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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

“365 Dias de Romance”: assista à próxima conversa literária e tenha um livro autografado!

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Assista à próxima sessão de “365 Dias de Romance - Conversas Literárias”, a 25 de setembro, às 16h00, na Sala Polivalente da Biblioteca Municipal de Palmela, com o escritor Hugo Gonçalves, e não perca a oportunidade de levar para casa exemplares autografados dos vários livros do autor. 

A Livraria Culsete, um dos parceiros do Município de Palmela na dinamização desta iniciativa (em conjunto com a Casa Ermelinda Freitas, no âmbito do Programa Mecenas de Palmela), vai estar no local com vários títulos do escritor, disponíveis para quem for assistir. Quem não puder estar presente, terá também a oportunidade de ter o mais recente livro de Hugo Gonçalves, “Deus Pátria Família”, autografado. O número de exemplares é limitado e as reservas devem ser efetuadas através do e-mail info@culsete.pt ou em www.facebook.com/culsete (mensagem privada).

Hugo Gonçalves (1976) é autor de vários romances, entre eles “Filho da Mãe” e finalista dos prémios PEN Clube e Fernando Namora. Coautor e guionista das séries televisivas “País Irmão” e “Até que a vida nos separe” (RTP), foi correspondente de diversas publicações portuguesas em Nova Iorque, Madrid e Rio de Janeiro. Nesta última cidade, trabalhou como editor literário. Jornalista premiado, colaborou com o Expresso, Visão, Jornal de Notícias, Diário Económico e Sábado. No Diário de Notícias, assinou as crónicas “Postais dos Trópicos” e “Máquina de escrever”.

Esta conversa literária contará também com transmissão online, em direto, através do Facebook Palmela Município. Mais informações: 212 336 632 ou bibliotecas@cm-palmela.pt.

 

 

Museu de Lamego | Ciclo de Fotografia de Lamego e Vale do Varosa | Conversas online sobre fotografia

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A organização do II Ciclo de Fotografia de Lamego e Vale do Varosa, este ano dedicado ao tema CASA, promove um conjunto de Conversas online - ZOOM e LIVE do Facebook do MIRA FORUM, Museu de Lamego e Vale do Varosa - sobre o conjunto os projetos fotográficos que constituem as exposições em exibição este ano no Museu de Lamego e nos Monumentos do Vale do Varosa – Torre de Ucanha e Mosteiro de Santa Maria de Salzedas.

Iniciadas no passado dia 1 de setembro, com o projeto “Casa-Forte”, do fotógrafo Sérgio Rolando, em exposição na Torre de Ucanha, as Conversas, conduzidas por Manuela Matos Monteiro, realizam-se às quartas-feiras, pelas 21h30, até 6 de outubro, na plataforma ZOOM e na LIVE do Facebook.

Através destas conversas sobre os projetos apresentados no Museu de Lamego, Torre da Ucanha e Mosteiro de Santa Maria de Salzedas, o Ciclo de Fotografia de Lamego e Vale do Varosa expande-se para além do território de origem partilhando os projetos fotográficos e também o património que os acolhe.

O Ciclo de Fotografia de Lamego e Vale do Varosa é um projeto cofinanciado Norte2020, organizado pelo Museu de Lamego e MIRA FORUM, com a curadoria de Manuela Matos Monteiro e João Lafuente.

 

Programa:

8 de setembro | 21h30 | online

"Casas de Brasileiro: um registo de afetos" de Júlio Matos

 

15 de setembro | 21h30 | online

"Casas sem gente" de Inês d'Orey

 

22 de setembro | 21h30 | online

"A Casa sou eu" de Lucília Monteiro

 

29 de setembro | 21h30 | online

"Gente sem casa" de Paulo Pimenta

 

6 de outubro | 21h30 | online

"A Casa na obra de Alfredo Cunha"

 

Para mais informação, consulte o site do Museu de Lamego através do link https://museudelamego.gov.pt/exposicao/ciclo-de-fotografia-programacao/.

 

: SERRALVES // 12 JUL 18H30 // CONVERSA: NALINI MALANI E ANA MENDES EM CONVERSA NA BIBLIOTECA DE SERRALVES

NALINI MALANI - UTOPIA!?

CONVERSA

Biblioteca

12 JUL 18:30

 

Nalini Malani

Artista,

&

Ana Mendes

Doutorada em Estudos de Cultura e Professora Associada

na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

 

Apresentadas por:

Philippe Vergne

Diretor do Museu de Serralves.

 

Serralves apresenta até 29 de agosto de 2021, pela primeira vez em Portugal o trabalho da conceituada artista internacional Nalini Malani (Carachi, 1946). Esta exposição ocorre após a atribuição à artista de uma das mais prestigiantes distinções no mundo da arte contemporânea: o Prémio Joan Miró em 2019. Amplamente conhecida pelas suas pinturas e desenhos, a mostra em Serralves apresenta exclusivamente as suas animações desenvolvidas entre finais dos anos 1960 e a atualidade. Foi no final da década de 1960, numa cena artística indiana dominada por homens, que Nalini Malani emergiu como uma voz provocatória e feminista, igualmente pioneira no trabalho com meios artísticos como o cinema experimental, a pintura, o vídeo e a instalação. 

 

Nesta conversa com Nalini Malani, Ana Mendes parte do núcleo de obras patentes na exposição, sob o título UTOPIA!?, discutindo temas que percorrem a já longa carreira da artista. Em diálogo com uma das personalidades mais marcantes do panorama artístico contemporâneo internacional, aborda as facetas distintas do percurso de Nalini Malani, procurando saber como encara o futuro da arte perante os desafios do mundo de hoje.

Nota biográfica:

Nalini Malani é uma das artistas contemporâneas mais influentes na Índia, com uma sólida carreira que recebeu ampla consagração internacional. Nasceu em Carachi em 1946, um ano antes da separação entre a Índia e o Paquistão na sequência da independência do Império Britânico. A sua família refugiou-se em Calcutá em 1947 e mudou-se para Mumbai em 1954. O trauma pessoal e coletivo da Partição da Índia, a experiência precoce de deslocamento e o estatuto de refugiada marcaram a sua biografia e produção artística, que se desenvolveu, nas suas próprias palavras, como uma tentativa de “dar sentido aos sentimentos de perda, exílio e saudade” que tanto marcaram a sua infância. Malani estudou belas-artes na Sir Jamsetjee Jeejebhoy School of Art, em Mumbai. Durante esse período, instalou o seu estúdio no Bhulabhai Memorial Institute, onde artistas, músicos, bailarinos e atores trabalhavam individualmente e em comunidade. Logo após terminar a formação académica, Malani trabalhou em cinema e fotografia. De 1970 a 1972, recebeu uma bolsa do governo francês para estudar arte em Paris, onde entrou em contacto as teorias de Louis Althusser, Roland Barthes e Noam Chomsky, entre outros. Em 1973, voltou para a Índia, determinada a contribuir para a modernização e emancipação intelectual do seu país através da arte. Em 2010, o San Francisco Art Institute concedeu-lhe um doutoramento honoris causa e, em 2013, foi a primeira mulher asiática a receber o prémio Arts & Culture Fukuoka Prize. Também recebeu outras importantes distinções, como o St. Moritz Art Masters Lifetime Achievement Award em 2014 e o Asian Art Game Changers Award em 2016. A ampla gama de interesses de Malani sempre a levou a colaborar com artistas e pensadores de várias áreas, como o antropólogo Arjun Appadurai, a atriz Alaknanda Samarth, o bailarino de Butoh Harada Nobuo e a encenadora Anuradha Kapur. Essas colaborações atestam a exploração contínua de formas interdisciplinares para investigar e comunicar as questões pessoais e políticas que moldam a sua arte. Ao longo de cinco décadas e com mais de trezentas exposições — duzentas das quais internacionais — as suas obras foram exibidas nos principais centros de arte contemporânea do mundo, com exposições individuais no ICA (Boston), no Stedelijk Museum (Amsterdão), no Irish Museum of Modern Art (Dublin) e no New Museum of Contemporary Art (Nova Iorque); e retrospetivas no Castello di Rivoli — Museu de Arte Contemporânea (Rivoli) em 2018, no Centre Pompidou (Paris) em 2017, no Museu de Arte Kiran Nadar (Nova Delhi) em 2014, no Musée Cantonal des Beaux-Arts (Lausanne) em 2010 e no Museu Peabody Essex (Salem) em 2005. Os seus trabalhos foram apresentados em vinte bienais, como a 12.ª Bienal de Xangai em 2018; a DOCUMENTA 13 em 2012 em Kassel; a 16.ª Bienal de Sydney; as exposições da 52.ª e 51.ª Bienais de Veneza em 2007 e 2005, e a terceira Bienal de Seul em 2004. A obra de Nalini Malani está representada em várias coleções de museus em todo o mundo.    

      

Ana Mendes, Doutorada em Estudos de Cultura, é Professora Associada na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. A sua investigação centra-se na análise de representações da alteridade cultural e sua receção no mercado cultural global com o propósito de contribuir para teorias da justiça epistémica.

 

A conversa será em inglês.

 

Acesso: 3 € (Amigos de Serralves, estudantes e maiores 65 anos: 50% desconto), com inscrição prévia obrigatória para ser.educativo@serralves.pt

 

Lotação: 25 pessoas

Fundação Amália Rodrigues lança podcast para pensar Amália

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Amaliando, podcast realizado pela Fundação Amália Rodrigues (FAR), já está disponível nas plataformas digitais. Em formato conversa, cada episódio conta com um convidado diferente e um tema específico. Estão online os episódios sobre as características únicas da voz, o processo de escrita da intérprete e a necessidade de pensar Amália na Academia - com Frederico Santiago (responsável pela reedição crítica e integral da obra de Amália), Tiago Torres da Silva (escritor) e Joana Machado (investigadora).  
 
Amália é a personalidade da Cultura portuguesa do século XX com maior projecção mundial e uma das mais acarinhadas pelo público português. Por isso, a FAR acredita que chegou o momento de pensar Amália de forma factual e documentada, descobrindo o real impacto que teve e tem não só na cultura portuguesa como no panorama musical internacional. Este projecto une diferentes gerações e quer abrir portas para as múltiplas investigações que o universo de Amália pode e deve abarcar. 
 
Os próximos episódios serão divulgados semanalmente e abordarão temas como a Lisboa de Amália, a sua influência na criação contemporânea, a forma como se organizavam as suas digressões internacionais, entre outros. 
 
Amaliando conta com o apoio à produção da Rádio Amália. 
 
Estas conversas a partir de Amália estão disponíveis no Spotify e no SoundCloud, e, de futuro, noutras plataformas, incluindo o Youtube. 

Um fim-de-semana com Mozart, viagens pelos Açores e os poetas de Amália.

Cinema
É na Terra Não É na Lua (2011), de Gonçalo Tocha

4 setembro 2020 | 21:30 | Praça CCB

Filmado a um ritmo vertiginoso durante alguns anos, autoproduzido entre chegadas, partidas e regressos, É na Terra Não É na Lua é como um diário de bordo de um navio e transforma-se numa manta de retalhos de descobertas e experiências, acompanhando a vida quotidiana de uma civilização isolada no meio do oceano. O documentário recebeu o prémio de Melhor Filme no festival DocLisboa em 2011.

 

Così fan tutte (versão de concerto)

Orquestra Metropolitana de Lisboa

5 e 6 setembro 2020 | 21:00 (sábado) e 19h:00 (domingo) | Grande Auditório

Em tom de farsa, Così fan tutte é a ópera das peripécias e dos mal-entendidos. Mas é também uma reflexão filosófica e moral sobre o amor, uma caricatura do sentimentalismo romântico. Agora em versão de concerto, temos a oportunidade de revisitar esta grande obra de Mozart. Junta uma mão cheia de algumas das melhores vozes do nosso canto lírico à frente da Orquestra Metropolitana de Lisboa, dirigida pelo maestro Pedro Amaral.

 

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Conversas
Jardim de Orfeu

Os Poetas de Amália: André Gago com Pedro Dias e João Penedo

3 setembro 2020 | 19:00 | Jardim das Oliveiras

O ator André Gago traz o ciclo de poesia e música Jardim de Orfeu, partilhando o palco com vários artistas de renome, com quem abordará canções e poemas por caminhos e influências diversas. A sessão desta quinta-feira, Os Poetas de Amália, contará com o guitarrista Pedro Dias e com o contrabaixista João Penedo.

A entrada é gratuita, mediante o levantamento de bilhete 20 minutos antes da atividade.

 

 

Um verão entre piratas, o funk do Cais Sodré e doces conventuais.

Cinema
A Espada e a Rosa (2010), de João Nicolau

28 agosto 2020 | 21:30 | Praça CCB

 

 

Manuel despede-se das rotinas da sua vida lisboeta e embarca numa caravela portuguesa do século XV governada pelas leis da pirataria. Uma traição a bordo desencadeia uma série de acontecimentos terríveis que o protagonista atravessa sem beliscar os seus princípios morais. A Espada e a Rosa foi a primeira longa-metragem de João Nicolau e estreou em 2010 no Festival de Veneza.

 

 

Música

Cais Sodré Funk Connection

 

29 agosto 2020 | 21:00 | Praça CCB

Nascidos no coração do bairro boémio que lhes dá o nome, os Cais Sodré Funk Connection são uma banda de veteranos da música portuguesa e verdadeiros embaixadores do funk & soul. Após 10 anos de concertos pelos mais prestigiados palcos do país, sobem ao palco da Praça CCB este sábado, vestidos a rigor, para inflamar a plateia.

 

 

 

DJ set

Cláudia Duarte

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30 agosto 2020 | 18:00 | Jardim das Oliveiras

Entrada Livre

Cláudia Duarte já foi Miss Boopsie Cola, Dona de Casa aos Pratos, andou de programa em programa na Rádio Universidade de Coimbra e abriu as portas da Casa Cláudia na Radar. Acima de tudo, é e sempre foi uma apaixonada por partilhar as músicas que não lhe saem da cabeça. Uma matiné dançante no Jardim das Oliveiras que não vai querer perder.

Não é necessário o levantamento de bilhete. A entrada estará sujeita à lotação disponível do recinto.

 

Conversas
Jardim de Orfeu

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Canções para Poetas: André Gago com Victor Zamora e Sandra Martins

27 agosto 2020 | 19:00 | Jardim das Oliveiras

Entrada Livre

O ator André Gago traz o ciclo de poesia e música Jardim de Orfeu, partilhando o palco com vários artistas de renome, com quem abordará canções e poemas por caminhos e influências diversas. A sessão desta quinta-feira, Canções para Poetas, contará com o teclista Victor Zamora e a violoncelista Sandra Martins.

A entrada é gratuita, mediante o levantamento de bilhete 20 minutos antes da atividade.

 

Rui Machado é o próximo convidado de “Conversas com…”

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Rui Machado é o convidado da próxima sessão da iniciativa “Conversas com…”, a ter lugar esta sexta-feira, 13 de março, pelas 21h30, no histórico Café Calcinha.

Natural de Faro, onde nasceu a 10 de abril de 1984, foi um dos melhores tenistas nacionais, tendo figurado entre os 100 melhores do mundo. Atualmente é um dos responsáveis máximos do ténis nacional: exerce funções na Federação Portuguesa de Ténis como Diretor Técnico Nacional e é igualmente o Selecionador Nacional.

A entrada é livre e tem a apresentação e moderação do jornalista e comunicador Neto Gomes.

Esta iniciativa integra o programa do torneio “Loulé Open’20”, que decorre no Clube de Ténis de Loulé, de 8 a 15 de março e, cuja final será transmitida em direto na Sport TV.

“Conversas Com…” é um projeto que o Município de Loulé tem levado a efeito desde 2015, ano em que Loulé foi “Cidade Europeia do Desporto”. Lenine Cunha, Vanessa Fernandes, Marco Fortes, Carlos Sousa, Miguel Farrajota, Pedro Henriques, Manuel Cajuda e Duarte Gomes são alguns dos nomes grandes do desporto nacional que já participaram neste projeto.

 

 

CML/GAP /RP

 

 

Prestigiado coreógrafo Rui Horta nas “Conversas à Quinta” do Cineteatro Louletano

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No próximo dia 12 de março, pelas 21h00, o reconhecido coreógrafo e criador Rui Horta é convidado da rubrica regular “Conversas à Quinta”, no Cineteatro Louletano, continuando este equipamento cultural, assim, a apostar na dimensão do pensamento e do debate/reflexão crítica em torno da Cultura e, mais concretamente, das artes performativas.

Coreógrafo e bailarino conceituado nacional e internacionalmente, o inquietante convidado abordará inevitavelmente a temática da Dança, dos seus velhos e novos caminhos, dos seus múltiplos diálogos e cruzamentos transdisciplinares, e ainda o papel d’O Espaço do Tempo enquanto lugar referencial de criação e apoio aos artistas a partir do interior do país. Esta estrutura, criada por Rui Horta em 2000 em Montemor-o-Novo, afirmou-se já como um centro multidisciplinar de pesquisa e criação absolutamente incontornável no panorama nacional.

Rui Horta passou de bailarino a coreógrafo muito jovem, e aos 60 anos estreou “A Vespa”, um solo em que se expõe totalmente. Nasceu em Lisboa em 1957 e começou a dançar aos 17 nos cursos do Ballet Gulbenkian de Jorge Salavisa. Aos 20 criou o Grupo Experimental Dança Jazz, foi para Nova Iorque, voltou, fundou a Companhia de Dança de Lisboa, uma escola, um coletivo. Em 1990 foi convidado para trabalhar em Frankfurt e quando voltou, dez anos mais tarde, instalou-se com os três filhos em Montemor-o-Novo, onde criou O Espaço do Tempo, no Convento da Saudação. Uma constante aventura de criação, sobrevivência, trabalho, trabalho, comunidade. Criou muitas coreografias, para "os melhores entre os melhores bailarinos". E interpretou bastantes também.

O evento tem entrada gratuita, limitada, e dirige-se a maiores de 12 anos, tendo uma duração aproximada de 90 minutos.

Para mais informações os interessados podem contactar o Cineteatro Louletano pelo telefone 289 414 604 (terça a sexta-feira, das 13h00 às 18h00) ou pelo email cinereservas@cm-loule.pt. Além disso, podem consultar toda a programação na sua página de Facebook ou no seu website http://cineteatro.cm-loule.pt,  ambos em permanente atualização, bem como a sua conta no instagram (cineteatrolouletano).

O Cineteatro Louletano é uma estrutura cultural no domínio das artes performativas do Município de Loulé e está integrado na Rede Azul – Rede de Teatros do Algarve e na Rede 5 Sentidos.

 

 

CML/GAP /RP

Filipa Faísca na rubrica “Dos Sabores da Cultura” encerra temporada do Cine-Teatro Louletano

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Esta quinta-feira, 19 de dezembro, pelas 21h00, o Cine-Teatro Louletano encerra a sua temporada artística convidando Filipa Faísca para um serão muito especial integrado na rubrica regular “Dos Sabores da Cultura”, o qual, num formato de tertúlia musical, revisitará a importância da Memória, da Tradição e do Património no contexto cultural louletano. O Cancioneiro do Grupo Folclórico de Faro será um dos participantes especiais apresentando uma seleção de tradições orais de um Algarve outro, a que se juntarão depoimentos de vários familiares e amigos de Filipa, num contexto informal e intimista, a que não faltará a degustação de produtos locais como vem sendo habitual nesta rubrica.  

Filipa Faísca de Sousa, natural de Querença, é poeta popular, artesã, transmissora de romances, orações, contos, cantigas e muitos outros saberes de que é guardiã. Mulher de uma memória patrimonial viva, é contadeira e cantadora das tradições de Loulé, para cuja preservação e divulgação muito tem contribuído, como também, assim, para a valorização da oralidade tradicional da região e da sua memória coletiva.

São seus os célebres bonecos de pano que retratam os ofícios de outros tempos, todos eles representativos do mundo rural algarvio, onde cada figura faz alusão às tarefas desempenhadas pelas gentes do interior, compondo verdadeiras peças de etnografia local, para as quais Filipe Faísca dá nome e faz versos. A artesã, imbuída de um espírito aberto, dona de uma contagiante energia e dinâmica, não se escusa assim a promover todos os seus saberes, artes e ofícios junto das novas gerações quando se revelam curiosas.

A sessão tem a duração aproximada de 120 minutos, dirige-se ao público em geral e tem entrada gratuita, com lotação limitada.

Para mais informações e reservas os interessados podem contactar o Cine-Teatro Louletano pelo telefone 289 414 604 (terça a sexta-feira, das 13h00 às 18h00) ou pelo email cinereservas@cm-loule.pt. Além disso, podem consultar a sua página de facebook – www.facebook.com/cineteatrolouletano ou o seu renovado website http://cineteatro.cm-loule.pt, ambos em permanente atualização, bem como a sua conta no instagram (cineteatrolouletano), existindo também a possibilidade de consulta do website www.festivalveraoazul.com. A compra de ingressos pode fazer-se nos locais aderentes ou on-line através da plataforma BOL, em https://cineteatrolouletano.bol.pt/
O Cine-Teatro Louletano é uma estrutura cultural no domínio das artes performativas da Câmara Municipal de Loulé e está integrado na Rede Azul – Rede de Teatros do Algarve e na Rede 5 Sentidos.

 

 

 

CML/GAP /RP