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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Festival Internacional de Carrilhão

O Festival Internacional de Carrilhão está de regresso de 2 a 31 de julho, numa organização do Palácio Nacional de Mafra e do Município de Mafra, sob a direção artística de Abel Chaves.
Esta edição decorre no âmbito da Temporada Cruzada Portugal – França 2022, integrando dez concertos protagonizados por carrilhanistas dos dois países.
O público pode assistir, gratuitamente, no Claustro Sul do Palácio Nacional de Mafra.

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Comemorações do terceiro aniversário da inscrição do Real Edifício de Mafra (Palácio, Basílica, Convento, Jardim do Cerco e Tapada) na Lista do Património Mundial da UNESCO.

No dia 7 de julho de 2022 assinala-se o terceiro aniversário da inscrição do Real Edifício de Mafra (Palácio, Basílica, Convento, Jardim do Cerco e Tapada) na Lista do Património Mundial da UNESCO.
As entidades gestoras deste conjunto patrimonial organizam um diversificado programa de comemorações. Venha celebrar connosco!
 

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Festival Internacional de Carrilhão está de regresso de 2 a 31 de julho!

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O Festival Internacional de Carrilhão está de regresso de 2 a 31 de julho, numa organização do Palácio Nacional de Mafra e do Município de Mafra, sob a direção artística de Abel Chaves. Esta edição decorre no âmbito da Temporada Cruzada Portugal – França 2022, integrando dez concertos protagonizados por carrilhanistas dos dois países. O público pode assistir, gratuitamente, no Claustro Sul do Palácio Nacional de Mafra.

 

Mais informações em: https://www.cm-mafra.pt/p/carrilhao

 

Concerto pela paz com Orquestra de Músicos Afegãos abre a 6ª edição do Festival de Música de Mafra - 4 junho

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É sob do signo da primavera, do pacifismo e da esperança que, em junho de 2022, o Concelho de Mafra acolhe a sexta edição do festival de música clássica onde se celebra o talento passado, presente e futuro e se propõe que a música nos convoque para a Paz em todas as geografias. 

A programação do Festival de Música de Mafra espraia-se pelos quatro fins de semana do mês de junho. Esta edição conta com nomes internacionais e nacionais de referência e talentos emergentes que se têm vindo a destacar no domínio da interpretação musical, com enfoque para o piano, instrumento basilar deste Festival. O repertório centra-se em peças dos séculos XIX e XX e contém obras de altíssima exigência técnica, que se abrem a interpretações muito subjetivas por parte de quem as toca. 

O diretor artístico, Adriano Jordão, destaca “A grande compositora portuguesa Anne Victorino de Almeida dedicou-me uma pequena obra para piano baseada no poema de Alberto Caeiro “Quando vier a Primavera”,  um título expressivo e que com toda a propriedade se adequa ao espírito de esperança que todos desejamos seja para sempre. Iremos assim abrir o Festival com um “Concerto pela Paz”, uma paz que ultrapassa os problemas europeus e onde contaremos com uma presença musical afegã. No “Concerto para a Paz” terei ao meu lado o grande violoncelista Pavel Gomziakov, uma figura de absoluta referência cultural.”

O concerto de abertura, no dia 4 de junho, às 21h30, decorrerá no Torreão Sul do Real Edifício de Mafra. O público será recebido pela Orquestra de Músicos Afegãos refugiados em Portugal, e contará ainda com a presença de um poeta. A biblioteca deste icónico monumento nacional também irá ser o palco do concerto de encerramento, no dia 25 de junho. Os restantes eventos decorrerão no Auditório Municipal Beatriz Costa (Mafra) e na Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva – nos dias 10 e 11 de junho, altura em que o festival viaja até à Ericeira.

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O lirismo do concerto inaugural irá concatenar com o recital de dia 5 de junho (18:00) em que o multipremiado pianista sul-coreano Youngho Park irá dar vida à audácia de obras de Beethoven, Debussy, terminando com a grande sonata de Liszt.
O concerto de dia 10 e o recital de dia 11, na Ericeira, às 21:30, são inteiramente dedicados à “nova geração”. Dia 10 sobem ao palco o pianista Bernardo Santos e o violoncelista turco Burak Ozkhan, para dar vida a sonatas de Beethoven e Brahms. No dia 11, a Ericeira recebe a pianista Marta Menezes, que irá presentear a plateia com a interpretação de várias obras do repertório ibérico, pondo em diálogo compositores portugueses e espanhóis, destacando-se Carlos Seixas, Vianna da Motta e Albéniz.

No terceiro fim de semana (de novo em Mafra), será a vez de Zoran Imsirovic, no dia 18, às 21:30, evidenciar o esplendor do romantismo com os compositores Schumann, Schubert e Scriabin. No dia 19, às 18.00, o pianista João Elias e as cantoras Patrycja Gabriel (soprano) e Carolina Figueiredo (mezzo-soprano) invocarão célebres árias de ópera, num concerto perfeito para toda a família e que se intitula “ Música no Coração”.

Finalmente, no dia 25 de junho, às 21:30, o prestigiado pianista Artur Pizarro irá encerrar o Festival de Música de Mafra, num recital dedicado ao centenário do nascimento de José Saramago, onde irá interpretar na íntegra a suíte Ibéria, de Albéniz, obra que, pela sua exigência técnica, raramente é tocada na sua totalidade.  

O Festival de Música de Mafra “Filipe de Sousa” é organizado pela Câmara Municipal de Mafra e pela Fundação Jorge Álvares, com a produção executiva da produtora Décima Colina e tem como diretor artístico Adriano Jordão. Os bilhetes estão à venda nos postos de turismo de Mafra e Ericeira, na ticketline e locais habituais.
 

 

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Programa

04 junho
21h30
Torreão Sul do Real Edifício de Mafra
"Concerto pela Paz" - Quando vier a Primavera
Adriano Jordão (piano)
Pavel Gomziakov (violoncelo)
Poeta (a indicar)
Orquestra de Músicos Afegãos

05 junho
18h00
Auditório Municipal Beatriz Costa – Mafra
"De Beethoven à  Sonata de Liszt"
Youngho Park ( piano)

10 junho
21h30
Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva – Ericeira
"A Nova Geração"
Bernardo Santos (piano)
Burak Ozkan (violoncelo)

11 junho
21h30
Casa de Cultura Jaime Lobo e Silva - Ericeira
"A Nova Geração"
Marta Menezes (piano)

 




18 junho
21h30
Auditório Municipal Beatriz Costa - Mafra
"Schumann, Schubert e Scriabin" Grandes compositores românticos
Zoran Imsirovic ( piano)

19 junho
18h00
"Música no Coração" As mais famosas melodias de todos os tempos!
Patrycja Gabrel (soprano)
Carolina Figueiredo (mezzo-soprano)
João Elias (piano)
Após o concerto: "Conversa com as Famílias"

25 junho
21h30
Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra
Concerto de Homenagem a José Saramago - Celebração do centenário  do seu nascimento
Artur Pizarro ( Piano)

Entrada Gratuita mediante levantamento de ingressos nos postos de turismo de Mafra e Ericeira.

 

Somos Património Mundial... venha celebrar connosco!

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O Real Edifício de Mafra (Palácio, Basílica, Convento, Jardim do Cerco e Tapada) está em festa para celebrar a inscrição na lista do Património Mundial da UNESCO e todos estão convidados! No próximo dia 20 de julho, entre as 10 e as 18 horas, participe nas visitas guiadas, percursos pedestres, recriações históricas e animações musicais. Às 22 horas, assista a um concerto pela Banda Sinfónica do Exército no Terreiro D. João V, com projeção multimédia na fachada do Palácio Nacional de Mafra.

 

Com o mote “O Real Edifício de Mafra está de portas abertas”, estão programadas, no referido dia 20 de julho, diversificadas atividades: no Palácio Nacional de Mafra, visitas guiadas gratuitas e animações musicais com um trio de cordas entre as 10 e as 12 horas; na Basílica, vários momentos musicais com órgão; na Escola das Armas, visitas guiadas às 10 e às 15 horas; no Jardim do Cerco, entre as 15 e as 18 horas, uma recriação de época no reinado de D. João VI, denominada “O Recreio da Corte”, com jogos, música e dança; e, na Tapada Nacional de Mafra, percursos pedestres entre as 10 e as 18 horas.

 

À noite, a partir das 22 horas, a Banda Sinfónica do Exército e a soprano Daniela Nunes sobem ao palco para uma homenagem à portugalidade, tendo como pano de fundo a fachada do Palácio Nacional de Mafra, que ganhará vida com luz e projeção de vídeo.

 

Junte-se à festa!

 

Está de regresso o Festival do Pão de Mafra!

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Venha pôr a “mão na massa”! Este é o mote do 9.º Festival do Pão, que abre as portas a partir das 18h30 do dia 5 de julho e se prolonga até 14 de julho, decorrendo no magnífico cenário do Jardim do Cerco, contíguo ao Palácio Nacional de Mafra. Nesta edição de 2019, o evento é interativo, desafiando o público a participar em diversificadas atividades, e ambientalmente sustentável, pretendendo-se reduzir a pegada ecológica.

 

Ao longo de 10 dias, este festival homenageia o Pão de Mafra, cuja venda pelas ruas da capital era conhecida desde a Idade Média e que, ainda hoje, se distingue no quadro da produção panificadora nacional: de atividade doméstica e artesanal, transformou-se em atividade empresarial e mecanizada, mas mantendo-se fiel aos princípios de origem que lhe conferem o seu cunho próprio.

 

Assim, para além da mostra e venda de pão de Mafra e das mais variadas especialidades gastronómicas regionais, disponíveis nas tradicionais “tasquinhas” e nas bancas das pastelarias locais, a 9.ª edição tem como novidades a oficina “Mão na massa”, convidando o público a confecionar pão de Mafra sob a orientação de padeiros locais. Também o denominado “Fórum do Pão” disponibiliza showcooking e degustações, estando ainda patente a exposição “A Dieta Mediterrânea”, que dá igualmente o mote para um colóquio.

 

Evidenciando a ligação ao universo rural, o evento integra a exposição e venda de artesanato e de produtos locais, a feira saloia, a exposição de veículos e alfaias agrícolas antigos, a par de atuações de ranchos folclóricos e atividades temáticas para crianças.

 

Unindo a tradição ao lazer, foi selecionado um cartaz musical diversificado, que conta com atuações, às 22 horas, de Yura Silva (5 de julho), 4Revival (6 de julho), “Top Genius” com Nuno Markl e Vasco Palmeirim (7 de julho), Bárbara Bandeira (9 de julho), Cupcake Mafia (10 de julho), Olavo Bilac (11 de julho), Tatanka (12 julho), Katia Guerreiro (13 de julho) e OLE – Orquestra Ligeira do Exército (14 de julho). Decorre, igualmente, no dia 8 de julho, às 18 horas, um Festival de Música Jovem e, às 22 horas, a Eleição da Miss Concelho de Mafra.

 

Com o objetivo de promover a sustentabilidade ambiental, esta edição do Festival do Pão caracteriza-se pela não utilização de plásticos de uso descartável e pela realização de várias ações no recinto: intervenção de equipas especializadas de educação ambiental, com vista ao aumento da reciclagem, direcionadas tanto para o público em geral, como para os expositores e trabalhadores do festival; ações de sensibilização sobre o impacto ambiental das diferentes escolhas, motivando a modificar comportamentos antes, durante e após o evento; disponibilização de contentorização para deposição seletiva de resíduos.

Real Edifício de Mafra é Património Mundial

Somos Património Mundial - Real Edifício de Mafr

O Real Edifício de Mafra (Palácio, Basílica, Convento, Jardim do Cerco e Tapada) está, a partir de hoje, inscrito na lista do Património Mundial da UNESCO, na sequência da deliberação do Comité do Património Mundial, reunido na sua 43.ª sessão que está a decorrer em Baku (Azerbeijão).

 

Para o Presidente da Câmara Municipal de Mafra, Hélder Sousa Silva, este é “um momento histórico para os mafrenses e para os portugueses, constituindo um motivo de orgulho e um compromisso de futuro”. Traduzindo o orgulho da comunidade, declarou que “o monumento que é a síntese em ‘pedra e mármore’ da cultura Barroca europeia não só marcou para sempre a identidade do concelho, como constitui a razão pela qual Mafra se encontra incluída, desde a primeira metade do século XVIII, nos itinerários culturais, religiosos, turísticos e académicos como símbolo de arte de expressão internacional”. Fundamentando o apelo ao compromisso, explicou que “este reconhecimento constitui, mais do que um ponto de chegada, um ponto de partida, tanto para uma renovada consciencialização coletiva para a proteção acrescida do bem, no profundo respeito pela sua magnificência e pela plena fruição pública, como para a introdução de novas dinâmicas, posicionando-o como um local de (re)encontros: dos mafrenses com a sua história; dos nacionais e estrangeiros com um conjunto patrimonial diversificado na tipologia, mas único no conceito”.

 

Nas palavras do Diretor do Palácio Nacional de Mafra, Mário Pereira, “A inevitabilidade de um reconhecimento não poderia, nem deveria ser protelada. Mafra e o seu monumento há muito que mereciam esta inscrição na lista do Património Mundial”.

 

“A Escola das Armas congratula-se com este reconhecimento que muito valoriza o Concelho de Mafra e Portugal. A Escola das Armas e o Exército continuarão, em sintonia com os outros parceiros deste projeto, a trabalhar para a conservação deste valioso património nacional, agora também considerado Património Mundial”, declarou o Comandante da Escola das Armas, Brigadeiro-General Silva Rodrigues.

 

A Presidente da Direção da Tapada Nacional de Mafra, Paula Simões, sublinhou: “Feita uma aposta na requalificação deste património natural, pondo em evidência os aspetos identitários e singulares, esta atribuição projeta internacionalmente este lugar. Neste momento, conseguimos transmiti-lo às gerações futuras com um valor acrescentado, e igualmente gerar um estímulo à continuidade da sua conservação e proteção. Reserva de biodiversidade, ponto de encontro de gerações e espaço de lazer sem paralelo, a Tapada Nacional de Mafra orgulha-se deste estatuto, abrindo as suas portas aos visitantes de todo o Mundo, que passarão a conhecer melhor este espaço e a sua História. A atribuição deste estatuto pela UNESCO é importante para a projeção internacional da região e o país. A primeira pesquisa que é feita pelos turistas no Google, no Booking ou no Trip Advisor é saber aquilo que é Património Mundial. Todos beneficiaremos do crescimento turístico que virá, será uma mola de desenvolvimento da região e permitirá aos operadores turísticos criar novas rotas”.

 

O Pároco de Santo André de Mafra, Luís de Barros, afirmou que “Os paroquianos de Mafra têm o privilégio de poder celebrar a sua fé na Basílica do Real Edifício de Mafra, um templo que é verdadeiramente inspirador: da estatuária italiana ao conjunto instrumental dos seis órgãos e dos dois carrilhões, incluindo a magnífica paramentaria. Face à distinção atribuída pela UNESCO, a Paróquia de Santo André de Mafra manifesta a sua alegria e renova o seu empenho na preservação, valorização e divulgação deste património singular”.

 

O dossiê com a proposta para a inscrição do Real Edifício de Mafra na lista do Património Mundial da UNESCO foi desenvolvido sob a coordenação da Direção Geral do Património Cultural e da Câmara Municipal de Mafra, com a colaboração do Palácio Nacional de Mafra, Escola das Armas, Tapada Nacional de Mafra e Patriarcado de Lisboa – Paróquia de Santo André de Mafra.

 

Real Edifício de Mafra: uno, único e excecional

 

O Real Edifício de Mafra é formado pelo Palácio que cerca a Basílica, cujo frontispício axial une os Paços do Rei e da Rainha, um Convento, um Jardim e uma Tapada, sendo uma das mais magnificentes obras de D. João V que dispôs de privilegiadas condições culturais e económicas para ombrear com as restantes monarquias europeias.

 

Desde a escolha do arquiteto (Johann Friedrich Ludwig, formado em Roma) que o projeto se instituiu como uma afirmação internacional da casa reinante portuguesa. O contínuo fascínio que o monarca sentiu por Roma levou-o a contratar importantes artistas para Mafra, que, assim, se transformou num dos mais relevantes locais do Barroco italiano fora de Itália.

 

Aquando da sagração da Basílica, no dia 22 de outubro de 1730, dia de aniversário do rei, o conjunto não estava ainda concluído, nem todas as obras de arte haviam chegado, mas há muito que o plano estava delineado: um Palácio Real dotado de dois torreões que, funcionando independentemente, eram as câmaras do casal régio; uma Basílica decorada com estátuas dos melhores artistas romanos e com um conjunto inusitado de paramentaria francesa e italiana sem paralelo no país; duas torres na fachada que albergam dois carrilhões mandados construir na Flandres e que constituem um património sineiro único no mundo; uma Biblioteca constituída por obras de grande interesse científico e das poucas que previa a incorporação de “livros proibidos”, bem como um acervo bibliográfico dos séculos XV ao XIX. Das décadas seguintes são os retábulos da Basílica, da autoria de Alessandro Giusti, artista de origem italiana que, em Mafra, iniciou uma verdadeira escola de escultura. Merecem, ainda, destaque os seis órgãos da Basílica, caso único no mundo em que se registou a conceção e realização, em simultâneo, de seis órgãos “dialogantes” entre si, já previstos no plano inicial na Basílica. O projeto foi entregue aos organeiros António de Machado Cerveira e Peres Fontanes. Estes foram cuidadosamente restaurados a partir de 1994, num processo premiado pela Europa Nostra.

 

O Palácio continuou a desempenhar as funções de Paço Real até ao final da monarquia, tendo mesmo sido em Mafra que D. Manuel II, último rei de Portugal, passou a derradeira noite antes de embarcar para o exílio. O Convento foi extinto em 1834 e, desde então, albergou diversas unidades militares que constituem, por si só, outro capítulo da história deste conjunto, pois estão ligadas aos grandes confrontos militares em que Portugal participou e à própria memória do exército português.

 

O Jardim do Cerco começou por ser a cerca conventual à disposição dos frades, mas, logo em 1718, D. João V mandou ali plantar todo o género de árvores silvestres. O conjunto alberga um grande lago central, para onde confluem águas da Tapada e de um poço anexo associado a uma gigantesca nora. Também ali se conserva um curioso Jogo da Bola, mandado construir pelos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, quando estes ocuparam o Convento entre 1771 e 1792.

 

A Real Tapada de Mafra (hoje designada Tapada Nacional de Mafra) foi criada em 1747 para servir as necessidades do Convento e para cenário venatório do monarca e da corte. Nos finais do século XIX e inícios da centúria seguinte, a Tapada foi palco privilegiado das caçadas do rei D. Carlos. Hoje, é um espaço vocacionado para a gestão florestal, cinegética, ambiental e turística. No seu interior, subsistem quatro fortes das Linhas de Torres, um dos quais já restaurado (Forte do Juncal), que ligam este espaço ao conflito europeu conhecido por Guerras Napoleónicas.

Picnic Galante - 22 junho - Jardim do Cerco Mafra

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A Câmara dos Ofícios e o Palácio Nacional de Mafra vão realizar no próximo dia 22 de junho, no Jardim do Cerco em Mafra, a partir das 15H00 e até às 19H00, a recriação de um Picnic Galante do Séc. XVIII.

O evento conta com um programa variado desde a azáfama dos criados da corte que chegam com arcas, pratas, candelabros, almofadas e tudo o que é necessário ao acontecimento, à chegada dos Nobres que vêm merendar. Para além da recriação de uma merenda do séc. XVIII, haverá momentos de dança, poesia e jogos do séc. XVIII.

O convite é feito à população em geral. Quem pretender participar deverá trazer a sua merenda e de preferência vir trajado a rigor, de modo a passar uma tarde de lazer com a Corte do Séc. XVIII.

Inserido no projeto europeu das Residências Reais “A place at the Royal Table/Um lugar à Mesa do Rei”, realiza-se este ano a 2ª edição.

O evento conta com o apoio da Câmara Municipal de Mafra.

 

ENTRADA LIVRE

ERP Portugal e Novo Verde apostam na 2ª edição da "Recycling Party"

evento reúne escolas dos concelhosde Mafra, Cascais, Oeiras e Sintra

no Dia Mundial do Ambiente

 

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A ERP Portugal e Novo Verde (entidades gestoras de resíduos) realizam a segunda edição da “Recycling Party” em parceria com a Câmara Municipal de Mafra e diversas entidades que trabalham o tema da sustentabilidade. A iniciativa decorre no Dia Mundial do Ambiente, 5 de junho, e vai contar com a presença de cerca de duas mil crianças, entre os 6 e os 11 anos, de quatro concelhos (Mafra, Cascais, Oeiras e Sintra), no Parque Desportivo Municipal de Mafra.

Durante esta Festa, e com o apoio dos Municípios de Cascais, Mafra, Oeiras e Sintra, as crianças participarão em diversas atividades de sensibilização ambiental realizadas por diversas entidades que trabalham este tema e partilham esta missão. Pretende-se, desta forma, despertar a consciência dos mais jovens para a importância de comportamentos sustentáveis, nomeadamente no que respeita à reciclagem de equipamentos elétricos e eletrónicos, pilhas e embalagens em fim de vida.

Prometendo muita animação, a ERP Portugal e a Novo Verde têm ainda preparada uma atividade surpresa que levará as crianças a uma interação divertida em equipa, em torno do tema principal do dia: a reciclagem.

Antes de terminar o dia, o músico português Paulo Sousa sobe ao palco para um momento de animação que promete muitos sorrisos.

in natalis 2018 | ciclo de concertos de natal do concelho de mafra

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IN NATALIS
CICLO DE CONCERTOS DE NATAL DO CONCELHO DE MAFRA | EDIÇÃO 2018

DE 1 A 16 DEZEMBRO 2018

Reforçando a ancestral ligação do Concelho de Mafra à música, a Câmara Municipal de Mafra em co-organização com a cultur'canto associação cultural e apoio da Vigararia de Mafra, apresentam a V edição do inNatalis - Ciclo de Concertos de Natal do Concelho de Mafra - um programa que abrange todas as paróquias do município e que integra um vasto repertório alusivo à quadra do Natal, sendo já uma das grandes iniciativas anuais de referência musical no Concelho.

O inNatalis tem como objetivo essencial levar a música de qualidade às freguesias do Concelho, através da realização de diversos concertos temáticos, mantendo viva uma das mais bonitas tradições da época - a interpretação de obras e canções de Natal de todos os tempos.

Este ciclo de concertos realiza-se de 1 a 16 de dezembro, destacando-se, em alguns casos, a utilização dos órgãos históricos do município. Um grandioso evento que integra 17 concertos, diversos grupos musicais e coros, que irão atuar, durante esse período, em 17 Igrejas do Concelho de Mafra.

Assista aos concertos e viva a magia da música de Natal perto de si...

Porque Mafra é Música!

PROGRAMA

1 de dezembro | sábado

  • 18h30 – Igreja de Nª Senhora da Conceição | Igreja Nova
    • Coro Chirstus Ensemble
  • 21h30 – Igreja de Nª Senhora do Rosário | Vila Franca do Rosário
    • Grupo Coral de Mafra

2 de dezembro | domingo

  • 16h00 – Igreja de Nª Senhora do Livramento | Livramento
    • Grupo Coral de Queluz e Célia Tavares no Órgão
  • 19h00 – Igreja de Santo Estêvão das Galés
    • Coral Encontro de Queluz

7 de dezembro | sexta-feira

  • 21h30 –Igreja de Nª Senhora da Encarnação | Encarnação
    • Coro de Câmara de Lisboa e Célia Tavares no Órgão

8 de dezembro | sábado

  • 16h00 – Igreja de Nª Senhora da Assunção | Enxara do Bispo
    • EmCANTUS - associação cultural de Odivelas
  • 19h00 – Igreja de São Paulo | Malveira
    • Choral Phydellius
  • 21h00 –Igreja de Santo António | Carvoeira
    • Trevo Ensemble

9 de dezembro | domingo

  • 16h00 – Igreja de São Miguel de Alcainça | Alcainça
    • Coro de Câmara Outros Cantos
  • 18h30 – Igreja de São Silvestre do Gradil | Gradil
    • Grupo Vocal Arsis e Célia Tavares no órgão

14 de dezembro | sexta-feira

  • 21h30 – Igreja de São Pedro | Ericeira
    • Coro Capela Nova e Célia Tavares no Órgão

15 de dezembro | sábado

  • 16h00 –Igreja de Nª Senhora da Oliveira | Sobral da Abelheira
    • Coro Ricercare
  • 18h00 – Igreja de Nª Senhora da Assunção | Cheleiros
    • Quarteto Opus 28
  • 21h30 – Igreja de Santo António | Venda do Pinheiro
    • Coro da Universidade de Lisboa

16 de dezembro | domingo

  • 16h00 – Igreja de Santo Isidoro | Santo Isidoro
    • Trevo Ensemble
  • 18h30 – Igreja de São Miguel do Milharado
    • Coro Mater Fidei
  • 21h30 – Igreja de Santo André |Mafra
    • Trio Sine qua non