Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

SINTRA RETAIL PARK PROMOVE BEM-ESTAR COM AULAS DE GINÁSIO GRATUITAS DURANTE O MÊS DE JUNHO

SRP-aulas gratis.jpg

 

Sábado? Já temos planos… de treino!

 

Nada melhor do que a energia da chegada do verão para voltarmos a colocar a nossa saúde e bem-estar em dia. Por isso, o Sintra Retail Park desafia todas as pessoas a tirar uma hora do fim de semana para praticar exercício físico ao ar livre, enquanto se divertem ao mesmo tempo.

 

Em parceria com o ginásio Fitness Hut, todos os sábados do mês de junho, todos os visitantes poderão usufruir de aulas de ginásio ao ar livre totalmente gratuitas. As aulas têm hora marcada para as 10h00 e para participar basta fazer a inscrição online ou através do e-mail sintra.retail.park@nhood.com  As aulas são abertas ao público, não sendo necessário ter inscrição no ginásio.

 

Este programa, totalmente gratuito, vai decorrer no parque de estacionamento do Sintra Retail Park, entre as 10h00 e as 11h00, nos dias 4, 11, 18 e 25 de junho com a seguinte programação:

/ 4 junho – Zumba (com Paula Macieira) - 45 min

/ 11 junho – Zumba (com Paula Macieira) - 45 min

/ 18 junho – Body Combat (com Ritó) - 45 min

/ 25 junho – Body Attack (com Ricardo Santos) - 30 min

 

Se é de manhã que se começa o dia, ao sábado, começa-se uma vida mais ativa e saudável. Fazemos planos (de treino) juntos?

 

Para mais informações consulte www.sintraretailpark.com

Árvore recebe a primeira Festa do Livro e do Autor de Língua Frances

image001 (4).jpg

Nos dias 7 a 19 de Julho decorre na Cooperativa Árvore, na Casa Comum e no Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto a 1ª Festa do Livro e do Autor de Língua Francesa, iniciativa do Consulado Honorário de França no Porto.

 

Na Árvore (segunda a sexta, 10-13h e 14-18h30; sábados, 14-19h), decorre a Festa do Livro, com a representação de mais de 20 editoras francesas e portuguesas, que disponibilizarão mais de 1.500 títulos em língua francesa e portuguesa, em diversas áreas temáticas, do romance ao ensaio, poesia, literatura de viagens, banda desenhada, história, gastronomia ou à música. Em simultâneo, haverá uma mostra de artes plásticas evocativa dos valores fundamentais e dos direitos do homem e do cidadão.

 

Às 17h00, nos dias 12 e 14 de Julho, o 14 juillet, Dia Nacional de França, haverá um concerto do «La Vie en Swing», um projeto de jazz francês que reúne a cantora Mariana Melo, o guitarrista André Pires Costa e a violinista Alice Abreu. Juntos partilham com o público a paixão pela música francesa através da linguagem do jazz e do swing emergentes nos anos 20. O concerto terá lugar no Pátio da Cooperativa Árvore.

 

“Pela primeira vez realizamos no Porto uma festa em torno do livro e da língua francesa, apresentando diversas vertentes artísticas. Contamos com a cada vez mais numerosa comunidade francesa no Norte de Portugal, com os estudantes franceses aqui radicados no seu período escolar e com todos os portugueses que têm na França e nos seus valores civilizacionais uma inspiração nas suas vidas” (Manuel Cabral, Cônsul honorário de França no Porto).

 

 

Restante programa:

 

07 JUL, 21h30 | o Quarteto Brevi (Sebastien Molina, Sax soprano; Fernando Ramos, Sax alto; Helouise Golhen, Sax tenor; Romeu Costa, Sax barítono), que junta músicos de Portugal e de França, apresenta um programa que reflete a multiculturalidade. No Museu de História Natural e Ciência da U.Porto (Campo dos Mártires da Pátria, 81). Entrada livre, até ao limite da lotação.

 

08 JUL, 21h30 | Cine-concerto Le Prémier Magicien du Cinéma: George Méliès. George Méliès (1861-1938), cineasta e ilusionista, nascido em Paris, considerado um dos pioneiros do cinema e um dos mais criativos artistas da sua geração. É também considerado o pai do cinema de ficção científica, sendo o seu filme mais conhecido «Viagem à Lua» (1902). Nesta sessão, teremos oportunidade de usufruir de uma seleção de filmes de Méliès, acompanhada ao vivo pelo músico José Valente, um dos mais destacados violetistas atuais. No Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto (Campo dos Mártires da Pátria, 81). Entrada livre, até ao limite da lotação.

 

09 JUL, 18h00 | Apresentação do livro «Paris em 1934», de Abel Salazar. Reedição do livro de crónicas de Abel Salazar sobre as suas impressões da vida parisiense durante o seu “auto-exílio” na capital francesa, com prefácio de Irene Ribeiro. Na Casa Comum, Reitoria da Universidade do Porto (Praça de Gomes Teixeira). Entrada livre, até ao limite da lotação.

 

13 JUL, 17h15 | Conversa: Os Desafios da Tradução e da Edição em Língua Francesa, com o tradutor Carlos Sousa de Almeida e o Editor Francisco Madruga, com moderação de Ana Paula Coutinho (U.Porto/Alliance Française de Porto). Na Cooperativa Árvore. Entrada livre, até ao limite da lotação.

 

19 JUL, 21h30 | A cuisine française como lugar de cultura e de encontro. Conversa com Hélio Loureiro (chef e investigador da arte da cozinha), Jorge Dias (Diretor-geral da Gran Cruz Porto), Fátima Vieira (Vice-reitora da U.Porto) e Manuel Cabral (Cônsul honorário de França no Porto), rematada por experiência gastronómica e vínica. No Museu de História Natural e da Ciência da U.Porto (Campo dos Mártires da Pátria, 81). Entrada livre, até ao limite da lotação.

 

 

 

Eternal Forest Exposição a solo por Evgenia Emets

Eternal Forest
 
Exposição a solo por Evgenia Emets
 
2 de junho – 2 de julho 2022
 

Universidade de Lisboa
 
MUNHAC-ULisboa, Museu Nacional de História Natural e da Ciência
 
Programa
 
Inauguração
 
2 de junho entre as 17.00 – 20.00
 
Eternal Forest Filme
 
7 de junho das 17.30h às 20h
 
Performance no Jardim Botânico de Lisboa
 
4, 10, 11, 17 de junho das 15h às 17h
 
Finissage & Apresentação do Livro
 
30 de junho das 17h às 20h
 
 
 
A exposição “Eternal Forest” no MUNHAC-ULisboa – Museu Nacional de História Natural e da Ciência e Jardim Botânico de Lisboa, da Universidade de Lisboa, apresenta obras do projeto “Eternal Forest” de 2018 e 2022, pela primeira vez exibida em conjunto em Portugal.
 
Evgenia é uma artista que trabalha para conciliar, curar e aprofundar a relação humana com a natureza através de obras visuais, filmes e intervenções ecológicas. Ela tem vindo a trabalhar no “Eternal Forest” desde que se mudou para Portugal, do Reino Unido em 2017. Depois de testemunhar as consequências dos incêndios, decidiu começar a trabalhar com florestas e comunidades para entender as raízes da questão da desflorestação em Portugal.
 
“Eu experienciei o desastre ambiental mais chocante que testemunhei na minha vida – as consequências dos devastadores incêndios florestais de 2017, com quilómetros e quilómetros de restos carbonizados de árvores que marcavam os estragos sofridos pela terra. Uma paisagem sobrenatural de devastação criada pelos incêndios que varreram as intermináveis plantações de eucaliptos que invadiram o interior português. Florestas queimadas, jardins e aldeias. Vidas humanas, vegetais e animais perdidas”.
 
Desde então, através de poesia, conto de histórias, trabalhos visuais e filmes, Evgenia tem vindo a trabalhar na consciencialização sobre os valores tangíveis e intangíveis das florestas naturais biodiversas. Deste trabalho surgiu uma visão para a criação de 1000 santuários de “Eternal Forest” em todo o mundo que através da arte apoiam e protegem a biodiversidade e conectam a floresta às comunidades locais.
 
 
A exibição “Eternal Forest” inclui o ciclo de obras “Eternal Forest” de 2018: filme “Eternal Forest”, série de obras visuais e livro de artista, os ciclos de obras de 2019: “Eternal Forest Manifesto Scroll”, filme “Eternal Forest Manifesto” o livro da artista. Evgenia irá criar uma nova instalação e uma performance artística site-specific como resultado da sua pesquisa no Jardim Botânico de Lisboa sobre histórias de sementes e árvores, inspirados pelas histórias das árvores e os usos nas culturas indígenas.
A exibição terá lugar no Laboratório de Química Analítica. Um catálogo da exposição com novas obras será publicado e apresentado na finnisage no dia 30 de junho.
 
Para se inscrever para as performances e exibição dos filmes, envie um e-mail para geral@museus.ulisboa.pt
 
Exposição aberta de terça a domingo, das 10.00 às 17.00
 
 

Encontro da Canção de Protesto de 2022: Sessão de cinema documental Não Apaguem os Nossos Rastos! — Dominique Grange, Uma Cantora de Protesto, de Pedro Fidalgo

2.jpg

Encontro da Canção de Protesto de 2022: Sessão de cinema documental Não Apaguem os Nossos Rastos! — Dominique Grange, Uma Cantora de Protesto, de Pedro Fidalgo

Entre os dias 16 e 18 de setembro de 2022 irá realizar-se em Grândola, no âmbito da atividade do Observatório da Canção de Protesto*, uma nova edição do Encontro da Canção de Protesto**.

De entre as iniciativas previstas, destacam-se desde já a apresentação da peça de cinema documental da autoria de Pedro Fidalgo designada N'Effacez Pas Nos Traces ! — Dominique Grange, Une Chanteuse Engagée (Não Apaguem os Nossos Rastos! — Dominique Grange, Uma Cantora de Protesto), dedicada à cantora, voz do maio de 68, activista, escritora e guionista de banda desenhada, Dominique Grange, a realização de uma sessão testemunhal em que irão participar Pedro Fidalgo, Dominique Grange e o ilustrador Jacques Tardi, e a participação de Dominique Grange na sessão de canto livre que o Observatório da Canção de Protesto produz anualmente.  

O documentário supramencionado será estreado em Portugal em 12 de maio de 2022, no Cinema City Alvalade***, e terá, nesse e nos dias que sucedem, sessões de testemunho associadas. Numa dessas sessões, em 13 de maio, irão participar elementos em representação do Observatório da Canção de Protesto.

*
O Observatório da Canção de Protesto (OCP) é um organismo resultante da parceria entre o Município de Grândola, entidade promotora, a Associação José Afonso, a Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, e os institutos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM), Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos em Música e Dança (INET-md), e Instituto de História Contemporânea (IHC). Os seus objectivos são o estudo, a salvaguarda e a divulgação do património musical tangível e intangível da canção de protesto produzido durante os séculos XX e XXI, através da realização de iniciativas culturais diversas.

 

Para saber mais sobre esta iniciativa, consultem-se os seguintes sítios em rede:

- 2019 (https://www.rtp.pt/antena1/concertos/encontro-da-cancao-de-protesto_10904)

- 2020 (https://www.rtp.pt/antena1/concertos/encontro-da-cancao-de-protesto_11263 )

- 2021 (https://www.rtp.pt/antena1/concertos/encontro-da-cancao-de-protesto-de-2021-_11502 )

 

***

Texto produzido pelo realizador:

Estreia a 12 de Maio no Cinema City Alvalade o novo filme do realizador português Pedro Fidalgo intitulado N'EFFACEZ PAS NOS TRACES ! Dominique Grange, uma cantora de protesto.

O realizador continua a filmar a História através da canção de protesto, no seguimento do filme Mudar de Vida, José Mário Branco, vida e obra(2014), co-realizado com Nelson Guerreiro. O realizador escolheu desta vez Dominique Grange, também ela cantora de intervenção, porque as suas canções transportam os rastos do Maio de 68 até aos nossos dias. O filme conta com a participação do consagrado desenhador de banda desenhada Tardi que ilustra e dá voz ao filme..

NÃO APAGUEM OS NOSSOS RASTOS! (em português) debruça-se também sobre as recentes lutas em França. O filme insere-se na atualidade, pois Dominique Grange define o seu trabalho como um «compromisso perpétuo». O slogan de 1968 « Isto é só o início, continuemos a luta! » repercute tanto nela como em nós. Foi neste estado de espírito que Pedro Fidalgo filmou e acompanhou o movimento social em França dos últimos anos. Estes arquivos do presente entrecruzam-se e misturam-se com imagens e canções de Dominique Grange, mas também com desenhos de Tardi. O filme realça as lutas do passado e recheia-as com o real do presente.

Um filme para ver e ouvir num espírito libertário. N'EFFACEZ PAS NOS TRACES ! é uma obra militante ao mesmo tempo um documentário cinematográfico filmado e produzido através de 'crowdfunding', com uma das pessoas a contribuir para este filme a ser Jean-Luc Godard. Haverá sessões comentadas em presença do realizador e convidados surpresa nos dias 12, 13 e 14.

 

MAIO MADURO MAIO EM LISBOA

Dia 11 de Maio - 18H30 - Quarta-feira - Núcleo da AJA de Lisboa

MUDAR DE VIDA, José Mário Branco, vida e obra

em presença dos realizadores Nelson Guerreiro e Pedro Fidalgo

 

Estreia - Dia 12 de Maio - 19H00 - Quinta-feira - Cinema City Alvalade

N'EFFACEZ PAS NOS TRACES, Dominique Grange, uma cantora de protesto

Debate: Filmar a canção de protesto

Sessão comentada em presença do realizador Pedro Fidalgo e de Nelson Guerreiro, co-realizador de Mudar de Vida, José Mário Branco, vida e obra

 

Dia 13 de Maio - 19H00 - Sexta-feira - Cinema City Alvalade

N'EFFACEZ PAS NOS TRACES, Dominique Grange, uma cantora de protesto

Debate : A influência do Maio de 68 na canção de protesto em Portugal

Sessão comentada em presença do realizador Pedro Fidalgo e de Hugo Castro e Ricardo Andrade, membros do Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos em Música e Dança e do Observatório da Canção de Protesto.

 

Dia 14 - 18 de Maio - Cinema City Alvalade

N'EFFACEZ PAS NOS TRACES, Dominique Grange, uma cantora de protesto

Sessão diária.

E caso se mobilizem as massas...  a luta pode continuar mais dias!

Informações e contactos:

Núcleo AJA Lisboa - Associação José Afonso

Rua de São Bento, 170

1200-821 Lisboa

Tel: +351 21 131 82 90

ajalisboa.nucleo@gmail.com

Cinema City Alvalade

Av. De Roma, 100

1700-352 Lisboa

Contactos +351 214 221 030 | Ext. 4 // alvalade@cinemacity.pt

Lotação 4 Salas // 389 lugares

Trailer👇  - Legendado em português

https://www.youtube.com/watch?v=QUgzubyy5LY

 

Mais informações sobre o filme 👇

https://www.kinomargem.net/team-3

 

SOMERSBY OUT JAZZ REGRESSA PARA ANIMAR AS TARDES DE DOMINGO E, PELA PRIMEIRA VEZ, SERÁ OEIRAS O PALCO DA MÚSICA DE VERÃO

ivwXNKW4.jpeg

Após 15 anos a dar música em locais icónicos da capital, o festival ruma, pela primeira vez, para a ensolarada cidade de Oeiras

 

O Somersby Out Jazz, o melhor festival de verão da cidade, que enche de música e boas vibrações as tardes de domingo, terá lugar entre maio e setembro e, desta vez, serão os jardins de Oeiras a garantir as tardes mais bem passadas da estação ao som do melhor jazz, soul, funk e hip-hop. Com o objetivo de convidar a desfrutar dos espaços verdes da cidade, a entrada é gratuita.

 

Pela primeira vez com nova paragem marcada, o Somersby Out Jazz terá lugar na cidade de Oeiras, mantendo a promessa de continuar a proporcionar momentos inesquecíveis, protagonizados por bandas nacionais, que a partir das 17h dão arranque à festa até ao pôr do sol. Assim, será no Parque dos Poetas – no coração da cidade de Oeiras – que o Somersby Out Jazz arranca já no dia 15 deste mês, percorrendo, até ao final do verão, outros jardins icónicos da cidade, de que são exemplo o Parque Urbano do Jamor, o Parque Urbano de Miraflores, o Jardim da Quinta Real de Caxias e os Jardins do Palácio Marquês de Pombal.

 

Mais uma vez com a Somersby como mainsponsor¸ o Somersby Out Jazz promete refrescar as tardes de verão. Esta 16ª edição conta ainda com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras e com a parceria da CP. Assim, dá-se continuidade à bonita história que nasceu em Lisboa, onde, durante 15 anos, o Somersby Out Jazz convidou as pessoas a conhecerem os locais icónicos da cidade, desde largos, miradouros, hotéis, museus, entre muitos outros.

 

Este ano o festival ruma a Oeiras, onde promete continuar a impulsionar a dinamização dos jardins e da vida ao ar livre, a apoiar artistas e músicos portugueses e, sobretudo, a proporcionar memórias felizes a quem por lá passa.

 

Música Clássica regressa aos Açores

descarregar (1).png

Música Clássica regressa aos Açores
 
30 de agosto a  4 de Setembro  - Ilha de São Miguel e Terceira
 
O Festival internacional dos Açores, na sua 17 º edição anuncia programação

Em 2022, a 17ª edição do Festival Internacional dos Açores, um dos mais emblemáticos festivais de música clássica de Portugal, realiza-se entre os dias 30 de Agosto e 3 de Setembro entre as Ilhas de São Miguel e Terceira. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais e alguns concertos são gratuitos.
 
 
Festival Internacional dos Açores junta a um cartaz de peso as riquezas históricas, gastronómicas e paisagísticas de uma região cheia de caráter, moldada pela presença do mar, com paisagens de cortar a respiração. É neste cenário arrebatador dos Açores que recebermos a 17º edição do Festival Internacional dos Açores e que comemora o centenário de nascimento de José Saramago.  Na opinião de Sérgio Letria, director da Fundação José Saramago, Este ano muito especial que assinala o centenário de Saramago. A obra de Saramago continua viva e o Festival Internacional dos Açores vem reforçar ainda mais o trabalho desenvolvido com as palavras e ideias de José Saramago.
 
O aliciante programa musical da edição de 2022 do Festival Internacional dos Açores, em sintonia com o património natural e edificado das ilhas de São Miguel e Terceira, conta ainda com actividades complementares, tais como masterclasses e atividades de sensibilização e valorização da herança natural e cultural açoriana, chamando assim a atenção não só para a arte e a criatividade lato sensu, mas também para a sustentabilidade ambiental e para a importância do trabalho interdisciplinar e em rede em todos os domínios. 

descarregar (8).jpg

 

Para Tiago Nunes, Director Artístico do Festival Internacional dos Açores, reforça que esta 17º edição tem oito concertos dos quais cinco são gratuitos. Esta ligação a José Saramago vem do seu fascínio especial pela música e em especial pelo violoncelo. Esta 17 º edição demos destaque ao Violoncelo, que assume dois concertos entre São Miguel e a Ilha Terceira.
 

 

Ilha Terceira
 
30 ago | 21h30 | Pavel Gomziakov, violoncelo
Palácio dos Capitães-Generais - Angra do Heroísmo

31 ago | 21h30 | Vasco Dantas, piano e Isabel Vaz, violoncelo
Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo – Angra do Heroísmo

01 set | 21h30 | Adriano Jordão, piano
Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo – Angra do Heroísmo
 
Ilha de São Miguel

01 set | 21h30 | Pavel Gomziakov, violoncelo
Palácio de Santana – Ponta Delgada

02 set | 19h00 | João Santos, órgão
Igreja de São José – Ponta Delgada

02 set | 21h30 | Young-Choon Park, piano
Teatro Micaelense – Ponta Delgada
 
03 set | 21h30 | Zoran Imširović, piano
Teatro Micaelense – Ponta Delgada
 
04 set | 21h30 | Gulsin Onay, piano
“Homenagem a Chopin”
Teatro Micaelense – Ponta Delgada

descarregar (12).jpg

 São Miguel e a Terceira recebem nomes ímpares da música, e através das Masterclasses, temos oportunidade de privar e aprender com os músicos presentes, criando pontes de aprendizagens, democratizando assim o acesso à cultura realça Tiago Nunes. 

Para além dos concertos é possível ter acesso a masterclasses:

Masterclass de piano
Tiago Nunes, piano
Conservatório Regional de Ponta Delgada
02 set | 11h00 (2horas)

Masterclass de violoncelo
Pavel Gomziakov, violoncelo
Conservatório Regional de Ponta Delgada
03 set | 11h00 (2horas)
 
Masterclass de música de câmara
Zoran Imširović, piano
Conservatório Regional de Ponta Delgada

 

descarregar (13).jpg

 

 Luís Cuz, Director Executivo do FIA, realça que o FIA é um festival de inclusão e de solidariedade, e que pretende aproximar, valorizar e sensibilizar para a importânica da cultura e também de actividades paralelas com o principal objectivo de promover um património natural de enorme riqueza e sensibilizar para a sua preservação. 
A 17º edição promove as seguintes actividades na natureza:
 
São Miguel:
Tour de observação de golfinhos e cetáceos.
 
Terceira:
- Observação de Cetáceos
- Passeio de Barco ao Ilhéu das Cabras
- Passeio em Carrinha de 1/2 dia à Costa Oeste (São Mateus, Queijaria Vaquinha, Santa Bárbara, Serreta, Raminho e Biscoitos)
- Passeio em Carrinha de 1/2 dia à Costa Este (Monte Brasil, Porto Judeu, Salga, São Sebastião, Porto Martins)
- Passeio em Carrinha de 1/2 dia às Serras (Serra da Ribeirinha, Serra do Cume, Serra do Facho e Praia da Vitória

 

descarregar (14).jpg

Adriano Jordão, um dos fundadores do FIA, sublinha que este projecto sempre foi muito especial para os Açores, e que esta edição é ainda mais especial, devido não só à sua ligação pessoal a José Saramago, como também à ligação de José Saramago à música. O Violoncelo é um das fragilidades de Saramago, rematou Adriando Jordão. O Festival nasceu nos Açores, quando o Drº Jorge Forjaz foi secretário da cultura nos Açores e numa das suas viagens a Itália pretendeu replicar o que viu num festival de música clássica em Itália. Sem verbas para a concretização de um festival de música clássica, fomos atrás de apoios e um homem ligado à música e à indústria petrolifera apaixonou-se pelo projecto e financiou o primeiro festival em 1984. Teresa Berganza foi a primeira artista a estar no festival. O Festival prossegiu noutros anos com outros apoios, mas em 2012 parou uma vez que fui nomeado Conselheiro Cultural do Brasil.  Assim que regressei a Portugal falei com o Tiago Nunes e o festival regressou  o ano passado.
 
A 17º edição do FIA, conta ainda com a parceria entre a UNICEF Portugal que na opinião de Luisa Motta, esta é uma iniciativa solidária que espelha o papel que a cultura pode ter…  

O último concerto da 17º edição do Festival Internacional dos Açores, conta com a participação da pianista Guilsin Onay que é uma das embaixadoras da boa-vontade na Turquia, e será transmitido na página da UNICEF Portugal com a possibilidade de angariação de donativos para a continuação da sua missão. 
 
Voando a máquina, todo o céu será música
José Saramago, in: Memorial do Convento
 
 


 

 

 

 

CENTRO DE ARTE E CULTURA DA FUNDAÇÃO EUGÉNIO DE ALMEIDA VOLTA A RECEBER CINE-CONCERTOS AO AR LIVRE

Cinema Paraíso é o ciclo de cinema ao ar livre que acontece no Jardim do Tardoz do Centro de Arte e Cultura, em Évora, em julho e agosto

 

image002 (2).jpg

Nesta terceira edição, o Cinema Paraíso - ciclo de cinema ao ar livre volta a instalar-se no jardim tardoz do Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida, em Évora, a partir de 9 de julho, aos sábados, às 21h30, com entrada gratuita.

Este ano com uma programação centrada no cinema mudo dos anos vinte, os filmes serão apresentados em regime de cine-concerto: músicos interpretam ao vivo a banda sonora musical criada (ou improvisada) para cada filme, dando à exibição cinematográfica um certo tom de arqueologia (nos anos vinte o cinema não era de facto mudo: as projeções eram acompanhadas por música executada ao vivo), ao mesmo tempo que se inscrevem no presente da criação e dos criadores, e também no tempo de fruição e de afetos da cidade – aqui potenciado pelo serviço de esplanada à disposição dos espetadores.

O ciclo, com curadoria de José Alberto Ferreira, abre em julho, no dia 9, com a sessão Buster Keaton - três curtas cómicas, musicada por Gonçalo Parreirão e Ricardo Brito. As três curtas-metragens escolhidas - Cops (1922), Playhouse (1921), One Week (1920) - representam um dos períodos mais profícuos da carreira de Buster Keaton. Segue-se, no dia 16, A Dança dos Paroxismos (1929), de Jorge Brum do Canto, um ensaio visual inspirado numa lenda nórdica sobre o sortilégio de um cavaleiro que se apaixona, aqui acompanhado pelos sons do projeto RAIA, com TóZé Bexiga e Xinês.  A não perder será também o cine-concerto no dia 23, com Charlie Mancini a fazer música para O Homem Mosca (1923), um dos mais emblemáticos filmes da comédia do período mudo norte-americano. SAFETY LAST!, o título original,  é também uma das mais conhecidas “aventuras” de Harold Lloyd, mítico ator cómico lembrado pelos seus óculos de aros redondos e pelas proezas físicas que, no pico da sua popularidade, o equipararam a Buster Keaton e Charlie Chaplin. O cine-concerto do último sábado de julho, dia 30, traz As Aventuras do Príncipe Achmed, (1926), de Lotte Reiniger. Considerada a primeira longa-metragem de animação, esta espantosa adaptação de contos de As Mil e Uma Noites, realizada em sombras chinesas, usa recortes de silhuetas e matizes de cores deslumbrantes para trazer à vida a história de um príncipe árabe. A banda sonora está confiada a Arsénio Martins / Aroma Jazz Trio. No dia 6 de agosto, O Último dos Homens (1924), de F. W. Murnau – a história aparentemente banal de um porteiro do Grande Hotel Atlantic –, e a música de Bruno Monteiro, Kevin Pires e Ricardo Soares completam a programação deste ciclo.

Todas as sessões decorrem aos sábados, às 21h30, no Jardim Tardoz do Centro de Arte e Cultura. O portão, em frente ao quiosque do templo romano, abre às 21h00 e os 60 lugares da plateia serão ocupados por ordem de chegada, até ao limite de lugares disponíveis. Todas as informações e programação podem ser encontradas em https://www.fea.pt/centrodearteecultura/7408-cinema-paraiso.

 

 

Museu - A Estação: conheça o calendário anual das visitas guiadas aqui

Visitas Museu A Estação.jpg

O Museu –A Estação, localizado na antiga estação ferroviária de Pinhal Novo, proporciona  2 visitas gratuitas, aos sábados, todos os meses: as visitas guiadas, no 1.º sábado, às 15h00 e as visitas orientadas por ferroviários “No meu tempo…”, no 4.º sábado, às 10h00. Em julho, setembro e novembro haverá visitas com interpretação em Língua Gestual Portuguesa.

Consulte o calendárioe formalize a sua inscrição através do email patrimonio.cultural@cm-palmela.pt, até às 12h00 da quinta-feira anterior a cada visita.

Mais informações através dos contactos: 212 384 171 e 212 336 640.

Saiba mais sobre o Museu – A Estação em www.cm-palmela.pt (Museu e Património/ Museu Municipal).

 

CALENDÁRIO 2022:

 

Visitas guiadas  | 15h00

2 abril

7 maio

4 junho

2 julho

6 agosto

3 setembro

1 outubro

5 novembro

 

“No meu tempo…” – visitas orientadas por ferroviários | 10h00

 

23 abril

28 maio

25 junho

23 julho

27 agosto

24 setembro

22 outubro

26 novembro

 

coletivo das "Mulheres com Arte" para a exposição do Castelo de Pirescouxe

folheto da EXPOSIÇÃO MULHERES COM ARTE..jpg

No dia 04 de junho 2022 inaugura a exposição das “MULHERES COM ARTE no Castelo de Pirescouxe, em Santa Iria da Azóia. 

O Castelo de Pirescoxe, localiza-se na povoação de Pirescoxe, na freguesia de Santa Iria de Azoia, concelho de Loures. A mansão senhorial, acastelada, foi erguida num ponto alto com vista privilegiada sobre o Rio Tejo no século XV. O Castelo, que serviu de residência a vários nobres ao longo da sua vida e que conheceu um processo de degradação, em 2001, por iniciativa da Câmara Municipal de Loures, com a colaboração do IPPAR, foi reabilitado e assumiu novas funções. Hoje, no espaço, funciona um auditório, ao ar livre, para eventos culturais, uma cafetaria, galeria de artes plásticas, sala multiuso, além de uma área envolvente, ajardinada.

Período da exposição:

A exposição estará patente na Galeria Municipal do Castelo de Pirescouxe até dia 20/08/2022. De terça a sábado - das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 18:00 horas. A inauguração será às 17:00 h de 04 de junho.

Entrada gratuita.

 

Sobre o coletivo "Mulheres com Arte":

 

O coletivo “Mulheres com Arte”, surgiu no final de 2017 na Galeria Beltrão em virtude de ser o local onde todos os seus elementos se cruzaram e se conheceram.  O convite para formar o grupo foi feito pela Ildebranda Martins, que trabalha na Galeria como curadora e que, acabou por ser o elemento mais  comum entre todas as partes envolvidas.  Entre algumas já havia uma relação de amizade antiga e entre outras havia apenas cumprimentos formais e noções  gerais do trabalho artístico desenvolvido por cada uma.

A constituição do coletivo atual  é a seguinte: Alice Diniz, Armanda Alves, Clara Ribeiro, Geny Pitta, Ildebranda Martins, Margarida Marcelino. 

Cada uma representa uma forma diferente de fazer arte. A Alice Diniz, apresenta-se com cerâmica escultórica, a Ildebranda Martins, com instalações em manequins e colagens s/telas, a Armanda Alves com pintura s/tela de influências africanas, a Clara Ribeiro com escultura em pedra de tendências minimalistas, a Geny Pitta com pintura, principalmente de influências orientais, colagens s/telas  e também  instalações,  a Margarida Marcelino com Bijuteria artesanal de autor e com pintura s/tela de tendências figurativas, mas ligadas à mitologia.

Em 2018 o coletivo expôs no Centro Cultural Malaposta, em Odivelas, na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa,  na galeria de arte da Casa Pia em Belém-Lisboa e  em 2019 no Palácio Baldaya em Benfica-Lisboa.  Embora nenhuma dos membros da equipa tenha abdicado dos seus percursos artísticos individuais, nunca desistiram do projeto e em 2020, devido às condições não serem  favoráveis a exposições presenciais o coletivo  aceitou a proposta da C. Municipal de Loures para a realização de uma exposição coletiva virtual.

 

 

Título: Arte, a força da paz

Não há tema mais adequado do que o que atribuímos à nossa exposição “arte, a força da paz”.  Depois de dois anos de pandemia e de crise econômica, em que tivemos condições para refletir coletivamente sobre a relação que temos, não só uns com os outros, mas com outros seres que partilham a mesma casa, o Planeta Terra, surge a Guerra e as atrocidades a ela associada.  Os mais conscientes, os mais universalistas, os maiores portadores de dores coletivas e de uma visão mais alargada dos horizontes mais longínquos e aparentemente menos óbvios, onde por norma, se destacam os artistas,  iniciaram uma reflexão profunda sobre a fragilidade da vida, as incertezas causadas por um vírus que provavelmente  geramos, mesmo que não de uma forma consciente e artificial, mas naturalmente  através da pressão que exercemos na mãe natureza e com ações megalómanas de mentes dementes, mas insuportavelmente  poderosas.  A verdadeira Arte pode até ser decorativa, mas o seu objetivo deve ser a de despertar consciências, procurar ajudar a produzir pensamentos sobre o que nos rodeia e que nos atinge, mesmo que indiretamente, auxiliar na formação de opiniões e ideias. Neste caos a arte também conforta e transmite esperança. Viva a arte.

Texto de Ildebranda Martins para o tema da exposição das  "Mulheres com Arte" em Santa Iria

 

Nota motivacional da Alice Diniz para a Exposição

"Nestes tempos de mudança, criar é conectar com o centro da criatividade universal. Encontrar um equilíbrio entre o exterior da toxicidade informativa e o silêncio do interior, ali onde o ritmo é outro e o processo da obra nasce.

O que me move

Através do barro e da cerâmica, vivo uma experiência importante onde o maior prazer está na descoberta, de materiais, de técnicas e de mim mesma neste contacto.

As obras que surgem dos meus trabalhos, são reflexos das minhas emoções e pesquisas. Procuro o equilíbrio no espaço que me envolve, é nesse equilíbrio que está a força e sucesso da peça, pois não depende unicamente da habilidade com que as faço, mas principalmente da ideia transformada pela sensibilidade.

Crio obras, para fazerem parte dos nossos dias, com as quais criamos uma ligação de uso e de cumplicidade, peças que se adaptam aos nossos gestos e que aos poucos fazem parte das nossas vidas.

A todos estes momentos de criação e prazer, satisfação e cumplicidade eu dedico o meu trabalho..."

Alice Diniz