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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Lisbon Music Fest está de regresso

Lisbon Music Fest 2024

25 de Maio no Porto | 28 de maio em Coimbra | 1 de junho em Mafra | entrada gratuita

 

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O Lisbon Music Fest está de regresso e os concertos já se ouvem nas salas de todo o país!

 

O Lisbon Music Fest regressa aos palcos com um novo formato, este ano com um maior número de concertos, espalhados por um período mais alargado, e apostando cada vez mais no intercâmbio entre músicos portugueses e internacionais.

Mantendo a simbiose entre Música e Património, no próximo sábado, 25 de maio, às 18h00, a Igreja de São João Novo (Porto), vai receber o Concerto conjunto do coro Voices in Harmony Peace Choir, dos Estados Unidos, dirigido por Camille Saucier, e o Ensemble Vocal Pro Musica, sob a direção de José Manuel Pinheiro.

 

Com a colaboração do Grupo Vocal Ad Libitum, a Igreja da Santa Casa da Misericórdia (Coimbra) acolhe este grupo coral norte-americano na próxima terça-feira, 28 de maio, às 19h00.

 

No sábado, dia 1 de junho, é a vez da Sala de Diana do Palácio Nacional de Mafra receber, às 16h00, o Coro Voices in Harmony Peace Choir para o Concerto conjunto com o Coro de Câmara Outros Cantos (Mafra), dirigido por Sara Afonso.

 

Obras de música sacra, de música tradicional dos dois países e até de autores como Bob Dylan e Christopher Eastburn, são alguns dos sons que se farão ouvir nestes três concertos do Lisbon Music Fest 2024 que marcam este final de primavera.

 

Todos os concertos são de entrada livre, percorrendo algumas das principais salas e monumentos das cidades de Lisboa, Porto, Coimbra, Mafra, Guarda, Madrid, Sevilha, Granada e Segovia (Espanha), numa digressão que une também Portugal e Espanha.

 

Festival Literário de Mafra | 30 de outubro a 5 de novembro | Mafra

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Um evento que pretende festejar a Literatura em todas as suas vertentes, com particular relevância para os autores de expressão portuguesa. O Festival Literário de Mafra, comissariado por José Fanha, realiza-se de 30 de outubro a 5 de novembro, integrando uma programação diversificada, destinada a todas as idades, com uma Feira do Livro, encontros com autores e sessões de contos.

 

Nos dias 30 e 31 de outubro, estarão a decorrer atividades especialmente dedicadas às escolas.

 

A abertura do Festival e da Feira do Livro está marcada para o dia 1 de novembro, às 16h00, no Torreão Sul do Real Edifício de Mafra.

 

Fique a conhecer a programação completa:

www.cm-mafra.pt/p/festival-literario

 

Todas as atividades são de participação gratuita. Os encontros com autores requerem inscrição prévia.

Youth Fest “Geração M” | DJ Diego Miranda | 30 de setembro | Parque Desportivo Municipal de Mafra

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Queres entrar no novo ano letivo em festa? No próximo dia 30 de setembro, vem até ao Parque Desportivo Municipal de Mafra e junta-te ao Youth Fest “Geração M”, que tem como cabeça de cartaz o DJ Diego Miranda. O live set começa às 19h30, estando a primeira parte a cargo dos DJs Alpha Heroes, e prolonga-se até às 23h00.

Com fortes ligações à Ericeira, e sendo um dos mais (re)conhecidos DJs e produtores nacionais, com uma bem-sucedida carreira à escala internacional, Diego Miranda promete deixar o público em êxtase, com o seu estilo eletrónico único.

Entrada gratuita, sujeita à lotação do espaço.

Vésperas solenes a 6 órgãos e carrilhão na Real Basílica de Mafra a 16 de Setembro

 

 

 

“A primeira execução moderna do Magnificat de Marcos Portugal, que não se ouve desde o tempo de D. João VI, será tocada nessa noite”

 

 

Mafra, aos 12 de setembro de 2023. Na tarde de 16 de Setembro, pelas 18h45, no dia que antecede a coroação pontifícia da veneranda imagem da Santíssima Virgem Maria no mistério da Sua Soledade, o Enviado Especial do Papa Francisco, o cardeal português, e Prefeito do Dicastério D. José Tolentino de Mendonça, enviado a Portugal expressamente para esta ocasião, presidirá às vésperas solenes de Nossa Senhora.  

 

A componente musical da celebração - assegurada pela Capella de S. Vicente e pelos seis órgãos da Real Basílica de Mafra - incluirá, para além de canto gregoriano e de cânticos litúrgicos em português, a primeira execução moderna do Magnificat de Marcos Portugal, até agora inédito na biblioteca do Palácio Nacional de Mafra, e a estreia absoluta do Deo gratias de João Vaz.

 

O carrilhão e restastes sinos, serão cordeados e executados pelo carrilhanista, Abel Chaves.

 

A este respeito, Francisco Simões do Paço, Juiz da Real e Venerável Irmandade do Santíssimo Sacramento de Mafra comenta, "Todos os fiéis e devotos de Nossa Senhora da Soledade estão convidados para assistir a esta cerimónia que antecede a coroação pontifícia. Serão ouvidos os 6 órgãos da basílica, cantores, carrilhão, clarins da Fanfarra do Exército, música que não se ouve desde o tempo de D. João VI, uma celebração única e irrepetível"

 

Estas cerimónias, integradas no IV Fórum Pan-Europeu de Irmandades, motivam e ajudam a sociedade civil e fiéis, a consolidar as relações da Irmandade com outras organizações religiosas e civis, na consecução dos seus fins estatutários. 

 

O acesso é de entrada livre, porém limitado à capacidade do espaçou e sem reserva previa, como nenhuma das celebrações conexas com a coroação pontifícia de Nossa Senhora da Soledade. 

 

Vésperas solenes a 6 órgãos e carrilhão na Real Basílica de Mafra a 16 de Setembro

 

“A primeira execução moderna do Magnificat de Marcos Portugal, que não se ouve desde o tempo de D. João VI, será tocada nessa noite”

 

 

Na tarde de 16 de Setembro, pelas 18h45, no dia que antecede a coroação pontifícia da veneranda imagem da Santíssima Virgem Maria no mistério da Sua Soledade, o Enviado Especial do Papa Francisco, o cardeal português, e Prefeito do Dicastério D. José Tolentino de Mendonça, enviado a Portugal expressamente para esta ocasião, presidirá às vésperas solenes de Nossa Senhora.  

 

A componente musical da celebração - assegurada pela Capella de S. Vicente e pelos seis órgãos da Real Basílica de Mafra - incluirá, para além de canto gregoriano e de cânticos litúrgicos em português, a primeira execução moderna do Magnificat de Marcos Portugal, até agora inédito na biblioteca do Palácio Nacional de Mafra, e a estreia absoluta do Deo gratias de João Vaz.

 

O carrilhão e restastes sinos, serão cordeados e executados pelo carrilhanista, Abel Chaves.

 

A este respeito, Francisco Simões do Paço, Juiz da Real e Venerável Irmandade do Santíssimo Sacramento de Mafra comenta, "Todos os fiéis e devotos de Nossa Senhora da Soledade estão convidados para assistir a esta cerimónia que antecede a coroação pontifícia. Serão ouvidos os 6 órgãos da basílica, cantores, carrilhão, clarins da Fanfarra do Exército, música que não se ouve desde o tempo de D. João VI, uma celebração única e irrepetível"

 

Estas cerimónias, integradas no IV Fórum Pan-Europeu de Irmandades, motivam e ajudam a sociedade civil e fiéis, a consolidar as relações da Irmandade com outras organizações religiosas e civis, na consecução dos seus fins estatutários. 

 

O acesso é de entrada livre, porém limitado à capacidade do espaçou e sem reserva previa, como nenhuma das celebrações conexas com a coroação pontifícia de Nossa Senhora da Soledade. 

 

Marque na agenda: encontro lusófono sobre Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em Mafra | 6 de setembro

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Quadros superiores da Organização das Nações Unidas vão estar em Mafra, no próximo dia 6 de setembro, para debater o futuro da sustentabilidade. A par destes representantes, autarcas de mais de 20 municípios portugueses e homólogos da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, bem como investigadores e especialistas de diversas nacionalidades, participam no “Seminário Lusófono Municípios ODS”, que se realiza no Torreão Sul do Real Edifício de Mafra.

 

O programa, promovido à escala da lusofonia, com a presença de oradores dos municípios de Quelimane (Moçambique), Barcarena (Brasil), Salvador da Baía (Brasil) e Mogi das Cruzes (Brasil), pretende criar ferramentas para a agregação dos ODS no dia a dia de cada autarquia, quer ao nível técnico, quer ao nível do Executivo Municipal.

 

Neste âmbito, terão lugar três painéis temáticos, onde a aplicabilidade dos ODS, a “linguagem” da sustentabilidade e as medidas implementadas em Portugal e nos países lusófonos estarão em destaque.

 

Paralelamente ao seminário, realiza-se uma sessão para o público jovem, em formato workshop, intitulado “Os ODS na visão dos mais jovens”, incentivando à partilha de ideias, propostas e projetos para o desenvolvimento sustentável das comunidades, a serem apresentados no final da sessão principal “Seminário Lusófono Municípios ODS”.

 

O programa completo está disponível em:

https://www.cm-mafra.pt/p/seminario-ods

Festival Internacional de Carrilhão de Mafra - cinco concertos, de 30 de julho a 27 de agosto

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Em 2023, o Festival Internacional de Carrilhão de Mafra realiza-se de 30 de julho a 27 de
agosto próximo, num total de cinco concertos gratuitos, sempre ao domingo, sob
direção artística de Abel Chaves e com a participação de reconhecidos carrilhanistas
portugueses e estrangeiros. O evento é organizado pela Direção-Geral do Património
Cultural (DGPC), através do Palácio Nacional de Mafra, em parceria com o Município de
Mafra.
Os concertos podem ser assistidos no exterior do Monumento ou no Claustro Sul do
Palácio (entrada livre).
Marcam presença nesta edição os músicos Peter Höngesberg (Áustria), Abel Chaves e
Ana Elias (Portugal), Annie Gao (EUA), Antonius Raats (Países Baixos) e Maria Krunic
(EUA, de origem Sérvia), que representam, pela mesma ordem, o carrilhão da Abadia
Stift Heiligenkreuz (Áustria, 1992), os carrilhões históricos do Palácio de Mafra (1730), o
carrilhão móvel Lvsitanvs (2015), o carrilhão da torre cantante de Bok Tower Gardens
(1929), o carrilhão da Torre de St. Jan, em Roosendaal (1966) e o Carrilhão Memorial
Laura Spelman Rockefeller (EUA, 1932).
As torres da Basílica do Palácio de Mafra comportam um dos maiores conjuntos sineiros
do mundo, constituído por dois carrilhões com um total de 98 sinos.

Fundação ”la Caixa”, o BPI e a Câmara Municipal de Mafra enchem a vila de cor com fotografias da National Geographic

  • Mafra acolhe Cores do Mundo, uma exposição de 42 fotografias de conceituados fotógrafos da National Geographic que captam a grande paleta de cores que compõe o nosso mundo. A exposição aprofunda a importância de cada cor e as suas conotações.

 

  • Num lugar diversificado como o planeta Terra, as cores não têm o mesmo significado em todas as regiões. Na Índia e no Japão, o vermelho significa pureza, em África é a cor do luto e, noutros países, está associado ao poder e à força.

 

  • As imagens de fotógrafos como Joel Sartore,Steve McCurry, Lynn Johnson e Jodi Cobb, entre outros, captam a essência de paisagens, culturas e tradições de todo o mundo, desde a Papua Nova Guiné à Índia, passando pela Islândia, República Democrática do Congo, Chile e Estados Unidos da América.

 

  • A exposição faz parte do programa Arte na Rua, através do qual a Fundação ”la Caixa” e o BPI pretendem aproximar a ciência e a arte das pessoas, fora do contexto habitual dos museus e salas de exposição.

 

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Foi hoje inaugurada pelo presidente da Câmara Municipal de Mafra, Hélder Sousa Silva, às 11 horas, no Terreiro D. João V, junto ao Palácio Nacional de Mafra, distinguido como Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, a exposição Cores do Mundo, que nos traz a enorme variedade de paisagens do nosso planeta e as cores que as caracterizam, que ficará patente até dia 6 de junho. Participaram também na sessão de inauguração José Pena do Amaral, membro da Comissão de Responsabilidade Social do BPI, Maria João Cabral, Diretora Territorial da Fundação ”la Caixa” em Portugal, e Manuela Pedrón Nicolau, comissária da exposição.

 

Através de 42 imagens captadas por fotógrafos da National Geographic, a exposição organizada pela Fundação ”la Caixa” e pelo BPI, em colaboração com a Câmara Municipal de Mafra, convida-nos a refletir sobre a cor, um elemento que nos rodeia a todo o momento e que influencia a forma como nos sentimos, como nos enchemos de força, como relaxamos ou como nos emocionamos. Para que todos os seus tons e matizes não passem despercebidos, esta exposição faz deles os verdadeiros protagonistas.

 

Nas fotografias impressionantes dos azuis enevoados da luz matinal, dos violetas e vermelhos vivos do pôr do sol, dos verdes intensos dos campos ou dos dourados das folhas de outono, os visitantes encontrarão uma reflexão inspiradora sobre o significado das cores, as suas qualidades e o seu simbolismo ao longo da História.

 

Prestigiosos fotógrafos da National Geographic, entre os quais se encontram os multipremiados Joel Sartore, Steve McCurry, Michael Nichols, Lynn Johnson, Jodi Cobb, Paul Nicklen e Frans Lanting, dão-nos a conhecer as conotações das cores nas culturas de todo o mundo a partir da vasta gama de amarelos, laranjas, vermelhos, violetas, azuis, verdes e brancos.

 

Uma ligeira diferença no comprimento de uma onda luminosa determina se vemos vermelho ou azul, e a psique humana dotou estas cores de conotações que se difundiram nas culturas de todo o mundo. A humanidade é atraída pelas cores desde tempos imemoriais. Uma das primeiras substâncias corantes que se procurou foi a púrpura-de-tiro, utilizada pelos antigos fenícios e extraída das glândulas de uns moluscos do Mar Mediterrâneo. Os custos de produção eram tão elevados que só os ricos se podiam dar ao luxo de possuir peças de vestuário tingidas com este corante, gerando um simbolismo em torno desta cor, à qual também se chamou “púrpura real”.

 

Esta exposição faz parte do programa Arte na Rua, lançado em 2006 e através do qual a Fundação ”la Caixa” tem aproximado do grande público  criações de artistas como Auguste Rodin, Henry Moore e os fotógrafos Cristina Garcia Rodero e Sebastião Salgado, entre outros.  Agora, em colaboração com a National Geographic Society, o programa integra uma nova linha centrada na ciência e na natureza, em linha com um dos objetivos prioritários da Fundação ”la Caixa”, de levar a cultura, a ciência e o conhecimento à sociedade.

 

ÁREAS DA EXPOSIÇÃO

A exposição dedica uma área a cada uma das sete cores escolhidas e, através de seis fotografias e pequenos textos introdutórios, tece algumas considerações sobre o significado dessas cores no mundo.

 

AMARELO

Um agricultor a cortar feno em círculos no estado de Washington, nos Estados Unidos da América, um pequeno gelada agarrado às costas da mãe no Parque Nacional das Montanhas Simien, na Etiópia, e uma estátua dourada de Buda em Myanmar são algumas das fotografias que nos mostram esta cor em todo o seu esplendor.

 

O amarelo é júbilo. É o Sol que ilumina o Planeta e proporciona vida, calor e relaxamento. É serenidade. O amarelo pode desaparecer nas nuvens e aproximar-se tanto do branco que as pessoas podem perguntar-se se a cor efémera estará mesmo lá. O amarelo pode simbolizar o intelecto, uma vez que o seu brilho se assemelha ao brilho da mente humana, mas também pode simbolizar a doença e a cura.

 

LARANJA

O laranja é uma cor frequentemente menosprezada, que cede, por vezes, o protagonismo ao vermelho e ao amarelo. Existe na transição de brilho para os meses mais quentes, mas também na lenta passagem do verão para o inverno, quando as folhas verdes se tornam douradas e alaranjadas. O laranja mostra a sua força no crepúsculo, como se pode ver na fotografia dos gnus a caminhar perto do rio Zambeze e na lava do vulcão Mauna Ulu do Hawai. Porém, também é uma cor serena, como revela a fotografia do jovem monge budista no Camboja, cujo manto de tom suave nos transmite tranquilidade.

 

VERMELHO

A Natureza utiliza o vermelho para seduzir e mostrar força e poder. É uma cor que persevera ao longo das estações do ano. Mesmo no inverno, quando tudo morre, o vermelho continua a viver no azevinho brilhante e nas bagas de inverno. As rãs-dardo advertem os predadores para o seu veneno com uma cor vermelha brilhante. O vermelho não é subtil. Na nossa cultura, é amor, paixão e fogo. Na Índia, de onde provém uma fotografia da tribo Fakirani, significa pureza, mas, em África, é a cor do luto.

 

AZUL

No nosso planeta, estamos constantemente rodeados de tons de azul. Num lago, é relaxante e, no céu, denota imensidão. No oceano, por outro lado, chama-nos para as profundezas, para o desconhecido. Exemplos deste azul são as fotografias de um góbio que descansa sobre uma amêijoa gigante no fundo do mar da Indonésia e do par de focas-caranguejeiras que dormita num bloco de gelo flutuante, na Antártida. O azul tem estado entrelaçado com a religião desde a Antiguidade. Pode ver-se no turquesa sereno dos azulejos das mesquitas e no raio cerúleo que crepita nas mãos de Zeus, na mitologia grega. O azul é poderoso e místico.

 

VIOLETA

O violeta é misterioso. Lavanda, ameixa, beringela... Todos os tons de violeta são surpreendentemente diferentes. O violeta é suave, mas insistente. Está nas primeiras horas da manhã, antes de o Sol surgir no horizonte, como na fotografia protagonizada por uma foca-da-Gronelândia que repousa no gelo do Golfo de São Lourenço, no Canadá, sob o céu crepuscular. Está também, noutro tom, nas cores outonais da vista panorâmica do rio Missisquoi, nos Estados Unidos da América. O violeta adorna a realeza nos ricos tons aveludados das suas vestes e coroas, e no brilho das pedras preciosas.

 

VERDE

O verde é manifestação de vida. É renascimento, renovação. O primeiro rebento de uma planta verde numa extensão de terra significa o renascimento que se segue ao inverno. Nas fotografias, vemos o esplendor do verde em torno de um camponês que colhe o primeiro chá do ano no Japão. No mundo animal, o verde também está presente, como se pode ver na fotografia de um quetzal macho, na Guatemala.

 

A existência de verde é sinal de saúde e vitalidade. O verde mantém-nos vivos. A vasta área verde do nosso planeta expira o oxigénio que nós humanos inspiramos, estabelecendo uma relação cíclica de vida e morte que deve ser protegida e preservada.

 

 

BRANCO

Na exposição, uma noiva e os seus convidados dançam na rua em Skopje, na Macedónia. O branco não é mais do que a cor do início e do fim. É a cor da pureza. É etérea, imaculada e perfeita.

 

A sua delicadeza pode ser vista no pelo de alguns animais, como no do lémure sifaka de Madagáscar que protagoniza uma das fotografias da exposição. Contudo, o branco também pode ser avassalador, ao absorver todas as outras cores, como na fotografia do iceberg antártico que transporta os pinguins. É a cor de nada e de tudo.

 

Cores do Mundo

De 9 de maio a 6 de junho de 2023

Terreiro D. João V / Mafra

 

Abertura ao público em geral:

Exposição aberta 24h para visita livre

 

Visitas guiadas gratuitas para escolas e outros grupos:

De segunda a sexta, das 10h às 13h e das 16h às 18h

Reserva através do número de telefone 21 556 24 95

 

Visitas comentadas gratuitas para o público em geral:

Sábados, às 16h, e domingos, às 11h

 

https://fundacaolacaixa.pt/pt/

https://fundacaolacaixa.pt/pt/ultimas-noticias

Festival Internacional de Órgão de Mafra | 21 de abril a 7 de maio | concertos na Basílica do Palácio Nacional de Mafra e em diversas igrejas do Concelho

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Celebrando o património organístico do Concelho de Mafra, a Câmara Municipal organiza a VI edição do Festival Internacional de Órgão de Mafra, de 21 de abril a 7 de maio, com concertos na Basílica do Palácio Nacional de Mafra e em diversas igrejas do Concelho. Em 2023, o Festival presta sentida homenagem ao compositor Johann Sebastian Bach, figura máxima da cultura organística internacional, integrando obras da sua composição no repertório de cada um dos concertos.

 

Aos organistas portugueses de diferentes gerações, juntam-se artistas internacionais de grande prestígio (Quentin du Verdier, Andreas Liebig, Luca Scandali, Roman Perucki), que serão os protagonistas dos concertos que se irão realizar na Basílica do Palácio Nacional de Mafra e nas Igrejas de S. Pedro (Ericeira), Nossa Senhora do Livramento, Santo Isidoro, Nossa Senhora da Assunção (Enxara do Bispo), Nossa Senhora da Encarnação, Santo André (Mafra) e Capela de Nossa Senhora do Monte Carmo (Venda do Pinheiro).

 

O Festival Internacional de Órgão de Mafra é uma organização da Câmara Municipal de Mafra, com apoio do Palácio Nacional de Mafra e da Vigararia de Mafra e direção artística de João Vaz.

 

O último concerto, a realizar na Basílica do Palácio Nacional de Mafra, é de entrada paga, com bilhetes à venda no balcão do Palácio Nacional de Mafra.

 

Nas restantes Igrejas, a entrada é gratuita, sujeita à lotação do espaço.