Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Encontro Intercultural assinala Dia Mundial da Diversidade Cultural no Concelho

descarregar (4).jpg

 

No dia 24 de maio, entre as 15h00 e as 19h00, na Praça Machado dos Santos, em Torres Vedras, realiza-se o "Conexões - Encontro Intercultural" - um evento comemorativo do Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento (assinalado a 21 de maio), que pretende ser um momento de celebração de diferentes culturas do mundo e da sua riqueza, mas também um espaço de convívio entre pessoas de diferentes origens e que vivem no nosso território.

Este evento gratuito, nasce de uma proposta da Juventude da Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação de Torres Vedras, apresentada no Conselho Municipal da Juventude e conta com um programa de atividades permanente composto por: performance “ao vivo” de pintura, Draw_Zesk; espaço de animação infantil; espaço para crianças, com atividades dinamizadas por voluntários da Juventude da Cruz Vermelha de Torres Vedras; e ainda uma mostra gastronómica com algumas iguarias internacionais.

A programação predominantemente intercultural inicia às 15h00 com “Barulhamento do Mundo” – a apresentação de histórias do projeto “Histórias com Voz” dinamizado pela Fábrica das História - Casa Jaime Umbelino, onde serão lidas histórias por parte de alunos a frequentar o curso PLA – Português Língua de Acolhimento (Escola Secundária Henriques Nogueira), e de antigas formandas da disciplina “Português Língua de Acolhimento A1/A2 (IEFP)– na sua língua materna. Dinamizados pela Academia Espaço Dança - Associação Ilú, segue-se às 15h45 um workshop de Salsa Cubana com Yonel Castilla, e pelas 16h30 as Intervenções Artísticas “Origens - Danças de Carácter (1.26)” e “Tarantela (3.55)”.
Dando continuidade a esta programação, o Grupo de Danças Nepalesas – Associação Welcome All irá fazer demonstração de danças nepaleses, a que se segue, às 17h00, um espetáculo de danças tradicionais da Moldávia com o artista moldavo Igor Cuciuc.
Os ritmos africanos estarão presentes pelas 17h45 com o Grupo Gondutigui, e às 18h45 a Academia Espaço Dança – Associação Ilú irá fazer uma apresentação de Capoeira - expressão cultural afro-brasileira que, embora tenha um jogo de luta como componente principal, também integra elementos de dança, música e brincadeira.

O evento termina pelas 19h00 com música sufi do Paquistão acompanhada de projeção de vídeo e dança, e dinamizada por Asma Waqas e Académico de Torres Vedras.

 

 

Flashes Culturais em Belém

descarregar (1).jpg

24 de abr. / 15h 

Ponto de encontro: Centro Cultural Casapiano 

(Rua dos Jerónimos 7, Lisboa) 

Gratuito com inscrição 

O Centro Cultural Casapiano promove uma visita ao Museu Nacional de Arqueologia, com o diretor António Carvalho, onde se poderá ver os vestígios da presença da Casa Pia de Lisboa que ali funcionou durante cerca de 100 anos, deixando uma marca indelével neste monumento nacional.

MÁRIO CLÁUDIO CELEBRA OS 60 ANOS DA COOPERATIVA ÁRVORE

 

ENCONTRO II | Árvore - A Sua História, o legado e o seu futuro

16 de Setembro - 16h00

descarregar.png

O escritor Mário Cláudio, figura incontornável da literatura e cultura portuguesas, vai estar na Cooperativa Árvore no dia 16 de Setembro, pelas 16 horas, para uma conversa sobre a Árvore, o seu passado, o seu legado e o seu futuro. Um Encontro integrado no 60º aniversário desta instituição cultural da cidade do Porto. 

 

Mário Cláudio tem uma ligação à Árvore que ultrapassa a própria idade da cooperativa. Alguns dos seus antepassados, foram proprietários e viveram naqueles espaços, hoje pertencentes à Árvore e que, desde a sua fundação em 1963, são a Sede, onde, durante as últimas seis décadas, se realizaram milhares de iniciativas, desde exposições, debates, concertos, homenagens, conferências, etc. tornando esta cooperativa, um local de referência na cidade e no país. 

 

Para além desse facto, Mário Cláudio, foi desde os primeiros momentos da criação da Árvore, um importante coordenador e participante em inúmeras iniciativas e projetos que têm ajudado a engrandecer a cooperativa.

 

Entrada gratuita

Cooperativa Árvore: Rua Azevedo de Albuquerque, nº 1 - Porto

VI ENCONTRO DE HISTÓRIA DE LOULÉ

 

Nos dias 1 e 2 de sete

Cartaz Encontro de História.jpg

mbro, no Auditório do Convento do Espírito Santo, o Arquivo Municipal de Loulé – Professor Joaquim Romero Magalhães promove o VI Encontro de História de Loulé.

A edição de 2023 deste Encontro conta com várias comunicações sobre diversas temáticas e períodos cronológicos, destacando-se a conferência inaugural proferida pelo Professor Manuel Sílvio Conde “Habitar Al’Uliyâ-Loulé e o extremo Sul de Portugal nos séculos XI-XV. Estruturas e atividades domésticas, entre muçulmanos e cristãos”.

Fazem parte do VI Encontro os seguintes painéis: “Arquitetura e Cidade”, “Arqueologia e Entidades”, “Sociedade, Economia e Território”, “Indivíduos, Economia e Defesa” e “Instituições, Património e Vivências”.

O evento encerra com o lançamento das Atas do III Encontro de História de Loulé, por Carlos Guardado da Silva.

Refira-se que no segundo dia do evento estão previstas culturais a espaços como os Banhos Islâmicos, a Igreja Matriz de Loulé, a Estação Arqueológica do Cerro da Vila e a Exposição “Com os pés na terra e as mãos no mar”, na antiga lota de Quarteira.

Este Encontro constitui mais um momento de aprofundamento do conhecimento da história e cultural local no programa anual do Município de Loulé.

 

Inscrições: https://tinyurl.com/ehloule

 

Universidade do Porto promove encontro "Mulheres que fazem barulho na política" - 18 de abril 18h

Casa Comum Fest – Universidade do Porto decorre de 1 a 30 de abril

 

 

Este encontro realiza-se a 18 de abril, pelas 18h00, no âmbito do Festival Cultural - Casa Comum Fest – contará com a presença de Rosário Gambôa (deputada do PS), Carla Miranda (deputada do PS), Odete Patrício (deputada do PS) e Ana Gabriela Cabilhas (presidente da Federação Académica do Porto)

No encontro “As Mulheres que fazem barulho na política” serão abordadas questões relacionadas com a política, uma área onde as mulheres chegaram há pouco tempo. Apenas nas eleições pós-25 de abril, em 1975, as mulheres tiveram direito de voto universal. Com moderação de Rosário Gambôa (deputada do PS), esta mesa-redonda vai trazer à conversa Ana Gabriela Cabilhas (presidente da Federação Académica do Porto), Carla Miranda (deputada do PS) e Odete Patrício (deputada do PS), onde serão abordadas questões como: o que pensam as mulheres políticas neste domínio, como se veem a si mesmas enquanto mulheres e políticas? como perspetivam as dificuldades encontradas e as estratégias possíveis? O evento terá lugar no dia 18 de abril, pelas 18h00, no auditório da Casa Comum (edifício histórico da Reitoria da Universidade do Porto, na Praça Gomes Teixeira). Ao todo são 100 os eventos em abril que a Universidade do Porto vai realizar, no âmbito da iniciativa Casa Comum Fest, um novo festival cultural que promove o diálogo entre as várias instituições da Universidade do Porto, diversos artistas e toda a cidade. Peças de teatro, exposições, saraus e visitas a museus são apenas algumas das iniciativas apresentadas para comemorar o mês de abril, mês da democracia.

Teatro Nacional São João e ESMAE acolhem Peças Novas

De 18 a 21 de novembro, no Porto

 

 

Programa engloba atividades como espetáculos, encontros e leituras informais ou encenadas. Sessões têm entrada gratuita

 

De 18 a 21 de novembro, os espaços geridos pelo Teatro Nacional São João (TNSJ) – que incluem o Teatro Carlos Alberto (TeCA) e o Mosteiro de São Bento da Vitória – e a Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) recebem as Peças Novas: Leituras, Espetáculos, Encontros. Com coordenação de Nuno M Cardoso, Jorge Louraço Figueira e Manuel Tur, o programa, que ensaia múltiplas formas de conjugar o verbo “ler”, engloba espetáculos, encontros, leituras informais ou encenadas, presenciais ou mediadas por dispositivos audiovisuais.

 

Entre espetáculos e exibições de trabalhos produzidos pela RTP e Antena 2, há muitas peças que vão ter, durante os quatro dias da iniciativa, o seu primeiro momento de exposição pública, sendo esta uma oportunidade única de dar a conhecer ao público as sementes e os frutos do trabalho de diversos jovens autores. Peças Novas irá assim colocar em circulação peças criadas no âmbito do projeto Between Lands – rede europeia que reúne, para além do Teatro Nacional São João, teatros de França, Bélgica, Espanha, Grécia e Itália – e da Pós-Graduação em Dramaturgia e Argumento da ESMAE, curso de que o São João é parceiro ativo. As sessões têm entrada gratuita.

 

Há muito para “ler” nas novas dramaturgias

A atividade arranca já na próxima quinta-feira, 18 de novembro, às 16h00, no TeCA, com a apresentação vídeo e áudio de peças produzidas pela RTP (Simão na Antártida, de Beatriz Brígida Melo; Avant-Garde, de Bernardo Gavina; e Estrada de Terra, de Tiago Correia) e Antena2 (A Oito Mãos, de Laura Avelar Ferreira; Uma Praia ao Sul, de Luísa Ramos Ferreira; Noturno, de Sebastião Maia; Quarta-feira, de Lara Morgado; Mão Pesada, de Luís Carvalho; e Reflexo, de Liliana Elsig), seguida por um momento de conversa com os autores. Já às 21h00, será a vez de a ESMAE receber os espetáculos Canção Orquestral, de Carina Ferrão; Antes, Durante e Depois do Natal, de Miguel Ferreira; e Êxodo, de Alexandra Moreira, que contam com direção de Nuno M Cardoso.

 

As peças, que terão récitas a 19 de novembro, às 21h00, e a 20 de novembro, às 16h00, também na Escola, serão também base de uma sessão de leituras no Mosteiro de São Bento da Vitória, a 19 de novembro, às 16h00. No dia 20 de novembro, às 11h00, o São João recebe ainda as leituras de Antes, Durante e Depois do Natal.

 

O penúltimo dia do programa traz ao Mosteiro as leituras encenadas Between Lands, que se debruçarão sobre Lições para a Sobrevivência, de Mickaël de Oliveira; Democracia, de José Manuel Mora; Uma Praça Despovoada, de Charlotte Lagrange; Democracia ou Um Amigável Serão Democrático, de Lena Kitsopoulou; Gente, de Pier Lorenzo Pisano; e A Democracia não É um País, de Rachida Lamrabet. A sessão, com direção de Manuel Tur, decorre às 14h30.

 

Peças Novas termina no Mosteiro de São Bento da Vitória, com as leituras encenadas de Amo(u)r de mIRC, de Cecília Ferreira; Himalaias, de Flora Miranda; e Lar, de Inês Filipe. A direção da atividade, marcada para 21 de novembro, às 15h00, está a cargo de Nuno M Cardoso.

: #makethemost ► 9ª sessão ► 18.03, 17h, Central Gerador (Lisboa)

makethemost9-980x370[1].jpg

makethemost9-980x600[1].jpg

 

Em 2020 a Fundação GDA retoma as sessões do #makethemost. A 9ª sessão desta iniciativa dedicada aos Fundos Europeus para a Arte e Cultura terá lugar em Lisboa, na Central Gerador, no dia 18 de Março.

 

Estes encontros, que ocorrem regularmente desde 2018, procuram oferecer um ambiente de partilha e diálogo informais, onde os participantes podem ficar a conhecer os diferentes programas

de financiamento europeu para projetos artísticos e culturais, o seu funcionamento e requisitos.

Encontro sobre o passado e o futuro do esparto em Loulé

Esparto.jpg

 

Mostrar e partilhar as técnicas e usos que ainda estão na memória e no domínio de alguns, já poucos, é o objetivo do encontro em ambiente informal em torno dos usos passados e do que pode ser o potencial de utilização futura do esparto, enquanto matéria-prima. A iniciativa, no âmbito do projeto Loulé Criativo da Câmara Municipal de Loulé, realiza-se no dia 19 de novembro, a partir das 15h00, no Palácio Gama Lobo.

O esparto já foi uma das matérias-primas mais trabalhadas na região do Algarve, em particular no concelho de Loulé. A aldeia de Alte foi um centro de produção, manufaturando-se alcofões, ceirões, capachas e, mais recentemente, peças com finalidade decorativa.

Trabalhado com a mesma técnica utilizada com a palma, a empreita, utiliza-se a planta ao natural, sendo humedecido antes da sua utilização, para se tornar maleável e passível de entrançar.

Mas em Alte além deste modo de trabalhar o esparto, um outro foi de grande importância, designadamente a utilização do esparto pisado. Demolhado, o esparto era posteriormente pisado, de modo a ser facilmente torcido, permitindo produzir corda com diferentes espessuras e a partir daí peças diversas.

O encontro é aberto a artesãos, designers e público em geral. A entrada é livre.

CML/GAP /RP

Grândola: Encontro da Canção de Protesto - 10 a 13 de Outubro

10Out.jpg

11Out.jpg

 

O Observatório da Canção de Protesto (OCP) é um organismo resultante da parceria entre o Município de Grândola, entidade promotora, a Associação José Afonso, a Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, e os institutos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM), Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança (INET-md), e Instituto de História Contemporânea (IHC).

Os seus objetivos são o estudo, a salvaguarda e a divulgação do património musical tangível e intangível da canção de protesto produzido durante os séculos XX e XXI, através da realização de iniciativas culturais diversas.

 

No âmbito da atividade do OCP irá realizar-se em Grândola, entre os dias 10 e 13 de Outubro de 2019, um Encontro da Canção de Protesto, com espetáculos musicais, colóquios, sessões testemunhais, exposições e documentários, em que estarão presentes figuras relacionadas com o universo da canção de protesto, nomeadamente António Moreira, Arturo Reguera, Carlos Moreira, Eduardo Paes Mamede, Filipe Sambado, Francisco Fanhais, Hugo Castro, João Carlos Callixto, João Lóio, João Madeira, Joaquim Vieira, José Fortes, Luís Galrito, Manuel Freire, Mário Correia, Miguel Almeida, Napoleão Mira, Nuno Pacheco, Pedro Boléo, Ricardo Andrade, Salwa Castelo-Branco, Samuel Quedas, Soraia Simões, Tino Flores e Viriato Teles.

 

O Encontro iniciará com a mostra de capas de discos de vinil representativas da produção discográfica editada em Portugal entre 1960 e 1979, da coleção privada de Hugo Castro. A exposição será inaugurada às 18:00, no Cineteatro Grandolense, seguindo-se, às 21:30, no mesmo local, a exibição do documentário realizado por Joaquim Vieira A cantiga era uma arma, sobre o papel da canção antes e durante o período revolucionário português.

 

Na sexta-feira, dia 11 de Outubro às 21h30m Luís Galrito apresentará em Grândola, no Cinegranadeiro, o seu mais recente disco, Menino do Sonho Pintado.

 

Num diálogo permanente entre palavra, música e imagem, estarão ainda em palco Napoleão Mira, João Nunes (guitarra), Filipa Teles (coros), Gabriel Costa (guitarra-baixo), Luís Melgueira (percussões) e João Espada (arte visual e sonoplastia).

 

O desejo de mudança, através do sonho puro de uma criança que esboça cores de harmonia, paz e amor num céu antes riscado com tintas de medo, é a mensagem deste quinto álbum de Luís Galrito, uma voz incontornável da música portuguesa, que colaborou em projectos de tributo, nomeadamente a José Afonso, ou de sua autoria, com artistas como Kalú, Luís Jardim, João Afonso, Ricardo Martins e João Frade, entre outros.

 

Antes, às 21:00 haverá um momento dedicado à Poesia. Sob o tema é urgente construir certas palavras, os alunos do Agrupamento de Escolas de Grândola irão procurar, através da leitura, dar resposta às inquietações do Poeta Eugénio de Andrade, é urgente destruir certas palavras / ódio, solidão, crueldade.

 

Sábado, dia 12 de Outubro, o Cineteatro acolherá, entre as 10h e as 13h15m, e as 14h30m e as 17h45m, um conjunto de sessões testemunhais dedicadas ao universo da canção de protesto —Os processos de produção fonográfica e a Música Popular Portuguesa; Juventude Musical Portuguesa, GAC e Coro Popular ‘’O Horizonte é Vermelho’’: música e política no contexto revolucionário português; José Afonso: umha forte relaçom com a Galiza; Novos Protestos, Outras canções – protagonizadas por António Moreira, Arturo Reguera, Carlos Moreira, Eduardo Paes Mamede, Filipe Sambado, Francisco Fanhais, Hugo Castro, João Madeira, José Fortes, Miguel Almeida, Nuno Pacheco, Pedro Boléo e Ricardo Andrade.

 

Durante a noite, no mesmo espaço, a partir das 21h30m, decorrerá a apresentação de um espetáculo inédito designado Uma mão cheia de Abril, com a atuação dos músicos Francisco Fanhais, João Lóio, Manuel Freire, Tino Flores e Samuel Quedas. Unidos pelas palavras, as violas e os ideais, e evocando o espírito das sessões de canto livre, irão conversar com a plateia e cantar os temas em que prevalecem os valores que sempre defenderam: Liberdade, Justiça e Fraternidade.

 

O Encontro da Canção de Protesto de 2019 encerrar-se-á no domingo, dia 13 de Outubro, com um espetáculo dedicado a canções de resistência portuguesas executado pela Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, a apresentação do novo sítio em rede do Observatório da Canção de Protesto— https://ocprotesto.org —, um encontro-colóquio com a participação de alguns membros do Conselho Consultivo do Observatório da Canção de Protesto —João Carlos Callixto, Joaquim Vieira, José Fortes, Manuel Freire, Mário Correia, Salwa Castelo-Branco, Samuel Quedas, Soraia Simões e Viriato Teles — e um momento de Cante Alentejano, pelo Grupo Coral Etnográfico Vila Morena.

 

A entrada é gratuita em todas as iniciativas.

O Encontro da Canção de Protesto tem o apoio da Antena 1