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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Exposição: Obras do Mestre Manuel Lima no novo Espaço Politécnico Lx

Até dia 27 de abril | Espaço Politécnico Lx | Benfica, Lisboa

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Até dia 27 de abril, o recém-inaugurado Espaço Politécnico Lx, acolhe uma exposição dedicada ao Mestre Manuel Lima, artista plástico com uma vasta obra, muitas vezes inédita. São no total 38 obras que mostram as várias técnicas e abordagens e que refletem o percurso artístico de Manuel Lima. Desde pintura a óleo, carvão e guache, tinta da china, desenho a lápis, guache negro, acrílico, aos vários materiais, nomeadamente, o óleo aplicado sobre tela e sobre madeira.

 

A exposição inaugurada no Espaço Politécnico Lx, surge como forma de dar a conhecer ao público a vasta obra de Manuel Lima, considerado um mestre em várias áreas, nomeadamente como artista plástico, tendo produzido um conjunto de trabalhos, muito significativo, visível nos catálogos das exposições que realizou. Nascido em 1911, foi professor na Escola António Arroio, docente na Escola Superior de Belas Artes da Universidade de Lisboa, que frequentou, e onde concluiu o Curso Superior de Pintura.

 

Com uma forte ligação ao Teatro e ao Cinema, Manuel Lima, foi responsável, a partir de 1946, pela cenografia e direção artística de inúmeras produções, tendo trabalhado para várias salas e para vários géneros de Teatro. No cinema, a sua carreira iniciou como assistente de arte no filme Camões, de Leitão de Barros e continuou até 1972, com a direção artística de inúmeros filmes. A relevância do seu trabalho está bem patente nas obras que fez para edifícios públicos, onde estão incluídas pinturas que decoravam o salão nobre do Teatro Nacional D. Maria II.

 

A exposição vai estar patente até 27 de abril, de segunda a sábado, com entrada livre, no novo Espaço Polítécnico Lx, espaço recentemente inaugurado e concebido para receber mostras de cariz cultural e artístico. Paralelamente, e na sequência do cruzamento do percurso do mestre com o Teatro e Cinema, estão em exposição, na Escola Superior de Teatro e Cinema, na Amadora, trabalhos cenográficos e desenhos de Manuel Lima.

 

A inauguração do Espaço Politécnico Lx com a exposição do Mestre Manuel Lima é apenas a primeira de várias iniciativas que visam assinalar o 32.º aniversário do Politécnico de Lisboa, cuja cerimónia comemorativa vai decorrer a 3 de maio (quinta-feira), no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa.

 

Teaser da exposição disponível aqui.

 

Exposição Mestre Manuel Lima - Entrada gratuita

 

Horário

Dias úteis das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30

 

Espaço Politécnico Lx

Edifício dos Serviços da Presidência do IPL

Estrada de Benfica, 529

 

Museu da Farmácia: Ilustrador Isidro Ferrer em Lisboa

Ilustrador Isidro Ferrer em Lisboa, no Museu da Farmácia

 

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Dia 22 de março, quinta-feira, pelas 18 horas, inaugura no Museu da Farmácia em Lisboa a exposição “Os Sonhos de Helena” do ilustrador espanhol Isidro Ferrer. A exposição reúne as obras que ilustram a coletânea de textos de Eduardo Galeano “Los Sueños de Helena”, editada em 2011 pela editora Libros del Zorro Rojo.

 

Como complemento é ainda apresentado um conjunto de esculturas, da série “Funny Farm”, de produção artesanal e inteiramente em madeira e que nos dão a conhecer uma singular coleção de personagens.

 

Numa alusão ao tema, o projeto expositivo consiste numa instalação com cinco camas, elevadas a três metros de altura, sob as quais serão suspensas as ilustrações e objetos figurativos. No final da exposição, as camas serão doadas a uma instituição de solidariedade social.

 

Após a inauguração, pelas 19 horas, terá lugar a conferência “Al pan, pan, y al vino, pan”, durante a qual Isidro Ferrer contactará com o público e terá a oportunidade de desvendar alguns aspetos da sua abordagem ao processo criativo.

 

Isidro Ferrer, ilustrador e designer, é considerado um dos mais geniais e influentes ilustradores contemporâneos. Algumas das criações de maior visibilidade deste madrileno nascido em 1963 incluem ilustrações para o diário El País, separadores de continuidade para o Canal Plus, a imagem gráfica do centenário de Luis Buñuel ou o anúncio televisivo para o New Beetle da Volkswagen. Cabe-lhe também a conceção da imagem gráfica desta exposição.

Mais informações sobre o artista em: www.isidroferrer.com

 

A exposição temporária “Os Sonhos de Helena” resulta de uma parceria entre a ILUSTRARTE -Bienal Internacional da Ilustração para a Infância e a Área Cultural da Associação Nacional das Farmácias (ANF). A curadoria é de Eduardo Filipe e Ju Godinho, comissários da ILUSTRARTE, e o projeto expositivo dos arquitetos Pedro Cabrito e Isabel Diniz.

 

A exposição, com entrada livre, poderá ser visitada todos os dias, das 10h às 19h e até 30 de junho, no Museu da Farmácia, Rua Marechal Saldanha,1.

 

Neste Abril em Lisboa voltamos a trazer para a rua uma programação centrada nos direitos humanos

 

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Este é um mês em que pode ver uma exposição, assistir a uma peça de teatro e tocar piano na rua

 

Neste Abril em Lisboa voltamos a trazer para a rua uma programação centrada nos direitos humanos, através da palavra, da fotografia, do teatro e da música, este ano com um olhar especial para as histórias das mulheres e raparigas.

 

Começamos com a exposição Raparigas de Gaza, dia 6, na Alameda dos Oceanos, no Parque das Nações. O trabalho da premiada fotojornalista Monique Jaques sobre jovens mulheres que crescem na Faixa de Gaza, poderá ser visto numa mostra composta por mais de 20 fotografias construída especialmente para o espaço público.

 

As mulheres portuguesas também são protagonistas deste Abril em Lisboa na peça “Elas também estiveram lá – quotidianos de resistência e de revolução de mulheres”, uma criação do Teatro do Vestido, com direção de Joana Craveiro, que, entre 13 e 21 de abril, leva o público a passear entre a Avenida da Liberdade e a “sala da censura” do Cinema São Jorge.

 

À medida que nos aproximamos da data da revolução, vão surgir pianos na cidade… A partir de dia 20, entre as 10h e as 20h, cinco pianos, em cinco lugares, estão disponíveis para qualquer um/a experimentar tocar ao ar livre. E no dia 24 os cinco pianos juntam-se na Praça do Comércio para um concerto espontâneo a várias mãos.

 

No dia 25, o Museu do Aljube – Resistência e Liberdade festeja o seu terceiro aniversário, com propostas artísticas variadas incluindo os Dias da Memória, para a partilha de testemunhos e objetos de antigos reclusos políticos, e a dramatização de Joana Brandão baseada em entrevistas a mulheres presas pela PIDE.

 

Destaque ainda para uma nova edição do Festival Política, no cinema São Jorge, que durante quatro dias apresenta sessões de cinema, debates, workshops e atividades para crianças, dando enfoque, nesta segunda edição, às questões de género e da não-discriminação.

 

Com esta programação, que celebra ainda a descoberta do Teatro Romano e sugere uma visita aos Paços do Concelho, a EGEAC convida novamente a cidade para preservar a memória e os valores nascidos a 25 de abril bem com a sua aplicação no presente.

 

Inauguração da exposição "DO ORIENTE VEM A LUZ"

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Após alguns meses de obras de beneficiação, a Livraria Sá da Costa – Galeria reabre no próximo dia 8 de Maio com a exposição
“DO ORIENTE VEM LUZ - A Sabedoria Universal,dedicada a Helena Blavatsky.
Esta mostra consta de dois módulos, um dos quais é este que se apresenta na Sá da Costa e o segundo é a exposição fotográfica de Carlota Mantero, intitulada “O Deserto - projecto inspirado pela viagem do casal Roerich ao Gobi", patente na Sociedade Nacional de Belas Artes a partir de 4 de Maio.

Comemorações do 44.º aniversário do 25 de abril em Palmela | destaques de programação

44.º aniversário da Revolução dos Cravos assinalado por todo o concelho

 

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O 44.º aniversário do 25 de abril é comemorado em todo o concelho de Palmela, com um vasto conjunto de iniciativas, promovidas pela Câmara, Juntas de Freguesia e Movimento Associativo.

            O extenso programa que assinala o aniversário da Revolução dos Cravos, em todas as freguesias, inclui atividades que abrangem diversas áreas de expressão cultural e artística e de convívio, prolongando-se além do mês de abril. Destacam-se as exposições “A PIDE em Pinhal Novo – Para que a Memória não esmoreça” e “Dançar Abril”; os espetáculos musicais com a Banda do Andarilho, a Orquestra Ligeira da SIM e o Conservatório Regional de Palmela; a Oficina Infantil “Zeca Afonso. Sabes quem é?” e a habitual sessão solene da Assembleia Municipal de Palmela.

           

Destaques de programação

 

3 de abril a 11 de maio | Cine-teatro S. João, Palmela

Exposição “A PIDE em Pinhal Novo – Para que a Memória não esmoreça”

 

22 de abril

10h00 | Centro Comunitário de Águas de Moura

15h00 | Sociedade de Cultura e Recreio do Povo do Bairro Alentejano

Oficina Infantil “Zeca Afonso. Sabes quem é?”

 

24 de abril

22h00 | Auditório Municipal de Pinhal Novo

Banda do Andarilho

 

22h00 | Sociedade de Instrução Musical, Quinta do Anjo

Orquestra Ligeira da SIM

 

25 de abril a 2 de junho | Centro Cultural de Poceirão

Exposição Fotográfica em grande formato “Dançar Abril”

 

25 de abril

11h00 | Biblioteca Municipal de Palmela

Sessão solene da Assembleia Municipal

 

21h30 | Cine-teatro S. João, Palmela

Espetáculo musical - Conservatório Regional de Palmela

 

Exposição «All off» na Galeria SALA 117 prolongada até 28 de abril

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O sucesso que tem constituído a exposição «All off», na Galeria SALA 117, no Porto, levou a que a exibição seja prolongada até ao próximo dia 28 de Abril. É mais uma oportunidade para visitar uma mostra com desenhos da autoria de Andreia Santana, Dayana Lucas, Diogo Tudela e Nuno Henrique e curadoria de Luís Albuquerque Pinho e Luís Pinto Nunes.

Partindo de uma seleção de projectos artísticos que compreendem um exercício de acção reflexo de um método de organização de conteúdos e elaboração de pensamentos, a exposição «All off» tem no desenho o seu foco principal, permitindo entender as lógicas de cada um dos autores.

De acordo com os curadores “quando observamos um desenho, conseguimos facilmente identificar as hesitações de quem o realizou, as alterações à forma que este sofreu, as suas definições de materiais e de expressividade”, lembrando que “são várias as características do desenho: o suporte, os materiais e técnicas, a gestualidade e maneirismo, que se tornam identitárias da tipologia do desenho e também do seu autor”.

A exposição «All off» observa esta questão da organização e sistematização de métodos de pensamento, resultantes da escassez de tempo disponível para fazer este exercício do ‘desenho’, que admite o erro e o estudo de hipóteses. As associações entre cada uma das obras em exposição vivem da lógica do pensamento e das suas lacunas, partindo de uma pureza muito objectiva dos materiais, luz, metal, papel e vidro, nos seus estados puros, transmitindo uma genuinidade de execução que se deixa envolver pela densidade de cada um.

Sobre os autores

Dayana Lucas nasceu em Caracas, em 1987, e foi um dos membros fundadores da Oficina Arara no Porto (com Miguel Carneiro, Luis Silva e a dupla de artistas Von Calhau!). Esta plataforma de produção representou, a partir de 2010, uma viragem na perceção pública da importância do experimentalismo possível no âmbito das artes gráficas, não só na vertente produtiva (pensando modos de produção próximos do DIY e na rentabilização social e artística desses mesmos meios de produção), como também tornando visível a presença de uma arte tendencialmente interventiva e anónima no espaço público.

Diogo Tudela nasceu no Porto, em 1987, e é programador e pesquisador independente cuja prática envolve ficção teórica, computação especulativa, práticas de simulação e mecatrônica. Concluiu a Licenciatura em "Som e Imagem" em 2009 e o Mestrado em Artes Digitais em 2011, ambos na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa. Tem exposto trabalho em eventos e espaços como "Future Places", "Serralves em Festa", "Olhares de Outono", "Semibreve Festival", "Projeto I.M.A.N.", Passos Manuel, Theatro Circo, Plano B, Gare e Maus Hábitos. Recentemente, concebeu e leccionou alguns workshops em Serralves.

Nuno Henrique nasceu no Funchal em 1982 e vive e trabalha entre Nova Iorque, Lisboa e a Ilha da Madeira. Em 2016 concluiu o programa de Mestrado em Belas Artes no Pratt Institute em Nova Iorque. Licenciou-se em Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto (2005). Das exposições que participou destacam-se, as individuais, como «Revolver cobras e pedras», Módulo Centro Difusor de Arte, Lisboa (2017), «o livre uso dos elementos», Museu do Dinheiro-Banco de Portugal, Lisboa (2016), «ЯATƧ», Rooster Gallery, Nova Iorque (2015) ou «Flores; Frutos; Hojas; Savia; Tallo. O Grande Atlas do Mundo», Twin Gallery, Madrid (2014). De entre as coletivas, destaque para  «Our Anthropocene: Eco Crises», The Center for Book Arts, Nova Iorque (2018), «Estradas Secundárias» com Samuel Silva, Laboratório das Artes, Guimarães (2013) ou «Paisagem e Natureza na Arte Contemporânea Portuguesa», Museu de Évora (2013).

Andreia Santana nasceu em Lisboa em 1991, cidade onde vive e trabalha. Concluiu a licenciatura em Artes Plásticas na ESAD - Escola de Artes e Design de Caldas da Rainha e participou do Programa de Estudos Independentes em Artes Visuais da Maumaus / Lumiar Cité em Lisboa. Desde 2013, tem participado em vários programas de residências artísticas, nomeadamente a Residency Unlimited em Nova York com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Ganhou o Prémio NOVO BANCO Revelação em 2016 e o ​​Prémio de Escultura D. Fernando II, exibindo regularmente o seu trabalho em Portugal e no estrangeiro, destacando-se as exposições «História da Falta» no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto (2017), «New Skin, Old Stone» no Old School, com curadoria de Susana Pomba, Lisboa (2017) ou «No water on the other’s edge» na Galeria Mieszkanie Gepperta, Wroclaw.

 

Sobre a Galeria SALA 117

A galeria SALA 117 é um projeto que visa trazer ao diálogo perspetivas plurais sobre as práticas artísticas contemporâneas, ao cruzar as linguagens e perceções estético-artísticas presentes nas obras de artistas consagrados e no trabalho de jovens artistas. A galeria procura redimensionar a experiência estética a partir da procura de novas dinâmicas expositivas. Nesse sentido, o espaço no nº 200 da Rua Damião de Góis, no Porto, responde à missão de desenvolver um ambiente alternativo ao movimento artístico dominante que agita a cidade, criando um novo ponto de encontro entre artistas, arte e público.

Exposição celebra 12 anos da Orquestra Nova de Guitarras | 28 de abril a 2 de junho - Auditório Municipal de Pinhal Novo

Exposição celebra 12 anos da Orquestra Nova deGuitarras

 

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A exposição comemorativa do 12.º aniversário da Orquestra Nova de Guitarras (ONG), com direção artística de Raquel Rita, vai estar patente no Auditório Municipal de Pinhal Novo, de 28 de abril a 2 de junho. A mostra, que conta com o apoio do Município de Palmela, está em itinerância, para dar a conhecer o trabalho da orquestra a todo o concelho. Pretende-se divulgar a história da ONG desde o seu início até ao presente, mostrando o seu crescimento e evolução, através de uma linha temporal fotográfica, bem como dos cartazes referentes aos seus concertos, nacionais e internacionais.

Entretanto, no dia 5 de maio, às 21h00, a ONG apresenta o concerto “A Origem”, no Cine-teatro S. João, em Palmela, iniciativa que conta também com o apoio do Município. Com direção musical do maestro Miguel Madaleno e duração de cerca de uma hora e meia, o concerto promete surpreender as/os espetadoras/es, viajando pelas distintas sonoridades que têm vindo a construir a essência musical da ONG. Bilheteira e informações: 960 317 046, geral@onguitarras.com ou www.onguitarras.com.

 

“Herança Cultural Palestiniana” em exposição na Biblioteca de Palmela até 26 de abril

Em exposição até 26 de abril

“Herança Cultural Palestiniana” na Biblioteca de Palmela

 

 

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A Biblioteca Municipal de Palmela acolhe, até 26 de abril, a exposição “Herança Cultural Palestiniana – História e Luta”. Esta mostra contempla fotografias de vistas panorâmicas de Jerusalém e dos seus monumentos mais emblemáticos, bem como diversas peças de artesanato decorativas, ornamentais e de vestuário, que nos dão a conhecer um pouco mais sobre a cultura e a História da Palestina.

A exposição foi inaugurada no dia 15 de março, com a presença de Nabil Abuznaid, Embaixador da Missão Diplomática da Palestina em Portugal, no âmbito da iniciativa “Solidariedade com a Palestina”, promovida pelo Município de Palmela, com o Alto Patrocínio do Embaixador da Palestina e o apoio do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e Pela Paz no Médio Oriente.