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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Inauguração da Exposição DA ÁRVORE À EMBALAGEM de Maria Bargado I Sexta-feira, 28 set, às 21h I Galeria de Arte da Imargem



Exposição "DA ÁRVORE À EMBALAGEM" de Maria Bargado

Inauguração sexta-feira, 28 set 2018, às 21h, na Galeria de Arte da Imargem

Patente até 16 outubro 2018

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HORÁRIO: TERÇAS 14H-20H E QUINTAS 9H30-13H 16H-20H

 

 

 

ÁRVORE-PAISAGEM-PAPEL-EMBALAGEM

Serigrafia--Pasta de Papel--Linogravura

 

A sustentabilidade do planeta não é um assunto recente, torna-se cada vez mais importante e urgente referirmos os aspectos que levam as reservas naturais a escassear e no futuro poderem vir a ser inexistentes. Um dos aspectos é o excesso de consumo supérfluo, do não-essencial, próprio de uma sociedade que precisa urgentemente de alterar os seus hábitos. Não é apenas uma questão cultural, mas também, uma questão política.

 

 

 

APOIO CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA

 

 

 

GALERIA DE ARTE DA IMARGEM

Rua Torcato José Clavine, nº19 - Piso 03 2800-710 ALMADA

21 273 12 72 I imargem.arte@gmail.com I www.imargem82.wordpress.com

 

 

zet gallery inaugura coletiva de pintura | exposição junta autores de várias gerações

00De 14 de setembro a 10 de novembro com entrada livre

ZET GALLERY INAUGURA EXPOSIÇÃO COLETIVA

 “DUALIDADES OU A ESSÊNCIA DA INCORPORAÇÃO”

*Seleção multigeracional de cinco autores marca o regresso à pintura da galeria de Braga

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A zet gallery, em Braga, inaugura na próxima sexta-feira, às 18h30, a exposição “DUALIDADES OU A ESSÊNCIA DA INCORPORAÇÃO”, uma coletiva que reúne cinco  propostas artísticas que partem da pintura para a construção dos objetos e questionam conceitos como figuração e abstração, barroco e minimal, som e silêncio, erotismo e naïf.

Partindo de uma seleção de autores multigeracional, a nova exposição da zet gallery é, de acordo com Helena Mendes Pereira, curadora da galeria, “um regresso à pintura (ready made historicista) e à interpelação do espaço expográfico como cubo branco da construção dos sonhos”.

Alexandre Coxo (n.1987), André Lemos Pinto (n.1976), Fátima Santos (n.1983), Maria João Oliveira (n.1946)  e a dupla Sofia Leitão & Henry Nesbitt são os cinco artistas convidados para este “ready made historicista” na zet gallery, onde “deixamos entrar as dúvidas dos artistas e as nossas, negando a inspiração como único e último reduto”, como sublinha a também curadora da exposição Helena Mendes Pereira.

“No primeiro confronto com os artistas e as obras que integram a nova exposição da zet gallery, o visitante compreenderá, não só o domínio da pintura, como a prevalência de composições que partem dos elementos base da geometria – ponto, linha e plano – e que se articulam através de exercícios pictóricos diferenciados por paletas identitárias de perfis e de quadros conceptuais”, adianta a curadora, acrescentando ainda que “a cor é o que nos prende à chegada, multifacetadamente aplicada sobre a combinação de elementos, abstrato-geométrico ou geométrico-figurativos, saltando em texturas ou em aplicações tridimensionais”.

A exposição, de entrada livre, está patente até dia 10 de Novembro. A seleção de obras de arte poderá ainda ser visitada online em www.zet.gallery.

zet gallery

A zet gallery é um espaço físico de características excecionais, situado no centro de Braga, com uma área de exposição de 800 m2, distribuída por diferentes salas, apoiadas por um auditório, sala para a realização de oficinas de artes plásticas e outros espaços de apoio, onde se incluem áreas de reserva de obras de arte.

Horário da galeria: 14h00 às 19h00, de segunda-feira a sábado. Outros horários disponíveis por agendamento.

Morada: zet gallery, Rua do Raio 175, 4710-923 Braga | Site: www.zet.gallery

Importância do design como fator de transformação social :: Exposição Presente Futuro patente até 21 de outubro

A exposição fora de portas do MUDE acaba de inaugurar e estará patente no Amoreiras Shopping Center até 21 de outubro. O objetivo passa por sensibilizar e consciencializar o público para a importância do design como fator de transformação social, de modo a contribuir para a formação de utilizadores mais informados, conscientes e criativos.

 

Joalharia Medicamente Prescrita - Olga Noronha ©

 

A exposição “Presente Futuro. Design para a mudança” chega aos corredores do Amoreiras com vinte e quatro propostas de design que cobrem setores tão variados como saúde e nutrição, desporto, mobilidade, segurança, educação, entre outros. O denominador comum é serem um barómetro do presente em mudança, ao contribuírem de diferentes maneiras para uma alteração de atitudes, comportamentos e valores.

 

As peças em exposição são referentes a trabalhos desenvolvidos em Portugal por vários coletivos de autores, empresas, instituições de ensino ou centros de investigação, de norte a sul do país, que se associam a esta iniciativa enquanto parceiros. São produtos, serviços e iniciativas nas áreas de design de produto, design de moda e design gráfico, que fazem parte do futuro comum, muitas peças que inclusivamente já foram distinguidas a nível internacional.

 

 

 

Projeto “Uma imagem, mil memórias” em exposição até outubro | Cineteatro S. João, Palmela

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Até ao próximo mês de outubro, é possível visitar a exposição “Uma imagem, mil memórias”, que está patente no Cineteatro S. João, em Palmela. Esta mostra apresenta o projeto de recolha de fotografia do Município e o seu percurso, iniciado em 2011, com as primeiras iniciativas de divulgação e contributos, até à criação da página na rede social facebook.

O projeto de recolha de fotografia “Uma imagem, mil memórias” dedica-se à compilação de fotografias antigas do concelho, pertencentes a entidades públicas e privadas, singulares e coletivas, para as digitalizar e preservar. Pretende-se a criação de um repositório de imagens do concelho, que promova a sua salvaguarda e permita a sua partilha, assim como das inúmeras memórias associadas a cada imagem, espelho das nossas vivências e da nossa história enquanto comunidade.

A exposição, em exibição no foyer do Cineteatro, destaca as imagens e os álbuns/vídeos/temas mais vistos e gostados da página. Visite a exposição e acompanhe o projeto em www.facebook.com/umaimagemmilmemorias/.

 

Exposição "Nos Passos de Santo António - Uma Viagem de Gonçalo Cadilhe"

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O Museu de Lisboa convida para a exposição de fotografia Nos Passos de Santo António. Uma Viagem de Gonçalo Cadilhe, no dia 19 de junho, terça-feira, às 18h30, no Museu de Lisboa - Santo António. 

Gonçalo Cadilhe revisita um percurso feito há oito séculos e descobre um dos maiores viajantes da História de Portugal: Santo António.

António, o Santo português de Pádua, viajou durante dez anos numa época em que as estradas tinham desaparecido, o sistema cambial ainda não fora inventado, os idiomas não se traduziam em dicionários, os mapas não existiam. Gonçalo Cadilhe refaz a grande viagem deste franciscano, que durou os últimos dez anos da sua vida.

Depois do livro “Nos passos de Santo António” editado em 2016 e do documentário com o mesmo nome emitido pela RTP a 13 de junho de 2017, esta coleção de fotografias, com um cunho pessoal de Gonçalo Cadilhe, apresenta uma seleção dos lugares fundamentais da vida de Santo António na perspetiva de um viajante moderno, mochileiro e laico. A estrada foi a vida de António. Estas são as imagens da sua biografia.
 

Inauguração de Exposição: 19 junho (terça), 18h30

De 20 junho a 30 setembro: de terça a domingo, das 10h às 18h (última entrada 17h30)

Largo de Santo António da Sé, 22

 

"Tiradores" de Diogo Maia

 

 

Inauguração  sexta-feira 14 setembro, 19 horas
Exposição  15 setembro a 7 de outubro de 2018 | terça a sexta, 10h - 17h; sábado e domingo 11h – 18h

Museu Nacional de História Natural e da Ciência
Rua da Escola Politécnica, 56, 1250-096 Lisboa

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No próximo dia 14 de setembro, às 19 horas, inaugura a exposição Tiradores, de Diogo Maia, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa.

Esta exposição é composta por uma série de fotografias sobre o trabalho de extração da cortiça, acompanhada por uma gravação áudio com o som e conversas dos respetivos tiradores, que nos transportam para o universo rural criando assim uma experiência sensorial mista entre o som e a fotografia. 

“Uma pequena comunidade agrícola, chamada no vulgo da indústria da cortiça de “tiradores”, utiliza um processo ancestral de extração de cortiça. 

Os tiradores trabalham num sistema de pares denominado de parelha, em que dependem uns dos outros. Para o bom funcionamento da equipa é essencial que haja um elevado nível de sinergia e confiança dado o risco de acidentes graves. 

Estes profissionais trabalham em condições extremas com elevadas temperaturas, equilibrados em árvores, tendo a sensibilidade de utilizar apenas a força suficiente para extrair a cortiça sem danificar a árvore. Para tal, é necessária habilidade manual e muita experiência. 

A cortiça é extraída pela primeira vez quando um sobreiro atinge os 25 anos e é posteriormente retirada de 9 em 9 anos. A mestria dos tiradores é fundamental para garantir a qualidade da cortiça de tiragem em tiragem."
                                                                                                                                           Diogo Maia

A exposição vai estar patente no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, de 15 setembro a 7 de outubro, no seguinte horário: terça a sexta das 10h às 17h, sábado e domingo das 11h às 18h.


Diogo Maia (Lisboa, 1981) licenciou-se em Publicidade (vertente de Direção de Arte) na Thames Valley University, em Londres. Frequentou o Instituto Português da Fotografia, completando um curso sobre as várias componentes fotográficas: composição, iluminação técnica fotográfica e laboratório digital. Na Ar.Co (Centro de Arte e Comunicação Visual) onde fez o curso avançado de fotografia e fotografia aplicada em projecto.

Trabalha como designer e, simultaneamente, colabora como fotógrafo na produção de catálogos para as Leiloeiras Sotheby's (Londres), o Centre Pompidou (Paris), o Museu da Marioneta, a Coleção Francisco Capelo, entre outros. Estagiou, enquanto criativo e designer, na Carolan Media (Londres) e na Young & Rubicam Redcell (Lisboa).

Na sua visão, o artista mistura a ficção com o real, transcendendo a fronteira do credível com o imaginário adoptando vários estilos técnicos que o auxiliam a  alcançar o objectivo proposto utilizando como ferramenta a fotografia para a realização das imagem.

O que ainda há para ver na Exposição "O Circo de Fernand Léger"

José Almada Negreiros, David Oliveira e Alexandre Rola no NorteShopping

O que ainda há para ver na Exposição

“O Circo de Fernand Léger”

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José Almada Negreiros, Alexandre Rola e David Oliveira juntam-se à exposição “O Circo de Fernand Léger”. É na zona de destaque que recebe exposições temporárias, e que tem como temática o “Circo na Arte Portuguesa”, que estarão patentes de 21 de setembro até 3 de outubro as obras dos dois artistas emergentes convidados para dar seguimento à exploração da arte circense – Alexandre Rola e David Oliveira. De seguida, de 4 a 22 de outubro, este espaço será preenchido com as obras de José Almada Negreiros.

E para envolver ainda mais os visitantes no mundo da arte circense, depois do sucesso da apresentação de ARO, surgem agora mais dois espetáculos em parceria com o Instituto Nacional de Artes do Circo (INAC): “Cabaret Fabbrica C”, dia 22 de setembro às 18h00 e “Plaina”, que marca o encerramento da exposição no dia 21 de outubro às 15h00. Ambos os espetáculos decorrem na Praça Central do NorteShopping, no espaço temporário desenvolvido pelo atelier de arquitetura FAHR 021.3, que teve como base as próprias estruturas de suporte do espetáculo, os padrões, cores e formas presentes no mundo do circo. 

Estas iniciativas temporárias surgem no âmbito da exposição “O Circo de Fernand Léger”, composta por 52 litografias em 29 quadros da obra-prima de Léger. A exposição pode ser visitada até ao dia 22 de outubro, na Praça Central do NorteShopping, todos os dias, das 10H00 às 24H00, e tem entrada gratuita. O Professor Jorge Barreto Xavier, gestor cultural e antigo Secretário de Estado da Cultura, é o embaixador da exposição que conta com a curadoria e produção State of the Art.

 

Alexandre Rola e David Oliveira

A série “Circus” chega agora ao NorteShopping pelas mãos de Alexandre Rola. O artista portuense, detentor de diversos prémios, desenvolveu estas obras inspirado em Fernand Léger mas também em Picasso, Matisse, Alexander Calder e Chagal, descontextualizando os seus trabalhos. “Circus” transmite uma visão cúmplice de crítica da sociedade contemporânea, abordando temas como as condições de vida atuais e a dedicação dos artistas ao seu número, retratando um confronto com a realidade circense através dos gestos e da espontaneidade que coloca no seu trabalho. Com esta série, Alexandre Rola pretende transmitir que “Os artistas de circo são superiores a mim…”, frase de Fernando Pessoa da qual “se apropriou”.  

David Oliveira irá apresentar obras com base na metodologia de desenho que desenvolve num espaço tridimensional. Com representações de animais e da natureza feitas de arame e tule, as esculturas requerem uma contemplação de diversos ângulos, sendo possível viajar para o mundo circense de desenhos suspensos no ar e feitos de lápis. Em escultura ou desenho, em transparente ou opaco, representando o real ou a fantasia, o artista lisboeta é ambivalente no seu trabalho, nunca procurando a definição de um conceito. Formado em Escultura, venceu diversos prémios e participou em diversas feiras internacionais.

 

José Almada Negreiros

De 4 a 22 de outubro, é a “Coleção Saltimbancos” de José Almada Negreiros que ocupa o espaço “Circo na Arte Portuguesa” – uma coleção singular e prestigiada do século XX que marca o decorrer da sua carreira. O artista viu nestas figuras uma ligação idêntica aos artistas de teatro italiano que, tal como os saltimbancos, situavam-se entre palhaços e heróis, como personagens que viviam do espetáculo como forma de servir a sociedade. Multifacetado e de ideias vanguardistas, Almada Negreiros abraçou as artes plásticas, o desenho, a pintura e a escrita e desenvolveu uma extensa atividade artística criando o grupo Modernista em Portugal. Com esta coleção, o artista coloca os saltimbancos como figuras provocadoras da sociedade, sublinhando ainda que o espetáculo circense não se destina apenas à fusão de estilos artísticos, mas enaltece a própria condição do artista que arrisca a sua vida para criar.

 

“Cabaret Fabbrica C” e “Plaina”

É também no âmbito desta exposição, e para marcar a inauguração do segundo momento no espaço “Circo na Arte Portuguesa”, que “sobe ao palco” da Praça Central o espetáculo “Cabaret Fabbrica C”. Dia 22 de setembro às 18h00, os visitantes do NorteShopping poderão assistir a um espetáculo exclusivo da companhia composta por portugueses e italianos, a Fabbrica C. Com sete artistas, entre acrobatas, malabaristas e bailarinos, este espetáculo apresenta um cabaret de circo de ficar sem fôlego, com momentos acrobáticos aéreos, alternados com graças e brincadeiras de malabarismos e manipulação de corpos. Adaptado para este momento, “Cabaret Fabbrica C” é uma criação coletiva onde se revelam as qualidades de cada um dos artistas, contribuindo este cenário para um espetáculo inesquecível e inspirado nas obras de Fernand Léger.

E para marcar o encerramento desta inauguração, dia 21 de outubro às 15h00 é apresentado “Plaina”, um espetáculo de circo contemporâneo que retrata o quotidiano de uma sociedade ribeirinha. Com cinco intérpretes e música original de Lucas Argel, este espetáculo decorre nas margens de um estaleiro gasto pelo tempo, num ambiente de roldanas, cordas, redes, pedaços de barcos e contra pesos aéreos. Uma investigação sobre as atividades marítimas em declínio que recorre à manipulação de objetos de trabalho, a madeira, as redes, os ancinhos, resultando numa forma coreográfica de corpos, cordas, velas e suor.

Exposição Imagens Icónicas da National Geographic

O mundo da National Geographic para descobrir em Matosinhos

 

 

De 4 de agosto a 31 de outubro // Rua de Brito Capelo

 

 

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Existe o mundo tal qual o conhecemos. E existe um planeta que só as fotografias da National Geographic são capazes de revelar. Sessenta destas inesquecíveis imagens vão poder ser vistas, entre 4 de agosto a 31 de outubro, na principal artéria comercial de Matosinhos, a Rua Brito Capelo, no âmbito da exposição “Imagens Icónicas”, organizada pela Câmara Municipal de Matosinhos em colaboração com a National Geographic e a Nomad.

 

A exposição será inaugurada às 11 horas de sábado, 4 de agosto, durante um passeio a pé que terá como ponto de partida o Mercado Municipal de Matosinhos e que contará com a presença da presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Luísa Salgueiro.

 

Composta por fotografias memoráveis e ilustrativas de um planeta que os pesquisadores, exploradores, aventureiros, cientistas e fotógrafos da National Geographic ajudaram a revelar, a mostra “Imagens Icónicas” estará espalhada ao longo da Rua Brito Capelo, entre o mercado e a Avenida da República. Para além de mostrar a incrível diversidade da espécie humana e a espantosa beleza do planeta Terra, a exposição procurará atrair visitantes à zona do comércio tradicional de Matosinhos, contribuindo para a sua revitalização.

 

A exposição “Imagens Icónicas” permitirá, pois, conhecer o mundo através da visão única dos fotógrafos da National Geographic, autores de um trabalho cativante e que constitui também um elogio da diferença, da alteridade e da tolerância, desafiando os visitantes a alargar horizontes e a consolidar uma mais vasta concepção do mundo.

 

 

ICONIC BOWIE: exposição de fotografias únicas de David Bowie em Portugal

EXPOSIÇÃO ICONIC BOWIE

FOTOGRAFIAS DE DAVID BOWIE

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Entrada gratuita

05.09 l 04.11.2018


ICONIC BOWIE:

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS ÚNICAS DE DAVID BOWIE
EM PORTUGAL

 

“Let’s dance”! A exposição Iconic Bowie by Terry O'Neill, Markus Klinko, Norman Parkinson, Justin de Villeneuve, Gerald Fearnly – com fotografias de David Bowie (8 Janeiro 1947 – 10 Janeiro 2016) é apresentada pela primeira vez em Portugal, de 5 de Setembro a 4 de Novembro, no ArrábidaShopping (Vila Nova de Gaia), numa parceria com a conceituada agência de gestão de arquivos fotográficos no mundo, Iconic Images.

A exposição é composta por 40 fotografias e conta com David Fonseca, músico e fotógrafo, na co-curadoria, partilhada com Cristina Carrillo de Albornoz Fisac, crítica de arte, autora de livros e curadora que trabalha com a Iconic Images, museus e galerias de todo o mundo. David Fonseca assume também a direcção artística do programa musical paralelo da mostra.

Com fotografias da autoria de Terry O'Neill, Markus Klinko, Norman Parkinson, Justin de Villeneuve, Milton H. Greene e Gerald Fearnley, a exposição percorre mais de 40 anos de carreira e vida de David Bowie, desde o retrato do jovem artista de Gerald Fearnley para o seu álbum de estreia, passando pelos anos de Thin White Duke, Ziggy Stardust e Diamond Dogs com Terry O'Neill, até ao seu vigésimo segundo álbum de estúdio com o registo fotográfico de Markus Klinko em Nova Iorque, em 2002. “A exposição não é apenas uma extraordinária homenagem ao músico considerado um dos génios da história da música do século XX, mas retrata de forma pungente e através do trabalho de seis fotógrafos de topo a essência da sua vida e carreira musical. Uma jornada de experimentação incessante e incrível versatilidade, a interminável reinvenção de Bowie e a sua quebra de fronteiras entre os estilos musicais”, refere a curadora Cristina Carrillo de Albornoz Fisac.

Com carreiras notáveis, os fotógrafos Terry O'Neill, Markus Klinko, Norman Parkinson, Justin de Villeneuve, Milton H. Greene e Gerald Fearnly são autores de fotografias que se tornaram verdadeiras lendas da iconografia ligada ao cinema, à moda e à música.

Norman Parkinson foi o fotógrafo de moda mais célebre do séc. XX e pioneiro em criar uma narrativa fotógrafica, ao contrário da rigidez e formalidade dos seus antecessores. As suas fotografias criaram a era das supermodelos e fizeram dele o preferido de celebridades, artistas, presidentes, primeiros-ministros, bem como da família real britânica, em público e privado. É o caso de Audrey Hepburn, The Beatles, Twiggy, Grace Coddington, David Bowie, Iman, Jerry Hall e muitos outros, ao longo de uma carreira que durou 70 anos, até ao seu desaparecimento, em 1990.

Terry O'Neill é um dos fotógrafos mais coleccionados do mundo, com trabalhos em galerias de arte e colecções privadas em todo o mundo. Durante mais de 60 anos fotografou inúmeras celebridades da música, cinema, moda e personalidades políticas, desde Winston Churchil a Nelson Mandela, de Frank Sintra e Elvis Presley a Rolling Stones a David Bowie e Amy Winhouse ou de Audrey Hepburn e Brigitte Bardot a Nicole Kidman, passando por todos os actores que interpretaram o papel de James Bond (007), entre outros. As suas fotos estão em inúmeras capas de álbuns históricos do rock, capas de revistas ou posters de filmes.

Markus Klinko começou por fotografar concertos e projectos ligados à música e passou para a área da moda, desenvolvendo projectos editoriais e campanhas de publicidade para reconhecidas marcas de cosméticos. Beyoncé, Lady Gaga, Kanye West, Naomi Campbell, Iman e David Bowie, entre muitos outros, foram alvos da sua objetiva. É também colaborador de publicações como New York Times, Vanity Fair, Harper's Bazaar, Interview, Vogue e GQ, entre outras.

Justin de Villeneuve é um fotógrafo, produtor e empresário que influenciou a moda e a cultura nos anos 60 do Swinging. Como fotógrafo, Justin fotografou muitos ícones dos anos 60 e 70, incluindo o retrato clássico de David Bowie com Twiggy para o álbum Pin-Ups.

Milton H. Greene deixou a sua marca como um dos fotógrafos mais celebrados do mundo. O seu trabalho nos anos cinquenta e sessenta apareceu em revistas como a Life, Look, Harper's Bazaar, Town & Country e Vogue. O trabalho mais notável de Greene é com Marilyn Monroe. Conheceram-se em 1953 e, no fim da sua relação de trabalho de quatro anos, ficou a notável colecção de 50 sessões diferentes, produzindo mais de 3 mil fotografias únicas.

Gerald Fearnley conheceu David Bowie através do seu irmão, que era baixista da banda de apoio de Bowie. É autor das fotografias do álbum de estreia do músico (lançado em 1969) e nesta exposição apresenta raras fotos de David Bowie quando tinha 20 anos e que foram conhecidas apenas recentemente.

A Iconic Images, uma das maiores agências de gestão de arquivos fotográficos no mundo, trabalha com Cristina Carrillo de Albornoz e com David Fonseca nesta exposição. A Iconic Images trabalha com mais de vinte fotógrafos em todo o mundo, em todos os aspectos, incluindo vendas de arte, exposições em museus, licenciamento, publicação, merchandising e colaborações de design de interiores. Pode descobrir mais sobre a Iconic Images através do site www.iconicimages.net.

Durante os dois meses da exposição Iconic Bowie estão previstos vários momentos de programação paralela: ciclo de cinema nas salas UCI Arrábida com estreia inédita em Portugal, em sala, do documentário “David Bowie: The Last Five Years”, a par de outros títulos a anunciar; atuações musicais com programação de David Fonseca que trará alguns artistas convidados para interpretarem músicas de David Bowie em versões minimalistas e o lançamento especial de livro/catálogo das fotos da exposição e merchandising.

Segundo Paulo Valentim, director do ArrábidaShopping, “no ano em que David Bowie celebraria 71 anos, reunimos, nesta exposição, algumas das suas fotografias, emblemáticas e algumas inéditas em Portugal, numa iniciativa que julgamos ser uma justa homenagem a David Bowie. Concilia, para além da fotografia, música e cinema, através da programação completa que terá lugar, no ArrábidaShopping, durante os dois meses de exposição, e que serão, certamente do agrado de diversos públicos”.

Esta mostra apresenta fotografias do acervo da Iconic Images de David Bowie e é apresentada pela primeira vez em Portugal.

Ficha técnica da exposição
Entrada gratuita
05.09 l 04.11.2018
Horário:
Segunda a Domingo: 9:00 às 23:00
Sexta e Sábado: 9:00 às 24:00