 minutos.

 

Milton Nascimento anuncia participação especial de Carminho nos concertos em Portugal

Um dos maiores nomes da MPB apresenta digressão do histórico álbum “Clube da Esquina” nos coliseus de Lisboa e do Porto

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O brasileiro Milton Nascimento volta-se a apresentar em Portugal ao fim de seis anos. Desta vez, o cantor vai trazer a digressão que celebra um dos maiores discos da música brasileira, o “Clube da Esquina”. Em várias cidades do Brasil, os bilhetes desta turnê esgotaram tão logo as datas dos concertos foram anunciadas. Em Portugal, as apresentações acontecem em junho: a 26, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e a 27, no Coliseu Porto Ageas.

 

“A turnê Clube da Esquinapretende trazer ao público um resgate dos grandes clássicos dos dois álbuns, com maior foco no primeiro disco. Inclusive, músicas que o público nunca escutou ao vivo”, afirma Milton Nascimento. “Eu nunca tinha pensando em fazer algo que juntasse os dois discos do Clube, mas agora me veio um sentimento de que era hora de fazer isso. E essa turnê Clube da Esquinacom certeza vai ser um acontecimento muito mágico, mesmo, pra não dizer mais... Quero trazer uma ideia que possa unir as pessoas. E tenho certeza de que este será o meu projeto mais especial em todos estes anos”, revela Milton.

 

Os concertos de Portugal contarão com a participação especial da fadista Carminho, parceira musical e amiga de Milton Nascimento.

 

“A Carminho é uma das artista que mais amo no mundo, de todos os tempos. Ela é fantástica”, elogia o brasileiro.

Clube da Esquina

 

Editado em 1972, o álbum duplo, que levou também o nome do cantor Lô Borges na capa, conquista até hoje unanimidade em todo o mundo. Um dos sites de maior influência na cena contemporânea, o Pitchfork, dos Estados Unidos, lançou recentemente um artigo em que ressalta a qualidade musical do disco- que considera um dos mais ambiciosos da história da música brasileira - e lembra o contexto em que ele surgiu, em plena ditadura militar. “A música de Milton Nascimento vai do terreno ao angelical; e pode ser ao mesmo tempo misteriosa e franca, direta; assombrosa e sublime", escreveu o jornalista norte-americano Andy Beat.

Seis anos depois, foi lançado o “Clube da esquina 2”. A digressão que chega a Portugal sob grande expectativa reúne as músicas dos dois trabalhos.

Entre os clássicos previstos para os concertos estão  “Tudo que você podia ser”,  “Cravo e canela”, “Trem azul”, “Maria, Maria” e “Paisagem da janela”, além das canções que dão nome aos discos. Os fãs também vão poder relembrar êxitos de outros álbuns, como “Para Lennon e Mccartney” e “Fé cega, faca amolada”.

 

MILTON NASCIMENTO EM PORTUGAL

Lisboa

Data: 26 de junho, às 22h

Coliseu dos Recreios

Morada: Rua das Portas de Santo Antão, 96

Bilhetes: 20€ e 90€

http://bit.ly/BilhetesMiltonNascimentoLisboa

Porto

Data: 27 de junho, às 22h

Coliseu Porto Ageas

Morada: Rua Passos Manuel, 137

Bilhetes:  20€ a 70€

UAU | Três palcos recebem Maria Bethânia em Portugal, em Setembro

Três palcos recebem Maria Bethânia em Portugal, em Setembro: em Concerto
nos Coliseus Porto Ageas e Lisboa, e com As (suas) Palavras no Teatro Tivoli BBVA

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A poucos dias de completar 73 anos, a 18 de Junho, a cantora e compositora brasileira Maria Bethânia vem celebrar a data a Portugal, pisando três dos mais conceituados palcos nacionais, em Setembro, e apresentar algumas canções inéditas que irão integrar o álbum que será editado no final do ano.

 

 

A voz que outrora anunciou que “quer ser tempestade e ventania, andar pela cidade, embriagando-se de poesia e bebendo a claridade da luz do dia” chega com o novo ciclo da rentrée, para Maria Bethânia em Concerto, no Coliseu Porto Ageas (14 de Setembro), uma noite de poesia, em Bethânia e As Palavras, no Teatro Tivoli BBVA (16 de Setembro) e ainda um espectáculo musical em dose dupla no Coliseu Lisboa (18 e 19 de Setembro) – Maria Bethânia em Concerto.

 

 

Para os concertos de Lisboa e Porto, trará na bagagem as suas “cartas de amor” de uma vida inteira e alguns temas inéditos. Mas a verdade é que não é só a palavra cantada que compõe a sua arte. Ainda antes dos concertos na capital, a compositora leva ao Teatro Tivoli BBVA, um espectáculo inédito de leitura poética. Em Bethânia e as Palavras, a cantora intercala novos poemas e literatura escolhida por si com canções e excertos de canções do cancioneiro popular brasileiro. O espectáculo está marcado para a noite de 16 de Setembro, dois dias antes das atuações no Coliseu Lisboa.

 

 

Uma das mais importantes cantoras de MPB e uma das preferidas do público português, Maria Bethânia vive na constante inquietude dos temas que elege como queridos: o amor, a sua terra e o seu lugar no mundo. Festejou os seus 50 anos de carreira em Portugal, em 2015, com o concerto Abraçar e Agradecer.

 

Neste Setembro, Maria Bethânia regressa aos palcos nacionais para, uma vez mais, presentear o público com a palavra, recitada ou cantada, e o lugar cativo que a artista tão bem lhe sabe oferecer.

 

 

Maria Bethânia em Concerto

Coliseu Porto Ageas | 14 Setembro, 21h30

Coliseu Lisboa |18 e 19 Setembro, 21h30

M6

 

 

Academia de Música de Lisboa comemora 15 anos no CCB num espetáculo especial

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19 de junho | 19h00 | Grande Auditório do CCB | 15 anos a educar o talento

No dia 19 de junho a Academia de Música de Lisboa celebra o seu 15.º aniversário no Grande Auditório do CCB, com um momento de partilha para todos os amantes de música, concebido e dirigido pelo ator e encenador João Reis, que procurou representar um dia na vida musical destes jovens músicos, através de uma sequência fluida de quadros. Esta experiência pretende proporcionar um momento de partilha e celebração diferente e inovador, dedicado a toda a família.

 

 

Este espetáculo, que será interpretado por alunos da Academia de Música de Lisboa com idades compreendidas entre os 3 e os 18 anos, consistirá, de acordo com o Diretor da Academia, Rui Fernandes, numa “apresentação de pequenos momentos do quotidiano íntimo que se confundem com a imaginação”. Este momento contará com um reportório composto por temas que vão desde a música popular à mais clássica como “A Primavera” de Vivaldi, “Dança do Sabre” de Khachaturian e “Jacinto Chiclana” de Piazzola.

 

 

De acordo com Rui Fernandes: “No fundo, voltamos sempre à questão primordial, a de que a música, independentemente da afeição ou da relação que tenhamos com ela, está sempre disposta a entrar nas nossas vidas e a constituir-se como lugar privilegiado de partilha.”

 

Sobre a Academia de Música de Lisboa:

 

No dia 4, do mês 4, de 2004, às 4 horas da tarde, a Orquestra Os Violinhos estreava-se no Grande Auditório do CCB com um concerto inspirador e premonitório da futura Academia de Música de Lisboa, inaugurada poucos meses mais tarde.

 

Este concerto, que marcou o início da concretização de um sonho, a afirmação de um projeto pedagógico pioneiro que se traduz numa metodologia de ensino de elevados padrões de exigência, mas também de respeito pela individualidade e ritmo de cada aluno, sendo motivo de orgulho para quem aqui estuda e leciona.

 

Ao longo destes quinze anos, a Academia de Música de Lisboa tem vindo a afirmar-se como uma instituição indispensável no panorama musical português, formando novas gerações de músicos, que todos os anos abraçam esta arte para o seu futuro profissional, mas, sobretudo, contribuindo na formação de cidadãos mais completos, num mundo que exige a cada dia mais valências, e precisa e anseia por maiores valores.

 

Queen Symphonic | Os grandes sucessos dos Queen num concerto sinfónico

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Data extra: 14 Setembro!

 

Temas dos Queen pelas vozes de Jenna Lee James, Jon Boydon, Rachael Wooding e Peter Eldridge, acompanhados pelaBanda Sinfónica da PSP e pela Lisbon Film Orchestra , no Campo Pequeno.

 

“Bohemian Rhapsody”, “Radio Ga Ga”, “We Are the Champions”, “Don’t Stop Me Now”, “We Will Rock You” ou “I Want it All” são temas incontornáveis da história da música e todos assinados por uma das mais acarinhadas bandas de sempre. Com quase 50 anos de existência, os Queen de Freddie Mercury “regressam” a Lisboa, em Setembro, em formato sinfónico e com 50 músicos em palco.

 

Acompanhado pela Banda Sinfónica da PSP e pela Lisbon Film Orchestra, Queen Symphonic, o projecto sinfónico que conta com o apoio de Brian May, guitarrista da banda britânica, chega a Lisboa para trazer alguns dos maiores hits dos Queen à Praça de Touros do Campo Pequeno.

 

Jenna Lee James, Jon Boydon, Rachael Wooding e Peter Eldridge, que participaram no musical We Will Rock You (West End londrino), integram a banda que oferece "uma dimensão ainda mais épica" às reinterpretações do reportório dos Queen, tal como explicou o maestro Richard Sidwell, também responsável pelos arranjos musicais deste concerto, em entrevista ao jornal francês Jornal Du Dimanche.

 

Freddie Mercury e os seus companheiros deixaram um dos maiores legados musicais da actualidade. Quase 50 anos depois da formação original, em 1970, os Queen e as suas canções, como os êxitos “Bohemian Rhapsody” — que deu nome ao filme que tornou Rami Malek o primeiro actor de descendência egípcia a ganhar o Óscar de Melhor Ator — ou “I Want it All” continuam a ser tocados e adorados um pouco por todo o mundo.

 

Queen Symphonic está marcado para as 21h30 dos dias 13 e 14 de Setembro e os bilhetes já estão à venda nos locais habituais.