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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

CCB de Verão 🎷🎦.

ATÉ 15 SET 
INSTALAÇÃO
JARDINS DE PEDRA

O atelier Barbas Lopes chamou Jardins de Pedra à intervenção em cortiça que este ano transforma a praça do Centro Cultural de Belém no Verão. Jardins de Pedra é uma topografia inquieta, um projeto de chão que reconfigura os modos como habitamos o edifício e abre ao público lugares que ainda são desconhecidos. É nesta instalação que tem lugar o ciclo de cinema ao ar livre Os Meus Pais (ver mais informações em baixo).

Uma parceria com a Amorim Isolamentos.

 

19H00
DOMINGOS / JARDIM DAS OLIVEIRAS

Concertos


4 AGO Susana Travassos | Pássaro Palavra
11 AGO Bossa e Morna
18 AGO Alta Cena
25 AGO Maria Anadon Quarteto
1 SET Sebastião Antunes
8 SET Magano

ATÉ 29 SET
 PRAÇA CCB
Exposição REMEMBER de Luís Ramos 

O fotojornalista Luís Ramos mostra-nos vários retratos realizados ao longo de
2013, com pessoas que se manifestavam nas ruas de Lisboa contra as políticas de
austeridade social e económica. Imagens de cidadãos anónimos que materializam um
momento da vida de grande parte da nossa sociedade e do nosso país.

 

GARAGEM SUL / EXPOSIÇÕES DE ARQUITETURA
Os Ossos da Arquitetura
Curadoria: Mario Rinke
ATÉ 15 SET 10H  ÀS 18H / GARAGEM SUL

A exposição Os Ossos da Arquitetura explora a noção de estrutura e os mecanismos de sustentação de edifícios na prática de projeto de sete ateliers de arquitetura e engenharia. Ao visitar a exposição, para além de descobrir novas obras e projetos, é possível refletir sobre princípios, regras, estratégias e métodos de conceção estrutural. No próximo domingo, dia 4 de agosto, a entrada na exposição é gratuita. Aproveite esta oportunidade!

 

 

 

 

 

 

 

Pesadelo no MNAA com o MOTELX | Curtas Internacionais Anunciadas

Pela primeira vez, o Museu Nacional de Arte Antiga abre portas à meia-noite para receber o MOTELX

 

***

É à meia-noite e com uma descida aos infernos da colecção do Museu Nacional de Arte Antiga que tudo começa na 13.ª edição do MOTELX. Antes de tomar de assalto o Cinema São Jorge entre 10 e 15 de Setembro, o Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa arranca em modo Warm-Up a 5 de Setembro com uma visita nocturna inédita às obras mais desconcertantes do MNAA. Já é também conhecida a programação da secção de curtas internacionais do Festival.

***

31 desconhecidos encontram-se à meia-noite na penumbra de um vasto museu para explorar arte macabra. Podia ser o princípio de um filme de terror mas é mesmo o início da 13.ª edição do MOTELX, que em parceria com o Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA) oferece a 31 participantes uma experiência única na noite de 5 para 6 de Setembro.

Que demónios assombram as Tentações de Santo Antão de Bosch ou o Inferno que um mestre português desconhecido pintou no século XVI? Que forças regem Salomé com a Cabeça de São João Batista de Cranach? “Pesadelo no Museu” irá percorrer algumas das obras mais impactantes da coleção do MNAA à luz da sua relação com o imaginário do terror e do fantástico. Os interessados deverão inscrever-se através do email inscricoes@motelx.org a partir das 9h00 desta Sexta-feira, 2 de Agosto. A entrada é gratuita mas restrita a maiores de 18 e só para os primeiros 31 a responder (uma inscrição por email).

E se a noite é dos adultos, a parceria MOTELX/MNAA garante também um dia em cheio para os miúdos com “Criaturas à espreita”, uma visita-jogo ao Museu para 13 crianças com idades entre os 6 e os 12 anos (15 de Setembro, 11h30). Parte da programação Lobo Mau, esta é uma das actividades que integram a grande festa para os mais pequenos que o MOTELX está a preparar para a última manhã do Festival. A diversão estende-se ao Cinema São Jorge com o ateliê de figuras de luz “Maria Brinca à Sombra” e um peddy paper (sessões às 10h30 e 12h, 15 de Setembro). As marcações devem ser feitas também através do email inscricoes@motelx.org.

Curtas internacionais no MOTELX

Depois de a 16 de Julho terem sido reveladas as curtas em competição para o Prémio MOTELX – Melhor Curta de Terror Portuguesa 2019, destaque agora para a secção que apresenta as melhores curtas internacionais de terror de 2018 e 2019. São 24 propostas de países como Tailândia, Itália, Espanha, EUA, França, Reino Unido, Canadá ou Nova Zelândia, para ver antes das longas-metragens ou nas famosas “Curtas ao Almoço”.

Entre as curtas mais antecipadas estão “The Haunted Swordsman”, épico de animação com fantoches samurai do veterano dos efeitos especiais Kevin McTurk (VFX “Parque Jurássico”, “Hellboy”, “Stranger Things”), e “Aquarium”, thriller de Lorenzo Puntoni sobre um massacre numa piscina pública que já foi visto em mais de 40 festivais. A causar sensação no circuito internacional tem estado também T.J. Yoshizaki com “Hot Dog”, história experimental sobre uma mulher-polícia de Los Angeles que tem um confronto fatal com um vendedor de cachorros-quentes.

A secção apresenta ainda fora de competição três curtas de realizadores portugueses, servindo artistas psicopatas em “Dessert” (Martim David Gomes), rituais de passagem em “Nojo” (Pedro Mira) e vampiros haitianos em “Look No Further” (André Marques). Outros destaques incluem “The Desecrated”, do criador da série “Ghost Whisperer” (John Gray); “The Procedure 2”, sequela da curta sensação do MOTELX 2016; o surrealismo sci-fi de “Your Last Day on Earth” (Marc Martínez Jordan); e as comédias negras “O.I.” (N’cee van Heerden) e “Possessions” (Zeke Farrow), falso documentário sobre um homem que decide vender todos os seus pertences, incluindo um pedaço do muro de Berlim que está amaldiçoado.

Os horários das sessões serão anunciados na segunda quinzena de Agosto, juntamente com a programação completa do Festival. De recordar que entre as novidades já anunciadas para esta edição está a presença do realizador de “Hereditário” e “Midsommar”, Ari Aster, e sessões especiais para comemorar os 40 anos de “Alien” e a primeira Sexta-feira 13 em 13 anos de MOTELX. O Warm-Up do Festival decorre entre os dias 5 e 7 de Setemb

Julho e Agosto no Museu de Lisboa

 

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Palácio Pimenta

Convivência(s). Lisboa Plural. 1147-1910
24 Mai 2019 a 22 Dez 2019
Exposição temporária
 

Exposição que revela o papel das minorias religiosas e dos residentes estrangeiros na construção da imagem de Lisboa, entre a Idade Média e a 1.ª República.

Dessa imensa população que habitou Lisboa, recebendo o rótulo histórico de minoritária, chegaram até hoje impressivos e surpreendentes testemunhos, que sublinham o carácter plural de uma cidade que se fez de rejeição, de segregação e de expulsão, mas também de tolerância, de miscigenação e de integração.

A exposição mostra-nos provas dessa Lisboa multicultural, feita por muçulmanos, cristãos e judeus, mas também por espanhóis, franceses, ingleses, italianos, flamengos, alemães e galegos e pelos africanos da era da escravatura; é mesmo possível falar numa Lisboa africana, paulatinamente mestiça, que caracterizou a cidade, entre os séculos XV e XIX.

 

Das grandes construções à vivência quotidiana, dos ofícios especializados à definição de bairros, da promoção de obras de arte à atividade livreira, da ocupação e da guerra, ao comércio e à paz cemiterial, não houve praticamente dimensão da existência de Lisboa da qual as comunidades religiosas minoritárias e estrangeiras residentes estivessem ausentes.

Comissários: Paulo  Almeida Fernandes e Ana Paula Antunes

Inauguração: 23 mai 2019, 18h30 (entrada livre, sujeita à lotação)

24 mai - 22 dez 2019, terça-domingo, 10h00-18h00

VISITAS ORIENTADAS

25 mai, sáb, 15h00 | Por Paulo Almeida Fernandes e Ana Paula Antunes, comissários da exposição

Inscrição obrigatória (até 24 maio, 14h00): info@museudelisboa.pt 

28 jun, sex, 15h30 Inscrição obrigatória (até 27 jun, 14h00):servicoeducativo@museudelisboa.pt 

VISITA-OFICINA PARA FAMÍLIAS

23 jun, dom, 11h30 Inscrição obrigatória (até 21 jun, 14h00):servicoeducativo@museudelisboa.pt 

Próximas atividades no CCB

 

GARAGEM SUL / EXPOSIÇÕES DE ARQUITETURA
Os Ossos da Arquitetura
Curadoria: Mario Rinke
ATÉ 15 SET 19H /  ENTRADA LIVRE NO PRIMEIRO DOMINGO DE CADA MÊS

Abre hoje ao público Os Ossos da Arquitetura, nova exposição da Garagem Sul, que põe a arquitetura a nu. Patente até 15 de setembro.

Como é que os edifícios se aguentam em pé? E como é que os arquitetos e engenheiros europeus pensam a construção do espaço em que habitamos? Venha descobrir a exposição Os Ossos da Arquitetura, onde se mostram obras de 6a architects, Alejandro Bernabeu, Brandlhuber+, Bruther, ingegneri pedrazzini guidotti, Johansen Skovsted Arkitekter e Rui Furtado.

 

Visitas à exposição e à cidade - AQUI

 

MÚSICA
Festival Coros de Verão

 

21 A 24 JUN 
GRANDE AUDITÓRIO E
CAMINHO PEDONAL


Nesta 8.ª edição do Festival Coros de Verão apresentam-se coros de seis países: Portugal, Eslovénia, Espanha, Irlanda, Croácia e Alemanha. No Concerto de Abertura, dia 21, às 21h, no Grande Auditório, será estreada a obra Linhagem, de Eurico Carrapatoso, num concerto comemorativo dos 500 anos da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães.

 

 

Janis Dellarte | Exposição "Nós Enredamentos, Entrecidos Despojos"

JANIS DELLARTE


 Nós Enredamentos, Entrecidos Despojos

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© Ana Paganini

 

Inauguração: 6 de junho, 18h30
Exposição de 7 junho a 31 agosto de 2019 | todos os dias, das 9h às 20h.  
Jardim Botânico da Universidade de Lisboa | Museu Nacional de História Natural e da Ciência
Rua da Escola Politécnica, 56-58, Lisboa
 
No próximo dia 6 de junho, às 18:30h, inaugura a exposição “Nós Enredamentos, Entrecidos Despojos ” de Janis Dellarte, no Jardim Botânico da Universidade de Lisboa.
Esta exposição, composta por um conjunto de 6 instalações organicamente enredadas com o ecossistema do Jardim Botânico, materializa a resposta da artista, no momento histórico particular que vivemos, a navegar entre a (i)moralidade da poluição e a sua beleza plástica-simbólica, e o aparente paradoxo, talvez inescapável, de integrar essa poluição na sua prática artística.
Interpelada pelas grandes ilhas de lixo nos oceanos, Janis resgata os despejos marítimos que dão à costa no naufrágio permanente do consumo contemporâneo e da atividade piscatória - material físico e simbólico, usado entre as suas linhas, enredamentos, despojos de entretecidos e nós, para criar os seus seres híbridos, testemunho de conhecimentos ancestrais, de novas e velhas memórias, na esperança de poder contribuir para uma consciência individual, cada vez mais ativa, participativa e solidária.
A eleição do Jardim Botânico do Museu Nacional de História Natural e da Ciência para a sua exibição, pretende reforçar a primordial missão educativa deste espaço, usando-o como veículo de reflexão sobre a importância da preservação dos ecossistemas naturais e de sua vulnerabilidade às ações humanas. 

No evento de  inauguração Janis convida artistas – performers, bailarinos e músicos para realizar uma cerimónia/ neo-ritual/ peregrinação de apresentação das peças pelo Jardim Botânico.
 
Esta exposição é produzida pelo Museu Nacional de História Natural e da Ciência em parceria com a Ocupart.
 
Janis, Lisboa 1989, vive e trabalha em Lisboa. Cria híbridos escultóricos, peças têxteis performativas, objectos ritualisticos e instalações iterativas, através do croché, tricô, tradições têxteis em vias de extinção, o quase perdido feito-á-mão. Morou nove anos em Madrid onde estudou Belas Artes e sete em Londres onde fez um Art & Design Foundation na Chelsea College of Art. Licenciou-se em Textiles and Surface Design na Buckinghamshire New University, concluiu um curso de Joalharia Experimental na Central Saint Martins e tornou-se Mestre em Knitted Textiles (tricô) na Royal College of Art. No verão de 2014 voltou para Portugal, sua terra natal, onde tem vivido desde então. Em Lisboa, assistiu ao Workshop de Estratégias para o Intérprete Contemporâneo, por Vânia Rovisco, e o curso Livre de Performance Arte Portuguesa: Performers e Performances na Universidade Nova de Lisboa. Colabora com designers, músicos, bailarinos e performers, e faz parte de iniciativas artivistas como a Linha Vermelha e o Zero Waste Lab– por um futuro mais consciente e menos plásticos! Este ano mudou-se para o Litoral Alentejano onde se entregou a este projeto de resgate de plásticos da praia e criação das peças presentes nesta exposição.
Já expôs em Londres, Nova Iorque, Jalisco (México), Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto e Lisboa. Entre outras, destacam-se para as exposições no Palácio das Artes do Porto, no Museu da Eletricidade e no MUDE em Lisboa, na abertura da Z42 no Rio de Janeiro, The Java Projects en Nova Iorque, na MilMa e na Geddes Gallery em Londres.

ANA CATARINA FRAGOSO | "TODA A MATÉRIA..."

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© Ana Catarina Fragoso, "Toda a matéria orgânica flutuava. E ao tocar dispersava-se. Diluía-se na água" (detalhe), 2019 
 

 

Inauguração:  terça-feira, 17 setembro, 18h30
Exposição:  18 setembro a 8 outubro 2019 | Seg. a sáb. 14h30-19h
Livraria Sá da Costa – Galeria
Rua Serpa Pinto, nº19 , Lisboa
______________

No próximo dia 17 de setembro, às 18h30, inaugura “Toda a matéria...”, de Ana Catarina Fragoso, na Livraria Sá da Costa - Galeria.

“Toda a Matéria…” é uma instalação de pintura de Ana Catarina Fragoso. Com curadoria de Luísa Santos e de Ana Fabíola Maurício, a instalação desenha-se a partir de três obras inéditas realizadas sobre metal e papel, produzidas a partir de paisagens em geografias diversas para explorar a ideia de aproximação e de afastamento implícitos ao olhar uma paisagem.
 
A exposição está integrada na programação do Bairro das Artes - A Rentrée Cultural da Sétima Colina, no dia 19 de setembro, podendo ser visitada até às 22 horas, contando com a presença da artista.
 
Organizada pela Livraria Sá da Costa - Galeria em colaboração com a Ocupart, poderá ser visitada até 8 de outubro, de segunda a sábado, entre as 14h30 às 19 horas.
 

Ana Catarina Fragoso (Lisboa, 1984), vive e trabalha em Lisboa.
Licenciada em Artes Plásticas - Pintura (2008) e Estudos Arquitetónicos (2012).
Enquanto pintora, interessa-se sobretudo pela relação da pintura com o espaço – como os locais onde é exposta ou os lugares que poderá representar e presentificar. Da sua prática artística, destacam-se as exposições “A montanha que também era de ferro” (Nanogaleria, Lisboa, 2019), “Olhar Divergente” (Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Ilha de São Miguel, Açores, 2019), “SuperAmoled” (Colégio das Artes, Coimbra, 2018), “Rrevolução” (Colégio das Artes, Coimbra, 2017), “Casa-Pátio” (Espaço das Mercês, Lisboa, 2016), “Apreço” (Zaratan, Lisboa, 2015), “Fazer Falso” (Espaço AZ, Lisboa, 2015); e as residências artísticas em “Pico do Refúgio” (Ribeira Grande, Ilha de São Miguel, Açores, 2019) e “Budapeste Galéria” (Budapeste, Hungria, 2019; com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e Budapeste Galéria – Budapest History Museum). 

CCB de Verão, Entrada Livre

ATÉ 12 SET

19H30

QUARTAS-FEIRAS | Jardim das Oliveiras 
Blue Note Trio
SEXTAS-FEIRAS | Jardim das Oliveiras  
Habana Way Trio 

17H00

QUINTAS-FEIRAS |
Caminho Pedonal
 
15 AGO Mick Mengucci
22 AGO Trio Kilôko
29 AGO Barbara Wahnon & Diogo Caetano
12 SET - Mo Francesco e convidados

19H00

DOMINGOS |
Jardim das Oliveiras

18 AGO Alta Cena
25 AGO Maria Anadon Quarteto
1 SET Sebastião Antunes
8 SET Magano

ATÉ 7 SET

21H30

SÁBADOS |
Praça CCB

Ciclo de cinema: Os Meus Pais 

17 AGO My Father, The Genius (2002), de Lucia Small 

24 AGO Bambi (1942), de Walt Disney
31 AGO Paula Rego: Histórias e Segredos (2017), de Nick Willing
7 SET O País das Maravilhas (2014), de Alice Rohrwacher

 

GARAGEM SUL / EXPOSIÇÕES DE ARQUITETURA
Os Ossos da Arquitetura
Curadoria: Mario Rinke
ATÉ 15 SET 10H  ÀS 18H / GARAGEM SUL

A exposição Os Ossos da Arquitetura explora a noção de estrutura e os mecanismos de sustentação de edifícios na prática de projeto de sete ateliers de arquitetura e engenharia. Ao visitar a exposição, para além de descobrir novas obras e projetos, é possível refletir sobre princípios, regras, estratégias e métodos de conceção estrutural.

 

ATÉ 15 SET 
INSTALAÇÃO
JARDINS DE PEDRA

O atelier Barbas Lopes chamou Jardins de Pedra à intervenção em cortiça que este ano transforma a praça do Centro Cultural de Belém no Verão. Jardins de Pedra é uma topografia inquieta, um projeto de chão que reconfigura os modos como habitamos o edifício e abre ao público lugares que ainda são desconhecidos. É nesta instalação que tem lugar o ciclo de cinema ao ar livre Os Meus Pais. Uma parceria com a Amorim Isolamentos.

 


ATÉ 29 SET

 PRAÇA CCB
Exposição REMEMBER de Luís Ramos 

O fotojornalista Luís Ramos mostra-nos vários retratos realizados ao longo de
2013, com pessoas que se manifestavam nas ruas de Lisboa contra as políticas de
austeridade social e económica. Imagens de cidadãos anónimos que materializam um
momento da vida de grande parte da nossa sociedade e do nosso país.

 


ATÉ 2 SET


Reveja a série 2084, Imagine na RTP3.
Ciclo de entrevistas individuais, gravadas ao vivo no CCB, da autoria da Graça Castanheira.

ADRIAN CURRIE 16 AGO | 23H30
LEYLA ACAROGLU 18 AGO | 23H30
ADAM KAMPFF 20 AGO | 23H30
 PHILIPPE RODRIGUEZ 23 AGO | 23H30
GRAÇA FONSECA 26 AGO | 23H30
PAUL MASON 27 AGO | 22H50
NICK DUNN 30 AGO | 23H00
JOSÉ PEDRO SERRA 2 SET | 22H25

 

 

 

Filmes de Bollywood para ver no Museu do Oriente | Ciclo de cinema gratuito

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O Museu do Oriente dedica os domingos de Agosto ao cinema de Bollywood, com a exibição de quatro filmes representativos da indústria cinematográfica indiana contemporânea, nos dias 4, 11, 18 e 25, às 18h00. A entrada é gratuita.

 

“Jolly LLB” (2013), de Subhash Kapoor, dá início a este ciclo no dia 4 de Agosto. O filme tem como protagonista Jagdish Tyagi, conhecido como Jolly, um advogado a tentar fazer carreira, mas sem grande sucesso. Até que reabre um controverso caso de atropelamento e fuga, no qual irá defrontar o seu ídolo, Tejinder Rajpal, um destacado criminalista, expondo no processo a corrupção policial e judicial. “Jolly LLB” conquistou o prémio de Melhor Longa Metragem em Hindi, nos National Film Awards da Índia e, o actor Saurabh Shukla, no papel de Juiz Sunderlal Tripathi, arrecadou o prémio para Melhor Actor Secundário.

 

Segue-se, a 11 de Agosto, “Bhaag Milkha Bhaag” (2013) [Corre, Milkha, Corre], de Rakesh Omprakash Mehra. Este filme biográfico conta a história do "Sikh Voador" - Milkha Singh -, campeão mundial de corrida e participante nas Olimpíadas, que superou uma vida atribulada, marcada pela tragédia durante a partição da Índia, para se tornar um dos mais emblemáticos atletas indianos. Baseado na biografia "A Corrida da Minha Vida", de Milkha Singh e Sonia Sanwalka, esta longa-metragem arrecadou vários prémios, nomeadamente de Melhor Filme, Melhor Realizador e Melhor Actor (Frahan Akhtar) nos Filmfare Awards de 2014, Melhor Filme Popular no National Film Award e, Melhor Filme nos IIFA Awards.

 

“Prem Ratan Dhan Payo” (2015) [Encontrei um tesouro chamado Amor] é o filme em destaque no domingo, 18 de Agosto. Este típico romance de Bollywood, marcado por peripécias e desencontros, começa com uma tentativa de assassinato perpetrada pelo meio-irmão de Yuvraj Vijay Singh, o príncipe de Pritampur, mesmo antes da sua coroação, deixando-o em coma. O príncipe é então escondido pelos seus súbitos fiéis que, entrementes, encontram Prem Dilwale, que se assemelha muito ao príncipe, e a quem é pedido que tome o lugar deste até à sua recuperação. Mas, como tantas vezes acontece, o amor surge para perturbar até os planos mais bem traçados. Destaque para a prestação do actor Salman Khan, que se desdobra num papel duplo.

 

O ciclo Filmes de Bollywood termina a 25 de Agosto com “Stanley Ka Dabba” (2011) [A Lancheira do Stanley], de Amole Gupte. Stanley é o rapaz mais popular da 4ª classe. Os seus amigos querem-no constantemente por perto e partilham os seus almoços com ele de forma entusiástica, uma vez que não traz almoço de casa. O seu pior pesadelo é o professor de Hindi, o Sr. Verma, um glutão compulsivo que está sempre de olho nas lancheiras dos alunos. Um dia, por despeito, o Sr. Verma proíbe Stanley de entrar na escola a menos que traga a sua própria lancheira. É a partir deste incidente e do seu impacto em Stanely, nos seus amigos e professores, que se desenrola este filme comovedor e emocionante. A personagem de Stanley é desempenhada pelo filho do realizador, Partho Gupte, cuja interpretação lhe valeu o prémio de Melhor Actor no Schlingel International Film Festival, em Chemnitz, Alemanha.

 

Este ciclo de cinema é co-organizado pela Fundação Oriente e a Embaixada da Índia. Todos os filmes são legendados em português.

 

Filmes de Bollywood

Ciclo de Cinema

4, 11, 18 e 25 de Agosto

18h00

Entrada gratuita, mediante levantamento do bilhete no próprio dia

Filmes legendados em português

Classificação etária M/12 anos

Co-organização: Embaixada da Índia

 

Programa

 

4 Agosto

Jolly LLB

De Subhash Kapoor

2013 | Duração 2h10 m | Língua original Hindi

Elenco Arshad Warsi, Boman Irani, Amrita Rao, Saurabh Shukla | Música Original Krsna

Trailer:

 

11 Agosto

Bhaag Milkha Bhaag

[Corre, Milkha, Corre]

De Rakesh Omprakash Mehra

2013 |Duração 3h09 m | Língua original Hindi

Elenco Farhan Akhtr, Sonam Kapoor, Art Malik | Música Original Shankar-Ehsan-Loy

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=u71swQ4ksgI

 

18 Agosto

Prem Ratan Dhan Payo

[Encontrei um tesouro chamado Amor]

De Sooraj R. Barjatya

2015 |Duração 2h51m | Língua original Hindi

Elenco Salman Khan, Sonam Kapoor, Neil Nitin Mukesh, Anupam Kher | Música Original Himesh Reshammiya

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=Vd4iNPuRlx4

 

25 Agosto

Stanley ka dabba

[A Lancheira do Stanley]

De Amole Gupte

2011 | Duração 1h36 m | Língua original Hindi

Elenco Partho Gupte, Divya Dutta, Amol Gupte, Aman Verma | Música Original  Hitesh Sonik, Amol Gupte

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=Fj1JewyRE4c

 

RODRIGO GOMES - Entre as pedras há verde

 

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© Rodrigo Gomes, "White Noise", 2019
 

 

Inauguração:  quinta-feira, 12 setembro, 19h
Exposição:  13 setembro a 11 outubro 2019 | Seg. a sex. 11h-19h
Espaço Camões da Livraria Sá da Costa
Praça Luís de Camões, 22, 4º andar, Lisboa
_______

No próximo dia 12 de setembro, às 19 horas, inaugura a exposição “Entre as pedras há verde”, de Rodrigo Gomes, no Espaço Camões da Livraria Sá da Costa.

"Entre as pedras que edificam uma obra, existe o silêncio do verde que espera voltar ao mundo."


Nesta exposição Rodrigo Gomes apresenta uma série de esculturas fotoluminescentes criadas a partir de desperdícios que originam uma performance em torno da exploração do som, da matéria e da luz. 

Integrada na programação da 10ª edição do Bairro das Artes - A Rentrée Cultural da Sétima Colina, que decorre no dia 19 de setembro, o artista apresentará uma performance sonora e visual às 21 horas.

No dia 26 setembro, pelas 19 horas, decorrerá o lançamento do livro de artista “Hallo Excêntrico”.
 
A exposição poderá ser visitada até 11 de outubro, de segunda a sexta-feira, das 11 às 19 horas, ou noutro horário mediante marcação para geral@ocupart.pt.
 
Rodrigo Gomes (Faro, 1991), vive e trabalha em Lisboa.
Mestrado em Arte Multimédia na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, pós-graduação em Arte Sonora na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (2015-2016), Licenciatura em Arte Multimédia com especificação em Escultura na Universidade de Évora (2012-2015).
Em 2019 participou na 18ª Bienal de Media Art WRO 2019, em Wroclaw, Polónia. Realçam-se as suas exposições individuais “Mamografias por Satélite”, no The Room, Lisboa (2019) e “Como depositar imagens no banco”, na Appleton [BOX] (2018). Participou nas seguintes exposições coletivas: “Maker Art – The New Art Fest’18”, na Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa (2018); FUSO - Anual de vídeo arte, Lisboa (2018); no prémio SONAE Media Art, no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (2017); “Viga Goiva Maço”, na Galeria Quadrum (2017); Mostra (2017) e “Festival Múltiplo”, na Zaratan (2016). 
Co-fundou o Núcleo de Artes Visuais de Évora, na Escola de Artes da Universidade de Évora (2013) e co-criou a Galeria T10 (2014), na mesma instituição. Produziu concertos multimédia, tais como no Festival da Pedreira dos Sons, com a Orquestra Sinfónica da Universidade de Évora (2014) e no projeto coletivo de vjing videomapping de música eletrónica “Dejavú”, com Fábio de Carvalho (2014-2015). Participou na residência artística RésVés na aldeia de Alte (2016), “Utopia” nas Oficinas do Convento de Montemor-o-Novo (2015) e LUZ3 na Aldeia da Luz (2013). 
Em 2017 ganhou o “Prémio Sonae Media Art” e em 2018 o “Prémios Novos – Categoria Artes Plásticas”. Em 2019 é bolseiro à internacionalização artística pela Fundação Calouste Gulbenkian.
 
O seu trabalho encontra-se representado na coleção do MNAC-Museu do Chiado, na coleção Figueiredo Ribeiro e noutras coleções particulares.

Próximas atividades no CCB

GARAGEM SUL / EXPOSIÇÕES DE ARQUITETURA
Os Ossos da Arquitetura
Curadoria: Mario Rinke
ATÉ 15 SET 10H  ÀS 18H / GARAGEM SUL

A exposição Os Ossos da Arquitetura explora a noção de estrutura e os mecanismos de sustentação de edifícios na prática de projeto de sete ateliers de arquitetura e engenharia. Ao visitar a exposição, para além de descobrir novas obras e projetos, é possível refletir sobre princípios, regras, estratégias e métodos de conceção estrutural.
Para acompanhar este programa, foi organizado um ciclo de visitas à exposição e à cidade, que vai permitir, na companhia de arquitetos, historiadores e engenheiros, construir um novo olhar sobre a realidade que nos envolve. Este sábado, a arquiteta Alice Clanet-Hallard vai-nos acompanhar numa visita à obra arquitetónica Gravidade em Suspenso, no Sommer Pavilion, em Cascais. A entrada é livre, mediante marcação prévia.

Visitas à exposição e à cidade
Alice Clanet-Hallard, arquiteta

Sábado, 20 de julho | 10h30
Sommer Pavilion, Cascais / Projeto Gravidade em Suspenso 
Entrada Livre
Marcação antecipada: garagemsul@ccb.pt / 213 612 614/5