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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Estreia | espectáculo CHATROULETTE 8.3, de Inês Garrido

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A performance CHATROULETTE 8.3, de Inês Garrido, estreia a 7 de Dezembro, no CAL - Primeiros Sintomas em Lisboa, seguirá para o Porto a 8 e 9 de Dezembro, no Ermo do Caos. Uma performance de Inês Garrido em tempo real com um desconhecido no Chatroulette.
 
Sinopse:
Nesta performance é obrigatório o uso de telemóveis smartphone. Isto é um jogo em tempo real. Se decidires jogar, faço tudo o que quiseres. A minha voz é uma voz feminina. Há diferença?
Num dispositivo tecnológico, propõe-se um caminho que encontre performance e experiência social. Se se partir de um ponto de vista em que a desigualdade de género é alicerçada em estruturas de poder histórico-sociais, que pequenos comportamentos quotidianos fazem a manutenção dessa desigualdade?
Cria-se assim um jogo numa plataforma de videochat, onde se propõe um role play de pequenos poderes em tempo real: há alguém que comanda, há alguém que segue ordens e há alguém que é observado.
Nos dias de hoje, qual é a pertinência de posições políticas no meio de infindáveis scrolls?
 
Apresentações:
LISBOA, 7 de Dezembro às 21h | CAL - Primeiros Sintomas (Rua de Santa Engrácia, 12 A Lisboa)
PORTO, 8 e 9 de Dezembro às 21h | Ermo do Caos (Rua do Amparo, 99 Porto)
Entrada Gratuita mediante reserva para reservas.chat@gmail.com 
Nesta performance é obrigatório o uso de telemóveis. M/18*40’

A não perder este fim de semana - nomes maiores da pintura contemporânea portuguesa reunidos em Lisboa

Galeria São Mamede

Nomes maiores da pintura contemporânea portuguesa reunidos em Lisboa

Homenagem a Francisco Pereira Coutinho pelos 100 anos de nascimento – fundador da Galeria São Mamede.

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Vieira da Silva – Cristal

 

Exposição terá lugar na SNBA - Sociedade Nacional de Belas Artes - de sexta-feira, dia 25 de novembro a 8 de dezembro.

Por ocasião das celebrações dos 100 anos de Francisco Pereira Coutinho, a Galeria São Mamede expõe na SNBA - Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa, entre os dias 25 de novembro e 8 de dezembro, algumas das mais importantes obras de artistas que, pela sua mão, estiveram ligados à Galeria São Mamede e tão relevantes foram no panorama artístico português nas décadas de 60, 70 e 80.

Nesta seleção incluem-se Almada Negreiros, António Areal, Armanda Passos, Cargaleiro, Carlos Botelho, Carlos Calvet, Cesariny, Cruzeiro Seixas, D’Assumpção, Emília Nadal, Escada, Eurico Gonçalves, Gonzalez Bravo, Helena Almeida, Jorge Barradas, Jorge Vieira, Júlio (Reis Pereira), Justino Alves, Manuel Amado, Mário Botas, Nadir Afonso, Nuno de Siqueira, Paula Rego, Poliakoff, Raúl Perez e Vieira da Silva.

Assim, no centenário do seu nascimento, Francisco Pereira Coutinho filho presta um tributo a Francisco Pereira Coutinho pai (1922-2006). Com esta iniciativa o galerista recorda o património histórico que herdou, revisita a atividade do pai em favor dos artistas e da cultura portuguesa contemporânea, e resgata a marca identitária da São Mamede, evocando e partilhando a sua memória. Francisco Pereira Coutinho (1922-2006) fundou a Galeria de São Mamede. Além de galerista, foi também antiquário, marchand e colecionador de antiguidades e de arte moderna.

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Nadir Afonso – St. Basinfall

 

Desde o período fundacional que, na Galeria, se reuniam escritores, críticos de arte, políticos, atores, artistas, a pretexto das exposições organizadas, mas também do lançamento de livros e de catálogos de exposições próprias, ávidos de uma sociabilização cosmopolita em torno da arte moderna. Nestas ocasiões, era frequente encontrar-se na São Mamede, Vasco de Graça Moura, Sophia de Mello Breyner, David Mourão-Ferreira, Natália Correia, Beatriz Costa, Ramalho Eanes, e sua esposa Manuela Eanes, Mário Soares e sua esposa Maria Barroso, Maria de Lourdes Bártholo, José Sommer Ribeiro, José de Azeredo Perdigão, entre outros.

A Galeria de São Mamede deve a designação ao nome da praça e da igreja em proximidade da qual se instalou. Inaugurada em 1968, a primeira exposição da São Mamede mostrou pintura portuguesa do final do século XIX e o trabalho de alguns pintores modernos. A partir de 1969, o marchand implementou um programa regular na São Mamede, dirigido para a arte moderna e contemporânea e para a promoção de artistas jovens.

A título de exemplo, referem-se os seguintes: Júlio dos Reis Pereira, Maria Helena Vieira da Silva, Carlos Botelho, Nadir Afonso, António Areal, Manuel Cargaleiro, Paula Rego, Helena Almeida. Almada Negreiros foi mostrado oito anos depois da sua morte, em 1978. A obra da Vieira da Silva foi exibida em 1970, numa exposição sem objetivos comerciais. A São Mamede juntou-se à homenagem realizada à artista na Fundação Calouste Gulbenkian. Foi a primeira grande exposição retrospetiva dedicada à pintora, em Portugal.

Com um dinâmico ritmo expositivo até à Revolução de Abril, os anos de 1974 e de 1975 foram de acalmia e de inquietação devido à incerteza da viabilidade financeira do negócio. Em 1979, Pereira Coutinho apresentou a primeira exposição de Nadir Afonso, com óleos recentes. No ano seguinte, em 1980, a exposição de Cruzeiro Seixas foi pretexto para classificar a atuação da São Mamede, como “a primeira galeria de arte do País, e das melhores da Península Ibérica”.

 

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Paula Rego  - Gorgona

Desde 2001 que a Galeria de São Mamede é dirigida por Francisco Pereira Coutinho filho, que a adquiriu a seu pai com dois sócios. Implementou uma programação de continuidade, conciliando a mostra de artistas modernos, valores seguros e característicos da Galeria, com outros mais arriscados. Ao mesmo tempo, criou uma linha de homenagens a artistas que trabalharam na Galeria ao longo de décadas, exibindo Mário Cesariny, Cruzeiro Seixas, Júlio dos Reis Pereira, Noronha da Costa, João Vieira, Jorge Vieira, Nadir Afonso.

Com esta exposição e homenagem, que se realiza entre os dias 25 de novembro e 8 de dezembro, Francisco Pereira Coutinho filho presta um tributo a Francisco Pereira Coutinho pai. Com esta iniciativa, recorda o património histórico que herdou, revisita a atividade do pai em favor dos artistas e da cultura portuguesa contemporânea, e resgata a marca identitária da São Mamede, evocando e partilhando a sua memória.

Nos dias 1 e 3 de dezembro, às 15h30 haverá ainda uma visita guiada à exposição.

SNBA - Sociedade Nacional de Belas Artes

 

Digital artist Antonia Figueiredo faz a sua primeira exposição na LX Factory

Espaço Talante abre as portas para uma estreante com um currículo estrelado

“Entre 4 paredes”, em cartaz a partir do dia 27, é a primeira exposição de Antonia Figueiredo, que já trabalhou para Drew Barrymore e Brooke Shields e assina capa de disco de Alice Caymmi

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Depois de apresentar coleções de artistas consagrados, como Ferreira Gullar e José Eduardo Agualusa, o Espaço Talante abre as suas portas para uma jovem artista em sua primeira exposição individual. Aos 25 anos, porém, Antonia Figueiredo já tem um currículo estrelado. Graças ao seu forte trabalho nas redes sociais, as suas obras já chamaram a atenção de celebridades internacionais, como as atrizes estadunidenses Drew Barrymore e Brooke Shields. A brasileira também trabalhou com marcas como Meta, Bvlgari, La Mer, além de ter assinado a capa do disco mais recente de Alice Caymmi. A coleção “Entre 4 paredes”, que entra em cartaz no centro cultural da LX Factory no dia 27 de outubro, marca a transição de Antonia da arte digital para a pintura.  

 

“Está sendo uma experiência absolutamente incrível. Este processo me ensinou e continua a me ensinar muito! Sou muito grata”, conta a artista, que vive em Portugal desde 2019 (com um intervalo de um ano, em 2021, quando morou em Estónia).

 

A exposição “Entre 4 paredes” navega dentro do seu universo privado, tirando partes do cotidiano da artista e apresentando-as para o mundo com todas as cores do seu olhar. Serão 13 pinturas em tamanhos variados, inspiradas no filósofo francês Jean-Paul Sartre.

 

“Seguindo o pensamento de Sartre e pensando no meu trabalho antes dessa exposição, eu simplesmente existia. Eu fazia, criava, sem pensar, sem me definir, sem reconhecer ou nomear a minha essência. Como a minha primeira exposição, a minha primeira jornada no mundo da arte tradicional, achei importante que essas obras refletissem essa minha essência, o meu eu ao meu próprio entender. Essa exposição são as minhas quatro paredes interiores”, explica Antonia. 

 

ANTONIA FIGUEIREDO no INSTAGRAM

 

ENTRE 4 PAREDES NO ESPAÇO TALANTE

Inauguração: 27 de outubro, 18h30

Encerramento: 16 de novembro

Local: Espaço Talante - Ler Devagar - LX Factory

Morada: Rua Rodrigues Faria, 103, ed. G 0.3 / 1300-501

Horário de Funcionamento: de terça a domingo das 14h às 18h30 

Entrada Livre



SOBRE O ESPAÇO TALANTE

O Espaço Talante é uma casa de cultura essencialmente da língua portuguesa e que tem como objetivo juntar em todos os tipos de artes, o que há de melhor do idioma que aproxima Portugal, Brasil, Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissau, Guiné Equatorial e Moçambique. O Espaço Talante fica dentro da livraria Ler Devagar, na LX Factory. A curadoria do centro cultural é de Antonio Grassi e Ciça Castello.

IX Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas na Avenida da Liberdade

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1 DE DEZEMBRO, QUINTA-FEIRA | 15h00 | AVENIDA DA LIBERDADE

 
Na próxima semana, a  Avenida da Liberdade volta a ser palco do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas integrado nas comemorações do 1.º de Dezembro – dia em que se assinala a Restauração da Independência em Portugal.

Este ano são 26 as bandas participantes, envolvendo músicos de diferentes gerações de bandas e agrupamentos oriundos de diversos pontos do país.

A Orquestra de Percussão de Mafra - Academia do Bombo e a Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana abrem este IX Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas que terá início, como habitualmente, junto à Estátua dos Combatentes da Grande Guerra, pelas 15h00.

A Banda Musical e Artística da Charneca é a convidada deste ano para representar Lisboa, a cidade anfitriã desta iniciativa que visa homenagear e divulgar uma prática musical com mais de 200 anos e que, um pouco por todo o país, continua a desempenhar um importante papel na formação cívica e musical de crianças e jovens.

O desfile termina na Praça dos Restauradores com a atuação da Orquestra de Percussão de Mafra - Academia do Bombo e a interpretação conjunta do Hino da Maria da Fonte, do Hino da Restauração e também da versão integral do Hino Nacional A Portuguesa, sob a direção do Maestro João Afonso Cerqueira, da Banda da Guarda Nacional Republicana.
 
Esta é uma iniciativa organizada pelo Movimento 1.º de Dezembro, SHIP – Sociedade Histórica da Independência de Portugal, Câmara Municipal de Lisboa e EGEAC.
 

Entrada livre: Exposição reúne mais de 200 obras na Cordoaria Nacional

“OUTRAS LEMBRANÇAS, OUTROS ENREDOS” 

EXPOSIÇÃO ABRE DIÁLOGO SOBRE RELAÇÃO ENTRE BRASIL E PORTUGAL

 

Em resposta ao Bicentenário da Independência do Brasil, curadores reúnem mais de 200  obras icónicas da Coleção Teixeira de Freitas para estimular a multiplicidade de pontos de vista sobre o passado e o futuro 

 

MAREPE  Deep River - Rio Fundo -  2004  - Foto Joa



Entre os dias 16 de novembro e 18 de dezembro Lisboa recebe "Outras Lembranças, Outros Enredos'', uma exposição que estimula a construção de novos diálogos e pontos de vista para pensar a relação histórica e contemporânea, entre Brasil e Portugal. Por ocasião do Bicentenário da Independência do Brasil, os curadores Bernardo Mosqueira e a Luiza Teixeira de Freitas, apresentam uma narrativa, a partir das  obras da Coleção Teixeira de Freitas, que reúne mais de 200 obras icónicas, na Cordoaria Nacional, feitas por mais de 150 artistas de todo o mundo. Esta é uma iniciativa do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, aberta ao público, com entrada livre, sendo a maior apresentação da Coleção, no país. 

Com um olhar sensível às temáticas que envolvem Brasil e Portugal, a exposição é dividida em cinco leituras transversais da coleção: “Outras Lembranças, Outros Enredos” (que dá nome à exposição); “Tramas, Distâncias, Abismos”; “Ruínaconstrução”; “Estudos sobre a Liberdade” e “Língua: Poesia, Metamorfose, Apoteose”. Cada momento propõe entrelaçamentos entre diferentes perspectivas sobre o passado, visando estimular os visitantes a desenvolverem novas formas de imaginar e construir o futuro.


Com mais de 200 obras de contextos políticos, económicos e sociais distintos, esta é a primeira vez que a Coleção será apresentada de uma forma tão completa em Portugal, contando com artistas, como Dalton Paula (Brasil), Ana Vieira (Portugal), Mona Hatoum (Palestina), Damián Ortega  (México), Geta Bratescu (Roménia) e Carla Zaccagnini (Argentina), entre tantos outros.


Para o curador Bernardo Mosqueira, que usa a arte como ferramenta para criar diálogos em diferentes esferas, a exposição é intensa, extensa, diversa e generosa, não impondo uma leitura única nem linear e, por isso, abre espaço para múltiplas conversas. “É uma exposição que visa inspirar reflexões sobre as nossas responsabilidades individuais e coletivas em relação à história e, também, à construção de novos futuros e outras formas de viver coletivamente”, ressalta o curador brasileiro, que se divide entre Nova York, onde trabalha no New Museum, e o Rio de Janeiro, onde dirige o Solar dos Abacaxis.

 

Outro aspecto distintivo de “Outras Lembranças, Outros Enredos” é contar com uma Coleção que foi construída a partir da ideia de Arquitetura. Daí existirem muitas obras que se relacionam com projetos, técnicas e materiais utilizados no processo de erguer edificações, assim como obras conceptualmente ligadas a ideias de construção e desconstrução.


Luiza Teixeira de Freitas explica que o grande desafio foi criar um novo olhar sobre a Coleção Teixeira de Freitas, uma forma inédita de se aproximar deste acervo. “Desenvolver este trabalho está a ser muito estimulante, sobretudo, por criar uma conexão espacial entre os cinco eixos temáticos e o contexto da Cordoaria Nacional, com toda a memória que este edifício carrega da história de Lisboa, já que neste lugar se produziam as cordas dos navios portugueses que transformaram a face do mundo”, destaca a curadora que já colaborou com a Tate Modern e divide o seu tempo entre América, Europa e Médio Oriente.


Cinco momentos da exposição

 

‘Outras Lembranças, Outros Enredos’
Nesta parte da exposição, a intenção é gerar novas solidariedades e uma esfera pública mais plural e intercultural. Os visitantes têm a oportunidade de criar relações com diferentes narrativas e formas de contar, para que, ao tecer distintos passados, possamos transformar as maneiras de imaginar os futuros.  

 

Tramas, Distâncias, Abismos 
Se o núcleo anterior tratava do entrelaçamento de múltiplas lembranças na elástica dimensão temporal, esta segunda parte convida a um estudo das questões de tramas, distâncias, e abismos, como forma de nutrir reflexões sobre o Atlântico. 

 

“Ruínaconstrução”
O título deste terceiro núcleo, reúne as palavras “ruína” e “construção”, numa mesma expressão. Neste momento, são agrupados trabalhos que, por lidarem com fragmentos do mundo, se tornam imagens duplamente dialógicas ao oferecer intercessões potentes entre o que “já foi” e o que “está para ser”.

 

Estudos sobre a Liberdade
Este quarto momento da exposição reúne obras de artistas de diversas partes do mundo, que tratam de movimentos individuais, coletivos e comunitários. São trabalhos, nos quais o entrelaçamento, entre vida e aprendizagem, abrem caminhos para a renegociação do comum. 

 

Língua: Poesia, Metamorfose, Apoteose
A quinta e última parte desta exposição trata da língua e espaço, entendendo a língua como dimensão vigorosa e potente, sempre transformando e sendo transformada pelas formas de viver, pensar e imaginar dos povos que a utilizam.

Exposição colectiva "(0/1) o zero e o um" dos artistas da galeria NAVE inaugura a 3 de novembro no MUHNAC

(0/1) O ZERO E O UM
EXPOSIÇÃO COLECTIVA DOS ARTISTAS DA GALERIA NAVE
Arturo Comas, João Motta Guedes, Jon Gorospe, Martim Brion, Susana Rocha e Teresa Murta.

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Esta exposição colectiva, propõe a reflexão sobre o percurso humano como percurso inacabado, pois apenas se conclui quando o pensamento se materializa. A História não termina enquanto a imaginação estiver à frente da matéria. A razão começa pela operação de somar, enquanto na imaginação o somatório já está feito: há apenas um número, completo, total e este pode começar a dividir-se, a separar-se... quando esta operação parte da imaginação, é uma operação individual e tendencialmente irrepetível.

A exposição (0/1) O ZERO E O UM, reflete sobre a imaginação e os conceitos de oposição, a arbitrariedade da interpretação e sobre a qual, a imaginação se foca através da representação da realidade ou dos objetos e não da coisa em si. A variedade de enunciados, reproduzindo metáforas multiplicando as possibilidades de verdade – uma espécie de ciência momentânea.

Palankalama ao vivo em Lisboa - Apresentação novo álbum

Apresentação do novo álbum "Lama pela Anca"
 

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Os Palankalama vão apresentar ao vivo em Lisboa, no início de Dezembro o novo álbum, “Lama pela Anca”, uma incursão sonora sobre influências folk, jazz e rock. A banda portuense de música instrumental vai atuar no dia 2 de Dezembro, às 22h na ADAO, a Associação Cultural para o Desenvolvimento das Artes e Ofícios, no Barreiro.
 
Os Palankalama vão também estar no dia 1 de Dezembro, no Fórum da Fnac Colombo, às 16h, a apresentar o novo disco; e às 18h30 estarão na Fnac Oeiras. No dia 2 de Dezembro vão apresentar alguns temas de "Lama pela Anca" no Fórum da Fnac Chiado às 18h30.
 
Os Palankalama contam na sua formação com Afonso Passos na bateria e percussão, Aníbal Beirão no contrabaixo, Pedro João no cavaquinho, bandolim, viola braguesa, guitarra eléctrica, e Ricardo Nogueira na guitarra e viola braguesa. Têm actuado em vários Festivais nacionais e internacionais: desde o Bons Sons, Paredes de Coura- Jazz na relva, até a concertos na Hungria, Espanha, entre outros.

A música dos Palankalama pode ser traduzida como uma longa citação de lugares geográficos, reais e imaginários, e uma exploração dos universos musicais sugestivos do cinema, ou da música popular. É um trabalho sobre paisagens sonoras, quase familiares, onde se procura que o lado plástico e abstracto da música funcione como uma janela para lugares de desvio e de ficção.

 

1 Dezembro 
16h - Fnac Colombo
18h30 - Fnac Oeiras

2 Dezembro
18h30 - Fnac Chiado
22h - ADAO, Barreiro

Exposição "The Clothed Home"

The Clothed Home”, exposição patente até ao final de novembro na Trienal de Arquitetura de Lisboa.

The Clothed Home © Alicja Bielawska 01.jpg

“Terra", o mote da Trienal deste ano, convida à reflexão sobre os desafios da modernidade e a “The Clothed Home; Tuning In To the Seasonal Imagination’” explora as formas como os têxteis têm sido utilizados para refletir o ritmo das mudanças sazonais nos interiores domésticos.

 

A exposição da artista Alicja Bielawska, com curadoria de Aleksandra Kedziorek, organizada pelo Adam Mickiewicz Institute, foi selecionada para o programa Independent Projects na Trienal de Arquitetura, em Lisboa, entre 167 candidaturas de todo o mundo.

 

“The Clothed Home” está patente no Palácio Sinel de Cordes até 5 de dezembro, de terça a domingo entre as 11h00 e as 19h00. A entrada é livre.

Prolongada até 30 de dezembro a exposição "Brasília - Da Utopia à Capital", no Museu Nacional dos Coches

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BRASÍLIA – DA UTOPIA À CAPITAL EXPOSIÇÃO PROLONGADA ATÉ 30 DE DEZEMBRO de 2022

 “BRASÍLIA – DA UTOPIA À CAPITAL”, é o nome da Exposição que já percorreu 12 cidades, entre elas Paris, Berlim, Moscovo, Londres e Roma, 
e que poderá ser visitada em Lisboa, no Museu Nacional dos Coches, entre os dias 15 de setembro e 30 de dezembro de 2022,  com entrada livre.

A referida Mostra celebra os 62 anos da capital brasileira e faz parte do calendário oficial de comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil. 

 

Marcel Gautherot Catedral Metropolitana N.Sra. Aparecida em construção com a Esplanada dos Ministérios ao fundo, 1960.

 

“Brasília – Da utopia à Capital” exibe um acervo de aproximadamente 300 obras de arte e documentos, tais como maquetes de edifícios icónicos projetados por Oscar Niemeyer; desenhos e maquete fotográfica do plano urbanístico de Lucio Costa; esculturas de Maria Martins, de Bruno Giorgi e de Alfredo Ceschiatti; e fotografias de Marcel Gautherot, Peter Scheier, Jean Manzon e Mário Fontenelle. As obras são provenientes de coleções brasileiras, públicas e privadas, entre as quais o Instituto Moreira Salles, o Arquivo Público do Distrito Federal e a Coleção Brasília — acervo de Izolete e Domício Pereira. A Curadoria é de Danielle Athayde.


Uma epopeia modernista
A transferência da capital do Brasil do litoral atlântico para o centro-oeste do seu território, no início da década de 1960, despertou um sentimento de euforia desenvolvimentista na população brasileira. Pessoas comuns, movidas pelo desejo de fazer parte do sonho de construção de uma nova cidade, sede do governo, deslocaram-se do conforto de suas famílias e de suas cidades de origem, em especial do nordeste brasileiro, em direção ao centro-oeste. O Planalto Central, no cerrado brasileiro, de horizonte infinito e de terra vermelha, transformou-se num canteiro de obras de proporções épicas, cujos núcleos de acomodações precárias, sendo um deles a Cidade Livre, chegou a abrigar mais de 30 mil trabalhadores durante a construção, que durou 3 anos e 10 meses.

 

Concreto aparente

Os chamados “candangos”, trabalhadores oriundos de vários campos de conhecimento e, em geral, pertencentes às camadas populares, aprenderam in situ a dominar o emprego e a manipulação do concreto aparente. O material, elemento marcante do Modernismo brasileiro, não admite erros ou retoques. Ao observarmos, com admiração e espanto, a beleza do projeto urbanístico de Lúcio Costa, o Plano Piloto, e a harmonia e perfeição das linhas curvas de Oscar Niemeyer, também estamos a observar a excecional capacidade artesanal dos candangos, sobretudo na elaboração dos pilares do Palácio da Alvorada, inspirados nas redes de casas de fazenda do período colonial e nos arcos que sustentam o Palácio do Itamaraty, cujas maquetes compõem a mostra.

 

Plano Piloto

O esforço da construção de Brasília, compartilhado por funcionários públicos, arquitetos, artistas e candangos, poderá ser observado nos documentos históricos reunidos pela exposição Brasília – Da utopia à Capital. Entre eles, o projeto Plano Piloto, proposto por Lúcio Costa.

A maquete de Brasília, definida por uma área de 21×17 km, Brasília, é delimitada, ao sul, pelo Aeroporto Internacional JK; ao norte, pela recente Torre de TV Digital; a leste, pela barragem do Lago Paranoá; e a oeste, pela rodoviária. A Maquete de Brasília foi especialmente concebida para esta exposição a partir de imagens de satélite, em alta resolução, medindo 6,00×4,80 metros, considerando a escala de 1:3500.

 

Comissionamento de artistas

As etapas de construção da nova capital brasileira, realizadas em ritmo apressado, de vergalhões de aço e andaimes gradualmente cobertos pelo concreto que lhe conferiu singularidade, foram registadas em belíssimos ângulos geométricos pelas lentes dos fotógrafos Peter Scheier, Marcel Gautherot, Jean Manzon, Mário Fontenelle e Jesco Puttkamer.

Vislumbrada como uma obra de arte completa, com características de museu a céu aberto, o projeto de Brasília comissionou obras a um prestigioso grupo de artistas: Athos Bulcão, autor de fachadas, pinturas e azulejos que dão cor ao concreto e se integram à arquitetura, como as fachadas do Teatro Nacional e os painéis de azulejo no Congresso Nacional e na Igrejinha; Marianne Peretti, autora dos vitrais da Catedral Metropolitana; Alfredo Ceschiatti, escultor dos anjos da Catedral; Roberto Burle Marx, artista criador de projetos paisagísticos dos principais espaços públicos da capital, como o Parque da Cidade, o Palácio do Itamaraty, as superquadras, as praças e eixos do plano piloto, além de obras e projetos para os seus interiores, para citar alguns.

Algumas dessas obras e seus estudos serão exibidos em Lisboa pela primeira vez. É o que acontece com as obras da Coleção Brasília – Acervo Izolete e Domício Pereira com o modelo para a obra O Rito do Ritmo de Maria Martins, primeira escultura pública da capital, executada a convite de Niemeyer e instalada nos jardins internos do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República. O mesmo pode ser dito de obras de Bruno Giorgi, como Os Guerreiros, de representação dos candangos e símbolo do marco da ocupação artística da capital.

 

Coleção Brasília

Um dos destaques do projeto é a Coleção Brasília. Um acervo formado pelo casal Izolete e Domício Pereira — considerados pioneiros que chegaram à nova capital em 1959 e onde exerceram cargos no governo federal e na Novacap (companhia responsável pela construção da cidade) — e que abrange cerca de cinco décadas da cultura brasileira. São gravuras, pinturas, desenhos, esculturas, maquetes, objetos de época e documentos oficiais, entre outras preciosidades. O acervo é administrado pelo curador e historiador Cláudio Pereira, filho do casal, que para a exposição e livro “Brasília da Utopia à Capital" fez uma seleção representativa de obras vinculadas ao imaginário dos novos ares modernistas, que se estabeleceram no ideário da nova capital. Destacam-se peças dos escultores Bruno Giorgi e Maria Martins, além de Roberto Burle Marx, entre outros.

Cláudio faz questão de destacar duas obras da artista Marianne Pereti, única mulher na equipe de Niemeyer, e responsável pelos vitrais da Catedral de Brasília, entre tantas obras icónicas espalhadas pela cidade. “Marianne presenteou os meus pais com a lúdica pintura “Centopéia”. Faz parte do acervo a escultura “Pássaro”, em bronze dourado- simbolizando novos tempos- e a versão da escultura pública instalada no foyer da sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional”, lembra Cláudio Pereira.

 

Curadoria

Além de reunir elementos relacionados com a arquitetura que identificam Brasília, a curadoria de Danielle Athayde propõe-se analisar a produção artística dos anos de construção da capital, assim como encaminhar o nosso olhar para a representação contemporânea desta cidade. Nesse sentido foram comissionadas  obras aos artistas Alex Flemming (que faz alusão à arquitetura da Catedral), Naura Timm (que apresenta uma série de esculturas inspiradas pelo Cerrado, bioma em que a cidade foi edificada), Carlos Bracher (com a série de pinturas “Brasília”) e Tarciso Viriato (com a obra “guerreiro etrusco e a natureza”).

 

Direção Executiva

Morando há 3 anos em Lisboa, a publicitária Danielle Fonteles integra o time executivo a equipa da exposição. Responsável pela interlocução com empresas privadas e instituições portuguesas, Danielle assume a produção e a divulgação local da exposição em Portugal.

 

Museu Nacional dos Coches

O Museu Nacional dos Coches (MNC) possui a mais importante coleção, a nível mundial, de coches e carruagens reais do século XVI ao século XIX. O museu foi criado, em 1905, no antigo Picadeiro do Palácio Real de Belém, em Lisboa e é hoje constituído por dois edifícios: o antigo Picadeiro do Palácio de Belém  (Praça Afonso de Albuquerque) e o Novo Edifício, em frente (Av. da Índia), inaugurado em 2015.

O MNC reúne uma coleção única no mundo, de cerca de 9 000 objetos, que inclui predominantemente viaturas de gala ou de aparato, algumas de viagem e de passeio, dos séculos XVI a XIX, e acessórios de cavalaria. Tem sido o museu nacional mais visitado de Portugal, com 382 593 visitantes em 2016.

O novo edifício, que guarda a maior parte das coleções, é um projeto de Paulo Mendes da Rocha  (prémio Pritzker 2006) em consórcio com o atelier Ricardo Bak Gordon e o engenheiro Rui Furtado.




Catálogo bilíngue da exposição em formato físico — inglês e português, 292 páginas — com textos, imagens e extenso memorial documental do projeto, está disponível para aquisição. O livro está à venda pelo valor de 50 € (+ gastos de envio), se desejar obtê-lo contactar através do email:  artetude@artetude.com.br 

 

Parceiros:

Brasília – Da utopia à Capital é uma realização da Artetude Produções e conta com participação especial da Coleção Brasília; apoio do MRE (Ministério das Relações Exteriores do Brasil), das vinícolas Quinta Alta e Wine Colors, do Sabin, Grupo Mundial, 4Coach; apoio Institucional da Casa da América Latina, UCCLA, Junta de Freguesia de Belém e Embaixada do Brasil em Lisboa.

Parceiros de media:

Alumi out of Home, Wi- Fi Livre, ID, LOOK’NFEEL e Correio Braziliense.

Patrocínio: Banco BRB

 

Exposição: Brasília – Da utopia à Capital

Curadoria: Danielle Athayde

Local: Museu Nacional dos Coches – Edifício anexo, Sala Jardim de Belém, piso 2

Morada: Av. da Índia 136. Lisboa

Patente ao público:  de 15 de setembro a 30 de dezembro de 2022.

Horário: de terça a domingo – das 10h às 18h (última entrada às 17h30).

Entrada livre.

 

 

Casino Lisboa oferece ciclo de concertos “Arena Live 2022”

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O Casino Lisboa estreia, no próximo dia 10 de Outubro, o ciclo de concertos “Arena Live 2022”. Com um genuíno ambiente de festa, o Casino Lisboa oferece, até ao final do ano, uma série de cinco concertos. O encontro está marcado para o Arena Lounge, às Segundas-Feiras, pelas 22 horas, excepto na noite do Dia de Natal (Domingo) e na noite de Réveillon (Sábado, estando o início do concerto enquadrado numa programação festiva de Fim de Ano). A entrada é livre.

 

 

Em noite dedicada à música portuguesa, Miguel Araújo inaugura, a 10 de Outubro, o ciclo de “Concertos Arena Live 2022”. O artista sobe ao palco para interpretar os melhores temas do álbum “Giesta”, bem como outros êxitos da sua carreira como, por exemplo, "Os Maridos das Outras", "Dona Laura" ou "Recantiga".

 

Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração. É considerado um dos grandes nomes da música portuguesa, destacando-se como compositor, letrista, cantor e músico, sendo bem-sucedido em cada uma destas vertentes que compõem a sua multi-facetada e eclética carreira.

 

 

Para a noite de 7 de Novembro, está agendado um concerto com Os Quatro e Meia no Arena Lounge. A banda promete uma noite especial, privilegiando os melhores êxitos dos álbuns de originais “Pontos nos Is”, lançado em 2017, e “O Tempo Vai Esperar”, editado em 2021.

 

Com um notável percurso, Os Quatro e Meia integram seis elementos: João Cristóvão Rodrigues (violino e bandolim), Mário Ferreira (acordeão e voz), Pedro Figueiredo (Percussão), Ricardo Liz Almeida (guitarra e voz), Rui Marques (contrabaixo) e Tiago Nogueira (guitarra e voz).

 

 

Aguardado com natural expectativa, Dino d’Santiago será o protagonista, a 5 de Dezembro do ciclo de concertos “Arena Live 2022”. Nome incontornável da música portuguesa, o músico e compositor, nascido na Quarteira é, hoje, uma voz do mundo e da mistura.

 

Reconhecido por trabalhar a tradição cabo-verdiana com o peso contemporâneo da electrónica global, Dino d’Santiago propõe-se percorrer os melhores êxitos da sua carreira, dando destaque ao álbum “Badiu”. O novo disco, que inclui “Lokura” e “Esquinas”, foi já considerado um dos melhores discos de 2021 por vários meios.

 

 

 

Os Gospel Collective actuam em plena noite do Dia de Natal no Casino Lisboa. Dirigido pela cantora maestrina Anastácia Carvalho e por Manuela Oliveira, o grupo é formado por cerca de 70 vozes onde se incluem uma série de cantores profissionais de diferentes áreas musicais bem como de diferentes nacionalidades dentro da lusofonia. Um concerto imperdível, a 25 de Dezembro, no Arena Lounge.

 

O experiente grupo tem cerca de 11 anos e o seu repertório começou por ser baseado no cancioneiro gospel afro norte-americano, espirituais negros e também new/urban gospel mas hoje também se versa sobre o afrogospel, ouvindo-se do colectivo canções em inglês, português ou swahili.

 

 

O ciclo de “Concertos Arena Live 2022” encerra com Agir, a 31 de Dezembro, em plena noite de Réveillon. Agir é um dos mais reputados artistas da sua geração, sendo presença constante nas playlists das rádios com os seus temas a solo e diversas colaborações com alguns dos maiores nomes da música nacional.

 

Na sua carreira artística, distinguem-se várias conquistas, nomeadamente, os sucessivos concertos esgotados, o prémio “Best Portuguese Act” nos MTV EMA 2015, o Globo de Ouro de “Melhor Intérprete Individual” ou o galardão de disco de Platina pelo álbum “Leva-me A Sério”.

 

 

Ciclo de concertos “Arena Live 2022”

- 10 de Outubro: Miguel Araújo

- 07 de Novembro: Os Quatro e Meia

- 05 de Dezembro: Dino d’Santiago

- 25 de Dezembro: Gospel Collective (Dia de Natal)

- 31 de Dezembro: Agir (Réveillon)

 

O Arena Lounge do Casino Lisboa acolhe, a partir do dia 10 de Outubro e até ao final do ano, o ciclo de “Concertos Arena Live 2022”. A não perder, nas Segundas-Feiras, 10 de Outubro, 7 de Novembro e 5 de Dezembro, pelas 22h00, e ainda, no Dia de Natal, às 22 horas, e na noite de Reveillon (horário por definir). A entrada é livre.