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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Ministro do Ambiente participa em debate sobre ação climática em Loulé

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A 3 de fevereiro, o Ministro João Pedro Matos Fernandes vai estar no Cineteatro Louletano para uma sessão onde será debatido o tema da ação climática local, no âmbito da VI Reunião do Conselho Local de Acompanhamento da Estratégia Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas (EMAAC) de Loulé.

Esta iniciativa arranca pelas 9h30, com a sessão de abertura pelo presidente da Câmara Municipal de Loulé, Vítor Aleixo, e pelo Ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes.

Lídia Terra, do Município de Loulé, e Sérgio Barroso, do Centro de Estudos e Desenvolvimento Regional e Urbano, irão falar do trabalho desenvolvido ao nível da ação climática local e as medidas em curso inscritas no Plano de Ação Climática.

A “Seca – fenómenos meteorológicos extremos: presente e futuro” é o mote para um painel que terá como oradores Álvaro Silva, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, e Sérgio Costa, Grupo SIMBIENTE – Engenharia e Gestão Ambiental.

Ainda na parte da manhã, o docente da Universidade Nova de Lisboa, Carlos Antunes, aflora a questão das “Vulnerabilidades e desafios das zonas costeiras”, seguindo-se uma mesa-redonda coordenada pelo diretor municipal de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do município de Loulé, Júlio Sousa.

A partir das 14h30, Cláudio Casimiro, da AREAL – Agência Regional de Energia e Ambiente do Algarve, traz a lume o tema da eficiência energética e mitigação climática. Luísa Schmidt, docente e investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa e um dos principais rostos deste movimento em Portugal, irá abordar a importância da informação e monitorização da ação climática, estando prevista ainda a apresentação do Observatório Municipal de Ambiente e Território.

Já Paulo Reis, diretor-geral da Inframoura, irá falar sobre o papel das empresas municipais na ação climática local.

Na reta final, os exemplos de boas práticas de ação climática nas empresas locais serão abordados por Hugo Gonçalves, general manager do Tivoli Marina de Vilamoura, enquanto que o arquiteto Pedro Campos Costa, traz a lume as estratégias inovadoras em meios urbano e o caso concreto do novo Mercado de Quarteira.

Este evento termina com uma mesa-redonda coordenada pelo vereador do Ambiente e Ação Climática, Carlos Carmo, e por uma sessão de encerramento com Nuno Lacasta, presidente da Agência Portuguesa do Ambiente.

Loulé considera as alterações climáticas como o desafio mais responsabilizante do século XXI, pelos impactos e consequências profundas, tanto a nível ambiental, como económico e social e, por isso, um colossal desafio também no plano local que se impõe encarar. Sendo o Conselho Local de Acompanhamento fundamental na discussão do progresso da implementação da Ação Climática Local, pretende-se através dele a dinamização de um processo de envolvimento consistente dos atores-chave locais, na construção coletiva de respostas aos desafios de adaptação e mitigação às alterações climáticas que este território enfrenta.

A participação nesta reunião é gratuita, mas com inscrição obrigatória até ao dia 29 de janeiro, através do seguinte link: https://forms.gle/tfjq1N53BwrTXHVRAA (com disponibilidade limitada ao número de lugares existentes).

Para mais informações os interessados poderão contactar loule.adapta@cm-loule.pt

 

CML/GAP /RP

Showcase de Carlos Esperança na FNAC Almada

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Carlos Esperança vai apresentar os seus dois álbuns de originais no próximo sábado, 25 de janeiro, às 21h30, na loja FNAC, no Fórum Almada. Vai ser uma ótima oportunidade de assistir de perto à energia e à criatividade que o jovem multi-instrumentista Carlos Esperança mostra em palco.
Os concertos da FNAC são conhecidos por darem a conhecer ao público em geral novos talentos musicais, com showcases informais e onde a audiência convive de perto com os artistas. Após a atuação de Carlos Esperança em Almada, ele estará disponível para autografar os dois CDs editados por si: The Sky Is Blues e The Wellington's Eagle Nest.
O Blues é a base da sua música e onde explora as influências que o género tem deixado noutros estilos musicais, caso do Rock e do Soul. Todos as músicas e letras são originais seus e todos os instrumentos, incluindo a voz, foram gravados por si naquilo que é uma verdadeira edição de autor. Ao vivo, é acompanhado por outros excelentes músicos: David Carvalheiro, no saxofone, clarinete, teclas e guitarra, Daniel Guerreio, na bateria, e Filipe Almeida, no baixo elétrico.

 

Prolongamento da exposição Apenas Um Pouco Tarde

Fotografias de Jorge Irasagarra podem ser vistas na Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos. Entrada gratuita

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A exposição Apenas Um Pouco Tarde, de Jorge Irasagarra, vai ficar patente na Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos, até 1 de fevereiro. Composta por 25 fotografias a preto-e-branco, a mostra foi inaugurada no dia 14 de dezembro.

 

Resultado de uma escolha pessoal e da imersão em quase trinta anos de negativos fotográficos e ficheiros digitais, a exposição inclui imagens captadas em Portugal, Itália, Alemanha, Espanha e Cabo Verde, traçando um roteiro nostálgico por diferente geografias e afinidades eletivas.

 

O título da exposição, Apenas Um Pouco Tarde, resulta da apropriação de um verso do poeta Manuel António Pina, ao qual, deste modo, o fotógrafo recorda e homenageia. 

 

“Estas são fotos que nos param o olhar, que nos fazem franzir o sobrolho, que reclamam explicações nunca satisfeitas. Há espaços abandonados, vandalizados, com magníficas paisagens marítimas; há marcos perdidos, mergulhados no abandono vegetal; estranhas vitórias de cavalos autênticos sobre máquinas apodrecidas de muitos cavalos mecânicos; há a inevitável atracção dos velhos pela violência do mar; e há, digo eu, uma contribuição para o alargamento de ‘cidade triste e alegre’ de Victor Palla e Costa Martins”, escreveu o jornalista Carlos Romero no texto que produziu para o catálogo da exposição.

 

Jorge Irasagarra nasceu no Porto em 1971 e tem publicado em diversos jornais e revistas, tendo anteriormente mostrado o seu trabalho em exposições individuais e coletivas em Portugal e Cabo Verde. Foi este ano finalista do Mira Mobile Prize B&W.

 

Mais informação em https://jorgeirasagarra.wixsite.com/home 

Três divas asiáticas visitam o Museu do Oriente

Palestra por David Chaffetz

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O papel desempenhado pelas divas de ópera na Ásia, o modo como foram recrutadas e formadas, como e onde actuaram e a sua importância na sociedade, são os temas abordados por David Chaffetz na conferência “Three Asian Divas” que o Museu do Oriente organiza no dia 23 de Janeiro, quinta-feira, às 18.00, com entrada gratuita.

 

A sessão é precedida, às 17.00, por uma visita à exposição “A Ópera Chinesa” que oferece uma visão abrangente deste género performativo, em toda a sua diversidade e exuberância, através de 280 peças, como trajes, perucas, toucados, modelos de maquilhagem, marionetas, gravuras, pinturas e instrumentos musicais, bem como fotografias e vídeos. Aqui, os visitantes podem visualizar a riqueza da cultura material, ao mesmo tempo que ganham um novo entendimento do contexto literário e social desta arte.

 

À semelhança do que acontece no seu livro, David Chaffetz ilustra as palavras com referências às vidas de várias cantoras célebres na China, através de slides com representações das cantoras na arte e na fotografia. De seguida, foca-se na Índia e no Irão, para mostrar que a figura da diva é universal em toda a Ásia, mesmo quando as formas de actuação diferem das registadas na China.

 

David Chaffetz estudou Persa, Turco e Árabe na Universidade de Harvard. Trabalhou na Encyclopedia Iranica e escreveu A Journey through Afghanistan (Chicago, 2006). Ao longo de 45 anos, tem viajado extensivamente pela Índia, Ásia central e China.

 

“Three Asian Divas” - Palestra por David Chaffetz

23 de Janeiro, quinta-feira

Horário: 18.00

Duração: 60’

Palestra precedida de visita orientada à exposição “A Ópera Chinesa”, com Alexandre Correia, às 17.00

Gratuito, mediante levantamento de bilhete no próprio dia

 

www.museudooriente.pt

Mais de uma centena de especialistas nacionais e internacionais visitam Palmela

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Mais de uma centena de especialistas nacionais e internacionais, nas áreas da Arqueologia, História e Arqueociências, vão estar em Palmela, de 23 a 25 de janeiro, para participar nas Jornadas Internacionais Terra, Pedras e Cacos do Garb al-Andalus. Até dia 21, ainda pode fazer a sua inscrição.

A iniciativa é organizada pela Câmara Municipal de Palmela e pelo Campo Arqueológico de Mértola, com coordenação científica a cargo do Grupo CIGA - Cerâmica Islâmica do Garb al-Andalus.

12 anos depois da formação do Grupo CIGA e 20 anos depois da publicação de “Portugal Musulman”, de Christophe Picard, esta iniciativa pretende relançar o debate sobre os estudos do período islâmico em Portugal. Palmela, conhecida no meio arqueológico por ser um dos mais importantes sítios com vestígios desta fase, é o cenário ideal para conhecer o muito que se tem feito a nível nacional no campo da arqueologia do período medieval islâmico e perceber o contributo dessas novas descobertas e investigações para a construção do conhecimento histórico.

O programa abre com uma evocação de Christophe Picarde vai integrar quatro sessões temáticas, no Cineteatro S. João (dias 23 e 24) e no Auditório da Biblioteca Municipal de Palmela (dia 25): “Revelações e novas abordagens sobre o Garb no século XXI”, “Arqueologia preventiva: transformar salvaguarda em conhecimento do Garb al-Andalus”, “O Garb e o Mediterrâneo” e “Da história à arqueologia e da arqueologia à história do Garb al-Andalus”. Destaque para a participação, no encerramento, de Cláudio Torres, fundador e diretor do Campo Arqueológico de Mértola, que tem desenvolvido uma relevante atividade científica na área do património cultural, nomeadamente, nos domínios da Arqueologia, investigação histórica e Museologia. A tarde de dia 25 será dedicada a visitas de estudo a sítios arqueológicos de Lisboa.

A inscrição é gratuita e deve ser efetuada preenchendo a ficha de inscrição disponível em www.cm-palmela.pt e enviando-a para os endereços de e-mail patrimonio.cultural@cm-palmela.pt e ciga.portugal@gmail.com. A disponibilidade de transporte para as visitas é limitada ao número de lugares do autocarro e a inscrição nas visitas e no almoço (com um custo de 15€) é também limitada, por ordem de receção. Serão entregues certificados de participação.

Mais informações através do Secretariado das Jornadas, a funcionar na Divisão de Bibliotecas e Património Cultural do Município de Palmela: Largo do Município, 2954-001 Palmela, 212 336 640 ou patrimonio.cultural@cm-palmela.pt.

 

Programa

 

23 de janeiro

 

9h00-9h30

Receção aos participantes

 

9h30

Sessão de abertura

Presidida pelo Presidente da Câmara Municipal de Palmela, Álvaro Balseiro Amaro

9h45

Evocação de Christophe Picard

 

10h00

Comunicação de abertura - “12 anos, 12 cacos”

Grupo CIGA: Maria José Gonçalves, Sandra Cavaco, Jacinta Bugalhão, Sofia Gomes, Isabel Inácio, Marco Liberato, Constança dos Santos, Helena Catarino, Jaquelina Covaneiro, Susana Gómez, Isabel Cristina Fernandes e Gonçalo Lopes

 

10h20-10h50

Pausa

 

Sessão 1 - Revelações e novas abordagens sobre o Garb no século XXI

 

10h50-11h10

A presúria de Coimbra, de 878 d. C. e seu contexto

Manuel Real

 

11h10-11h30

Moçarabismo: materialidades do heterogéneo coletivo cristão do Garb al-Andalus

Paulo Almeida Fernandes

 

11h30-11h50

Viver na fronteira. Os cacos, as pedras e as terras e algo mais das comunidades rurais da Beira Alta

Catarina Tente

 

11h50-12h10

Territórios e povoamento em Ossonoba/Ocsonoba. O Nordeste Algarvio pós romano e islâmico

Helena Catarino

 

12h10-12h30

Novos e velhos dados sobre espaços de culto na Silves islâmica

Maria José Gonçalves, Carlos Oliveira e Miguel Cipriano Costa

 

12h30-12h50

Repositório de técnicas ornamentais na cerâmica do Garb al-Andalus

Grupo CIGA: Susana Gómez, Pilar Lafuente, Jacinta Bugalhão, Sofia Gomes, Isabel Inácio, Marco Liberato, Constança dos Santos, Helena Catarino, Jaquelina Covaneiro, Isabel Cristina Fernandes, Gonçalo Lopes, Maria José Gonçalves e Sandra Cavaco

 

12h50-13h20

Debate

 

13h20-15h20

Almoço

 

15h20-15h40

La importancia de la epigrafía para el conocimiento del Garb al-Andalus

Maria Antonia Martínez Núñez e Pilar Delgado Blasco

 

15h40-16h00

Los herreros de Albalat (s. XII): aproximación a las actividades metalúrgicas a la luz de los testimonios arqueológicos

Sophie Gilotte e Pauline de Keukelaere

 

16h00-16h20

Importações e produções locais na mouraria de moura - cerâmicas do século XIV

Santiago Macias e José Gonçalo Valente

 

16h20-16h40

Achados de felus emirais do Baixo Alentejo, um ponto da questão: a Quinta do Estácio 3, Beja

Teresa Ricou Nunes da Ponte, Luciana de Jesus e Vasco Abegoaria

 

16h40-17h00

O ribat do Alto da Vigia (Sintra, Portugal)

Alexandre Gonçalves e Helena Catarino

 

17h00-17h30

Pausa

 

17h30-17h50

Arqueometria da cerâmica islâmica de Mértola: estudo da pasta e das decorações vidradas

Massimo Beltrame, Susana Gómez Martínez e José Mirão

 

17h50-18h10

Zooarqueologia do Garb al-Andalus: urbanidades, ruralidades, especialidades e não só

Maria João Valente

 

18h10-18h30

Terminologia e conhecimento arqueológico: contributos interdisciplinares para o estudo da cerâmica do al-Andalus

Bruno Almeida

 

18h30-19h00

Debate

 

24 de janeiro

 

Sessão 2 - Arqueologia preventiva: transformar salvaguarda em conhecimento do Garb al-Andalus

 

9h00-9h20

Fragmentos de Coimbra Medieval: reflexões a propósito do alcance dos trabalhos arqueológicos preventivos em Coimbra

Ricardo Costeira da Silva

 

9h20-9h40

Conclusiones sobre el registro funerario islámico y cristiano de Mérida (ss. VIII-XIII)

Miguel Alba

 

9h40-10h00

Ponto de situação das intervenções de categoria C do período islâmico e questionamento sobre resultados

Grupo CIGA: Jacinta Bugalhão, Isabel Inácio, Sofia Gomes, Marco Liberato, Constança dos Santos, Helena Catarino, Jaquelina Covaneiro, Isabel Cristina Fernandes, Gonçalo Lopes, Maria José Gonçalves, Sandra Cavaco e Susana Gómez

 

10h00-10h20

Da arqueologia preventiva ao conhecimento da ocupação islâmica de Setúbal

Susana Duarte, Joaquina Soares e Carlos Tavares da Silva

 

10h20-10h40 

“…Deus tenha misericórdia dele” - Contributos da Arqueologia preventiva para o conhecimento de Setúbal no Garb al-Andalus

Artur Fontinha, Maria Antónia Martínez Núñez e Maria João Cândido

 

10h40-11h10 - Pausa

 

11h10-11h30

Novos dados para a compreensão da ocupação entre o período Medieval Islâmico e Cristão através das materialidades e contextos - Resultados preliminares da intervenção arqueológica de 2019 na encosta Sul do hisn Balmalla (Castelo de Palmela)

Luís Filipe Pereira e Michelle Teixeira Santos

 

11h30-11h50

Os contextos islâmicos dos antigos Armazéns Sommer nas dinâmicas da Lisboa medieval islâmica

Paulo Rebelo, Vanessa Filipe, Ricardo Ribeiro, Virgílio Martínez e Nuno Neto

 

11h50-12h10

O que nos contam os cacos? Aproximação a uma leitura diacrónica e socioeconómica da cerâmica no Largo da Atafona, Lisboa

Vanessa Filipe, José Pedro Henriques, Vasco Vieira e Tiago Pereira

 

12h10-12h30 

Cerâmicas de contextos islâmicos e de tradição da Praça da Figueira, Lisboa

Rodrigo Banha da Silva, André Bargão, Sara da Cruz Ferreira, Inês Pires e Duarte Mira

 

12h30-12h50 

Espaços de uma cidade: novos dados sobre a necrópole islâmica de Lisboa oriental

Vanessa Filipe, Nuno Neto, José Pedro Henriques, Sara Brito, Alice Toso, Sílvia Casimiro, Raquel Granja, Joana Inocêncio e Sónia Ferro

 

12h50-13h15

Debate

 

13h15-15h10

Almoço

 

Sessão 3 - O Garb e o Mediterrâneo

 

15h10-15h30

Cuando Madïna Mayürqa dejó de ser Madïna para convertirse en Ciudad

Guillermo Rosselló Bordoy

 

15h30-15h50

Questions d'images et de céramique

Patrice Cressier

 

15h50-16h10

El Garb y el Sharq al-Andalus a través de las producciones cerámicas

Rafael Azuar

 

16h10-16h30

Cacela-a-Velha no mundo mediterrânico almóada através das cerâmicas

Cristina Tété Garcia e Patrícia Dores

 

16h30-16h50

Cerámicas del Algarve (de Além-mar): dos nuevos silos documentados en Ceuta

Fernando Villada

 

16h50-17h10

Pausa

 

17h10-17h30

Algunas consideraciones sobre las cerámicas medievales del Rif: hacia una tipología cerámica del Magreb al-Aqṣā

Yaiza Hernández Casas, Bilal Sarr e Luca Mattei

 

17h30-17h50

Debate

 

Sessão 4 - Da história à arqueologia e da arqueologia à história do Garb al-Andalus

 

17h50-18h10

Da Arqueologia à História do Gharb al-Andalus. As cerâmicas almorávidas do Castelo de Sesimbra: dinâmicas de poder e ocupação do território

Rui Filipe Gil e Rafael Santiago

 

18h10-18h30

Entre Balmala e Qasr al-Fath: leitura histórico-arqueológica de um território de fronteira

Isabel Cristina F. Fernandes

 

18h30

Apresentação, por André Teixeira, da obra “Scripta Manent. Inventario de Signos Lapidarios de Ceuta”, da autoria de Gabriel Fernández Ahumada e Fernando Villada Paredes

 

25 de janeiro

 

Sessão 4 - Da história à arqueologia e da arqueologia à história  do Garb al-Andalus

 

9h00-9h20

Conquista islámica del norte peninsular y reacciones locales

Avelino Gutiérrez

 

9h20-9h40

Garb al-Andalus y Portugal en las fuentes árabes (siglos X-XIII)

Alejandro García Sanjuan

 

9h40-10h00

Toponímia, fontes escritas e arqueologia: a identificação de Laqant, de Halq az-Zawiya e de Kanisat al-Gurab

Santiago Macías

 

10h00-10h20

Oleiros muçulmanos depois da conquista de Lisboa

Filomena Barros

 

10h20-10h50

Pausa

 

10h50-11h10

As mudun e a fronteira: o projeto almóada de reocupação de Baja

Hermenegildo Fernandes

 

11h10-11h30

Mahmud ibn Al-Ğabbar - ponto de partida para hipóteses sobre o Garb al-Andalus no séc. IX

Fernando Branco Correia

 

11h30-11h50

Da Arqueologia à História: A forma urbana da Lisboa Islâmica

Manuel Fialho Silva

 

11h50-12h10

Debate

 

12h10-12h30

Sessão de encerramento presidida pelo Vereador Luís Miguel Calha e com intervenção de Cláudio Torres

12h35- Partida para Lisboa (paragem de autocarro, Largo de S. João)

 

13h15-15h15 - Almoço em Lisboa

 

15h15

Visita de estudo a sítios arqueológicos de Lisboa

  1. Armazéns Sommer - Hotel Eurostar Museum (visita conduzida por Paulo Rebelo e Nuno Neto)
  2. Núcleo de Interpretação da Muralha de D. Dinis - Banco de Portugal (visita conduzida por Artur Rocha)
  3. Muralha Fernandina - Hotel Corpo Santo (visita conduzida por António Valongo)

Downtown Chiado

 regressa já no dia 01 de fevereiro ao Atelier Natália Gromicho para a sua 7ª edição para nos apresentar 10 novos artistas oriundos de vários locais do globo.

Para esta edição, a seleção de artistas foi bastante criteriosa, tendo como mote a pluralidade de expressões artísticas, vamos encontrar Sarka Darton, artista oriunda da republica checa e que vive atualmente em Londres. Repete em menos de 2 meses a mostra das suas esculturas em Lisboa e terá lugar de destaque nesta exposição.

Da Bolívia podemos vislumbrar os grafismos criados por Domingo Parada, de Itália temos 2 pintoras de destaque, Magda Chiarelli que nos apresentar uma composição de padrões em acrílico, em cores neutras, que se destacam pela simplicidade, Fabiana Macaluso é uma premiada artista que expõe uma das obras mais importantes da sua carreira, pela primeira vez em Portugal.

Sinikka Elving é um talento da Finlândia, também ela uma artista premiada expõe uma obra abstrata muito particular onde os amarelos e Lilases se fundem tornando uma harmonia muito original.

Da Guatemala com um grande destaque no que funde o clássico com o contemporâneo está Mariana Seibold, escultura, pintura, alma é o que apresente neste projeto arrojado.

Yvone Wiese nasceu e vive em Dinamarca, uma artista com influencias impressionistas e ao mesmo tempo uma sensação de profundidade na obra que trás a Lisboa.

Do Japão, Kayo Sato apresenta a obra mais irreverente, usando a técnica de plissado, cria uma instalação de tecido com 3 obras muito originais.

Natália Gromicho regressa a 2017 com uma obra já exposta em vários locais do mundo, um acrílico de nome “Holiday” que representa o seu estado de espirito atual.

Por ultimo, Day Barry regressa de Londres com uma espetacular composição muito colorida.

A inauguração está prevista para o dia 1 de fevereiro pelas 15h no Chiado, Atelier Natália Gromicho e estará patente até dia 7 de fevereiro.

 

 

About ANG (Atelier Natalia Gromicho)

O Atelier Natália Gromicho está localizado no Espaço Chiado, um centro comercial em pleno Chiado que foi erguido preservando a Muralha Fernandina, do período da idade média. A sua localização é privilegiada, com acesso pela Rua da Misericórdia e pela Rua Nova da Trindade, mesmo ao lado do Teatro da Trindade.

 

O Espaço conhecido como a fusão de um Atelier e uma galeria de arte, tem cerca de 100 metros quadrados, conta anualmente com um programação muito diversificada, destacando a pintura ao vivo, exposições internacionais de arte contemporânea, gala de entrega de prémios e mensalmente uma exposição de obras da artista residente. O Atelier Natalia Gromicho já expos mais de 170 artistas, de 29 nacionalidades

 

Natália Gromicho é a mentora de todo o projeto, artista com 25 anos de carreira, conta com mais de 150 exposições por tudo o mundo, a artista aposta promove á mais de 5 anos, na sua cidade, um conceito inovador, onde aplica toda a sua experiência internacional neste conceito.

 

Aberto de terça-feira a sábado das 14h ás 18h

 

Morada:

(1) Rua da Misericórdia, 14 Piso S/L 1200-273 Lisboa

(2) Rua Nova da Trindade, 5G Piso S/L 1200-301 Lisboa

Portugal

 

Telefone/Whatsapp:  (+351) 965 865 454

 

Website http://meetingartgallery.wix.com/chiado

E-mail info@nataliagromicho.com

 

QUINTETO MARIA JOÃO FURA DÁ CONCERTO EM GRÂNDOLA

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O Cineteatro Grandolense recebe dia 25 de Janeiro, às 21h30, o concerto com o Quinteto Maria João Fura, num espectáculo que será uma viagem entre a Bossa-Nova, o Pop-Eletroacústico, o Cool Jazz e a World Music. A Entrada é gratuita.

A cantora e compositora irá apresentar em quinteto o disco FURA, recheado de belas canções em português, todas de sua autoria.

Numa sonoridade multifacetada, as contagiantes melodias tecidas por vários estados de alma, desenvolvem-se numa ambiência que viaja entre a Bossa-Nova, o Pop - Eletroacústico, o Cool Jazz e a World Music, gerando um clima de festa com forte participação do público.

Se a maioria das vezes as canções parecem ter voz de mulher, podem também transfigurar-se em pele de qualquer um ao abordar o quotidiano atual com ironia.

A sua autenticidade tem merecido o reconhecimento do público em concertos em Portugal e no Brasil e do meio musical, com a seleção de duas canções (Serei Feliz por Acaso e Mais Um Gole) para os prémios Zeca Afonso e Ary dos Santos. FURA tem também o reconhecimento do meio cinematográfico com a integração da canção "Fui Eu" na curta metragem francesa "La Loi Sana Moi" de 2019.

Visitas Públicas à Igreja de Santa Clara do Porto

Visitas à Igreja de Santa Clara do Porto

Participantes poderão apreciar os trabalhos de conservação e restauro em curso

A Direção Regional de Cultura do Norte promove visitas públicas à Intervenção de Conservação e Restauro da Igreja de Santa Clara do Porto, nos dias 18 janeiro, 15 fevereiro e 21 de março, pelas 10h00. A iniciativa está limitada aos primeiros 35 inscritos por visita.

As inscrições para a visita do dia 18 de janeiro já estão a decorrer e podem ser efetuadas neste link: https://forms.gle/K7mmUHkp57tuAXrP6

Os trabalhos de conservação e restauro do recheio artístico da Igreja implicam o tratamento, limpeza e consolidação de toda a talha pintada ou dourada, da escultura e imaginária, das pinturas sobre tela e de pintura mural, de granitos e, ainda, trabalhos de consolidação de estruturas dos retábulos.

Além dos trabalhos acima referidos, estão em curso trabalhos de conservação e restauro do espólio artístico da sacristia, incluindo revestimento azulejar, pinturas sobre telas ou retábulo e arcaz.

A curto prazo serão, igualmente, iniciados os trabalhos de beneficiação dos paramentos exteriores, dos acessos de público e das instalações elétricas e os trabalhos de conservação e restauro do órgão e dos portais em cantaria de granitos (a norte, da igreja e a nascente, da portaria).

Este conjunto de trabalhos de recuperação e valorização da Igreja de Santa Clara do Porto segue-se aos trabalhos iniciais desta campanha já realizados: trabalhos de reforços estruturais e de conservação e restauro nos dois níveis do coro do antigo convento.

A Operação Igreja de Santa Clara do Porto representa um investimento global de 2 Milhões de Euros, sendo a intervenção comparticipada em 85% pelo Programa Operacional Norte 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, com o Mecenato da Irmandade dos Clérigos e Fundação Millennium BCP. Deverá estar concluída até final do 1º semestre de 2020.

 

Exposição fotográfica revela o melhor da vida nas Aldeias de Montanha

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Foto: Praia Fluvial da Lapa dos Dinheiros, Seia ©José Conde

 

Associação de Desenvolvimento Integrado da Rede de Aldeias de Montanha tem patente no café concerto do Teatro Municipal da Guarda, a exposição fotográfica “Aldeias de Montanha – Natureza Autêntica Gente Genuína”. Até 29 de fevereiro, é possível apreciar um verdadeiro roteiro fotográfico sobre as vivências e aspetos identitários da Rede Aldeias de Montanha.

Esta mostra fotográfica propõe uma viagem imersiva na dimensão ambiental e social das Aldeias de Montanha das Serras da Estrela e da Gardunha, nas várias facetas do seu quotidiano ligado à pastorícia ou à cultura do centeio, mas não só.

A exposição é um testemunho vivo sobre as novas ruralidades, associado às “aldeias, em que às comunidades residentes se junta, cada vez mais, novos habitantes em busca de um conceito de vida alinhado com o chamado ‘slow life’ e aos novos desafios profissionais e oportunidades que o Interior tem para oferecer”, sustenta José Francisco Rolo, Presidente da ADIRAM.

Com esta exposição fotográfica, a Rede Aldeias de Montanha assume o seu posicionamento identitário, respeitando o carácter diferenciador e os aspetos simbólicos de cada Aldeia como territórios com um património cultural material e imaterial único, mas também uma inegável riqueza e diversidade natural, sendo a água um elemento com uma presença constante.

Até ao final do mês de fevereiro, a exposição “Aldeias de Montanha – Natureza Autêntica Gente Genuína” mostra lugares onde se pode viver com qualidade e em segurança, e onde vale a pena investir.

O Projeto Aldeias de Montanha, integrado na EEC PROVERE iNature, é cofinanciado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) através do CENTRO 2020 - Programa Operacional Regional do Centro.

Site Oficial > Aldeias de Montanha

Próxima sessão das Leituras no Mosteiro "viaja" à Europa de Leste

Agendada para terça-feira, às 21h00

Próxima sessão das Leituras no

Mosteiro “viaja” à Europa de Leste

 

Participantes vão explorar textos de autores de origem russa e ucraniana que integram a rede EURODRAM. A atividade é de entrada gratuita

 

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Em setembro, as Leituras no Mosteiro embarcaram numa viagem a bordo da EURODRAM – rede informal que promove a tradução e circulação de textos dramáticos contemporâneos –, tendo passado já pela Grécia, com Dimítris Dimitriádis, ou Inglaterra, com Mark Ravenhill. Na terça-feira, dia 21 de janeiro, pelas 21h00, os participantes da próxima sessão rumam à Europa de Leste, com paragem programada em textos de origem russa e ucraniana. De entrada gratuita, a atividade realiza-se no Centro de Documentação do Teatro Nacional São João (TNSJ), localizado no Mosteiro de São Bento da Vitória.

 

Cabaret Astoria, umas das obras em destaque na sessão, chega pelas mãos de Mikhail Heifets, dramaturgo multipremiado de origem russa e um combativo dissidente da antiga União Soviética. A peça é precisamente um reflexo dessa mundividência política e confronta o público com a criação de um país novo – aquele que seria o primeiro Estado perfeito do mundo – onde existe “zero de anarquia, zero de ilegalidade”. Com autoria da poeta e tradutora ucraniana Neda Nezhdana, os participantes das Leituras no Mosteiro vão “ficar” Perdidos no Nevoeiro, embrenhando-se numa peça de câmara para quatro personagens, imersas numa atmosfera imprecisa e ameaçadora.

 

O Centro de Documentação do TNSJ foi fundado no ano 2000. O espaço integra um Arquivo, um núcleo essencial para os investigadores dos campos cénicos e para a preservação de documentos como registos vídeos de espetáculos, textos de teatro, dossiês fotográficos ou materiais promocionais das peças do TNSJ. Localizado no Mosteiro de São Bento da Vitória, contempla ainda uma Biblioteca considerada a melhor em Portugal no que toca às artes performativas. Disponibiliza gratuitamente a consulta de cinco mil livros, além de compilar vídeos, filmes e documentários sobre teatro e dança, óperas dirigidas por encenadores relevante, e ficheiros de teatro radiofónico. O Centro de Documentação está aberto ao público de segunda a sexta-feira, entre as 14h30 e as 18h00.

 

O Teatro Nacional São João (TNSJ) é, desde 2007, uma Entidade Pública Empresarial, assumindo ainda a responsabilidade da gestão de mais dois espaços culturais da cidade do Porto: Teatro Carlos Alberto e Mosteiro São Bento da Vitória. O TNSJ é o único membro português na União dos Teatros da Europa (UTE), organização que congrega alguns dos mais importantes teatros públicos do espaço europeu, integrando o Conselho de Administração da entidade.