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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Os amigos do BB no CCB

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12 de maio | 15:00 | Centro Congressos e Reuniões
Os Amigos do BB
Armando Baptista-Bastos (1934 - 2017)
Homenagem ao escritor e jornalista Armando Baptista-Bastos com a participação de Alice Vieira, Eugénio Alves, Fernando Dacosta, João Soares e Mário Zambujal. Moderação: Elísio Summavielle, Presidente da Fundação Centro Cultural de Belém.
Entrada Livre

LeV-Literaura em Viagem

 

As cidades dos romances no centro da 12ª edição do festival Literatura em Viagem

 

 

Biblioteca Municipal Florbela Espanca acolhe, de 11 a 13 de maio, a nova incursão de Matosinhos pelo património literário mundial. Conferência inaugural estará a cargo de Pedro Abrunhosa.

 

 

Jerusalém, Paris, Nova Iorque, Rio de Janeiro e Matosinhos. São cinco as cidades que vão centrar as atenções da 12ª edição do festival Literatura em Viagem, que, de 11 a 13 de maio, volta a reunir na Biblioteca Municipal Florbela Espanca um conjunto notável de escritores, artistas e visões sobre os aglomerados urbanos que se confundem com a própria história dos povos e das ideias que os movem.

 

A sessão inaugural do festival, agendada para as 21h30 de sexta-feira, ocorrerá no  Salão Nobre da Câmara Municipal de Matosinhos e terá como convidado o músico e compositor Pedro Abrunhosa, autor de um dos mais inovadores trabalhos musicais portugueses das últimas décadas: o álbum “Viagens”, de 1994.

 

Até lá, o LeVzinho vai levar os escritores Olinda Beja (São Tomé e Príncipe), Patrícia Müller e Richard Zimler a várias escolas do concelho, estando já abertas as portas para dois outros géneros de viagem proporcionados pelo LeV de 2018. A Biblioteca Municipal Florbela Espanca acolhe a digressão pelas memórias e raízes da pintora Maria Beatitude, enquanto a Galeria Municipal de Matosinhos mostra os leitores que, desde 2011, Sandra Barão Nobre fotografou nas suas múltiplas andanças pelo mundo.

 

De regresso ao “romance das cidades”, temas desta edição do LeV, as conversas arrancam às 15 horas de sábado, com o historiador Joel Cleto a guiar a visita pelo património imaterial de Matosinhos. Adriana Calcanhotto e Alexandra Lucas Coelho levarão depois o público até às contradições da cidade maravilhosa do Rio de Janeiro, cabendo a Isabel Lucas e João Tordo traçar o caminho até Nova Iorque, a cidade que nunca dorme. Já no domingo, Enric González e Tânia Ganho flanarão por Paris, enquanto o Sheikh David Munir e os escritores Miguel Miranda e Paulo Moura conduzirão a incursão por Jerusalém e pelos seus infindáveis conflitos.

 

A 12ª edição do LeV terá ainda tempo para um debate sobre a natureza e o apelo das cidades literárias, no qual participarão Francisco José Viegas e o escritor islandês Sjón, mas também para uma entrevista de vida ao inglês Jonathan Coe, vencedor do prémio Médicis e jurado do Man Booker Prize, um dos mais prestigiados do planeta.

 

A manhã de domingo será dedicada a uma Oficina de Escrita Criativa orientada pela escritora Filipa Melo, que acontecerá também na Biblioteca Municipal Florbela Espanca.

 

 

Vencedor da 3.ª edição do Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários APE/C.M. de Loulé

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Um júri constituído por Cândido Oliveira Martins, Carina Infante do Carmo e Carlos Albino Guerreiro, decidiu por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários APE/C.M. de Loulé ao livro "A Alma Vagueante", de Mário Cláudio (Minotauro).

 

Da acta destaca-se: “…a brilhante qualidade da sua escrita; o enorme poder de sugestão dos perfis delineados; e a singularidade de serem crónicas sobre personalidades merecedoras de homenagem, enquanto relevantes criadores da cultura portuguesa.”

 

Nesta 3.ª edição da Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da C. M. de Loulé, concorreram, a título excepcional, obras saídas nos anos de 2016 e 2017.

 

O Grande Prémio distinguiu já José Tolentino Mendonça e Rui Cardoso Martins.

 

O valor monetário deste Grande Prémio é, para o autor distinguido, de € 10.000,00 (dez mil euros).

 

A cerimónia de entrega do prémio terá lugar no Dia do Municipio, na manhã de 10 de Maio, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, em Loulé.

 

A Direcção

 

Escritor português, de nome verdadeiro Rui Manuel Pinto Barbot Costa, nascido a 6 de novembro de 1941, no Porto. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, onde se diplomou também como bibliotecário-arquivista, e master of Arts em biblioteconomia e Ciências Documentais pelo University College de Londres, revelou-se como poeta com o volume Ciclo de Cypris (1969). Tradutor de autores como William Beckford, Odysseus Elytis, Nikos Gatsos e Virginia Woolf, foi, porém, como ficcionista que mais se afirmou.

Publicou com o nome próprio, uma vez que "Mário Cláudio" é pseudónimo, um Estudo do Analfabetismo em Portugal, obra que reúne a sua tese de mestrado e uma comunicação apresentada no 6.° Encontro de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas Portugueses, em 1978. Colaborador em várias publicações periódicas, como Loreto 13, Colóquio/Letras, Diário de Lisboa, Vértice, Jornal de Letras Artes e Ideias, O Jornal, entre outros, foi considerado pela crítica, desde a publicação de obras como Um Verão Assim, um autor para quem o verso e a prosa constituem modalidades intercambiáveis, detendo características comuns como a opacidade, a musicalidade e a rutura sintática, subvertendo a linearidade da leitura por uma escrita construída como "labirinto em espiral". A obra de Mário Cláudio apresenta uma faceta de investigador e de bibliófilo que, encontrando continuidade na sua atividade profissional, inscreve eruditamente cada um dos livros numa herança cultural e literária, portuguesa ou universal. Dir-se-ia que a sua escrita, seja romanesca, seja em coletâneas de pequenas narrativas (Itinerários, 1993), funciona como um espelho que devolve a cada período a sua imagem, perspetivada através de um rosto ou de um local, em que o próprio autor se reflete, e isto sem a preocupação de qualquer tipo de realismo, mas num todo difuso e compósito, capaz de evocar o sentido ou o tom de uma época que concorre ainda para formar a época presente.

Mário Cláudio recebeu, em 1985, o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores por Amadeo (1984), o primeiro romance de um conjunto posteriormente intitulado Trilogia da Mão (1993), em 2001 recebeu o prémio novela da mesma associação pelo livro A Cidade no Bolso e, em dezembro de 2004, foi distinguido com o Prémio Pessoa. Para além das obras já mencionadas, são também da sua autoria Guilhermina (1986), A Quinta das Virtudes, (1991), Tocata para Dois Clarins (1992), O Pórtico da Glória (1997), Peregrinação de Barnabé das Índias (1998), Ursamaior (2000), Orion (2003), Amadeu (2003), Gémeos (2004) e Triunfo do Amor Português (2004). O autor tem também trabalhos publicados na área da poesia (como Ciclo de Cypris, 1969, Terra Sigillata, de 1982, e Dois Equinócios, de 1996), dos ensaios (Para o Estudo do Alfabetismo e da Relutância à Leitura em Portugal, de 1979, entre outros), do teatro (por exemplo, O Estranho Caso do Trapezista Azul, de 1999) e da literatura juvenil (A Bruxa, o Poeta e o Anjo, de 1996).

(Fonte: Wook)

 

Óbidos | Latitudes - Literatura e Viajantes - “Latitudes” de Fernão de Magalhães, em Óbidos, de 26 a 29 de Abril

Pontapé de saída do Ano Magalhânico

“Latitudes” de Fernão de Magalhães, em Óbidos, de 26 a 29 de Abril

 

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Entre 26 e 29 de abril, Óbidos vai receber o LATITUDES, o segundo encontro de literatura e viajantes. Viagens escritas, faladas, ilustradas e animadas são algumas das propostas de um fim-de-semana que vai reunir em Óbidos nomes sonantes da Literatura e das Viagens. Haverá lançamentos de livros, exposições, oficinas e experiências literárias para os mais novos, workshops, música e conversas sem tempo. É dado ainda o pontapé de saída para o Ano Magalhânico, que celebra os 500 anos da viagem de circum-navegação que Fernão Magalhães fez entre 1519 e 1522.

 

Lívia Aguiar, brasileira nascida entre as serras arredondadas de Minas Gerais, é jornalista e escritora, graduada em Jornalismo, com formação complementar em Artes Gráficas, pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), está em residência literária em Óbidos e irá, durante o evento, realizar um worskhop para quem deseje produzir textos e imagens a partir da errância das ruas de Óbidos.

 

E porque temos uma parceria com Granada, Cidade Criativa da Literatura, contamos também com a presença da poeta e narradora Begoña Calejón que está, de igual forma, a fazer uma residência literária em Óbidos.

 

Os Urban Sketchers Portugal e o Grupo do Risco vão ocupar o átrio do Auditório Municipal da Casa da Música com uma exposição intitulada “Óbidos Vista pelos UrbanSketchers”. Vão também promover outras atividades, como a Conferência “Viagem pela América Latina”, por Eduardo Salavisa, o Worskhop “Composição poética”, por Bruno Vieira, ou a Conferência “Tempos e espaços de viagem no espaço heterotópico do caderno”, por Marco António Costa. O Grupo do Risco promove, de igual forma, iniciativas como a apresentação do livro “Expedição Príncipe”, edição Príncipe Trust, ou a Conferência “Olhares em redor do património cruzado de Portugal e Marrocos”, por José Paula.

 

Pedro Mota e David Rollán irão apresentar, na Galeria da Casa José Saramago, a exposição de fotografia “A Latitude do Olhar”, promovendo uma mesa redonda sobre a mesma com Alexandre Coutinho. Também neste espaço se poderão ouvir os testemunhos de três dos líderes da agência de viagens The Wanderlust. Patrícia Campos irá apresentar o seu livro “Onze/Nove - A Minha América Latina”, por sua vez, Miriam Augusto e Tiago Fidalgo têm preparada uma sessão sobre Descentralização e Sustentabilidade em Viagem.

 

José Manuel Marques, Presidente da Estrutura de Missão das Comemorações Magalhânicas, e Gérman Guerrero, Embaixador do Chile em Portugal, vão estar à conversa sobre “Fernão de Magalhães – Do Atlântico ao Pacífico”, moderada pelo jornalista João Ferreira Oliveira.

 

Haverá lugar, também, para a apresentação de projetos cinematográficos de Albert Flechoso, realizador da “Odisseia das especiarias”, de António Galey, realizador de “O Mundo de Magalhães”, produzidos por Fernando Centeio, Zulfimes.

 

Raquel Ochoa, vencedora do prémio literário revelação Agustina Bessa-Luís em 2009, e com vários romances publicados, fará um workshop de Escrita Criativa, gratuito, no dia 27 de abril.

 

Para os mais pequenos, as oficinas “Piratas a Bordo! Embarcar na Circum-Navegação” abordam temas como as Coordenadas, astronomia, navegar – trajeto de ponto A a B, mapa, ponto geográfico – Óbidos, herbário, cheiros – especiarias, movimento – mar/barco, sons. Estas atividades são também gratuitas.

 

No primeiro dia do Latitudes, haverá um concerto de música chilena do séc. XX, com composições para guitarra, de Violeta Parra, com Alejandro Escobar, transportando-nos para outros lugares e imaginários.

 

O Latitudes encerra no dia 29 de abril com uma apresentação performativa do livro “Silêncio”, por João Francisco Vilhena e Pedro Oliveira.

 

A Via Verde, através do seu Programa Viagens e Vantagens, assume-se, uma vez mais, como parceiro deste evento assim como o Bom Sucesso Resort, alojamento oficial do Latitudes.

 

Informações adicionais e programa em www.obidosvilaliteraria.com/latitudes.

 

 

Óbidos | Inauguração da Casa José Saramago, segunda-feira, 23 de Abril, às 18 horas

Inauguração do novo espaço, segunda-feira, 23 de Abril, às 18 horas

Casa José Saramago em Óbidos: assumir Óbidos como um lugar de expressão da literatura e da cultura

 

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Inaugura na próxima segunda-feira, 23 de Abril, em Óbidos, a Casa José Saramago, numa parceria entre o Município de Óbidos, a Óbidos Vila Literária e a Fundação José Saramago. A cerimónia terá lugar às 18 horas, na antiga galeria do Pelourinho, na rua Direita, que, a partir de agora, será a Casa José Saramago e a sede de Óbidos Cidade Criativa da Literatura da UNESCO.

 

“Temos um Prémio Nobel da Literatura, José Saramago, temos uma Vila Literária em Portugal”, explica Celeste Afonso, acrescentando que “as duas decidiram assumir Óbidos como um lugar de expressão da literatura e da cultura”. “Juntando aquilo que é a missão, os principios e os fundamentos da Fundação José  Saramago, com aquilo que é a missão da Cidade Cidade Criativa da Literatura, e aquela que é a sua estratégia, criou-se um espaço que vai abrir no dia 23, dia Mundial do Livro, simbolicamente”, explica.

 

Para a diretora executiva de Óbidos Cidade Criativa da Literatura da UNESCO, a Casa José Saramago será “um espaço laboratório de criação” e uma “mostra do que culturalmente e literariamente se faz em Portugal, numa primeira fase, e no Mundo”.  A responsável, afirma que este novo espaço “é muito mais que uma casa que tem apenas o nome José Saramago”, garantindo que “é uma parceria efectiva entre a Fundanção e Óbidos Vila Literária”.

 

Celeste Afonso explica que o espaço será multifuncional e multicultural. “Apesar de não ser muito grande, ele vai acolher um conjunto de áreas, como uma biblioteca/sala de leitura, onde vamos ter toda a obra de Saramago em todas as línguas, mas vamos ter também outros títulos, outros livros e outros autores”, revela. A responsável afirma ainda que a Casa José Saramago “vai ter um auditório, uma galeria, vai ser sede da Cidade Criativa da Literatura [da UNESCO], vai ter exposições, lançamento de livros, conversas, filmes, espetáculos, workshops…”.

 

Para além da programação que virá da Fundação José Saramago, a Casa José Saramago, em Óbidos, “terá também vida própria”, indo ao encontro daquilo que tem sido o programa da Óbidos Vila Literária ao longo de todo o ano. “A Casa José Saramago vai ser aquilo que nós achamos que nos estava a faltar neste momento, que era um espaço que pudesse ser a personificação do que é Óbidos Vila Literária”, conclui.

 

 

 

Estoril Sol lança nova edição do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luis

Está aberto o concurso para atribuição do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís que, este ano, realiza a sua 11ª edição. Recorde-se que, desde 2016, foi abolido do seu Regulamento o limite dos 35 anos de idade, cláusula que o Júri considerou estar a condicionar o aparecimento de novos valores. Instituída pela Estoril Sol, esta iniciativa de relevância cultural constitui, assim, uma oportunidade a não perder para todos candidatos a escritores. 

 

Com a extinção dessa norma considerada restritiva, a Estoril Sol vai ao encontro do desejo expresso por numerosos candidatos ao concurso, que estavam impossibilitados de nele participarem. Mantém-se, contudo, a obrigatoriedade do romance concorrente ser inédito, e de autor português, “sem qualquer obra publicada no género”. 

 

O Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís terá o valor de 10 mil euros e, nos termos do Regulamento, será publicado pela Editora Gradiva, conforme o protocolo existente com a Estoril Sol. O júri será presidido por Guilherme D `Oliveira Martins.

 

Recorde-se que, em 2017, o romance vencedor do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís foi “O Invisível”, de Rui Lage.

 

Ao eleger “O Invisível”, o júri considerou tratar-se de “um romance com notável fulgor imaginativo” no qual “a figura histórica de Fernando Pessoa é tornada personagem de romance e colocada no centro de uma trama de ficção muito original, que cruza criativamente referentes conhecidos da época e Cultura Pessoanas, particularmente a sua vertente ocultista e/ou esotérica”. 

 

Juntamente com o Prémio Literário Revelação, a Estoril Sol mantém o Prémio Literário Fernando Namora, instituído regularmente desde 1988, e a cujo Júri presidiu, durante vários anos, Agustina Bessa-Luís. 

Estoril Sol lança nova edição do Prémio Literário Fernando Namora

 

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Com o desígnio de impulsionar as Letras portuguesas, a Estoril Sol relançou o Prémio Literário Fernando Namora. Trata-se da 21ª edição deste prestigiado galardão, cujo prazo de candidaturas se prolonga até 31 de Maio. O júri será presidido por Guilherme D `Oliveira Martins.

 

No valor de 15 mil euros, o Prémio Literário Fernando Namora destina-se a galardoar uma obra de ficção (romance ou novela), de autor português, editada em 2017, desde que o escritor não tenha sido premiado nas três edições anteriores. 

 

Com periodicidade anual, o Prémio Literário Fernando Namora ocupa um espaço único no panorama nacional. Ana Cristina Silva foi a vencedora no ano passado com o seu romance “A Noite Não É Eterna”.

 

Na acta, o Júri salientou o facto do romance vencedor ser “uma obra que se articula a partir da realidade social, política e humana das crianças romenas, e das suas famílias, no período da ditadura de Nicolae Ceausescu”. O Júri foi, ainda, sensível a “uma belíssima composição narrativa com linguagem sóbria e cuidada, que valoriza em particular a narrativa de um drama pungente, num quadro político sufocante e obsessivo. É uma história construída sobre os labirintos da tirania”.

 

Recorde-se que o Prémio Literário Fernando Namora, atribuído regularmente desde 1988, teve um Júri presidido, durante vários anos, por Agustina Bessa-Luís, que dá agora o seu nome ao Prémio Literário Revelação, também instituído pela Estoril Sol.

 

O Júri, além de Guilherme D`Oliveira Martins, que preside, em representação do CNC – Centro Nacional de Cultura, integra, ainda, José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores; Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas; Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários; e, ainda, Maria Alzira Seixo e Liberto Cruz, convidados a título individual e Nuno Lima de Carvalho e Dinis de Abreu, em representação da Estoril Sol.

 

Recorde-se que, expira a 31 de Maio o prazo de recepção dos romances publicados para a 21ª edição do Prémio Literário Fernando Namora e das obras originais para a 11ª edição do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís.

Atribuição do Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga

PAULO MOURA

VENCE A 1.ª EDIÇÃO DO

GRANDE PRÉMIO DE LITERATURA DE VIAGENS MARIA ONDINA BRAGA

APE/C.M. DE BRAGA

 

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Um júri, coordenado por José Manuel Mendes, constituído por António Mega Ferreira, Guilherme d’Oliveira Martins e Helena Vasconcelos atribuiu, por unanimidade, o Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga ao livro Extremo Ocidental – Uma Viagem de Moto pela Costa Portuguesa, de Caminha a Monte Gordo, de Paulo Moura (Elsinore).

 

Na acta o júri consta: “…Extremo Ocidental de Paulo Moura resulta pelas suas características singulares – a viagem como redescoberta do próprio país – e pela sobriedade encantatória da sua escrita.”

 

Nesta 1.ª edição da Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Braga, concorreram, as obras saídas no ano de 2016, e a título excepcional, 2015.

 

O valor monetário deste Grande Prémio é, para o autor distinguido, de € 12.500,00.

 

A cerimónia de entrega do prémio será anunciada oportunamente.

 

XXIII Grande Prémio da Literatura dst : Candidaturas terminam a 30 de março | prémio pecuniário no valor de 15 mil euros

 

 

Edição deste ano é dedicada a obras de poesia de autores portugueses

CANDIDATURAS PARA xxIII GRANDE PRÉMIO

DE LITERATURA DST TERMINAM A 30 DE MARÇO

 

*Prémio pecuniário no valor de  15 mil euros

 

O período de candidaturas para o XXIII Grande Prémio de Literatura dst, instituído pelo grupo dst está a chegar ao fim. Até ao próximo dia 30, podem candidatar-se ao prémio pecuniário de 15 mil euros, obras de poesia publicadas entre 2016 e 2017, de autores portugueses residentes no país. O vencedor será anunciado a 29 de junho, por ocasião da Feira do Livro de Braga.

 

Findo o prazo, as obras serão analisadas pelo juri composto por figuras de relevo no meio literário nacional, que acompanham este prémio há mais de 20 anos. Vítor Manuel de Aguiar e Silva (presidente), José Manuel Mendes e Carlos Mendes de Sousa são os elementos responsáveis pela análise, escolha e fundamentação da obra premiada. A primeira etapa de seleção decorre a 22 de maio, data em que serão escolhidos os cinco livros de poesia finalistas.

 

O Grande Prémio de Literatura dst tem um funcionamento rotativo, premiando num ano uma obra de prosa e, no seguinte, uma obra de poesia. Nas três últimas edições do prémio dedicadas a poesia, os vencedores foram Manuel Alegre, com a obra “Bairro Ocidental”, Armando Silva Carvalho (falecido em 2017), com “De Amore”, e Manuel Gusmão com o título “A Terceira Mão”. Já os prémios dedicados a prosa, as obras vencedoras foram “Astronomia” de Mário Cláudio, “Cláudio e Constantino” de Luísa Costa Gomes e o “Verdadeiro Ator” de Jacinto Lucas Pires.

 

O Grande Prémio de Literatura dst que, ano após ano, regista recordes de participações afirma-se cada vez mais como um dos mais importantes prémios nacionais na área da literatura, promovido por um grupo privado, contribuindo de forma decisiva para a promoção da literatura nacional e para a difusão dos autores portugueses.

 

O regulamento do prémio está disponível em www.dstsgps.com