No dia 6 de dezembro, pelas 16H00, será inaugurada a exposição Cerâmica XL, projeto do grupo ‘Convergências’, no Museu Ibérico de Arqueologia e Arte, a assinalar o seu 4º aniversário. O evento contará com um momento de canto e de leitura, por Aurora Marques e Raquel Baião.
Com direção artística de Heitor Figueiredo e conceção de Diogo Rosa e Virgínia Fróis, a exposição conta com várias peças de grande dimensão, situadas nas fronteiras entre a cerâmica e a escultura, fazendo uso das técnicas tradicionais do fabrico de talhas (vasilha de grandes dimensões), que vão estar em diálogo com as peças de arte antiga e contemporânea que integram as coleções permanentes e temporárias do MIAA. A exposição das peças é acompanhada pela mostra de imagens recolhidas pela fotógrafa Ana Filipa Scarpa, que seguiu o processo de realização de cada peça.
Cerâmica XL é um projeto do grupo informal de artistas “Convergências”, trazendo para primeiro plano a cerâmica contemporânea de autor de grande formato. As peças foram realizadas em residência artística que decorreu entre abril e outubro de 2024, na “Casa das Talhas”, Asseiceira, Tomar.
A exposição estará patente ao público até 29 de março de 2026.
A partir desta ocasião ficará exposta no MIAA, pela primeira vez, uma Talha datada do Séc. XVI que se reveste de particular importância por ter sido encontrada numa das salas do antigo Convento de S. Domingos, tendo contribuído para um melhor conhecimento do território de Abrantes, em particular do espaço que é agora o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte. A histórica Talha encontra-se exposta na entrada do museu.
Horário de funcionamento do MIAA: Terça-feira a domingo das 10:00 às 12:30 e das 14:00 às 17:30
Morada: Jardim da República, 25, 2200-343 Abrantes (Convento de S. Domingos)
A Galeria de Arte do Casino Estoril inaugurou, recentemente, a exposição “Fragmentos de Lisboa”, da autoria do artista plástico Maramgoní. São 24 obras que estão patentes até ao próximo dia 26 de janeiro. A entrada é gratuita.
O paisagista brasileiro, natural de São Paulo, realiza a sua quarta exposição individual na Galeria de Arte do Casino Estoril, sendo a segunda em que escolheu Lisboa como tema.
Os bairros, as ruas e os jardins, o Tejo e o Castelo, são transportados para as telas de um modo singular, com uma paleta riquíssima de cores quentes e com uma técnica inconfundível.
Maramgoní nasceu em São Paulo, 1972, interessando-se desde a infância por desenho e demonstrando grande habilidade com formas e proporções. Com apenas 10 anos de idade, traça as diretrizes de seu destino artístico: a pintura. Após alguns anos como autodidata, em 1987 abre seu próprio atelier onde passa a lecionar e de maneira definitiva se aprofunda na arte contemporânea. Indiferente aos modismos, sua obra mantém-se autêntica e suas técnicas e cores revelam seu genuíno dom e amor pela arte.
A Galeria de Arte do Casino Estoril acolhe, até ao próximo dia 26 de janeiro, a exposição “Fragmentos de Lisboa”, da autoria de Maramgoní. A entrada é gratuita.
A Empresa Municipal de Águas e Resíduos de Portimão (EMARP) apresenta a exposição “50 anos de Resiliência e Coragem”, da CRACEP, patente até 16 de janeiro, na área de atendimento ao público da empresa.
A CRACEP celebra cinco décadas de história, crescimento e compromisso com a comunidade através de uma exposição fotográfica que percorre os momentos mais marcantes da instituição. As imagens captam a evolução do edifício, das atividades e das pessoas que ajudaram a construir este percurso de dedicação, inclusão e transformação social.
Cada fotografia é uma janela para o passado e uma homenagem ao presente, revelando o quotidiano, os projetos e as conquistas que definiram a CRACEP ao longo dos anos. É um registo visual de memórias que reflete o espírito de partilha, aprendizagem e resiliência que caracteriza a instituição.
Mais do que uma exposição, esta mostra é uma celebração viva da identidade da CRACEP - um convite a revisitar a sua história e a conhecer o impacto que 50 anos de trabalho contínuo deixaram na comunidade.
A exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira, entre as 8h30 e as 17h00, na área de Atendimento ao Público da EMARP.
Pedro Ferreirinha(1996, Portugal) é um artista cuja prática se afirma pela intensidade, pelo gesto e por uma linguagem visual sem concessões. Trabalha sobretudo com pintura a óleo e instalação, a sua obra desenvolve-se a partir de superfícies negras densas que funcionam como palco, origem e espaço de confronto.
É neste negro que a cor irrompe como força autónoma, estrutura e rutura, criando composições que oscilam entre a abstração e a figuração. As obras não narram nem ilustram: confrontam. A memória coletiva, a experiência vivida e referências culturais e históricas atravessam o trabalho como matéria latente, inscrita no gesto, na escala e na fisicalidade da pintura.
As obras de grande formato recusam a neutralidade (branca) do espaço expositivo e impõem presença. Mais do que imagens para serem observadas, são encontros que exigem o olhar e ocupam o espaço. A pintura de Pedro Ferreirinha afirma-se como experiência direta, onde o vazio se transforma em acontecimento e a indiferença não é uma opção.
“Isto não é apenas arte que se olha — é arte que nos devolve o olhar. Desafia-nos, permanece connosco e muda a forma como vemos o mundo.” — Anónimo, Exposição USF de Braga, 2023.
All over the Place, exposição de Luísa Baeta, vai estar patente de 6 de dezembro a 28 de março na Paços – Galeria Municipal de Torres Vedras.
De referir que esta mostra constitui-se como um projeto que parte de uma dispersão de registos fotográficos e desenhados, de um quotidiano visual sem predefinições específicas como ponto de partida, nem expectativas de lugar de chegada, que começaram a configurar-se como imagens de territórios fantásticos, de um mundo alternativo. Lugares oníricos e utópicos, em que a visão se altera, que se podem imaginar atravessar e onde se pode imaginar permanecer — planetas, continentes, ilhas, mares, montanhas, planícies, vales, crateras sobre e subaquáticas, e seres que eventualmente os habitam.
Para dar a ver este mundo, Luísa Baeta recorre a processos de impressão, reprodução e instalação, que lhe permitem manter uma ampla liberdade e autonomia de produção, bem como o menor impacto ambiental possível, introduzindo uma manualidade e materialidade, que a fotografia digital dispensa, mas que a artista não. Estes processos permitem-lhe, também, retomar a dualidade entre originais e reproduções, entre película e papel, entre negativo e positivo, retirando à fotografia parte da sua aparente facilidade realista, dificultando o reconhecimento e a identificação de referentes, e acrescentando fragilidade e efemeridade às imagens.
A inauguração da exposiçãoAll over the Placeacontece no próximo dia 6 de dezembro, pelas 16h00.
Inaugura esta sexta-feira, 7 de novembro, pelas 18h00, na Galeria de Arte do Convento do Espírito Santo, em Loulé, a exposição coletiva “Solstício dos dias pequenos”, que reúne 7 artistas: Christine Henry, Daniel Vieira, Jorge Graça, Milita Doré, Morgana Formosinho, Rúben Gonçalves e Vasco Célio.
São diferentes gerações do concelho de Loulé, artistas cujos trabalhos se cruzam entre a fotografia, pintura, desenho e instalação.
A exposição reflete sobre momentos de transição, explorando os ciclos naturais e sociais que marcam o tempo e a experiência coletiva. O título remete para o instante simbólico em que a luz se contrai e o dia atinge a sua duração mínima — metáfora das transformações e equilíbrios que atravessam tanto a natureza como a vida humana.
Integrada na edição de 2025 do Programa de Apoio às Artes do Município de Loulé (PAA), a exposição afirma-se como um espaço de encontro entre linguagens, gerações e sensibilidades artísticas, revelando a vitalidade e diversidade da criação contemporânea no território louletano.
A exposição está patente ao público de 8 de novembro a 10 de janeiro de 2026, de terça-feira a sábado, entre as 10h00 e as 13h30 e entre as 14h30 e as 18h00. A entrada é livre.
A exposição fotográfica “Algarve | Hotspot de Biodiversidade Cavernícola”, de António Luís Campos, produzida pelas Galerias Municipais de Loulé, viaja até Lisboa, e ficará patente no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, de 10 de outubro até dezembro.
O fotógrafo da National Geographic Portugal António Luís Campos mostra um território único, com epicentro na Gruta de Vale Telheiro, no concelho de Loulé, em que a lei do mais forte impera: temíveis pseudoescorpiões, ágeis centopeias e aranhas minúsculas partilham um habitat agreste, repleto de segredos que só agora começam a ser desvendados, contribuindo de forma invisível para o equilíbrio ambiental da região.
Esta cavidade, estudada pela bióloga Ana Sofia Reboleira, é um hotspot mundial de biodiversidade cavernícola, com mais de 25 espécies troglóbias conhecidas, que poderão revelar aplicações futuras na medicina, farmacêutica, cosmética ou indústria.
A inauguração está marcada para quinta-feira, dia 9, pelas 17h, e integrará uma palestra.
Três toneladas de chocolate dão vida à vila de Sintra numa exposição indoor inédita em Portugal – para visitar gratuitamente até 6 de janeiro no Alegro Sintra.
A Chocovila Encantada já abriu no Alegro Sintra e está a proporcionar uma experiência multissensorial que está a conquistar famílias de todas as idades. As esculturas em chocolate puro, o aroma envolvente, a cenografia imersiva e o ambiente festivo transformam a visita num verdadeiro conto de Natal vivido com todos os sentidos.
Desde o primeiro dia, o espaço tem recebido famílias, escolas e grupos que encontram um programa perfeito para celebrar a época: gratuito, marcante e feito para criar memórias. A Chocovila Encantada, está aberta todos os dias, até 6 de janeiro, na praça central do piso 0 do Alegro Sintra.
O Palácio da Pena, o Castelo dos Mouros e a Quinta da Regaleira, ganham vida numa impressionante instalação feita com 3 toneladas de chocolate, que ocupa 180 metros quadrados. Assinada pelo mestre chocolateiro Álvaro Romero Martin, que recriou em 6 meses os elementos mais reconhecíveis da paisagem sintrense, combinando arte, precisão e doçura. Cada detalhe, das fachadas às torres, foi cuidadosamente moldado e esculpido em três tipos de chocolate puro, num trabalho que funde técnica artesanal e imaginação.
Mais do que uma mostra artística, a Chocovila Encantada é uma experiência sensorial para visitantes de todas as idades. O aroma quente e aveludado do chocolate, a riqueza dos detalhes e a escala das esculturas fazem desta uma das exposições natalícias mais originais alguma vez apresentadas em Portugal.
A visita é totalmente gratuita e decorre todos os dias, das 10h00 às 23h00, na praça central do piso 0 do Alegro Sintra. Um convite aberto a famílias, escolas e curiosos para viverem o Natal de uma forma doce e inesquecível, com o património de Sintra recriado como nunca visto.
Para além desta exposição imperdível, o espaço tem várias atividades que prometem prolongar a magia ao longo da época natalícia, incluindo ateliês de chocolate até 21 de dezembro, uma divertida piscina de bolas inspirada no universo do chocolate, onde os saltos mais doces acontecem até 4 de janeiro e o tradicional Ponto do Pai Natal, até 24 de dezembro, para encontros e fotografias em família, e ainda momentos especiais como workshops dedicados à confeção e decoração de bolos natalícios.
“A Chocovila Encantada é uma homenagem à magia e ao encanto de Sintra, mas também ao espírito familiar e criativo que define o Natal. Queremos que cada visitante se sinta parte desta história doce, que celebra a arte, a imaginação e o prazer das pequenas coisas.” refere Teresa Sousa, Territory Director do Alegro Sintra.
Factos Doces:
Chocolate utilizado:3.000 kg de chocolate
Dimensão da exposição:9 metros x 5 metros x 4 de altura
Tempo de criação:6 meses de trabalho artístico
Tempo de montagem no Alegro Sintra:10 dias
Artista responsável:Alvaro Romero Martin, é um artista e empreendedor especializado em esculturas de chocolate em grande escala. Reconhecido pela criatividade, pelo detalhe meticuloso e pela qualidade das matérias-primas que utiliza, já realizou obras como “Charlie e a Fábrica do Chocolate”, “Titanic” e já trabalhou para marcas internacionais, como a Disneyland Paris.
Edifícios representados em escultura:Palácio da Pena, Castelo de Mouros, Palácio Quinta da Regaleira, Palácio Monserrate, Palácio Nacional de Sintra, Elétrico da praia das Maças, Edifício Alegro Sintra, Personagens de Sintra, Presépio de Natal.
Acesso:gratuito, aberto ao público de 22 de novembro a 6 de janeiro
A exposição, que reúne as icónicas fotografias de Alfredo Cunha e Rui Ochoa com textos de Clara Ferreira Alves, pode ser visitada gratuitamente no espaço atmosfera m, em Lisboa, até 31 de dezembro
Inauguração contou com a presença de familiares de Mário Soares e uma conversa emotiva com os autores sobre memória, liberdade e o legado do antigo Presidente da República
"O problema da memória em Portugal é que é curta. A nossa memória histórica é curta e às vezes até um bocadinho vesga. E ingrata", refletiu a jornalista Clara Ferreira Alves no evento
O Montepio Associação Mutualista inaugurou, no seu espaço cultural atmosfera m, a exposição fotográfica "Mário Soares – 100 Anos", evento que juntou os autores da obra, familiares do antigo Presidente e dezenas de convidados. A mostra, que estará patente ao público com entrada livre até 31 de dezembro, baseia-se na obra dos fotógrafos Alfredo Cunha e Rui Ochoa e da jornalista Clara Ferreira Alves, compilando momentos icónicos e textos sobre a vida e carreira política de Mário Soares.
A inauguração foi marcada por uma conversa intimista e emotiva com os autores, que contaram com a presença de Isabel e João Soares. Numa viagem pelas memórias captadas, partilharam-se reflexões sobre o legado duradouro de Mário Soares e a importância de preservar a sua memória.
Idália Serrão, em representação do Montepio Associação Mutualista, destacou o significado do evento para a instituição: "Para o Montepio Associação Mutualista é uma honra acolher esta exposição, num espaço que queremos aberto à cultura, à cidadania e à preservação da nossa memória coletiva. É também isso que estamos hoje aqui a fazer, prestando homenagem ao estadista, mas também ao homem que acreditou profundamente em Portugal, na liberdade e na tolerância."
A jornalista e escritora Clara Ferreira Alves, autora dos textos da obra, refletiu sobre a razão pela qual esta homenagem é tão necessária, sublinhando que "O problema da memória em Portugal é que é curta. A nossa memória histórica é curta e às vezes até um bocadinho vesga. E ingrata." Para aprofundar a dimensão ética da ação política de Soares, recorreu a uma citação de Sophia de Mello Breyner para enquadrar o seu legado: "A política é um capítulo da moral e por isso estamos aqui."
Rui Ochoadefiniu o seu papel e o da sua profissão de forma clara: "Nós, os fotógrafos, somos um pouco os portadores da memória. Não havendo imagens fotográficas dos acontecimentos, das coisas, das pessoas, a tendência é para que possamos esquecer. E daí eu ter sentido sempre que era necessário manter essa memória."
O fotógrafo Alfredo Cunha reforçou o impacto pessoal e nacional da figura homenageada: "O Dr. Mário Soares mudou a minha vida, ao mesmo tempo que mudava o país.”
A exposição "Mário Soares – 100 Anos" promete ser um ponto de encontro para a memória histórica, a cultura e a fotografia, celebrando o percurso de um homem, figura maior da democracia portuguesa e protagonista incontornável da nossa história recente, que deixou uma marca permanente na sociedade portuguesa.
Exposição patente até ao dia 31 de dezembro, no espaço atmosfera m, na Rua Castilho 5, em Lisboa, de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 18h00, e os seguintes sábados:
No dia 18 de dezembro, pelas 18:00h, inaugura a exposição “Diversidade no Olhar” de quatro alunos oriundos da Universidade Sénior dos Serviços Sociais da Câmara de Lisboa, que formaram um grupo artístico para esta exposição especifica, à qual atribuíram o nome de “4K...MAIS”. Não será uma estreia para os artistas pois já fizeram exposições anteriores, embora inseridos em grupos maiores, mas, como coletivo dedicado à diversidade das artes, constituirá uma novidade . Assim, apresentarão, no espaço expositivo, tapeçaria, desenhos, pintura, fotografia.
Durante o período em que estiverem com as obras expostas está previsto performances poéticas, pintura ao vivo, entre outras atividades criativas. No dia da inauguração haverá momentos poéticos com o grupo “Os Jograis e outros que tais”.
Com esta exposição, homenageamos também o papel das Universidades Seniores na descoberta e consolidação de talentos escondidos.
A exposição estará patente até dia 15 de janeiro de 2026. em dias uteis, das 9:00hàs13:00h e das 14:00h às 18:00h.