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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Grândola: Central da Biblioteca recebe diversas atividades Culturais em Julho

O Município de Grândola promove durante o mês de Julho no Pátio Central da Biblioteca e Arquivo um programa de Animação de Verão com espetáculos de Teatro, Contos e Sessões de  apresentação de livros, cumprindo todas as normas de segurança e higiene recomendada pela DGS, nomeadamente lugares sentados para assistir aos espetáculos  com o devido distanciamento e em espaço delimitado, com o devido controlo à entrada. As atividades são gratuitas, mas requerem marcação antecipada através do 269 450 081 ou biblioteca@cm-grandola.pt

 

“É uma Vez…O Livro” um espetáculo de teatro para todos, com Antonio Bexiga e Diogo Duro é a proposta já para o próximo sábado, dia 10, às 11h00.

 

 

Na sexta-feira, dia 16, às 18h00, tem lugar a sessão de apresentação do livro “O Plantador de Abóboras” por Catherine Dumas e pelos autores Luis Cardoso (texto) e Ana Jacinto.

“A Ilha de Plástico”, um espetáculo de teatro para todos levado à cena pela Animateatro – Associação de Teatro e Animação do Seixal está agendado para 17 de julho às 18h00.

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No dia 22 de Julho pelas 18h, terá lugar a sessão de apresentação do livro “Igor: O Cão Emigrante” pela editora Andreia Salgueiro e pelas autoras Elisabete José (texto) e Alexandra Couto (ilustração).

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A Assocação Cultural Truta apresenta no dia 24 às 11h00, a Sessão de Contos “Biblioteca Sensível Itinerante – as mais estranhas histórias de contos saem dos livros mais incríveis…”

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A Programação de Julho termina no dia 31, às 11h00 com a sessão de contos e atividades lúdicas “A Mina Vai à Biblioteca” dinamizados por técnicos do Centro Ciência Viva do Lousal.

 

*nota: as iniciativas agendadas podem ser adiadas ou canceladas conforme a evolução da Pandemia Covid 19.

A história da mais famosa pérola do mundo contada pela romancista Carmen Posadas em "A Lenda de la Peregrina"

“A Lenda de La Peregrina”, a história da mais famosa pérola do mundo, uma jóia da coroa espanhola que sobreviveu a guerras, revoluções, traições e a grandes histórias de amor, usada ao pescoço por rainhas e que acabou no pescoço da actriz Elizabeth Taylor, é o tema do novo romance da escritora uruguaia, residente em Espanha, Carmen Posadas, autora de “Pequenas Infâmias”, “A Filha de Cayetana” e “A Mestre das Marionetas”. É editado pela Casa das Letras na próxima terça-feira, 20 de Julho, com tradução de Beatriz Sequeira.

Proveniente das águas do mar das Caraíbas, esta pérola em forma de pera, foi entregue no século XVI, a Filipe II, e desde então tornou-se uma das jóias principais da monarquia hispânica. A Peregrina foi oferecida por Filipe III de Espanha a Maria I de Inglaterra nas vésperas do casamento, e usada na famosa pintura de Hans Eworth ainda hoje exposta na National Portrait Gallery, em Londres. Após a morte de Maria I de Inglaterra, em 1558, foi entregue aos cuidados da Monarquia de Espanha, onde permaneceu por 250 anos como uma das peças favoritas, por exemplo, de Margarida de Áustria, Rainha de Portugal e Espanha. A Rainha usou a pérola na celebração do tratado da paz entre Espanha e Inglaterra em 1605.

Após a Guerra da Independência Espanhola teve então início a segunda vida de La Peregrina. Já em 1808 o irmão mais velho de Napoleão Bonaparte, Joseph Bonaparte tornou-se Rei de Espanha, quando após cinco anos foi forçado a abandonar o Reino levando consigo a pérola. Entregou-a mais tarte ao seu sobrinho Louis-Napoleão. A pérola foi então vendida a James Hamilton, 1.° Duque de Abercorn, que a ofereceu à sua esposa Luísa. A família Hamilton teve posse da pérola até ao ano de 1969, quando decidiram coloca-la em leilão na Sotheby’s em Londres.

Foi quando o actor norte-americano Richard Burton a ofereceu como presente de amor, em Dia de Namorados, a outra mulher mítica: a actriz Elizabeth Taylor. Em Dezembro de 2011 a pérola (integrada num colar de diamantes Cartier), foi vendida como parte integrante das jóias de Elizabeth Taylor em leilão na Christie’s em Nova Iorque.

“Para traçar as andanças de mais de quatrocentos anos da pérola La Peregrina, tive de viajar, investigar e devorar centenas de livros, mas desfrutei de cada minuto. A minha intenção foi sempre ser o mais fiel possível aos factos. Tive de inventar alguns diálogos e situações, afinal trata-se de um romance. Mas, ao fazê-lo, tentei ser escrupulosa com a verdade. Por isso, tenho de fazer uma confissão. Apesar de o ter tentado por todos os meios, não consegui descobrir o que aconteceu à pérola, uma vez vendida, depois da morte de Elizabeth Taylor.”

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Uruguaia de nascença, Carmen Posadas vive em Madrid desde 1965, embora tenha passado longos períodos em Moscovo, Buenos Aires e Londres, cidades onde o pai exerceu cargos diplomáticos. Começou por escrever para crianças e, em 1984, recebeu o Prémio do Ministério da Cultura espanhol para o melhor livro infantil desse ano. É ainda autora de ensaios, guiões de cinema e detelevisão, de relatos e de vários romances, entre os quais se destaca Pequenas Infâmias, galardoado com o Prémio Planeta de 1998, e que foi objeto de críticas excelentes no The New York Times e no The Washington Post.  Os seus livros foram traduzidos para vinte e três línguas e são publicados em mais de quarenta países. O acolhimento internacional, por parte dos leitores e da imprensa especializada, tem sido incomparável. Em 2002, a revista Newsweek aclamou Carmen Posadas como «uma das autoras latino-americanas mais relevantes da sua geração».

De Júlio César ao Brexit tudo é revisitado em A Mais Breve História de Inglaterra

A Dom Quixote edita na próxima terça-feira, 13 de Julho, “A Mais Breve História de Inglaterra”, do britânico James Hawes, obra que, segundo a crítica, “faz um passeio cativante e assertivo pela história britânica, demostrando que muitas das tensões atuais estiveram sempre presentes."

Da madrugada de 27 de Agosto de 55 a.C. quando uma frota liderada por Júlio César chegou a Kent passando pelos Tudor, por Churchill ou Thatcher até chegar ao Brexit, por entre conquistas, impérios e guerras, o autor tece uma nova e profunda narrativa de Inglaterra.

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“Aquilo a que hoje chamamos Inglaterra está dividido naturalmente: geologia, clima e geografia, tudo favorece o Sudeste. A ilha-fortaleza está dividida por uma linha que é anterior à invasão dos romanos; o seu destino tem estado sempre ligado aos dos países vizinhos, goste-se ou não; e há mil anos que se rege por um sistema de classes diferente de todos os outros no planeta. Os Ingleses devem, agora, pensar muito bem em o que é passado, o que está a passar‑se, e o que aí vem…”

James Hawes é autor de seis romances. Em “Speak for England (2005) previu o Brexit. O seu livro mais recente, A Mais Breve História da Alemanha, editado em Portugal, também pela Dom Quixote, é um “bestseller” internacional. 

Nas livrarias a 13 de julho, “Alfredo da Silva e a 1ª República” completa a trilogia do 150.º aniversário do nascimento do histórico industrial português

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Livro publicado nos 150 anos do nascimento do histórico industrial.

ALFREDO DA SILVA E A I REPÚBLICA

De Miguel Figueira de Faria

Novo livro sobre Alfredo da Silva chega às livrarias a 13 de julho, formando, com «Alfredo da Silva: Biografia» e «Alfredo da Silva e Salazar», agora reeditadas, uma valiosa trilogia comemorativa do 150.º aniversário do nascimento de uma das mais importantes figuras da nossa História económica e empresarial.

A LeYa e a Dom Quixote publicam, no próximo dia 13 de julho, conjuntamente com a Fundação Amélia da Silva de Mello, o livro «Alfredo da Silva e a I República», volume que fecha o conjunto de estudos dedicados ao histórico industrial português ao longo de mais de duas décadas de investigação conduzida por Miguel Figueira de Faria. O livro trata, como o título indica, a cronologia inerente ao período republicano, etapa intermédia decisiva na definição do projecto empresarial da CUF.

É durante este período, entre o final do regime monárquico e o colapso da I República, que Alfredo da Silva põe em marcha o seu projecto para a CUF e lhe dá a configuração de um grupo económico de expressão internacional. Este percurso alicerçou-se em três eixos fundamentais: a emancipação empresarial, através da metamorfose de um pequeno accionista no grande patrão da CUF; a revolução industrial tardia, que introduziu em Portugal, ao nível do modelo fabril, das tecnologias e dos métodos de trabalho em contraciclo com o despertar dos movimentos sindicais e do operariado em tempo da implantação da República e da Revolução Russa; e o lançamento do triângulo de referência de um conglomerado com incidência na indústria, nos transportes e na banca, que constituiria a base do crescimento futuro do Grupo CUF.

Apesar de ser o último a chegar às livrarias, em termos cronológicos «Alfredo da Silva e a I República» antecede «Alfredo da Silva e Salazar» - originalmente publicado em 2009 e agora reeditado pela Dom Quixote - sobre o relacionamento do industrial com Salazar, no período da ditadura militar e do Estado Novo, onde se aprofundou o desenvolvimento do Grupo CUF, que, pela sua singularidade, constitui hoje um reconhecido caso de estudo no contexto nacional, objecto comum a historiadores, economistas e sociólogos, e a todos os interessados pelo conhecimento da nossa época contemporânea.

Fundamental para conhecer Alfredo da Silva, cujo projecto económico e financeiro ainda hoje perdura por mão dos seus descendentes, é «Alfredo da Silva: Biografia - 1871-1942», agora também reeditado pela Dom Quixote, depois de vários anos indisponível nas livrarias. Trata-se do primeiro volume da trilogia comemorativa do 150.º aniversário do nascimento de Alfredo da Silva. Esta nova edição mantém intacta a actualidade, encontrando-se particularmente focado na genealogia familiar, infância, juventude e formação, até ao início da vida activa e consequente afirmação no universo empresarial do período final do regime monárquico, incluindo a constituição da nova CUF e a sua primeira década de desenvolvimento.

Sobre o autor

Miguel Figueira de Faria é professor Catedrático do Departamento de História, Artes e Humanidades da Universidade Autónoma de Lisboa (DHAH-UAL). Investigador do Instituto de História da Arte (IHA FCSH-NOVA) e do Centro de Investigação em Ciências Históricas (CICH-UAL). Tem obras publicadas nas áreas de História da Arte e da Imagem, Urbanismo, Património, Estudos Olisiponenses, História do Livro e da Edição, História do Brasil Colonial e História Empresarial e do   Empreendedorismo. Neste último domínio, dando sequência a trabalhos de investigação iniciados no final da década de 1980, funda, no ano 2000, o Centro de Estudos de História Empresarial (CEHE), unidade orientada para a investigação aplicada, do qual é director. Nesta área publicou e coordenou, entre outros, os seguintes títulos: Marconi: da TSF às  Comunicações Globais, Banco Comercial Português: a Primeira Década 1985-1995, Lisnave: Contributos para a História da Indústria Naval em Portugal.

Ficha dos livros

Vol. 1 «Alfredo da Silva: Biografia» (nova edição)

Vol. 2 «Alfredo da Silva e a I República» (novidade)

Vol. 3 «Alfredo da Silva e Salazar»(nova edição)

Autor/Coordenador: Miguel Figueira De Faria

Editora: LeYa/Dom Quixote

PVP 16,90€, cada volume

Vera Lagoa, Ciberterrorismo, a história da pérola mais famosa do mundo nos LIVROS DE JULHO da LEYA

A Lenda de La Peregrina, de Carmen Posadas (Casa das Letras)

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A história de uma jóia extraordinária que passou pelo pescoço de mulheres extraordinárias contada em romance pela escritora uruguaia residente em Madrid, Carmen Posadas, autora de “Pequenas Infâmias” e “A Filha de Cayetana”.  À venda a 20 de Julho.

Vera Lagoa, Um Diabo de Mulher, de Maria João da Câmara (Oficina do Livro)

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Biografia da directora do Diabo, a primeira locutora da RTP, Maria Armanda Falcão, editada quando passam 25 anos da sua morte. À venda a 20 de Julho.

A Arma Perfeita, Guerra, Sabotagem e Medo na Era da Ciberguerra, de David E. Sanger (Casa das Letras)

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O livro que deu origem ao documentário com o mesmo nome da HBO. Escrito pelo jornalista e professor de Harvard explica como o aumento do uso de ciberarmas transformaram a geopolítica de uma maneira que não acontecia desde a invenção da bomba atómica. À venda a 13 de Julho.

A Mais Breve História de Inglaterra, de James Hawes (Dom Quixote)

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De César até ao Brexit, por entre conquistas, impérios e guerras, apresenta-se uma nova e profunda narrativa de Inglaterra. À venda a 13 de Julho

A Amizade Leva-nos Mais Longe, de Kevan Chandler (Casa das Letras)

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O norte-americano Kevan Chandler, sofre de uma doença rara e altamente incapacitante, que o obriga ao uso de uma cadeira de rodas. Graças a uma espécie de mochila construída para o efeito, visitou durante semanas vários países, como França, Inglaterra, Irlanda e até a China, transportado às costas por seis amigos na odisseia incrível que conta neste livro. À venda a 20 de Julho.

100 Experiências Inesquecíveis em Portugal, de Joke Langens e Dirk Timmerman  (Casa das Letras)

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Este não é um guia de viagens, nem pretende sê-lo. Baseia-se em estórias e histórias, pessoas e animais, cheiros e sons. Não há ordem cronológica nas 100 experiências aqui sugeridas. Organizado através de sete capítulos regionais, contém informações úteis adicionais. Primeiro guia da colecção The Road Less Travel de uma dupla belga que vive em Portugal. À venda a 13 de Julho.

 

"O Futuro da Terra - Diálogos com o Papa Francisco sobre Ecologia Integral", do fundador do Movimento Slow, editado na próxima semana

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A Casa das Letras edita na próxima terça-feira, 22 de Junho, “O Futuro da Terra – Diálogos com o Papa Francisco Sobre Ecologia Integral”, de Carlo Petrini, fundador do Movimento Slow Food e inspirador do movimento Terra Madre e fruto da amizade entre o chefe Jesuíta da Igreja Católica e um “agnóstico crente”, como o primeiro descreveu espirituosamente o último.

Há cinco anos, com a sua segunda Encíclica Praise Be to You! (Laudato Si’), o Papa Francisco deu a conhecer ao mundo a sua visão de justiça social, baseada no respeito por todos os seres vivos, por uma economia justa que não agrave o declínio ambiental, a pobreza e a exclusão. Para a sua «encíclica social», o Papa Francisco foi inspirado por cientistas, intelectuais e filósofos sobre os temas da sustentabilidade; um deles foi Carlo Petrini.

A partir deste texto fundamental, nasceu a amizade entre o Papa Francisco e Carlo Petrini e, num gesto raro, o Papa pediu a Carlo Petrini para ser o seu guia neste projeto. Da colaboração de ambos, nasceu “ O Futuro da Terra”, um livro que apresenta três diálogos importantes e relevantes, orientados por cinco temas basilares: biodiversidade, economia, comunidade, migração e educação.

Estas conversas destinam-se às gerações mais novas para lhes permitir refletirem e organizarem acções colectivas pacíficas com vista a novos modelos de coexistência num ambiente «bom, limpo e justo».

Jornalista italiano, Carlo Petrini fundou o movimento internacional Slow Food em 1986,do qual é presidente até hoje, e inspirou o movimento Terra Madre. Em 2004, a revista TIME nomeou-o «Herói Europeu dos Nossos Tempos» na categoria Inovação. Em janeiro de 2008, foi o único italiano incluído na lista das «50 Pessoas que Provavelmente Salvarão  o Mundo», publicada pelo jornal The Guardian. Em 18 de Setembro de 2013, Carlo Petrini recebeu o Prémio Campeão da Terra, outorgado pelo Programa Ambiental das Nações Unidas, a maior homenagem na área ambiental atribuída pelas Nações Unidas. Criou a Universidade de Ciência Gastronómica, publicou vários livros e fundou a editora Slow Food. O Futuro da Terra será publicado igualmente em Espanha, França, Alemanha, Polónia, Roménia, Eslovénia, Letónia, Brasil e Coreia do Sul.

Romance vencedor - Grande Prémio de Romance e Novela - 2020

GRANDE PRÉMIO DE ROMANCE E NOVELA APE/DGLAB ‒ 2020

para VALTER HUGO MÃE

com o romance CONTRA MIM

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O júri, coordenado por José Manuel de Vasconcelos, e constituído por António Pedro Pita, Carlos Mendes de Sousa, Manuel Frias Martins, Maria de Lurdes Sampaio e Rita Patrício, deliberou, por maioria, atribuir o Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB à obra Contra mim (Porto Editora), de Valter Hugo Mãe, tendo António Pedro Pita votado na obra Cidade infecta (Tinta-da-China), de Teresa Veiga, num conjunto de 61 livros admitidos a concurso.

 

Na acta o júri fundamenta: “…Contra mim, de Valter Hugo Mãe, merecedor do Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB 2020 pela qualidade de construção narrativa, na cuidada arquitectura do texto, e pela expressividade poética da linguagem, na poderosa evocação de tempos e de lugares da infância. Esta escrita recria, sensível e ironicamente, o olhar comovido da criança, na descoberta do mundo e das palavras, e nesse gesto de resgate podemos ler a projecção de um autor a desenhar-se perante os seus leitores. 

 

O Prémio, actualmente de 15.000 euros, foi já atribuído a 31 autores.

 

Valter Hugo Mãe vence o Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB - 2020, instituído em 1982, que teve, nesta 39.ª edição, os seguintes patrocínios: Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, Câmara Municipal de Grândola, Fundação Calouste Gulbenkian e Instituto Camões.

 

Biografia

Valter Hugo Mãe é um dos mais destacados autores portugueses da atualidade. A sua obra está traduzida em variadíssimas línguas, merecendo um prestigiado acolhimento em países como o Brasil, a Alemanha, a Espanha, a França ou a Croácia. Publicou sete romances: Homens imprudentemente poéticos; A desumanização; O filho de mil homens; a máquina de fazer espanhóis (Grande Prémio Portugal Telecom Melhor Livro do Ano e Prémio Portugal Telecom Melhor Romance do Ano); o apocalipse dos trabalhadores; o remorso de baltazar serapião (Prémio Literário José Saramago) e o nosso reino. Escreveu alguns livros para todas as idades, entre os quais: Contos de cães e maus lobos, O paraíso são os outros, As mais belas coisas do mundo e Serei sempre o teu abrigo. A sua poesia encontra-se reunida no volume publicação da mortalidade. Publica a crónica Autobiografia Imaginária, no Jornal de Letras, e Cidadania Impura, na Notícias Magazine. Coordena ainda a coleção de poesia elogio da sombra. Contra mim é o seu último livro, o mais pessoal e intimista.

                                                                                                                                                                                                                                                                                                      

         (Fonte: https://www.portoeditora.pt/autor/valter-hugo-mae/23096)

                                                                          

AGENDA 24 de junho | Fundação Amélia de Mello promove sessão de apresentação do livro Alfredo da Silva e a I República de Miguel Figueira de Faria

Fundação Amélia de Mello promove sessão de apresentação do livro Alfredo da Silva e a I República de Miguel Figueira de Faria

24 de junho | 18:00 | Câmara de Comércio e Indústria de Lisboa

 

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No âmbito das comemorações dos 150 anos do nascimento de Alfredo da Silva, criador do Grupo CUF e um dos maiores industriais portugueses, a Fundação Amélia de Mello promove no próximo dia 24 de junho, às 18h00, uma sessão pública de apresentação do livro Alfredo da Silva e a I República de Miguel Figueira de Faria, editado pela Dom Quixote, chancela do grupo LeYa.

 

A apresentação pública do livro, que decorre na Câmara de Comércio e Indústria de Lisboa e terá transmissão em streaming, contará com a participação do autor, Miguel Figueira de Faria, sendo apresentado por José Miguel Júdice e Pedro Santa Clara, contando ainda com a participação de Bruno Bobone, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, Marta Ramires, editora do livro e de Vasco de Mello, presidente da Fundação Amélia de Mello e do Grupo José de Mello, que lidera a sessão.

 

O livro Alfredo da Silva e a I República é uma obra bem documentada, que realça alguns dos marcos mais importantes da vida do conhecido industrial português, que deu origem ao Grupo CUF. O novo livro chegará às livrarias no início de julho e vem juntar-se a Alfredo da Silva: Biografia e Alfredo da Silva e Salazar, dois importantes títulos do mesmo autor, agora reeditados.

 

Feira do Livro - Solstício das Palavras17 DE JUNHO DE 2021 De 21 a 27 de junho, Beja recebe a primeira edição da FEIRA DO LIVRO - Solstício das Palavras

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De 21 a 27 de junho, Beja recebe a primeira edição da FEIRA DO LIVRO - Solstício das Palavras. Uma semana a celebrar a palavra escrita, lida, dita e cantada.

A Feira do Livro - Solstício das Palavras terá início na segunda-feira, dia 21 de junho, pelas 18h00, data em que se celebra o 147º aniversário (21 de junho de 1874) da Biblioteca Municipal de Beja –José Saramago, no Parque Vista Alegre, com uma sessão protocolar que assinala a abertura da 1ª Edição da Feira do Livro, com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Beja, da Diretora Regional de Cultura do Alentejo e o Presidente da ASSESTA – Associação de Escritores do Alentejo, entre outros convidados, seguida do lançamento do livro de Sara Rodi “O Quanto Amei - Fernando Pessoa e as mulheres da sua vida”. A conferência inaugural, ocorrerá às 21h00, no Auditório Centro Unesco com os escritores Pedro Mexia e Miguel-Manso, à conversa com Isabel Lucas.

Num total de 17 quiosques, 9 são destinados às editoras nacionais (todas representadas), dois locais, Grupo Narrativa de Castro Verde e ASSESTA, um outro quiosque pertencente à Rede Intermunicipal de Bibliotecas do Baixo Alentejo, CIMBAL e BAD, conta também com um stand dedicado à literatura africana, no âmbito do Plano Local de Integração de Migrantes e três com exposição/venda de artesanato urbano, para além do espaço institucional da CMB/BMB.

O PROGRAMA DA FEIRA decorre em vários espaços - Parque Vista Alegre – Feira do Livro - Centro UNESCO – Lançamento de livros, conferências, exposição e espetáculos - Biblioteca Municipal- exposição - e Pax Júlia com o espetáculo de encerramento do certame. Durante uma semana Beja apresenta um vasto leque de atividades em torno da palavra. Tertúlias com escritores, sessões de autógrafos, espetáculos, exposições, atividades para pais e filhos e feira do imaginário - artesanato urbano.

Por estes dias, serão mais de 10 autores locais e mais de 15 autores nacionais que estarão presentes em Beja participando em sessões de autógrafos, apresentações e várias tertúlias moderadas por Isabel Lucas (jornalista); Ana Daniela Soares (jornalista e escritora); Maria João Costa (jornalista e editora cultural na rádio); Helder Gomes (jornalista) e Filipa Melo (escritora e jornalista).

Luis Osório; António Carlos Cortez e Rita Taborda Duarte; Ricardo Viel e Sérgio Letria sobre José Saramago; Adalberto Alves e Eduardo Ramos (alaúde); Nuno Júdice e José Mário Silva; Maria do Rosário Pedreira e Nuno Camarneiro serão os autores nacionais que celebram a sua vida literária em Beja nas tardes de sábado e domingo no Centro Unesco.

A parceria com a ASSESTA - Associação de Escritores do Alentejo irá permitir encontros com escritores do Alentejo como Isabel Tomé, Dinis Cortes, Francisco do O Pacheco, José Fernando Rosa Mendes ou Vitor Encarnação nos finais de tarde de segunda a sexta-feira no Centro Unesco. No dia 24 às 18h30 no Centro UNESCO, será lançada a 3º edição do PRÉMIO LITERÁRIO JOAQUIM MESTRE, uma parceria da ASSESTA com a Direção Regional de Cultura do Alentejo e a Câmara Municipal de Beja.

Destaque para os “Universos da Poesia” com a participação dos dizedores de poesia Pedro Freitas e Sir Scratch, no sábado, dia 26, pelas 19h00, no Centro UNESCO.

As atividades para pais e filhos “Barrigas cheias de Histórias” acontecem no Centro UNESCO e a Biblioteca Municipal no sábado e domingo de manhã com 6 sessões de mediação leitora com Jorge Serafim, Cláudia Fonseca e Rita Moriés.

A palavra cantada será celebrada com espetáculos musicais, leituras encenadas e contos de terça a sexta no Logradouro do Centro UNESCO e no Sábado, no Pax-Júlia - Teatro Municipal de Beja. Celina da Piedade; Siricaia; Joana Manuel; Cláudia Fonseca; Mafalda Vasques, Ana Rato e Buba Espinho são os nomes de artistas que irão participar nesta festa.

As exposições que estarão patentes, durante os meses de junho e julho, no Centro UNESCO - A palavra não confina, ilustrações de Jorge Serafim e na Biblioteca Municipal - Fábula rasa, ilustrações de Joaquim Rosa e textos de Vítor Encarnação.

A Feira do Livro é uma organização da Câmara Municipal de Beja, em parceria com a ASSESTA - Associação de Escritores do Alentejo que conta com o apoio institucional da Direção Regional de Cultura do Alentejo, e da Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.

 

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De 21 a 27 de junho

Feira do livro, Feira do imaginário e sessões de autógrafos  – Parque Vista Alegre

Encontros com escritores do Alentejo – Centro UNESCO

Encontros com escritores nacionais – Centro UNESCO

Atividades para pais e filhos – Centro UNESCO e Biblioteca Municipal

Espetáculos – Centro Unesco Logradouro (3ª a 6ª feira) e Pax Júlia (sábado)

Exposições – Centro UNESCO e Biblioteca Municipal (durante o mês de junho e julho)

 

Feira do Livro

Local da Feira: Parque Vista Alegre

Outros Locais: Auditório, Sala de Exposições e Logradouro do Centro UNESCO | Biblioteca Municipal de Beja, José Saramago

Horário:

2ª a 6ª: 18h00-22h00 (Vista Alegre | Centro Unesco)

2ª a 6ª: 10h00 – 22h00 (Biblioteca Municipal)

sábado: 10h00-13h00 | 17h00-22h00 (Vista Alegre | Centro UNESCO)

domingo: 10h00-13h00 | 17h00-20h00 (Vista Alegre | Centro UNESCO)

 

 

"Soberania, Dos Seus Usos e Abusos na Vida Política", de Miguel Morgado, editado na próxima semana pela Dom Quixote

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A  Dom Quixote edita na próxima terça-feira, 22 de Junho, “Soberania, Dos Seus Usos e Abusos na Vida Política”, do professor universitário Miguel Morgado. O antigo assessor de Pedro Passos Coelho e deputado do PSD defende que a soberania é a ideia política mais importante do último milénio e que os seus abusos estão a abrir a porta à desordem.

«A noção de soberania conduz e divide o Ocidente há pelo menos quatrocentos anos. Provavelmente, não há conceito mais central na fundação e articulação do Estado moderno do que o de soberania. E, nessa medida, é preciso concluir que uma parte significativa da nossa história política, e não apenas intelectual, resultou das diferentes apropriações e rejeições da noção de soberania. Por outras palavras, a soberania foi, e continua a ser, um conceito polémico que mobiliza uns contra outros segundo toda a gama de possibilidades de uso político de uma ideia.»

Parte central da trilogia “Princípios de Ordem Política”, que começou em 2010, com a edição de “Autoridade”,  e que culminará com um ensaio sobre o Amor, Miguel Morgado analisa a origem da soberania nas suas  várias vertentes, incluindo na soberania partilhada, reflectindo sobre a experiência da União Europeia.

«A soberania continua a ser a chave do político. A soberania foi o destino do Estado moderno. Foi a sua coroa e o seu oxigénio. Na soberania há algo da vitalidade do político que os seus detractores desconhecem. E há algo da perigosidade do político que os seus proponentes desvalorizam. A soberania pode ser vista como refúgio de segurança ou fonte de ameaça mortal. A soberania é nociva e supérflua, igualitária e hierárquica, moderna e obsoleta, uma arma e uma ilusão. Este livro tenta fazer justiça a detractores e a proponentes da soberania. Aqui, não se hesitará em dar razão a quem a tiver, nem a declarar vitória provisória se uma das partes estiver a levar a melhor. A fasquia é pura e simplesmente demasiado alta para registos de indiferença. O tema é demasiado actual e historicamente importante para discussões distantes. Está ligado a um sem-número de problemas políticos clássicos e outros que insistimos em criar na nossa era. Teremos de seguir esse debate onde nos levar nos seus movimentos livres. Ou, pelo menos, tentaremos acompanhá-lo nalgumas das suas diferentes vagas.»

MIGUEL MORGADO nasceu em Setúbal em 1974. É licenciado em Economia e Mestre e Doutor em Ciência Política. Lecciona actualmente no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa. Foi Professor Convidado da Universidade de Toronto e ensinou em várias universidades norte-americanas e brasileiras. É autor de vários livros, entre os quais Autoridade (FFMS, 2010), o primeiro da trilogia «Princípios de Ordem Política», de que Soberania, Dos Seus Usos e Abusos na Vida Política constitui o elemento central. Entre 2011 e 2015 foi assessor político do primeiro-ministro, e de 2015 até 2019 deputado à Assembleia da República.