Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Exposição de escultura "Sete livros sobre a natureza de uma árvore" de Volker Schnnettgen para visitar em Loulé

volker schnuttgen.jpg

De 9 de novembro a 29 de dezembro, a Galeria de Arte do Convento Espírito Santo, em Loulé, recebe a exposição de escultura "Sete livros sobre a natureza de uma árvore", da autoria de Volker Schnnettgen.

"Sete livros sobre a natureza de uma árvore" - sete conjuntos de esculturas em madeira – é inspirada pelas características especificas de cada tronco encontrado. “A minha intervenção escultórica é colocar-me numa relação, num diálogo com a árvore. Para mim escultura é sempre o resultado de um ato mental e físico, porém sempre respeitando a natureza do material” (Volker Schnnettgen).

A exposição inaugura na sexta-feira, pelas 18h00, e pode ser visitada no seguinte horário: de terça a sexta-feira, das 9h30 às 17h30, e ao sábado, das 9h30 às 16h00. A entrada é livre.

 

CML/GAP /RP

Big Kitchen: exposição dedicada à tipografia, no dia 9 de Novembro, em Lisboa, por João Miranda & Desisto

79325486-17ce-4bfe-9ab2-9912f5308f61.jpg

 

Big Kitchen
João Miranda & Desisto, em colaboração com Serafim Mendes
Inauguração: 9 Novembro, 19:00
Exposição: 9 a 29 Novembro
FICA - Oficina Criativa, Lx Factory, Lisboa
Entrada livre


Big KitchenTipografia em exposição, 
em Novembro, 
na FICA - Oficina Criativa - Lx Factory


A exposição Big Kitchen realiza-se de 9 a 29 de Novembro, na galeria da FICA – Oficina Criativa, na Lx Factory e tem como ponto de partida a tipografia BIG de João Miranda (Walking Fearless) e Bruno Rodrigues. Big Kitchen é o resultado de um esforço colectivo entre o designer João Miranda e a plataforma Desisto, de Margarida Borges, Ricardo Martins e José Mendes, com a colaboração do designer Serafim Mendes.

“O que fica por ver quando olhamos para as letras que nos rodeiam?” é a pergunta a que dá origem à exposição de João Miranda que, a partir da exploração exaustiva de uma única família tipográfica, pretende criar uma experiência interactiva que explora a anatomia do tipo de letra, juntamente com um conjunto de peças que exploram diferentes métodos de produção gráfica, questionando e reinterpretando formatos tradicionais como o poster.

Nesta cozinha, pretende-se dar uma atenção especial às letras, algo que faz parte do dia-a-dia, mas que nem sempre é alvo de muita atenção. Aqui, através de uma única família de tipos pretende-se que a compreensão da actividade tipográfica se torne mais acessível a todas as pessoas.

Fazem parte da exposição peças tridimensionais (tendo a madeira como material prioritário na produção destas peças), serigrafia, risografia, têxtil e o uso de uma plotter de desenho automático com a intenção de gerar peças originais e únicas.

A exposição Big Kitchen define-se como o ponto alto do desenvolvimento da família tipográfica BIG cuja origem vem de um tipo de letra móvel de madeira que se encontra no estúdio Andrew Howard. O processo de digitalização foi iniciado em 2012 em conjunto com o designer Bruno Rodrigues e foi em 2017 que João Miranda fez o desenvolvimento do tipo – actualmente conta com 24 tipos, incluindo uma versão stencil. Fruto de um revivalismo, BIG demonstra a importância dos tipos de letra enquanto objecto cultural vivo cuja ideologia se adapta à contemporaneidade. Nesse sentido, e para assinalar esta exposição, o tipo de letra foi redesenhado como uma variable font, permitindo uma flexibilidade enorme quanto ao número de variações possíveis do peso e inclinação do tipo.

A inauguração é dia 9 de Novembro, às 19:00. Posteriormente, pode ser visitada de Segunda a Sábado, das 10:00 às 19:00. Entrada livre.
 

TALKS & WORKSHOPS

Outro dos objectivos da Big Kitchen é explorar uma componente educativa associada ao projecto da exposição, pretendendo-se aproximar os interessados às áreas em que trabalham estes designers: de tipos de letras, design gráfico, produção gráfica ou realidade aumentada.

Serão promovidas conversas em associação com instituições de educação mas também em ambientes menos formais com o objectivo de estimular o interesse sobre estas áreas fora do âmbito onde elas se inserem.

As conversas terão como oradores João Miranda & Desisto e realizam-se no dia 15 de Novembro, às 18:00 no IADE e no dia 22 de Novembro, às 19:30, no Now_Cowork Lisboa, na Lx Factory. A entrada é livre (limitada aos lugares existentes) e os bilhetes estão disponíveis a partir do dia 1 de Novembro no site da exposição, evento de Facebook e Instagram.

Serão também realizados alguns workshops a ser anunciados em breve.
 

A Big Kitchen é realizada com os apoios FICA – Oficina Criativa, IADE, Cerveja Letra, Mill, NOW_ Cowork Lisboa e Fedrigoni.

 

INFORMAÇÃO ADICIONAL

JOÃO MIRANDA
João Miranda (Walking Fearless), 29 anos, estudou no IADE e actualmente é designer multidisciplinar freelancer sediado em Londres. A sua prática foca-se no desenvolvimento de tipos de letra, design de identidades visuais, motion design e packaging.

Foi através de um workshop de caligrafia com o Professor Jorge dos Reis (FBAUL) que o seu olhar para as letras se tornou mais metódico e actualmente logotipos como BBC Doctor Who, BBC Studios, Mistaker Maker e Add Fuel têm o seu carimbo. Já colaborou com agências e clientes conceituados como a Pentagram, Fullsix, BBC, Red Bull, Panasonic, P&G e Add Fuel. Tem trabalho premiado internacionalmente e já viu o seu trabalho a ser destacado em plataformas como Brand New, The Dieline, Behance e IV e V Encontro de Tipografia.

Esta exposição é o culminar de 5 anos de trabalho num projecto tipográfico chamado Big.

www.walkingfearless.com


DESISTO
A Desisto é uma plataforma multidisciplinar criada em 2013 por Margarida Borges e Ricardo Martins com o intenção de criar projectos varia- dos no campo Editorial, actualmente encontra-se baseada em Lisboa e em 2016 assumiu-se também como atelier de Design de Comunicação e juntou-se à equipa o Designer José Mendes.

A par da sua prática como atelier de Design, com particular foco e uso da Tipografia e da Produção Gráfica, onde desenvolvem predominantemente Sistemas de Identidade Flexíveis, Design Editorial, Design de Exposições/Instalações e Design Web, funcionam também como um atelier de impressão explorando as potencialidades das duplicadoras digitais RISO e promovem projectos como publicações ou exposições colaborando activamente com uma larga rede de criativos nas mais di- versas áreas.

www.desisto.pt


SERAFIM MENDES
Serafim Mendes, 23 anos, é um Designer Gráfico sediado no Porto, Portugal. Os seus principais interesses são tipografia, ilustração 3D e de- sign editorial/poster. Actualmente está a terminar o seu Mestrado em Design de Comunicação e a trabalhar como freelancer. O seu trabalho foi reconhecido por diversas publicações da área: Étapes, Fubiz, Visual- graphc, Designspiration, Domestika, Typeverything, Yorokobu, Betype, Abduzeedo, AIGA Eye On Design, VSO China, Unrated, DPI Magazine Taiwan #221, Computer Arts #265 e Geometric Trend.

www.serafimmendes.com



FICA, OFICINA CRIATIVA
A Fica - Oficina Criativa é uma oficina para criar à mão. São 120 m2 prontos para homenagear o produto manualmente concebido com workshops, aluguer de máquinas, ferramentas e materiais. Este é um lugar onde curiosos e profissionais podem realizar os seus projectos, de forma independente ou com ajuda especializada. Aqui não interessa o valor artístico ou o tamanho das ideias, mas sim a vontade de contrariar a velo- cidade da produção em série pondo mãos à obra. Ou melhor, pondo as mãos nas próprias obras.

A Rita Daniel e o Gonçalo Almeida são os fundadores desta oficina que nasceu para ser partilhada. A ideia de concentrar num só espaço uma oficina multi-disciplinar que garantisse condições de uso partilhado e para todos, surgiu muito antes mas foi oficializada no dia 26 de Novembro de 2016, o dia em abriram as ‘oficinas dentro da oficina’.

fica-oc.pt


 

FICHA TÉCNICA

Exposição
Walking Fearless & Desisto

Colaboradores
Serafim Mendes

Curadoria
Walking Fearless & Desisto

Design Gráfico & Comunicação
Desisto

Animações
Walking Fearless & Serafim Mendes

Realidade Aumentada
Serafim Mendes


APOIOS

FICA - Oficina Criativa
A FICA não é apenas a galeria onde a exposição vai ter lugar, e onde vão acontecer os os workshops, é também a oficina que tem as mãos que ajudam a cortar madeira e criar algumas das peças assim como a instalação patente na galeria a partir do dia 9 de Novembro.
http://fica-oc.pt


IADE
IADE – Universidade Europeia cedeu o Print e 3D lab para poderem ser produzidas algumas das peças expostas na Big Kitchen.
Página de Facebook do IADE-UE – https://www.facebook.com/IADE.CreativeUniversity


LETRA
Com um nome bastante apropriado para este projecto, a inauguração conta com o apoio da Cerveja Letra. Uma cerveja bracarense produzida através de métodos de fabrico artesanais e ingredientes 100% naturais. Vai estar presente uma boa parte do abecedário.
https://www.cervejaletra.pt


MILL
O apoio da Mill à comunidade de “makers” reflecte-se na exposição através da plotter que vai estar a imprimir peças únicas durante os 20 dias de exposição.
http://mill.pt


Now_ Cowork Lisboa
Now_ Cowork Lisboa cede o espaço para uma das talks e com o seu trabalho de fotografia para registar o que vai acontecer em Novembro.
http://www.no-office-work.com


Fedrigoni
Os papéis da Fedrigoni são usados para a produção de algumas das peças que podem ser vistas na exposição.
http://www.fedrigoni.pt

Exposição “Maio de 68 – 50 anos depois” no Espaço Memória de 9 de novembro a 10 de janeiro

Maio de 68.jpg

 

 

 

O Espaço Memória, no Barreiro, vai acolher a Exposição “Maio de 68 – 50 anos depois”. Com inauguração agendada para dia 9 de novembro, às 18h00, esta mostra estará patente ao público de 9 de novembro a 10 de janeiro 2019.

 

 

Esta exposição resulta de uma parceria da Associação Cultural Ephemera – Arquivo de José Pacheco Pereira, Museu do Aljube, Câmara Municipal do Barreiro e Baía do Tejo.

 

O Espaço Memória, equipamento municipal, encontra-se na Rua 17, nº 10, Parque Empresarial da Baía do Tejo. Telefone: 21 206 81 85. Endere3ço eletrónico:espacomemoria@cm-barreiro.pt.

Exposição “Geração” transforma o Espaço Amoreiras numa instalação de vida

 

Constança Clara leva a temática geração ao átrio do Espaço Amoreiras, propondo uma experiência sensorial, na sua primeira mostra individual. A exposição promovida pelo Edge Arts pode ser visitada de 31 de outubro a 14 de dezembro, no Espaço Amoreiras, em Lisboa. 

O Edge Arts promove a exposição “Geração”, da artista Constança Clara, que apresenta como mote a procura dos elementos geradores de vida, quer na natureza, quer no próprio corpo de trabalho da artista. A mostra apresenta ao público uma instalação, que tem como objetivo apelar a uma experiência sensorial, bem como, a um conjunto de objetos de estudo à volta do tema da geração. A primeira exposição individual de Constança Clara é analisada nos dois textos de autor, por Lourenço Egreja e Gerbert Verheii. 

Esta exposição abriga, além da instalação, objetos de escultura, de fotografia, de desenho e de pintura. Numa combinação de formas híbridas que traçam a união entre elementos naturais e outros (encontrados ou apropriados), com artifício humano, gerando novas e surpreendentes imagens, interligando o mundo mineral, com o vegetal e o animal. 

A mostra de Constança Clara pretende transformar o átrio do Espaço Amoreiras num lugar novo e efémero, utilizando a luz, como modelador do espaço, trabalhando através de pequenas aberturas de luz no local, que penetram no espaço interior. Como resultado, estabelecem um diálogo entre o dentro e o fora, ao mesmo tempo que os orifícios projetam o trajeto do sol e da lua, no decorrer do dia e da noite.

A inauguração exposição tem data marcada para o dia 31 de outubro, a partir das 18h30, e estará vigente até ao dia 14 de dezembro, no Espaço Amoreiras, em Lisboa. 

Descarregue, aqui, imagens em alta resolução de peças do atelier da artista. 

 

Sobre a artista

Constança Clara nasceu no ano de 1986 e vive e trabalha, atualmente, na Fonte Boa dos Nabos, Ericeira, Portugal. A artista formou-se em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Em 2010, ano seguinte à conclusão da sua licenciatura, realizou uma pós-graduação em Artes em Londres, na Central Saint Martins - Byam Shaw School of Art. Participou em exposições em Portugal, Espanha e Londres, das quais se destacam Portugal é Lisboa, o resto é paisagem, no Hub Creativo do Beato, em Lisboa (2017), Círculo a dentro, imagem que sai fora, na Avenida da Liberdade 211, em Lisboa (2014) , O Peso das Coisas, com curadoria de João Rolaça, no Centro Cultural Município do Cartaxo (2013), Colectivo de Artes Plásticas, no SILOS–Contentor Criativo, nas Caldas da Rainha (2012), IKAS ART, no Centro de Exposições de Bilbao, em Espanha (2011), PGDips Final Show, na Byam Shaw School of Arts, em Londres (2011)Lapptopp Barometery, Concourse Gallery, em Londres (2011)e Sculpture Final Show, no Parque dos Sete Castelos, em Oeiras, Portugal (2009). 

Em 2010 realizou o projecto de arte pública Paço durante uma residência na aldeia de Moledo, que envolveu a população na construção de uma obra que também visava contribuir para a reabilitação da antiga zona ribeirinha da aldeia. Esta obra contribuiu para iniciar o programa de arte pública Moledo Acontece. 

É membro fundador do , um colectivo que conta com a participação de cerca de 20 artistas (Tiago Franco,Diogo Moniz, Catarina Alves, Duarte Castelo Branco, entre outros), e diversas apresentações em espaços inusitados pelo processo de transformação a que têm sido sujeitos nos últimos anos, dentro do contextoda reabilitação da cidade de Lisboa em adaptação à recente procura internacional.O Colectivo do Catano já apresentou exposições colectivas em Lisboa no LxFactory, em Alcântara (2018);no Creative Hub do Beato (2017); no Clube Atlético de Campolide(2016); e num antigo palácio do Bairro Alto(2015).

 

Exposição “Geração” 

31 de outubro de 2018 - 14 de dezembro de 2018

Inauguração

31 de outubro de 2018, pelas 18H30.

 

Horário

Espaço Amoreiras

2ª a 6ª feira 7h – 23h

sábados 9h - 21h

domingos e feriados 9h – 18h

Edge Arts (escritório)

2ª a 6ª feira 8h30 – 13h30

 

Pedro Calapez apresenta obras inéditas na Casa-Museu Medeiros e Almeida | 06/11 a 21/12

Exposição patente de 6 de novembro a 21 de dezembro

 

 

A Casa-Museu Medeiros e Almeida recebe, a partir de 6 de novembro, a exposição “Olhos nos Olhos: um poema elementar”, de Pedro Calapez. Neste trabalho que estará patente até 21 de dezembro, o artista apresenta 30 peças inéditas explorando diversos suportes, como pinturas, esculturas e obras sobre papel, dispersas pelos diversos espaços da Casa-Museu.

Este confronto entre as obras de Pedro Calapez, pensadas para as várias salas da Casa-Museu Medeiros e Almeida, e os objetos e o mobiliário que habitam este espaço convidam a uma nova forma de visitá-lo e a um novo olhar. Um olhar que remete o artista para a pintura de Matthias Grünewald (1470-1528), expressiva e teatral, com uma extensa paleta de cores. As telas de Grünewald não atingem diretamente o espetador, mas colocam-no como um elemento da imagem, gerando outros olhares, “olhos nos olhos”.

Pedro Calapez recorda ainda o livro “Do Natural, um poema elementar”, do escritor alemão W. G. Sebald, que aborda a vida e a obra de Grünewald. Todos os títulos das peças em exposição são retirados de excertos deste livro, prática habitual do artista, e que têm que ver com a natureza e com a forma como nos relacionamos com o mundo. Assim, encontramos títulos como “germinar, perdurar, propagar-se”, “o grito, o gemido e o gorgolejo” e “a dor passou para os quadros”.

Esta casa foi habitada, mãos afagaram mesas e cadeiras, corpos se tocaram, livros foram abertos. A constatação dum espaço vivido, transformado posteriormente em espaço de exposição, levou-me a criar uma série de obras, num discurso autónomo. A sua colocação neste espaço confronta os possíveis percursos e as salas onde se encontram. O deambular do visitante vacila entre a impertinência dos objetos intrusos e a estabilidade dos consagrados. Num processo de comunhão interferente com a estabilidade da demonstração museológica manifesta-se assim um diálogo dependente intimamente do nosso olhar”, sublinha Pedro Calapez.

Pedro Calapez (Lisboa, 1953) começou a participar em exposições nos anos 70, tendo realizado a sua primeira individual em 1982. O seu trabalho tem sido mostrado em diversas galerias e museus tanto em Portugal como no estrangeiro sendo de salientar as exposições individuais ou coletivas em que participou: “Histórias de objetos”, Casa de la Cittá, Roma; Carré des Arts, Paris; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Petit jardin et paysage, Capela Salpêtriére, Paris (1993); Campo de Sombras, Fundació Pilar i Joan Miró, Mallorca (1997); Madre Agua, Museo MEIAC, Badajoz e Centro Andaluz de Arte Contemporáneo, Sevilha (2002); Obras escolhidas, CAM-Fundação Gulbenkian, Lisboa (2004); piso zero, CGAC- Centro Galego de Arte Contemporáneo, Santiago de Compostela; Lugares de pintura, CAB-Centro de Arte Caja Burgos (2005); “There is only drawing", Fundação Luís Seoane, Corunha, Galiza (2013); “O Segredo da Sombra”, Fundação Carmona e Costa, Lisboa (2016). Nas diversas mostras coletivas destaca-se a sua participação nas Bienais de Veneza (1986) e S. Paulo (1987 e 1991); Tage Der Dunkelheit Und Des Lichts, Kunstmuseum Bonn (1999); EDP.ARTE, Museu de Serralves, Porto (2001); Beaufort Inside-Outside, Trienal de Arte Contemporânea, PMMK Museum, Ostende (2006); “La colección”, Fundación Barrié, A Coruña (2011); “Euroscope” (BEI Collection), Cercle Cité, Luxembourg (2015); “Backstories”, FASVS, Museu Vieira da Silva, Lisboa e Mudas, Museu de Arte Contemporânea da Madeira (2016); “Quote/Unquote. Entre apropriação e diálogo”, MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Lisboa (2017); “Uma Coleção=Um Museu 2007/2017”, MACE, Elvas (2017); “BoPeep”, Sismógrafo, Porto (2018).

Coleções: Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Centro de Arte Caja Burgos, Burgos; Centro de Artes CA2M, Madrid; Central European Bank, Frankfurt; Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela;Chase Bank, New York; European Investment Bank, Luxembourg; Fondación Coca-Cola España, Madrid; Fondación Pedro Barrié de la Masa, A Coruña; Fondación Prosegur, Madrid/Lisboa; Fundació Pilar i Joan Miró, Mallorca; Fundação AIP, Lisboa; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Fundação EDP (MAAT), Lisboa; Fundação Luso Americana, Lisboa; Fundação PLMJ, Lisboa; Fundação Portugal Telecom, Lisboa; MACE, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Coleção António Cachola, Elvas; Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, (MEIAC), Badajoz; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, (MNCARS), Madrid; Museu de Serralves, Porto; Seippel Collection, Cologne, entre outras.

www.calapez.com / www.buyacalapez.com

 

 

Casa-Museu Medeiros e Almeida
Rua Rosa Araújo, 41

1250–194  Lisboa
Tel. (+351) 213 547 892
www.casa-museumedeirosealmeida.pt


2.ª a Sábado, das 10h00 às 17h00
Encerra ao Domingo

 

Primeira Exposição Virtual do Centro Colombo

 

8ª edição do projeto “A Arte Chegou ao Colombo” agora online

 

image008.png

 

 

 

Se não teve oportunidade de visitar a Exposição “Roy Lichtenstein e a Pop Art”, ainda vai a tempo! A 8ª edição do projeto “A Arte Chegou ao Colombo” está agora online numa  visita virtual onde é possível conhecer as obras de um dos artistas mais influentes da Pop Art. Apostando continuamente na promoção democratização do acesso à arte, com esta iniciativa o Centro Colombo disponibiliza pela primeira vez a visita virtual a uma exposição, oferecendo assim a todos os visitantes a oportunidade de visitar ou revisitar uma exposição que enaltece o mundo da cultura pop.

 

Nesta viagem virtual é possível navegar de forma interativa através dos espaços e aceder a informações sobre as obras mais emblemáticas de Roy Lichtenstein, um dos criadores do movimento Pop Art. Crying Girl, Whaam! e As I Opened Fire são apenas alguns dos trabalhos mais conhecidos do espólio do artista que é agora possível explorar nesta visita virtual.

 

 

Depois de levar mais de 106 mil visitantes à Praça Central do Centro Colombo, a exposição “Roy Lichtenstein e a Pop Art” encontra-se agora disponível online em https://vrbox.io/publicview/5b70091cded7ddoc494956904. Esta experiência permite ao público rever ou ficar a conhecer as obras de Roy Lichtenstein e um pouco da história deste artista. Com esta iniciativa, o Centro Colombo junta-se agora a alguns dos mais reconhecidos Museus de todo o mundo, como o Louvre e o Metropolitan Museum of Art, ao proporcionar aos seus visitantes uma visita 100% virtual. É a primeira vez que o Centro Colombo disponibiliza uma visita virtual à uma Exposição de arte.

 

Para Paulo Gomes, Diretor do Centro Colombo, “continuamos com o foco de fazer mais e melhor. Ao fim de oito edições do projeto A Arte Chegou ao Colombo, conseguimos continuar a inovar e proporcionar uma visita virtual a uma exposição que já fez parte da nossa Praça Central, dando mais um passo no sentido da democratização do acesso à arte. Com esta iniciativa, que tem uma extrema importância para nós, proporcionamos uma experiência diferenciadora a todos os curiosos, sendo cada vez mais importante para o Centro Colombo fazer chegar aos nossos visitantes habituais ou potenciais momentos culturais de elevada qualidade”.

 

A exposição “Roy Lichtenstein e a Pop Art” é composta por um total de 41 obras, que levam o visitante numa “viagem” pelas várias etapas criativas da carreira de Lichtenstein. Dividida em quatro secções organizadas cronologicamente - Pop, Homenagens, Paisagens e Cartazes - esta exposição exibe as diferentes etapas do trabalho do artista.

 

Roy Lichtenstein foi um dos artistas mais influentes e inovadores da segunda metade do século XX. A sua obra é classificada como Pop Art, um movimento artístico que ajudou a criar, e é influenciada pela cultura de massas e pela emergente sociedade de consumo. Atingiu o maior reconhecimento na década de 60 tendo-se tornado um dos mais bem-sucedidos artistas a nível mundial com as suas obras a constarem do top 10 das mais valiosas vendidas em leilões de arte em todo o mundo. O record está nos 165 milhões de dólares, com a obra Masterpiece.

A curadoria e produção da Exposição é da responsabilidade da State of the Art e o projeto de arquitetura é da autoria da dupla de arquitetos, Diogo Aguiar e João Jesus.

Casa da Memória recebe exposição fotográfica de Guimarães, de Duarte Belo

4C4D5B4C-8F35-4A0F-AD45-2222C2AB3444.png

 

 

A fotografia, a música, bem como o espaço e o movimento, são alguns temas em destaque na programação de novembro da Casa da Memória (CDMG). Duarte Belo, nome de referência no campo da fotografia, é o guia de visita deste mês, no mesmo dia em que é inaugurada a sua exposição “Depois do tempo”, uma mostra que percorre um hiato temporal de 30 anos, desde uma primeira fotografia feita em 1988, até ao presente, para mostrar Guimarães e a sua paisagem envolvente. No dia 17, o ciclo de conversas “Memórias da Memória” terá Ana Paixão como convidada, que nos falará sobre a memória no campo da música. No “Domingos em Casa” deste mês (dia 18), as famílias serão desafiadas a descobrir física e sensorialmente os diferentes espaços da CDMG.

 

A Casa da Memória inaugura este sábado, 03 de novembro, às 17h00, uma exposição de Duarte Belo que percorre um hiato temporal de 30 anos, desde uma primeira fotografia, feita em abril de 1988, até ao presente, que procura descrever a cidade de Guimarães e a sua paisagem envolvente. Autor de um acervo de mais de um milhão de imagens de todo o Portugal continental e ilhas desde 1982, devidamente catalogado e organizado, Duarte Belo é, sem dúvida, um nome de referência na compreensão visual do território português nos últimos trinta e cinco anos.

 

Intitulada “Depois do tempo”, esta exposição é um diálogo entre matérias e formas, aparentemente desconexas, para mostrar Guimarães e o seu território circundante. É um modo de revelar processos de relação com a terra, com as tecnologias de captura da imagem pela fotografia, pelas manualidades associadas aos processos de comunicação de conceitos, linhas de pensamento. É o discurso construído entre a imagem da cidade e uma forma possível de a representar. A exposição poderá ser visitada de terça a domingo, até ao dia 30 dezembro.

 

A propósito da inauguração da sua exposição, Duarte Belo é o guia de visita deste mês, altura em que nos falará sobre a sua memória visual de Guimarães, cidade que fotografa regularmente desde o final da década de oitenta.

 

No dia 17, às 17h00, o ciclo de conversas “Memórias da Memória” convida Ana Paixão para abordar a ligação entre música e memória. A escrita e a audição musicais implicam permanentemente memória. Ouvimos temas, melodias, formas sonoras porque memorizamos sequências, que reencontramos adiante na mesma obra, ou mesmo em diferentes obras que dialogam entre si. A composição tece-se nesse permanente entrelaçado de sons apreendidos que alternam com secções novas. Por que é que nesse jogo ininterrupto, entre memória e inovação, a música nos faz vibrar e nos toca? Ana Paixão é doutorada em literatura comparada com uma tese sobre «Retórica e técnicas de escrita literárias e musicais em Portugal - séculos XVII e XIX». Investigadora do Centro de Estudos de Sociologia e de estética musical da Universidade Nova de Lisboa, trabalhou na Universidade de Paris III e no Conservatório nacional em Lisboa. Desde 2010, ensina na Universidade de Paris 8 e dirige a Casa de Portugal - André de Gouveia.

 

Como habitualmente, o penúltimo domingo do mês traz-nos uma nova oficina para toda a família. No Domingos em Casa de novembro, dia 18, às 11h00, serão exploradas técnicas de movimento e da interação dos eixos corpo-espaço-objeto. Quanto espaço ocupa o meu corpo? Que marcas deixo nos espaços por onde percorro? Como registar o espaço que ocupo? Nesta oficina, miúdos e graúdos irão descobrir física e sensorialmente os diferentes espaços da Casa da Memória e deixar lá a memória dos seus corpos. Orientado por Melissa Rodrigues, este Domingos em Casa é dirigido a maiores de 3 anos e tem o custo de 2,00 euros, estando sujeito a inscrição prévia até ao dia 15 de novembro através do telefone 253424700 ou do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt.

Inauguração "Natureza Viva, Morta" de Cláudia Guerreiro

 

IMG_7932.jpeg

 

Natureza viva, morta
Exposição de ilustração e desenho de Cláudia Guerreiro

INAUGURAÇÃO
14 de Novembro de 2018, 4ª feira às 19h00

A exposição reúne ilustrações feitas para cartazes da Casa Independente, entre 2016 e 2017.
Todas de carácter naturalista, onde a prática da ilustração científica não tem lugar senão na maneira de olhar para as coisas, formam um conjunto em que apenas as suas qualidades formais interessam, tendo o universo imagético da Casa como ponto de partida.
Uma nova peça de desenho estará igualmente exposta, onde se explora o desenho de campo como obra finalizada, mas onde o suporte é o protagonista, pervertendo a natureza viva, tornando-a morta.

Até 15 de Dezembro.

Existe uma nova exposição de arte em Lisboa que vai querer conhecer

De 9 a 23 de Novembro existe uma nova exposição de arte
em Lisboa que vai querer conhecer  
 

Welcome to art.jpg

 

“A arte existe porque a vida não basta.” A frase é do poeta Ferreira Gullar e dá nome à nova exposição da galeria Welcome To Art, com morada na embaixada do Príncipe Real. Na exposição de fotografia que decorre de 9 a 23 Novembro, poderá conhecer as obras  de 4 artistas marcantes: Jorjes, José Martins, Teresa Marques dos Santos e Ralph Kerle.

 

A galeria Welcome To Art encontra-se aberta desde 15 de Junho e é um projeto idealizado por José Manoel Pereira, que, aos 54 anos, transformou a sua vida. Hoje detém a curadoria do espaço. Dia após dia, procura expor e alargar a cultura na capital, convocando artistas únicos e atuais. 

 

Assim nasce uma nova seleção, com quatro nomes, como Teresa Marques dos Santos, vencedora do concurso da Revista National Geographic em 2012, com retratos sobre a natureza. Jorjes por outro lado, tem uma linguagem pessoal, sem influência ou manipulação digital, limpa e com uma dimensão onírica forte e original. Pode até pensar-se que se inspira nas paisagens e segredos de Sintra, que serve de sua casa. Já José Esteves Martins, licenciado em Arquitetura, apaixonou-se por fotografia em 2013 e desde então que desenvolveu um estilo próprio de “street photography”, passando também pelo retrato. Recentemente classificou-se em 2° lugar no concurso de fotografia da Universidade Nova de Lisboa.

 

Por fim, o experiente Ralph Kerle, formado em Artes Dramáticas na Victorian College of The Arts, com mestrado em Indústrias Criativas, ganhou destaque na Austrália no início dos anos 90 e é considerado um pioneiro na performance multimédia. Domina a arte digital, ao usufruir da imagem, som e texto para criar algo único e o seu trabalho marca agora presença no coração de Lisboa.