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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Eternal Forest Exposição a solo por Evgenia Emets

Eternal Forest
 
Exposição a solo por Evgenia Emets
 
2 de junho – 2 de julho 2022
 

Universidade de Lisboa
 
MUNHAC-ULisboa, Museu Nacional de História Natural e da Ciência
 
Programa
 
Inauguração
 
2 de junho entre as 17.00 – 20.00
 
Eternal Forest Filme
 
7 de junho das 17.30h às 20h
 
Performance no Jardim Botânico de Lisboa
 
4, 10, 11, 17 de junho das 15h às 17h
 
Finissage & Apresentação do Livro
 
30 de junho das 17h às 20h
 
 
 
A exposição “Eternal Forest” no MUNHAC-ULisboa – Museu Nacional de História Natural e da Ciência e Jardim Botânico de Lisboa, da Universidade de Lisboa, apresenta obras do projeto “Eternal Forest” de 2018 e 2022, pela primeira vez exibida em conjunto em Portugal.
 
Evgenia é uma artista que trabalha para conciliar, curar e aprofundar a relação humana com a natureza através de obras visuais, filmes e intervenções ecológicas. Ela tem vindo a trabalhar no “Eternal Forest” desde que se mudou para Portugal, do Reino Unido em 2017. Depois de testemunhar as consequências dos incêndios, decidiu começar a trabalhar com florestas e comunidades para entender as raízes da questão da desflorestação em Portugal.
 
“Eu experienciei o desastre ambiental mais chocante que testemunhei na minha vida – as consequências dos devastadores incêndios florestais de 2017, com quilómetros e quilómetros de restos carbonizados de árvores que marcavam os estragos sofridos pela terra. Uma paisagem sobrenatural de devastação criada pelos incêndios que varreram as intermináveis plantações de eucaliptos que invadiram o interior português. Florestas queimadas, jardins e aldeias. Vidas humanas, vegetais e animais perdidas”.
 
Desde então, através de poesia, conto de histórias, trabalhos visuais e filmes, Evgenia tem vindo a trabalhar na consciencialização sobre os valores tangíveis e intangíveis das florestas naturais biodiversas. Deste trabalho surgiu uma visão para a criação de 1000 santuários de “Eternal Forest” em todo o mundo que através da arte apoiam e protegem a biodiversidade e conectam a floresta às comunidades locais.
 
 
A exibição “Eternal Forest” inclui o ciclo de obras “Eternal Forest” de 2018: filme “Eternal Forest”, série de obras visuais e livro de artista, os ciclos de obras de 2019: “Eternal Forest Manifesto Scroll”, filme “Eternal Forest Manifesto” o livro da artista. Evgenia irá criar uma nova instalação e uma performance artística site-specific como resultado da sua pesquisa no Jardim Botânico de Lisboa sobre histórias de sementes e árvores, inspirados pelas histórias das árvores e os usos nas culturas indígenas.
A exibição terá lugar no Laboratório de Química Analítica. Um catálogo da exposição com novas obras será publicado e apresentado na finnisage no dia 30 de junho.
 
Para se inscrever para as performances e exibição dos filmes, envie um e-mail para geral@museus.ulisboa.pt
 
Exposição aberta de terça a domingo, das 10.00 às 17.00
 
 

coletivo das "Mulheres com Arte" para a exposição do Castelo de Pirescouxe

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No dia 04 de junho 2022 inaugura a exposição das “MULHERES COM ARTE no Castelo de Pirescouxe, em Santa Iria da Azóia. 

O Castelo de Pirescoxe, localiza-se na povoação de Pirescoxe, na freguesia de Santa Iria de Azoia, concelho de Loures. A mansão senhorial, acastelada, foi erguida num ponto alto com vista privilegiada sobre o Rio Tejo no século XV. O Castelo, que serviu de residência a vários nobres ao longo da sua vida e que conheceu um processo de degradação, em 2001, por iniciativa da Câmara Municipal de Loures, com a colaboração do IPPAR, foi reabilitado e assumiu novas funções. Hoje, no espaço, funciona um auditório, ao ar livre, para eventos culturais, uma cafetaria, galeria de artes plásticas, sala multiuso, além de uma área envolvente, ajardinada.

Período da exposição:

A exposição estará patente na Galeria Municipal do Castelo de Pirescouxe até dia 20/08/2022. De terça a sábado - das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00 horas. A inauguração será às 17:00 h de 04 de junho.

Entrada gratuita.

 

Sobre o coletivo "Mulheres com Arte":

 

O coletivo “Mulheres com Arte”, surgiu no final de 2017 na Galeria Beltrão em virtude de ser o local onde todos os seus elementos se cruzaram e se conheceram.  O convite para formar o grupo foi feito pela Ildebranda Martins, que trabalha na Galeria como curadora e que, acabou por ser o elemento mais  comum entre todas as partes envolvidas.  Entre algumas já havia uma relação de amizade antiga e entre outras havia apenas cumprimentos formais e noções  gerais do trabalho artístico desenvolvido por cada uma.

A constituição do coletivo atual  é a seguinte: Alice Diniz, Armanda Alves, Clara Ribeiro, Geny Pitta, Ildebranda Martins, Margarida Marcelino. 

Cada uma representa uma forma diferente de fazer arte. A Alice Diniz, apresenta-se com cerâmica escultórica, a Ildebranda Martins, com instalações em manequins e colagens s/telas, a Armanda Alves com pintura s/tela de influências africanas, a Clara Ribeiro com escultura em pedra de tendências minimalistas, a Geny Pitta com pintura, principalmente de influências orientais, colagens s/telas  e também  instalações,  a Margarida Marcelino com Bijuteria artesanal de autor e com pintura s/tela de tendências figurativas, mas ligadas à mitologia.

Em 2018 o coletivo expôs no Centro Cultural Malaposta, em Odivelas, na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa,  na galeria de arte da Casa Pia em Belém-Lisboa e  em 2019 no Palácio Baldaya em Benfica-Lisboa.  Embora nenhuma dos membros da equipa tenha abdicado dos seus percursos artísticos individuais, nunca desistiram do projeto e em 2020, devido às condições não serem  favoráveis a exposições presenciais o coletivo  aceitou a proposta da C. Municipal de Loures para a realização de uma exposição coletiva virtual.

 

 

Título: Arte, a força da paz

Não há tema mais adequado do que o que atribuímos à nossa exposição “arte, a força da paz”.  Depois de dois anos de pandemia e de crise econômica, em que tivemos condições para refletir coletivamente sobre a relação que temos, não só uns com os outros, mas com outros seres que partilham a mesma casa, o Planeta Terra, surge a Guerra e as atrocidades a ela associada.  Os mais conscientes, os mais universalistas, os maiores portadores de dores coletivas e de uma visão mais alargada dos horizontes mais longínquos e aparentemente menos óbvios, onde por norma, se destacam os artistas,  iniciaram uma reflexão profunda sobre a fragilidade da vida, as incertezas causadas por um vírus que provavelmente  geramos, mesmo que não de uma forma consciente e artificial, mas naturalmente  através da pressão que exercemos na mãe natureza e com ações megalómanas de mentes dementes, mas insuportavelmente  poderosas.  A verdadeira Arte pode até ser decorativa, mas o seu objetivo deve ser a de despertar consciências, procurar ajudar a produzir pensamentos sobre o que nos rodeia e que nos atinge, mesmo que indiretamente, auxiliar na formação de opiniões e ideias. Neste caos a arte também conforta e transmite esperança. Viva a arte.

Texto de Ildebranda Martins para o tema da exposição das  "Mulheres com Arte" em Santa Iria

 

Nota motivacional da Alice Diniz para a Exposição

"Nestes tempos de mudança, criar é conectar com o centro da criatividade universal. Encontrar um equilíbrio entre o exterior da toxicidade informativa e o silêncio do interior, ali onde o ritmo é outro e o processo da obra nasce.

O que me move

Através do barro e da cerâmica, vivo uma experiência importante onde o maior prazer está na descoberta, de materiais, de técnicas e de mim mesma neste contacto.

As obras que surgem dos meus trabalhos, são reflexos das minhas emoções e pesquisas. Procuro o equilíbrio no espaço que me envolve, é nesse equilíbrio que está a força e sucesso da peça, pois não depende unicamente da habilidade com que as faço, mas principalmente da ideia transformada pela sensibilidade.

Crio obras, para fazerem parte dos nossos dias, com as quais criamos uma ligação de uso e de cumplicidade, peças que se adaptam aos nossos gestos e que aos poucos fazem parte das nossas vidas.

A todos estes momentos de criação e prazer, satisfação e cumplicidade eu dedico o meu trabalho..."

Alice Diniz

E trazia da floresta o silêncio que antecede a tormenta | Sebastião Castelo Lopes |

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Um conjunto de trabalhos sobre papel e sobre madeira povoam o espaço da galeria Monumental. Papel, carvão, tinta acrílica e madeira são os materiais em bruto sobre os quais se adivinha o tempo da construção deste conjunto de trabalhos. Disfarçadamente, armadilhas, jaulas, parecem habitar esta “floresta” da sala.

 

Uma armadilha armada é uma dor em potência, é um objecto de tal forma agressivo e violento, que nos sentimos feridos por ele só de o olhar. Antes de fazer deitar sangue, a armadilha já aleija a ver.

E a armadilha captura, força uma paragem, retira a liberdade. A armadilha está camuflada, aparenta ser inofensiva, atraiçoa. A armadilha pode não se ver, pode estar disfarçada. Se assim for, tudo tem a potencialidade de ser uma armadilha porque tudo pode ser uma armadilha disfarçada. Uma armadilha disfarçada de floresta, uma armadilha disfarçada de silêncio, e por aí em diante. Tudo tem a potencialidade de capturar, de retirar liberdade, de abrir ferida de sangue, de aleijar à vista.

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Mas, e se cair na armadilha não for pior do que estar fora dela? A personagem Morte, do livro As Intermitências da Morte, também acreditava que ficar no seu escritório era melhor do que ir ao mundo dos vivos, mas a verdade é que foi na casa de um violoncelista que se tornou de carne e osso. Só quando viu a partitura de Bach (suite número seis opus mil e doze em ré maior) é que ganhou peso. Talvez estejamos enganados, talvez entrar nas armadilhas nos dê peso, matéria. 

 

Façamos então como António Proaño, personagem de O Velho que Lia Romances de Amor (de onde foi retirado o título desta exposição) e percorramos estes trabalhos atentos a todos os sons, aos cheiros, à brisa, como se andássemos pela floresta de El Idílio.

"DA VINCI SIMULACRUM" DE MARGARIDA SARDINHA INAUGURA NO MUSEU IBÉRICO DE ARQUEOLOGIA E ARTE DE ABRANTES ESTE SÁBADO

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Margarida Sardinha apresenta o projecto Da Vinci Simulacrum, uma instalação de caixas de luz, em exposição com curadoria de Hugo Dinis no MIAA – Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes, de 23 de abril e 25 de setembro.
 
Tomando como ponto de partida algumas das pinturas e desenhos mais icónicos de Leonardo da Vinci (1452-1519) – A Última Ceia, Mona Lisa, São João Batista, Virgem dos Rochedos, entre outras obras menos conhecidas –, a artista desconstrói pressupostos geométricos existentes num inconsciente coletivo. Através da profunda investigação e do minucioso estudo sobre a simbologia, e recorrendo a uma metodologia que advém do conhecimento científico, artístico e religioso, as obras apresentadas questionam, sobretudo, o modo de apreensão do mundo, mas, também, a análise de uma estrutura interna inata. Neste sentido, os signos não são vistos no seu contexto imutável, nomeadamente social, político, cultural ou temporal, que tendem a fixar os seus significados. Ao perderem a sua âncora de significação, os símbolos revelam uma concentração formal, ou uma corrente combinatória de significados, dependente da sensibilidade humana que se traduz por um conjunto de ideias, emoções e linguagens transversais a todas as sociedades.
 
“O interessante é perceber que quando se fala de símbolos, arquétipos ou imutabilidade, existe uma estrutura por detrás daquele símbolo que se pode explorar de diferentes modos. Um símbolo pode ser político, religioso, científico ou comunitário. Portanto, o mesmo símbolo pode refletir diversas formas de pensar e representar diferentes significados em diferentes culturas e dediversos modos.”, explica Margarida Sardinha.
 
Da Vinci Simulacrum inaugura no dia 23 de Abril pelas 16h no MIAA – Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes, com o apoio de Garantir Cultura e Câmara Municipal de Abrantes em parceria com a Coleção de Arte Figueiredo Ribeiro.

The Oitavos recebe exposição inspirada no mar da artista Michele Silva

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O hotel de cinco estrelas The Oitavos recebe, a partir de 23 de junho, a
exposição "Seascapes" da artista luso-americana Michele Silva. Patente no
lobby do hotel até ao dia 17 de julho, a exposição reúne vários quadros
pintados a óleo inspirados na relação da artista com o mar.

 

"Há alguns anos, tive uma aventura. Era um dia de Inverno chuvoso e fresco,
e ainda ninguém estava na água. A minha amiga, uma instrutora de surf,
tinha-me convidado para me juntar a ela, e chegou à praia com um fato de
mergulho e uma prancha de reserva para mim. O primeiro desafio era meter o
meu corpo dentro daquele fato de mergulho. O segundo era a própria prancha,
que também era pesada para mim. Fomos para a água e sentadas em cima da
prancha de surf, as ondas passaram por cima de mim. Chegou o momento em que
as minhas pernas balançaram e eu fiquei de pé. Sucesso! Segundos depois, o
oceano engoliu-me. Com essa experiência, o mar ganhou uma outra perspectiva,
o ponto de vista do surfista. "Seascapes" é uma exposição de algumas das
pinturas a óleo que tenho feito desde esse dia, inspirada pelo meu novo
respeito, admiração e um pouco de medo do oceano, que sempre me inspirou a
pintar", explica Michele Silva.

 

Localizado a poucos quilómetros da praia do Guincho, o hotel The Oitavos tem
uma forte ligação com o mar e o surf, desde a sua origem. O hotel reúne as
condições perfeitas para a prática desta modalidade, com amplos espaços
interiores convenientes para o material usado pelos surfistas e com uma
forte omnipresença do mar que se avista de quase todos os lados do hotel.

 

De design contemporâneo, o The Oitavos foi desenhado e concebido pelo
artista e arquiteto português José Amaral Anahory. A relação com a arte é
notória a quem visita o hotel: a decoração simples e elegante é
complementada por diversas obras de arte, que conferem vida e personalidade
aos ambientes. Em todos os quartos existem também pinturas contemporâneas de
artistas portugueses.

 

Exposição multissensorial "Limit of Disappearence" de Bruno José Silva na Paços

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Bruno José Silva apresenta na Paços - Galeria Municipal de Torres Vedras, entre os dias 25 de junho e 6 de agosto, a exposição multissensorial Limit of Disappearence.

Trata-se de uma exposição que tem um limite de visualizações disponível, sendo por isso que, ao entrar na mesma, o visitante está a ser responsável não apenas pela sua experiência, já que quanto mais pessoas entrarem na exposição, menos esta estará disponível.

Limit of Disappearence surge da reflexão acerca de uma possível crise das imagens. De facto, o regime tecnocrata promove a produção massiva de imagens, forjando o espectro que nos rodeia, atravessa, assedia, alucina - o mundo torna-se assim, inevitavelmente, “imagem pela tecnologia”. De acordo com o capitalismo imagético-sensível, as imagens tornam-se um dos muitos elementos que se esgotam, mas que no seu carácter intrinsecamente arquivável acabam por nunca desaparecer. Paul Virilio afirma, a este propósito, que “(...) já não olhamos para as estrelas, mas para os ecrãs”. Assistimos a um processo de virtualização (das estrelas pelos ecrãs, da erupção dos vulcões pelos ecrãs), um modelo informático (numérico) que torna o mundo natural em bits. Tornamo-nos espetadores que se confrontam com imagens cujo carácter sedutor resulta da ausência de correspondência com qualquer fenómeno do mundo natural. Limit of Disappearence visa trazer uma reflexão multissensorial, por meio de dispositivos espaciais que recorrem à robótica. Ao questionar a mutabilidade da imagem e o seu potencial de fratura, degradação e desaparecimento, interroga também quais os mecanismos capacitados para perturbar uma experiência da multi-percepção. O projeto concentra-se na criação de imagens compostas por algoritmos, impulsionadas pela ideia de que o conteúdo gerado pela máquina pode não ser destinado ao olho humano.

A exposição Limit of Disappearence é inaugurada no próximo dia 25 de junho, pelas 18h00.

Exposição Poster Mostra em Marvila - Inauguração a 2 de julho com Open Day e visita guiada

Paula Rego, Cecil Beaton, Carolina Deslandes, Hugo Van der Ding e Mário Cruz são alguns dos artistas participantes

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A partir do dia 2 de julho e durante dois meses, todos os caminhos vão dar a Marvila onde decorre a 7ª Edição do POSTER MOSTRA®, uma galeria a céu aberto que vai revelar posters de artistas tão diversos como a pintora Paula Rego (em parceria com o Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado), a cantora Carolina Deslandes, o cartoonista e humorista Hugo Van der Ding, a chef Filipa Gomes, a artista plástica Graça Paz, o pintor Cristiano Mangovo (Galeria Insofar), Li Alves da Poetry Slam, o fotógrafo Mário Cruz, o músico Noiserv e a fadista Sara Correia, entre outros, num conjunto de 20 artistas convidados.

Como é hábito em todas as edições desta iniciativa criada e desenvolvida pelo Departamento®, foi lançado o desafio a todas as pessoas a participar com a sua criatividade em duas Open Call distintas, o que este ano resultou numa participação record de 224 trabalhos. Aos artistas consagrados, juntam-se assim 17 nomes, 10 dos quais venceram a Open Call Poster (de tema livre), e 7 da Open Call Sandeman, para a qual se inspiraram nas referências históricas e gráficas da icónica marca de vinho do Porto.

Todos os artistas têm em comum expressar a sua criatividade através de um Poster, um meio de comunicação tão antigo como eficaz, que todos os anos é homenageado pela POSTER MOSTRA® e que integra na perfeição a rota cultural lisboeta.

 

Paula Rego (MNAAC)

 

POSTER MOSTRA® inaugura com festa e visita guiada

No dia 2 de julho a inauguração da exposição junta arte, música, cerveja artesanal, petiscos e a já habitual visita guiada pelas ruas que servem de tela à 7ª edição da Poster Mostra, que começa no Praça David Leandro da Silva (Largo do Poço do Bispo) e segue pela Rua do Açúcar, até à Rua Sandeman (Rua Capitão Leitão).

Mapa do percurso.

A programação deste dia inicia-se pelas 16h00 no Clube Oriental de Lisboa, onde será inaugurada a exposição dos posters de todos os participantes nas Open Call, POSTER e SANDEMAN. Às 17h dá-se início à visita guiada.

Neste dia, os convidados POSTER podem usufruir de uma cerveja grátis na Cerveja Lince (com entrega de uma senha que devem levantar junto da equipa POSTER) e de um concerto da Monday, na taproom Dois Corvos, a partir das 19h30.

Consulte aqui todo o programa.

 

Exposição imersiva inédita de Leonardo da Vinci chegou a Portugal

A experiência, que marca a 12ª edição de “A Arte Chegou ao Colombo”, está disponível até 7 de agosto. A entrada é gratuita.

Hoje, 21 de junho, “A Arte Chegou ao Colombo” inaugurou “Leonardo da Vinci — Experiência de Arte Imersiva”, uma exposição inédita sobre Leonardo da Vinci, um dos artistas mais importantes do Renascimento. Pela primeira vez em Portugal e num centro comercial, a exposição é gratuita e está aberta ao público até 7 de agosto. A 12ª edição do projeto de arte pública do Centro Colombo conta ainda com uma apresentação do Coro do Teatro Nacional de São Carlos e um mini ciclo de cinema com curadoria da Festa do Cinema Italiano.

 

A experiência de arte imersiva tem sessões a cada 15 minutos, numa sala com cerca de 150 metros quadrados, com cerca de  seis metros de altura e mais de 700m3, fazendo deste o maior volume já projetado na Praça Central, no Piso 0. A experiência deste museu temporário está dividida em seis partes, incluindo algumas das suas pinturas, intercaladas com uma visualização do artista através dos seus esboços e anotações sobre estudos de ciência, engenharia, arquitetura, entre outras áreas.

 

Os visitantes têm a oportunidade de contemplar as obras artísticas mais reconhecidas, bem como estudos científicos deste artista de renome mundial, numa verdadeira imersão de cores e sons, onde todos são convidados a mergulhar na obra de Leonardo da Vinci, que, em 2022, celebra o 570º aniversário de nascimento.

 

Talentos e genialidade de Da Vinci contada em seis capítulos

 

O arranque da exposição imersiva é feito com o “Homem Vitruviano”, um símbolo da Renascença e do próprio Da Vinci, seguindo-se um capítulo dedicado à pintura, com uma série de retratos femininos icónicos, como a “A Dama com Arminho”. Depois, são apresentados alguns dos estudos inovadores de máquinas militares concebidas por da Vinci, como “A catapulta” ou “A Arma de Cano Múltiplo”, e estudos hidráulicos, com esboços e notas sobre sistemas de circulação da água, culminando na obra-prima “A Virgem das Rochas”. A experiência prossegue com o caminho do artista enquanto arquiteto, com estudos geométricos e de igrejas planeadas centralmente, encimadas por grandes cúpulas e rodeadas por estátuas. Por último, podem ser contempladas as suas grandes obras-primas: “Santa Ana”, “Mona Lisa” e “A Última Ceia”.

 

Com edição e produção artística do Art Media Studio, esta experiência já esteve em seis países e estreou-se agora em Portugal e pela primeira vez num centro comercial em todo o mundo. O trabalho do Art Media Studio já foi adotado por alguns dos principais museus a nível mundial, como o Galleria Uffizi e a Galleria dell’ Accademia em Florença (Itália) ou o OCT Design Museum em Shenzhen (China), entre outros de renome.

 

O conceito e produção executiva ficou a cargo da State of the Art (SOTA), enquanto o projeto de arquitetura foi assinado pelo Diogo Aguiar Studio. “Leonardo da Vinci — Experiência de Arte Imersiva” conta ainda com a parceria institucional do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa.

 

Também há cinema e ópera na 12ª edição de“A Arte Chegou ao Colombo”

 

A agenda da 12ª edição de “A Arte Chegou ao Colombo” vai contemplar outros dois momentos culturais na Praça Central, entre eles um momento musical com repertório opertático italiano reconhecido do público pelas vozes do Coro do Teatro Nacional de São Carlos, assinalando o 229º aniversário do mesmo.

 

Entre julho e agosto, vai decorrer ainda um mini ciclo de cinema curado pela Festa do Cinema Italiano em parceria com a Risifilm, com a exibição de três filmes dedicados aos grandes maestros da arte italiana — Leonardo da Vinci, Michelangelo e Caravaggio.

 

As exposições promovidas pela “A Arte Chegou ao Colombo”, um projeto pioneiro do centro que nasceu da vontade de divulgar, promover e democratizar a interação com a arte de forma gratuita e acessível a todos, já foram visitadas por mais de 1 milhão de pessoas ao longo destes mais de 10 anos.

 

 

Sobre A Arte Chegou ao Colombo

Lançado em 2011, “A Arte Chegou ao Colombo” é um projeto pioneiro do Colombo que contribui para a divulgação e promoção de atividades culturais, aproximando os visitantes do centro das diversas manifestações artísticas e promovendo a sua participação, democratização e interação com a Arte de forma gratuita e acessível a todos. Pode consultar mais informação sobre o projeto em anexo. Mais informações em www.colombo.pt/artecolombo/.

 

VENCEDOR DE FOTOGRAFIA DO CONCURSO NOVOS TALENTOS FNAC 2022 REALIZA A SUA PRIMEIRA EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL

 A exposição “Do teu ombro vejo o mundo”, da autoria de João Silva, será inaugurada dia 16 de junho e estará patente na galeria Narrativa até 1 de agosto com entrada gratuita

 

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Ao longo dos últimos anos, a FNAC tem vindo a promover todos os trabalhos vencedores do seu Concurso Novos Talentos (NTF), sendo que, nesta 20.ª edição, o projeto premiado na área de fotografia sai do palco e ganha vida sob a forma de exposição numa galeria de arte. O ensaio fotográfico “Do teu ombro vejo o mundo”, de João Silva, será inaugurado no próximo dia 16 de junho, às 18h30, na galeria Narrativa. A sessão contará com o artista vencedor, o júri dos NTF 2022 e curador da exposição, Mário Cruz, e ainda Inês Condeço, Diretora de Marketing e Comunicação da FNAC.

 

A exposição “Do teu ombro vejo o mundo” retrata a forma como Aliu Baio, invisual, vê as pessoas, os lugares e as ligações visuais que se encontram à sua volta, não deixando que a sua condição o limite. Aliu Baio nasceu em 1994, na Guiné-Bissau, e desde nascença que não tem visão num dos seus olhos. Quando tinha 4 anos, instalou-se uma guerra civil em Bissau, junto à zona onde este vivia, e Aliu teve um acidente enquanto fugia de carros militares que feriu o olho que o permitia ver, acabando por perder totalmente a visão de forma gradual.

 

Segundo Mário Cruz, júri dos NTF’s 2022, o projeto de João Silva é “um trabalho delicado e intimista, que não segue a visão tradicionalista do tema da cegueira”. Nem todos temos a possibilidade de ver o mundo tal como ele é, mas este projeto mostra a cegueira “não como uma limitação, mas sim uma celebração da vida”, acrescenta. Assim, “Do teu ombro vejo o mundo” é um projeto a quatro mãos, que junta as imagens de Aliu Baio, através de uma máquina descartável, e de João Silva.

 

João Silva é natural de Braga e começou em 2012 a desenvolver projetos pessoais direcionados para o fotojornalismo, de forma autodidata. Em 2014, mudou-se para Lisboa e, apesar de uma breve passagem pela Ar.cO, entrou para o Jornal Público como estagiário, onde ficou posteriormente como colaborador. Em 2015, é distinguido no Prémio Estação Imagem, na categoria Assuntos Contemporâneos, com o projeto “Pararelos”, sendo que os seus projetos têm sido publicados na imprensa nacional e internacional. Em 2022, decidiu participar no Concurso Novos Talentos FNAC, primando por uma visão mais autorial e irreverente. 

 

Os vencedores do Concurso Novos Talentos FNAC 2022 foram anunciados no passado dia 5 de junho, no FNAC Live, evento que teve lugar nos Jardins da Torre de Belém e contou com mais de 50 mil pessoas a celebrar a cultura num ambiente mágico.  Ao longo dos últimos vinte anos, este concurso tem fomentado o talento em Portugal e promovido artistas nacionais promissores nas áreas do Cinema, Escrita, Música, Fotografia, Ilustração e Videojogos.

 

Os NFT’s (non-fungible tokens) de todos os vencedores já estão disponíveis aqui, pelo que podes adquirir os teus e apoiar os jovens artistas, contribuindo para um mundo com mais acesso à cultura.

 

 

De Polo a Polo, uma viagem fotográfica aos últimos paraísos naturais do Planeta

A Fundação ”la Caixa”, em colaboração com o BPI e a Câmara Municipal de Lagos, apresentam as melhores fotografias de natureza tiradas por fotógrafos da National Geographic

 

 

 

  • Mais de metade das espécies de plantas do mundo e mais de um terço dos mamíferos, aves, répteis e anfíbios vivem em apenas 2,3% da superfície terrestre, em habitats que estão a desaparecer. A perda de diversidade biológica é alarmante e está a aumentar de forma muito rápida.

 

  • De Polo a Polo,uma viagem aos grandes paraísos naturais, tem como objetivo sensibilizar para a importância de proteger o Planeta e também refletir sobre os efeitos da elevada taxa de extinção de espécies e da destruição de habitats como resultado do nosso estilo de vida.

 

  • A exposição, em exibição pela terceira vez em Portugal, convida os visitantes a fazer uma viagem surpreendente por alguns dos mais espetaculares espaços naturais da Terra, muitos deles conhecidos como «hotspots», ecorregiões terrestres reconhecidas pela sua elevada biodiversidade e que estão gravemente ameaçadas pela atividade humana. Uma viagem do Ártico à Antártida e por todos os biomas da Terra através de 52 fotografias marcantes.

 

  • As fotografias provêm do arquivo da National Geographic Society e são obra de prestigiados e reconhecidos fotógrafos de natureza como Frans Lanting, Steve Winter, Paul Nicklen e Tim Laman, entre outros.

 

  • A exposição faz parte do programa Arte na Rua, através do qual a Fundação ”la Caixa”pretende levar a ciência, a natureza e a cultura às pessoas fora do contexto habitual dos museus e salas de exposição.

 

Hugo Pereira, presidente da Câmara Municipal de Lagos; Artur Santos Silva, curador da Fundação ”la Caixa” e presidente Honorário do BPI, e Javier Gómez Vargas, comissário da exposição, inauguraram na próxima terça-feira a exposição De Polo a Polo, uma viagem aos grandes paraísos naturais. A exposição apresenta 52 imagens de grande beleza sobre diversos espaços naturais da Terra, do Ártico à Antártida, com um denominador comum: sensibilizar para a importância de conservar estas áreas únicas do Planeta. A exposição reúne mais de 30 prestigiados fotógrafos de natureza, alguns deles vencedores de prémios como o Wildlife Photographer of the Year e o World Press Photo.

 

Um dos objetivos prioritários da Fundação ”la Caixa” é levar a cultura, a ciência e o conhecimento à sociedade. A divulgação da cultura é um instrumento fundamental para promover o crescimento das pessoas e, por esta razão, a Fundação ”la Caixa” e o BPI trabalham de forma a levar o conhecimento a públicos de todas as idades e contextos educativos.

 

Com o programa Arte na Rua, a Fundação ”la Caixa” expõe em Lagos cinquenta e duas fotografias extraordinárias, com o selo da National Geographic Society, sobre a Natureza e o Meio Ambiente e que dão ênfase aos espaços naturais ameaçados, assim como aos efeitos da transformação dos ecossistemas naturais e a sua influência nos seres vivos.

 

O programa Arte na Rua foi lançado em 2006 e, desde então, tem aproximado do grande público criações de artistas como Auguste Rodin, Henry Moore e os fotógrafos Cristina Garcia Rodero e Sebastião Salgado, entre outros. Agora, em colaboração com a National Geographic Society, o programa integra uma nova linha centrada na ciência e na natureza.

 

O nosso planeta é único, e únicas são as imagens que compõem esta exposição, que retrata algumas das áreas naturais da Terra conhecidas como «hotspots» ou ecorregiões terrestres prioritárias, bem como áreas selvagens de grande biodiversidade, para além do Ártico e da Antártida, pelo seu importante papel na regulação do clima terrestre e pela ameaça de desaparecimento que enfrentam estas regiões como consequência do aquecimento global. As imagens permitem-nos viajar por estas zonas especiais que desempenham um papel vital na preservação da saúde do Planeta.

 

Espetacular viagem através dos biomas da Terra

 

As florestas asiáticas, a savana africana, o Ártico e a Antártida, entre outros, são paraísos naturais a desfrutar na viagem fotográfica que transporta os visitantes aos biomas da Terra presentes na exposição. Viajar do Ártico à Antártida e percorrer o mundo de norte a sul, passando pelos cinco continentes, é o que poderão fazer todos aqueles que visitem a exposição.. São imagens de extraordinária beleza que prestigiados fotógrafos de natureza captaram após infinitas horas e muito engenho, para conseguirem obter a melhor imagem do ano, como Tim Laman, vencedor do Wildlife Photographer of the Year de 2016. Este fotógrafo dedicou semanas, e usou algumas câmaras controladas à distância, para obter a espetacular imagem do orangotango trepador na selva do Bornéu, no Sudeste Asiático.

 

Orangotango a subir uma árvore na região da Sonda, Bornéu (Ásia)

 

A 30 metros do chão, este orangotango-de-bornéu trepa à procura de preciosos figos. Os orangotangos criam um mapa mental da floresta e utilizam-no para saber  quando e onde podem encontrar fruta madura. A Indonésia perde anualmente milhares de hectares das suas florestas tropicais devido ao abate de árvores e às plantações de palmeiras-de-óleo, o que põe em perigo a sobrevivência destes animais.

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Elefantes num charco no Parque Nacional de Chobe, Botsuana, África.

 

O famoso fotógrafo de natureza Frans Lanting passou 18 meses no Botsuana a fazer uma reportagem sobre a região, que incluiu no seu livro Okavango, Africa's Last Eden, publicado em 1993. A imagem que ilustra a capa do livro pode ser admirada nesta exposição. Lanting foi premiado na edição de 2018 do Wildlife Photographer of the Year em reconhecimento da sua carreira, que se estendeu por mais de três décadas, e foi precisamente com esta imagem que o prémio foi anunciado.

Os elefantes desempenham um papel crucial nos ecossistemas de savana e floresta. A caça destes animais para suprir a procura de marfim na Ásia tem dizimado as suas populações de forma dramática.

Um terço dos elefantes de África vive no Botsuana.

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Leopardo-das-neves, Parque Nacional de Hemis, Índia (Ásia)

 

O fotógrafo Steve Winter precisou de 13 meses, muita experiência e alguma sorte para conseguir capturar o esquivo leopardo-das-neves através de armadilhas fotográficas. Uma fotografia desta série ganhou, em 2008, o primeiro prémio no prestigiado concurso Wildlife Photographer of the Year.

O leopardo-das-neves, outrora rei destas montanhas, está hoje ameaçado pela caça, a mineração e a perda de habitat. O aquecimento global está a reduzir o seu território e o das suas presas, ao mesmo tempo que o conflito com os pastores está a aumentar.

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Estas imagens são três exemplos das fotografias mais premiadas que os visitantes encontrarão na exposição, na secção «Ameaças»: um mosaico de nove fotografias de denúncia que convida a refletir sobre as nossas ações e o seu impacto no meio natural.

 

O Ambiente tem vindo a sofrer grandes transformações causadas pela atividade humana, como é evidente nas fotografias que retratam incêndios, sobrepesca, desflorestação, poluição, alterações climáticas,... Estas imagens evidenciam que só temos um planeta e que o partilhamos com outros seres vivos. A sobrevivência do nosso planeta e a sua saúde dependem unicamente das nossas ações. O seu futuro depende das decisões que tomarmos hoje.

 

Fundação ”la Caixa”: 40 milhões de euros para 2022

 

A Fundação ”la Caixa” iniciou em 2018 a sua implantação em Portugal, consequência da entrada do BPI no grupo CaixaBank. Em 2022, irá destinar 40 milhões de euros a projetos sociais, de investigação, educativos e de divulgação cultural e científica. A Fundação mantém o seu compromisso de alcançar um investimento de até 50 milhões de euros anuais nos próximos anos com a implementação de todos os seus programas em Portugal.

 

 

 

| ARTE NA RUA |

DE POLO A POLO

 

De 15 de junho a 17 de julho de 2022

 

Avenida dos Descobrimentos / Lagos

 

Visitas para o público em geral

Sábados e Domingos às 18h

Exposição aberta 24 horas por dia

Entrada gratuita