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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Festival de Jazz de Viseu divulga programação completa do que acontece de 24 a 28 de Julho

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A 7.ª edição do Que Jazz É Este? celebra-se de 24 a 28 de julho no Parque Aquilino Ribeiro em Viseu.

Para esta 7.ª edição, Viseu irá receber nos seus palcos, ruas, varandas e até mesmo hospital, um sem número de artistas nacionais e internacionais com uma diversidade estilística e musical – dentro e fora do jazz – capazes de contaminar as gentes um pouco por toda a cidade.

No cartaz inserem-se alguns dos mais destacados músicos do panorama musical contemporâneo: o multicultural baixista/guitarrista Munir Hoss, o saxofonista e MC Soweto Kinch, o concerto único do Coletivo Gira Sol Azul feat. Roger Biwandu e R!X, a estreia do novo álbum do saxofonista galego Xosé Miguelez com Jean-Michel Pilc., o noise-jazz-rock dos holandeses Cactus Truck, os Centauri pela mão do inconfundível guitarrista André Fernandes, a energia dos Triciclo Vivo feat. Rodolfo Embaló, o pote musical étnico dos Terra Livre e elegância dos Osso Vaidoso e dos Homem ao Mar.

A programação do festival, tal como já mencionado, vai passar pelos cinco palcos espalhados pelo Parque Aquilino Ribeiro mas não só. O festival, irá desenvolver outras iniciativas noutros lugares mais ou menos íntimos de Viseu, um pouco por toda a cidade com Jazz Na Rua, Jazz Nas Varandas e Doutor Jazz. A música vai estar em todo o lado, ao alcance de todos. Até mesmo na rádio...

A Rádio Rossio (um clássico deste festival) estará este ano em força máxima, com uma grande variedade de programas de autor da mais diversa índole, em horários intercalados com a programação diária, com 19 radialistas oriundos de Viseu.

Destaque também para a aposta na música de jovens da região de Viseu, como por exemplo no Jazz na Rua com os colectivos Suspendis e Osso Ruído e no projecto Oh yes pigs, can fly – encomendado ao guitarrista e compositor Leonardo Outeiro, em estreia.

Não podemos esquecer de mencionar, que irá existir o Mercado do Festival, onde se poderão encontrar entre outros produtos, comida e bebida, para melhor se apreciar a música e a festa que se faz.

Génese do Festival de Jazz de Viseu e os seus objectivos

Desde 2013 que o Festival de Jazz de Viseu tem procurado afirmar-se como um projeto de relevo e prestígio na região centro, destacando-se pelos concertos que organiza, mas também pelas diversas atividades que promove desde formação na área do jazz e música pela rua.

Organizado pela Gira Sol Azul, as mais recentes edições do Que jazz É Este? pautam-se por objetivos bem concretos: divulgar música jazz de qualidade; promover episódios de formação selecionada e perspetiva aberta; incentivar e investir em músicos e grupos da região apoiando a mostra do seu trabalho; envolver ativamente as comunidades mais e menos inusitadas; cimentar a sua dimensão internacional convidando músicos e coletivos de topo além-fronteiras e, acima de tudo, contribuir para a criatividade e troca de conhecimento.

Para além de um festival de música, Que jazz É este? é simultaneamente um grito de apelo à formação, criação e profissionalização musical e uma convocatória à comunidade em geral para se envolver.

 

Que Jazz É Este? | Primeiro nomes anunciados

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Primeiros nomes revelados do Festival de Jazz de Viseu que acontece de 24 a 28 de julho

Foram avançadas as primeiras confirmações para a 7ª edição do Que Jazz É Este? - Festival de Jazz de Viseu, que se realiza entre os dias 24 e 28 de julho Parque Aquilino Ribeiro e diversos pontos na cidade.

Munir Hossn, Centauri, Soweto Kinch Trio, Xose Miguélez / Jean-Michel Pilc Quartet e Triciclo Vivo feat. Rodolfo Embaló são os primeiros cinco nomes anunciados.


Na edição de 2019 o festival irá ter música espalhada pela cidade de Viseu e, em locais fora do habitual como varandas, assim como a 11º edição do Workshop de Jazz com o formador Pedro Neves.

Génese do Festival de Jazz de Viseu e os seus objectivos

Desde 2013 que o Festival de Jazz de Viseu tem procurado afirmar-se como um projeto de relevo e prestígio na região centro, destacando-se pelos concertos que organiza, mas também pelas diversas atividades que promove desde formação na área do jazz e música pela rua.

Organizado pela Gira Sol Azul, as mais recentes edições do Que jazz É Este? pautam-se por objetivos bem concretos: divulgar música jazz de qualidade; promover episódios de formação selecionada e perspetiva aberta; incentivar e investir em músicos e grupos da região apoiando a mostra do seu trabalho; envolver ativamente as comunidades mais e menos inusitadas; cimentar a sua dimensão internacional convidando músicos e coletivos de topo além-fronteiras e, acima de tudo, contribuir para a criatividade e troca de conhecimento.

 

Lisbon Music Fest 2019 com abertura a 24 de Junho e concertos até 27 de julho | entrada gratuita

Lisbon Music Fest 2019

24 de Junho a 27 de julho de 2019 | entrada gratuita

 

O Lisbon Music Fest está de regresso aos palcos nacionais!

 

A Julianstown Youth Orchestra (Irlanda) e a Camerata da Academia de Música de Lisboa protagonizam o Concerto de Abertura da 5ª Edição do Lisbon Music Fest, no dia 24 de Junho, às 17h00, no Auditório do Museu do Oriente. Orquestras, coros e ensembles de música de câmara de todo o mundo voltam a marcar presença em algumas das mais nobres salas de espetáculo do país, incluindo espaços como o Palácio da Ajuda, o Palácio Foz, a Igreja de São Roque, o Mosteiro da Batalha, o Palácio de Cadaval (Évora) ou o Castelo de Belmonte.

 

Numa harmoniosa simbiose que promove a Música e o Património, o Lisbon Music Fest estende-se um pouco por todo o país, apresentando concertos (de entrada livre) em cinco cidades diferentes: Lisboa, Batalha, Évora, Peniche e Belmonte. Pela primeira vez, o Lisbon Music Fest apresenta um coro e orquestra da Austrália (Xavier College Choir and String Orchestra), a que se juntam grupos da Irlanda (Julianstown Youth Orchestra), Canadá (Sudbury Youth Orchestra), Espanha (Orquesta Infantil Promúsica de Málaga), Suíça (Zurich Youth Choir), Estados Unidos (North Stars Chamber Orchestra) e Israel (Kiryat Tivon Youth Orchestra), e uma representação portuguesa que inclui a Camerata da Academia de Música de Lisboa, o Trio Adamastor e a Orquestra Os Violinhos.

 

Tiago Neto, Diretor do Festival afirma que “o Lisbon Music Fest continua o seu percurso de afirmação nacional e internacional, promovendo um espaço que permite a jovens músicos de todo o mundo interagir e partilhar diferentes culturas e experiências artísticas”. Tiago Neto sublinha ainda que “Este ano voltamos com o mesmo empenho e entusiasmo, com novas sugestões musicais para todos os que tiverem a oportunidade de assistir aos concertos do Lisbon Music Fest. Queremos ser um Festival inovador, que mantém a aposta na descentralização, partindo de Lisboa e levando música de excelência a outras cidades e palcos do nosso país.”

 

 

Mais informação em: https://www.lisbonmusicfest.com/pt/2019/participantes

 

 

Sexta edição do Vaudeville Rendez-Vous

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O mais influente festival de circo contemporâneo do país está de regresso com muitas propostas inovadoras. Todas as atividades são gratuitas

 

Quatro dias, quatro cidades e 40 atividades públicas – nomeadamente 28 apresentações de 13 espetáculos programados, dos quais três estreias absolutas (em coprodução) e seis estreias nacionais. Estes são alguns números de que se faz a sexta edição do Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous – o mais influente festival de circo contemporâneo do país – e que “ocupará” o Minho entre os dias 24 e 27 de julho. Este é o ano em que um triângulo se “transforma” num quadrado, com Barcelos a associar-se, pela primeira vez, aos restantes municípios coprodutores do evento: Vila Nova de Famalicão, Braga e Guimarães.

 

A edição de 2019 do Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous destaca-se pela sua diversidade. Nas palavras de Bruno Martins, diretor artístico do evento, promete-se “um programa rico em latitudes e uma renovada abordagem promovida por diferentes geografias”. Exemplo disso mesmo é a estreia de uma companhia australiana no Festival ou a apresentação de “Sigma”, um espetáculo que junta quatro malabaristas mulheres de origem inglesa e indiana “que confirma a ideia de que o Brexit não é senão um grande equívoco”. De lá de fora, chegam ainda projetos que “conversam” em francês, espanhol ou sueco.

 

Aposta no desenvolvimento dos artistas portugueses

Na sua quinta edição, o Vaudeville Rendez-Vous atribuiu a primeira Bolsa de Criação a Elvis Mendes, aluno finalista do INAC – Instituto Nacional de Artes do Circo. O resultado – que o artista apelidou de “A Fábrica da Mentira” – estreia-se de forma absoluta no dia 25 de julho. As outras duas estreias absolutas – com cunho português e desenvolvidas em coprodução com o Festival – são “Angustus” (do francês Jonathan Frau e do português Jorge Lix) e “Before de Rain” (criação coletiva dos alunos do INAC, com direção de Roberto Magro).

 

O Teatro da Didascália – companhia sedeada em Joane que organiza o evento – continua a promover um showcase que junta programadores nacionais e internacionais. O objetivo é que estes possam ver, em primeira mão, os trabalhos dos artistas portugueses e assim poder divulgá-los dentro e fora de portas. É também a partir da força regional que o Festival pretende dinamizar a internacionalização da cultura e dos artistas, através das redes europeias que integra – CircusNext e Circostrada.

 

Levar o circo contemporâneo mais longe

Atentos à crescente presença de profissionais que se deslocam ao Norte do país durante o Vaudeville Rendez-Vous, vai ser organizado um Laboratório de Criação para Circo Contemporâneo, orientado pelo reputado encenador italiano Roberto Magro. Nas atividades paralelas, destaca-se ainda um debate sobre as redes de cooperação artística e três oficinas de formação dirigidas ao público em geral e focadas na acrobacia aérea, manipulação de objetos e equilíbrio.

 

“O Vaudeville insere-se num contexto privilegiado, traduzindo-se numa programação com elevados padrões de excelência. A nossa missão é divulgar com a comunidade o que de melhor se faz nas artes circenses, sensibilizando-a e formando novos público”, refere Bruno Martins. O evento – reconhecido pelo júri internacional do Europe For Festivals/Festivals For Europe, com o selo EFFE Label 2019-2020 – é sempre de entrada gratuita, sendo que a edição do ano passado reuniu mais de 15 mil pessoas em Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão e contou com mais de 60 artistas portugueses e internacionais.

Está de regresso o Festival do Pão de Mafra!

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Venha pôr a “mão na massa”! Este é o mote do 9.º Festival do Pão, que abre as portas a partir das 18h30 do dia 5 de julho e se prolonga até 14 de julho, decorrendo no magnífico cenário do Jardim do Cerco, contíguo ao Palácio Nacional de Mafra. Nesta edição de 2019, o evento é interativo, desafiando o público a participar em diversificadas atividades, e ambientalmente sustentável, pretendendo-se reduzir a pegada ecológica.

 

Ao longo de 10 dias, este festival homenageia o Pão de Mafra, cuja venda pelas ruas da capital era conhecida desde a Idade Média e que, ainda hoje, se distingue no quadro da produção panificadora nacional: de atividade doméstica e artesanal, transformou-se em atividade empresarial e mecanizada, mas mantendo-se fiel aos princípios de origem que lhe conferem o seu cunho próprio.

 

Assim, para além da mostra e venda de pão de Mafra e das mais variadas especialidades gastronómicas regionais, disponíveis nas tradicionais “tasquinhas” e nas bancas das pastelarias locais, a 9.ª edição tem como novidades a oficina “Mão na massa”, convidando o público a confecionar pão de Mafra sob a orientação de padeiros locais. Também o denominado “Fórum do Pão” disponibiliza showcooking e degustações, estando ainda patente a exposição “A Dieta Mediterrânea”, que dá igualmente o mote para um colóquio.

 

Evidenciando a ligação ao universo rural, o evento integra a exposição e venda de artesanato e de produtos locais, a feira saloia, a exposição de veículos e alfaias agrícolas antigos, a par de atuações de ranchos folclóricos e atividades temáticas para crianças.

 

Unindo a tradição ao lazer, foi selecionado um cartaz musical diversificado, que conta com atuações, às 22 horas, de Yura Silva (5 de julho), 4Revival (6 de julho), “Top Genius” com Nuno Markl e Vasco Palmeirim (7 de julho), Bárbara Bandeira (9 de julho), Cupcake Mafia (10 de julho), Olavo Bilac (11 de julho), Tatanka (12 julho), Katia Guerreiro (13 de julho) e OLE – Orquestra Ligeira do Exército (14 de julho). Decorre, igualmente, no dia 8 de julho, às 18 horas, um Festival de Música Jovem e, às 22 horas, a Eleição da Miss Concelho de Mafra.

 

Com o objetivo de promover a sustentabilidade ambiental, esta edição do Festival do Pão caracteriza-se pela não utilização de plásticos de uso descartável e pela realização de várias ações no recinto: intervenção de equipas especializadas de educação ambiental, com vista ao aumento da reciclagem, direcionadas tanto para o público em geral, como para os expositores e trabalhadores do festival; ações de sensibilização sobre o impacto ambiental das diferentes escolhas, motivando a modificar comportamentos antes, durante e após o evento; disponibilização de contentorização para deposição seletiva de resíduos.

X Festival "Música no Rio - Os Outros Sons do Fluviário"

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Dez anos de “Música no Rio, Os Outros Sons do Fluviário”

Mário Laginha e Pedro Burmester, Elas e o Jazz, Joana Amendoeira, Sara Tavares. São estes os cabeças de cartaz da décima edição do Festival “Música no Rio, Os Outros Sons do Fluviário”, que decorrerá nos fins-de-semana de 12 e 13, 19 e 20 de Julho, no Parque Ecológico do Gameiro, em Cabeção, Mora.

A organização do evento, que cabe à Câmara Municipal de Mora, tem ao longo destes anos apostado em espectáculos que marcam pela diversidade e qualidade da oferta musical. O que na presente edição não será diferente.

Mário Laginha e Pedro Burmester, uma dupla de pianistas, unem no seu espectáculo o Jazz de Laginha e o clássico de Burmester. Um espectáculo que representa as diferentes inclinações musicais, experiências e o gosto pelo risco, partilhados entre ambos. Joana Machado, Marta Hugon e Mariana Norton transportam para o palco o amor comum pelo Jazz. O projecto intitulado Elas e o Jazz, recria o universo contêmporaneo da Broadway e dos clubes de jazz de Nova Iorque. Joana Amendoeira com o seu fado, apresenta um espectáculo evocativo de Ary dos Santos. A fadista cantará os fados que mais marcaram a obra do Poeta do Povo, imortalizados por outros, como Amália Rodrigues e Carlos do Carmo. Sara Tavares, hoje diferente do que nos mostrou há 20 anos atrás, criou com o tempo a sua própria sonoridade. Caracterizam-na a forte ligação às suas raízes cabo-verdianas, o seu amor pelo soul e a sua facilidade com a melodia, que no conjunto contribuem para que a sua música seja uma verdadeira música do mundo.

Com bilhetes com o valor simbólico de 1€, o Festival de Verão do Concelho de Mora acontece inserido no cenário natural e idílico do Parque Ecológico do Gameiro, junto ao Fluviário de Mora. Dez anos de Festival “Música no Rio – Os Outros Sons do Fluviário” com reconhecimento pela produção e organização do mesmo, que tem primado sempre pelo prestígio e pela envolvência entre a música erudita e o local onde acontece.

Uma aposta da Câmara Municipal de Mora, que conta, mais uma vez, com a Antena 1 como rádio oficial do Festival.

Câmara Municipal de Palmela | O 7.º Festival Internacional de Saxofone está a chegar a Palmela

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O Festival Internacional de Saxofone de Palmela (FISP), iniciativa apoiada pela Câmara Municipal de Palmela, decorre de 8 a 13 de julho. Trata-se de uma iniciativa única no panorama artístico e pedagógico no país e a nível internacional e um ponto de passagem obrigatório para as/os amantes do saxofone e da música.

O FISP integra o plano de atividades da candidatura do Município de Palmela a Cidade Criativa de Música da Unesco e proporciona uma oferta de programação cultural muito diversificada: cerca de 30 concertos e espetáculos, com entrada gratuita, masterclasses, workshops, seminários, conferências e o concurso Internacional de Saxofone “Vitor Santos”.

O evento, que contribui, ainda, para a promoção turística  da região, tem direção artística de João Pedro Silva e é uma organização conjunta do Quarteto Artemsax, Sociedade Filarmónica Humanitária e Conservatório Regional de Palmela.

Programação e mais informação em: https://www.facebook.com/festivalinternacionalsaxofonepalmela/

https://www.fispalmela.com/

10.º Festival Internacional de Gigantes | 5 a 7 de julho | Pinhal Novo prepara-se para acolher a festa dos Gigantes

10.º Festival Internacional de Gigantes | 5 a 7 de julho

Pinhal Novo prepara-se para acolher a festa dos Gigantes

 

 

O FIG – Festival Internacional de Gigantes vai acontecer na vila de Pinhal Novo, de 5 a 7 de julho, numa iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Palmela com os parceiros Bardoada - O Grupo do Sarrafo, ATA - Acção Teatral Artimanha, Associação Juvenil COI e PIA - Projectos de Intervenção Artística.

 

Durante três dias, gigantes, bombos, formas animadas, gaiteiros e máscaras vão invadir as ruas da vila, numa festa para todos os públicos, que cruza as artes tradicionais e as expressões mais contemporâneas do teatro, da música e da dança.

A 10.ª edição apresenta um programa recheado de espetáculos e propostas de animação nestas áreas, atividades para o público infantil, artesanato, arruadas com as figuras tradicionais e desfiles com centenas de participantes. A música árabe dos Al-Bashirah, os espetáculos “Papers” do Xarxa Teatre, “Olea”, pelo Visitants Teatro (Espanha) e “Calor”, de Jean Philippe Kikolas, de Espanha; o espetáculo “Oyun”, pelo El Fedito, da Argentina; o espetáculo “Insomnio”, pelo Teatro do Mar (Portugal) e o “O2 Oxigen” pela PIA/Long Fung (Portugal/China) são algumas das propostas em destaque na programação 2019, que apresenta, ainda, espaços onde será possível degustar a gastronomia regional.

 

Presença bienal no calendário cultural do concelho, o  FIG já conquistou  um lugar no panorama nacional e europeu de festivais, ostentando o selo de qualidade EFFE 2019/2020, que o identifica como parte integrante da plataforma EFFE - Europe for Festivals, Festivals for Europe, criada pela Associação de Festivais Europeus. Esta plataforma reúne festivais de 45 países europeus.

 

O FIG integra também o “Palmela é Música”, candidatura de Palmela à Rede de Cidades Criativas da UNESCO, na área da Música.

Programa completo e mais informações em www.cm-palmela.pt, https://fig.cm-palmela.pt/ e https://www.facebook.com/festivalinternacionaldegigantes/.

 

A inauguração oficial do FIG decorrerá no dia 5 de julho, às 20h00,  junto à estátua dos Gigantes, na Praça da Independência, com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Palmela, Álvaro Balseiro Amaro, parceiros e entidades convidadas. *

 

 

História

 

O FIG surgiu  em 1995, por iniciativa da Câmara Municipal de Palmela, enquadrado pelo Programa Municipal de Teatro, com o objetivo de sensibilizar e reunir populações em torno de um festival temático com eventos teatrais e parateatrais, confirmando, também, o caráter popular  e mobilizador desta arte.

As figuras gigantes em Portugal (que poderá ser um dos países de origem de manifestações desta natureza) terão surgido pela primeira vez no séc.XIII, num ato processional em Alenquer. Estas figuras podem ser a raiz de algumas das figuras populares que chegam até aos nossos dias (santa coca, a serpe, os dragões, etc), sendo, normalmente, alusivas a monstros que representam a usual dicotomia bem/mal.

 

Artes, comédia, e muita animação de regresso a Palmela com o Festival Internacional de Gigantes

 

 

 

 

De 5 a 7 de julho entre as artes e expressões mais contemporâneas do teatro, música e da dança, está de regresso às ruas do Pinhal Novo mais uma edição do Festival Internacional de Gigantes.

 

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Promovido pela Câmara Municipal de Palmela e com lugar de destaque no cartaz cultural da região e do país, este festival temático pretende divulgar a arte dos gigantones, reunindo a cultura tradicional com a contemporânea.

Gigantones, cabeçudos, zés pereiras e outras figuras vão fazer parte do Festival Internacional de Gigantes, com a garantia de muita animação. Estão previstos espetáculos de teatro, música, circo, além das várias atividades dedicadas ao público infantil e ainda uma mostra de artesanato alusivo ao festival que estará espalhado pelas ruas de Palmela.

Do cartaz destaca-se o grupo de música árabe “Al-Bashirah”, composto por artistas de Marrocos e da Síria, e o espetáculo espanhol “Papers”. Ainda a nova produção da Companhia PIA, “O2 OXIGEN”, uma atuação luso-chinesa do Teatro Físico e das Formas Animadas.

Pode consultar o programa completo em https://fig.cm-palmela.pt/.

O REGRESSO DO STREET FEST E DESTA VEZ, NA ALAMEDA

um evento para disfrutar de bons sons, boa comida e muita animação

 

6 e 7 de julho | Alameda D. Afonso Henriques | junto à Fonte Luminosa

 

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O que pode ter em comum Caracóis, Petingas fritas, Tacos, Bifanas, Tártaros, Crepes, Cocktails, Açaí e Smoothies de Abacaxi? O Street Fest da Alameda!

 

Em parceira com a Junta de Freguesia de Penha de França, o Street Fest volta a dar vida à cidade. Desta vez na Alameda D. Afonso Henriques, Junto à Fonte Luminosa, nos dias 6 e 7 de Julho. Traga a família e os amigos, uma toalha para estender no relvado e venha provar os diferentes sabores ao som de Mr Mute e Mr Bird, Ketzal, RyKardo e Nuno di Rosso.  Acompanhe com uma imperial bem geladinha e divirta-se no ambiente perfeito entre comida, música e uma pequena mostra de projetos de artesanato de jovens empreendedores.

 

Entrada gratuita | Sábado e Domingo | 6 e 7 de julho | Das 12H e as 22H

 

 

 

 

 

PROGRAMA

 

Sábado

12H às 17H – Mr. Mute & Mr. Bird

17H às 21H – Ketzal

 

 

 

Domingo

12H às 17H - Rycardo

17H Às 21H – Nuno di Rosso

 

 

 

PARTICIPAÇÕES

Menko Origami

Coisas da Vi

Wood Bug

Âmbar

Luma

Polex

 

Caipijoca’s

Nutri Lovers

Legend Hot Dog

Mexe Cocktail Bar

Cá te Espero

Smashy Abacaxi

El Taco Chigon

Fritaria

Tijuca