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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Julho e Agosto no Museu de Lisboa

 

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Palácio Pimenta

Convivência(s). Lisboa Plural. 1147-1910
24 Mai 2019 a 22 Dez 2019
Exposição temporária
 

Exposição que revela o papel das minorias religiosas e dos residentes estrangeiros na construção da imagem de Lisboa, entre a Idade Média e a 1.ª República.

Dessa imensa população que habitou Lisboa, recebendo o rótulo histórico de minoritária, chegaram até hoje impressivos e surpreendentes testemunhos, que sublinham o carácter plural de uma cidade que se fez de rejeição, de segregação e de expulsão, mas também de tolerância, de miscigenação e de integração.

A exposição mostra-nos provas dessa Lisboa multicultural, feita por muçulmanos, cristãos e judeus, mas também por espanhóis, franceses, ingleses, italianos, flamengos, alemães e galegos e pelos africanos da era da escravatura; é mesmo possível falar numa Lisboa africana, paulatinamente mestiça, que caracterizou a cidade, entre os séculos XV e XIX.

 

Das grandes construções à vivência quotidiana, dos ofícios especializados à definição de bairros, da promoção de obras de arte à atividade livreira, da ocupação e da guerra, ao comércio e à paz cemiterial, não houve praticamente dimensão da existência de Lisboa da qual as comunidades religiosas minoritárias e estrangeiras residentes estivessem ausentes.

Comissários: Paulo  Almeida Fernandes e Ana Paula Antunes

Inauguração: 23 mai 2019, 18h30 (entrada livre, sujeita à lotação)

24 mai - 22 dez 2019, terça-domingo, 10h00-18h00

VISITAS ORIENTADAS

25 mai, sáb, 15h00 | Por Paulo Almeida Fernandes e Ana Paula Antunes, comissários da exposição

Inscrição obrigatória (até 24 maio, 14h00): info@museudelisboa.pt 

28 jun, sex, 15h30 Inscrição obrigatória (até 27 jun, 14h00):servicoeducativo@museudelisboa.pt 

VISITA-OFICINA PARA FAMÍLIAS

23 jun, dom, 11h30 Inscrição obrigatória (até 21 jun, 14h00):servicoeducativo@museudelisboa.pt 

Exposição “O homem que só queria ser Tóssan”: obra de artista algarvio em destaque em Loulé

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De 30 de maio a 31 de agosto, vai estar patente ao público, na Galeria de Arte do Convento Espírito Santo, em Loulé, a exposição “O homem que só queria ser Tóssan”, que aborda a vida e obra deste importante homem das artes de origem algarvia.

Tóssan teria gostado da coincidência: o 30 de maio, dia do seu aniversário, fecha o centenário do seu nascimento e abre, em pleno feriado municipal, uma exposição da sua vida e obra, na cidade onde deixou indelével memória e talento na decoração de antigos cortejos carnavalescos.

A exposição, para além de percorrer o seu ilustre trajeto nas artes visuais portuguesas, evidencia a sua profunda admiração e relação fraternal com o poeta António Aleixo.

Tossán (António Fernando dos Santos) nasceu em Vila Real de Santo António, no ano de 1918, e faleceu em Lisboa em 1991. Foi um homem multifacetado que dedicou a sua vida à arte, como pintor, ilustrador, cenógrafo, vitralista, caricaturista, humorista, decorador, designer e gráfico. Mas o que o destacou foi o seu enorme talento e a sua maneira de ser divertida, acutilante e de contador de histórias. 

Como ilustrador, iniciou o seu percurso ilustrando a capa do livro “O Teatro dos Estudantes de Coimbra no Brasil”. Nesta arte realizou mais de meia centena de capas de livros, de onde se destacam as obras de Curvo Semedo “O Velho, O Rapaz e o Burro” (1978) e de Leonel Neves “O Elefante e a Pulga” (1976). Esteve ligado vários anos à Editora Terra Livre como responsável gráfico, foi orientador gráfico da Revista Brazil a convite do governo brasileiro, editou dois livros de desenhos, “Cão Pêndio” e “Fidelidade 1835”, e retratou várias personalidades entre as quais António Aleixo, Camilo Castelo Branco, Manuel Teixeira Gomes, Teixeira de Pascoaes, José Régio e Lins do Rego.

Pertenceu, desde 1947, ao Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra (TEUC), onde foi cenógrafo e caracterizador. A sua primeira obra como ilustrador foi a capa do livro “O Teatro dos Estudantes de Coimbra no Brasil”. Durante o período em que residiu em Coimbra foi o caricaturista de centenas de estudantes.

Entre 1961 e 1964, orientou os trabalhos gráficos da Embaixada do Brasil em Lisboa, cuja Biblioteca Sala Brasil decorou.

Na imprensa, foi um dos criadores do suplemento juvenil do Diário de Lisboa e colaborador do jornal humorístico O Bisnau.

O ator Mário Viegas, amigo de Tóssan, reuniu num documento, em 1992, poemas e textos de prosa inéditos para um espetáculo intitulado “Tótó”, que representou a solo, nesse ano.

A exposição pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 9h30 às 17h30, e aos sábados, das 9h30 às 16h00. A inauguração acontece no dia 30 de maio, às 18h00, no âmbito do Dia do Município.

 

CML/GAP /RP

Próximas atividades no CCB

 

GARAGEM SUL / EXPOSIÇÕES DE ARQUITETURA
Os Ossos da Arquitetura
Curadoria: Mario Rinke
ATÉ 15 SET 19H /  ENTRADA LIVRE NO PRIMEIRO DOMINGO DE CADA MÊS

Abre hoje ao público Os Ossos da Arquitetura, nova exposição da Garagem Sul, que põe a arquitetura a nu. Patente até 15 de setembro.

Como é que os edifícios se aguentam em pé? E como é que os arquitetos e engenheiros europeus pensam a construção do espaço em que habitamos? Venha descobrir a exposição Os Ossos da Arquitetura, onde se mostram obras de 6a architects, Alejandro Bernabeu, Brandlhuber+, Bruther, ingegneri pedrazzini guidotti, Johansen Skovsted Arkitekter e Rui Furtado.

 

Visitas à exposição e à cidade - AQUI

 

MÚSICA
Festival Coros de Verão

 

21 A 24 JUN 
GRANDE AUDITÓRIO E
CAMINHO PEDONAL


Nesta 8.ª edição do Festival Coros de Verão apresentam-se coros de seis países: Portugal, Eslovénia, Espanha, Irlanda, Croácia e Alemanha. No Concerto de Abertura, dia 21, às 21h, no Grande Auditório, será estreada a obra Linhagem, de Eurico Carrapatoso, num concerto comemorativo dos 500 anos da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães.

 

 

Janis Dellarte | Exposição "Nós Enredamentos, Entrecidos Despojos"

JANIS DELLARTE


 Nós Enredamentos, Entrecidos Despojos

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© Ana Paganini

 

Inauguração: 6 de junho, 18h30
Exposição de 7 junho a 31 agosto de 2019 | todos os dias, das 9h às 20h.  
Jardim Botânico da Universidade de Lisboa | Museu Nacional de História Natural e da Ciência
Rua da Escola Politécnica, 56-58, Lisboa
 
No próximo dia 6 de junho, às 18:30h, inaugura a exposição “Nós Enredamentos, Entrecidos Despojos ” de Janis Dellarte, no Jardim Botânico da Universidade de Lisboa.
Esta exposição, composta por um conjunto de 6 instalações organicamente enredadas com o ecossistema do Jardim Botânico, materializa a resposta da artista, no momento histórico particular que vivemos, a navegar entre a (i)moralidade da poluição e a sua beleza plástica-simbólica, e o aparente paradoxo, talvez inescapável, de integrar essa poluição na sua prática artística.
Interpelada pelas grandes ilhas de lixo nos oceanos, Janis resgata os despejos marítimos que dão à costa no naufrágio permanente do consumo contemporâneo e da atividade piscatória - material físico e simbólico, usado entre as suas linhas, enredamentos, despojos de entretecidos e nós, para criar os seus seres híbridos, testemunho de conhecimentos ancestrais, de novas e velhas memórias, na esperança de poder contribuir para uma consciência individual, cada vez mais ativa, participativa e solidária.
A eleição do Jardim Botânico do Museu Nacional de História Natural e da Ciência para a sua exibição, pretende reforçar a primordial missão educativa deste espaço, usando-o como veículo de reflexão sobre a importância da preservação dos ecossistemas naturais e de sua vulnerabilidade às ações humanas. 

No evento de  inauguração Janis convida artistas – performers, bailarinos e músicos para realizar uma cerimónia/ neo-ritual/ peregrinação de apresentação das peças pelo Jardim Botânico.
 
Esta exposição é produzida pelo Museu Nacional de História Natural e da Ciência em parceria com a Ocupart.
 
Janis, Lisboa 1989, vive e trabalha em Lisboa. Cria híbridos escultóricos, peças têxteis performativas, objectos ritualisticos e instalações iterativas, através do croché, tricô, tradições têxteis em vias de extinção, o quase perdido feito-á-mão. Morou nove anos em Madrid onde estudou Belas Artes e sete em Londres onde fez um Art & Design Foundation na Chelsea College of Art. Licenciou-se em Textiles and Surface Design na Buckinghamshire New University, concluiu um curso de Joalharia Experimental na Central Saint Martins e tornou-se Mestre em Knitted Textiles (tricô) na Royal College of Art. No verão de 2014 voltou para Portugal, sua terra natal, onde tem vivido desde então. Em Lisboa, assistiu ao Workshop de Estratégias para o Intérprete Contemporâneo, por Vânia Rovisco, e o curso Livre de Performance Arte Portuguesa: Performers e Performances na Universidade Nova de Lisboa. Colabora com designers, músicos, bailarinos e performers, e faz parte de iniciativas artivistas como a Linha Vermelha e o Zero Waste Lab– por um futuro mais consciente e menos plásticos! Este ano mudou-se para o Litoral Alentejano onde se entregou a este projeto de resgate de plásticos da praia e criação das peças presentes nesta exposição.
Já expôs em Londres, Nova Iorque, Jalisco (México), Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto e Lisboa. Entre outras, destacam-se para as exposições no Palácio das Artes do Porto, no Museu da Eletricidade e no MUDE em Lisboa, na abertura da Z42 no Rio de Janeiro, The Java Projects en Nova Iorque, na MilMa e na Geddes Gallery em Londres.

ANA CATARINA FRAGOSO | "TODA A MATÉRIA..."

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© Ana Catarina Fragoso, "Toda a matéria orgânica flutuava. E ao tocar dispersava-se. Diluía-se na água" (detalhe), 2019 
 

 

Inauguração:  terça-feira, 17 setembro, 18h30
Exposição:  18 setembro a 8 outubro 2019 | Seg. a sáb. 14h30-19h
Livraria Sá da Costa – Galeria
Rua Serpa Pinto, nº19 , Lisboa
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No próximo dia 17 de setembro, às 18h30, inaugura “Toda a matéria...”, de Ana Catarina Fragoso, na Livraria Sá da Costa - Galeria.

“Toda a Matéria…” é uma instalação de pintura de Ana Catarina Fragoso. Com curadoria de Luísa Santos e de Ana Fabíola Maurício, a instalação desenha-se a partir de três obras inéditas realizadas sobre metal e papel, produzidas a partir de paisagens em geografias diversas para explorar a ideia de aproximação e de afastamento implícitos ao olhar uma paisagem.
 
A exposição está integrada na programação do Bairro das Artes - A Rentrée Cultural da Sétima Colina, no dia 19 de setembro, podendo ser visitada até às 22 horas, contando com a presença da artista.
 
Organizada pela Livraria Sá da Costa - Galeria em colaboração com a Ocupart, poderá ser visitada até 8 de outubro, de segunda a sábado, entre as 14h30 às 19 horas.
 

Ana Catarina Fragoso (Lisboa, 1984), vive e trabalha em Lisboa.
Licenciada em Artes Plásticas - Pintura (2008) e Estudos Arquitetónicos (2012).
Enquanto pintora, interessa-se sobretudo pela relação da pintura com o espaço – como os locais onde é exposta ou os lugares que poderá representar e presentificar. Da sua prática artística, destacam-se as exposições “A montanha que também era de ferro” (Nanogaleria, Lisboa, 2019), “Olhar Divergente” (Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Ilha de São Miguel, Açores, 2019), “SuperAmoled” (Colégio das Artes, Coimbra, 2018), “Rrevolução” (Colégio das Artes, Coimbra, 2017), “Casa-Pátio” (Espaço das Mercês, Lisboa, 2016), “Apreço” (Zaratan, Lisboa, 2015), “Fazer Falso” (Espaço AZ, Lisboa, 2015); e as residências artísticas em “Pico do Refúgio” (Ribeira Grande, Ilha de São Miguel, Açores, 2019) e “Budapeste Galéria” (Budapeste, Hungria, 2019; com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e Budapeste Galéria – Budapest History Museum). 

Prémio Estação Imagem 2019: exposição de fotografia em Loulé

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O Convento de Santo António, em Loulé, acolhe, de 9 de agosto a 14 de setembro, a exposição de fotografia “Prémio Estação Imagem 2019”.

O Prémio Estação Imagem é o principal prémio internacional de fotojornalismo que se disputa anualmente em Portugal desde 2010. Acolhe também candidaturas de fotojornalistas dos PALOP e da Galiza, e dos fotojornalistas portugueses aí residentes. O Prémio 2019, que tem como principal patrocinador o Município de Coimbra, foi disputado em diversas categorias: Notícias, Assuntos Contemporâneos, Vida Quotidiana, Arte e Espetáculos, Ambiente, Série de Retratos, Desporto e Europa. Atribuiu prémios a todas as categorias e dois prémios principais - Fotografia do Ano e Reportagem do Ano. Os resultados foram divulgados publicamente em abril e, em seguida, expostos em Coimbra.

Loulé é o segundo local onde a exposição do Prémio Estação Imagem 2019 Coimbra é publicamente apresentado.

Esta iniciativa pode ser visitada no Convento de Santo António, de terça a sexta-feira, das 10h00 às 18h00, e aos sábados, das 9h30 às 16h00. A inauguração está agendada para esta sexta-feira, dia 9, pelas 18h00. A entrada é livre.

 

CML/GAP /RP

EMARP - Exposição VESTIDAS DE COR - Exposição de fotografia de Dina Salvador

 

 

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VESTIDAS DE COR
Exposição de fotografia de Dina Salvador

22 de julho a 23 de agosto de 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Nasceu em Lagos e formou-se em Biologia Marinha. Trabalhou em várias entidades públicas e privadas e desde 2004, está envolvida num projeto de recuperação da Mata Atlântica, no Recôncavo Baiano. Há 15 anos que reparte a sua vida entre Portugal e o Brasil.
A ciência e a arte sempre a acompanharam. Desde cedo e como hobby, iniciou-se na fotografia de natureza, arquitetura tradicional, embarcações e artes de pesca, entre vários outros temas.
O gosto pelas artes plásticas levou-a a iniciar uma coleção multifacetada que inclui pintura, escultura, gravura, desenho e fotografia, possuindo cerca de 800 obras de 158 autores, de várias nacionalidades.
Comissariou três exposições de fotografia (duas na Fortaleza de Sagres e uma na Expo 98).  Participou na organização de quatro eventos relacionados com fotografia e lançamento de livros (em Lisboa e na Fortaleza de Sagres).
Atualmente, para além da fotografia, dedica-se à escultura, usando como matéria prima, madeira abandonada na natureza ou colhida em áreas ardidas. Em Portugal, trabalha com algumas espécies do Bosque Mediterrânico e  no Brasil, com algumas espécies da Mata Atlântica, dos Manguezais e da Restinga. 
A partir de 2015 iniciou uma série de exposições, tendo já realizado onze individuais (seis de fotografia e cinco de escultura). Participou também em cinco coletivas (três em Portugal, uma no Brasil e outra na Alemanha).

RODRIGO GOMES - Entre as pedras há verde

 

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© Rodrigo Gomes, "White Noise", 2019
 

 

Inauguração:  quinta-feira, 12 setembro, 19h
Exposição:  13 setembro a 11 outubro 2019 | Seg. a sex. 11h-19h
Espaço Camões da Livraria Sá da Costa
Praça Luís de Camões, 22, 4º andar, Lisboa
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No próximo dia 12 de setembro, às 19 horas, inaugura a exposição “Entre as pedras há verde”, de Rodrigo Gomes, no Espaço Camões da Livraria Sá da Costa.

"Entre as pedras que edificam uma obra, existe o silêncio do verde que espera voltar ao mundo."


Nesta exposição Rodrigo Gomes apresenta uma série de esculturas fotoluminescentes criadas a partir de desperdícios que originam uma performance em torno da exploração do som, da matéria e da luz. 

Integrada na programação da 10ª edição do Bairro das Artes - A Rentrée Cultural da Sétima Colina, que decorre no dia 19 de setembro, o artista apresentará uma performance sonora e visual às 21 horas.

No dia 26 setembro, pelas 19 horas, decorrerá o lançamento do livro de artista “Hallo Excêntrico”.
 
A exposição poderá ser visitada até 11 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 11 às 19 horas, ou noutro horário mediante marcação para geral@ocupart.pt.
 
Rodrigo Gomes (Faro, 1991), vive e trabalha em Lisboa.
Mestrado em Arte Multimédia na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, pós-graduação em Arte Sonora na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (2015-2016), Licenciatura em Arte Multimédia com especificação em Escultura na Universidade de Évora (2012-2015).
Em 2019 participou na 18ª Bienal de Media Art WRO 2019, em Wroclaw, Polónia. Realçam-se as suas exposições individuais “Mamografias por Satélite”, no The Room, Lisboa (2019) e “Como depositar imagens no banco”, na Appleton [BOX] (2018). Participou nas seguintes exposições coletivas: “Maker Art – The New Art Fest’18”, na Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa (2018); FUSO - Anual de vídeo arte, Lisboa (2018); no prémio SONAE Media Art, no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (2017); “Viga Goiva Maço”, na Galeria Quadrum (2017); Mostra (2017) e “Festival Múltiplo”, na Zaratan (2016). 
Co-fundou o Núcleo de Artes Visuais de Évora, na Escola de Artes da Universidade de Évora (2013) e co-criou a Galeria T10 (2014), na mesma instituição. Produziu concertos multimédia, tais como no Festival da Pedreira dos Sons, com a Orquestra Sinfónica da Universidade de Évora (2014) e no projeto coletivo de vjing videomapping de música eletrónica “Dejavú”, com Fábio de Carvalho (2014-2015). Participou na residência artística RésVés na aldeia de Alte (2016), “Utopia” nas Oficinas do Convento de Montemor-o-Novo (2015) e LUZ3 na Aldeia da Luz (2013). 
Em 2017 ganhou o “Prémio Sonae Media Art” e em 2018 o “Prémios Novos – Categoria Artes Plásticas”. Em 2019 é bolseiro à internacionalização artística pela Fundação Calouste Gulbenkian.
 
O seu trabalho encontra-se representado na coleção do MNAC-Museu do Chiado, na coleção Figueiredo Ribeiro e noutras coleções particulares.

Próximas atividades no CCB

GARAGEM SUL / EXPOSIÇÕES DE ARQUITETURA
Os Ossos da Arquitetura
Curadoria: Mario Rinke
ATÉ 15 SET 10H  ÀS 18H / GARAGEM SUL

A exposição Os Ossos da Arquitetura explora a noção de estrutura e os mecanismos de sustentação de edifícios na prática de projeto de sete ateliers de arquitetura e engenharia. Ao visitar a exposição, para além de descobrir novas obras e projetos, é possível refletir sobre princípios, regras, estratégias e métodos de conceção estrutural.
Para acompanhar este programa, foi organizado um ciclo de visitas à exposição e à cidade, que vai permitir, na companhia de arquitetos, historiadores e engenheiros, construir um novo olhar sobre a realidade que nos envolve. Este sábado, a arquiteta Alice Clanet-Hallard vai-nos acompanhar numa visita à obra arquitetónica Gravidade em Suspenso, no Sommer Pavilion, em Cascais. A entrada é livre, mediante marcação prévia.

Visitas à exposição e à cidade
Alice Clanet-Hallard, arquiteta

Sábado, 20 de julho | 10h30
Sommer Pavilion, Cascais / Projeto Gravidade em Suspenso 
Entrada Livre
Marcação antecipada: garagemsul@ccb.pt / 213 612 614/5