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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Exposição "Nos Passos de Santo António - Uma Viagem de Gonçalo Cadilhe"

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O Museu de Lisboa convida para a exposição de fotografia Nos Passos de Santo António. Uma Viagem de Gonçalo Cadilhe, no dia 19 de junho, terça-feira, às 18h30, no Museu de Lisboa - Santo António. 

Gonçalo Cadilhe revisita um percurso feito há oito séculos e descobre um dos maiores viajantes da História de Portugal: Santo António.

António, o Santo português de Pádua, viajou durante dez anos numa época em que as estradas tinham desaparecido, o sistema cambial ainda não fora inventado, os idiomas não se traduziam em dicionários, os mapas não existiam. Gonçalo Cadilhe refaz a grande viagem deste franciscano, que durou os últimos dez anos da sua vida.

Depois do livro “Nos passos de Santo António” editado em 2016 e do documentário com o mesmo nome emitido pela RTP a 13 de junho de 2017, esta coleção de fotografias, com um cunho pessoal de Gonçalo Cadilhe, apresenta uma seleção dos lugares fundamentais da vida de Santo António na perspetiva de um viajante moderno, mochileiro e laico. A estrada foi a vida de António. Estas são as imagens da sua biografia.
 

Inauguração de Exposição: 19 junho (terça), 18h30

De 20 junho a 30 setembro: de terça a domingo, das 10h às 18h (última entrada 17h30)

Largo de Santo António da Sé, 22

 

NON-FICTION

 

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André Príncipe inaugura “NON-FICTION”, no dia 5 de Maio, ás 18h, no Centro Cultural Vila Flor.  Será lançado um livro com o mesmo nome, o décimo do autor. Co –publicado pelo CCVF e a editora Pierre von Kleist editions.


NON-FICTION é a mais extensa mostra de trabalhos de André Príncipe até à data, apresentando fotografias realizadas entre 2000 e 2018. A exposição divide-se pelos dois andares do Centro Cultural Vila Flor, uma instalação é mostrada no primeiro piso e um vídeo no segundo. NON-FICTION é sobre a natureza e os conteúdos da fotografia.  A sua (i)materialidade, o elogio do efémero,  a superficialidade desta forma de escrita com luz aqui ao serviço do estudo da natureza humana, de “saber o que as pessoas fazem com os pés, os olhos e as mãos”. 

André Príncipe (Porto, 1976) é fotógrafo, cineasta e editor. Publicou vários livros como Tunnels, Master and Everyone, I Thought You Knew the Place Where all of the Elephants Lie Down, Perfume do Boi ou Smell of Tiger Precedes Tiger. É fundador da Pierre von Kleist editions. Campo de flamingos sem flamingos, a sua última longa-metragem estreou comercialmente em 2014. Exposições recentes no CGAC (Santiago de Compostela), CAV (Coimbra) e Le Bal (Paris). O seu último livro You´re living for nothing now foi publicado em Novembro de 2016. 

De 5 de Maio até 28 de Julho de 2018.
Aberta de terça-feira a sábado, entre as 10 e as 13h e das 14h ás 19h.

Casino Lisboa acolhe exposição “Guitarras - Vidas Secretas de Luís Espírito Santo” até 22 de Julho

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O Casino Lisboa acolhe, até 22 de Julho, a exposição “Guitarras - Vidas Secretas de Luís Espírito Santo”. Sob a curadoria de Ana Maria Catarino Doria, esta mostra de pintura, de 20 obras, está patente no amplo espaço da Galeria de Arte, localizada na área circundante ao Arena Lounge. A entrada é livre

 

Cada uma com sua própria história, essas guitarras têm seus próprios designs únicos e atraentes. Uma sinergia entre arte e música. Uma arte de dentro. Uma sinfonia de cores e formas

 

O artista conseguiu salvaguardar o valor intrínseco do objeto e, ao mesmo tempo, transmitiu uma poderosa e imponente mensagem subjacente. O talento e criatividade estão na vanguarda desta exposição.

 

Luis faz um trabalho maravilhoso em consubstanciar os pequenos elementos idiossincráticos do seu personagem artístico.

 

Uma exposição provocante e íntima.

 

Curadora - Ana Maria Catarino Doria

 

Nota Biográfica de Luís Espírito Santo

Nasceu sob o signo de Balança, factor que justifica em grande parte o seu envolvimento com as artes, assim como o espírito inquieto, de onde lhe vem o ecletismo fortalecido no facto de ter os elementos terra e fogo em luta permanente.

 

Entrou muito novo na publicidade, um campo ideal para o desenvolvimento e aplicação dessas capacidades, onde trabalhou com Ary dos Santos e Sttau Monteiro, que o ajudaram a modelar a forma da condução criativa.

 

Luís refere a actividade criativa, quase como uma inflamação que tem que “purgar” com regularidade. Desenho, pintura, fotografia, escultura e cinema foram as áreas em que produziu de forma intensamente criativa, fazendo parte dos que, nesse trabalho, produziram o que hoje está na base dos softwares dedicados às artes. 

 

É vasto o seu acervo de peças publicitárias de vertente artística nas maiores marcas, sendo um dos dois primeiros publicitários portugueses premiados no “Cannes Festival”, e a que se seguiram muitos outros prémios e reconhecimentos. 

 

 Notas Biográficas da curadora Ana Maria Catarino Doria

Ana Maria Catarino Doria é licenciada em arqueologia pela Universidade de Londres (University College of London). Tem uma vasta experiência nas áreas de museologia e curadoria, tendo trabalhado no Metropolitan Museum of Art, Nova Iorque e no Departamento de Informação Pública das Nações Unidas, também em Nova Iorque. Foi Vice-Directora do Museu de Macau durante uma década e, presentemente, é responsável pela Galeria de Arte e Animação Cultural do Casino Lisboa, tendo sido curadora de mais de 80 exposições.

 

O Casino Lisboa acolhe, até 22 de Julho, a exposição de pintura “Guitarras - Vidas Secretas de Luís Espírito Santo”. De Domingo a Quinta-Feira, das 15h00 às 03h00, e às Sextas-Feiras, Sábados das 16h00 às 04h00, na Galeria de Arte do Casino Lisboa.

 

Por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Lisboa é reservado a maiores de 18 anos.

Braga: zet gallery expõe sete artistas - da escultura e da pintura expandida - até setembro. A entrada é gratuita

Coletiva tem entrada livre e pode ser visitada até setembro

 “7 FORMAS POÉTICO-CASUÍSTICAS” EM EXPOSIÇÃO

NA ZET GALLERY EM BRAGA

*Sete artistas desafiados a explorar os domínios da escultura e da pintura expandida

 

 

 

A zet gallery, em Braga, tem patente até 8 de setembro a exposição coletiva “7 FORMAS POÉTICO-CASUÍSTICAS”, com curadoria de Helena Mendes Pereira. Ana Almeida PintoJoão Carqueijeiro (e o Grupo em Construção do seu atelier), Juan CoruxoLuis Canário RochaMiguel Neves OliveiraPedro Figueiredo e Raúl Ferreira são os artistas convidados que aceitaram o desafio de trabalhar a dimensão objetual (nos domínios da escultura e da pintura expandida), a partir de um autor e de um poema e da qual resultou a seleção de um conjunto de obras que estão, simultaneamente, em exposição na zet gallery e na Feira do Livro de Braga 2018, ambas no centro de Braga.

Os sete artistas partem dos livros, dos poetas e dos poemas que, nesta narrativa expográfica, ocupam o domínio do sagrado em contraste com as obras de arte que são colocadas em interação direta com os públicos. Um dos objetivos da iniciativa foi o de estabelecer pontes de contacto com a Feira do Livro de Braga e com o Grande Prémio de Literatura dst, iniciativa do dst group, no seguimento da estratégia da zet gallery que é a de “unir esforços em prol da arte contemporânea enquanto território privilegiado para a promoção do debate sobre o mundo que nos rodeia”, sublinha Helena Mendes Pereira, curadora da zet gallery.

A exposição, de entrada gratuita, pode ser visitada na zet gallery , localizada na Rua do Raio, 175, em Braga. A seleção de obras de arte poderá ainda ser visitada online em www.zet.gallery.

Sobre a zet gallery

O projeto shairart (galeria e plataforma online) mudou de nome, passando a designar-se zet gallery. A mudança deveu-se ao desejo de uma aproximação ao nome do fundador do projeto, José Teixeira, presidente do dst group e marca um novo ciclo na vida da galeria.

Com a mudança para zet gallery, a marca aproveita para afirmar a sua expansão para a prestação de serviços, mantendo o core business na divulgação e comercialização de obras de arte contemporânea. Será agora possível recorrer à galeria para a organização de projetos culturais relacionados com a produção artística contemporânea, para a criação de conteúdos sobre práticas artísticas e culturais, assim como para a mediação de encomendas de obras de arte, personalizadas de acordo com os interesses e orçamento da cada um. Na zet gallery é possível pedir a inventariação de uma coleção de arte e receber aconselhamento quando ao rumo a tomar em futuras aquisições.

O novo nome é inspirado no fundador da galeria, José Teixeira (Zé Teixeira para os que lhe são próximos), “uma óbvia e desejável aproximação do nome do projeto ao seu fundador”, revela Helena Mendes Pereira, curadora da zet gallery. “José Teixeira afirma-se como um verdadeiro líder, proporcionando espaço de liberdade às equipas, mas mantendo a mão ao leme e, sobretudo, o entusiasmo por um projeto que, verdadeiramente, se preocupa em promover, com dignidade e não medindo meios, a criação artística original”, sublinha. “Desafia-nos a tomá-lo como exemplo: BE A COLLECTOR. Colecionar arte. Apoiar os artistas. Investir em cultura.”

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A zet gallery é um espaço físico de características excecionais, situado no centro de Braga, com uma área de exposição de 800 m2, distribuída por diferentes salas, apoiadas por um auditório, sala para a realização de oficinas de artes plásticas e outros espaços de apoio, onde se incluem áreas de reserva de obras de arte.

Horário da galeria: 14h00 às 19h00, de segunda-feira a sábado. Outros horários disponíveis por agendamento.

Morada: zet gallery, Rua do Raio 175, 4710-923 Braga | Site: www.zet.gallery

 

Fundação AFID Diferença inaugura “Mil Palavras Valem Quase Uma Imagem”

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Mostra artística ficará patente até 22 de julho em Lisboa

 

 

A Fundação AFID Diferença apresenta na Casa-Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa, a Exposição “Mil Palavras Valem Quase uma Imagem”, uma mostra de trabalhos realizados pelos artistas da Fundação e que estará patente de 12 a 22 de julho.

 

A Fundação AFID Diferença inaugura no próximo dia 12 de julho mais uma exposição, desta vez sob o título “Mil Palavras Valem Quase uma Imagem”.

 

Associado às abordagens que a AFID tem vindo a assumir no campo da inclusão, nomeadamente em metodologias que tornem as suas exposições mais acessíveis ao público com deficiência visual, este olhar pretende lançar uma reflexão a partir dos resultados inesperados que surgem deste exercício de traduzir em palavras o que sabemos à partida ser indizível.

“Para além de uma mostra das obras mais recentemente produzidas nas oficinas artísticas da AFID, a exposição foca também alguns trabalhos em que a palavra escrita se assume como ferramenta não apenas complementar, mas indispensável à expressão de vários autores”, explica Nuno Lacerda, responsável pelo Atelier de Pintura do Centro de Atividades Ocupacionais (CAO), da Fundação AFID Diferença.

 

Nesta exposição, os artistas da Fundação AGIF irão ter a oportunidade de divulgar os seus trabalhos, expressando a sua criatividade através das imagens, arte, da cor do traço e, partilhar as suas palavras de agradecimento por mais uma oportunidade de partilharem o seu talento e a sua visão do mundo.  

 

“A arte está no ADN da Fundação AFID Diferença. Esta exposição é mais uma prova de que o talento sobrepõe as barreiras da diferença. Esperamos que as pessoas que se deslocarem à Casa-Museu Medeiros e Almeida apreciem os trabalhos desenvolvidos pelos clientes da AFID, enriquecido pelo belíssimo espaço onde se realiza a exposição,

a Casa Museu Medeiros e Almeida”, Domingos Rosa, Presidente do Conselho Executivo da Fundação AFID Diferença.

 

Domingos Rosa acrescenta ainda que “enquanto Presidente Fundação AFID Diferença, é, para mim, muito gratificante constatar a riqueza dos trabalhos que irão estar expostos, facto este que constitui, também, motivo de orgulho para os todos os Artistas Diferentes e, estou certo, para a Casa Museu Medeiros e Almeida, enquanto entidade com forte espírito e prática de Solidariedade e de Responsabilidade Social”.

A exposição “Mil Palavras Valem Quase uma Imagem” será inaugurada no dia 12 de julho e contará com a presença do grupo AFIDANCE.

Exposição: “Mil Palavras Valem Quase uma imagem”

Local: Casa-Museu Medeiros e Almeida, em Lisboa

Inauguração: 12 de julho a partir das 18:30

Termina: dia 22 de julho

 

 

 

 

Sobre a Fundação AFID Diferença: 

A AFID – Associação Nacional de Famílias para a Integração da Pessoa com Deficiência celebrou em 2018 33 anos de existência. Ao longo do seu vasto percurso criou também a Fundação AFID Diferença, que por sua vez comemorou 13 anos, uma instituição particular de solidariedade social que se dedica a iniciativas de reabilitação, educação, formação e inserção socioprofissional de pessoas com deficiência. Desenvolve igualmente um conjunto de atividades de apoio à comunidade e serviços de proximidade nos domínios da assistência e solidariedade social, apoio à infância e à terceira idade. É a primeira Instituição da área social, em Portugal, certificada pelas Normas ISO 9001:2008, pela Marca ISS, Nível A e pelo EQUASS Excellence.  

Atualmente, a AFID, na sua globalidade, atende perto de 1500 pessoas – Infância (AFIDKIDS), Pessoas com Deficiência (AFIDREAB) e Pessoas Idosas (AFIDSÉNIOR) - e para as quais trabalham diariamente 211 colaboradores. Trata-se de uma das principais instituições sociais do país – pela dimensão, abrangência e complementaridade dos seus serviços e, sobretudo, pela qualidade impressa na gestão e intervenção técnica. A AFID enquanto associação de famílias mantém o seu objetivo ao nível da representação dos direitos das famílias e das pessoas com deficiência.  

Mais em: www.afid.pt

MAIA JARDIM VOLTA AO NEOLÍTICO COM A EXPOSIÇÃO “CERÂMICA ARQUEOLÓGICA NA MAIA”

Patente de 29 de junho a 26 de julho

 

MAIA JARDIM VOLTA AO NEOLÍTICO COM A EXPOSIÇÃO “CERÂMICA ARQUEOLÓGICA NA MAIA”

 

A Galeria Comercial Maia Jardim inaugura a exposição “Cerâmica Arqueológica da Maia”, patente até 26 de julho.

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Com entrada gratuita, esta exposição aborda o aparecimento da cerâmica na Pré História e ao longo de diversos períodos como o Neolítico e Calcolítico, incidindo no concelho da Maia. Será ainda possível explorar os diferentes fragmentos e vasos provenientes do lugar da Forca em Barca e da Bouça da Cova da Moura, em Águas Santas.

Com uma aposta cada vez mais diversificada, através da organização de eventos capazes de oferecer aos visitantes uma experiência única, a Galeria Comercial Maia Jardim destaca a cerâmica arqueológica, que constitui um dos principais elementos que comprovam a evolução da civilização e do Homem enquanto tal. Neste sentido, cada objeto pode ser visto como um caso único, não só pela sua composição, mas também pelo seu estado de conservação, significado histórico, cultural, estético e artístico.

 

Sobre a Sonae RP:

A Sonae Retail Properties, (Sonae RP), criada em 2009, tem por missão otimizar a gestão do património imobiliário de retalho, em total alinhamento com os principais desígnios estratégicos assumidos pela Sonae, facilitando o crescimento dos negócios de retalho. Esta gestão é assegurada por uma equipa dinâmica que procura insistentemente o desenvolvimento de competências organizacionais e ganhos de produtividade, bem como a excelência na gestão e valorização do património imobiliário de retalho. A Sonae RP desenvolveu fortes competências neste mercado, sendo já um parceiro reconhecido junto dos principais investidores nacionais e internacionais.

 

Casino Estoril acolhe exposição "Arte em Movimento" até 22 de Julho

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A Galeria de Arte do Casino Estoril acolhe até ao próximo dia 22 de Julho, a exposição “Arte em Movimento”. Trata-se de uma exposição colectiva de pintura que conta com a participação dos seguintes artistas: Diogo Navarro, Filipa Oliveira Antunes, Francisca de Magalhães Barros, Paulo Canilhas, Paulo Pina e Rogério Tunes. 

 

Diogo Navarro nasceu em Moçambique, em 1973. Vive e trabalha em Lisboa. É um artista especialmente interessado em expressar o potencial pictórico de vários materiais.

 

Filipa Oliveira Antunes nasceu em Lisboa, em 1973. Arquiteta (UL-1996), Mestre em Habitação (FAUTL-2000); e Doutorada em Urbanismo (ULHT-2013). Publica os seus desenhos em diversos suportes de disseminação cultural.

 

Francisca de Magalhães Barros nasceu em Lisboa, em 1990. Desde cedo o Arquiteto, e Professor de Artes Plásticas, Bernardo Viana a incentivou na utilização e exploração da cor nos seus trabalhos, expondo-os e incentivando-a a nível técnico e da sua visão da utilização da cor nas suas obras.

 

Paulo Canilhas nasceu a 29 de julho de 1969, em Almada, cidade onde reside e trabalha. Trabalha em desenho, pintura e digital, mas sobretudo, a técnica que mais lhe agrada e pretende desenvolver, a metamorfose da pintura com a escultura sobre e com chapa de alumínio. Realizou 17 exposições individuais e participou em dezenas de coletivas.

 

Paulo Pina nasceu em Lisboa, em 1965. Tirou os cursos de Desenho e Pintura na ARCO e de Animação na Acarte. Ganhou o Prémio Estoril-Sol no XII Salão de Primavera da Galeria de Arte do Casino Estoril e foi distinguido com menções honrosas nas VIII e X edições do mesmo Salão. Realizou 7 exposições individuais e participou em diversas exposições colectivas.

 

Rogério Tunes nasceu no Rio de Janeiro, Brasil, em 1959. Atualmente como Luso-Brasileiro montou o seu atelier em Cascais onde vive desde 2015. Em 2000 passa a dedicar-se exclusivamente às artes plásticas começa a expor em diversas galerias no Rio de Janeiro onde tem seu trabalho reconhecido por marchands e colecionadores, tendo seu trabalho exposto pelo Brasil, USA, Argentina e Europa.

 

O Mestre Martins Correia costumava afirmar “As exposições coletivas são Arte em Movimento”.

 

A Galeria de Arte do Casino Estoril acolhe até 22 de Julho a exposição colectiva de pintura “Arte em Movimento”. Patente ao público, todos os dias, das 15 às 24 horas. Por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Estoril é reservado a maiores de 18 anos. 

Metro acolhe exposição do Museu Calouste Gulbenkian

Metro acolhe exposição do Museu Calouste Gulbenkian

Quatro estações com obras expostas até fevereiro de 2019

 

 

No âmbito do seu 70.º aniversário, que se assinala ao longo deste ano de 2018, o Metropolitano de Lisboa, em parceria com o Museu Calouste Gulbenkian, apresenta uma exposição que pretende dar a conhecer algumas das obras mais emblemáticas das coleções do Museu Calouste Gulbenkian.

 

As exposições patentes nas estações do Metro de Lisboa apresentam diversas reproduções de obras de autores como Lalique, Renoir, Amadeo de Souza-Cardoso ou José de Almada Negreiros, convidando os portugueses e turistas a (re)visitar um dos mais emblemáticos museus de arte contemporânea de Portugal, aberto 365 dias por ano e com cerca de meio milhão de visitantes diários.

 

Até fevereiro de 2019, esta exposição estará presente nas estações Baixa-Chiado, Aeroporto, Oriente e Terreiro do Paço nas seguintes datas:

 

Data

Estações

18/06 a 20/08

Baixa-Chiado

20/08 a 18/10

Aeroporto

18/10 a 18/12

Terreiro do Paço

18/12 a 18/02

Oriente

 

Embora não faça parte desta itinerância, o Metro de Lisboa convida-o, também, a visitar a estação Saldanha (linha vermelha) cuja intervenção artística é dedicada a José de Almada Negreiros, um dos autores desta exposição.

 

O Metropolitano de Lisboa reafirma o seu objetivo no sentido de continuar a promover a cultura e a mobilidade sustentável, seguindo os melhores padrões de qualidade, segurança e eficácia económica, social e ambiental, através da aposta em novas formas de fidelização e de captação de novos clientes.

 

 

Exposição "O Cisne de Bayreuth" no Museu Nacional da Música

 

 

Museu Nacional da Música e o Círculo Richard Wagner, celebrando a ocasião histórica da primeira transmissão em directo do Festival de Bayreuth para Portugal que decorrerá no dia 25 de Julho no CCB,  têm o prazer de anunciar a realização da exposição "O Cisne de Bayreuth" que inaugurará no próximo dia 19 de Julho no Museu Nacional da Música.

A exposição estará aberta ao público até ao dia 27 de Outubro.

 

 

 

Anexa-se informação complementar sobre a exposição.

 

 

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA 

 

O CISNE DE BAYREUTH

 

A Família Wagner e "Lohengrin": Uma Celebração Fotográfica 

 

(curadoria de Jorge Calado)

 

Inauguração

 

19 Julho 2018 | apresentação à 

 imprensa: 15h

Público em geral: 18h30 | Entrada Livre

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MUSEU NACIONAL DA MÚSICA

 

Patente até 27 de Outubro

 

 

 

 

LUÍSA TENDER

www.luisatender.com

Luísa Tender nasceu no Porto, onde estudou piano com Anne-Marie Mennet (Conservatório do Porto), Pedro Burmester (Escola Superior de Música do Porto) e Helena Sá e Costa. Entre 1997 e 2000 estudou com Vitalij Margulis em Los Angeles; e, de 2000 a 2002, com Irina Zariskaya, no Royal College of Music em Londres. Aí obteve o grau de Master of Music em Performance Studies. Em 2004 obteve o Diplôme Supérieur d’Exécution em piano na École Normale de Musique de Paris. Foi premiada em diversos concursos de música.

O seu primeiro cd (Bach and Forward) inclui obras de J. S. Bach, F. Schubert e C. Debussy e foi uma das escolhas do mês do Abril de 2009 da revista britânica Classical Music. 

O seu segundo trabalho discográfico, um cd duplo com obras portuguesas para violoncelo e piano com Bruno Borralhinho, foi publicado pela editora alemã Dreyer & Gaido (Berlim) e recebeu os melhores elogios da crítica (Fanfare, Strings Magazine, Das Orchester). No momento presente está a gravar, para a editora Naxos/Grand Piano Label, a obra completa para piano solo de João Domingos Bomtempo.

Foi durante dois anos lectivos assistente convidada de piano e música de câmara na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto. Actualmente, reside em Lisboa e ensina na Escola Superior de Artes Aplicadas do Instituto Politécnico de Castelo Branco (ESART). Aí é responsável pelas disciplinas de Piano, Análise Musical, Leitura de Partituras, e Harmonização ao Piano. Lecciona ainda no Mestrado em Ensino de Música da ESART, no âmbito do qual tem orientado vários trabalhos na área do ensino instrumental. Tem o título de Especialista em Performance de Piano.

Luísa Tender foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e do Royal College of Music. Realiza regularmente concertos e recitais em Portugal e no estrangeiro. É investigadora em doutoramento no CESEM/ Universidade Nova de Lisboa, na área da Educação e Desenvolvimento Humano. É presidente da Assembleia-Geral da EPTA-Portugal (European Piano Teachers Association).

 

 

PROGRAMA

- R. Wagner/ F. Liszt, «Elsas Traum»

- W. A. Mozart, Fantasia KV 457 em dó menor

- R. Wagner/ F. Liszt, «Isoldes Liebestod»

 

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PRÓXIMOS EVENTOS NO MUSEU NACIONAL DA MÚSICA:
 

Espólio musical do Porto dá o mote para exposição documental

Exposição «O Porto - Fragmentos da Vida Musical»

 

Porto, Casa Allen, 1 de Junho a 15 de Julho

 

Partituras, programas de concertos, cartazes, cadernos de notas e documentos relativos à organização de concertos na cidade do Porto compõem um vasto e variado acervo documental musical, datado dos séculos XIX e XX, e que está, atualmente, a ser alvo de um processo de inventariação, catalogação e digitalização.

 

O processo de inventariação, iniciado em fevereiro de 2017, está praticamente concluído, tendo sido registados cerca de 800 documentos, seguindo-se agora o processo de catalogação e digitalização.

 

Este acervo documental encontra-se sob tutela da Direção Regional de Cultura do Norte, que estabeleceu uma parceria com o Pólo do Instituto Politécnico do Porto do Centro de Estudos em Sociologia e Estética da Música (CESEM-P.PORTO), visando precisamente o tratamento do referido arquivo musical.

 

Entre os 800 documentos, encontram-se algumas raridades de extrema importância para o registo histórico da dinâmica musical do Porto nos séculos XIX e XX. Por exemplo, o Concerto para violino e orquestra do violinista e compositor Augusto Marques Pinto, que é o único concerto para violino do período romântico português; toda a produção musical do pianista Hernâni Torres, constituída por manuscritos autógrafos todos inéditos e documentos inéditos relativos à fundação de uma orquestra de câmara no Porto, na década de 1930.

 

Com o objetivo de divulgar este valioso espólio, será inaugurada na Casa Allen, no Porto, no próximo dia 1 de junho, pelas 18h00, a Exposição «O Porto – Fragmentos da Vida Musical». A inauguração será precedida de um momento musical protagonizado por alunos da ESMAE – P.PORTO e do Conservatório de Música do Porto.

 

A exposição «O Porto - Fragmentos da Vida Musical» tem a sua génese nas décadas 40 e 50 do séc. XX, na iniciativa de Bertino Daciano. É suportada pelo já referido acervo documental tendo sido complementada com documentação pessoal do compositor Lucien Lambert, pertencente à Coleção Vitorino Ribeiro, gentilmente cedida pela Câmara Municipal do Porto e com iconografia que o Conservatório de Música do Porto se prestou simpaticamente a emprestar.

 

Percorrer esta exposição é reviver o Porto musical dos primeiros 50 anos do séc. XX e conhecer mais um pedaço da história da música do Porto.

 

Enquadramento

Entre 1946 e 1954, o professor, historiador e musicógrafo Bertino Daciano (1901-1965) levou a cabo um trabalho notável de recolha de um conjunto significativo de acervos documentais pertencentes a algumas das figuras mais relevantes da música do Porto dos sécs. XIX e XX. Como o próprio escreveu, em 1947, o seu propósito era levar a cabo “uma campanha de reabilitação artística (…) de interesse nacional”, que consistia em “reunir todas as obras, manuscritas ou suas cópias, de compositores nacionais ou que entre nós têm vivido” para evitar que “de futuro, sofram injusto desvio”.

 

Bertino Daciano reuniu, assim, os espólios dos pianistas e compositores Lucien Lambert, Hernâni Torres e José Cassagne, do violinista e compositor Augusto Marques Pinto, do cantor e compositor Gustavo Romanoff Salvini, da cantora e professora Alexandrina Castagnoli de Brito e do médico e musicógrafo Alberto Brochado.

 

Atualmente, este acervo encontra-se sob tutela da Direção Regional da Cultura do Norte.