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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

MOON & BLISS” do artista premiado João Noutel - inaugura a 24 de Outubro na Galeria Art Lounge

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Porquê apresentar uma listagem de motivos de reflexão sobre o que podem ser expressões para fundir os dois conceitos, por exemplo numa Felicidade Lunar? Porquê a procura infinita e utópica das suas possibilidades versus impossibilidades? A LUA é único satélite natural da Terra e quinto maior do Sistema Solar. Mas também simboliza o tempo que passa, o controle do tempo. Felicidade é o Estado durável de plenitude e satisfação. Mas é difícil de definir rigorosamente.

João Noutel inaugura exposição “Moon &Bliss” no dia 24 de Outubro, pelas 18 horas, na Galeria Art Lounge, em lisboa, onde apresentará a experiência visual de cada obra, seja em porcelana, em tecido, em tapete, em azulejo, em MDF, em fibra de vidro, em acrílico dibond - acontece para os sentidos não ignorarem pistas ou até impulsos contraditórios sobre a dificuldade da perfeição, assumindo elas próprias uma função de vigia de situações de beleza ou fealdade, de vulnerabilidade ou vitalidade, harmonia ou turbulência, de razão e imaginação, de austeridade e luxo.

A complexidade e força de cada material, da respetiva linguagem plástica própria e por isso única, são pelos limites do desenho, instrumentos de aferição de um certo denominador comum aqui exploradas como que de um testemunho documental imagético se tratasse em que duas figuras centrais, uma feminina e outra masculina preservam um espaço lunar enquanto refúgio das suas rotinas, do seu quotidiano.

João Noutel é licenciado em direito pela Universidade Lusíada e pós-graduado em Desenho e Técnicas de Impressão, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Autor e responsável criativo por diversas publicações integra a lista de artistas do projeto ANANESE, uma plataforma digital internacional de arte contemporânea portuguesa. O artista obteve recentemente destaque em diversas publicações como Visão, ArtReview (UK), Attitude, Time Out Lisboa e recebeu inclusive, o prémio de pintura Abel Manta.

A exposição vai ser inaugurada no dia 24 de outubro, pelas 18 horas, na Galeria Art Lounge em Lisboa (R. António Enes 9C, 1050-023 Lisboa).

Casa das Artes: Exposição «As Uvas de Zeuxis» | 14 set a 28 out | Entrada livre

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A exposição «As Uvas de Zeuxis», de Hernâni Reis Batista (Vila do Conde, 1986), inaugura, na Casa das Artes, no Porto, no próximo dia 14 setembro, às 15h30. Entrada livre.

A mostra, que fica patente até 28 outubro, é a terceira exposição do ciclo "Animalidades e outras botânicas”, que irá decorrer até ao próximo ano, com curadoria de Óscar Faria e organização do Sismógrafo.

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A exposição “As uvas de Zeuxis”, de Hernâni Reis Baptista, primeira parte de um díptico, que terá a sua continuidade em “A cortina de Parrásio”, a inaugurar em Novembro, no Sismógrafo, dá seguimento ao trabalho que tem vindo a ser apresentado pelo artista, nomeadamente aquele onde se detecta uma aproximação a questões relacionadas não só com as vidas animal e vegetal, mas também com os diálogos interespécies e respectivas mutações.

Na Casa das Artes, será revelado um novo conjunto de trabalhos, por onde passa uma série de tropos comuns à arte e à natureza. Ideias relacionadas com mimesis, camuflagem, ilusão, engano, trompe-l'œil e ruína emergem de obras onde se observam plantas, animais e minerais, que têm em comum a capacidade de se confundirem com o meio ambiente, iludindo assim o olhar. Existe ainda uma outra camada, por agora invisível, que adensa o mistério acerca destas peças também possíveis de interpretar como memoriais de um mundo em vias de extinção.

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Hernâni Reis Baptista (Vila do Conde, 1986) vive e trabalha no Porto. É licenciado em Artes Plásticas - Multimédia, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde foi selecionado com o prémio de aquisição da exposição de finalistas em 2013.

Começou a expor em 2011, de onde se destacam as exposições colectivas “CAVE”, na SOLAR, Galeria de Arte Cinemática (Vila do Conde, 2012), “Sem Quartel”, no Sismógrafo (Porto, 2014), "Quando alguém morria os gregos perguntava: tinha paixão” (Porto, 2016) e "Não é ainda o Mar" (Gaia, 2018), ambas com curadoria de Óscar Faria, entre outras.

Apresentou individualmente “Mesa” e “Falha” no Espaço Campanhã (Porto, 2011 e 2013), “Tropismos”, no Espaço Vésta (Porto, 2015), “T-1000”, na Floating Islands, Maus hábitos (Porto, 2015), “Dog eat dog, no Sismógrafo (Porto, 2016) e "Intraduzibilidade, Untranslatability, Unu¨bersetzbarkeit”, no Klub Genau, a par do festival de arte “KARAT, the ocean and the river” (Colónia, Alemanha, 2013), “The Confession of the flesh”, na Kubik Gallery (Porto, 2018), entre outras.

O seu trabalho está representado em coleções privadas e instituições internacionais, como a Fondazione Sandretto re Rebaudengo, Torino, Italia, entre outras.

Participou também em residências artísticas na qual se destaca a “360º Context and Process”, pela Triangle Network no espaço Hangar (Lisboa, 2015) e Inter.Meada (Alvito, 2017).

Trabalha maioritariamente com instalação, escultura, vídeo, e diversos processos digitais.

 

 

Programa paralelo: PRINCE - As Never Seen Before

12.09 - 02.11.2019 | EXPOSIÇÃO, LIVRO, CONVERSAS CANTADAS E FILMES: ARRÁBIDASHOPPING | Entrada gratuita
05.09.2019  | TRIBUTO PRINCE - FRED FERREIRA & FRIENDS: HARD CLUB  | 10€

 

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Créditos: Steve Parke©Iconic Images


PRINCE: AS NEVER SEEN BEFORE

EXPOSIÇÃO E PROGRAMAÇÃO PARALELA

No âmbito da exposição PRINCE: As Never Seen Before by Steve Parke, que decorre de 12 de setembro a 2 de novembro, no ArrábidaShopping (Vila Nova de Gaia) – uma mostra com mais de 50 fotografias raras e inéditas do músico, da autoria de Steve Parke, fotógrafo e diretor de arte, com curadoria da crítica de arte Cristina Carrillo de Albornoz Fisac e da fadista Ana Moura e resultado de uma parceria com a Iconic Images – é apresentada uma programação paralela que inclui uma festa tributo a Prince, o lançamento de um livro/catálogo, diversas conversas com momentos musicais e sessões de cinema.

PROGRAMA:

5 setembro | 22:00 (abertura de portas: 21:30) | Hard Club - Tributo Prince | Fred Ferreira & Friends

O ArrábidaShopping vai até à baixa do Porto e junta-se ao Hard Club para um tributo a Prince, com o baterista Fred Ferreira e convidados, numa noite com concerto e DJ set. Kalú, Nick Nicotine, Alex D'Alva Teixeira, André Indiana e outros músicos fazem parte desta festa de homenagem que vai desde o rock ao pop, passando pelo hip hop. Os bilhetes custam 10€ e podem ser reservados a partir de 2 de setembro, através do número de telefone 220 101 194 (de terça a sábado, das 15:00 às 20:00).
 

12 setembro | 18:30 | Praça Central Piso 0 ArrábidaShopping – Inauguração exposição PRINCE: As Never Seen Before by Steve Parke, com a presença de Steve Parke, Ana Moura e Cristina Carrillo de Albornoz Fisac. Entrada livre.
 

12 setembro | 19:30 | Almedina Piso 2 ArrábidaShopping – Lançamento e apresentação de livro da exposição Picturing Prince: An intimate Portrait, com a presença do autor, fotógrafo e diretor artístico de Prince, Steve Parke. Entrada livre.
 

12 setembro | 21:00 | UCI Arrábida 20 Piso 2 ArrábidaShopping – Conversas Cantadas com Ana Moura e apresentação de Pedro Ribeiro, num momento de partilha de histórias e de versões musicais de Prince, seguidas da exibição em sala do filme Purple Rain, de Albert Magnoli (1984), numa edição especial com extras. Entrada livre mediante levantamento de convite na bilheteira UCI Arrábida 20, limitado à lotação da sala.
 

17 outubro | 21:00 | Praça Central ArrábidaShopping - Conversas Cantadas com Ana Moura e apresentação de Pedro Ribeiro, num momento de partilha de histórias e de versões intimistas de hits de Prince. Entrada livre por ordem de chegada.
 

2 novembro | 21:30 | UCI Arrábida 20 Piso 2 ArrábidaShoppingFesta de Finissage da exposição com apresentação surpresa e exibição especial do filme-concerto Prince in Concert Rave Un2 The Year 2000, de Geoff Wonfor, num momento festivo em tons de purple, com este filme-concerto e DJ set no final. Entrada livre mediante levantamento de convite na bilheteira UCI Arrábida 20, limitado à lotação da sala.

 

Steve Parke
Steve Parke 
é um fotógrafo, ilustrador e designer premiado. Durante 13 anos trabalhou com Prince como seu diretor de arte na casa-estúdio Paisley Park, criando e desenhando, desde capas de álbuns e guitarras de pintura manual, até merchandising e desenho de tours e vídeos, entre outras tarefas improvisadas. O trabalho fotográfico que realizou com Prince foi publicado em várias revistas reconhecidas internacionalmente, como a People, a Rolling Stone e a Vogue e em livros como Prince Stories from the Purple Underground. Em 2017, publicou o livro de sua autoria Picturing Prince: An Intimate Portrait. (Mais informação sobre Steve Parke: www.steveparke.com).
 

Ficha técnica da exposição

Entrada gratuita
12.09 l 02.11.2019

Horário:
Segunda a domingo: 9:00 às 23:00
Sexta, sábado e véspera de feriados: 9:00 às 24:00

Iconic Images
A Iconic Images, uma das maiores agências de gestão de arquivos fotográficos no mundo. Trabalha com mais de vinte fotógrafos em todo o mundo, em todos os aspetos, incluindo vendas de arte, exposições em museus, licenciamento, publicação, merchandising e colaborações de design de interiores. Informações sobre a Iconic Images no site www.iconicimages.net.

Sobre o ArrábidaShopping
Inaugurado em 1996, o ArrábidaShopping dispõe de uma oferta de lojas diversificada, numa Área Bruta Locável (ABL) de 60.152m2. Remodelado em 2008, o ArrábidaShopping tem cerca de 173 lojas que oferecem um vasto leque de serviços. Dispõe de cerca de 3.400 lugares de estacionamento. Os cinemas são, também, uma mais-valia no Centro, pois para além da capacidade para 4.300 pessoas, têm ótimas condições de som e imagem. A par da experiência única de compras e de lazer que oferece aos seus clientes, o ArrábidaShopping assume a responsabilidade de dar um contributo positivo para um mundo mais sustentável, trabalhando ativamente para um desempenho excecional nas áreas ambiental e social. Todas as iniciativas e novidades sobre o centro podem ser consultadas no site www.arrabidashopping.com.

 

 

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Exposição colectiva associada às comemorações do centenário de Sophia de Mello Breyner Andresen

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Teresa e Helena Jané apresentam

+DEMOS-KRATOS, Set 2019
(colecção "Ora et labora", Set 2015)
pintura e escultura Teresa Jané
cerâmica e madeira de piracanto

Obra desenvolvida a partir do poema de Sophia de Mello Breyner Andresen, "Com Fúria e Raiva", 1974, Junho (in "O Nome das Coisas").

https://www.instagram.com/thjaneceramics/  

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"Um olhar artístico sobre o Universo de Sophia"
01 Outubro a 10 Novembro 2019
Exposição colectiva associada às comemorações do centenário de Sophia de Mello Breyner Andresen

n' A Arte da Terra
Rua Augusto Rosa nº 40, Lisboa, Portugal
todos os dias, entre as 11h00 e as 20h00

Mais detalhes sobre o evento em

Fotografia de Wanderson Alves no Auditório de Pinhal Novo

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A Exposição de Fotografia “Cabe no Peito”, de Wanderson Alves, vai estar patente de 10 de outubro a 15 de novembro, no Foyer do Auditório Municipal de Pinhal Novo.

Esta mostra, organizada pela Câmara Municipal de Palmela, reúne imagens obtidas durante os dois anos em que o fotógrafo percorreu os diversos distritos de Portugal, com um olhar atento aos pormenores do dia a dia e às emoções que estes despertam.

O fotógrafo brasileiro Wanderson Alves reside em Lisboa. É pós-graduado em Filosofia Contemporânea e Fotografia e, atualmente, frequenta o Mestrado em Estética e Estudos Artísticos - Fotografia e Cinema, na Universidade Nova de Lisboa.

Participou em diversas exposições individuais e coletivas, das quais se destaca “Cidade (Re)Velada”, realizada em 2014, na cidade de Phoenix, Arizona, Estados Unidos, onde também realizou uma Residência Artística, através da parceria com o Phoenix Institute of Contemporary Art. Na sequência desta exposição, uma das suas fotografias foi escolhida para fazer parte do acervo permanente do Mesa Contemporary Arts Museum.

A Exposição “Cabe no Peito” vai poder ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 19h00, e ao sábado, das 14h00 às 19h00, exceto feriados (entrada pelo edifício da Biblioteca Municipal de Pinhal Novo).

 

OUTUBRO na Galeria Monumental

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Em Outubro fazemos-lhe um convite duplo, para duas inaugurações quase em simultâneo e que se complementam de forma perfeita: a participação Monumental na segunda edição de uma feira internacional de Desenho em Lisboa, na Sociedade Nacional de Belas-Artes, e duas grandes exposições de Desenho, aqui na Galeria: 

(clique nas fotos para mais detalhes)

De 10 a 13 de Outubro, entre as 14h e as 21h,  poderá visitar-nos na segunda edição da  Drawing Room Lisboa, que decorrerá na SNBA.  
 

Estaremos no stand nº 14,  com obras de


Bárbara Assis Pacheco | Joanna Latka | João Távora | Sebastião Castelo Lopes


 Dia 10, quinta-feira, pelas 18h00, inauguram, na Galeria Monumental:
 

Instante Crepuscular 
desenho e pintura de Filipe Romão

Planetas portáteis e outras ruínas
 desenho e pintura de Manuel San-Payo 


 Até 9 de Novembro. de terça a sábado. 15h - 19h30

No concelho da Moita: Espaços municipais recebem diversas exposições

No concelho da Moita

Espaços municipais recebem diversas exposições

 

Em outubro, as bibliotecas municipais, a Galeria de Exposições do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo e o Posto de Turismo Municipal vão receber diversas exposições, dirigidas ao público em geral.

 

A Exposição Documental “Crianças no Mundo – com Direitos”, cedida pelo Instituto de Apoio à Criança, vai estar patente na Biblioteca Municipal Bento Jesus Caraça, na Moita, de 11 a 25 de outubro, no horário, de terça-feira a sábado, das 14:00h às 19:00h. Esta mostra é dirigida à comunidade educativa e ao público em geral. Mediante inscrição prévia, através do T: 210 817 040, são promovidas visitas guiadas, dirigidas a alunos do 2º ciclo.

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De 8 a 26 de outubro, das 10:00h às 12:30h e das 14:00h às 18:30h, a Biblioteca Municipal de Alhos Vedros recebe a Exposição “Réplicas de edifícios de Alhos Vedros”, de Manuel António Vera Gil. Esta mostra apresenta a reprodução em pedra de um vasto conjunto de réplicas de edifícios emblemáticos da freguesia de Alhos Vedros.

 

“A evolução do brinquedo português e a sua importância, na educação e desenvolvimento das crianças” é o nome da Exposição de Brinquedos do colecionador Hélder Esdras Martins, patente, de 8 de outubro a 2 de novembro, na Galeria de Exposições do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo. A inauguração acontece a 12 de outubro, pelas 17:30h. A mostra está patente de terça e sexta-feira, das 10:00h às 18:30h, e aos sábados, das 14:00h às 19:00h

 

No dia 10 de outubro, pelas 22:00h, é inaugurada a Exposição de Pintura “Prelúdio”, de Francisco Freitas Branco, patente na Biblioteca Municipal do Vale da Amoreira até 26 de outubro. Francisco Freitas Branco é um pintor autodidata que nasceu na cidade de Luanda (Angola), a 3 de outubro de 1945. Desde muito novo revelou o gosto pela pintura, não estando integrado em qualquer corrente estilística nem limitado a um tema fixo. Tem desenhado naturezas mortas, animais, pessoas, retratos, paisagens, onde o ambiente africano está sempre presente ou se insinua, no colorido ocre, na serenidade dos rostos, no pulsar da natureza. Desenha com grafite, pinta com pastel seco ou óleo e tem uma particular preferência pelo óleo.

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Até 11 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 9:30h às 12:30h e das 14:00h às 18:00h, está patente, no Posto de Turismo Municipal, a Exposição de Brinquedos Musicais 1940/1990 “Façam Barulho”, de Helder Esdras Martins. De referir que, no dia 9, pelas 16:00h, decorre, no mesmo espaço, a“Conversa de Bolso”, orientada pelo colecionador, com entrada livre.

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Sintra recebe 3 edição da exposição INTRADITION 'Meio Século com Futuro'

50 anos de História

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De 4 a 31 de outubro entre as 10:00 e as 18:00 vai decorrer a terceira edição do INTRADITION, associada ao 50º aniversário da ourivesaria Arneiro 1969, sob o mote “Meio século com futuro”. Esta exposição comemorativa, de entrada gratuita, vai decorrer na Vila Alda – Casa do Eléctrico de Sintra.

 

O INTRADITION é um evento criado com a ­finalidade de mostrar mais sobre a joia. Trata-se de uma exposição temporária, de cariz cultural, cujo tema incide numa reflexão histórica sobre a Ourivesaria Portuguesa.

 

Pela 3ª edição do INTRADITION escolhemos transformar este momento numa iniciativa cultural aberta a todos os que nos queiram conhecer e visitar. Para assinalar os 50 anos da Arneiro 1969 que se celebram este ano, criámos uma exposição temporária que consiste na reflexão histórica sobre a Ourivesaria Portuguesa. Tivemos como base o “Tempo” como parte integrante da joia, o tempo que leva a ser feito, a perpetuidade e as memórias criadas de geração em geração”, sublinha Mafalda Arneiro.

 

A exposição com o nome “Meio Século com Futuro”, conta com a curadoria da Professora Doutora Ana Cristina Sousa, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, uma académica com trabalho reconhecido na área da Ourivesaria Portuguesa. Os visitantes são convidados a conhecer como a história da ourivesaria portuguesa se cruza com a história da Arneiro 1969, fundada por Reinaldo Arneiro.

 

Pretende-se com esta mostra, que não vejam só as joias, mas que as olhem de uma outra forma, por fora e ‘por dentro’, proporcionando-lhes o conhecimento de alguns dos processos tradicionais de fabrico que marcaram a produção de prata e ouro nos últimos séculos. Procura-se, assim, incutir no olhar e na mente do espectador a noção de ritmo e de tempo, o tempo lento de execução de uma peça a partir de técnicas milenares ou centenárias, que conferem à joia não só um caráter estético, mas, também, toda a carga cultural e simbólica de um ‘saber fazer’.

 

“As peças não surgem por acaso. Existem pessoas, que não só pelas mãos, mas também pela visão, pelo coração, pela emoção, transformam matéria prima em algo único e exclusivo. É essa visão e emoção que pretendemos despertar nos nossos visitantes e devolver à ourivesaria portuguesa a sua origem: o sentimento e o afeto na aquisição de uma joia. Queremos mostrar a história e o trabalho de toda uma área que faz parte da cultura e das tradições nacionais, suportada principalmente por estruturas familiares como a nossa”, conclui Mafalda Arneiro.

 

De forma complementar à exposição, há ainda um ciclo de tertúlias, a realizar todos os sábados do mês de Outubro (4, 12, 19 e 26 de outubro) entre as 11:00 e as 12.30, desenvolvidas em parceria com a AOR - Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal. Estas conversas descontraídas e informais contam com a participação de diferentes intervenientes, desde nomes da nova geração de joalheiros portugueses aos mais consagrados, passando por clientes e até por profissionais da área da ourivesaria.

 

 

EMARP - Exposição CAVALEIROS TEMPLÁRIOS - Exposição de pintura de Kaye Miller-Dewing

 

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CAVALEIROS TEMPLÁRIOS
Um Fascínio Medieval
Exposição de pintura de Kaye Miller-Dewing

30 de setembro a 31 de outubro de 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Kaye Miller-Dewing tem um estilo e temas únicos, amando todas as coisas medievais, que retrata nas suas pinturas históricas.
Nascida em Hampshire, Inglaterra, no longo e frio inverno de 1963, mudou-se um pouco, mas passou grande parte de sua vida a viver em Lincolnshire, antes de se mudar para o clima mais quente do Algarve.
Kaye é provavelmente mais conhecida pelas suas representações de Os Cavaleiros Templários e As Cruzadas. Um fascínio curioso atrai-a de volta a esse período particular da história, onde se esforça para criar imagens que evocam uma atmosfera significativa e poderosa. Atraída por imagens fortes, pretende incutir as suas pinturas com pinturas com uma narrativa que serve como um estímulo para a imaginação do espetador.
O acrílico é o meio escolhido para suas pinturas, e suas ideias vêm de qualquer lugar, mas geralmente começa com um ponto de referência, que ela descarta logo após o início de cada pintura. As suas pinturas assumem a sua própria forma à medida que se desenvolvem e raramente acabam como ela inicialmente imaginava. Cada parte da composição determina outra parte e esse é um processo em constante mudança que continua até que eles sejam concluídos. Ela acredita que quanto mais tempo se gasta com uma pintura (dentro da razão), melhor o resultado final.
Ela gosta que sua arte evoque uma resposta intensa e profunda nas pessoas pela sua força e intensidade, e se isso se manifestar no espetador, ela alcançou o que se pretendia.
A arte é pessoal, e isso é tão profundamente comovente para o artista quanto para o espetador.