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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

20 Anos de Sempre

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20 anos de SEMPRE
45 anos depois do 25 de Abril

 

É com todo o prazer e alegria que anunciamos a reedição do disco Sempre do saxofonista e compositor Carlos Martins.


Sempre reúne várias composições de autores conotados com o espírito do 25 de Abril, nomeadamente José Afonso, José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto, entre outros, e temas originais do próprio saxofonista.

Este projecto veio em certa medida propor uma outra leitura da música de intervenção portuguesa, ao mesmo tempo que lhe presta homenagem, recriando algumas das melhores canções e mostrando que os músicos de jazz nacionais também contribuem para o engrandecimento da nossa música popular de intervenção.

20 anos depois este super grupo estará disponível para espectáculos a partir de Março de 2019.



O QUINTENTO
 

Carlos Martins - Saxofone

João Paulo Esteves da Silva - Piano

Carlos Barretto - Contrabaixo

Mário Delgado - Guitarra Eléctrica

Alexandre Frazão - Bateria


Em concerto o grupo poderá apresentar-se com uma voz convidada,
ainda a anunciar.


 Este é um concerto para todas as salas que se encontra disponível para as celebrações dos 45 anos do 25 de Abril.
 

 

OuTonalidades 2019: inscrições de grupos até 31 janeiro!

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OuTonalidades 2019 abre inscrições!

 
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Inscrições de grupos, até 31 de janeiro, aqui:
dorfeu.pt/outonalidades

Decorrem até 31 de janeiro as inscrições de grupos para o próximo OuTonalidades - circuito português de música ao vivo, cuja 23ª edição iniciará no outono de 2019. Os grupos interessados podem inscrever-se através do site oficial, em dorfeu.pt/outonalidades.

As inscrições são abertas a projetos musicais de todos os géneros, que pretendam integrar a Bolsa de Grupos do OuTonalidades 2019. Após a inscrição online dos grupos, irá decorrer a fase de pré-seleção, da qual resultará a Bolsa de Grupos da 23ª edição.

Segue-se a Mostra Pré-OuTonalidades no final de março, envolvendo projetos que pretendam apresentar-se ao vivo, como complemento da sua pré-seleção, na presença de potenciais programadores do circuito. O OuTonalidades reforça também o leque de alianças internacionais, fazendo o circuito extravasar a geografia nacional e multiplicando as oportunidades de circulação dos grupos participantes.

A partir de março, os espaços de música ao vivo aderentes já poderão programar os concertos desta 23ª edição, a realizar-se de setembro de 2019 a março de 2020, conforme já decorre na atual edição, com a novidade da temporada extra. 

Paralelamente, a atual 22ª edição continua a percorrer o país de lés-a-lés e prepara-se agora para mudar de estação, com a temporada extra que decorre até 21 março 2019. O calendário de concertos, em constante atualização, pode ser consultado no site oficial, em dorfeu.pt/outonalidades.

 

Junta o teu grupo ao OuTonalidades!

dorfeu.pt/outonalidades

Entre Goa e Lisboa - Museu do Fado lança DVD e CD Fandóziando | 4ªf, 5 Dez > 19h

Label do Museu do Fado edita novo CD e, pela primeira vez, um DVD

FANDÓZIANDO – FADOS, MANDÓS e FANTASIAS
Entre Goa e Lisboa

Lançamento: 5 de dezembro, no Museu do Fado.
Entrada livre. Reservas para
comunicacao@museudofado.pt ou 21 882 34 70.

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Programa
19h – Projeção do documentário “Azulejos de Goa”, de Ivan Dias;
20h15 – Showcase com Óscar do Rosário (viola, Goa), Henrique Vieira (viola, Portugal), Manuel Rocha (violino, Portugal) e Orlando de Noronha (violino, Goa).


Reiterando a aposta em projetos pioneiros, a editora do Museu do Fado edita o CD/DVD "Fandóziando – Fados, Mandós e Fantasias”, um trabalho com produção executiva e artística de Ivan Dias que junta músicos portugueses e goeses, em filme e em disco. Dá a conhecer também o Mandó, género que, nas palavras do produtor, “surgiu no território da antiga Índia Portuguesa e procurava assimilar as toadas lusitanas (…). O Mandó é assim algo que nem os locais conseguem bem definir por ser uma valsa ‘descompassada’ que está intrinsecamente ligada à ideia que o povo que acolheu a nossa música fez dela…”.

O DVD de Fandóziando é composto pelo documentário “Azulejos de Goa”, realizado também por Ivan Dias, que mergulha na herança portuguesa em Goa através de uma viagem guiada por vários goeses que ainda hoje mantêm viva a cultura lusa naquele pequeno estado indiano; testemunho da forte amizade entre os dois povos, o filme inclui também uma entrevista ao Primeiro Ministro António Costa. O CD é composto por 17 faixas divididas em “Fados”, “Mandós” e “Fantasias”. Entre as “Fantasias” contam-se temas como “Verdes Anos – Summertime” (Carlos Paredes – George Gershwin) e “I Can’t Give You Anything But Love" (Jimmy MacHugh).

Vídeo do mandó “Bom Jesus /Bom Jezuchea Re Konvetant”: https://vimeo.com/303477251

No ano em que o Museu do Fado celebra o seu 20º aniversário, esta é a sétima edição da sua label – Museu do Fado Discos – lançada há apenas dois anos. “Canções de Ida e Volta - Gravações Históricas”, “Tons de Lisboa” de José Manuel Neto, “Terços de Fado”, de Tânia Oleiro e, já em 2018, “O Fado por Máquinas Automáticas”, “Horas da Vida”, de Francisco Salvação Barreto e “Gaspar”, de Gaspar Varela, foram os discos até ao momento lançados pela editora.


Exposições temporárias ficam patentes até 30 de dezembro
20 Anos Museu do Fado . Maria Teresa de Noronha (1918-1993)

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Até ao final do ano, além da sua exposição permanente, o Museu do Fado tem patentes também duas exposições temporárias: a projeção imersiva “20 Anos Museu do Fado” e a mostra dedicada a Maria Teresa de Noronha.

A primeira, produzida numa parceria com o atelier Ocubo, proporciona uma viagem pela história do Fado e do Museu, com a participação de Camané, Carlos do Carmo, José Manuel Neto e Mariza, que gravaram registos audiovisuais propositadamente para este trabalho.

 

As duas exposições podem ser visitadas até 30 de dezembro.


 

 

Horário do Museu / Exposições:
Terça a domingo, das 10h às 18h (última entrada às 17h30)
Visitas guiadas para grupos: info@museudofado.pt / 21 882 34 70

Bilhete: 5€ (com acesso à exposição permanente)
Reduções para menores de 25, maiores de 65, reformados e grupos organizados, entre outros.

Entrada gratuita aos domingos e feriados até às 14h.

O Museu do Fado encerra nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1 de janeiro.

MUSEU DO FADO . Largo do Chafariz de Dentro, nº 1 (Alfama) . 1100-139 Lisboa
 

 

BRUNO MEYNERS: "TU SERÁS AQUELA", O NOVO SINGLE DO EX-CONCORRENTE DO ÍDOLOS E THE VOICE PORTUGAL

 

Bruno Meyners já não é um desconhecido do povo português. Em 2010 participou no programa de talentos, “Ídolos” e quatro anos depois em “The Voice Portugal”, chegando à fase das Provas Cegas.

 

Quando pensamos em vozes carismáticas, apaixonantes e encantadoras, lembramo-nos logo de Bruno Meyners em “Eu Dei Tudo”, single que marcou a sua estreia.

 

O cantor revela-nos agora “Tu Serás Aquela”, tema onde os seus sentimentos são proferidos em cada palavra, de forma muito íntima, pois o amor é isso mesmo: um sentimento particular!

 

Que um olhar vale mais que mil palavras, já todos sabemos. Mas quando as palavras são ditas a cantar, e quando a voz que se faz ouvir é doce e intensa, temos a sensação de deslumbramento como aquela que se sente em “Tu Serás Aquela”.

 

Bruno Meyners é um autêntico furacão da música Pop, Soul e Blues e, é com o apoio da Music For All que lança, assim, o seu segundo single “Tu Serás Aquela”, em conjunto com o seu EP de estreia “Eu Dei Tudo”.

 

RELANÇAMENTO DE “VENENO” DE ÓSCAR ROMERO

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O cantor e compositor Óscar Romero não é uma figura desconhecida dos portugueses. No seu curriculum conta com participações em alguns dos mais emblemáticos programas televisivos. “Herman Sic”, “Chuva de Estrelas” “Portugal No Coração” e “ Levanta-te e Ri ”, são alguns dos exemplos.

A música corre nas veias de Óscar, que começou a sua formação com apenas 6 anos. Desde aí tem-se aliado a projetos de diferentes âmbitos e inclusivamente já foi distinguido pelo seu trabalho. Em 2014, o recebeu o prémio internacional Novo Talento Pop, na gala Fox Music Latin Awards.

A nova aposta do artista é uma junção de estilos Pop, Rumba e Reggaeton, que resulta no single “Veneno”.

A Music in My Soul assina este relançamento que estará disponível nas plataformas digitais pela primeira vez a 30 de novembro.

 

LANÇAMENTO ÁLBUM "SER" + SINGLE "FÚRIA" DE PAULO MENDES

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Em busca das palavras certas e do verdadeiro significado de estar apaixonado, Paulo Mendes lança um novo single, “Fúria”, tema inspirado nos seus sentimentos mais profundos. A verdade é que o amor apesar de grandioso e único, é o sentimento mais belo, incógnito e inexplicável que existe.

De recordar que o cantor e compositor estreou-se com o single “Sou Como Toda A Gente” e, agora, presenteia-nos com “Fúria”, registo extraído do inigualável álbum “Ser”. Para alegria dos seus fiéis seguidores, Paulo Mendes apresenta, ainda, com o apoio da Music For All, o seu segundo trabalho de originais, “Ser”, que já se encontra disponível nas principais plataformas digitais.

 

“Sob Escuta” - 3ª edição é dedicada a “Nem Lhe Tocava” de Samuel Úria

Nova sessão da rúbrica “Sob Escuta”, dia 29 de novembro, pelas 18h30, na FNAC Chiado 

 

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A rúbrica que convida à escuta atenta, e do início ao fim, de um vinil está de regresso para uma nova sessão, onde o foco é o músico português Samuel Úria, e o seu álbum “Nem Lhe Tocava”. Esta edição do “Sob Escuta” decorre na FNAC Chiado, no dia 29 de novembro, pelas 18h30, e conta com a presença do cantautor português que vai estar à conversa com o radialista da Antena 3, Rui Miguel Abreu, sobre a sua discografia. 

 

“Nem Lhe Tocava” é uma de três obras de Samuel Úria que foram recentemente reeditadas em disco de vinil, e está prestes a comemorar o seu décimo aniversário. 

 

“O Samuel é um dos mais fortes autores do presente, alguém que eu vejo como parte de uma geração (...). É um escritor de canções brilhante que vai fazer por esta geração o que os autores como o Sérgio Godinho ou o António Variações fizeram pelas gerações dos 70s e 80s”, afirma Rui Miguel Abreu, destacando a importância e a influência de Samuel Úria no panorama musical português. 

 

O evento realiza-se mensalmente, na última quinta-feira do mês, no fórum da FNAC Chiado e conta com a curadoria de Rui Miguel Abreu.

Banda VALADA

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Uma breve história, prestes a ficar maior

Juntos desde 2014, ainda com outro nome, renovaram a imagem conjugada com novos temas originais.

Da banda de covers instiparada no rock clássico, calhada em temas de Beatles, Rolling Stones e Rui Veloso, entre outros, passaram a VALADA, como projecto de originais (lançado em Maio de 2018), ainda com a mesma vontade de trazer os bons velhos tempos do pop/rock de volta.

Nos anos iniciais, os bares e as festas privadas eram o seu dia-a-dia, tendo vindo a crescer posteriormente para palcos de eventos públicos de maior dimensão. A primeira tour dos VALADA, passou pelo pelo Casino Estoril, Leiria, Foz do Arelho, Algarve e, como não podia deixar de ser, pelo o Ribatejo, de onde a banda é natural. 

 

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A sua música

Temas maioritariamente compostos pelo baterista António Palha, gravados até agora no EstúdioZeco, banda apadrinhada pelo conceituado artista, compositor e produtor, João Só. Fato e gravata é por enquanto a indumentária obrigatória em concertos, como sempre foi em todo lado desde que a banda se juntou.

 
Sete Colinas - O primeiro single de muitos

Em Maio o conjunto lançou-se com este primeiro tema, Sete Colinas, onde reina a simplicidade da sonoridade Rock clássico, algo que a banda tenta trazer de volta a Portugal.
Clique em baixo para ouvir.

 

UHF | Cláudia Leal | Catarina Munhá | Scott Matthews | Nova Materia

UHF - a tripla edição da obra perdida directamente no Top de vendas

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Inédito é o termo para um artista nacional ter 3 discos em simultâneo no TOP em semana de lançamento das ‘gravações perdidas’ !
"Persona non Grata" em 24º, em 27º "Ares e Bares de Fronteira" e em 28º "Ao Vivo em Almada (no jogo da noite)".

1982 – Há 36 anos, os UHF tiveram direito ao seu PREC, um Verão quente de guerrilhas, quando impuseram uma rescisão contratual à editora Valentim de Carvalho (sede na rua Nova do Almada) e seguiram para a Rádio Triunfo (sede na rua do Carmo). PERSONA NON GRATA – Era o título do disco de chegada à editora que em Portugal distribuía os selos Atlantic, CBS ou Elektra. Três canções reflectiam o divórcio que a Valentim tentou evitar: Persona Non Grata, canção-título, Um Mau Rapaz, o primeiro single, e Quebra-me reflectiam a pressão a que o líder do grupo, António Manuel Ribeiro, esteve sujeito durante a desvinculação. Nascia a legenda (duro como rock? mau feitio?), l’enfant terrible que tinha sempre mais uma pergunta para colocar. Quando algumas portas mediáticas começaram a fechar-se, os UHF perceberam que estar na Valentim de Carvalho constituía uma pesada diferença.
1985 – Decorridos três anos, o grupo recusou renovar o contrato com a Rádio Triunfo, entretanto associada ao selo Orfeu (o mesmo de José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Vitorino, Fausto, José Jorge Letria…). Para trás deixavam os LPs Persona Non Grata (1982) e Ares e Bares de Fronteira (1983), além do icónico primeiro disco ao vivo do rock lusitano, Ao Vivo em Almada (no jogo da noite) (1985). Ainda o single Puseste o Diabo em Mim (1984).
Alguns meses mais tarde, mergulhada em problemas, a Rádio Triunfo/Orfeu desaparecia do cenário com o seu vasto catálogo nacional, que a obra (ausente) do José Afonso reaviva em debates sazonais. Outros símbolos surgiram (a Movieplay foi um deles), mas, legal e oficialmente, se houve transacções, os UHF nada souberam. Cartas foram escritas ao longo destas três décadas, sem resposta.
2018 – «Quando há 20 anos fundei a nossa editora, era minha primeira intenção libertar as gravações que morreram quando a Rádio Triunfo/Orfeu desapareceu e o vinil foi substituído pelo CD. Sem sucesso. A falta de uma estratégia comercial deixou-me perplexo. Tentei tudo para colocar as obras no mercado, e tudo foi negado sem uma alternativa: foi a gestão do prejuízo artístico e comercial inequívoco. Até que deixámos de saber notícias sobre os putativos detentores das obras gravadas.
Basta!, são os 40 anos dos UHF. Ninguém me pode impedir de trabalhar, e, enquanto autor e artista, fui muito prejudicado. Assim como o público que desesperou por estas edições, agora editadas em simultâneo. É uma prova de força e de organização dos UHF, provavelmente única em Portugal. Pioneiros? Provavelmente.
Estou preparado para ouvir quem se apresentar como detentor do contrato que um dia assinei com a editora Rádio Triunfo/Orfeu. Os direitos desta tripla edição estão reservados, legalismo inscrito nas capas dos discos.
«Quando no dia 3/11, às 20h00, na FNAC de Almada, os discos foram colocados à venda, havia gente adulta com lágrimas nos olhos».

Se esta foi a primeira e simbólica acção para celebrar quatro décadas dos UHF, a 22/12, em Lisboa (Aula Magna), e 29/12, no Porto (Casa da Música), a festa vai continuar ao vivo.“40 ANOS NUMA NOITE”.
As celebrações contam com as participações de Frankie ChavezThe Legendary Tigerman e o membro fundador Renato Gomes. O espectáculo de Lisboa contará com a participação de Ana Bacalhau e João Pedro Pais no Porto.

Daxuva & Nina Miranda (ex-Smoke City) apresentam o álbum "Le Jardin" em dezembro (data única)

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No dia 21 de dezembro, Daxuva & Nina Miranda apresentam o álbum "Le Jardin" pela primeira vez ao vivo com vários convidados musicais numa data única no Porto. A noite prossegue com o eclético dj set de SPOT, que engloba sonoridades hip hop, funk, soul e disco. O concerto é de entrada livre e os horários podem ser consultados na página do evento.

"Le Jardin" está disponível desde 31 de agosto de 2018 em http://smarturl.it/wzec7o

Para parceira deste seu primeiro trabalho "Le Jardin", Daxuva aliou-se a Nina Miranda. Cantora dos Smoke City, grupo de fusão trip-hop com elementos de música brasileira que nos ofereceu Underwater Love” para guardarmos dentro de nós durante toda uma vida. E que desde então nos brinda com excelentes músicas de projetos como Shrift ou ZEEP e em colaborações com artistas como: Nação Zumbi, Bebel Gilberto, Antonio Chainho, Adriana Calcanhotto, Daniel Jobim, Moreno Veloso, Gilles Peterson, Seu Jorge, Basement Jaxx, entre outros. Este encontro acidental (isso existe?), mostrou uma paixão siamesa de ver e sentir música. Desde então, trocaram muitas ideias, letras, palavras e melodias. Nina emprestou o seu samba britânico às músicas. Adicionando doçura, magia e sonhos aos instrumentos de Daxuva.