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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Jovens Solistas da Metropolitana apresentam-se no Museu do Oriente

Entrada gratuita

 

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Os Jovens Solistas da Metropolitana sobem ao palco do Museu do Oriente, na quinta-feira 14 de Janeiro, às 19.00, com um programa ligeiro e divertido capaz de mostrar todo o virtuosismo das cordas, dos instrumentos de sopro e do piano. A entrada é gratuita.

 

Percorrendo composições de Debussy, Koechlin, Telleman e Crusell, entre outros, os alunos da Academia Nacional Superior de Orquestra demonstram por que esta é a mais premiada escola portuguesa nesta área. Desenvolvendo uma ponte pedagógica inédita entre a prática e o ensino musical, a ANSO é a única escola do país que forma maestros, instrumentistas de orquestra e pianistas vocacionados para música de câmara. Ao longo dos seus 25 anos tem vindo a mudar o panorama cultural em Portugal, com muitos dos seus alunos a ingressar nas mais exigentes instituições de ensino e formações internacionais.

 

O Museu do Oriente cumpre todos os requisitos de higiene e limpeza para prevenção e controlo da COVID-19, tendo recebido o Selo Clean & Safe para Museus, Palácios, Monumentos e Sítios Arqueológicos, atribuído pelo Turismo de Portugal em articulação com o Ministério da Cultura, às entidades que cumprem as recomendações da Direcção-Geral da Saúde.

 

Jovens Solistas da Metropolitana

14 de Janeiro, quinta-feira

19.00

Entrada gratuita

 

Programa

  1. P. Telemann |Concerto para 4 Violinos, TWV 40:202 (arra. para 4 flautas) (1)
  2. CrusellDivertimento para Oboé e Cordas, Op. 9 (2)

    C.-P. Taffanel | Quinteto de Sopros (3)

  1. ArnoldDivertimento para Flauta, Oboé e Clarinete, Op. 37 (4)
  2. Debussy2 andamento do Trio com Piano em Sol Maior (5)
  3. KoechlinQuatro Pequenas Peças para Piano, Violino e Trompa, Op. 32 (6)

 

(1) Ana Clara SousaGonçalo ReisCatarina SilvaHélio Santos (flautas)

(2) Pedro Capelão (oboé), Carolina Duarte (violino), Beatriz Tomás (violino), Ana Russo (viola), Beatriz Lousan (violoncelo)

(3) Beatriz Marques (flauta), Rodrigo Marques (oboé), Guilherme Duque (clarinete), Sara Maia (fagote), César Luís (trompa)

(4) Carolina Rosa (flauta), Guilherme Cruz (oboé), Joana Neves (clarinete)

(5) Bernardo Sousa (violino), Tiago Mirra (violoncelo), André Rodrigues (piano)

(6) Ana Ferreirinho (piano), Cristiana Herculano (violino), Helena Gabriela (trompa)

 

www.museudooriente.pt

Exposição Fluxos, de Roberto Santandreu, na SNBA a partir de 7 de janeiro de 2021

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A SNBA e o fotógrafo Roberto Santandreu apresentam a partir das 15h00 de 7 de janeiro, na Galeria de Arte Moderna a exposição Fluxos.

 

Com curadoria do pintor Jaime Silva, Roberto Santandreu apresenta 26 fotografias de grande dimensão (1410x910mm) impressas em papel Canson, dando a ver o invisível, real reduzido, sintetizado, em tampas de esgoto, no chão de várias cidades.

 

A exposição com entrada livre, estará aberta de segunda a sexta-feira, das 12h00 às 19h00 e aos sábados das 14h00 às 19h00. Encerra aos domingos e dias feriados e respeita as normas emitidas pela DGS e pelo Governo Português, nomeadamente quanto à lotação de espaços interiores e ao uso obrigatório de máscara.

METROPOLITANA | "Café com Mozart" nas manhãs de janeiro > 11H. Teatro Thalia

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Parte da reputação da tradição musical clássica constrói-se com base nos valores da transcendência estética e de uma doutrina humanista que a razão não alcança. Justifica-se, por isso, que os nomes dos compositores e os títulos das obras se sobreponham frequentemente à mais descontraída experiência de ouvir música no dia a dia, seja pelo simples prazer contemplativo ou por quaisquer motivações de circunstância. Não esquecemos, porém, que, por intermédio das gravações e dos novos formatos que a música ao vivo desbravou recentemente, esse imenso repertório dispensa com facilidade a reverência formal para preencher momentos improváveis das nossas rotinas.

Neste caso, propõe-se um curto ciclo de concertos que convida a despertar com música de câmara de Wolfgang Amadeus Mozart. São trios, quartetos e quintetos que, apesar de terem sido compostos há mais de duzentos anos, mantêm uma frescura que combina na perfeição com um bom café expresso bebido em frias manhãs de inverno.

Casa do Coreto Fevereiro 2021

Casa do Coreto

  1. Neves Costa, 45 Carnide 1600-532 Lisboa

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RESERVAS938018777 | 966046448  teatro@luacheia.pt

 

 

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JAZZYABABUM

7 e 21 Fevereiro

Domingos 10h00 e 11h30

Para todos  Música | Teatro

40’

(12€ duplo (ad + cr), 7€ adultos, 6€ crianças)

 

Um projeto para a primeira infância com uma grande componente musical, onde será desenvolvido um primeiro contato com a música JAZZ.

Os bebés, através do movimento, padrões rítmicos e melódicos, cor e texturas, serão guiados por estímulos improvisados de livre interpretação. O palco é a plateia e a plateia é o palco. Viver o Jazz é viver a liberdade, onde as crianças são pautas musicais de si mesmas. Por isso num “YA” sentem a magia de ser livre, num “BA” querem cantar os mundos e num “BUM” pintam o futuro num baloiço de cores vivas. Jazzyababum é um improviso com que se nasce e um batimento irregular do que é a vida. Improvisar o que somos é construir o que seremos.

 

Criação: Sandra José  Interpretação: Carolina Picoito Pinto  Música “YaBaBum”: Carolina Picoito Pinto  Design, Imagem: Hugo Merino Ferraz  Arranjos musicais: Pedro Güerne

 

 

BEBEETHOVEN

Teatro para bebés

14 e 28 Fevereiro

Domingos 10h00 e 11h30

P/todos  Teatro 

40’

(12€ duplo (ad + cr), 7€ adultos, 6€ crianças)

 

Se a alegria fosse um hino, teria o sorriso de um bebé. Se todas as horas de brincadeira fossem eternas, seriam fugas em compasso composto binário, cheias de stacattos e rondós de cores livres. Nesta música, que é a vida, podemos ser nós os maestros e, os silêncios que vivem em nós, terem o som dos pensamentos.

 

Beethoven nunca descuidou as emoções. Tratou-as com cuidado para que se tornassem livres. O desassossego de não ser capaz de ouvir as músicas que criava, numa ansiedade de génio que gritava através de melodias, deixou-nos uma marca intemporal da sua verdade. Com ele, a música transformou-se e transformar-nos-á se ouvirmos para além do som.

Os músicos utilizam todas as liberdades que podem. - L.V. Beethoven

 

Criação e Encenação Sandra José Interpretação  Carolina Picoito Pinto, Maria João Trindade e Sara Ferraz Design Gráfico Hugo Merino Ferraz  Apoio Cenografia Ricardo Trindade Co-Produção Lua Cheia teatro para todos e Sandra José

 

 

EMIGRATES

25 e 28 Fevereiro

Qui a Sáb 20h00

Domingo 17h00

M/12 Teatro

60’

 

O ser humano nunca deixará de ser nómada. Somos seres de idas e a vida está nos recantos, nas encostas, nos declives.
“Emigrantes” recorta uma viagem, várias narrativas de migração e uma ideia para a integração.
O espetáculo “Emigrantes” parte da obra gráfica “The Arrival” de S. Tan para contar histórias de migração e pensar os processos de adaptação e integração das comunidades migrantes.
Em cena dois corpos. Eles encontram-se pela primeira vez num local desconhecido, ora a um, ora a outro. Num jogo de infinitas interações do encontro, manifestam-se sentimentos que ocorrem quando alguém chega a um novo lugar: confusão, desnorte, perda de confiança, ansiedade e frustração.
“Emigrantes” é um projeto que convida a uma reflexão sobre a migração, partindo das questões da adaptação e integração das comunidades migrantes. É um processo de pesquisa sobre o contexto atual da migração, em particular, as estratégias e as ameaças dos processos da sua integração, feito a partir das referências e vivências das intérpretes enquanto imigrantes, e de um conjunto de entrevistas a migrantes apoiados pela Associação Lisbon Project, parceira estratégica deste projeto.

 

Novo espetáculo da estrutura Teatro Manga|Manga Theatre

 

Encenação/direção - Tiago de Faria Elenco - Giovanna Paiano, Valeria Pérez de León Banda sonora original - Eduardo Gama Apoio à cenografia - Miguel Amado e Teresa Negrão Desenho de luz - Paulo Neto e Tiago de Faria Produção - Ruana Carolina Corrêa Assistência de Produção - Catarina Godinho, Inês Lemos Gestão de Crowdfunding - Lu de Miranda, Georgiana Surugiu Assistência de Comunicação - Luís Sigorro, Patrícia Vala, Sofia Carromeu Internacionalização - Inês Legué

 

 

Reservas:

- email <a '="">teatro@luacheia.pt

- telefone  938018777 ou 966046448

 

Pagamento antecipado, até 24h do dia da apresentação:

MBWAY  938018777

ou

transferência NIB 0033.0000.00221450807.05

 

ATUAIS REGRAS DE FUNCIONAMENTO  DA CASA DO CORETO

Os lugares serão limitados e marcados a fim de garantir todas as medidas de segurança necessárias, pelo que a reserva deverá ser paga antecipadamente para garantir acesso ao espetáculo.

A entrada na Casa do Coreto obriga ao uso de máscara, higienização das mãos e distanciamento social

 

 

Em cena SÓ EU ESCAPEI – A partir de 6 Janeiro às 19H @ TEATRO ABERTO

O espectáculo Só Eu Escapei, de Caryl Churchill, com encenação de João Lourenço vai prolongar a sua carreira até dia 28 de Fevereiro de 2021! Em Janeiro, a partir de dia 6 às 19h, os espectadores podem assistir a esta peça onde encontramos quatro mulheres de mais de 70 anos no jardim da casa de uma delas a conversar. Conversam sobre o quotidiano, a família, os empregos que tiveram, as mudanças que foram ocorrendo no lugar onde vivem e, também, sobre os seus desejos e medos mais profundos. A placidez dos dias no jardim é entrecortada por visões apocalípticas do futuro do planeta e da humanidade. Como será a vida na terra, assolada pelo fogo, o degelo, a seca, a fome e os desvarios de uma evolução que perdeu de vista a dimensão humana, a preservação das espécies e a beleza da natureza?


Com um olhar atento aos pequenos momentos do dia-a-dia assim como às grandes questões da vida em sociedade, a conceituada autora britânica Caryl Churchill (de quem o Teatro Aberto apresentou Top Girls, em 1993 e Amor e informação, em 2014) propõe em Só Eu Escapei uma reflexão sobre o estado do mundo à escala global. Lançando um aviso dos perigos das catástrofes recorrentes, lembra que é tempo de mudar modos de ver e agir para que a terra permaneça habitável.

 

João Lourenço, director artístico do Teatro Aberto, volta a encenar Caryl Churchill, cimentando, em colaboração com Vera San Payo de Lemos, a pesquisa e o trabalho sobre a dramaturgia inovadora da autora, sobretudo no âmbito da linguagem e da forma, criando mais um espectáculo provocador e ambicioso, tanto tecnicamente como no campo da reflexão política e filosófica.

 

ESPECTÁCULOS

Quarta a Sábado às 19h

Domingo às 16h

Devido às medidas de confinamento impostas pelo combate à pandemia alguns espectáculos poderão ser cancelados. Agradecemos a actualização das agendas e carteleiras de espectáculos e também a consulta do nosso site www.teatroaberto.com onde manteremos sempre a informação actualizada.

 

SALA AZUL

M/14


BILHETEIRA
4ª a Sábado das 14h às 22h00; Domingo das 14h às 19h 

Devido às medidas de confinamento, o horário da bilheteira poderá sofrer alterações.
Reservas 213 880 089 ou bilheteira@teatroaberto.com  
www.bol.pt | FNAC | ABEP | CTT | El Corte Inglés (Lisboa e Gaia)

 

PREÇOS

Inteiro - 17 €

Jovem (até 25 anos) – 8,50€

Sénior (mais de 65 anos) – 13,60€

 

Viva o Samba - 17 de Janeiro - Coliseu dos Recreios

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É já em janeiro que o projecto Viva o Samba celebra seis anos de existência. Nasceu pelos músicos

 

Cícero e Humberto Mateus e teve sempre como objectivo promover a cultura musical brasileira de excelência. O Samba marca o ritmo e o projecto Viva o Samba todos os domingos na sua residência artística sediada junto ao Rio Tejo, juntava mais de 600 pessoas e animavam as noites dos lisboetas, turistas e contava sempre com convidados surpresa, como Carminho, Vanessa da Mata, Mariza, entre muitos outros...

 

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17 de Janeiro
Celebração do 6ª aniversário
 
Um concerto grandioso, que junta no mesmo palco 13 músicos, desde voz, percussão, viola, banjo, bandolim, cavaquinho, violino e harmónica que une através da alegria contagiante do Samba, com o poder da inclusão e solidariedade. O Samba, enquanto património cultural imaterial da humanidade pela Unesco é culturalmente rico e alegre que cativa e enobrece. É objectivo reservar e difundir a tradição do Samba em Portugal. Este ano o projecto Viva o Samba celebra 6 anos de existência.
 
 
 

Madalena (de Sara de Castro)

Madalena, espetáculo com direção artística de Sara de Castro, chega à Sala Estúdio do Teatro Nacional D. Maria II logo no início do ano, para cinco apresentações, de 6 a 10 de janeiro.

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Pouco depois da estreia de Madalena, no Teatro Viriato, a 29 de fevereiro, começou um mês e meio de confinamento. Madalena era um espetáculo sobre a complexa figura simbólica de Maria Madalena, a cuidadora. É ela quem prepara o corpo de Cristo para as cerimónias fúnebres e é também a ela que é dado a conhecer o milagre da transcendência da carne. Nesse espetáculo, as atrizes atravessavam uma longa noite de luto, para resgatar o direito ao contacto com o corpo morto numa sociedade em que a morte foi higienizada, desmaterializada, tornada abjeta.

 

Hoje, quase um ano depois da estreia em Viseu, Madalena é outro espetáculo. Atualmente, não só está interdito o contacto com o corpo morto, mas também o contacto com os vivos está condicionado. As inquietações agigantam-se depois de convivermos com um vírus que nos isolou fisicamente, que nos fez temer o outro e que fez com que funerais fossem proibidos. Madalena continua a lembrar-nos que, sem contacto, somos menos humanos.

 

Madalena é um espetáculo com direção artística de Sara de Castro e dramaturgia da mesma e de Ana Pais. Em palco, estão Ana Brandão, Carla Galvão, Crista Alfaiate, Madalena Almeida, Paula Só, Cuca M. Pires e um coro composto por participantes do projeto Primeira Vez.

 

Os fins-de-semana são para brincar no Museu do Oriente

Oficinas para todas as idades

 

Os fins-de-semana são para brincar no Museu do Oriente

 

O novo ano traz consigo novas brincadeiras às oficinas do Serviço Educativo do Museu do Oriente que, todos os fins-de-semana, entretêm pequenos e graúdos com actividades lúdico-pedagógicas.

 

No sábado, dia 9, é aos bebés até aos 12 meses que se dirige a oficina “O Sol e a Lua nunca se encontram?”. Durante a sessão, pais e filhos vão ficar a conhecer esta equipa fantástica que, nunca se encontrando, não deixam de a todos cumprimentar, dia após dia, noite após noite.

 

Aos mais crescidos, a partir dos 5 anos, é lançado no domingo, dia 10 de Janeiro, o desafio de pintarem a história de Amaterasu, a Deusa do Sol. Na oficina “Histórias com… pintura – Amaterasu ou o eclipse solar?” vão ouvir a lenda desta personagem mítica que procurou consolo numa gruta, enquanto cá fora passou a reinar a escuridão. Que medidas terão tomado os outros deuses para que a luz do sol voltasse a brilhar?

 

“O ronronar do gato” é a sugestão para sábado, dia 16, para bebés entre os 12 e os 36 meses. Sagrados no Egipto, amuletos de sorte no Japão, entre turras e festinhas, e uma lengalenga para entoar, muito ficarão a saber sobre este misterioso animal.

 

No domingo, dia 17, crianças a partir dos 6 anos vão poder conhecer Guan Yu, um general chinês, herói digno de uma história aos quadradinhos, durante uma visita muito especial ao Museu do Oriente em que terão a oportunidade de conversar com as peças.

 

“Contente ou rezingão?” é a questão que se impõe no sábado, 23 de Janeiro. Numa oficina dirigida a crianças entre os 3 e os 5 anos, pais e filhos são desafiados a interpretar as expressões uns dos outros, numa sessão em que reina a diversão. Palavras para quê? Olhando para cada cara não há confusão pois, ao contrário de uma máscara, a cara muda de emoção em emoção.  

 

No domingo, 24 de Janeiro, a visita performativa “Do camarim ao palco!” convida as famílias a conhecer um pouco melhor sobre a vida de um actor de Ópera Chinesa. No momento em que a personagem volta a dar ao lugar ao actor assistimos à partilha de todas as memórias vividas em palco. Preparados para entrar num camarim muito especial?

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“O Sol e a Lua nunca se encontram?”

Tapete Encantado

9 de Janeiro

Horário: 11.00-11.30

Público-alvo: bebés até aos 12 meses, acompanhados por um ou dois adultos

Preço: 4,5 €/ participante (adulto ou criança)

 

“Histórias com… pintura – Amaterasu ou eclipse solar?”

10 de Janeiro

Horário: 10.30-12.00

Público-alvo: M/ 5 anos (acompanhados por um adulto)

Preço: 6 €/ participante

 

“O ronronar do gato”

Primeiros passos

16 de Janeiro

Horário: 11.00-11.30

Público-alvo: bebés 12-36 meses (acompanhados por um adulto)

Preço: 4,5 €/ participante (adulto ou criança)

 

“Guan Yu, Personagem de BD – Em conversa com as peças!”

17 de Janeiro

Horário: 11.30-12.00

Público-alvo: M/ 6 anos

Preço: 4 €/ participante

 

“Contente ou rezingão?”

Primeiras Descobertas

23 de Janeiro

Horário: 11.00-12.00

Público-alvo: 3-5 anos, acompanhadas por um adulto

Preço: 4,5 €/ participante (adulto ou criança)

 

“Do camarim ao palco!”

Visita performativa

24 de Janeiro

Horário: 11.00-12.00

Público-alvo: famílias com crianças M/ 5 anos (acompanhadas por um adulto)

Preço: 6 €/ participante

Requer número mínimo

 

www.museudooriente.pt

Novos hobbies para aprender no Museu do Oriente

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O início do ano é a altura ideal para aprender um novo hobby. Em Janeiro, o Museu do Oriente sugere um conjunto de workshops, presenciais e online, dedicados às tradições japonesas do temari, sashiko, método konmari e ikebana.

 

No sábado, dia 9, desafia-se à construção de temari, ou bolas de mão japonesas, num workshop presencial que se realiza ao longo da manhã. Com uma história ancestral, estas bolas de mão japonesas começaram por ser confecionadas com um propósito muito especial: brincadeiras de crianças. Ao longo dos tempos foram assumindo outros fins e significados, mas são, ainda hoje, uma oferta de considerável importância no Japão, prova de grande amizade ou de amor maternal.

 

Uma arte japonesa para bordar tecidos, ou sashiko, é a sugestão para a manhã de dia 20 de Janeiro. Esta sessão é dedicada à sua forma mais simples, usada tradicionalmente para coser tecidos sobrepostos, como forma de reforçar as peças de roupa contra as intempéries. Para quem quiser aprofundar esta técnica, no dia 29 realiza-se um workshop de sashiko circular, perfeita para quem pretende renovar o guarda-roupa de forma original.

 

No sábado, 23 de Janeiro, o workshop online “Organização no trabalho: uma carreira de sucesso com o método konmari” ensina a criar um espaço de trabalho harmonioso, organizado e feliz, essencial para quem se encontra em teletrabalho. Este fenómeno mundial de olhar para a casa como uma influência directa da harmonia em todas as áreas da nossa vida, foi criado pela guru japonesa Marie Kondo e conquista adeptos todos os dias. Aprender a viver apenas rodeado de coisas, pessoas e rotinas que nos trazem alegria é o desafio para vivermos uma vida realmente feliz e completa.

 

Na última semana do mês, dia 26, realiza-se um workshop presencial de Ikebana, a arte japonesa de arranjo floral. Na sua origem, o ikebana era uma espécie de ritual de oferenda feito nos templos budistas do Japão, durante o século VI. Em contraste com os arranjos florais nos países ocidentais, o arranjo floral japonês cria uma harmonia de construção entre linhas, ritmo e cor, em que a simplicidade é altamente valorizada, bem como a existência do vazio (espaço não preenchido). O objectivo deste workshop é que, a partir de elementos naturais, como flores, ramos e plantas, os participantes sejam capazes de criar uma harmonia de formas e linhas no espaço.

 

Estas são apenas algumas das sugestões do Museu do Oriente para este mês. Mais informações em museudooriente.pt.

 

Temari – Bolas de Mão Japonesas

Workshop presencial

9 de Janeiro

Horário: 10.00-13.00

Preço: 45 € (materiais incluídos)

M/16 anos

 

Alinhavos para Bordar – Sashiko Simples

Workshop presencial

20 de Janeiro

Horário: 10.30-12.30

Preço: 25 €

Participantes: máx. 6

M/16 anos

 

Alinhavos para Bordar – Sashiko Circular

Workshop presencial

29 de Janeiro

Horário: 10.30-12.30

Preço: 25 €

Participantes: máx. 6

M/16 anos

 

Organização no trabalho: uma carreira de sucesso com o método Konmari

Workshop online

23 de Janeiro

Horário: 10.00-13.00

Preço: 30 €

Participantes: mín. 15

 

Ikebana com Kenzan

Workshop presencial

26 de Janeiro

Horário: 14.00-16.00

Preço: 65 € (inclui jarra e kensan)

Participantes: máx. 6

 

 

www.museudooriente.pt

Carta (de Mónica Calle)

Carta, a mais recente criação de Mónica Calle, tem estreia marcada na Sala Garrett do Teatro Nacional D. Maria II a 14 de janeiro, onde ficará em cena até dia 24 do mesmo mês.

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Em CartaMónica Calle continua a perguntar-se: como é que se continua? Como é que se resiste e se supera, individual e coletivamente? E como é que, nesse processo, é possível resgatar a alegria e o prazer? Partindo de uma sinfonia tocada ao vivo, a criadora junta em palco um grupo de atrizes e músicas profissionais, para refletirem consigo sobre estas e outras questões, embarcando num lugar de questionamento que surge do corpo, das suas

limitações e capacidades, ou do seu poder.

 

Este espetáculo insere-se num processo de pesquisa que tem acompanhado Mónica Calle nos últimos 7 anos, intitulado Ensaio para uma cartografia, a partir do qual a artista tem vindo a trabalhar o olhar do teatro, da música e da dança clássica. Em 2017, inserido neste trabalho, Calle estreou Ensaio para uma cartografia na Sala Estúdio do D. Maria II, espetáculo que foi reposto no ano seguinte, depois de três semanas de apresentações esgotadas. Agora, cerca de 4 anos depois, apresenta-nos Carta, um espetáculo que dá continuidade a este processo e que estará em cena na Sala Garrett de 14 a 24 de janeiro.