Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Galeria Beltrão Coelho recebe exposição “Sui Generis”

Exposição conta com obras de Maria Amélia Ramos e de Pedro César Teles

 

pwLKa6ABF0211.jpg

 


A Galeria Beltrão Coelho recebe a exposição “Sui Generis”, com obras de arte da escultora/ceramista Maria Amélia Ramos e do pintor Pedro César Teles.

“Sui Generis” surge da amizade que junta estes dois artistas, com o intuito de alertar para a necessidade de desbravar novos caminhos e abrir portas para outras e novas visões. Os “bichos” surgem aqui como mensageiros, num terreno onde a imaginação intenta as peculiaridades da realidade.

Maria Amélia Ramos é natural de Lisboa e economista de profissão, desenvolvendo o seu trabalho artístico em paralelo com a sua atividade profissional. A cerâmica escultórica é atualmente a linguagem artística que privilegia e objeto do seu campo de atividade dado o fascínio de uma arte que conjuga os quatro elementos: terra, ar, água e fogo. Nesta exposição, apresenta peças em cerâmica cozida a elevadas temperaturas e trabalhadas com uma paleta de vidrados diversificada, parte das quais inspirada na obra do artista plástico Pedro César Teles.

Pedro César Teles nasceu em Angola, estudou e viveu em diversas regiões de Portugal. Fez a licenciatura em Teologia (Universidade Católica Portuguesa), frequentou a licenciatura em Direito (Universidade Clássica de Lisboa) e fez mestrado em Psicologia da Adolescência (Universidade Nova de Lisboa). A sua obra integra diversas coleções particulares (nacionais e estrangeiras) e está representada em várias instituições. Assume-se como autodidata e, paralelamente ao universo das artes, desenvolve atividade docente há cerca de 27 anos.

A exposição é gratuita e poderá ser visitada até 13 de dezembro, de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 17h30.

A Galeria Beltrão Coelho foi criada em 2015 com o propósito de promover e auxiliar o progresso da arte em todas as suas manifestações, defender os interesses dos artistas e permitir aos seus visitantes um momento de viagem para outras realidades, transportando-os para um mundo de novas emoções.
 
Exposição: “Sui Generis” – MAR – Maria Amélia Ramos e Pedro César Teles
Data:
 24 de outubro a 13 de dezembro
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 17h30
Local: Galeria Beltrão Coelho – Rua Sarmento Beires, 3A 1900-410 Lisboa

EMARP - Exposição VIDA-Vida Selvagem do Botswana e África do Sul - Exposição de fotografia de Vítor Azevedo

e60425d2-bb4a-4039-8c16-0feb1990fac9.jpg

 

VIDA - Vida Selvagem do Botswana e África do Sul

Exposição de fotografia de Vítor Azevedo

4 de novembro a 6 de dezembro de 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Vítor Manuel Nascimento de Azevedo,  é desde miúdo apaixonado pela fotografia.
41 anos de trabalho em hotelaria e aviação comercial proporcionaram-lhe a oportunidade de conviver e contactar com muita gente, viajando pelo mundo, fotografando, fazendo amigos, conhecendo outras culturas, costumes e apreciando a gastronomia local e cozinhando a nossa para os amigos.
Gosta da fotografia em geral, mas prefere fotografar ao ar livre, muito em especial vida selvagem no seu habitat.
Fotografou em vários países onde a fauna é abundante, tais como Costa Rica e Brasil , mas é sem dúvida África que mais o atrai e onde mais gosta de fotografar, aliando o prazer e a proximidade da fotografia com a força da adrenalina ao estar muito próximo e sem barreiras de animais selvagens de grande porte, respeitando os meus espaços… mas ali pertinho deles.
Esta exposição tenta mostrar um pouco da beleza da fauna africana.

VIDA - Vida Selvagem do Botswana e África do Sul
Dedicada a Sean van Wyk
Conheça as fotografias captadas no Parque Nacional de Chobe (10.000 km2) no Botswana e na Reserva Privada de Timbavati (533,92 km2) na África do Sul.
Imagens que retratam a vida, a sobrevivência e a cadeia alimentar. A morte está intimamente ligada à vida que se transforma num renascer constante e cíclico. Princípio que moveu Vítor Azevedo a fazer este conjunto de trabalhos. Foi desta mistura de beleza, brutalidade, doçura, agressividade, sobrevivência que surgiu o título para este trabalho.
Porque a vida e a morte andam de mão dada numa constante renovação gerando mais VIDA.

Cientistas desfilam com as "Jóias da Ciência" na nova e breve exposição do Pavilhão do Conhecimento

press-joias(1).png

 

Não há dúvidas que a ciência é preciosa mas se fosse uma jóia, como seria? E que formas e padrões adoptaria?

O desafio foi lançado pela Ciência Viva aos alunos do curso regular de Joalharia da Ar.co - Centro de Arte e Comunicação Visual. O resultado está na exposição "Jóias da Ciência", que se inaugura no próximo dia 19 de Novembro, terça-feira, às 18.00, no Átrio do Pavilhão do Conhecimento. O acesso à mostra é livre.

Maria Mota, Rui Agostinho, Conceição Calhau, Maria José Costa, Luísa Schmidt, Elsa Anes, Octávio Mateus, Raquel Gaspar e Alexandre Quintanilha* serão alguns dos cientistas convidados a desfilar com estas jóias tão especiais, antes de serem depositadas nos suportes onde ficarão em exposição até 24 de Novembro, Dia Nacional da Cultura Científica e primeiro dia da Semana da Ciência e da Tecnologia 2019. Os autores das peças também partilharão com o público as influências que estiveram na base da sua criação.

Temas como "Água e Meio Ambiente", "Robótica", "Dr. Sousa Martins: o boticário, o médico e o santo laico", "Fauna e Flora", "Corpo Humano" e "Fenómenos Físicos" serviram de inspiração às 22 peças criadas com materiais reutilizados e inspiradas na ligação da ciência e da tecnologia com a sociedade.

A parceria estabelecida este ano entre a Ciência Viva e o Ar.Co propõe a concretização de projectos que contribuam para a formação dos jovens e o acesso à cultura científica por parte de todos os cidadãos, estabelecendo-se assim um ponto de encontro de missões comuns às duas instituições.

Programa completo da inauguração aqui.

Exposição “Pironarrativas” na Biblioteca do Vale da Amoreira

 

Exposição Pironarrativas.JPG

 

A Biblioteca Municipal do Vale da Amoreira recebe, de 5 a 30 de novembro, a Exposição “Pironarrativas”, de Ana Rita Correia.

 

Com a pirogravura como ponto de partida, a ilustração assume novos percursos escritos em madeira, na qual a autora exprime o seu desígnio.

 

Aberta ao público em geral, a mostra está patente à segunda-feira, das 14:00h às 19:00h, de terça a sexta-feira, das 9:30h às 13:00h e das 14:00h às 18:30h, e ao sábado, das 9:30h às 13:00h. Encerra na manhã da última quinta-feira de cada mês.

Inauguração Exposição "Locus Amoenus, Locus Horribilis”, de Jonathan Uliel Saldanha, na Solar com live act

A Solar – Galeria de Arte Cinemática, em Vila do Conde, inaugura no dia 22 de novembro, às 18h, “Locus Amoenus, Locus Horribilis”, uma exposição de Jonathan Uliel Saldanha com live act.

3fd38f24-c078-11e6-90cc-06ead731d453_1573657856959

 


Antes de terminar o ano, a Solar — Galeria de Arte Cinemática apresenta a exposição “Locus Amoenus, Locus Horribilis”, de Jonathan Uliel Saldanha, um dos artistas mais relevantes da contemporaneidade da arte portuguesa de caráter multidisciplinar. “Locus Amoenus, Locus Horribilis” terá a sua inauguração dia 22 de novembro, às 18h. 
A inauguração será marcada por um "live act" da dupla composta por Jonathan Uliel Saldanha e por Diogo Tudela (dois dos membros do coletivo Terror). Paralelamente, Daniel Martins, artista convidado para o projeto CAVE apresentará a instalação “Everything is fine”.

A exposição, que estará patente na Solar até 11 de janeiro de 2020, tem organização da Curtas Metragens CRL no âmbito da programação da Solar — Galeria de Arte Cinemática, cujos grandes apoiantes são a Câmara Municipal de Vila do Conde e a Direção-Geral das Artes.

Em “Locus Amoenus, Locus Horribilis”, observam-se excertos selecionados a partir das experiências fílmicas desenvolvidas por Jonathan Uliel Saldanha nos últimos anos, as quais foram digitalmente trabalhadas em várias etapas, por camadas, e nas quais explora ambientes insólitos, como o de um tribunal afásico e desmembrado, lugar de inquérito a um objeto estático e ausente. Para esta exposição, articulando a projeção vídeo – em um ou vários canais– e criação sonora, com o espaço e linguagem brutalista da arquitetura da Solar, o artista cria uma nova instalação em quatro capítulos, quatro partes de uma única obra. O projeto tem vindo a ser desenvolvido desde 2017 e foi apresentado enquanto performance, em novembro de 2018, no Pequeno Auditório Culturgest, em Lisboa para o Festival Temps d’Image e em Janeiro de 2019 na Sala Rivoli TMP, no Porto, onde serviu de partitura visual a um grupo de intérpretes surdos.


A cooperativa Curtas Metragens CRL tem vindo a seguir o trabalho do artista desde a sua primeira colaboração, em 2015, constituindo agora “Locus Amoenus, Locus Horribilis” um corolário desta relação. Ainda este ano Jonathan Uliel Saldanha integrou a exposição coletiva de homenagem ao centenário da produção do filme “O Gabinete do Dr. Caligari”, do cineasta Robert Wiene, figura marcante do expressionismo alemão. A exposição “O Caso Caligari”, que teve lugar também na Solar — Galeria de Arte Cinemática e decorreu em paralelo ao 27º Curtas Vila do Conde, contou com trabalhos inéditos dos artistas Daniel Blaufuks, Eduardo Brito e Reiner Kohlberger. “Anoxia”, de Jonathan Uliel Saldanha, que foi apresentada numa nova fórmula, com som em quatro canais e imagem vídeo em dupla projeção, foi elaborada a partir de filmagens realizadas numa “ruína contemporânea de um passado recente”, o Palácio São João Novo, no Porto. Ainda antes, Jonathan Uliel Saldanha tinha já participado na programação da Solar – Galeria de Arte Cinemática com uma performance a propósito de uma exposição que arrancou com o Curtas Vila do Conde de 2015, Ruins/Rites/Runes, de Ben Rivers e Ben Russell. E em 2018, durante o mês de julho, o artista trabalhou em conjunto com Moor Mother, artista norte-americana, numa residência promovida pela Curtas Metragens CRL e pela MAD Summer School/IPP. O trabalho resultou numa composição musical inédita, que teve estreia na secção “Stereo” do 26º Festival Curtas Vila do Conde.

A “Natureza” é exibida na terceira exposição da Abreu Advogados

Obras do artista plástico Jorge Santos até 28 de Fevereiro de 2020

print postal.png

 

A Abreu Advogados e a Carpe Diem Arte e Pesquisa (CDAP) apresentam uma exposição do artista plástico Jorge Santos, patente na sede da Abreu Advogados, em Alfama, até ao dia 28 de fevereiro. Esta é a terceira exposição do ano, de um conjunto de três dedicadas à “Natureza”.

Num percurso artístico que conta com várias exposições individuais e coletivas, esta exposição de Jorge Santos reúne mais de 30 trabalhos produzidos entre 2014 e 2018.

As obras expostas agora na sede da Abreu representam flores, folhagens ou árvores, elementos frequentemente ligados a construções humanas, e que tornam evidente a relação entre espaço interior e exterior. Nas palavras da Laura Sequeira Falé, convidada para escrever sobre a exposição e autora do blogue Duplo Espaço, “se num primeiro olhar o escritório é tomado por um uma espécie de jardim de Éden onde se agitam folhas, a natureza cresce sem direção e árvores se erguem por trás de janelas, esta paisagem natural transforma-se pela presença de fundos quentes e de proibições impostas por obstáculos. Enquanto observadores destas pinturas somos sujeitos a uma posição de voyeur que espreita por entre as sombras da folhagem.”

Lourenço Egreja, diretor artístico do CDAP, sublinha que “Os trabalhos da de Jorge Santos marcam muito positivamente a última exposição do ano dedicada à Natureza. As plantas de Jorge Reis Santos dialogam com a construção humana, mas também com o espetador que, de forma inesperada, entra num jardim que se vai transformando num lugar pleno de camadas de significado.

Para o sócio da Abreu Advogados, Manuel Andrade Neves, “Esta não é a primeira vez que recebemos nos nossos escritórios obras de artista portugueses, a quem queremos dar espaço e visibilidade com o objetivo da sua promoção e da cultura portuguesa em geral. Quando definimos que o tema do nosso projeto cultural seria centrado na ‘Natureza’, a obra do Jorge Santos foi logo das primeiras que considerámos, não só pela sua alusão ao tema mas também pelo seu peso enquanto artista e a sua destacada presença em várias coleções públicas e privadas.”

As exposições realizam-se no âmbito da parceria entre a Abreu Advogados e a Carpe Diem associação de artes, com o objetivo de potenciar as artes junto dos colaboradores e de um público alargado que diariamente visita o escritório ou esta zona histórica da cidade de Lisboa.

MARA CASTILHO | Exposição "O Vazio da Minha Alma" | INAUGURAÇÃO 27 NOVEMBRO

5a869f15-4664-418f-935e-8443cf0978be.jpg

 

© Mara Castilho, Sem título, 2019
 

 
Inauguração:  quarta-feira, 27 novembro, 18h30
Exposição:  28 novembro a 23 dezembro 2019 | Seg. a sex. 11h00-19h
Espaço Camões da Livraria Sá da Costa
Praça Luís de Camões, 22, 4º andar, Lisboa
_________

No próximo dia 27 de novembro, às 18h30, inaugura “O VAZIO DA MINHA ALMA”, exposição de Mara Castilho, na Ocupart - Espaço Camões da Livraria Sá da Costa.
 

Em “O VAZIO DA MINHA ALMA”, Mara Castilho expõe fotografias pintadas e bordadas em tela. 
O vazio e a perda assombram essas obras. Entre o preto & branco e o dourado, Castilho expõe imagens que navegam entre o belo e o feio, a dor e o amor, o vazio e a ruina, a vida e a morte.
 

MARA CASTILHO, trabalha nas áreas de vídeo, instalação, fotografia e performance. Da sua formação destacam-se o mestrado em Artes Visuais pela Universidade de Westminster, Londres, em 2007 e o bacharelato em Teatro e Dança, na  Laban Center for Movement and Dance,  Londres, em 2000. Frequentemente fazendo referência ao corpo, sua vulnerabilidade e resistência, a sua obra é permeada por justaposições de opostos como ternura e dureza, afeto e ódio e desejo e revolta.
Castilho foi nomeada em 1999 para o Stephen Arlen Memorial Award for PerformanceNational English Opera (Inglaterra/GB), em 2005 para o Beck's Future Awards for Arts (Inglaterra/GB) e em 2006 para o International Prize of Performance, Galeria Cívica (Itália/IT). O seu filme ‘Process 5703/2000’ foi vencedor do Melhor Filme & Melhor Banda Sonora ‘Premio Europeu Massimo Troisi (Itália/IT), 2003. As suas obras tiveram diversas criticas de imprensa, alem de serem publicadas em livros, revistas internacionais e catálogos.
 
________________
 liOrganizada pela Ocupart, a exposição poderá ser visitada até 23 de dezembro, de segunda a sexta, entre as 11 às 19 horas, ou ou noutro horário mediante marcação para geral@ocupart.pt.

Mais informação em ocupart.

Sem título, 2019
Glicée print, tinta esmalte e acrílica, 20 x 18 cm

Heberth Sobral expõe na Boutique dos Relógios Plus Art e retrata o tempo com Playmobil

Artista brasileiro tem vindo a conquistar o circuito 'artsy', recorrendo a brinquedos Playmobil para ilustrar e criticar a sociedade moderna de uma forma lúdica

image013.jpg

 

 

A Boutique dos Relógios Plus Art, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, recebe a partir de amanhã (15 de novembro) e até final de janeiro de 2020 uma exposição de Heberth Sobral, jovem artista brasileiro em ascensão.

 

Sob o tema “TEMPO”, e com recurso a bonecos Playmobil e cenários idílicos criados pelo artista, esta instalação na Boutique dos Relógios Plus Art insere-se no projeto LOVE CITY. Este projeto, idealizado e com a curadoria de Marina Ostrowski, consiste numa exposição itinerante, com cinco diferentes temáticas, que reflete sobre as cidades eternas onde vivemos, através dos olhos de Heberth Sobral.

 

Todo o trabalho de Heberth Sobral está focado na temática urbana. Explorar o que forma e molda as cidades, o que as torna únicas e como são influenciadas pelas dinâmicas humanas, numa abordagem lúcida, provocadora e bem-humorada, propondo uma reflexão sobre as emoções e as relações entre as pessoas, é o desafio do projeto LOVE CITY e de Heberth Sobral. Para Heberth Sobral: “O meu trabalho é uma diversão, sinto-me como o Peter Pan na terra do nunca.”

 

Este projeto tem o seu arranque oficial na Boutique dos Relógios Plus Art, que patrocina o tema “TEMPO”. A sua obra tomará conta não só das montras, mas será visível um pouco por todo o espaço da Boutique, com o culminar de toda a instalação de Heberth Sobral a acontecer no primeiro piso.

 

Até final de janeiro de 2020, o tema “TEMPO” poderá ser apreciado por todos os interessados no coração da cidade de Lisboa, na Avenida da Liberdade.