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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

XIII Festival Internacional da Máscara Ibérica

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A MÁSCARA VAI VOLTAR A ENCANTAR BELÉM!

O Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) regressa ao Jardim da Praça do Império, em Belém, com novos caretos e mascarados, grupos de música e muitas novidades.

De 17 e 20 de maio, o XIII FIMI irá oferecer uma programação variada com gastronomia, artesanato, concertos, animação de rua, exposições e muito mais.

Este ano o XIII Desfile da Máscara Ibérica acontece no dia 19 de Maio (sábado), pelas 16h30, e contará com a participação de 33 grupos de máscaras de Portugal, Espanha, Brasil e Irlanda.

Na programação do Palco Ibérico, o FIMI volta a trazer os ritmos folk, de raiz tradicional europeia, com elementos de fusão entre o ska, reggae e rock. No dia 18 de maio sobem ao palco os Bregia (Irlanda), seguidos de Oscar Ibáñez & Tribo. Durante o fim-de-semana haverá oportunidade para conhecer as sonoridades dos Toques do Caramulo (Portugal), que atuarão sábado à noite e dos Realejo (Portugal) que fecham este cartaz no domingo à tarde.

De 17 a 20 de Maio venha ver os caretos e foliões em Belém , a partir das 10h30, com entrada livre!

Saiba mais sobre a programação em www.fimi.pt ou em @festivaldamascara.

Para mais informação disponibilizamos um link com algumas imagens do evento.

A organização

COOL AIN'T COOL ANYMORE na Rua das Gaivotas 6

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Programa expositivo

1ª exposição ::  9-13 abr | seg-sex | 14h – 20h
                          INAUGURAÇÃO | 7 abr | 
17h – 21h
exposição ::  23-27 abr | seg-sex | 14h – 20h
                          INAUGURAÇÃO | 
21 abr | 17h – 21h
exposição ::  5-11 mai | sáb-sex | 14h – 20h
                          INAUGURAÇÃO | 
5 mai | 17h – 21h
entrada livre
 
Uma exposição que se desdobra em três actos, cool ain’t cool anymore é um programa que procura questionar e repensar uma série de símbolos, ideias e pensamentos que já foram “cool”, mas que já estão ultrapassados e já são vistos de forma depreciativa, anacrónica, formulações ridículas e anedóticas do pop. 

Exposição “O Lago” de Maria Condado leva a Natureza ao Espaço Amoreiras - 26 de abril a 31 de maio

Exposição “O Lagode Maria Condado leva a Natureza ao Espaço Amoreiras

Artista Maria Condado cria pintura para exposição promovida pelo Edge Arts, que pode ser visitada de 26 de abril a 31 de maio, no Espaço Amoreiras em Lisboa.

 

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O Edge Arts promove a exposição “O Lago” da artista Maria Condado, que consiste numa colorida pintura de um lago imaginado, inserida no átrio do Espaço Amoreiras. A obra da pintora lisboeta, convida o espectador a mergulhar nela, enquanto espaço ilusório, percorrendo todos os seus traços irregulares e cores vibrantes. A exposição pode ser visitada de 26 de abril a 31 de maio, e inclui um texto crítico do curador Lourenço Egreja. 

O trabalho de Maria Condado foca-se no campo da paisagem, ilustrando uma simbiose entre a natureza e a artificialidade, pontualmente marcado por presenças humanas. A cor também é um elemento importante nas suas obras, que atribui um cariz alegre e sonhador à sua arte. A paleta de cores de “O Lago” é dominada pelos tons verdes, com pinceladas de rosa, azul e vermelho, tendo como superfície uma tela branca de 9 metros de comprimento. A composição das formas é feita de contrastes de traços, podendo surgir de diversas dimensões e feitios, como finas ou largas, a detalhadas ou genéricas.

A pintura “O Lago”, que estará em exposição, revela diferentes ângulos e distâncias de leitura dos elementos presentes no quadro, das espécies de plantas, às flores e árvores, propondo um percurso dinâmico à volta deste lago imaginário. 

A inauguração da exposição “O Lago” está marcada para o próximo dia 26 de abril, quinta-feira, pelas 18h30 no Edge Arts, Espaço Amoreiras, em Lisboa.  

Maria Condado

Maria Condado nasceu em 1981, e atualmente vive e trabalha em Lisboa. É licenciada em Pintura pela FBAUL, no ano de 2004, e completou em 2015 a Pós-Graduação em Jardins e Paisagem pela FCSH em Lisboa. Das suas exposições individuais destacam-se Do azul faz-se o verde(2017), na Galeria Carolinès, de Lisboa; Trabalho de Campo(2013), no Next Room; Jardim Botânico (2009) e Promised Land (2007), na Galeria Carolina Pagès, em Lisboa. Das exposições colectivas salientam-se Onde é a China? (2014), Museu do Oriente, Lisboa; 16º Programa de Exposições (2014), Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa; Pavilhão de Portugal (2009), Hangar-7, Salzburgo, Áustria, e Vestígio (2008), Hospital Júlio de Matos. Em 2017 o seu livro de artista Hortus foi editado pelo Stolen Books. 

 

Exposição “O Lago”

26 de abril de 2018 – 31 de maio de 2018 

Inauguração

26 de abril pelas 18h30

Horário

Espaço Amoreiras

2ª a 6ª feira 7h – 23h

sábados 9h - 21h

domingos e feriados 9h – 18h

Edge Arts (escritório)

2ª a 6ª feira 8h30 – 13h30

Exposição "A PIDE em Pinhal Novo" - Cine-teatro S.João, Palmela | Itinerância pelo concelho, em homenagem aos presos políticos

Itinerância pelo concelho, em homenagem aos presos políticos

Cine-teatro S. João acolhe exposição “A PIDE em Pinhal Novo”

 

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Entre 3 de abril e 11 de maio, o Cine-teatro S. João, em Palmela, acolhe a exposição “A PIDE em Pinhal Novo – Para que a memória não esmoreça”, numa organização da Câmara Municipal de Palmela, que presta, assim, homenagem aos presos políticos de Pinhal Novo, vítimas da ditadura fascista ao longo de 48 anos.  

A mostra está em itinerância pelo concelho, depois de ter sido inaugurada em 2017, em Pinhal Novo, aquando do lançamento do livro com o mesmo nome, da autoria de José António Cabrita (Coleção Estudos Locais – Câmara Municipal de Palmela), e de, já este ano, ter passado pelo Poceirão.

O Município pretende dar continuidade à parceria com José António Cabrita, para aprofundar o estudo e a divulgação do que foi o empenho, a dedicação e a abnegação de quem lutou e sofreu, em nome da justiça e dos direitos sociais e políticos e da melhoria das condições de vida.

José António Cabrita estudou e ensinou Sociologia, tendo-se dedicado, também, à investigação de diversos temas, entre os quais, a cultura caramela e a historiografia de Pinhal Novo. Nesta obra sobre a ação da PIDE, o autor explora o arquivo documental da Polícia Política e dá voz a vários testemunhos de quem passou pelas prisões do Tarrafal ou de Peniche, bem como dos seus familiares e amigos.

O livro “A PIDE em Pinhal Novo – Para que a Memória não esmoreça” estará à venda no Cine-teatro S. João durante o período da exposição.

 

 

Viviane canta Piaf - Showcases FNACs e concerto na Casa da Música no Porto

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   VIVIANE CANTA PIAF                         

Com uma carreira a solo de 12 anos e após o lançamento em dezembro último do seu mais recente CD "Viviane canta Piaf", 2018 é o ano em que Viviane leva aos palcos o espetáculo com o mesmo nome, em jeito de homenagem à grande cantora francesa Edith Piaf.

Antecedendo o concerto de dia 17 de Maio na Casa da Música, Viviane vai estar nas FNACs do Porto , a saber:


27 Abril | 22h00 | FNAC Marshopping
28 Abril | 17h00 | FNAC Sta Catarina
28 Abril | 22h00|FNAC Norteshopping

Dia 17 de Maio na Casa da Música podemos esperar um espetáculo único e inesquecível, de uma das vozes mais carismáticas da actual música portuguesa.

 

Músicos:
Voz e flauta - Viviane
Piano - Filipe Valentim
Guitarra acústica  - Tó Viegas
Guitarra elétrica - João Vitorino
Acordeão - João Gentil
Contrabaixo - Bruno Vítor

Inauguração da Exposição "“Arte em Formato Postal” I Inauguração 27 abril, sexta-feira, às 21h I Galeria de Arte Imargem

Exposição “Arte em Formato Postal”

Inauguração 27 de Abril, sexta-feira, às 21h

Galeria de Arte Imargem

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​HORÁRIO:   TERÇAS 14:00 - 20:00   QUINTAS 9:30-13:00  16:00 - 20:00

A Arte Postal existe desde os anos 60 do século XX, iniciando-se como correspondência trocada entre artistas plásticos com mensagens criativas, dando posteriormente origem a mais uma forma de expressão da arte contemporânea. A Arte Postal surge também como uma alternativa aos meios convencionais das exposições de arte e tem características próprias do período em que apareceu, assumindo por vezes informação de protesto e denúncia. Caracteriza-se por ser um meio de expressão livre, tendo como suporte o formato postal onde os artistas utilizam, técnicas como colagens, fotografia, escrita, desenho ou pintura, entre muitos outros.

 

 

APOIO CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA

Cerca de 80 obras de Miguel D'Alte para ver até 30 de abril na Sociedade Nacional de Belas Artes | Entrada livre

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Exposição Retrospetiva(s): Capítulo VII até 30 de abril

 SOCIEDADE NACIONAL DE BELAS ARTES RECEBE

EXPOSIÇÃO DE MIGUEL D'ALTE, O "PINTOR MALDITO"

 *Exposição de entrada livre

 

A exposição Retrospetiva(s): Capítulo VII, sobre a vida e obra do pintor Miguel d’Alte (1954-2007), com curadoria de Helena Mendes Pereira, pode ser visitada até 30 de abril na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa. De entrada livre, reúne 79 obras do artista, produzidas após 1990, correspondendo ao período em que Miguel d' Alte se mudou para Lisboa.

O objetivo deste projeto e investigação sobre Miguel D'Alte é o de lançar um novo olhar sobre a obra do homem que ficou conhecido na nossa história recente como “pintor maldito”, um artista que viveu para a sua arte e que foi reconhecido pelo seu talento, tendo recebidos diversos prémios e sendo alvo de várias críticas de nomes como Bernardo Pinto de Almeida, Eduardo Paz Barroso, Fátima Lambert, Eurico Gonçalves, Rui Mário Gonçalves, entre outros.

“O Miguel era um pintor para pintores gostarem”, escreveu Mário Ferreira da Silva (Mazza), também pintor.

 

Sobre Miguel d’Alte, o “pintor maldito”

Miguel d'Alte nasceu em Braga a 2 de fevereiro de 1954. Ainda bebé foi morar com os pais para Moçambique de onde só regressa no final do ano de 1973. No Liceu da Beira é aluno de José Afonso por quem nutrirá, para sempre, profunda admiração.

Participa na sua primeira exposição coletiva, em Portugal, em 1975 e, em 1976 ingressa no Curso Geral de Pintura da Escola Superior de Belas Artes do Porto (atual FBAUP). É este o ano, o de 1976, que o pintor identifica como aquele em que iniciou o seu percurso "acidental e acidentado", numa autografia encontrada entre os seus apontamentos.

Em 2016, passados 40 anos, precisamente, sobre tal data, iniciou-se este projeto de exposições com o objetivo de promover a releitura da sua obra. "Pintor maldito", como o apelidou o pintor Henrique Silva, a história de Miguel d'Alte poderia assemelhar-se à de um Van Gogh. Em vida foi-lhe sempre reconhecido talento, fez várias exposições individuais, participou num sem fim de coletivas, ganhou prémios (sobretudo na década de 1980) e sobre ele escreveram importantes críticos como Bernardo Pinto de Almeida, Eduardo Paz Barroso, Fátima Lambert, Eurico Gonçalves, Rui Mário Gonçalves, entre outros. Miguel d'Alte viveu entre o Porto, Lisboa e Vila Nova de Cerveira. Em Lisboa morou durante de, aproximadamente, 1990 e 2002, tendo esta cidade marca e influência na sua produção artística. A exposição que se inaugura na Sociedade Nacional de Belas Artes dá enfoque, precisamente, à produção artística pós 1990 e até à sua morte, em 2007. 

Contudo, o pintor manteve sempre uma espécie de "alergia" ao mercado da arte e às tentativas de manipulação e mercantilização que considerava serem feitas do seu trabalho. Morreu de forma trágica, colhido por um comboio em Vila Nova de Gaia, entre os apeadeiros de Miramar e Francelos, na tarde de 24 de dezembro de 2007, véspera de Natal.

Sobre Helena Mendes Pereira

É curadora e investigadora em práticas artísticas e culturais contemporâneas. Amiúde, aventura-se pela dramaturgia e colabora, como produtora, em projetos ligados à música e ao teatro, onde tem muitas das suas raízes profissionais. É licenciada em História da Arte (FLUP); frequentou a especialização em Museologia (FLUP), a pós-graduação em Gestão das Artes (UCP); é mestre em Comunicação, Arte e Cultura (ICS-UMinho) e doutoranda em Ciências da Comunicação, com uma tese sobre Mercado da Arte no pós 25 de Abril de 1974. Atualmente, é chief curator da shairart e da galeria shairart dst (Braga) e integra a equipa da Fundação Bienal de Arte de Cerveira como curadora e no apoio à coordenação artística, tendo sido com esta entidade que iniciou o seu percurso profissional no verão de 2007. No âmbito da educação e mediação cultural orienta, regularmente, visitas a exposições e museus de Arte Contemporânea, tendo já lecionado o tema em várias instituições de ensino. É formadora sénior e consultora nas áreas da gestão, e programação cultural. Publica regularmente em jornais e revistas da especialidade, tais como o quinzenário As Artes entre as Letras, nas revistas RUA e UMBIGO, bem em catálogos sobre artistas e exposições.

 

Paris Haussmann Modelo de Cidade no CCB

Até 17 de junho | 10:00 às 18:00 | Garagem Sul

 

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Curadoria LAN (Benoît Jallon & Umberto Napolitano) e FBC (Franck Boutté), produzida pelo Pavillon de L’Arsenal, Paris

A mostra Paris Haussmann analisa e revela o potencial do modelo urbano parisiense contemporâneo relativamente às apostas e desafios das cidades de amanhã. Mais de cem desenhos, plantas, arquivos, fotografias de Cyrille Weiner, para além de inúmeras maquetas, transmitem aos visitantes uma oportunidade para redescobrir a cidade luz a várias escalas.

Biblioteca Júnior | próximas iniciativas em abril

Biblioteca Júnior

 

Próximas iniciativas em abril

 

 

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“Histórias Vivas na Biblioteca” dedicadas à fábula “O Velho Moinho”, o Ateliê de Construção de Caixinhas de Cartão”, a animação da leitura “Greve” e o espetáculo de marionetas “Histórias do 25 de Abril” são as iniciativas propostas no ciclo “Biblioteca Júnior” para todos os sábados do mês de abril.

 

Amanhã, 7 de abril, pelas 11h00, terão lugar as “Histórias Vivas na Biblioteca” dedicadas à fábula “O Velho Moinho”. A Arteviva - Companhia de Teatro do Barreiro - realiza esta leitura encenada, no auditório.

“O Velho Moinho” é uma fábula subordinada ao tema dos Moinhos, com o objetivo de comemorar o Dia dos Moinhos.

Esta atividade realiza-se no âmbito da programação da Biblioteca Júnior e é dirigida a crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 8 anos.

Duração: cerca de 1 hora

Entrada livre sujeita à lotação da sala.

 

Ateliê de Construção de Caixinhas de Cartão

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No âmbito da programação Biblioteca Júnior, no próximo dia 14 de abril, pelas 10h00, realizar-se-á o Ateliê de Construção de Caixinhas de Cartão”, na sala juvenil.

Esta atividade é orientada pelo animador sociocultural: João Gomes

Público – alvo: famílias com crianças a partir dos 5 anos

Limite: 10 crianças e família

Inscrições – 212068659.

 

“Greve” - Animação da Leitura

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Para o dia 21 de abril, pelas 11h00, está agendada a animação da leitura "Greve" seguida de ateliê pela atriz Madalena Marques, na sala multiusos.

Duração: cerca de 1h30m

Público – alvo: famílias com crianças a partir dos 5 anos

Limite: 15 crianças e família

Inscrições – 212068659.

 

“Histórias do 25 de Abril”

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O Espetáculo de marionetas “Histórias do 25 de Abril”, com António Rebocho, terá lugar no dia 28 de abril, pelas 11h00, na sala multiusos.

Duração: cerca de 1 hora

Público-alvo – crianças dos 3 aos 8 anos

Entrada livre sujeita à lotação da sala.

 

 

A Biblioteca Municipal do Barreiro está situada na Rua da Bandeira, Urbanização do Coimbra, 2830-330 Barreiro, telefone: 21 206 86 56 (receção), e-mail:  biblioteca.municipal@cm-barreiro.pt .

 

 

 

A reprodução textual da informação implica a referência da sua autoria:

CMB

SOMERSBY OUT JAZZ REGRESSA À CIDADE COM EDIÇÃO MAIS SUSTENTÁVEL

 

Maio recebe o arranque da 12ª edição do festival gratuito de música ao ar livre que este ano se quer sem palhinhas, mas com mais novidades musicais.

 

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O Somersby Out Jazz celebra 12 anos de existência a defender as suas causas: a da boa música jazz com um pouco de funk & soul, a da animação descomplicada entre amigos, a de aproveitar as tardes de verão nos melhores jardins que Lisboa tem e a de produzir o menor impacto possível na natureza.

 

Sempre à procura de construir momentos inesquecíveis, acompanhados de uma Somersby bem fresca, esta 12ª edição do Out Jazz vai decorrer, como é habitual, aos domingos, de Maio a Setembro, num jardim diferente a cada mês. Maio começa no Jardim da Torre de Belém, seguindo-se Junho no Keil do Amaral, em Monsanto, Julho no Parque Eduardo VII, Agosto no Jardim da Estrela e Setembro no Jardim do Campo Grande.

 

Aos sábados de Maio, de forma excecional, o Somersby Out Jazz vai estar no Parque da Bela Vista Sul com a curadoria da BALLIN’, cujos embaixadores Dj Nel’Assassin, Dj Maskarilha e Camboja Selecta vão promover os melhores ritmos do Hip Hop e R&B.  Através de uma parceria com a rádio Oxigénio o Somersby Out Jazz vai também ser transmitido em directo no primeiro domingo de cada mês, quando os Djs da Oxigénio atuam, levando a boa onda deste conceito a todo o lado.

 

Desde cedo focado em consciencializar o público para um mundo mais sustentável, o Out Jazz aliou-se este ano ao Movimento Claro para promover uma edição sem a utilização de palhinhas. #Outjazzsempalhinhas pretende dar visibilidade a este projeto que tem origem em Cascais e visa acabar ou reduzir a utilização de plástico. Também por isso, o Somersby Out Jazz vai continuar a promover o uso de copos reutilizáveis.

 “O Somersby Out Jazz caminha todos os anos para uma maior consciência global, onde determinadas ações implementadas visam consciencializar o nosso público para a sustentabilidade e defesa da natureza com bastante sucesso. Por isso, gostávamos de levar o Out Jazz a outras zonas do nosso país e, quem sabe, internacionaliza-lo”, diz José Filipe Rebelo Pinto, fundador do Somersby Out Jazz.

 

O Somersby Out Jazz conta com a sidra preferida dos portugueses como main sponsor e com o habitual apoio da NCS e da Câmara Municipal de Lisboa. Somersby combina com música ao ar livre por ser uma bebida leve e muito refrescante, eleita para momentos de convívio e descontração como os que vão ser vividos durantes os cinco meses de um festival do outro mundo, onde estará disponível com os 3 sabores (Maçã, Citrus e Blackberry).

 

Para mais informações. https://www.ncs.pt/outjazz

https://www.facebook.com/OutJazz/