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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Ensemble de trompetes e sonoridades balcãs animam o mês de Março | Solistas da Metropolitana com concertos regulares no Museu do Oriente

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Os Solistas da Metropolitana sobem ao palco do Museu do Oriente, nos dias 14 e 29 de Março, às 16.00, para dois concertos de entrada gratuita que celebram “a arte dos sons”, para lá das partituras e das gravações.

 

Desde tempos imemoriais, a presença do trompete acrescenta uma dimensão simbólica inconfundível aos contextos sociais onde intervém. É isso mesmo que os Solistas da Metropolitana propõem com o seu Ensemble de Trompetes, a 14 de Março.

 

Como um carrossel de experiências, preparam-nos para a ‘batalha’ com A Marcha do Conde de Oxford, composta pelo inglês W. Byrd por volta de 1600. Embarcam então até Veneza, onde se escuta um concerto com o nome da Basílica de São Marcos, onde T. Albinoni foi sepultado. Sobem depois a um palco londrino, para abrirem o 4.º Acto da ópera The Fairy Queen de H. Purcell, num registo solene sublinhado por outras duas peças bastante mais recentes, de J. Price e J. Hobbs. E na mais pura demonstração de destreza técnica, recuperam um Estudo de Concerto, do russo A. Goedicke. Viram assim a página, com uma quadrilha de inspiração oitocentista, do mesmo J. Price. Rematam com a inspiração jazzística de M. B. Nelson, a exuberância festiva da música tradicional judaica e a fantasia brasileira do sempre jovem Maestro Duda.

 

Já no domingo, 29 de Março, são as Sonoridades Balcãs que ecoam no Museu do Oriente, com a soprano Ana Paula Russo, acompanhada por piano, violino, trompete e clarinete. Desde temas tradicionais a clássicos, como Canções Ciganas, de J. Brahms, e um repertório que abrange várias décadas, os Solistas da Metropolitana convidam a uma viagem musical pelo sudeste europeu. 

 

Ensemble de Trompetes – Solistas da Metropolitana

14 de Março, sábado

16.00

Duração: 75’

M/ 6 anos

Entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete no próprio dia

 

Intérpretes 

Sérgio Charrinho, João Moreira, Tiago Soares, Brian Andrade, Alexandre Almeida, Duarte Anjo, Alexandra Caeiro, Carlos Lopes, Maria Batista, Rafael Simões, Sara Antunes, Sérgio Cabral

 

Programa

William Byrd | The Earl of Oxford’s March (arr. John Miller)

Tomaso Albinoni | Concerto para Trompete em Lá Maior, São Marco (arr. Gordon Mathie)

Henry Purcell | Sinfonia do Acto IV da ópera The Fairy Queen (arr. James Olcott)

Joseph Price | Intrada Dramatica

Joshua Hobbs | Fanfare for the Green and Gold

Alexander Goedicke | Estudo de Concerto, Op. 49 (arr. David Hickman)

Joseph Price | The Square Dance

Michael B. Nelson | A Thousand Angry Bees

Tradicional | Hava Nagila (arr. James Olcott)

José Ursicino da Silva | Fantasia Brasileira

 

Sonoridades balcãs – Solistas da Metropolitana

29 de Março, domingo

16.00

Duração: 75’

M/ 6 anos

Entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete no próprio dia

 

Ana Paula Russo [soprano], Jorge Camacho [clarinete], Sérgio Charrinho [trompete], Anzhela Akopyan [violino], Savka Konjikusic [piano]


Alinhamento

  1. HöhneFantasia Eslava, para trompete e piano
  2. BrahmsCanções Ciganas, Op. 103, para soprano e piano
  3. MontiCzardas, para violino e piano
  4. E. BaratChant Slave, para clarinete e piano
  5. Tajčević7 Danças Balcãs, para clarinete, trompete e piano

Temas Tradicionais dos Balcãs para ensemble

 

 

www.museudooriente.pt

MANUEL VALENCIA | Exposição "Flowers I & II Drawings"

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© Manuel Valencia, Flowers Series | Ignea inescrutabila indica (detail), 2017-2020

 

Inauguração:  quarta-feira, 29 abril 
MUHNAC | Museu Nacional de História Natural e da Ciência, 18h30
OCUPART | Espaço Camões da Livraria Sá da Costa, 21h00

Exposição:  30 abril a 31 maio 2020
MUHNAC | Terça a sexta, 10h - 17h \\ Sábado e domingo, 11h - 18h
Ocupart | Segunda a sexta, 14h - 19h

 

A Ocupart apresenta as Exposições Flowers I & II,  do artista espanhol  Manuel Valencia, no Museu Nacional de História Natural  e da Ciência | MUHNAC e na Ocupart | Espaço Camões da Livraria Sá da Costa.

Estas exposições tem a curadoria de Sofia Marçal, no MUHNAC  e de Menene Gras Balaguer, diretora de arte e cultura da CASA ASIA em Barcelona, na Ocupart. 

Com inauguração conjunta a 29 abril, estas exposições podem ser visitadas até 31 de maio.

Os trabalhos apresentados nestas mostras inserem-se no contexto de um extenso projeto de Manuel Valencia sobre flores imaginárias, exibido pela primeira vez em Xangai em 2018, agora ampliado e renovado. No projeto Flowers, Manuel Valencia guiado pela intuição e pela poesia, inspira-se na Botânica para criar desenhos de flores imaginárias e atribuir-lhes um nome, também inexistente, seguindo a nomenclatura binomial de Linnaeus. Com um estilo claramente único, o artista utiliza diferentes materiais sobre papel de arroz Xuan feito à mão na China. 

Em 2018 a editora Purple Roof (China), publicou um livro em inglês intitulado FLOWERS sobre o projeto de Manuel Valencia, juntamente com textos de Menene Gras Balaguer.
 

MANUEL VALENCIA 

Madrid, 1954.

Realizou os seus estudos em arte na Stichting de Vrije Academie voor Beeldende Kunst, em Haia e em vários ateliers de artistas holandeses, como é o caso de Dora Dolz. Para criar a sua vasta obra, escrita e plástica, Manuel Valencia procura incessantemente respostas na natureza, inquieta-o a dualidade entre o caos e a ordem do universo. Guiado pela intuição e pela poesia, explora com mestria a relação entre a unidade e a multiplicidade de representações que encontra na botânica, no mar ou nas paisagens que representa. 

Manuel Valencia expõe regularmente desde 1991 e tem uma carreira internacional, tendo vivido na China mais de 5 anos. Realizou diversas exposições individuais em Madrid, Valência, Barcelona, Lisboa, Belgrado, Pequim, Havana e Xangai, entre as quais se destacam “The Flowers Series. Drawings” (Xangai, 2018), The Skin of the Sea” (Pequim,  2015), “Letters and Slates” (Madrid, 2011),” Poemas Botânicos" (Madrid, 2009),” Visual Haikus" (Havana, 2007),” Gaijin" (Barcelona, 2004). Participou em inúmeras exposições coletivas em galerias privadas e em espaços institucionais, como o Instituto Cervantes ou a Casa Ásia de Madrid e Barcelona assim como em Feiras Internacionais, ARCO (Madrid), CIGE (Pequim), Wuhan Ink Biennale o Arte Lisboa.
A sua criação plástica tem sido acompanhada pela sua produção escrita, cujas publicações se destacam o livro "Accelerated Travel Journal - 10 years" (Ed. Isla Grande, Madrid, 2007) ou FLOWERS, Drawings by Manuel Valencia (Xangai, 2018).

O seu trabalho está presente em várias coleções particulares na Holanda, Itália, Bélgica, Estados Unidos, China, Coreia, Cuba, Portugal, Brasil e Espanha.

“Bagageira Aberta em Palmela” regressa em 2020

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No próximo ano, a “Bagageira Aberta em Palmela” está de volta, com 10 novas datas. A iniciativa solidária, promovida pelo Centro Social de Palmela, com o apoio do Município, vai continuar a realizar-se no Largo de S. João, entre as 9h00 e as 18h00, no primeiro sábado de cada mês (à exceção de setembro, em que acontece no segundo sábado, e dos meses de agosto e dezembro, em que não se realiza).

Este é um mercado onde qualquer pessoa, desde que inscrita, pode vender ou trocar artigos em segunda mão ou reciclados (roupas, acessórios, livros, mobiliário, brinquedos, discos, artigos de decoração, entre outros), na bagageira do seu carro. Com esta iniciativa, o Centro Social de Palmela pretende angariar fundos para o seu funcionamento e atividades.

Mais informações: 212 352 108 ou centrosocialdepalmela@gmail.com. Em 2020, a “Bagageira Aberta em Palmela” realiza-se nas seguintes datas:

 

- 4 de janeiro

- 1 de fevereiro

- 7 de março

- 4 de abril

- 2 de maio

- 6 de junho

- 4 de julho

- 12 de setembro

- 3 de outubro

- 7 de novembro

 

 

Esta semana no Museu Nacional da Música | Concertos: 10 - Solistas do Conservatório Nacional | 11 - Ciclo de jazz (estreia) | 12 - Recital de violino e piano | 13 de Março - Recital de fagote, violoncelo e piano

10 de Março, pelas 19h, #EntradaLivre
Ciclo do Conservatório Nacional no Museu Nacional da Música | Solistas

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Solistas das classes de:
Guitarra portuguesa
Viola d'arco
Clarinete 
Trombone
 
Classe de professores Ricardo Gordo, Ricardo Mateus, Rui Martins e Ismael Santos
Pianistas: Ivan Kuznyetsov e Joana Barata
Participação especial da Classe de Iniciação de Guitarra Portuguesa
 
 
11 de Março, pelas 18h30 #EntradaLivre
Ciclo de Jazz | Novos Talentos Lusíada
A Universidade Lusíada tem o prazer de se associar ao Museu Nacional da Musica para, em conjunto, darem a conhecer alguns dos mais talentosos jovens músicos do nosso país, num ciclo de concertos com a curadoria da Licenciatura em Jazz e Música Moderna da Universidade Lusíada de Lisboa.

1º Concerto:
Eduardo Faustino: guitarra
Francisco Neves: guitarra
João Augusto: contrabaixo
Ana Seroto: bateria

Concertos:
1. Quarta-feira dia 11 de Março das 18,30 às 19,30
2. Quarta-feira dia 15 de Abril das 18,30 às 19,30
3. Sábado 16 de Maio, Noite dos Museus, horário a confirmar  

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12 de Março, pelas 19h#EntradaLivre
Recital de violino e piano | Catarina Afonso e Pedro Ramos

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PROGRAMA

Sonata para violino nº2 em Lá maior, op.2 RV 32 de A. Vivaldi (1670-1741) (7')
I. Preludio
II. Corrente
II. Adagio
IV. Giga

Romance op.26 para violino de J. Svendsen (1840-1911)

Sonata para violino e piano nº1 em Sol maior, op.78 de J. Brahms (1833-1897) (30')
I. Vivace ma non troppo
II. Adagio
III. Allegro molto

Catarina Afonso | Violino
Começou a estudar violino com oito anos de idade na AMSC sob a orientação do Professor Álvaro Pinto, tendo prosseguido os seus estudos com a Professora Lígia Soares. Após concluir o curso complementar de violino ingressou na ESML na classe do Professor Gareguin Aroutiounian e, posteriormente, na classe do Professor Tiago Neto.
Já se apresentou a solo com orquestra ou com piano em locais como a Aula Magna da Universidade de Lisboa, CCB, Auditório Vianna da Motta e Palácio Foz, entre outros.
De 2008 a 2015 foi elemento efectivo da OSJ, onde desempenhou as funções de concertino substituto e auxiliar. Foi bolseira da fundação E.D.P./OSJ entre 2009 e 2011 e entre 2013 e 2015.
Em 2009 ganhou o 1º prémio no Concurso de Violino de Ourém e Fátima (Escalão D).
Entre 2014 e 2016 foi selecionada para participar no Estágio Gulbenkian para Orquestra, e ainda em 2015 no “ Verão Clássico- Academia Internacional de Música de Lisboa” e no “Atlantic Coast International Music Festival”. Em 2016 participou no programa de aperfeiçoamento para jovens músicos “Allegro com Brio”, organizado pela DGArtes.
Realizou masterclasses de violino com Roberto Valdés, Nuno Soares, Felix Andrievsky, Mariana Sirbu, Benjamin Schmid, Ana Beatriz Manzanilla, Augusto Trindade, David Lefèvre e de Música de Câmara com Artur Pizarro e o quarteto de cordas Radamés Gnattali.
Trabalhou com maestros como Juan Markl, Pedro Halffter, Andei Boreyko, Juraj Valcunha, J.M. Perez Sierra, Joana Carneiro, Pedro Neves, Vasco Pearce de Azevedo, Christopher Bochmann, Juan Jose Ocón e Nikolay Lalov.
Colaborou como reforço em diversas orquestras, tais como, a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra Clássica do Sul e a Orquestra Sinfonietta de Lisboa.
Em 2016 concluiu o Mestrado em Estudos Orquestrais na Musikene (Centro Superior de Música del País Vasco) na classe do professor Aitzol Iturriagagoitia, tendo colaborado com a Orquestra Sinfónica de Euskadi.
Em 2018 terminou o Mestrado em Ensino da Música, na Escola Superior de Música de Lisboa.
É membro do Trevo Ensemble, professora de violino no Conservatório de Música de Cascais e reforço assíduo na Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.


Pedro Ramos | Piano
Nascido em 1989, Pedro Ramos terminou o curso complementar de Formação Musical na AMSC. A sua formação continuou nos Estados Unidos, onde concluiu com distinção o curso de Classical Composition, na Manhattan School of Music, em Nova Iorque, em 2012.
Estudou Piano com a Professora Carla Seixas, a Professora Lisa Yui e o Professor Artur Pizarro. Teve Masterclasses com Ramzi Yassa, Solomon Mikowsky e Yoon Kyung Park. Para além de vários recitais a solo, também integra formações de câmara, como os Broadway Fellas, com Joe Coronado, um duo com o clarinetista António Saiote e o Trio Tarantella, com quem gravou um CD de Música Francesa, através do apoio da Fundação GDA. Actualmente, trabalha como pianista correpetidor com o Coro Gulbenkian e é membro do Trevo Ensemble.
Dirige regularmente os Lisboa a Cappella e trabalhou já como maestro assistente da OSJ, como maestro convidado da OCMC e como maestro titular da Orquestra da AML, da Orquestra da Broadway ao West End e da Orquestra de Antigos Alunos da AMSC.
No Canto, durante a sua formação actuou em vários coros, como o Coro Gulbenkian, o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, o Manhattan School of Music Chamber Choir, os Upper West Sound e o Ensemble Vocal. Aquando do seu regresso a Portugal, teve aulas na EMCN, com a Professora Ana Paula Russo e fundou os Lisboa a Cappella, que dirige desde 2012. Participou por três vezes no SISCCC, como maestro e cantor.
No que respeita à Composição, as suas peças foram estreadas em Nova Iorque, Lisboa, Badajoz, Bruxelas e Amsterdão. Compõe para várias formações e em vários estilos, tendo já escrito para orquestras sinfónicas, como para publicidade.
Pedro Ramos é, desde Outubro de 2019, coordenador da Temporada Antena 2.  
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Roca Lisboa Gallery acolhe a exposição “12 Serigrafias de Arquitetos”

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O Roca Lisboa Gallery acolhe a partir de 6 de fevereiro a exposição “12 Serigrafias de Arquitetos”, uma seleção de obras de reconhecidos arquitetos portugueses de várias gerações que inclui contribuições de Siza Vieira, Souto de Moura e Carrilho da Graça. Reafirmando a estreita ligação da marca Roca à arquitetura e à arte, a exposição enquadra-se na celebração dos 35 anos do Centro Português de Serigrafia (CPS) e vem prestar homenagem a Manuel Graça Dias (1953-2019), arquiteto, professor e pensador com um percurso ímpar na divulgação da arquitetura portuguesa.

 

Comissariada por Graça Dias, que também assina uma das obras, a coleção “12 Serigrafias de Arquitetos” foi originalmente integrada nas comemorações do Dia Mundial da Arquitetura de 2014 e já passou por Bilbau, tendo sido pensada enquanto conjunto abrangente e representativo do panorama da arquitetura portuguesa contemporânea. Sobre ela, Graça Dias disse na altura tratar-se de “uma coleção bastante improvável, complexa e variada – sobretudo, menos previsível do que o habitual”, com obras de arquitetos “reconhecidos pela sua produção desenhada”.

 

Serão exibidas no Roca Lisboa Gallery serigrafias de Álvaro Siza Vieira, Alexandre Alves Costa, Eduardo Souto de Moura, Carrilho da Graça, Manuel Graça Dias, Luísa Penha, Fátima Fernandes, Egas José Vieira, Pedro Ravara, Alexandra Margaça, Pedro Bandeira e Pedro Machado Costa. Uma seleção que João Prates, Diretor do Centro Português de Serigrafia, afirma denotar “a generosidade, a grande capacidade de diálogo e o gosto pelo encontro imprevisível” que era transversal ao trabalho de Graça Dias.

 

A exposição “12 Serigrafias de Arquitetos” tem entrada livre e poderá ser visitada até ao final de maio de segunda à sexta-feira das 10h às 18h e aos sábados das 10h às 17h. A sessão de inauguração terá lugar no dia 6 de fevereiro às 18h e contará com a participação de João Prates e de Jorge Vieira, Diretor Geral da Roca em Portugal, José Manuel Pedreirinho, Presidente do Conselho Diretivo Nacional da Ordem dos Arquitectos, e Egas José Vieira, sócio fundador do Atelier Contemporânea e autor de uma das obras da coleção. Para marcar presença no evento basta reservar lugar no website do Roca Lisboa Gallery, em: http://www.rocalisboagallery.com/activities/12-serigrafias-de-arquitects.

MAR Shopping Algarve promove agenda cultural pela saúde mental

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 É já a partir do dia 13 de março, que o MAR Shopping Algarve passa a contar com uma nova agenda cultural dedicada à saúde mental. Em parceria com a ASMAL – Associação de Saúde Mental do Algarve, o centro comercial vai promover várias das atividades desenvolvidas pelos utentes desta IPSS, com o intuito de destacar a importância da saúde mental, como parte integrante da agenda cultural e social da região.

 

Exposições de fotografia, peças de teatro, exposições de trabalhos artísticos dos utentes da ASMAL, são algumas das atividades de acesso gratuito que passam a integrar a agenda dos visitantes do MAR Shopping Algarve.

 

“A nossa admiração pelo trabalho da ASMAL começou ainda na fase de projeto do MAR Shopping Algarve. Como espaço de encontro de tantos algarvios e visitantes de outra regiões e países, quisemos contribuir para que os projetos desta instituição fossem conhecidos por mais pessoas e decidimos incluir a saúde mental como tema regular da agenda de atividades do centro. Estamos muito motivados com esta colaboração e é um orgulho podermos receber e dar palco ao que é feito no âmbito da atuação da ASMAL no Algarve. Desta forma, esperamos poder contribuir para desmitificar o estigma ainda existente em torno da saúde mental e contribuir de forma ativa na divulgação deste tema” comenta Herman Gewert, diretor-geral do MAR Shopping Algarve.

 

Primeira iniciativa é já em Março

 

De 13 a 29 de março, estará patente, no MAR Shopping Algarve, a exposição de fotografia “Terno Efémero”, em frente à loja Mango, no piso 0. Esta exposição pretende partilhar as criações cénicas do Teatro Sótão - grupo inclusivo da ASMAL, visando divulgar a intervenção terapêutica na área do Teatro e da Saúde Mental, desenvolvida na instituição desde 2007. Além disso, esta exposição evidencia as capacidades expressivas e artísticas dos participantes, desmistificando o estigma e reforçando a imagem positiva da pessoa com doença mental. As fotografias, registadas entre 2015 e 2018, são da autoria de Cláudia Vargues, fotógrafa algarvia, residente na cidade de Faro.

 

No dia 20 de Março (sexta-feira), toda a família poderá juntar-se para assistir à peça de teatro ‘Ir, é ser’, no interior do MAR Shopping Algarve, junto à entrada principal. Esta peça é da autoria do Teatro do Sótão, um grupo de carácter experimental, constituído por pessoas com doença mental, que visa contribuir para a reabilitação psicossocial dos seus intervenientes, através da vivência de processos criativos e de experiências estéticas.

 

A ASMAL - Associação de Saúde Mental do Algarve é uma instituição particular de solidariedade social, sem fins lucrativos, de utilidade pública, que tem os seus objetivos centrados na reabilitação de pessoas com doença mental, visando a sua inclusão na comunidade. Apesar da intervenção prioritária se dirigir à população com doença mental, a ASMAL desenvolve, igualmente, ações dirigidas à população com deficiência, a populações desfavorecidas ou em risco, às famílias de pessoas com doença mental e à população em geral.

 

Outras atividades e exibições de divulgação da saúde mental estarão patentes ao longo do ano no MAR Shopping Algarve, estando garantida uma agenda regular de divulgação do tema da saúde mental para todos os visitantes.

Weaving (the) Cosmos | A arte de Fukuko Ando em exposição no Museu do Oriente

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A artista e designer de moda Fukuko Ando partilha a sua expressão do dinamismo da vida através do agenciamento de tecidos, de fios e de cores, na exposição Weaving (the) Cosmos, que o Museu do Oriente inaugura a 20 de Fevereiro.

 

Mais de 160 bonecas, realizadas em crochet, representam 25 variações das sete irmãs da mitologia grega que deram o nome às sete estrelas mais brilhantes do aglomerado das Plêiades: Alcíone, Electra, Maia, Mérope, Astérope, Taígete e Celaeno. A artista dotou cada boneca de diferentes códigos e mensagens, baseados no conceito segundo o qual “não há dois corpos humanos iguais e, no entanto, estamos todos essencialmente unidos na dança cósmica do universo”.

 

Fukuko Ando trabalhou e viveu em Paris mais de 25 anos, tendo aperfeiçoado as suas competências técnicas com Christian Dior e Christian Lacroix para criar as suas próprias colecções. O seu trabalho é feito a partir dos melhores tecidos e materiais, através de um processo manual longo, singular e rigoroso.

 

Nesta exposição, Ando apresenta ainda o conjunto 12 Dresses, que diz respeito às quatro forças elementares que governam todas as interacções no Universo. Os seus vestidos reflectem uma visão profundamente espiritual e mística da vida.

 

Demarcando-se conscientemente dos padrões e procedimentos tradicionalmente usados no mundo da moda para a confecção de uma peça de vestuário, Fukuko Ando cria vestidos que, em primeiro lugar e acima de tudo, respeitam e acompanham as formas do corpo humano. Harmonizando habilidosamente as técnicas criativas clássicas com a forma e o movimento naturais do corpo, a artista sublima ambos.

 

Através dos seus vestíveis e dançáveis poemas visuais, simultaneamente fulgurantes e coloridos, Fukuko Ando explora a magia secreta das matérias animadas com as quais re-encanta a alta-costura, entrelaçando ser e aparência, sabedoria antiga e um espontâneo e festivo espírito de infância.

 

A exposição Fukuko Ando: Weaving (the) Cosmos está patente até 10 de Maio.

 

Exposição “Fukuku Ando: Weaving (the) Cosmos”

Curadoria e textos de Katherine Sirois

Inauguração | 20 de Fevereiro | 18.30

Até 10 de Maio

Horário: terça-feira a domingo, 10.00-18.00

(à sexta-feira o horário prolonga-se até às 22.00)

Entrada gratuita

 

www.museudooriente.pt

Exposição "Timor: Totems e Traços" encerra com conferência | 15 março, 15.30, gratuito

Coleccionador explica o que o inspira na arte ikat

Tecedeira de Helong e o seu marido fotografados em

 

Peter ten Hoopen, o especialista responsável pela colecção de ikats timorenses que o Museu do Oriente exibe na exposição “Timor: Totems e Traços”, explica como esta arte o influencia, numa conferência que se realiza no domingo, 15 de Março, às 15.30, e que assinala o encerramento desta mostra. A entrada é gratuita.

 

O coleccionador começou a interessar-se por esta arte no final dos anos 1970, mas só a partir de 2010 é que decidiu coleccioná-la e estudá-la activamente. “Quando lidamos com uma cultura que está a desaparecer rapidamente, mais do que coleccionar peças emblemáticas, importa preservar o conhecimento nelas contido. Se a transferência tradicional de conhecimentos saltar uma geração, esse conhecimento perde-se para sempre. É por isso que vejo esta colecção como um projeto de património cultural, e não apenas um somatório de objectos”, explica.

 

Durante milhares de anos, o ikat foi um elemento central da cultura austronésia, funcionando como um meio de comunicação e linguagem, transmitindo valores e normas, sentido de pertença, diferenciando classes sociais, testemunhando fenómenos de interculturalidade, de significados, associações, carga simbólica e mitos de origem, materializados nos padrões decorativos, nas cores usadas e na ordem da sua aplicação. Grande parte destes panos, tecidos pelas mulheres de uma linhagem, era guardado, sendo considerado património dessa linhagem e necessário para as trocas rituais em cerimónias de aliança, casamento, nascimento e morte.


O longo período de agitação política vivido por toda a ilha de Timor, a partir da década de 70 do século XX, as alterações do estilo de vida das populações e o desinteresse a que este artigo de vestuário foi entretanto votado, por se considerar já não estar ‘na moda’, fez com que grande parte do seu património têxtil fosse destruído.

 

Exposição “Timor: Totems e Traços” – Conferência com Peter ten Hoopen

15 de Março, domingo

15.30

Entrada gratuita, limitada à capacidade da sala

 

www.museudooriente.pt

No concelho da Moita: Exposições nos equipamentos culturais municipais

No concelho da Moita

Exposições nos equipamentos culturais municipais

 

A programação das exposições dos equipamentos culturais municipais, inserida no Programa das Artes Visuais, tem como objetivo a promoção da literacia nas artes visuais, permitindo que os munícipes possam ler, interpretar, experienciar e expressar as artes.

Em março, são várias as exposições patentes nas bibliotecas municipais do concelho, dirigidas ao público em geral e com entrada livre:

 

2 a 25 de março

Exposição “Habitats Ribeirinhos”, cedida pela Quercus

Biblioteca Municipal do Vale da Amoreira

A exposição surge como uma oportunidade para os cidadãos conhecerem mais pormenorizadamente temas relacionados com a gestão da biodiversidade associada a meios aquáticos de águas correntes, bem como sobre as ameaças que hoje estão presentes nestes habitats sensíveis.

Esta exposição tem como foco os ecossistemas ribeirinhos e a sua diversidade de fauna e flora. A partir deste tema, dá a conhecer a grande diversidade de espécies existentes nos rios e ribeiras de Portugal, as mais variadas ameaças que impactam estes sistemas ecológicos e as boas e más práticas levadas a cabo pelo ser humano nas áreas adjacentes a estes ecossistemas.

As ilustrações de Nuno Farinha são um elemento base nesta exposição, tornando esta mostra de educação ambiental mais dinâmica e apelativa a todas as idades.

 

3 a 21 de março      

Exposição de fotografia “Rostus y identidadi”, de Kuny Mendes

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Biblioteca Municipal de Alhos Vedros

Através desta exposição, o autor retrata os rostos e a identidade do povo cabo-verdiano, as relações intergeracionais e as suas vivências.

 

3 a 28 março

Exposição “Margarida de Papelão”, de Paula Margarida Pimentel

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Biblioteca Municipal Bento Jesus Caraça

Inauguração nodia 7 março, às 16:00h

Numa itinerância pelas Bibliotecas Municipais, esta exposição apela para a importância da reciclagem, mostrando que os materiais podem ganhar vida num mundo de fantasia.

 

7 a 28 março          

Exposição de Pintura “Imaginário”, de Vítor Moinhos     

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Galeria de Exposições do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo                      

Inauguração no dia 7 de março, às21:30h

 

26 março a 30 abril         

Exposição “30 anos de Leitura Pública – Pessoas, Palavras e Poemas”

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Biblioteca Municipal de Alhos Vedros

No dia 26 de março, às 21:00h, a Biblioteca de Alhos Vedros recebe também a iniciativa “Leituras às Quintas” subordinada ao mesmo tema.

No ano em que se assinalam os 30 anos de leitura pública no concelho da Moita, as bibliotecas convidaram os poetas que participaram nesta última edição do Livro “Poetas Nossos Munícipes” a escreverem um poema alusivo aos 30 anos de leitura pública. Estes poemas serão partilhados nas Leituras às Quintas e convertidos na exposição inaugurada no mesmo dia.