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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

NOVAS CONFIRMAÇÕES MIMO FESTIVAL AMARANTE: LEYLA MCCALLA E ARNALDO ANTUNES & VITOR ARAÚJO

 

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Espetáculos e outras propostas artísticas nos dias 19, 20 e 21 de Julho, ocupam diversos pontos da cidade

 

Já são conhecidos mais dois dos nomes do cartaz do MIMO AMARANTE. Desta vez, respondem à chamada Leyla McCalla e Arnaldo Antunes & Vitor Araújo, que se juntam assim a Marcelo D2, Fatoumata Diawara, Dino D´Santiago e Femi Kuti & The Positive Force reforçando a ideia de um cartaz colorido e diversificado.

 

Sempre com entrada gratuita, o MIMO Festival é um dos maiores festivais de música gratuito de Portugal.

 

LEYLA MCCALLA (EUA)

Nascida em Nova York, a cantora, compositora e notável multi-instrumentista, filha de pais imigrantes haitianos e activistas, redescobriu suas raízes ao se radicar em Nova Orleans. Influenciada pela música crioula, o jazz e o folk, adotou o violoncelo como principal instrumento, num estilo muito próprio. Cantando em francês, crioulo haitiano e inglês, Leyla McCalla também toca banjo tenor e guitarra, e desperta atenção por sua voz profunda e comovente.

 

A artista vem ao MIMO Amarante lançar o seu quinto álbum de estúdio, o aguardado “Sun without the heat”, um trabalho divertido e alegre, ao mesmo tempo que carrega a dor e a tensão da transformação. Nele, McCalla consegue equilibrar peso e leveza com melodias e ritmos extraídos de diversas formas de música afro-diaspórica, incluindo Afrobeat, modalidades etíopes, tropicalismo brasileiro e folk e blues americano.

 

Leyla é uma cantora humanista e para ela as letras são tão importantes quanto a música. Em “Sun without the heat”, a artista incorpora escritos de pensadoras feministas negras afro-futuristas, como Octavia Butler, Alexis Pauline Gumbs e Adrienne Maree Brown.



A música de Leyla reflete as suas experiências de vida, de onde extrai a essência, transforma-as em sua arte, projetando um respeito pela simplicidade eloquente, que raramente é alcançado. Cada álbum representa uma nova exploração, uma nova direção e uma nova visão.

 

Sobre ela, diz o “The New York Times”: “a sua voz é surpreendentemente natural... a sua música magnificamente transparente contém notícias de família, memória, solidão e a inexorabilidade do tempo; pensamentos pesados tratados com o imaginável toque de leveza.” 

 

Três singles do álbum dessa estrela em ascensão, “Tree” e “Scaled to survive”, este último acompanhado de um videoclipe em que participam filhos e amigos, e a interpretação tropicalista de “Love we had” já estão disponíveis para escuta.

 

ARNALDO ANTUNES & VITOR ARAÚJO (Brasil)

“Lágrimas no mar” é o momento mais lírico da carreira a solo do músico, poeta, compositor e artista visual brasileiro Arnaldo Antunes (ex-Titãs). Traz o repertório do álbum homônimo que se transformou num reencontro apoteótico do artista com o seu público. 

 

Em formato voz e piano, o concerto soma a obra de um dos principais compositores da música pop brasileira, marcado por influências concretistas e pós-modernas, com o virtuosismo do pianista pernambucano Vitor Araújo. 

 

Arnaldo, sempre ávido por se conectar com artistas de géneros e gerações distintos, encontrou em Vitor mais do que apenas um parceiro musical. Encontrou um jovem talentoso e sensível, alguém com quem dividir o seu particular universo, a alma e a matéria. Em “Lagrimas do Mar”, Vitor Araújo é o responsável por todos os arranjos. 

 

Os artistas sobem ao palco para executar um setlist que parte da introspecção, mas que, em contato com o público, ganha dimensões de sentimento compartilhado, onde a música se mistura com poemas entoados e projeções multimédias. Apresentam canções minimalistas como “Socorro”, “Manhãs de love”, parceria de Arnaldo com Erasmo Carlos e hits como “Vilarejo”, dos Tribalistas e “Como 2 e 2”, de Caetano Veloso, além de composições de outras fases da carreira de Arnaldo Antunes.



ARTISTAS JÁ CONFIRMADOS  

 

MARCELO D2 – 19 DE JULHO

FATOUMATA DIAWARA – 20 DE JULHO

LEYLA MCCALLA – 20 DE JULHO

DINO D’SANTIAGO – 21 DE JULHO

FEMI KUTI & THE POSITIVE FORCE – 21 DE JULHO

ARNALDO ANTUNES & VITOR ARAÚJO – 21 DE JULHO

SERRALVES // DE 15 A 21 DE ABRIL // 10ª EDIÇÃO // BIOBLITZ INVADE O PARQUE DE SERRALVES

BIOBLITZ 2024

10ª edição

 

Parque de Serralves

15 a 21 de abril

ACESSO GRATUITO
15 a 19 abril - Escolas
20 e 21 abril - Público geral

 

No ano em que se celebra a sua 10ª edição, a Fundação de Serralves, a Lipor e os seus Municípios associados promovem mais umaedição do BioBlitz dirigido à comunidade educativa, público em geral e famílias. Uma edição cheia de novidades

A anterior edição trouxe a Serralves 56.405 pessoas, o número mais alto de sempre. As expressivas visitas de escolas e o forte envolvimento de diversas autarquias, nomeadamente dos municípios fundadores de Serralves e dos municípios associados à LIPOR, justificaram esta afluência. Durante a semana, 28.384 alunos do pré-escolar ao 3º ciclo, de vários pontos do país, participaram neste evento acompanhados dos seus professores. Impressionante foi também o número de famílias e crianças que acorreram ao Parque de Serralves durante o fim de semana e participaram nas variadas exposições, oficinas científicas e pedagógicas, visitas temáticas, saídas de campo com investigadores e especialistas, atividades em autonomia e muitos espetáculos que preencheram os diversos espaços do parque de Serralves. 

O BioBlitz é um evento pedagógico e científico de referência no âmbito da educação e sensibilização para a Biodiversidade, que dá a conhecer a fauna e a flora do Parque de Serralves, através da exploração de metodologias científicas e artísticas e com uma narrativa contemporânea que integra a Agenda da sustentabilidade, assente nos desígnios do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, “Proteger a Vida Terrestre” e da Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade COP16. 

 

Em 2024, o evento realiza-se no formato presencial para a comunidade educativa na semana de 15 a 19 de abril e para as famílias e público em geral no fim de semana de 20 e 21 de abril. 

 

Uma oportunidade única para o conhecimento da biodiversidade através de uma programação diversa no Parque de Serralves, um convite à participação de todos! 

 

 

Em 2024 o evento decorrerá no seguinte formato:

Presencial de 15 a 19 abril – Escolas:

  • pré-escolar,
  • 1.º/2.º/3.º Ciclos do Ensino Básico,
  • Secundário,
  • Profissional,
  • pessoas com ecesidades específicas

 

Presencial 20 e 21 abril – Famílias e Público geral

 

 

 

PRÉ-ESCOLAR E PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS *

OFICINAS CIENTÍFICAS E PEDAGÓGICAS

Temáticas: Anfíbios | Árvores | Aves | Insetos | Micromamíferos | Morcegos | Répteis

Datas: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR

Horário de cada oficina: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30

Duração: 45 min

Local: Clareira dos Teixos

* A localização das atividades prevê a proximidade e facilidade nos acessos à zona de check in e a infraestruturas como o Museu, Bar, WC, outras.

OFICINA 1

ANFÍBIOS

O sapo Francisquinho

Como todos os anfíbios, o Francisquinho divide os seus dias entre a água e a terra. É um sapo diferente de todos os outros, sonha em explorar o mundo para além do charco, partindo numa viagem onde a curiosidade e a coragem o levarão a descobrir novos lugares e espécies. Inspirada no livro “O Sapo Francisquinho”, de Clara P. Correia, a oficina procura sensibilizar para a importância da natureza e das relações que se criam entre os seres vivos.

OFICINA 2

ÁRVORES

Floresta verde

No livro Na Floresta da Preguiça, vive uma preguiça escondida que luta pela sobrevivência. Conhecer as árvores da floresta e o que as torna tão importantes é o caminho para as protegermos e salvarmos a preguiça. As ilustrações de Anouck Boisrobert e Louis Rigaud, que contam uma história sobre a desflorestação e a destruição do habitat de muitas espécies, serão o ponto de partida para a reconstrução da floresta verde na oficina.

OFICINA 3

AVES

O Bando

Está na hora de partir pois a viagem deve começar antes da chegada dos dias frios. O bando está em posição, rumo ao quente do outro lado da montanha. Na oficina, a exploração das características das aves apoiará o desenho de um percurso conjunto, onde não faltará abrigo e alimento.

OFICINA 4

INSETOS

O silêncio do grilo

No mundo dos insetos é possível encontrar seres de muitas formas e cores, com comportamentos estranhos e múltiplas moradas. As ilustrações do livro “O grilo muito silencioso” de Eric Carle mostram-nos um grilo diferente e que vive em silêncio. Nesta oficina, a libélula, o louva-a-deus e a cigarra, serão a inspiração para ajudar o grilo a superar desafios e a aceitar que a diferença o torna muito especial.

OFICINA 5

MICROMAMÍFEROS

Noronha, ouriço com vergonha

O ouriço Noronha vive com vergonha escondido na floresta. No livro “Noronha, Ouriço com Vergonha”, a autora, Sofia I. Vieira, conta-nos de que forma um ouriço envergonhado, começa a gostar de si próprio e a entender a importância dos seus espinhos escondidos. Esta oficina explorará como a amizade nos ajuda a descobrir quem somos.

OFICINA 6

MORCEGOS

Morcego da noite

Superar o medo e descobrir a beleza que existe mesmo nos lugares mais sombrios é uma oportunidade para conhecer o morcego da noite. Nesta oficina, as ilustrações do livro “Na noite escura”, de Bruno Munari, serão o ponto de partida para fazer crescer a imaginação e a coragem na descoberta de novos amigos.

OFICINA 7

RÉPTEIS

Vida de Lagarto

Na história do “Grande Lagarto da Pedra Azul”, de Papiniano Carlos, existe um lagarto, uma montanha e uma pedra azul. Embora solitário e de sangue-frio, o lagarto procura novos amigos. A oficina explora a importância das relações entre os seres vivos e a natureza através da imaginação.

1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO

OFICINAS PEDAGÓGICAS | VISITA GUIADA | JOGO

OFICINAS PEDAGÓGICAS

Temáticas: Anfíbios | Árvores | Aves | Briófitas | Cogumelos | Líquenes
Datas: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR
Horários: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30
Duração: 45 min

OFICINA 1

ANFÍBIOS

Local: Clareira da Presa

Espécies raras

Com uma vida dupla na água e na terra, do seu ciclo de vida faz parte um processo de metamorfose com várias transformações visíveis até à idade adulta. A oficina dará a conhecer os anfíbios do Parque e explorará os seus ciclos de vida.

OFICINA 2

ÁRVORES

Local: Roseiral

Impressões botânicas

Na sombra recortada das folhas perduram histórias da vida das árvores e os lugares onde habitam convidam à observação e ao registo, fazendo cristalizar o que vimos e sentimos. Nesta oficina, o Parque será inspiração para a construção de uma narrativa.

OFICINA 3

AVES

Local: Roseiral

A migração

Na primavera algumas aves regressam ao Parque. Em bando enchem o céu de movimento e velocidade, despertando do silêncio do inverno para longas viagens. Na oficina explorar-se-á o tipo de comportamento, as rotas que percorrem, as estações de reprodução e os desafios e ameaças que enfrentam, como a destruição do habitat, as mudanças climáticas e os obstáculos humanos.

OFICINA 4

BRIÓFITAS

Local: Arboreto Sec. XIX

Modo verde

Perto de um ribeiro, junto a um ramo ou tronco de árvore, existem pequenos “tapetes” verdes formados por milhares de plantas. São musgos! Pequeninas plantas terrestres, com diferentes formas e cores que os investigadores chamam de briófitas. Esta oficina permitirá olhar o Parque para o pormenor destas plantas.

OFICINA 5

COGUMELOS

Local: Clareira da Presa

Funga

Os fungos suportam toda a vida na Terra. Com um papel importantíssimo, são os principais decompositores da natureza, reciclando a matéria vegetal e estabelecendo parcerias de mútuo benefício com a maioria das plantas. A oficina dará a conhecer alguns cogumelos e explorará a importância dos fungos no equilíbrio ecológico do Parque.

OFICINA 6

LÍQUENES

Local: Clareira da Presa

Seres aumentados

E se treinássemos os nossos olhos para reparar nos seres vivos minúsculos? Aqueles que constroem manchas coloridas nos muros e troncos das árvores. Os líquenes são organismos compostos por vários seres vivos distintos: fungos, bactérias e algas, que se juntam e coabitam o mesmo espaço! Nesta oficina será privilegiada a observação destes seres vivos.

VISITA GUIADA

VISITA GUIADA AO PARQUE

Datas: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR
Horários: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30
Duração: 45 min
Local: Alameda dos Castanheiros-da-Índia

Com 100 anos de história, o Parque tem hoje lugar na cidade, no país e no mundo. Nos seus 18 hectares acolhe espaços muito diversos onde se estabelecem conexões e proximidades com diferentes histórias, paisagens, espécies e pessoas. A visita proporciona o contacto privilegiado com a Natureza, sendo o Parque um lugar de acolhimento de artistas, pensadores e investigadores e das suas obras, que de modo permanente ou temporário convivem em harmonia.

JOGO

Datas: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR
Horários: 11h30
Duração: 45 min
Local: a definir

JOGO

OURIÇO - UM MAMÍFERO ESPECIAL

Local: Roseiral

Este jogo tem como objetivo dar a conhecer o ouriço eurpeu (Erinaceus europaeus), bem como as suas caraterísticas que o distinguem de outros seres vivos (cadeia alimentar, habitat, ciclo de vida, morfologia, predação, mitos, hábitos, alimentação, entre outras).

1.º E 2.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO

VISITA TEMÁTICA | OFICINA CIENTÍFICA E PEDAGÓGICA

 

VISITA TEMÁTICA
RAÍZES DO PARQUE

Datas: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR
Horários: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30
Duração: 45 min
Local: Alameda dos Castanheiros-da-Índia

O Parque de Serralves, ao longo dos seus 18 hectares, conta com um vasto conjunto de espécies de árvores e arbustos autóctones. Esta visita pretende dar a conhecer 33 espécies que se destacam e foram ilustradas na publicação “Raízes do Parque”.

 

SOLO COM VIDA

OFICINA CIENTÍFICA E PEDAGÓGICA

Datas: 19 ABR
Horários: 9h30 | 10h30 | 11h30 |
Duração: 45 min
Local: Roseiral

O solo é muito mais do que a terra que pisas. Ele é essencial para promover a saúde ambiental, humana e animal. Sabias que uma colher de solo saudável contém mais organismos vivos do que pessoas no nosso planeta! Vem conhecer alguns desses organismos e explora a biodiversidade do solo.

 

2.º E 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO, SECUNDÁRIO E PROFISSIONAL

SAÍDAS DE CAMPO E VISITA GUIADA

 

SAÍDAS DE CAMPO

Temáticas: Anfíbios | Árvores e arbustos | Aves | Insetos | Plantas Herbáceas 

Duração: 45 min

Local: Alameda dos Castanheiros-da-Índia

As saídas de campo procuram explorar a Biodiversidade do Parque de Serralves com a ajuda de investigadores e especialistas dos diferentes grupos taxonómicos.

 

SAÍDA DE CAMPO 1

ANFÍBIOS

Datas: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR

Horários: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30

 Os anfíbios são o grupo de vertebrados mais ameaçado do mundo, mas, apesar da sua grande vulnerabilidade e importância ambiental, bem como a sua fácil observação e identificação, este grupo continua a ser largamente desconhecido e negligenciado pela população em geral. Esta atividade pretende dar a conhecer e estimular o interesse pelos anfíbios de uma forma dinâmica e marcadamente prática. Será efetuada uma introdução teórica sobre as principais características e importância dos anfíbios, bem como dos métodos, materiais e cuidados para a sua observação, manuseamento e identificação, após a qual se realizará uma saída de campo para a observação de adultos e larvas de anfíbios e a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos.

 

SAÍDA DE CAMPO 2

ÁRVORES E ARBUSTOS

Datas: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR

Horários: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30

 O Parque de Serralves está situado num local da cidade do Porto com um clima muito benigno, que permite o crescimento de plantas diferentes, entre as quais algumas espécies nativas do nosso país, quer das zonas de clima atlântico, quer da parte mediterrânica. Todas as árvores e arbustos presentes no Parque estão identificadas e georreferenciados numa plataforma, que é usada para divulgação e gestão do património botânico do Parque. De uma forma geral, vão inteirar-se da diversidade de árvores e arbustos que pode ser encontrada num espaço como Serralves.

 

SAÍDA DE CAMPO 3

AVES

Datas: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR

Horários: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30

 As aves sempre fascinaram o ser humano, quer pela sua capacidade de voar e canto, assim como pela beleza da sua plumagem, muitas espécies apresentando belas e chamativas cores. Esta atividade permitirá que os alunos se familiarizem com diversas espécies que podem ser observadas num espaço como este, em contexto urbano, e consigam associar determinadas espécies a habitat específicos, entendam conceitos como espécies residentes e espécies migradoras, o que são espécies autóctones e, por contraponto, espécies exóticas. De uma forma geral vão inteirar-se da diversidade de aves que pode ser encontrada num espaço como Serralves.

 

SAÍDA DE CAMPO 4

INSETOS

Datas: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR

Horários: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30

 Os insetos são seres vivos com uma enorme variedade de formas e cores, existindo vários grupos que voam, como as libelinhas e borboletas, e outros que se mantêm pelo solo, como as formigas, ou por ambientes aquáticos, como os alfaiates. Encontramos insetos por todo o lado, uns bastante visíveis e atrativos, e outros escondidos por entre as folhas e no solo. A diversidade é a palavra de ordem. Vamos procurá-los no Parque de Serralves e observar as caraterísticas que permitem distingui-los.

 

SAÍDA DE CAMPO 5

PLANTAS HERBÁCEAS

Datas: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR

Horários: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30

 No Parque de Serralves existem muitas plantas herbáceas, desde nativas a exóticas, que crescem de forma espontânea. Vamos falar destas plantas que podem colonizar desde florestas a baldios, bermas das estradas a quintais, e que não precisam de muito para sobreviver. Estas plantas que passam despercebidas, têm imensas propriedades, sendo alguns comestíveis, outras medicinais, e várias são excelentes indicadoras das propriedades do solo onde se estabelecem.

 

VISITA GUIADA

VISITA GUIADA À EXPOSIÇÃO INTERCONECTADOS. 100 ANOS DO PARQUE

Datas: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR

Horários: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30

Duração: 45 min

Local: Alameda dos Castanheiros-da-Índia

O Parque de Serralves é uma referência pela sua história centenária, como património cultural e natural, na relação que mantém com a cidade e com as pessoas. Os diversos lugares interligam-se, preservando a sua identidade cultural. Jardins, quinta, lago, mata, novos lugares, dialogam e convivem no tempo e no espaço. Esta exposição é dedicada à história centenária do Parque de Serralves, ilustra a evolução dos seus espaços, homenageia o seu património arbóreo e arbustivo e resgata memórias de todos os que contribuíram para a identidade do Parque de Serralves.

 

3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO, SECUNDÁRIO E PROFISSIONAL

OFICINAS PEDAGÓGICAS

Temáticas: Biodiversidade dos charcos | Biologia do solo
Datas: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR
Horários: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30
Duração: 45 min

 

OFICINA 1

BIODIVERSIDADE DOS CHARCOS

Local: Arboreto Sec. XIX

Micromundos

Os charcos são ecossistemas aquáticos com uma enorme diversidade de organismos invisíveis a olho nu. Com a ajuda de microscópios vamos explorar os micro habitantes dos charcos do Parque de Serralves. Depois de os encontrarmos o desafio será observar as suas surpreendentes formas, texturas e cores e conhecer as suas importantes funções ecológicas.

Atividade no âmbito do projeto FUTURAGRI

OFICINA 2

BIOLOGIA DO SOLO

Local: Arboreto Sec. XIX

Biologia do solo

A vida terrestre inicia e termina no solo. O solo é um dos habitats com maior diversidade biológica, sendo a relação entre os vários organismos que garante o seu equilíbrio. Esta oficina dá a conhecer a sua dinâmica e importância para a sobrevivência do planeta Terra, um caminho para o protegermos e mantermos vivo.

Atividade no âmbito do projeto FUTURAGRI

 

1,º, 2.º, 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO, SECUNDÁRIO E PROFISSIONAL

JOGO

 

PROJETO EUROPEU ASCEND

Datas: 16, 18 e 19 ABR
Horários: 14h30 | 15h30
Local: Roseiral

Energia em Ação

O jogo “Energia em Ação” é um jogo pedagógico, estimulante e dinâmico que pretende levar crianças, jovens, professores e a comunidade escolar a pensar nas causas, consequências e medidas de mitigação das alterações climáticas. Para a realização deste jogo, cada equipa/jogador representa o seu próprio “Planeta Terra” e terá pontos atribuídos por cada resposta correta à questão colocada. Desta forma, os jogadores terão de assimilar esforços para conseguir terminar o jogo com o “Planeta + Sustentável”.

ATIVIDADES EM AUTONOMIA

EXPOSIÇÃO, INSTALAÇÃO E VISITAS TEMÁTICAS

Datas: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR

Horários: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30

Duração: 45 min

Embora sujeitas a inscrição, estas atividades não são acompanhadas pela equipa educativa de Serralves, ocorrem em autonomia convidando os professores e os seus alunos a participar das seguintes atividades: visita a exposição; visita a instalação; visitas temáticas.No check in, o professor responsável pelo grupo inscrito deverá indicar a atividade em que se inscreveu e solicitar a informação de apoio à atividade (em formato pdf e/ou impressão), previamente desenhada pelo Serviço Educativo de Serralves, e que servirá de inspiração para a concretização da atividade com os seus alunos sob sua orientação.

1.º, 2.º E 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO, SECUNDÁRIO, PROFISSIONAL

EXPOSIÇÃO

 

A FLORESTA

Local: Eira da Quinta

As florestas constituem ecossistemas terrestres fundamentais para a sustentabilidade global. Com a maior diversidade do mundo, conservam o património de milhares de milhões de anos de evolução. Esta exposição convida a conhecer o complexo ecossistema chamado Floresta e os serviços que ela providencia, numa viagem por temáticas como as alterações climáticas, retenção global de carbono, conservação da biodiversidade, redução do risco de erosão e proteção de bacias hidrográficas, entre outras.

 

3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO, SECUNDÁRIO, PROFISSIONAL

INSTALAÇÃO

 

AS PLANTAS, O CARBONO E O CLIMA

Local: Mata do Treetop Walk

A visita à instalação procura envolver alunos e professores na literacia do carbono e das alterações climáticas. Assente na premissa de que as árvores são determinantes para a mitigação do efeito de estufa e responsáveis por inúmeros serviços de ecossistemas, procurando explorar a dinâmica interna de um sobreiro (Quercus suber) e identificar os fatores que o influenciam ao longo das estações. O sobreiro encontra-se na Mata do TreeTop Walk, equipado com um conjunto de sensores que monitorizam em tempo real vários parâmetros: fluxo de seiva; perímetro do tronco; vento; luz; capacidade fotossintética; fluxos de carbono e água.

Esta instalação está integrada no Laboratório de Energia, Sustentabilidade e Alterações Climáticas, financiado pelo Projeto Con(s)ciênciarte, uma Iniciativa Portugal Inovação Social e em parceria com o Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra.

PRÉ-ESCOLAR, 1.º, 2.º E 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO, SECUNDÁRIO, PROFISSIONAL E GRUPOS COM NECESSIDADES ESPECÍFICAS

VISITAS TEMÁTICAS

 

VISITA TEMÁTICA 1

ROSEIRAL

Local: Roseiral

O Parque fez 100 anos e o projeto da recuperação do Roseiral de Serralves juntou-se ao grande projeto de conservação do Parque e surge como forma de dignificar a sua história, a sua importância e o seu encanto. Esta visita tem como propósito dar a conhecer o património histórico, cultural e ambiental deste espaço icónico.

 

VISITA TEMÁTICA 2

TREETOP WALK

Local: Treetop Walk

Um convite à exploração da biodiversidade do Parque num percurso elevado ao nível da copa das árvores – uma experiência impactante de observação e perceção da paisagem.

A implementação deste projeto, concebido pelo Arquiteto Carlos Castanheira em colaboração com o Arquiteto Álvaro Siza Vieira, tem forte impacto ao nível da sensibilização ambiental e do respeito pela conservação da natureza, património natural e na comunidade científica, a nível nacional e internacional.

VISITA TEMÁTICA 3

QUINTA URBANA

Local: Quinta Urbana

O assento agrícola de Serralves, conhecido como Quinta do Mata-Sete, situa-se na extremidade sul da propriedade e alberga diversos animais de raças autóctones, tais como o burro de Miranda e os bovinos das raças Arouquesa, Barrosã, Marinhoa e Jarmelista, entre outras. O efetivo animal complementa deste modo, a representação da paisagem rural de Entre Douro e Minho com características peculiares como as vinhas em ramada, os prados e a bouça.

 

OFICINA PEDAGÓGICA | AUTONOMIAS

ESPAÇO LIPOR

 

PRÉ-ESCOLAR, 1.º, 2.º, 3,º CICLOS DO ENSINO BÁSICO E SECUNDÁRIO

Temáticas: Conservação do Solo na promoção da Biodiversidade
Datas: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR
Horários: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30
Duração: 45 min
Local:Clareira das Bétulas

 

OFICINA

+SOLO, +CONSERVAÇÃO, +BIODIVERSIDADE

Queres conhecer o solo e a biodiversidade? Com esta atividade, a Lipor e os municípios associados pretendem sensibilizar os participantes para a preservação do solo e da biodiversidade, valorizando a compostagem e a sementeira enquanto práticas de enriquecimento e regeneração do ecossistema. A atividade contempla: exploração de infográfico sobre o solo, produção de “bombas” com sementes de espécies autóctones e observação microscópica.

JOGOS EM AUTONOMIA

 

JOGO EM AUTONOMIA 1

Reciclagem

 

JOGO EM AUTONOMIA 2

Macaca

 

JOGO EM AUTONOMIA 3

Dominó

 

JOGO EM AUTONOMIA 4

Galo

 

Labirinto insuflável da reciclagem

Espaço de relaxamento

 

JOGOS DIDÁTICOS | ATELIER | WORKSHOPS | OFICINA | EXPOSIÇÃO

MUNICÍPIOS ASSOCIADOS LIPOR

 

PRÉ-ESCOLAR, 1.º, 2.º, 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO E SECUNDÁRIO

MAIA

Datas e Horários:

16 ABR – 9h30 | 10h30 | 11h30

17 ABR – 14h30 | 15h30

Atelier de construção de ninhos

Construção de uma caixa ninho para aves insetívoras.

Com recurso a madeira reciclada, serrote manual, martelo, pregos, borracha e berbequim vamos transformar uma tábua numa caixa ninho.

 

PRÉ-ESCOLAR, 1.º E 2.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO

GONDOMAR

Data: 15, 16 e 19 ABR

Horário:14h30 | 15h30

Jogo Aqua Plim

O combate à escassez de água é, na atualidade, uma necessidade emergente, pois a água é um recurso essencial à vida. Para tal, urge racionalizar e reduzir o uso da água nas nossas atividades diárias, principalmente em casa e na escola, pois o esforço de cada um de nós é fundamental para garantir que este bem não faltará nos próximos anos. O jogo “Aqua Plim” integra o Plano Metropolitano de Promoção do Uso Eficiente da Água e ensina-te como podes poupar água nas tuas atividades diárias.

 

PRÉ-ESCOLAR, 1.º, 2.º, 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO, SECUNDÁRIO E PROFISSIONAL

GONDOMAR

Data: 18 e 19 ABR

Horário: 9h30 | 10h30 | 11h30 |14h30 | 15h30

BioDiversão

A atividade consiste na dinamização de um conjunto de jogos com o objetivo de sensibilizar os participantes para a conservação da biodiversidade.

Jogo Limpa o oceano – Pré-escolar.

Jogo da memória – Pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico.

Construção de um ouriço com materias naturais – Pré-escolar, 1º e 2º ciclos do ensino básico.

Jogo da reciclagem – 1.º Ciclos do ensino básico.

Mikado da reciclagem – Pré-escolar, 1.º, 2.º, 3.º ciclos do ensino básico, secundário e profissional.

 

MUNICÍPIOS FUNDADORES

AMARANTE

1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO

Data: 16 ABR

Horário: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30

Duração: 45min

À Descoberta dos Polinizadores

As abelhas e outros insetos polinizadores são essenciais para os nossos ecossistemas e biodiversidade. O seu declínio promove o desaparecimento da flora e fauna do planeta. Estes seres incríveis têm uma série de caraterísticas únicas, mas será que se sabe tudo sobre eles?

Descobrir o mundo maravilhoso dos polinizadores através de um jogo da glória sobre os polinizadores mais importantes de Portugal é o desafio desta atividade.

 

AMARANTE

1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO

Data: 18 ABR

Horário: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30

Duração: 45min

Carimbos naturais

As florestas autóctones são florestas compostas por árvores, arbustos e herbáceas que são nativas de uma região. Estas árvores são fundamentais para a biodiversidade pois fornecem habitat para uma variedade de animais e plantas. Azinheiras, carvalhos, castanheiros e sobreiros são alguns exemplos de espécies autóctones portuguesas.

As suas folhas têm diferentes formas e características, permitindo criar carimbos naturais únicos. A atividade tem como objetivo explorar o desenho com elementos naturais e criação de uma tela especial.

MELGAÇO

1.º (3.º E 4.º ANOS) E 2.ºCICLOS DO ENSINO BÁSICO

Data: 19 ABR

Horário: 11h30 | 14h30

Duração: 45min

Conhecer para proteger

Reconhecer a importância de conservar os valores naturais presentes no Concelho de Melgaço e dar a conhecer as espécies autóctones e endémicas de Portugal, principalmente as que apresentam estatuto de conservação desfavorável, são objetivos chave para melhor proteger a biodiversidade. Nesta oficina pedagógica os visitantes poderão realizar uma visita guiada às exposições itinerantes “Fauna” e “Flora” mais emblemáticas de Melgaço e também participar num Jogo Gigante.

 

PONTE DE LIMA

PRÉ-ESCOLAR, 1.º E 2.ºCICLOS DO ENSINO BÁSICO

Data: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR

Horário: 9h30 | 10h30 | 11h30 | 14h30 | 15h30

Duração: 45min

Diário da Sustentabilidade – Uma Ação por Dia, a Caminho da Sustentabilidade

O Município de Ponte de Lima lançou, recentemente, o ‘Diário da Sustentabilidade – Uma Ação por Dia, a Caminho da Sustentabilidade’, uma publicação que teve início em tempo de pandemia. Durante um ano foram lançadas publicações diárias, em formato online, nas redes sociais da Área Protegida, mantendo assim ativa a ligação entre o Serviço Educativo da Área Protegida e o seu público-alvo, a comunidade educativa. Com esta publicação, agora editada, pretende-se estimular a mudança de mentalidade e comportamentos, no nosso dia a dia, permitindo a adoção de um estilo de vida mais saudável e equilibrado e divulgar projetos e ações que Ponte de Lima tem vindo a desenvolver no âmbito destas temáticas, dando cumprimento aos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Nesta oficina educativa, promovida pelo Serviço Área Protegida, o participante é convidado a realizar várias atividades do ‘Diário da Sustentabilidade’, como: ‘o ciclo de vida das plantas’, ‘folhas e flores secas’, ‘o ciclo da água’, ‘o que é a camuflagem?’, a ‘idade das árvores’, ‘brinquedos ecológicos’, ‘quem é o mais sustentável da turma?’, entre outras.

 

VIANA DO CASTELO

1.º E 2.ºCICLOS DO ENSINO BÁSICO

Data: 15 e 17 ABR

Horário: 10h30 | 11h30 | 14h30

Duração: 45min

Da terra para a Terra

Valorizar o que a Terra nos dá, congregando a temática dos resíduos e da agricultura biológica. Tendo em conta o conceito de que “na Natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma” (Lavoisier), pretende-se explorar a importância do desvio de resíduos valorizáveis de aterro sanitário, assim como a componente experimental que conduza a compreensão do ciclo da matéria orgânica através da compostagem.

 

PROGRAMAS ESCOLAS PRESENCIAL

FILMES CINEECO

 

1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO

RECICLARTE

Música, ASTA – Associação de Teatro e outras Artes, Portugal, 2023 | Documentário (30’)

Data: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR
Horário: 10h30 | 14h30
Duração: 30 min
Local: Auditório da Casa do Cinema Manoel de Oliveira

O ReciclARTE tem como objetivo apresentar-se como um contributo para a resolução de problemas sociais.

Através da motivação para o desenvolvimento de projetos pedagógicos na escola, pretende ativar a consciência social para o exercício da cidadania ativa.

Utiliza como metodologia diferenciadora a arte e a criação artística convidando o público juvenil a participar ativamente no processo de criação e produção artísticas, estimulando o sucesso escolar através da motivação pessoal para a defesa de causas de todos.

2.º E 3.º CICLOS DO ENSINO BÁSICO

HIJOS DEL HIELO

Oscar Darío Jiménez, Colômbia, 2022 | Documentário (45’)

Data: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR

Horário: 11h30 | 15h30

Duração: 45 min

Local: Auditório da Casa do Cinema Manoel de Oliveira

Uma montanha é especial, mas uma montanha com um glaciar é mágica. A neve, perpetuada há décadas, subsistirá durante gerações, mas apenas na tradição oral. Este documentário leva-nos para uma aventura que cobre alguns desses cumes brancos que ainda permanecem, mas hoje no caminho da extinção; tão colombianos, como os seus galantes cuidadores.

Em cada passo da ascensão e em cada paisagem no horizonte, será descoberta a magia destes patrimónios ambientais milenares, hoje mais ameaçados do que nunca, mas que resistem milagrosamente. Para nossa infelicidade e das comunidades que apoiaram desde as suas origens, a crise climática global acelerada pela própria humanidade também as incluiu na sua desastrosa lista de destruição.

Mas os glaciares nunca tinham estado sozinhos. Ao longo desta história conheceremos de perto as vidas dedicadas a proteger e documentar a existência destas culturas de paisagem e vida. Uma camponesa de Boyacá, uma bióloga de Tolima, um glaciólogo de Caldas e um jovem indígena de Huila partilharão connosco as suas mais profundas experiências. Parecem ter sido escolhidos pela própria natureza para serem soldados com grandes casacos como armaduras.

Eles são… “Os filhos do gelo”

ENSINO SECUNDÁRIO

48 GRADI

Andrea Di Iorio, Itália, 2023 | Ficção (8’)

Data: 15, 16, 17, 18 e 19 ABR
Horário: 09h30
Duração: 8 min
Local: Auditório da Casa do Cinema Manoel de Oliveira

Num dia em que as temperaturas sobem implacavelmente, uma mulher fica fechada no seu carro. A sua única salvação é o ar condicionado, até que o carro se desliga.

 

MECENAS:

A LIPOR é a entidade responsável pela gestão, valorização e tratamento dos resíduos urbanos produzidos pelos Municípios associados: Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo e Vila do Conde.

 A LIPOR trata anualmente cerca de 500 mil toneladas de resíduos urbanos produzidos por 1 milhão de habitantes. Sustentada nos modernos conceitos de gestão de RU, a LIPOR desenvolveu uma estratégia integrada de valorização, tratamento e confinamento dos RU, baseada em três componentes principais: Valorização Multimaterial, Valorização Orgânica e Valorização Energética, complementadas por um Aterro Sanitário para receção dos rejeitados e de resíduos previamente preparados.

 Ao assumir de forma clara que a gestão de resíduos é realizada na ótica do recurso, a LIPOR firma todos os esforços na sua valorização mais adequada, abordagem esta que tem por base a projeção de um modelo circular de negócios, e é sustentada por projetos demostrativos das práticas circulares de suporte. A atuação da Organização permite consolidar um posicionamento que se preconiza pela criação de valor no ciclo produtivo, caracterizado pela reintrodução do “resíduo” como “recurso” na cadeia de valor.

 A nível nacional, a LIPOR pretende ser impulsionadora da temática da Economia Circular, através da partilha de novas estratégias e procura de soluções mais eficazes.

 

Após melhor edição de sempre, Porto Pianofest está de volta de 1 a 11 de agosto para concertos, masterclasses e apresentações gratuitas

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A 9ª edição do festival internacional de música regressa às melhores salas do Porto, Vila Nova de Gaia e Famalicão no verão, mas a programação arranca já este mês com os concertos de apresentação, desta vez com passagem inédita por palcos europeus – Paris e Madrid, antes das habituais galas em Nova Iorque e Washington.

 

11 de abril de 2024 – Na sua nona edição, o Porto Pianofest, dirigido pelo pianista português residente em Nova Iorque, Nuno Marques, volta a reunir no Porto, Vila Nova de Gaia e Vila Nova Famalicão grandes nomes e futuras estrelas no mundo da música clássica (e não só). Lara Martins, o grupo Trio Pangea e os pianistas José Ramon Mendez, Lisa Yui e Evan Shinners são os primeiros artistas confirmados.

 

De 1 a 11 de agosto, o festival espalha-se pelas melhores salas, espaços públicos e palcos a céu aberto, com a missão de aproximar a música erudita a novos públicos e colocar o Porto no circuito internacional. Casa da Música, Palácio da Bolsa, Museu do Romântico e Reitoria da Universidade do Porto são alguns dos palcos por onde se atravessa a programação do festival, que inclui concertos, masterclasses, residências artísticas e até sessões para famílias, a pensar nos mais pequenos.

 

Um dos pontos altos desta edição é o concerto de 2 de agosto, onde Nuno Marques, ao piano, junta-se a Lara Martins, cantora de teatro musical e protagonista do Fantasma da Ópera em Londres há mais de 10 anos, para dar vida ao projeto “Mensagem”, uma apresentação inédita, inspirada na literatura portuguesa, tendo como mote os 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões. O propósito é mostrar a beleza da língua portuguesa e da poesia, em novas composições musicais contemporâneas,oferecendo um novo contexto à palavra de autores consagrados como Fernando Pessoa, Sophia de Mello Breyner, Eugénio de Andrade e Pedro Mexia, além de Luís Vaz de Camões. Este é um projeto que promete encantar e emocionar o público, e que ambos os artistas portugueses abraçaram com paixão, sendo a disseminação da cultura portuguesa uma parte essencial da sua viagem artística.

 

 

Com mais uma edição à porta, Nuno Marques reforça a premissa principal do festival e promete um ano ainda melhor para o Porto Pianofest: “Os objetivos para este ano são elevar a fasquia de qualidade e continuar a promover a música clássica para todos, distribuindo concertos pelas salas mais bonitas da cidade do Porto e dialogando com esta, de forma aberta e inclusiva. Com mais uma série de apresentações preparadas de forma cuidada e com as grandes estreias lá fora, penso que a nona edição do Porto Pianofest tem tudo para bater os recordes atingidos no ano passado”.

 

Ainda antes de chegar à cidade, o festival promove, mais uma vez, galas de apresentação nos EUA e, desta vez, também na Europa, com passagens inéditas por Madrid e Paris. O primeiro concerto acontece em Madrid, no Teatro Real, a 23 de abril e é protagonizado pelo diretor do festival, Nuno Marques, e pela vice-diretora, Mariel Mayz, ambos pianistas radicados em Nova Iorque, com a participação especial de Luis Fernando Pérez. De seguida, o festival apresenta-se em Paris, dia 26 de abril, na Embaixada de Portugal em França, a pouco mais de dez minutos da Torre Eiffel. Neste último concerto, que decorre no âmbito das comemorações do 25 de abril, promovido pela Embaixada de Portugal em França, Nuno Marques e Mariel Mayz ao piano, fazem-se acompanhar da cantora Lara Martins, numa atuação inspirada nas músicas de Abril, adaptadas ao piano numa criação única e original.

 

A “tour” segue depois para os EUA, onde o festival se apresenta pela sétima vez em Nova Iorque, a 16 de maio, na grandiosa sala de espetáculos Yamaha Artist Services New York. A 17 de maio, regressa a Washington, pela terceira vez, para um concerto na Residência do Embaixador de Portugal para os EUA. Ambas as apresentações, contaram com a atuação de Nuno Marques, Mariel Mayz e Lara Martins.

 

Muito entusiasmado com a estreia em palcos europeus, Nuno Marques, Diretor do Porto Pianofest, explica, sobre as novidades desta edição, que “Madrid e Paris são cidades de grande cultura musical, sendo esta uma forma de nos aproximarmos do público destes países que nos visita a cada edição e de afirmar o Porto como destino cultural. Em paralelo, estas estreias europeias têm também como objetivo atrair investidores e patrocinadores, que tenham interesse em se promover no mercado português”.

 

A 30 de julho, o Porto Pianofest inaugura a sua agenda de eventos em Portugal no emblemático Mercado do Bolhão, com a já habitual Maratona de Piano, para 8 horas consecutivas de atuações ao piano, de acesso livre. Uma iniciativa do festival, que se abre à cidade e à comunidade, para celebrar o arranque de mais uma edição.

MOGA Festival anuncia line up da programação gratuita

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Em contagem decrescente para o arranque do festival, o MOGA Caparica revela agora a programação para os dois dias de festival OFF, ou seja, os dois dias com festas e atividades gratuitas. Estes eventos vão acontecer na quarta-feira, 29 de maio, e na quinta-feira, 30 de maio, e os festivaleiros de todo o mundo vão poder desfrutar de festas gratuitas em vários espaços da Costa da Caparica. O festival conta depois com três dias de eventos pagos – 31 de maio, 1 e 2 de junho – com nomes como Acid Arab (DJ set), Agoria, Alex Wann, Francis Mercier e Lee Burridge.

O bar da Praia Lorosae será o anfitrião de uma festa na tarde dos dias 29 e 30 de maio. Para esta ocasião, os organizadores associam-se à Amor Records, uma loja de discos local e incubadora de talentos. O evento oferece aos participantes uma experiência imersiva na música eletrónica de Lisboa, apresentando nomes locais. Ainda nos mesmos dias, a celebração prossegue no Dr. Bernard Azul, a poucos minutos do evento da tarde, recebendo cabeças de cartaz da cena eletrónica juntamente com os seus talentosos amigos DJ. Na quarta-feira, Polocorp e, na quinta-feira, DJ Vibe, um talento português conhecido local e mundialmente, ambos a tocarem batidas para uma festa que se prolongará pela noite dentro.

 

QUARTA-FEIRA 29 de maio 

13h - 21h: Thiago Guiselini (Amor Records) takeover

📍@Lorosaesolnascente

🎟️ GRÁTIS com RSVP

LINEUP : DIOGO BOTELHO, THIAGO GUISELINI, SOFIA KUSTER

 

🕐 6PM - 2AM : Noite de abertura Polocorp, Daniel Weil & Friends

📍@Azul.drbernard

🎟️ Grátis com RSVP

ALINHAMENTO: ARTEMISTIQUE - DANIEL WEIL - MIRO - POLOCORP

 

QUINTA-FEIRA, 30 de maio 

🕐 11h00 - 21h00: DJ sets no Buya

📍 @Buyabeach

🎟️ Grátis com RSVP

ALINHAMENTO: ADAM CHARAF - BERBERAN - EMANUEL SATIE - PENELOPE

 

🕐 13h00 - 21h00: Funkamente toda a tarde Conjunto de Vinil

📍 @Lorosaesolnascente

🎟️ Grátis com RSVP

LINEUP: FUNKAMENTE

 

🕐 18H - 2H : DJ Vibe & Friends no Azul

📍@Azul.drbernard

🎟️ GRÁTIS com RSVP

ALINHAMENTO: ANYA - DJ VIBE - DOLCE VITO - TIAGO

 

No dia 30 de maiodas 16:00 às 21:00, o MOGA volta a realizar o seu tradicional cruzeiro de barco no rio Tejo, ao som dos DJs da editora portuguesa Faina Music.  O cruzeiro terá partida do Cais Rocha Conde de Óbidos, oferece cinco horas de DJing tendo como pano de fundo a deslumbrante paisagem do pôr do sol. Os bilhetes - que incluem Open Bar para os presentes - estão já disponíveis aqui.

🕐 16h - 21h: Cruzeiro Moga by Faina Music

📍Docas Lisboa .

 🎟️ Bilhetes Entrada + Bar aberto

ALINHAMENTO: ANDY BOOK - KLIN KLOP - WHITENOISE

 

Para além da música eletrónica ao vivo e das festas, o festival pretende também homenagear a terra que os acolhe. O programa de atividades será anunciado nas próximas semanas mas, em edições anteriores, o MOGA convidou uma batucada local, ofereceu aulas gratuitas de yoga e surf, promoveu debates sobre música e tecnologia e organizou exposições, tudo isto tendo como pano de fundo a paisagem da Caparica.

Todo o programa de festas gratuitas e inscrição obrigatória no site do MOGA.

Festival Amadora Jazz traz David Murray Quartet a Portugal

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Festival Amadora Jazz traz David Murray Quartet a Portugal
Nesta edição será possível ainda assistir a programação especial sobre o 25 de Abril 

A 12ª edição do Festival Amadora Jazz regressa entre os dias 9 e 12 de Maio, entre o Recreios da Amadora, o Cineteatro D. João V e o Auditório de Alfornelos e tem lugar no contexto das celebrações dos 50 anos do 25 de abril "Amadora, Cidade de Abril”.

Em 2024, o Amadora Jazz reafirma o seu papel vital na vida cultural do Município da Amadora, consolidando a sua posição como um dos principais eventos jazzísticos do país. Com um cartaz cuidadosamente selecionado e em linha com as comemorações dos 100 anos de Luis Villas-Boas e as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, o festival procura continuar a atrair a atenção nacional e a posicionar a cidade como um destino imperdível para os amantes do jazz. 
O Festival é organizado pela Câmara Municipal da Amadora, tendo como parceiro de programação a associação Jazz ao Centro Clube. Toda a programação paralela tem a parceria da Égide – Associação Portuguesa das Artes. 

Segundo a Câmara Municipal da Amadora, "o Amadora Jazz é um evento que tem contado com “figuras cimeiras do jazz nacional e internacional”. Nesta edição estarão presentes projetos significantes do meio jazzístico, dirigidos aos mais diversos públicos, apostando mais uma vez na diversificação da oferta e na qualidade das propostas apresentadas, procurando em simultâneo fidelizar públicos reforçando a aposta no universo jazzístico. Especial destaque para os projectos de Isabel Rato e Júlio Resende que celebram os 50 anos do 25 de Abril."
 
Para José Miguel, director da JACC, "a programação reflete o legado de Abril, fazendo incluir, na sua programação, dois concertos de artistas portugueses - Isabel Rato e Júlio Resende - que lidam diretamente com a herança sócio-cultural daquele que foi um momento determinante da sociedade portuguesa
contemporânea.
Por outro lado, o Amadora Jazz procura manter e consolidar a sua trajetória enquanto momento relevante na oferta cultural do concelho e da Área Metropolitana de Lisboa, interpelando públicos que, sendo conhecedores ou simplesmente curiosos, poderão identificar no festival a marca de uma programação cuidada e distintiva, que junta artistas de diferentes proveniências e percursos, permitindo o acesso à realidade viva do Jazz.
Se é certo que a presença de David Murray merece destaque, dado o seu papel central nesta música, ao longo das últimas cinco décadas, a 12ª edição do Amadora Jazz apresenta muitos e bons motivos para celebrar Abril (em Maio), ao som da melhor música!"

:::: DESTAQUES

Entre os espectáculos desta 12ª edição do Amadora Jazz, surgem os nomes de alguns dos artistas mais importantes do panorama musical nacional e internacional, como David Murray Quartet, Isabel Rato Quinteto, Júlio Resende com a apresentação do projecto Fado Jazz, Lokomotiv de Carlos Barretto, Mário Delgado, José Salgueiro e Ricardo Toscano. Ainda será tempo de ouvir o projecto GeraJazz. 

 

 

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Isabel Rato Quinteto por Anabela Carreira

Isabel Rato Quinteto | 9 de Maio, 21h00 | Recreios da Amadora | M/6 

Isabel Rato piano e arranjos

João David Almeida voz

João Capinha saxofones

João Custódio contrabaixo

Alexandre Ferreira Alves bateria

Isabel Rato, pianista, compositora, arranjadora e produtora portuguesa, é um dos nomes mais destacados do panorama do Jazz Português.

No contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, Isabel Rato apresenta o seu novo disco “Vale das Flores” que terá uma das suas primeiras apresentações no Amadora Jazz.

Aquele que será o quarto disco da pianista em nome próprio é uma homenagem à Liberdade, e propondo relentaras de autores incontornáveis da música portuguesa e vitais na luta pela liberdade, como José Afonso e Sérgio Godinho. Ouviremos, também, algumas das canções tradicionais portuguesas do nosso património universal das melodias intemporais.

 

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Júlio Resende por Maria Cardoso Lourenço

Júlio Resende Fado Jazz “Filhos da Revolução”  | 10 de Maio, 21h00 | Recreios da Amadora | M/6

Júlio Resende piano

Bruno Chaveiro guitarra portuguesa

André Rosinha contrabaixo

Alexandre Frazão bateria

“Júlio Resende tem a capacidade profunda de reinventar a música tradicional portuguesa, intensa e emocional, através do piano", escreve a renomada revista de música mundial “Songlines” sobre o pianista e compositor português. 

O seu conceito de “Fado Jazz” é um exemplo perfeito do Jazz como uma linguagem global de expressão musical livre. A liberdade do povo português está intimamente associada à Revolução dos Cravos de 1974, à qual Júlio Resende dedica a música "Filhos da Revolução". 

O derrube pacífico do ditador Salazar não só abriu caminho para a democracia, mas também marcou o fim das guerras coloniais portuguesas em Moçambique e Angola. "Sem a revolução, eu nem sequer existiria", diz Júlio Resende. "Meu pai é de Angola, e depois da revolução, emigrou para Portugal, onde conheceu a minha mãe”.

 

 

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Lokomotiv por Claudia Alves

LOKOMOTIV | 10 de Maio, 23h00 | Auditório de Alfornelos | M/6 

Carlos Barretto contrabaixo

Mário Delgado guitarra

José Salgueiro bateria

Ricardo Toscano saxofone alto

Os Lokomotiv têm-se destacado pela sua enorme flexibilidade estética, interessados apenas em praticar um jazz que tenha tudo a ver com o nosso tempo. Barretto, Delgado e Salgueiro há muito que vêm revelando um grande leque de interesses musicais que cobrem tendências como o rock, o jazz, as músicas do mundo e a clássica, situando-se entre os expoentes portugueses de um ecletismo que é bem a marca deste início de século.
A fim de celebrar os 25 anos de atividade lançaram convite ao saxofonista Ricardo Toscano para fazer parte da banda e gravam o álbum 25 em quarteto com temas originais.

 

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David Murray Quartet por Francesca Cinelli Murray 

David Murray Quartet | 11 de maio, 21h00 | Recreios da Amadora | M/6

David Murray sax tenor

Marta Sanchez piano

Luke Stewart contrabaixo

Russel Carter bateria

David Murray é um prolífico e multifacetado músico e compositor, cuja obra, composta por cerca de duzentos álbuns, entre os quais mais de cento e trinta em seu nome próprio, demonstra uma abordagem eclética do jazz, exprimida não apenas em termos das linguagens musicais que nela confluem, mas também pelo facto de se aventurar por outros territórios artísticos como o cinema, a dança, o teatro e a ópera.

Murray nasceu em Oakland, cresceu em Berkeley, onde estudou com Bobby Bradford, Arthur Blythe, Stanley Crouch. Em 1975 mudou-se para Nova Iorque, onde encontrou Cecil Taylor que, juntamente com Dewey Redman, se encarregaram de encorajar o jovem Murray. Em Nova Iorque, tocou com Sunny Murray, Oliver Lake e Don Cherry, conhecendo Hamiet Bluiett, Lester Bowie e Frank Lowe na Energy Band de Ted Daniel.

Em 1976, depois de uma digressão europeia, juntamente com Oliver Lake, Hamiet Bluiett e Julius Hemphil, criou o World Saxophone Quartet, formação absolutamente fundamental na historiografia do Jazz. Até 1978 ocupou-se de trabalhar em contextos muito diversos (de Jerry Garcia a Max Roach, de Randy Weston a Elvin Jones).

À entrada da década de 80, David Murray estava numa fase particularmente criativa da sua carreira, assumindo trabalhos em nome próprio, com múltiplas gravações em variados contextos. Manteve-se extremamente produtivo ao longo das décadas de 80 e 90, construindo uma sólida reputação e acumulando reconhecimento.

Chegados ao novo milénio e apesar de relativamente novo, Murray parecia já ter feito tudo, mergulhando na cultura das Índias Ocidentais e das América Central, na cultura africana (com estadias na África do Sul e do Senegal).

Não admira que Murray, cidadão de Mundo, tenha também passado por Portugal, mantendo uma casa em Sines.

O seu novo quarteto, estreado em 2023, junta Murray a três jovens músicos escolhidos a dedo pelo próprio.

 

Fotografia de Fiuza

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GeraJazz | 12 de Maio, 17h00 | Cineteatro D. João V | M/6 
.Entrada gratuita, mediante levantamento de ingresso e limitada à lotação da sala 

O Gerajazz é, como o nome indica, um projeto dedicado ao jazz que nasceu no ano de 2010/2011 no seio da Orquestra Geração, que se inspira no Sistema de “Orquestras Infantiles e Juveniles” da Venezuela. Com direção artística do maestro e professor Eduardo Lála, o Gerajazz tem vindo a desenvolver um intenso trabalho de formação de jovens com vista à constituição de uma orquestra de jazz. Passando pela tradição popular afro-americana e pelo jazz modal de Herbie Hancock, bem como pelo swing e o funk soul de Jaco Pastorius e Nina Simone, ou pela bateria enraizada na tradição de Art Blakey, entre outras influências, o GeraJazz trabalha importantes temas do jazz internacional. Vários músicos de jazz têm colaborado com o Gerajazz ao longo destes anos, como Mário Laginha, Salvador Sobral, Ricardo Toscano, Mário Delgado, Filipe Melo, Carlos Martins, Pedro Segundo e Tomás Marques, entre outros, em diversos festivais, concertos e ações de formação

:::: PROGRAMAÇÃO PARALELA

Em 2024 assinala-se um duplo centenário com muito significado no panorama do jazz nacional: o nascimento de Luís Villas-Boas (1924-1999) – considerado o “pai” do jazz em Portugal – e o primeiro concerto de jazz efetuado no país por um grupo estrangeiro, a Pan-American Ragtime Band, ocorrido em 1924 no Teatro da Trindade, em Lisboa. Para celebrar essa dupla efeméride, a 12.ª edição do Amadora Jazz recebe no dia 11 de Maio um programa completo criado pela Égide – Associação Portuguesa das Artes –, evento que integra uma exposição de pintura pelo artista plástico Xico Fran, a apresentação do livro "Luís Villas-Boas, o pai do Jazz em Portugal", de João Moreira dos Santos, e ainda a actuação do sexteto Syncopators, que recria a música do primeiro grupo de jazz norte-americano a tocar em Portugal, em 1927. Todo o programa acontece no Cineteatro D. João V, tendo entrada gratuita e limitada à lotação da sala. 

PROGRAMA
16h00 – Inauguração da exposição 100 anos de Jazz em Portugal, de Xico Fran.
16h30 – Apresentação do livro Luís Villas-Boas, o pai do Jazz em Portugal, de João Moreira dos Santos.
17h00 – Actuação do sexteto Syncopators: Moisés Fernandes (cornetim), Alexandre Castaldo (saxofone-soprano), Ricardo Sousa (trombone), Cláudio Campos (guitarra e banjo), José Amoreira (contrabaixo) e Martim Correia (bateria).

BILHETEIRA
(carregar no link)

Bilhetes do Amadora Jazz à venda em www.ticktline.sapo.pt e no local duas horas antes do início dos concertos, sendo que os seus preços variam entre os 10 e os 20 euros.

SOBRE O AMADORA JAZZ

Organizado pela Câmara Municipal da Amadora em parceria com o Jazz ao Centro Clube (JACC). 

As primeiras edições do Festival foram feitas sob a designação Ciclo de Jazz da Amadora (2011-2017). Durante esse período, a orientação artística esteve ancorada na vontade de criar um momento privilegiado para o contacto com as propostas mais relevantes do Jazz feito em Portugal, tendo como protagonistas tanto artistas consolidados quanto nomes valores cujo trabalho merecia visibilidade e palco.
O sucesso desta fórmula permitiu que, a partir da 9ª edição, em 2019, o Amadora Jazz pudesse devotar um lugar no seu cartaz para artistas internacionais sem, no entanto, abandonar as suas premissas fundamentais.

apresentação do Festival de Música dos Capuchos 2024

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No dia 14 de abril, pelas 17h00, o Auditório do Convento dos Capuchos recebe a apresentação da edição de 2024 do Festival de Música dos Capuchos, que terá lugar de 29 de maio a 21 de junho. A Câmara Municipal de Almada convida o seu Órgão de Comunicação Social a marcar presença na iniciativa para conhecer, em primeira mão, a programação do festival.

 

Em 2024, o Festival de Música dos Capuchos é inspirado pelo cinquentenário do 25 de abril e pela(s) ideia(s) de Liberdade ao longo da História da Música. Entre 29 de maio e 21 de junho, o Festival dos Capuchos trará a Almada músicos e orquestras de referência nacional e internacional para uma série de concertos imperdíveis, no local que dá nome ao Festival, o Convento dos Capuchos, e ainda no Teatro Municipal Joaquim Benite e, pela primeira vez, no Auditório Fernando Lopes-Graça.  O festival abordará cinco séculos de repertório musical, da Renascença aos dias de hoje, passando pelo jazz, com a presença de agrupamentos e solistas de referência nacional e internacional. Destaque, desde logo, para a presença da lendária pianista Elisabeth Leonskaja e para os concertos de estreia em Portugal da Orquestra Sinfónica de Paris “Consuelo”, do Paganini Ensemble Vienna e da Orquestra de Câmara de Berlim “Metamorphosen”. Entre as várias efemérides, realce para as já emblemáticas Conversas dos Capuchos dedicadas este ano ao centenário da morte de Franz Kafka, ao centenário do nascimento de Sebastião da Gama e aos 500 anos de Camões.

 

Após a apresentação do programa do Festival, seguir-se-á o Concerto de Lançamento com a presença do violoncelista Victor Julien-Laferrière e do pianista e diretor artístico Filipe Pinto-Ribeiro, que interpretarão obras de Johann Sebastian Bach e Dmitri Schostakovich. O concerto é de entrada gratuita

limitada à lotação da sala, com levantamento de bilhetes no Convento dos Capuchos e na bilheteira o Auditório Fernando Lopes-Graça, a partir de 9 de abril.

 

A Arte a Fazer Política, em Arruda dos Vinhos, no Festival Políticas à P’Arte

 

 

Márcia, Cais do Sodré Funk Connection e Anabela Mota Ribeiro integram a programação da 4.ª edição do festival



De 20 a 30 de abril e 18 de maio, o Município de Arruda dos Vinhos promove a 4.ª edição do Festival Políticas à P’Arte, uma iniciativa cujo conceito artístico pretende promover o pensamento crítico, a reflexão e o debate político, através das diferentes áreas artísticas.

Nesta edição tem especial destaque a Feira do Livro que integra apresentação de publicações e que, entre outros autores, contará com a participação de Anabela Mota Ribeiro, no dia 28 de Abril e a apresentação do livro “O meu 25 de Abril”, do Coronel Andrade e Silva (Associação Salgueiro Maia), bem a propósito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril.

FeLiCidade: Festival da Língua e da Liberdade na Cidade > 4-5 maio no CCB

FeLiCidade - Festival da Língua e da Liberdade na Cidade

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Mais de 100 nomes num festival
que junta música, literatura, performance e cinema,
com entrada livre

 

CCB . 4 e 5 maio . sábado e domingo . 10h00 à 01h00 . em vários espaços

 

No ano em que se assinalam os 50 anos da Revolução dos Cravos, e no âmbito da celebração do Dia Mundial da Língua Portuguesa, o CCB promove FeLiCidade – Festival da Língua e da Liberdade na Cidade, que se realiza nos dias 4 e 5 de maio, das 10h00 à 01h00, em vários espaços do Centro Cultural de Belém, com entrada livre. Uma celebração, um questionamento e uma festa da língua como casa.

FeLiCidade é um festival que está assente no diálogo entre os países que utilizam a língua portuguesa, explorando as suas diversas disposições, a sua desconstrução e as suas possibilidades, na literatura, na música, no cinema, em cena. Dezenas de falantes e ouvintes de todas as geografias ajudam-nos a refletir sobre uma relação de centenas de anos, a discutir a pluralidade de raízes e identidades, sem rasurar a complexidade, a violência e a exclusão da História.

Na música, há concertos de Nenny, La Familia Gitana, Puta da Silva, Titica, Luca Argel & Filipe Sambado, Meia/Fé, Lula Pena & Braima Galissá, Acácia Maior, Missy Bitty, Vaiapraia, Scúru Fitchádu & Azia, Baque de Mulher b2b Batucadeiras das Olaias, Trypas Corassão, Coletivo Gira, Madu, Phoenix RDC convida Valete, Lia de Itamaracá, MADU, Banda B'Leza, Lia de Itamaracá, Mynda Guevara, Juana na Rap e G Fema.

Nas aulas & glossários, celebram-se os 500 anos de Camões (Frederico Lourenço remonta ao estudo do autor, e José Luiz Tavares desafia-nos a conhecer o Camões Crioulo), os 100 anos de Alexandre O’Neill, os 100 anos do surgimento de Ricardo Reis (numa aula sobre o heterónimo de Pessoa e outra sobre o Ricardo Reis de Saramago), estudamos o potencial poético e literário das canções Mulheres de Atenas. de Chico Buarque (por João Constâncio e Luísa Buarque) e Língua, de Caetano Veloso (por Eucanaã Ferraz e Pedro Duarte), bem como aulas sobre Rui Knopfli, Mário Domingues, Ruy Duarte de Carvalho e outros autores africanos. De referir ainda o curso A Felicidade e a Vida, por Gonçalo M. Tavares.

As conversas são marcadas, pela primeira vez, exclusivamente pela quadrangulação Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor. Todas as histórias contam, todas se cruzam e fundem. Três escritores, de cada um dos vértices transoceânicos, conversam. Daniel Munduruku, escritor, ativista indígena, brasileiro, Francisco Bethencourt, historiador português, Mário Lúcio Sousa, escritor e cantautor cabo-verdiano. Ana Margarida de Carvalho, escritora portuguesa, Germano Almeida, escritor cabo-verdiano, Luís Cardoso, escritor timorense, Joana Bértholo, escritora portuguesa, José Eduardo Agualusa, escritor angolano, Socorro Acioli, escritora brasileira, Noemi Jaffe, escritora brasileira, Susana Moreira Marques, escritora portuguesa, Telma Tvon, escritora e rapper angolana, Andréa del Fuego, escritora brasileira, Conceição Lima, poeta são-tomense e Isabela Figueiredo, escritora portuguesa. A anteceder cada encontro há canções de boas-vindas e cordialidade; no final, há sessões de autógrafos.

Várias sessões de spoken word são apresentadas por Sitah Fayah X Spock, Rodrigo Brandão, Marina Campanatti, Alice Neto de Sousa, Maria Giulia Pinheiro, Muleca XIII, Marinho de Pina DJ Huba.

 leituras encenadas, que partem do encontro de duplas de artistas, colocando em diálogo propostas desenhadas em torno de temas como género, autoria, construção, ancestralidade, escrita e vibração com: com várias duplas: Raquel Lima e Aoaní Salvaterra, Keli Freitas e Carolina Parreira, Jota Mombaça e Nádia Yracema, Cláudia Jardim e Cláudia Semedo, Sara Carinhas e Selma Uamusse, Tita Maravilha e Nuna.

Nas performances, a língua lê-se em voz alta, mexe-se, materializa desejos, esculpe páginas. A língua é performativa. No espaço público do CCB, durante todas as horas dos eventos, encontraremos performances inéditas de durações variadas, ativadas por artistas e para o público do FeLiCidade. Os corredores, os jardins, os elevadores e garagens serão marcados tanto pelas palavras de Salette Tavares como pela escrita que surge no próprio momento.

No cinema, são apresentados filmes em torno de nomes da literatura escrita em língua portuguesa, nomeadamente as estreias, em formato instalação, dos filmes O Marinheiro, do franco-japonês Yohei Yamakado, e Heterofonia, de Afonso Mota, a partir dos poemas homónimos de Fernando Pessoa e Alberto Pimenta; a estreia da nova cópia digital de O Primo Basílio, de George Pallu (1923), com a composição original inédita de Filipe Raposo, que a interpretará pela primeira vez ao piano. Entre outros filmes, são de destacar a apresentação integral da série documental Herdeiros de Saramago, da autoria de Carlos Vaz Marques e realizada por Graça Castanheira, que nos traz obras de, por exemplo, Andrea Del Fuego, Afonso Reis Cabral, Julián Fuks, Ondjaki, Valter Hugo Mãe, Adriana Lisboa, José Luís Peixoto, na presença dos autores, bem como o filme Anquanto La Lhéngua Fur Cantada, de João Botelho (2012), um hino à língua mirandesa, e MHM, de André Godinho, sobre o editor Manuel Hermínio Monteiro, apresentados pelos realizadores.

Um festival destinado a todas as idades, para todos os públicos, com programação para o público adulto, mas também destinado a crianças, com contadores de histórias (Miguel Sermão) e oficinas (por Catarina Câmara e Dina Mendonça). E porque o FeLiCidade é também uma festa, haverá um mercado e gastronomia, com produtos e comida de vários países, aberto das 12h00 às 21h00.

Com direção de Aida Tavares, a equipa curatorial é constituída por Anabela Mota Ribeiro, André e. Teodósio, Gonçalo Riscado, Nádia Yracema, Sara Carinhas, Tiago Bartolomeu Costa, sendo a programação desenvolvida por: CTL/Musicbox - Gonçalo Riscado, Pedro Azevedo, Inês Henriques, com BANTUMEN - Eddie Pipocas, Vanessa Sanches, Rainner Brito & VALSA - Marina Ginde, Nika Serafim (música); Anabela Mota Ribeiro e André e. Teodósio (conferências, lições, glossários, performance); Aoaní Salvaterra, Carolina Parreira, Cláudia Jardim, Cláudia Semedo, Jota Mombaça, Keli Freitas, Nádia Yracema, Nuna, Raquel Lima, Sara Carinhas, Selma Uamusse, Tita Maravilha (leituras encenadas) e Tiago Bartolomeu Costa (cinema).

No Dia Mundial da Língua Portuguesa (assinalado no dia 5 de maio), entende-se a língua como um motor de mudança e de transformação, discutem-se os modos de ser comunidade e vincam-se os compromissos com os valores de abril – com um cheirinho de alecrim.

A programação completa pode, desde já, ser consultada em www.felicidadefestival.com.

Em breve, haverá também uma App disponível para Android, iOS e Windows Phone.

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FeLiCidade: Festival da Língua e da Liberdade na Cidade > 4-5 maio no CCB

FeLiCidade - Festival da Língua e da Liberdade na Cidade

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Mais de 100 nomes num festival
que junta música, literatura, performance e cinema,
com entrada livre

 

CCB . 4 e 5 maio . sábado e domingo . 10h00 à 01h00 . em vários espaços

 

No ano em que se assinalam os 50 anos da Revolução dos Cravos, e no âmbito da celebração do Dia Mundial da Língua Portuguesa, o CCB promove FeLiCidade – Festival da Língua e da Liberdade na Cidade, que se realiza nos dias 4 e 5 de maio, das 10h00 à 01h00, em vários espaços do Centro Cultural de Belém, com entrada livre. Uma celebração, um questionamento e uma festa da língua como casa.

FeLiCidade é um festival que está assente no diálogo entre os países que utilizam a língua portuguesa, explorando as suas diversas disposições, a sua desconstrução e as suas possibilidades, na literatura, na música, no cinema, em cena. Dezenas de falantes e ouvintes de todas as geografias ajudam-nos a refletir sobre uma relação de centenas de anos, a discutir a pluralidade de raízes e identidades, sem rasurar a complexidade, a violência e a exclusão da História.

Na música, há concertos de Nenny, La Familia Gitana, Puta da Silva, Titica, Luca Argel & Filipe Sambado, Meia/Fé, Lula Pena & Braima Galissá, Acácia Maior, Missy Bitty, Vaiapraia, Scúru Fitchádu & Azia, Baque de Mulher b2b Batucadeiras das Olaias, Trypas Corassão, Coletivo Gira, Madu, Phoenix RDC convida Valete, Lia de Itamaracá, MADU, Banda B'Leza, Lia de Itamaracá, Mynda Guevara, Juana na Rap e G Fema.

Nas aulas & glossários, celebram-se os 500 anos de Camões (Frederico Lourenço remonta ao estudo do autor, e José Luiz Tavares desafia-nos a conhecer o Camões Crioulo), os 100 anos de Alexandre O’Neill, os 100 anos do surgimento de Ricardo Reis (numa aula sobre o heterónimo de Pessoa e outra sobre o Ricardo Reis de Saramago), estudamos o potencial poético e literário das canções Mulheres de Atenas. de Chico Buarque (por João Constâncio e Luísa Buarque) e Língua, de Caetano Veloso (por Eucanaã Ferraz e Pedro Duarte), bem como aulas sobre Rui Knopfli, Mário Domingues, Ruy Duarte de Carvalho e outros autores africanos. De referir ainda o curso A Felicidade e a Vida, por Gonçalo M. Tavares.

As conversas são marcadas, pela primeira vez, exclusivamente pela quadrangulação Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor. Todas as histórias contam, todas se cruzam e fundem. Três escritores, de cada um dos vértices transoceânicos, conversam. Daniel Munduruku, escritor, ativista indígena, brasileiro, Francisco Bethencourt, historiador português, Mário Lúcio Sousa, escritor e cantautor cabo-verdiano. Ana Margarida de Carvalho, escritora portuguesa, Germano Almeida, escritor cabo-verdiano, Luís Cardoso, escritor timorense, Joana Bértholo, escritora portuguesa, José Eduardo Agualusa, escritor angolano, Socorro Acioli, escritora brasileira, Noemi Jaffe, escritora brasileira, Susana Moreira Marques, escritora portuguesa, Telma Tvon, escritora e rapper angolana, Andréa del Fuego, escritora brasileira, Conceição Lima, poeta são-tomense e Isabela Figueiredo, escritora portuguesa. A anteceder cada encontro há canções de boas-vindas e cordialidade; no final, há sessões de autógrafos.

Várias sessões de spoken word são apresentadas por Sitah Fayah X Spock, Rodrigo Brandão, Marina Campanatti, Alice Neto de Sousa, Maria Giulia Pinheiro, Muleca XIII, Marinho de Pina DJ Huba.

Há leituras encenadas, que partem do encontro de duplas de artistas, colocando em diálogo propostas desenhadas em torno de temas como género, autoria, construção, ancestralidade, escrita e vibração com: com várias duplas: Raquel Lima e Aoaní Salvaterra, Keli Freitas e Carolina Parreira, Jota Mombaça e Nádia Yracema, Cláudia Jardim e Cláudia Semedo, Sara Carinhas e Selma Uamusse, Tita Maravilha e Nuna.

Nas performances, a língua lê-se em voz alta, mexe-se, materializa desejos, esculpe páginas. A língua é performativa. No espaço público do CCB, durante todas as horas dos eventos, encontraremos performances inéditas de durações variadas, ativadas por artistas e para o público do FeLiCidade. Os corredores, os jardins, os elevadores e garagens serão marcados tanto pelas palavras de Salette Tavares como pela escrita que surge no próprio momento.

No cinema, são apresentados filmes em torno de nomes da literatura escrita em língua portuguesa, nomeadamente as estreias, em formato instalação, dos filmes O Marinheiro, do franco-japonês Yohei Yamakado, e Heterofonia, de Afonso Mota, a partir dos poemas homónimos de Fernando Pessoa e Alberto Pimenta; a estreia da nova cópia digital de O Primo Basílio, de George Pallu (1923), com a composição original inédita de Filipe Raposo, que a interpretará pela primeira vez ao piano. Entre outros filmes, são de destacar a apresentação integral da série documental Herdeiros de Saramago, da autoria de Carlos Vaz Marques e realizada por Graça Castanheira, que nos traz obras de, por exemplo, Andrea Del Fuego, Afonso Reis Cabral, Julián Fuks, Ondjaki, Valter Hugo Mãe, Adriana Lisboa, José Luís Peixoto, na presença dos autores, bem como o filme Anquanto La Lhéngua Fur Cantada, de João Botelho (2012), um hino à língua mirandesa, e MHM, de André Godinho, sobre o editor Manuel Hermínio Monteiro, apresentados pelos realizadores.

Um festival destinado a todas as idades, para todos os públicos, com programação para o público adulto, mas também destinado a crianças, com contadores de histórias (Miguel Sermão) e oficinas (por Catarina Câmara e Dina Mendonça). E porque o FeLiCidade é também uma festa, haverá um mercado e gastronomia, com produtos e comida de vários países, aberto das 12h00 às 21h00.

Com direção de Aida Tavares, a equipa curatorial é constituída por Anabela Mota Ribeiro, André e. Teodósio, Gonçalo Riscado, Nádia Yracema, Sara Carinhas, Tiago Bartolomeu Costa, sendo a programação desenvolvida por: CTL/Musicbox - Gonçalo Riscado, Pedro Azevedo, Inês Henriques, com BANTUMEN - Eddie Pipocas, Vanessa Sanches, Rainner Brito & VALSA - Marina Ginde, Nika Serafim (música); Anabela Mota Ribeiro e André e. Teodósio (conferências, lições, glossários, performance); Aoaní Salvaterra, Carolina Parreira, Cláudia Jardim, Cláudia Semedo, Jota Mombaça, Keli Freitas, Nádia Yracema, Nuna, Raquel Lima, Sara Carinhas, Selma Uamusse, Tita Maravilha (leituras encenadas) e Tiago Bartolomeu Costa (cinema).

No Dia Mundial da Língua Portuguesa (assinalado no dia 5 de maio), entende-se a língua como um motor de mudança e de transformação, discutem-se os modos de ser comunidade e vincam-se os compromissos com os valores de abril – com um cheirinho de alecrim.

A programação completa pode, desde já, ser consultada em www.felicidadefestival.com.

Em breve, haverá também uma App disponível para Android, iOS e Windows Phone.

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Festival Liberdade: inscreve-te até 6 de maio!

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Estão a decorrer, até 6 de maio, as inscrições para a dinamização do Festival Liberdade 2024 - espaços, iniciativas e conteúdos.

Jovens entre os 14 e os 35 anos, estudantes, residentes, trabalhadoras/es ou que desenvolvam atividade na região de Setúbal, podem inscrever-se, individualmente ou em grupo, com animações ou iniciativas nas áreas da música, dança, teatro, artes visuais, atividades desportivas, debates ou outras sugestões.

As associações juvenis e os grupos informais de jovens, podem integrar a Mostra Associativa com stand expositivo, uma oportunidade de dar visibilidade à sua atividade e projetos.

As inscrições devem ser submetidas através de formulário online, disponível em https://www.festivalliberdade.pt/, ou entregues em papel, nos Serviços de Juventude dos municípios que integram a AMRS - Associação de Municípios da Região de Setúbal (Palmela, Alcácer do Sal, Alcochete, Grândola, Montijo, Santiago do Cacém, Seixal, Sesimbra e Setúbal).

A 9.ª edição do Festival Liberdade – projeto da AMRS e dos municípios associados, em parceria com o Movimento Associativo Juvenil da região -  decorrerá no dia 15 de junho, no Parque Urbano da Marialva, em Corroios, concelho do Seixal, das 10h00 às 02h00, com entrada livre.

Mais informações: Constrói o teu festival (festivalliberdade.pt).

Participa e constrói o Festival Liberdade 2024!