Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Instalação suspensa com tendências de moda no Amoreiras Shopping Center

“Waves in Progress” em exposição até 6 de maio

 

 

 

Já está patente a instalação de moda “Waves In Progress”, através da qual o Amoreiras Shopping Center dá as boas-vindas à próxima estação, expondo algumas das principais tendências primavera/verão deste ano.

 

Neste shopping de Lisboa que é um trendsetter da moda, as tendências são apresentadas de forma original: em suspenso ao longo de mais de 30 metros, compreendendo 18 looks femininos.

 

No piso 2, a iniciativa impacta os visitantes com diversos coordenados de moda feminina, colocados em bustos ao longo das laterais do espaço.

 

Cada coordenado corresponde a um look completo de algumas das principais insígnias de moda do Amoreiras, tais como: Adolfo Dominguez, Boss Store, Brownie, Claudie Pierlot, Caroll, Falconeri, Gant, Guess, Hoss Intropia, Lacoste, Lion of Porches, Liu Jo, Loja das Meias, Maje, Mango, Parfois, Sandro, Zara e acessórios da Furla.

 

Até 6 de maio, o Amoreiras Shopping Center deixa o convite para quem quiser visitar e mergulhar na elegância e sofisticação das últimas tendências patentes nesta instalação suspensa.

 

Museu Nacional Soares dos Reis assinala um ano de reabertura da exposição de longa duração

image001 (2).jpg

O Museu Nacional Soares dos Reis (MNSR) assinala sábado (13 de abril) um ano sobre a inauguração da renovada exposição de longa duração e consequente reabertura plena ao público daquele que é o primeiro museu de arte do País.

Após uma intervenção de requalificação, que determinou o encerramento parcial do MNSR durante três anos, foi inaugurada, em abril 2023, a nova exposição de longa duração, a qual reúne a coleção mais importante de arte portuguesa do século XIX.

No total são 1.133 peças que contam a história do museu e da arte, distribuídas por 27 salas. Neste espaço, o MNSR procura proporcionar oportunidades para novas leituras e novas narrativas, valorizando sempre o património cultural que integra e honrando a história de que é herdeiro.

A renovada exposição de longa duração permite, assim, uma visão global do MNSR num percurso narrativo que se entrecruza com a sua história e a forma como as coleções foram sendo integradas, bem como com os artistas aqui representados e as suas obras.

Desde a reabertura, o MNSR totalizou cerca de 86 mil visitantes (60% nacionais e 40% estrangeiros), promoveu 8 exposições temporárias e realizou cerca de 700 atividades de mediação (visitas, oficinas, sessões comentadas, entre outras).

O MNSR é uma instituição cultural e artística de referência, detentora de uma coleção de dimensão internacional, estando em curso uma ação estratégica que visa afirmar o Museu como um lugar de construção de significados a partir das suas coleções, um lugar de pertença e identidade promovendo a reflexão, a criatividade e o pensamento crítico contemporâneo.

A aproximação do Museu à comunidade tem sido consolidada através de parcerias com entidades externas que são parte do tecido cultural e social da cidade do Porto, permitindo a realização de atividades de proximidade comunitária, de que são exemplo os programas ‘Outros Lugares’, ‘Arte & Saúde’ e ‘Vizinhos’.

Ao longo do último ano, o MNSR tem conseguido reunir o contributo de vários mecenas, contando com o apoio permanente do Círculo Dr. José de Figueiredo – Amigos do Museu Nacional Soares dos Reis.

+ INFO https://museusoaresdosreis.gov.pt/

Casino Lisboa inaugura exposição de Aquilino Ferreira "IV Revolução Industrial e Sustentabilidade”

7 Michael Jackson.jpg

 

É já na próxima Quinta-Feira, 21 de Março, pelas 19 horas, que o Casino Lisboa inaugura, a exposição "IV Revolução Industrial e Sustentabilidade”, da autoria de Aquilino Ferreira. Com entrada gratuita, esta mostra individual de pintura reúne cerca de três dezenas de obras que estarão patentes na Galeria de Arte.

 

Aquilino Ferreira é um nome incontornável da arte portuguesa contemporânea, não apenas na pintura, mas também nas artes plásticas na sua generalidade. Para além da sua originalidade criadora, quer na pintura quer na escultura, a sua obra multiplica-se, contínua e ininterruptamente, durante as últimas décadas, numa vida inteiramente consagrada à arte.

 

Aquilino Ferreira nasceu em Vieira de Leiria, entre raios de sol e ventos fortes do mar, num país de navegadores e gente de bem: Portugal. O seu nome afirmou-se além-fronteiras, principalmente em França a partir da década de 1980, desbravando caminhos longos e difíceis, sulcando ondas alterosas como as antigas caravelas, destemidas, embora frágeis, dando-se a conhecer por outras terras deste mundo, cuja imensidade nos surge tão colorido como uma aguarela de limites incontornáveis. Após ter procurado e desbravado novos rumos para a sua arte, acaba por regressar à Pátria para ficar, o seu porto de abrigo. Aquilino Ferreira ama a sua terra e recolhe das suas origens as bases da sua formação pessoal e artística, as quais estão nele implícitas, afirmando desse modo a sua apetência para as formas artísticas.

 

O seu inatismo criador levam-no a relacionar-se com áreas tão distintas como o teatro, a rádio ou o cinema, domínios nos quais fez manifestar as regras da harmonia, sempre presentes na sua obra. Esta virtualidade criadora acentua a sua peculiar personalidade. Este artista multifacetado domina variadas técnicas artísticas, circunstância que lhe permitiu alcançar um currículo notável. Desse currículo salientam-se os três painéis de azulejo para a Gare da Disneyland de Paris, espaço onde também realiza a sua primeira grande exposição. Expõe em Chambre Syndicale des Céramistes et Atelier d’Art de France, ainda antes de ter concluído a sua Formação nas áreas da Pintura, da Cerâmica, das Artes Gráficas, do Design e da Publicidade.

 

Aquilino Ferreira usa, actualmente, o chamado “lixo electrónico”, artefactos da tecnologia que vai reciclando, conferindo-lhes uma nova identidade. Através do domínio da Técnica Mista em tela, cria inúmeras obras artísticas, as quais tendem a manifestar uma expressão criadora que se identifica com a denominada “Quarta Revolução Industrial”.

 

Há, nas suas criações, um universo de novos significados, abertos à compreensão e à inteligência do homem contemporâneo. É uma “obra aberta”, para usarmos uma designação formulada pelo semiólogo Umberto Eco, a qual permite ao artista a possibilidade de alcançar a expressão mais próxima do Sublime, a categoria criadora que Aristóteles talvez mais tivesse valorizado no seu pensamento acerca da Poética das formas artísticas.

 

A Galeria de Arte do Casino Lisboa acolhe, de 21 de Março a 14 de abril, a exposição “IV Revolução Industrial e Sustentabilidade”, da autoria de Aquilino Ferreira. A entrada é gratuita.

“Filhos de 74” exposição colectiva

Cartaz.jpg

Frederico Corado faz curadoria de exposição que reúne 25 + 1 artistas nascidos em 1974.

Abertura a 12 de Abril às 17.30 na Galeria Raúl Solnado | Casa do Artista

Nos seus 25 anos, e nos 50 anos do 25 de Abril, a Casa do Artista convidou um grupo de 25 + 1 Artistas nascidos em 1974 (que teriam, portanto, 25 anos quando a Casa do Artista foi inaugurada) a escolher uma peça que fosse significativa no seu percurso artístico.

Entre estes Artistas estão actores, músicos, realizadores, escritores, encenadores, performers, radialistas, poetas, artistas plásticos, etc.

Estes filhos de 74 são Ana Galvão, Bruno Ferreira, Carla Maciel, Carlos Canhoto, Carmen Zita Ferreira, Cristina Troufa, Dalila Carmo, D. H. Machado, Isabel Minhós Martins, Joana Craveiro, Jorge Mourato, Jorge Vicente, José Luís Peixoto, José Mateus, Lia Ferreira, Madalena Matoso, Magda Casqueiro, Marco Horácio, Marta Pessoa, Ménito Ramos, Nuno Costa Santos, Pedro César Teles, Rita Magalhães, Rui Melo, Rui Unas e Sandro William Junqueira.

Os objectos que escolheram como marcantes dos seus percursos profissionais vão desde obras próprias, obras de outros, fotografias, adereços, figurinos, música, imagens ou até pequenos objectos do quotidiano sem os quais não seria possível viver.

O encenador e realizador Frederico Corado, curador da exposição, chama a atenção para “a importância de juntar no mesmo espaço uma geração nascida num ano tão marcante e com percursos tão distintos” e que “olham para os seus percursos artísticos escolhendo um objecto que os marcou de alguma forma”.

Um encontro de artistas nos 50 anos de Abril, celebrando a revolução dos cravos e os 25 anos da casa de todos os artistas.

Galeria Raul Solnado

Casa do Artista

Estrada da Pontinha, 7

 

Uma celebração, 11 espaços culturais

descarregar (4).jpg



Continuamos a celebrar os 50 anos da Revolução dos Cravos com as Festas de Abril. Nos próximos dias, as propostas EGEAC passam por 1 monumento, 2 teatros, 3 museus e 5 galerias.



Teatro do Bairro Alto apresenta duas propostas: o espetáculo de Sara Barros Leitão, Guião para um País Possível (dias 12, 13 e 15, às 19h30 e 14, às 17h30), a partir dos registos das sessões plenárias do Parlamento dos últimos 50 anos de democracia, e um ciclo de conversas com diferentes convidados para refletir sobre os 50 anos do 25 de abril, sob o mote Semear, (dia 17, às 18h30).

No LU.CA, lembramos os cravos de Celeste Martins Caeiro com um espetáculo de dança e liberdade. Um cravo que toca estará em cena nos próximos dois fins de semana (sábados às 16h30 e domingos às 11h30 e 16h30). 

Fazer do Castelo Abril é o convite do Castelo de São Jorge. Esta oficina de trabalhos manuais, que se realiza no próximo domingo e se prolonga pelo mês, propõe a construção de cravos de papel para compor um grande mural evocativo do cinquentenário do 25 de abril.

Dia 18, a partir das 19h, no Museu do Fado, damos palco à primeira conversa dedicada ao legado de liberdade e de independência artística de Amália Rodrigues. As primeiras convidadas deste ciclo com conceção e moderação do jornalista Miguel Carvalho são Joana Mortágua e Ana Rita Bessa.

Maria José Carvalho, a primeira mulher repórter portuguesa, é a protagonista de duas noites (19 e 20) no Museu de Lisboa - Teatro Romano. Um espetáculo sobre a Paz inspirado na sua história de vida, nas reportagens e nos poemas.

Entre as Galerias Municipais (Pavilhão Branco, Galeria Quadrum, Galeria Avenida da Índia, Galeria da Boavista e Torreão Nascente da Cordoaria Nacional) e o Atelier-Museu Júlio Pomar, damos a escutar Luisa Cunha – uma obra em seis partes. Uma peça sonora para ouvir na íntegra, depois de percorridos os seis espaços, entre 19 de abril e 5 de maio.

Toda a informação em egeac.pt

Espectáculo “Gimme Gimme” em destaque no Casino Lisboa

Com entrada livre, de Quarta-Feira a Sábado

 

Casino Lisboa acolhe Gimme Gimme de 17 a 20 e de 2

Com entrada gratuita, “Gimme Gimme” continua em destaque no Casino Lisboa. Trata-se de um electrizante espectáculo que concilia a música e a dança, proporcionando momentos de interacção com o público. Uma original produção: UAU. O ciclo de espectáculos está agendado, de Quarta-Feira a Sábado, pelas 22h30, no Arena Lounge.

“Gimme Gimme” convida os visitantes do Casino Lisboa a viajar pela década mais colorida de sempre, os anos 70! Cada actuação será uma visita aos maiores êxitos da época, privilegiando numerosos temas incontornáveis do pop rock, do funk e do disco sound que marcaram o panorama da música internacional.

 

Uma apresentação repleta de ritmo, canto e revivalismo que se distingue pelo dinâmico elenco que sobe ao palco central do Arena Lounge para dar corpo a este arrebatador espectáculo com apontamentos entusiasmantes e de boa disposição.

 

Ficha Técnica - Cantor:  Telmo Miranda | Bailarinos: Daniel Courinha, Bruno Serra, Patrícia Lima, Mafalda Rey, Letícia Marques | Produção:  UAU

 

O Arena Lounge do Casino Lisboa acolhe o espectáculo “Gimme Gimme” de Quarta-Feira a Sábado, das 22h30 às 23h00. De 17 a 20 e de 24 a 27 de Abril. A entrada é gratuita.

 

Tributo ao Rock Português no Arena Lounge do Casino Lisboa

Com entrada livre, no próximo Domingo, 21 de Abril

 

Casino Lisboa Arena Lounge  3.jpg

Com uma proposta inédita, o Casino Lisboa propõe, no próximo Domingo, dia 21, TRP - Tributo ao Rock Português. Será um espectáculo repleto de energia e paixão pela música nacional que estará em destaque no palco central do Arena Lounge, das 17h30 às 19h00. A entrada é gratuita.

 

TRP - Tributo ao Rock Português é um projecto musical que tem como objetivo interpretar numerosas composições de bandas e músicos nacionais que marcaram e continuam a marcar a história do panorama do rock nacional.

 

Os visitantes do Casino Lisboa poderão associar-se a esta homenagem a nomes incontornáveis como, por exemplo, Heróis do Mar, TAXI, UHF, Xutos & Pontapés, Jorge Palma, GNR, Delfins, Rui Veloso, José Afonso, Ornatos Violeta, Resistência, Peste & Sida ou Sitiados.

 

O vocalista António Cassapo, acompanhado pela sua guitarra, partilha o palco com Miguel Ângelo Rocha na guitarra elétrica, David Alexandre dos Santos no baixo e Carlos Fernandes na bateria.

 

FeLiCidade: Festival da Língua e da Liberdade na Cidade > 4-5 maio no CCB

FeLiCidade - Festival da Língua e da Liberdade na Cidade

descarregar (2).png


Mais de 100 nomes num festival
que junta música, literatura, performance e cinema,
com entrada livre

 

CCB . 4 e 5 maio . sábado e domingo . 10h00 à 01h00 . em vários espaços

 

No ano em que se assinalam os 50 anos da Revolução dos Cravos, e no âmbito da celebração do Dia Mundial da Língua Portuguesa, o CCB promove FeLiCidade – Festival da Língua e da Liberdade na Cidade, que se realiza nos dias 4 e 5 de maio, das 10h00 à 01h00, em vários espaços do Centro Cultural de Belém, com entrada livre. Uma celebração, um questionamento e uma festa da língua como casa.

FeLiCidade é um festival que está assente no diálogo entre os países que utilizam a língua portuguesa, explorando as suas diversas disposições, a sua desconstrução e as suas possibilidades, na literatura, na música, no cinema, em cena. Dezenas de falantes e ouvintes de todas as geografias ajudam-nos a refletir sobre uma relação de centenas de anos, a discutir a pluralidade de raízes e identidades, sem rasurar a complexidade, a violência e a exclusão da História.

Na música, há concertos de Nenny, La Familia Gitana, Puta da Silva, Titica, Luca Argel & Filipe Sambado, Meia/Fé, Lula Pena & Braima Galissá, Acácia Maior, Missy Bitty, Vaiapraia, Scúru Fitchádu & Azia, Baque de Mulher b2b Batucadeiras das Olaias, Trypas Corassão, Coletivo Gira, Madu, Phoenix RDC convida Valete, Lia de Itamaracá, MADU, Banda B'Leza, Lia de Itamaracá, Mynda Guevara, Juana na Rap e G Fema.

Nas aulas & glossários, celebram-se os 500 anos de Camões (Frederico Lourenço remonta ao estudo do autor, e José Luiz Tavares desafia-nos a conhecer o Camões Crioulo), os 100 anos de Alexandre O’Neill, os 100 anos do surgimento de Ricardo Reis (numa aula sobre o heterónimo de Pessoa e outra sobre o Ricardo Reis de Saramago), estudamos o potencial poético e literário das canções Mulheres de Atenas. de Chico Buarque (por João Constâncio e Luísa Buarque) e Língua, de Caetano Veloso (por Eucanaã Ferraz e Pedro Duarte), bem como aulas sobre Rui Knopfli, Mário Domingues, Ruy Duarte de Carvalho e outros autores africanos. De referir ainda o curso A Felicidade e a Vida, por Gonçalo M. Tavares.

As conversas são marcadas, pela primeira vez, exclusivamente pela quadrangulação Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor. Todas as histórias contam, todas se cruzam e fundem. Três escritores, de cada um dos vértices transoceânicos, conversam. Daniel Munduruku, escritor, ativista indígena, brasileiro, Francisco Bethencourt, historiador português, Mário Lúcio Sousa, escritor e cantautor cabo-verdiano. Ana Margarida de Carvalho, escritora portuguesa, Germano Almeida, escritor cabo-verdiano, Luís Cardoso, escritor timorense, Joana Bértholo, escritora portuguesa, José Eduardo Agualusa, escritor angolano, Socorro Acioli, escritora brasileira, Noemi Jaffe, escritora brasileira, Susana Moreira Marques, escritora portuguesa, Telma Tvon, escritora e rapper angolana, Andréa del Fuego, escritora brasileira, Conceição Lima, poeta são-tomense e Isabela Figueiredo, escritora portuguesa. A anteceder cada encontro há canções de boas-vindas e cordialidade; no final, há sessões de autógrafos.

Várias sessões de spoken word são apresentadas por Sitah Fayah X Spock, Rodrigo Brandão, Marina Campanatti, Alice Neto de Sousa, Maria Giulia Pinheiro, Muleca XIII, Marinho de Pina DJ Huba.

 leituras encenadas, que partem do encontro de duplas de artistas, colocando em diálogo propostas desenhadas em torno de temas como género, autoria, construção, ancestralidade, escrita e vibração com: com várias duplas: Raquel Lima e Aoaní Salvaterra, Keli Freitas e Carolina Parreira, Jota Mombaça e Nádia Yracema, Cláudia Jardim e Cláudia Semedo, Sara Carinhas e Selma Uamusse, Tita Maravilha e Nuna.

Nas performances, a língua lê-se em voz alta, mexe-se, materializa desejos, esculpe páginas. A língua é performativa. No espaço público do CCB, durante todas as horas dos eventos, encontraremos performances inéditas de durações variadas, ativadas por artistas e para o público do FeLiCidade. Os corredores, os jardins, os elevadores e garagens serão marcados tanto pelas palavras de Salette Tavares como pela escrita que surge no próprio momento.

No cinema, são apresentados filmes em torno de nomes da literatura escrita em língua portuguesa, nomeadamente as estreias, em formato instalação, dos filmes O Marinheiro, do franco-japonês Yohei Yamakado, e Heterofonia, de Afonso Mota, a partir dos poemas homónimos de Fernando Pessoa e Alberto Pimenta; a estreia da nova cópia digital de O Primo Basílio, de George Pallu (1923), com a composição original inédita de Filipe Raposo, que a interpretará pela primeira vez ao piano. Entre outros filmes, são de destacar a apresentação integral da série documental Herdeiros de Saramago, da autoria de Carlos Vaz Marques e realizada por Graça Castanheira, que nos traz obras de, por exemplo, Andrea Del Fuego, Afonso Reis Cabral, Julián Fuks, Ondjaki, Valter Hugo Mãe, Adriana Lisboa, José Luís Peixoto, na presença dos autores, bem como o filme Anquanto La Lhéngua Fur Cantada, de João Botelho (2012), um hino à língua mirandesa, e MHM, de André Godinho, sobre o editor Manuel Hermínio Monteiro, apresentados pelos realizadores.

Um festival destinado a todas as idades, para todos os públicos, com programação para o público adulto, mas também destinado a crianças, com contadores de histórias (Miguel Sermão) e oficinas (por Catarina Câmara e Dina Mendonça). E porque o FeLiCidade é também uma festa, haverá um mercado e gastronomia, com produtos e comida de vários países, aberto das 12h00 às 21h00.

Com direção de Aida Tavares, a equipa curatorial é constituída por Anabela Mota Ribeiro, André e. Teodósio, Gonçalo Riscado, Nádia Yracema, Sara Carinhas, Tiago Bartolomeu Costa, sendo a programação desenvolvida por: CTL/Musicbox - Gonçalo Riscado, Pedro Azevedo, Inês Henriques, com BANTUMEN - Eddie Pipocas, Vanessa Sanches, Rainner Brito & VALSA - Marina Ginde, Nika Serafim (música); Anabela Mota Ribeiro e André e. Teodósio (conferências, lições, glossários, performance); Aoaní Salvaterra, Carolina Parreira, Cláudia Jardim, Cláudia Semedo, Jota Mombaça, Keli Freitas, Nádia Yracema, Nuna, Raquel Lima, Sara Carinhas, Selma Uamusse, Tita Maravilha (leituras encenadas) e Tiago Bartolomeu Costa (cinema).

No Dia Mundial da Língua Portuguesa (assinalado no dia 5 de maio), entende-se a língua como um motor de mudança e de transformação, discutem-se os modos de ser comunidade e vincam-se os compromissos com os valores de abril – com um cheirinho de alecrim.

A programação completa pode, desde já, ser consultada em www.felicidadefestival.com.

Em breve, haverá também uma App disponível para Android, iOS e Windows Phone.

descarregar.jpg

Lisboa comemora abril de cravo ao peito e com Uma ideia de Futuro

descarregar (1).jpg


Em Lisboa os 50 anos do 25 de abril de 1974 comemoram-se no Terreiro do Paço, na noite de 24 de abril, com um espetáculo inédito sob o mote "Uma ideia de Futuro" e a distribuição de cravos especiais.

A celebração começa às 22h nas fachadas da principal praça da cidade, que servem de tela para um videomapping realizado a partir de fotografias de Alfredo Cunha e com música de Rodrigo Leão, numa parceria com a Comissão Comemorativa 50 anos do 25 de abril.

Às fotografias, seguem-se as canções de abril que reúnem em palco 180 músicos. Temas de José Afonso, José Mário Branco, Fausto, Adriano Correia de Oliveira, Fernando Lopes-Graça e Carlos Paredes, interpretados pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa, o Coro de Santo Amaro de Oeiras e o Coro da Escola Artística do Instituto Gregoriano de Lisboa, juntando-se os solistas Marina Pacheco (soprano) e Mário João Alves (tenor) e os músicos Gaspar Varela (guitarra portuguesa), Pedro Mourato (guitarras), Francisco Santos (baixo elétrico) e Sertório Calado (bateria).

Com conceção e direção artística de Luís Varatojo, o espetáculo será pontuado pela narração de histórias, por seis jovens atores, acerca do Portugal de hoje e do caminho percorrido, e pela projeção de imagens que ilustram histórias e canções.

Será ainda apresentado um tema inédito, Abril é Sempre Primavera, com letra de José Luís Peixoto e música de Luís Varatojo e Filipe Raposo, que conta com a participação de várias vozes conhecidas do Fado e da música portuguesa.

Nesta festa, promovida pela Câmara Municipal de Lisboa e produzida pela EGEAC, não poderiam faltar cravos que serão distribuídos sob forma de pins. Cravos feitos artesanalmente por reclusas do Estabelecimento Prisional de Tires, reutilizando materiais dos pendões das Festas de Lisboa 2023 transformados agora num objeto simbólico para assinalar a data fundadora da Democracia.

Por volta da meia-noite, um apontamento piromusical e uma surpresa final iluminarão o céu sobre o rio Tejo.

Contra o Cancro: atletas e figuras públicas associam-se à LPCC para promover evento deatividade física

Iniciativa da Liga Portuguesa Contra o Cancro tem entrada livre e oferece atividades gratuitas

 

 

Cartaz A3 MCC Programa QRCode.png

  • QUEM: Cristiano Ronaldo, Diogo Ribeiro, Kika Nazareth, Joana Schenker,

              Ana Rita Clara, Inês Lopes Gonçalves, Joana Cruz, Marta Fonseca,

              Sara Rodrigues, Teresa Vieira de Almeida, Rita Piçarra e

              Madalena Passeiro, entre outros.

  • QUANDO: 20 de abril de 2024 – 9h00/18h00
  • ONDE: Complexo Desportivo do Jamor - Oeiras
  • O QUÊ: Mexer Contra o Cancro (evento de atividade física e lazer em família)

Cristiano Ronaldo, Diogo Ribeiro, Kika Nazareth e Joana Schenker são alguns dos atletas que se associam à Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Sul (LPCC-NRS) e a outras figuras públicas da televisão, rádio e redes sociais para, com o apoio do Complexo Desportivo do Jamor e o apoio institucional da Câmara Municipal de Oeiras, promover, no próximo dia 20 de abril, entre as 9h00 e as 18h00, a iniciativa de atividade física e lazer para toda a família, “Mexer Contra o Cancro”.

 

O campeão do mundo, Cristiano Ronaldo, assinou e doou a sua camisola da seleção nacional que será objeto de leilão durante o evento “Mexer Contra o Cancro” e o atleta olímpico de natação, Diogo Ribeiro, vai oferecer a sua touca ao vencedor do passatempo a decorrer nas redes sociais da LPCC-NRS até dia 18 de abril. Por seu lado, as chuteiras da atleta da seleção de futebol feminino, Kika Nazareth, vão ser entregues a quem marcar mais golos nas balizas do “Mexer Contra o Cancro” e o autor da melhor frase sobre a iniciativa vai receber a prancha da campeã de Bodyboard, Joana Schenker.

 

O Mexer Contra o Cancro pretende alertar e mobilizar a população para a importância de um estilo de vida ativo na prevenção e combate ao cancro. A iniciativa conta ainda com o apoio de várias entidades, empresas e figuras públicas como Ana Rita Clara (apresentadora de televisão), Inês Lopes Gonçalves (apresentadora de televisão e radialista), Joana Cruz (radialista), Marta Fonseca do canal Ser Paciente, Sara Rodrigues (influencer digital), Teresa Vieira de Almeida (matriarca da família Patrocínio), Rita Piçarra (ex-Diretora Financeira Microsoft) e Madalena Passeiro (artista plástica).

 

Com entrada livre, o Mexer Contra o Cancro vai proporcionar momentos de grande energia e divertimento, prevendo -se a realização, ao longo de todo o dia, de desportos de equipa como o futebol e o basebol, aulas de fitness com momentos de Cross Fit e FitBoxe, artes marciais e sessões de bem-estar com aulas de Body Balance, Yoga ou Pilates, workshops de diversos tipos de dança e ainda a oportunidade de treinar o tiro com arco, praticar jogos tradicionais, bem como Capoeira.

 

Para os mais novos, existem várias atrações e áreas de brincadeira. Podem, por exemplo, levar as suas bicicletas para percorrer os trilhos do parque ou divertirem-se nos insufláveis. Por seu lado, os pais são convidados a usufruir de um passeio junto ao canal ou a participar nas atividades agendadas ao longo do dia.

 

Conheça o programa do “Mexer Contra o Cancro” AQUI