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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Eternal Forest Exposição a solo por Evgenia Emets

Eternal Forest
 
Exposição a solo por Evgenia Emets
 
2 de junho – 2 de julho 2022
 

Universidade de Lisboa
 
MUNHAC-ULisboa, Museu Nacional de História Natural e da Ciência
 
Programa
 
Inauguração
 
2 de junho entre as 17.00 – 20.00
 
Eternal Forest Filme
 
7 de junho das 17.30h às 20h
 
Performance no Jardim Botânico de Lisboa
 
4, 10, 11, 17 de junho das 15h às 17h
 
Finissage & Apresentação do Livro
 
30 de junho das 17h às 20h
 
 
 
A exposição “Eternal Forest” no MUNHAC-ULisboa – Museu Nacional de História Natural e da Ciência e Jardim Botânico de Lisboa, da Universidade de Lisboa, apresenta obras do projeto “Eternal Forest” de 2018 e 2022, pela primeira vez exibida em conjunto em Portugal.
 
Evgenia é uma artista que trabalha para conciliar, curar e aprofundar a relação humana com a natureza através de obras visuais, filmes e intervenções ecológicas. Ela tem vindo a trabalhar no “Eternal Forest” desde que se mudou para Portugal, do Reino Unido em 2017. Depois de testemunhar as consequências dos incêndios, decidiu começar a trabalhar com florestas e comunidades para entender as raízes da questão da desflorestação em Portugal.
 
“Eu experienciei o desastre ambiental mais chocante que testemunhei na minha vida – as consequências dos devastadores incêndios florestais de 2017, com quilómetros e quilómetros de restos carbonizados de árvores que marcavam os estragos sofridos pela terra. Uma paisagem sobrenatural de devastação criada pelos incêndios que varreram as intermináveis plantações de eucaliptos que invadiram o interior português. Florestas queimadas, jardins e aldeias. Vidas humanas, vegetais e animais perdidas”.
 
Desde então, através de poesia, conto de histórias, trabalhos visuais e filmes, Evgenia tem vindo a trabalhar na consciencialização sobre os valores tangíveis e intangíveis das florestas naturais biodiversas. Deste trabalho surgiu uma visão para a criação de 1000 santuários de “Eternal Forest” em todo o mundo que através da arte apoiam e protegem a biodiversidade e conectam a floresta às comunidades locais.
 
 
A exibição “Eternal Forest” inclui o ciclo de obras “Eternal Forest” de 2018: filme “Eternal Forest”, série de obras visuais e livro de artista, os ciclos de obras de 2019: “Eternal Forest Manifesto Scroll”, filme “Eternal Forest Manifesto” o livro da artista. Evgenia irá criar uma nova instalação e uma performance artística site-specific como resultado da sua pesquisa no Jardim Botânico de Lisboa sobre histórias de sementes e árvores, inspirados pelas histórias das árvores e os usos nas culturas indígenas.
A exibição terá lugar no Laboratório de Química Analítica. Um catálogo da exposição com novas obras será publicado e apresentado na finnisage no dia 30 de junho.
 
Para se inscrever para as performances e exibição dos filmes, envie um e-mail para geral@museus.ulisboa.pt
 
Exposição aberta de terça a domingo, das 10.00 às 17.00
 
 

Encontro da Canção de Protesto de 2022: Sessão de cinema documental Não Apaguem os Nossos Rastos! — Dominique Grange, Uma Cantora de Protesto, de Pedro Fidalgo

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Encontro da Canção de Protesto de 2022: Sessão de cinema documental Não Apaguem os Nossos Rastos! — Dominique Grange, Uma Cantora de Protesto, de Pedro Fidalgo

Entre os dias 16 e 18 de setembro de 2022 irá realizar-se em Grândola, no âmbito da atividade do Observatório da Canção de Protesto*, uma nova edição do Encontro da Canção de Protesto**.

De entre as iniciativas previstas, destacam-se desde já a apresentação da peça de cinema documental da autoria de Pedro Fidalgo designada N'Effacez Pas Nos Traces ! — Dominique Grange, Une Chanteuse Engagée (Não Apaguem os Nossos Rastos! — Dominique Grange, Uma Cantora de Protesto), dedicada à cantora, voz do maio de 68, activista, escritora e guionista de banda desenhada, Dominique Grange, a realização de uma sessão testemunhal em que irão participar Pedro Fidalgo, Dominique Grange e o ilustrador Jacques Tardi, e a participação de Dominique Grange na sessão de canto livre que o Observatório da Canção de Protesto produz anualmente.  

O documentário supramencionado será estreado em Portugal em 12 de maio de 2022, no Cinema City Alvalade***, e terá, nesse e nos dias que sucedem, sessões de testemunho associadas. Numa dessas sessões, em 13 de maio, irão participar elementos em representação do Observatório da Canção de Protesto.

*
O Observatório da Canção de Protesto (OCP) é um organismo resultante da parceria entre o Município de Grândola, entidade promotora, a Associação José Afonso, a Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, e os institutos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM), Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos em Música e Dança (INET-md), e Instituto de História Contemporânea (IHC). Os seus objectivos são o estudo, a salvaguarda e a divulgação do património musical tangível e intangível da canção de protesto produzido durante os séculos XX e XXI, através da realização de iniciativas culturais diversas.

 

Para saber mais sobre esta iniciativa, consultem-se os seguintes sítios em rede:

- 2019 (https://www.rtp.pt/antena1/concertos/encontro-da-cancao-de-protesto_10904)

- 2020 (https://www.rtp.pt/antena1/concertos/encontro-da-cancao-de-protesto_11263 )

- 2021 (https://www.rtp.pt/antena1/concertos/encontro-da-cancao-de-protesto-de-2021-_11502 )

 

***

Texto produzido pelo realizador:

Estreia a 12 de Maio no Cinema City Alvalade o novo filme do realizador português Pedro Fidalgo intitulado N'EFFACEZ PAS NOS TRACES ! Dominique Grange, uma cantora de protesto.

O realizador continua a filmar a História através da canção de protesto, no seguimento do filme Mudar de Vida, José Mário Branco, vida e obra(2014), co-realizado com Nelson Guerreiro. O realizador escolheu desta vez Dominique Grange, também ela cantora de intervenção, porque as suas canções transportam os rastos do Maio de 68 até aos nossos dias. O filme conta com a participação do consagrado desenhador de banda desenhada Tardi que ilustra e dá voz ao filme..

NÃO APAGUEM OS NOSSOS RASTOS! (em português) debruça-se também sobre as recentes lutas em França. O filme insere-se na atualidade, pois Dominique Grange define o seu trabalho como um «compromisso perpétuo». O slogan de 1968 « Isto é só o início, continuemos a luta! » repercute tanto nela como em nós. Foi neste estado de espírito que Pedro Fidalgo filmou e acompanhou o movimento social em França dos últimos anos. Estes arquivos do presente entrecruzam-se e misturam-se com imagens e canções de Dominique Grange, mas também com desenhos de Tardi. O filme realça as lutas do passado e recheia-as com o real do presente.

Um filme para ver e ouvir num espírito libertário. N'EFFACEZ PAS NOS TRACES ! é uma obra militante ao mesmo tempo um documentário cinematográfico filmado e produzido através de 'crowdfunding', com uma das pessoas a contribuir para este filme a ser Jean-Luc Godard. Haverá sessões comentadas em presença do realizador e convidados surpresa nos dias 12, 13 e 14.

 

MAIO MADURO MAIO EM LISBOA

Dia 11 de Maio - 18H30 - Quarta-feira - Núcleo da AJA de Lisboa

MUDAR DE VIDA, José Mário Branco, vida e obra

em presença dos realizadores Nelson Guerreiro e Pedro Fidalgo

 

Estreia - Dia 12 de Maio - 19H00 - Quinta-feira - Cinema City Alvalade

N'EFFACEZ PAS NOS TRACES, Dominique Grange, uma cantora de protesto

Debate: Filmar a canção de protesto

Sessão comentada em presença do realizador Pedro Fidalgo e de Nelson Guerreiro, co-realizador de Mudar de Vida, José Mário Branco, vida e obra

 

Dia 13 de Maio - 19H00 - Sexta-feira - Cinema City Alvalade

N'EFFACEZ PAS NOS TRACES, Dominique Grange, uma cantora de protesto

Debate : A influência do Maio de 68 na canção de protesto em Portugal

Sessão comentada em presença do realizador Pedro Fidalgo e de Hugo Castro e Ricardo Andrade, membros do Instituto de Etnomusicologia - Centro de Estudos em Música e Dança e do Observatório da Canção de Protesto.

 

Dia 14 - 18 de Maio - Cinema City Alvalade

N'EFFACEZ PAS NOS TRACES, Dominique Grange, uma cantora de protesto

Sessão diária.

E caso se mobilizem as massas...  a luta pode continuar mais dias!

Informações e contactos:

Núcleo AJA Lisboa - Associação José Afonso

Rua de São Bento, 170

1200-821 Lisboa

Tel: +351 21 131 82 90

ajalisboa.nucleo@gmail.com

Cinema City Alvalade

Av. De Roma, 100

1700-352 Lisboa

Contactos +351 214 221 030 | Ext. 4 // alvalade@cinemacity.pt

Lotação 4 Salas // 389 lugares

Trailer👇  - Legendado em português

https://www.youtube.com/watch?v=QUgzubyy5LY

 

Mais informações sobre o filme 👇

https://www.kinomargem.net/team-3

 

SOMERSBY OUT JAZZ REGRESSA PARA ANIMAR AS TARDES DE DOMINGO E, PELA PRIMEIRA VEZ, SERÁ OEIRAS O PALCO DA MÚSICA DE VERÃO

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Após 15 anos a dar música em locais icónicos da capital, o festival ruma, pela primeira vez, para a ensolarada cidade de Oeiras

 

O Somersby Out Jazz, o melhor festival de verão da cidade, que enche de música e boas vibrações as tardes de domingo, terá lugar entre maio e setembro e, desta vez, serão os jardins de Oeiras a garantir as tardes mais bem passadas da estação ao som do melhor jazz, soul, funk e hip-hop. Com o objetivo de convidar a desfrutar dos espaços verdes da cidade, a entrada é gratuita.

 

Pela primeira vez com nova paragem marcada, o Somersby Out Jazz terá lugar na cidade de Oeiras, mantendo a promessa de continuar a proporcionar momentos inesquecíveis, protagonizados por bandas nacionais, que a partir das 17h dão arranque à festa até ao pôr do sol. Assim, será no Parque dos Poetas – no coração da cidade de Oeiras – que o Somersby Out Jazz arranca já no dia 15 deste mês, percorrendo, até ao final do verão, outros jardins icónicos da cidade, de que são exemplo o Parque Urbano do Jamor, o Parque Urbano de Miraflores, o Jardim da Quinta Real de Caxias e os Jardins do Palácio Marquês de Pombal.

 

Mais uma vez com a Somersby como mainsponsor¸ o Somersby Out Jazz promete refrescar as tardes de verão. Esta 16ª edição conta ainda com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras e com a parceria da CP. Assim, dá-se continuidade à bonita história que nasceu em Lisboa, onde, durante 15 anos, o Somersby Out Jazz convidou as pessoas a conhecerem os locais icónicos da cidade, desde largos, miradouros, hotéis, museus, entre muitos outros.

 

Este ano o festival ruma a Oeiras, onde promete continuar a impulsionar a dinamização dos jardins e da vida ao ar livre, a apoiar artistas e músicos portugueses e, sobretudo, a proporcionar memórias felizes a quem por lá passa.

 

E trazia da floresta o silêncio que antecede a tormenta | Sebastião Castelo Lopes |

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Um conjunto de trabalhos sobre papel e sobre madeira povoam o espaço da galeria Monumental. Papel, carvão, tinta acrílica e madeira são os materiais em bruto sobre os quais se adivinha o tempo da construção deste conjunto de trabalhos. Disfarçadamente, armadilhas, jaulas, parecem habitar esta “floresta” da sala.

 

Uma armadilha armada é uma dor em potência, é um objecto de tal forma agressivo e violento, que nos sentimos feridos por ele só de o olhar. Antes de fazer deitar sangue, a armadilha já aleija a ver.

E a armadilha captura, força uma paragem, retira a liberdade. A armadilha está camuflada, aparenta ser inofensiva, atraiçoa. A armadilha pode não se ver, pode estar disfarçada. Se assim for, tudo tem a potencialidade de ser uma armadilha porque tudo pode ser uma armadilha disfarçada. Uma armadilha disfarçada de floresta, uma armadilha disfarçada de silêncio, e por aí em diante. Tudo tem a potencialidade de capturar, de retirar liberdade, de abrir ferida de sangue, de aleijar à vista.

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Mas, e se cair na armadilha não for pior do que estar fora dela? A personagem Morte, do livro As Intermitências da Morte, também acreditava que ficar no seu escritório era melhor do que ir ao mundo dos vivos, mas a verdade é que foi na casa de um violoncelista que se tornou de carne e osso. Só quando viu a partitura de Bach (suite número seis opus mil e doze em ré maior) é que ganhou peso. Talvez estejamos enganados, talvez entrar nas armadilhas nos dê peso, matéria. 

 

Façamos então como António Proaño, personagem de O Velho que Lia Romances de Amor (de onde foi retirado o título desta exposição) e percorramos estes trabalhos atentos a todos os sons, aos cheiros, à brisa, como se andássemos pela floresta de El Idílio.

Exposição Poster Mostra em Marvila - Inauguração a 2 de julho com Open Day e visita guiada

Paula Rego, Cecil Beaton, Carolina Deslandes, Hugo Van der Ding e Mário Cruz são alguns dos artistas participantes

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A partir do dia 2 de julho e durante dois meses, todos os caminhos vão dar a Marvila onde decorre a 7ª Edição do POSTER MOSTRA®, uma galeria a céu aberto que vai revelar posters de artistas tão diversos como a pintora Paula Rego (em parceria com o Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado), a cantora Carolina Deslandes, o cartoonista e humorista Hugo Van der Ding, a chef Filipa Gomes, a artista plástica Graça Paz, o pintor Cristiano Mangovo (Galeria Insofar), Li Alves da Poetry Slam, o fotógrafo Mário Cruz, o músico Noiserv e a fadista Sara Correia, entre outros, num conjunto de 20 artistas convidados.

Como é hábito em todas as edições desta iniciativa criada e desenvolvida pelo Departamento®, foi lançado o desafio a todas as pessoas a participar com a sua criatividade em duas Open Call distintas, o que este ano resultou numa participação record de 224 trabalhos. Aos artistas consagrados, juntam-se assim 17 nomes, 10 dos quais venceram a Open Call Poster (de tema livre), e 7 da Open Call Sandeman, para a qual se inspiraram nas referências históricas e gráficas da icónica marca de vinho do Porto.

Todos os artistas têm em comum expressar a sua criatividade através de um Poster, um meio de comunicação tão antigo como eficaz, que todos os anos é homenageado pela POSTER MOSTRA® e que integra na perfeição a rota cultural lisboeta.

 

Paula Rego (MNAAC)

 

POSTER MOSTRA® inaugura com festa e visita guiada

No dia 2 de julho a inauguração da exposição junta arte, música, cerveja artesanal, petiscos e a já habitual visita guiada pelas ruas que servem de tela à 7ª edição da Poster Mostra, que começa no Praça David Leandro da Silva (Largo do Poço do Bispo) e segue pela Rua do Açúcar, até à Rua Sandeman (Rua Capitão Leitão).

Mapa do percurso.

A programação deste dia inicia-se pelas 16h00 no Clube Oriental de Lisboa, onde será inaugurada a exposição dos posters de todos os participantes nas Open Call, POSTER e SANDEMAN. Às 17h dá-se início à visita guiada.

Neste dia, os convidados POSTER podem usufruir de uma cerveja grátis na Cerveja Lince (com entrega de uma senha que devem levantar junto da equipa POSTER) e de um concerto da Monday, na taproom Dois Corvos, a partir das 19h30.

Consulte aqui todo o programa.

 

Exposição imersiva inédita de Leonardo da Vinci chegou a Portugal

A experiência, que marca a 12ª edição de “A Arte Chegou ao Colombo”, está disponível até 7 de agosto. A entrada é gratuita.

Hoje, 21 de junho, “A Arte Chegou ao Colombo” inaugurou “Leonardo da Vinci — Experiência de Arte Imersiva”, uma exposição inédita sobre Leonardo da Vinci, um dos artistas mais importantes do Renascimento. Pela primeira vez em Portugal e num centro comercial, a exposição é gratuita e está aberta ao público até 7 de agosto. A 12ª edição do projeto de arte pública do Centro Colombo conta ainda com uma apresentação do Coro do Teatro Nacional de São Carlos e um mini ciclo de cinema com curadoria da Festa do Cinema Italiano.

 

A experiência de arte imersiva tem sessões a cada 15 minutos, numa sala com cerca de 150 metros quadrados, com cerca de  seis metros de altura e mais de 700m3, fazendo deste o maior volume já projetado na Praça Central, no Piso 0. A experiência deste museu temporário está dividida em seis partes, incluindo algumas das suas pinturas, intercaladas com uma visualização do artista através dos seus esboços e anotações sobre estudos de ciência, engenharia, arquitetura, entre outras áreas.

 

Os visitantes têm a oportunidade de contemplar as obras artísticas mais reconhecidas, bem como estudos científicos deste artista de renome mundial, numa verdadeira imersão de cores e sons, onde todos são convidados a mergulhar na obra de Leonardo da Vinci, que, em 2022, celebra o 570º aniversário de nascimento.

 

Talentos e genialidade de Da Vinci contada em seis capítulos

 

O arranque da exposição imersiva é feito com o “Homem Vitruviano”, um símbolo da Renascença e do próprio Da Vinci, seguindo-se um capítulo dedicado à pintura, com uma série de retratos femininos icónicos, como a “A Dama com Arminho”. Depois, são apresentados alguns dos estudos inovadores de máquinas militares concebidas por da Vinci, como “A catapulta” ou “A Arma de Cano Múltiplo”, e estudos hidráulicos, com esboços e notas sobre sistemas de circulação da água, culminando na obra-prima “A Virgem das Rochas”. A experiência prossegue com o caminho do artista enquanto arquiteto, com estudos geométricos e de igrejas planeadas centralmente, encimadas por grandes cúpulas e rodeadas por estátuas. Por último, podem ser contempladas as suas grandes obras-primas: “Santa Ana”, “Mona Lisa” e “A Última Ceia”.

 

Com edição e produção artística do Art Media Studio, esta experiência já esteve em seis países e estreou-se agora em Portugal e pela primeira vez num centro comercial em todo o mundo. O trabalho do Art Media Studio já foi adotado por alguns dos principais museus a nível mundial, como o Galleria Uffizi e a Galleria dell’ Accademia em Florença (Itália) ou o OCT Design Museum em Shenzhen (China), entre outros de renome.

 

O conceito e produção executiva ficou a cargo da State of the Art (SOTA), enquanto o projeto de arquitetura foi assinado pelo Diogo Aguiar Studio. “Leonardo da Vinci — Experiência de Arte Imersiva” conta ainda com a parceria institucional do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa.

 

Também há cinema e ópera na 12ª edição de“A Arte Chegou ao Colombo”

 

A agenda da 12ª edição de “A Arte Chegou ao Colombo” vai contemplar outros dois momentos culturais na Praça Central, entre eles um momento musical com repertório opertático italiano reconhecido do público pelas vozes do Coro do Teatro Nacional de São Carlos, assinalando o 229º aniversário do mesmo.

 

Entre julho e agosto, vai decorrer ainda um mini ciclo de cinema curado pela Festa do Cinema Italiano em parceria com a Risifilm, com a exibição de três filmes dedicados aos grandes maestros da arte italiana — Leonardo da Vinci, Michelangelo e Caravaggio.

 

As exposições promovidas pela “A Arte Chegou ao Colombo”, um projeto pioneiro do centro que nasceu da vontade de divulgar, promover e democratizar a interação com a arte de forma gratuita e acessível a todos, já foram visitadas por mais de 1 milhão de pessoas ao longo destes mais de 10 anos.

 

 

Sobre A Arte Chegou ao Colombo

Lançado em 2011, “A Arte Chegou ao Colombo” é um projeto pioneiro do Colombo que contribui para a divulgação e promoção de atividades culturais, aproximando os visitantes do centro das diversas manifestações artísticas e promovendo a sua participação, democratização e interação com a Arte de forma gratuita e acessível a todos. Pode consultar mais informação sobre o projeto em anexo. Mais informações em www.colombo.pt/artecolombo/.

 

VENCEDOR DE FOTOGRAFIA DO CONCURSO NOVOS TALENTOS FNAC 2022 REALIZA A SUA PRIMEIRA EXPOSIÇÃO INDIVIDUAL

 A exposição “Do teu ombro vejo o mundo”, da autoria de João Silva, será inaugurada dia 16 de junho e estará patente na galeria Narrativa até 1 de agosto com entrada gratuita

 

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Ao longo dos últimos anos, a FNAC tem vindo a promover todos os trabalhos vencedores do seu Concurso Novos Talentos (NTF), sendo que, nesta 20.ª edição, o projeto premiado na área de fotografia sai do palco e ganha vida sob a forma de exposição numa galeria de arte. O ensaio fotográfico “Do teu ombro vejo o mundo”, de João Silva, será inaugurado no próximo dia 16 de junho, às 18h30, na galeria Narrativa. A sessão contará com o artista vencedor, o júri dos NTF 2022 e curador da exposição, Mário Cruz, e ainda Inês Condeço, Diretora de Marketing e Comunicação da FNAC.

 

A exposição “Do teu ombro vejo o mundo” retrata a forma como Aliu Baio, invisual, vê as pessoas, os lugares e as ligações visuais que se encontram à sua volta, não deixando que a sua condição o limite. Aliu Baio nasceu em 1994, na Guiné-Bissau, e desde nascença que não tem visão num dos seus olhos. Quando tinha 4 anos, instalou-se uma guerra civil em Bissau, junto à zona onde este vivia, e Aliu teve um acidente enquanto fugia de carros militares que feriu o olho que o permitia ver, acabando por perder totalmente a visão de forma gradual.

 

Segundo Mário Cruz, júri dos NTF’s 2022, o projeto de João Silva é “um trabalho delicado e intimista, que não segue a visão tradicionalista do tema da cegueira”. Nem todos temos a possibilidade de ver o mundo tal como ele é, mas este projeto mostra a cegueira “não como uma limitação, mas sim uma celebração da vida”, acrescenta. Assim, “Do teu ombro vejo o mundo” é um projeto a quatro mãos, que junta as imagens de Aliu Baio, através de uma máquina descartável, e de João Silva.

 

João Silva é natural de Braga e começou em 2012 a desenvolver projetos pessoais direcionados para o fotojornalismo, de forma autodidata. Em 2014, mudou-se para Lisboa e, apesar de uma breve passagem pela Ar.cO, entrou para o Jornal Público como estagiário, onde ficou posteriormente como colaborador. Em 2015, é distinguido no Prémio Estação Imagem, na categoria Assuntos Contemporâneos, com o projeto “Pararelos”, sendo que os seus projetos têm sido publicados na imprensa nacional e internacional. Em 2022, decidiu participar no Concurso Novos Talentos FNAC, primando por uma visão mais autorial e irreverente. 

 

Os vencedores do Concurso Novos Talentos FNAC 2022 foram anunciados no passado dia 5 de junho, no FNAC Live, evento que teve lugar nos Jardins da Torre de Belém e contou com mais de 50 mil pessoas a celebrar a cultura num ambiente mágico.  Ao longo dos últimos vinte anos, este concurso tem fomentado o talento em Portugal e promovido artistas nacionais promissores nas áreas do Cinema, Escrita, Música, Fotografia, Ilustração e Videojogos.

 

Os NFT’s (non-fungible tokens) de todos os vencedores já estão disponíveis aqui, pelo que podes adquirir os teus e apoiar os jovens artistas, contribuindo para um mundo com mais acesso à cultura.

 

 

CCB | VEM – Videoarte em Movimento > 2 e 3 julho, às 22h00, no Caminho José Saramago. A entrada é livre

VEM – Videoarte em Movimento

Coapresentação Centro Cultural de Belém, DuplaCena

 

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CCB . 2 e 3 julho . sábado e domingo . 22h00 . Caminho José Saramago . entrada livre

O VEM — Videoarte em Movimento é uma experiência itinerante de fruição da criação visual portuguesa e internacional em ambientes de transição e passagem. O projeto consiste numa carrinha que conecta Madrid a Oeiras e passa em julho pelo CCB, a exibir em diferentes cidades do caminho um programa composto por obras de videoartistas portugueses (com nomes como Nuno Lacerda, Rui Calçada Bastos, Welket Bungué, Raquel Schefer, Patrícia Almeida e João Cristóvão Leitão), além de um segundo programa internacional com obras de artistas como os italianos Ilaria Di Carlo e Økapi. Trata-se de uma curadoria de perspetiva histórica e com classificação livre, para que a sua assistência a céu aberto, numa noite de verão, seja acessível e do interesse de todos os públicos.

 

Lisbon Music Fest está de regresso 7 de Junho a 18 de julho de 2022 | entrada gratuita

Lisbon Music Fest está de regresso e estende-se pela primeira vez a palcos ibéricos!

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A orquestra norte-americana Barrington Youth Symphony Orchestra protagoniza o Concerto de Abertura da edição deste ano do Lisbon Music Fest, no próximo dia 7 de Junho, às 21h30, nas Ruínas do Carmo - Museu Arqueológico do Carmo.

Depois de dois anos de paragem forçada, devido à pandemia Covid-19, o Lisbon Music Fest regressa aos palcos nacionais e reforça o seu percurso de afirmação nacional e internacional, ao marcar pela primeira vez presença em Espanha.

Promovendo um espaço que permite a jovens músicos de todo o mundo interagir e partilhar diferentes culturas e experiências artísticas, o Lisbon Music Fest mantém a aposta na relação entre Música e Património, apresentando concertos (de entrada livre) em algumas das principais salas e monumentos das cidades de Lisboa, Batalha, Peniche, e ainda de Sevilha e Granada (Andaluzia, Espanha).

A programação da presente edição do Lisbon Music Fest integra o coro inglês Magdalen College School Chamber Choir (Oxford), ao qual se juntam as orquestras norte-americanas Barrington Youth Symphony Orchestra (Chicago) e DC Youth Symphony Orchestra (Washington), e uma representação portuguesa com o Dialecticae Piano Trio, recente vencedor do 1.º Prémio na categoria de Música de Câmara (nível superior) do Concurso Prémio Jovens Músicos - RTP (edição 2021).

 

Tiago Neto, Diretor do Festival afirma que “após dois anos de paragem forçada, regressamos ainda com mais empenho e entusiasmo. Queremos consolidar-nos como um Festival inovador e de referência, mantendo a aposta na descentralização e na harmoniosa simbiose entre Música e Património”. Tiago Neto acrescenta ainda que “este ano, estendemos o Lisbon Music Fest até Espanha (Andaluzia), continuando um percurso sólido de afirmação nacional e internacional, e promovendo uma plataforma que permite a jovens músicos de todo o mundo interagir e partilhar diferentes experiências artísticas e culturais”.

 

Programa Lisbon Music Fest

Mais informação em: https://lisbonmusicfest.com/pt/programa

Terça, 7 de junho | 21h30

 

Ruínas do Carmo – Museu Arqueológico do Carmo
Barrington Youth Symphony Orchestra
(Estados Unidos)

 
 
 
 

Quarta, 8 de junho | 21h30

 

Mosteiro da Batalha
Barrington Youth Symphony Orchestra

 
 
 
 

Sexta, 10 de junho | 20h

 

Palacio San Francisco, Sevilha
Barrington Youth Symphony Orchestra

 
 
 

Segunda, 27 de junho | 21h30

Ruínas do Carmo – Museu Arqueológico do Carmo
DC Youth Symphony Orchestra
(Estados Unidos)

 
 
 
 

Sábado, 2 de julho | 21h

 

Palacio CajaGranada
Granada
DC Youth Symphony Orchestra

 
 
 
 

Quinta, 14 de julho | 21h30

 

Sé Patriarcal de Lisboa
Magdalen College School Chamber Choir
(Inglaterra)

 
 
 
 

Sexta, 15 de julho | 21h30

 

Igreja de São Pedro (Peniche)
Magdalen College School Chamber Choir

 
 
 
 

Sábado, 16 de julho | 21h30

 

Mosteiro da Batalha
Magdalen College School Chamber Choir

 
 
 
 

Segunda, 18 de julho | 16h

 

Palácio Nacional da Ajuda
Dialecticae Piano Trio
(Portugal)

 
 
 

ENTRADA LIVRE
Sujeita à lotação dos espaços