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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

“KIND OF QUEEN” – UM TRIBUTO A FREDDIE MERCURY E AOS QUEEN NO PALCO DO MAR SHOPPING MATOSINHOS

Noites mágicas, música, espetáculos infantis, workshops e showcookings entre janeiro e maio

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Um tributo ao grupo britânico para sempre associado a Freddie Mercury, os Queen, fecha a programação de fevereiro MAR Shopping Food Experience. A banda portuguesa “Kind of Queen” apresenta-se para um concerto no MAR Shopping Matosinhos, reproduzindo em palco a sinfonia de clássicos que prometem transportar o público para uma viagem musical e visual pelas várias fases da brilhante história escrita pelos Queen. A noite musical acontece a 28 de fevereiro, a partir das 21h00.

 

Temas como "I Want To Break Free", "Radio Ga Ga", "We Will Rock You", "We Are The Champions", "Love Of My Life", assim como a estética da lendária banda, os efeitos de luz e som, a caraterização, o guarda-roupa e adereços, serão elementos-chave no concerto, que remeterão para épocas diferentes da carreira de êxitos dos Queen.

 

Seguem-se aos Kind of Queen no palco do Espaço de Restauração do MAR Shopping Matosinhos, os Cassette, na noite de 27 de março, Stoned, um tributo a Rolling Stones, a 24 de abril, e Dixie Boys a 22 de maio.

 

Os concertos inserem-se na programação cultural e de lazer do MAR Shopping Matosinhos que propõe transformar os fins de semana numa pausa mais saborosa. Até maio, o Espaço de Restauração do centro comercial dará palco a noites mágicas, concertos, espetáculos infantis, workshops e showcookings.  A agenda é diversificada e para várias idades para que este continue a ser o ponto de encontro de famílias e amigos.

 

A receita para experiências deliciosas está no MAR Shopping Matosinhos entre janeiro e maio. A diversão é o prato principal que as famílias irão querer provar e chorar por mais!

 

Centro de Experimentação Artística, no Vale da Amoreira: Ciclo BoCA na Moita

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A BoCA, Bienal de Artes Contemporâneas, que tem lugar em Lisboa e no Porto, renova a sua ligação ao Centro de Experimentação Artística, no Vale da Amoreira, com mais um ciclo de extensão que decorre de 3 a 31 de março.

 

BoCA na Moita apresenta três atividades de participação gratuita:

 

3 a 31 de março

“1+1=1”, de Horácio Frutuoso, artista residente BoCA no biénio 2019-2020: Intervenção plástica no átrio do CEA

Para público em geral

 

5 de março / 10:30h

Encontro com escolas: “O que é isso das artes contemporâneas?", com John Romão, Horácio Frutuoso e Carolina Trigueiros

 

7 de março / 14:30h às 18:30h

Oficina de Movimento e Dança com Jonas & Lander “Polvo Inteiro”

Para público em geral

Inscrições gratuitas, até 5 de março, através do email cea@mail.cm-moita.pt

Em Polvo Inteiro é proposto um conjunto de práticas que estudam e desenvolvem o potencial do performer / bailarino por inteiro, onde voz, respiração e expressão facial são integradas na dança. São desenvolvidas práticas de coesão de grupo, onde é criado um terreno fértil para a exploração emocional e corporal. 

O que se recolhe no final assemelha-se ao caminho de um "performer polvo" consciente de cada tentáculo, tinta, forma e cor que pode adquirir e/ou utilizar.       

 

A Bienal, com direção artística do encenador, ator e programador John Romão, reúne artistas das artes visuais, artes cénicas, performance e música e tem lugar em espaços culturais diferentes, como teatros, museus, galerias, mas também discotecas e espaços públicos. Mais informações sobre a BoCA (que conta com o com apoio financeiro da Direção-Geral das Artes) podem ser obtidas em www.bocabienal.org

(Matosinhos) "Dominguinhos" primaveris homenageiam Natureza

“Dominguinhos” de março com ateliês lúdico-pedagógicos e hora do conto

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Se há estação do ano que é ansiada é a primavera. Volta o sol, os sons e os cheiros da Natureza que floresce, e ainda não está muito calor, nem frio para os que não gostam dos extremos. Nos “Dominguinhos” também ansiávamos por este momento e, é por isso, que, em março, aproveitamos para homenagear a Natureza. Não esquecemos, no entanto, o Dia do Pai. Logo na primeira atividade do mês, no domingo 1 de março, as crianças serão convidadas a plantar uma árvore,que poderão levar para casa, ver a crescer e transplantá-la.

 

Os “Dominguinhos” são compostos por diferentes temáticas mensais e surgem da parceria com a Catavento, empresa da incubadora de indústrias criativas da Fundação de Serralves, que se dedica a projetos educativos. Aos domingos, entre as 11h00 e as 12h30, no corredor de Moda Infantil do MAR Shopping Matosinhos, Piso 0, acontece um leque de atividades gratuitas de lazer, numa simbiose perfeita de momentos alegres e educativos.

 

As manhãs didáticas e diferentes querem-se sobretudo divertidas e em família. A Preguiça, a mascote dos “Dominguinhos”, também não fica em casa… Espera todos os domingos de manhã por mais uma brincadeira para partilhar com os seus amiguinhos!

MARÇO É O MÊS DA LETRA “P”: PAIS E PRIMAVERA, HÁ MUITAS SURPRESAS A CAMINHO!

Os “Dominguinhos” de março chegam “em flor”!

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O mês de março é sempre esperado por todos com muita alegria: é o mês da primavera – e, por isso das flores, das cores e do bom tempo a chegar. É, também, em março, que se celebra um dia muito especial: o Dia do Pai, claro! Os “Dominguinhos” prepararam muitas surpresas e brincadeiras para este mês: fantoches “cantores”, coroas de flores e molas divertidas, presentes para os super-pais, experiências com a água - são algumas das atividades que tornam o calendário de março tão especial.

A programação dos “Dominguinhos” é semanal, com iniciativas gratuitas para preencher as manhãs de domingo das crianças que visitem a zona infantil interior do MAR Shopping Algarve, no piso 0, entre as 11h00 e as 12h00. Uma hora sempre diferente e mágica com espaço para a brincadeira e experiências pedagógicas, proporcionando momentos que as crianças vão recordar com entusiasmo, podendo repetir a experiência todos os domingos, ao longo do ano.

 

 

 

 

PROGRAMAÇÃO DOMINGUINHOS

Zona infantil interior, piso 0

Domingos, 11H

 

Março

 

DIA 1 – TEATRALIZAÇÃO – O FANTOCHE QUE ADORAVA CANTAR

Um conto interativo que nos dá a conhecer a história do fantoche Tobias que adorava cantar. Uma coisa é certa: as crianças vão querer participar!

 

DIA 8 – ATELIERS CRIATIVOS – COROAS BONITAS E MOLAS DIVERTIDAS

Neste atelier, além de molas coloridas, as crianças vão poder criar coroas com flores e borboletas.

 

DIA 15 – ATELIERS EM FAMÍLIA - PRESENTES PARA O PAPÁ

Com muita imaginação, os mais pequenos podem criar neste dia um presente especial para os Pais! A ideia é fazer “super-marcadores” para os “super-pais”.

 

DIA 22 – APRENDER | BRINCAR | CRESCER - CURIOSIDADES E EXPERIÊNCIAS COM A ÁGUA

Quem gosta de ver coisas mágicas a acontecer? Pois é, todos nós! Neste dia, as crianças podem assistir e participar nestas experiências com a água.

 

DIA 29 - CONTO INFANTIL - A VIAGEM PELAS 4 ESTAÇÕES DO ANO

Neste dia, os mais pequenos vão ficar a conhecer a história de um passarinho que viaja pelo mundo e descobre as quatro estações. Mas uma coisa é certa: só quem ouvir com atenção vai ficar a saber as maravilhas de cada uma.

 

EMARP - Atividades culturais fevereiro 2020

 
"ÁGUA - A ESSÊNCIA DA VIDA"

Exposição de Filatelia pela a AFAL

 
Até 13 de março 2020
Dias úteis das 8h30 às 17h30

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Dinamizada pela AFAL, a Associação Filatélica do Algarve, em colaboração com alguns filatelistas que decidiram mostrar as suas coleções, a exposição “Água – A Essência da Vida” continua patente no Atendimento da EMARP até ao próximo dia 13 de Março.

A filatelia é um mundo. Aqueles pequenos quadrados de papel que se colam nas cartas contam histórias que, quando complementadas com vários documentos como acontece nesta exposição, ultrapassam em muito a simples mostra de selos.

Tendo como tema mesmo nome da exposição, José António Oliveira da Costa, filatelista de Braga, proporciona uma viagem em selos pelo ciclo da água deste planeta azul, começando nas suas propriedades, passando pela diversidade de ambientes, pelos rios e lagos, o desperdício e a poluição e terminando com uma visão da água no mundo.

Francisco Leal Paiva, de Faro, apresenta um “Roteiro Europeu das Águas Termais” com selos de vários países sobre o tema, enquanto Domingos Manuel Carrasquinho, de Portimão, dá uma panorâmica sobre “As Pontes do Mundo”, destacando as obras humanas utilizadas na travessia ou utilização dos cursos de água e dando uma autêntica lição de engenharia dedicada aos diversos tipos de pontes.

De Lisboa veio a coleção de José Manuel Pires dos Santos que traça a história do “Abastecimento de Água a Lisboa” desde os primórdios da nacionalidade. Vale a pena ver esta coleção que, além dos selos, apresenta documentos bastante originais. Entre o material exposto, há um boletim de serviço de leitura de um contador, datado de 1955, e um contrato de fornecimento de água de 1958. Também lá está um recibo de água onde foram faturados 4m3 a $200 réis que, somado ao aluguer de contador de $120 réis, teve como resultado que o cliente Fragoso & Vianna, com morada na Rua da Prata, tivesse pago $920 réis pelo seu consumo do mês de Agosto… de 1871.

Esta exposição filatélica está disponível para apreciação no horário de atendimento ao público da sede da EMARP, entre as 08h30 e as 17h30 dos dias úteis.

Esta semana no Museu Nacional da Música | | Concertos de #EntradaLivre

Sábado, 29 de Fevereiro de 2020 | 18H | Entrada Livre  

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VIRTUOSISMO E BELCANTO


Solistas da Metropolitana

 

Programa

G. Bottesini - Passione Amorose
(transc. para violino, contrabaixo e piano)

G. Verdi - Ária da ópera Il trovatore
(transc. para contrabaixo e piano)

G. Bottesini - Fantasia sobre La Sonnambula de Bellini
(para contrabaixo e piano)

G. Rossini - Serenata da ópera Il barbiere di Siviglia
(transc. para violino e piano)

N. Paganini - Variações sobre a Ária da Oração da ópera Mosè in Egitto de G. Rossini (para violino e piano)

G. Bottesini - Gran Duo Concertante
(para violino, contrabaixo e piano)

Diana Tzonkova,violino
Ercole de Conca, contrabaixo
Anna Tomasik, piano  

 

 

 

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MUSEU NACIONAL DA MÚSICA
Estação do Metropolitano Alto dos Moinhos
Rua João de Freitas Branco
1500-359 LISBOA
T. (351) 21 771 09 90 / F. (351) 21 771 09 99
geral@mnmusica.dgpc.pt / http://www.museunacionaldamusica.gov.ptwww.facebook.com/museunacionaldamusica

“Palavras na Nossa Terra”: para quem gosta de ouvir e ler poesia!

 

No próximo dia 28 de fevereiro, a iniciativa “Palavras na Nossa Terra” regressa à Biblioteca Municipal de Pinhal, às 21h00. António Ramos Rosa (1924-2013) é o poeta português em destaque nesta sessão de poesia com entrada livre.

Promovidos pela Câmara Municipal de Palmela desde 2015, os encontros “Palavras na Nossa Terra” têm periodicidade mensal e estão abertos à participação de todas as pessoas que gostam de ouvir, escrever ou declamar poesia.

Poeta, tradutor e desenhador português, António Ramos Rosa publicou, em 1958, o seu primeiro livro de poesia “O Grito Claro” e na sua obra poética constam cerca de cinquenta títulos. Diretor de revistas literárias, autor de ensaios, António Ramos Rosa recebeu, entre outras distinções, o Prémio Fernando Pessoa, em 1988.

 

Alhos Vedros: “Arte no FAVO – Fotografia” de 6 a 15 de março

 

 

O Espaço FAVO – Fábrica de Artes Visuais e Ofícios, em Alhos Vedros, recebe, de 6 a 15 de março, uma edição de Arte no FAVO dedicada à fotografia. A inauguração da mostra está marcada para o dia 6 de março, às 21:30h, podendo ser visitada de segunda a quinta-feira, das 17:00h às 19:00h, sexta-feira, das 19:00h às 21:00h, e sábados e domingos, das 15:00h às 19:00h.

 

O Arte no FAVO é uma iniciativa organizada pela Câmara Municipal da Moita, em parceria com o Grupo de Trabalho de Autores Locais, que permite dar a conhecer o trabalho dos artistas plásticos e a diversidade de saberes e ofícios do Município da Moita, possibilitando ainda a proximidade da comunidade às artes plásticas, através da fruição e da prática artística.

Nesta terceira edição do Arte no FAVO, dedicada à fotografia, participam na exposição coletiva os seguintes autores convidados: João Carlos Ramos, João Pedro Figueiredo, Joaquim Gomes, José Augusto Nascimento, José Estiveira, Paulo Bolinhas, Raul Costa e Vitor Vargas.

No âmbito do Arte no FAVO, decorre, no dia 8 de março, às 10:00h, uma Tertúlia Fotográfica com os autores convidados, e, no dia 15 de março, das 10:00h às 12:00h, um Passeio Fotográfico por Alhos Vedros. Ambas as iniciativas são dirigidas ao público em geral.

“Todos nós nascemos originais e morremos cópia”: Miguel Cheta expõe em Loulé

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Vai estar patente ao público, de 1 de fevereiro a 4 de abril, no CECAL – Centro de Experimentação e Criação Artística de Loulé, a exposição “Todos nós nascemos originais e morremos cópia”, da autoria do artista plástico Miguel Cheta.

O Município de Loulé foi convidado pelo Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado para integrar o projeto PORTUGAL Entre/PATRIMÓNIOS. Trata-se de um projeto que tem como base a sustentabilidade cultural e que se propõe ter um carácter experimental, que pretende, entre outros objetivos, proporcionar processos de “criação artística como sinónimo de futuro nos processos de mudança dos territórios. E questionar a complexidade da sociedade contemporânea através de leituras do património material e imaterial”.

Integrado neste projeto, o Município de Loulé, através das suas Galerias Municipais, desafiou o artista Miguel Cheta a refletir sobre as questões dos processos colaborativos, dos diálogos (im)possíveis, dos conflitos latentes (ou não) entre públicos e artistas, do que é a arte colaborativa, do papel do artista na transformação dos territórios!...

A inauguração está agendada para as 18h00.

O horário de visita desta exposição é o seguinte: de terça a sexta-feira, das 10h00 às 13h30 e das 14h30 às 18h00, e aos sábados, das 10h00 às 16h30. A entrada é livre.

CIAJG e CDMG convidam para um fim de semana preenchido por diferentes atividades de entrada gratuita » 'Museu do Futuro', 7 e 8 março

Centro Internacional das Artes José de Guimarães e

Casa da Memória convidam para um fim de semana preenchido por diferentes atividades de entrada gratuita

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No primeiro fim de semana de março, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães e a Casa da Memória de Guimarães vão ser habitados por novas exposições, espetáculos de teatro e música, conferências, visitas e oficinas, para todos os públicos, com destaque para as famílias, na manhã de domingo. ‘Museu do Futuro #1’, assim se intitula este programa que se apresenta claramente como um convite aberto à comunidade, de verdadeira fruição dos museus da cidade, e do futuro. 

7 e 8 de março serão dias de intensa atividade nos museus mais recentes da cidade de Guimarães: o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) e a Casa da Memória (CDMG). Novas exposições, espetáculos, conferências, visitas orientadas e oficinas terão entrada gratuita nos dois espaços culturais vimaranenses que se pretendem dinâmicos, vividos e usufruídos em pleno, por toda a comunidade. 

A primeira proposta de sábado, 7 de março, tem a assinatura de Tânia Dinis, criadora que venceu a 2ª Bolsa de Criação do PACT – Plano de Apoio à Criação Territorial, promovido pelo Teatro Oficina. Tânia Dinis apresenta Álbuns da Terra na Casa da Memória, às 11h00 e às 15h00, um projeto sobre intimidade, arquivo de família, documento, relação tempo-imagem-memória, que atravessa diversas perspetivas e campos artísticos, como o da fotografia, o da performance e o do cinema. Através da recolha, investigação e manipulação de fotografias, filmes, cartas e objetos, Tânia Dinis construiu pequenas narrativas, num exercício de confrontação e exploração da imagem como uma experiência da efemeridade do tempo e da memória. 

Às 14h00, tem início Atlas Revisitado, uma oficina de imagem e representação, orientada por Melissa Rodrigues, na icónica Sala da Máscaras do Centro Internacional das Artes José de Guimarães. O que as imagens dizem sobre nós? O que podemos compreender do mundo que nos rodeia através de uma fotografia? Como me vejo? Como me represento? Como o que conheço do mundo limita a minha relação com o desconhecido, com aquilo que considero o outro, o estranho? Para responder a estas questões será preciso mergulhar no escuro do museu, observar, pensar imagens, pensar o mundo. Alteridade, dissidência, preconceito e discriminação serão alguns dos conceitos com os quais os participantes vão trabalhar, para coletivamente construírem novas narrativas e outros discursos visuais que contrariem as narrativas hegemónicas e normativas que habitam o nosso imaginário comum.  

A partir das 17h00, vamos poder assistir a uma conferência da artista Fernanda Fragateiro que, depois de expor no CIAJG a sua obra “Caixa para Guardar o Vazio”, nos falará agora sobre as matérias, as metodologias e os processos inerentes ao seu trabalho. Operando no campo da tridimensionalidade e desafiando relações de tensão entre a arquitetura e a escultura, a obra de Fernanda Fragateiro potencia relações com o lugar, convocando o espetador para uma posição de performatividade. A sua obra tem sido exposta em diferentes museus e instituições nacionais e internacionais. 

No final da tarde de sábado, as atenções viram-se para a Casa da Memória, onde Gil Mac – artista igualmente vencedor da 2ª Bolsa de Criação do PACT – Plano de Apoio à Criação Territorial – apresentará Pátria, uma visita performativa que percorre a Casa da Memória, onde outrora existiu a Fábrica de Plásticos Pátria. A partir das 19h00, quatro performers demiurgos conduzem o público, entre factos e ficções, formas e sabores, numa viagem pelo território e comunidade de Guimarães. Do espírito da matéria à matéria do espírito, explora-se a memória que perdura nos gestos que nos tornam humanos, propondo a encenação sensual de uma investigação etimológica das origens da nacionalidade. Esta deriva parte da perspetiva do racionalismo emocional que caraterizou a modernidade vimaranense do séc. XIX, fruto das descobertas arqueológicas do seu passado ancestral e habitada pela fé positivista no progresso tecnológico, promessa utópica de futuras eras douradas. Um acontecimento único que serve como dispositivo de ativação da exposição Matéria que habitará a Casa do Pátio da CDMG a partir deste fim de semana, ficando patente até 19 de abril. 

A noite de sábado será particularmente intensa com a inauguração de Caos e Ritmo, o mais recente ciclo expositivo do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, com início às 21h30. Caos e Ritmo desenha um círculo e enuncia um regresso a Para Além da História, exposição que fundou o Centro Internacional das Artes José de Guimarães em 2012. Caos e Ritmo serve de mote para uma reflexão encantada e desencantada, poética e política, sobre o lugar do homem e, em particular, da criação artística num mundo doente e amnésico – uma exposição-estrutura que servirá de lugar para a fundação de discursos, reflexões e práticas transversais às disciplinas, às geografias e às culturas. Em exposição vão estar peças de vários artistas: José de Guimarães, André Príncipe, Mesquitela Lima, Mariana Caló e Francisco Queimadela, Rosa Ramalho, Quintino, Susana Chiocca, Skrei, Agostinho Santos, Hugo Canoilas, 
Franklin Vilas Boas, e ainda a Coleção de Arte Popular de Agostinho Santos e as Coleções de Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Antiga Chinesa de José de Guimarães 

A noite onde se celebra a abertura de novas exposições no CIAJG terminará, da melhor forma, a partir das 23h00, ao som de Plantasia, de Bruno Pernadas e Moullinex. Composto em 1976 pelo pioneiro da música eletrónica Mort Garson, Plantasia é um disco de culto escrito para plantas e para pessoas que as amam. No final de 2019, a propósito da reedição da Sacred Bones, Bruno Pernadas e Moullinex decidiram revisitar em conjunto o mundo fantástico de Plantasia. Para os dois músicos e compositores, uma coisa é certa: é um disco inigualável cheio de lugares que ainda estão por descobrir. E é essa mesma viagem que se comprometem a fazer, acompanhados por Diogo Sousa (bateria), Guilherme Salgueiro (teclados) e Diogo Duque (trompete). O que vai acontecer promete ficar para história: uma reinterpretação-homenagem sem igual de um disco ao qual não foi dada a atenção devida. Mas vamos sempre a tempo. 

A manhã de domingo, 8 de março, é particularmente destinada às famílias. A partir das 10h00, o público é convidado para uma nova sessão da oficina de imagem e representação, Atlas Revisitado, que vai despertar a atenção e a curiosidade de miúdos e graúdos, na fantástica Sala da Máscaras do Centro Internacional das Artes José de Guimarães. Em simultâneo, é também disponibilizada uma visita à Casa da Memória, guiada por Francisco Neves, que despertará novas e diferentes narrativas no encontro com os objetos expostos que contribuem para um melhor conhecimento da cultura, território e história de Guimarães. 

Às 11h00 segue-se a oportunidade de conhecer, mais profundamente, o recém-inaugurado ciclo expositivo do CIAJG, Caos e Ritmo, através de uma visita orientada por Rita Senra. Reunindo peças de diferentes épocas, lugares e contextos, lado a lado com obras de artistas contemporâneos, o CIAJG propõe nesta visita orientada uma releitura da história da arte e um novo desígnio para o museu, enquanto lugar para o espanto e a reflexão.  

A 1ª edição do ‘Museu do Futuro’ termina com uma oficina de reciclagem de plástico, da responsabilidade da Precious Plastic, uma comunidade global de centenas de pessoas que se dedicam a arranjar soluções para combater a poluição causada pelo plástico. Com a equipa Precious Plastic Portugal, os participantes ficarão a conhecer este projeto global e o substrato a que se dedica – o plástico e as suas várias formas de transformação, com recurso às máquinas criadas por Dave Hakkens. A seguir, as famílias poderão experimentar o círculo completo do plástico com origem no “lixo” até se transformar numa peça nova, para a criação de objetos. 

Todas as atividades terão entrada gratuita, até ao limite da lotação disponível. O programa completo do ‘Museu do Futuro #1’ pode ser consultado online, nos sites www.ciajg.pt e www.casadamemoria.pt.