Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Comemorações do Dia Nacional do Azulejo | Visitas e conferência sobre património azulejar do concelho de Palmela com o Dr. José Meco

 

 

Comemorações do Dia Nacional do Azulejo

Município de Palmela promove duas visitas/conferência temáticas sobre património azulejar

 

 

No âmbito das comemorações do Dia Nacional do Azulejo, assinalado a 26 de maio, o Município de Palmela promove duas visitas/conferência temáticas sobre o património azulejar de Palmela, orientadas pelo Dr. José Meco.

A conferência “A produção azulejar de Maria Keil para a Colónia de Férias da EDP, em Palmela” decorre às 10h30, na Colónia de Férias da EDP, em Palmela (Estrada Nacional 379) e, mais tarde, às 15h30, a antiga Estação Ferroviária de Pinhal Novo (em musealização) acolhe a conferência/visita “Os azulejos da antiga Estação de Caminhos de Ferro de Pinhal Novo, no contexto da épica e da arquitetura ferroviária”.

Com entrada gratuita, a participação nas visitas/conferência está sujeita a inscrição prévia, entre 21 e 24 de maio, através do e-mail patrimonio.cultural@cm-palmela.pt ou do telf. 212336640.

 

 

Empregos do futuro em discussão no Porto

 

Quarta edição da conferência Porto Tech Hub repleta de público e ideias inovadoras

Os empregos do futuro estão nas mãos da tecnologia

Ao longo desta sexta-feira, 18 de maio, o Centro de Congressos da Âlfandega do Porto recebeu a quarta edição da Porto Tech Hub Conference. Perante os olhares atentos de mil pessoas, 18 oradores nacionais e internacionais debruçaram-se sobre “os empregos do futuro e a tecnologia”, temática comum a todas as talks do evento.

Quão distante nos parece o futuro? Apesar de uma resposta poder parecer demasiado hipotética, ninguém deve estar tão perto de o saber como aqueles que, diariamente, a ele se dedicam. Foi assim que, de mente aberta, o público recebeu, ouviu e discutiu as ideias apresentadas em dois palcos distintos (Techs e Trends) nas 17 talks do PTH18.

Ao longo do dia, percebemos que há vida para além das linhas de código, algo exemplificado de forma prática através de exemplos como o facto de o tráfego urbano poder beneficiar do cruzamento de informações, tema explorado por John Fitzgerald, diretor da escola de computação de Universidade de Newcastle. Melinda Seckington, diretora técnica na Future Learn e blogger (missgeeky.com) revelou a importância de valores “heróicos” para os programadores e Francisco Caldas, da Microsoft, explorou de forma original o “futuro digital” do ponto de vista das empresas.

Se há algo que a maior conferência de tecnologia do Porto nos ensinou, é que são vários os caminhos a ser explorados, neste momento, no que à evolução tecnológica diz respeito. Porém, se os caminhos parecem seguir direções díspares, houve algo que pareceu cruzar todos os caminhos: a necessidade de implementar um sistema de trabalho “multidisciplinar”, que constitui, ao mesmo tempo, num dos desafios mais importantes a superar.

"Know your people" foi o mote lançado às empresas por Torben Schwellnus e Hélder Martins, da XING e Kununu, respectivamente. As empresas começam a notar que o mais importante é investir “em conhecer as pessoas e não gastar recursos em eventos supérfluos”. E o que as pessoas, ou os trabalhadores, neste caso, mais valorizam é uma liderança séria, boas condições de trabalho e possibilidades de progressão.

Hoje, o futuro deixou de parecer tão incerto. Algo que é certo, porém, é o regresso da Porto Tech Hub Conference para uma quinta edição, em 2019.

A Porto Tech Hub Conference foi criada, em 2015, pela associação que lhe dá nome e que, por sua vez, foi fundada pela Farfetch, Blip e CRITICAL Software, e tem como missão colocar o Porto na rota tecnológica internacional.

Conferência: "Marquês de Pombal: um inspirador para o empreendedorismo no século XXI"

2f918064-72f5-4c7a-ac0a-f979eb9ad0f8.jpg

 

Marquês de Pombal: um inspirador para o empreendedorismo no século XXI


Conferência comemorativa
do 319º Aniversário do Marquês de Pombal




Quinta-feira | 17 de Maio | 19h30

Palácio Marquês de Pombal, Oeiras



Entrada livre mediante inscrição
no seguinte formulário: https://bit.ly/2KFOtlT



 
Comunicações
 
«MARQUÊS DE POMBAL E A GOVERNANÇA EMPREENDEDORA SUSTENTÁVEL»
Por Miguel Pereira Lopes
Professor no ISCSP/UTL, onde é Coordenador da Unidade de Coordenação de Gestão de Recursos Humanos.
Representante Nacional de Portugal na European Academy of Management

«SÍMBOLOS, FILOSOFIA NATURAL E VISÃO DO MUNDO EM MARQUÊS DE POMBAL»
Por Paulo Alexandre Loução
Investigador do Instituto Internacional Hermes
Director da Nova Acrópole Oeiras-Cascais
 

 
 
Mais informações:
oeiras-cascais@nova-acropole.pt

"Com Arte e com Alma" | 8 de maio, Igreja de Alhos Vedros

2ª edição do Ciclo de conferências/conversas

“Com Arte e com Alma. Serões com o nosso Património”

 

SÉTIMA CONFERÊNCIA/CONVERSA (última sessão)

08 de maio de 2018 (3ªf), Igreja de São Lourenço, Alhos Vedros (Moita), 21h15

image001.jpg

 

A histórica igreja de São Lourenço de Alhos Vedros acolherá, no próximo dia 8 de maio de 2018, pelas 21h15, a 7ª e última sessão do ciclo de conferências/conversas “Com Arte e com Alma. Serões com o nosso Património” (2ª edição). A história da igreja paroquial e do conjunto de azulejos barrocos que a integra serão os temas das comunicações a apresentar nesta sessão.

 

A primeira intervenção da noite intitula-se “Igreja de São Lourenço de Alhos Vedros. Algumas notas históricas” e será proferida pelo padre Carlos F. Póvoa Alves. Pároco de Alhos Vedros desde 1969, foi professor de História do 2º ciclo e é um conhecedor desta igreja e da história local, tendo publicado, entre outros textos, o livro “Subsídios para a história de Alhos Vedros” (em duas partes).

 

Seguidamente, a Prof. Doutora Maria Alexandra Trindade Gago da Câmara apresentará a comunicação  “O azulejo como ornamento barroco: Espaço e figuração na igreja de São Lourenço de Alhos Vedros (Moita)”, onde procurará analisar e dar a conhecer o programa iconográfico da Igreja de Alhos Vedros, avaliando a sua integração no espaço da igreja e  descodificando leituras. A investigadora abordará ainda a temática do azulejo enquanto agente modificador do espaço edificado, a sua interpretação enquanto obra de arte, objeto artístico e documento histórico, entre outras questões.

Maria Alexandra Trindade Gago da Câmara é Historiadora de Arte, tendo-se doutorado em História de Arte Moderna na Universidade Aberta, onde é Professora Auxiliar e vice-coordenadora do Mestrado em Estudos do Património. É investigadora integrada do Centro de História da Arte e Investigação Artística (CHAIA) da Universidade de Évora. Tem como principais áreas de trabalho os séculos XVII  e XVIII nas Artes Decorativas, Iconografia, Cenografia, Arquitetura civil e História Urbana, destacando-se a Azulejaria. Neste âmbito tem publicado diversos estudos e livros e realizado conferências no estrangeiro e em Portugal.

 

A sessão, de entrada livre, terá lugar no próximo dia 8 de maio de 2018, pelas 21h15, na igreja de São Lourenço de Alhos Vedros.

 

Mais informações:

www.artesacra.diocese-setubal.pt

www.facebook.com/artesacra.diocesesetubal

artesacra@diocese-setubal.pt

 

O que é o Arquivo? - 18, 19 e 20 de abril, na Cinemateca Portuguesa

e2e443e8-965b-4819-8fb0-be911557a9a7.jpg

 

Dias 18, 19 e 20 de abril

O que é o Arquivo?
sessões de cinema e conferências na Cinemateca Portuguesa

O segundo Laboratório do Ciclo de Encontros O que é O Arquivo? realiza-se nos dias 18, 19 e 20 de abril, a partir das 18h00, na Cinemateca Portuguesa, e é organizado pelo Arquivo Municipal de Lisboa-Videoteca, em parceria com a Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema. Três dias com sessões de cinema e mesas redondas, dedicados ao tema das relações entre Cinema e Arquivo e com entrada gratuita (com excepção da sessão de dia 18 de abril, às 21h30, na qual se aplica o preçário habitual da Cinemateca).

Após uma primeira edição, em 2017, dedicada aos cruzamentos entre Arte Contemporânea e Arquivo, este segundo Laboratório - com programação de Inês Sapeta Dias, Joana Ascensão e Susana Nascimento Duarte - tem como objetivo debater as relações que se estabelecem hoje entre as imagens em movimento e os modos do seu arquivamento e as deslocações na forma fílmica que daí decorrem no contexto da criação.

Cada sessão é composta por projeção de filmes seguida das intervenções de cineastas, investigadores, programadores e arquivistas. Os filmes, ponto de partida de cada sessão, permitem enraizar a discussão numa observação do modo como as relações entre Cinema e Arquivo afetam a forma e a prática fílmica. O programa inclui importantes obras como Perfect Film, de Ken Jacobs (1986), A Movie, de Bruce Conner (1958), uma versão de YouTube Trilogy, de James Benning (2010), Arbeiter verlassen die Fabrik, de Harun Farocki (1995), The Pixelated Revolution, de Rabih Mroué (2012), Journal No. 1 - An Artist’s Impression, de Hito Steyerl (2007), Found, Found, Found, de Dirk de Bruyn (2014), Black Code/Code Noir, de Louis Henderson (2015) e Pieces and Love all to Hell, de Dominic Gagnon (2011).

Para o debate, fazem parte do painel de convidados: Eric de Kuyper (cineasta e arquivista), responsável pelo lançamento Bits and Pieces, de que mostrará exemplos, Tiago Baptista (diretor do ANIM), Manuel Mozos (cineasta), Susana de Sousa Dias (cineasta), Christa Blümlinger (investigadora e professora de Cinema e Audiovisual em Paris 8), Jürgen Bock (diretor da Maumaus), Nuno Lisboa (director do Doc's Kingdom), Inhabitants (artistas), Lara Baladi (fotógrafa e artista multimédia) e Jonathan Beller (professor no Pratt Institute e teórico do cinema), que estará pela primeira vez em Portugal.

Dentro dos temas abordados estão o trabalho com imagens pré-existentes e o paralelismo entre esse trabalho na prática fílmica e nos arquivos do cinema; as práticas arqueológicas que, no cinema, trabalham sobre os campos cegos do arquivo e mostram que este é também feito de buracos, ausências, destruições, esquecimentos; a ação disciplinar da programação e as práticas que operam para a subversão do princípio programático do Arquivo e do Cinema.

No dia 19, realiza-se ainda o lançamento do livro O que é o arquivo? Laboratório 1: Arte / Arquivo, a propósito do primeiro momento O que é o Arquivo?, realizado em 2017, cujo local e hora será anunciado em breve.

 

PROGRAMA

18 | 19 | 20 ABRIL 2018

18 ABRIL, 4ª feira

18h00 – 21h00 | MESA DE TRABALHO 1. APROPRIAÇÃO

Projeção de:
Perfect Film, Ken Jacobs, 1986, 22’
A Movie, Bruce Conner, 1958, 12’
YouTube Trilogy (versão), James Benning, 2010, 33’
seguida das intervenções de Eric de Kuyper (com projeção de Bits and Pieces), Tiago Baptista e Manuel Mozos

21h30 | Sans Soleil, Chris Marker, 1984, 104’

 

19 ABRIL, 5ª feira
18h00 – 21h00 | MESA DE TRABALHO 2. ARQUEOLOGIA

Projeção de:
Arbeiter verlassen die Fabrik, Harun Farocki, 1995, 36’
The Pixelated Revolution, Rabih Mroué, 2012, 22’
Journal No. 1 - An Artist’s Impression, Hito Steyerl, 2007, 21’

seguida das intervenções de Susana de Sousa Dias, Christa Blümlinger e Jürgen Bock

Lançamento do livro O que é o arquivo? Laboratório 1: Arte / Arquivo (local e hora a confirmar)
 

20 ABRIL, 6ª feira
18h00 – 21h00 | MESA DE TRABALHO 3. PROGRAMAÇÃO

Projeção de:
Found, Found, Found, Dirk de Bruyn, 2014, 18’
Black Code/Code Noir, Louis Henderson, 2015, 20’
Pieces and Love all to Hell, Dominic Gagnon, 2011, 61’
seguida das intervenções de Nuno Lisboa, Inhabitants (vídeo conferência), Lara Baladi
 

21h30
Constant - Association pour l'Art et les Médias (vídeo conferência) e Jonathan Beller
 

O que é o Arquivo? Laboratório 2: Cinema | Arquivo
O ciclo de encontros O que é o Arquivo? organiza-se anualmente através de Laboratórios, encontros de trabalho e de discussão, onde, de cada vez, esta pergunta é colocada a partir de práticas e saberes visuais particulares, e de campos de trabalho e de investigação específicos.

Está hoje em curso um intenso debate sobre as consequências das transformações tecnológicas para a gestão arquivística e para a preservação da memória. A transição para um paradigma digital supõe, no entanto, uma destabilização epistemológica mais profunda, com repercussões que vão além do eventual impacto ao nível da política arquivística. Uma transição que implica a nossa própria relação com os arquivos (pessoais e institucionais) e a sua partilha. É assim a própria noção de Arquivo, nas suas diversas acepções, comuns e especializadas, que é interpelada e de certo modo reconfigurada, quando a realidade do arquivo é literalmente posta em movimento pelo seu devir digital. Seja na sua acepção de coleção de traços do passado, de “conteúdo” de arquivo (documentos e registos propriamente ditos), de estrutura ou ordenação do material de arquivo, a digitalização veio perturbar totalmente a ordem arquivística da qual decorrem as significações desta noção. O que é, então, o Arquivo, hoje?

 

  1. APROPRIAÇÃO
    Nesta primeira mesa de trabalho, a proposta é pensar o trabalho de apropriação de imagens confrontando o trabalho desenvolvido nos arquivos do cinema e o trabalho criativo desenvolvido na prática fílmica, uma vez que as “imagens de arquivo” colocam frequentemente questões semelhantes a cineastas e arquivistas – possuem um excesso indexical e uma abertura que conduzem a uma multiplicidade de leituras e significações dependendo dos contextos em que se inserem, que arquivistas procuram classificar, e que cineastas e artistas não cessam de explorar, produzindo com frequência “Contra-Arquivos” que questionam a própria noção de Arquivo.

O impulso arquivístico no cinema é indissociável da sua vocação arqueológica, ou seja, da sua capacidade de nos elucidar sobre o próprio funcionamento do(s) arquivo(s), no sentido de Michel Foucault.
 

  1. ARQUEOLOGA
    A arqueologia é a disciplina que permite a descrição do arquivo, das regras que definem para o nosso tempo o que é dizível e visível, conservado, apropriado, reactivado, mas também o que fica de fora, o que é reativado. Uma prática arqueológica cinematográfica supõe esta capacidade descritiva do cinema, de pelos seus próprios meios servir para inquirir o arquivo audiovisual contemporâneo, ou seja, as imagens-técnicas, incluindo as do próprio cinema, que articulam o que vemos, pensamos e fazemos, através da montagem. Não se trata, pois, de operar a restituição de uma origem absoluta ou mítica para a qual apontam as imagens na sua relação com o mundo, mas de as deixar insinuarem-se como traços mais ou menos obscuros, de um impensado do seu tempo. Dão-se menos pelo que nelas é imediatamente visível do que pelo que nelas se inscreve de uma legibilidade imperceptível. É a sua suposta proveniência que se trata de interrogar e fazer diferir, como modo de assim interpelar a realidade, a história e o presente, ensaiando formas de criticamente as analisar, recompor, fazer colidir, religar e articular. Esta mesa de trabalho organiza-se em torno da arqueologia enquanto prática fílmica que procura evidenciar a riqueza e singularidade de diversos registos audio-visuais, entendidos como documentos a retrabalhar e reescrever, manifestando os contra-campos ausentes das imagens, para fazer ver coisas que não são mostradas, no limite das imagens. Permite também refletir sobre a metamorfose funcional das imagens-técnicas contemporâneas, imagens que sugerem a interatividade e possibilidade de agenciamentos nas plataformas online, nomeadamente de ordem política e ativista, que urge pensar criticamente face ao seu reverso operacional de controlo e vigilância.
     
  2. PROGRAMAÇÃO
    Se desde logo é determinante para a definição do Arquivo (de qualquer arquivo), não apenas o que está dentro ou fora dele – sendo essa seleção um reflexo das decisões sobre o que pode ou não ser visto e dito –, mas também o contexto produzido com e para os objetos/documentos arquivados, a programação torna-se um problema fundamental para a definição do Arquivo no seu encontro com o Cinema. Enquanto distribuição num espaço, mas também enquanto ordenação no tempo, a programação é uma função (diagramática, para usar o termo de Gilles Deleuze quando lê Foucault) que trabalha para colocar as imagens a funcionar de determinada maneira e num certo sentido, e que assim define, controla, orienta e dirige o que se vê e como. Trabalho que o algoritmo, série de operações que ordena a circulação das imagens em ambientes digitais, veio radicalizar: sequenciação de imagens fundada no estudo, tratamento e processamento de hábitos de consumo, a programação é hoje uma função que cada vez mais opera para prever, encaixar e manter os espectadores/utilizadores nos seus lugares – o que fará com que Jonathan Beller, numa proposta revolucionária, defina o inconsciente como um produto do cinema. Nesta mesa de trabalho propomos observar e discutir a função disciplinar da programação e dar conta das práticas que, pelos meios disponibilizados pelas tecnologias digitais, procuram subverter o princípio programático do Arquivo e do Cinema, práticas que, fazendo a crítica do Arquivo, estão a criar novos e múltiplos arquivos, mais ou menos informais, todos eles radicais.

 

ORGANIZAÇÃO Câmara Municipal de Lisboa /Arquivo Municipal de Lisboa / Videoteca
PARCERIA Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema
PROGRAMAÇÃO Inês Sapeta Dias, Joana Ascensão, Susana Nascimento Duarte

ENTRADA LIVRE (mediante levantamento de ingresso) com excepção da sessão de dia 18 de abril, às 21h30, na qual se aplica o preçário habitual da Cinemateca Portuguesa.

Todos os filmes são legendados eletronicamente e as intervenções em língua estrangeira têm tradução simultânea para Português.

INFORMAÇÕES arquivomunicipal.cm-lisboa.pt |www.facebook.com/oqueeoarquivo | tel. 218 170 433 |

www.cinemateca.pt | bilheteira: 213 596 262


//////////////

O que é o Arquivo? - 18, 19 e 20 de abril, na Cinemateca Portuguesa

e2e443e8-965b-4819-8fb0-be911557a9a7.jpg

 

Dias 18, 19 e 20 de abril

O que é o Arquivo?
sessões de cinema e conferências na Cinemateca Portuguesa

O segundo Laboratório do Ciclo de Encontros O que é O Arquivo? realiza-se nos dias 18, 19 e 20 de abril, a partir das 18h00, na Cinemateca Portuguesa, e é organizado pelo Arquivo Municipal de Lisboa-Videoteca, em parceria com a Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema. Três dias com sessões de cinema e mesas redondas, dedicados ao tema das relações entre Cinema e Arquivo e com entrada gratuita (com excepção da sessão de dia 18 de abril, às 21h30, na qual se aplica o preçário habitual da Cinemateca).

Após uma primeira edição, em 2017, dedicada aos cruzamentos entre Arte Contemporânea e Arquivo, este segundo Laboratório - com programação de Inês Sapeta Dias, Joana Ascensão e Susana Nascimento Duarte - tem como objetivo debater as relações que se estabelecem hoje entre as imagens em movimento e os modos do seu arquivamento e as deslocações na forma fílmica que daí decorrem no contexto da criação.

Cada sessão é composta por projeção de filmes seguida das intervenções de cineastas, investigadores, programadores e arquivistas. Os filmes, ponto de partida de cada sessão, permitem enraizar a discussão numa observação do modo como as relações entre Cinema e Arquivo afetam a forma e a prática fílmica. O programa inclui importantes obras como Perfect Film, de Ken Jacobs (1986), A Movie, de Bruce Conner (1958), uma versão de YouTube Trilogy, de James Benning (2010), Arbeiter verlassen die Fabrik, de Harun Farocki (1995), The Pixelated Revolution, de Rabih Mroué (2012), Journal No. 1 - An Artist’s Impression, de Hito Steyerl (2007), Found, Found, Found, de Dirk de Bruyn (2014), Black Code/Code Noir, de Louis Henderson (2015) e Pieces and Love all to Hell, de Dominic Gagnon (2011).

Para o debate, fazem parte do painel de convidados: Eric de Kuyper (cineasta e arquivista), responsável pelo lançamento Bits and Pieces, de que mostrará exemplos, Tiago Baptista (diretor do ANIM), Manuel Mozos (cineasta), Susana de Sousa Dias (cineasta), Christa Blümlinger (investigadora e professora de Cinema e Audiovisual em Paris 8), Jürgen Bock (diretor da Maumaus), Nuno Lisboa (director do Doc's Kingdom), Inhabitants (artistas), Lara Baladi (fotógrafa e artista multimédia) e Jonathan Beller (professor no Pratt Institute e teórico do cinema), que estará pela primeira vez em Portugal.

Dentro dos temas abordados estão o trabalho com imagens pré-existentes e o paralelismo entre esse trabalho na prática fílmica e nos arquivos do cinema; as práticas arqueológicas que, no cinema, trabalham sobre os campos cegos do arquivo e mostram que este é também feito de buracos, ausências, destruições, esquecimentos; a ação disciplinar da programação e as práticas que operam para a subversão do princípio programático do Arquivo e do Cinema.

No dia 19, realiza-se ainda o lançamento do livro O que é o arquivo? Laboratório 1: Arte / Arquivo, a propósito do primeiro momento O que é o Arquivo?, realizado em 2017, cujo local e hora será anunciado em breve.

 

PROGRAMA

18 | 19 | 20 ABRIL 2018

18 ABRIL, 4ª feira

18h00 – 21h00 | MESA DE TRABALHO 1. APROPRIAÇÃO

Projeção de:
Perfect Film, Ken Jacobs, 1986, 22’
A Movie, Bruce Conner, 1958, 12’
YouTube Trilogy (versão), James Benning, 2010, 33’
seguida das intervenções de Eric de Kuyper (com projeção de Bits and Pieces), Tiago Baptista e Manuel Mozos

21h30 | Sans Soleil, Chris Marker, 1984, 104’

 

19 ABRIL, 5ª feira
18h00 – 21h00 | MESA DE TRABALHO 2. ARQUEOLOGIA

Projeção de:
Arbeiter verlassen die Fabrik, Harun Farocki, 1995, 36’
The Pixelated Revolution, Rabih Mroué, 2012, 22’
Journal No. 1 - An Artist’s Impression, Hito Steyerl, 2007, 21’

seguida das intervenções de Susana de Sousa Dias, Christa Blümlinger e Jürgen Bock

21h00 | Lançamento do livro O que é o arquivo? Laboratório 1: Arte / Arquivo, em parceria com a editora Sistema Solar, na livraria Linha de Sombra (na Cinemateca Portuguesa).

20 ABRIL, 6ª feira
18h00 – 21h00 | MESA DE TRABALHO 3. PROGRAMAÇÃO

Projeção de:
Found, Found, Found, Dirk de Bruyn, 2014, 18’
Black Code/Code Noir, Louis Henderson, 2015, 20’
Pieces and Love all to Hell, Dominic Gagnon, 2011, 61’
seguida das intervenções de Nuno Lisboa, Inhabitants (vídeo conferência), Lara Baladi
 

21h30
Constant - Association pour l'Art et les Médias (vídeo conferência) e Jonathan Beller
 

O que é o Arquivo? Laboratório 2: Cinema | Arquivo
O ciclo de encontros O que é o Arquivo? organiza-se anualmente através de Laboratórios, encontros de trabalho e de discussão, onde, de cada vez, esta pergunta é colocada a partir de práticas e saberes visuais particulares, e de campos de trabalho e de investigação específicos.

Está hoje em curso um intenso debate sobre as consequências das transformações tecnológicas para a gestão arquivística e para a preservação da memória. A transição para um paradigma digital supõe, no entanto, uma destabilização epistemológica mais profunda, com repercussões que vão além do eventual impacto ao nível da política arquivística. Uma transição que implica a nossa própria relação com os arquivos (pessoais e institucionais) e a sua partilha. É assim a própria noção de Arquivo, nas suas diversas acepções, comuns e especializadas, que é interpelada e de certo modo reconfigurada, quando a realidade do arquivo é literalmente posta em movimento pelo seu devir digital. Seja na sua acepção de coleção de traços do passado, de “conteúdo” de arquivo (documentos e registos propriamente ditos), de estrutura ou ordenação do material de arquivo, a digitalização veio perturbar totalmente a ordem arquivística da qual decorrem as significações desta noção. O que é, então, o Arquivo, hoje?

 

  1. APROPRIAÇÃO
    Nesta primeira mesa de trabalho, a proposta é pensar o trabalho de apropriação de imagens confrontando o trabalho desenvolvido nos arquivos do cinema e o trabalho criativo desenvolvido na prática fílmica, uma vez que as “imagens de arquivo” colocam frequentemente questões semelhantes a cineastas e arquivistas – possuem um excesso indexical e uma abertura que conduzem a uma multiplicidade de leituras e significações dependendo dos contextos em que se inserem, que arquivistas procuram classificar, e que cineastas e artistas não cessam de explorar, produzindo com frequência “Contra-Arquivos” que questionam a própria noção de Arquivo.

O impulso arquivístico no cinema é indissociável da sua vocação arqueológica, ou seja, da sua capacidade de nos elucidar sobre o próprio funcionamento do(s) arquivo(s), no sentido de Michel Foucault.
 

  1. ARQUEOLOGA
    A arqueologia é a disciplina que permite a descrição do arquivo, das regras que definem para o nosso tempo o que é dizível e visível, conservado, apropriado, reactivado, mas também o que fica de fora, o que é reativado. Uma prática arqueológica cinematográfica supõe esta capacidade descritiva do cinema, de pelos seus próprios meios servir para inquirir o arquivo audiovisual contemporâneo, ou seja, as imagens-técnicas, incluindo as do próprio cinema, que articulam o que vemos, pensamos e fazemos, através da montagem. Não se trata, pois, de operar a restituição de uma origem absoluta ou mítica para a qual apontam as imagens na sua relação com o mundo, mas de as deixar insinuarem-se como traços mais ou menos obscuros, de um impensado do seu tempo. Dão-se menos pelo que nelas é imediatamente visível do que pelo que nelas se inscreve de uma legibilidade imperceptível. É a sua suposta proveniência que se trata de interrogar e fazer diferir, como modo de assim interpelar a realidade, a história e o presente, ensaiando formas de criticamente as analisar, recompor, fazer colidir, religar e articular. Esta mesa de trabalho organiza-se em torno da arqueologia enquanto prática fílmica que procura evidenciar a riqueza e singularidade de diversos registos audio-visuais, entendidos como documentos a retrabalhar e reescrever, manifestando os contra-campos ausentes das imagens, para fazer ver coisas que não são mostradas, no limite das imagens. Permite também refletir sobre a metamorfose funcional das imagens-técnicas contemporâneas, imagens que sugerem a interatividade e possibilidade de agenciamentos nas plataformas online, nomeadamente de ordem política e ativista, que urge pensar criticamente face ao seu reverso operacional de controlo e vigilância.
     
  2. PROGRAMAÇÃO
    Se desde logo é determinante para a definição do Arquivo (de qualquer arquivo), não apenas o que está dentro ou fora dele – sendo essa seleção um reflexo das decisões sobre o que pode ou não ser visto e dito –, mas também o contexto produzido com e para os objetos/documentos arquivados, a programação torna-se um problema fundamental para a definição do Arquivo no seu encontro com o Cinema. Enquanto distribuição num espaço, mas também enquanto ordenação no tempo, a programação é uma função (diagramática, para usar o termo de Gilles Deleuze quando lê Foucault) que trabalha para colocar as imagens a funcionar de determinada maneira e num certo sentido, e que assim define, controla, orienta e dirige o que se vê e como. Trabalho que o algoritmo, série de operações que ordena a circulação das imagens em ambientes digitais, veio radicalizar: sequenciação de imagens fundada no estudo, tratamento e processamento de hábitos de consumo, a programação é hoje uma função que cada vez mais opera para prever, encaixar e manter os espectadores/utilizadores nos seus lugares – o que fará com que Jonathan Beller, numa proposta revolucionária, defina o inconsciente como um produto do cinema. Nesta mesa de trabalho propomos observar e discutir a função disciplinar da programação e dar conta das práticas que, pelos meios disponibilizados pelas tecnologias digitais, procuram subverter o princípio programático do Arquivo e do Cinema, práticas que, fazendo a crítica do Arquivo, estão a criar novos e múltiplos arquivos, mais ou menos informais, todos eles radicais.

 

ORGANIZAÇÃO Câmara Municipal de Lisboa /Arquivo Municipal de Lisboa / Videoteca
PARCERIA Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema
PROGRAMAÇÃO Inês Sapeta Dias, Joana Ascensão, Susana Nascimento Duarte

ENTRADA LIVRE (mediante levantamento de ingresso) com excepção da sessão de dia 18 de abril, às 21h30, na qual se aplica o preçário habitual da Cinemateca Portuguesa.

Todos os filmes são legendados eletronicamente e as intervenções em língua estrangeira têm tradução simultânea para Português.

INFORMAÇÕES arquivomunicipal.cm-lisboa.pt |www.facebook.com/oqueeoarquivo | tel. 218 170 433 |

www.cinemateca.pt | bilheteira: 213 596 262

Arquitecto chinês Li Xiaodong no Ciclo Internacional Contexto(s) na Arquitectura Contemporânea: 5 Continentes (18 Abril, 17h00, FAUP)

 

Arquitecto chinês Li Xiaodong no Ciclo Internacional Contexto(s) na Arquitectura Contemporânea: 5 Continentes

18 Abril 2018, 17h00

Auditório Fernando Távora - FAUP

 

 

O arquitecto sediado em Pequim, na China, Li Xiaodong, vai apresentar na FAUP a quarta conferência do Ciclo Internacional de Conferências Contexto(s) na Arquitectura Contemporânea: 5 Continentes. Esta quarta sessão vai decorrer a 18 de Abril, Quarta, às 17h00, no Auditório Fernando Távora na FAUP.

 

Li Xiaodong, doutorado pela TU Delft em 1993 e principal figura do escritório fundado em Pequim, tem sido reconhecido por vários prémios e distinções: Medal RIBA Tutor’s Prize, em 2000; Prémio AR de Arquitetura Emergente, em 2009; Prémio Aga Khan de Arquitetura, em 2010; e Membro Honorário da AIA (EUA), em 2012. A sua obra foi distinguida com o Prémio do Júri da UNESCO para a Inovação, o Prémio de Design Anual EDRA/ Places (EUA) e a Medalha de Ouro ARASIA. Focado numa aproximação espiritual e racional à arquitetura, sem deixar de ser universal, Li Xiaodong concentra-se no significado cultural e espacial chinês de tranquilidade e harmonia. Consequentemente, o seu trabalho resulta da permanente pesquisa sobre conceitos que sublinham as características singulares do contexto espacial chinês.

 

Ciclo Internacional de Conferências Contexto(s) na Arquitectura Contemporânea: 5 Continentes

Alguns dos mais importantes arquitectos da nova geração da Arquitectura Contemporânea mundial vão passar pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP) entre Fevereiro e Abril de 2018 para participar no Ciclo Internacional de Conferências intitulado “Contexto(s) na Arquitectura Contemporânea: 5 Continentes”. Pela primeira vez em Portugal vão estar os arquitectos Issa Diabaté (Costa do Marfim, África), Paul Owen (Austrália, Oceânia), Rick Joy (E.U.A., América), Li Xiaodong (China, Ásia).

A forte atenção ao contexto físico e cultural, a relação próxima à vida e às pessoas, e a simultânea vocação universalista na referência a temas centrais disciplinares poderão definir algumas das mais relevantes características da Arquitectura Portuguesa. Esse possível traço identitário serve de ponto de partida para a organização deste ciclo internacional de conferências, tendo como objetivo  aprofundar o conhecimento em torno de temas com pertinência contemporânea e internacional. Com o propósito de confrontar o pensamento contemporâneo nacional com a actualidade internacional, pretende-se  alargar o olhar  aos 5 continentes.

Considerando um debate cultural que se funde entre o local e o universal, a reflexão a realizar tem por base uma ideia de Arquitetura que mantém a ambição de ser universalista no que respeita aos temas-chave disciplinares, sem que deixe de vincular-se ao contexto que lhe dá origem, expressando-o direta ou subtilmente. Ou seja, a ideia de Arquitetura que se deseja debater atribui um papel central à dimensão sensorial e fenomenológica como um dos seus "materiais" centrais, dimensão essa fundada num local e cultura concretos, e sempre centrada tanto no Homem, como na vida.

 

A reflexão a que se dará voz tem relevância para lá da Arquitectura e alarga-se à cultura portuguesa latu senso, tendo em consideração o modo como esta se posiciona e confronta internacionalmente. Considerando essas premissas, trata-se de um debate cuja pertinência transcende as fronteiras nacionais e se alarga a todas as geografias que partilham o mesmo tipo de interesses. Uma reflexão comum em torno de um leque de preocupações convergentes é, em suma, o propósito desta iniciativa da FAUP.

Na sequência do Ciclo Internacional de Conferências, será lançada uma publicação com o propósito de possibilitar o registo e uma divulgação mais alargada da iniciativa.

 

Programa:

 

Li Xiaodong (Ásia)

18 de Abril (Quarta-feira), 17h00, Auditório Fernando Távora - FAUP

 

Conferências passadas:

 

Issa Diabaté (África)

28 de Fevereiro (Quarta-feira), 17h00, Auditório Fernando Távora – FAUP

 

Paul Owen (Oceânia)

22 de Março (Quinta-feira), 18h30, Auditório Fernando Távora - FAUP

 

Rick Joy (América)

11 de Abril (Quarta-feira), 17h00, Auditório Fernando Távora - FAUP

 

As conferências serão proferidas em inglês, sem tradução.

Entrada livre (sujeita à lotação da sala).

Programa sujeito a alterações (sem aviso prévio).

 

Esta iniciativa é uma organização da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (FAUP), através do seu centro de investigação, CEAU, e é uma acção conjunta dos grupos de investigação Arquitectura: Teoria, Projecto, História + Atlas da Casa. São coordenadores os docentes Ana Neiva e José Cabral Dias.

O ciclo conta com o patrocínio da Jofebar + PanoramAH!; Traço de Luz. São Parceiros Institucionais a Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento e a Fundação Oriente.

Biografia completa Li Xiaodong

Nascido em 1963, é arquitecto pela Escola de Arquitetura da Universidade de Tsinghua (1984), e doutorado pela Escola de Arquitetura da Universidade de Tecnologia de Delft (1989-1993). A sua actividade inclui, além da prática de arquitectura – entre projectos de interiores e intervenções à escala urbana –, o ensino e a investigação.

O trabalho de Li Xiaodong é largamente premiado. O projecto para a Bridge School na província de Fujian, venceu o 2009 AR emerging Architecture award e o 2010  2010 Aga Khan Award for Architecture.  A obra da Biblioteca de Liyuan foi premiada pelo UNESCO Jury Award for Innovation, EDRA/Places annual design Awards (EUA),AR+D Awards (RU), ARASIA Gold Medal e Business Week/Architectural Records China Awards, para melhor edifício público.

Li Xiaodong recebeu o título de Honorary Fellowship do American Institute of Architects (AIA), em 2012, e tem sido vencedor de diversos prémios académicos internacionais. Destaca-se o 2000 RIBA tutor’sprize e o 2001 SARA tutor’sprize , atribuídos pela relevância da sua prática no ensino no Departamento de Arquitectura da Universidade Nacional de Singapura. Actualmente, dirige o Curso de Arquitetura na Tsinghua University, em Pequim, na China.

Enquanto investigador, a sua actividade abrange temas que abrangem estudos culturais, a história e a teoria da arquitectura e temas urbanos.

Tem sido publicado em inglês e chinês e, enquanto pensador e autor, destaca-se a autoria do livro Chinese Conception of Space (1991).

Dando expressão ao impacto da sua obra e pensamento na sociedade chinesa, Li Xiaodong foi premiado Homem do Ano na China (melhor designer), em 2011, pela revista GQ.

Sem deixar de ser universal, Li Xiaodong baseia o seu trabalho numa permanente investigação em torno de conceitos subjacentes ao ambiente espacial chinês. Destaca-se a atenção ao contexto cultural e climático, bem como a ambição de procurar capturar a essência do lugar, na busca da tranquilidade e da harmonia. Li Xiaodong rejeita os estilos arquitectónicos - como limites ao único e ao criativo. No entanto, não deixando de valorizar a relação entre tradição e modernidade, privilegia o conhecimento consolidado e adquirido na experiência ancestral como base sólida para resolver novos problemas. Acredita que o bom desenho é o resultado do encontro da exploração espiritual das ideias com o pensamento crítico racional, com envolvimento tanto do conhecimento técnico como do juízo artístico. Nessa aproximação sensorial, crê que a riqueza de um bom desenho depende de como uma matriz de detalhes, escala, proporção e senso comum é cuidadosamente orquestrada.

 

Informações:

www.fa.up.pt

 

Renascença inicia ciclo de conferências sobre Comunicação

Com um formato inovador, as primeiras conferências debate acontecem a 19 e a 20 de Abril. Os debates têm início no programa da Ana Galvão, às 16h15, e prosseguem no auditório. Todos os momentos são transmitidos em directo, via streaming, no site e no facebook da Renascença.

image002.jpg

 

Pensar a comunicação nas suas diversas vertentes e encontrar sinergias para o futuro. É com este objetivo que a Renascença dá início, no próximo dia 19 de Abril, a um ciclo de conferências sobre Comunicação.

 

Numa parceria com o IPG MediaBrands,  o dia 19 será dedicado ao debate “Confiança na Comunicação, o papel e valor das marcas” e tem como convidados Elisio Sumavielle (Presidente do CCB), Bruno Almeida (Diretor de Marketing da Foods Unilever Fima), Alberto Rui Pereira (CEO da IPG Mediabrands) Graça Franco (Diretora de Informação do Grupo Renascença Multimédia) e Renata Silva (Administradora da Intervoz Publicidade do Grupo Renascença Multimédia).

 

 

Em parceria com o Omnicom Media Group, Portugal, o dia 20  será dedicado ao debate “Novos Desafios dos Meios de Comunicação” e conta com a presença de Pedro Norton (Administrador da Fundação Calouste Gulbenkian), João Epifânio (CSO – B2C Altice Portugal), Luís Mergulhão (CEO do Omnicom Media Group, Portugal), Pedro Leal (Diretor Geral de Produção Renascença - Grupo Renascença Multimédia) e Renata Silva ( Administradora da Intervoz Publicidade no Grupo Renascença Multimédia.

 

Com moderação do Jornalista José Pedro Frazão, as conferências têm transmissão completa em streaming no site e no facebook da Renascença, bem como momentos em direto na tarde da Renascença com Ana Galvão. Esta emissão tem início previsto para as 16h15.

 

Todas as conferências acontecem no Auditório Renascença Multimédia, na Quinta do Bom Pastor, em Lisboa - Estrada da Buraca, 8-12. 1549-025 Lisboa

 

No final da conversa haverá lugar e espaço para debate com o público.

 

Mais informações em www.rr.pt

Conferência | Pilar Silva Maroto e Joaquim Oliveira Caetano no CCB

phpThumb_generated_thumbnailjpg.jpg

 

15 de abril | 15:00 | Sala Luís de Freitas Branco

Pilar Silva Maroto, comissária da exposição El Bosco. La exposición del V centenário (Museu do Prado, 2016), dará uma conferência sobre o processo de pesquisa e montagem deste projeto. Joaquim Caetano, conservador do Museu Nacional de Arte Antiga, vai-se centrar no tríptico das Tentações de Santo Antão, numa intervenção sob o mote Bosch: Mal e Moral no Tríptico de Lisboa.
Comprar

Bilhetes para o Porto Tech Hub 2018 já disponíveis

Early Bird Ticket-2.png

 

Os bilhetes para a edição de 2018 da Porto Tech Hub Conference já estão disponíveis e, até ao dia 15 de abril, os interessados podem adquirir a entrada por apenas 25€.A  partir  desta  data,  os  ingressos  terão  um  custo  de  35€. Os  bilhetes  de  “última  hora”,  adquiridos  entre 16 e 18 de Maio, custarão 60€.

Recorde-se que, este ano, a conferência realizar-se-á no dia 18 de Maio, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, e terá como tema central “os empregos do futuro e as tecnologias”.