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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Programação e agenda da Educação e Mediação Cultural (EMC) d'A Oficina set’21–jul’22 apresentada em Guimarães

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Teatro Oficina e Amarelo Silvestre estreiam novo espetáculo, “1/2 Kg de Carne”

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A companhia de teatro de Guimarães, Teatro Oficina, desafiou a companhia de teatro de Canas de Senhorim, Amarelo Silvestre, a pensar um espetáculo criado a partir do território e o resultado é “1/2 Kg de Carne”, um corpo feito de várias vozes que são as de todos nós. Atores e público, juntos na caixa de palco do Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, irão desvendar o peso de um coração, em estreia absoluta, a 8 e 9 de outubro, a partir das 19h30.

Com encenação de Rafaela Santos e apoio dramatúrgico de Fernando Giestas, ambos responsáveis para direção artística da Amarelo Silvestre, “1/2 Kg de Carne” conta com a interpretação de Haroldo Ferrari e de vários elementos do ‘Gangue de Guimarães’: Luísa Maria, Mário Alberto Pereira, Rita Morais, Sara Costa e Zé Ribeiro.

 

Centro Cultural Vila Flor convida público a celebrar o seu 16º aniversário a 17 de setembro com espetáculo de La Ribot, Mathilde Monnier e Tiago Rodrigues

CCVF assinala aniversário com Please Please Please, espetáculo da autoria do galardoado trio que aqui cruza a dança com o teatro para refletir sobre o destino do nosso mundo

 

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Esta sexta-feira, 17 de setembro, o Centro Cultural Vila Flor (CCVF) celebra 16 anos de atividade com um espetáculo que resulta da colaboração entre a coreógrafa francesa Mathilde Monnier, a coreógrafa hispano-suíça La Ribot e o encenador português Tiago Rodrigues. Criado antes da pandemia, Please Please Please propõe uma reflexão sobre um mundo que pode estar à beira da catástrofe. Depois de grande parte da sua digressão europeia ter sido suspensa devido à Covid-19, o espetáculo sobe ao palco do CCVF com redobrada pertinência. Numa jornada de tirar o fôlego, os corpos e vozes de Mathilde Monnier e La Ribot dialogam sobre a evolução do mundo e uma possível e lenta extinção do planeta. Este espetáculo é apresentado às 19h30 no Grande Auditório do CCVF e a entrada é gratuita, até ao limite da presente lotação da sala. 


O multifacetado e galardoado trio responsável pela criação desta obra que cruza a dança com o teatro – Mathilde Monnier, coreógrafa com colaborações com artistas notáveis relacionados com diversas disciplinas artísticas; La Ribot, coreógrafa, bailarina e artista visual; Tiago Rodrigues, encenador, ator, dramaturgo, produtor teatral e diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II recentemente nomeado para dirigir o Festival de Avignon – propõe-nos em palco um mundo que pode estar à beira da catástrofe ou ser já o que resta de um grande desastre mundial.  

Um mundo em que duas mulheres se dirigem aos seus filhos e filhas, com uma mensagem para as futuras gerações, uma mensagem do presente que é enviada no tempo, um diálogo sobre o mundo que está por vir, exprimindo através da voz e do corpo aquilo que fizemos e não fizemos para preservar este mundo, para que as abelhas e os ursos vivam, para que um desastre não aconteça, para continuar a acreditar, para esperar. 

Em Please Please Please, a ligação das manifestações coreográficas de Mathilde Monnier e de La Ribot com a imaginação, experiências e aspirações dos textos de Tiago Rodrigues questiona e indaga sobre os mundos, sociedades e histórias que iremos deixar às futuras gerações e que imagens e caminhos de esperança dividem as mesmas, gerando uma empolgante viagem onde a reflexão e o fantástico têm lugar marcado e em que as coreógrafas e bailarinas em palco dão formas à matéria textual das histórias face a um destino fatídico e frágil que se agiganta a cada passo. Da autoria de La Ribot, Mathilde Monnier e Tiago Rodrigues e com as duas primeiras a assumirem também a responsabilidade da interpretação e dos figurinos, Please, Please, Please conta com cenografia de Annie Tolleter e música de Nicolas Houssin e Béla Bartók (excertos), sendo o resultado do trabalho desenvolvido por uma extensa equipa. 

 

Esta ampla coprodução – Théâtre le Quai – CDN Angers - Pays de la Loire, Teatros del Canal, Madrid (Espagne), Théâtre Vidy-Lausanne, Centre national d’art et de culture Georges-Pompidou, Paris, Festival d’Automne à Paris, Comédie de Genève, Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional São João, Le Parvis scène nationale Tarbes Pyrénées, Theaterfestival Boulevard, Les Hivernales – CDCN d’Avignon, BIT Teatergarasjen, Bergen (Norvège), Compagnie MM, La Ribot-Genève – é dirigida a maiores de 12 anos de idade e a entrada para assistir ao espetáculo é gratuita, até ao limite da lotação da sala, sendo possível realizar a reserva antecipada de bilhetes (máximo de 2 por pessoa) através do e-mail bilheteira@aoficina.pt ou do telefone 253424700. O levantamento presencial de bilhetes é possível a partir das 16h30 do dia do espetáculo, na bilheteira do CCVF, mediante disponibilidade de lotação no período de abertura da bilheteira (16h30 – 21h30). As reservas antecipadas não levantadas até 30 minutos antes do início do espetáculo serão automaticamente canceladas, abrindo disponibilidade para demais público interessado levantar ingressos para o mesmo. 

 

Pelo princípio de precaução em Saúde Pública, para acesso ao espetáculo é necessário apresentar Certificado Digital COVID da EU ou Teste para SARS-CoV-2 com resultado negativo, de acordo com as normas em vigor, nos termos fixados na Norma 019/2020 da DGS. Os denominados autotestes não são válidos.

Este espetáculo é apresentado a 17 de setembro pelas 19h30, assumindo o palco do Grande Auditório deste espaço cultural que agora completa 16 anos de atividade, o Centro Cultural Vila Flor. Um espaço que já foi e é casa de milhares de artistas e centenas de espetáculos, entre variadas outras iniciativas culturais, nas quais se incluem os momentos em que foi epicentro da Capital Europeia da Cultura em 2012.  

Gerido e programado pela cooperativa vimaranense A Oficina desde o seu surgimento, em 2005, aqui é apresentada desde então uma programação regular no domínio das artes do espetáculo – contemporânea, internacional e com um foco na nova criação –, sendo igualmente espaço (composto por dois auditórios, um café concerto e elogiados jardins que dão vida ao Palácio Vila Flor, edifício do século XVIII) para festivais como GUIdance, Westway LAB, Festivais Gil Vicente, Manta, Guimarães Jazz, os quais são organizados pela referida cooperativa que assume a responsabilidade de os levar a cabo numa natureza de ação designada de serviço público, onde também cabem numerosas coproduções artísticas a cada ano, cumprindo as várias faces da sua dedicação às artes e à cultura, com crescente amplitude, diversificação e continuidade.


16 anos percorridos, imensas continuam a ser as possibilidades geradas neste equipamento cultural vivo, de âmbito geográfico regional, nacional e internacional, pronto a continuar a receber público e artistas numa simbiose que se adivinha auspiciosa e geradora de uma sociedade mais forte e melhor para todos.

Há teatro itinerante para ver no GuimarãeShopping

As sessões estão marcadas para 5 e 26 de setembro. Também este mês, o centro comercial vai receber a exposição “Gualterianas”.

 

O GuimarãeShopping continua empenhado em tornar a arte e cultura mais acessível à sua comunidade e o programa “Viver Guimarães” de setembro no centro comercial é prova disso. Nos dias 5 e 26, primeiro e último domingo do mês, o GuimarãeShopping recebe teatro itinerante para toda a família.

 

O espetáculo interativo está a cargo do Somnium que conta com quatro atores e um fantoche. Estão marcadas três atuações em ambos os domingos, às 15h00, 17h00 e 19h00. Acontece nos Pisos 0 e 1 do centro comercial.

O espetáculo desenvolve-se em torno de Gnoa, Glum, Gorgo e Glaya, gnomos responsáveis por cuidar e proteger toda a natureza e animais que aqui habitam, com um amigo muito especial, o Plog, que odeia ver lixo no chão. Juntos constituem a Brigada do Lixo, com a missão de fazer do planeta mais feliz.

 

Além das artes teatrais, o GuimarãeShopping vai receber a exposição “Gualterianas”, a partir de 10 de setembro, no Piso 0 e no Piso 1, que reúne vários trabalhos dos obreiros da Casa da Marcha de Guimarães nos últimos anos, desde o Cruzeiro da Oliveira à Fachada dos Antigos Paços do Concelho. Estas peças únicas podem ser visitadas no centro comercial até ao dia 19 de setembro.

 

Ambas as ações culturais do GuimarãeShopping para setembro são gratuitas e abertas a todos os visitantes.

Para Miguel Castro, diretor do GuimarãeShopping, “o centro servir de palco para estes artistas, reforça a determinação do GuimarãeShopping em divulgar o melhor que se faz na nossa cidade. Além disso, é mais um passo do centro no sentido de apoiar o setor da cultura e tornar a arte acessível a todos.”

Estas ações fazem parte da iniciativa “Cultura no Centro”, o projeto da Sonae Sierra que tem como objetivo apoiar artistas e entidades nacionais de âmbito cultural. Em 2021, serão realizadas várias atividades e movimentos artísticos nos centros comerciais geridos pelo grupo, de forma a levar a arte e cultura a todos os portugueses, de norte a sul do país.

 

1º ciclo de exposições de 2021 do CIAJG encerra a 5 de setembro com programa especial

Seu Jorge e Alexandre Pires de regresso a Portugal para concerto inédito em outubro

Seu Jorge e Alexandre Pires de regresso a Portugal para concerto inédito em outubro

 

“Irmãos” é o nome do projeto inédito e exclusivo que junta em palco dois dos artistas brasileiros mais populares em Portugal.

 

A estreia mundial deste novo formato está marcada para outubro, em Portugal, com concertos em Lisboa e Guimarães.

 

Bilhetes à venda a partir de hoje nos locais habituais.

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'Caleidoscópio' lança novos olhares aos territórios de Barcelos, Braga, Fafe e Guimarães

 

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O 'Caleidoscópio' resulta de um processo de trabalho desenvolvido pelas cidades de Barcelos, Braga, Fafe e Guimarães e tem por objetivo promover, valorizar e elevar a notoriedade de espaços e lugares destes territórios. Não só dos espaços mais conhecidos e icónicos, mas também de outros espaços e lugares únicos, numa lógica de criação e oferta cultural a partir do potencial das estruturas culturais endógenas: Theatro Gil Vicente (Barcelos), gnration (Braga), Teatro-Cinema (Fafe) e A Oficina (Guimarães). 

Neste projeto cultural, a música assume um papel determinante mas não vive sozinha na promoção artística e fruição cultural dos lugares, com uma programação de referência nacional e internacional, a partir da sua apresentação em lugares não convencionais. Serão promovidos projetos como a criação de uma grande banda com músicos do território, interligando as quatro cidades tanto na sua constituição como nas apresentações ao público, numa ação de capacitação e desenvolvimento de oportunidades a nível local. As artes performativas, a produção de pensamento, vídeo, fotografia e artes visuais desenvolvem aqui a relação com o território e o seu envolvimento no processo, também como uma forma de dar relevo e expandir, como ação de comunicação e divulgação, e ainda de extensão a novos públicos ou públicos que estejam impossibilitados de ver as ações ao vivo.

A programação de ações – artística e de mediação/comunicação – visa valorizar e dinamizar os bens culturais e patrimoniais existentes, desafiando as comunidades participantes a realizar percursos improváveis por novos caminhos, novos diálogos, novas formas de olhar, com vista a que o território possa usufruir das criações artísticas mas também criar dinâmicas associadas aos eventos, empoderando os territórios e os artistas. 

Promove-se assim a capacidade de atrair público nos e dos quatro territórios, contribuindo para a coesão territorial, com vários momentos de programação ao ar livre, tendo sido escolhidos tanto locais centrais e mais icónicos (praças, jardins e monumentos em meio urbano) como locais mais periféricos (espaços verdes e monumentos nas freguesias), incluindo zonas de proteção de património mundial UNESCO com classificação de interesse nacional e público.  

O 'Caleidoscópio' apresenta-se assim como um projeto que pensa estrategicamente o território nas suas múltiplas dimensões, pensando no futuro com a cultura a ocupar um lugar basilar numa desejada retoma das nossas dinâmicas, como um ativo que promove o bem-estar, uma melhor compreensão do mundo, assumindo a responsabilidade de ser diferente pela maior capacidade do trabalho conjunto, desenvolvendo construções coletivas sem barreiras, ao mesmo tempo que estimula a capacidade de atração e valorização turística destes territórios. 

De relevar ainda a parceria com a Universidade do Minho, que envolve a utilização de espaços informais ao desenhar e construir palcos, desenvolvendo instalações artísticas como elementos do meio urbano.

 

A face visível deste projeto, apoiado no âmbito do plano Norte 2020 (Programa Operacional Regional do Norte) – Programação Cultural em Rede – Imaterial – aviso nº Norte-14-2020-25 Domínio Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, terá início em finais de agosto e tem a duração de um ano, sendo a generalidade da sua programação apresentada ao ar livre e toda ela com bilhetes gratuitos para aceder à mesma. A programação a apresentar poderá ser acompanhada nos próximos meses nos websites e respetivas redes sociais das estruturas culturais aqui envolvidas.


A apresentação da iniciativa decorreu no Jardim do Calvário, em Fafe, e contou com a presença do Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Fafe, Pompeu Martins, da Presidente da Direção d’A Oficina (entidade responsável pela gestão e programação de vários espaços culturais como o Centro Cultural Vila Flor, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães, a Casa da Memória) e Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Guimarães, Adelina Paula Pinto, de Catarina Duarte, em representação do Conselho de Administração da Empresa Municipal de Educação e Cultura de Barcelos e de Cláudia Leite, Administradora Executiva do Teatro Circo de Braga, EM, SA, responsável pelo gnration.

Mostra de criações do Gangue de Guimarães eclode no CCVF, no CIAJG e na CDMG a 3 e 4 de julho

Exposição do projeto artístico “Lições Iluminadas” pode ser visitada no Centro Internacional das Artes José de Guimarães a partir de 22 de junho

O mundo maravilhoso das árvores chega às escolas de Guimarães à boleia do toy piano e das histórias de Joana Gama

Escolas do concelho de Guimarães recebem o espetáculo “As árvores não têm pernas para andar”, da pianista Joana Gama, ao longo do mês de junho

O mundo maravilhoso das árvores chega às escolas de Guimarães à boleia do toy piano e das histórias de Joana Gama

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Inspirada nos espaços e circunstâncias da vida das árvores, a pianista portuguesa Joana Gama leva até às escolas de Guimarães um espetáculo em que a música e as histórias se fundem na companhia de um pequeno grande instrumento – o toy piano. “As árvores não têm pernas para andar” é apresentado em várias escolas do concelho entre os dias 4 e 25 de junho, no âmbito da programação de Educação e Mediação Cultural d’A Oficina.  

A partir do momento em que são semeadas, as árvores permanecem sempre no mesmo sítio, a partir do qual se alimentam, se defendem e se reproduzem. Não são como as pessoas, que nascem num país e podem viajar ou até ir morar para o outro lado do planeta. E tal como a música difere de continente para continente, podemos encontrar árvores muito diferentes espalhadas pelo mundo: árvores que são autênticas casas, outras que movem multidões para serem admiradas, outras que produzem material que chega até à lua.  

Neste concerto dirigido a maiores de 3 anos de idade, a pianista Joana Gama dá a conhecer estas e outras histórias sobre o mundo maravilhoso das árvores com a ajuda de um precioso instrumento da artista, o seu toy piano. 

Com música original de João Godinho e ilustração de Francisco Eduardo, esta é uma coprodução d’A Oficina, Fundação Lapa do Lobo (encomenda do Projeto Alcateia), São Luiz Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto - Rivoli . Campo Alegre e CAE Sever do Vouga. 

Paralelamente, a 14 e 15 de junho, das 09h30 às 12h30, decorrem na Sala de Ensaios do Centro Cultural Vila Flor sessões de trabalho com Joana Gama, destinadas aos professores, acerca do processo de construção do espetáculo “As árvores não têm pernas para andar”. Esta formação é de acesso gratuito mediante inscrição prévia através o e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou do telefone 253424716. 

Joana Gama (Braga, 1983) é uma pianista portuguesa que se desdobra em múltiplos projetos quer a solo, quer em colaborações nas áreas do cinema, da dança, do teatro, da fotografia e da música. Doutorada pela Universidade de Évora, prossegue as suas investigações enquanto membro do CESEM/NOVA FCSH. Apesar de inicialmente ter decidido dedicar-se à música com o intuito de continuar a herança associada a uma ideia de música clássica - recitais de piano com repertório canónico - uma série de acontecimentos em cadeia foram-na desviando de um caminho que julgava ser o seu. Daí que os últimos anos - para além dos recitais - tenha incluído colaborações com múltiplos artistas relacionados com diversas vertentes artísticas como são os casos de Luís Fernandes, João Godinho, Rafael Toral, Drumming GP, Eduardo Brito, Tânia Carvalho, Victor Hugo Pontes, João Fiadeiro, João Botelho, Manuel Mozos, Sopa de Pedra, cujo resultado tem sido apresentado regularmente em Portugal e no estrangeiro. Nos últimos 10 anos, dedicou o recital de piano SATIE.150 ao 150º aniversário do compositor Erik Satie (assinalado em 2016), editou dois discos (SATIE.150 e Arcueil), coordenou a edição de um livro e tem apresentado recitais comentados para adultos e crianças.