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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Exposição de escultura "Sete livros sobre a natureza de uma árvore" de Volker Schnnettgen para visitar em Loulé

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De 9 de novembro a 29 de dezembro, a Galeria de Arte do Convento Espírito Santo, em Loulé, recebe a exposição de escultura "Sete livros sobre a natureza de uma árvore", da autoria de Volker Schnnettgen.

"Sete livros sobre a natureza de uma árvore" - sete conjuntos de esculturas em madeira – é inspirada pelas características especificas de cada tronco encontrado. “A minha intervenção escultórica é colocar-me numa relação, num diálogo com a árvore. Para mim escultura é sempre o resultado de um ato mental e físico, porém sempre respeitando a natureza do material” (Volker Schnnettgen).

A exposição inaugura na sexta-feira, pelas 18h00, e pode ser visitada no seguinte horário: de terça a sexta-feira, das 9h30 às 17h30, e ao sábado, das 9h30 às 16h00. A entrada é livre.

 

CML/GAP /RP

EMARP - Exposição O OUTRO LADO - Pintura de Rui Jorge Gama Marques

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O OUTRO LADO
Pintura de Rui Jorge Gama Marques

26 de novembro a 4 de janeiro de 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Rui Marques tem 17 anos, nasceu em Portimão e reside em Porches (Lagoa) com os seus pais.

Quando tinha 2 anos e meio foi-lhe diagnosticado autismo severo, ou seja, o Rui nunca iria falar, ler e escrever.

Como era muito complicado para os pais assumirem as despesas com as terapias necessárias para garantir a sua autonomia, uma vez que nunca sentiram qualquer apoio do Estado, moveram montanhas e chegaram a ter que pedir para que nada faltasse ao Rui. E com todo o esforço, dedicação e muito amor conseguiram resultados que até surpreenderam a Dra. Guiomar Oliveira, do Centro Hospitalar de Coimbra, onde o Rui é seguido. E passou de autismo severo para autismo clássico.

Hoje em dia frequenta a Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes e contrariando todos os diagnósticos avançados, o Rui sabe falar, ler, escrever e até pintar.

O Outro Lado pretende mostrar ao público esta sua faceta existindo obras que se focam na natureza e nos animais, que é o que mais gosta de pintar - e o Rui até já foi distinguido com um prémio atribuído a um quadro de sua autoria.

 

Homenagem a José Cardoso Pires - Agenda semanal

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filme
FOTOGRAMAS SOLTOS DAS LISBOAS DE CARDOSO PIRES
Local: Biblioteca Palácio Galveias
Data: quinta feira, 15 de novembro de 2018 | 18h

Exibição do filme produzido em 2008 pela Videoteca Municipal de Lisboa, que teve por base Lisboa, livro de bordo , de José Cardoso Pires.
Entrada livre.

conversa
TESTEMUNHOS VIVIDOS
Local: Biblioteca Palácio Galveias
Data: sábado, 17 de novembro de 2018 | 16h

Conversa informal onde personalidades de várias áreas, presencialmente ou através de testemunhos gravados, vão partilhar memórias da convivência com José Cardoso Pires.
Intervenientes: Alice Vieira, Rogério Rodrigues
Moderação: Ana Cardoso Pires
Entrada livre.

SINGULAR PACE: Novos talentos da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa expõem na zet gallery, em Braga

SINGULAR PACE” pode ser vista até 5 de janeiro de 2019 

ZET GALLERY APOIA JOVENS ARTISTAS

 DA FACULDADE DE BELAS-ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA

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Até 5 de janeiro, a zet gallery apresenta a exposição coletiva SINGULAR PACE, a última da programação artística anual da galeria de Braga. Com curadoria de Helena Mendes Pereira, a exposição tem como objetivo lançar novos talentos, consolidando a sua missão de se aproximar e de divulgar artistas recém-formados pela Academia. Os 19 convidados são provenientes da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.

As obras que integram a “Singular PACE” resultam de uma seleção, realizada no contexto das Galerias Abertas, edição de 2018, por um júri composto por Cabral Pinto, diretor artístico da Fundação Bienal de Arte de Cerveira, Fernanda Araújo, artista plástica, Jorge da Costa, diretor do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, e inclui estudantes de licenciatura, mestrado e doutoramento.

Alberto Rodrigues Marques, Ana Sofia Sá, André Silva, Carla Afonso, Carolina Serrano, Dora Meirelles, Fábio Veras, Francisco Correia, Jéssica Burrinha, Joana Pitta (Não Joana), Lena Wan, Marco Pestana, mikha-ez, Poli Pieratti, Rita Vidigal, Rodrigo Empis, Rúben Lança, Sal Silva e Tiago Santos são os jovens protagonistas de SINGULAR PACE, que compõem uma exposição versátil, singular e com diferentes manifestações artísticas. Da pintura à fotografia, passando pelo vídeo, pela escultura e instalação, “tudo o que se apresenta em SINGULAR PACE é o início do caminho de um autor, em alguns casos, ainda em formação”, destaca Helena Mendes Pereira.  “Chegar à razão de 19 protagonistas não mereceu discussões alargadas dado que, de uma forma geral, nos pareceram estes como os que claramente se destacavam, positivamente, entres centenas de hipóteses”, revela a curadora da zet gallery, “não negando as disciplinas, a vanguarda acentua-se na negação dos vícios classificativos e quando sentimos que o atelier (ou a Escola) são verdadeiros laboratórios”, sublinha.

A entrada na exposição é livre. As obras de arte estão também disponíveis em www.zet.gallery

Pintura inspirada na Paisagem é tema de exposição - no edifício sede do Santander Totta, Rua do Ouro 88

Pintura inspirada na Paisagem é tema de exposição

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Sede da Rua do Ouro recebe iniciativa do Santander Totta e da Fundação Banco Santander

Podem ser apreciadas obras de Silva Porto, José Malhoa, Vieira da Silva, Menez, Martín Rico e Miró

O Santander Totta promove juntamente com a Fundação Banco Santander, a exposição de pintura “A Paisagem nas Coleções do Banco Santander”.

 

A exposição estará aberta ao público entre 1 a 23 de dezembro, aos sábados e domingos, das 12h às 18h, no edifício sede do Banco Santander Totta, na Rua do Ouro 88, em Lisboa.

Inspirados pela temática da natureza e da paisagem urbana, poderão ser apreciadas obras de consagrados artistas dos séculos XIX e XX, pertencentes às coleções do Banco em Portugal e Espanha, como Silva Porto, José Malhoa, Vieira da Silva, Menez, Martín Rico e Miró (em anexo, seguem imagens de dois quadros que estarão em exposição, um de José Malhoa e outro de Martín Rico).

A entrada está associada a uma causa social, através da realização de um donativo mínimo de 2€, que reverterá integral e diretamente para a Associação Mais Proximidade Melhor Vida, uma instituição que tem como objetivo combater a solidão e o isolamento da população idosa residente na Baixa de Lisboa e Mouraria.

Esta exposição realiza-se no âmbito da política de responsabilidade social que o Santander assume perante a comunidade, dando a conhecer o seu património artístico, revelador da vida da própria instituição ao longo dos séculos.

 

 

Exposição “Maio de 68 – 50 anos depois” no Espaço Memória de 9 de novembro a 10 de janeiro

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O Espaço Memória, no Barreiro, vai acolher a Exposição “Maio de 68 – 50 anos depois”. Com inauguração agendada para dia 9 de novembro, às 18h00, esta mostra estará patente ao público de 9 de novembro a 10 de janeiro 2019.

 

 

Esta exposição resulta de uma parceria da Associação Cultural Ephemera – Arquivo de José Pacheco Pereira, Museu do Aljube, Câmara Municipal do Barreiro e Baía do Tejo.

 

O Espaço Memória, equipamento municipal, encontra-se na Rua 17, nº 10, Parque Empresarial da Baía do Tejo. Telefone: 21 206 81 85. Endere3ço eletrónico:espacomemoria@cm-barreiro.pt.

Exposição “Geração” transforma o Espaço Amoreiras numa instalação de vida

 

Constança Clara leva a temática geração ao átrio do Espaço Amoreiras, propondo uma experiência sensorial, na sua primeira mostra individual. A exposição promovida pelo Edge Arts pode ser visitada de 31 de outubro a 14 de dezembro, no Espaço Amoreiras, em Lisboa. 

O Edge Arts promove a exposição “Geração”, da artista Constança Clara, que apresenta como mote a procura dos elementos geradores de vida, quer na natureza, quer no próprio corpo de trabalho da artista. A mostra apresenta ao público uma instalação, que tem como objetivo apelar a uma experiência sensorial, bem como, a um conjunto de objetos de estudo à volta do tema da geração. A primeira exposição individual de Constança Clara é analisada nos dois textos de autor, por Lourenço Egreja e Gerbert Verheii. 

Esta exposição abriga, além da instalação, objetos de escultura, de fotografia, de desenho e de pintura. Numa combinação de formas híbridas que traçam a união entre elementos naturais e outros (encontrados ou apropriados), com artifício humano, gerando novas e surpreendentes imagens, interligando o mundo mineral, com o vegetal e o animal. 

A mostra de Constança Clara pretende transformar o átrio do Espaço Amoreiras num lugar novo e efémero, utilizando a luz, como modelador do espaço, trabalhando através de pequenas aberturas de luz no local, que penetram no espaço interior. Como resultado, estabelecem um diálogo entre o dentro e o fora, ao mesmo tempo que os orifícios projetam o trajeto do sol e da lua, no decorrer do dia e da noite.

A inauguração exposição tem data marcada para o dia 31 de outubro, a partir das 18h30, e estará vigente até ao dia 14 de dezembro, no Espaço Amoreiras, em Lisboa. 

Descarregue, aqui, imagens em alta resolução de peças do atelier da artista. 

 

Sobre a artista

Constança Clara nasceu no ano de 1986 e vive e trabalha, atualmente, na Fonte Boa dos Nabos, Ericeira, Portugal. A artista formou-se em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Em 2010, ano seguinte à conclusão da sua licenciatura, realizou uma pós-graduação em Artes em Londres, na Central Saint Martins - Byam Shaw School of Art. Participou em exposições em Portugal, Espanha e Londres, das quais se destacam Portugal é Lisboa, o resto é paisagem, no Hub Creativo do Beato, em Lisboa (2017), Círculo a dentro, imagem que sai fora, na Avenida da Liberdade 211, em Lisboa (2014) , O Peso das Coisas, com curadoria de João Rolaça, no Centro Cultural Município do Cartaxo (2013), Colectivo de Artes Plásticas, no SILOS–Contentor Criativo, nas Caldas da Rainha (2012), IKAS ART, no Centro de Exposições de Bilbao, em Espanha (2011), PGDips Final Show, na Byam Shaw School of Arts, em Londres (2011)Lapptopp Barometery, Concourse Gallery, em Londres (2011)e Sculpture Final Show, no Parque dos Sete Castelos, em Oeiras, Portugal (2009). 

Em 2010 realizou o projecto de arte pública Paço durante uma residência na aldeia de Moledo, que envolveu a população na construção de uma obra que também visava contribuir para a reabilitação da antiga zona ribeirinha da aldeia. Esta obra contribuiu para iniciar o programa de arte pública Moledo Acontece. 

É membro fundador do , um colectivo que conta com a participação de cerca de 20 artistas (Tiago Franco,Diogo Moniz, Catarina Alves, Duarte Castelo Branco, entre outros), e diversas apresentações em espaços inusitados pelo processo de transformação a que têm sido sujeitos nos últimos anos, dentro do contextoda reabilitação da cidade de Lisboa em adaptação à recente procura internacional.O Colectivo do Catano já apresentou exposições colectivas em Lisboa no LxFactory, em Alcântara (2018);no Creative Hub do Beato (2017); no Clube Atlético de Campolide(2016); e num antigo palácio do Bairro Alto(2015).

 

Exposição “Geração” 

31 de outubro de 2018 - 14 de dezembro de 2018

Inauguração

31 de outubro de 2018, pelas 18H30.

 

Horário

Espaço Amoreiras

2ª a 6ª feira 7h – 23h

sábados 9h - 21h

domingos e feriados 9h – 18h

Edge Arts (escritório)

2ª a 6ª feira 8h30 – 13h30

 

Pedro Calapez apresenta obras inéditas na Casa-Museu Medeiros e Almeida | 06/11 a 21/12

Exposição patente de 6 de novembro a 21 de dezembro

 

 

A Casa-Museu Medeiros e Almeida recebe, a partir de 6 de novembro, a exposição “Olhos nos Olhos: um poema elementar”, de Pedro Calapez. Neste trabalho que estará patente até 21 de dezembro, o artista apresenta 30 peças inéditas explorando diversos suportes, como pinturas, esculturas e obras sobre papel, dispersas pelos diversos espaços da Casa-Museu.

Este confronto entre as obras de Pedro Calapez, pensadas para as várias salas da Casa-Museu Medeiros e Almeida, e os objetos e o mobiliário que habitam este espaço convidam a uma nova forma de visitá-lo e a um novo olhar. Um olhar que remete o artista para a pintura de Matthias Grünewald (1470-1528), expressiva e teatral, com uma extensa paleta de cores. As telas de Grünewald não atingem diretamente o espetador, mas colocam-no como um elemento da imagem, gerando outros olhares, “olhos nos olhos”.

Pedro Calapez recorda ainda o livro “Do Natural, um poema elementar”, do escritor alemão W. G. Sebald, que aborda a vida e a obra de Grünewald. Todos os títulos das peças em exposição são retirados de excertos deste livro, prática habitual do artista, e que têm que ver com a natureza e com a forma como nos relacionamos com o mundo. Assim, encontramos títulos como “germinar, perdurar, propagar-se”, “o grito, o gemido e o gorgolejo” e “a dor passou para os quadros”.

Esta casa foi habitada, mãos afagaram mesas e cadeiras, corpos se tocaram, livros foram abertos. A constatação dum espaço vivido, transformado posteriormente em espaço de exposição, levou-me a criar uma série de obras, num discurso autónomo. A sua colocação neste espaço confronta os possíveis percursos e as salas onde se encontram. O deambular do visitante vacila entre a impertinência dos objetos intrusos e a estabilidade dos consagrados. Num processo de comunhão interferente com a estabilidade da demonstração museológica manifesta-se assim um diálogo dependente intimamente do nosso olhar”, sublinha Pedro Calapez.

Pedro Calapez (Lisboa, 1953) começou a participar em exposições nos anos 70, tendo realizado a sua primeira individual em 1982. O seu trabalho tem sido mostrado em diversas galerias e museus tanto em Portugal como no estrangeiro sendo de salientar as exposições individuais ou coletivas em que participou: “Histórias de objetos”, Casa de la Cittá, Roma; Carré des Arts, Paris; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Petit jardin et paysage, Capela Salpêtriére, Paris (1993); Campo de Sombras, Fundació Pilar i Joan Miró, Mallorca (1997); Madre Agua, Museo MEIAC, Badajoz e Centro Andaluz de Arte Contemporáneo, Sevilha (2002); Obras escolhidas, CAM-Fundação Gulbenkian, Lisboa (2004); piso zero, CGAC- Centro Galego de Arte Contemporáneo, Santiago de Compostela; Lugares de pintura, CAB-Centro de Arte Caja Burgos (2005); “There is only drawing", Fundação Luís Seoane, Corunha, Galiza (2013); “O Segredo da Sombra”, Fundação Carmona e Costa, Lisboa (2016). Nas diversas mostras coletivas destaca-se a sua participação nas Bienais de Veneza (1986) e S. Paulo (1987 e 1991); Tage Der Dunkelheit Und Des Lichts, Kunstmuseum Bonn (1999); EDP.ARTE, Museu de Serralves, Porto (2001); Beaufort Inside-Outside, Trienal de Arte Contemporânea, PMMK Museum, Ostende (2006); “La colección”, Fundación Barrié, A Coruña (2011); “Euroscope” (BEI Collection), Cercle Cité, Luxembourg (2015); “Backstories”, FASVS, Museu Vieira da Silva, Lisboa e Mudas, Museu de Arte Contemporânea da Madeira (2016); “Quote/Unquote. Entre apropriação e diálogo”, MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Lisboa (2017); “Uma Coleção=Um Museu 2007/2017”, MACE, Elvas (2017); “BoPeep”, Sismógrafo, Porto (2018).

Coleções: Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Centro de Arte Caja Burgos, Burgos; Centro de Artes CA2M, Madrid; Central European Bank, Frankfurt; Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela;Chase Bank, New York; European Investment Bank, Luxembourg; Fondación Coca-Cola España, Madrid; Fondación Pedro Barrié de la Masa, A Coruña; Fondación Prosegur, Madrid/Lisboa; Fundació Pilar i Joan Miró, Mallorca; Fundação AIP, Lisboa; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Fundação EDP (MAAT), Lisboa; Fundação Luso Americana, Lisboa; Fundação PLMJ, Lisboa; Fundação Portugal Telecom, Lisboa; MACE, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Coleção António Cachola, Elvas; Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, (MEIAC), Badajoz; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, (MNCARS), Madrid; Museu de Serralves, Porto; Seippel Collection, Cologne, entre outras.

www.calapez.com / www.buyacalapez.com

 

 

Casa-Museu Medeiros e Almeida
Rua Rosa Araújo, 41

1250–194  Lisboa
Tel. (+351) 213 547 892
www.casa-museumedeirosealmeida.pt


2.ª a Sábado, das 10h00 às 17h00
Encerra ao Domingo

 

Inauguração da exposição "Surfacism or The Radial Dispersion of Power", de Diogo Tudela

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"Surfacism or The Radial Dispersion of Power" é o nome da instalação de luz e som que Diogo Tudela vai inaugurar na galeria SALA 117, no Porto, já amanhã, dia 30 de novembro, pelas 22 horas.

Durante a inauguração desta exposição, Diogo Tudela, Jonathan Saldanha e Luís Kasprzykowski estarão na galeria para um momento de ativação sonora da instalação. Este trabalho conta com a colaboração de Joana Pestana, Jonathan Uliel Saldanha, Juan Luis Toboso, Luís Kasprzykowski e Marcos Brias.

 

A exposição estará patente na SALA 117 até 26 de Janeiro de 2019 e poderá ser visitada de terça a sábado entre as 15 horas e as 19 horas.