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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Pecados de Juventude - 23 e 24 de outubro | Montijo e Lisboa

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PECADOS DE JUVENTUDE
Orquestra Metropolitana de Lisboa
 
Sem sobressaltos, adivinha-se um agradável serão de outono na antiga Quinta das Laranjeiras na companhia dos músicos da OML e de três grandes compositores. Serão tocadas obras de Mozart e de Mendelssohn escritas em tenra idade, mas que vaticinam sem mácula os lugares de honra que a História da Música hoje lhes reserva. Entre os doze e os catorze anos de idade, Mendelssohn compôs doze sinfonias para cordas. Não se confundem com as outras cinco completadas mais tarde para formação orquestral completa, mas transcendem quaisquer exercícios de aprendizagem, ou não seriam tão frequentemente programadas nas salas de concerto dos nossos dias. Também precoce, Mozart contava apenas dezasseis anos quando completou os divertimentos que se conhecem hoje pelo nome de Sinfonias de Salzburgo. De humor certeiro, destinadas a circunstâncias de entretenimento informais, destaca-se entre elas o KV 136, por se ser tornado numa das páginas mais célebres de todo o repertório clássico. Pelo meio, temos ainda a oportunidade de ouvir o primeiro concerto para trompa de Haydn, uma sábia combinação de elegância e virtuosismo que só o então recém-contratado Mestre de Capela da família Eszterházy poderia ter assinado.
 

Sexta-feira, 23 de outubro, 21h30, Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida, Montijo
Sábado, 24 de outubro, 21h00, Teatro Thalia

F. Mendelssohn Sinfonia para Cordas N.º 1
J. Haydn Concerto para Trompa e Orquestra N.º 1, Hob. VIId:3
F. Mendelssohn Sinfonia para Cordas N.º 6
W. A. Mozart Divertimento para Cordas, KV 136

 

Daniel Canas trompa
José Pereira violino e direção musical

ESTREIA ABSOLUTA na abertura do Close-Up 2020 | 10 de outubro

Observatório de Cinema de Famalicão entre 10 e 17 de outubro

 

Close-Up abre com filme-concerto em ESTREIA dos Black Bombaim e Luís Fernandes

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A estreia absoluta do filme-concerto que junta o rock dos Black Bombaim e a eletrónica de Luís Fernandes ao incontornável filme de Luis Buñuel “A Idade de Ouro”, marca a abertura da quinta edição do CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão, que decorre entre 10 e 17 de outubro, na Casa das Artes.

Este quinto episódio do Close-up, sob o mote “Cinema na Cidade”, conta com cerca de 30 sessões de cinema contemporâneo cruzadas com a história do Cinema (com destaque para o período mexicano de Luis Buñuel) e por Cristina Branco, filmes comentados (por realizadores, jornalistas, académicos), e sessões para famílias e para escolas, com filmes e oficinas.

Toda a programação disponível em http://closeup.pt e www.casadasartes.org

A Idade de Ouro

Buñuel e Dali provocaram uma revolução com o seu ensaio surrealista "O Cão Andaluz", um dos filmes vanguardistas mais famosos de sempre. A Idade de Ouro, primeira obra de Buñuel a solo, é o seu filme mais provocante e um verdadeiro manifesto do surrealismo no cinema. Violentamente anticlerical, aqui se encontram todas as obsessões do futuro cinema de Buñuel. Após violentas reações aquando da sua estreia em 1930 o filme foi proibido, só voltando às salas de cinema mais de meio século depois.

Em A Idade de Ouro somos confrontados com uma sucessão de situações sem preocupação de um mínimo de explicação racional: um homem aos pontapés a um violino pela rua, uma vaca deitada numa cama, que é dali retirada às ordens de um gesto de expressão no rosto de uma mulher, uma carroça conduzida por dois homens do povo que atravessa o salão onde se realiza uma festa burguesa, um homem a caminhar com uma pedra na cabeça, como se imitasse a estátua pela qual passa. Imagens surrealistas destinadas a libertar a perceção humana.

 

Black Bombaim

Coletivo nascido do efervescente movimento de novas bandas saída de Barcelos nos finais de 90, os Black Bombaim são hoje um claro caso de sucesso e de culto. Donos daquele que é, provavelmente, o mais fascinante psych rock com fonte nacional, editaram sete discos ao longo da sua carreira, à qual juntam uma mão cheia de colaborações na composição de música e espetáculos que cruzam a cruzam com outras áreas artísticas. A destacar, o disco editado com o referencial Peter Brotzman, o trabalho com La La La Ressonance, o cine-concerto (agora também editado em disco) com a colaboração do percussionista João Pais Filipe e o trabalho colaborativo com Jonathan Saldanha, Pedro Augusto e Luís Fernandes.  

 

Luís Fernandes

Músico, artista sonoro e programador cultural, Luís Fernandes é fundador da banda peixe : avião e tem mantido trabalho a solo e como colaborador de múltiplos projetos. Nos últimos anos, assinala-se o seu duo com a pianista Joana Gama, com o qual editou 4 discos, colaborou com Ricardo Jacinto, José Alberto Gomes, Drumming GP, Orquestra Metropolitana e a Orquestra de Guimarães. Compõe música para cinema e instalações, com apresentações nos Festivais de Cannes, Locarno ou Triennale di Milano. 

 

A relação entre os Black Bombaim e Luís Fernandes

Desde 2014, foram três os encontros entre Luís Fernandes e os Black Bombaim. O que começou com uma colaboração num dos temas de Far Out, terceiro disco do coletivo de Barcelos, evoluiu para a construção e gravação do disco conjunto que dividiram com La la La Ressonance e para o álbum colaborativo editado via Lovers & Lollypops em 2019, ao lado de dois outros produtores nortenhos. Ao quarto encontro, a banda e o músico darão uma nova vida a L'Age d'Or, filme do mestre espanhol Luis Buñuel, num cine-concerto a ser apresentado em estreia na Casa das Artes de Famalicão.

Santa Maria da Feira | Sayaka Shoji, Joyce Cândido e António Saiote integram cartaz do FIMUV | concertos gratuitos entre 3 de outubro e 21 de novembro

Santa Maria da Feira acolhe Festival Internacional de Música de Paços de Brandão

FIMUV REGRESSA EM FORMATO MAIS EXCLUSIVO

PARA NOVE ESPETÁCULOS DE RESILIÊNCIA CULTURAL

 

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– António Saiote, Joyce Cândido e Sayaka Shoji integram o cartaz 

– Sete concertos gratuitos e dois ao preço de 5 euros 

 

O programa da 43.ª edição do FIMUV teve que ser ajustado às restrições de profilaxia e mobilidade internacional impostas pela pandemia de Covid-19, mas, uma vez readaptado o calendário do evento e o mapa de viagens dos solistas estrangeiros, não houve cedências em termos de qualidade: o festival volta a trazer a diferentes palcos de Santa Maria da Feira alguns dos melhores intérpretes da cena musical erudita contemporânea. Entre os nove espetáculos a decorrer de 03 de outubro a 21 de novembro, sete dos quais de entrada livre, haverá música sinfónica, jazz, world music, grupos corais, orquestras e até dança. A lotação das salas será inevitavelmente reduzida, mas isso apenas confere um caráter mais exclusivo à estratégia de resiliência cultural assumida pelos organizadores do evento, ao apostarem em espetáculos como os que assinalam os 50 anos de carreira do maestro e clarinetista António Saiote, a consagração de Joyce Cândido como nova embaixadora da canção brasileira e a celebração dos 250 anos do nascimento de Beethoven pela Orquestra Filarmónica Portuguesa e pela violinista japonesa Sayaka Shoji.

 

Depois de um primeiro concerto em Janeiro pela Orquestra Filarmónica Portuguesa com o Coro de Berlim, antes de o surto epidemiológico de Covid-19 ter inviabilizado viagens internacionais e obrigado a confinamento profilático generalizado, o 43.º FIMUV – Festival Internacional de Música de Paços de Brandão arranca em definitivo no próximo dia 03 de outubro.

A direção artística do certame mantém-se a cargo do violinista e docente Augusto Trindade, que, embora reconhecendo que o festival enfrentou este ano “um conjunto de dificuldades inteiramente novo”, encara a presente edição também como um desafio mais exigente e estimulante. “O que o confinamento imposto pela pandemia demonstrou é que, a par das ligações familiares e pessoais mais profundas, o que mais reconfortou as populações de todo o mundo num período de profundo isolamento foram as diferentes manifestações da criatividade humana e do génio artístico”, explica. “Isso reforça o espírito de missão do FIMUV, enquanto evento promovido por uma associação cultural tão presente na formação de jovens como é o caso do CiRAC: cabe-nos dar o exemplo, demonstrar que trabalho e resiliência reforçam o talento e o caráter, e provar que a cultura pode ser usufruída em diferentes suportes, porque, mesmo sem audiências em massa para agitar o coletivo, experiências mais intimistas e exclusivas provocam memórias igualmente fortes e duradouras”.

O primeiro espetáculo a concretizar esse espírito de resistência dá-se a 03 de outubro no Cineteatro António Lamoso, com a cantora, pianista e bailarina brasileira Joyce Cândido, que ainda no início de 2020 gravou um dueto com Mário Zambujo e agora sobe ao palco da Feira para reafirmar os motivos pelos quais é considerada uma das vozes mais relevantes da nova geração do samba e da MPB.

No dia 05 será o auditório da Academia de Música de Paços de Brandão a acolher um recital de piano por João Bettencourt da Câmara, que aos 19 anos já era apontado por críticos norte-americanos como detentor de uma “inesperada profundidade emocional” nas suas interpretações.

António Saiote será o protagonista do dia 10, atuando no palco da Biblioteca Municipal da Feira com a violoncelista Irene Lima e o pianista Vasco Dantas. A experiência de 50 anos do maestro e clarinetista associar-se-á assim a duas referências da música de câmara portuguesa, numa atuação com obras de Beethoven, Brahms e Bacri.

Para o auditório mais aconchegante do CiRAC está reservado, a 17 de outubro, o jazz do Indigo Quintet, um coletivo português recente que procura conferir à música instrumental “uma abordagem tímbrica desafiante”, fundindo o seu género-base com rock, funk, tango, bossa nova e clássica. No dia seguinte, na sala vizinha da Academia de Música de Paços de Brandão, sucedem-se outros três jovens músicos, todos eles já apontados como embaixadores internacionais da erudita nacional após percursos iniciados em escolas regionais: as violinistas Inês Pais e Joana Weffort, e o clarinetista Telmo Costa.

world music, por sua vez, estará em foco no dia 23, também no CiRAC, para dar a conhecer o projeto a solo de Raúl Manarte, o músico, compositor, fotógrafo e psicólogo que fundou o grupo percussivo Be-Dom. O seu estilo reflete as experiências que vem acumulando no universo artístico e no campo humanitário, enquanto psicólogo ligado a diferentes missões dos Médicos Sem Fronteiras e de outras entidades com atuação em campos de refugiados da Grécia e em países como Moçambique e Guiné-Bissau.

 

Do Japão para o Europarque, com um Stradivarius de 1792

 

Conduzida por Osvaldo Ferreira, considerado “um dos mais representativos maestros nacionais da atualidade”, a Orquestra Filarmónica Portuguesa vai a 25 de outubro preencher o Grande Auditório do Centro de Congressos Europarque com obras de Jean Sibelius e Ludwig Beethoven. A solista convidada para o concerto é a japonesa Sayaka Shoji, que, executando um violino Stradivarius datado de 1792, se afirmou desde cedo pela sua “musicalidade de técnica brilhante”, exprimindo ainda uma versatilidade artística que a leva a criar música para áreas performativas tão distintas quanto a dança e o audiovisual.

Os últimos espetáculos do FIMUV de 2020 também exploram outras facetas da música, começando pela interpretação coral, no dia 07 de novembro, no Auditório de Milheirós de Poiares, onde o Coro do CiRAC irá cantar obras “dos primórdios do Organum até ao século XX”, mediante o acompanhamento do pianista Diogo Santos Silva, da banda Expensive Soul.

A edição daquele que está a ser “o ano mais estranho de sempre na história do FIMUV” despede-se a 21 de novembro, fechando o ciclo de 2020 ao regressar novamente ao Cineteatro António Lamoso, na Feira. É aí que o Ballet Contemporâneo do Norte encerra o festival com uma exibição de “Eurodance”, uma “hecatombe geopolítica e tecno-emocional” para cinco bailarinos, com direção e coreografia de Rogério Nuno Costa.

“Não fosse o uso obrigatório de máscara e o maior distanciamento entre lugares na plateia, ninguém diria que este cartaz, tão rico e diversificado, corresponde a um ano complicadíssimo e sem paralelo em termos de programação e gestão cultural”, realça Augusto Trindade. “É claro que ainda nos falta subir ao palco e concretizar os espetáculos, mas já nos sentimos particularmente orgulhosos nesta fase, por termos evitado o cancelamento de um evento internacional que, implicando a coordenação de centenas de artistas, vai culminar, como sempre até aqui, num produto sério e de qualidade insuspeita”.

Dois concertos dos GNR no TMJB

GNR, no TMJB, dias 17 e 18 de Outubro

 

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Os GNR vão estar no Teatro Municipal Joaquim Benite, para dois concertos, dias 17 e 18 de Outubro, sábado, às 21h, e domingo, às 16h.

 

O Grupo Novo Rock constitui-se oficialmente em 1980. Em 1981, surgia o primeiro single – vocábulo da era analógica, que designava um disco de vinil de 45 rotações, geralmente com um tema em cada face, sendo estes escolhidos pelo seu potencial comercial, e que serviam para promover mediaticamente um outro disco maior, este com 33 rotações e com mais faixas, designado por LP, isto é, Long Play. O disco incluía o lendário tema Portugal na CEE, e venderia mais de 15.000 exemplares. Ainda em 1981, o grupo lançava Sê um GNR, que venderia ainda mais cópias do que o primeiro single. Nesse ano, entrava para a banda o vocalista Rui Reininho, que viria a tornar-se não apenas o rosto como também a alma e a memória viva de um projecto musical que rompeu com tudo o que tinha até então existido em Portugal em matéria de música pop rock, construindo uma obra de grande singularidade e elegância, na sonoridade como nas letras.

 

Entre os discos eternos (para referir os que alcançaram a condição de clássicos), contam-se Independança (1982), Os Homens Não Se Querem Bonitos (1985), Psicopátria (1986), Video Maria (1988, maxi single, de palavras muito polémicas, consideradas heréticas), Valsa dos Detectives (1989), ou ainda Rock in Rio Douro (1992).

 

 

GNR (Sala Principal, dias 17 e 18 de Outubro, sábado às 21h, e domingo às 16h) 1h30 | M/6

 

Voz Rui Reininho
Guitarras e teclas Tóli César Machado
Baixo Jorge Romão
Bateria Samuel Palitos
Teclados e Guitarras Rui Maia

 

Todas as informações em ctalmada.pt

Mudança da hora do concerto do Coletivo Foice em Torres Vedras

CONCERTO DO COLETIVO FOICE EM TORRES VEDRAS REALIZA-SE MAIS CEDO

 

CONCERTO DO COLETIVO FOICE EM TORRES VEDRAS REALIZA-SE MAIS CEDO
02.10.2020

O concerto do Coletivo Foice previsto para o dia 10 de outubro, pelas 22h, na Praça Dr. Alberto Avelino, em Torres Vedras, foi antecipado para as 18h desse mesmo dia. Recorde-se que este concerto integra-se na programação do evento “Largo Co(n)vida”, um ciclo de espetáculos por meio do qual se convida a população à fruição cultural em espaços públicos requalificados do centro histórico de Torres Vedras.

Manuel Dordio e Joana Linda apresentam "Dor" em filme-concerto no Cinema Ideal > 13 de Outubro


Manuel Dordio apresenta álbum Dor em concerto
com projecções vídeo de Joana Linda 
no Cinema Ideal

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Após ter lançado o primeiro álbum a solo - Dor - no período de confinamento, Manuel Dordio apresenta-o agora ao vivo, num concerto acompanhado por um filme de Joana Linda, realizado propositadamente para esta ocasião. Dia 13 de Outubro, às 22:00, no Cinema Ideal, em Lisboa.

Editado com o apoio da Fundação GDA, em Dor, Manuel Dordio explora territórios sonoros íntimos e ambientais à guitarra. Com composição, guitarras, electrónica e gravação de Manuel Dordio, a mistura e masterização do disco foram da responsabilidade de Pedro Faro, do Silver Donkey Studio.

Os dois primeiros videoclips, realizados por Joana Linda, são Caldo Layla, feitos a partir de imagens de duas viagens, que fazem parte do arquivo da realizadora.

Tanto os vídeos como a imagem gráfica de Dor são da autoria da fotógrafa e realizadora Joana Linda. A linha condutora é uma polaroid escolhida por Manuel Dordio para capa do disco. Uma imagem abstracta e pouco nítida onde se vislumbra parte de uma estrada e alguns ramos de árvores. A partir daí foi criado um universo onírico que junta imagens de natureza e animais, retiradas do arquivo pessoal da realizadora, e a manipulação digital, da mesma forma que no disco se juntam as guitarras e os sintetizadores.

Os bilhetes para o filme-concerto custam 8€ (preço único) e estão à venda no Cinema Ideal.

O disco está à venda em formato CD e digital, disponível no Bandcamp e demais plataformas. 

Ficha artística:
Guitarra - Manuel Dordio
Vídeo arte - Joana Linda

A cultura não para: FNAC Live Box Edition com 2 palcos, 7 concertos e entrada gratuita

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No dia 1 de outubro, Dia Mundial da Música, o Coliseu dos Recreios vai encher-se de talento para um festival único, o FNAC Live Box Edition. Num ano marcado pela suspensão dos festivais de verão, a FNAC mantém o seu compromisso em promover a cultura portuguesa, numa iniciativa que combina, entre dois palcos, nomes consagrados da música e talentos emergentes do panorama musical nacional. 

O FNAC Live Box Edition arranca às 21h no palco principal do Coliseu com o vencedor do concurso Novos Talentos FNAC 2020, Castilho, seguindo-se a atuação de Grand Sun no palco Novos Talentos. Às 21h45, é a vez dos Clã subirem ao palco principal. Segue-se a atuação de David Fonseca e, a fechar esta noite memorável, Lena D’Água. Entre as atuações destes grandes nomes da música portuguesa, Neon Soho e Maudito atuam no palco Novos Talentos. 
 
Ao longo da noite, Salvador Martinha e Inês Lopes Gonçalves vão também fazer um acompanhamento especial do festival. 
 
Para garantir a segurança de todos e seguindo as normas atuais, não haverá circulação de pessoas entre palcos, mas cada plateia terá acesso ao que se está a passar no outro palco através de uma projeção em direto. 
 
A entrada, como habitualmente, será gratuita e o Coliseu terá uma lotação de 1300 pessoas. Em breve serão divulgados todos os detalhes sobre quando e onde poderão ser levantados os bilhetes de acesso ao festival. 
 
O FNAC Live Box Edition conta com o patrocínio da Repsol, com os apoios do Sapo, Antena 3, Radar | Oxigénio, Hipnose e com o parceiro de bilheteira FNAC, o Coliseu dos Recreios.
 

Deftones - Novo álbum e Apresentação no North Music Festival a 21 de Maio

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Finalmente, é chegado o dia do lançamento do novo álbum discográfico dos Deftones: o tão esperado “Ohms” está agora disponível ao público. O álbum é assinado por Terry Date, produtor que trabalhou com o grupo em Around the Fur, White Pony e homónimo.
“Ohms” é o disco sucessor de Gore (2016) e, através dos singles “Ohms” e “Génesis” entretanto já disponibilizados, é perceptível que o caminho escolhido pela banda remete para a sonoridade do seu passado, como era de se esperar pela parceria com o produtor Date.
Chino Moreno já teceu comentários sobre o novo álbum de estúdio dos Deftones e reforçou a necessidade da banda continuar a desafiar-se criativamente: “Há pequenas coisas que tentámos fazer e que têm o objectivo de separação com o que já foi feito no passado”.

Chino Moreno refere que “Ohms” é um álbum  inequivocamente Deftones, pois a banda continua a expandir-se e a construir com base nas suas raízes e no seu próprio ADN. «Escrever e formatar uma canção não é difícil. Mas penso que é mais ou menos tentar não cair nessas fórmulas e apenas repetir as coisas que se fizeram no passado. Mesmo antes de fazermos isto, a cada entrevista que eu dava, perguntavam-me: ‘Como é que é o novo disco? Parece-te o White Pony? Será que soa assim?’ Acho que não. Acho que se tivesse de escolher um disco, provavelmente poderia encontrar um que soasse mais parecido. Obviamente, vai haver elementos. Penso que ainda somos nós, e a minha voz continua a ser a minha voz. Todos nós temos as nossas próprias características. Penso que quando se ouve uma canção dos Deftones, pode dizer-se que somos nós, mas a ideia é expandir o que fizemos no passado, para que isso possa ser um desafio».
O vocalista afirmou também que os Deftones não tentaram reinventar-se completamente em “Ohms”, mas sublinha: «Há pequenas coisas que eu penso que tentámos fazer para o separar do que fizemos no passado. Esses são os desafios, e com cada registo essa parte fica um pouco mais difícil. Quanto mais coisas se tem no paladar, mais fácil é repetir algumas dessas coisas. Portanto, a ideia é tentar chegar a outro paladar aqui e ali, e sacar coisas de diferentes influências».
Deftones marcam presença no North Music Festival, concretamente no dia 21 de Maio de 2021, onde, claro está, incluirão a apresentação do novo álbum no seu espetáculo.

Está quase a chegar o Lisboa na Rua

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Lisboa na Rua está de regresso, animando a cidade com cinema, música, teatro e dança, mas este ano com um programa um pouco diferente e com algumas regras.
 
Escolhemos espaços e locais da cidade que permitam manter a devida distância e com acesso limitado para podermos, assim, regressar devagar à cidade, e celebrar a cultura ao ar livre e em segurança, através de uma programação multidisciplinar entre 13 de agosto e 27 de setembro. A entrada é gratuita em todos os eventos, mas sujeita, obrigatoriamente, a inscrição ou levantamento prévio de bilhete.
 
Abrimos o programa com o Festival Política (que normalmente acontece em abril) no Cinema São Jorge que apresenta propostas variadas durante 4 dias (entre 13 e 16 de agosto), num convite à reflexão sobre a temática do Ambiente e do desenvolvimento sustentável, no ano em que Lisboa é a Capital Verde Europeia.
 
Celebramos também a Capital Verde com a estreia de “Outro Olhar”, uma instalação artística da dupla de artistas Luke Egan e Pete Hamilton (do Reino Unido), que se destacou pela sua inovação no panorama internacional de arte urbana e que durante um mês dará vida às árvores um pouco por toda a cidade
 
Em setembro assinalamos um aniversário muito especial, os 70 anos de Jorge Palma, com um concerto exclusivo que será transmitido online no Facebook da Câmara Municipal de Lisboa e EGEAC – Cultura na Rua, no dia 12, pelas 21h30. Neste espetáculo, intitulado “70 Voltas ao Sol”, o cantor, compositor e músico estará ao piano, acompanhado por uma pequena orquestra e com Cristina Branco e Dead Combo, como convidados.
 
Ainda antes, nos primeiros dias de setembro, continuamos a celebrar Amália, dando voz à diva maior do Fado, desta vez no grande ecrã com “Amália no Cinema”, um ciclo de cinema no jardim do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta. Quatro filmes protagonizados por Amália e comentados, ao vivo, por vários convidados.
 
O jardim do Museu de Lisboa, será igualmente palco para o Dançar a Cidade. Um desafio para experimentar vários estilos de dança, ao ar livre e a solo, que se estende ao Palácio Baldaya (em Benfica), todos os domingos de setembro.
 
Na Estufa Fria apresentamos, especialmente para os mais novos, mais uma das Antiprincesas, dando a conhecer, desta vez, a médica feminista Beatriz Ângelo em histórias dramatizadas com sessões de manhã e à tarde, durante todos os fins de semana também do mês de setembro.
 
Ainda no âmbito da Capital Verde Europeia, o festival Lisboa Soa (24 a 27 de setembro) ocupará vários locais da cidade com esculturas sonoras, e a comunidade de leitura em espaços verdes Ecotemporâneos instala-se na Quinta da Alfarrobeira (em São Domingos de Benfica), para mais duas sessões à volta dos livros, desta vez protagonizadas por Jorge Silva Melo (29 de agosto) e Gisela João (27 de setembro).
 
Nesta edição do Lisboa na Rua reservamos música clássica para todos, com a Orquestra Gulbenkian e os seus Solistas a interpretarem obras intemporais em três concertos de entrada gratuita. Continuamos também a aliar a cultura à descoberta de novos lugares e é a isso mesmo que convida a Open House, este ano num novo formato, com um programa de passeios sonoros realizado apenas no exterior.
 
Entre agosto e setembro o Lisboa na Rua convida ainda a ver Cinema no Estendal, a desfrutar dos festivais Bairro em FestaFUSOLisboa Mágica e Chapéus na Rua ou a ouvir música experimental nas Noites de Verão da Galeria Quadrum (em Alvalade) e também no espaço O’Culto da Ajuda com Formações Extraordinárias.
 
Este ano a ilustração do programa tem a assinatura de AKA Corleone (alter ego de Pedro Campiche), numa combinação original de cores, personagens e formas que caracterizam este artista visual natural de Lisboa.
 
Toda a programação em www.culturanarua.pt 

Museu Nacional da Música: Próximos eventos no Museu Nacional da Música

lotação da sala será restringida às primeiras 20 pessoas que fizerem uma reserva pelo email extensao.cultural@mnmusica.dgpc.pt ou, das 11h às 17h, pelo telefone 217710990. APENAS as reservas efectuadas através destes dois contactos serão consideradas válidas.
O uso de máscara é obrigatório e garantiremos todas as normas de distanciamento social e higienização do espaço.
Excertos dos recitais serão gravados e apresentados online, no instagram e facebook do museu.   
 
Estas regras seguirão sempre as recomendações da DGS à data dos concertos estando, por isso, sujeitas a alterações de última hora.
PRÓXIMOS CONCERTOS:
 

QUINTA-FEIRA, 27 DE AGOSTO ÀS 16:00 – 17:00

Entre 1 Sopro -  O bilhete do museu dá acesso ao concerto

 

QUINTA-FEIRA, 3 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 18:00 – 19:00

A Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música apresenta:Recital de guitarra clássica | Yuri Marchese - Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ 

 

SEXTA-FEIRA, 4 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 17:00 – 18:00

Pianista Fernanda Canaud - Música no Museu - Entrada Livre

SEXTA-FEIRA, 11 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 17:00 – 18:00

 

 

Trio de Harpas - Música no Museu / XV RioHarpFestival - Entrada Livre

QUINTA-FEIRA, 24 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 16:00 – 17:00

 

 

Recital de piano | Anne Kaasa - O bilhete do museu dá acesso ao concerto

 
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QUINTA-FEIRA ÀS 16:00 – 17:00

Entre 1 Sopro

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Entre 1 Sopro é um grupo constituído por três músicos instrumentistas – clarinete, guitarra e percussão – que procura recriar, dentro da sua própria visão musical, um ambiente dirigido principalmente à música lusófona, nomeadamente música popular e tradicional portuguesa, brasileira e luso-africana.
Oriundos de diferentes pontos do país – Figueira da Foz, Cadaval e Alcobaça – os músicos interagem a partir de diferentes experiências culturais adquiridas durante o seu percurso musical e artístico.
https://www.facebook.com/Entre-um-Sopro-164549480911286/
O bilhete do museu dá acesso ao concerto.
 
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QUINTA-FEIRA, 3 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 18:00 – 19:00

A Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música apresenta:Recital de guitarra clássica | Yuri Marchese

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https://www.yurimarchese.com/
https://www.youtube.com/user/Yuriclassicalguitar
https://www.instagram.com/yurimarchese/

 

Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ |

 

Yuri Marchese nasceu em Vitória, capital do estado brasileiro do Espirito Santo. Realizou o Mestrado em Música pela Universidade de Aveiro e é Licenciado em Música pela Universidade Estadual de Londrina Paraná, Brasil. Estudou com Paulo Vaz de Carvalho (UA), Fabio Zanon (SP), Inácio Rabaioli (UEL) e Natanael Fonseca. Realizou sua primeira turnê no exterior aos 22 anos e já se apresentou em importantes cidades no Brasil, em Portugal, na Espanha e na República Tcheca.
Conquistou diversos prémios, com destaque para o 1º Lugar no IX Concurso Jovens Músicos-Música no Museu (Rio de Janeiro, 2017), 1º Lugar e melhor intérprete de música portuguesa no Concurso Internacional de Guitarra de Leiria (Portugal, 2017), 1º lugar no VII concurso FITO (SP, 2012), 2º lugar no X Concurso Nacional Villa-Lobos (Vitória, 2013), 2º lugar no I Concurso Terras de Santo Estevão (Portugal, 2015), entre outros. Entre 2010 e 2014 foi bolsista do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, São Paulo.
Participou de vários festivais e séries internacionais de concerto como o Música no Museu (Rio de Janeiro), Violão no Brincante (São Paulo), Toriba Musical (Campos do Jordão), Festival de Música de Londrina, Série Palcos Musicais, Young Prag Festival (CZ), Festival Ponto de Guitarra (Vila Real), Irmão Violão (Aveiro, Porto e Vila Real) e Zêzere Arts Festival (Tomar).
Atua como professor há mais de dez anos priorizando o ensino em regime particular, mas em Portugal colaborou com o Conservatório Regional de Coimbra, Conservatório de Música de Coimbra, Conservatório David de Souza em Figueira da Foz e com a Escola de Música Nossa Senhora do Cabo.
Reside atualmente em Lisboa e iniciará em outubro o doutoramento em Música pela Universidade de Évora.

 

PROGRAMA:


Fernando Sor (1778 - 1839) - Introdução e Variações sobre um tema de Mozart, Op. 9

Mauro Giuliani (1781 - 1829) - Sonata Op. 15
I. Allegro Spiritoso
II. Adagio
III. Finale

Francisco Tárrega (1852 - 1909) - Capricho Árabe

Joaquin Turina (1882 - 1949) - Fandanguillo

Manuel Ponce (1852 - 1909) - Sonatina Meridional
I. Campo
II. Copla
III. Fiesta

 

Fotografia: José Manuel Russo

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SEXTA-FEIRA, 4 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 17:00 – 18:00

Pianista Fernanda Canaud - Música no Museu

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Entrada livre

Projecto MÚSICA NO MUSEU
Organização e direcção: Sérgio da Costa e Silva

 

Programa

Beethoven, Bach e compositores brasileiros



FERNANDA CANAUD, pianista brasileira, é Doutora em Música pela UNIRIO. Trabalhou na organização e fundação da Escola Superior de Música da Universidade Cândido Mendes (Nova Friburgo) e foi sua primeira diretora de 2001 até 2004. Leccionou piano nas Universidades: UNIRIO (RJ) e UNINCOR em Leopoldina (MG) UCAM (NF). Desde 2000, é professora de piano e música de câmara nos cursos Técnico e Básico da Escola de Música Villa-Lobos (RJ).
Paralelamente às suas actividades académicas, actua intensamente como solista, camerista e concertista, sempre interessada na divulgação da música brasileira clássica e popular. Realizou concertos com diversas orquestra brasileiras. No exterior, através do projeto brasileiro Música no Museu, apresentou recitais de piano em Paris, Amsterdão, Todi, Londres, Leeds, Lisboa, Alcobaça, Coimbra, Madrid, Bilbao, Bogotá e diversas cidades dos EUA. Tem 8 CD lançados, por diversas editoras, entre os quais três pela editora Biscoito Fino, além da Obra completa para violoncelo e piano de Radamés Gnattali, pela editora Rádio MEC/ IMS. Em 2016 lançou um DVD nos Estados Unidos pela editora Majestic Mews (EUA): gravação de um recital ao vivo em Las Vegas, com repertório de Música clássica brasileira.
Tem extenso material publicado em vídeo na sua página Fernanda Canaud do YouTube.
Em 2012, recebeu a Medalha da Ordem do Mérito Cultural Carlos Gomes (SP, 2012).
Além de suas atividades como mestre e intérprete, desde Abril de 2017 que actua como directora artística do Projecto de concertos “Domingos Clássicos Internacionais” da Sala Municipal Baden Powell – Rio de Janeiro.
Em 2018 fez a sua estreia no cinema, tocando na banda sonora da longa metragem ANTES QUE EU ME ESQUEÇA, de Tiago Arakilian (filme premiado em diversos Festivais Internacionais, com música original de Caio Márcio Santos).
Em 2019, após uma bem sucedida digressão pela Europa e Líbano, com o projecto MÚSICA NO MUSEU, estabelece-se em Portugal, como pianista acompanhadora e professora da Escola Profissional de Artes da Covilhã - EPABI. Em Julho de 2020, realizou quatro apresentações de concertos clássicos pedagógicos para as famílias nos JARDINS DA COVILHÃ, com o apoio da Câmara Municipal.  



SEXTA-FEIRA, 11 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 17:00 – 18:00

Trio de Harpas - Música no Museu / XV RioHarpFestival

 

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Entrada Livre

 

Projecto MÚSICA NO MUSEU
Organização e direcção: Sergio da Costa e Silva e colaboração do XV RioHarpFestival

 

Trio de Harpas de CLAIRE LE FUR, FLORENCE VIGNER e ALESSANDRA MAGRINI 

PROGRAMA


Haendel, Vivaldi, Bach, Gretry, Tchaikovky

 

CLAIRE LE FUR: harpa
Trabalhou na École Normale de Musique de Paris com Micheline KAHN, Marie-Claire JAMET e Catherine MICHEL: em 1983, para obter o diploma de melhor desempenho (por unanimidade com parabéns do júri) e, em 1984, o diploma de Música de Câmara, o mais alto de Concertist. Trabalhou simultaneamente com Lily LASKINE e Elisabeth FONTAN-BINOCHE em Nice. Desde 1993 que organiza o "Harp Days no Caribe e na Guiana", a cada ano reunindo diferentes artistas em torno deste instrumento.
Participou como harpista clássica em muitos recitais e concertos de música de câmara, por todo o mundo. Gosta de misturar a harpa com disciplinas artísticas de origens muito diferentes (cinema, teatro, poesia, etc.).

FLORENCE VIGNER: harpa
Tem tido profícua convivência com outras culturas musicais, tocando com intérpretes tradicionais de origens diversas: bretões, irlandeses, sul-americanos, africanos, etc.
Em 2007, ingressou no grupo Riituya Shamani, cujas composições são povoadas por sons inspirados nas culturas actuais e ancestrais, onde harpas, percussão e vozes abrem as portas para um universo onírico.
Toca em ensembles de música de câmara, harpa, música antiga ou tradicional e trabalha compositores contemporâneos.

ALESSANDRA MAGRINI: harpa
Nascida em Génova, Itália, Alessandra iniciou oss estudos musicais no Conservatório de Música "Nicolo Paganini" de Génova, onde recebeu um Diploma em Harpa. Continuou os estudos musicais em França com as harpistas Catherine Michel (solista de harpa na Ópera de Paris) e Elisabeth Fontan-Binoche, obtendo, com honras, um diploma em Harp Performance no Conservatório de Música de Antibes
Paralelamente, formou-se com distinção em Literatura Moderna pela Universidade de Génova.
Obteve o primeiro prémio em música de câmara no Conservatório de Paris-Boulogne.
Alessandra é especialista no método Suzuki no Instituto Internacional Suzuki de Turim (Itália) e obteve, recentemente, o primeiro prémio no concurso internacional de harpas da Ufam em Paris.
Actualmente é chefe de estudos de harpa no Conservatório de Música Grasse, em França.
Alessandra colabora regularmente com a Orquestra Filarmónica de MonteCarlo, a Orquestra Filarmónica da Ópera de Nice e com a região de Orchester de Cannes. Gravou dois CDs de música contemporânea (selos Dynamic & Arts) com diferentes conjuntos e participou da gravação das obras-primas de Debussy com a Orchester Philharmonique de Monte Carlo.
Actua regularmente como músico de câmara e faz parte do Artemisia Trio com a flautista colombiana Tânia Castro e a violista espanhola Inès Lopez,
Toca também num ensemble de harpa e quinteto. Como artista convidada em importantes festivais e temporadas, apresenta-se regularmente na Europa, EUA, Canadá, Líbano, Martinica, Guadalupe, Dominique, China, com destaque para o Festival Mundial de Harpa em Hong Kong em 2017 e o XVII Festival do Rio de Janeiro com o Trio Artemisia.
É a directora artística do Festival Internacional de Harpa da Riviera Francesa e membro de um júri regularmente convidado para concursos e conservatórios de música em todo o país. Lecciona aulas de Mestrado em França e na Itália

 

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QUINTA-FEIRA, 24 DE SETEMBRO DE 2020 ÀS 16:00 – 17:00

 

 

 

Recital de piano | Anne Kaasa

Anne Kaasa Foto cores 8 © Duarte Amaral Netto.jpg
 
O bilhete do museu dá acesso ao concerto.
BEETHOVEN E CHOPIN
Anne Kaasa, piano
 
PROGRAMA
LUDWIG VAN BEETHOVEN
(1770-1827)

Sonata em Ré Maior, op. 10, nº 3
Presto
Largo e mesto
Menuetto, Allegro
Rondo, Allegro
 
FRÉDÉRIC CHOPIN
(1810-1849)
Improviso em Sol bemol Maior, op 51
Fantasia-Improviso em Dó sustenido menor, op. 66
Estudo em Mi Maior, op. 10, nº 3
Estudo em Dó sustenido menor, op. 10 nº 4
Polaca-Fantasia em Lá bemol Maior, op. 61
 
Anne Kaasa, pianista
Pianista norueguesa, radicada em Portugal, Anne Kaasa é caracterizada pela revista musical francesa Le Monde de la Musique como “uma pianista que se destaca no abundante mundo de solistas pela profundidade das suas interpretações, pela fluidez do seu discurso musical e pela delicadeza do seu toucher”.
A sua actividade de solista levou-a a tocar em salas como Wigmore Hall (Londres), Grande Auditório da Fundação Gulbenkian e de CCB (Lisboa), Auditorio Nacional (Madrid), Ateneu Romano (Bucareste), Palácio Sheremetev (S. Petersburgo), Bartók Memorial, Museu Liszt (Budapest) Troldhaugen Grieg Museum (Bergen) e em festivais internacionais como Ljubliana Festival, Nuits pianistiques de Aix-en-Provence, Festival de Maputo, Vestfold Festspillene, Festival da Costa do Estoril, Festival da Madeira, Festival de Coimbra e Dias de Música no CCB.
Apresentou-se como solista com orquestras entre as quais a Orquestra Gulbenkian, Orquestra de la Comunidad de Madrid, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional do Porto, Orquestra de Craiowa, Orquestra de Granada, Orquestra de Timisoara, e Orquestra de Câmara de Florença.
Anne Kaasa colaborou com muitos compositores actuais e estreou várias obras dos mesmos, entre os quais: António Pinho Vargas, Philippe Fénelon, Clotilde Rosa, Sérgio Azevedo, Amilcar Vasques Dias, Pedro Faria Gomes, e Kjell Mørk Karlsen. Com a Orquestra Gulbenkian e o Maestro José Ramon Encinar fez a estreia absoluta do Concerto nº 2 para piano e orquestra do compositor francês Philippe Fénelon, que lhe foi dedicado. Estreou também “...von fremden ländler...” para piano solo e orquestra de António Pinho Vargas, com a Orquestra Gulbenkian e o Maestro Yu Feng.
Mantém uma grande actividade de música de câmara, tendo colaborado com imensos músicos, entre os quais os violoncelistas Truls Mørk e Maria José Falcão e os violinistas Arve Tellefsen e Ragnhild Hemsing. É professora de piano na Escola de Música do Conservatório Nacional de Lisboa.
As suas gravações de obras de Grieg e Ravel para as editoras EMI Classics, Grave e Saphir foram muito elogiadas pela crítica musical internacional. Na área da música contemporânea gravou obras de Clotilde Rosa para La má de Guido e MISO Records. O seu CD Debussy (Saphir 2011) recebeu também excelentes críticas na imprensa musical francesa e na Radio France, inclusive a distinção de 5 Diapasons na prestigiada revista Diapason.