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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

SERRALVES // 19 DEZ 19H00 // ADORABILIS // JONAS & LANDER NO PALCO DE SERRALVES

JONAS & LANDER NO PALCO DE SERRALVES

 

ADORABILIS

JONAS & LANDER

 

Dança

19 DEZ 19h00

Auditório de Serralves

 

 

No próximo dia 19 de Dezembro, pelas 19 horas, no Auditório de Serralves, será apresentada a peça Adorabilis, da dupla de artistas Jonas & Lander. Esta peça, interpretada pelos próprios e por Lewis Seivwright,define-se por uma fisicalidade de contrastes, situada entre o ritualismo e a precisão, e a exploração vocal e rítmica de corpos e matérias, convocados a ocupar um espaço dramaturgicamente solene e expressivo.

 

A dupla, em Adorabilis (Aerowaves Priority Company 2017), centra-se na coreografia enquanto forma de arte entre arquitetura e música. Luz, texto e o "erro" são aqui considerados como tecido coreográfico para a construção de uma dança labiríntica, repleta de sons, significados, tensões e micronarrativas.

 

Jonas & Lander iniciaram uma colaboração que se tornou reconhecida no panorama da dança portuguesa como sendo detentora de uma forte assinatura de autor, de contornos singulares, que explora a fusão entre distintas artes cénicas, com especial destaque para a música. O ano de 2021 foi particularmente relevante para a dupla de criadores face aos êxitos alcançados em diferentes palcos, o que foi amplamente reconhecido pela crítica. Regressam agora à cidade do Porto, ao Auditório de Serralves,  depois do sucesso alcançado na abertura da edição deste ano do Festival DDD. 

                                                                                   

Jonas & Lander têm contribuído para o imaginário um do outro desde o início de seu relacionamento íntimo por volta de 2011. Permanecendo juntos e constantemente divorciando-se do passado, e experienciando paradigmas contrastantes: viver numa autocaravana na companhia da sua gata ou habitar uma mansão do sec. XVIII em Sintra com uma porquinha anã organizando noites de fado semanalmente.

 

Este padrão de rutura, contraste e divórcio ecoa de igual forma nas suas criações e fontes para coreografar o pensamento. Cascas d'OvO (2013) revela de alguma forma a sua inscrição como profissionais da área artística: trabalhador, ingénuo, precário.Uma peça construída nos jardins públicos de Lisboa e Guimarães com cães e pardais como audiência à força, levou-os a reconhecer o poder de comunicação dos seus corpos.Literalmente e metaforicamente começaram a andar de olhos vendados percorrendo vários teatros europeus e da América do Sul sendo ainda selecionados como Aerowaves Priority Company 2014.

 

Se em Cascas d'OvO analisaram o ritmo de bater no rosto um do outro como um veículo dramatúrgico, em Matilda Carlota (2014) observamos seu empoderamento na música como dramaturgia, assumindo algo que eles não dominavam de todo: a ópera.Projetando a decadência das divas favoritas de Jonas em seus últimos anos, como Amália Rodrigues, Maria Callas, Marilyn Monroe e Edith Piaf, vemos Jonas (cantando) e Lander (tocando piano) realizando a solidão enquadrada numa atmosfera barroca preenchida com animais robóticos e pitadas de humor negro. Matilda Carlota trabalhou a força da presença, o vulcão dentro do silêncio. Com corpos artificiais e estilizados Jonas & Lander dissecaram a decadência glamour, provocando ao espectador a sensação de olhar para um quadro ficcional com o mesmo estado meditativo e sombrio com que se ele olha um aquário.

 

Mergulhar no desconhecido é uma afirmação assumida em Arrastão (2015) onde Jonas & Lander direcionam musicalmente o público. Inspirado pelo Soundpainting - um vocabulário desenvolvido por Walter Thompson onde um maestro pode dirigir músicos, dançarinos e atores com gestos universais - eles ensinaram ao público o básico para retirar sons de balões (esfregando, explodindo, libertando o ar, etc.). Dentro deste dispositivo de Arrastão, Lander e Jonas utilizam o público como uma extensão de seu desejo de se comunicação através da música. Ao ver e ouvir os gestos de Lander materializados e maximizados pelo público que produz paisagens sonoras caóticas, pudemos ver simultaneamente essa sonoridade estimulando o corpo de Lander para o movimento e gerando um efeito bola de neve de energia, permitindo o espectador para exteriorizar sua energia.

 

Em Adorabilis (Aerowaves Priority Company 2017), vemos a dupla explorando depositando o seu foco em coreografia, coreografia enquanto uma forma de arte entre arquitetura e música. Luz, texto e o "erro" são considerados como tecido coreográfico. Como resultado, assistimos a uma dança labiríntica que impulsiona o olho esquizofrênico do espectador, cheio de sons, significados, micronarrativas e tensão. Com alguns lampejos de humor, Jonas & Lander juntamente com Lewis Seivwright realizam tarefas virtuosas que transmitem o seu clumsiness, suas habilidades e sua incerteza quanto ao propósito da vida humana. O humanismo como uma ideologia que coloca o ser humano no centro do universo está em cheque em Adorabilis: Jonas & Lander referem-se tanto a obras de arte e comportamentos sociais como a animais e natureza em sua dança / texto / canção.

 

Juntamente com esses trabalhos, Jonas & Lander vêm realizando obras em espaços não convencionais. Vemos Jacarandá (2014) apresentado no Festival TODOS dentro de uma loja de costura onde Jonas realizou um monólogo construído através das respostas de seus amigos, artistas e moradores de rua às questões “Nasci para...? Eu vou morrer para…?”. Também vemos em Orelhão (2015) realizado nas casas-de-banho do Panorama Festival (BR) e nos sanitários na temporada 100% Marlene Monteiro Freitas (FR) em que Lander propôs a ideia de um confessionário. Cada pessoa teria a possibilidade de ficar sozinha no sanitário com instruções para jogar seus pensamentos na porta da cabine do mesmo. Cercada por luzes UV, essa porta seria de alguma forma a porta para uma experiência íntima da qual Lander declamaria um poema em resposta e gratidão a essa estranha exposição.

 

Notas biográficas:

Jonas Lopes (Portugal, 1986)

Em 2002 inicia a sua formação artística na escola Chapitô. No decorrer do curso foi premiado com uma residência artística de composição musical em Itália e fez estágio profissional no Teatro São Luiz como interprete na peça "Cabeças no Ar".

Em 2007 muda-se para Londres onde frequenta formação livre no Pineapple Dance Studios e Circus Space University. Curiosamente  inicia na capital Londrina a sua carreira como fadista profissional. Em 2011 edita o álbum "Fado Mutante" distinguido com o prémio Carlos Paredes 2012.

Em 2010 entra na Escola Superior de Dança onde conhece o seu parceiro Lander Patrick. Os dois iniciam uma dupla profissional como co-criadores que se mantém até hoje. Fazem parte do seu repertório as peças Cascas d'OvO (2013), Matilda Cartola (2014), Arrastão (2015) e Adorabilis (2017). A dupla dirigiu ainda os projectos comunitários "Playback" no festival Materiais Diversos 2013, bem como a peça "Caruma" (2014) inserida no projecto Estufa - Plataforma Cultural.   

Jonas participou ainda nos projectos Dançando Com a Diferença e no Laboratório de criação da ACCCA - Companhia Clara Andermatt (2013) contexto onde surge o solo "Jacarandá" posteriormente apresentado no festival "Todos" (2014).

Ainda em 2013 trabalha com o coreógrafo  Tiago Guedes na peça "Hoje"; em 2014 participa no projecto "Hortas" de Vera Mantero com apresentação na Culturgest e em 2016 entra na peça "Gala" de Jérôme Bel.  

 

Lander Patrick (Brasil, 1989)

Sofre de asma crónica desde que se mudou do Brasil para Portugal em 1989, ano em que nasceu. Foi federado em voleibol para rematar a doença, acabando por se formar em dança. A atribuição de dois prémios em coreografia - 1º prémio no Festival Koreografskih Minijatura (Sérvia) com a peça Noodles Never Break When Boiled (2012) e 2º prémio no No Ballet International Choreography Competition (Alemanha) com Cascas d’OvO (2013) - motivaram-no a persistir na criação coreográfica em vez trabalhar num call center. Cascas d’OvO valeu-lhe ainda a distinção como Aerowaves Priority Company 2014, tendo sido apresentada em Portugal, Itália, Suécia, França, Alemanha, Brasil, Espanha, Inglaterra, Polónia, Suíça, etc. Tem vindo a colaborar, por esse mundo fora, com pessoas que admira, tais como: Luís Guerra, Tomaz Simatovic, Marlene Monteiro Freitas, Margarida Bettencourt, André E. Teodósio, Jonas Lopes, entre outros. Vive em Lisboa numa autocaravana com o seu amor e acredita que o vegetarianismo contribuirá para uma prolongada existência do planeta.

 

Criação: Jonas & Lander

Interpretação: Jonas Lopes, Lander Patrick, Lewis Seivwright

Figurinos: Carlota Lagido a partir de ideias de Jonas&Lander

Desenho de Luz: Carlos Ramos

Sonoplastia: Lander Patrick

Animação Digital: Web4Humans

Produção e Gestão: Patrícia Soares

Difusão Nacional: Produção d’Fusão

Produção Executiva e Difusão Internacional: Inês Le Gué

Coprodução: Teatro Maria Matos e Centro Cultural Vila Flor

Residências Artísticas: O Espaço do Tempo, Alkantara (PT), Centro Cultural Vila Flor (PT), Centro de Experimentação Artística no Vale da Amoreira/Câmara Municipal da Moita, Artemrede/Projeto Odisseia (PT), DeVIR/CAPa (PT), Câmara Municipal de Lisboa/Polo Cultural | Gaivotas Boavista, PACT Zollverein (AL), Sín Culture Centre Budapeste (HU), Graner/Mercat de les Flors (ES), Nave (CL)

Apoio à Internacionalização: Fundação Calouste Gulbenkian (PT) Artistas Aerowaves 2017

 

Casino Estoril recebe Casino Estoril recebe Academia Sulydance a 12 de Dezembro

Casino Estoril recebe Academia Sulydance a 12 de D

 

A Academia Sulydance apresenta, no próximo Domingo, 12 de Dezembro, a partir das 17 horas, o espectáculo “Luzes, Câmara, Ação!” no Salão Preto e Prata do Casino Estoril.

 

"Luzes, Câmara, Ação" é um espectáculo que têm como tema principal as trilhas sonoras de filmes bem conhecidos do público. Não vai faltar a Disney, o terror, nem os filmes de aventuras assim como um espaço de destaque para a música de documentários. Os protagonistas serão perto de 200 bailarinos desde os 3 anos de idade em diante.

 

A Academia Sulydance propõe um espectáculo ideal para se assistir com familiares e amigos. Está assegurada muita animação, seguindo sempre um fio condutor teatral fantástico!

 

Ficha Técnica:

Ideia Original: Suly Barrera | Direção Artística: Suly Barrera e Helena Vascon | Direcção Executiva: Helena Vascon | Encenação: Nuno Loureiro | Coreografia: Helena Vascon, Patricia Esteves, Grace Fernandes, Carla Mota, Suly Barrera, Maria Rito, David Borges (Turtle), Jorge Barrera, Raquel Lopes, Leonor Gaspar, Marta Nunes e Ana Sofia Remígio | Coordenadora: Susana Risco | Produção: Jorge Barrera e Bruno Fernandes | Vestuário: Dona Teresa | Desenho de imagem: João Lanita.

 

 

A Academia Sulydance apresenta, no próximo Domingo, 12 de Dezembro, às 17 horas, o espectáculo “Luzes, Câmara, Ação!” no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. M/6. Preço: 12€ a 18€.

 

Ticketline - As reservas podem ser efectuadas:

- Tel: 707 234 234 / Email: www.ticketline.sapo.pt

- Info & Reservas ligue 1820 (24h).

https://ticketline.sapo.pt/evento/luzes-camara-acao-59267

TEATRO-CINE DE TORRES VEDRAS ACOLHE ESPETÁCULO DE DANÇA CRIADO POR MIGUEL MOREIRA

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A Útero A.C. leva ao palco do Teatro-Cine de Torres Vedras no próximo dia 10 de dezembro, pelas 21h30, o espetáculo de dança Fraternidade I e II – Díptico de Miguel Moreira.

Acerca deste espetáculo e respetiva temática, o criador do mesmo, Miguel Moreira, refere o seguinte: “A fraternidade talvez seja o elo mais forte que liga todos os seres humanos numa tentativa de se entenderem e de perceberem a diferença que existe em cada um de nós. Focamos a peça no tempo e nos rituais de crescimento que nos fazem afirmar que uma pessoa é jovem ou velha ou que está na meia-idade. Na história de cada um, que é inconfundível mas que ao mesmo tempo se parece com tanta gente que conhecemos. Li um diário de um senhor, que escreveu diariamente desde os 83 anos até aos 92 anos. Todos os dias mapeou o tempo da sua vida. O mais surpreendente é que podemos ver no diário, a cada dia, a hora a que se deitava, a hora a que acordava e a hora a que voltava a adormecer. Há um hiato em que não sabemos o que se passou. O tempo da insónia. Esse tempo é o tempo que, de uma forma metafórica, deveríamos conseguir dançar. Dançar o tempo da insónia.”

Para o festival GUIDANCE, Cláudia Galhós efetuou a seguinte abordagem ao trabalho de Miguel Moreira e ao seu referido espetáculo: “Há um tumulto permanente em Miguel Moreira. Há algo de excessivo, que se esvai nas palavras que diz, nas ideias que partilha, e nessa busca incessante por um movimento que tem uma raiz interior. Às vezes, o corpo até pode recuar ou reduzir a sua pulsação em cena, contrair a convulsão, mas por dentro será sempre trémulo e inquieto. Miguel fala com o mesmo entusiasmo obsessivo com que se dedica à dança. Ele diz coisas assim: “O trabalho do artista é sobre o que não conhece. Não é sobre ‘gosto’ ou ‘não gosto’, não me interessa isso. O trabalho do artista é sobre conhecer." (...) Ele diz coisas assim: “Fraternidade II é diferente das outras criações porque venho com a Fraternidade I na cabeça. Quero fazer um díptico como num quadro. Sei que as pessoas vão olhar primeiro para o 1, e já tenho isso dentro de mim." O ponto de partida é o mesmo: um caderno de anotação metódica das horas, que acompanhou a vida de uma pessoa a caminho dos 90 anos. "Um diário muito metódico, que sugeria uma organização mental... no final já só havia números. ‘Deitei-me à meia-noite’, depois há anotações de horas, ‘2h30 da manhã’, ‘3h30’. Tornou-se um registo do passar do tempo, de alguém que vai acordando ao longo da noite, e toma nota das horas em que desperta. Só tem números. Fez-me pensar que a Fraternidade seria a dança desse mundo, em que acordamos e adormecemos e não sabemos bem onde estamos.”

O preço dos bilhetes para se assistir ao espetáculo de dança Fraternidade I e II – Díptico de Miguel Moreira no Teatro-Cine de Torres Vedras é de cinco euros.

 

Ficha Técnica

 

Uma peça de Miguel Moreira

Cocriação e interpretação: Carolina Faria, Cláudia Serpa Soares, Francisco Camacho, Luís Guerra, Maria Fonseca, Miguel Moreira, Romeu Runa, Sara Garcia, Shadowman

Música original ao vivo: Ricardo Toscano

Violoncelista: Nelson Ferreira

Desenho de luz: Rui Monteiro

Vídeo: João Pedro Fonseca

Cenografia e colaboração desenho de luz da segunda parte: Jorge Rosado

Residências e lugares de ensaio: Estúdios Vitor Córdon, Espaço Gaivotas, Latoaria, Teatro Aveirense, Estúdios ACCCA

Apoios: Dgartes / Governo de Portugal / Estúdios Vitor Córdon / Programa casa / Câmara Municipal de Lisboa / Pólo Cultural das Gaivotas

Coprodução: Útero e Centro Cultural Vila Flor / Festival Guidance / Cine Teatro Avenida / Teatro Aveirense

(Crédito Fotográfico: Helena Gonçalves)

Atualização - Semana(s) da Dança: ateliês e espetáculos para toda a família!

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Em novembro, há ateliês e espetáculos de dança para toda a família, nos equipamentos culturais do concelho. A 24.ª edição das Semana(s) da Dança, que decorre entre os dias 2 e 27, organizada pela Câmara Municipal de Palmela e Passos e Compassos, apresenta ainda atividades especialmente dirigidas à Comunidade Educativa.

O público em geral vai ter a oportunidade de participar nos ateliês de dança “Horas a DançAr”, dia 13, e também no Ateliê de Dança e Expressão Criativa - Pé ante Pé, para crianças dos 8 aos 10 anos, dia 20. Vai ainda poder assistir ao espetáculo para crianças e famílias “Pé ante Pé”, pela DançArte, dia 21, e a “Outras Pontes”, pela Companhia de Danças Ciganas OPRÉ, dia 27.

Para a Comunidade Educativa, o programa integra a Ação de Capacitação - Criação e apresentação de um objeto artístico, destinada a educadoras/es e professoras/es do concelho de Palmela, com cinco sessões a decorrer de 2 a 12 de novembro. Entre os dias 15 e 19 e 22 e 26, há sessões diárias do espetáculo “Pé ante Pé”, destinadas a alunas/os do pré-escolar e 1.º ciclo. A Comunidade Educativa terá ainda acesso a conteúdos online (espetáculos e aulas).

Com os objetivos gerais de divulgar a dança, criar novos públicos e contribuir para a partilha de ideias, desde 1997 que as Semana(s) da Dança oferecem uma programação diversificada. Esta iniciativa é hoje um programa integrado no panorama cultural da vila e do concelho de Palmela, mas também no contexto cultural do país e no panorama da dança em Portugal.

 

Programa

 

14 novembro | 15h00 | Centro Cultural de Poceirão

Horas a DançAr

Ateliês de dança para todas/os

Entrada gratuita

Lotação limitada - reservas obrigatórias

 

20 novembro | 10h00 | Cine-Teatro S. João, Palmela

Ateliê de Dança e Expressão Criativa - Pé ante Pé

Um momento partilhado nos bastidores do espetáculo. Habitar o espaço de “Pé ante Pé”, para criar e brincar com as ideias e as emoções.

Destinatários: 8-10 anos 

Bilhete: 2€

Lotação limitada - reservas obrigatórias

 

21 novembro | 16h00 | Cine-Teatro S. João, Palmela

Pé ante Pé

Pela DançArte

Pé ante Pé é um apelo à imaginação, à criatividade e à sintonia entre vários “Eus”.

Destinatários: crianças e famílias

Bilhete: 4€

Lotação limitada

 

27 novembro | 21h00 | Auditório Municipal de Pinhal Novo

Outras Pontes

Pela Companhia de Danças Ciganas OPRÉ

Espetáculo de Danças Romani (ciganas) de diferentes partes do mundo.

Entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete

 

Info./reservas: 212 336 630 | www.bol.pt | Fnac e Worten

 

Comunidade Educativa

 

2 a 12 novembro (5 sessões) | Cine-Teatro S. João, Palmela

Ação de Capacitação - Criação e apresentação de um objeto artístico

Destinatários: educadoras/es e professoras/es do concelho de Palmela

Participação gratuita

Lotação limitada - reservas obrigatórias

 

15 a 19 novembro | 10h30 e 14h30 | Cine-Teatro S. João, Palmela 

23 a 26 novembro | 10h30 e 14h30 | Auditório Municipal de Pinhal Novo

Pé ante Pé

Pela DançArte

Destinatários: pré-escolar e 1.º ciclo

Entrada gratuita

Lotação limitada - reservas obrigatórias

 

Info./reservas: decs@cm-palmela.pt | 212 336 606

 

Bailado 'O Primo Basílio' | 13 de novembro, 21H30, Cine-Teatro de Alcobaça João D'Oliva Monteiro

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Depois da  apresentação, em  Nova Iorque, Alvin Ailey Theater, no primeiro trimestre de 2020, o bailado 'O Primo Basílio', regressa aos palcos nacionais a 13 de novembro de 2021, pelas 21H30, no Cine-Teatro de Alcobaça - João D'Oliva Monteiro.  Eespectáculo  no âmbito da 7ª edição do Festival Books & Movies de Alcobaça.

‘O Primo Basílio’, uma das mais notáveis obras literárias de Eça de Queirós é um bailado em II atos, graças à iniciativa de Solange Melo e Fernando Duarte, diretores artísticos de Dança em Diálogos. As fascinantes personagens criadas pelo escritor, aliadas ao seu estilo único e inconfundível, constituíram o ponto de partida para um espetáculo de dança que se pretende intenso, dramático e transversalmente cativante.

Incorporando uma linguagem que alia a estética neo-clássica à dança contemporânea, ‘O Primo Basílio’ alude assim à reinvenção da fórmula de bailado narrativo, aliando à criação coreográfica um desenho cénico de cariz minimalista.

Deste modo, o romance transcende a fronteira literária, fazendo despertar o interesse em descobrir a obra de Eça de Queiroz e valorizando também o património musical português, através de um suporte musical com base nas obras de Luis de Freitas Branco e de Fernando Lopes Graça.

Dança no Fórum Cultural na Baixa da Banheira

O Fórum Cultural José Manuel Figueiredo recebe, no dia 22 de outubro, pelas 21:30h, o espetáculo de dança “Inverno”, pela Companhia de Dança de Almada, com criação de Bruno Duarte.

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“Desde criança tenho muito presentes as imagens a que, fascinado, assistia na televisão e que me davam a conhecer um pouco do que são os costumes de inverno transmontanos – caretos, chocalheiros, diabos, figuras que sempre exerceram sobre mim um magnetismo especial. Vi na criação deste espetáculo uma oportunidade para explorar cenicamente o cruzamento da sacralidade ritual destas celebrações ancestrais, com uma linguagem de dança contemporânea. Situado entre o sagrado e pagão, ancestral e contemporâneo, humano e sobrenatural, “Inverno” procura transmitir a magia que se vive por estes lugares na altura do solstício de inverno, retratando o pulsar da terra, a emancipação dos jovens, as arruadas, a postura de transgressão – mas tão regrada por práticas fixas – e o forte misticismo cultural. Este é um trabalho sobre o que está vivo, mas também sobre a memória. Sobre aquilo e aqueles que já viveram os locais que hoje experimentamos.” Bruno Duarte

“Estes são rituais de juventude, cheios de vida e de futuro, por onde perpassam todas as atividades dos povos (…), rituais que a cada ano renovam a confiança na continuidade da vida, bem simbolizada no fogo e outros deuses pagãos.

Nunca realçaremos suficientemente o papel que os rituais (…) tiveram na evolução das nossas sociedades e lhes transmitiram um carácter de sanidade ética que consegue manter a dignidade no meio da maior pobreza e de dificuldades sem fim.” Amadeu Ferreira, in “O Diabo e as Cinzas” (2013).

 

Criação: Bruno Duarte | Cocriação e interpretação: Bruno Duarte, Carlota Sela, Francisco Ferreira, Joana Puntel, Luís Malaquias, Mariana Romão e Raquel Tavares | Música: Galandum Galundaina, Roncos do Diabo, Cabra Çega, Urze de Lume, Colin Stetson | Figurinos: Nuno Nogueira | Cenografia: Carlota Machado e Bruno Duarte | Desenho de luz: Stageplot – Filipa Romeu | Imagem promocional: Ester Gonçalves | Ensaiadora e assistente de coreógrafo: Maria João Lopes | Seleção musical e sonoplastia: Bruno Duarte

Coprodução do Teatro Municipal de Bragança e Companhia de Dança de Almada.

 

Destinatários: Geral | M/6 anos

Duração: 60 min.

Bilhete: 3,56 euros

 

Fórum Cultural José Manuel Figueiredo.
Rua José Vicente, 2835-134 Baixa da Banheira


Horário da Bilheteira
De terça-feira a sábado, das 14:30h às 19:30h
Dias de espetáculo: Uma hora antes do início do espetáculo ou sessão; encerra aquando do início do espetáculo ou sessão.
Os bilhetes podem ainda ser reservados, através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira. As reservas têm que ser levantadas, no máximo, à véspera do espetáculo/sessão, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

LA PROCESSION de NACERA BELAZA | CASA DA DANÇA em Almada

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Estamos nos últimos dias de inscrições para a oficina-performance La Procession de Nacera Belaza (Argélia/França).
Inscrições abertas até 8 de Outubro: www.casadadanca.pt/oficinas/

A coreógrafa Nacera Belaza (FR) coordenará na CASA DA DANÇA em ALMADA a Oficina-Performance LA PROCESSION entre 15 e 23 de Outubro, com apresentação no dia 23 em um itinerário através da cidade de Almada.  Em LA PROCESSION os performers circulam por um caminho sensorial que nos convida a questionar a essência de um lugar: o espaço interior e exterior, privado e público, escuridão e luz. Cada “procissão” é uma ocasião para criar uma peça única com um novo grupo. As obras de Nacera são apresentadas regularmente na Europa, África, Ásia e América do Norte, em festivais como Montpellier Danse, Rencontres Chorégraphiques Internationales de Seine-Saint-Denis, Festival d’Avignon, Bienal de la Danse de Lyon e Kunstenfestivaldesarts.

LA PROCESSION com NACERA BELAZA
15 a 23 OUT, 17h00 às 21h00
Apresentação: 23 OUT às 17h00

La Procession - “Um grupo (um corpo único) irá circular dentro de um itinerário sensorial conectando-se ao seu espaço interior. A coreografia surge como consequência natural desse estado.Por meio dessa condição, a ideia é criar um vínculo mais intenso entre os performers e o público. A perceção será, portanto, transformada, exacerbada para permitir que o imaginário ocorra.” Nacera Belaza. Nos últimos anos, Belaza vem desenvolvendo “as procissões” como uma nova forma de se relacionar com o público. Em La Procession os performers circulam por um caminho sensorial que nos convida a questionar a essência de um lugar: oespaço interior e exterior, privado e público, escuridão e luz. Cada “procissão”é uma ocasião para criar uma peça única com um novo grupo. 

Espetáculo de dança contemporânea "Gorpuztu" no Teatro-Cine de Torres Vedras

 

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Eva Guerrero leva ao palco do Teatro-Cine de Torres Vedras no próximo dia 9 de outubro, pelas 21h30, o espetáculo de dança contemporânea Gorpuztu.

Trata-se de um espetáculo com música ao vivo que aborda “a nossa procura constante de equilíbrio”, o “combate pelo se estar em calma, pelo silenciar o ruído, pelo aligeirar a carga e a culpa, para encontrar um lugar onde o animal durma tranquilo”.

Gorpuztu nasce de uma investigação sobre o uso do corpo em determinados contextos e religiões. Dividindo o corpo em várias partes, observando gestos, movimentos e ações da hora da reza e explorando conceitos como os de culpa, penitência, transcendência e submissão, em diferentes religiões, assim nasceu Gorpuztu

De referir que este espetáculo foi candidato aos Prémios Max 2020 (categorias de “Melhor Autor Revelação” e de “Melhor Intérprete Feminina de Dança”). Gorpuztu é um espetáculo recomendado pela SAREA - Red Vasca de Teatros.

O preço dos bilhetes para se assistir a Gorpuztu no Teatro-Cine de Torres Vedras é de cinco euros.

 

Ficha Técnica

Criação, Textos e Coreografia: Eva Guerrero | Trabalho "estilos internos chinos": Aritz Aresti 
Figurinos: Azegiñe Urigoitia 
Cenografia: ATX Teatroa y DOOS Colectivo 
Desenho de Luz: Arantza Heredia 
Produção: Jemima Cano
Agradecimentos: Coro Lipoveno Juravca, Comunidad Judía Progresista Betshalom de Barcelona, La Sabiduría de Nagarjuna Bilbao, Graciano Acosta, Aritz Aresti, Majid Javadi, Achraf Abdeloihidin, Amaia e Julia, Maite e Santi, Doltza, Aritz e Helena, Esti, Naia e Mikel...
Um projeto financiado por: Dpto. de Cultura del Gobierno Vasco 
Apoios: Garaion Sorgingunea, Espacio Punto de Fuga, La nave del Duende y Teatro Barakaldo Antzokia