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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

OuTonalidades 2021 com inscrições abertas até 31 de janeiro.

 

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Estão abertas as inscrições para o OuTonalidades 2021!

 

Inscrições de grupos, até 31 de janeiro, aqui:
dorfeu.pt/outonalidades

As inscrições de grupos para a 25ª edição do OuTonalidades já abriram e decorrem até ao dia 31 de janeiro. Em tempo de resistência cultural, o circuito português de música ao vivo continua ativo e a gerar oportunidades. Os grupos interessados podem inscrever-se através do site oficial, em dorfeu.pt/outonalidades.

As inscrições são abertas a projetos musicais, de todos os géneros, que pretendam integrar a Bolsa de Grupos do OuTonalidades 2021. Num esforço de adaptação às novas circunstâncias, há novos escalões de cachet e a novidade da taxa de inscrição variável.

Após a inscrição online dos grupos, irá decorrer a fase de pré-seleção, da qual resultará a Bolsa de Grupos desta edição. A par da circulação nacional, o circuito continuará a trabalhar nas oportunidades de promoção internacional dos grupos portugueses.

A atual 24ª edição, apesar da pandemia, logrou concretizar-se (perto de trinta concertos) e continua a percorrer o país até 21 março 2021. O calendário dos próximos concertos, em constante atualização, pode ser consultado no site oficial, em dorfeu.pt/outonalidades.

 

Junta o teu grupo ao OuTonalidades!

dorfeu.pt/outonalidades

Programação 2021 | 3ª EDIÇÃO, CUMPLICIDADES 2020

CUMPLICIDADES - Festival Internacional de Dança Contemporânea de Lisboa, terminará a 3ª edição em Março de 2021 com a estreia do espectáculo MINA, de Carlota Lagido e com o espectáculo I COULD WRITE A SONG, de Nuno Lucas.

 

MINA | CARLOTA LAGIDO (PT)
SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL – Nova criação | Estreia absoluta
4 a 6 Mar > 20h | 7 Mar> 17h30  | M/16 | 90 minutos


I COULD WRITE A SONG | NUNO LUCAS (PT)
BIBLIOTECA DE MARVILA
5 e 6 Mar  19h | M/6 | 60 minutos

 

 

CineEco de Seia nomeia 3 filmes ambientais para o 7º Award GFN

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O CineEco nomeou três filmes candidatos ao 7º Award GFN, uma espécie de óscares para os melhores filmes de temática ambiental, organizado pela GFN - Green Film Network, uma rede de 40 festivais de cinema de ambiente de todo o mundo.

Para melhor longa-metragem o festival de Seia nomeou “A Alma de um Ciclista, de Nuno Tavares, que venceu o prémio de Melhor Longa Metragem de Língua Portuguesa na 26ª edição do CineEco, que decorreu em Outubro passado. O filme segue um grupo de ciclistas “clássicos” descobrindo valores que se vão perdendo na sociedade moderna, como a importância da amizade, da ecologia, da valorização do antigo, da rejeição ao consumismo e outras premissas.

 

Para melhor curta-metragem a nomeação recaiu em Vi(r)agens, de Patrícia Pedrosa, vencedora do prémio Curta Metragem em Língua Portuguesa na última edição do CineEco. Esta curta retrata histórias de resiliência e ativismo climático, em Portugal e Moçambique. A simplicidade do quotidiano de cada protagonista revela ligações, dependências, viagens e viragens no curso das vidas que se vão conhecendo.

 

O festival de Seia nomeou ainda para filme da década All the Time in the World (“Todo o tempo do mundo”), da realizadora canadiana Suzanne Crocker. Este documentário, que foi vencedor do Prémio Antropologia Ambiental e Grande Prémio da Juventude do CineEco 2015, retrata a experiência radical de uma família, um casal com três filhos, que viveu nove meses numa cabana na mata gelada do norte do Canadá, sem  eletricidade, água corrente, comunicações e relógios.

 

Ao todo, há 19 festivais da Green Film Network (GFN), a mais importante rede de festivais de Cinema Ambiental do mundo, a participar com os seus filmes selecionados para estas 3 categorias. 31 filmes competem nas categorias de Melhor Curta-Metragem e Melhor Longa-Metragem Internacional e 13 concorrem a melhor longa-metragem da década, indicadas pelos festivais.

 

Este é o 7ºAward GFN, um importante prémio organizado anualmente pela Green Film Network, que este ano decorre de forma online, depois de em anos anteriores ter sido organizado fisicamente pelos festivais de Paris (França), Saragoça (Espanha), Republica Dominicana, São Francisco (EUA), Toronto (Canadá) e CineEco de Seia (Portugal).

 

A cerimónia de entrega de prémios será dia 16 de fevereiro, apresentada virtualmente no site da GFN.

 

Ana Bela Chaves e Fernando Altube juntam música argentina e portuguesa no Festival Música em Leiria

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Os músicos Ana Bela Chaves e Fernando Altube vão levar ao palco do Teatro José Lúcio da Silva um concerto que irá juntar a música portuguesa e a música argentina para violeta e piano. O espetáculo, integrado no Festival Música em Leiria organizado pelo Orfeão de Leiria | Conservatório de Artes (OLCA), decorre na próxima quinta-feira, dia 10 de dezembro, pelas 19h30.

 

Natural de Lisboa, Ana Bela Chaves é uma das mais prestigiadas intérpretes portuguesas da atualidade, tendo sido discípula de François Broos no Conservatório Nacional da mesma cidade, onde em 1969 obteve o primeiro prémio de violeta. Apresenta-se como solista com a grande maioria das orquestras portuguesas e também com algumas das mais prestigiadas orquestras internacionais.

 

Primeira violeta solista nas Orquestras Filarmónica e Gulbenkian de Lisboa, Ana Bela Chaves é desde 1980 a primeira solista da Orquestra de Paris, e, desde 2013, primeira violeta da Orquestra dos Solistas Europeus do Luxemburgo. Em março de 1997, recebe do Presidente da República Portuguesa a condecoração de “Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique” e, em maio de 2001, é-lhe outorgada em Paris a medalha de “Cavaleiro das Artes e das Letras”.

 

Pianista, compositor, maestro e professor, Fernando Altube fez um longo percurso na sua carreira musical que o levou a conviver com diferentes culturas em diferentes cidades do mundo. Entre 1997 e 2015, foi professor de piano, de análise, e professor acompanhador na Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi da cidade de Setúbal, tendo sido também, entre 2000 e 2015, o Maestro e Arranjador da Orquestra Orff de Setúbal e Diretor Artístico da Academia.

 

Em 2018 e 2019 teve duas grandes estreias de sucesso. A primeira, em novembro de 2018, no auditório do Museu do Oriente em Lisboa, com a estreia de “O Poema Incompleto”, para violeta e piano, com a violetista Ana Bela Chaves. “Palomitas” foi a obra apresentada em março de 2019, nas cidades de Nova Iorque e Baltimore, nos Estados Unidos da América, interpretada pelo Voyager Ensemble.

 

A entrada no concerto é gratuita e sujeita à lotação da sala. Os bilhetes apenas podem ser levantados no dia do concerto, até 30 minutos antes, mediante a entrega de géneros alimentares não perecíveis ou artigos de higiene. O Teatro José Lúcio da Silva efetua reservas de bilhetes através do número 244 823 600 ou do e-mail bilheteira@teatrojlsilva.pt.

 

Convidamos os senhores jornalistas a assistir ao concerto de Ana Bela Chaves e Fernando Altube, integrado no 38.º Festival Música em Leiria, que decorrerá na próxima quinta-feira, dia 10 de dezembro, às 19h30, no Teatro José Lúcio da Silva.

 

CINEECO começa já amanhã - Cinema Ambiental gratuito e em segurança

CINEECO 20202 - Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela
10 a 17 de outubro - Seia

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The Great Green Wall 

 

É já a partir de amanhã e até 17 de outubro, sábado, que a Casa Municipal da Cultura de Seia acolhe a 26ª edição do CineEco - Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra da Estrela. Em competição estão mais de 70 filmes e documentários, de mais de 25 países. Ainda assim, este ano, o cinema ambiental português está em grande destaque.

Apesar de todas as contingências inerentes ao cenário de Pandemia, o CineEco dá um sinal de afirmação de todo um território no intuito de disponibilizar um verdadeiro serviço público à comunidade e ao público em geral. Ao abrigo de todas as normas de segurança, higiene e distanciamento social emanadas pela Direção-Geral de Saúde, o CineEco vai mesmo exibir 77 filmes e documentários em competição, em sala

A Casa Municipal da Cultura de Seia, que detém o selo Clean & Safe, estará preparada para acolher o público em segurança. O acesso às salas será restrito, com a diminuição da lotação da sua capacidade total para metade. Assim, o Cineteatro poderá acolher até 170 pessoas e o Auditório até 70. 

Dadas as circunstâncias, não está prevista a presença de alunos do 1º ciclo e jardim-de-infância, que habitualmente se deslocavam ao CineEco. Haverá, também, uma diminuição do número de convidados, como realizadores, elementos do júri da juventude, padrinhos, entre outros. Ainda assim, contaremos com os habituais debates com alguns realizadores presentes e alunos das escolas do concelho. 

As Ecotalks acontecem em sala, mas, por forma a limitar a lotação do auditório, serão transmitidas em simultâneo no Facebook do CineEco. Ao todo, vão ser 5 debates online, com duração de 50 minutos, sobre as temáticas atuais associadas ao cinema e ao ambiente. Todas as Ecotalks têm transmissão live, às 17 horas, no Facebook do CineEco, sem necessidade de pré-registo ou inscrição obrigatória.

Este sábado, dia da ABERTURA OFICIAL DO CINEECO, às 17 horas, serão inauguradas, nas galerias da Casa Municipal da Cultura de Seia. a mostra “Rumores do Mundo: Pessoas, Lugares, Outros Olhares” e a exposição do trabalho ancorado na atividade de Elsa Cerqueira, intitulado “De Tela a Tela, Cineviagens”.

Ainda neste dia, numa parceria conjunta entre o Município de Seia e o Festival DME, Hugo Simões apresenta, na Casa Municipal da Cultura de Seia, às 18 horas, a performance Finding a Place to Land .

Pelas 21h30, o concerto de abertura do CineEco ficará a cargo de Pedro e os Lobos, com a apresentação do álbum “Depois da Tempestade”. A entrada é gratuita, mas é necessário reservar entradas previamente. 

Festival World Academy | 13 a 16 e 18 Outubro | Convite

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FESTIVAL WORLD ACADEMY 2020
O Festival World Academy é um grande evento aberto a toda a comunidade da escola e ao público em geral e que este ano decorre de 13 a 16 e 18 de OutubroTem como objetivo principal colocar em prática as aprendizagens adquiridas pelos alunos e mostrar os melhores trabalhos, desenvolvidos ao longo do ano letivo.

A programação, produção e promoção estão a cargo das turmas dos cursos de Produção de Eventos e Espetáculos e de Produção e Promoção de Música. Tal como nos anos anteriores a programação aposta na multiculturalidade e na diversidade de temas e trabalhos apresentados. 

Esta será a 5ª edição e este ano o Festival atravessa a rua e ocupa o Teatro Ruy de Carvalho em Carnaxide.

Os bilhetes já estão à venda em Blue Ticket e tem um custo de 4€ cada evento.

Santa Maria da Feira | Sayaka Shoji, Joyce Cândido e António Saiote integram cartaz do FIMUV | concertos gratuitos entre 3 de outubro e 21 de novembro

Santa Maria da Feira acolhe Festival Internacional de Música de Paços de Brandão

FIMUV REGRESSA EM FORMATO MAIS EXCLUSIVO

PARA NOVE ESPETÁCULOS DE RESILIÊNCIA CULTURAL

 

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– António Saiote, Joyce Cândido e Sayaka Shoji integram o cartaz 

– Sete concertos gratuitos e dois ao preço de 5 euros 

 

O programa da 43.ª edição do FIMUV teve que ser ajustado às restrições de profilaxia e mobilidade internacional impostas pela pandemia de Covid-19, mas, uma vez readaptado o calendário do evento e o mapa de viagens dos solistas estrangeiros, não houve cedências em termos de qualidade: o festival volta a trazer a diferentes palcos de Santa Maria da Feira alguns dos melhores intérpretes da cena musical erudita contemporânea. Entre os nove espetáculos a decorrer de 03 de outubro a 21 de novembro, sete dos quais de entrada livre, haverá música sinfónica, jazz, world music, grupos corais, orquestras e até dança. A lotação das salas será inevitavelmente reduzida, mas isso apenas confere um caráter mais exclusivo à estratégia de resiliência cultural assumida pelos organizadores do evento, ao apostarem em espetáculos como os que assinalam os 50 anos de carreira do maestro e clarinetista António Saiote, a consagração de Joyce Cândido como nova embaixadora da canção brasileira e a celebração dos 250 anos do nascimento de Beethoven pela Orquestra Filarmónica Portuguesa e pela violinista japonesa Sayaka Shoji.

 

Depois de um primeiro concerto em Janeiro pela Orquestra Filarmónica Portuguesa com o Coro de Berlim, antes de o surto epidemiológico de Covid-19 ter inviabilizado viagens internacionais e obrigado a confinamento profilático generalizado, o 43.º FIMUV – Festival Internacional de Música de Paços de Brandão arranca em definitivo no próximo dia 03 de outubro.

A direção artística do certame mantém-se a cargo do violinista e docente Augusto Trindade, que, embora reconhecendo que o festival enfrentou este ano “um conjunto de dificuldades inteiramente novo”, encara a presente edição também como um desafio mais exigente e estimulante. “O que o confinamento imposto pela pandemia demonstrou é que, a par das ligações familiares e pessoais mais profundas, o que mais reconfortou as populações de todo o mundo num período de profundo isolamento foram as diferentes manifestações da criatividade humana e do génio artístico”, explica. “Isso reforça o espírito de missão do FIMUV, enquanto evento promovido por uma associação cultural tão presente na formação de jovens como é o caso do CiRAC: cabe-nos dar o exemplo, demonstrar que trabalho e resiliência reforçam o talento e o caráter, e provar que a cultura pode ser usufruída em diferentes suportes, porque, mesmo sem audiências em massa para agitar o coletivo, experiências mais intimistas e exclusivas provocam memórias igualmente fortes e duradouras”.

O primeiro espetáculo a concretizar esse espírito de resistência dá-se a 03 de outubro no Cineteatro António Lamoso, com a cantora, pianista e bailarina brasileira Joyce Cândido, que ainda no início de 2020 gravou um dueto com Mário Zambujo e agora sobe ao palco da Feira para reafirmar os motivos pelos quais é considerada uma das vozes mais relevantes da nova geração do samba e da MPB.

No dia 05 será o auditório da Academia de Música de Paços de Brandão a acolher um recital de piano por João Bettencourt da Câmara, que aos 19 anos já era apontado por críticos norte-americanos como detentor de uma “inesperada profundidade emocional” nas suas interpretações.

António Saiote será o protagonista do dia 10, atuando no palco da Biblioteca Municipal da Feira com a violoncelista Irene Lima e o pianista Vasco Dantas. A experiência de 50 anos do maestro e clarinetista associar-se-á assim a duas referências da música de câmara portuguesa, numa atuação com obras de Beethoven, Brahms e Bacri.

Para o auditório mais aconchegante do CiRAC está reservado, a 17 de outubro, o jazz do Indigo Quintet, um coletivo português recente que procura conferir à música instrumental “uma abordagem tímbrica desafiante”, fundindo o seu género-base com rock, funk, tango, bossa nova e clássica. No dia seguinte, na sala vizinha da Academia de Música de Paços de Brandão, sucedem-se outros três jovens músicos, todos eles já apontados como embaixadores internacionais da erudita nacional após percursos iniciados em escolas regionais: as violinistas Inês Pais e Joana Weffort, e o clarinetista Telmo Costa.

world music, por sua vez, estará em foco no dia 23, também no CiRAC, para dar a conhecer o projeto a solo de Raúl Manarte, o músico, compositor, fotógrafo e psicólogo que fundou o grupo percussivo Be-Dom. O seu estilo reflete as experiências que vem acumulando no universo artístico e no campo humanitário, enquanto psicólogo ligado a diferentes missões dos Médicos Sem Fronteiras e de outras entidades com atuação em campos de refugiados da Grécia e em países como Moçambique e Guiné-Bissau.

 

Do Japão para o Europarque, com um Stradivarius de 1792

 

Conduzida por Osvaldo Ferreira, considerado “um dos mais representativos maestros nacionais da atualidade”, a Orquestra Filarmónica Portuguesa vai a 25 de outubro preencher o Grande Auditório do Centro de Congressos Europarque com obras de Jean Sibelius e Ludwig Beethoven. A solista convidada para o concerto é a japonesa Sayaka Shoji, que, executando um violino Stradivarius datado de 1792, se afirmou desde cedo pela sua “musicalidade de técnica brilhante”, exprimindo ainda uma versatilidade artística que a leva a criar música para áreas performativas tão distintas quanto a dança e o audiovisual.

Os últimos espetáculos do FIMUV de 2020 também exploram outras facetas da música, começando pela interpretação coral, no dia 07 de novembro, no Auditório de Milheirós de Poiares, onde o Coro do CiRAC irá cantar obras “dos primórdios do Organum até ao século XX”, mediante o acompanhamento do pianista Diogo Santos Silva, da banda Expensive Soul.

A edição daquele que está a ser “o ano mais estranho de sempre na história do FIMUV” despede-se a 21 de novembro, fechando o ciclo de 2020 ao regressar novamente ao Cineteatro António Lamoso, na Feira. É aí que o Ballet Contemporâneo do Norte encerra o festival com uma exibição de “Eurodance”, uma “hecatombe geopolítica e tecno-emocional” para cinco bailarinos, com direção e coreografia de Rogério Nuno Costa.

“Não fosse o uso obrigatório de máscara e o maior distanciamento entre lugares na plateia, ninguém diria que este cartaz, tão rico e diversificado, corresponde a um ano complicadíssimo e sem paralelo em termos de programação e gestão cultural”, realça Augusto Trindade. “É claro que ainda nos falta subir ao palco e concretizar os espetáculos, mas já nos sentimos particularmente orgulhosos nesta fase, por termos evitado o cancelamento de um evento internacional que, implicando a coordenação de centenas de artistas, vai culminar, como sempre até aqui, num produto sério e de qualidade insuspeita”.

FESTIVAL JOVENS MÚSICOS ANTENA 2/RTP EM LOULÉ COM DOIS CONCERTOS

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O Festival Jovens Músicos 2020 é uma organização da Antena 2 e da RTP, em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian, a Câmara Municipal de Loulé e a ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (Porto), e decorre até 26 de setembro.

Nesta sua 10.ª edição, que conta com a transmissão online de concertos de edições anteriores e a realização de algumas atuações ao vivo, com público e com exibição em streaming através da Antena 2 e da RTP Palco, o festival ruma pela primeira vez a sul, a Loulé (além de Lisboa e Porto), com dois concertos imperdíveis que apresentam os mais promissores criadores e intérpretes da nova geração. A 23 de setembro, pelas 21h30, o Tomás Marques Quarteto (jazz) atua no Auditório do Solar da Música Nova e a 25 o Quarteto Tejo (música clássica) apresenta-se na Igreja da Misericórdia de Loulé também pelas 21h30. Ambos os concertos serão transmitidos em direto pela Antena 2 e RTP Palco.

Tomás Marques Quarteto é uma banda formada pelo saxofonista que dá nome à banda, propositadamente para o Prémio Jovens Músicos. Sendo todos alunos da Escola Superior de Música de Lisboa, Tomás reuniu estes amigos para o concurso, avançando assim com um novo quarteto. Tomás Marques no saxofone, Samuel Gapp no piano, Rodrigo Correia no contrabaixo e Diogo Alexandre na bateria têm tocado com os maiores nomes do jazz português e cada vez mais solidificando estes novos nomes no Jazz em Portugal. À volta de um jazz moderno cheio de influências, tocam composições do saxofonista. Este agrupamento foi reconhecido com o Prémio Jovens Músicos 2019 na categoria 'Jazz Combo’.

O Quarteto Tejo, formado em 2018, teve origem nas margens do rio que lhe dá o nome, em Belém, após os quatro músicos residentes no estrangeiro se terem encontrado num curso de aperfeiçoamento e tocado em conjunto. O entusiasmo por abordar a música sem barreiras formais e experimentar diferentes sentimentos e ideias em união, levou-os a formalizar o quarteto. Este projeto musical é um bilhete para Portugal de Inglaterra, Suíça, Bélgica e Alemanha; é uma viagem de quatro indivíduos à exploração do seu gosto comum pela música.

Ambos os concertos destinam-se ao público em geral, têm uma duração aproximada de 60 minutos cada e a entrada é gratuita (lógica de acesso que se estende a todo o festival) mas limitada, exigindo obrigatoriamente o levantamento prévio de convite na receção do Cineteatro Louletano.

Para mais informações, os interessados podem contactar o Cineteatro Louletano pelo telefone 289 414 604 (terça a sexta-feira, das 13h00 às 18h00) ou pelo email cinereservas@cm-loule.pt Além disso, podem consultar a sua página de facebook – www.facebook.com/cineteatrolouletano ou o seu renovado website http://cineteatro.cm-loule.pt, ambos em permanente atualização, bem como a sua conta no instagram (cineteatrolouletano).

O Cineteatro Louletano é uma estrutura cultural no domínio das artes performativas da Câmara Municipal de Loulé e está integrado na Rede Azul – Rede de Teatros do Algarve e na Rede 5 Sentidos.

CML/GAP /RP

Recomeçamos hoje a 3ª EDIÇÃO do CUMPLICIDADES 2020

Recomeçamos hoje a 3ª edição do CUMPLICIDADES com Ana Rita Teodoro, amanhã com Mário Afonso e Ana Renata Polónia e a partir de quinta-feira com Catarina Miranda.

 

Programação Set 2020:

 

_YOUR TEACHER PLEASE | ANA RITA TEODORO (PT)

Quartel da GNR - Largo Cabeço de Bola  

22, 23, 24 Set > 19h30 | M/6 | 80 minutos

 

_ESTÚDIOS ABERTOS | CAL - Primeiros Sintomas:

 

FRAMEWORK | MÁRIO AFONSO (PT)

23 Set > 20h30 | 40 minutos | M/18

 

KAMA | ANA RENATA POLÓNIA (PT)

23 Set > 21h30 | 30 minutos | M/18

 

_DREAM IS THE DREAMER | CATARINA MIRANDA (PT)

CAL - Primeiros Sintomas - Estreia em Lisboa

25 e 26 Set > 21h30 | 27 Set > 19h30 | M/6 | 45 minutos

 

Maia Blues Fest | 18-20 de set. | Grande Auditório Fórum da Maia |

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Face às condições meteorológicas previstas para este fim-de-semana, a Câmara Municipal da Maia, informa que os espetáculos da II edição do Maia Blues Fest, agendados para o Auditório Exterior do Fórum da Maia, serão realizados no Grande Auditório do Fórum da Maia.

Mais se informa, que os mesmos espetáculos continuam a respeitar as orientações previamente estabelecidas no âmbito do controlo da pandemia (Covid-19).

Ainda a este respeito, reforçamos que a Câmara Municipal da Maia organiza o espaço para que todos os espetáculos possam ser desfrutados com todas as condições de segurança, no entanto, cabe a cada um de nós, enquanto membros do público da iniciativa, zelar pela nossa proteção e pela dos outros, numa afirmação inequívoca de responsabilidade cívica.

Os espetáculos que integram a iniciativa “Maia Blues Fest”, agendados para os dias 18, 19 e 20 de setembro, terão entrada livre, condicionada à lotação do espaço.

A entrada do público no recinto será realizada de forma ordeira, orientada pelos técnicos da Divisão da Cultura e da Polícia Municipal, de acordo com a ordem de chegada, respeitando as distâncias físicas de segurança e das orientações e recomendações emanadas pela Direção-Geral da Saúde (DGS), nomeadamente:

Delimitação do recinto;
Lotação limitada;
Uso obrigatório de máscara;
Marcação dos lugares sentados;
Distanciamento físico obrigatório;
Disponibilização de solução à base álcool para higienização das mãos;
Cumprimento da etiqueta respiratória;
Sinalização de circuitos de entrada e saída do público;
Reforço de higienização dos espaços entre espetáculos.