O Concerto de Natal, tradicionalmente oferecido pelo Orfeão de Leiria | Conservatório de Artes (OLCA) à cidade durante a quadra festiva, conta este ano com a Orquestra Filarmonia das Beiras, que, sob a direção do maestro António Vassalo Lourenço, irá apresentar na igreja do Convento da Portela (Franciscanos) a “Missa da Glória”, de Giacomo Puccini, em conjunto com o Coro DeCa, da Universidade de Aveiro. O espetáculo de entrada gratuita está marcado para as 16h30 do próximo sábado, dia 7 de dezembro, e contará ainda com a participação do Coro de Iniciação e Coro de Câmara da Escola de Música do Orfeão de Leiria.
A primeira parte do espetáculo estará a cargo dos dois coros do Orfeão de Leiria, que irão interpretar várias obras de Natal, entre os quais se destacam temas como “Nasce cá dentro”, “Natal africano”, “Numa noite muito fria”, “O Natal de Peluche” ou “Baba Yetu”. Depois sobem então ao palco os tenores Ivo Magalhães e Salvador Ungaro, os barítonos Luís Freitas e Simão Nobre, e o baixo Eduardo Portugal, acompanhados pela Orquestra Filarmonia das Beiras, que serão os guias desta viagem até aos finais do século XIX, época à qual remonta a “Missa da Glória”, escrita em 1880 por Puccini.
Nesta “Missa da Glória” destaca-se a forma como o compositor combina a tradição secular da música sacra com o caráter tendencialmente operático de alguns números, uma prática comum na música sacra italiana do século XIX. Aos 22 anos de idade, Puccini escrevia, pela primeira vez, uma obra de grande dimensão, numa composição onde são já evidentes aspetos da sua capacidade e talento como melodista e orquestrador, que viriam a confirmar-se nas suas óperas.
Hugo Sousa está de volta aos palcos para mais uma tour pelo país! O comediante do norte apresenta o seu novo solo de stand-up comedy, "Fora Do Contexto".
Depois do sucesso da última tour, Maturado, Hugo Sousa regressa aos palcos com o seu humor de observação e muito storytelling. Segundo Hugo, toda a gente se depara com situações caricatas, mal-entendidos e embaraços, porque alguém está Fora do Contexto… Assim é esta tour, uma viagem por esses momentos.
A tour tem início em Viseu a 3 de Outubro e arranca depois para Almada, dia 10, Porto a 16 de Outubro seguido de Coimbra, Braga e Lisboa a 29 de Outubro no Teatro Villaret. Em Novembro, “Fora Do Contexto”, vai passar pelo Estoril, Leiria, Guimarães, Aveiro e termina em Londres dia 17.
O espectáculo está marcado para as 22h. Os bilhetes já estão à venda na Ticketline e custam entre 12 a 16 euros.
“Face to Face” do Orfeão de Leiria envolve jovens e seniores
num espetáculo de dança e teatro
Sexta-feira, dia 28 de junho às 21h30, no OLCA
O projeto social “Face to Face”, dinamizado pelo Orfeão de Leiria | Conservatório de Artes (OLCA), vai levar ao palco jovens do Lar de Santa Isabel, de Leiria, e alunas do Conservatório Sénior do Orfeão de Leira (CSOL), através da peça “Histórias de arremedilhos e de histriões que não sabem arremedar”, da autoria de Mário Costa. O espetáculo, que reúne dança e teatro, será apresentado à comunidade em geral, a partir das 21h30, de sexta-feira, dia 28 de junho, no OLCA.
Acácio de Sousa, presidente do OLCA, explica que «o “Face to Face” é um projeto de caráter social integrado no programa “Incluir com Arte”, do Orfeão de Leiria, que tem como missão promover a inclusão social através das artes». O presidente da instituição considera que «este projeto é particularmente estimulante, pela valorização das aprendizagens e conhecimento mútuo, bem como desenvolvimento de relações sociais entre dois grupos de diferentes faixas etárias».
O projeto intergeracional “Face to Face” teve início em outubro de 2018 e ao longo de 14 meses conta com oficinas de teatro e dança, além da realização de um programa de formação, assente em ações de valorização, desenvolvimento pessoal e mentoria, individual e em grupo, entre as alunas do CSOL e as Jovens do Lar Santa Isabel de Leiria. O projeto é financiado pela Fundação Montepio, no âmbito do Programa FACES, e tem como parceiros a Câmara Municipal de Leiria, o Centro Social Paroquial Paulo VI – Lar Santa Isabel e o IPDJ de Leiria.
Ciclo de Concertos, de 28 de junho a 26 de julho, às 21:30
A Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) e o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja promovem entre os dias 28 de junho e 26 de julho de 2019 o ciclo “Música nas Catedrais”, na sua primeira edição.
Esta iniciativa, que se enquadra no projeto nacional Rota das Catedrais, é coordenada pelo Teatro Nacional de São Carlos, que assegura diretamente alguns concertos através do Coro do Teatro Nacional de São Carlos, em colaboração com a Orquestra Clássica do Sul, a Orquestra Filarmonia das Beiras e a Orquestra do Norte. O Ciclo tem o apoio mecenático da Fundação Millennium bcp.
Os concertos, com início às 21:30, têm entrada livre, sujeita à capacidade do espaço.
O Programa detalhado segue em anexo.
Santarém 28 de junho Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Beja 11 de julho Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Elvas 12 de julho Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Faro 12 de julho Orquestra Clássica do Sul
Viseu 19 de julho Orquestra Filarmonia das Beiras
Braga 25 de julho Orquestra do Norte
Miranda do Douro 26 de julho Orquestra do Norte
Leiria 26 de julho Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Orquestra Clássica do Sul
Orquestra Filarmonia das Beiras
Orquestra do Norte
Santarém 28 de junho Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Beja 11 de julho Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Elvas 12 de julho Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Faro 12 de julho Orquestra Clássica do Sul
Viseu 19 de julho Orquestra Filarmonia das Beiras
Braga 25 de julho Orquestra do Norte
Miranda do Douro 26 de julho Orquestra do Norte
Leiria 26 de julho Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Concerto na Catedral de Santarém, Beja, Elvas e Leiria
Solistas do Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Soprano: Raquel Alão
Meio-Soprano: Ana Ferro
Tenor: João Queiroz
Barítono: Carlos Pedro Santos
Baixo: Nuno Dias
Piano: Kodo Yamagishi
Direção musical: Giovanni Andreoli
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
Giuseppe Verdi (1813-1901), Nabucco
Giuseppe Verdi (1813-1901), I Lombardi alla prima crociata
Giuseppe Verdi (1813-1901), Forza del Destino
Pietro Mascagni (1863-1945), Cavalleria Rusticana
Pietro Mascagni (1863-1945), Iris
Alfredo Keil (1850-1907), Dona Branca
Gioachino Rossini (1792-1868), Mosè in Egitto
Giacomo Puccini (1858-1924), Tosca
O Coro do Teatro Nacional de São Carlos, um dos pilares artísticos da única instituição que no nosso país se dedica há mais de dois séculos ao género lírico, propõe-nos uma deambulação pela ópera romântica italiana, sublinhando o facto de a religiosidade ter assumido na mesma uma particular importância.
A viagem vai iniciar-se com o compositor que deixou na força expressiva dos coros algumas das páginas mais veementes da sua obra - Giuseppe Verdi, de quem começaremos por ouvir o universalmente amado e sempre atual Va pensiero, canto de dor de gentes oprimidas e afastadas à força da terra natal. Depois de outros coros verdianos, segue-se música de alguns outros compositores maiores italianos de ópera do século XIX: Pietro Mascagni (com dois hinos ao divino - o Innegiamo, de Cavalleria Rusticana e o Hino Ao Sol, da menos conhecida ópera Iris); Gioachino Rossini (génio risonho que foi dos mais cantados em São Carlos, mas que ouviremos na sua vertente trágica); Giacomo Puccini (com o Te deum que encerra o I ato da sua ópera Tosca, que decorre em Sant’Andrea della Valle). Terminaremos, assim, numa das mais belas igrejas de Roma.
A ópera portuguesa está representada por aquele que será o mais popular título da sua história: A Serrana de Alfredo Keil, um singular tributo à ruralidade portuguesa.
Concerto na Catedral de Faro
Soprano: Bárbara Barradas
Direção musical: Rui Pinheiro
Orquestra Clássica do Sul
Franz Joseph Haydn (1732-1809), Die Schöpfung, Hob.XXI:2 (Prelúdio e Ária n.º 4)
Frederick Delius (1862-1934), On Hearing the First Cuckoo in Spring (Ária n.º 8)
Frederick Delius (1862-1934), Summer night on the river (Recitativo e Ária (n.º 14 e 15)
Franz Joseph Haydn (1732-1809), Sinfonia n.º 95 em Dó menor, Hob I:95
A Orquestra Clássica do Sul propõe um programa em que energicamente se saúda e louva a Natureza. Inicia-se o concerto com dois trechos da monumental oratória A Criação de Joseph Haydn, que em 1797 tentou descrever musicalmente o mito judaico-cristão da Criação do Mundo baseando-se em alguns Livros d’ABíblia e no poema O Paraíso Perdido de John Milton. Embalados pelo grande poeta do tempo de Cromwell partiremos para Inglaterra, de onde prosseguiremos com Two Pieces for Small Orchestra de Frederik Delius, obras que também cantam assumidamente a Natureza.
A primeira – On Hearing the First Cuckoo in Spring– foicomposta em 1912 e estreada em Leipzig no ano seguinte. É uma evocação do campo e dos sons que aí se pode ouvir. A segunda peça intitula-se, não menos significativamente, Summer Night on the River.
A terminar, de novo a música de Joseph Haydn, compositor que na década de 1790 efetuou duas viagens a Londres que resultaram em duas séries de seis sinfonias. Estas doze obras ficaram conhecidas como as «Sinfonias Londrinas». São peças essenciais do repertório orquestral de Haydn. Muitas delas têm sugestivos títulos («Surpresa»; «Milagre»; «Militar», «Relógio»; «Toque de Tambor»; «Londres»), mas a Sinfonia n.º 95 não apresenta título algum - é, aliás, a única das doze sinfonias em questão escrita numa tonalidade menor (Dó menor) e a única que não tem uma introdução lenta no primeiro andamento.
Joseph Haydn teve uma longa vida que se estendeu dos finais do Barroco aos inícios do Romantismo e foi um dos mais importantes compositores do período clássico. Talvez a sua mais importante conquista tenha sido a cristalização da «Forma-Sonata» - esta, na sua ânsia de perfeição formal, faz-nos sonhar numa Humanidade em harmonia com o Cosmos.
Concerto na Catedral de Viseu
Soprano: Isabel Alcobia
Contratenor: João Paulo Azevedo
Órgão: João Santos
Direção musical: António Vassalo Lourenço
Orquestra Filarmonia das Beiras
Johann Sebastian Bach (1685-1750)
Georg Friedrich Händel (1685-1759)
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
A Catedral ou Sé de Viseu, que começou a ganhar significado maior com a implantação da nacionalidade, sempre acolheu fraternalmente as diferentes correntes estéticas surgidas no decorrer da sua já tão longa viagem pelo tempo. O Barroco que foi, não esqueçamos, uma sensibilidade verdadeiramente europeia que transcendeu as mais vincadas divisões religiosas
que se opunham no continente, trouxe ao edifício importantes obras de talha, azulejaria e pintura, mantendo-o a par das correntes plásticas dominantes no século XVIII.
Assim, surge com naturalidade a música solene de dois dos maiores compositores barrocos alemães, homens que marcaram indelevelmente a linguagem e o sentir musical de parte da
Europa na primeira metade do século XVIII. Não será também estranho ouvir nesta Catedral, onde desde sempre se rezou a fé Apostólica Romana, estruturada pelo Concílio de Trento, obras musicais fundadas nas fés luterana ou anglicana. As monumentais Paixões e outras obras sacras de Bach (Magnificat, Oratória de Natal, Missa em Si menor, entre outras) ou as grandes oratórias bíblicas de Händel, com as suas estruturadas e grandiosas polifonias, o brilho dos seus metais e a sua intrínseca teatralidade sonora casam-se bem com esta arquitetura erguida ao Divino e que o mantém no centro de todas as convergências.
Com a música de Mozart saltaremos, a finalizar, para o estertor desse século XVIII. Apesar de obras como a Missa da Coroação, toda cheia de fulgor e majestade, há no compositor de Salzburgo um sentido humaníssimo do transcendente (não há retrato da morte como o do Requiem) e um sentimento tranquilo, quase infantil, do divino (ouça-se o Ave verum corpus).
Concerto na Catedral de Braga e de Miranda do Douro
Direção musical: José Ferreira Lobo
Orquestra do Norte
Richard Wagner (1813-1883), Siegfried-Idyll, WWV103
Ludwig van Beethoven (1770-1827), Sinfonia n.º 4 em Si Bemol Maior, op. 60
Idílio de Siegfried; ou a mais bela prenda de aniversário do mundo!
«Quando acordei ouvi um som que crescia continuamente; apercebi-me então que já não estava a sonhar, mas que estava a ouvir música, e que música! Quando esta terminou, Richard veio ter comigo com as cinco crianças e ofereceu-me a partitura da sua prenda sinfónica.» - palavras no Diário de Cosima Wagner, que recordam a prenda de aniversário que acabara de receber.
A composição tem um título bem mais arrevesado: «Idílio de Triebschen com canto de pássaros Fidi e nascer do sol alaranjado, prenda de aniversário sinfónica de Richard Wagner à sua Cosima». A obra foi composta em 1870 após o nascimento do último filho do casal, Siegfried Wagner (Fidi). A peça foi estreada nas escadas interiores da grande Villa de
Triebschen na manhã do dia 25 de dezembro de 1870, dia em que Cosima completava trinta e três anos. O poema sinfónicoteve, pois, uma génese extremamente íntima e familiar.
A Sinfonia n.° 4, em Si Bemol Maior, op. 60 de Beethoven foi escrita no verão de 1806 e está dedicada ao Conde Fransz von Oppersdorff, que a tinha encomendado ao compositor depois
de ter adorado ouvir a sua Sinfonia n.º 2. A obra foi estreada em março de 1807 dirigida pelo próprio Beethoven. Robert Schumann referir-se-ia à sinfonia como «uma esbelta donzela grega entre gigantes nórdicos». Foi escrita num tempo conturbado, ao contrário de Idílio de Siegfried.
Em Portugal, por exemplo, no final desse mesmo ano de 1807 a nossa corte iniciava a sua dramática partida para o Brasil. A Viena de Beethoven seria também em breve tomada por Napoleão e o Imperador pouco tempo depois casaria com uma Arquiduquesa austríaca.
TJLS recebe último espetáculo do ciclo “Os Iberzitos vão à música” no dia 19 de maio
A Iberomoldes e o Orfeão de Leiria| Conservatório de Artes (OLCA) vão dar a conhecer “O maravilhoso mundo das Bandas Sonoras” aos mais novos, numa viagem pelo mundo do cinema no último espetáculo do ciclo de concertos didáticos “Os Iberzitos vão à música”. Depois da Marinha Grande e de Pombal, é agora a vez de Leiria receber o último espetáculo da terceira edição deste ciclo de concertos, que subirá ao palco do Teatro José Lúcio da Silva, no dia 19 de maio, com sessões às 11h00 e às 15h00. O concerto é de entrada gratuita, mas sujeita ao levantamento de bilhete no TJLS, a partir do dia 13 de maio.
Tendo a história do cinema como “pano de fundo”, neste espetáculo serão apresentadas as mais belas bandas sonoras da sétima arte. Pela mão da Orquestra Sinfónica da Escola de Música do Orfeão de Leiria (EMOL), dirigida pelo maestro Mário Teixeira, avós, pais e netos irão embarcar numa verdadeira viagem no tempo, onde terão oportunidade de se deliciar com temas que marcaram gerações em películas repletas, de aventura, ação, suspense e magia. Através da música instrumental, pretende-se criar uma interação entre os músicos e o público, proporcionando um diálogo único entre os intervenientes.
Sociedade Artística Musical dos Pousos David Ferreira
14h45 SESSÃO DE ABERTURA
Gonçalo Lopes, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Leiria
Francisco Madelino, Presidente do Conselho de Administração da Fundação INATEL
15h15 VISIONAMENTO DE DOCUMENTÁRIO
“OBJETIVOS GLOBAIS DA ONU: INDÚSTRIA, INOVAÇÃO E INFRAESTRUTURA” Como a tecnologia e a inovação se interligam com os pilares do desenvolvimento sustentável. Vídeo produzido pelo Departamento de Informação Pública da ONU
15h20 Painel 1 “TRABALHAR O FUTURO”
INOVAÇÃO NA ECONOMIA PORTUGUESA António Bob Santos, membro do Conselho de Administração da Agência Nacional de Inovação SA
A INOVAÇÃO COMO CHAVE PARA COMPETIR COM O RESTO DO MUNDO Nuno Silva, Presidente do Conselho de Administração do CENTIMFE - Centro Tecnológico da Indústria de Moldes, Ferramentas Especiais e Plásticos
16h00 TESTEMUNHO DA HISTÓRIA
A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO OPERÁRIO E SINDICAL NO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL: Kalidás Barreto, uma vida dedicada aos trabalhadores
José Manuel Alho, Administrador da Fundação INATEL
16h20 Painel 2 “INOVAR PARA EVOLUIR”
Nuno Mangas, Presidente do Conselho Diretivo do IAPMEI –Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação e Rui Pedrosa, Presidente do IPLeiria -Politécnico de Leiria
MODERAÇÃO
António Poças, Presidente da Direção da NERLEI – Associação Empresarial da Região de Leiria
“PRÉMIO INATEL SUSTENTABILIDADE”
Entrega do “Prémio Inatel Sustentabilidade” a personalidades ou organizações de reconhecido mérito na temática.
17h30
Cocktail de Encerramento
Participação sujeita a confirmação,através dos contactos 210 027 142 ou inatel.social@inatel.pt
O disco disponível nas plataformas digitais será apresentado na FNAC Leiria com um Showcase, dia 3 de Março, a partir das 16:00h (LeiriaShopping). Está prometida muita animação e a distribuição de fruta pelos mais pequenos.
Concertos em Ansião, Alvaiázere, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos e Pedrogão Grande
Festival Música em Leiria ruma a norte do distrito
com “Os Músicos de Bremen” pelo WindDidaticQuintet
A nova confirmação do Festival Música em Leiria, o WindDidaticQuintet, vai rumar a norte do distrito de Leiria numa edição inédita do ciclo Concertos Didáticos, com cinco espetáculos de entrada gratuita em Ansião e Pedrógão Grande, no dia 29 de março, e em Alvaiázere, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos, no dia 5 de abril. Inspirado no conto “Os Músicos de Bremen”, dos irmãos Grimm, o grupo WindDidaticQuintet irá apresentar a sua versão da obra, contada por uma flauta transversal, um oboé, um clarinete, um fagote e uma trompa, num espetáculo narrado por Nádia Gomes, pela professora do Orfeão de Leiria – Conservatório de Artes (OLCA).
Embora seja especialmente direcionado a jovens em idade escolar, devido à sua forte componente didática e à valorização do papel das artes no desenvolvimento cognitivo, emocional e social, este ciclo de concertos está aberto à comunidade em geral. A iniciativa, integrada no Festival Música em Leiria 2019, pretende fomentar a criação de novos públicos, através da orientação de crianças e jovens na sua audição e educação musical em termos estéticos, consciencializando-os para a importância das artes e da música em particular na sociedade, explorando emoções e sensações com a apresentação de obras musicais de referência.
A 18 de janeiro estreia a temporada de 2019 com “a paixão pela música” brasileira
Concertos com História
viajam pelo Brasil, Angola e Moçambique
O ciclo “Concertos com História”, dinamizado pelo Orfeão de Leiria Conservatório de Artes (OLCA), no âmbito do projeto “Abraç’Artes – Interculturalidade”, propõe para 2019 viajar pela língua portuguesa e pelas sonoridades do Brasil, Angola e Moçambique. O primeiro concerto acontece já no dia 18 de janeiro, pelas 21h00, no Centro de Diálogo Intercultural de Leiria (CDIL), a antiga Igreja da Misericórdia, e é dedicado ao “Brasil. A paixão pela música – influências e identidades”.
«Depois de, em 2018, termos passado pelo leste da Europa, nos concertos de celebração da cultura russa e ucraniana, e de nos termos “feito ao mar” para descobrir as tradições culturais do povo chileno, vamos agora conhecer as do Brasil, Angola e Moçambique, numa perspetiva de confluência de culturas e de enriquecimento mútuo», explica Acácio de Sousa, presidente do OLCA.
Os alunos do OLCA e os seus pais são novamente os protagonistas desta homenagem à cultura do mundo, que terá momentos de música, dança e também de comentário histórico, e oportunidade para conhecer instrumentos e outros objetos típicos do Brasil.
Acácio de Sousa revela que «os “Concertos com História” querem, sobretudo, valorizar a diversidade cultural que existe na nossa cidade através da performance e da partilha cultural, em que são dados a conhecer aos leirienses as tradições dos países, que estão sobretudo presentes na música e na dança». Com estreia a 18 de janeiro, com o concerto dedicado ao Brasil, este ciclo continuará nos meses de fevereiro e março, com concertos dedicados a Angola e Moçambique, respetivamente.
O “Abraç'Artes – Interculturalidade”, integrado no programa “Incluir com Arte” do OLCA, tem como objetivo promover a cooperação e o convívio intercultural através da música e da dança entre alunos de diferentes nacionalidades, assim como o reconhecimento e valorização da diversidade cultural como fonte de oportunidade e aprendizagem para todos. Este projeto é financiado com o apoio do Alto Comissariado para as Migrações, I.P. (ACM), financiado pelo Fundo Asilo, Migração e Integração (FAMI).
Igreja do Convento da Portela acolhe concerto a partir das 16h00 do dia 16 de dezembro
Uma viagem única pelo período barroco, protagonizada pela Orquestra Sinfónica de Leiria, Coro de Câmara e Coro do Orfeão de Leiria, é o presente que o Orfeão de Leiria Conservatório de Artes (OLCA) irá oferecer à cidade no seu concerto de Natal, que terá lugar na Igreja do Convento da Portela (Franciscanos). O espetáculo, de entrada gratuita, está marcado para as 16h00 do próximo dia 16 de dezembro, e contará com um repertório inspirado nas mais célebres criações musicais dos séculos XVII e XVIII, de compositores como Georg F. Haendel e Alessandro Scarlatti, culminando no “Te Deum" de Marc-Antoine Charpentier.
As sopranos Daniela Matos e Lara Raínho, o contratenor David Hackston, o tenor André Lacerda e o baixo Miguel Maduro-Dias serão os guias desta viagem sob a batuta do maestro Nuno Almeida, que irá dirigir a formação barroca da Orquestra Sinfónica de Leiria. Com uma aura mágica, este espetáculo recupera a mística dos grandes concertos de Natal de música erudita, percorrendo o período barroco, na sua expressão musical inglesa e italiana, à qual se une o idioma francês num verdadeiro hino de ação de graças à quadra natalícia.