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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

ANA MIGUEL SOCORRO APRESENTA “ÁGUA COM AÇÚCAR” EM LOULÉ

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No âmbito das leituras efetuadas pelo Clube de Leitura de Loulé, a 26 de junho, pelas 21h00, a Biblioteca Municipal de Loulé recebe a apresentação da obra “Água com Açúcar”, de Ana Miguel Socorro.

“Somos todos farmacêuticos: manipulamos, aferrolhamos, rotulamos e misturamos o que a vida nos dá. Outras vezes, somos especieiros: paramos para cheirar e admirar a cor dos condimentos.”

Ana Miguel Socorro recria uma vila em cores, cheiros, sabores, modos de vida, relações familiares e maritais, doenças e crenças, com descrições detalhadas e ricas. Muito mais do que um copo de “Água com Açúcar”, uma saga familiar onde as mulheres sobressaem e entregam nas nossas mãos as tradições e costumes do seu tempo. Segredam pensamentos, receios, ansiedades e amores. Levantam alto o que ganham e choram o que perdem. Do interior das casas para a liberdade do mar. Tantas vezes, da fartura da mesa para a austeridade do sentir. Da luxúria de uma vida para a magreza de outra. Do que se sonha e do que se morre. Das memórias. E de que tripas se faz coração.

A autora é algarvia. Publica regularmente os seus textos nos projetos “Entrar nas Linhas”, “T7 – Residência de Autores” e “Fotografar Palavras”. O seu primeiro romance, “Água com Açúcar”, foi publicado pela Minimalista em 2021.

A apresentação da obra ficará a cargo de Sandra Boto, investigadora auxiliar da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e moderadora do Clube de Leitura de Loulé.

LLANÇAMENTO do livro "Colóquios dos simples e drogas e coisas medicinais da Índia" | 28 jun. '24 | 17h30 | Biblioteca Nacional de Portugal

Colóquios dos simples e drogas e coisas medicinais da Índia,

de Garcia de Orta

LANÇAMENTO | 28 jun. '24 | 17H30 | Auditório | Entrada livre

 

 

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A conhecida obra de Garcia de Orta foi originalmente impressa em Goa em 1563, num grosso volume in-quarto, com o longo título, bem ao gosto da época, Coloquios dos simples, e drogas he cousas mediçinais da India, e assi dalgũas frutas achadas nella onde se tratam algũas cousas tocantes a mediçina, pratica e outras cousas boas, pera saber. Garcia da Orta, quando da publicação do seu inovador tratado, residia desde longa data naquela cidade indiana, e era então «um velho já quase decrépito, dos melhores letrados que há nestas partes», nas palavras de um jesuíta que com ele conviveu. O autor dos Colóquios dos simples nascera por volta de 1500, na localidade fronteiriça portuguesa de Castelo de Vide, onde os seus pais se haviam estabelecido poucos anos antes, fugidos do ambiente antijudaico que se vivia então em Espanha. O jovem cristão-novo, depois de ter feito estudos nas universidades espanholas de Salamanca e de Alcalá de Henares, fora aprovado em 1526 para praticar medicina em Portugal, altura em que se terá fixado em Lisboa. Mas em 1534 partiu para o Oriente numa das naus da carreira da Índia.


No território de Goa, Garcia de Orta exerceria medicina junto das elites portuguesas ali residentes, e também no régio hospital goês, enquanto se começou a envolver em transações comerciais de produtos exóticos e medicinais, à semelhança do que faziam muitos dos seus compatriotas. É provável que, desde meados da década de 1530, Garcia de Orta tivesse reunido dados relativos a portos e mercados, redes de distribuição e preços, medidas e pesos das mercadorias asiáticas, para além de outras notícias que qualquer interessado na aquisição, transação e aplicação de produtos naturais asiáticos deveria ter atualizadas. Depois de quase três décadas de vida na Índia, ao longo das quais fora colecionando de forma sistemática notas de observações pessoais, cartas e relatórios enviados por uma larga rede de informadores e correspondentes, e também uma importante biblioteca de obras manuscritas e impressas, Garcia de Orta decidiu publicar um tratado de história natural oriental.

A obra de Garcia de Orta, na realidade, era muito mais do que um tratado de história natural, como, aliás, já anunciava o próprio título. A curiosidade do físico português parecia não ter limites, tal a multiplicidade de assuntos que conseguia abordar, e que abrangiam nomeadamente a história e geografia do mundo oriental, as práticas sociais e culturais dos seus habitantes, a diversidade linguística, as crenças religiosas, as configurações políticas e militares, mas, sobretudo, a densa rede de negócios de produtos naturais que se estendia por todo o Oriente, da Arábia à China, passando pelos mais remotos recantos da Ásia Central e pelas inumeráveis ilhas da Insulíndia, e que tinha o seu epicentro em Goa. A uma leitura mais cuidada, os Colóquios dos simples apareceriam como uma espécie de enciclopédia das extensíssimas regiões orientais que se estendiam para leste do cabo da Boa Esperança, e que há mais de meio século estavam a ser desvendadas pelas navegações e explorações portuguesas.

A obra célebre de Garcia de Orta é agora reeditada, numa leitura da responsabilidade de Rui Manuel Loureiro e de Teresa Nobre de Carvalho. O texto do original quinhentista foi na presente edição modernizado, e também cuidadosamente anotado, num procedimento que visa sobretudo conceder maior visibilidade e legibilidade a uma obra maior da literatura portuguesa, que na época teve um papel fundamental no conhecimento do mundo natural asiático, e que ainda hoje se lê com proveito, pela descrição muito informada e detalhada que apresenta das múltiplas interações dos europeus com o Oriente. Trata-se de uma edição que tanto pode satisfazer o leitor curioso de antigos tratados de história natural, que tem à sua frente uma versão depurada de todas as dificuldades que um texto quinhentista costuma levantar, como o estudioso de temas luso-orientais, que disporá de uma obra cuidadosamente editada e anotada, que procura apresentar um texto fidedigno, resolvendo em paralelo muitos dos problemas levantados pelos Colóquios dos simples.

 

Na sessão de lançamento desta nova edição da obra estarão presentes Luís Filipe Barreto (FL-UL), que apresentará o livro, Fátima Reis (Diretora da Cátedra de Estudos Sefarditas Alberto Benveniste), e os editores, Rui Manuel Loureiro (ISMAT e CHAM/NOVA) e Teresa Nobre de Carvalho (CHAM/NOVA).

“Hora do Conto Famílias” em junho – participação gratuita!

“Hora do Conto Famílias” em junho – participação gratuita!

 

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A “Hora do Conto Famílias” tem atividades programadas para junho, com participação gratuita, através de abordagens lúdicas e pedagógicas, para famílias com crianças a partir dos 4 anos.

A atividade “Queres que te conte?”, com leitura em voz alta a partir de álbuns ilustrados, está agendada para os dias 8 (Biblioteca de Palmela), 15 (Biblioteca de Pinhal Novo) e 22 (Pólo de Marateca, em Águas de Moura).

Estão, ainda, disponíveis para empréstimo os “Saquinhos de Contos”, recursos lúdico-pedagógicos para explorar as rotinas das crianças, de forma criativa: “Hora da Paparoca”, “Fazer Ó Ó”, “Cheira tão mal” e Miminhos”.

A “Hora do Conto Famílias” é uma iniciativa do Município de Palmela, enquadrada pelo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4 - Educação de Qualidade.

Mais informações e inscrições: 212 336 632 ou bibliotecas@cm-palmela.pt.

Grândola: Encontro da Canção de Protesto | 21 a 23 de junho

Encontro da Canção de Protesto | 21 a 23 de junho

 

Exposições, Sessões Testemunhais, Cinema, Apresentação de Livros e Concertos com Marco Oliveira, Xullaji, Luís Varatojo – Luta Livre, SÉS, Francisco Fanhais, Manuel Freire e Rogério Cardoso Pires

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Grândola recebe, entre 21 e 23 de junho, nova edição do Encontro da Canção de Protesto, dedicada à canção de protesto em Portugal ante as ditaduras de ontem e a democracia de hoje. Em 2024, as iniciativas programadas vão decorrer em três palcos culturais: jardim 1.º de maio, Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola e Cineteatro Grandolense, espaços situados no centro da Vila Morena.

 

O Encontro inicia dia 21 de junho com uma arruada da Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, entre o Jardim 1.º de Maio (18h00) — que acolhe a exposição «Emigração, Exílio e Canção de Protesto» — e a Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola, onde se irão realizar a apresentação da exposição «Os Cantores de Protesto e o 25 de Abril: “Vamos Lá Conhecer o Povo” (18h30) e o concerto de Marco Oliveira, com o convidado José Peixoto (19h00). À noite, o Jardim 1.º de Maio será o palco do concerto de Xullaji (22h00).

 

As iniciativas no dia 22 começam no Cineteatro Grandolense com a apresentação da exposição «Discos na Luta: Edições Cooperativas e Políticas da Canção de Protesto no Período Revolucionário» (10h30), da autoria de Hugo Castro. Sucedem-se, no mesmo espaço, a sessão testemunhal «O 25 de Abril e a Edição Discográfica» (11h00), com David Ferreira, Miguel Almeida e Hugo Castro; uma sessão de cinema com colóquio agregado dedicada à Comunal de Árgea (14h30), com Francisco Fanhais, Manuela Fazenda, Luís Trindade e Filipe Olival; e as apresentações dos livros «Os Primeiros Anos: A Correspondência José Afonso/Rocha Pato (1962-1970)», de Octávio Fonseca, e «José Afonso — A Patriótica Espia Sabia Bem Onde Morder…», de Mário Correia (17h00). À noite, o Jardim 1.º de Maio recebe o concerto de Luís Varatojo — Luta Livre (22h00).

 

No dia 23, o Cineteatro Grandolense acolhe a sessão testemunhal «Usos Tradicionais na Reconfiguração da Música Popular Portuguesa», com Domingos Morais, Mário Correia, Manuel Rocha, Maria José Campos e Sara Maia (11h00), seguindo-se, no mesmo espaço, a apresentação do livro de entrevistas de José Afonso intitulado «José Afonso, Semeador de Palavras» (15h00).

O Encontro da Canção de Protesto de 2024 encerrará com uma sessão de canto livre (15h30) dividida em duas partes: na primeira, SÉS, cantora, compositora e instrumentista galega, apresenta-se em formato trio; na segunda, subirão ao palco, para um concerto no mesmo formato, Francisco Fanhais, Manuel Freire e Rogério Cardoso Pires.

A entrada é gratuita em todas as iniciativas.

LANÇAMENTO do livro "O órgão em Portugal no final do Antigo Regime. A obra de Frei José Marques e Silva (1782-1837) e os instrumentos do seu tempo | 18 jun. '24 | 18h00 | Biblioteca Nacional de Portugal

  
 

 

Biblioteca Nacional de Portugal

Serviço de Actividades Culturais

Campo Grande, 83

1749-081 Lisboa

Portugal

 

Informações e marcação de visitas:

Serviço de Relações Públicas
Tel. 217982167 / 217982424

rel_publicas@bnportugal.gov.pt

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O órgão em Portugal no final do Antigo Regime: a obra de Frei José Marques e Silva (1782-1837) e os instrumentos do seu tempo

APRESENTAÇÃO | 18 jun. '24 | 18h00 | Auditório | Entrada livre

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O CESEM e a Edições Colibri apresentam o livro da autoria de João Vaz, intitulado O órgão em Portugal no final do Antigo Regime: A obra de Frei José Marques e Silva (1782-1837) e os instrumentos do seu tempo, publicado no âmbito da Colecção Estudos Musicológicos.A obra é apresentada por Rui Vieira Nery.

 

Este livro representa um contributo para o conhecimento da vida e obra de Frei José Marques e Silva, mas sobretudo sobre a identidade da organaria portuguesa no final do Antigo Regime, sendo o resultado da tese de doutoramento de João Vaz, onde este explora a temática da música para órgão em Portugal no final do século XVIII e início do século XIX e a sua relação com os instrumentos construídos na época para a prática deste repertório.

 

«[...] Desde o início da minha actividade de organista, fui desenvolvendo uma especial curiosidade em relação ao repertório português para órgão posterior a 1750 ou, mais concretamente, em relação à sua aparente inexistência. [...] Seria possível que a produção organística se tivesse tornado tão insignificante, a ponto de se tornar imperceptível? [...] A que se deveriam as transformações estéticas por que passou a organaria portuguesa ao longo do século XVIII e que a afastaram progressivamente da sua congénere espanhola? [...] O objectivo deste trabalho é, assim, contribuir para a identificação de um vocabulário organístico característico do final do século XVIII e início do século XIX em Portugal, através da análise da obra de Frei José Marques e Silva (o mais relevante exemplo dessa época) e da sua relação com os instrumentos então construídos.»

 

João Vaz, excerto da «Introdução»

 

 

 

«[…] ficamos com uma leitura objectiva, informada, inteligente, multifacetada e problematizante de uma figura muito relevante [Frei José Marques e Silva] para, a partir do estudo de caso do seu repertório organístico, começarmos a compreender melhor, na sua globalidade, o perfil concreto da música em Portugal sobre o pano de fundo do percurso agitado da nossa história política entre o final do Antigo Regime e a plena implantação do Liberalismo.»

 

Rui Vieira Nery, excerto do «Prefácio»

 

 

 

Cabeçalho: imagem da capa, Joaquim Machado de Castro, projecto não realizado para as caixas dos órgãos da Basílica de Mafra. Colecção particular de Dinarte Machado, gentilmente cedido pelo proprietário (pormenor).

 

“TOBIAS – SÓ UMA MANCHINHA” DE TELMA SILVA APRESENTADO EM LOULÉ

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É apresentado no dia 15 de junho, sábado, pelas 15h30, na Biblioteca Municipal de Loulé, o livro “Tobias – só uma manchinha”, de Telma Silva, em mais uma sessão de “Livros Abertos”.

O Tobias é um gatinho que vive numa quinta, com a sua família. Tudo corria bem, até ele decidir que quer mudar de cor… Depois de algumas tentativas falhadas e alguma magia à mistura, vai aprender uma lição muito valiosa. Vem divertir-te com o Tobias, nesta aventura!

Telma Silva, nascida em Beja a 10 de fevereiro de 1982 e criada na aldeia de Santa Clara de Louredo, reside no Algarve, em Boliqueime, há 20 anos, e trabalha no jardim de infância de Olhos de Água. A sua paixão pela leitura, na qual fazem parte histórias infantis que conta todos os dias aos seus filhos, a paixão pela escrita e o facto de trabalhar com crianças há muitos anos, levaram-na a criar esta divertida história infantil.

Este evento destina-se ao público em geral e tem entrada livre.

10 de Junho: Gonçalo M. Tavares em Conversa sobre Camões, "Kamões" e linguagens nunca dantes navegadas

10 de Junho:

Gonçalo M. Tavares em Conversa sobre Camões, "Kamões" e linguagens nunca dantes navegadas

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No dia 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, o Coliseu Porto Ageas assinala os 500 anos do nascimento de Camões com “Camões com K - por linguagens nunca dantes navegadas”. Uma Conversa com Gonçalo M. Tavares, Filomena Viegas e moderação de Fátima Vieira que reúne os conceitos do nosso feriado Nacional: procurar-se-á fazer um diagnóstico à forma como hoje se lê e ensina Camões em Portugal, mas também como as gerações mais jovens escrevem português na Internet e de que forma isso pode transformar um idioma.

 

Gonçalo M. Tavares vai conduzir esta Conversa em torno d’”Os Lusíadas”, fazendo o paralelismo com o seu romance “Uma Viagem à Índia”, que lançou em 2010. Um livro “cheio de fantasmas, fantasmas d’’Os Lusíadas’, fantasmas do homem contemporâneo, uma viagem, uma anti-epopeia, e é um livro extraordinário”, escreveu Vasco Graça Moura sobre “Uma Viagem à Índia”.

 

Um dos maiores nomes da literatura portuguesa, com vasta obra literária hoje traduzida em mais de 60 países, Gonçalo M. Tavares é autor do projeto “Camões na cidade do Porto”, que, em parceria com a Câmara Municipal do Porto, assinalou os 500 anos do nascimento de Camões convidando portuenses de todas as idades a lerem as 1102 estrofes d’”Os Lusíadas”. E se hoje é admirador desta epopeia camoniana, a verdade é que Gonçalo M. Tavares não apreciou o primeiro contacto com a obra feita durante a escolaridade obrigatória.

 

Como é que os alunos reagem hoje a obras como “Os Lusíadas” e outros clássicos portugueses? De que forma a escrita abreviada e sem pontuação que predomina na escrita online e nos smartphones está a moldar o português? Numa altura em que o Português voltará a ser disciplina obrigatória para todos os alunos do 12.º, e em vésperas de milhares de alunos serem chamados a fazer o Exame Nacional, o que pode o país perspetivar em relação à língua, quer em Portugal, quer junto das Comunidades?

 

Filomena Viegas, que presidiu a Associação de Professores de Português, junta-se a Gonçalo M. Tavares para partilhar o panorama atual, numa Conversa moderada por Fátima Vieira, Vice-Reitora para a Cultura e Museus da Universidade do Porto e Professora Catedrática da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

 

Camões com K - por linguagens nunca dantes navegadas” insere-se no projeto Mantras do Coliseu”, que em cada mês aborda uma temática diferente. O mês de junho tem como tema o binómio Pertencer > Língua. 

 

A Conversa inicia-se às 18h30 no Salão Jardim e a entrada é livre, mediante levantamento prévio de bilhete, a partir de dia 8 de junho, às 13h00, na bilheteira do Coliseu, até à hora do evento. Lotação sujeita à limitação do espaço.

“Festas com Livros” em Pinhal Novo – participe de 3 a 10 de junho!

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O Município de Palmela promove a 13.ª edição da Feira do Livro “Festas com Livros”, entre os dias 3 e 10 de junho, nas Bibliotecas Municipais de Palmela e Pinhal Novo e no Museu – A Estação (Pinhal Novo).

A “Festas com Livros” integra a realização de exposições e atividades de animação e promoção da leitura destinadas à comunidade educativa e ao público em geral.  O foyer do Auditório Municipal de Pinhal Novo – Rui Guerreiro acolhe, ao longo do mês, as exposições “Adeus, Pátria, Família” (de 3 a 16), “Ato (Des)Colonial (de 18 a 30), numa organização conjunta da Câmara Municipal e do Museu do Aljube – Resistência e Liberdade e a Biblioteca Municipal de Pinhal Novo recebe a mostra de trabalhos “Livro Livre – Livros Cartoneros” (de 3 a 30), realizada por alunas/os do concelho, em torno do tema 25 de Abril de 1974 e Liberdade.

Entre os dias 3 e 8 de junho, a Biblioteca Municipal de Pinhal Novo apresenta a Exposição “Livro Livre: conhecer e explorar”, por Danuta Wojcichowka; uma sessão de contos no âmbito do Projeto Livro Livre, por Jorge Serafim; a apresentação do livro “As Aventuras na Vila de Jade: Druantia…a mãe de todas as árvores”, por Ana Martins; a apresentação do livro “Tal como eu, tal como ela! Tal como nós”, por Cristina Correia e o Encontro “Resistência e Liberdade”. A Biblioteca Municipal de Palmela promove a Oficina de Mediação de Leitura “O Lugar onde Moram as Palavras” (7 junho). Destaque ainda, para as dinâmicas de leituras partilhadas no espaço das Bibliotecas Escolares, promovidas nos dias 6 e 7 e para as oficinas dinamizadas no Museu – A Estação, entre os dias 5 e 9.

As atividades têm entrada livre, mediante inscrição. Mais informações/inscrições: bibliotecas@cm-palmela.pt .

Esta iniciativa é promovida em parceria com o Grupo das Bibliotecas Escolares do concelho, conta com os apoios da URAP – União de Resistentes Antifascistas Portugueses e do Museu do Aljube e a colaboração das Festas Populares de Pinhal Novo e enquadra-se no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 – Educação de Qualidade.

Consulte o programa completo da “Festas com Livros”  em www.cm-palmela.pt e participe!

"OS SILÊNCIOS DAS PALAVRAS” APRESENTADO EM LOULÉ

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É apresentado no próximo dia 8 de junho, pelas 15h00, na Biblioteca Municipal de Loulé, o livro “Os Silêncios das Palavras”, da autoria de Idália Farinho Custódio.

“Os Silêncios das Palavras” é um livro de poesia constituído por uma pequena seleção de poemas de “Palavras Simples”, “Seriam Flores se não fossem Rosas” e “Inéditos”. Poesia que frequenta dois mundos: o que é o envolvente, o exterior, e o que é o envolvido, o eu, o sujeito absoluto da interioridade - Natureza, Ser.

Idália Farinho Custódio nasceu em Loulé, em 1938. É licenciada em Filologia Românica pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi professora do Ensino Secundário e Básico (segundo e terceiro ciclos) e professora Cooperante e Acompanhante da E S E, da Universidade do Algarve.

A sua obra é distribuída por poesia, literatura infantojuvenil e literatura oral. É nesta área o seu maior trabalho, “Património Oral do Concelho de Loulé”, em coautoria com Maria Aliete Farinho Galhoz e Isabel Cardigos. Recentemente, publicou “Sabes, Mãe?”, uma narrativa que é um “Hino à Vida”.

“Palavras Simples” e “Seriam Flores se não fossem Rosas” fazem parte da sua obra poética. Na literatura infantojuvenil, entre vários títulos, merecem destaque “A Viagem da Parker 51”, “As Mãos do meu Irmão”, “Até à Estrela do Mar” e “Põe as Palavras na Lua”.

A apresentação estará a cargo da diretora municipal, Dália Paulo.

Dia Internacional dos Arquivos | Grândola promove Visitas Guiadas ao Depósito do Arquivo Municipal

No dia 7 de junho, no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Arquivos, o Município de Grândola apresentará, no edifício da Biblioteca e Arquivo, uma mostra documental do acervo de Manuel Costa Gaio Tavares de Almeida, doado por Gonçalo Tavares de Almeida, seu filho.

Manuel Tavares de Almeida, pessoa de mérito reconhecido pela comunidade grandolense, notabilizou-se como um dos grandes investigadores nos domínios da História e do Património do concelho, tendo a sua obra contribuído sobremaneira para o conhecimento e perpetuação da memória coletiva e transformado a compreensão da identidade local.

Serão realizadas duas visitas orientadas, às 11h00 e às 16h00.