Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Exposição fotográfica revela o melhor da vida nas Aldeias de Montanha

Praia_FluvialLapa dos Dinheiros_Seia_JoséConde_s.

 

Foto: Praia Fluvial da Lapa dos Dinheiros, Seia ©José Conde

 

Associação de Desenvolvimento Integrado da Rede de Aldeias de Montanha tem patente no café concerto do Teatro Municipal da Guarda, a exposição fotográfica “Aldeias de Montanha – Natureza Autêntica Gente Genuína”. Até 29 de fevereiro, é possível apreciar um verdadeiro roteiro fotográfico sobre as vivências e aspetos identitários da Rede Aldeias de Montanha.

Esta mostra fotográfica propõe uma viagem imersiva na dimensão ambiental e social das Aldeias de Montanha das Serras da Estrela e da Gardunha, nas várias facetas do seu quotidiano ligado à pastorícia ou à cultura do centeio, mas não só.

A exposição é um testemunho vivo sobre as novas ruralidades, associado às “aldeias, em que às comunidades residentes se junta, cada vez mais, novos habitantes em busca de um conceito de vida alinhado com o chamado ‘slow life’ e aos novos desafios profissionais e oportunidades que o Interior tem para oferecer”, sustenta José Francisco Rolo, Presidente da ADIRAM.

Com esta exposição fotográfica, a Rede Aldeias de Montanha assume o seu posicionamento identitário, respeitando o carácter diferenciador e os aspetos simbólicos de cada Aldeia como territórios com um património cultural material e imaterial único, mas também uma inegável riqueza e diversidade natural, sendo a água um elemento com uma presença constante.

Até ao final do mês de fevereiro, a exposição “Aldeias de Montanha – Natureza Autêntica Gente Genuína” mostra lugares onde se pode viver com qualidade e em segurança, e onde vale a pena investir.

O Projeto Aldeias de Montanha, integrado na EEC PROVERE iNature, é cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) através do CENTRO 2020 - Programa Operacional Regional do Centro.

Site Oficial > Aldeias de Montanha

Prolongamento da exposição Apenas Um Pouco Tarde

Fotografias de Jorge Irasagarra podem ser vistas na Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos. Entrada gratuita

Gerês 15-18-07.JPG

 

A exposição Apenas Um Pouco Tarde, de Jorge Irasagarra, vai ficar patente na Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos, até 1 de fevereiro. Composta por 25 fotografias a preto-e-branco, a mostra foi inaugurada no dia 14 de dezembro.

 

Resultado de uma escolha pessoal e da imersão em quase trinta anos de negativos fotográficos e ficheiros digitais, a exposição inclui imagens captadas em Portugal, Itália, Alemanha, Espanha e Cabo Verde, traçando um roteiro nostálgico por diferente geografias e afinidades eletivas.

 

O título da exposição, Apenas Um Pouco Tarde, resulta da apropriação de um verso do poeta Manuel António Pina, ao qual, deste modo, o fotógrafo recorda e homenageia. 

 

“Estas são fotos que nos param o olhar, que nos fazem franzir o sobrolho, que reclamam explicações nunca satisfeitas. Há espaços abandonados, vandalizados, com magníficas paisagens marítimas; há marcos perdidos, mergulhados no abandono vegetal; estranhas vitórias de cavalos autênticos sobre máquinas apodrecidas de muitos cavalos mecânicos; há a inevitável atracção dos velhos pela violência do mar; e há, digo eu, uma contribuição para o alargamento de ‘cidade triste e alegre’ de Victor Palla e Costa Martins”, escreveu o jornalista Carlos Romero no texto que produziu para o catálogo da exposição.

 

Jorge Irasagarra nasceu no Porto em 1971 e tem publicado em diversos jornais e revistas, tendo anteriormente mostrado o seu trabalho em exposições individuais e coletivas em Portugal e Cabo Verde. Foi este ano finalista do Mira Mobile Prize B&W.

 

Mais informação em https://jorgeirasagarra.wixsite.com/home 

EMARP - Exposição TELAS DE TALENTO - Colégio Ti-Té

TELAS DE TALENTO

Exposição do Colégio Ti-té

6 de janeiro a 7 de fevereiro de 2020
Dias úteis das 8h30 às 17h30

O Projeto Educativo do Colégio Ti-Té valoriza e promove o contacto com as "Artes" nas suas mais variadas expressões, com vista a um crescimento harmonioso, conduzindo a criança à descoberta dos seus Talentos.

Revisitámos grandes mestres da pintura ao mesmo tempo que explorámos diferentes técnicas artísticas.

1d66a595-0dfd-4681-b4a8-bc2f9b8d92a4.jpg

 

Exposição Grândola, vila morena patente ao público no Cineteatro Grandolense

Exposição - Grândola Vila Morena.JPG.png

 

O Município de Grândola organizou uma exposição que relata a história de um encontro que se fez poema, canção e Liberdade. Esta exposição é constituída por vinte e uma molduras com as dimensões de 50X70 cm e foi concebida a pensar em futuros projetos de itinerância. Assim, tal como a canção que a motivou, que há muito encetou a sua viagem, ultrapassando fronteiras e alcançando a intemporalidade, também esta mostra pretende viajar, contribuindo para a construção de um mundo mais inclusivo, justo e fraterno.

A exposição  percorre diverso conteúdo documental, com imagens e textos cronologicamente fixados, dedicados ao percurso de Grândola, vila morena desde aquele maio, maduro maio, de 1964 em que as histórias de José Afonso e da terra da fraternidade se cruzaram, até àquele 25 de Abril em que tudo, finalmente, pareceu possível.

A exposição encontra-se no Cineteatro Grandolense e pode ser visitada mediante marcação prévia via telefónica (269448036/269450065 ) ou através de correio electrónico (isabelrevez@cm-grandola.pt / jose.abreu@cm-grandola.pt)

Artista plástica Mariana Barrote expõe "Eye-vo-re" na Galeria sala117, no Porto_ Inauguração a 25 de Janeiro, 21h30

a nova exposição da Galeria sala117, no Porto, que no próximo dia 25, às 21h30, abre portas aos trabalhos de Mariana Barrote. A artista plástica vai ali reunir uma série de pinturas e desenhos mas também pequenos desenhos tridimensionais em linóleo e objectos construídos para serem manipulados no vídeo.

 

Em Eye-vo-re surge primeiro a pintura, camuflando, iludindo e narrando o mundo como o vê J.M. Clezio, mundo esse onde “não há animais nem plantas, há apenas homens, mais ou menos mascarados.” A pintura surge como convite: com malhas multicoloridas de tinta, de natureza polypoika, dirigindo-nos ao espaço onde reina o desenho e o vídeo. Jogos miméticos incorporam gestos que se tornam ritualizados e desconstruídos, presentes na documentação do desenho. A exploração poderá acentuar o não revelado, pelo desvio da norma, por fascínios e pela hybris. O desenho formula metáforas visuais que refletem sobre o seu ato, partindo do enraizamento do gesto e do olhar. O vídeo, de forma lírica, descortina os processos inerentes à atividade de desenhar, sustentando-a como o jogo rítmico de tensões entre a sedução e a cegueira.

A exposição fica patente até 14 de Março.

Visite a Exposição “O Alfaiate”!

Inauguração Exposição 'O Alfaiate' (3).jpg

 

 

Até 28 de fevereiro, visite a Exposição Temporária “O Alfaiate - uma coleção de Vítor Gaspar”, inaugurada no dia 10 de janeiro, no Foyer do Auditório Municipal de Pinhal Novo, e fique a conhecer melhor a arte da alfaiataria e a coleção particular e história de vida deste alfaiate aposentado.

A inauguração contou com casa cheia, reunindo, para além de autarcas e técnicas/os municipais, várias/os participantes nos projetos “Clique Sem Idade” e “(A)Linhas - Costura Criativa Entre Gerações” e professoras/es das Escolas Secundárias de Palmela e de Pinhal Novo. Vítor Gaspar partilhou com todas/os um pouco da sua história de vida e conduziu as/os convidadas/os numa visita guiada à Exposição, deixando transparecer o amor que tem pelo seu ofício.

Para o Presidente da Câmara Municipal de Palmela, Álvaro Balseiro Amaro, «é um privilégio começar o ano com o usufruto da partilha dos conhecimentos e vivências de Vítor Gaspar». O Presidente realçou ainda a «importância de uma exposição desta natureza para vários públicos», desde as/os seniores às/aos alunas/os das escolas.

Vítor Gaspar nasceu em Setúbal, em 1934. Na Academia Maguidal, frequentou, em 1957, o curso de Corte de Vestuário de Homem e, no ano seguinte, concluiu, com distinção, o curso de Vestuário Género Alfaiate para Senhoras. Em 1958, em Setúbal, abriu a Alfaiataria Vítor Gaspar, conhecida como uma das melhores da cidade, que acabou por fechar as portas em 1989, numa altura em que o pronto-a-vestir desviou a clientela.

Em exposição no Auditório de Pinhal Novo, estão alguns instrumentos de trabalho que o alfaiate utilizava no seu dia a dia (tesoura, linha de alinhavar, livro de medidas, entre outros), tecidos, fatos que confecionou e fotos que retratam momentos importantes da sua vida. É também possível apreciar a coleção de telas “O Alfaiate através do tempo”, um trabalho recente de Vítor Gaspar que, aos 86 anos, decidiu também dedicar-se à pintura, retratando a evolução da sua profissão.

Ao mesmo tempo, a mostra pretende dar a conhecer a história da alfaiataria, da ascensão à queda, numa oportunidade para refletir sobre a indústria têxtil, os Direitos Humanos e a sustentabilidade. No Auditório, serão também exibidos documentários sobre estas temáticas, dirigidos a alunas/os do Ensino Secundário.

Organizada pela Câmara Municipal de Palmela e por Vítor Gaspar, com o apoio do Victoria & Albert Museum, a Exposição, de entrada gratuita, pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 19h00, e ao sábado, das 14h00 às 19h00 (encerra aos feriados).

 

Estendal de Memórias aguarda o seu contributo

 

Aproveite a visita à Exposição e partilhe também os seus testemunhos, histórias e memórias sobre a moda, dos anos 50 aos dias de hoje, em prosa ou em poesia, no Estendal de Memórias - “Histórias d’Entre a Moda”. Neste estendal improvisado, todas/os as/os interessadas/os podem partilhar as suas memórias sobre o vestuário na infância e juventude, o vestuário de trabalho / cerimónia / dias de festa, o vestuário de praia, as costureiras, os alfaiates e o pronto-a-vestir, os cursos de costura, as primeiras revistas de moda, os blogues de moda, entre tantos outros temas.

Esta iniciativa realiza-se no âmbito do projeto “(A)Linhas - Costura Criativa Entre Gerações”, desenvolvido pela Autarquia, em articulação com as Escolas Secundárias de Palmela e de Pinhal Novo, desde maio de 2019, e inserido no PRIA - Percursos em Rede para a Inclusão Ativa.

Exposições e aulas de pintura nos equipamentos municipais do concelho da Moita

 

 

As bibliotecas municipais Bento de Jesus Caraça, na Moita, e do Vale da Amoreira e a Galeria de Exposições do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, convidam o público em geral, durante o mês de janeiro, a visitar as exposições patentes.

 

Na Moita, a Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, recebe, de 4 a 25 de janeiro, a mostra de pintura de Teresa Bondoso “Variações sobre Bichos”. A inauguração tem lugar no dia 4, pelas 16:00h.

Nascida em Moimenta da Beira, Teresa Bondoso viveu a sua infância em S. Tomé e Príncipe e, de lá, trouxe as cores e os cheiros. Fez diversas exposições individuais e coletivas e, nesta mostra, aborda o tema dos bichos.

exposições e aulas teresa bondoso.jpg

 

A partir de 10 de janeiro, com inauguração marcada para as 10:00h, está patente, na Biblioteca Municipal do Vale da Amoreira, a Exposição “Margarida de Papelão”, de Paula Margarida Pimentel. Esta mostra, de uma artesã do Município da Moita, visa sensibilizar para a importância da reciclagem. Nesta exposição, que estará patente até 1 de fevereiro, os materiais ganham vida num mundo de fantasia.

exposições e aulas margarida de papelão.jpg

 

“A Posse e o Desapego” é o título da Exposição de Artes Plásticas patente na Galeria de Exposições do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, de 11 a 25 de janeiro. Esta mostra, inserida na iniciativa MIXART II, organizada pela AMOCA – Associação Movimento Organizado Cultural e Artístico, conta com os trabalhos dos artistas: CV$H, Inês Eusébio, LS, Marco Federado, MECH, Ras Jah Dudah, Rafael Gaspar, Wood Kambz e Zé Térmita.

exposições e aulas A POSSE E O DESAPEGO.png

 

O Espaço Favo -Fábrica de Artes Visuais e Ofícios, em Alhos Vedros, irá continuar a receber, em janeiro, à quinta-feira (9, 16, 23 e 30 de janeiro), das 18:00h às 20:00h, as Aulas Abertas de Pintura com Vítor Moinhos. Dirigidas ao público em geral, nestas aulas será possível experimentar novas abordagens à pintura e ainda partilhar experiências. Para mais informações sobre as aulas de pintura, os interessados podem contactar através do email: favo@cm-moita.pt.  

exposições e aulas Espaço Favo (2).jpg

 

Exposição de Ildebranda Martins e Alice Diniz a inaugurar dia 10/01 na Santa Casa

Cartaz_redes_socias__da_exposição_Memórias_de_F

 

No dia 10 de janeiro, a partir das 18 horas,  inaugura no espaço SANTA CASA em Lisboa a exposição de pintura e cerâmica de Ildebranda Martins e Alice Diniz. A exposição "Memorias de Futuro".termina do dia 28/01.

 

Tema:

 

A exposição conjunta  acontece porque as duas artistas sentiram vontade de partilhar com o público e em simultâneo  a abertura das gavetas das suas memórias através das telas sujas de tinta, objetos impregnados de colagens e cerâmicas desiguais amassadas por mãos inquietas. São parceiras artísticas do coletivo “Mulheres com Arte” e ao respeito artístico que sentem uma pela outra associou-se a amizade.  Acredita-se que esta exposição não é coletiva porque as suas obras não se fundem à volta da mesma causa. Existe a crença de  que seja mais de natureza mista, em virtude das peças se completarem sem perderem a identidade própria. A imagem refletida no conjunto é de duas histórias, de dois passados que se harmonizam num presente e que não se querem perder de vista no futuro.

 

Campo de Santa Clara, 160

1100-475 Lisboa

EXPOSIÇÃO: O Natal chegou à galeria Welcome to Art, no Príncipe Real — e há artistas para todos os gostos

Outlook-y5flza3p.png

 

De 14 a 17 de Janeiro

Do ilustre João Cutileiro aos corações dourados de emoções de Diogo Navarro, passando pelos maravilhosos azuis de Lisboa de Paulo Ossião ou ao surrealismo das obras de Alfredo Luz, terminando nas narrativas surpreendentes de mais de 16 artistas Portugueses, não faltam obras que poderão ser o presente perfeito para oferecer a quem mais gosta.

Depois da exposição conjunta de Sofia Lucas e Inês de Sousa Cardoso, a galeria Welcome to Art, na Embaixada do Príncipe Real, prepara-se para continuar a celebrar esta época festiva com uma exposição de Natal com obras de 15 artistas nacionais.

 

Para além dos nomes já referidos, pode encontrar neste maravilhoso espaço, que é já património municipal, a partir do dia 14 e até ao dia 17 de janeiro, obras dos ilustres autores Rui Carruço, Carlos Santos Marques, Rosa Pereira, Raquel Martins, Sofia Simões, Bela Branquinho, Zé Maria Souto Moura, Daniel Curado, Sofia Lucas, Vítor Moinhos, Pedro César Teles e Fátima Nina.

 

“São os contrastes geracionais de todos estes autores com dimensões pictóricas diferentes e simbologias e narrativas que se completam que trazem a esta exposição um carácter único e algo a não perder.”, explica José Manoel Pereira, curador da galeria.

 

A exposição de Natal da Welcome to Art pode ser visitada todos os dias na Embaixada do Príncipe Real entre as 12h e as 20, com exceção do domingo, que fecha às 19h. A entrada é sempre gratuita.

 

 

Exposição recorda alfaiataria de Vítor Gaspar

Exposição recorda alfaiataria de Vítor Gaspar

Exposição O Alfaiate.jpg

 

Entre 10 de janeiro e 28 de fevereiro de 2020, a Exposição Temporária “O Alfaiate - uma coleção de Vítor Gaspar”, no Auditório Municipal de Pinhal Novo, vai permitir saber mais sobre a arte da alfaiataria e conhecer a coleção particular e a história de vida deste alfaiate aposentado.

Vítor Gaspar nasceu em Setúbal, em 1934. Foi a profissão da mãe, costureira, que o fez ganhar o gosto por este ofício. Ainda em criança, em Lisboa, trabalhou como aprendiz em várias alfaiatarias. Os conhecimentos que foi adquirindo através da leitura ávida de revistas técnicas e da prática profissional permitiram-lhe, aos 21 anos, ser já contramestre numa alfaiataria. Foi nesta altura que decidiu ir estudar para a única escola oficial do país, a Academia Maguidal, onde frequentou o curso de Corte de Vestuário de Homem e, no ano seguinte (1958), concluiu, com distinção, o curso de Vestuário Género Alfaiate para Senhoras.

Em 1958, em Setúbal, abriu a Alfaiataria Vítor Gaspar conhecida como uma das melhores da cidade. Não tinha mãos a medir para as encomendas e era necessário aguardar, em média, três meses por um fato. Fechou as portas em 1989, numa altura em que o pronto-a-vestir desviou a clientela. No entanto, a memória da Alfaiataria Vítor Gaspar permanece viva, através das exposições, do livro que publicou em 2019 e das palestras que dá em escolas. Aos 86 anos, deciciu também dedicar-se à pintura, criando a coleção “O Alfaiate através do tempo”, constituída por mais de 20 telas, que pretende retratar a evolução da sua profissão.

Em exposição no Auditório de Pinhal Novo, vão estar alguns instrumentos de trabalho que Vítor Gaspar utilizava no seu dia a dia (tesoura, linha de alinhavar, livro de medidas, entre outros), tecidos, fatos que confecionou e fotos que retratam momentos importantes da sua vida. Ao mesmo tempo, a mostra vai dar a conhecer a história da alfaiataria, da ascensão à queda, numa oportunidade para refletir sobre a indústria têxtil, os Direitos Humanos e a sustentabilidade.

Organizada pela Câmara Municipal de Palmela e por Vítor Gaspar, com o apoio do Victoria & Albert Museum, a Exposição, de entrada gratuita, vai poder ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 19h00, e ao sábado, das 14h00 às 19h00 (encerra aos feriados).