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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Palmela celebra Dia Mundial da Dança com iniciativas para diversos públicos

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As comemorações do Dia Mundial da Dança (29 de abril), promovidas pela DançArte/Passos e Compassos, companhia residente no Cineteatro S. João e pela Câmara Municipal de Palmela, decorrem em vários pontos do concelho, entre 24 e 29 de abril. O programa inclui o espetáculo “Dançar Abril”, a iniciativa “Dança ao Largo”, com aulas diversas de participação livre, “Cinema(s) À Volta da Dança”, o “Baile da Liberdade” e um Baile de Danças Tradicionais do Mundo, com os Dahu.

O programa comemorativo abre, dia 24, às 22h00, com o espetáculo “Dançar Abril 2019”, no Centro Cultural de Poceirão, prossegue dia 28, entre as 10h00 e as 17h00, com a iniciativa “Dança ao Largo”, no Largo de S. João, em Palmela, que vai proporcionar aulas diversas de participação livre e encerra dia 29, com a apresentação de cinema(s) “À Volta da Dança”, às 10h00, 14h30 e 18h00, no Cineteatro S. João, em Palmela.

O programa integra, ainda, mais duas iniciativas: no dia 26, às 21h30, o “Baile da Liberdade”, em Águas de Moura, junto ao Sobreiro Centenário, uma iniciativa promovida pela União de Freguesias de Poceirão e Marateca, com o apoio da Câmara Municipal de Palmela, que também faz parte do programa comemorativo do 45.º aniversário do 25 de Abril e dia 28, às 16h00, na Biblioteca Municipal de Palmela, o Baile de Danças Tradicionais do Mundo, com os Dahu, promovido por Leónia de Oliveira, com o apoio da autarquia.

Valorizar a dança e o encontro entre as pessoas, cruzar linguagens e motivar públicos, sublinhando os benefícios da sua prática, são alguns dos objetivos das comemorações do Dia Mundial da Dança.

Mais informações em www.passosecompassos.pt ou 212 336 630.

 

Programa:

 

Dia 24 de abril 

22h00 | Centro Cultural de Poceirão

(exterior)

Dançar Abril

Org: Dançarte/Câmara Municipal de Palmela

 

Dia 26 de abril

21h30 | Águas de Moura (junto ao Sobreiro Centenário)

Baile da Liberdade

Entrada livre

Org: União das Freguesias de Poceirão e Marateca

 

Dia 28 de abril

10h00-17h00 | Largo de S. João, Palmela

Dança ao Largo

Aulas diversas de participação livre

Org: Dançarte/ Câmara Municipal de Palmela

 

Dia 28 de abril

16h00 | Biblioteca Municipal de Palmela

Baile de Danças Tradicionais do Mundo com Dahu

Org: Leónia de Oliveira

 

Dia 29 de abril

Dia Mundial da Dança

10h00/14h00 e 18h00 | Cineteatro S. João, Palmela

Cinema (s) À Volta da Dança

Org: Dançarte/ Câmara Municipal de Palmela

Moita: Comemorações do Dia Mundial da Dança

A Câmara Municipal da Moita assinala o Dia Mundial da Dança com iniciativas dirigidas a vários públicos, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira.

 

27 de abril, 21:30h

Dança

“Substância do Tempo”, pela Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo

Homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen

Coreografia: Vasco Wellenkamp e Miguel Ramalho

Destinatários: geral | M/6 anos

Duração: 105 min.

Entrada gratuita. Levantamento de bilhetes a partir de dia 12 de abril

Direção Artística: Vasco Wellenkamp | Coreografia: Vasco Wellenkamp e Miguel Ramalho | Ensaiadoras: Cláudia Sampaio, Liliana Mendonça | Direção de Cena: Cláudia Sampaio | Direção Técnica: Ricardo Campos | Bailarinos: Carlos Silva, Catarina Godinho, Francisco Ferreira, Íris Runa, Maria Mira, Miguel Santos, Pedro Garcia, Ricardo Henriques, Rita Baptista, Rita Carpinteiro | Bailarinos Convidados: Patrícia Henriques, Patrícia Main, Miguel Ramalho.

 

28 de abril, 11:00h

Cinema Infantil

“Bailarina”, de Éric Summer e Éric Warin

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FRA/CAN | 2016 | 89 min.      

Destinatários: famílias e crianças maiores de 6 anos | M/6 anos

Entrada gratuita

Paris, 1880. A viver num orfanato desde muito pequena, Felícia, de 11 anos, sonha tornar-se bailarina. A sua paixão revela-se a cada momento da sua vida e cada lugar lhe parece um palco onde rodopia e faz "pliés", ao mesmo tempo que fantasia com os aplausos de grandes plateias. Um dia, acompanhada por Victor, o seu melhor amigo – que deseja mostrar ao mundo as suas grandes invenções –, decide fugir. Os dois rumam a Paris, a cidade das luzes, onde lhes tudo parece possível. Felícia inscreve-se como aluna na famosa escola da Ópera de Paris, considerada uma das maiores e mais tradicionais companhias de dança do mundo, onde espera aprender tudo o que necessita. Como o que lhe falta em técnica sobra em determinação, esta menina corajosa sente-se capaz de enfrentar todas as adversidades e conquistar o título de "prima ballerina"…

 

Câmara Municipal de Palmela | Centro Cultural de Poceirão recebe espetáculo "Dançar Abril"

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No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Dança e do 45.º aniversário do 25 de Abril, o Centro Cultural de Poceirão recebe, no dia 24 de abril, às 22h00, o espetáculo “Dançar Abril”. Com direção artística de Sofia Belchior (Dançarte, companhia residente no Cineteatro S. João, em Palmela), este espetáculo é promovido em conjunto com as associações locais.

 

Trata-se de uma iniciativa onde “a dança se assume como a expressão dos valores de Abril e onde o desafio consiste em criar a simbiose entre o movimento e a liberdade”.

 

“Dançar Abril” é uma organização da Câmara Municipal de Palmela, Dançarte/ Passos e Compasso e Movimento Associativo, com o apoio da União de Freguesias de Poceirão e Marateca.

 

 

 

Corte de Trânsito

 

No âmbito da realização do espetáculo “Dançar Abril”, a Câmara Municipal informa que será cortado o trânsito de veículos nas seguintes ruas, locais e horários:

 

Dia 22 de abril (segunda-feira), das 19h30 às 00h00

 

Rua Senhora da Graça (troço junto ao Centro Cultural de Poceirão)

 

Dia 23 de abril (terça-feira), das 12h00 às 00h00

 

Rua Senhora da Graça (troço junto ao Centro Cultural de Poceirão)

 

Dia 23 de abril (terça-feira), das 19h00 às 00h00

 

Rua da Liberdade

 

Dia 24 de abril (quarta-feira), das 00h00 às 02h00

 

Rua Senhora da Graça (troço junto ao Centro Cultural de Poceirão)

 

Dia 24 de abril (quarta-feira), das 17h00 às 02h00

 

Rua da Liberdade

 

 

A infração está sujeita a penalização (reboque e coima).

 

Abril • Ballet Contemporâneo do Norte

ESTREIA - AGORA / ἀγορά
Três performances-in-situ de Catarina Campos, Joclécio Azevedo & Jorge Gonçalves

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13 e 14 de Abril, 21h30
Antiga Igreja de São João de Ver
Santa Maria da Feira

M6

Entrada: livre
Reservas: bcnproducao@gmail.com

O Ballet Contemporâneo do Norte desafiou coreógrafos e criadores contemporâneos a submeterem propostas para a criação de espetáculos de curta duração (15 a 20 minutos) com a participação dos 4 bailarinos selecionados após audição. As propostas selecionadas, pensadas para um espaço “não-convencional” do município de Santa Maria da Feira, têm por base teórica o enquadramento conceptual do programa €UROTRA$H, refletindo sobre uma ou mais “ideias de Europa” para o futuro-presente, ao mesmo tempo questionando as práticas artísticas e de investigação dos criadores num objeto coreográfico — a Dança enquanto prática e pensamento. As três performances estabelecem um diálogo “in situ” com a arquitetura de um espaço particular (Antiga Igreja de São João de Ver, Santa Maria da Feira), desprovido da sua função original, ou então re-ativado e potenciado contemporaneamente enquanto esfera de discussão pública (logo política) sobre a importância da arte fora dos grandes centros, suas valências sociais e culturais, mas também históricas e filosóficas. A ágora grega, que dá título à série, enquanto berço da missão democrática que alicerça o “projeto europeu”, e que urge, na atualidade, re-pensar e re-criar.

Foram selecionadas duas peças da autoria de dois coreógrafos estabelecidos (Jorge Gonçalves e Joclécio Azevedo) e ainda uma terceira da autoria de uma jovem criadora de Santa Maria da Feira (Catarina Campos). As três peças serão apresentadas em sequência nos dias 13 e 14 de Abril de 2019, após um período de residência de criação acompanhado por Rogério Nuno Costa (curador e artista associado) e Susana Otero (diretora). O processo de criação foi profusamente documentado (em fotografia e vídeo) e será publicado em objeto documental no final da atividade.

DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
Joclécio Azevedo

Este trabalho é uma espécie de ensaio de desgaste, um teste de resistência e de flexibilidade mental para os intérpretes, assente numa estrutura de ações repetitivas que configuram uma paisagem saturada de gestos. A repetição obsessiva das ações conduz a diferentes modos de produção e de percepção do trabalho coreográfico, desenhado a partir de uma condição transitória, de algo que não pretende ser fixado em definitivo como objeto. As ações acumulam-se em combinações aleatórias entre a histeria e o entusiasmo exagerado. A peça configura-se também a partir de uma impressão provocada pela visualização de uma cena do filme “A page of madness” de Teinosuke Kinugasa (1926). Uma bailarina dança freneticamente dentro de uma cela numa instituição para doentes do foro psiquiátrico. O filme foi influenciado pelo surrealismo europeu, como é visível na utilização da edição e na combinação entre realidade, delírio, inconsciente e ficção. Em diálogo com este imaginário, onde o distúrbio afeta os sentidos e o movimento, ensaiamos uma transposição, um exercício de mobilização de atmosferas. Os gestos escondem-se dentro de outros gestos, procuram novas traduções e possibilidades que os transfigurem. Os intérpretes habitam o corpo como laboratório de experimentação mecânica e arriscam-se a perder o sentido.

INTENÇÕES IMPALPÁVEIS
Jorge Gonçalves

Entre a constituição de uma concepção singular e, ao mesmo tempo, a proteção de uma dinâmica pluralista para preservar a diferença, o paradoxo existente no projeto europeu tem sido recorrentemente contestado por diversas ideologias e manifestações derivadas da atual conjuntura política e económica. Apesar da existência de um cepticismo contra os regimes vigentes, ainda existe um desejo de fazer e ser parte das várias comunidades. Mas, por outro lado, e devido às crises económicas e migratórias atuais, existe toda uma redefinição do que é a participação e recepção do outro, que desestabiliza as noções de inclusão e exclusão na Europa, questionando o trabalho em colaboração na reinvenção do espaço social. Como é que nos mobilizamos dentro das comunidades para uma transformação social e performativa, e como é que os artistas e a comunidade podem ter uma prática comum nesse processo coletivo de construção? Este projeto incide sobre as noções de imaterialidade e imaginário comum que se produz dentro de um coletivo temporário, residindo no limiar entre participação e contemplação, inclusão e exclusão. Como é que o espaço performativo se constrói a partir das perspetivas e dos protocolos que regem a inclusão da audiência num espaço comum? Uma série de situações são propostas pelos performers através de ações de convite, reconhecimento, provocação, intimidação e outras intenções.

PELO MENOS 77.
Catarina Campos

Da celebração dos trinta anos da queda do Muro de Berlim.
Muro. Ego. Cego. Um muro é uma barreira sem oxigénio que separa, distorce e danifica, contrastando a força e fraqueza de cada uma das duas realidades que são criadas.
São tantos os muros por desmurar.
Dentro. Em. Fora.
Os que vemos. Os que não vemos.
Os que falamos. Os que não falamos.
Os que confrontamos. Os que não.
Os que.
Os que não.
Construídos, são pelo menos 77. 

Ficha artística:
Coreógrafos
| Catarina Campos, Joclécio Azevedo, Jorge Gonçalves
Bailarinos | Carminda Soares, Maria Soares, Melissa Sousa, Renann Fontoura
Direção Técnica | Daniel Oliveira
Fotografia | Miguel Refresco
Design & Artwork | Jani Nummela
Documentário | Rogério Nuno Costa
Produção | Ballet Contemporâneo do Norte

O Ballet Contemporâneo do Norte é uma companhia financiada pelo Governo de Portugal/Secretaria de Estado da Cultura (Direção-Geral das Artes) e apoiada pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira.

Apoios: Junta de Freguesia de São João de Ver, Paróquia de São João de Ver, Tuna Musical de Santa Marinha, mala voadora

 

UMA DANÇA POR MÊS... EUROPA ENDLOS
Contemporâneo ⋅ Parte I de III ⋅ Brasil
com Renann Fontoura

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Aula Aberta
13 de Abril de 2019
Sala de ensaio do Cineteatro António Lamoso
10:00 – 12:30

Entrada gratuita, mediante inscrição prévia (obrigatória) para:
bcnproducao@gmail.com

Depois de ter ocupado o primeiro trimestre do ano com três sessões dedicadas ao Ballet, o programa Uma Dança Por Mês... EUROPA ENDLOS inicia, em Abril, um novo ciclo de três sessões, desta vez em torno da "ideia" de Contemporâneo. Vamos expandir ainda mais os limites geo-histórico-culturais do mapa "europeu", abordando paradigmas coreográficos oriundos de outros continentes, e cujas manifestações coreográficas e musicais têm inspirado, nas duas últimas décadas, a cultura pop/hip hop e a street dance mundiais. Do funk brasileiro ao kuduro angolano, passando pelo batuku de Cabo Verde, o programa pretende propor uma deslocação do olhar (a Sul), em estreita colaboração com profissionais oriundos de países de língua oficial Portuguesa atualmente a residir e a trabalhar em Portugal.

A primeira sessão tem por título "Danças urbanas: um pequeno paralelo de coexistência entre o hip-hop e o funk", e será orientada pelo bailarino brasileiro Renann Fontoura. Propõe-se uma breve introdução à cultura hip-hop e ao funk, com foco na coexistência de ambas no cenário urbano brasileiro. A partir da bagagem corporal oriunda das danças urbanas americanas, assim como do contacto de Renann Fontoura com o grupo "Relíquias", pioneiro da dança passinho foda, oriunda do estado do Rio de Janeiro (Brasil), a sessão dividir-se-á em 3 partes: uma pequena introdução à dança passinho foda, através de material em vídeo; o ensino de alguns passos fundamentais da dança hip-hop, com apoio de músicas que unem influências do funk carioca, do hip-hop e da música eletrónica; e a aprendizagem de uma sequência coreográfica que irá re-misturar, de forma simples e didática, o material introduzido nos momentos anteriores.

Uma Dança por Mês… Europa Endlos é um programa de formação organizado pelo Ballet Contemporâneo do Norte e destinado ao público de Santa Maria da Feira. Como complemento à programação da companhia, onde o público tem a possibilidade de ver dançar, aqui o espetador é convidado a experimentar a dança, as suas estratégias e os seus modos de usar. Este ano, o ciclo apresenta um conjunto de sessões temáticas em diálogo com o programa €UROTRA$H, com curadoria de Rogério Nuno Costa. Europa Endlos (“Europa Interminável”), subtítulo confiscado ao álbum “Trans Europa Express” dos Kraftwerk, dará o mote a um conjunto de encontros à volta de narrativas coreográficas trans-europeias, danças mais ou menos vizinhas, mais ou menos longínquas, migradas ou imigradas, asiladas ou refugiadas, pedidas emprestadas, apropriadas. A Europa enquanto conceito e interrogação híbrida, que se expande para lá das suas fronteiras históricas, geográficas e culturais.

DESTINATÁRIOS
Pessoas dos 13 aos 65 anos, com ou sem experiência no campo das artes performativas.

FORMADOR
Renann Fontoura (1993, Porto Alegre, Brasil) teve o seu primeiro contacto com a dança em 2008, tendo aprofundado o estudo das designadas “Danças Urbanas“. Sempre com o foco na investigação da improvisação corporal, as suas bases principais são a HipHop Dance e algumas técnicas da dança Popping. Em 2014, entrou para a companhia Grupo de Rua de Niterói (GRN), dirigida por Bruno Beltrão, trabalhando como intérprete nas peças "H3" e "Cracks". Trabalhou também com a companhia francesa RAMa em 2016, dirigida por Fabrice Ramalingom, atuando como Intérprete-criador na peça “Nós, Tupi or not Tupi?“. Em 2018, integrou o elenco da companhia Híbrida (Rio de Janeiro, Brasil), participando da criação da peça "IN(in)terrupto", e como intérprete nas peças "Olho nu" e "Non stop". Atualmente, é aluno do curso PACAP 2 (Programa Avançado de Criação em Artes Performativas), sob curadoria de Sofia Dias e Vítor Roriz, no espaço Forum Dança (Lisboa, Portugal), onde desenvolve o seu primeiro trabalho autoral intitulado "MIRAGEM (.404)".

PRÓXIMAS SESSÕES:

21 de Setembro | Contemporâneo II (Angola)
19 de Outubro | Contemporâneo III (Cabo Verde)

 
CAFÉ CENTRAL
Ciclo de conversas incluído no programa €UROTRA$H
CAFÉ CENTRAL #3
O homem de rebanho, na Europa
com Eduarda Neves
13 de Abril de 2019, 17:30 - 19:00
Antiga Igreja de São João de Ver
Santa Maria da Feira
Entrada: livre
A terceira e última conversa do ciclo CAFÉ CENTRAL trará à Antiga Igreja de São João de Ver a investigadora e professora Eduarda Neves. Com ela, e a partir da obra de Friedrich Nietzsche "Para além do bem e do mal" (à qual resgatamos o título desta apresentação), equacionaremos as representações que temos da Europa e as que queremos vir a ter.
CAFÉ CENTRAL é o título do segmento conferencial do projeto €UROTRA$H, programa curatorial do Ballet Contemporâneo do Norte desenhado por Rogério Nuno Costa para a re-invenção coreográfica de uma ideia multifacetada de Europa, entendida enquanto conceito histórico, político, filosófico e estético. Como afirma George Steiner em 'The Idea of Europe' (2015): "Europe is the place where Goethe’s garden almost borders on Buchenwald, where the house of Corneille abuts on the market-place in which Joan of Arc was hideously done to death.” A urgência de uma reflexão inter-disciplinar sobre estas contradições e tensões (culturais, sociais, políticas, económicas e religiosas), que durante séculos contribuíram simultaneamente para o afastamento e para a unificação de uma certa ideia — contestada por uns, abraçada por outros — de identidade cultural (pan-)europeia, ganha na atualidade mais recente um novo fôlego crítico, impulsionado pela designada “crise dos refugiados” e pelo crescimento exponencial de movimentos nacionalistas. Investigadores de áreas distintas encontrar-se-ão com o público num ambiente informal, propondo três conversas abertas e imprevisíveis sobre o desejo de “fazer parte”, sobre a importância da criação de comunidades e de discursos sociais/socializantes, sobre a tolerância e a hospitalidade, sobre a viagem e o exótico. O CAFÉ CENTRAL enquanto espaço de debate intelectual e conspiração política, habitado por flâneurs, poetas, metafísicos e escritores, micro-unidade de sentido que atravessa todas as latitudes europeias.

Venha tomar café connosco!

Eduarda Neves é professora de teoria e crítica da arte contemporânea, área na qual tem vários artigos e livros publicados. Curadora independente. A sua atividade de investigação e de curadoria cruza  os domínios da arte, filosofia e política. Colabora, desde Fevereiro de 2019, com a revista “CONTEMPORÂNEA”. Último livro publicado: O AUTO-RETRATO. FOTOGRAFIA E SUBJECTIVAÇÃO. Lisboa: Ed. Palimpsesto | CEAA, 2016 [Short list do prémio PEN CLUB na área de Ensaio, 2017]. Publicará, em 2019, os livros NEM-ISTO-NEM-AQUILO e BESTIÁRIOS. ENSAIOS SOBRE ARTE CONTEMPORÂNEA. Licenciada em Filosofia e Doutorada em Estética. Professora Auxiliar na ESAP. Investigadora Responsável do grupo de investigação ARTE E ESTUDOS CRÍTICOS do CEAA desde 2013. Concebeu os projetos ALGUMAS RAZÕES PARA UMA ARTE NÃO DEMISSIONÁRIA [2014-15], CORRESPONDÊNCIAS [2016-17] e HORS-SÉRIE [2018], apresentados em Portugal, Alemanha, Áustria, Espanha, França, Malta e Ucrânia. Integrou o projeto expositivo QUATRO ELEMENTOS (curadora do elemento TERRA), na Galeria Municipal do Porto [2017]. Outros projetos curatoriais recentes: FAULT LINE (Casa dos Crivos + Convento de São Francisco) e A ALGUNS PASSOS COMO SE ESTIVESSE MUITO LONGE, Encontros da Imagem, Braga e Porto [2017]; A.A.R., Espaço Mira (Porto) e SEM IMAGO MUNDI, ANTES UM DESVIO ALEATÓRIO, Planetário (Porto) [2018]. Concebe, em 2019, o projecto EUROPA, que articula uma conferência internacional (I) Notas sobre a Europa. O sono dogmático, e um projecto curatorial (II) Andando em torno do Sol: Máquinas, Aranhas e Corsários. É atualmente diretora da Escola Superior Artística do Porto - ESAP.
 


 

 

 

 

Museu do Oriente apresenta Into the Light | Espectáculo de dança indiana com música ao vivo

Espectáculo de dança indiana com música ao vivo

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Into the Light, um espectáculo que combina dança, poesia e música ao vivo, apresentando os pontos comuns da dança clássica indiana - Bharata Natyam e Odissi - e da prática mística Mevlevi Sufi, é a sugestão do Museu do Oriente para sábado, 13 de Abril, às 21.00.

 

Numa cultura que deixou de acreditar no poder do ritual, como resgatar a consciência de que todas as acções estão relacionadas com o Eu mais profundo? É a esta questão que a performance procura responder.

 

Eshani Lasya (Portugal) e Smirna Kulenović (Bósnia) são as autoras, intérpretes e coreógrafas que, através da sua arte, mostram como a cultura védica e a cultura sufi se tocam de diversas formas, unindo-se pela pureza com que encaram o caminho do crescimento pessoal, pela filosofia abrangente e unificadora.

 

Durante cerca de uma hora é apresentada uma perspetiva inédita de dois estilos de dança indiana, que são práticas de devoção condutoras de um transe que se traduz em formas estéticas requintadas.

 

As artistas partilham o palco com Ishtar Bakhtali (Holanda) e T.L. Mazumdar (Índia/Alemanha), autores e intérpretes da banda sonora que sustenta a narrativa. Em palco, espera-se uma actuação poderosa e intensa, tão profunda quanto explosiva, colorida por belos poemas da cultura persa e indiana. 

 

Espectáculo Into the Light

13 de Abril

Horário: 21.00

Preço: 12 €

Duração: 60’ sem intervalo

 

www.museudooriente.pt

Museu do Oriente ensina a dançar K-Pop

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Para quem ambiciona aprender as coreografias e os movimentos dos mais recentes êxitos da música popular coreana, o Museu do Oriente organiza dois workshops de Dança K-Pop, de duas sessões cada, a 28 e 30 de Março, 11 e 13 de Abril.

 

O fenómeno K-Pop que tem vindo a atrair atenção generalizada, não só na Ásia como a nível mundial, pela beleza da sua precisão e estilo singular, é dado a conhecer através de exercícios de alongamento, controlo corporal e ritmo, seguidos de coreografias criadas com base nos mais recentes êxitos do K-Pop. Em cada workshop de duas sessões é trabalhada uma coreografia diferente, ficando os participantes aptos a recriar uma actuação à imagem dos seus grupos de K-Pop favoritos. 

 

Os workshops são orientados pela coreógrafa e bailarina Sunbee Han. Nascida em Seul, na Coreia do Sul, Sunbee Han tem um bacharelato e mestrado em Dance & Dance Film pela Faculdade de Artes da Universidade Han Yang. Em 2009 foi galardoada com a Medalha de Ouro no Dong-A National Dance Competition, o mais prestigiado prémio na área da dança, na Coreia do Sul. Em 2011 juntou-se à Henri Oguike Dance Company, em Londres, tendo recebido uma calorosa recepção por parte da crítica especializada aquando da sua primeira actuação.

 

O workshop é ministrado em língua inglesa.

 

Workshops Dança K-Pop

Workshop 1
Quinta, 28 Março | 15.30-17.30 e Sábado, 30 Março | 14.30-16.30
Workshop 2
Quinta, 11 Abril | 15.30-17.30 e Sábado, 13 Abril | 14.30-16.30

Preço: 20 €/ workshop de duas sessões

Participantes: mín. 10, máx. 16

M/16 anos

 

 

www.museudooriente.pt

Tróia recebe pela primeira vez espectáculo equestre com fado e flamenco

Flamenco e fado cantado ao vivo na praia da Caldeira

TRÓIA RECEBE PELA PRIMEIRA VEZ UM ESPECTÁCULO EQUESTRE

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A 20 de Abril, pelas 19 horas, Tróia recebe pela primeira vez um espectáculo de arte equestre na Praia da Caldeira, junto às Ruínas Romanas, que será palco de uma performance apresentada pela Escola Equestre Vítor Rodrigues, que conjuga o hipismo, o flamenco e o fado cantado ao vivo por Emanuel Soares, para dar início às celebrações de Páscoa com uma iniciativa cultural inédita.

 

Com duas horas de duração e 10 minutos de intervalo, o espectáculo equestre Vítor Rodrigues divide-se em dois momentos, com uma primeira parte em que o fado é cantado ao vivo por Emanuel Soares e dançado pelos cavalos com volteios artísticos e rédeas longas para, na segunda parte, dar lugar ao flamenco e às sevilhanas com cavalos, numa demonstração de ritmo e de cor impressionantes.

 

No cenário natural da laguna da Caldeira e emoldurado pelo património arquelógico das Ruínas Romanas, o sábado de Páscoa em Tróia celebra a arte, a natureza e a História com um programa exclusivo.

 

Espectáculo Equestre | 20 de Abril | 19h00 | Praia da Caldeira | Duração: 130 minutos

Bilhetes: 30€ Adultos | 15€ Crianças (até aos 12 anos)

Reservas: ticketline. Informações: arqueologia@troiaresort.pt.

Acesso pela estrada das Ruínas Romanas de Tróia e possibilidade de parqueamento junto ao sítio arqueológico

Inscrições abertas até 3 de maio para a 2ª Edição do Barreiro Festival de Dança

Inscrições abertas para a 2ª Edição do Barreiro Festival de Dança

Conheça o Regulamento e saiba como participar

 

A 2ª Edição do BFD – Barreiro Festival de Dança, realiza-se a 11 de maio, pelas 16h00, na Casa da Cultura da Baía do Tejo. As inscrições estão abertas até o dia 03 de maio.

 

Este Festival cujo objetivo assenta na promoção da dança, dando a oportunidade aos bailarinos, escolas e/ou grupos, de apresentarem os seus trabalhos, compreende todos os géneros de dança, e pretende fomentar o cruzamento e a partilha, potenciando a dança no Concelho do Barreiro.

 

Todas as questões relacionadas com a forma de participação e respetiva inscrição na 2ª Edição do Barreiro Festival de Dança, encontram-se esclarecidas no Regulamento do Festival, publicado na página do Facebook oficial do evento em:

https://www.facebook.com/Barreirofestivaldanca/posts/350393088907009?__tn__=K-R

 

Org.: CMB

CTE | MARGEM de VICTOR HUGO PONTES | PASSATEMPO | SÁBADO 30 MARÇO | 21H30

O Blog Cultura de Borla em parceria com o CINE TEATRO DE ESTARREJA tem bilhetes duplos para o espetáculo  MARGEM , a exibir no próximo dia 30 de Março, sábado,  às 21h30,  no Cine - Teatro de Estarreja aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver MARGEM com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

 

MARGEM

de Victor Hugo Pontes

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Margem é um encontro entre a linguagem coreográfica de Victor Hugo Pontes e uma obra literária, que é também uma obra política: Capitães da Areia, de Jorge Amado, que retrata um grupo de crianças e adolescentes abandonados, que vivem nas ruas de São Salvador da Baía, sobrevivendo um dia de cada vez. Oitenta anos depois da publicação do livro, Margem questiona quem são os novos ‘capitães da areia’, inspirando-se na realidade social de jovens que vivem nas margens. Com texto de Joana Craveiro, este projeto partiu de um trabalho junto de jovens que foram privados do ensino, da alimentação, de carinho, de família – jovens que partiram em défice ou que se viram em défice por razões que muitas vezes lhes são alheias. 

 

Victor Hugo Pontes direção, Joana Craveiro texto, F. Ribeiro cenografia, Marco Castro, Igor Domingues (Throes + The Shine) Música, Wilma Moutinho direção técnica e desenho de luz, Joaquim Madaíl operação de luz, Rodolfo Sá Pereira operação de som, Alexandre Tavares, David S. Costa, Gonçalo Cabral, Hugo Fidalgo, João Nunes Monteiro, José Santos, Magnum Soares, Marco Olival, Marco Tavares, Nara Gonçalves, Rui Pedro Silva, Vicente Campos interpretação, Beatriz Baptista ( Ginasiano Escola De Dança), João Filipe Abreu (FCSH) estagiários, Madalena Alfaia consultadoria artística, Joana Ventura direção de produção, Mariana Lourenço assistente de produção