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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Ajuntamentos | Leiria | Hugo Sousa, Antonio Raminhos, Guilherme Duarte & Nilton

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4 humoristas num único espectáculo para toda a família menos as crianças, talvez. O stand-up comedy de volta aos palcos com as normas da DGS para a Dona Graça não dar tau-tau a ninguém. Um espectáculo para desconfinar e descontrair, onde António Raminhos, Guilherme Duarte, Hugo Sousa e Nilton prometem não contagiar ninguém a não ser com o riso.

38.º Festival Música em Leiria regressa em agosto e anuncia novas datas para quatro espetáculos

Programa do festival mais antigo do País foi reformulado para assegurar edição em 2020

 

 

 

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Depois de ter sido obrigado a suspender a realização da 38.ª edição do Festival Música em Leiria (FML) e a reformular todo o programa, devido à pandemia da COVID-19, o Orfeão de Leiria | Conservatório de Artes (OLCA) acaba de anunciar o regresso do festival com novas datas para quatro espetáculos. O primeiro realiza-se já no dia 23 de agosto, e será protagonizado pelo trio “Furum Fum Fum”, às 16h30, na marginal da Praia do Pedrogão, integrado na iniciativa Comboio de Artistas, promovida pela Câmara Municipal de Leiria que consiste num palco itinerante, que irá percorrer o concelho. 

 

Para os próximos meses, além do espetáculo de dia 23 de agosto a cargo do trio “Furum Fum Fum”, o Teatro José Lúcio da Silva acolhe os “The Primitals”, que apresentam a sua comédia musical “a capella” no dia 25 de setembro, o Eduardo Cardinho Quinteto Jazz, no dia 3 de outubro, e o grupo Ópera ISTO, com a ópera infantil “ A Rolha do Rei D’Aonde?” no dia 7 de outubro, direcionado às crianças das escolas de ensino básico do concelho de Leiria. A 38ª edição do FML, inicialmente prevista para decorrer entre 20 de março e 25 de abril, vai desenvolver-se durante o segundo semestre do ano e contará com espetáculos a realizar em 2021.  

 

 

Renato Albani em Portugal

Me Tornei Quem Eu Mais Temia
Renato Albani em Portugal 

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Renato Albani, o jovem brasileiro formado em engenharia que decidiu deixar tudo para se dedicar ao stand-up, apresenta agora a Portugal com a sua mais recente tour Me Tornei Quem Eu Mais Tema

A sensação capixaba que é um verdadeiro fenómeno na internet e nos palcos brasileiros, chegou para conquistar terras lusitanas, e vai passar por várias cidades do nosso país.
 
No seu terceiro show a solo, Renato Albani fala sobre tornar-se um adulto responsável, e fazer tudo o que sempre criticou, como tomar conta da casa, comprar coisas de crescidos e fazer as coisas que os seus pais faziam e ele próprio odiava. Ainda hoje em dia, tem algumas recaídas “infantis” e coloca-se em algumas situações das quais se arrepende e depois não sabe como sair. Retrata também situações de convívio com pessoas mais jovens e tudo o que se tem passado com o avanço da idade.
 
Não perca este espectáculo que promete, e com o qual, entre risos e gargalhadas, todos nos poderemos relacionar.

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Me Tornei Quem Eu Mais Temia
Renato Albani em Portugal 

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Renato Albani, o jovem brasileiro formado em engenharia que decidiu deixar tudo para se dedicar ao stand-up, apresenta agora a Portugal com a sua mais recente tour Me Tornei Quem Eu Mais Tema

A sensação capixaba que é um verdadeiro fenómeno na internet e nos palcos brasileiros, chegou para conquistar terras lusitanas, e vai passar por várias cidades do nosso país.
 
No seu terceiro show a solo, Renato Albani fala sobre tornar-se um adulto responsável, e fazer tudo o que sempre criticou, como tomar conta da casa, comprar coisas de crescidos e fazer as coisas que os seus pais faziam e ele próprio odiava. Ainda hoje em dia, tem algumas recaídas “infantis” e coloca-se em algumas situações das quais se arrepende e depois não sabe como sair. Retrata também situações de convívio com pessoas mais jovens e tudo o que se tem passado com o avanço da idade.
 
Não perca este espectáculo que promete, e com o qual, entre risos e gargalhadas, todos nos poderemos relacionar.

 

Concerto de Natal do Orfeão de Leiria traz Filarmonia das Beiras à igreja do Convento da Portela

 

Às 16h30 de sábado, dia 7 de dezembro, em Leiria

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O Concerto de Natal, tradicionalmente oferecido pelo Orfeão de Leiria | Conservatório de Artes (OLCA) à cidade durante a quadra festiva, conta este ano com a Orquestra Filarmonia das Beiras, que, sob a direção do maestro António Vassalo Lourenço, irá apresentar na igreja do Convento da Portela (Franciscanos) a “Missa da Glória”, de Giacomo Puccini, em conjunto com o Coro DeCa, da Universidade de Aveiro. O espetáculo de entrada gratuita está marcado para as 16h30 do próximo sábado, dia 7 de dezembro, e contará ainda com a participação do Coro de Iniciação e Coro de Câmara da Escola de Música do Orfeão de Leiria.

 

A primeira parte do espetáculo estará a cargo dos dois coros do Orfeão de Leiria, que irão interpretar várias obras de Natal, entre os quais se destacam temas como “Nasce cá dentro”, “Natal africano”, “Numa noite muito fria”, “O Natal de Peluche” ou “Baba Yetu”. Depois sobem então ao palco os tenores Ivo Magalhães e Salvador Ungaro, os barítonos Luís Freitas e Simão Nobre, e o baixo Eduardo Portugal, acompanhados pela Orquestra Filarmonia das Beiras, que serão os guias desta viagem até aos finais do século XIX, época à qual remonta a “Missa da Glória”, escrita em 1880 por Puccini.

 

Nesta “Missa da Glória” destaca-se a forma como o compositor combina a tradição secular da música sacra com o caráter tendencialmente operático de alguns números, uma prática comum na música sacra italiana do século XIX. Aos 22 anos de idade, Puccini escrevia, pela primeira vez, uma obra de grande dimensão, numa composição onde são já evidentes aspetos da sua capacidade e talento como melodista e orquestrador, que viriam a confirmar-se nas suas óperas.

 

 

HUGO SOUSA TEM NOVA TOUR

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Hugo Sousa está de volta aos palcos para mais uma tour pelo país! O comediante do norte apresenta o seu novo solo de stand-up comedy, "Fora Do Contexto".

Depois do sucesso da última tour, Maturado, Hugo Sousa regressa aos palcos com o seu humor de observação e muito storytelling. Segundo Hugo, toda a gente se depara com situações caricatas, mal-entendidos e embaraços, porque alguém está Fora do Contexto… Assim é esta tour, uma viagem por esses momentos. 

A tour tem início em Viseu a 3 de Outubro e arranca depois para Almada, dia 10, Porto a 16 de Outubro seguido de Coimbra, Braga e Lisboa a 29 de Outubro no Teatro Villaret. Em Novembro, “Fora Do Contexto”, vai passar pelo Estoril, Leiria, Guimarães, Aveiro e termina em Londres dia 17. 

O espectáculo está marcado para as 22h. Os bilhetes já estão à venda na Ticketline e custam entre 12 a 16 euros.

"Face to Face" do Orfeão de Leiria envolve jovens e seniores num espetáculo de dança e teatro

“Face to Face” do Orfeão de Leiria envolve jovens e seniores

num espetáculo de dança e teatro

 

Sexta-feira, dia 28 de junho às 21h30, no OLCA

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O projeto social “Face to Face”, dinamizado pelo Orfeão de Leiria | Conservatório de Artes (OLCA), vai levar ao palco jovens do Lar de Santa Isabel, de Leiria, e alunas do Conservatório Sénior do Orfeão de Leira (CSOL), através da peça “Histórias de arremedilhos e de histriões que não sabem arremedar”, da autoria de Mário Costa. O espetáculo, que reúne dança e teatro, será apresentado à comunidade em geral, a partir das 21h30, de sexta-feira, dia 28 de junho, no OLCA.

 

Acácio de Sousa, presidente do OLCA, explica que «o “Face to Face” é um projeto de caráter social integrado no programa “Incluir com Arte”, do Orfeão de Leiria, que tem como missão promover a inclusão social através das artes». O presidente da instituição considera que «este projeto é particularmente estimulante, pela valorização das aprendizagens e conhecimento mútuo, bem como desenvolvimento de relações sociais entre dois grupos de diferentes faixas etárias».

 

O projeto intergeracional “Face to Face” teve início em outubro de 2018 e ao longo de 14 meses conta com oficinas de teatro e dança, além da realização de um programa de formação, assente em ações de valorização, desenvolvimento pessoal e mentoria, individual e em grupo, entre as alunas do CSOL e as Jovens do Lar Santa Isabel de Leiria. O projeto é financiado pela Fundação Montepio, no âmbito do Programa FACES, e tem como parceiros a Câmara Municipal de Leiria, o Centro Social Paroquial Paulo VI – Lar Santa Isabel e o IPDJ de Leiria.

Música nas Catedrais, ciclo de concertos em 1ª edição no verão de 2019

 

Ciclo de Concertos, de 28 de junho a 26 de julho, às 21:30

 

 

A Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) e o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja promovem entre os dias 28 de junho e 26 de julho de 2019 o ciclo “Música nas Catedrais”, na sua primeira edição.

 

Esta iniciativa, que se enquadra no projeto nacional Rota das Catedrais, é coordenada pelo Teatro Nacional de São Carlos, que assegura diretamente alguns concertos através do Coro do Teatro Nacional de São Carlos, em colaboração com a Orquestra Clássica do Sul, a Orquestra Filarmonia das Beiras e a Orquestra do Norte. O Ciclo tem o apoio mecenático da Fundação Millennium bcp.

 

Os concertos, com início às 21:30, têm entrada livre, sujeita à capacidade do espaço.

O Programa detalhado segue em anexo.

 

Santarém 28 de junho   Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Beja 11 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Elvas 12 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Faro 12 de julho    Orquestra Clássica do Sul

Viseu 19 de julho    Orquestra Filarmonia das Beiras

Braga 25 de julho    Orquestra do Norte

Miranda do Douro 26 de julho    Orquestra do Norte

Leiria 26 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

 

 

Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Orquestra Clássica do Sul

Orquestra Filarmonia das Beiras

Orquestra do Norte

 

Santarém 28 de junho   Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Beja 11 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Elvas 12 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Faro 12 de julho    Orquestra Clássica do Sul

Viseu 19 de julho    Orquestra Filarmonia das Beiras

Braga 25 de julho    Orquestra do Norte

Miranda do Douro 26 de julho    Orquestra do Norte

Leiria 26 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

 

Concerto na Catedral de Santarém, Beja, Elvas e Leiria

 

Solistas do Coro do Teatro Nacional de São Carlos

 

Soprano: Raquel Alão 

Meio-Soprano: Ana Ferro 

Tenor: João Queiroz 

Barítono: Carlos Pedro Santos 

Baixo: Nuno Dias 

 

 

 

 

Piano: Kodo Yamagishi

Direção musical: Giovanni Andreoli

Coro do Teatro Nacional de São Carlos

 

Giuseppe Verdi (1813-1901), Nabucco

Giuseppe Verdi (1813-1901), I Lombardi alla prima crociata

Giuseppe Verdi (1813-1901), Forza del Destino

Pietro Mascagni (1863-1945), Cavalleria Rusticana 

Pietro Mascagni (1863-1945), Iris

Alfredo Keil (1850-1907), Dona Branca

Gioachino Rossini (1792-1868), Mosè in Egitto

Giacomo Puccini (1858-1924), Tosca

 

 

O Coro do Teatro Nacional de São Carlos, um dos pilares artísticos da única instituição que no nosso país se dedica há mais de dois séculos ao género lírico, propõe-nos uma deambulação  pela ópera romântica italiana, sublinhando o facto de a religiosidade ter assumido na mesma uma particular importância.

 

A viagem vai iniciar-se com o compositor que deixou na força expressiva dos coros algumas das páginas mais veementes da sua obra - Giuseppe Verdi, de quem começaremos por ouvir o universalmente amado e sempre atual Va pensiero, canto de dor de gentes oprimidas e afastadas à força da terra natal. Depois de outros coros verdianos, segue-se música de alguns outros compositores maiores italianos de ópera do século XIX: Pietro Mascagni (com dois hinos ao divino - o Innegiamo, de Cavalleria Rusticana e o Hino Ao Sol, da menos conhecida ópera Iris); Gioachino Rossini (génio risonho que foi dos mais cantados em São Carlos, mas que ouviremos na sua vertente trágica); Giacomo Puccini (com o Te deum que encerra o I ato da sua ópera Tosca, que decorre em Sant’Andrea della Valle). Terminaremos, assim, numa das mais belas igrejas de Roma.

 

A ópera portuguesa está representada por aquele que será o mais popular título da sua história: A Serrana de Alfredo Keil, um singular tributo à ruralidade portuguesa.

 

 

 

 

 

 

 

Concerto na Catedral de Faro

 

Soprano: Bárbara Barradas

 

Direção musical: Rui Pinheiro

Orquestra Clássica do Sul

 

Franz Joseph Haydn (1732-1809), Die Schöpfung, Hob.XXI:2 (Prelúdio e Ária n.º 4)

Frederick Delius (1862-1934), On Hearing the First Cuckoo in Spring (Ária n.º 8)

Frederick Delius (1862-1934), Summer night on the river (Recitativo e Ária (n.º 14 e 15)  

Franz Joseph Haydn (1732-1809), Sinfonia n.º 95 em Dó menor, Hob I:95

 

 

A Orquestra Clássica do Sul propõe um programa em que energicamente se saúda e louva a Natureza. Inicia-se o concerto com dois trechos da monumental oratória A Criação de Joseph Haydn, que em 1797 tentou descrever musicalmente o mito judaico-cristão da Criação do Mundo baseando-se em alguns Livros d’A Bíblia e no poema O Paraíso Perdido de John Milton. Embalados pelo grande poeta do tempo de Cromwell partiremos para Inglaterra, de onde prosseguiremos com Two Pieces for Small Orchestra de Frederik Delius, obras que  também cantam assumidamente a Natureza.

 

A primeira – On Hearing the First Cuckoo in Spring – foi composta em 1912 e estreada em Leipzig no ano seguinte. É uma evocação do campo e dos sons que aí se pode ouvir. A segunda peça intitula-se, não menos significativamente, Summer Night on the River.

 

A terminar, de novo a música de Joseph Haydn, compositor que na década de 1790 efetuou duas viagens a Londres que resultaram em duas séries de seis sinfonias. Estas doze obras ficaram conhecidas como as «Sinfonias Londrinas». São peças essenciais do repertório orquestral de Haydn. Muitas delas têm sugestivos títulos («Surpresa»; «Milagre»; «Militar», «Relógio»; «Toque de Tambor»; «Londres»), mas a Sinfonia n.º 95 não apresenta título algum - é, aliás, a única das doze sinfonias em questão escrita numa tonalidade menor (Dó menor) e a única que não tem uma introdução lenta no primeiro andamento.

 

Joseph Haydn teve uma longa vida que se estendeu dos finais do Barroco aos inícios do Romantismo e foi um dos mais importantes compositores do período clássico. Talvez a sua mais importante conquista tenha sido a cristalização da «Forma-Sonata»  - esta, na sua ânsia de perfeição formal, faz-nos sonhar numa Humanidade em harmonia com o Cosmos.

 

 

Concerto na Catedral de Viseu

 

Soprano: Isabel Alcobia

Contratenor: João Paulo Azevedo

Órgão: João Santos

 

Direção musical: António Vassalo Lourenço 

Orquestra Filarmonia das Beiras

 

 

Johann Sebastian Bach (1685-1750)

Georg Friedrich Händel (1685-1759)

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)

 

A Catedral ou Sé de Viseu, que começou a ganhar significado maior com a implantação da nacionalidade, sempre acolheu fraternalmente as diferentes correntes estéticas surgidas no decorrer da sua já tão longa viagem pelo tempo. O Barroco que foi, não esqueçamos, uma sensibilidade verdadeiramente europeia que transcendeu as mais vincadas divisões religiosas

que se opunham no continente, trouxe ao edifício importantes obras de talha, azulejaria e pintura, mantendo-o a par das correntes plásticas dominantes no século XVIII.

 

Assim, surge com naturalidade a música solene de dois dos maiores compositores barrocos alemães, homens que marcaram indelevelmente a linguagem e o sentir musical de parte da

Europa na primeira metade do século XVIII. Não será também estranho ouvir nesta Catedral, onde desde sempre se rezou a fé Apostólica Romana, estruturada pelo Concílio de Trento, obras musicais fundadas nas fés luterana ou anglicana. As monumentais Paixões e outras obras sacras de Bach (Magnificat, Oratória de Natal, Missa em Si menor, entre outras) ou as grandes oratórias bíblicas de Händel, com as suas estruturadas e grandiosas polifonias, o brilho dos seus metais e a sua intrínseca teatralidade sonora casam-se bem com esta arquitetura erguida ao Divino e que o mantém no centro de todas as convergências.

 

Com a música de Mozart saltaremos, a finalizar, para o estertor desse século XVIII. Apesar de obras como a Missa da Coroação, toda cheia de fulgor e majestade, há no compositor de Salzburgo um sentido humaníssimo do transcendente (não há retrato da morte como o do Requiem) e um sentimento tranquilo, quase infantil, do divino (ouça-se o Ave verum corpus).

 

 

 

Concerto na Catedral de Braga e de Miranda do Douro

 

Direção musical: José Ferreira Lobo

Orquestra do Norte

 

Richard Wagner (1813-1883), Siegfried-Idyll, WWV103

Ludwig van Beethoven (1770-1827), Sinfonia n.º 4 em Si Bemol Maior, op. 60

 

Idílio de Siegfried; ou a mais bela prenda de aniversário do mundo!

 «Quando acordei ouvi um som que crescia continuamente; apercebi-me então que já não estava a sonhar, mas que estava a ouvir música, e que música! Quando esta terminou, Richard veio ter comigo com as cinco crianças e ofereceu-me a partitura da sua prenda sinfónica.» - palavras no Diário de Cosima Wagner, que recordam a prenda de aniversário que acabara de receber.

 

A composição tem um título bem mais arrevesado: «Idílio de Triebschen com canto de pássaros Fidi e nascer do sol alaranjado, prenda de aniversário sinfónica de Richard Wagner à sua Cosima». A obra foi composta em 1870 após o nascimento do último filho do casal, Siegfried Wagner (Fidi).  A peça foi estreada nas escadas interiores da grande Villa de

Triebschen na manhã do dia 25 de dezembro de 1870, dia em que Cosima completava trinta e três anos. O poema sinfónico teve, pois, uma génese extremamente íntima e familiar.

 

A Sinfonia n.° 4, em Si Bemol Maior, op. 60 de Beethoven foi escrita no verão de 1806 e está dedicada ao Conde Fransz von Oppersdorff, que a tinha encomendado ao compositor depois

de ter adorado ouvir a sua Sinfonia n.º 2. A obra foi estreada em março de 1807 dirigida pelo próprio Beethoven. Robert Schumann referir-se-ia à sinfonia como «uma esbelta donzela grega entre gigantes nórdicos». Foi escrita num tempo conturbado, ao contrário de Idílio de Siegfried.

 

Em Portugal, por exemplo, no final desse mesmo ano de 1807 a nossa corte iniciava a sua dramática partida para o Brasil. A Viena de Beethoven seria também em breve tomada por Napoleão e o Imperador pouco tempo depois casaria com uma Arquiduquesa austríaca.

 

Iberomoldes e Orfeão de Leiria dão a conhecer "O maravilhoso mundo das Bandas Sonoras"

 

TJLS recebe último espetáculo do ciclo “Os Iberzitos vão à música” no dia 19 de maio

A Iberomoldes e o Orfeão de Leiria|  Conservatório de Artes (OLCA) vão dar a conhecer “O maravilhoso mundo das Bandas Sonoras” aos mais novos, numa viagem pelo mundo do cinema no último espetáculo do ciclo de concertos didáticos “Os Iberzitos vão à música”. Depois da Marinha Grande e de Pombal, é agora a vez de Leiria receber o último espetáculo da terceira edição deste ciclo de concertos, que subirá ao palco do Teatro José Lúcio da Silva, no dia 19 de maio, com sessões às 11h00 e às 15h00. O concerto é de entrada gratuita, mas sujeita ao levantamento de bilhete no TJLS, a partir do dia 13 de maio.

 

Tendo a história do cinema como “pano de fundo”, neste espetáculo serão apresentadas as mais belas bandas sonoras da sétima arte. Pela mão da Orquestra Sinfónica da Escola de Música do Orfeão de Leiria (EMOL), dirigida pelo maestro Mário Teixeira, avós, pais e netos irão embarcar numa verdadeira viagem no tempo, onde terão oportunidade de se deliciar com temas que marcaram gerações em películas repletas, de aventura, ação, suspense e magia. Através da música instrumental, pretende-se criar uma interação entre os músicos e o público, proporcionando um diálogo único entre os intervenientes.

 

“Desafio 2030 – “Indústria, Inovação e Infraestruturas” | 14 março em Leiria > Um painel de oradores de excelência para falar sobre um dos temas mais importantes da atualidade

 

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PROGRAMA DA CONFERÊNCIA

14h00

Receção de Público

14h30
APONTAMENTO MUSICAL

Sociedade Artística Musical dos Pousos
David Ferreira

14h45
SESSÃO DE ABERTURA

Gonçalo Lopes, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Leiria

Francisco Madelino, Presidente do Conselho de Administração da Fundação INATEL

15h15
VISIONAMENTO DE DOCUMENTÁRIO

“OBJETIVOS GLOBAIS DA ONU: INDÚSTRIA, INOVAÇÃO E INFRAESTRUTURA”
Como a tecnologia e a inovação se interligam com os pilares do desenvolvimento sustentável.
Vídeo produzido pelo Departamento de Informação Pública da ONU

15h20
Painel 1
“TRABALHAR O FUTURO”

INOVAÇÃO NA ECONOMIA PORTUGUESA
António Bob Santos,
membro do Conselho de Administração da Agência Nacional de Inovação SA

A INOVAÇÃO COMO CHAVE PARA COMPETIR COM O RESTO DO MUNDO
Nuno Silva, Presidente do Conselho de Administração do CENTIMFE - Centro Tecnológico da Indústria de Moldes, Ferramentas Especiais e Plásticos

16h00
TESTEMUNHO DA HISTÓRIA

A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO OPERÁRIO E SINDICAL NO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL: Kalidás Barreto, uma vida dedicada aos trabalhadores

José Manuel Alho, Administrador da Fundação INATEL

16h20
Painel 2
“INOVAR PARA EVOLUIR”

Nuno Mangas, Presidente do Conselho Diretivo do IAPMEI – Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação
e
Rui Pedrosa, Presidente do IPLeiria - Politécnico de Leiria

MODERAÇÃO

António Poças, Presidente da Direção da NERLEI – Associação Empresarial da Região de Leiria

PRÉMIO INATEL SUSTENTABILIDADE”

Entrega do “Prémio Inatel Sustentabilidade” a personalidades ou organizações de reconhecido mérito na temática.

17h30

Cocktail de Encerramento

Participação sujeita a confirmação,através dos contactos 210 027 142 ou inatel.social@inatel.pt