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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Estreia | espectáculo CHATROULETTE 8.3, de Inês Garrido

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A performance CHATROULETTE 8.3, de Inês Garrido, estreia a 7 de Dezembro, no CAL - Primeiros Sintomas em Lisboa, seguirá para o Porto a 8 e 9 de Dezembro, no Ermo do Caos. Uma performance de Inês Garrido em tempo real com um desconhecido no Chatroulette.
 
Sinopse:
Nesta performance é obrigatório o uso de telemóveis smartphone. Isto é um jogo em tempo real. Se decidires jogar, faço tudo o que quiseres. A minha voz é uma voz feminina. Há diferença?
Num dispositivo tecnológico, propõe-se um caminho que encontre performance e experiência social. Se se partir de um ponto de vista em que a desigualdade de género é alicerçada em estruturas de poder histórico-sociais, que pequenos comportamentos quotidianos fazem a manutenção dessa desigualdade?
Cria-se assim um jogo numa plataforma de videochat, onde se propõe um role play de pequenos poderes em tempo real: há alguém que comanda, há alguém que segue ordens e há alguém que é observado.
Nos dias de hoje, qual é a pertinência de posições políticas no meio de infindáveis scrolls?
 
Apresentações:
LISBOA, 7 de Dezembro às 21h | CAL - Primeiros Sintomas (Rua de Santa Engrácia, 12 A Lisboa)
PORTO, 8 e 9 de Dezembro às 21h | Ermo do Caos (Rua do Amparo, 99 Porto)
Entrada Gratuita mediante reserva para reservas.chat@gmail.com 
Nesta performance é obrigatório o uso de telemóveis. M/18*40’

Grândola | Feira do Livro: este fim de semana há teatro com Cristina Paiva

Feira do Livro:  Este fim de semana há teatro com Cristina Paiva

 

 

A Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola, no novo espaço cultural situado no centro da Vila Morena, promove a 35ª edição da Feira do Livro, que decorre de 25 de novembro a 8 de dezembro e apresenta um vasto programa cultural paralelo, com diversas atividades agendadas.

Este fim de semana o Cine Granadeiro Auditório Municipal recebe dois espetáculos da Andante, Associação Artística, com entrada gratuita.

 

UMA ODISSEIA: O CADÁVER, O PORCALHÃO E A MUSA

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No sábado à noite, dia 26, pelas 21h00 a proposta cult6ura é o espetáculo de teatro e promoção da leitura «Uma Odisseia: O Cadáver, o Porcalhão a Musa» com encenação de Rodolfo Castro; Interpretação: Cristina Paiva, Lia Vohlgemuth (dança) e João Brás e  música com  Joaquim Coelho.

«Fala-me, Musa, do homem versátil que tanto vagueou». Assim começa a Odisseia de Homero.

Sinopse: Vamos contar uma história, uma odisseia, uma viagem pela literatura portuguesa e pela história da leitura.

E vamos rir. Sim, rir. Não conhecemos nada tão eficaz para lutar contra o medo. Porque é disso que queremos falar. Porque é disso que fala a literatura. Uma mulher (Penélope?) conta a história (fia e desfia) de uma viagem inventada. As palavras que usa para a contar são de Camões, Gil Vicente, Almeida Garrett, Eça de Queirós, Camilo Castelo Branco, Fernando Pessoa, etc. Enquanto conta, podemos descobrir uma história da leitura. E durante uma hora, o tempo que dura o espetáculo, havemos de rir com as venturas e desventuras destes personagens convocados. Havemos de rir com os seus planos, as suas lutas, as suas aspirações, os seus amores e desamores, com as suas quedas. E a rir, havemos de aprender qualquer coisa. A lermo-nos melhor, por exemplo. E a lutar contra o medo com armas melhores do que pistolas e espadas.

 

Duração: 60 minutos | Público em geral

AFINAL… O GATO?

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A Atriz Cristina Paiva regressa ao Cine Granadeiro no domingo, dia 27, pelas 11h00 para interpretar o espetáculo  de promoção da leitura para bebés  «Afinal…O Gato» com participação limitada  a 20 bebés dos 6 meses aos 3 anos acompanhados pelos pais, obedecendo a inscrição antecipada para o email: biblioteca@cm-grandola.pt ou através do 269 450 081.

Sinopse: «Gato que brincas na rua como se fosse na cama». É a partir daqui que tudo começa.

Mas afinal onde está o gato? Dentro do sapato? Dentro do poema? Dentro do livro? Dentro de nós?

Vamos jogar com ele às escondidas? Vamos?

Vamos brincar com os sons, com as palavras, com as sensações, com o impossível, com o que não há?

Será que no final vamos saber onde está e quem é o gato?

“A nossa imaginação do impossível não é porventura própria, pois já vi gatos olhar para a lua, e não sei se não a quereriam.»                     Fernando Pessoa. Livro do desassossego.

 

Espetáculo com a atriz Cristina Paiva, poesia de Fernando Pessoa, música de Joaquim Coelho e imagem de Mafalda Milhões.

Duração: 30 minutos

A não perder este fim de semana - nomes maiores da pintura contemporânea portuguesa reunidos em Lisboa

Galeria São Mamede

Nomes maiores da pintura contemporânea portuguesa reunidos em Lisboa

Homenagem a Francisco Pereira Coutinho pelos 100 anos de nascimento – fundador da Galeria São Mamede.

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Vieira da Silva – Cristal

 

Exposição terá lugar na SNBA - Sociedade Nacional de Belas Artes - de sexta-feira, dia 25 de novembro a 8 de dezembro.

Por ocasião das celebrações dos 100 anos de Francisco Pereira Coutinho, a Galeria São Mamede expõe na SNBA - Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa, entre os dias 25 de novembro e 8 de dezembro, algumas das mais importantes obras de artistas que, pela sua mão, estiveram ligados à Galeria São Mamede e tão relevantes foram no panorama artístico português nas décadas de 60, 70 e 80.

Nesta seleção incluem-se Almada Negreiros, António Areal, Armanda Passos, Cargaleiro, Carlos Botelho, Carlos Calvet, Cesariny, Cruzeiro Seixas, D’Assumpção, Emília Nadal, Escada, Eurico Gonçalves, Gonzalez Bravo, Helena Almeida, Jorge Barradas, Jorge Vieira, Júlio (Reis Pereira), Justino Alves, Manuel Amado, Mário Botas, Nadir Afonso, Nuno de Siqueira, Paula Rego, Poliakoff, Raúl Perez e Vieira da Silva.

Assim, no centenário do seu nascimento, Francisco Pereira Coutinho filho presta um tributo a Francisco Pereira Coutinho pai (1922-2006). Com esta iniciativa o galerista recorda o património histórico que herdou, revisita a atividade do pai em favor dos artistas e da cultura portuguesa contemporânea, e resgata a marca identitária da São Mamede, evocando e partilhando a sua memória. Francisco Pereira Coutinho (1922-2006) fundou a Galeria de São Mamede. Além de galerista, foi também antiquário, marchand e colecionador de antiguidades e de arte moderna.

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Nadir Afonso – St. Basinfall

 

Desde o período fundacional que, na Galeria, se reuniam escritores, críticos de arte, políticos, atores, artistas, a pretexto das exposições organizadas, mas também do lançamento de livros e de catálogos de exposições próprias, ávidos de uma sociabilização cosmopolita em torno da arte moderna. Nestas ocasiões, era frequente encontrar-se na São Mamede, Vasco de Graça Moura, Sophia de Mello Breyner, David Mourão-Ferreira, Natália Correia, Beatriz Costa, Ramalho Eanes, e sua esposa Manuela Eanes, Mário Soares e sua esposa Maria Barroso, Maria de Lourdes Bártholo, José Sommer Ribeiro, José de Azeredo Perdigão, entre outros.

A Galeria de São Mamede deve a designação ao nome da praça e da igreja em proximidade da qual se instalou. Inaugurada em 1968, a primeira exposição da São Mamede mostrou pintura portuguesa do final do século XIX e o trabalho de alguns pintores modernos. A partir de 1969, o marchand implementou um programa regular na São Mamede, dirigido para a arte moderna e contemporânea e para a promoção de artistas jovens.

A título de exemplo, referem-se os seguintes: Júlio dos Reis Pereira, Maria Helena Vieira da Silva, Carlos Botelho, Nadir Afonso, António Areal, Manuel Cargaleiro, Paula Rego, Helena Almeida. Almada Negreiros foi mostrado oito anos depois da sua morte, em 1978. A obra da Vieira da Silva foi exibida em 1970, numa exposição sem objetivos comerciais. A São Mamede juntou-se à homenagem realizada à artista na Fundação Calouste Gulbenkian. Foi a primeira grande exposição retrospetiva dedicada à pintora, em Portugal.

Com um dinâmico ritmo expositivo até à Revolução de Abril, os anos de 1974 e de 1975 foram de acalmia e de inquietação devido à incerteza da viabilidade financeira do negócio. Em 1979, Pereira Coutinho apresentou a primeira exposição de Nadir Afonso, com óleos recentes. No ano seguinte, em 1980, a exposição de Cruzeiro Seixas foi pretexto para classificar a atuação da São Mamede, como “a primeira galeria de arte do País, e das melhores da Península Ibérica”.

 

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Paula Rego  - Gorgona

Desde 2001 que a Galeria de São Mamede é dirigida por Francisco Pereira Coutinho filho, que a adquiriu a seu pai com dois sócios. Implementou uma programação de continuidade, conciliando a mostra de artistas modernos, valores seguros e característicos da Galeria, com outros mais arriscados. Ao mesmo tempo, criou uma linha de homenagens a artistas que trabalharam na Galeria ao longo de décadas, exibindo Mário Cesariny, Cruzeiro Seixas, Júlio dos Reis Pereira, Noronha da Costa, João Vieira, Jorge Vieira, Nadir Afonso.

Com esta exposição e homenagem, que se realiza entre os dias 25 de novembro e 8 de dezembro, Francisco Pereira Coutinho filho presta um tributo a Francisco Pereira Coutinho pai. Com esta iniciativa, recorda o património histórico que herdou, revisita a atividade do pai em favor dos artistas e da cultura portuguesa contemporânea, e resgata a marca identitária da São Mamede, evocando e partilhando a sua memória.

Nos dias 1 e 3 de dezembro, às 15h30 haverá ainda uma visita guiada à exposição.

SNBA - Sociedade Nacional de Belas Artes

 

Exposição "The Clothed Home"

The Clothed Home”, exposição patente até ao final de novembro na Trienal de Arquitetura de Lisboa.

The Clothed Home © Alicja Bielawska 01.jpg

“Terra", o mote da Trienal deste ano, convida à reflexão sobre os desafios da modernidade e a “The Clothed Home; Tuning In To the Seasonal Imagination’” explora as formas como os têxteis têm sido utilizados para refletir o ritmo das mudanças sazonais nos interiores domésticos.

 

A exposição da artista Alicja Bielawska, com curadoria de Aleksandra Kedziorek, organizada pelo Adam Mickiewicz Institute, foi selecionada para o programa Independent Projects na Trienal de Arquitetura, em Lisboa, entre 167 candidaturas de todo o mundo.

 

“The Clothed Home” está patente no Palácio Sinel de Cordes até 5 de dezembro, de terça a domingo entre as 11h00 e as 19h00. A entrada é livre.

MAR Shopping Algarve assinala época natalícia com aldeia de Natal e ringue de patinagem sustentável

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De 19 de novembro a 8 de janeiro, o MAR Shopping Algarve transforma-se em “Aldeia de Natal”, um local inspirado nos típicos mercados nórdicos, com várias atividades gratuitas para toda a família. O grande destaque o ringue de patinagem sustentável, que dispensa o uso de água e energia elétrica, mas garante a mesma experiência de patinagem no gelo.

 

O Natal está a chegar ao MAR Shopping Algarve. A época mais esperada do ano vai encher o centro comercial de Loulé de espírito natalício até 8 de janeiro. Num ambiente mágico e decorado a preceito, o arranque desta época especial inicia-se este fim de semana, 19 e 20 de novembro, e as figuras principais foram convocadas: duendes, esquilos, renas, bailarinos e claro a Mãe e o Pai Natal, que vão espalhar alegria pelo espaço comercial.

Ainda no sábado, pelas 14h30, com um repertório preparado especialmente para celebrar o Natal, o MAR Shopping Algarve vai ter muita animação e a interpretação de algumas das mais clássicas melodias de Natal, num momento muito especial.

 

Música, enfeites e centenas de luzes led de Natal transformam o MAR Shopping Algarve e conduzem até à Aldeia de Natal, onde se poderá encontrar, claro está, o Pai Natal. A Aldeia de Natal, situada no Piso 0 em frente à Mango do shopping, estará aberta de segunda a quinta, das 10h30 às 21h00 e à sexta, sábado e feriado das 10h30 às 22h00, sendo que o Pai Natal estará todos os dias das 11h00 às 15h00 e das 16h00 às 20h00. No dia 24, o Pai Natal só estará disponível para receber as últimas cartas de Natal das 10h00 às 18h00. 

 

Para os mais novos, entre os 4 e os 12 anos, haverá um ringue de patinagem ecológica, que além de proporcionar alegria e diversão aos mais pequenos, tem uma forte componente sustentável, de respeito pelo meio ambiente, ao promover a diminuição da pegada ecológica com 0% de consumo de água e de eletricidade.

 

De referir que, as atividades natalícias como a aldeia, o ringue de patinagem artística o Pai Natal, bem como, o centro, estarão encerrados nos dias 25 de dezembro e 01 de janeiro.

Pai Natal com barba verdadeira traz a magia do natal até ao Oeiras Parque

Shopping da Linha promove Natal sustentável

 

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Uma Aldeia de Natal em cartão, concertos ao vivo, contos de Natal, um presépio realista, chuvas de luzes e coroas gigantes. Estes são alguns dos detalhes da magia do Natal que se vive no Oeiras Parque e que este ano se embrulha numa decoração em tons de verde, creme e dourado. 

 

Num cenário surpreendente, o Presépio apresenta uma aldeia iluminada com casinhas, um lago, árvores e bonecos mecânicos em miniatura, contando de forma realista toda a história do nascimento de Jesus. Da autoria da artista plástica Cláudia Perdigão, o icónico Presépio encontra-se em exibição no piso 2.

 

No mesmo piso, as crianças vão poder encontrar a Aldeia do Natal, construída detalhadamente com cartão, que inclui um circuito e um cenário com várias interações. À saída da aldeia será entregue, a cada criança, um kit em cartão por construir, de onde sairão máscaras de Elfo ou de Pai Natal.

 

Já no piso 1, o Pai Natal com barba verdadeira vai estar disponível para ouvir os desejos mais secretos das crianças. Entre o dia 1 e 24 de dezembro, basta passar pela árvore de Natal gigante para ver o senhor das barbas brancas ao vivo e a cores.

 

No dia 18 de dezembro, às 11h, o Pai Natal irá até à FNAC para a Hora do Conto de Natal com a Inês Blanc, que levará os mais pequenos numa viagem mágica por histórias de encantar.

 

O Oeiras Parque vai ainda brindar os seus visitantes com concertos natalícios ao vivo, todos os sábados do mês de dezembro. No dia 3, o shopping será invadido por violinos, coro e violoncelos da Academia de Música de Lisboa – Polo de Oeiras, que surpreenderão com pequenos concertos ao longo do dia. Nos dias 10 e 17 de dezembro será a vez de dar palco ao Coro de Santo Amaro de Oeiras.

 

Este ano a decoração de Natal do Oeiras Parque utiliza cores que remetem para a natureza. Os tons verde, creme e dourado trazem o conforto e a magia da época, mas também a preocupação deste shopping para com o ambiente. Um dos exemplos práticos é a poupança energética, utilizando iluminação de baixo consumo (LED) e apenas acendendo as luzes de natal entre as 17h00 e as 23h00.

Prolongada até 30 de dezembro a exposição "Brasília - Da Utopia à Capital", no Museu Nacional dos Coches

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BRASÍLIA – DA UTOPIA À CAPITAL EXPOSIÇÃO PROLONGADA ATÉ 30 DE DEZEMBRO de 2022

 “BRASÍLIA – DA UTOPIA À CAPITAL”, é o nome da Exposição que já percorreu 12 cidades, entre elas Paris, Berlim, Moscovo, Londres e Roma, 
e que poderá ser visitada em Lisboa, no Museu Nacional dos Coches, entre os dias 15 de setembro e 30 de dezembro de 2022,  com entrada livre.

A referida Mostra celebra os 62 anos da capital brasileira e faz parte do calendário oficial de comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil. 

 

Marcel Gautherot Catedral Metropolitana N.Sra. Aparecida em construção com a Esplanada dos Ministérios ao fundo, 1960.

 

“Brasília – Da utopia à Capital” exibe um acervo de aproximadamente 300 obras de arte e documentos, tais como maquetes de edifícios icónicos projetados por Oscar Niemeyer; desenhos e maquete fotográfica do plano urbanístico de Lucio Costa; esculturas de Maria Martins, de Bruno Giorgi e de Alfredo Ceschiatti; e fotografias de Marcel Gautherot, Peter Scheier, Jean Manzon e Mário Fontenelle. As obras são provenientes de coleções brasileiras, públicas e privadas, entre as quais o Instituto Moreira Salles, o Arquivo Público do Distrito Federal e a Coleção Brasília — acervo de Izolete e Domício Pereira. A Curadoria é de Danielle Athayde.


Uma epopeia modernista
A transferência da capital do Brasil do litoral atlântico para o centro-oeste do seu território, no início da década de 1960, despertou um sentimento de euforia desenvolvimentista na população brasileira. Pessoas comuns, movidas pelo desejo de fazer parte do sonho de construção de uma nova cidade, sede do governo, deslocaram-se do conforto de suas famílias e de suas cidades de origem, em especial do nordeste brasileiro, em direção ao centro-oeste. O Planalto Central, no cerrado brasileiro, de horizonte infinito e de terra vermelha, transformou-se num canteiro de obras de proporções épicas, cujos núcleos de acomodações precárias, sendo um deles a Cidade Livre, chegou a abrigar mais de 30 mil trabalhadores durante a construção, que durou 3 anos e 10 meses.

 

Concreto aparente

Os chamados “candangos”, trabalhadores oriundos de vários campos de conhecimento e, em geral, pertencentes às camadas populares, aprenderam in situ a dominar o emprego e a manipulação do concreto aparente. O material, elemento marcante do Modernismo brasileiro, não admite erros ou retoques. Ao observarmos, com admiração e espanto, a beleza do projeto urbanístico de Lúcio Costa, o Plano Piloto, e a harmonia e perfeição das linhas curvas de Oscar Niemeyer, também estamos a observar a excecional capacidade artesanal dos candangos, sobretudo na elaboração dos pilares do Palácio da Alvorada, inspirados nas redes de casas de fazenda do período colonial e nos arcos que sustentam o Palácio do Itamaraty, cujas maquetes compõem a mostra.

 

Plano Piloto

O esforço da construção de Brasília, compartilhado por funcionários públicos, arquitetos, artistas e candangos, poderá ser observado nos documentos históricos reunidos pela exposição Brasília – Da utopia à Capital. Entre eles, o projeto Plano Piloto, proposto por Lúcio Costa.

A maquete de Brasília, definida por uma área de 21×17 km, Brasília, é delimitada, ao sul, pelo Aeroporto Internacional JK; ao norte, pela recente Torre de TV Digital; a leste, pela barragem do Lago Paranoá; e a oeste, pela rodoviária. A Maquete de Brasília foi especialmente concebida para esta exposição a partir de imagens de satélite, em alta resolução, medindo 6,00×4,80 metros, considerando a escala de 1:3500.

 

Comissionamento de artistas

As etapas de construção da nova capital brasileira, realizadas em ritmo apressado, de vergalhões de aço e andaimes gradualmente cobertos pelo concreto que lhe conferiu singularidade, foram registadas em belíssimos ângulos geométricos pelas lentes dos fotógrafos Peter Scheier, Marcel Gautherot, Jean Manzon, Mário Fontenelle e Jesco Puttkamer.

Vislumbrada como uma obra de arte completa, com características de museu a céu aberto, o projeto de Brasília comissionou obras a um prestigioso grupo de artistas: Athos Bulcão, autor de fachadas, pinturas e azulejos que dão cor ao concreto e se integram à arquitetura, como as fachadas do Teatro Nacional e os painéis de azulejo no Congresso Nacional e na Igrejinha; Marianne Peretti, autora dos vitrais da Catedral Metropolitana; Alfredo Ceschiatti, escultor dos anjos da Catedral; Roberto Burle Marx, artista criador de projetos paisagísticos dos principais espaços públicos da capital, como o Parque da Cidade, o Palácio do Itamaraty, as superquadras, as praças e eixos do plano piloto, além de obras e projetos para os seus interiores, para citar alguns.

Algumas dessas obras e seus estudos serão exibidos em Lisboa pela primeira vez. É o que acontece com as obras da Coleção Brasília – Acervo Izolete e Domício Pereira com o modelo para a obra O Rito do Ritmo de Maria Martins, primeira escultura pública da capital, executada a convite de Niemeyer e instalada nos jardins internos do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República. O mesmo pode ser dito de obras de Bruno Giorgi, como Os Guerreiros, de representação dos candangos e símbolo do marco da ocupação artística da capital.

 

Coleção Brasília

Um dos destaques do projeto é a Coleção Brasília. Um acervo formado pelo casal Izolete e Domício Pereira — considerados pioneiros que chegaram à nova capital em 1959 e onde exerceram cargos no governo federal e na Novacap (companhia responsável pela construção da cidade) — e que abrange cerca de cinco décadas da cultura brasileira. São gravuras, pinturas, desenhos, esculturas, maquetes, objetos de época e documentos oficiais, entre outras preciosidades. O acervo é administrado pelo curador e historiador Cláudio Pereira, filho do casal, que para a exposição e livro “Brasília da Utopia à Capital" fez uma seleção representativa de obras vinculadas ao imaginário dos novos ares modernistas, que se estabeleceram no ideário da nova capital. Destacam-se peças dos escultores Bruno Giorgi e Maria Martins, além de Roberto Burle Marx, entre outros.

Cláudio faz questão de destacar duas obras da artista Marianne Pereti, única mulher na equipe de Niemeyer, e responsável pelos vitrais da Catedral de Brasília, entre tantas obras icónicas espalhadas pela cidade. “Marianne presenteou os meus pais com a lúdica pintura “Centopéia”. Faz parte do acervo a escultura “Pássaro”, em bronze dourado- simbolizando novos tempos- e a versão da escultura pública instalada no foyer da sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional”, lembra Cláudio Pereira.

 

Curadoria

Além de reunir elementos relacionados com a arquitetura que identificam Brasília, a curadoria de Danielle Athayde propõe-se analisar a produção artística dos anos de construção da capital, assim como encaminhar o nosso olhar para a representação contemporânea desta cidade. Nesse sentido foram comissionadas  obras aos artistas Alex Flemming (que faz alusão à arquitetura da Catedral), Naura Timm (que apresenta uma série de esculturas inspiradas pelo Cerrado, bioma em que a cidade foi edificada), Carlos Bracher (com a série de pinturas “Brasília”) e Tarciso Viriato (com a obra “guerreiro etrusco e a natureza”).

 

Direção Executiva

Morando há 3 anos em Lisboa, a publicitária Danielle Fonteles integra o time executivo a equipa da exposição. Responsável pela interlocução com empresas privadas e instituições portuguesas, Danielle assume a produção e a divulgação local da exposição em Portugal.

 

Museu Nacional dos Coches

O Museu Nacional dos Coches (MNC) possui a mais importante coleção, a nível mundial, de coches e carruagens reais do século XVI ao século XIX. O museu foi criado, em 1905, no antigo Picadeiro do Palácio Real de Belém, em Lisboa e é hoje constituído por dois edifícios: o antigo Picadeiro do Palácio de Belém  (Praça Afonso de Albuquerque) e o Novo Edifício, em frente (Av. da Índia), inaugurado em 2015.

O MNC reúne uma coleção única no mundo, de cerca de 9 000 objetos, que inclui predominantemente viaturas de gala ou de aparato, algumas de viagem e de passeio, dos séculos XVI a XIX, e acessórios de cavalaria. Tem sido o museu nacional mais visitado de Portugal, com 382 593 visitantes em 2016.

O novo edifício, que guarda a maior parte das coleções, é um projeto de Paulo Mendes da Rocha  (prémio Pritzker 2006) em consórcio com o atelier Ricardo Bak Gordon e o engenheiro Rui Furtado.




Catálogo bilíngue da exposição em formato físico — inglês e português, 292 páginas — com textos, imagens e extenso memorial documental do projeto, está disponível para aquisição. O livro está à venda pelo valor de 50 € (+ gastos de envio), se desejar obtê-lo contactar através do email:  artetude@artetude.com.br 

 

Parceiros:

Brasília – Da utopia à Capital é uma realização da Artetude Produções e conta com participação especial da Coleção Brasília; apoio do MRE (Ministério das Relações Exteriores do Brasil), das vinícolas Quinta Alta e Wine Colors, do Sabin, Grupo Mundial, 4Coach; apoio Institucional da Casa da América Latina, UCCLA, Junta de Freguesia de Belém e Embaixada do Brasil em Lisboa.

Parceiros de media:

Alumi out of Home, Wi- Fi Livre, ID, LOOK’NFEEL e Correio Braziliense.

Patrocínio: Banco BRB

 

Exposição: Brasília – Da utopia à Capital

Curadoria: Danielle Athayde

Local: Museu Nacional dos Coches – Edifício anexo, Sala Jardim de Belém, piso 2

Morada: Av. da Índia 136. Lisboa

Patente ao público:  de 15 de setembro a 30 de dezembro de 2022.

Horário: de terça a domingo – das 10h às 18h (última entrada às 17h30).

Entrada livre.

 

 

Museu Fora de Si arranca com exposição em Belas 

 

 

A Câmara Municipal de Sintra apresenta a primeira exposição do projeto “O Museu Fora de Si”. Com curadoria de Victor dos Reis, “Bestiário” estará em exibição de 11 de novembro a 26 de fevereiro 2023, na Quinta Nova da Assunção, em Belas. 

 

Bestiário é a primeira de exposição d'O Museu Fora de Si, destinado a mostrar obras da Coleção Municipal de Arte e das restantes coleções artísticas e científicas do Município de Sintra em diferentes locais do concelho e em espaços inusitados num conceito inovador e focado numa política de descentralização. 

 

Nesta primeira fase, o projeto concretizar-se através de três exposições a realizar em 2022 e 2023 em lugares e espaços diferentes. Cada exposição será ao mesmo tempo singular e parte de um todo maior. 

 

A singularidade será procurada num diálogo entre o lugar geográfico, o espaço arquitetónico onde a exposição se realiza e as obras que integram a Coleção Municipal de Arte. Em conjunto (locais, espaços e obras) procurarão contar uma história, iluminar determinadas relações ou, tão somente, chamar a atenção para a recorrência, variação e metamorfose de certas formas, temas ou ideias visuais. 

 

Ao mesmo tempo, a escolha do local e do espaço conduzirá à escolha de um conjunto de escolas e bibliotecas, situadas nas áreas geográficas onde decorrerão as exposições, estendendo até elas as obras selecionadas e, por via desta proximidade, propondo um envolvimento mais direto com as exposições e com os seus conteúdos, conceitos, ideias e imagens. 

 

A exposição Bestiário, como o nome indica, é constituída por obras da Coleção Municipal de Arte e das restantes coleções artísticas e científicas do Município que, direta ou indiretamente, representam, registam ou evocam animais reais ou imaginários, que existem hoje ou que, extintos, sabemos terem existido no passado. 

 

Nesse sentido, a exposição, entendida como uma narrativa visual de caráter ficcional, constrói uma espécie de bestiário sintrense – não porque se refira a um conjunto de animais expressamente relacionados com Sintra, mas porque ficciona a própria ideia de bestiário a partir de uma seleção muito alargada e diversificada de imagens de animais que, de forma tanto propositada como acidental, convivem hoje nas coleções municipais.  

 

A exposição decorrerá na Adega da Quinta Nova da Assunção, em Belas, com uma área de cerca 250 metros quadrados, cuja construção foi iniciada em 1860 por José Maria da Silva Rego. 

 

O tema escolhido para esta primeira exposição relaciona-se com um dos motivos principais da vasta decoração azulejar, da autoria de Luís António Ferreira (conhecido por Ferreira das Tabuletas), dos muros, tanques, mirantes, pavilhões, casas de fresco e lagos do parque da Quinta (e até da pintura de paredes e tetos das salas do seu palacete): a representação híbrida de vistas, personagens e animais de paragens longínquas – ora na Europa, ora no Extremo Oriente, ora na América do Sul. 

 

A exposição Bestiário será constituída por 102 obras, das quais 5 são mostradas em 4 escolas (Escola E.B. 2,3 Ruy Belo, Escola Secundária Miguel Torga, Escola Secundária Padre Alberto Neto, Escola Secundária Stuart Carvalhais) e na Biblioteca Ruy Belo.  

 

A exposição integra obras de Paula Rego, de Susan Norrie, representante da Austrália na Bienal de Veneza de 2007, de Cruzeiro Seixas, de Camila Loureiro, de Cristina Reis, de Pedro Proença, de Fátima Mendonça, de Eva Armisén, de Isabelle Faria e de Nuno Viegas, entre outros artistas da Coleção Municipal de Arte de Sintra. 

 

A estas juntam-se obras de Tomás Leal da Câmara, da Casa-Museu de Leal da Câmara, de Artur Anjos Teixeira e de Pedro Anjos Teixeira, do Museu Anjos Teixeira, bem como peças das coleções do Museu de História Natural de Sintra e do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas.  

 

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Casino Estoril aposta nas noites de animação musical no Lounge D em Dezembro

Noites de animação musical em Dezembro

no Lounge D do Casino Estoril 

 

Com um ambiente informal, o Lounge D acolhe, em Dezembro, um renovado programa de animação musical. Os visitantes do Casino Estoril poderão assistir, às Sextas-Feiras e aos Sábados, a um extenso cartaz que privilegia espectáculos de rock, pop e, ainda, vários dj sets. A entrada é livre.

 

DJ Nuno Costa - 2 e 10 de Dezembro

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É já na próxima Sexta-Feira, 2 de Dezembro, que o DJ Nuno Costa estará de volta ao Lounge D para apresentar os seus sets que “viajam pelo tempo”, passando clássicos misturados com os mais recentes sons da Dance Music. O DJ Nuno Costa será, novamente, o protagonista da animação musical, no próximo dia 10. O primeiro set está agendado para as 20h30 e o segundo set para as 23h30.

 

  1. JOHNNY G. - 3 de Dezembro

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DJ Johnny G é a proposta do Casino Estoril para o próximo Sábado, 3 de Dezembro. Trata-se do Alter-Ego do músico e produtor João Serra Fernandes. Com uma carreira a aproximar-se dos 30 anos, são muitos os palcos que pisou, bem como os artistas com quem trabalhou. Enquanto DJ, a sua estreia deu-se numa noite de Halloween há uns bons anos atrás, da qual surgiram alguns convites para festas corporate o que o levaram, desde logo, a reconhecer que esta seria uma excelente forma de partilhar a sua paixão pela música com o público em geral. O seu trabalho é muito influenciado pela sua experiência como músico profissional, o que o leva a passar os temas, preferencialmente no seu estado puro, sem batidas ou remixes. (1º set às 20h30 / 2º set às 23h30).

 

DJ Rui Remix - 9 de Dezembro

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DJ Rui Remix dispensa apresentações. É uma figura incontornável da noite portuguesa com uma carreira de 42 anos ao serviço do djing, animação e, também, da divulgação
musical. Com a sua música há sempre a garantia de festa, pista ao rubro e sempre aquele toque Old School onde se pode ouvir sempre algo de novo, mas também clássicos que inspiraram as novas tendências, e perceber que é possível na mesma pista conciliar os mais diversos estilos musicais. Para grande satisfação do party people que não fica indiferente às suas viagens musicais. O encontro está reservado para 9 de Dezembro. (1º set às 20h30 / 2º set às 23h30).

 

DJ Phil Kosta - 16 de Dezembro

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DJ Phil Kosta assegura, a 16 de Dezembro, a animação musical no Lounge D. Filipe Ramos, também, conhecido como Dj PhillVibe, tornou-se profissional em 2000. Os convites não pararam mais, em Portugal e no estrangeiro. Residente no famoso Pacha Rio de Janeiro, tornou-se o 1º português a tocar com o Dj Antoine. Destaca-se pela sua versatilidade, pelo seu bom gosto e vasto repertório musical. Entre os mais de 15 anos de experiência e sucesso, conta com participações em grandes eventos. (1º set às 20h30 / 2º set às 23h30).

 

 

 

 

 

 

DJ Fonz - 17 de Dezembro

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Com um extenso percurso musical, DJ Fonz reencontra-se, no próximo dia 17 de Dezembro, com os visitantes do Casino Estoril. DJ Fonz apresenta dois sets repletos de animação musical no Lounge D. (1º set às 20h30 / 2º set às 23h30).

 

Só Dois - 23 de Dezembro

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Em noite de tributo à música portuguesa, a banda Só Dois apresenta-se, a 23 de Dezembro, pelas 23 horas, no Lounge D do Casino Estoril. O vocalista Nuno Ramos, acompanhado por Daniel Pereira na percussão, recria um elenco de êxitos da autoria de nomes consagrados da música portuguesa como, por exemplo, Fausto, Trovante, Rui Veloso, José Afonso ou Sérgio Godinho. Só Dois sobem ao palco do Lounge D, reforçados por um terceiro elemento no baixo e na guitarra, João Serra Fernandes, para uma noite que promete um verdadeiro regresso ao passado.

 

Groova - 29 de Dezembro

Os Groova Band apresentam-se, a 29 de Dezembro, pelas 23 horas, no Lounge D. Estarão em destaque versões únicas de temas icónicos com uma abordagem diferente, privilegiando o pop, o funk e o soul. Os Groova Band privilegiam êxitos de nomes consagrados como, por exemplo, Stevie Wonder, Level 42, Jamie Collum, Sting, Lionel Richie, Djavan, Ed Motta, Seal, Charlie Putt, DuaLipa, Seu Jorge, U2, Seal, Vitor Kley, Jamiroquai, Dave Mathews Band entre outros. Os Groova Band distinguem-se pelas actuações de Ricardo Pinto (teclas e voz), João Caleia (bateria e vozes), Pedro Teixeira (baixo e vozes) e Luís Silva saxofone.

 

Soundproof - 30 de Dezembro

Em noite de puro revivalismo, os Soundproof propõem, a 30 de Dezembro, pelas 23 horas, um espectáculo de pop e rock com êxitos que marcaram diferentes gerações. Os visitantes do Casino Estoril podem clássicos dos Pearl Jam, Led Zeppelin, Queen, Foo Fighters, Rolling Stones, Beatles, Stevie Wonder, RadioHead, Pink Floyd, U2, entre outros. Com um registo muito dinâmico os Soundproof são constituídos por Sérgio Sanches (Guitarra/Voz), Miguel Saborida (Guitarra), Rui Aly Fernandes “Kitas” (Baixo), e Emanuel Barlows (Bateria)

 

Programação em Dezembro

- Dias 2 e 10: DJ Nuno Costa

- Dia 3: DJ Johnny G.

- Dia 9: DJ Rui Remix

- Dia 16: DJ Phil Costa

- Dia 17: DJ Fonz

- Dia 23: Só Dois

- Dia 29: Groova

- Dia 30: Soundproof

Natal em Grândola

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Mercado | Gastronomia | Animação de Rua | Artesanato | Concertos | Pista de Gelo | Animação Infantil | Oficinas | Sorteio

 

O Município promove a partir do dia 1 de dezembro o “Natal em Grândola” com uma programação que pretende dinamizar a economia local e reforça o conjunto de atrações para os mais novos.

Pala primeira vez, a Vila Morena vai ter, a título gratuito, uma pista de gelo que estará em permanência no pavilhão do parque de Feiras na semana que antecede o Natal, de 16 a 23 de dezembro. Durante este período vão ser dinamizados no mesmo espaço, onde não faltará a árvore e a Casa do Pai Natal, um conjunto de atividades dirigidas às crianças: oficinas, pinturas faciais, modelagem de balões, arte circense, malabarismo. Neste Parque Natal está também previsto um espaço bebé.

No arranque de dezembro, o Município privilegiou o centro tradicional – que, há semelhança dos anos anteriores, terá música ambiente, decoração e iluminação de Natal nos principais espaços públicos – para a realização das iniciativas com o objetivo de incentivar o consumo no comércio local. Pelo terceiro ano consecutivo vai decorrer o programa “Eu compro em Grândola | Natal é no comércio”. Esta edição conta com a adesão de mais de 50 Lojas, um valor de 5 mil euros em prémios, mais do dobro do ano passado, e traz às ruas do centro da vila muita animação musical aos sábados de manhã. Nos fins de semana e feriados de dezembro o Mercado Municipal, no centro histórico, vai encher-se de excelentes propostas para as compras de Natal com o reforço das bancas comerciais com produtos locais, a abertura do talho com queijos e enchidos, o funcionamento da cafetaria e um vasto programa que inclui momentos culturais – dança e música – com a atuação de grupos do concelho, oficinas de cerâmica e outras artes, culinária e doçaria alusivas à época festiva, ciência e literatura e a exposição “Do grão ao pão”. Cumprindo a tradição a Loja dos Artesãos volta a receber o Mercadinho de Natal. As Juntas de Freguesia, o Movimento Associativo e as Paróquias enriquecem as celebrações de Natal com a dinamização de atividades um pouco por todo o concelho que se estendem até janeiro de 2023.

Adotando as medidas propostas pelo governo de modo a garantir uma poupança no consumo de energia as luzes de natal no espaço público estarão ligadas só a partir de 6 de dezembro até ao dia de Reis, entre as 18h00 e as 24h00.

Programação de Natal disponível na Maré alta: https://www.cm-grandola.pt/cmgrandola/uploads/document/file/6297/mare.pdf