Ciclo de espectáculos nos dias 9, 16, 23 e 30 de dezembro
Fado Tropical é o mais recente destaque do programa de animação musical do Lounge D do Casino Estoril. Nani Medeiros, João Pita e Fernando Dalcin são os protagonistas de uma nova abordagem musical que está a conquistar os visitantes do Casino Estoril. O ciclo de espectáculos realiza-se, às terças-feiras, mais concretamente nos dias 9, 16, 23 e 30 de dezembro, a partir das 22 horas. A entrada é gratuita.
O renovado espaço do Lounge D acolhe Fado Tropical, onde cada actuação revisita o samba-canção, o fado, o choro e até as mornas, criando um encontro vibrante entre saudade, ritmo e tradição, num ambiente elegante e intimista.
Nani Medeiros, João Pita e Fernando Dalcin constituem um trio de talentosos músicos que se complementam pelas suas diferentes formações e projectos, oferecendo uma viagem sonora pelo mundo da lusofonia.
O ciclo de espectáculos Fado Tropical realiza-se, às terças-feiras, mais concretamente nos dias 9, 16, 23 e 30 de dezembro, no Lounge D do Casino Estoril. O 1º set decorre das 22h00 às 22h45 e o 2º set das 23h15 às 00h00. A entrada é gratuita.
A Galeria de Arte do Casino Estoril inaugurou, no passado sábado, a 39ª edição do Salão de Outono. Estão patentes 38 obras, nas modalidades de Pintura e de Escultura, da autoria de 23 artistas plásticos. Com entrada gratuita, esta emblemática exposição colectiva poderá ser visitada até ao próximo dia 8 de dezembro.
Na sua 39ª edição, o Salão de Outono reúne um notável elenco de obras:
Pintura - Alfredo Luz, Branislav Mihajlovic, Cohen Fusé, Diogo Navarro, Filipa Oliveira Antunes, Gustavo Fernandes, João Feijó, Jorge Cruz, José Grazina, Maramgoní, Mariola Landowska, Nadir Afonso, Paula Gouveia, Paulo Ossião, Pedro Castanheira e Rui Carruço.
Escultura - Abílio Febra, Carlos Ramos, Filipe Curado, Jorge Pé-Curto, Marius Moraru, Ricardo Gigante e Rogério Timóteo.
A Galeria de Arte do Casino Estoril acolhe até ao próximo dia 8 de dezembro, o XXXIX Salão de Outono. A entrada é gratuita.
A Estoril Sol inaugurou, na passada quinta-feira, uma majestosa árvore de Natal nos jardins do Casino Estoril. Cumpre-se, assim, a tradição da quadra natalícia com a iluminação de uma gigantesca árvore que se distingue, desde logo, pela sua multiplicidade de tons de cores alegres e pela criatividade da decoração que a envolve.
A imponente árvore de Natal destaca-se com naturalidade nos jardins do Casino Estoril que se estendem harmoniosamente até ao complexo balnear do Tamariz. Como é habitual, a árvore de Natal estará instalada até ao Dia de Reis, 6 de janeiro, data que tradicionalmente encerra as festividades em Portugal.
Com esta iniciativa a Estoril Sol pretende fortalecer o espírito natalício e o ambiente mágico próprio desta época, bem como reforçar a celebração de memórias e tradições, transmitindo os votos de um Santo e feliz Natal a todas as famílias que passem pelos jardins do Casino Estoril.
. Com Carla Ribeiro, Miguel Cruz, Nuno Gonçalo de Matos,
Vanessa Ferreira, Joana Alfaiate e Raquel Martins
É já a partir do próximo sábado, dia 1, pelas 22 horas, que o Casino Estoril inicia um novo ciclo de animação musical no renovado espaço do Lounge D. Em novembro, seis jovens talentos da música nacional sobem ao palco para protagonizarem 22 espectáculos que prometem surpreender os visitantes do Casino Estoril. Os seis intérpretes convidados partilham o palco com a banda residente do Casino Estoril. A entrada é gratuita, de quarta-feira a domingo, a partir das 22 horas.
Carla Ribeiro nos dias 1, 20, 22, 27 e 29
Carla Ribeiro divide o seu tempo como cantora de suporte dos artistas Ágata e Telmo Miranda e como solista em casinos, eventos privados ou corporate para empresas líderes de mercado como PMP, Bythemusic ou Wishitdoit.
Miguel Cruz nos dias 2 e 16
Miguel Cruz iniciou o seu percurso, em simultâneo, na música e no teatro, participando em projectos de música etnográfica e tradicional portuguesa com dois álbuns gravados e produzidos por José Barros. Paralelamente, participou em vários projectos de covers, dos quais se destaca os Popkorn, Radiofive e Bad Name, tendo passado pela maior parte dos bares do distrito de Lisboa. É fundador e cantor do projecto de originais Namorados da Cidade, com o qual já gravou dois CD editados pela Farol Música, assinando a autoria de algumas das letras.
Nuno Gonçalo de Matos nos dias 5, 9, 12, 19 e 26
Nuno Gonçalo de Matos iniciou a sua carreira no projecto "Spell Choir" com o qual venceu o programa “Acapella” da RTP1, levando-o mais tarde a representar Portugal na Rússia. Posteriormente, criou o trio acústico Jazzway e os Soundbox, dos quais é vocalista. Nuno Gonçalo de Matos esteve 6 meses na Grécia como parte integrante do elenco do espectáculo de teatro musical "Jersey Tones", tendo regressado, recentemente, aos palcos nacionais.
Vanessa Ferreira nos dias 6, 8 e 14
Apaixonada pelo mundo da música, Vanessa Ferreira iniciou o seu percurso aos oito anos com uma base clássica, ao frequentar aulas de canto e piano. Esse foi o ponto de partida para uma carreira que se desenvolveu no universo do pop e do rock, onde actua de forma profissional. Com uma voz versátil, de grande alcance vocal e um timbre marcante, Vanessa destaca-se pela capacidade de se adaptar a diversos géneros musicais. Ao longo dos anos, integrou projetos variados, oferecendo interpretações que refletem os seus conhecimentos, proporcionando ao público uma experiência musical rica e contagiante.
Joana Alfaiate nos dias 7, 13, 15, 21, 28 e 30
Joana Alfaiate integrou diversos projectos musicais, tendo participado em dois programas de talentos musicais da RTP, “Não Te Esqueças da Letra” e “The Voice Portugal”. Lidera a banda Pink Lemonade, um projecto acústico e intimista, com o qual apresenta temas intemporais do rock e do pop nos mais diversos palcos de norte a sul do país.
Raquel Martins no dia 23
Raquel Martins apresenta-se no Lounge D para recriar numerosos clássicos da música soul e pop. Numa antevisão sobre os seus espectáculos, Raquel Martins revela: “Serão duas noites dedicadas à música soul e pop. Irei convidar os visitantes do Casino Estoril a viajar por grandes clássicos que marcaram as últimas décadas da música internacional.” Apaixonada pelo mundo da música, Raquel Martins contactou muito cedo com as vozes das grandes divas do soul que se tornaram uma referência para si e a inspiraram em participar em vários projectos no meio artístico.
O Casino Estoril oferece um extenso programa de animação musical no Lounge D. Com direcção musical de João Serra Fernandes e produção de Leonor Fernandes a banda residente actua, de quarta-feira a domingo, a partir das 22 horas.
A Galeria de Arte do Casino Estoril inaugura, no próximo dia 8 de novembro, às 17 horas, o XXXIX Salão de Outono. Trata-se de mais uma edição desta emblemática exposição colectiva de Pintura e Escultura, na qual poderão encontrar-se alguns dos mais conceituados artistas plásticos contemporâneos. A entrada é livre.
Na sua 39ª edição, o Salão de Outono reúne um notável elenco de obras nas modalidades de Pintura e Escultura da autoria de 23 artistas:
Pintura - Alfredo Luz, Branislav Mihajlovic, Cohen Fusé, Diogo Navarro, Filipa Oliveira Antunes, Gustavo Fernandes, João Feijó, Jorge Cruz, José Grazina, Maramgoní, Mariola Landowska, Nadir Afonso, Paula Gouveia, Paulo Ossião, Pedro Castanheira e Rui Carruço.
Escultura - Abílio Febra, Carlos Ramos, Filipe Curado, Jorge Pé-Curto, Marius Moraru, Ricardo Gigante e Rogério Timóteo.
A Galeria de Arte do Casino Estoril inaugura no próximo dia 8 de novembro, às 17 horas, o XXXIX Salão de Outono. Esta mostra colectiva ficará patente ao público até 8 de dezembro. A entrada é gratuita.
Na Galeria de Arte, de 8 de novembro a 8 de dezembro
. Com obras de 23 artistas plásticos
A Galeria de Arte do Casino Estoril inaugura, no próximo sábado, dia 8 de novembro, às 17 horas, o XXXIX Salão de Outono. Trata-se de mais uma edição desta emblemática exposição colectiva de Pintura e Escultura, na qual poderão encontrar-se alguns dos mais conceituados artistas plásticos contemporâneos. A entrada é livre.
Na sua 39ª edição, o Salão de Outono reúne um notável elenco de obras nas modalidades de Pintura e Escultura da autoria de 23 artistas:
Pintura - Alfredo Luz, Branislav Mihajlovic, Cohen Fusé, Diogo Navarro, Filipa Oliveira Antunes, Gustavo Fernandes, João Feijó, Jorge Cruz, José Grazina, Maramgoní, Mariola Landowska, Nadir Afonso, Paula Gouveia, Paulo Ossião, Pedro Castanheira e Rui Carruço.
Escultura - Abílio Febra, Carlos Ramos, Filipe Curado, Jorge Pé-Curto, Marius Moraru, Ricardo Gigante e Rogério Timóteo.
A Galeria de Arte do Casino Estoril inaugura no próximo sábado, 8 de novembro, às 17 horas, o XXXIX Salão de Outono. Esta mostra colectiva ficará patente ao público até 8 de dezembro. A entrada é gratuita.
Com entrada livre, até 3 de novembro, na Galeria de Arte
Decorreu, no passado sábado, a inauguração da exposição “Instantes de Silêncio”, da autoria do artista plástico Diogo Navarro, na Galeria de Arte do Casino Estoril. Com entrada gratuita, poderá ser visitada, até ao próximo dia 3 de novembro, esta mostra individual de pintura que se distingue por um conjunto de 26 “Bailarinas”, de uma beleza ímpar, com uma paleta de cores suaves no seu inconfundível traço pictórico.
Do texto de apresentação da autoria de Sara Esteves Cardoso, retira-se “Nesta exposição, as bailarinas surgem como metáforas da alma em movimento.” E acrescenta “(…) Através delas, descobrimos que a beleza existe não apenas no movimento, mas também no intervalo, no instante em que o tempo parece deter-se e a alma encontra a sua voz.”
Diogo Navarro (1973, Moçambique) é um artista português que explora o potencial pictórico de materiais diversos, onde a luz assume frequentemente o papel central. Com formação em artes plásticas, gravura, design gráfico e realidade virtual, soma mais de 50 exposições individuais, 8 das quais na Galeria de Arte do Casino Estoril, e mais de uma centena de coletivas, em Portugal e no estrangeiro.
A sua carreira é marcada por projetos artísticos com forte dimensão solidária — UNICEF, Cruz Vermelha, Alzheimer Portugal, Mary’s Meals, Refood Cascais, Fundação Prémio Nobel da Paz Dr. Denis Mukwege, Touch a Life Foundation, entre outros — e por colaborações internacionais em contextos culturais e humanitários em África, Ásia e Europa.
A Galeria de Arte do Casino Estoril acolhe, até ao próximo dia 3 de novembro, a exposição “Instantes de Silêncio”, da autoria de Diogo Navarro. A entrada é gratuita.
A exposição “Instantes de Silêncio”, da autoria do artista plástico Diogo Navarro, continua patente, até à próxima segunda-feira, dia 3 de novembro, na Galeria de Arte do Casino Estoril. A entrada é gratuita
Do texto de apresentação da autoria de Sara Esteves Cardoso, retira-se “Nesta exposição, as bailarinas surgem como metáforas da alma em movimento.” E acrescenta “(…) Através delas, descobrimos que a beleza existe não apenas no movimento, mas também no intervalo, no instante em que o tempo parece deter-se e a alma encontra a sua voz.”
Diogo Navarro (1973, Moçambique) é um artista português que explora o potencial pictórico de materiais diversos, onde a luz assume frequentemente o papel central. Com formação em artes plásticas, gravura, design gráfico e realidade virtual, soma mais de 50 exposições individuais, 8 das quais na Galeria de Arte do Casino Estoril, e mais de uma centena de coletivas, em Portugal e no estrangeiro.
A sua carreira é marcada por projetos artísticos com forte dimensão solidária — UNICEF, Cruz Vermelha, Alzheimer Portugal, Mary’s Meals, Refood Cascais, Fundação Prémio Nobel da Paz Dr. Denis Mukwege, Touch a Life Foundation, entre outros — e por colaborações internacionais em contextos culturais e humanitários em África, Ásia e Europa.
A Galeria de Arte do Casino Estoril acolhe, até ao próximo dia 3 de novembro, a exposição “Instantes de Silêncio”, de Diogo Navarro. A entrada é gratuita.
Em cerimónia realizada no Auditório do Casino Estoril
Em cerimónia solene, o Auditório do Casino Estoril acolheu a entrega dos Prémios Literários Fernando Namora e Agustina Bessa-Luis, referentes a 2024, respectivamente, a Hugo Gonçalves e a Dulce Gonçalves, bem como o Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural a Helder Macedo. Guilherme d’Oliveira Martins, Presidente do Júri dos Prémios da Estoril Sol, presidiu a este importante evento, que contou com a presença de numerosas personalidades ligadas às Letras e às Artes.
Guilherme d’Oliveira Martins iniciou o seu discurso manifestando um profundo pesar pelo falecimento de Liberto Cruz, que integrou durante largos anos o júri dos Prémios Literários e de Cidadania Cultural da Estoril Sol. Numa contextualização das obras vencedoras, Guilherme d’Oliveira Martins referiu que “Revolução”, de Hugo Gonçalves, “constitui um relato vivo dotado de um estilo direto, fluído e comunicativo e de uma linguagem que se alia à expressão do tempo e dos seus atores sociais”. Em relação ao romance “O Processo”, de Dulce Gonçalves, “foca-se na memória histórica dos últimos anos da resistência à ditadura portuguesa, ao mesmo tempo, de projeção dos traços culturais que asseguram algumas das suas referências emblemáticas, nomeadamente as relacionadas com o fenómeno da emigração portuguesa para França. Sobretudo durante os anos 60”.
Já sobre o Prémio Vasco Graça Moura, o Presidente do Júri disse que Helder Macedo “é um ilustre poeta, romancista, ensaísta, critico e professor, Secretário de Estado da Cultura, que tem um percurso exemplar no campo da cidadania cultural. Vivendo em Moçambique desde a sua juventude, afirmou-se como uma consciência livre, considerando a liberdade como abrangendo a criação literária e artística, mas também o reconhecimento do direito dos povos à autodeterminação e independência”.
Após o momento solene da entrega dos três prémios da Estoril Sol, foi Hugo Gonçalves, vencedor do Prémio Literário Fernando Namora que usou da palavra: “o livro é um abrigo contra o ruído do mundo. Contra a algazarra da zanga e do medo, hoje disseminados nos ecrãs por milhões de anónimos — e por todos os líderes messiânicos com ambições a tiranos. O livro é uma espécie de capanga que expulsa da nossa cabeça esses inquilinos problemáticos, aos gritos nas redes sociais e nas televisões. De certa maneira - sem precisarmos de ser revolucionários - ler um livro é hoje um ato de resistência contra essa zanga e esse medo tão danosos para a liberdade e para a democracia que começámos a construir no dia 25 de Abril de 1974.
Já Dulce Gonçalves referiu que “O Processo” “representa a fusão de um tempo que transcorre dentro e fora da obra, tal como do amor que flui dentro e fora do livro. Agustina dizia queuma boa história teria de ser consagrada pelo amor. Se a pude escrever, também foi graças ao afeto que me envolveu - da minha família, dos amigos e daqueles que se assumiram como meus protagonistas. E porque a história narrada eterniza dentro de si um amor jovem, intemporal, inspirador. Parti do umbigo familiar para trilhar uma terra que, afinal, me era desconhecida. Descobri uma geração inteira, agora suspensa na ampulheta fina do seu próprio tempo, que conquistou a chave dourada da liberdade. “O Processo” pretende tecer-lhes, ainda, uma homenagem e ser um compromisso com a memória. Escrever é não esquecer”.
Por sua vez, Helder Macedo distinguido com o Prémio Vasco Graça Moura, sublinhou a sua profunda admiração por todos os vencedores das anteriores edições. “O prémio que me foi dado e que mais me poderia honrar é o prémio de cidadania cultural. Creio que o exercício de cidadania tem como ponto de partida a capacidade de recusa. Os “sins” podem perdurar com mais sorte ou menos sorte, de uma maneira ou de outra. Mas, a nossa responsabilidade enquanto cidadãos é saber quando, como, e não importa com que consequências, dizer não. Recusar.”
Logo na abertura da cerimónia, Mário Assis Ferreira, em representação da Estoril Sol, referiu: A promoção da Cultura é, como o nosso histórico bem evidencia, um desígnio que nos acompanha desde há muito. Mas, é em períodos complexos como este que respiramos − onde confluem os desafios internos com as tensões políticas externas na Europa e fora dela − que a expansão do turismo, enquanto Actividade de Paz, pode ser contingente, após ter recuperado, penosamente, dos efeitos pandémicos. Neste contexto, tanto a indústria de entretenimento − e, nesta, a dos Casinos físicos – tal como a hotelaria e a restauração, terão que somar esforços para responder, com energia e criatividade às incógnitas que se perfilam no horizonte. E, também por isso, reconheço, com orgulho, que ao longo dos últimos decénios, tem sido inabalável o compromisso da Estoril Sol com a Cultura e as Artes”.
Inauguração agendada para sábado, 26 de julho, às 17 horas
É já no próximo sábado, dia 26 de julho, pelas 17 horas, que o Casino Estoril inaugura a 44ª edição do Salão Internacional de Pintura Naïf. Trata-se de mais uma edição, a não perder, desta emblemática mostra colectiva que poderá ser visitada, gratuitamente, na Galeria de Arte.
“Os autores presentes nesta exposição responderam de forma positiva ao apelo que lhes foi dirigido, para que esta edição, do Salão de Pintura Naïf mais antigo de todo o Mundo, primasse pela apresentação de trabalhos de qualidade e autenticidade naïf. Esta modalidade pictórica é caracterizada essencialmente pelo muito pormenor, falta de perspetiva e uma diversificada paleta de cores”, refere Pedro Lima de Carvalho, Director da Galeria de Arte do Casino Estoril.
“Como afirmou um dia o Mestre Júlio Pomar: “A Pintura Naïf é uma Arte concebida sem pecado”, recorda Pedro Lima de Carvalho.
Participam na 44ª edição do Salão Internacional de Pintura Naïf os seguintes artistas: A.Barbosa, A.Réu, Ângela Gomes, Bento Sargento, Conceição Lopes, Cristiane Campos, Edna de Araraquara, Feliciana, Fernanda Azevedo, Manuel Castro, Maria Tereza, Viorica Farkas e Noemi Eshet-Rosenweig.
A Galeria de Arte do Casino Estoril inaugura, no próximo sábado, 26 de julho, às 17 horas, a 44ª edição do Salão Internacional de Pintura Naïf. Com entrada gratuita, a não perder, até 15 de setembro.