Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

“Olhares Inocentes” em exposição no Art Spot 

art_spot_.jpg

 

No mês de março, a exposição “Olhares Inocentes” chega ao Art Spot, a Galeria de Arte do Alameda Shop&Spot, pelas mãos da talentosa Sofia Costa. Com inauguração marcada para dia 6 de março, às 18h30, esta exposição é um autêntico convite para ouvir a nossa criança interior e reconectar com a vida. 

 

A exposição “Olhares Inocentes”, patente até ao final de março na galeria de arte do Alameda Shop&Spot, Centro Comercial gerido e comercializado pela CBRE, pretende representar a expressão mágica e inocente do olhar de cada criança, sem preconceitos nem julgamentos, através da tinta a óleo. Durante todos os fins de semana de março, a artista estará presente no Art Spot com uma sessão de live paiting de uma obra que vai começar no dia da inauguração.  

 

Apesar do seu percurso académico e profissional ter passado pelas ciências exatas, a paixão pela arte sempre acompanhou o seu percurso de vida. Com um amor pela expressão artística desde tenra idade, a artista nortenha passava para o papel tudo o que os seus olhos vislumbravam. Autodidata, Sofia Costa aprendeu sozinha a desenhar e pintar, mas realizou vários cursos com referências no mundo da arte, como Bob Ross e Fabiano Millani.  

 

 

Exposição dá a conhecer obras da artista vencedora da bolsa de criação municipal

descarregar (3).jpg

 

A exposição Mergulho Cego, da autoria de Maria Fradinho, foi inaugurada no dia 2 de fevereiro, na Paços – Galeria Municipal de Torres Vedras. Esta mostra ocorre no âmbito da terceira edição da bolsa de criação “Território – Comunidade – Sustentabilidade”, atribuída pela Câmara Municipal de Torres Vedras à artista, que é finalista do mestrado em Artes Plásticas da ESAD.CR (Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha).

Com curadoria de Ana Anacleto, a exposição, patente até 6 de abril, apresenta uma seleção de obras que sintetizam um conjunto alargado de experiências plásticas desenvolvidas pela artista durante a sua residência na RAMA – Residências Artísticas. Com uma prática amplamente experimental, e desdobrada pelas várias tipologias disciplinares que constituem hoje o universo das artes visuais, Maria Fradinho tem vindo a desenvolver a sua investigação em torno do corpo e do gesto enquanto mecanismos de intermediação e relação expressiva com o mundo, numa permanente negociação com o tempo e com o espaço.

Na inauguração estiveram presentes a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Torres Vedras, Ana Umbelino, o coordenador de projetos e tutorias da RAMA, Paulo Brighenti, o diretor da ESAD, João dos Santos, a curadora da expsoição, Ana Anacleto, e a artista Maria Fradinho. 

A bolsa de criação “Território - Comunidade - Sustentabilidade” resulta de uma parceria que envolve a Câmara Municipal, a RAMA e a ESAD, sendo que o artista beneficiário fica incumbido de desenvolver trabalho durante três meses em residência na RAMA, contando, para a produção da sua investigação e produção de obras, com apoio financeiro e com acompanhamento de mentoria artística e usufruindo do contacto com profissionais da área das Artes.

A referida bolsa de criação é, também, uma mais-valia pelas permutas e relações que se estabelecem com os habitantes da zona do Concelho onde está instalada a RAMA (aldeias de Maceira e Alfeiria que se situam nos territórios, respetivamente, da União das Freguesias de Dois Portos e Runa e da União das Freguesias de Carvoeira e Carmões) e pelas componentes que envolve relativas à sensibilização para a sustentabilidade e à promoção do Concelho.

50 Anos do 25 de Abril | Exposição «O Povo É Quem Mais Ordena»

luta-1.jpg

Este é o título da Exposição de Ilustrações de Marta Nunes que abre ao público no próximo sábado, 20 de janeiro, às 16h00, na sala polivalente da Biblioteca e Arquivo do Município, inserida no Programa Comemorativo dos 50 Anos do 25 de Abril em Grândola.

 

“O Povo é Quem Mais Ordena” reúne os últimos anos do trabalho da artista dedicados ao 25 de Abril, temática que, para Marta Nunes, “não tem tempo e que deverá estar sempre na ordem do dia, já que a data não é apenas uma efeméride, mas sim um legado e uma forma de olhar o presente com lutas ainda por terminar. A revolução permitiu não só acabar com um regime autoritário, mas significou a conquista de muitos direitos que são hoje fundamentais na nossa constituição e inexistentes até à data.”

A Exposição apresenta 45 Ilustrações dedicadas à Revolução dos Cravos e às conquistas e valores de Abril: Liberdade, Democracia e Solidariedade.

 

Nota Biográfica

Marta Nunes nasce na primavera de 1984, em Lousada. Formada em Arquitetura pela Universidade da Beira Interior é ainda durante o curso que surgem os primeiros trabalhos de ilustração para publicações. Desde 2010 que participa em exposições coletivas e individuais, mas desde 2019 que a ilustração tem sido cada vez mais a sua principal atividade, onde o interesse pela tradição e cultura portuguesa marcam alguns dos seus trabalhos. As expressões, as pessoas e os ofícios tradicionais são o que mais a inspiram na construção de narrativas, mas também os objetos do quotidiano e a poética dos dias úteis.

Para visitar até 24 de fevereiro

Horário:

segunda a sexta-feira – 09h30 | 19h00

Sábados: 10h00 | 13h00

 

*entrada gratuita

 

Pelo Sonho é que Vamos” em Palmela Visite a exposição de ilustração sobre Sebastião de Gama!

 

 

Exposição Sebastião da Gama.jpg

A Exposição de Ilustração “Pelo Sonho é que Vamos – Sebastião da Gama e a Serra da Arrábida” vai estar patente na Biblioteca Municipal de Palmela entre os dias 20 de fevereiro e 30 de março.

Trata-se de uma mostra comemorativa do centenário do nascimento de Sebastião da Gama, que integrou a última edição da Festa da Ilustração, em Setúbal.

Poeta português, natural de Vila Nogueira de Azeitão, Setúbal, Sebastão da Gama concluiu o curso de Filologia Românica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 1947, e ainda nesse ano iniciou a sua atividade de professor, que exerceu em Lisboa, Setúbal e Estremoz. Foi colaborador das revistas Árvore e Távola Redonda. Ficou conhecido para a história pela sua dimensão humana, nomeadamente no convívio com as/os alunas/os, registado nas páginas do seu famoso Diário. Literariamente, não esteve dependente de qualquer escola, afirmando-se pela sua temática (amor à natureza, ao ser humano) e pela candura muito pessoal que caracterizou os seus textos.

Atingido pela tuberculose, que causaria a sua morte precoce, passou a residir no Portinho da Arrábida, com a panorâmica serra da Arrábida a alimentar o culto pela paisagem presente na sua obra. Foi, entretanto, instituído, com o seu nome, um Prémio Nacional de Poesia.

Estreou-se com Serra Mãe, em 1945. Publicou ainda Loas a Nossa Senhora da Arrábida (1946, em colaboração com Miguel Caleiro), Cabo da Boa Esperança (1947) e Campo Aberto (1951). Após a sua morte, foram editados Pelo Sonho é que Vamos (1953), Diário (1958), Itinerário Paralelo (1967), O Segredo é Amar (1969) e Cartas I (1994).

A exposição, que será inaugurada no dia 20 de fevereiro, às 16h00, é organizada pelo Município de Palmela e pela Associação Cultural Sebastião da Gama e enquadra-se no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4  - Educação de Qualidade.

“Pelo Sonho é que Vamos” poderá ser visitada no horário de funcionamento da Biblioteca Municipal de Palmela: de terça a sexta-feira, das 10h00 às 19h00 e aos sábados, das 14h00 às 19h00 (encerra aos domingos, 2.ªs feiras e feriados).

 

Em março celebre o Teatro em Palmela - 11 propostas a não perder!

Dia Mundial Teatro.jpg

 

O Dia Mundial do Teatro (27 de março) é comemorado em Palmela ao longo do mês de março, com um programa que integra 11 iniciativas em todas as freguesias do concelho, desde espetáculos com companhias locais e nacionais a formação.

Do programa, organizado pelo Município de Palmela com os Grupos de Teatro do concelho e pensado para vários públicos, destaque para o espetáculo comemorativo do Dia Mundial do Teatro, “Júlio César”, pela Companhia do Chapitô, dia 27, às 21h30, no Cine-Teatro S. João, em Palmela.

A programação integra também os espetáculos “Em Baixo e em Cima”, pela Companhia da Esquina, “Pedro e o Lobo”, pela Sociedade Filarmónica União Agrícola, “Cenas da Vida (A)normal”, pela Companhia das Miúdas Perfeitas, “Há Festa na Selva”, pela Associação RespirArte, “A.norm@l”, pelo Teatro Extremo, “Alfurja (De)mente”, pelo Teatro Artimanha, e “Camille”, pelo Teatro dos Barris.

A ação “Teatralidade Formação para a Comunidade”, pelo Teatro O Bando, e a Oficina Experimenta o Teatro, promovida pela Passos e Compassos, completam o programa, que encerra com a tradição da Queima do Judas, a 30 de março.

As comemorações enquadram-se nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 10 - Reduzir as Desigualdades e 17 - Parcerias para a Implementação dos Objetivos. Mais informações: 212 336 630 ou cultura@cm-palmela.pt.

 

Programa

 

2 março | 21h30 | Auditório Municipal de Pinhal Novo - Rui Guerreiro

Em Baixo e em Cima

Pela Companhia da Esquina, a partir de textos de Samuel Beckett

Destinatários: M/6

Entrada gratuita

Org.: Câmara Municipal de Palmela e Artemrede

 

3 março | 16h00 | Auditório Municipal de Pinhal Novo - Rui Guerreiro

Pedro e o Lobo

Pela Sociedade Filarmónica União Agrícola

Destinatários: crianças 3-6 anos e famílias

Org.: Sociedade Filarmónica União Agrícola

Apoio: Câmara Municipal de Palmela e Junta de Freguesia de Pinhal Novo

 

6, 13, 20 (20h00-22h00), 23 (9h30-18h00) e 24* (16h00) março

Centro Comunitário de Águas de Moura

Teatralidade Formação para a Comunidade

Pelo Teatro O Bando

*Momento de apresentação pública

Integra a Operação Integrada Local Poceirão e Marateca

Destinatários: M/15

Participação gratuita mediante inscrição

Info./insc.: 935 321 218

Org.: Câmara Municipal de Palmela

 

16 março | 16h00 e 21h00 | Auditório Municipal de Pinhal Novo - Rui Guerreiro

Cenas da Vida (A)normal

Pela Companhia das Miúdas Perfeitas

Org.: Teatro da Vila

Apoio: Câmara Municipal de Palmela e Junta de Freguesia de Pinhal Novo

 

17 março | 16h00 | Mercado Municipal de Quinta do Anjo

Há Festa na Selva

Pela Associação RespirArte

Org.: Associação RespirArte

Apoio: Câmara Municipal de Palmela

 

19 março | 11h00 | Centro Comunitário de Águas de Moura

A.norm@l

Pelo Teatro Extremo

Integra a Operação Integrada Local Poceirão e Marateca

Destinatários: Comunidade Educativa (M/3)

Entrada gratuita

Org.: Câmara Municipal de Palmela

 

22 e 23 março | 21h30 | Auditório Municipal de Pinhal Novo - Rui Guerreiro

Alfurja (De)mente

Pelo Teatro Artimanha

Encenação: Sandro Espalha

Destinatários: M/12

Bilhete: 5€

Org.: Teatro Artimanha

Apoio: Câmara Municipal de Palmela e Junta de Freguesia de Pinhal Novo

 

23 março | 14h00 | Cine-Teatro S. João, Palmela

Oficina Experimenta o Teatro

Destinatários: 15-95 anos

Participação gratuita (insc. obrigatória - lotação limitada)

Info./insc.: https://passosecompassos.pt

Org.: Passos e Compassos

Apoio: Câmara Municipal de Palmela

 

23 (21h00) e 24 (17h00) março | Teatro O Bando, Vale dos Barris

Camille

Pelo Teatro dos Barris

Org.: Teatro dos Barris

Apoio: Câmara Municipal de Palmela e Teatro O Bando

 

27 março | 21h30 | Cine-Teatro S. João, Palmela

Júlio César

Pela Companhia do Chapitô

Encenação: José C. Garcia e Cláudia Nóvoa

Destinatários: M/12

Entrada gratuita mediante levantamento de bilhete

Org.: Câmara Municipal Palmela

 

30 março | 21h00 | Centro Histórico e Largo de S. João, Palmela

Queima do Judas

Percurso e participantes em www.cm-palmela.pt

Org.: Câmara Municipal de Palmela e Movimento Associativo

 

UCP_EA lança programa arrojado de conferências inspirado na música da MC Carol | “Não foi Cabral: revendo silêncios e omissões”

Entre 15 de fevereiro e 29 de maio, todas as quintas, na Católica no Porto

 

Escola das Artes lança programa de concertos, conferências, exposições e performances para não silenciar histórias

 

“Não foi Cabral: revendo silêncios e omissões” é o tema do programa cultural da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa que pretende estimular o debate sobre o fazer da(s) História(s), mostrando como muitos artistas contemporâneos têm contribuído para a alteração de paradigmas. Uma parceria da Escola das Artes com a Universidade de São Paulo (Brasil) e a Universidade de Princeton (EUA). De 15 de fevereiro a 29 de maio, ao final da tarde de quinta-feira, a cidade do Porto vai receber concertos, conferências, exposições e performances para não silenciar histórias.

 

Nuno Crespo, diretor da Escola das Artes e co-curador do programa, sublinha que o ciclo “pretende construir um espaço de debate onde juntos possamos pensar as narrativas históricas e o modo como artistas de diferentes geografias e culturas têm sido motores fundamentais no alargamento e transformação dessa história oficial.” Sobre esta nova edição do programa, o diretor da Escola das Artes completa que “é fruto de um trabalho continuado da Escola das Artes em trazer temáticas com expressão no mundo não só artístico, como atual e global.”

 

Através da interseção de várias áreas e de conhecimentos múltiplos, onde se cruzam perspetivas de artistas, realizadores, ativistas ou intelectuais, o ciclo “Não foi Cabral: revendo silêncios e omissões” procura criar um espaço de debate conjunto, onde se reflita sobre como se pode juntar à História outros sujeitos, corpos ou objetos, de modo a, progressivamente, construir um recorte mais amplo e diverso do mundo, dos seus habitantes e dos processos de transformação.

 

Estão confirmados os concertos, conferências e performances de Lilia Schwarcz, Denilson Baniwa, Pedro Barateiro, Nuno Crespo e Dalton Paula, João Salaviza e Renée Messora, Paulo Catrica, Hélio Menezes, Ayrson Heráclito, Margarida Cardoso, Artur Santoro, Flávio Cerqueira e de Francisco Vidal. A Escola das Artes anunciou também a agenda da Sala de Exposições, que contará com Carla Filipe, Pedro Barateiro, Paulo Catrica e Letícia Ramos.

image001 (4).jpg

O ciclo “Não foi Cabral: revendo silêncios e omissões” é um projeto em co-curadoria entre a intelectual e curadora brasileira Lilia Schwarcz e Nuno Crespo. O ciclo é organizado pela Escola das Artes, em parceria com a Universidade de São Paulo (Brasil) e a Universidade de Princeton (EUA). Vai decorrer entre 15 de fevereiro e 29 de maio, às quintas, na Universidade Católica Portuguesa, no Porto.

Apresentação do espetáculo "That’s all, folks!" no concelho de Torres Vedras

 

descarregar (1).jpg

That’s all, folks! é um espetáculo de teatro, música e artes visuais, criado e produzido pela Plataforma285, a partir de residências artísticas realizadas em quatro diferentes territórios do concelho de Torres Vedras (da Freguesia do Ramalhal, da União das Freguesias de A dos Cunhados e Maceira, da Freguesia da Silveira e da União das Freguesias de Campelos e Outeiro da Cabeça), o qual será durante o mês de março apresentado em locais desses mesmos territórios: na Casa do Povo do Ramalhal (nos dias 8 e 9, pelas 19h00), no Centro Pastoral do Sobreiro Curvo (nos dias 15 e 16, pelas 21h00), no Grupo Desportivo Cultural de Brejenjas (nos dias 21 e 22, pelas 19h00) e no Centro Cultural e Animação de Campelos (no dia 23, pelas 21h00, e, no dia 24, pelas 17h00).

Assente num modelo participativo de criação, que passou pela auscultação da comunidade, That’s all, folks! foi concebido com o objetivo de pensar o comum e a identidade de forma abrangente, pelo que no seu processo de criação foram incluídos participantes de diferentes gerações.

Interpretado por duas performers, este espetáculo centra-se nas problemáticas associadas à construção de uma identidade coletiva, a partir de uma esfera simbólica comum. No mesmo revisitam-se datas, mapeiam-se acontecimentos e imagens que populam o imaginário e que ensinam o que amar, o que odiar ou quem evitar. Suscitam-se questões como: Que ideias estão contidas nas celebrações? Celebramos para não esquecer – mas o que celebramos de facto? Quem decide o que deve ser esquecido? Quem define a narrativa comum?

Após cada apresentação de That’s all, folks! no concelho de Torres Vedras haverá um momento de conversa com o público.

Os interessados em assistir à apresentação desse espetáculo no concelho de Torres Vedras devem efetuar inscrição, a qual é gratuita, pelo n.º de telefone: 261 320 749; ou por um dos seguintes emails: plataforma285@gmail.com | cultura@cm-tvedras.pt.

De referir que a Plataforma285 é um coletivo multidisciplinar, fundado em 2011, por Cecília Henriques e Raimundo Cosme. Conta já com 21 criações originais, tendo trabalhado com instituições como o CCB, a Culturgest, o MAAT, o Teatro Nacional D. Maria II, o São Luiz Teatro Municipal ou Serralves.

 

Produção: Plataforma285

Coprodutores: Câmara Municipal de Torres Vedras, São Luiz Teatro Municipal, RTP

Apoio financeiro: Câmara Municipal de Torres Vedras

Parceiros para residências artísticas: União das Freguesias de A dos Cunhados e Maceira, Junta de Freguesia da Silveira, União das Freguesias de Campelos e Outeiro da Cabeça, Junta de Freguesia do Ramalhal, Associação Pro-Memória

Apoios: Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Pombal

Residências: Cão Solteiro, Residências 120, O Espaço do Tempo, Casa Varela

 

Ficha Técnica e Artística

Criação: Plataforma285

Direção artística e texto: Cecília Henriques e Raimundo Cosme

Interpretação: Cecília Henriques e Beatriz Beja

Interpretação em vídeo: Maurícia Barreira Neves

Direção Musical: Cigarra

Olhar Exterior e Apoio ao Movimento: Maurícia Barreira Neves

Cocriação e figurinos: Inês Ariana

Execução de figurinos: Atelier Rosário Balbi, Hugo Graça, Miu Lapin, Pedro Rodrigues

Cocriação e cenografia: Bruno José Silva

Construção dos elementos da cenografia: Ricardo Sousa (Matéria Handmade Woodcraft)

Espaço de apoio à produção de cenografia: LA RAGE

Design de luz: Daniel Worm

Fotografias: Joana Correia

Vídeo: Ana Ladislau

Design Publicação: Bru Pontes

Cocriação e Direção de Produção: Raquel Bravo

Assistência de Produção: Mariana Sá Marques e Ana Ladislau

Apoios: Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Pombal

Agradecimentos da Plataforma285: António Moura, Cão Solteiro, Catarina Jesus, Diogo Almeida, HIT Management, Joana Dilão, Laura M Gonçalo, Teatro Praga, Vanessa Rodrigues e Laura M Gonçalo

Mercado Crafts & Design regressa com "Bloom"

“Bloom” é o tema da próxima edição do Mercado Crafts & Design no Jardim da Estrela, dias 2 e 3 de Março, das 10h00 às 18h00, com entrada gratuita.

Bloom_Mar 2024.jpg

No mês em que se dá a chegada de uma nova estação, celebramos os novos aromas, cores e texturas que o jardim nos reserva. 

 

Aceitem o nosso convite e venham conhecer as mais recentes tendências e propostas dos nossos criadores. Projectos de autor nas área de moda, ilustração, joalharia, decoração e design.

 

Aguardamos a vossa visita para um fim-de-semana, num jardim, repleto de cores e aromas.

 

 

Sobre o Mercado Crafts & Design:
A decorrer desde Setembro de 2006, o Mercado Crafts & Design no Jardim da Estrela mantém o compromisso de se assumir como rampa de lançamento para criadores nacionais e internacionais nas áreas do design e do artesanato contemporâneo. Define-se como um mercado criativo para pessoas criativas e decorre no primeiro fim-de-semana do mês (excepto em Janeiro) com entrada gratuita. A organização está a cargo de Arquitexturas® - Organização de Eventos com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e Freguesia da Estrela.

 

Nota: créditos fotográficos | ©Flor Salgueiro 

 

 

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE TORRES VEDRAS PROPORCIONA OFICINA DE CONTAÇÃO COM ELSA SERRA

descarregar.jpg

“Que história quero contar?” é uma oficina de contação que se realizará no próximo dia 9 de março (das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00) no auditório do Edifício dos Paços do Concelho de Torres Vedras, dinamizada por Elsa Serra.

“Como contar uma história? Porquê contar uma história?” são perguntas que se constituem como mote para a atividade, que é proporcionada em Torres Vedras por intermédio da Biblioteca Municipal. Nesta oficina, através de jogos pedagógicos e criativos, os participantes são convidados a descobrirem potencialidades, a analisar dúvidas e receios, aprendendo diversos métodos para cativar a atenção de quem escuta. De referir, a propósito da temática da atividade “Que história quero contar?”, que contar uma história é revelar segredos, é seduzir o ouvinte, é convidá-lo a apaixonar-se pelo livro, pela história, pela leitura. Contar uma história é ensinar a pensar, a viajar e acreditar na capacidade de sonhar, crescer, viver. 

As inscrições para a participação na atividade em Torres Vedras estão limitadas a um número de 25, são gratuitas, mas requerem inscrição prévia, que deve ser efetuada pelo n.º de telefone: 261 320 747; ou pelo email: bmtv.servico.educativo@cm-tvedras.pt.

 

Sobre Elsa Serra

É contadora de histórias desde 1999. Desenvolveu vários projetos de incentivo à leitura e de inclusão social, nomeadamente “Na Rua com Histórias – Uma Biblioteca para Todos”. É cofundadora da Associação Histórias Desenhadas e projeto Clic, onde desenvolve ateliês de escrita criativa e de expressão dramática desde 1999. Trabalhou com a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Centro Nacional de Banda Desenhada e Imagem, o Centro Nacional de Cultura, bibliotecas municipais, câmaras municipais e escolas. Colabora com o PNL 2027. Ganhou o Prémio Especial do 3.º concurso internacional Cuento en Corto e representou Portugal como contadora de histórias em festivais internacionais. Conta com livros publicados: O Senhor das Barbas Brancas, A Lua Ensonada, Quero ser Escritor – Manual de Escrita Criativa,

Exposição "Parceiros", de António Maria, na Paços - Galeria Municipal de Torres Vedras

descarregar (5).jpg

Uma exposição de pintura da autoria de António Maria, intitulada Parceiros, é inaugurada no próximo dia 3 de fevereiro, pelas 16h00, na Paços - Galeria Municipal de Torres Vedras.

De referir, relativamente a António Maria, que este é o nome artístico com que António Espiga Pinto assina as suas obras.

Nascido em Vila Viçosa, em 1946, e a residir no concelho de Torres Vedras há largos anos, António Maria é um pintor autodidata, que desde cedo se dedicou às artes. Este autor define, de resto, a sua prática do desenho e da pintura como sendo um refúgio e uma libertação.

Numa constante busca pelo alargamento dos seus horizontes técnicos e estéticos, António Maria trabalha numa vasta variedade de técnicas e soluções plásticas, formatos. Apesar da permanente procura por novos temas, o Alentejo tem marcado a sua obra ao longo dos anos, sendo o uso de cores quentes e do gesto expressionista características frequentes nas suas pinturas.

Entre 1997 e 2023, as suas obras estiveram patentes em mais de 30 exposições individuais e coletivas. Refira-se, ainda, que diversas obras de António Maria encontram-se em espaços públicos e em coleções particulares.

A exposição Parceiros poderá ser observada na Paços até 6 de abril.