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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Começa hoje a Semana da Ciência e da Tecnologia 2018

 

A ciência e a tecnologia vão dominar a agenda dos próximos sete dias. É a Semana da Ciência e da Tecnologia 2018, com visitas guiadas a laboratórios, palestras com investigadores, cafés de ciência e actividades experimentais para todas as idades, num total de mais de 300 acções gratuitas em todo o país.

Hoje, dia 19, no Instituto de Engenharia Mecânica, no Instituto Superior Técnico, o público poderá assistir a demonstrações de robótica e imprimir objectos em 3D. Já no pólo de Viseu da Universidade Católica Portuguesa um workshop no laboratório SalivaTec dá a conhecer como se faz o diagnóstico e monitorização de doenças através de moléculas presentes na saliva.

Na terça, dia 20, às 18.00, o Pavilhão do Conhecimento abre ao público uma área totalmente renovada com 800 m² e 31 módulos interactivos onde a descoberta do parque se alia à emoção do circo. Chama-se TCHARAN! Circo de Experiências e nele o visitante também faz parte do espectáculo.

Na quarta, dia 21, às 18.00, o Mercado dos Lavradores, no Funchal, acolhe, lado a lado com as bancas dos comerciantes, demonstrações e actividades experimentais para os "fregueses". A 4.ª edição da Ciência no Mercado é uma organização da Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação.

Na quinta, dia 22, o público de Coimbra é convidado a passar o serão à conversa com três investigadores no bar "Aqui Base Tango", em mais uma edição do PubhD, organizado pelo Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra. Aos estudantes de doutoramento (PhD) foi lançado o desafio de explicar o seu trabalho de investigação num ambiente informal.

Na sexta, dia 23, o Centro de Química Estrutural do Instituto Superior Técnico antecipa o ano internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos 2019 e promove a consulta a um vasto banco digital que inclui registos de experiências com elementos químicos.

No sábado, 24, Dia Nacional da Cultura Científica, às 15.00, o Anfiteatro do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra estende a passadeira vermelha para a Cerimónia de Entrega dos Prémios Ciência Viva Montepio 2018, atribuídos anualmente como reconhecimento por intervenção de mérito excepcional na divulgação científica e tecnológica. A astrónoma Teresa Lago, o professor Filipe Ressurreição e o realizador de rádio Edgar Canelas são os vencedores deste ano.
No mesmo dia, o Planetário - Centro Ciência Viva do Porto assinala 20 anos de existência com uma programação especial. Destacamos a participação de Tiago Loureiro, investigador da Agência Espacial Europeia que é actualmente o "Spacecraft Operations Manager" do "ExoMars 2020 Rover and Surface Platform", que será lançado para Marte em 2020, e de Rui Moura, investigador da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e primeiro português detentor de um curso de astronauta suborbital.

No domingo, dia 25, decorre no Centro Ciência Viva de Estremoz o Congresso de Jovens Investigadores em Geociências, uma montra de apresentação de projectos realizados na área das Ciências da Terra. No mesmo dia, uma visita guiada ao Laboratorio Chimico da Escola Politécnica, em Lisboa, dará a conhecer como eram as aulas de Química e os equipamentos científicos no século XIX.

Mais informações em www.cienciaviva.pt

 

Vem aí o festival Guitarras ao Alto – de 30 de maio a 3 de junho

Francisca Cortesão e Mariana Ricardo elevam as guitarras, pelo Alentejo

 

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Entre os dias 30 de maio e 3 de junho, o Alentejo será palco de mais uma edição do Guitarras ao Alto, um festival português que reúne, todos os anos, duplas de alguns dos melhores guitarristas nacionais, que se unem para proporcionar concertos inéditos em locais originais e emblemáticos da região. O vinho, a gastronomia, a paisagem e o património alentejano são o pano de fundo para este festival de primavera que tem por objetivo levar a música e o entretenimento ao interior do país.

Francisca Cortesão e Mariana Ricardo são as artistas convidadas desta 4ª edição que conta com uma série de cinco espetáculos itinerantes:

 

30 de maio - Estremoz - Convento das Maltezas/Centro Ciência Viva

31 de maio - Avis - Claustro do Convento de S. Bento de Avis

1 de junho - Beirã/Marvão - Antiga estação de comboios da Beirã-Marvão (parceria Train Spot)

2 de junho - Redondo - Herdade de São Miguel, em casa do patrocinador oficial do evento, vinhos Herdade de São Miguel

3 de junho - Crato – Pousada Flor da Rosa

 

Bilhetes à venda em www.guitarrasaoalto.pt (Preço - 5€ por pessoa, com oferta de copo de vinho Herdade de São Miguel).

 

O Guitarras ao Alto está vai na sua 4ª edição e por lá passaram nomes como Peixe, Frankie Chavez, Tó Trips, Filho da Mãe, Norberto Lobo e Luís Martins.  A ideia de criar o Festival Guitarras ao Alto surge quando, em 2013, o alfacinha Vasco Durão se muda para o Alentejo, Estremoz, com a sua família. Melómano incurável, Vasco rapidamente viu no Alentejo um potencial incrível de dinamização, tão vital para a região. Dedicou os últimos quatro anos a tornar isso possível e a provar que o Alentejo também pode ser palco de eventos originais e com muita qualidade.

A edição deste ano conta com o patrocínio oficial dos vinhos Herdade de São Miguel, da Casa Relvas, um dos principais produtores de vinhos do Alentejo, empenhado, ativamente, na promoção e divulgação da cultura e tradição alentejanas. A própria Herdade de São Miguel será “anfitriã” de um dos espetáculos Guitarras ao Alto, no sábado, dia 2 de junho, onde será preparado um evento único, do meio da tarde ao pôr do sol, integrado na vinha e na natureza. O evento conta ainda com o apoio do Turismo do Alentejo, através do Programa 365 Alentejo-Ribatejo, e da Antena 3, media partner oficial desde a génese deste projeto.  

 

SOBRE AS ARTISTAS

Francisca Cortesão nasceu no Porto em 1983, mas vive atualmente em Lisboa. Cantora, compositora e multi-instrumentista, desde 2006 que tem em Minta & The Brook Trout o seu principal projeto. A banda editou o terceiro longa-duração, Slow, em 2016.

Igualmente cofundadora dos They’re Heading West, entre as suas colaborações passadas e presentes contam-se ainda concertos e gravações de Walter Benjamin, B Fachada, David Fonseca, Márcia, Sérgio Godinho, Tape Junk, Bruno Pernadas e Lena D’Água, onde participa sobretudo com vozes e guitarras. Em 2018, foi convidada a compor para o Festival da Canção.

Mariana Ricardo nasceu em 1980 em Lisboa, onde vive e trabalha. Divide-se entre a música independente e o cinema. Iniciou a atividade musical em 1994, participando em diversos projetos musicais, com destaque para Pinhead Society e München.

Compôs e interpretou as bandas sonoras dos filmes “Xavier” (2002) e “Quatro Copas” (2007) de Manuel Mozos e de “A Cara que Mereces” de Miguel Gomes (2004). Em 2008 assinou a pesquisa e direção Musical do filme “Aquele Querido Mês de Agosto” de Miguel Gomes. Como integrante do coletivo musical München assinou, entre outras, a banda sonora dos filmes “Je flotterai sans envie” (2009) de Frank Beauvais e “A Espada e a Rosa” (2010) de João Nicolau.

Trabalha como argumentista desde 2005, coassinando os argumentos dos filmes “Aquele Querido Mês de Agosto” (2008, Miguel Gomes), "A Espada e a Rosa" (2010, João Nicolau) , "Tabu" (2012, Miguel Gomes), “As Mil e Uma Noites” (2015, Miguel Gomes) e John From (2015, João Nicolau).

Atualmente integra as bandas They’re Heading West, The Secret Museum of Mankind, Silence is a Boy e Minta & The Brook Trout.

Portugueses escolhem projecto científico para a prevenção de incêndios

 

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Projecto científico que recupera uma técnica ancestral, aplicada à prevenção de incêndios, foi um dos projectos escolhidos pelos portugueses na primeira edição do Orçamento Participativo Portugal, realizada em 2017. Estes e outros programas vencedores serão apresentados amanhã, 18 de Maio, no Centro Ciência Viva de Estremoz, às 16.00, pela Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Fernanda Rollo.

Os projectos de ciência mais votados pelos portugueses
Levar a ciência aos parques infantis, aproximar os cientistas dos cidadãos, dar a conhecer a ciência no vinho e a cultura das tabernas, criar ferramentas de limpeza do lixo marinho nas nossas praias, combater a solidão na terceira idade e criar espaços maker nas escolas. De acordo com os milhares de portugueses que votaram na iniciativa, estes são alguns dos temas onde a ciência é mais precisa.

As entidades responsáveis por estes projectos, que vão já para o terreno, estarão em Estremoz para apresentar o seu plano de acção. Estas incluem instituições científicas e de ensino superior, Centros Ciência Viva e organizações da sociedade civil, que têm ao seu dispor uma verba total de 340 mil euros.

Estudar mais é preciso
Esta iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior estará também em foco em Estremoz. Este programa é um estímulo para sensibilizar os jovens do ensino secundário, e em especial os das escolas profissionais, para a importância de prosseguirem os seus estudos a nível superior.

Apesar do crescente compromisso das famílias, das instituições de ensino superior, da sociedade e das políticas para com a formação superior e o conhecimento científico, os níveis da população com um curso de superior estão ainda aquém do que seria desejável alcançar. Apenas 4 em 10 jovens com 20 anos está a frequentar o ensino superior, as taxas de insucesso e abandono têm ainda expressão ao nível das instituições de ensino superior, em especialmente para o grupo com mais de 23 anos, e os níveis gerais de formação superior da nossa sociedade são ainda visivelmente modestos.

O Centro Ciência Viva de Estremoz é um dos interlocutores territoriais nesta tomada de consciência, tendo já um plano de trabalho piloto - "Vamos deixar uma marca na sociedade" - numa parceria alargada com a Universidade de Évora e o Instituto Politécnico de Portalegre.

Programa completo
Informação sobre os projectos OPP

Guitarras ao Alto está de regresso - Francisca Cortesão e Mariana Ricardo elevam as guitarras, pelo Alentejo

4ª Edição Guitarras ao Alto pela primeira vez no feminino

Francisca Cortesão e Mariana Ricardo elevam as guitarras, pelo Alentejo

 

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Entre os dias 30 de maio e 3 de junho, o Alentejo será palco de mais uma edição do Guitarras ao Alto, um festival português que reúne, todos os anos, duplas de alguns dos melhores guitarristas nacionais, que se unem para proporcionar concertos inéditos em locais originais e emblemáticos da região. O vinho, a gastronomia, a paisagem e o património alentejano são o pano de fundo para este festival de primavera que tem por objetivo levar a música e o entretenimento ao interior do país.

Francisca Cortesão e Mariana Ricardo são as artistas convidadas desta 4ª edição que conta com uma série de cinco espetáculos itinerantes: Estremoz - Convento das Maltezas/Centro Ciência Viva (30 de maio); Avis - Claustro do Convento de S. Bento de Avis (31 de maio); Beirã/Marvão - Antiga estação de comboios da Beirã-Marvão, em parceria com a guest house Train Spot (1 de Junho); Redondo - Herdade de São Miguel, em casa do patrocinador oficial do evento, vinhos Herdade de São Miguel (2 de junho); Crato – Pousada Flor da Rosa (3 de junho).

A novidade desta edição é o patrocínio oficial dos vinhos Herdade de São Miguel, da Casa Relvas, um dos principais produtores de vinhos do Alentejo, empenhado, ativamente, na promoção e divulgação da cultura e tradição alentejanas. A própria Herdade de São Miguel será “anfitriã” de um dos espetáculos Guitarras ao Alto, no sábado, dia 2 de junho, onde será preparado um evento único, do meio da tarde ao pôr do sol, integrado na vinha e na natureza.

A 4ª edição do festival Guitarras ao Alto conta ainda com o apoio do Turismo do Alentejo, através do Programa 365 Alentejo-Ribatejo, e da Antena 3, media partner oficial desde a génese deste projeto.  

A ideia de criar o Festival Guitarras ao Alto surge quando, em 2013, o alfacinha Vasco Durão se muda para o Alentejo, Estremoz, com a sua família. Melómano incurável, Vasco rapidamente viu no Alentejo um potencial incrível de dinamização, tão vital para a região. Dedicou os últimos quatro anos a tornar isso possível e a provar que o Alentejo também pode ser palco de eventos originais e com muita qualidade. O Guitarras ao Alto está já na sua 4ª edição e por lá passaram nomes como Peixe, Frankie Chavez, Tó Trips, Filho da Mãe, Norberto Lobo e Luís Martins. 

Bilhetes à venda no website do evento www.guitarrasaoalto.pt e na página oficial de Facebook www.facebook.com/guitarrasaoalto.

 

SOBRE AS ARTISTAS Francisca Cortesão nasceu no Porto em 1983, mas vive atualmente em Lisboa. Cantora, compositora e multi-instrumentista, desde 2006 que tem em Minta & The Brook Trout o seu principal projeto. A banda editou o terceiro longa-duração, Slow, em 2016. Igualmente cofundadora dos They’re Heading West, entre as suas colaborações passadas e presentes contam-se ainda concertos e gravações de Walter Benjamin, B Fachada, David Fonseca, Márcia, Sérgio Godinho, Tape Junk, Bruno Pernadas e Lena D’Água, onde participa sobretudo com vozes e guitarras. Em 2018, foi convidada a compor para o Festival da Canção. Mariana Ricardo nasceu em 1980 em Lisboa, onde vive e trabalha. Divide-se entre a música independente e o cinema. Iniciou a atividade musical em 1994, participando em diversos projetos musicais, com destaque para Pinhead Society e München. Compôs e interpretou as bandas sonoras dos filmes “Xavier” (2002) e “Quatro Copas” (2007) de Manuel Mozos e de “A Cara que Mereces” de Miguel Gomes (2004). Em 2008 assinou a pesquisa e direção Musical do filme “Aquele Querido Mês de Agosto” de Miguel Gomes. Como integrante do coletivo musical München assinou, entre outras, a banda sonora dos filmes “Je flotterai sans envie” (2009) de Frank Beauvais e “A Espada e a Rosa” (2010) de João Nicolau. Trabalha como argumentista desde 2005, coassinando os argumentos dos filmes “Aquele Querido Mês de Agosto” (2008, Miguel Gomes), "A Espada e a Rosa" (2010, João Nicolau) , "Tabu" (2012, Miguel Gomes), “As Mil e Uma Noites” (2015, Miguel Gomes) e John From (2015, João Nicolau). Atualmente integra as bandas They’re Heading West, The Secret Museum of Mankind, Silence is a Boy e Minta & The Brook Trout.