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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Exposição “30 Anos de Leitura Pública – Pessoas, Palavras e Poemas!”

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A Exposição “30 Anos de Leitura Pública – Pessoas, Palavras e Poemas!” está a percorrer as bibliotecas municipais do concelho da Moita. De 6 a 30 de janeiro, estará patente na Baixa da Banheira.

 

Ao longo de três décadas, as bibliotecas têm desenvolvido um conjunto de projetos dirigidos à comunidade educativa, aos utentes dos lares, às crianças e famílias e à população em geral. Muito mais do que um local onde se pode aceder à informação, o papel das bibliotecas municipais tem sido essencial na manifestação das mais variadas práticas artísticas, trabalhando com parceiros, disponibilizando espaços, promovendo e incluindo na sua programação um conjunto de ações com vista à fruição artística e cultural. São essencialmente centros de aprendizagem e partilha onde é possível, através das múltiplas atividades existentes, envolver a comunidade em projetos diversificados.

Os autores locais fazem, pois, parte deste universo. São pilares essenciais na dinâmica e na vida das bibliotecas e a sua participação nas mais variadas ações constitui um importante elo de ligação territorial e de reforço comunitário.
Por isso, a Câmara Municipal da Moita lançou o desafio aos “poetas nossos munícipes”: escrever um poema sobre as bibliotecas para integrar a “Exposição 30 anos de Leitura Pública – Pessoas, Palavras e Poemas!”.

 

Exposição Fluxos, de Roberto Santandreu, na SNBA a partir de 7 de janeiro de 2021

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A SNBA e o fotógrafo Roberto Santandreu apresentam a partir das 15h00 de 7 de janeiro, na Galeria de Arte Moderna a exposição Fluxos.

 

Com curadoria do pintor Jaime Silva, Roberto Santandreu apresenta 26 fotografias de grande dimensão (1410x910mm) impressas em papel Canson, dando a ver o invisível, real reduzido, sintetizado, em tampas de esgoto, no chão de várias cidades.

 

A exposição com entrada livre, estará aberta de segunda a sexta-feira, das 12h00 às 19h00 e aos sábados das 14h00 às 19h00. Encerra aos domingos e dias feriados e respeita as normas emitidas pela DGS e pelo Governo Português, nomeadamente quanto à lotação de espaços interiores e ao uso obrigatório de máscara.

CCB - Garagem Sul | Debate de encerramento da exposição "O Mar É a Nossa Terra" > sábado, dia 9 janeiro às 11h00

Como é que as circunstâncias ambientais e ecológicas dão forma

e sentido às práticas de construção da paisagem e da arquitetura?

Como é que o bacalhau constrói o espaço em que vivemos?

 

Debate de encerramento da exposição

O Mar É a Nossa Terra

 

CCB ▪  9 janeiro ▪ 11h00 ▪ Garagem Sul+ transmissão online em direto

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Como é que as circunstâncias ambientais e ecológicas dão forma

e sentido às práticas de construção da paisagem e da arquitetura?

Como é que o bacalhau constrói o espaço em que vivemos?

Descarga de bacalhau nos armazéns frigoríficos da Comissão Reguladora do Comércio de Bacalhau, Porto, sem data. Cortesia de Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim

 

Para concluir o programa paralelo à exposição O Mar É a Nossa Terra, esta sessão vai combinar duas apresentações numa conversa em torno do bacalhau. Karl Otto Ellefsen, professor na Escola de Arquitetura e Design de Oslo, vai apresentar as várias etapas e processos de urbanização associados à pesca do bacalhau no norte da Noruega. André Tavares, co-curador da exposição e programador da Garagem Sul, trará alguns exemplos de construção equivalentes na Terra Nova e em Portugal. À conversa com Diego Inglez de Souza, regressa-se à questão fundamental da exposição: como é que as circunstâncias ambientais e ecológicas dão forma e sentido às práticas de construção da paisagem e da arquitetura? Como é que o bacalhau constrói o espaço em que vivemos?

Este debate está inserido no programa Arquitetura do Bacalhau, financiado pelos EEA Grants Portugal através do Fundo para Relações Bilaterais.

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Idioma do evento: inglês

Pode assistir ao debate presencialmente na Garagem Sul ou através da transmissão em direto nesta página.

DO PRINCÍPIO PARA O FIM E VICE-VERSA - BOM ANO NOVO!

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Na Monumental, saímos de 2020 no Princípio e entramos em 2021 no Fim da Paisagem, que inaugurará a 21 de Janeiro. Tanto confinamento só podia resultar no lá fora como desejo. 
Se na exposição de Pedro Chorão, O Princípio da Paisagem, éramos levados aos lugares onde o mar, o nosso grande azul inicial, encontra a costa (Yvette Centeno o disse num belissimo poema motivado pela exposição, "Princípios II": "Quem diria/ que para lá/ do azul imenso/ do Vazio/ nasciam já/ outras Formas/ outras Cores/ e que eram já o/ Princípio?"), agora surge uma conspiração de três artistas — Manuel San-Payo, Miguel Mira e Miguel Navas —para pôr em diálogo visões de espaços abertos, florestas, águas calmas, linhas de horizonte onde a paisagem promete terminar. Onde está, e qual é, O Fim da Paisagem?

2020 foi um ano estranho para todos. Na Monumental registámos várias baixas: as do calendário acabaram por ser as menos importantes. Das 15 exposições individuais que tínhamos programadas, realizaram-se 6 — as de Teresa Almeida e Silva e Américo Filipe (Meco),até final de Fevereiro; as de Margarida Lagarto e Bárbara Assis Pacheco, que "confinaram" uma semana após a inauguração, quando o mundo fechou, e foram prolongadas até ao Verão; a de Pedro Chorão e; a fechar o ano, uma exposição de Rui Cunha Viana que estava programada para Setembro e se veio a chamar História Incompleta do Senhor Valentim, sendo que o artista morreu durante o Verão. Uma das duas baixas (com a de Luísa Valente) que temos verdadeiramente a lamentar. Também a 2ª edição da Draw London, em que participaríamos, pela segunda vez, em Abril, tombou com a pandemia — esperemos que regresse em 2021.


Ainda assim, participámos em quatro feiras este ano, nem todas em moldes tradicionais: estivemos presencialmente na Drawing Room Madrid e na Drawing Room Lisboa, e virtualmente na Drawing Room Store, que prolongou a exposição de trabalhos dos artistas até 31 de Dezembro, e na Pinta Miami, a convite do curador Roc Laseca, com um Solo Project de João Gomes Gago, entre 2 e 15 de Dezembro.
Aproveitámos os bons exemplos das feiras on-line e realizámos a tradicional mostra de Pequenos Formatos no Facebook e no Instagram da Monumental, prolongando-a de 11 a 19 de Dezembro. Foi uma experiência exaustiva mas muito compensadora: tivemos a participação de 65 artistas e de muitos dos nossos habituais clientes, bem como de muitos novos clientes e visitantes. O resultado final superou o das edições "ao vivo" e anotámos melhoramentos a fazer noutra eventual futura edição. 
Iniciámos ainda o nosso programa de residências artísticas, com uma residência de João Gomes Gago que se prolongará até Março.



O resto não é só paisagem — temos uma programação rica e variada para 2021. Pode ser que o ano dê uma ajuda. Assim esperamos, para todos nós e para todos vós. Bom Ano Novo!

 

A Casa das Artes - Porto recebe 2021 com "Give me truth! Cumplicities"

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Inaugura a 9 de janeiro, a exposição que abre a programação de 2021 na Casa das Artes - Porto: "Give me truth! Cumplicities".

"Give me truth! Cumplicities" é uma exposição de "verdade", sem o artigo definido a antecedê-la; apresenta, somente, acordo entre objeto pensado e pensamento. A exposição toma como matéria concreta os cruzamentos disciplinares entre as artes visuais e as artes performativas, na arte contemporânea. Apresenta pesquisas individuais de três artistas-investigadores de gerações sequenciais - Hugo Ferreira e Nuno M. Sousa; Marta Ramos; Sebastião Paz Costa - que, ao perseguirem uma proposta credível no campo da arte contemporânea, se aventuram em processos de criação abertos e híbridos, a que é inerente uma transferência de códigos, procedimentos e modos de registo entre disciplinas artísticas. A "verdade" das várias pesquisas individuais em exposição revela-se depositada sobre um longo dispositivo horizontal, que se instala a libertar a galeria da Casal das Artes.

A exposição irá sendo progressivamente atualizada pela estreia de uma peça inédita de cada um dos três artistas-autores em exposição. As estreias acontecem a 23 e 30 de janeiro e a 14 de fevereiro, sempre aos domingos, às 10h30, seguidas de conversa sobre o tema que dá mote à peça.
"Give me truth! Cumplicities" encerra a 21 de fevereiro.

A exposição tem curadoria Fpoetics®.

Exposição "Primeiras Impressões de uma Paisagem" na Solar

EMARP - Atividades culturais dezembro 2020

IMPULSO SOCIAL

 

Por Teia D'Impulsos
 
Até 8 de janeiro de 2021
Dias úteis das 8h30 às 17h30

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Até ao próximo dia 8 de Janeiro pode visitar no espaço público de Atendimento da EMARP a exposição “Impulso Social”, demonstrativa da atividade da Teia D’Impulsos.

Esta exposição mostra o trabalho desenvolvido ao longo dos 9 anos de existência desta associação sem fins lucrativos criada em Março de 2011 e cujo principal objetivo é o desenvolvimento de projetos de cariz social, cultural e desportivo.

Embora a iniciativa mais visível seja a realização, já lá vão 8 anos, da “Rota do Petisco”, uma tradição que normalmente se realiza na época baixa da restauração, que mobiliza grupos de amigos para o petisco mas ao mesmo tempo, e através de um passaporte solidário, já conseguiu angariar 140mil euros para diversos projetos sociais.

Além desta iniciativa, a Teia d’Impulsos, em parceria com o Portimonense Sporting Clube, organiza “À Bola Para Ajudar” em que o bilhete para o futebol são alimentos recolhidos para serem doados a pessoas carenciadas em instituições sociais.

Mas esta associação também dinamiza a “Vela Solidária” que usa este desporto para valorizar a qualidade de vida de pessoas portadoras de deficiência, as férias inclusivas para a comunidade algarvia (o “FICA”) um campo de férias que potencia o desenvolvimento de competências em crianças e jovens com ou sem deficiência, o “HOPE” para melhorar a qualidade de vida dos doentes oncológicos do Barlavento Algarvio, a “Vela Adaptada”, projeto terapêutico desportivo para a inclusão e realização pessoal em pessoas com limitações físicas ou cognitivas, e também estimula os “Convocados para Ajudar”, onde através da entreajuda social de alguns parceiros se angariam alimentos para o Refeitório Social da Nossa Senhora do Amparo.

Com apenas 748 sócios a Teia D’Impulsos já apoiou 39 projetos de índole social que originaram 1.588 ações, com um impacto significativo a nível local e regional. E é este trabalho que está refletido na exposição “Impulso Social”.

SERRALVES // 21 DEZ 16H00 // SERRALVES EXPÕE OBRA DE ANGELA BULLOCH NO AEROPORTO DO PORTO

As microcâmaras dos polícias que captam tudo e narram uma história real de violência e crime nos EUA

SERRALVES EXPÕE OBRA DE ANGELA BULLOCH NO AEROPORTO DO PORTO

 

ANGELA BULLOCH

HEAVY METAL STACK OF SIX | AEROPORTO DO PORTO

Aeroporto do Porto

10 DEZ 2020 - 30 JUL 2021

INAUGURAÇÃO: 21 DEZ, SEG, 16H00

 

ANGELA BULLOCH| HEAVY METAL STACK OF SIX é uma exposição realizada a partir de obras da Coleção de Serralves, a ser apresentada no Aeroporto do Porto, no âmbito de mais uma iniciativa da parceria entre a Fundação de Serralves e a ANA Aeroportos, sua fundadora. Esta iniciativa tem permitido a experiência de exibir obras da Coleção de Serralves no interior do aeroporto. Depois de nos anos anteriores ter recebido obras da Coleção de Serralves de artistas como do vietnamita Dannh Vö e do espanhol Juan Muñoz ou dos portugueses Pedro Cabrita Reis e Joana Vasconcelos, o Aeroporto do Porto recebe agora uma obra da britânica Angela Bulloch.

 

Esta iniciativa integra-se num programa de itinerâncias de exposições e apresentação de obras da Coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição com o objetivo de tornar este acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país. Este programa percorre o país, apresentando diferentes exposições e obras em mais de 30 locais e municípios, cumprindo assim a Fundação de Serralves a sua missão de apoio efetivo à descentralização da oferta cultural.

 

ANGELA BULLOCH

HEAVY METAL STACK OF SIX | AEROPORTO DO PORTO

 

FOTOS: https://we.tl/t-3deHkSqGe8  © Fundação de Serralves

 

Angela Bulloch pertence a uma geração de artistas britânicos que emergiu no final da década de 1980. O trabalho de Bulloch examina os sistemas que estruturam o comportamento social, jogando com as nossas formas de construir e integrar informação. As suas instalações multidisciplinares fundem o rigor conceptual com a sensualidade e o humor. Heavy Metal Stack of Six [Pilha de seis metais pesados] faz parte de um grupo de esculturas recentes nas quais a artista usa formas digitalmente modeladas para criar colunas-totem que, emanando embora uma aura de perfeição na fusão rigorosa dos seus losangos empilhados revestidos a pó, geram um conjunto de variações percetuais que dependem da perspetiva física do observador.

 

Produção: Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto

 

Exposição "Um realismo cosmopolita: o grupo KWY na coleção de Serralves"

 

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A Fundação de Serralves continua a proporcionar exposições em Torres Vedras a partir da sua coleção de arte.

Um realismo cosmopolita: o grupo KWY na coleção de Serralves é a mais recente mostra que esta fundação leva à Paços – Galeria Municipal de Torres Vedras, a qual foi inaugurada esta quarta-feira, dia 16 de dezembro.

No respetivo ato inaugural estiveram presentes a presidente da Fundação de Serralves, Ana Pinho, bem como o presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Carlos Bernardes, e a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Torres Vedras, Ana Umbelino, tendo na ocasião a curadora da referida exposição, Joana Valsassina, efetuado uma visita guiada à mesma.

De referir que a mostra em torno do trabalho do grupo KWY que está a ser apresentada em Torres Vedras foi concebida a partir de uma exposição comissariada em 2015 por Catarina Rosendo para o Museu de Arte Contemporânea de Serralves. A mostra Um realismo cosmopolita: o grupo KWY na coleção de Serralves é uma iniciativa que se integra num programa de exposições e apresentação de obras da coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição, o qual tem o objetivo de tornar o acervo da referida fundação acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.

Refira-se que, constituído pelos artistas portugueses Lourdes Castro, René Bertholo, António Costa Pinheiro, João Vieira, José Escada e Gonçalo Duarte, pelo búlgaro Christo e pelo alemão Jan Voss, o grupo KWY congregou-se em Paris em torno da edição da revista homónima, a qual foi publicada entre 1958 e 1964. Este grupo foi responsável pela abertura da arte portuguesa ao contexto internacional, dando impulso a um dos períodos mais estimulantes da cultura europeia no século XX.

No seu conjunto, a referida exposição demonstra “como o interesse, simultaneamente entusiasta e crítico, pelas novas configurações do real, pelos objetos e acontecimentos quotidianos, pela sociedade de consumo e pela omnipresença da imagem no espaço público é um sinal de como a arte se pode colocar no centro dos acontecimentos socioculturais do seu tempo”.

A mostra Um realismo cosmopolita: o grupo KWY na coleção de Serralves pode ser visitada na Paços – Galeria Municipal de Torres Vedras, diariamente, entre as 10h00 e as 13h00 e as 14h00 e as 18h00, até ao próximo dia 21 de fevereiro.

No âmbito desta exposição será desenvolvido um programa paralelo de exploração pedagógica da mesma, que inclui ações como visitas guiadas, oficinas para famílias e uma ação de formação para professores, educadores e mediadores artísticos.

RUI MASSENA ABRE CICLO “ZET GALLERY MUSIC SESSIONS”

Maestro e artista plástico encerram programação 2020 da galeria do dstgroup

 

NO DIA EM QUE JOÃO LOURO APRESENTA EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL

 

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*Concerto de piano a solo marca pré-abertura da exposição “ABOUT TODAY”,

 

A zet gallery encerra a programação de 2020 com  o lançamento de uma iniciativa inovadora que abre mais uma porta na já diversificada oferta cultural e artística da galeria, projeto para as artes visuais do dstgroup. Trata-se da primeira edição das zet gallery music sessions, uma iniciativa inovadora que se estreia com o maestro Rui Massena, que atuará, a solo e ao piano, amanhã,  às 19 horas. À mesma hora, terá lugar a pré-abertura da última exposição do ano da zet gallery, “ABOUT TODAY”, assinada pelo artista João Louro e que poderá ser visitada durante o fim-de-semana (19 e 20 de dezembro),  entre as 9h30 e as 12h30, contando com a presença do artista.

O lançamento das  zet gallery music sessions amplificam o âmbito da programação da zet gallery que abraça, desde já, o ano de 2021 “com um projeto que tem como objetivo a promoção de concertos intimistas, no contexto das exposições patentes na galeria e sem palco, reservados a duas dezenas de espetadores mas com transmissão streaming de alta qualidade através do Facebook e do Instagram, tanto da zet gallery como do dstgroup”, adianta Helena Mendes Pereira, diretora da zet gallery.

Com as zet gallery music sessions, que terão periodicidade mensal, “o projeto originalmente criado pelo dstgroup com o propósito de promover e comercializar obras de arte de autores contemporâneos, afirma-se cada vez mais como um espaço de programação cultural transversal e de excelência, que reforça a sua ação interveniente na Pólis”, afiança a também curadora da galeria. “A zet gallery quer crescer enquanto Ágora, ou seja, lugar de debate e reflexão, a partir das práticas artísticas contemporâneas, sobre as problemáticas do nosso tempo, contribuindo para a construção de um ambiente global de cidadania que tem na literacia das artes e da cultura a sua base”, sublinha apontando ainda 2020 “como um ano de aproximação crescente a esta nossa vocação”.

“ABOUT TODAY” é o nome da nova  exposição individual de João Louro

Até 27 de março de 2021, a zet gallery apresenta ABOUT TODAY, uma exposição individual de João Louro dedicada à Mulher, com curadoria de Helena Mendes Pereira. Através de uma seleção de cerca de dezena e meia de trabalhos, produzidos entre 1995 e 2019, a maioria dos quais de exibição inédita, a exposição evidencia “o caráter premonitório e reflexivo da obra de João Louro e o  olhar inquieto e atento do artista sobre o mundo,  que há muito nos habituou às suas perguntas”, revela a curadora.

João Louro é , na opinião de Helena Mendes pereira, “um dos mais destacados artistas da sua geração e a sua obra convoca influências neoconceptuais e do minimalismo, associadas a um certo expressionismo na cor e a um quadro de referências da literatura, do cinema e da História, em que reforça a importância da palavra, já que, para o artista, ‘a palavra é invenção. Ela é o verdadeiro laboratório. É experiência’”. A exposição, que agora se inaugura, “expressa-se a partir de diferentes meios, ainda que não se possa negar que a bidimensionalidade e pictoralidade próprias da pintura sejam o fio condutor das propostas”, conclui.

Assim, “Arte”, a série de trabalhos que integram “História do Crime”, The Plagues”, “L’Avenir Dure Longtemps”, “Love”, “Cover #18 (Dylan Thomas)”, “Et Dieu Créa la Femme”, “From Left to Right #7”, “Clockwise from Abose #2”, “Blind Image #221”, “Le Mort Homme #1” e “Man Is a Being Made of Scars” integram o mapa expográfico que, ao longo de quase sete anos de história, têm preenchido e dinamizado a galeria de arte contemporânea, fundada por José Teixeira, CEO do dstgroup.

 

zet gallery

A zet gallery é um espaço físico de características excecionais, situado no centro de Braga, com uma área de exposição de 800 m2, distribuída por diferentes salas, apoiadas por um pequeno auditório, sala para a realização de oficinas de artes plásticas e outros espaços de apoio, onde se incluem áreas de reservas, devidamente equipadas para acondicionar obras de arte.

Horário da galeria: 14h00 às 19h00, de segunda-feira a sábado. Outros horários disponíveis por agendamento

Morada: zet gallery, Rua do Raio 175,  4710-923 Braga | www.zet.gallery