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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Weaving (the) Cosmos | A arte de Fukuko Ando em exposição no Museu do Oriente

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A artista e designer de moda Fukuko Ando partilha a sua expressão do dinamismo da vida através do agenciamento de tecidos, de fios e de cores, na exposição Weaving (the) Cosmos, que o Museu do Oriente inaugura a 20 de Fevereiro.

 

Mais de 160 bonecas, realizadas em crochet, representam 25 variações das sete irmãs da mitologia grega que deram o nome às sete estrelas mais brilhantes do aglomerado das Plêiades: Alcíone, Electra, Maia, Mérope, Astérope, Taígete e Celaeno. A artista dotou cada boneca de diferentes códigos e mensagens, baseados no conceito segundo o qual “não há dois corpos humanos iguais e, no entanto, estamos todos essencialmente unidos na dança cósmica do universo”.

 

Fukuko Ando trabalhou e viveu em Paris mais de 25 anos, tendo aperfeiçoado as suas competências técnicas com Christian Dior e Christian Lacroix para criar as suas próprias colecções. O seu trabalho é feito a partir dos melhores tecidos e materiais, através de um processo manual longo, singular e rigoroso.

 

Nesta exposição, Ando apresenta ainda o conjunto 12 Dresses, que diz respeito às quatro forças elementares que governam todas as interacções no Universo. Os seus vestidos reflectem uma visão profundamente espiritual e mística da vida.

 

Demarcando-se conscientemente dos padrões e procedimentos tradicionalmente usados no mundo da moda para a confecção de uma peça de vestuário, Fukuko Ando cria vestidos que, em primeiro lugar e acima de tudo, respeitam e acompanham as formas do corpo humano. Harmonizando habilidosamente as técnicas criativas clássicas com a forma e o movimento naturais do corpo, a artista sublima ambos.

 

Através dos seus vestíveis e dançáveis poemas visuais, simultaneamente fulgurantes e coloridos, Fukuko Ando explora a magia secreta das matérias animadas com as quais re-encanta a alta-costura, entrelaçando ser e aparência, sabedoria antiga e um espontâneo e festivo espírito de infância.

 

A exposição Fukuko Ando: Weaving (the) Cosmos está patente até 10 de Maio.

 

Exposição “Fukuku Ando: Weaving (the) Cosmos”

Curadoria e textos de Katherine Sirois

Inauguração | 20 de Fevereiro | 18.30

Até 10 de Maio

Horário: terça-feira a domingo, 10.00-18.00

(à sexta-feira o horário prolonga-se até às 22.00)

Entrada gratuita

 

www.museudooriente.pt

“Bagageira Aberta em Palmela” regressa em 2020

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No próximo ano, a “Bagageira Aberta em Palmela” está de volta, com 10 novas datas. A iniciativa solidária, promovida pelo Centro Social de Palmela, com o apoio do Município, vai continuar a realizar-se no Largo de S. João, entre as 9h00 e as 18h00, no primeiro sábado de cada mês (à exceção de setembro, em que acontece no segundo sábado, e dos meses de agosto e dezembro, em que não se realiza).

Este é um mercado onde qualquer pessoa, desde que inscrita, pode vender ou trocar artigos em segunda mão ou reciclados (roupas, acessórios, livros, mobiliário, brinquedos, discos, artigos de decoração, entre outros), na bagageira do seu carro. Com esta iniciativa, o Centro Social de Palmela pretende angariar fundos para o seu funcionamento e atividades.

Mais informações: 212 352 108 ou centrosocialdepalmela@gmail.com. Em 2020, a “Bagageira Aberta em Palmela” realiza-se nas seguintes datas:

 

- 4 de janeiro

- 1 de fevereiro

- 7 de março

- 4 de abril

- 2 de maio

- 6 de junho

- 4 de julho

- 12 de setembro

- 3 de outubro

- 7 de novembro

 

 

exposição de António Bolota | Projecto Travessa da Ermida

A exposição individual sem título (2020), de António Bolota, é apresentada pelo Projecto Travessa da Ermida, com inauguração agendada para o dia 23 de Janeiro, pelas 18:30h, e patente até 25 de Fevereiro.

O trabalho escultórico de António Bolota implica matéria no espaço e a relação estabelecida com o observador, recorrendo aos fundamentos de imobilidade e movimento, eternidade e efemeridade, equilíbrio e instabilidade, regularidade e excentricidade, solidez e leveza, luz e sombra, tensão e esbelteza. A sua intervenção material no espaço expositivo observa a transformação, ou uma nova determinação, desse mesmo espaço, i.e. uma manipulação intencional do espaço vazio formalizada pela presença dos volumes escultóricos que, por conseguinte, transfere e acrescenta o espaço expositivo ao conjunto de matérias de trabalho do artista e constituintes da obra não obstante o paradoxo da imaterialidade daquele, o qual, por sua vez, em tal vazio, acolhe o observador na obra integrada, que nela se introduz e embrenha em relação sensorial, corporal e emocional com as suas dicotomias escultóricas. Nestes jogos entre opostos activados pelo trabalho de António Bolota, a estas relações acresce a provocação conceptual da ilusão de unidade, de síntese que, a um mesmo tempo, sugere destino e origem, compressão e expansão, o limitado e ilimitado, o finito e infinito.

António Bolota imagem para PR.JPEG

Nota biográfica de ANTÓNIO BOLOTA
António Bolota começou a expor em meados dos anos 90, trazendo para o universo artístico saberes oriundos da Engenharia, área onde radica a sua formação. Um conjunto de conhecimentos técnicos são convocados na criação de esculturas que se confrontam com o espaço para onde são construídos ou que se fundem com a própria arquitetura. Em 2008 concluiu o Curso Avançado no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual. Mora e trabalha em Lisboa.
Uma seleção das suas exposições individuais de António Bolota inclui galerias e espaços como: Galeria Vera Cortês, Lisboa (2016), Appleton Square, Lisboa (2016), Galeria Quadrado Azul, Lisboa e Porto (2014/2012/2010) e Pavilhão Branco, Lisboa (2010); Fórum Eugénio de Almeida, Évora (2016) e Ermida de Guadalupe, Vila do Bispo (2010).
Das exposições coletivas em que participou destacam-se: Escala 1:1. 21 artistas contemporáneos portugueses, Tabacalera, Madrid (2018), Cosmic, Sonic, Animistic, CIAJG Centro Internacional das Artes José de Guimarães (2017), Sala dos Gessos, Museu da Electricidade (2016), Canal Caveira, Cordoaria Nacional (2015), Ar Sólido (2015) e António Filipe, Parkour (2013), Lisboa; LandArt, Cascais (2014), Como Proteger-se do Tigre, 16ª Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira (2011), Estados Gerais, Artecontempo (2009) e Telhado, Interpress (2006), Lisboa. Em 2009 foi nomeado para o Prémio edp Novos Artistas.

Sobre o PROJECTO TRAVESSA DA ERMIDA
O Projecto Travessa da Ermida é um projecto de referência de natureza experimental orientado pela valorização do património histórico e pela dinamização do tecido artístico e cultural contemporâneos. Neste singular ponto de encontro, de intimidade e de dinamismo, as memórias do passado dialogam com variados domínios das artes contemporâneas, visando a sua penetração nos diversos públicos que o visitam e frequentam.
Com curadoria própria e/ou envolvimento em parcerias com outras estruturas de criação e programação artística, a actividade do Projecto Travessa da Ermida conta com a assinatura dos mais proeminentes artistas e autores nacionais, artistas nacionais das novas gerações e variados artistas internacionais.
Após longos anos de abandono, a Ermida de N. Srª. da Conceição, na Travessa do Marta Pinto, em Belém, assume-se desde 2008 enquanto âncora do projecto.

Horário de Funcionamento
3ªfeira a sábado, das 14h00 às 18h00. Encerrado domingo, segunda-feira e feriados.

Localização:
Travessa do Marta Pinto, 21, 1300-390 Lisboa

Museu do Oriente apresenta ciclo de cinema documental | 2-23 fevereiro | Gratuito

O Museu do Oriente apresenta um ciclo de cinema documental dedicado ao tema do exílio, no âmbito do DocLisboa 2020, todos os domingos de Fevereiro, às 17.00, com entrada gratuita. A estreia em Portugal de “Memory Is Our Homeland”, de Jonathan Kolodziej Durand, é um dos destaques.

 

O programa foca-se no exílio e na deslocação, enquanto condições permanentes de uma parte da humanidade, segundo cada momento histórico. Partindo de histórias de vida concretas, retratos relacionados com a primeira metade do século que ressoam no presente, de forma surpreendente e muitas vezes irónica. Irmãs polacas refugiadas na Tanzânia durante a II Grande Guerra, em “Memory Is Our Homeland” (Canadá, 2016), no dia 2 de Fevereiro. Ou a história familiar do suíço Markus Imhoof, em “Eldorado” (Suíça, Alemanha, 2018), no dia 9, e o modo como a empatia e a solidariedade necessários ao acto de acolher são, precisamente, as características humanas desafiadas pelas políticas actuais.


A segunda metade do programa, nos dias 16 e 23 de Fevereiro, acompanha o movimento em relação com os territórios. Em “Ta’ang” (Hong Kong, França, 2016), Wang Bing acompanha com a sua câmara a dura fuga, pelas montanhas da fronteira da China com a Birmânia, de famílias que escapam à guerra civil. Em “Babylon” (Tunísia, 2012) habitamos um campo de refugiados na Tunísia, desde a criação até à sua desmontagem, sem qualquer legenda ou tradução: os corpos, as relações, as tentativas de criar sentido num território que, depois de tudo desaparecer, voltará ao estado inicial, sem poder nunca voltar a ser o mesmo.

 

O ciclo é co-organizado pelo DocLisboa e tem entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete no dia da sessão.

 

DocLisboa 2020 no Museu do Oriente

2, 9, 16 e 23 de Fevereiro, domingos

17.00

Entrada gratuita (mediante levantamento do bilhete no dia da sessão)

 

Programa:

 

2 Fevereiro
MEMORY IS OUR HOMELAND
Jonathan Kolodziej Durand
Canadá, 2016
(Estreia em Portugal)
‘Prix du public’ no Montreal RIDM Film Festival 2018

Duração: 90', sem intervalo


O destino dramático de quase um milhão de polacos que, durante a Segunda Guerra Mundial, foram deportados para os campos de trabalho siberianos, antes que milhares deles desaparecessem, ao caminho de um exílio na África, passando pelo Irão e pela Índia. Suportado pelo testemunho da avó, Durand revela uma aspecto voluntariamente apagado da História e interroga-se sobre a natureza de uma identidade baseada no exílio.

 

9 Fevereiro

ELDORADO
Markus Imhoof
Suíça, Alemanha, 2018
(Selecção oficial Doclisboa 2018)
Duração: 91', sem intervalo

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A actual crise dos refugiados constitui a maior deslocação em massa de pessoas desde a Segunda Guerra Mundial. Imhoof leva-nos numa viagem por navios de guerra italianos da Operação Mare Nostrum, por campos de refugiados no sul de Itália e por audiências de asilo com autoridades suíças. Uma crise causada por desigualdades económicas que transformam os países ricos do Norte no ‘eldorado’ que tantos desfavorecidos tentam alcançar a todo o custo.

 

16 Fevereiro

TA’ANG
Wang Bing
Hong Kong, França, 2016
(Seleccão oficial Doclisboa 2016)
International Nuremberg Human Rights Award 2017
Duração: 147’, sem intervalo

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Os ta’ang, uma minoria étnica birmanesa, encontram-se entre uma guerra civil e a fronteira com a China. Desde 2015, violentos combates obrigaram milhares de crianças, mulheres e idosos a um êxodo além-fronteiras, para a China. Ta’ang acompanha o quotidiano desses refugiados, forçados a deixar as suas casas, mas esperando regressar a breve prazo.

 

23 Fevereiro

BABYLON
Youssef Chebbi, Ismaël, Ala Eddine
Slim
Tunísia, 2012
(Selecção oficial Doclisboa 2012)
Duração: 119', sem intervalo

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Pessoas chegam a um território virgem, numa zona selvagem. Rapidamente, constrói-se uma cidade do nada. Habitada por várias nacionalidades, as pessoas que aí vivem falam línguas diferentes. Esta nova Babilónia, rodeada de árvores e animais, ganha rapidamente a forma de uma cidade, ao mesmo tempo banal e extraordinária.

 

Pianista Adriano Jordão toca Ludwig van Beethoven no Hospital CUF Descobertas

Dia 19 de fevereiro - quarta-feira, entre as 13h00-14h00 
Centro do Conhecimento do Hospital CUF Descobertas - Edifício 2, Lisboa
 
Ciclo de sessões "Cultura no Hospital":
 
 
"Conversa com Notas" é o nome dado pelo pianista Adriano Jordão ao momento de convívio onde irá falar e tocar uma das obras de Ludwig van Beethoven, no dia 19 de fevereiro, entre as 13h00 e as 14h00, no Auditório do Centro do Conhecimento do Hospital CUF Descobertas. Esta é mais uma das sessões do ciclo “Cultura no Hospital” que traz a oportunidade de colaboradores e clientes da CUF escutarem um concerto - desta vez, de Adriano Jordão em homenagem a Ludwig van Beethoven.

"Por todo o Mundo comemora-se este ano um dos maiores músicos de sempre: Ludwig van Beethoven. Por isso escolhi tocar para vós uma das mais conhecidas das suas obras, a Sonata Patética, a número 8 das 32 que publicou", anuncia Adriano Jordão que comemorou no dia 9 de abril de 2019 cinquenta anos do início da sua carreira profissional como pianista.

A entrada é livre, sujeita à capacidade do Auditório do Conhecimento do Hospital CUF Descobertas, localizado no Edifício 2.
 
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Fundação AFID na Galeria Artur Bual com “Pé(r) na Partida”

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A Fundação AFID Diferença participa, a partir do dia 01 de fevereiro, na exposição “Pé(r) na Partida”, na Galeria Municipal Artur Bual/Casa Aprígio Gomes, Amadora, que contará ainda com obras de arte da Amorama, Cerciama e Recomeço.


Pelo terceiro ano consecutivo, os artistas da Fundação AFID Diferença partilham o espaço da Galeria Artur Bual com as congéneres Amorama, Cerciama e Recomeço.

A exposição é inaugurada no dia 01 de fevereiro, às 16h00, e junta pintura, desenho, têxtil, arte decorativa e modelagem dos artistas destas quatro instituições.

De entrada gratuita, a exposição “Pé(r) na Partida” poderá ser visitada até ao dia 23 de fevereiro, de terça-feira a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, e aos domingos, das 14h00 às 18h00.
 


Exposição: “Pé(r) na Partida”
Data: 01 a 23 de fevereiro
Horário: terça-feira a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, e domingos, das 14h00 às 18h00
Local: Galeria Municipal Artur Bual/Casa Aprígio Gomes
R. Luís de Camões, 2 | Venteira | Amadora

“Reencontros” em exposição na Galeria Beltrão Coelho

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A Galeria Beltrão Coelho inaugura, no próximo dia 06 de fevereiro, às 18h00, a exposição “Reencontros”, uma coletiva com obras de arte de oito mulheres: Ana Ferreira, Bela Branquinho, Fernanda Torgal, Irene Felizardo, Leonor Villa de Brito, Lurdes Fonseca, Maria de Loures Pinto e Soledad C. Reis.

Nesta exposição, os visitantes são convidados a observar oito experiências sensoriais muito diferentes, que têm em comum uma inebriante vontade de criação e partilha, assim como uma invulgar paixão pela arte abstrata, sendo esta a sua maior forma de expressividade.

A inauguração está marcada para as 18h00 do dia 06 de fevereiro e contará com a participação dos alunos de teatro da Academia Inatel e do professor Cláudio Hochman. Desde que se estrearam  na Galeria Beltrão Coelho em aberturas de exposições,  procuram locais onde atuem fora do contexto teatral, contando já com atuações no MAAT, Museu de Arte Contemporânea, Museu Bordalo Pinheiro, Gulbenkian, Museu Nacional de Arte Antiga, Oceanário de Lisboa, entre outras.

A exposição é gratuita e poderá ser visitada até 13 de março, de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 17h30.

A Galeria Beltrão Coelho foi criada em 2015 com o propósito de promover e auxiliar o progresso da arte em todas as suas manifestações, defender os interesses dos artistas e permitir aos seus visitantes um momento de viagem para outras realidades, transportando-os para um mundo de novas emoções.
 


Exposição: “Reencontros“
Data: 06 de fevereiro a 13 de março
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às17h30
Local: Galeria Beltrão Coelho – Rua Sarmento Beires, 3A 1900-410 Lisboa

Renato Albani em Portugal

Me Tornei Quem Eu Mais Temia
Renato Albani em Portugal 

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Renato Albani, o jovem brasileiro formado em engenharia que decidiu deixar tudo para se dedicar ao stand-up, apresenta agora a Portugal com a sua mais recente tour Me Tornei Quem Eu Mais Tema

A sensação capixaba que é um verdadeiro fenómeno na internet e nos palcos brasileiros, chegou para conquistar terras lusitanas, e vai passar por várias cidades do nosso país.
 
No seu terceiro show a solo, Renato Albani fala sobre tornar-se um adulto responsável, e fazer tudo o que sempre criticou, como tomar conta da casa, comprar coisas de crescidos e fazer as coisas que os seus pais faziam e ele próprio odiava. Ainda hoje em dia, tem algumas recaídas “infantis” e coloca-se em algumas situações das quais se arrepende e depois não sabe como sair. Retrata também situações de convívio com pessoas mais jovens e tudo o que se tem passado com o avanço da idade.
 
Não perca este espectáculo que promete, e com o qual, entre risos e gargalhadas, todos nos poderemos relacionar.