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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

“Scianema - Mostra o Oceano” regressa a Faro para a 7ª edição > 21-23 março

“Scianema - Mostra o Oceano” regressa a Faro
para a 7ª edição

 

Filmes com enfoque no Oceano e Clima, com entrada gratuita
 

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De 21 a 23 de março, o Teatro Lethes, em Faro, prepara-se para mergulhar nas profundezas do Oceano com o Scianema, uma seleção de filmes para compreender a crise climática que enfrentamos e a importância da preservação dos ecossistemas marinhos na sua mitigação. Com entrada gratuita.

Esta iniciativa da Sciaena, uma organização não-governamental de ambiente dedicada à conservação e recuperação do meio marinho, pretende sensibilizar a sociedade civil para o  reconhecimento do Oceano como elemento essencial para a sobrevivência e bem-estar da humanidade. 

Ao longo de três noites, o Scianema apresenta quatro filmes, aprofundando temas cruciais com especial enfoque no Oceano e no Clima. 

A abertura da mostra, no dia 21 de março, contará com a exibição de "Deep Rising", um documentário de Matthieu Rytz. Narrado por Jason Momoa, traz à superfície a beleza das profundezas do Oceano numa intriga geopolítica, empresarial e científica, onde se aborda a exploração dos recursos marinhos.  

A segunda noite apresentará "Lindo", de Margarida Gramaxo, um filme que mergulha na vida de um ex-caçador de tartarugas marinhas que se tornou num “guardião” desta espécie e das praias da ilha do Príncipe. 

  O encerramento do Scianema, no dia 23 de março, trará a exibição do documentário "Carne – a pegada insustentável", de Hugo de Almeida, o primeiro filme português a abordar a urgência de uma mudança nos padrões de alimentação, destacando a importância de uma dieta plant-based em detrimento da baseada em proteína animal.

A abrir esta sessão, teremos a curta metragem "Oceano – o infinito azul que devemos proteger" de João Esteves, que retrata a vastidão azul do ecossistema marinho, realçando a importância desse gigante e as ameaças que enfrenta, assim como o que podemos fazer em prol da sua proteção. Após cada sessão o público é convidado a conversar com um painel composto por realizadores, ambientalistas e investigadores, proporcionando uma oportunidade única para a discussão e aprofundamento dos temas apresentados. 

A entrada é gratuita e aberta ao público em geral, com início das exibições às 21:00. Recomenda-se chegar 20 a 30 minutos antes de cada sessão para garantir um lugar. Todos os filmes são legendados ou falados em português e inglês.)

Tricycles apresentam datas de espetáculos para março

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Durante o mês de março, os Tricycles estão em tour pelo país. Após três concertos de lançamento do álbum em 2023 (Lisboa, Esmoriz, Coimbra), a banda vai agora realizar seis espectáculos em março, continuando a apresentação do segundo álbum "White sharks don’t eat flowers", com edição da Lux Records, com base em Coimbra.

Os Tricycles são originários de Lisboa, com vínculo a Coimbra. O quarteto inclui Sérgio Dias (bateria), Rui Tiago Narciso (baixo), Afonso Almeida (guitarra elétrica, voz) e João Taborda (voz, guitarra acústica, teclado).

Para a banda “estar na estrada é a natureza de um triciclo que se preze! É bom poder pensar no deserto gelado da pandemia como um pesadelo já distante, e compensar agora com uma série de concertos em espaços tão fixes como o Club Farense, Clube de Tavira, o CAAA em Guimarães ou o Cru em Famalicão! Estamos cheios de vontade de partilhar o novo álbum com as pessoas. Até agora a reacção tem sido excelente e queremos continuar a mostrar que vale a pena mergulhar connosco e nadar junto aos tubarões."

O álbum "White sharks don’t eat flowers" é mais maduro, apresentando um som mais cru e expansivo, ao mesmo tempo que é mais coeso. Sem restrições ou complexidades, os Tricycles seguem em adiante, absorvendo e interpretando livremente as influências das férteis terras da pop e do rock. Eles oferecem agora uma espécie de diário de viagem em catorze etapas, demonstrando que a empatia e a ironia continuam presentes na banda, mesmo após algumas doses de vacina.

"White sharks don’t eat flowers" foi gravado nos estúdios da Blue House, com Henrique Toscano (Birds Are Indie) na gravação, mistura e masterização realizadas por João Rui (a Jigsaw / John Mercy), com produção de João Taborda e Afonso Almeida, membros do próprio Tricycles.

 

Datas dos próximos concertos 
1 Março - Faro - Clube Farense - 21h30
2 Março - Tavira - Clube de Tavira - 21h30
3 Março - Guia - FNAC - 16h00
22 Março - Guimarães - CAAA - 22h00
23 Março - Matosinhos - FNAC NorteShopping - 16h30

 

Exposição Quem és tu? em Sines e Faro até ao final do ano

Exposição Quem és tu? – um teatro nacional a olhar para o país em Sines e Faro até ao final do ano

 

Exposição Quem és tu, Sines_©JoãoVersosRoldã

Até ao final do ano, a Exposição Quem és tu? — Um teatro nacional a olhar para o país estará patente em Sines, no Centro de Artes, até ao próximo dia 18 de novembro, e em Faro, no Teatro das Figuras, entre 24 de novembro e 16 de dezembro.

 

Quem és tu? recupera a relação da Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro, à qual, no final de 1929, foi concessionado o Teatro Nacional D. Maria II, com o país. Resultado de uma parceria entre o D. Maria II, a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril e o Museu Nacional do Teatro e da Dança, a exposição tem curadoria do programador cultural Tiago Bartolomeu Costa.

 

“Tem sido um privilégio trabalhar em parceria com a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril e com o Museu Nacional do Teatro e da Dança para conceber e difundir a Exposição «Quem és tu? — Um teatro nacional a olhar para o país», um rigoroso trabalho do curador Tiago Bartolomeu Costa, que constitui um contributo original e significativo para a historiografia do teatro em Portugal”, afirma Rui Catarino, Presidente do Conselho de Administração do Teatro Nacional D. Maria II.

 

“Um retrato de quase 100 anos da complexa história do Teatro Nacional D. Maria II, e do teatro em Portugal, em permanente ligação com os seus contextos políticos e sociais, esta exposição leva a todo o país uma oportunidade única de compreender melhor a relevância do teatro português e a forma como espelhou e foi catalisador de mudanças do nosso país. Só com o esforço conjunto da equipa do D. Maria II e de todos os parceiros envolvidos, é possível empreender uma operação com esta escala”, conclui.  

 

Maria Inácia Rezola, Comissária Executiva, afirma: “Queremos tirar partido das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril para promover um maior conhecimento do passado, indispensável à reflexão sobre o futuro. Pretendemos que os 50 anos de liberdade e democracia deem o mote para construirmos uma sociedade mais participativa, plural e democrática, e a Cultura, materializada em iniciativas como esta, é imprescindível neste caminho”.

 

A exposição em Sines e Faro: visitas guiadas, debates e oficinas para famílias

O Centro de Artes de Sines recebe a exposição «Quem és tu? — Um teatro nacional a olhar para o país» até ao dia 18 de novembro.

 

Sines é o sétimo concelho do país onde esta exposição está patente e o único onde serão expostos um Telão da autoria de Graça Morais – construído em 1995, para a peça Ricardo II, de William Shakespeare, com encenação de Carlos Avilez, e apresentado pela primeira vez em contexto expositivo – e o Cenário-tapeçaria que Abílio de Mattos e Silva criou e desenhou para o espetáculo de reabertura do Teatro Nacional D. Maria II, em maio de 1978, após o incêndio que destruiu o edifício em 1964. O espetáculo de reabertura era composto por Auto da Geração Humana, atribuído a Gil Vicente, e o Alfageme de Santarém, de Almeida Garrett. Nesta exposição, recria-se, de uma forma simbólica, o espaço cénico da peça Auto da Geração Humana, através das tapeçarias/telões de Abílio de Mattos e Silva, bem como do figurino usado em cena por Eunice Muñoz, desenhado pelo mesmo artista.

 

Estas duas peças revestem-se de elevado valor patrimonial e histórico, tanto para a história do Teatro Nacional D. Maria II como do teatro português.

 

Neste concelho, está ainda agendada uma visita guiada à exposição com o curador, no dia 17 de novembro, sexta-feira, às 14h30. Na mesma data, pelas 16h30, tem lugar o debate «Mitos, mitologias, ficção e identidade», com moderação de Tiago Bartolomeu Costa.

 

No dia 18 de novembro, domingo, às 15h, acontece uma Oficina para Famílias (crianças a partir dos 10 anos), dinamizada por Vera Santos. Estas sessões duram 1h30.

 

A partir de dia 24 de novembro, a exposição estará patente em Faro, no Teatro das Figuras. A inauguração acontece no dia 24, pelas 18h30, seguida de uma visita guiada pelo curador. A 16 de dezembro, sábado, pelas 15h, decorre nova visita guiada, também com orientação de Tiago Bartolomeu Costa.

 

No dia 25 de novembro, sábado, às 10h30, tem lugar uma Oficina para Famílias.

 

A 16 de dezembro, sábado, pelas 17h, o espaço acolhe um debate em torno do país social e cultural das primeiras décadas do século XX, e do D. Maria II como lugar de revelação e validação.

 

O teatro português e a sua relação com o Regime

A concessão do Teatro Nacional D. Maria II à Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro acompanhou 45 dos 48 anos da ditadura do Estado Novo, tendo-se iniciado em 1929 — três anos depois da instauração da ditadura militar —, e sido continuamente renovada, incluindo em 1964, após o incêndio que encerrou o edifício. Só a Revolução levaria ao fim do contrato, em 1974.

 

Nesse período, o teatro português desenvolveu-se, afirmou-se, reagiu e definiu-se na relação com o Regime. As consequências dessa relação criaram uma prática e história para o teatro e, em particular, para uma ideia de teatro nacional.

 

Recuperando a relação da Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro com o território nacional, a Exposição Quem és tu? – Um teatro nacional a olhar para o país estabelece ligações entre a prática artística e o seu contexto político e social, sublinhando relações entre os espetáculos apresentados e as diferentes camadas de representação (do país, da sociedade, do teatro e dos regimes políticos), potenciando a perceção pública de uma certa ideia de (e para o) teatro nacional, tanto enquanto edifício, como na sua missão.

 

Através de linhas temáticas comuns, são estabelecidas relações entre espetáculos distintos, propondo leituras que aprofundem a prática artística e a implementação de políticas, num trabalho que identifica princípios de resistência, mas também de participação nas atividades e ações do regime.

 

Uma viagem pelo país

Integrada na Odisseia Nacional, um projeto de coesão territorial desenvolvido pelo Teatro Nacional D. Maria II desde o início de 2023, a Exposição Quem és tu? – Um teatro nacional a olhar para o país passou já por seis concelhos de Portugal Continental e Ilhas desde março deste ano: Águeda, Caldas da Rainha, Évora, Funchal, Ribeira Grande e Viseu.

 

Ao longo destes meses, cerca de 2 mil pessoas visitaram a Exposição nas várias regiões do país e participaram nas suas atividades paralelas: visitas guiadas, debates e oficinas para famílias.

 

 

Exposição Quem és tu? em Sines e Faro até ao final do ano

Exposição Quem és tu? – um teatro nacional a olhar para o país em Sines e Faro até ao final do ano

 

Exposição Quem és tu, Sines_©JoãoVersosRoldã

Até ao final do ano, a Exposição Quem és tu? — Um teatro nacional a olhar para o país estará patente em Sines, no Centro de Artes, até ao próximo dia 18 de novembro, e em Faro, no Teatro das Figuras, entre 24 de novembro e 16 de dezembro.

 

Quem és tu? recupera a relação da Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro, à qual, no final de 1929, foi concessionado o Teatro Nacional D. Maria II, com o país. Resultado de uma parceria entre o D. Maria II, a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril e o Museu Nacional do Teatro e da Dança, a exposição tem curadoria do programador cultural Tiago Bartolomeu Costa.

 

“Tem sido um privilégio trabalhar em parceria com a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril e com o Museu Nacional do Teatro e da Dança para conceber e difundir a Exposição «Quem és tu? — Um teatro nacional a olhar para o país», um rigoroso trabalho do curador Tiago Bartolomeu Costa, que constitui um contributo original e significativo para a historiografia do teatro em Portugal”, afirma Rui Catarino, Presidente do Conselho de Administração do Teatro Nacional D. Maria II.

 

“Um retrato de quase 100 anos da complexa história do Teatro Nacional D. Maria II, e do teatro em Portugal, em permanente ligação com os seus contextos políticos e sociais, esta exposição leva a todo o país uma oportunidade única de compreender melhor a relevância do teatro português e a forma como espelhou e foi catalisador de mudanças do nosso país. Só com o esforço conjunto da equipa do D. Maria II e de todos os parceiros envolvidos, é possível empreender uma operação com esta escala”, conclui.  

 

Maria Inácia Rezola, Comissária Executiva, afirma: “Queremos tirar partido das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril para promover um maior conhecimento do passado, indispensável à reflexão sobre o futuro. Pretendemos que os 50 anos de liberdade e democracia deem o mote para construirmos uma sociedade mais participativa, plural e democrática, e a Cultura, materializada em iniciativas como esta, é imprescindível neste caminho”.

 

A exposição em Sines e Faro: visitas guiadas, debates e oficinas para famílias

O Centro de Artes de Sines recebe a exposição «Quem és tu? — Um teatro nacional a olhar para o país» até ao dia 18 de novembro.

 

Sines é o sétimo concelho do país onde esta exposição está patente e o único onde serão expostos um Telão da autoria de Graça Morais – construído em 1995, para a peça Ricardo II, de William Shakespeare, com encenação de Carlos Avilez, e apresentado pela primeira vez em contexto expositivo – e o Cenário-tapeçaria que Abílio de Mattos e Silva criou e desenhou para o espetáculo de reabertura do Teatro Nacional D. Maria II, em maio de 1978, após o incêndio que destruiu o edifício em 1964. O espetáculo de reabertura era composto por Auto da Geração Humana, atribuído a Gil Vicente, e o Alfageme de Santarém, de Almeida Garrett. Nesta exposição, recria-se, de uma forma simbólica, o espaço cénico da peça Auto da Geração Humana, através das tapeçarias/telões de Abílio de Mattos e Silva, bem como do figurino usado em cena por Eunice Muñoz, desenhado pelo mesmo artista.

 

Estas duas peças revestem-se de elevado valor patrimonial e histórico, tanto para a história do Teatro Nacional D. Maria II como do teatro português.

 

Neste concelho, está ainda agendada uma visita guiada à exposição com o curador, no dia 17 de novembro, sexta-feira, às 14h30. Na mesma data, pelas 16h30, tem lugar o debate «Mitos, mitologias, ficção e identidade», com moderação de Tiago Bartolomeu Costa.

 

No dia 18 de novembro, domingo, às 15h, acontece uma Oficina para Famílias (crianças a partir dos 10 anos), dinamizada por Vera Santos. Estas sessões duram 1h30.

 

A partir de dia 24 de novembro, a exposição estará patente em Faro, no Teatro das Figuras. A inauguração acontece no dia 24, pelas 18h30, seguida de uma visita guiada pelo curador. A 16 de dezembro, sábado, pelas 15h, decorre nova visita guiada, também com orientação de Tiago Bartolomeu Costa.

 

No dia 25 de novembro, sábado, às 10h30, tem lugar uma Oficina para Famílias.

 

A 16 de dezembro, sábado, pelas 17h, o espaço acolhe um debate em torno do país social e cultural das primeiras décadas do século XX, e do D. Maria II como lugar de revelação e validação.

 

O teatro português e a sua relação com o Regime

A concessão do Teatro Nacional D. Maria II à Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro acompanhou 45 dos 48 anos da ditadura do Estado Novo, tendo-se iniciado em 1929 — três anos depois da instauração da ditadura militar —, e sido continuamente renovada, incluindo em 1964, após o incêndio que encerrou o edifício. Só a Revolução levaria ao fim do contrato, em 1974.

 

Nesse período, o teatro português desenvolveu-se, afirmou-se, reagiu e definiu-se na relação com o Regime. As consequências dessa relação criaram uma prática e história para o teatro e, em particular, para uma ideia de teatro nacional.

 

Recuperando a relação da Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro com o território nacional, a Exposição Quem és tu? – Um teatro nacional a olhar para o país estabelece ligações entre a prática artística e o seu contexto político e social, sublinhando relações entre os espetáculos apresentados e as diferentes camadas de representação (do país, da sociedade, do teatro e dos regimes políticos), potenciando a perceção pública de uma certa ideia de (e para o) teatro nacional, tanto enquanto edifício, como na sua missão.

 

Através de linhas temáticas comuns, são estabelecidas relações entre espetáculos distintos, propondo leituras que aprofundem a prática artística e a implementação de políticas, num trabalho que identifica princípios de resistência, mas também de participação nas atividades e ações do regime.

 

Uma viagem pelo país

Integrada na Odisseia Nacional, um projeto de coesão territorial desenvolvido pelo Teatro Nacional D. Maria II desde o início de 2023, a Exposição Quem és tu? – Um teatro nacional a olhar para o país passou já por seis concelhos de Portugal Continental e Ilhas desde março deste ano: Águeda, Caldas da Rainha, Évora, Funchal, Ribeira Grande e Viseu.

 

Ao longo destes meses, cerca de 2 mil pessoas visitaram a Exposição nas várias regiões do país e participaram nas suas atividades paralelas: visitas guiadas, debates e oficinas para famílias.

 

 

FÓRUNS FNAC RECEBEM EXPOSIÇÕES DOS VENCEDORES DAS MARATONAS FOTOGRÁFICAS E NOVOS TALENTOS

Até 9 de novembro, poderão visitar de Norte a Sul do país e da ilha da Madeira os trabalhos vencedores destas duas iniciativas. A entrada é livre. 

 

 

Até 9 de novembro, a FNAC terá patentes exposições dos vencedores das Maratonas Fotográficas e do concurso Novos Talentos FNAC. Os Fóruns FNAC de Norte a Sul do país e da ilha da Madeira transformam-se, assim, em palcos de cultura.

 

Estarão também em exibição os trabalhos das menções honrosas, assim como de participantes que se destacaram nas respetivas iniciativas. A entrada nestas exposições é gratuita e aberta a todos aqueles que queiram conhecer os talentos daqueles que se aventuraram nestes projetos artísticos da FNAC.

 

Com estas exposições, a FNAC reforça o seu compromisso com a Cultura ao apoiar novos artistas.

 

Agenda exposições Maratonas Fotográficas:

  • FNAC de Cascais | Até 09/11 | Fotografias do vencedor Rafael Macedo e da menção honrosa Ana Pedro.
  • FNAC de Braga | Até 09/11 | Fotografias do vencedor Mário Cruz e da menção honrosa António Pereira Costa.
  • FNAC de Faro | Até 15/11 | Fotografias do vencedor Francisco Neves Santos e da menção honrosa Luís Sarmento.
  • FNAC de Almada | Até 18/10 | Fotografias do vencedor Fernando Fortes e da menção honrosa Diogo Leitão.
  • FNAC do Colombo | Até 11/10 | Fotografias da vencedora Ana Mestre e da menção honrosa Rui Brites de Sousa.
  • FNAC de Coimbra | Até 08/11 | Fotografias do vencedor João Paulo Proença e da menção honrosa Rui Neto.
  • FNAC de Viseu | Até 24/10 | Fotografias do vencedor Carlos Costa e da menção honrosa Rui Brites de Sousa.
  • FNAC Madeira | Até 28/09 | Fotografias do vencedor Luís Vasconcelos e da menção honrosa Vando Neto.
  • FNAC Norteshopping | Até 18/10 | Fotografias do vencedor Nélson Gonçalves e da menção honrosa José Pessoa Neto.

 

Agenda exposições Novos Talentos FNAC - Fotografia:

  • FNAC do Chiado | Até 02/11 | Rui Costa “Uma azeitona bordada em azul”
  • FNAC de Gaia | Até  4/10 | Vitor Xavier “Uma janela com vista para o mar”
  • FNAC de Alfragide | Até 20/10 | Rodrigo Vargas “Delta”

 

Agenda exposições Novos Talentos FNAC - Ilustração:

  • FNAC da Madeira | 29/09 a 08/11
  • Tiago Pinto “Composições mais ou menos mortas”
  • Wanjou Lu “Cultural Patterns in cities”
  • Marco Gomes “Cultura das trevas”

 

FÓRUNS FNAC RECEBEM EXPOSIÇÕES DOS VENCEDORES DAS MARATONAS FOTOGRÁFICAS E NOVOS TALENTOS

Até 9 de novembro, poderão visitar de Norte a Sul do país e da ilha da Madeira os trabalhos vencedores destas duas iniciativas. A entrada é livre. 

 

 

Até 9 de novembro, a FNAC terá patentes exposições dos vencedores das Maratonas Fotográficas e do concurso Novos Talentos FNAC. Os Fóruns FNAC de Norte a Sul do país e da ilha da Madeira transformam-se, assim, em palcos de cultura.

 

Estarão também em exibição os trabalhos das menções honrosas, assim como de participantes que se destacaram nas respetivas iniciativas. A entrada nestas exposições é gratuita e aberta a todos aqueles que queiram conhecer os talentos daqueles que se aventuraram nestes projetos artísticos da FNAC.

 

Com estas exposições, a FNAC reforça o seu compromisso com a Cultura ao apoiar novos artistas.

 

Agenda exposições Maratonas Fotográficas:

  • FNAC de Cascais | Até 09/11 | Fotografias do vencedor Rafael Macedo e da menção honrosa Ana Pedro.
  • FNAC de Braga | Até 09/11 | Fotografias do vencedor Mário Cruz e da menção honrosa António Pereira Costa.
  • FNAC de Faro | Até 15/11 | Fotografias do vencedor Francisco Neves Santos e da menção honrosa Luís Sarmento.
  • FNAC de Almada | Até 18/10 | Fotografias do vencedor Fernando Fortes e da menção honrosa Diogo Leitão.
  • FNAC do Colombo | Até 11/10 | Fotografias da vencedora Ana Mestre e da menção honrosa Rui Brites de Sousa.
  • FNAC de Coimbra | Até 08/11 | Fotografias do vencedor João Paulo Proença e da menção honrosa Rui Neto.
  • FNAC de Viseu | Até 24/10 | Fotografias do vencedor Carlos Costa e da menção honrosa Rui Brites de Sousa.
  • FNAC Madeira | Até 28/09 | Fotografias do vencedor Luís Vasconcelos e da menção honrosa Vando Neto.
  • FNAC Norteshopping | Até 18/10 | Fotografias do vencedor Nélson Gonçalves e da menção honrosa José Pessoa Neto.

 

Agenda exposições Novos Talentos FNAC - Fotografia:

  • FNAC do Chiado | Até 02/11 | Rui Costa “Uma azeitona bordada em azul”
  • FNAC de Gaia | Até  4/10 | Vitor Xavier “Uma janela com vista para o mar”
  • FNAC de Alfragide | Até 20/10 | Rodrigo Vargas “Delta”

 

Agenda exposições Novos Talentos FNAC - Ilustração:

  • FNAC da Madeira | 29/09 a 08/11
  • Tiago Pinto “Composições mais ou menos mortas”
  • Wanjou Lu “Cultural Patterns in cities”
  • Marco Gomes “Cultura das trevas”

 

VITALSPORT: A FESTA DO DESPORTO ESTÁ DE VOLTA

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Dias 16 e 17 de setembro nas lojas Decathlon: Aveiro, Braga, Cascais, Coimbra, Sintra e Viseu

Dias 23 e 24 setembro nas lojas Decathlon: Amadora, Guimarães, Leiria, Matosinhos e Torres Vedras

Dias 30 de setembro e 1 de outubro na loja Decathlon Faro

O VITALSPORT está de regresso e com ele a festa do desporto e da atividade física.

 

Durante dois dias, e em conjunto com mais de 300 parceiros por todo o país, será possível experimentar, de forma gratuita, no exterior das lojas Decathlon, mais de 45 atividades de desportos diferentes.

 

Mergulho, equitação, escalada são apenas alguns exemplos de modalidades presentes nesta edição do VITALSPORT e que poderá usufruir com a ajuda de quem melhor conhece cada desporto, os atletas dos clubes e associações de cada região. 

 

Esta é a oportunidade para aprender ou praticar aquela modalidade com que sempre sonhou, de forma individual ou em família, mas por onde nunca se aventurou, no VITALSPORT poderá ainda conhecer novas opções desportivas e com elas eleger o seu desporto para a nova época que se avizinha.

Agendado para os fins-de-semana de setembro, entre as 10H00 e as 19H00, o VITALSPORT, que é promovido pela Decathlon em parceria com inúmeros parceiros desportivos e instituições, está pensado para que cada pessoa passe um momento de convívio e partilha, diversão e atividade física.

Descubra aqui o que a sua loja Decathlon preparou para si. 

Passatempo VARA - Teatro das Figuras - Faro

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O Blog Cultura de Borla em parceria com a CAMA a.c.  tem bilhetes duplos para o espectáculo VARA no Teatro das Figuras em FARO no dia 12 de MaioCAMA a.c. | Facebook aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ir ver VARA com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e sessão pretendida.

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

 
 
VÄRA
De Daniel Matos 
 

 

Teatro das Figuras, Faro
12 de maio, 21h30

 

 
VÄRA é a quarta criação do coreógrafo Daniel Matos, produzida pela CAMA AC. O espetáculo surge da urgência de pensar o encontro criando um objeto coreográfico onde sete performers habitam um espaço rodeado por plásticos, como referência à exposição da carne num talho, enquanto procuram e potencializam a tentativa de um diálogo perdido num caminho efémero e comum.
 

Focada na envolvência cíclica que une espécies e conceitos como nascimento, perenidade, deterioração e transformação, Vära explora através dos seus performers o encontro híbrido entre dois choros: o do nascimento de um bebé e aquele presente no leito da morte de um suíno, do qual não se sente piedade, cruzando-o com o estudo dos universos individuais de cada intérprete desenvolvendo um trabalho paralelo entre a sua biografia e a sua pegada no espectro emocional, físico e psicológico. Gera-se uma pesquisa híbrida, acompanhada pela música original de João Galante, que relaciona a procura do primitivo em cada um com a necessidade humana de pertencer a um coletivo.

3 - 5 MARÇO - 5ª EDIÇÃO DO SCIANEMA - FESTIVAL DE CINEMA DEDICADO AOS OCEANOS E À SUA PROTEÇÃO

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A Sciaena - ONG portuguesa de conservação marinha - organiza, de 3 a 5 de março, a 5ª edição do Scianema, festival de cinema dedicado ao oceano, à sua preservação, e sensibilização e educação do público relativamente às principais ameaças que os mares enfrentam, e o que pode ser feito para recuperar e proteger os seres que neles habitam.

O Scianema decorre, como tem vindo a ser hábito, em Faro, sendo cada vez mais um marco na agenda cultural da cidade que tem acolhido este festival desde o início em 2016. Destaca-se, também, por ser o único festival de cinema ambiental exclusivamente dedicado ao oceano, em Portugal. Pela primeira vez, o festival decorre no Teatro Lethes, espaço icónico da capital algarvia, nas noites de 3, 4 e 5 de março, pelas 21h. Este evento tem entrada gratuita e no grande ecrã é apresentada uma diversidade de filmes e temas que surpreenderão, criarão debate e alterarão a nossa perceção do mundo marinho. Em cada noite, além dos filmes escolhidos, há também espaço para um breve debate com especialistas de cada tema e com os próprios realizadores dos filmes, onde o público poderá interagir, questionar e pensar o mar e o nosso lugar na sua proteção.

primeira sessão do Scianema é às 21h de quinta-feira, dia 3, com a exibição do filme “Picture a Scientist”, de Sharon Shattuck e Ian Cheney. Este filme, que nos chega dos EUA, analisa o percurso da Mulher na ciência ao longo das últimas décadas, e as desigualdades, as pressões e abusos de que foi alvo. É um momento de confronto com uma realidade que permaneceu escondida durante largas décadas, que teremos a oportunidade de discutir após o filme com a investigadora Lisa Borges, especialista em ciência pesqueira há mais de 25 anos, que nos dará a sua perspetiva sobre esta realidade a nível nacional e global.

No segundo dia do festival, o Cineclube de Faro toma o leme da programação, tendo escolhido o filme “Se o Mar Deixar”, de Luís Alves de Matos - um cruzamento do olhar de um homem vindo da cidade sobre um homem do mar que habita uma aldeia piscatória, numa sessão que contará com a presença do realizador.

A 5ª edição do Scianema encerra no sábado, dia 5, numa noite dedicada à Ria Formosa, às suas gentes, biodiversidade e respetivas ameaças, com a exibição de dois documentários filmados nesta incrível zona costeira. Primeiro, mergulhamos para conhecer os cavalos-marinhos da Ria Formosa com o filme “Cavalos de Guerra” de João Rodrigues, e a luta para proteger aquela que já foi a maior população destes seres no mundo. Depois, teremos a estreia mundial do documentário “From Culatra”, da realizadora Ana Monteiro, que nos dará uma perspetiva única da Ilha da Culatra e do dia-a-dia da sua comunidade, a forma como evoluiu e como pretende evoluir. Para fechar, teremos uma conversa com ambos os realizadores para falar sobre as suas perceções e experiências na Ria Formosa.

“Foi um desafio dar continuidade aos nossos eventos virados para o público nos últimos dois anos, portanto dá-nos um enorme orgulho poder voltar ao mundo físico, e sobretudo realizarmos este evento pela primeira vez no incrível Teatro Lethes”, diz Nicolas Blanc, da Sciaena, sobre o evento. “É natural que tenha havido uma ligeira desconexão do público relativamente à natureza e ao oceano, tendo em conta as enormes adversidades que temos atravessado, mas é de uma importância enorme partilhar estes filmes, que nos mostram a beleza do oceano, mas também as ameaças que enfrenta, e o que podemos fazer enquanto indivíduos mas sobretudo enquanto sociedade para limitar os nossos impactos e recuperar a saúde dos nossos mares”, concluiu.

Para além do Teatro Lethes e do Cineclube de Faro, esta edição conta com a parceria da Associação Recreativa e Cultural de Músicos, o Centro de Ciências do Mar, o Centro de Investigação Marinha e Ambiental, o Erasmus Student Network Algarve, o Município de Faro, a Sociedade Recreativa Artística Farense e a RUA FM.

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