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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

CASA DAS ARTES | Nenhum COVID matará a esperança de um cidadão cultural

A Casa das Artes de Famalicão tem preparada uma programação para o último trimestre deste incomum ano de 2020 que pretende oferecer aos seus públicos momentos de afloramento de emoções e pretextos para alimentar a esperança, importantes detalhes que vão sucumbindo à ditadura do distanciamento e das consequências da pandemia do Covid-19.

Outubro, novembro e dezembro são, por isso, meses decisivos para a construção da vida de todos os cidadãos e a Casa das Artes quer ver neles entalhada a sua missão cultural, edificando um corpo social revigorado pela esperança da vitória contra um inimigo invisível que nos vem condenando à catalepsia, ao esconder sorrisos e emoções por detrás de uma qualquer máscara.

Outubro arranca com a celebração do Dia Mundial da Música, com BOREALIS ENSEMBLE: ESTE SOM DE O MAR PRAIAR, um projeto musical que junta Sara Braga Simões (soprano), António Carrilho (flautas de bisel), Catherine Strynckx (violoncelo) e Helena Marinho (piano). “Este som de o mar praiar”, verso retirado da Mensagem (1934) de Fernando Pessoa, evoca os sons de um mar inatingível ou utópico, remetendo para uma dimensão essencial da identidade portuguesa, a sua complexa relação com o mar.

Em coprodução com o Teatro Nacional D. Maria II, o Município de Loulé e a Casa das Artes de Famalicão, SEIS MESES DEPOIS: 25 Anos da Companhia Olga Roriz é o espetáculo que esta conceituada companhia de bailado apresenta em Vila Nova de Famalicão, aliás o local mais a norte do país a receber esta produção. Em SEIS MESES DEPOIS, a resiliência dos corpos de mãos dadas recuperam os lugares ao longe, num presente que se escapa por entre os pés. Num pós-Humanidade, SEIS MESES DEPOIS é um futuro próximo, em que – algo humanos, semi-deuses ou heróis – imaginamos a nossa existência em sete personagens ao acaso.

A pandemia gerou pandemónio e obrigou a todos reprogramarem as rotinas e planos. Não imune, a Casa das Artes reprogramou a sua dileta Poética da Palavra, com cinco momentos a ocorrerem em outubro e novembro (cinco espetáculos, dos quais quatro são coproduções e dois em estreia). Poética da Palavra evidencia como fundamentais o texto, a palavra, a voz e o trabalho de ator. Neste terceiro capítulo serão apresentados O AMANTE (coprodução) de Harold Pinter, com interpretação de Custódia Gallego e Virgílio Castelo, numa encenação de Albano Jerónimo e Cláudia Lucas Chéu (9 de outubro); VÂNIA (coprodução e estreia), com texto e encenação de Luís Mestre a partir de Anton Tchékhov, David Mamet e Howard Barker e com interpretação de Ana Moreira, António Durães, Belisa Branças, Sílvia Santos e Tânia Dinos (30 e 31 de outubro); PARA ATRAVESSAR CONTIGO O DESERTO DO MUNDO, uma criação dos interpretes Lúcia Moniz e Pedro Lamares, num um exercício de intertexto entre dois poetas Sophia de Mello Breyner Andresen e Jorge de Sena (7 de novembro); AIRBNB E NUVENS (coprodução e estreia), uma radionovela com texto de Luísa Costa Gomes, encenação de Manuel Tur e interpretação de Diana Sá, Eduardo Breda, João Castro, Pedro Almendra e Teresa Arcanjo (14 de novembro, 21h, 75 min); WAKE UP (coprodução), a partir de Wake Up And Smell The Coffee de Eric Bogosian, uma cocriação de António Afonso Parra & Luís Araújo, com interpretação de António Afonso Parra (14 de novembro, 23h, 60 min).

Outro dos diletos momentos da programação anual da Casa das Artes é o Close-Up: Observatório de Cinema de Famalicão que decorre, neste que é o seu 5.º Episódio, entre 10 e 17 de outubro, sob o tema: CINEMA NA CIDADE. Criar ou visualizar cinema é um ato cultural que empolga e faz vibrar os sentidos. O programa gizado para cada episódio do Close-Up agrega uma panóplia de sugestões que permite ao espetador ser induzido em climas sensoriais sublimes.

Esta quinta edição do Close-up projeta-se orientada pelas relações do Cinema com a Cidade, no habitual encontro entre ficção e documentário, produção contemporânea e história do cinema.

Um dos destaques do programa são os filmes-concerto, que abrem e encerram a programação, reiterando o trabalho de criação no cruzamento de linguagens, nas sessões de abertura e encerramento: o rock corpulento dos Black Bombaim e a eletrónica de Luís Fernandes, na apresentação de uma banda sonora original e em estreia para A Idade de Ouro, o manifesto surrealista de Buñuel; será a voz de Cristina Branco e as novas formas do fado que sublimarão o encontro dos amantes em The River, poderoso exemplar da filmografia de Frank Borzage, um dos protagonistas da Hollywood clássica.

A música inebriantemente doce de TAINÁ vai desacerbar os dias de pandemia. Esta descendente de indígenas brasileiros não foge das suas realidades, nem finta a solidão, as contradições, os anseios, os impulsos, os desejos, que são comuns a toda a gente, mas que nem todos sabem expressar desta forma. Uma camada doce para a sobremesa dos nossos dias, para nosso deleite a 6 de novembro.

De novo, atravessando o Atlântico desde terras de Vera Cruz, ADRIANA CALCANHOTO traz Margem à Casa das Artes, o disco que fecha a trilogia marítima iniciada com “Maritmo” (1998) o primeiro que explicita a sua paixão pelo mar e “Maré” (2008), seu sétimo disco, que reforça a ambiência oceânica. Um espetáculo marcado para 22 de novembro.

“Próspero ano novo!” um erodido desejo que partilhamos até à exaustão no término da cronologia anual e que ninguém sentiu substantificado em 2020. Pois, bem, a 26, 27 e 28 de novembro, estreia PRÓSPERO na Casa das Artes, um espetáculo de teatro, com tradução, dramaturgia e encenação de Pedro Galiza e interpretação de Jorge Pinto, que emerge a partir de A Tempestade de William Shakespeare, numa Criação Ensemble - Sociedade de Actores, Coprodução Ensemble/Casa das Artes de Famalicão. Trata-se de uma estrutura cenográfica com uma monumental presença, inspirada num dos “Jardins de Acrílico” do pintor e escultor José Rodrigues, um espaço que confina, que desenha um território claro, uma interpretação algo claustrofóbica da ilha perdida de Próspero, mas, ainda assim, um espaço que, ao encarcerar a personagem, liberta o ator.

E por falar em pintura, “JORGE PINHEIRO - DA COLEÇÃO DE SERRALVES EM FAMALICÃO” vai ocupar o Foyer, de 4 de novembro a 23 de fevereiro de 2021. Jorge Pinheiro (Coimbra, 1931) é reconhecido como um dos nomes mais influentes do contexto artístico português da segunda metade do século XX, integrando o célebre grupo “Os 4 vintes” em 1968, juntamente com Ângelo de Sousa, Armando Alves e José Rodrigues.

No último mês deste ano que ficará marcado com destaque nos compêndios da História a programação da Casa das Artes propõe, a 4 de dezembro, PINÓQUIO, uma encenação de Xico Alves. “Tudo o que um sonho precisa é alguém que acredite que ele possa ser realizado.” Numa oficina comum de um homem comum, numa vila comum de Itália, o incomum acontece: este que, até ao momento, era apenas uma marioneta, vive! Pinóquio traz-nos esta história familiar de esperança, através dos olhos juvenis do protagonista que dá o nome a este maravilhoso espetáculo.

A 5 de dezembro, a vez à música com a recolocação do espetáculo Radio Gemini: Closer, com DAVID FONSECA: voz, guitarras, teclados, percussão; acompanhado por Paulo Pereira: teclado, programações, percussão, voz. Vai ser um espetáculo em cima de uma corda bamba entre imagens e sons, tão real e frágil como a vida, mas maior, mais alto e, se tudo correr bem, com confettis!

2020 encerra em termos programáticos com mais uma coprodução da Casa das Artes. No dia 12, sob a cena O PRIMO BASÍLIO, bailado em II atos a partir da notável obra homónima de Eça de Queirós, pela primeira vez desenhada em dança e sustentada pela música de compositores portugueses, pela Dança em Diálogos:  Plataforma Coreográfica, com direção artística de Solange Melo e Fernando Duarte. Através de um bailado de base narrativo/literária, chega agora o momento de celebrar a obra carregada de paixão e intriga, de um dos vultos mais notáveis da literatura portuguesa do século XIX: Eça de Queirós (1845-1900).

Mel – Piquenique das Artes 2020 com início no dia 13 de Agosto

 

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MEL – PIQUENIQUE DAS ARTES 2020

As circunstâncias presentes são especiais. O Mel - Piquenique das Artes com o formato de proximidade que construímos é desaconselhado. Isso não nos impede de assinalar a 4ª edição do festival, integrada na solução encontrada construtivamente pelo Município de Vila Nova de Famalicão: “ANIMA-TE”. A programação do Mel, realizar-se-á nos dias 13, 15, 16, 22 e 29 de Agosto de 2020, no Parque da Devesa, em Vila Nova de Famalicão.
O tema escolhido para a quarta edição é “O INDIZÍVEL” [in·di·zí·vel (in- + dizível)].
 

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13 de Agosto (quinta-feira) | 22:00
Fatspoon
Como uma rica sopa de vegetais, Fatspoon é uma receita saudável que mistura ingredientes experimentados de geração em geração. De palato apurado, oferecem uma combinação peculiar das notas musicais para nutrir as palipas auditivas.
Gonçalo Palmas, João Azeredo, João Hierro, Miguel Pinto e Pedro Nadais preparam-se para lançar o primeiro registo de longa duração. No Mel, entramos na cozinha e temos o prazer de fazer as primeiras degustações.
 

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15 de Agosto (sábado) | 19:00
Holy Nothing

Holy Nothing é uma banda portuguesa de música electrónica formada na cidade do Porto em 2013 por Pedro Rodrigues, Nelson Silva e Samuel Gonçalves. O trio mistura ritmos tropicais com sons industriais, sintetizadores e caixas de groove na sua produção musical, gerando um electrónico não-convencional.
Em 2020 lançaram o seu novo álbum, “Plural Real Animal”, um trabalho essencialmente colaborativo com a participação de vários artistas nacionais e internacionais, como Moullinex e BaianaSystem.
 
 

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16 de Agosto (domingo) | 19:00
AYOM

Barcelona e Lisboa, cidades de efervescência multicultural, são palco dos dois projectos que compartilham a pesquisa e a paixão pela música popular brasilera e afro-latina. As suas vozes trazem a mestiçagem expressiva do Brasil, as suas mãos tecem a poesia melódica do Mediterrâneo, os seus pés a ancestralidade musical da África e a energia dos ritmos da América do Sul.
O resultado é uma música mestiça sem fronteiras que vagueia pelos ritmos populares brasileiros (forró, samba, maracatu, carimbó, ijexá) misturados com ritmos oriundos da diáspora africana (cumbia, calypso, merengue, funaná, guaguanco). AYOM conjuga a energia explosiva de Forró Miór com a força poética da voz da afro-brasileira Jabu Morales, propondo uma inesquecível e surpreendente viagem sonora pela fusão de harmonias, ritmos e melodias de vários horizontes.
 

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Mel é um alimento com várias utilizações e com uma produção necessariamente colaborativa. É o único alimento sem prazo de validade. Foram encontradas ânforas com mais de 3000 anos em que o mel nelas contidas estava em perfeitas condições de consumo.
Mel Piquenique das Artes é um evento artístico, multicultural, interdisciplinar e inclusivo, tendo a consciência, ecologia e cidadania como valores centralizadores de todo o projecto.
O público-alvo são as famílias, abrangendo todas as faixas etárias e as diversas formações familiares, num ambiente acolhedor, com propostas heterogéneas potenciadoras de uma convivência intergeracional e intercultural.
Mel - Piquenique das Artes defende 3 pontos de partida:
COMUNIDADE, SUSTENTABILIDADE e INTERCULTURALIDADE.
Com tudo isto pretendemos um projecto de continuidade, reflexão e partilha.

 

5ª edição do Festival Internacional de Órgão: o elogio da história através da música

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Na sua edição mais internacional, o FIO 2019 volta a percorrer mosteiros e igrejas de Famalicão e Santo Tirso, de 18 a 27 de outubro. Evento de entrada livre e gratuita, convida a uma viagem no tempo pelo som único do órgão.

 

A 5ª edição do FIO – Festival Internacional de Órgão regressa a Famalicão e Santo Tirso com uma agenda de concertos que tem como missão democratizar a música de órgão, reunindo alguns dos mestres europeus neste instrumento singular. De 18 a 27 de outubro, o festival itinerante percorre mosteiros e igrejas dos dois concelhos, reputados pela sua tradição em recuperação e produção de órgãos.

 

A particularidade deste festival, de entrada livre e gratuita, é homenagear a relação histórica entre órgãos e mosteiros ou igrejas, cuja acústica e cenário tornam cada concerto numa viagem multissensorial no tempo. Celebrando a 5ª edição, o FIO traz até ao norte do país reputados músicos de toda a Europa – Portugal, Espanha, Itália e Alemanha, para concertos de órgão ou outros instrumentos, como violino ou harpa, acompanhados por órgão.

 

Os concertos terão lugar em 6 mosteiros e igrejas, três em Famalicão e três em Santo Tirso, em órgãos autênticos – quer históricos, quer modernos – já existentes ou temporariamente colocados. A abertura acontece a 18 de outubro, na Igreja Matriz de Fontiscos, em Santo Tirso, com o trio Favola D’Argo, cujo organista, o italiano Marco Brescia, é diretor artístico e um dos  mentores do festival, juntamente com Joaquim Manuel Silva, da JMS Organaria. A acompanhá-lo estará Rosana Orsini (soprano) e Luciano Botelho (tenor).

 

 

Marco Brescia destaca o carácter inclusivo e o impacto do FIO 2019 na cultura de órgão em Portugal, nomeadamente na região norte. “Ao longo destas 5 edições, reunimos mais de 5.700 pessoas para ouvir música de órgão, visitamos 20 mosteiros e igrejas e entusiasmamos a renovação de 8 órgãos existentes nestas paróquias. Este é um património único português – em Portugal há mais de 800 órgãos históricos, muitos a necessitar de intervenção, ficando só atrás de Espanha e Itália, no contexto europeu”.

 

“É por isso um orgulho trazer este elenco de músicos internacionais reputados para interpretarem repertórios históricos e tão especiais, nos nossos órgãos”, acrescenta Joaquim Manuel Silva, responsável pela JMS Organaria, empresa de Santo Tirso especializada em componentes e restauro de órgãos.   

 

De salientar que Vila Nova de Famalicão e Santo Tirso acolhem um cluster de oficinas e artesãos dedicados à produção e recuperação de órgãos, para todo o mundo.

 

 

PROGRAMA FIO 2019

 

Santo Tirso

18/10/19

21h00  

Igreja Matriz de Fontiscos 

Rossini / Bellini / Donizetti / Morandi: música para soprano, tenor e órgão 

Ensemble Favola d'Argo (PRT/ITA/GBR), Rosana Orsini (soprano), Luciano Botelho (tenor) e Marco Brescia (órgão), órgão fixo Späth, 1976.

19/10/19

21h00

Igreja Matriz de Vilarinho

Recital de violino e órgão: obras de Bach e Telemann

Marcos Lázaro e Sérgio Silva (PRT), órgão positivo Späth, 1981, especialmente levado à igreja para a realização do concerto.

20/10/19

21h00

Mosteiro de Santo Tirso

Recital de órgão: obras de Cavazzoni, Gabrieli, Merulo, Frescobaldi, Scarlatti, Puccini, Madame Ravissa e Provesi

Letizia Romiti (ITA), realejo histórico atribuído a Manuel de Sá Couto, 1819-1822.

 

 

Vila Nova de Famalicão

25/10/19

21h00

Igreja Matriz de Telhado

Recital de órgão: obras de Frescobaldi, Scarlatti, Zipoli, Valerj, Bach e Telemann

Simona Fruscella (ITA), realejo histórico atribuído a Manuel de Sá Couto, 1836.

 

26/10/19

21h00

Igreja Matriz de Santa Maria de Oliveira

Harpa medieval e organetto

Manuel Vilas e Saskia Roures (ESP).

 

27/10/19

17h00 

Igreja Matriz de Ribeirão

Recital de órgão: obras de Kaspar Kerll, Soler e Bach

Johannes Skudlik (DEU), órgão histórico António José dos Santos, 1874, e órgão Klais, 2018.

 

Sobre Marco Brescia, diretor artístico do festival

 

Marco Brescia, descendente de italianos, nasceu no Brasil e reside em Portugal desde 2007. O seu percurso divide-se pelo mundo, com passagens pelo Brasil e Espanha, onde aprofundou a sua paixão pelo órgão, no mestrado em Interpretação da Música Antiga/Órgão Histórico, pela Escola Superior de Música da Catalunya. Realizou depois um doutoramento em Ciências Musicais/Musicologia Histórica, pela Université Paris IV-Sorbonne/Universidade Nova de Lisboa.

 

Como intérprete, Marco Brescia é regularmente convidado pelos mais prestigiados festivais e ciclos internacionais de concertos da Europa e Américas, tendo colaborado com artistas e formações musicais de renome como Marco Beasley, José Luis González Uriol, Andrea Macinanti, Javier Artigas, Ministriles de Marsias, Real Filharmonía de Galicia, Favola d’Argo e Il Combattimento. Desde 2006, forma um aclamado duo com o soprano Rosana Orsini, com quem gravou o álbum “Angels and Mermaids: religious music in Oporto and Santiago de Compostela (18th / 19th century)” (Arkhé Music, 2016).​

 

É diretor artístico do Festival Internacional de Órgão de Vila Nova de Famalicão e Santo Tirso (PRT), para além de investigador da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/Nova de Lisboa, integrado ao CESEM – Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical.

www.marcobrescia.com

 

Vaudeville Rendez-Vous “enche” cidades minhotas com circo contemporâneo

Evento: Vaudeville Rendez-Vous

Local: V.N. Famalicão, Braga, Barcelos, Guimarães

Dias: Até 27 de julho

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Após o espetáculo de abertura de ontem – a estreia de “A Simple Space” do grupo Gravity & Other Myths –, o Vaudeville Rendez-Vous regressa hoje às cidades de Braga, Guimarães, Barcelos e Famalicão. O mais influente festival de circo contemporâneo do norte do país apresenta uma programação diversificada, com 40 atividades públicas – 28 apresentações de 13 espetáculos programados, dos quais três coproduções, em estreia absoluta e seis estreias nacionais –, a decorrer até sábado, dia 27. Todas os espetáculos e atividades são gratuitas.

Hoje, às 22h00, em Barcelos, Elvis Mendes – vencedor da primeira Bolsa de Criação do Festival, atribuída no ano passado – apresenta “A Fábrica da Mentira”, uma estreia absoluta. À mesma hora, mas em Braga, o grupo inglês Gandini Juggling estreia o espetáculo “Sigma”, um diálogo entre os mundos do malabarismo, da música e da dança clássica indiana. Durante os restantes dias do Festival há mais espetáculos a não perder, como “Augustus”, de Jonathan Frau e Jorge Lix, amanhã, às 19h00, em Famalicão; ou “Um belo dia”, de Dulce Duca, dia 27, às 11h00, em Barcelos. É, ainda, possível, participar nas oficinas de circo e assistir às restantes propostas da edição deste ano do Vaudeville Rendez-Vous.

 

Festival Vaudeville Rendez-Vous arranca já na próxima semana

De 24 a 28 de julho, na malha urbana da região minhota

Festival de circo contemporâneo apresenta 40 atividades, durante quatro dias, em quatro cidades do Minho. Todos os espetáculos são gratuitos

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É já na próxima semana que tem início o mais influente festival de circo contemporâneo da região norte do país. A sexta edição do Vaudeville Rendez-Vous, a decorrer entre 24 e 28 de julho, em quatro cidades do Minho – Famalicão, Guimarães, Braga e, pela primeira vez, em Barcelos, –, apresenta 40 atividades públicas, nomeadamente 28 apresentações de 13 espetáculos programados, dos quais três coproduções, em estreia absoluta, e seis estreias nacionais. 

 

Mais de 50 artistas, de diferentes geografias, vão revelar todo o potencial do circo contemporâneo, apresentando espetáculos que conjugam engenho e inovação. A abrir a sexta edição, no dia 24 de julho, o Vaudeville Rendez-Vous recebe, pela primeira vez, uma companhia australiana. A Gravity & Other Myths vai apresentar o seu espetáculo “A Simple Space”, em Barcelos, às 22h00. O grupo de sete acrobatas vai desafiar os seus limites físicos, acompanhado por uma percussão tocada ao vivo.

 

Outro dos muitos destaques dos primeiros dias da edição de 2019 é a performance da companhia inglesa Gandini Juggling, que estreia o seu espetáculo “Sigma”, no dia 25 de julho, em Braga, às 22h00. Interpretado por quatro malabaristas mulheres de origem inglesa e indiana, onde se inclui a conceituada bailarina Seeta Patel – uma referência na interpretação da dança clássica indiana Bharatanatyam –,o espetáculo celebra o diálogo entre os mundos do malabarismo, da música e da dança clássica indiana e “confirma a ideia de que o Brexit não é senão um grande equívoco”.

 

Circo contemporâneo no feminino

A criação da Gandini Juggling é um dos três projetos interpretados e concebidos por mulheres nesta edição do Vaudeville Rendez-Vous, uma participação no feminino que o festival pretende incentivar e ampliar em edições futuras. As outras propostas são “Chá das Cinco”, da companhia nacional Coração nas Mãos –  que vai ser apresentado no dia 25 de julho, às 19h00, em Barcelos; no dia 26, às 19h00, em Braga; e no dia 27, às 19h00, em Guimarães –, e o projeto “Um belo dia”, da portuguesa Dulce Duca, no dia 27 de julho, às 11h00, em Barcelos, uma combinação de teatro físico e malabarismo, que culmina num universo poético, entre a realidade e o absurdo.

 

Atividades paralelas marcam a programação do Vaudeville

Não é preciso ser-se especialista de circo ou estudante para proceder à inscrição nas oficinas da sexta edição do Vaudeville. Durante os quatros dias do Festival, vão decorrer três workshops – acrobacia aérea, manipulação de objetos e equilíbrio –, também de entrada gratuita, nas quatro cidades. A par das oficinas, o programa contempla ainda um debate sobre redes de cooperação artística, no dia 27 de julho, e um showcase, no dia 26 de julho, que pretende promover e mostrar junto de programadores nacionais e internacionais a criação portuguesa de circo contemporâneo. Com estas iniciativas, o Vaudeville Rendez-Vous, criado pelo Teatro da Didascália, destaca-se, mais uma vez, pela sua diversidade e afirma o seu compromisso de valorização e projeção do circo contemporâneo. É a partir da força regional que o festival pretende dinamizar a internacionalização da cultura e dos artistas portugueses, através das redes europeias que o festival integra – CircusNext e Circostrada.

 

CINEMA AO AR LIVRE REGRESSA À GALERIA COMERCIAL JUMBO FAMALICÃO

 

 

Luzes, pipocas, ação! O cinema ao ar livre está de regresso à Galeria Comercial Jumbo Famalicão com 3 filmes imperdíveis. ´Vingadores: Endgame´, ´Pets 2´ e ´Novos Amigos Improváveis´são os sucessos de Hollywood para ver já nos próximos dias 26, 27 e 28 de julho, às 21h30.

 

Já é tradição, a Galeria Comercial Jumbo Famalicão vai voltar a transformar o seu parque exterior numa sala de cinema gigante ao ar livre e todos estão convidados.

 

Como não podia deixar de ser, os super-heróis são os primeiros a chegar e o filme ´Vingadores: Endgame´ é a primeira proposta a ser exibida sexta-feira, dia 26 de julho, às 21h30. Uma saga do universo Marvel que vai elevar os níveis de adrenalina.

 

No dia seguinte, sábado, pela mesma hora, é a vez do filme de animação ´Pets 2´passar nesta grande tela de cinema em Famalicão na versão dobrada em português para arrancar as maiores gargalhadas a miúdos e graúdos. O que será que o Max e o Duke vão tramar desta vez?

 

Domingo, dia 28 de julho é a vez de assistir à comédia dramática ´Novos Amigos Improváveis, que retrata uma história de amizade pouco provável entre dois homens de classes sociais distintas. O ponto de encontro é à mesma hora.

 

As melhores noites de verão estão de regresso à Galeria Comercial Jumbo Famalicão! 

 

Casa das Artes de Famalicão celebra 18 anos

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No próximo dia 1 de junho a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão completa o seu 18º aniversário. São quase duas décadas de criação de esforço contínuo de formação de públicos e de dedicação e serviço absolutos à cultura, às artes, aos artistas e à comunidade.

Este é um dos mais dinâmicos e criativos teatros municipais portugueses como se pode comprovar pelo portefólio de produções já realizadas. Inaugurado a 1 de junho de 2001, este equipamento cultural integra a Rede Nacional de Teatros e Cineteatros e desenvolve um trabalho interdisciplinar e multifacetado.

Os resultados têm sido exemplares e, hoje, o nome da Casa das Artes é uma marca de qualidade já firmada no mundo das artes e cada vez mais reconhecida em todos os contextos da sociedade.

Em 2018, foram mais de 87.700 as pessoas que escolheram a Casa das Artes para assistirem a um concerto, a um filme, a uma peça de teatro, a um bailado ou para apreciarem uma exposição ou para visitarem o espaço saído do traço do arquiteto Pedro Ramalho.

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Ao longo dos 18 anos de atividade, largamente, mais de um milhão de espetadores optou pela Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão para assistir a um ato artístico. Os números não enganam e a heterogeneidade dos públicos é a sua marca constante. Este teatro municipal não tem um público fechado. Bem pelo contrário, aos que são habituais, junta-se uma sempre renovada miríade de espetadores, assegurando, assim, uma constante renovação.

Teatro, Dança, Cinema, Música, Pintura, Fotografia, Escultura, Instalação, a Casa das Artes tem-se afirmado cada vez mais no panorama cultural da região e do país, sendo referenciada também a nível internacional.

Esta é a Casa onde artistas e público se sentem em casa, porque todos são acolhidos com afeto, aqui encontram o seu lugar e porque há afeto pela Arte.

A Casa das Artes é o polo de atração que está a fazer germinar em Vila Nova de Famalicão um diversificado cluster cultural que se revela com a imergência de vários projetos de produção e de formação artística.

 

Aniversário comemorado com arte

Os 18 anos da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão serão comemorados com uma programação especial que deambulará, em três dias, por diversas manifestações artísticas: Dança, Cinema e muita Música e que será do agrado do público de todas as idades.

De véspera, no dia 31 de maio, às 21h30, no Grande Auditório, será exibido “Alento”, um momento de dança/performance que se materializará na interpretação corporal de Pedro Ramos e Sandra Rosado. A conceção artística, coreografia e interpretação é de Pedro Ramos, numa produção Ordem do O e coprodução Cineteatro Avenida e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão. Entrada: 5 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2,5 euros.

No dia 1 de junho, o presente da Casa das Artes ao seu público assume a forma de dois momentos por um bilhete, num vistoso embrulho musical, que inclui os concertos de Sérgio Godinho e de Frankie Chavez. Entrada: 10 euros. Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 euros.

Nos 18 anos da Casa das Artes, Sérgio Godinho traz a Famalicão, às 21h30, “Nação Valente”, o seu 18º álbum de estúdio, que agrega colaborações inéditas, inesperadas e, diríamos, bem-sucedidas – David Fonseca, Filipe Raposo, Hélder Gonçalves, Pedro da Silva Martins ou um velho companheiro, José Mário Branco.

Em palco, “Nação Valente” crescerá adicionada por melodias outras, menos recentes, das mais e menos conhecidas, e que por certo enriquecerão o retrato desta nação, necessariamente valente, feita de vida.

Finda a atuação de Sérgio Godinho, pelas 23h00, no Foyer, imerge a “I Don’t Belong Tour”, com Frankie Chavez. Indiferente à “rede de segurança” de uma banda, o músico, cantor e compositor assume o espetáculo a solo, olhos nos olhos com o público, sem segredos e sem truques, sem distanciamentos e sem barreiras.

No dia 2 de junho, às 11h30, o Grande Auditório da Casa das Artes recebe “Música para Famílias 2019”, no 4º Ciclo de Concertos Promenade, sob o mote “Encruzilhadas”. Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 euros

Organizados pela Casa das Artes em coprodução com a APROARTE- Associação das Escolas Profissionais de Música, os Concertos Promenade, de maio a dezembro, aos domingos de manhã, dão acesso à grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, sendo usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.

O programa de aniversário da Casa das Artes de Famalicão encerra com as atenções viradas para o público mais novo, desta feita com oferta de cinema de animação, no Grande Auditório, às 16h00 e às 18h00, com “Dumbo” de Tim Burton. Entrada: 2 euros. Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro.

Da Disney e do visionário realizador Tim Burton, a nova e extraordinária aventura de ação real Dumbo, desenvolve-se a partir do clássico e acarinhado conto homónimo, onde as diferenças são celebradas, a família é valorizada e os sonhos ganham asas.

Estas são as plurais ofertas da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, que celebrando 18 anos de atividade, há muito é-lhe reconhecido já ter assumido, em plenitude, a maioridade. O aniversário é agora, mas o convite ao convívio com as artes é permanente.

 

zOOm: Territórios Dramáticos vai pôr o público a "ver melhor"

Entre 17 e 27 de maio, em Famalicão

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Além dos espetáculos de teatro que vão encher concelho de Famalicão, o Territórios Dramáticos aposta numa programação paralela

 

“zOOm: ver melhor”. É esta a proposta de programação do Territórios Dramáticos – organizado pelo Teatro da Didascália –, pensada para aproximar o público da companhia. Além da já conhecida aposta na dramaturgia nacional que anualmente enche a cidade de Vila Nova de Famalicão, o Encontro vai ter, também, mais duas atividades paralelas inseridas nesta vertente mais “educacional”. Seja na horta, na Amazónia ou no meio das estrelas, a terceira edição do Territórios Dramáticos quer pôr as pessoas a refletir sobre o teatro.

 

Mitologia amazónica com o Teatro Calafrio

Através de pequenos objetos, sombras e imagens, Luciano Amarelo do Teatro Calafrio vai discorrer sobre a mitologia e a história da Amazónia. “Nada é o que já foi – contos e lendas da Amazónia”, agendado para dia 19 de maio, às 16h00, no fAUNA, pretende narrar contos sobre pessoas, bichos, planetas, rios e estrelas.

 

Abóbora assume o papel de personagem principal

Menina, porqueira, chila, bolina, cabaça. No espetáculo de Graça Ochoa – “Sopa de Jerimu” –, um projeto satélite da Circolando, existem todos os tipos de abóboras e é a partir delas que a personagem descobre coisas que desconhecia. Agendado para dia 26 de maio, às 16h00, este espetáculo pretende levar o público até à horta e, desta forma, reinventar o espaço convencional do teatro.

 

Outras propostas “dramáticas”

Além do “zOOm: ver melhor”, o Territórios Dramáticos recebe, ainda, o “Concerto para Estrelas”, uma experiência performativa e sonora no espaço exterior do fAUNA. É da autoria do Teatro do Frio, a mesma companhia do espetáculo Oásis, responsável por dar início ao Encontro. O Teatro Experimental do Porto apresenta “O Dia da matança na história de Hamlet” e o Teatro da Didascália estreia em Famalicão a sua mais recente criação, “Argila: no princípio era o Verbo”.

 

A encerrar mais um ano de Territórios Dramáticos, “Música da época#1” pretende levar os espectadores a experienciar a música e a gastronomia, com a ajuda do trabalho dos chefs Liliana Duarte e Álvaro Dinis Mendes, do Cor de Tangerina. O preço dos bilhetes, por espetáculo, vai dos dois aos quatro euros (com desconto para estudantes, maiores de 65 anos e outros grupos). As reservas, bem como, a inscrição para as iniciativas paralelas pode ser feita através do e-mail rp@teatrodadidascalia.com ou do número 924 305 850.

JOVENS DE FAMALICÃO LEVAM ARTE URBANA PARA O MEIO RURAL E CONVERTEM LENDAS E TRADIÇÕES DAS FREGUESIAS EM PINTURAS MURAIS

PROJETO URBAN YOUTH ESTARÁ EM OITO FREGUESIAS ATÉ FINAL DO ANO E EM 16 ATÉ 2020

 

As lendas e tradições das freguesias de Vila Nova de Famalicão estão a ser reveladas através da representação artística em pinturas murais espalhadas por todo o concelho.

Denominado Urban Youth, o projeto resulta de uma parceria do Pelouro da Juventude do Município de Famalicão, a partir da Casa da Juventude, com o Centro Artístico - A Casa Ao Lado. Até final deste ano, o projeto estará concluído em oito freguesias, estando já previstas mais oito pinturas murais, todas em freguesias diferentes, nos próximos dois anos.

"Sob a nossa orientação, os trabalhos estão a ser executados por jovens de Famalicão, sendo que o objetivo passa por proporcionar-lhes a oportunidade de usufruir da experiência artística e de adquirir valores no sentido de promover uma cidadania mais participativa", conta Ricardo Miranda, diretor artístico do Centro Artístico - A Casa Ao Lado.

"Esta descentralização da arte urbana para os meios rurais tem sido muito bem acolhida nas freguesias e até têm sido os próprios presidentes das Juntas a contactar o Pelouro da Juventude, de forma a usufruirem do projeto", revela Ricardo Miranda, que confessa a ambição de "ver esta iniciativa cobrir as 48 freguesias de Famalicão para, no final, produzir um livro ilustrativo de toda a obra realizada".

Com pinturas murais já concluídas em diversas freguesias - Sinçães, Requião, Jesufrei, zona das Lameiras e Santiago D'Antas -, está agendada para a tarde de amanhã, sábado, dia 17, a inauguração de mais uma pintura mural do projeto Urban Youth, no parque infantil das Camélias, na freguesia de Bairro.

Ao longo de 24 metros de comprimento, este mural da autoria de 15 jovens famalicenses ilustra a forte ligação daquela localidade ao barro e à cerâmica, potenciada pela Fundação Castro Alves que, desde 1979, com a criação da Escola de Cerâmica Artística, formou centenas de crianças que se tornaram artesãos de excelência, reconhecidos em todo o país.

Até final do ano, o Urban Youth avançará ainda com mais dois projetos, a realizar na Associação Dar as Mãos, em Vila Nova de Famalicão, e na freguesia de Gavião.

Mais Cinema ao Ar Livre em Famalicão

 

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27, 28 e 29 de julho, às 21h30

 

 

As sessões de Cinema ao Ar Livre gratuitas da Galeria Comercial Jumbo Famalicão continuam no mês de julho, já nos próximos dias 27, 28 e 29 de julho. Os sucessos “Vingadores: Guerra do Infinito”, “Príncipe Bué Encantado” e “Han Solo: Uma história de Star Wars” são os filmes em exibição neste fim-de-semana.

 

Em julho, a Galeria Comercial Jumbo Famalicão preparou não duas, mas três noites com filmes de aventura, comédia, ação e ficção científica. Um cartaz diversificado para fazer as delícias de todos.

 

Sempre às 21h300, o fim-de-semana começa com a exibição de “Vingadores: Guerra do Infinito” na noite de sexta-feira. Um filme de ação e aventura da Marvel que conta com a participação de estrelas como Scarlett Johansson e Gwyneth Paltrow, ou os consagrados Vin Diesel, Benedict Cumberbatch, Benicio Del Toro e Mark Ruffalo, entre outros.

 

No sábado a programação promete encantar os mais novos com a animação “Príncipe Bué Encantado”, na versão dobrada em português, com as vozes de David Carreira e Cuca Roseta. A história encantada de um jovem amaldiçoado à nascença com um charme irresistível que conquista o coração de todas as donzelas do reino.

 

A ficção científica chega no domingo com a maior saga de ficção científica de sempre, Star Wars. “Han Solo: Uma história de Star Wars conta a história do jovem Han Solo, conhecido pelo papel de Harrison Ford na trilogia original, desta vez preconizado por Alden Ehrenreich, num regresso ao passado.

 

Para os cinéfilos mais empolgados, a Galeria Comercial Jumbo Famalicão vai oferecer a oportunidade de terem acesso a um lugar VIP, com vista privilegiada e direito a um menu jantar ou um menu de pipocas com bebida para 4 pessoas, sendo para isso necessário realizar 30 euros em compras nas suas lojas *.

 

Venha aproveitar as noites de verão com os sucessos de bilheteira em exibição na sala gigante de Cinema ao Ar Livre da Galeria Comercial Jumbo Famalicão. O acesso é totalmente gratuito!