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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

"Storytelling" é tema de formação na Biblioteca de Loulé com Clara Haddad

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A Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andresen, em Loulé, irá receber a formação “Storytelling - A Arte de Encantar com Palavras”, no dia 16 de março, sábado, dinamizada por Clara Haddad.

Qual é a importância de contar histórias no século XXI? Os contos continuam a ser um meio de transmissão de afetos e valores importantes para pessoas de todas as idades?

Nesta formação pretende-se desenvolver um trabalho com apontamentos práticos, permitindo, assim, esclarecer dúvidas frequentes em relação à escolha das histórias dentro da faixa etária e interesses das crianças, jovens e adultos.

Serão abordadas algumas temáticas: O que é Storytelling? Quais os diferentes contextos na arte de narrar. Como contar? O que é mais importante na narrativa? Sugestões de histórias conforme o espaço e o público. Quais os recursos que podemos usar para contar histórias; a diferença entre contar uma história e ler uma história; como fazer uma boa seleção de livros. Também serão abordadas a expressão corporal e a voz na narração; a estrutura do conto; o conto popular e o conto de autor; preparação de uma sessão de histórias.

Com exercícios individuais e em grupo, pretende-se explorar as qualidades de cada participante enquanto narrador e desenvolver as suas competências na arte de contar histórias.

Esta iniciativa tem como público-alvo maiores de 18 anos.

A entrada é gratuita mas é necessária inscrição prévia através do telefone 289 400 850 ou endereço eletrónico biblioteca@cm-loule.pt. As vagas são limitadas. Confere-se diploma de participação.

CML/GAP /RP

"Escrever para (quase) tudo": Rui Cardoso Martins nos "Discursos Diretos" da Biblioteca de Loulé

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A Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andresen, em Loulé, acolhe no próximo dia 20 de fevereiro, pelas 21h00, mais uma sessão de “Discursos Diretos”. Conhecer o percurso premiado e multifacetado da escrita de Rui Cardoso Martins é a proposta deste serão.

Já no dia 21 de fevereiro, o autor estará em duas escolas do Concelho para falar com os alunos de secundário e 3º ciclo sobre "Guião para cinema e para TV" e "Jornalismo e Cinema".

«Três escritores que eu admiro (dois já morreram) cercaram-me para saber quando é que saía o livro que eu não estava a escrever. Mais tarde o jornal em que eu começara como jornalista convidou-me para uma grande viagem na condição de “escreveres como escritor”.

Escrevo romances, contos, crónicas, reportagem, teatro, cinema, televisão, comédias e tragédias.

Escrevo contra a maldade e a ignorância que estão dentro de mim. Escrevo porque tenho muitos amigos e alguns deles são um pouco malucos. Escrevo porque viajei e vi injustiça e sofrimento… mas acredito que o humor é aprofundar, não aligeirar. Escrevo contra as pessoas parvas. E pelos vivos e pelos mortos, as pessoas vivem e de repente morrem-nos.» (Rui Cardoso Martins).

Nascido em Portalegre, em 1967, Rui Cardoso Martins é escritor, cronista e argumentista. Escreveu os romances E Se Eu Gostasse Muito de Morrer (2006), Deixem Passar o Homem Invisível (Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores APE, 2009), Se Fosse Fácil Era Para os Outros (2012) e O Osso da Borboleta. (2014). Repórter na Fundação do Público (cerco de Sarajevo, eleições na África do Sul, etc.) e cronista com dois prémios Gazeta por Levante-se o Réu. Também com esta obra foi o vencedor, em 2016, do Grande Prémio de Literatura Crónica e Dispersos Literários, da Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Loulé.

A crónica Levante-se o Réu é, desde 2016, publicada aos domingos no Jornal de Notícias (JN).

Rui Cardoso Martins é também cronista nas manhãs de quarta-feira na Antena 1, na rubrica O Fio da Meada.

Foi cofundador de Produções Fictícias e coautor dos históricos programas de humor Contra-Informação, Herman Enciclopédia, Conversa da Treta, O Filho da Treta. É o argumentista de Zona J e do último filme de Fernando Lopes, Em Câmara Lenta. É autor da peça António e Maria, com base na obra de António Lobo Antunes, e autor do argumento da longa-metragem A Herdade, realizado por Tiago Guedes. Está traduzido em várias línguas.

Esta iniciativa é de entrada livre.

"Entropia" no arranque da programação do L. Contemporary no CECAL, em Loulé

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De 31 de janeiro a 2 de março, o CECAL - Centro de Experimentação e Criação Artística de Loulé recebe “Entropia”, com Adérita Silva, Anapi, Maria Tomé e Stelmo Barbosa.

O CECAL – Centro de Experimentação e Criação Artística de Loulé inicia o ano de 2019 com nova programação a cargo do L. Contemporary, designação assumida pela dupla João Apolónia e João Laborinho Lúcio.

Sendo o CECAL um centro de experimentação, o L. Contemporary desafiou a artista Adérita Silva, juntamente com outros artistas por si convidados, a interpretar o espaço expositivo do CECAL e a criar um momento onde a arte ganha uma vida que ultrapassa o seu próprio momento de criação e onde os artistas convidados assumem um caminho criativo de diálogo em torno de um espaço comum, estabelecendo um roteiro que não deixará os visitantes indiferentes.

A dinâmica expositiva que o L. Contemporary promove nesta e nas demais exposições trabalha com a trilogia criativa formada pelos artistas e as suas criações, o espaço expositivo, e os visitantes, contribuindo todos para que a arte seja um ser vivo intemporal que vive em cada nova interação e que se eterniza nos seus impactos.

É na medida da desordem deste sistema e da sua imprevisibilidade que a “exposição” Entropia ganha vida e se apresenta a todos quantos os que ousem deixar-se tocar. E é nesta mesma desordem sistemática que esta e as demais exposições contarão com o espaço AnoNIMARTE onde a criação pura ganha formas de anonimato.

A Exposição inaugura no dia 31 de janeiro, às 18h00, e pode ser visitada no seguinte horário: de terça a sexta-feira, das 10h00-13h30 e das 14h30-18h00, e aos sábados, das  10h00 às 16h30. A entrada é livre.

 

 

 

Os artistas

 

Adérita Silva

Artista plástica combina diversas técnicas em pintura abstrata. A arte urbana faz parte do seu percurso artístico, com o exemplar recente num mural em Almancil. Dinamiza workshops de pintura sensorial, organiza eventos artísticos, é curadora e júri de exposições.

Cofundadora da Peace and Art Society, em 2011. Em 2013, abre a galeria Adérita Artistic Space.

Anapi

Formada em música como cantora clássica, leciona escrita criativa, teatro, expressão corporal e musical. É compositora e cantora, coreógrafa de dança, de percussão corporal e marchas populares. É atriz e manipuladora de fantoches em peças de teatro e musicais infantis, contadora de histórias, criadora de oficinas de sensibilização cívica e ambiental, escritora de contos infantis.

Maria Tomé

Maria Tomé encena o seu mundo com os instrumentos que a rodeiam : câmaras fotográficas, tesouras, x-actos, agulhas...

Deixando sempre espaço para o acaso, o fortuito, as suas obras a este se submetem e se realçam. Os encontros, os diferentes ofícios de que se ocupa no cinema, na moda, são tanto experiências, que, quando sequenciadas, recontam um pouco da história que ela hoje encena.

Stelmo Barbosa

Estudou flauta transversal com o professor Bruno Villani, mas é como guitarrista que tem integrado diversos projetos musicais desde os anos 90. Paralelamente fez curso formativo de técnico de iluminação da Expo 98 e desde aí tem trabalhado com iluminação e vídeo para teatro e música ao vivo. Colabora com a companhia Armação do Artista em Tavira e faz parte do grupo AUEIKE.

 

 

CML/GAP /RP

O coração é uma verdadeira caixinha de surpresas!

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Os “Dominguinhos” querem desvendar um segredo: o coração é um órgão do corpo humano, mas também uma caixinha onde se guardam sentimentos e pessoas desde cedo, e é tão precioso! Na manhã de 17 de fevereiro, as crianças vão poder assistir ao conto infantil “O menino que perdeu o coração”, uma história que demonstra a alegria, a tristeza, o medo e os sentimentos, por vezes, tão contraditórios e confusos para as crianças. Um conto que ensina que todos temos um coração que bate ao seu ritmo e ama com intensidades diferentes. Uma manhã de partilha muito especial!

 

A programação dos “Dominguinhos” é semanal, com iniciativas gratuitas para preencher as manhãs de domingo das crianças que visitem a zona infantil interior do MAR Shopping Algarve, no piso 0, entre as 11h00 e as 12h00. Uma hora sempre diferente e mágica com espaço para a brincadeira e experiências pedagógicas, proporcionando momentos que as crianças vão recordar com entusiasmo, podendo repetir a experiência todos os domingos, ao longo do ano.

Com um pedaço de papelão... Fazemos um lindo coração!

Os “Dominguinhos” de 10 de fevereiro ensinam a reaproveitar materiais

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Entre outras coisas, o amor desperta muitas vezes a criatividade e os “Dominguinhos” de 10 de fevereiro lançam um desafio: bate, bate coração com… um pedaço de papelão! Estimulando a criatividade, as crianças irão recortá-lo em forma de coração e decorá-lo como quiserem. Terão fitas, brilhantes e outros materiais à disposição, só é preciso usarem a imaginação! Em formato cartão ou para pendurar, podem ainda escolher a quem o vão oferecer. Mesmo a tempo do “Dia dos Namorados” ou apenas porque quem amamos merece… Que bonito presente!

 

A programação dos “Dominguinhos” é semanal, com iniciativas gratuitas para preencher as manhãs de domingo das crianças que visitem a zona infantil interior do MAR Shopping Algarve, no piso 0, entre as 11h00 e as 12h00. Uma hora sempre diferente e mágica com espaço para a brincadeira e experiências pedagógicas, proporcionando momentos que as crianças vão recordar com entusiasmo, podendo repetir a experiência todos os domingos, ao longo do ano.

Ter bom coração durante todo o ano é o desafio proposto pelos "Dominguinhos"

Em fevereiro, chegam ateliers criativos, contos e teatrinhos que celebram o Amor!

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O “mês do amor” não é exclusivo dos mais crescidos ou dos namorados. Os “Dominguinhos” defendem que o amor é um sentimento incrível que deve ser celebrado todo o ano. Por isso, desafiam os mais novos a terem bom coração todos os dias e a valorizarem a importância de amar sob todas as formas e feitios. Em fevereiro, os “Dominguinhos” trazem ateliers criativos, teatrinhos e contos sobre este sentimento capaz de “mover montanhas” e até uma aula de matemática para provar que é possível amar os números!

 

A programação dos “Dominguinhos” é semanal, com iniciativas gratuitas para preencher as manhãs de domingo das crianças que visitem a zona infantil interior do MAR Shopping Algarve, no piso 0, entre as 11h00 e as 12h00. Uma hora sempre diferente e mágica com espaço para a brincadeira e experiências pedagógicas, proporcionando momentos que as crianças vão recordar com entusiasmo, podendo repetir a experiência todos os domingos, ao longo do ano.

 

 

 

PROGRAMAÇÃO DOMINGUINHOS

Zona infantil interior, piso 0

Domingos, 11H

 

Fevereiro

 

Dia 3 – TEATRALIZAÇÃO –  O AMOR É...

Todos falamos dele, todos o queremos, mas, afinal, o que é o amor? Por quem sentimos? Como podemos demonstrar?

A partir da história “O Amor é…”, as crianças serão envolvidas num contexto de teatralização onde aprendem a reconhecer os sentimentos e a expressá-los de forma positiva. Valorizando as emoções que acompanham toda a vivência. Irão também aprender que O Amor é… algo que quanto mais se partilha mais se tem. 

 

Dia 10 – ATELIERS CRIATIVOS – CORAÇÃO DE PAPELÃO

A criatividade será estimulada a partir de um pedaço de papelão que as crianças irão recortar em forma de coração e decorar,  para oferecer a quem mais amam. Poderão fazê-lo com uma fita ou brilhantes, poderá ser em forma de cartão ou algo para pendurarem. As opções e apoio à execução serão coordenados pela monitora que explicará também o manuseamento dos materiais.

 

Dia 17 – CONTO INFANTIL – O MENINO QUE PERDEU O CORAÇÃO

Este conto infantil demonstra a alegria, a tristeza e o medo, sentimentos, por vezes, tão contraditórios e confusos para as crianças.
O coração é um órgão do corpo humano mas, é também uma caixinha onde se guardam sentimentos e pessoas. Esta história ensina que todos temos um coração que bate ao seu ritmo e ama com intensidades diferentes.

 

Dia 24 – APRENDER| BRINCAR| CRESCER: A DESCOBERTA DOS NÚMEROS E OPERAÇÕES

Os números rodeiam-nos por todos os lados. As somas, as subtrações, as multiplicações e as divisões são parte integrante dos nossos dias e vamos aprender a conviver com elas, sem receio. O objetivo é entender as operações com facilidade e ganhar o gosto pelas matemáticas.

“Uma Lágrima que Cega” de Casimiro de Brito apresentado em Loulé

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O poeta, romancista, contista e ensaísta algarvio Casimiro de Brito apresenta no próximo dia 9 de fevereiro, pelas 15h30, na Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andresen, em Loulé, a obra “Uma Lágrima que Cega”.

O romance “Uma Lágrima que Cega” é uma peregrinação lúcida e erótica a todos os santuários do amor. Um amor lunático e antropófago. É a história em fragmentos de uma aventura luminosa e incandescente e depois trágica que se inicia num festival de poesia na Provence e atravessa (como se fosse um barco louco) as ilhas do Adriático, as margens do Arno em Florença (onde ele bebe esse vinho), as ruas de Paris, as cidades milenares de Byblos e Tyr no Líbano, as montanhas de neve de Faraya e os fjords da Noruega, Mozart e os blues de Billie Holiday, a cascata de Astarte e a casa de Khalil Gibran. Um amor que acaba por se matar.

Casimiro de Brito nasceu em Loulé, a 14 de janeiro de 1938. Teve  várias profissões e acabou a sua carreira fora da Literatura como diretor de um banco. Atualmente dedica-se exclusivamente à escrita.

Começou a publicar em 1957 (Poemas da Solidão Imperfeita) e, desde então, lançou mais de 40 títulos. Dirigiu várias revistas literárias, entre elas Cadernos do Meio-Dia (com António Ramos Rosa), os Cadernos Outubro/ Fevereiro/ Novembro (com Gastão Cruz) e Loreto 13 (órgão da Associação Portuguesa de Escritores).

Atualmente é responsável pela colaboração portuguesa na revista internacional “Serta”. Esteve ligado ao movimento Poesia 61, um dos mais importantes da poesia portuguesa do século XX.

Ganhou vários prémios literários, entre eles o Prémio Internacional Versilia, de Viareggio, para a "Melhor obra completa de poesia", pela sua Ode & Ceia (1985), obra em que reuniu os seus primeiros dez livros de poesia.

Colabora nas mais prestigiadas revistas de poesia e tem obras suas incluídas em mais de 238 antologias, publicadas em vários países.

Participou em inúmeros recitais, festivais de poesia, congressos de escritores, conferências, um pouco por todo o mundo.

Foi diretor de festivais internacionais de poesia de Lisboa, Porto Santo (Madeira) e Faro. Foi vice-presidente da Associação Portuguesa de Escritores, presidente da Association Européenne pour la Promotion de la Poésie, de Lovaina, e presidente do P.E.N. Clube Português.  Obras suas foram gravadas para a Library of the Congress, de Washington.

Foi agraciado pela Academia Brasileira de Filologia, do Rio de Janeiro, com a medalha Oskar Nobiling por serviços distintos no campo da literatura — entre outras distinções, nomeadamente, em Portugal, a Ordem do Infante.

Conselheiro da Associação Mundial de Haiku, de Tóquio, foi nomeado “Embaixador Mundial da Paz” (Genebra, 2006).

A Académie Mondiale de Poésie (da Fundação Martin Luther King), galardoou-o, em 2002, com o primeiro Prémio Internacional de Poesia Leopold Sédar Senghor, pela sua carreira literária. Ganhou o Prémio Europeu de Poesia Aleramo-Mario Luzi, para o “Melhor Livro de Poesia Estrangeiro”, publicado em Itália, em 2004, e o “Poeteka”, na Albânia.

Tem traduzido poesia de várias línguas, sobretudo do japonês, e foi traduzido para galego, espanhol, catalão, italiano, francês, corso, inglês, alemão, flamengo, holandês, sueco, polaco, esloveno, servo-croata, macedónio, grego, romeno, búlgaro, húngaro, albanês, russo, árabe, hebreu, chinês e japonês. A sua obra é composta por mais de 45 livros 

Em 2016, recebeu a Medalha de Mérito Municipal atribuída pela Câmara Municipal de Loulé.

Esta sessão de “Livros Abertos” tem entrada livre.

 

CML/GAP /RP

Cine-Teatro Louletrano com programação ambiciosa de acesso livre para a comunidade escolar

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Para a presente temporada, que decorre entre janeiro e julho deste ano, o Cine-Teatro Louletano reforçou a sua programação artística destinada ao universo escolar, apresentando diversas propostas na área da música, dança, teatro e multidisciplinar que vão do pré-escolar ao 2.º e 3.º ciclos, todas elas em estreia no Sul do país e sendo o Cine-Teatro coprodutor de uma parte considerável das mesmas continuando assim a sua declarada política de apoio à criação e circulação nacionais. Todos os espetáculos a realizar no Cine-Teatro para a comunidade escolar serão, pela primeira vez, de entrada gratuita para alunos e docentes.

A atenção aos conteúdos e formatos pensados para o público escolar tem sido uma tónica da estratégia de intervenção cultural do Cine-Teatro Louletano, a qual será agora incrementada ainda mais com a inauguração, a 1 de fevereiro, do Auditório do Solar da Música Nova, cuja programação terá como enfoque central a mediação cultural e artística numa forte interação quer com as escolas do concelho quer com o Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado, havendo inclusive um claro aumento do investimento na componente da formação dirigida aos profissionais da área do ensino.

Assim, e no que respeita a espetáculos, terá lugar a 5 e 6 de fevereiro, em estreia nacional no Cine-Teatro Louletano, “Elastic”, uma peça de teatro sobre a amizade (numa espécie de concerto encenado com textos de poetas algarvios), do encenador João de Brito, dirigida a crianças do 3.º ciclo. Trata-se de um espetáculo integrado no programa cultural 365 Algarve. Nas áreas da dança e música, a 26 e 27 de fevereiro são apresentadas 4 sessões da criação “Nocturno”, que revisita o imaginário da noite e dos medos, a qual é assinada pela reconhecida pianista Joana Gama e pelo prestigiado coreógrafo Victor Hugo Pontes (coreógrafo e encenador), e destinada a alunos do 1.º ciclo. Já “Abel e Amália”, da Vaivém Insuflável (da associação corpodehoje, sediada em Tavira), ocorrerá a 16 e a 17 de maio, novamente com 4 apresentações destinadas a alunos do 1.º ciclo. É um espetáculo, igualmente coproduzido pelo Cine-Teatro, que aborda a importância da positividade na vida cruzando as linguagens teatral e coreográfica. Para tratar as pertinentes questões da identidade e da (igualdade) de género, Catarina Requeijo, atriz e encenadora, ruma a Loulé com a peça de teatro “É pró menino e prá menina” (também coproduzida pelo Cine-Teatro), dirigida essencialmente às crianças do pré-escolar, havendo ainda um workshop associado, sobre os processos criativos subjacentes a esta criação, para profissionais da área do ensino que trabalham estas temáticas com aquele público-alvo.

Para além dos espetáculos dirigidos às escolas, está prevista igualmente uma programação paralela que incide na dimensão da mediação artística, com a realização de debates, tertúlias, concertos comentados, conferências performativas e formações de cariz intensivo, numa estreita articulação em rede entre o Cine-Teatro e o novo Auditório do Solar da Música Nova, espaço predominantemente vocacionado para essa vertente de aproximação dos públicos às artes performativas.  

No que concerne à formação, o objetivo central é privilegiar a arte para a infância (aposta do Cine-Teatro desde 2017) com várias propostas que visam dotar os educadores, mediadores, artistas e outros profissionais que trabalham com crianças entre os 0 e os 10/12 anos de estratégias e ferramentas que lhes permitam um desempenho qualitativamente diferenciador, atualizado e impactante. Assim, a reconhecida Companhia de Música Teatral (Lisboa) promove, de 18 a 20 de fevereiro, a formação transitiva GermInArte, em três módulos de três horas cada (em regime pós-laboral), dirigindo-se a educadores, mediadores, músicos e outros artistas com interesse pela criação dirigida à infância. A ação terá lugar no Auditório do Solar da Música Nova em Loulé, sendo igualmente realizada nos mesmos dias no período da manhã na Escola Superior de Educação e Comunicação da Universidade do Algarve (parceira do Cine-Teatro Louletano nesta aposta na arte para a infância) com alunos da licenciatura em Educação Básica e do mestrado em Educação Pré-Escolar. A mesma Companhia de Música Teatral volta a Loulé entre 1 e 7 de julho para uma nova formação imersiva, “Jardim Interior” (destinada ao mesmo público-alvo), desta vez em regime diurno, a qual se realiza pela primeira vez fora de Lisboa depois de três anos de ocorrência, com assinalável impacto e sucesso, na Fundação Calouste Gulbenkian.   

O projeto “GermInarte – Transformação Artística para o Desenvolvimento Social e Humano a partir da Infância”, apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian entre 2015 e 2018, trouxe uma série de reflexões e de práticas de formação de caráter artístico e educativo visando a qualificação de profissionais em contato com a infância. Essas mesmas experiências e saberes serão partilhados por Helena Rodrigues, da já aludida Companhia de Música Teatral, na conferência “Florir a Sul: Formação em Arte para a Infância Pós – Germinarte”, no dia 28 de março, pelas 21h30 no Auditório do Solar da Música Nova.

No mesmo espaço ocorrerá, entre 18 a 24 de março, uma semana exclusivamente dedicada à música clássica (num ciclo programático inclusivo que incide em diferentes áreas/estilos musicais) e à ideia subjacente de a “descomplicar”, para a qual foi convidado o reconhecido maestro, pedagogo e comunicador Osvaldo Ferreira, que, juntamente com vários convidados, irá dinamizar diversos formatos de aproximação informal ao universo da música erudita. Nesse âmbito, “A música clássica em 60 minutos?” é a conversa performativa que Osvaldo Ferreira vai realizar em contexto escolar com turmas do 2.º ciclo (5.º e 6.º anos) num total de seis sessões, entre 19 e 21 março. Além de talks, concertos comentados e uma carta-branca que contará com 11 músicos convidados a decorrer nessa semana, o prestigiado maestro ministra uma masterclass sobre novas metodologias para o ensino das cordas/Método Suzuki: 25 anos em Portugal, a qual acontece no dia 23 de março no Auditório do Solar da Música Nova e se dirige a alunos e docentes do ensino especializado da música.  

Já entre 16 e 18 de maio o nome maior da guitarra clássica em Portugal, Pedro Jóia, estará também no Auditório do Solar da Música Nova para explorar os mistérios e as potencialidades daquele instrumento, não apenas no concerto comentado ou na masterclass destinada a alunos e docentes de música, como também disponível para se deslocar às escolas, em quatro sessões em modo de conversa performativa com alunos do 2.º ciclo.

A articulação do Cine-Teatro Louletano com o contexto educativo resulta de uma estreita colaboração interna entre este equipamento cultural e a Divisão de Educação e Juventude do Município.

Para mais informações os interessados podem contactar o Cine-Teatro Louletano pelo telefone 289 414 604 (terça a sexta-feira, das 13h00 às 18h00) ou pelo email cinereservas@cm-loule.pt. Além disso, podem consultar a sua página de facebook – www.facebook.com/cineteatrolouletano ou o seu renovado website http://cineteatro.cm-loule.pt, ambos em permanente atualização, bem como na sua conta do instagram (cineteatrolouletano).

O Cine-Teatro Louletano é uma estrutura cultural no domínio das artes performativas da Câmara Municipal de Loulé e está integrado na Rede Azul – Rede de Teatros do Algarve e na Rede 5 Sentidos.

 

 

CML/GAP /RP

 

Designer Outlet Algarve promove cultura local com exposição do Loulé Criativo

O Designer Outlet Algarve recebe, até ao final de fevereiro, uma exposição de artesanato e cultura que pretende destacar a criatividade e os produtos dos designers e artistas locais. Alguns dos mais originais projetos do Loulé Design Lab e da rede ECOA - Espaços de Conhecimento, Ofícios e Artes, que integram a iniciativa municipal Loulé Criativo, podem ser vistos em destaque em onze montras do espaço.

 

Objetos de decoração, mobiliário, acessórios e joias, assim como objetos de antiquário restaurados, são algumas das peças em exibição. Esta é a segunda fase de uma exposição que esteve inicialmente patente em dezembro de 2018, e que resulta da parceria entre o Designer Outlet Algarve e o Loulé Criativo.

 

«A parceria com o Loulé Criativo é especial para o Designer Outlet Algarve, porque nos permite reforçar o compromisso de apoiar e divulgar o que de melhor se faz no Algarve ao nível da criatividade e do design. Receber esta exposição também enriquece o nosso espaço com uma experiência cultural e de lazer para os nossos visitantes», refere Miguel Guerreiro, diretor-geral do Designer Outlet Algarve.

 

As peças atualmente expostas no Designer Outlet Algarve são criadas pelos designers e artesãos da Casa da Empreita, Oficina de Caldeireiros, Oficina do Barro, Oficina de Cordofones e Oficina de Relojoeiro, e ainda pelos projetos Likecork, Oficina Poeta Azul, Merk Habala, Pidutournée e Memória das Plantas. Na primeira fase da exposição, foram exibidas peças dos projetos Pakk, Sigues, Girls Love Hats, Grafismo e Padrões, Ramalhete e Fios e Linhas.

Objetos de decoração, mobiliário, acessórios e joias, assim como objetos de antiquário restaurados, são algumas das peças em exibição. Esta é a segunda fase de uma exposição que esteve inicialmente patente em dezembro de 2018, e que resulta da parceria entre o Designer Outlet Algarve e o Loulé Criativo.

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«A parceria com o Loulé Criativo é especial para o Designer Outlet Algarve, porque nos permite reforçar o compromisso de apoiar e divulgar o que de melhor se faz no Algarve ao nível da criatividade e do design. Receber esta exposição também enriquece o nosso espaço com uma experiência cultural e de lazer para os nossos visitantes», refere Miguel Guerreiro, diretor-geral do Designer Outlet Algarve.

 

As peças atualmente expostas no Designer Outlet Algarve são criadas pelos designers e artesãos da Casa da Empreita, Oficina de Caldeireiros, Oficina do Barro, Oficina de Cordofones e Oficina de Relojoeiro, e ainda pelos projetos Likecork, Oficina Poeta Azul, Merk Habala, Pidutournée e Memória das Plantas. Na primeira fase da exposição, foram exibidas peças dos projetos Pakk, Sigues, Girls Love Hats, Grafismo e Padrões, Ramalhete e Fios e Linhas.