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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

SERRALVES // 17 JUN, 21H30 // MINISTRO MANUEL HEITOR DEBATE O PAPEL DA CIÊNCIA NA COMUNIDADE EM SERRALVES // Ciclo de Conferências: A Ciência ao Serviço da Comunidade

 

O Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, participa em debate sobre comunicação e divulgação da ciência e seu papel na comunidade na próxima 3ª feira, dia 18, às 21h30 em Serralves

MINISTRO MANUEL HEITOR DEBATE O PAPEL DA CIÊNCIA NA COMUNIDADE EM SERRALVES

RAZÃO, CIÊNCIA, HUMANISMO E PROGRESSO

17 JUN 21h30

Ciclo de Conferências: A Ciência ao Serviço da Comunidade

Oradores convidados:

Manuel Heitor (Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior)

Claudio Sunkel (Diretor do IBMC);

Miguel Coleta (Diretor de Sustentabilidade da Philip Morris Internacional)

Elvira Fortunato (Vice-Reitora da Universidade Nova de Lisboa)

Moderador: Júlio Magalhães (jornalista)

 

A Fundação de Serralves, em parceria com o Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, (CIBIO-InBIO) e a Tabaqueira, organizam um Ciclo de Conferências dedicado à comunicação e divulgação da Ciência e Investigação Científica, e do seu papel na comunidade - "A Ciência ao Serviço da Comunidade”.

Neste sentido, realiza-se uma conferência subordinada ao tema " Razão, Ciência, Humanismo e Progresso”, no dia 17 de junho, pelas 21h30, na Fundação de Serralves.

No mundo moderno, a literacia científica assume um papel fundamental dado que pretende tornar os cidadãos capazes de colocar ou encontrar respostas a questões que resultam do impacte da ciência e tecnologia no dia-a-dia. Os benefícios de caráter social no âmbito da literacia científica das populações manifestam-se na economia nacional, no próprio desenvolvimento da ciência, nas políticas de ciência e nas práticas democráticas.

Consciente desta realidade, a Fundação de Serralves desenvolve, em concordância com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, um novo modelo global que integra 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), um trabalho de articulação com o ensino superior e unidades de investigação, no sentido de aceder e/ou validar informação de base à sua programação educativa e cultural.

Acesso: Gratuito mediante inscrição prévia para : a.silva@serralves.pt

Jornadas Culturais | 4ª Sessão de Debates, Sobrado, Valongo

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EM TEMPO DE SANTOS FALAMOS DE FESTAS, ROMARIAS E ARRAIAIS, UMA TRADIÇÃO MUITO PORTUGUESA

AS FESTAS POPULARES SÃO O TEMA CENTRAL DA 4ª SESSÃO DE DEBATES DAS JORNADAS CULTURAIS

Dia 22 de junho será realizada a 4ª sessão de debates das Jornadas Culturais | “Porque Se Fazem As Festas?”, que abordará o tema das “Grandes Festas Populares”. A sessão decorrerá a partir das 16h00, no Centro de Documentação da Bugiada e Mouriscada, em Sobrado, Valongo.

Aproveitando o facto de estarmos em plena época de celebração das tradicionais festas populares, que acontecem um pouco por todo o país, convidamos o público para uma conversa sobre estas manifestações culturais e sobre vários aspetos multidisciplinares que as envolvem, debruçando-nos em particular com a festa dos Bugios e Mouriqueiros.

Tendo como principal objetivo a divulgação e valorização do património cultural de Portugal, estas Jornadas Culturais proporcionam um amplo debate e a reflexão sobre a importância cultural, identitária e socioeconómica de tradições portuguesas na comunidade de hoje, utilizando uma abordagem de carácter multidisciplinar.

Jornadas Culturais | “Porque Se Fazem As Festas? é uma iniciativa da Progestur em parceria com a Fundação Inatel, que conta com o apoio da Universidade Lusófona e das Câmaras Municipais envolvidas neste projeto (Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Castelo de Vide e Valongo).

Qual a factura a pagar pela falta de cultura científica? Pavilhão do Conhecimento dedica três debates ao tema em Maio

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A falta de cultura científica pode ter custos: de saúde e qualidade de vida mas também económicos. O assunto estará em foco durante este mês no Pavilhão do Conhecimento, no ciclo de debates "A Falta de Cultura Científica Paga Imposto", que terão lugar nos dias 9, 23 e 30 de Maio, entre as 19.00 e as 22.00.

Cada sessão contará com um painel de oradores convidados que irão procurar clarificar a confusão que circula acerca de um tema de interesse geral. Na segunda parte, um interveniente discutirá os custos da falta de cultura científica, associados ao tema da palestra.

O primeiro debate, no dia 9, será dedicado à Alimentação. Sem glutén, sem lactose, sem juízo, sem nada! Suplementos alimentares, alimentos sem glúten para não celíacos, testes de intolerância alimentar, dietas da moda e nutricionistas alternativos. Tudo isto será esmiuçado por Vítor Hugo Teixeira, da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto, Mariana Couto, alergologista, e Ana Luísa Ferreira, do Grupo de Interesse de Alergia Alimentar da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica.

No dia 23 os Cosméticos prometem outro debate aceso. Com Q10, Pro-retinol ou ácido hialurónico. Especiais só no preço ou fazem mesmo a diferença? Como se prova a eficácia de um creme anti-rugas? Alguém verifica as alegações de eficácia? Que efeitos secundários podem ter?
Perguntas a serem feitas a Patrícia Pinto, química responsável pela criação de cosméticos para a marca própria de uma grande empresa, Helena M. Ribeiro, da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, e Diana Barbosa, Presidente da Comunidade Céptica Portuguesa.

Remédios homeopáticos, complexos de vitaminas e outras coisas que desconfiamos que talvez nos façam bem. A credibilidade acrescida de que goza um produto à venda em farmácias é justificada? Que critérios têm as farmácias para a sua oferta sem receita médica? Dúvidas e inquietações que servirão para lançar o tema do debate "À Venda nas Farmácias", que acontece no dia 30. Os convidados são Armando Brito de Sá, médico de clínica geral e familiar, Bruno Santos, da DECO - Associação para a Defesa dos Consumidores, e Alexandrina Ferreira Mendes, do Centro de Neurociências da Universidade de Coimbra.

Programa completo em pavconhecimento.pt

"O que é o Arquivo?" - a Cidade e o Arquivo em debate entre 15 e 17 de maio

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O QUE É O ARQUIVO?
 A cidade e o arquivo em debate nos dias 15, 16 e 17 de Maio


 O terceiro laboratório do ciclo O que é o Arquivo? propõe uma reflexão sobre o encontro entre a cidade e o arquivo e tem lugar de 15 a 17 de Maio, na Biblioteca de Marvila, em Lisboa, sob o mote do Espaço Expectante.

No decorrer do laboratório investigadores e artistas debruçam-se sobre o tema, em três mesas de trabalho, organizadas sob três linhas de investigação: “Território” (desenho e planeamento), “Extratos” (tempo) e “Terreno” (ocupação). 
 E
ntre outras problematizações, procura-se dar resposta a questões como as potencialidades do espaço vazio no meio de uma cidade.

 

15 MAIO, 4ª feira

15h00 | MESA DE TRABALHO 1. TERRITÓRIO: Desenho e planeamento

Desenho e planeamento territorial e o modo como este influencia ou se relaciona com os trajetos e a habitação.

 A primeira mesa de trabalho conta com a participação da artista ALEXANDRA DO CARMO, do antropólogo e investigador do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa, EDUARDO ASCENÇÃO; da investigadora e arquiteta JOANA BRAGA, cujo trabalho se desenvolve em torno da dimensão política e social do espaço urbano e de PAULO CATRICA, fotógrafo que se tem focado nas diversas vertentes da fotografia urbana e de paisagem. 

 

 

 

 

16 MAIO, 5ª feira

10h00 | MESA DE TRABALHO 2. ESTRATOS: Tempo

A sedimentação visível de camadas temporais numa mesma paisagem, acumulação de tempos de que a ruína é uma sinédoque.

 

Participam na segunda mesa de trabalho: ANA ALCÂNTARA, historiadora especialista em História Urbana, da Indústria e dos Transportes portugueses entre o século XIX e o século XX; FERNANDA FRAGEIRO, artista; LUÍS SANTIAGO BAPTISTA, arquiteto e crítico de arquitectura e MARIA FILOMENA MOLDER, professora catedrática, pensadora, autora do programa atualmente no ar “Ruas de Sentido Único” (Antena 2) que faz uma reflexão prática sobre a experiência estética da cidade contemporânea.

 

15h00 | MESA DE TRABALHO 3. TERRENO: Ocupação
 
Questões relacionadas com a Terra, potencialidades da ocupação e da tomada do espaço urbano e das possibilidades de um espaço afirmado como improdutivo ou vago.

 
Com as participações da artista CARLA FILIPE, da realizadora e antropóloga CATARINA ALVES COSTA, do investigador e professor JOSÉ AUGUSTO BRAGANÇA DE MIRANDA e de SUSANA VENTURA, investigadora no 
Centro de Estudos de Arquitectura e Urbanismo (CEAU-FAUP).

 

17 MAIO, 6ª feira

21h30 | SESSÃO DE CINEMA AO AR LIVRE

A Primeira Árvore no Parque de Chelas (reportagem da RTP, de 24 Janeiro de 1974)
 Brasília: contradições de uma cidade nova, de Joaquim Pedro de Andrade
 Pé na Terra, de João Vladimiro
 Fire Child, de Gordon Matta – Clark.

 

Todas as atividades são de entrada livre e abertas ao público.

 

Esta é uma iniciativa organizada pelo Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca, em parceria com o projeto OBRA – Fragmentação e Reconfiguração : A experiência da cidade entre arte e filosofia, com curadoria de Inês Sapeta Dias, Joana Ascenção, Maria do Mar Fazenda, Nélio Conceição e Susana Nascimento Duarte.

 

Arquivo / Cidade
 A proposta deste laboratório surge do confronto e da observação direta de uma zona da cidade de Lisboa em intensa transformação, Marvila, onde parece ser particularmente premente levantar questões sobre o arquivo, com enfoque na sua importância para a construção de um lugar. O laboratório foi precedido de sessões de trabalho com investigadores e artistas cujo trabalho está de alguma forma ligado a este território em particular: António Miranda, Fátima Tomé Ribeiro, Frédéric Vidal, Guya Accornero, Joana Braga, Mariana Viegas, Paulo Catrica, Susana Ventura, Tiago Castela e representantes das associações locais.

 

Espaço Expectante é o terceiro, e será o último, laboratório do ciclo O que é o Arquivo? que surgiu em 2017 com o objetivo de refletir em torno da definição contemporânea de arquivo, questionando o seu papel, definições e amplitude na era digital. O primeiro laboratório teve lugar na Fundação Calouste Gulbenkian, em torno da temática Arte/Arquivo, dando origem à publicação O que é o arquivo? Arte / Arquivo, numa edição bilingue publicada pela Sistema Solar (Documenta); e o segundo, decorreu no ano passado, na Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, sob o mote Cinema / Arquivo

 

Arquitetura, Urbanismo e Ambiente em debate na Casa da Cultura de Setúbal

Ana Jara, arquiteta, Sérgio Manso Pinheiro, geógrafo, e Vítor Matias Ferreira, sociólogo, são os oradores convidados de mais um debate no âmbito do ciclo “O Resto, o Sobrante...”, iniciativa do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) e da Câmara Municipal de Setúbal, parceiros no Projeto Gralha.

 

A decorrer já no próximo dia 10 de maio, pelas 18h00, na Casa da Cultura de Setúbal, o colóquio propõe uma reflexão sobre o tema “Arquitetura, Urbanismo e Ambiente”, convidando a comunidade académica e os cidadãos em geral a dar o seu contributo. 

 

Depois das temáticas “Humanidade”, “Arte” e “Ciência e Filosofia”, este é o quarto debate promovido pelo Projeto Gralha, que arrancou em junho de 2017, apresentando como principal desafio levar à discussão pública questões de natureza sociocultural.

 

Num tempo em que rapidez, imediatismo e efemeridade são palavras de ordem, o ciclo de debates "O Resto, o Sobrante..." propõe aos cidadãos um espaço de paragem, um parêntesis de crítica e de reflexão, sobre o que é importante reter na voragem dos dias, nas várias áreas da vida em sociedade.

 

O ciclo encerra no próximo dia 23 de maio, à mesma hora e no mesmo local, abordando “O Resto, o Sobrante... das Palavras na Literatura e na Comunicação Social”, num debate conduzido por Ana Sousa Dias, jornalista, José Carlos Faria, ator e encenador, e Maria João Cantinho, ensaísta e poeta.

IPS reflete sobre educação intercultural e para a cidadania

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Roteiro para uma Educação Antirracista | 4 de maio | Biblioteca Municipal

“Educação intercultural, antirracista e para a cidadania” é o próximo tema em debate no âmbito do Roteiro para uma Educação Antirracista, uma iniciativa da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal (ESE/IPS), em parceria com a Câmara Municipal de Setúbal (CMS), que decorre desde janeiro em vários espaços da cidade de Setúbal.

 

Agendada para o próximo sábado, dia 4, pelas 15h00, na Biblioteca Municipal de Setúbal, esta quinta sessão, com entrada livre, propõe debater de que forma pode a educação contrariar processos de desigualdade étnico-racial e de racismo e quais os principais desafios que se colocam no terreno aos profissionais da área.

 

A reflexão será conduzida pelas investigadoras Inocência Mata, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), Ana Sequeira e Cristina Gomes da Silva, ambas da ESE/IPS, dirigindo-se preferencialmente a educadores e professores do Ensino Básico e Secundário, bem como aos estudantes de Educação, mas igualmente aberta ao público em geral.

 

O Roteiro para uma Educação Antirracista encerra, a 1 de junho, com o seminário “Políticas de combate ao racismo e desigualdade étnico-racial”, que convida para a discussão, ente outros intervenientes, os secretários de Estado para a Cidadania e Igualdade, Rosa Monteiro, e da Educação, João Costa, a presidente do Conselho Nacional de Educação, Maria Emília Brederode Santos, e Vasco Malta, representante do Alto Comissariado para as Migrações.

 

Para setembro, está ainda agendada uma visita à descoberta da “Presença Negra na Região de Setúbal”. 

Jornadas Culturais | 3ª Sessão de Debates, Castelo de Vide

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EM TEMPO DE QUARESMA AS JORNADAS CULTURAIS | “PORQUE SE FAZEM AS FESTAS?” DEBATEM A IMPORTÂNCIA DOS RITUAIS RELIGIOSOS

A 3ª SESSÃO DE DEBATES TERÁ LUGAR EM CASTELO DE VIDE

Aproveitando o período de reflexão da Quaresma e a celebração da Páscoa este mês, a 3ª sessão de debates das Jornadas Culturais | “Porque Se Fazem As Festas?”  convida-o/a para uma conversa sobre "Os Rituais Religiosos".

A região anfitriã desta iniciativa será Castelo de Vide, um município conhecido pelas suas tradicionais celebrações da Semana Santa. A sessão decorrerá dia 6 de Abril, às 15h00, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Tendo como principal objetivo a divulgação e valorização do património cultural de Portugal, estas Jornadas Culturais proporcionam um amplo debate e a reflexão sobre a importância cultural, identitária e socioeconómica de tradições portuguesas na comunidade de hoje, utilizando uma abordagem de carácter multidisciplinar.

A 3ª sessão de debates, organizada pela Progestur e Fundação Inatel, tem como parceira a Universidade Lusófona e conta também com o apoio da Câmara Municipal de Castelo de Vide.

Ciclo “O resto, o sobrante” regressa para falar de Ciência e Filosofia

Ciclo “O resto, o sobrante” regressa para falar de Ciência e Filosofia

Maria Filomena Molder, Rui Moreira e António Guerreiro são os convidados deste debate

 

 O Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) e a Câmara Municipal de Setúbal, parceiros no Projeto Gralha, vão retomar, já no próximo dia 21 de fevereiro, o ciclo de debates “O resto, o sobrante”, desta vez em torno da temática da Ciência e Filosofia.

 

A conversa, agendada para as 17h30, no anfiteatro da Escola Superior de Educação (ESE/IPS), tem como convidados os académicos Maria Filomena Molder (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas –UNL), Rui Nobre Moreira (Faculdade de Ciências – UL) e António Guerreiro (Faculdade de Belas Artes de Lisboa), também cronista, crítico literário e editor da revista “Electra”.

 

Depois das temáticas Humanidade e Arte, “O resto, o sobrante da Ciência e Filosofia” é o terceiro debate promovido pelo Projeto Gralha, que arrancou em junho de 2017, apresentando como principal desafio levar à discussão pública, junto da comunidade académica e dos cidadãos em geral, questões de natureza sociocultural. A iniciativa adota, simbolicamente, o nome do pássaro que povoa o campus de Setúbal do IPS, conhecido pela sua intensidade vocal, mas sobretudo pela sua inteligência e destreza.

 

Num tempo em que rapidez, imediatismo e efemeridade são palavras de ordem, pretende-se, mais uma vez, criar um tempo de paragem, um parêntesis de crítica e de reflexão, sobre o que é importante reter na voragem dos dias, nas várias áreas da vida em sociedade. Em suma, um “debate sem sobras”, no sentido contrário à lógica reinante do consumo e desperdício. 

 

Neste âmbito, até ao próximo mês maio de 2019, seguem-se ainda as temáticas da Arquitetura e Urbanismo (12 de abril) e das Palavras (23 de maio), reunindo especialistas em diferentes espaços da cidade de Setúbal.