Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Instalação artística de Bordalo II "Lighted Jelly Fish" em exposição permanente no CNANS, em Lisboa

Lighted jelly fish, de Bordalo II.JPG

 

O Centro de Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática, em Xabregas, foi escolhido para acolher em permanência a instalação artística “Lighted Jelly Fish”, do artista Nuno Bordalo, conhecido por Bordalo II. Esta obra, que aborda o tema da poluição dos oceanos, esteve patente até junho de 2021 no Edifício Europa, em Bruxelas, no âmbito do Programa Cultural da Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia.

 

Correspondendo a uma encomenda do governo português, integra por essa via a Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE). Na tela de grandes dimensões, que incorpora lâmpadas LED, sobressai uma gigantesca medusa, recriada num trabalho feito com 80 por cento de desperdício marinho encontrado em rios e praias. Redes de pesca e cordas, um pato de borracha, uma boneca e uma sandália são alguns dos objetos que se evidenciam na composição.

 

Enquadrada na série “Big Trash Animals”, em que o artista propõe um olhar crítico sobre os hábitos consumistas, a obra “Lighted Jelly Fish” pretende alertar para a urgência de uma consciência ambiental, ao colocar em evidência flagelos como a produção de lixo, o desperdício e a poluição, que afetam os oceanos e ameaçam o planeta.

 

Pela sua mensagem, esta instalação artística contextualiza-se de forma coerente no cenário de um Centro cujo trabalho científico tem no Mar o seu “terreno” predominante. Por outro lado, tratando-se de uma peça de grande porte, a nova sede do CNANS em Xabregas oferece o espaço amplo adequado.

 

Recorde-se que a valorização do património cultural europeu, assim como a conservação e recuperação dos ecossistemas marinhos rumo a uma Europa verde foram temas especialmente importantes para a Presidência Portuguesa, exercida ao longo do primeiro semestre de 2021.

MUSEU NACIONAL SOARES DOS REIS COM ENTRADA GRATUITA ATÉ 3 DE FEVEREIRO

Montagem da exposição de longa duração em curso

image001 (7).jpg

 

Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR) terá entrada gratuita a partir de amanhã e até ao próximo dia 3 de fevereiro, dia em que inaugura a exposição temporária SEJA DIA SEJA NOITE POUCO IMPORTA, com curadoria de Pedro Calapez. A decisão prende-se com o facto de parte significativa das instalações estar com acesso condicionado devido à montagem da exposição permanente, cuja abertura está prevista para o final do primeiro trimestre deste ano.

Até 3 de fevereiro, os visitantes poderão visitar a exposição temporária DEPOSITORIUM 2, que explora os temas Arte e Medicina com peças escolhidas por representantes da Universidade do Porto, e aceder à peça do mês escolhida pelos seguidores das redes sociais do MNSR. O acesso gratuito faz-se também às sessões comentadas sobre a Peça do Mês.

Durante o mês de janeiro, a peça em exposição será o óleo sobre tela Vendedor de Estatuetas, do pintor romântico João Cristino da Silva, uma obra proveniente da coleção de Fernando de Castro. Terá sessão comentada nos dias 20 e 25 de janeiro, as 13h30.  

MUSEU DA FARMÁCIA DINAMIZA VISITAS TEMÁTICAS PARA CELEBRAR A LITERATURA

O Museu da Farmácia, em Lisboa e no Porto, vai dar destaque à Literatura durante o mês de janeiro com uma programação especial que inclui diversas visitas temáticas com foco em personalidades de relevo da literatura mundial e nacional.

 

As visitas pretendem celebrar a vida e obra de Sherlock Holmes, Agatha Christie e Eça de Queiroz, tendo um valor de 6€ para adultos e 4€ para seniores.

 

A par das visitas temáticas, o Museu da Farmácia vai ainda dinamizar várias atividades educativas, que pretendem estimular a curiosidade dos mais novos na área da ciência através de jogos, oficinas criativas e experiências científicas. Os ateliers são destinados às crianças com idade superior a cinco anos e têm um custo de 6€. O valor inclui a participação da criança na atividade e a visita ao Museu pela criança e por um adulto acompanhante.

Desenho de Conan Doyle.png

 

  • Visita Temática “Sherlock Holmes – A Época e a Ciência”

No mês em que se celebra o aniversário de Sherlock Holmes, nascido a 6 de janeiro de 1854, o Museu da Farmácia propõe um olhar sobre o detetive inglês e a forma como as suas aventuras policiais revelam o rigor do conhecimento científico e da investigação criminal, bem como o modo de vida da época vitoriana.

Programação:

13 de janeiro | 18H30 | Lisboa

21 de janeiro | 18H30 | Porto

Clicar para inscrições

 

  • Visita Temática "Agatha Christie no Museu da Farmácia”

O Museu da Farmácia oferece uma aliciante aventura ao mundo dos romances, filmes e séries televisivas de Agatha Christie, e as suas interligações com as intemporais peças arqueológicas da mesopotâmia e do Egipto do Museu da Farmácia, sem esquecer a componente farmacêutica da sua vida real aplicada ao romance criminal.

Programação:

20 de janeiro | 18H30 | Lisboa

21 de janeiro | 15H30 | Porto

Clicar para Inscrições

 

  • Visita Temática "A Farmácia na obra de Eça de Queiroz”

Nesta visita temática é proposta uma viagem única ao século XIX, em que a Saúde, a Sociedade, a Diplomacia Imperial e a Ciência na obra e época de Eça de Queiroz se materializam nas coleções do Museu da Farmácia. O início da medicina tropical, a construção dos impérios europeus, a moral sexual, e o desenvolvimento da microbiologia são alguns dos temas em diálogo com peças em exposição.

Programação:
27 de janeiro | 18H30 | Lisboa
Clicar para inscrições

 

  • Atividade “Brigada Antivírus”


Neste atelier com a duração de 60 minutos, as crianças vão poder relembrar, de forma prática, as principais medidas de prevenção contra os vírus e a importância de as aplicarmos no nosso dia-a-dia. No final, irão fabricar o seu próprio álcool gel que podem levar para casa.

Programação:
15 de janeiro, sábado | 15H00 | Lisboa e Porto
Clicar para inscrições

 

  • Atividade “Viagem Espacial”


Nesta atividade, os mais novos são desafiados a transformarem-se em super astronautas e aventurar-se por uma fantástica viagem ao espaço imaginário. Durante 60 minutos vão poder visitar planetas instáveis, com tempestades elétricas e vulcões de lava azul, e descobrir a ciência por detrás destes fenómenos.

 

Programação:
22 de Janeiro, sábado | 15H00 | Lisboa e Porto
Clicar para inscrições

 

  • Atividade "Magia da Ciência”

Neste atelier de 60 minutos, o Museu da Farmácia convida as crianças a fazerem divertidas experiências sobre o som, o ar, as reações químicas, bem como a eletricidade estática, e entender que, apesar de parecer magia, tudo o que fazem tem uma explicação científica.

Programação:
29 de Janeiro, sábado | 15H00 | Lisboa e Porto
Clicar para inscrições

CCB + TNSC | A propósito de Orfeu - Orquestra Sinfónica Portuguesa | 16 JAN. ÀS 17H NO GRANDE AUDITÓRIO

A Propósito de Orfeu

Orquestra Sinfónica Portuguesa

Coprodução Centro Cultural de Belém, OPART/Teatro Nacional de São Carlos

 

CCB . 16 de janeiro . domingo . 17h00 . Grande Auditório

image003 (3).jpg

Programa

Jacques OffenbachOrphée aux Enfers: Abertura

Franz LizstOrpheus, poema sinfónico n. 4 S.98

Philip GlassDuplo Concerto para violino e violoncelo

 

Ficha Técnica

Violino Ana Pereira

Violoncelo Marco Pereira

Direção Musical Antonio Pirolli

Orquestra Sinfónica Portuguesa

 

Orfeu, o deus grego que amansava as feras com o seu canto, tem tido variadas e gloriosas aparições na História da Música.

 

Teremos, em primeiro lugar, o registo cómico do mito com a abertura de Orfeu nos Infernos, ópera bufa de Jacques Offenbach.

De seguida um poema-sinfónico de Franz Liszt escrito em 1854 como homenagem à ópera Orfeu e Eurídice, de Gluck. Aqui dilui-se a comicidade, pois Liszt via em Orfeu o símbolo da força criadora da arte, em particular da Música.

A terminar, uma obra de Philip Glass escrita em 2010 que remete de imediato para o conhecido Concerto Duplo de Brahms. Glass experimentou várias vezes o concerto para vários solistas e orquestra, mas esta obra, fruto de encomenda do Netherlands Dance Theater, foi originalmente composta como música para um bailado intitulado Canção do Cisne. O compositor conferiu ao violino e ao violoncelo importância dramática análoga à dos bailarinos.

Terá como solistas a violinista Ana Pereira e o violoncelista Marco Pereira e direção musical de Antonio Pirolli.

 

A propósito do mito de Orfeu, também neste mês de janeiro, nos dias 27 e 29, vamos apresentar no Grande Auditório a ópera Orphée, de Philip Glass, baseada no filme de Jean Cocteau, com encenação do brasileiro Felipe Hirsch, o maestro Pedro Neves e a Orquestra Metropolitana de Lisboa. Uma coprodução com o Theatro Municipal do Rio de Janeiro. 

"Vai Brasil?" no Alvalade Cineclube a partir de 13 de Janeiro

descarregar (3).png

descarregar (22).jpgA ideia de “câmara na mão, pé no chão” do Glauber Rocha, pegou em toda a gente. Estávamos na era do Cinema Novo, da crítica social. E agora, como na altura, voltamos a bater o pé no chão e a apontar a câmara, o projector para o ecrã. O início do ano é marcado com o ciclo VAI BRASIL?, do Alvalade Cineclube. Sete sessões em que cinemas históricos e de raras projecções em Portugal - como Terra em Transe (Glauber Rocha, 1967) e A Grande Cidade (Cacá Diegues, 1966) - se vão cruzar e dialogar com o cinema contemporâneo que pega na câmara ligeira, vai para a rua e reinvindica e sonha um país diferente ou um futuro premonitório.

VAI BRASIL? começa a 13 de Janeiro numa nova localização para o cineclube que agora ocupa a Sala de Cinema Fernando Lopes. Uma nova casa com a benção de quem também viu no movimento do cinema novo um motor para a criação de um novo cinema. Em Janeiro e Fevereiro, vamos ver um país como uma interrogação.

A projecção de Terra em Transe e A Grande Cidade são acontecimentos no ano cinematográfico português. Para as duas sessões o Alvalade Cineclube assegurou direitos e autorizações junto de herdeiros dos cineastas ou do próprio realizador Cacá Digues, num processo difícil que transforma ambas as projecções em oportunidades invulgares.

Daquele que é considerado o mais influente cineasta do cinema novo, é apresentado Terra em Transe. Raramente exibido em Portugal e proibido nos cinemas nacionais pelo Estado Novo, o filme de Gluber Rocha integra actualmente a lista dos 100 melhores filmes brasileiros da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (ABRACCINE). No entanto, à altura da estreia, crítica e intelligentsia brasileira receberam mal o filme, que pode ser lido como uma grande parábola da história do Brasil no período 1960-66. O filme enfrentou, na época, problemas com a censura estabelecida no Brasil, ao mostrar um fictício país latino-americano, denominado Eldorado, governado pelo déspota Diaz. Em abril de 1967, o filme foi proibido em todo o território nacional, por ser considerado subversivo e irreverente com a Igreja e só foi liberado com a condição de que fosse dado um nome ao padre interpretado por Jofre Soares.

De um dos fundadores do Cinema Novo, A Grande Cidade (1966) (ou, como também é conhecido, As Aventuras e Desventuras de Luzia e Seus 3 Amigos Chegados de Longe), é um dos primeiros filmes de Cacá Diegues. Logo de imediato identificamos os elementos do cinema novo: a crítica social, as questões políticas, o experimentalismo estético e a transgressão dos moldes da estrutura narrativa tradicional. Um filme que raramente foi visto nos ecrãs nacionais.

Fever apresenta clássicos de Ano Novo em concerto intimista à luz das velas

Concertos Candlelight para celebrar 2022:

 

Fever Candlelight.jpg

 

 

 

A Fever prepara um concerto de música clássica, em Lisboa, que reúne algumas das principais músicas dedicadas à época mais mágica do ano.

O programa, interpretado por um Quarteto de Cordas, inclui clássicos como ‘Berliner Luft’ de P. Lincke ou ‘Danúbio Azul’ de J. Strauss II.

Candlelight, conceito original da Fever que já conquistou milhares de portugueses, anuncia o primeiro concerto Candlelight de 2022 em Lisboa: no dia 15 de janeiro, o Altis Grand Hotel será palco do já conhecido concerto intimista à luz das velas, com um programa inteiramente dedicado aos clássicos de Ano Novo.

Com duas sessões de uma hora, marcadas para as 19h30 e 21h30, os concertos serão interpretados por um Quarteto de Cordas e contarão com um programa de oito clássicos, que incluem obras como Berliner Luft’ de P. Lincke ou ‘Danúbio Azul’ de J. Strauss II.

A proposta cultural da Fever para o arranque de 2022 visa, desta forma, proporcionar um ambiente intimista num local emblemático da cidade iluminado pela luz das velas, com um concerto de música clássica inovador e dirigido a todas as idades.

 

Os bilhetes podem ser adquiridos na app ou site da Fever, com o custo variável de 15 a 35 euros, consoante a aproximação e visibilidade para o palco. 

 

Os concertos instrumentais de música clássica Candlelight apresentam peças icónicas a um preço acessível, ao mesmo tempo que abrem à comunidade espaços únicos do património cultural de cada cidade, pois não são realizados em salas de espetáculos comuns. Este conceito original da Fever, que já vendeu mais de 2 milhões de bilhetes só em 2021, conseguiu levar a música clássica a um público totalmente novo, com 70% dos participantes com menos de 40 anos em mais de 90 cidades em todo o mundo.

 

Lisboa

Candlelight: Clássicos de Ano Novo à luz das velas

Local: Altis Grand Hotel

Data: 15 de janeiro

Horário: 19h30 e 21h30

Preço: 1 bilhete – a partir de 15,00€

Idade: A partir dos 8 anos (menores de 16 anos deverão ser acompanhados por um adulto)

Artistas: Quarteto de Cordas: Diogo Costa - Violino; Inês Belchior – Violino; Mariana Moreira – Viola; Ana Hespanha – Violoncelo.

EDITORIAL PRESENÇA PUBLICA HISTÓRIA SOBRE A IMAGINAÇÃO

A magia dos livros, no seu estado mais puro.

  • Mais Net, Não! é um livro que pretende encorajar as crianças a brincarem, a lerem livros e a exercitarem a imaginação.
  • Quando desligamos do ecrã, descobrimos mundos novos.
  • A Bia adorava tanto os gadgets que desconhecia a melhor app de sempre: a imaginação.
  • Data de Lançamento: 06 de janeiro | PVP – 12,90€.

image001 (6).jpg

 

«A Bia ficou verde de raiva e chorou até mais não poder. Sem o sinal da Internet, não sabia o que fazer.»

Esta é uma história sobre a magia dos livros e a melhor app de sempre… a imaginação!

A Bia era uma menina que adorava gadgets. Para onde quer que fosse, estava agarrada à tecnologia. Mas, um dia, o wi-fi deixou de funcionar e o seu mundo desabou. Sem Internet, o que há para fazer? Foi aí que descobriu um mundo de brincadeiras e muita imaginação.

Com textos de Josh Lawson, ator, realizador e guionista nomeado para um Óscar, e ilustrações de Sofya Karmazina, Mais Net, Não! é um livro que pretende encorajar as crianças a brincarem, a lerem livros e a exercitarem a imaginação.

Nas livrarias a 6 de janeiro, pela Editorial Presença.

 

«E o sol ficou mais brilhante, a cada página lida. Porque quando desligas a Internet, o mundo cresce e ganha vida.»                         

 

FÁBIO PORCHAT: ESTRELA DO 'PORTA DOS FUNDOS' ESTREIA O SEU NOVO SOLO DE STAND-UP COMEDY, EM PORTUGAL, NO MÊS DE FEVEREIRO

Com uma tour que arranca no Porto, o espetáculo vai passar por Braga, Coimbra e Aveiro, finalizando em Lisboa com uma grande apresentação no Campo Pequeno.

image005 (1).jpg

 

É já no próximo mês que Fábio Porchat está de volta a Portugal para estrear, em terras lusas, o seu novo solo de stand-up comedy. Após o sucesso de ‘Fora do Normal’ - um espetáculo também a solo e que esgotou em Lisboa, no Campo Pequeno, no ano de 2014 - o comediante do momento no Brasil vai estar em Portugal de 5 a 18 de fevereiro para percorrer o país e levar, desta feita, o seu novo espetáculo de stand-up a um maior número de cidades. 

 

Histórias inusitadas, comédia de observação e humor acutilante serão, por certo, ingredientes presentes para uma noite única, protagonizada por um dos fundadores do ‘Porta dos Fundos’, criador e apresentador do aclamado programa “Que história é essa, Porchat?”, e um dos humoristas mais conceituados e queridos em Portugal e no Brasil.

 

Com a produção da H2N a digressão deste novo espetáculo a solo de Fábio Porchat arranca no Porto, no dia 5 de fevereiro, e vai passar pelas cidades de Braga (6.02), Coimbra (12.02) e Aveiro (13.02), sendo o encerramento da tour em Lisboa, no dia 18 de fevereiro, no emblemático Campo Pequeno.

 

O espetáculo é para maiores de 16 anos, tem a duração de 60 minutos e os bilhetes variam entre os 25 e os 30 euros. Estão disponíveis a partir de hoje e encontram-se à venda na Ticketline e nos locais habituais. 

Novidades para Janeiro

descarregar (12).jpg

AO PALCO

FORMAÇÃO
 
O Teatro da Garagem coloca à disposição da Escola, o seu saber fazer, técnico e artístico, numa perspetiva de colaboração e sensibilização, ajudando professores, funcionários não docentes e alunos, a encontrarem as melhores soluções técnicas e artísticas para os seus objetos cénicos.  A Garagem ajuda a Escola a fazer, e a encontrar, o seu Teatro no palco do Teatro Taborda. 

Ficha artística:

Coordenação do Serviço Educativo Ana Palma 
Estágios ESTC Ana Dias e Mariana Índias

Financiamento Direção-Geral das Artes, Governo de Portugal | Ministério da Cultura
Apoios Câmara Municipal de Lisboa, EGEAC, Junta de Freguesia de Santa Maria Maior

 

descarregar (13).jpg

ABERTURA DE INSCRIÇÕES
CLUBES DE TEATRO 2022

FORMAÇÃO
 
Em Janeiro vão abrir as inscrições para os Clubes de Teatro 2022!
Clubes de Teatro para Crianças / Jovens / Adultos / Professores (NOVIDADE!)
 

descarregar (14).jpg

PROJECTO SOFIAS

FORMAÇÃO
 
"Sofias", é um projeto teatral, baseado nos textos da Condessa de Ségur, “Os desastres de Sofia” dirigido ao ensino básico. Deverá ser realizado nas escolas durante os recreios das aulas formais, invertendo o mecanismo habitual "da escola que se desloca ao teatro" para a "o teatro que se desloca à escola". 
 
 
 
 
 

Exposição "Cenas de Lisboa" em destaque no Casino Estoril

Maramgoní.jpg

Está patente na Galeria de Arte do Casino Estoril a exposição “Cenas de Lisboa”, da autoria do artista brasileiro Maramgoní. Com entrada livre, a não perder, até 31 de Janeiro.

 

O artista plástico Maramgoní, passeia por Lisboa com olhar apurado e mestria, na sua primeira exposição individual na capital. Com mais de 30 anos de carreira, o artista expressa uma visão urbana e ao mesmo tempo vigorosa de Lisboa, através de 24 trabalhos, onde retrata alguns dos bairros mais emblemáticos, como Alfama ou o Bairro Alto, a Baixa Pombalina, o Castelo de São Jorge, o Tejo e algumas cenas do quotidiano alfacinha. Na busca de uma nova leitura artística, baseada em novas questões estéticas que se refletem num desenho primoroso, o artista revela-nos um vasto conhecimento pictórico e procedimento fundamentado numa arquitetura filosófica.

 

Artista por natureza

Maramgoní nasceu em São Paulo, em 1972, interessando-se desde a infância por desenho e demonstrando grande habilidade com formas e proporções. Com apenas 10 anos de idade, traça as diretrizes de seu destino artístico: a pintura. Após alguns anos como autodidata, em 1987, abre seu próprio atelier, onde também lecionou. Em 2005, aprofunda-se na arte contemporânea. Indiferente aos modismos, sua obra mantém-se autêntica e suas técnicas e cores revelam seu genuíno dom e amor pela arte. Em Setembro de 2018, Maramgoní mudou-se para Lagos, Portugal.

 

Entrevista de Maramgoni

Numa breve entrevista, Maramgoni analisou diferentes temas como, por exemplo, a evolução do seu percurso artístico, a exposição “Cenas de Lisboa” que está patente na Galeria de Arte do Casino Estoril e o que o fez deixar, há pouco mais de dois anos, o Brasil para residir em Portugal.

Quem é Maramgoní?

Sou paulistano, nasci no Brasil, na cidade de São Paulo, em 1972. Tenho mais de 30 anos de carreira nas artes, sou disléxico e posso dizer que a arte me define, nossa relação é visceral.

Como foi o início do seu percurso no universo das artes plásticas?

Desenho e pinto desde que me conheço. Os meus pais foram os meus maiores incentivadores. Sou disléxico e a aprendizagem na escola para mim sempre foi um assombro, a arte foi fundamental e libertadora, posso dizer que ela me salvou. Comecei por pintar as paredes do meu quarto, aos 9 já pintava telas e as 15 já tinha meu próprio atelier, onde pintava e dava aulas. Eu já nasci artista.

Quais os artista que o influenciaram?

A Minha base é 1000% académica, sou autodidata, e tudo que aprendi, foi estudando os conceitos e técnicas dos cânones do academicismo, Da Vinci, Rembrandt, Caravaggio, Renoir, Michelangelo, Bosch, Rubens, Bruegel, Klimt, pintei a óleo por muitos e muitos anos, até que, por volta de 2007, me dediquei a estudar, também de maneira autodidata, as possibilidades de como usar as técnicas e os materiais contemporâneos mesclando com o que eu conhecia do academicismo. E hoje, utilizo, praticamente, só tinta acrílica.

O que o traz a Portugal?

Mudei-me para Portugal com a minha família há dois anos e pouco, com a intenção de criar meu filho Matteo, que na ocasião tinha 3 anos, num lugar “sem violência” e aproveitar para expandir os meus horizontes artisticamente falando, estávamos aqui há 5 meses e confinámos por causa da Pandemia de Covid-19. Foi uma loucura. Quanto isso aconteceu, eu já tinha iniciado a preparação desta exposição com o Pedro Lima Carvalho, Diretor da Galeria de Arte do Casino Estoril. Com o confinamento tivemos que adiar, o que no final, acabou sendo muito propício para a criação desta mostra e rendeu estas obras muito especiais sobre Lisboa, que chamo amorosamente de “Minha Linda”, todas produzidas durante o confinamento. Espero que gostem, dediquei-me bastante para retratar todo esplendor de Lisboa.

Porquê “Cenas de Lisboa”?

Pensei em cenas pois é uma palavra muito usada pelos portugueses para descrever os acontecimentos do dia-a-dia, além de ter a ver com cenas de um filme, um momento ou um lugar imortalizado. Procurei imagens que de alguma forma contassem um pouco do que acontece em diferentes lugares da cidade. Procurei um olhar único para cada momento.

O que diria ao público?

Quero convidar todos para visitarem minha primeira exposição individual em Lisboa, que estará patente, até 31 de Janeiro, na Galeria de Arte do Casino Estoril, e dizer que será um prazer recebê-los para compartilhar convosco a minha arte, que criei de maneira tão especial para todos vocês. Muito obrigado!

 

A Galeria de Arte do Casino Estoril acolhe a exposição “Cenas de Lisboa”, da autoria do artista brasileiro Maramgoní. Com entrada livre, a não perder, até 31 de Janeiro de 2022. 

 

O Casino Estoril foi distinguido com o certificado “Clean & Safe” do Turismo de Portugal e aderiu ao serviço COVID OUT, Selo de Confiança, Clean Surfaces Safe Places, emitido pelo ISQ.

 

O Casino Estoril abre às 15h00 e encerra às 03h00. O acesso é livre, sendo que a partir das 22 horas, é para maiores de 14 anos, e maiores de 10 anos acompanhados pelos pais. Nas áreas de Jogo é para maiores de 18 anos.