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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

“Todos nós nascemos originais e morremos cópia”: Miguel Cheta expõe em Loulé

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Vai estar patente ao público, de 1 de fevereiro a 4 de abril, no CECAL – Centro de Experimentação e Criação Artística de Loulé, a exposição “Todos nós nascemos originais e morremos cópia”, da autoria do artista plástico Miguel Cheta.

O Município de Loulé foi convidado pelo Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado para integrar o projeto PORTUGAL Entre/PATRIMÓNIOS. Trata-se de um projeto que tem como base a sustentabilidade cultural e que se propõe ter um carácter experimental, que pretende, entre outros objetivos, proporcionar processos de “criação artística como sinónimo de futuro nos processos de mudança dos territórios. E questionar a complexidade da sociedade contemporânea através de leituras do património material e imaterial”.

Integrado neste projeto, o Município de Loulé, através das suas Galerias Municipais, desafiou o artista Miguel Cheta a refletir sobre as questões dos processos colaborativos, dos diálogos (im)possíveis, dos conflitos latentes (ou não) entre públicos e artistas, do que é a arte colaborativa, do papel do artista na transformação dos territórios!...

A inauguração está agendada para as 18h00.

O horário de visita desta exposição é o seguinte: de terça a sexta-feira, das 10h00 às 13h30 e das 14h30 às 18h00, e aos sábados, das 10h00 às 16h30. A entrada é livre.

Vale da Amoreira e Moita: Exposições nas bibliotecas municipais

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De 4 a 29 de fevereiro, a Exposição Coletiva de Pintura “Arte sem Idade” vai estar patente na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita. Esta mostra irá apresentar trabalhos de alunos da UTIB – Universidade da Terceira Idade do Barreiro: Gertrudes Maria Vitorino Madeira, Manuel João Guerreiro Cavaco, Maria de Jesus Dâmaso Figueiredo, Maria Fátima Gaspar Martins, Sérgio Manuel Mota Gomes, Virgínia Maria André Sardinha.

 

De 8 a 29 de fevereiro, “Os Brinquedos do Sr. Cuca” vão estar em exposição na Biblioteca Municipal do Vale da Amoreira, com inauguração marcada para as 16:00h de dia 8.

Tudo começou quando, com a madeira que envolve as caixas de morangos, o autor fez o primeiro carrinho e começou a elaborar desenhos que, depois, talhava na madeira.

Weaving (the) Cosmos | A arte de Fukuko Ando em exposição no Museu do Oriente

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A artista e designer de moda Fukuko Ando partilha a sua expressão do dinamismo da vida através do agenciamento de tecidos, de fios e de cores, na exposição Weaving (the) Cosmos, que o Museu do Oriente inaugura a 20 de Fevereiro.

 

Mais de 160 bonecas, realizadas em crochet, representam 25 variações das sete irmãs da mitologia grega que deram o nome às sete estrelas mais brilhantes do aglomerado das Plêiades: Alcíone, Electra, Maia, Mérope, Astérope, Taígete e Celaeno. A artista dotou cada boneca de diferentes códigos e mensagens, baseados no conceito segundo o qual “não há dois corpos humanos iguais e, no entanto, estamos todos essencialmente unidos na dança cósmica do universo”.

 

Fukuko Ando trabalhou e viveu em Paris mais de 25 anos, tendo aperfeiçoado as suas competências técnicas com Christian Dior e Christian Lacroix para criar as suas próprias colecções. O seu trabalho é feito a partir dos melhores tecidos e materiais, através de um processo manual longo, singular e rigoroso.

 

Nesta exposição, Ando apresenta ainda o conjunto 12 Dresses, que diz respeito às quatro forças elementares que governam todas as interacções no Universo. Os seus vestidos reflectem uma visão profundamente espiritual e mística da vida.

 

Demarcando-se conscientemente dos padrões e procedimentos tradicionalmente usados no mundo da moda para a confecção de uma peça de vestuário, Fukuko Ando cria vestidos que, em primeiro lugar e acima de tudo, respeitam e acompanham as formas do corpo humano. Harmonizando habilidosamente as técnicas criativas clássicas com a forma e o movimento naturais do corpo, a artista sublima ambos.

 

Através dos seus vestíveis e dançáveis poemas visuais, simultaneamente fulgurantes e coloridos, Fukuko Ando explora a magia secreta das matérias animadas com as quais re-encanta a alta-costura, entrelaçando ser e aparência, sabedoria antiga e um espontâneo e festivo espírito de infância.

 

A exposição Fukuko Ando: Weaving (the) Cosmos está patente até 10 de Maio.

 

Exposição “Fukuku Ando: Weaving (the) Cosmos”

Curadoria e textos de Katherine Sirois

Inauguração | 20 de Fevereiro | 18.30

Até 10 de Maio

Horário: terça-feira a domingo, 10.00-18.00

(à sexta-feira o horário prolonga-se até às 22.00)

Entrada gratuita

 

www.museudooriente.pt

“Todos nós nascemos originais e morremos cópia”: Miguel Cheta expõe em Loulé

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Vai estar patente ao público, de 1 de fevereiro a 4 de abril, no CECAL – Centro de Experimentação e Criação Artística de Loulé, a exposição “Todos nós nascemos originais e morremos cópia”, da autoria do artista plástico Miguel Cheta.

O Município de Loulé foi convidado pelo Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado para integrar o projeto PORTUGAL Entre/PATRIMÓNIOS. Trata-se de um projeto que tem como base a sustentabilidade cultural e que se propõe ter um carácter experimental, que pretende, entre outros objetivos, proporcionar processos de “criação artística como sinónimo de futuro nos processos de mudança dos territórios. E questionar a complexidade da sociedade contemporânea através de leituras do património material e imaterial”.

Integrado neste projeto, o Município de Loulé, através das suas Galerias Municipais, desafiou o artista Miguel Cheta a refletir sobre as questões dos processos colaborativos, dos diálogos (im)possíveis, dos conflitos latentes (ou não) entre públicos e artistas, do que é a arte colaborativa, do papel do artista na transformação dos territórios!...

A inauguração está agendada para as 18h00.

O horário de visita desta exposição é o seguinte: de terça a sexta-feira, das 10h00 às 13h30 e das 14h30 às 18h00, e aos sábados, das 10h00 às 16h30. A entrada é livre.

exposição de António Bolota | Projecto Travessa da Ermida

A exposição individual sem título (2020), de António Bolota, é apresentada pelo Projecto Travessa da Ermida, com inauguração agendada para o dia 23 de Janeiro, pelas 18:30h, e patente até 25 de Fevereiro.

O trabalho escultórico de António Bolota implica matéria no espaço e a relação estabelecida com o observador, recorrendo aos fundamentos de imobilidade e movimento, eternidade e efemeridade, equilíbrio e instabilidade, regularidade e excentricidade, solidez e leveza, luz e sombra, tensão e esbelteza. A sua intervenção material no espaço expositivo observa a transformação, ou uma nova determinação, desse mesmo espaço, i.e. uma manipulação intencional do espaço vazio formalizada pela presença dos volumes escultóricos que, por conseguinte, transfere e acrescenta o espaço expositivo ao conjunto de matérias de trabalho do artista e constituintes da obra não obstante o paradoxo da imaterialidade daquele, o qual, por sua vez, em tal vazio, acolhe o observador na obra integrada, que nela se introduz e embrenha em relação sensorial, corporal e emocional com as suas dicotomias escultóricas. Nestes jogos entre opostos activados pelo trabalho de António Bolota, a estas relações acresce a provocação conceptual da ilusão de unidade, de síntese que, a um mesmo tempo, sugere destino e origem, compressão e expansão, o limitado e ilimitado, o finito e infinito.

António Bolota imagem para PR.JPEG

Nota biográfica de ANTÓNIO BOLOTA
António Bolota começou a expor em meados dos anos 90, trazendo para o universo artístico saberes oriundos da Engenharia, área onde radica a sua formação. Um conjunto de conhecimentos técnicos são convocados na criação de esculturas que se confrontam com o espaço para onde são construídos ou que se fundem com a própria arquitetura. Em 2008 concluiu o Curso Avançado no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual. Mora e trabalha em Lisboa.
Uma seleção das suas exposições individuais de António Bolota inclui galerias e espaços como: Galeria Vera Cortês, Lisboa (2016), Appleton Square, Lisboa (2016), Galeria Quadrado Azul, Lisboa e Porto (2014/2012/2010) e Pavilhão Branco, Lisboa (2010); Fórum Eugénio de Almeida, Évora (2016) e Ermida de Guadalupe, Vila do Bispo (2010).
Das exposições coletivas em que participou destacam-se: Escala 1:1. 21 artistas contemporáneos portugueses, Tabacalera, Madrid (2018), Cosmic, Sonic, Animistic, CIAJG Centro Internacional das Artes José de Guimarães (2017), Sala dos Gessos, Museu da Electricidade (2016), Canal Caveira, Cordoaria Nacional (2015), Ar Sólido (2015) e António Filipe, Parkour (2013), Lisboa; LandArt, Cascais (2014), Como Proteger-se do Tigre, 16ª Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira (2011), Estados Gerais, Artecontempo (2009) e Telhado, Interpress (2006), Lisboa. Em 2009 foi nomeado para o Prémio edp Novos Artistas.

Sobre o PROJECTO TRAVESSA DA ERMIDA
O Projecto Travessa da Ermida é um projecto de referência de natureza experimental orientado pela valorização do património histórico e pela dinamização do tecido artístico e cultural contemporâneos. Neste singular ponto de encontro, de intimidade e de dinamismo, as memórias do passado dialogam com variados domínios das artes contemporâneas, visando a sua penetração nos diversos públicos que o visitam e frequentam.
Com curadoria própria e/ou envolvimento em parcerias com outras estruturas de criação e programação artística, a actividade do Projecto Travessa da Ermida conta com a assinatura dos mais proeminentes artistas e autores nacionais, artistas nacionais das novas gerações e variados artistas internacionais.
Após longos anos de abandono, a Ermida de N. Srª. da Conceição, na Travessa do Marta Pinto, em Belém, assume-se desde 2008 enquanto âncora do projecto.

Horário de Funcionamento
3ªfeira a sábado, das 14h00 às 18h00. Encerrado domingo, segunda-feira e feriados.

Localização:
Travessa do Marta Pinto, 21, 1300-390 Lisboa

EMARP - Exposição ÁGUA-A ESSÊNCIA DA VIDA - Associação Filatélica do Algarve

ÁGUA - A ESSÊNCIA DA VIDA

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Exposição de Filatelia da AFAL - Associação Filatélica do Algarve

10 de fevereiro a 13 de março de 2020
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Faz este ano precisamente 40 anos que numa reunião tida em Portimão, a 15 de agosto de 1980, um grupo de filatelistas do Algarve e do Alentejo se reuniram e decidiram fundar a AFAL, com a esfera de atuação nas regiões do Alentejo e do Algarve. Ficou sediada em Portimão, com o nome de Associação Filatélica Alentejo Algarve.

O aparecimento da AFA - Associação Filatélica do Alentejo em Estremoz e da Confraria Filatélica Meridional de Évora a abrangerem o espaço Alentejano e a AFAL a exercer, desde sempre, a sua atividade apenas no Algarve, levou a Associação a uma alteração de Estatutos e à supressão da palavra Alentejo a 2 de Outubro de 2019. 

Constituída por escritura pública como Associação Cultural sem fins lucrativos em 5 de março de 1981, organiza nesse mesmo ano uma grande Exposição Internacional do Tema Turismo, a TURIPEX 1981. Ao longo dos anos levou a efeito, Mostras, Salões, Exposições Regionais, Nacionais, Bilaterais e Internacionais, competitivas e não competitivas, Colóquios, Palestras, Programas em rádios locais, Congressos e Feiras em diversos pontos do Algarve.
 
A AFAL não tem descurado a juventude com apoio a Núcleos Juvenis, sempre que solicitada para isso, apoiando-os na realização de eventos filatélicos. Em 2002 realizou a maior Exposição Nacional de Filatelia Juvenil levada a efeito no nosso país com participação da Espanha e França. Envolveu cerca de 3000 jovens de 8 escolas do Concelho de Portimão tendo sido atribuído, a cada escola, um carimbo ilustrado com uma das personagens do Walt Disney.

No campo da marcofilia comemorativa é uma das Agremiações Filatélicas com maior número de marcas postais comemorativas.

A AFAL concorreu e obteve vários prémios na Classe de Literatura, em várias Exposições Nacionais e Mundiais com a publicação de livros, catálogos, revista e no site da internet. A Federação Portuguesa de Filatelia atribui-lhe três Prémios anuais "Carlos Trincão" pela edição de Catálogos de Exposições e um prémio "O Philatelista" pela edição do Mensageiro Filatélico. A Federação Internacional de Filatelia concedeu-lhe, no "FIP Web Sites Competition", nos anos 2000, 2001 e 2002, distinção de três, duas e três estrelas, respetivamente. Ganhou o Prémio Manolo Prieto, realizado em Espanha, nos anos 1996 e 1997, atribuído ao melhor Carimbo Comemorativo de Espanha e de Portugal, emitido no ano anterior. Estes carimbos com temas históricos foram desenhados pelo pintor Júlio Amaro.

Atualmente, em parceria com as outras Agremiações Filatélicas do Algarve, é editada uma revista filatélica on-line, o "Mensageiro do Algarve" e é realizada anualmente, desde 2010, a ALGARPEX - Exposição de Filatelia do Algarve, não competitiva e destinada apenas a naturais ou residentes no Algarve. É realizada por rotação, desde 2010, entre as Agremiações Federadas do Algarve. No passado mês de Novembro realizou-se a 10.ª com 160 quadros e 50 colecionadores.

Com sede própria, gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Portimão, possui uma biblioteca filatélica à disposição dos sócios. 

As reuniões mensais, abertas a todos os sócios, são às primeiras terças-feiras de cada mês pelas 21h30 e as sessões de trocas, aos terceiros sábados do mês, das 15h00 às 18h00.

Coleções presentes:

«Água - A Essência da Vida» de José António Oliveira da Costa

«Roteiro Europeu das Águas Termais» de Francisco Leal Paiva

«Biodiversidade é vida» de Luís Brás

«As pontes do mundo» de Domingos Manuel Carrasquinho

«Abastecimento de Água a Lisboa» (Classe Aberta) de José Manuel Pires dos Santos

Lu Mourelle , artista plástica brasileira faz exposição na mostra Outras Terras em Cascais

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Atualmente residindo em Lisboa, a brasileira Lu Mourelle, nem bem chegou do Salon D’Art Contemporain – Paris 2020, onde expôs suas obras no Parc Des Exposition –  e já inaugura neste sábado, 8, a partir das 18 horas, em seu espaço ‘Lu Mourelle Art Gallery’, na Cidadela Art District, em Cascais, a mostra ‘Outras Terras’, ao lado dos artistas Bogdan Dide, da Ucrânia, e de Claus Von Oertzen, da Alemanha. A exposição ficará patente até 03 de março. 

Lu chegou a Portugal incentivada pelo vice-presidente da Sociedade Nacional de Belas Artes, Jaime Silva, que a conheceu depois de visitar uma exposição da artista em Lisboa em 2017. “Portugal foi uma grande surpresa e um presente, um m país acolhedor, belo.  Pintar sob a luz de Portugal é um diferencial”, comenta a artista.

A obra da artista  é fruto de sua bagagem emocional, que desde a infância alterna residência entre o Brasil e a Europa. Acostumada desde cedo a integrar sociedades diversas, Mourelle dedicou-se ao mundo da moda antes de abraçar completamente as Artes Plásticas. Dos estudos de pintura e dessa experiência de vida nasce à representação de mulheres diferenciadas e ricas em personalidade e emoção. Personagens de beleza atípica e contemporânea que em traços essenciais e cores bem marcadas transmite sua inventividade.

‘Madames’, sua série mais recente que faz parte da mostra,  traz rostos femininos que estimulam o poder de interpretação do público. São feições e olhares inquietantes, curiosos e muitas vezes de natureza ambígua. Assim, Lu deseja estimular a compreensão de belezas exóticas e atípicas, mas contemporâneas. “A beleza é algo que depende do referencial de cada um e por isso voltamos às experiências particulares, minhas e do público que contempla as obras. As Madames tocam cada um de maneira diferente: apesar de não serem trabalhos baseados no realismo, transmitem sentimentos verdadeiros”, diz Lu, que teve uma agenda intensa em 2019: apresentou obras em Paris, Lyon e Toulouse, em França; Stuttgart e Wiesbaden, na Alemanha; Luxemburgo e São Paulo.

Um pouco mais sobre Lu Mourelle

A artista plástica brasileira, Lu Mourelle, nasceu em Campinas, interior de São Paulo, mas atualmente reside em Portugal, onde tem seu próprio espaço “Lu Mourelle Art Galery”, na Cidadela Art District, em Cascais.

Membro da Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa, Lu Mourelle contabiliza exposições em países da América do Sul, França, Alemanha, Luxemburgo, Portugal, Espanha e Áustria. No ano passado participou como artista convidada da Bienal de Florença 2019, onde todas as obras foram adquiridas por colecionadores dos Estados Unidos, Canadá e Irlanda.

Lu Mourelle é bacharel em Comunicação Social, com especialização em Publicidade e Propaganda; com MBA em Marketing, área em que atuou na maior parte do tempo em sua carreira corporativa, sempre relacionada ao mundo na moda.

Lu continua sua pesquisa para formular composições de cor aliadas aos traços originais e semblantes múltiplos. Suas obras partem da desconstrução para fortalecer rostos e olhares carregados de expressão, com cabelos, maquiagem e figurinos que chamam atenção pela inovação em formas, cores e texturas. São figuras idealizadas e subjetivas, que transformam a experiência do público na contemplação do feminino. 

www.lumourelle.com

Serviço:
Exposição: Lu Mourelle, na mostra “Outras Terras”
Datas: de 08 de feveireiro a 03 de março de 2020
Local: Lu Mourelle Art Gallery’, na Cidadela Art District - Av. Dom Carlos I, 2750-310/ Cascais
Tel: +351 918518446
Dias e horários de visitação: das 11h às 19h, todos os dias, exceto segunda-feira
Entrada livre.

5 escultores expõem na Galeria de Arte do Convento Espírito Santo, em Loulé

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De 24 de janeiro a 28 de março, a Galeria de Arte do Convento Espírito Santo, em Loulé, recebe a exposição de escultura "5 Escultores Paralelos na Voz Criativa", da autoria de Beatriz Cunha, Manuela Castro Martins, Paulo Neves, Rui Matos e Vitor Ribeiro.

No início do ano de 2020, esta Galeria de Arte reúne cinco escultores nesta exposição, onde são apresentadas várias obras, realizadas em diferentes materiais: Pedra, Ferro, Vidro, Madeira e Bronze.  

Pedra representada por Vítor Ribeiro, nas suas florestas brancas, Rui Matos na plenitude do eu do outro lado da sombra, Manuela Castro Martins do símbolo ao barroco na forma do sagrado à paixão, Paulo Neves na espiral dos anéis e para terminar Beatriz Cunha na memória do sagrado.

A inauguração está marcada para as 18h00. A exposição pode ser visitada no seguinte horário: de terça a sexta-feira, das 9h30 às 17h30, e aos sábados, das 9h30 às 16h00. A entrada é livre.

 

CML/GAP /RP

“Resistir ao Idai”: Exposição de Fotografia em Quarteira

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Decorre de 15 de fevereiro a 11 de abril, na Galeria de Arte da Praça do Mar, em Quarteira, a Exposição de Fotografia “Resistir ao Idai”, com trabalhos da autoria de Luís Barra, Leonel de Castro, André Catueira, Miguel Lopes, Tiago Miranda, Tiago Petinga, João Porfírio, Daniel Rocha e António Silva.

Este espaço cultural apresenta imagens que testemunham o impacto da tempestade tropical mais forte a atingir Moçambique desde o ciclone Jokwe, em 2008.

“O ciclone Idai, que em meados de março de 2019 varreu a província de Sofala, no centro de Moçambique, nada poupou. Um rasto de destruição que em muitos casos deixou apenas gente e um chão de lama. Sobreviventes. A quem a esperança dá força e a falta de alternativas, alento. Resistir é o que resta.

Os números oficiais indicam mais de 700 mortos, acima de 300 mil famílias despojadas de bens e de abrigo, e mais de 1,5 milhões de pessoas afetadas, em consequência direta do Idai. É claro que há também um tempo para o alívio do choro, mas o que é preciso é andar em frente. Caminhar em busca do futuro.” (José Augusto Moreira)

“Resistir ao Idai” é uma exposição de fotografia integrada no Prémio Estação Imagem 2019 Coimbra, Festival Internacional de Foto jornalismo.

A Exposição pode ser visitada de terça-feira a sábado, das 9h30 às 13h30 e das 15h00 às 18h00. Inaugura no sábado, dia 15, pelas 18h00. A entrada é livre.

 

CML/GAP /RP