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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Big Kitchen: exposição dedicada à tipografia, no dia 9 de Novembro, em Lisboa, por João Miranda & Desisto

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Big Kitchen
João Miranda & Desisto, em colaboração com Serafim Mendes
Inauguração: 9 Novembro, 19:00
Exposição: 9 a 29 Novembro
FICA - Oficina Criativa, Lx Factory, Lisboa
Entrada livre


Big KitchenTipografia em exposição, 
em Novembro, 
na FICA - Oficina Criativa - Lx Factory


A exposição Big Kitchen realiza-se de 9 a 29 de Novembro, na galeria da FICA – Oficina Criativa, na Lx Factory e tem como ponto de partida a tipografia BIG de João Miranda (Walking Fearless) e Bruno Rodrigues. Big Kitchen é o resultado de um esforço colectivo entre o designer João Miranda e a plataforma Desisto, de Margarida Borges, Ricardo Martins e José Mendes, com a colaboração do designer Serafim Mendes.

“O que fica por ver quando olhamos para as letras que nos rodeiam?” é a pergunta a que dá origem à exposição de João Miranda que, a partir da exploração exaustiva de uma única família tipográfica, pretende criar uma experiência interactiva que explora a anatomia do tipo de letra, juntamente com um conjunto de peças que exploram diferentes métodos de produção gráfica, questionando e reinterpretando formatos tradicionais como o poster.

Nesta cozinha, pretende-se dar uma atenção especial às letras, algo que faz parte do dia-a-dia, mas que nem sempre é alvo de muita atenção. Aqui, através de uma única família de tipos pretende-se que a compreensão da actividade tipográfica se torne mais acessível a todas as pessoas.

Fazem parte da exposição peças tridimensionais (tendo a madeira como material prioritário na produção destas peças), serigrafia, risografia, têxtil e o uso de uma plotter de desenho automático com a intenção de gerar peças originais e únicas.

A exposição Big Kitchen define-se como o ponto alto do desenvolvimento da família tipográfica BIG cuja origem vem de um tipo de letra móvel de madeira que se encontra no estúdio Andrew Howard. O processo de digitalização foi iniciado em 2012 em conjunto com o designer Bruno Rodrigues e foi em 2017 que João Miranda fez o desenvolvimento do tipo – actualmente conta com 24 tipos, incluindo uma versão stencil. Fruto de um revivalismo, BIG demonstra a importância dos tipos de letra enquanto objecto cultural vivo cuja ideologia se adapta à contemporaneidade. Nesse sentido, e para assinalar esta exposição, o tipo de letra foi redesenhado como uma variable font, permitindo uma flexibilidade enorme quanto ao número de variações possíveis do peso e inclinação do tipo.

A inauguração é dia 9 de Novembro, às 19:00. Posteriormente, pode ser visitada de Segunda a Sábado, das 10:00 às 19:00. Entrada livre.
 

TALKS & WORKSHOPS

Outro dos objectivos da Big Kitchen é explorar uma componente educativa associada ao projecto da exposição, pretendendo-se aproximar os interessados às áreas em que trabalham estes designers: de tipos de letras, design gráfico, produção gráfica ou realidade aumentada.

Serão promovidas conversas em associação com instituições de educação mas também em ambientes menos formais com o objectivo de estimular o interesse sobre estas áreas fora do âmbito onde elas se inserem.

As conversas terão como oradores João Miranda & Desisto e realizam-se no dia 15 de Novembro, às 18:00 no IADE e no dia 22 de Novembro, às 19:30, no Now_Cowork Lisboa, na Lx Factory. A entrada é livre (limitada aos lugares existentes) e os bilhetes estão disponíveis a partir do dia 1 de Novembro no site da exposição, evento de Facebook e Instagram.

Serão também realizados alguns workshops a ser anunciados em breve.
 

A Big Kitchen é realizada com os apoios FICA – Oficina Criativa, IADE, Cerveja Letra, Mill, NOW_ Cowork Lisboa e Fedrigoni.

 

INFORMAÇÃO ADICIONAL

JOÃO MIRANDA
João Miranda (Walking Fearless), 29 anos, estudou no IADE e actualmente é designer multidisciplinar freelancer sediado em Londres. A sua prática foca-se no desenvolvimento de tipos de letra, design de identidades visuais, motion design e packaging.

Foi através de um workshop de caligrafia com o Professor Jorge dos Reis (FBAUL) que o seu olhar para as letras se tornou mais metódico e actualmente logotipos como BBC Doctor Who, BBC Studios, Mistaker Maker e Add Fuel têm o seu carimbo. Já colaborou com agências e clientes conceituados como a Pentagram, Fullsix, BBC, Red Bull, Panasonic, P&G e Add Fuel. Tem trabalho premiado internacionalmente e já viu o seu trabalho a ser destacado em plataformas como Brand New, The Dieline, Behance e IV e V Encontro de Tipografia.

Esta exposição é o culminar de 5 anos de trabalho num projecto tipográfico chamado Big.

www.walkingfearless.com


DESISTO
A Desisto é uma plataforma multidisciplinar criada em 2013 por Margarida Borges e Ricardo Martins com o intenção de criar projectos varia- dos no campo Editorial, actualmente encontra-se baseada em Lisboa e em 2016 assumiu-se também como atelier de Design de Comunicação e juntou-se à equipa o Designer José Mendes.

A par da sua prática como atelier de Design, com particular foco e uso da Tipografia e da Produção Gráfica, onde desenvolvem predominantemente Sistemas de Identidade Flexíveis, Design Editorial, Design de Exposições/Instalações e Design Web, funcionam também como um atelier de impressão explorando as potencialidades das duplicadoras digitais RISO e promovem projectos como publicações ou exposições colaborando activamente com uma larga rede de criativos nas mais di- versas áreas.

www.desisto.pt


SERAFIM MENDES
Serafim Mendes, 23 anos, é um Designer Gráfico sediado no Porto, Portugal. Os seus principais interesses são tipografia, ilustração 3D e de- sign editorial/poster. Actualmente está a terminar o seu Mestrado em Design de Comunicação e a trabalhar como freelancer. O seu trabalho foi reconhecido por diversas publicações da área: Étapes, Fubiz, Visual- graphc, Designspiration, Domestika, Typeverything, Yorokobu, Betype, Abduzeedo, AIGA Eye On Design, VSO China, Unrated, DPI Magazine Taiwan #221, Computer Arts #265 e Geometric Trend.

www.serafimmendes.com



FICA, OFICINA CRIATIVA
A Fica - Oficina Criativa é uma oficina para criar à mão. São 120 m2 prontos para homenagear o produto manualmente concebido com workshops, aluguer de máquinas, ferramentas e materiais. Este é um lugar onde curiosos e profissionais podem realizar os seus projectos, de forma independente ou com ajuda especializada. Aqui não interessa o valor artístico ou o tamanho das ideias, mas sim a vontade de contrariar a velo- cidade da produção em série pondo mãos à obra. Ou melhor, pondo as mãos nas próprias obras.

A Rita Daniel e o Gonçalo Almeida são os fundadores desta oficina que nasceu para ser partilhada. A ideia de concentrar num só espaço uma oficina multi-disciplinar que garantisse condições de uso partilhado e para todos, surgiu muito antes mas foi oficializada no dia 26 de Novembro de 2016, o dia em abriram as ‘oficinas dentro da oficina’.

fica-oc.pt


 

FICHA TÉCNICA

Exposição
Walking Fearless & Desisto

Colaboradores
Serafim Mendes

Curadoria
Walking Fearless & Desisto

Design Gráfico & Comunicação
Desisto

Animações
Walking Fearless & Serafim Mendes

Realidade Aumentada
Serafim Mendes


APOIOS

FICA - Oficina Criativa
A FICA não é apenas a galeria onde a exposição vai ter lugar, e onde vão acontecer os os workshops, é também a oficina que tem as mãos que ajudam a cortar madeira e criar algumas das peças assim como a instalação patente na galeria a partir do dia 9 de Novembro.
http://fica-oc.pt


IADE
IADE – Universidade Europeia cedeu o Print e 3D lab para poderem ser produzidas algumas das peças expostas na Big Kitchen.
Página de Facebook do IADE-UE – https://www.facebook.com/IADE.CreativeUniversity


LETRA
Com um nome bastante apropriado para este projecto, a inauguração conta com o apoio da Cerveja Letra. Uma cerveja bracarense produzida através de métodos de fabrico artesanais e ingredientes 100% naturais. Vai estar presente uma boa parte do abecedário.
https://www.cervejaletra.pt


MILL
O apoio da Mill à comunidade de “makers” reflecte-se na exposição através da plotter que vai estar a imprimir peças únicas durante os 20 dias de exposição.
http://mill.pt


Now_ Cowork Lisboa
Now_ Cowork Lisboa cede o espaço para uma das talks e com o seu trabalho de fotografia para registar o que vai acontecer em Novembro.
http://www.no-office-work.com


Fedrigoni
Os papéis da Fedrigoni são usados para a produção de algumas das peças que podem ser vistas na exposição.
http://www.fedrigoni.pt

Actividades | Dia Mundial da Filosofia

Sessão comemorativa
do Dia Mundial da Filosofia


Quinta-feira, 15 de Novembro, 19-20h
Paços do Conselho de Lisboa

(Praça do Município, Lisboa)

 


Programa:

19h - Visita aos Paços do Concelho de Lisboa guiada
pelo arquitecto Ezequiel Marinho

20h - Sessão comemorativa do Dia Mundial da Filosofia na Sala do Arquivo dos Paços do Conselho de Lisboa

Sessão Comemorativa, comunicações:

«Nova Acrópole como voluntariado»

Por José Carlos Fernández
Escritor, investigador e Director Nacional da Nova Acrópole

«O voluntariado como vocação natural do ser humano –
do ervegetismo ao ubuntu»

Por Paulo Alexandre Loução
Escritor, investigador do Instituto Internacional Hermes

Entrada livre mediante inscrição no seguinte formulário
(até 13/11): goo.gl/PqKsuj 

Ou envie email para: lisboa@nova-acropole.pt


*

Acção de Voluntariado Ecológico


Sábado, 17 de Novembro, 9-13h
Quinta dos Sete Castelos

(Rua Francisco Franco, 2780-321, Oeiras)


Entrada livre mediante inscrição no seguinte formulário
(até 15/11): goo.gl/oRisDH 

Ou envie email para: oeiras-cascais@nova-acropole.pt


*

Passeio Cultural "Conhecer Lisboa
- do Príncipe Real ao Cais do Sodré"



Domingo, 18 de Novembro, 10-13h
Príncipe Real


Por Voluntários da Nova Acrópole

Entrada livre mediante inscrição no seguinte formulário 
(até dia 16/11) – goo.gl/LQwB9S

Ou envie e-mail para: lisboa@nova-acropole.pt

Ponto de encontro: Jardim do Príncipe Real.





Informações:
oeiras-cascais@nova-acropole.pt
963 925 758


Organização:
Nova Acrópole Oeiras-Cascais
Nova Acrópole Lisboa


Apoio:
Câmara Municipal de Oeiras
Comissão Nacional da Unesco

 

Exposição “Geração” transforma o Espaço Amoreiras numa instalação de vida

 

Constança Clara leva a temática geração ao átrio do Espaço Amoreiras, propondo uma experiência sensorial, na sua primeira mostra individual. A exposição promovida pelo Edge Arts pode ser visitada de 31 de outubro a 14 de dezembro, no Espaço Amoreiras, em Lisboa. 

O Edge Arts promove a exposição “Geração”, da artista Constança Clara, que apresenta como mote a procura dos elementos geradores de vida, quer na natureza, quer no próprio corpo de trabalho da artista. A mostra apresenta ao público uma instalação, que tem como objetivo apelar a uma experiência sensorial, bem como, a um conjunto de objetos de estudo à volta do tema da geração. A primeira exposição individual de Constança Clara é analisada nos dois textos de autor, por Lourenço Egreja e Gerbert Verheii. 

Esta exposição abriga, além da instalação, objetos de escultura, de fotografia, de desenho e de pintura. Numa combinação de formas híbridas que traçam a união entre elementos naturais e outros (encontrados ou apropriados), com artifício humano, gerando novas e surpreendentes imagens, interligando o mundo mineral, com o vegetal e o animal. 

A mostra de Constança Clara pretende transformar o átrio do Espaço Amoreiras num lugar novo e efémero, utilizando a luz, como modelador do espaço, trabalhando através de pequenas aberturas de luz no local, que penetram no espaço interior. Como resultado, estabelecem um diálogo entre o dentro e o fora, ao mesmo tempo que os orifícios projetam o trajeto do sol e da lua, no decorrer do dia e da noite.

A inauguração exposição tem data marcada para o dia 31 de outubro, a partir das 18h30, e estará vigente até ao dia 14 de dezembro, no Espaço Amoreiras, em Lisboa. 

Descarregue, aqui, imagens em alta resolução de peças do atelier da artista. 

 

Sobre a artista

Constança Clara nasceu no ano de 1986 e vive e trabalha, atualmente, na Fonte Boa dos Nabos, Ericeira, Portugal. A artista formou-se em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Em 2010, ano seguinte à conclusão da sua licenciatura, realizou uma pós-graduação em Artes em Londres, na Central Saint Martins - Byam Shaw School of Art. Participou em exposições em Portugal, Espanha e Londres, das quais se destacam Portugal é Lisboa, o resto é paisagem, no Hub Creativo do Beato, em Lisboa (2017), Círculo a dentro, imagem que sai fora, na Avenida da Liberdade 211, em Lisboa (2014) , O Peso das Coisas, com curadoria de João Rolaça, no Centro Cultural Município do Cartaxo (2013), Colectivo de Artes Plásticas, no SILOS–Contentor Criativo, nas Caldas da Rainha (2012), IKAS ART, no Centro de Exposições de Bilbao, em Espanha (2011), PGDips Final Show, na Byam Shaw School of Arts, em Londres (2011)Lapptopp Barometery, Concourse Gallery, em Londres (2011)e Sculpture Final Show, no Parque dos Sete Castelos, em Oeiras, Portugal (2009). 

Em 2010 realizou o projecto de arte pública Paço durante uma residência na aldeia de Moledo, que envolveu a população na construção de uma obra que também visava contribuir para a reabilitação da antiga zona ribeirinha da aldeia. Esta obra contribuiu para iniciar o programa de arte pública Moledo Acontece. 

É membro fundador do , um colectivo que conta com a participação de cerca de 20 artistas (Tiago Franco,Diogo Moniz, Catarina Alves, Duarte Castelo Branco, entre outros), e diversas apresentações em espaços inusitados pelo processo de transformação a que têm sido sujeitos nos últimos anos, dentro do contextoda reabilitação da cidade de Lisboa em adaptação à recente procura internacional.O Colectivo do Catano já apresentou exposições colectivas em Lisboa no LxFactory, em Alcântara (2018);no Creative Hub do Beato (2017); no Clube Atlético de Campolide(2016); e num antigo palácio do Bairro Alto(2015).

 

Exposição “Geração” 

31 de outubro de 2018 - 14 de dezembro de 2018

Inauguração

31 de outubro de 2018, pelas 18H30.

 

Horário

Espaço Amoreiras

2ª a 6ª feira 7h – 23h

sábados 9h - 21h

domingos e feriados 9h – 18h

Edge Arts (escritório)

2ª a 6ª feira 8h30 – 13h30

 

Pedro Calapez apresenta obras inéditas na Casa-Museu Medeiros e Almeida | 06/11 a 21/12

Exposição patente de 6 de novembro a 21 de dezembro

 

 

A Casa-Museu Medeiros e Almeida recebe, a partir de 6 de novembro, a exposição “Olhos nos Olhos: um poema elementar”, de Pedro Calapez. Neste trabalho que estará patente até 21 de dezembro, o artista apresenta 30 peças inéditas explorando diversos suportes, como pinturas, esculturas e obras sobre papel, dispersas pelos diversos espaços da Casa-Museu.

Este confronto entre as obras de Pedro Calapez, pensadas para as várias salas da Casa-Museu Medeiros e Almeida, e os objetos e o mobiliário que habitam este espaço convidam a uma nova forma de visitá-lo e a um novo olhar. Um olhar que remete o artista para a pintura de Matthias Grünewald (1470-1528), expressiva e teatral, com uma extensa paleta de cores. As telas de Grünewald não atingem diretamente o espetador, mas colocam-no como um elemento da imagem, gerando outros olhares, “olhos nos olhos”.

Pedro Calapez recorda ainda o livro “Do Natural, um poema elementar”, do escritor alemão W. G. Sebald, que aborda a vida e a obra de Grünewald. Todos os títulos das peças em exposição são retirados de excertos deste livro, prática habitual do artista, e que têm que ver com a natureza e com a forma como nos relacionamos com o mundo. Assim, encontramos títulos como “germinar, perdurar, propagar-se”, “o grito, o gemido e o gorgolejo” e “a dor passou para os quadros”.

Esta casa foi habitada, mãos afagaram mesas e cadeiras, corpos se tocaram, livros foram abertos. A constatação dum espaço vivido, transformado posteriormente em espaço de exposição, levou-me a criar uma série de obras, num discurso autónomo. A sua colocação neste espaço confronta os possíveis percursos e as salas onde se encontram. O deambular do visitante vacila entre a impertinência dos objetos intrusos e a estabilidade dos consagrados. Num processo de comunhão interferente com a estabilidade da demonstração museológica manifesta-se assim um diálogo dependente intimamente do nosso olhar”, sublinha Pedro Calapez.

Pedro Calapez (Lisboa, 1953) começou a participar em exposições nos anos 70, tendo realizado a sua primeira individual em 1982. O seu trabalho tem sido mostrado em diversas galerias e museus tanto em Portugal como no estrangeiro sendo de salientar as exposições individuais ou coletivas em que participou: “Histórias de objetos”, Casa de la Cittá, Roma; Carré des Arts, Paris; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Petit jardin et paysage, Capela Salpêtriére, Paris (1993); Campo de Sombras, Fundació Pilar i Joan Miró, Mallorca (1997); Madre Agua, Museo MEIAC, Badajoz e Centro Andaluz de Arte Contemporáneo, Sevilha (2002); Obras escolhidas, CAM-Fundação Gulbenkian, Lisboa (2004); piso zero, CGAC- Centro Galego de Arte Contemporáneo, Santiago de Compostela; Lugares de pintura, CAB-Centro de Arte Caja Burgos (2005); “There is only drawing", Fundação Luís Seoane, Corunha, Galiza (2013); “O Segredo da Sombra”, Fundação Carmona e Costa, Lisboa (2016). Nas diversas mostras coletivas destaca-se a sua participação nas Bienais de Veneza (1986) e S. Paulo (1987 e 1991); Tage Der Dunkelheit Und Des Lichts, Kunstmuseum Bonn (1999); EDP.ARTE, Museu de Serralves, Porto (2001); Beaufort Inside-Outside, Trienal de Arte Contemporânea, PMMK Museum, Ostende (2006); “La colección”, Fundación Barrié, A Coruña (2011); “Euroscope” (BEI Collection), Cercle Cité, Luxembourg (2015); “Backstories”, FASVS, Museu Vieira da Silva, Lisboa e Mudas, Museu de Arte Contemporânea da Madeira (2016); “Quote/Unquote. Entre apropriação e diálogo”, MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Lisboa (2017); “Uma Coleção=Um Museu 2007/2017”, MACE, Elvas (2017); “BoPeep”, Sismógrafo, Porto (2018).

Coleções: Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Centro de Arte Caja Burgos, Burgos; Centro de Artes CA2M, Madrid; Central European Bank, Frankfurt; Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela;Chase Bank, New York; European Investment Bank, Luxembourg; Fondación Coca-Cola España, Madrid; Fondación Pedro Barrié de la Masa, A Coruña; Fondación Prosegur, Madrid/Lisboa; Fundació Pilar i Joan Miró, Mallorca; Fundação AIP, Lisboa; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Fundação EDP (MAAT), Lisboa; Fundação Luso Americana, Lisboa; Fundação PLMJ, Lisboa; Fundação Portugal Telecom, Lisboa; MACE, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Coleção António Cachola, Elvas; Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, (MEIAC), Badajoz; Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, (MNCARS), Madrid; Museu de Serralves, Porto; Seippel Collection, Cologne, entre outras.

www.calapez.com / www.buyacalapez.com

 

 

Casa-Museu Medeiros e Almeida
Rua Rosa Araújo, 41

1250–194  Lisboa
Tel. (+351) 213 547 892
www.casa-museumedeirosealmeida.pt


2.ª a Sábado, das 10h00 às 17h00
Encerra ao Domingo

 

Primeira Exposição Virtual do Centro Colombo

 

8ª edição do projeto “A Arte Chegou ao Colombo” agora online

 

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Se não teve oportunidade de visitar a Exposição “Roy Lichtenstein e a Pop Art”, ainda vai a tempo! A 8ª edição do projeto “A Arte Chegou ao Colombo” está agora online numa  visita virtual onde é possível conhecer as obras de um dos artistas mais influentes da Pop Art. Apostando continuamente na promoção democratização do acesso à arte, com esta iniciativa o Centro Colombo disponibiliza pela primeira vez a visita virtual a uma exposição, oferecendo assim a todos os visitantes a oportunidade de visitar ou revisitar uma exposição que enaltece o mundo da cultura pop.

 

Nesta viagem virtual é possível navegar de forma interativa através dos espaços e aceder a informações sobre as obras mais emblemáticas de Roy Lichtenstein, um dos criadores do movimento Pop Art. Crying Girl, Whaam! e As I Opened Fire são apenas alguns dos trabalhos mais conhecidos do espólio do artista que é agora possível explorar nesta visita virtual.

 

 

Depois de levar mais de 106 mil visitantes à Praça Central do Centro Colombo, a exposição “Roy Lichtenstein e a Pop Art” encontra-se agora disponível online em https://vrbox.io/publicview/5b70091cded7ddoc494956904. Esta experiência permite ao público rever ou ficar a conhecer as obras de Roy Lichtenstein e um pouco da história deste artista. Com esta iniciativa, o Centro Colombo junta-se agora a alguns dos mais reconhecidos Museus de todo o mundo, como o Louvre e o Metropolitan Museum of Art, ao proporcionar aos seus visitantes uma visita 100% virtual. É a primeira vez que o Centro Colombo disponibiliza uma visita virtual à uma Exposição de arte.

 

Para Paulo Gomes, Diretor do Centro Colombo, “continuamos com o foco de fazer mais e melhor. Ao fim de oito edições do projeto A Arte Chegou ao Colombo, conseguimos continuar a inovar e proporcionar uma visita virtual a uma exposição que já fez parte da nossa Praça Central, dando mais um passo no sentido da democratização do acesso à arte. Com esta iniciativa, que tem uma extrema importância para nós, proporcionamos uma experiência diferenciadora a todos os curiosos, sendo cada vez mais importante para o Centro Colombo fazer chegar aos nossos visitantes habituais ou potenciais momentos culturais de elevada qualidade”.

 

A exposição “Roy Lichtenstein e a Pop Art” é composta por um total de 41 obras, que levam o visitante numa “viagem” pelas várias etapas criativas da carreira de Lichtenstein. Dividida em quatro secções organizadas cronologicamente - Pop, Homenagens, Paisagens e Cartazes - esta exposição exibe as diferentes etapas do trabalho do artista.

 

Roy Lichtenstein foi um dos artistas mais influentes e inovadores da segunda metade do século XX. A sua obra é classificada como Pop Art, um movimento artístico que ajudou a criar, e é influenciada pela cultura de massas e pela emergente sociedade de consumo. Atingiu o maior reconhecimento na década de 60 tendo-se tornado um dos mais bem-sucedidos artistas a nível mundial com as suas obras a constarem do top 10 das mais valiosas vendidas em leilões de arte em todo o mundo. O record está nos 165 milhões de dólares, com a obra Masterpiece.

A curadoria e produção da Exposição é da responsabilidade da State of the Art e o projeto de arquitetura é da autoria da dupla de arquitetos, Diogo Aguiar e João Jesus.

Existe uma nova exposição de arte em Lisboa que vai querer conhecer

De 9 a 23 de Novembro existe uma nova exposição de arte
em Lisboa que vai querer conhecer  
 

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“A arte existe porque a vida não basta.” A frase é do poeta Ferreira Gullar e dá nome à nova exposição da galeria Welcome To Art, com morada na embaixada do Príncipe Real. Na exposição de fotografia que decorre de 9 a 23 Novembro, poderá conhecer as obras  de 4 artistas marcantes: Jorjes, José Martins, Teresa Marques dos Santos e Ralph Kerle.

 

A galeria Welcome To Art encontra-se aberta desde 15 de Junho e é um projeto idealizado por José Manoel Pereira, que, aos 54 anos, transformou a sua vida. Hoje detém a curadoria do espaço. Dia após dia, procura expor e alargar a cultura na capital, convocando artistas únicos e atuais. 

 

Assim nasce uma nova seleção, com quatro nomes, como Teresa Marques dos Santos, vencedora do concurso da Revista National Geographic em 2012, com retratos sobre a natureza. Jorjes por outro lado, tem uma linguagem pessoal, sem influência ou manipulação digital, limpa e com uma dimensão onírica forte e original. Pode até pensar-se que se inspira nas paisagens e segredos de Sintra, que serve de sua casa. Já José Esteves Martins, licenciado em Arquitetura, apaixonou-se por fotografia em 2013 e desde então que desenvolveu um estilo próprio de “street photography”, passando também pelo retrato. Recentemente classificou-se em 2° lugar no concurso de fotografia da Universidade Nova de Lisboa.

 

Por fim, o experiente Ralph Kerle, formado em Artes Dramáticas na Victorian College of The Arts, com mestrado em Indústrias Criativas, ganhou destaque na Austrália no início dos anos 90 e é considerado um pioneiro na performance multimédia. Domina a arte digital, ao usufruir da imagem, som e texto para criar algo único e o seu trabalho marca agora presença no coração de Lisboa. 

 

Henrique Neves | Traças e Traços

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A galeria Foco apresenta Traças e Traços, uma exposição de Henrique Neves.

Traças e Traços foi concebida a partir de diversos artefactos e investiga memórias, arquivos, relações de poder, espaço, modelos de costura e narrativas pessoais. Há dois anos recebi as cópias em ozalide das plantas arquitetónicas da minha escola primária, que pertenceram ao meu avô, um dos responsáveis pela sua construção. Mais recentemente, encontrei os modelos em papel de punhos e golas de camisas, usados pela sua mãe que trabalhava como costureira. 

As plantas e os modelos em papel tornaram-se motivos para explorar ideologias e relações de poder e género, presentes em arquitetura e costura. Tais dinâmicas estão presentes na minha família: tradicionalmente, os homens trabalham em construção e arquitetura, enquanto as mulheres são costureiras ou decoradoras. Recentemente tal foi subvertido pelo trabalho em arquitetura da minha irmã e pelo uso de têxteis no meu trabalho. 

Os rastros e traços presentes nos artefactos transformam-nos em objetos brincalhões que atuam como explorações materiais de estórias familiares e pessoais, da minha relação com o passado, dos objetos em si e dos seus fantasmas que, como traças, os vão comendo e criando espaço para o aparecimento de algo novo, 

As peças apresentadas são objetos metálicos que citam as plantas arquitetónicas e os modelos curvilíneos de colarinhos e roupa, um brise-soleil esqueletal, um brise-soleil textual sobre o meu despertar amoroso durante a primária, e um biombo que cita decoração e arquitetura. Como habitualmente no meu trabalho, os materiais são comuns e acessíveis - madeira, papel, cobre, latão. Nelas ecoam os objetos e as práticas originais, enquanto, simultaneamente, interrogam resiliência e tempo, na sua fragilidade, incerteza e imperfeição .
 
 


09 de Novembro 2018 | 22 de Novembro 2018
Terça feira a Sexta feira: 14h-20h
Sábado: 14h-18h


FOCO
Rua da Alegria, 34
1250-007 Lisboa