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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

MANUEL VALENCIA | Exposição "Flowers I & II Drawings"

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© Manuel Valencia, Flowers Series | Ignea inescrutabila indica (detail), 2017-2020

 

Inauguração:  quarta-feira, 29 abril 
MUHNAC | Museu Nacional de História Natural e da Ciência, 18h30
OCUPART | Espaço Camões da Livraria Sá da Costa, 21h00

Exposição:  30 abril a 31 maio 2020
MUHNAC | Terça a sexta, 10h - 17h \\ Sábado e domingo, 11h - 18h
Ocupart | Segunda a sexta, 14h - 19h

 

A Ocupart apresenta as Exposições Flowers I & II,  do artista espanhol  Manuel Valencia, no Museu Nacional de História Natural  e da Ciência | MUHNAC e na Ocupart | Espaço Camões da Livraria Sá da Costa.

Estas exposições tem a curadoria de Sofia Marçal, no MUHNAC  e de Menene Gras Balaguer, diretora de arte e cultura da CASA ASIA em Barcelona, na Ocupart. 

Com inauguração conjunta a 29 abril, estas exposições podem ser visitadas até 31 de maio.

Os trabalhos apresentados nestas mostras inserem-se no contexto de um extenso projeto de Manuel Valencia sobre flores imaginárias, exibido pela primeira vez em Xangai em 2018, agora ampliado e renovado. No projeto Flowers, Manuel Valencia guiado pela intuição e pela poesia, inspira-se na Botânica para criar desenhos de flores imaginárias e atribuir-lhes um nome, também inexistente, seguindo a nomenclatura binomial de Linnaeus. Com um estilo claramente único, o artista utiliza diferentes materiais sobre papel de arroz Xuan feito à mão na China. 

Em 2018 a editora Purple Roof (China), publicou um livro em inglês intitulado FLOWERS sobre o projeto de Manuel Valencia, juntamente com textos de Menene Gras Balaguer.
 

MANUEL VALENCIA 

Madrid, 1954.

Realizou os seus estudos em arte na Stichting de Vrije Academie voor Beeldende Kunst, em Haia e em vários ateliers de artistas holandeses, como é o caso de Dora Dolz. Para criar a sua vasta obra, escrita e plástica, Manuel Valencia procura incessantemente respostas na natureza, inquieta-o a dualidade entre o caos e a ordem do universo. Guiado pela intuição e pela poesia, explora com mestria a relação entre a unidade e a multiplicidade de representações que encontra na botânica, no mar ou nas paisagens que representa. 

Manuel Valencia expõe regularmente desde 1991 e tem uma carreira internacional, tendo vivido na China mais de 5 anos. Realizou diversas exposições individuais em Madrid, Valência, Barcelona, Lisboa, Belgrado, Pequim, Havana e Xangai, entre as quais se destacam “The Flowers Series. Drawings” (Xangai, 2018), The Skin of the Sea” (Pequim,  2015), “Letters and Slates” (Madrid, 2011),” Poemas Botânicos" (Madrid, 2009),” Visual Haikus" (Havana, 2007),” Gaijin" (Barcelona, 2004). Participou em inúmeras exposições coletivas em galerias privadas e em espaços institucionais, como o Instituto Cervantes ou a Casa Ásia de Madrid e Barcelona assim como em Feiras Internacionais, ARCO (Madrid), CIGE (Pequim), Wuhan Ink Biennale o Arte Lisboa.
A sua criação plástica tem sido acompanhada pela sua produção escrita, cujas publicações se destacam o livro "Accelerated Travel Journal - 10 years" (Ed. Isla Grande, Madrid, 2007) ou FLOWERS, Drawings by Manuel Valencia (Xangai, 2018).

O seu trabalho está presente em várias coleções particulares na Holanda, Itália, Bélgica, Estados Unidos, China, Coreia, Cuba, Portugal, Brasil e Espanha.

Casa dos Crivos inaugura exposição sobre Amália Rodrigues

Iniciativa do Município de Braga e Fundação Amália Rodrigues

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O Município de Braga inaugura a 8 de Março, às 17h00, na Casa dos Crivos, a exposição “Bem-Vinda Sejas Amália”, no âmbito das comemorações do centenário do nascimento de Amália Rodrigues.

“Bem-vinda sejas Amália” é uma exposição, organizada em quatro módulos, concebida pela Fundação Amália Rodrigues em parceria e coorganização com diversos municípios. A exposição assume-se como uma “tournée” de Amália por todo o país e conta com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República.

Esta mostra pretende aproximar e levar Amália até às pessoas onde quer que elas estejam. Expressa o que se pensa que seria a vontade de Amália no ano em que se comemora o centenário do seu nascimento.

A exposição estará patente ao público até 29 de Março. A entrada é livre.

EMARP - Exposição ÁGUA-A ESSÊNCIA DA VIDA - Associação Filatélica do Algarve

ÁGUA - A ESSÊNCIA DA VIDA

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Exposição de Filatelia da AFAL - Associação Filatélica do Algarve

10 de fevereiro a 13 de março de 2020
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Faz este ano precisamente 40 anos que numa reunião tida em Portimão, a 15 de agosto de 1980, um grupo de filatelistas do Algarve e do Alentejo se reuniram e decidiram fundar a AFAL, com a esfera de atuação nas regiões do Alentejo e do Algarve. Ficou sediada em Portimão, com o nome de Associação Filatélica Alentejo Algarve.

O aparecimento da AFA - Associação Filatélica do Alentejo em Estremoz e da Confraria Filatélica Meridional de Évora a abrangerem o espaço Alentejano e a AFAL a exercer, desde sempre, a sua atividade apenas no Algarve, levou a Associação a uma alteração de Estatutos e à supressão da palavra Alentejo a 2 de Outubro de 2019. 

Constituída por escritura pública como Associação Cultural sem fins lucrativos em 5 de março de 1981, organiza nesse mesmo ano uma grande Exposição Internacional do Tema Turismo, a TURIPEX 1981. Ao longo dos anos levou a efeito, Mostras, Salões, Exposições Regionais, Nacionais, Bilaterais e Internacionais, competitivas e não competitivas, Colóquios, Palestras, Programas em rádios locais, Congressos e Feiras em diversos pontos do Algarve.
 
A AFAL não tem descurado a juventude com apoio a Núcleos Juvenis, sempre que solicitada para isso, apoiando-os na realização de eventos filatélicos. Em 2002 realizou a maior Exposição Nacional de Filatelia Juvenil levada a efeito no nosso país com participação da Espanha e França. Envolveu cerca de 3000 jovens de 8 escolas do Concelho de Portimão tendo sido atribuído, a cada escola, um carimbo ilustrado com uma das personagens do Walt Disney.

No campo da marcofilia comemorativa é uma das Agremiações Filatélicas com maior número de marcas postais comemorativas.

A AFAL concorreu e obteve vários prémios na Classe de Literatura, em várias Exposições Nacionais e Mundiais com a publicação de livros, catálogos, revista e no site da internet. A Federação Portuguesa de Filatelia atribui-lhe três Prémios anuais "Carlos Trincão" pela edição de Catálogos de Exposições e um prémio "O Philatelista" pela edição do Mensageiro Filatélico. A Federação Internacional de Filatelia concedeu-lhe, no "FIP Web Sites Competition", nos anos 2000, 2001 e 2002, distinção de três, duas e três estrelas, respetivamente. Ganhou o Prémio Manolo Prieto, realizado em Espanha, nos anos 1996 e 1997, atribuído ao melhor Carimbo Comemorativo de Espanha e de Portugal, emitido no ano anterior. Estes carimbos com temas históricos foram desenhados pelo pintor Júlio Amaro.

Atualmente, em parceria com as outras Agremiações Filatélicas do Algarve, é editada uma revista filatélica on-line, o "Mensageiro do Algarve" e é realizada anualmente, desde 2010, a ALGARPEX - Exposição de Filatelia do Algarve, não competitiva e destinada apenas a naturais ou residentes no Algarve. É realizada por rotação, desde 2010, entre as Agremiações Federadas do Algarve. No passado mês de Novembro realizou-se a 10.ª com 160 quadros e 50 colecionadores.

Com sede própria, gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Portimão, possui uma biblioteca filatélica à disposição dos sócios. 

As reuniões mensais, abertas a todos os sócios, são às primeiras terças-feiras de cada mês pelas 21h30 e as sessões de trocas, aos terceiros sábados do mês, das 15h00 às 18h00.

Coleções presentes:

«Água - A Essência da Vida» de José António Oliveira da Costa

«Roteiro Europeu das Águas Termais» de Francisco Leal Paiva

«Biodiversidade é vida» de Luís Brás

«As pontes do mundo» de Domingos Manuel Carrasquinho

«Abastecimento de Água a Lisboa» (Classe Aberta) de José Manuel Pires dos Santos

Escola das Artes: Diogo Evangelista faz visita guiada a exposição Blind Faith já em março

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Exposição: Blind Faith

Local: Sala de Exposições da Escola das Artes, Católica no Porto

Data: 10 de março

Hora: 18h00

 

Partir numa viagem a um mundo pseudo-histórico. Este é o ponto de partida para a visita guiada do artista plástico Diogo Evangelista a Blind Faith, que acontece já dia 10 de março, na Sala de Exposições da Escola das Artes. Com a presença do artista e do curador Nuno Crespo, esta visita visa a explanação de Blind Faith, uma obra que parte de uma narrativa de caráter surreal, à semelhança de um sonho e uma alucinação, e que procura materializar o sentimento de plenitude que antecede a desmaterialização de um corpo. A entrada é livre.

 

Blind Faith é composta por três momentos distintos, interligados entre si: uma instalação vídeo produzida exclusivamente em CGI, uma escultura de estética retrofuturista, inspirada nas portas-falsas do Antigo Egito construídas nos templos para permitir uma passagem livre da alma, e, ainda, uma pintura sobre plexiglass em forma de estrela pentagonal, que em muitas sociedades antigas e modernas simboliza os conceitos de transformação e renascimento e a relação entre os seres humanos e o universo. Destaque-se que a exposição poderá ser visitada até dia 30 de abril. Mais informação: https://bit.ly/3bTPcxv.

 

Blind Faith é o ponto de partida de workshop de animação e personagem

Tendo como ponto de partida a instalação que Diogo Evangelista produziu exclusivamente em CGI para Blind Faith, um conjunto de investigadores do Centro de Criatividade Digital da EA vai orientar um workshop de animação e personagem. A sessão – que decorrerá no dia 2 de abril, às 10h00 – visa, através de diversas atividades dinâmicas e técnicas didáticas, dar a oportunidade de experimentar e explorar o mundo dos efeitos visuais, passando pela criação e animação de personagens. A entrada é gratuita, mas carece de inscrição, disponível aqui.

Roca Lisboa Gallery acolhe a exposição “12 Serigrafias de Arquitetos”

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O Roca Lisboa Gallery acolhe a partir de 6 de fevereiro a exposição “12 Serigrafias de Arquitetos”, uma seleção de obras de reconhecidos arquitetos portugueses de várias gerações que inclui contribuições de Siza Vieira, Souto de Moura e Carrilho da Graça. Reafirmando a estreita ligação da marca Roca à arquitetura e à arte, a exposição enquadra-se na celebração dos 35 anos do Centro Português de Serigrafia (CPS) e vem prestar homenagem a Manuel Graça Dias (1953-2019), arquiteto, professor e pensador com um percurso ímpar na divulgação da arquitetura portuguesa.

 

Comissariada por Graça Dias, que também assina uma das obras, a coleção “12 Serigrafias de Arquitetos” foi originalmente integrada nas comemorações do Dia Mundial da Arquitetura de 2014 e já passou por Bilbau, tendo sido pensada enquanto conjunto abrangente e representativo do panorama da arquitetura portuguesa contemporânea. Sobre ela, Graça Dias disse na altura tratar-se de “uma coleção bastante improvável, complexa e variada – sobretudo, menos previsível do que o habitual”, com obras de arquitetos “reconhecidos pela sua produção desenhada”.

 

Serão exibidas no Roca Lisboa Gallery serigrafias de Álvaro Siza Vieira, Alexandre Alves Costa, Eduardo Souto de Moura, Carrilho da Graça, Manuel Graça Dias, Luísa Penha, Fátima Fernandes, Egas José Vieira, Pedro Ravara, Alexandra Margaça, Pedro Bandeira e Pedro Machado Costa. Uma seleção que João Prates, Diretor do Centro Português de Serigrafia, afirma denotar “a generosidade, a grande capacidade de diálogo e o gosto pelo encontro imprevisível” que era transversal ao trabalho de Graça Dias.

 

A exposição “12 Serigrafias de Arquitetos” tem entrada livre e poderá ser visitada até ao final de maio de segunda à sexta-feira das 10h às 18h e aos sábados das 10h às 17h. A sessão de inauguração terá lugar no dia 6 de fevereiro às 18h e contará com a participação de João Prates e de Jorge Vieira, Diretor Geral da Roca em Portugal, José Manuel Pedreirinho, Presidente do Conselho Diretivo Nacional da Ordem dos Arquitectos, e Egas José Vieira, sócio fundador do Atelier Contemporânea e autor de uma das obras da coleção. Para marcar presença no evento basta reservar lugar no website do Roca Lisboa Gallery, em: http://www.rocalisboagallery.com/activities/12-serigrafias-de-arquitects.

Agenda Escola das Artes | Universidade Católica Portuguesa, no Porto

Diogo Evangelista · Blind Faith

Até 30 de abril | Sala de Exposições da Escola das Artes | Com curadoria de Nuno Crespo

Sinopse: Partindo de uma narrativa de caráter surreal, à semelhança de um sonho e uma alucinação, esta exposição procura materializar o sentimento de plenitude que antecede a desmaterialização de um corpo. Blind Faith transporta-nos numa viagem a um mundo pseudo-histórico.

Entrada: Gratuita

Mais informação: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/diogo-evangelista-blind-faith

 

  • Visita orientada à exposição Blind Faith

10 de março | 18h | Edifício das Artes | Com Diogo Evangelista e Nuno Crespo

Sinopse: Visita orientada à exposição com Diogo Evangelista e Nuno Crespo

Entrada: Gratuita e sem marcação

Mais informação: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/visita-orientada-exposicao-blind-faith

 

  • Workshop de animação e personagem

2 de abril | 10h | Edifício das Artes | Com investigadores do projeto CHIC do Centro de Criatividade Digital

Sinopse: Tendo como ponto de partida a instalação vídeo que Diogo Evangelista produziu exclusivamente em CGI para exposição Blind Faith, um conjunto de investigadores do Centro de Criatividade Digital da EA vai orientar um workshop de animação e personagem. Numa perspetiva de iniciação ao complexo processo da animação, este workshop vai procurar despertar nos participantes a curiosidade pela área, apresentando algumas das etapas necessárias à criação de filmes de animação 3D e jogos digitais.

Entrada: Gratuita mediante inscrição.

Mais informação: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/workshop-animacao-e-personagem

 

  • Joël Vacheron · Algorithmic Creolization

30 de abril | 18h30 | Auditório Ilídio Pinho (Edifício das Artes)

Sinopse: Joël Vacheron (Suíça, 1981) é professor e investigador sénior na École Cantonale d'Art de Lausanne onde ensina estudos visuais e de média. O seu foco principal de investigação está no impacto na produção artística dos sistemas automatizados e baseados em software. Esta aula aberta explorará o impacto das tecnologias digitais no campo da criação, a partir de três projetos.

Entrada: Gratuita

Mais informação: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/arte-ciencia-joel-vacheron-algorithmic-creolization

 

Aulas Abertas 2020: Arte & Ciência

Até 28 de maio | Auditório Ilídio Pinho (Edifício das Artes) | Com curadoria de Nuno Crespo, Daniel Ribas, Laura Castro, Diogo Tudela e César Ferreira

Sinopse: O programa de Aulas Abertas da Escola das Artes para o ano letivo de 2019-20, sob o tema “Arte e Ciência”, terá sessões de diferentes formatos, como conferências, masterclasses, conversas e performances, e apresentação de projetos artísticos em diferentes áreas: cinema, artes visuais,música, som, multimédia. O programa inclui convidados especiais, entre artistas, cientistas, críticos e curadores, investigadores e outros especialistas em práticas artísticas.

Entrada: Gratuita

Mais informação: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/aulas-abertas-2020-arte-ciencia

 

  • Luís Fernandes, Inês Costa e Lars Montelius · Scale Travels, um programa sobre arte e nanotecnologia

27 de fevereiro | 18h30 | Auditório Ilídio Pinho (Edifício das Artes)

Sinopse: Nesta sessão será abordada a relação entre arte e ciência a partir do exemplo concreto do programa Scale Travels, um programa de residências artísticas do gnration e do Instituto Internacional Ibérico de Nanotecnologia (INL). A sessão será composta por uma apresentação do programa, seguida de uma conversa com Lars Montelius, Cientista e Diretor Geral do INL, Luís Fernandes, Diretor Artístico do gnration e do programa Scale Travels e Inês Costa, coordenadora das residências artísticas do programa.

Entrada: Gratuita

Mais informação: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/arte-ciencia-luis-fernandes-ines-costa-e-lars-montelius-scale-travels-um-programa

 

  • Nuno Sousa · Uma nova forma de olhar para o cérebro

5 de março | 18h30 | Auditório Ilídio Pinho (Edifício das Artes)

Sinopse: Nesta aula o investigador Nuno Sousa vai expôr uma nova visão do cérebro a partir de dados de investigação centrados no estudo do cérebro sob stress. Usando técnicas de neuroanatomia, eletrofisiologia, optogénetica e neuroimagem, as investigações em que está envolvido foram conseguindo caracterizar as alterações no córtex cerebral desencadeadas pela resposta ao stress e entender os mecanismos que estão na base de alteração do comportamento na fisiopatologia de doenças relacionadas com a exposição a stress.

Entrada: Gratuita

Mais informação: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/arte-ciencia-nuno-sousa-uma-nova-forma-olhar-para-cerebro  

 

  • Alexandre Quintanilha · Conhecimento e criatividade: um círculo virtuoso

13 de março | 18h30 | Auditório Ilídio Pinho (Edifício das Artes)

Sinopse: Mais informação disponível em breve.

Entrada: Gratuita

Mais informação: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/arte-ciencia-alexandre-quintanilha-conhecimento-e-criatividade-um-circulo-virtuoso

 

  • Ricardo Jacinto e Diogo Alvim · Fragmentação e Dispersão

19 de março | 21h | Auditório Ilídio Pinho (Edifício das Artes)

Sinopse: Ricardo Jacinto e Diogo Alvim apresentam em concerto a música desenvolvida no contexto do projecto Da Nova Arte de Fazer Ruínas, uma performance com coreografia de Beatriz Cantinho. Da Nova Arte de Fazer Ruínas parte de uma ideia de composição coreográfica e musical associada a uma ideia de arruinamento.

Entrada: Gratuita

Mais informação: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/arte-ciencia-ricardo-jacinto-e-diogo-alvim-fragmentacao-e-dispersao

 

  • Asia Bazdyrieva · Geocinema and planetary-scale sensory networks

26 de março | 18h30 | Auditório Ilídio Pinho (Edifício das Artes)

Sinopse: Mais informação disponível em breve.

Entrada: Gratuita

Mais informação: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/arte-e-ciencia-asia-bazdyrieva-geocinema-and-planetary-scale-sensory-networks

 

  • Monica Bello · Arts at CERN

2 de abril | 18h30 | Auditório Ilídio Pinho (Edifício das Artes)

Sinopse: Mais informação disponível em breve.

Entrada: Gratuita

Mais informação: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/arte-ciencia-monica-bello-arts-cern

 

  • Warren Neidich · Telepathic Exaptation in Late Cognitive Capitalism

16 de abril | 18h30 | Auditório Ilídio Pinho (Edifício das Artes)

Sinopse: Partiremos do princípio de que as novas formações tecnológicas, sociais, políticas e económicas que definem o capitalismo cognitivo vão ter repercussões dramáticas na arquitetura neurológica do cérebro humano, traduzindo-se em capacidades mentais latentes, tanto boas quanto más, ainda por exprimir. Entre estas capacidades, conta-se a telepatia – com empresas como o Facebook na corrida para dominar o mercado de dispositivos telemétricos e telepáticos. É professor na Weißensee Kunsthochschule Berlin e diretor fundador do Saas Fee Summer Institute of Art.

Entrada: Gratuita

Mais informação: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/arte-ciencia-warren-neidich-telepathic-exaptation-late-cognitive-capitalism

 

  • Michaël Dudok de Wit · Inspiration and rational thinking: approaches to the creative process

23 de abril | 18h30 | Auditório Ilídio Pinho (Edifício das Artes)

Sinopse: Mais informação disponível em breve.

Entrada: Gratuita

Mais informação: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/arte-ciencia-michael-dudok-wit-inspiration-and-rational-thinking-approaches-creative

 

Investigação em Música Computacional · Masterclass

29 de fevereiro | 10h-17h | Auditório Ilídio Pinho (Edifício das Artes) | Com Rui Penha e Henrique Portovedo

Sinopse: Nesta masterclass colaborativa, o compositor Rui Penha e o saxofonista Henrique Portovedo apresentarão os seus trabalhos mais recentes na área da composição e performance de música eletroacústica. Combinando um workshop de composição interativa com um concerto/performance didático, conduzirão o público por um estado da arte da prática musical contemporânea, com enfoque no cruzamento entre investigação científica e artística.

Entrada: Gratuita

Mais informação: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/investigacao-musica-computacional-masterclass-com-rui-penha-e-henrique-portovedo 

 

Ink and Motion #1 · International Conference on Animation and Comics

23 e 24 de abril | 9h (quinta-feira e sexta-feira)  | Edifício das Artes

Sinopse: Esta conferência constitui-se como uma plataforma interdisciplinar pioneira em Portugal, promovendo um diálogo entre os campos da Animação e da Banda Desenhada.

Oradores confirmados: R. Kikuo Johnson, Michaël Dudok de Wit, Ivan Maximov e Kin Wai Chu

Entrada: Gratuita

Mais informação: http://artes.porto.ucp.pt/pt/central-eventos/call-papers-ink-and-motion-1-international-conference-animation-and-comics

 

A Universidade Católica Portuguesa é constituída por quatro centros regionais: Braga, Lisboa, Porto e Viseu. No Porto, a Universidade tem um campus que integra oito unidades académicas e sete unidades de investigação onde uma comunidade vibrante de mais de 8.000 mil professores, alunos e colaboradores partilham conhecimento nas áreas das Artes, Bioética, Biotecnologia, Direito, Economia, Educação, Enfermagem, Gestão, Psicologia, Teologia entre outras. Neste momento, a Católica no Porto oferece 13 licenciaturas, 29 mestrados, 11 doutoramentos, 40 pós-graduações, formação avançada e executiva, Teen Academy e programa Universitário Mais Saber. www.porto.ucp.pt

27 de fevereiro de 2020 

MAR Shopping Algarve promove agenda cultural pela saúde mental

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 É já a partir do dia 13 de março, que o MAR Shopping Algarve passa a contar com uma nova agenda cultural dedicada à saúde mental. Em parceria com a ASMAL – Associação de Saúde Mental do Algarve, o centro comercial vai promover várias das atividades desenvolvidas pelos utentes desta IPSS, com o intuito de destacar a importância da saúde mental, como parte integrante da agenda cultural e social da região.

 

Exposições de fotografia, peças de teatro, exposições de trabalhos artísticos dos utentes da ASMAL, são algumas das atividades de acesso gratuito que passam a integrar a agenda dos visitantes do MAR Shopping Algarve.

 

“A nossa admiração pelo trabalho da ASMAL começou ainda na fase de projeto do MAR Shopping Algarve. Como espaço de encontro de tantos algarvios e visitantes de outra regiões e países, quisemos contribuir para que os projetos desta instituição fossem conhecidos por mais pessoas e decidimos incluir a saúde mental como tema regular da agenda de atividades do centro. Estamos muito motivados com esta colaboração e é um orgulho podermos receber e dar palco ao que é feito no âmbito da atuação da ASMAL no Algarve. Desta forma, esperamos poder contribuir para desmitificar o estigma ainda existente em torno da saúde mental e contribuir de forma ativa na divulgação deste tema” comenta Herman Gewert, diretor-geral do MAR Shopping Algarve.

 

Primeira iniciativa é já em Março

 

De 13 a 29 de março, estará patente, no MAR Shopping Algarve, a exposição de fotografia “Terno Efémero”, em frente à loja Mango, no piso 0. Esta exposição pretende partilhar as criações cénicas do Teatro Sótão - grupo inclusivo da ASMAL, visando divulgar a intervenção terapêutica na área do Teatro e da Saúde Mental, desenvolvida na instituição desde 2007. Além disso, esta exposição evidencia as capacidades expressivas e artísticas dos participantes, desmistificando o estigma e reforçando a imagem positiva da pessoa com doença mental. As fotografias, registadas entre 2015 e 2018, são da autoria de Cláudia Vargues, fotógrafa algarvia, residente na cidade de Faro.

 

No dia 20 de Março (sexta-feira), toda a família poderá juntar-se para assistir à peça de teatro ‘Ir, é ser’, no interior do MAR Shopping Algarve, junto à entrada principal. Esta peça é da autoria do Teatro do Sótão, um grupo de carácter experimental, constituído por pessoas com doença mental, que visa contribuir para a reabilitação psicossocial dos seus intervenientes, através da vivência de processos criativos e de experiências estéticas.

 

A ASMAL - Associação de Saúde Mental do Algarve é uma instituição particular de solidariedade social, sem fins lucrativos, de utilidade pública, que tem os seus objetivos centrados na reabilitação de pessoas com doença mental, visando a sua inclusão na comunidade. Apesar da intervenção prioritária se dirigir à população com doença mental, a ASMAL desenvolve, igualmente, ações dirigidas à população com deficiência, a populações desfavorecidas ou em risco, às famílias de pessoas com doença mental e à população em geral.

 

Outras atividades e exibições de divulgação da saúde mental estarão patentes ao longo do ano no MAR Shopping Algarve, estando garantida uma agenda regular de divulgação do tema da saúde mental para todos os visitantes.

Weaving (the) Cosmos | A arte de Fukuko Ando em exposição no Museu do Oriente

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A artista e designer de moda Fukuko Ando partilha a sua expressão do dinamismo da vida através do agenciamento de tecidos, de fios e de cores, na exposição Weaving (the) Cosmos, que o Museu do Oriente inaugura a 20 de Fevereiro.

 

Mais de 160 bonecas, realizadas em crochet, representam 25 variações das sete irmãs da mitologia grega que deram o nome às sete estrelas mais brilhantes do aglomerado das Plêiades: Alcíone, Electra, Maia, Mérope, Astérope, Taígete e Celaeno. A artista dotou cada boneca de diferentes códigos e mensagens, baseados no conceito segundo o qual “não há dois corpos humanos iguais e, no entanto, estamos todos essencialmente unidos na dança cósmica do universo”.

 

Fukuko Ando trabalhou e viveu em Paris mais de 25 anos, tendo aperfeiçoado as suas competências técnicas com Christian Dior e Christian Lacroix para criar as suas próprias colecções. O seu trabalho é feito a partir dos melhores tecidos e materiais, através de um processo manual longo, singular e rigoroso.

 

Nesta exposição, Ando apresenta ainda o conjunto 12 Dresses, que diz respeito às quatro forças elementares que governam todas as interacções no Universo. Os seus vestidos reflectem uma visão profundamente espiritual e mística da vida.

 

Demarcando-se conscientemente dos padrões e procedimentos tradicionalmente usados no mundo da moda para a confecção de uma peça de vestuário, Fukuko Ando cria vestidos que, em primeiro lugar e acima de tudo, respeitam e acompanham as formas do corpo humano. Harmonizando habilidosamente as técnicas criativas clássicas com a forma e o movimento naturais do corpo, a artista sublima ambos.

 

Através dos seus vestíveis e dançáveis poemas visuais, simultaneamente fulgurantes e coloridos, Fukuko Ando explora a magia secreta das matérias animadas com as quais re-encanta a alta-costura, entrelaçando ser e aparência, sabedoria antiga e um espontâneo e festivo espírito de infância.

 

A exposição Fukuko Ando: Weaving (the) Cosmos está patente até 10 de Maio.

 

Exposição “Fukuku Ando: Weaving (the) Cosmos”

Curadoria e textos de Katherine Sirois

Inauguração | 20 de Fevereiro | 18.30

Até 10 de Maio

Horário: terça-feira a domingo, 10.00-18.00

(à sexta-feira o horário prolonga-se até às 22.00)

Entrada gratuita

 

www.museudooriente.pt

Exposição "Timor: Totems e Traços" encerra com conferência | 15 março, 15.30, gratuito

Coleccionador explica o que o inspira na arte ikat

Tecedeira de Helong e o seu marido fotografados em

 

Peter ten Hoopen, o especialista responsável pela colecção de ikats timorenses que o Museu do Oriente exibe na exposição “Timor: Totems e Traços”, explica como esta arte o influencia, numa conferência que se realiza no domingo, 15 de Março, às 15.30, e que assinala o encerramento desta mostra. A entrada é gratuita.

 

O coleccionador começou a interessar-se por esta arte no final dos anos 1970, mas só a partir de 2010 é que decidiu coleccioná-la e estudá-la activamente. “Quando lidamos com uma cultura que está a desaparecer rapidamente, mais do que coleccionar peças emblemáticas, importa preservar o conhecimento nelas contido. Se a transferência tradicional de conhecimentos saltar uma geração, esse conhecimento perde-se para sempre. É por isso que vejo esta colecção como um projeto de património cultural, e não apenas um somatório de objectos”, explica.

 

Durante milhares de anos, o ikat foi um elemento central da cultura austronésia, funcionando como um meio de comunicação e linguagem, transmitindo valores e normas, sentido de pertença, diferenciando classes sociais, testemunhando fenómenos de interculturalidade, de significados, associações, carga simbólica e mitos de origem, materializados nos padrões decorativos, nas cores usadas e na ordem da sua aplicação. Grande parte destes panos, tecidos pelas mulheres de uma linhagem, era guardado, sendo considerado património dessa linhagem e necessário para as trocas rituais em cerimónias de aliança, casamento, nascimento e morte.


O longo período de agitação política vivido por toda a ilha de Timor, a partir da década de 70 do século XX, as alterações do estilo de vida das populações e o desinteresse a que este artigo de vestuário foi entretanto votado, por se considerar já não estar ‘na moda’, fez com que grande parte do seu património têxtil fosse destruído.

 

Exposição “Timor: Totems e Traços” – Conferência com Peter ten Hoopen

15 de Março, domingo

15.30

Entrada gratuita, limitada à capacidade da sala

 

www.museudooriente.pt