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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

“A Maior Sardinha do Mundo” e “Expressões faciais num instante” em exibição no Galeria de Arte do Mira Maia Shopping

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Até ao próximo dia 10 de março, o Mira Maia Shopping é o anfitrião das exposições “A Maior Sardinha do Mundo em Crochê/Tricô” e “Expressões faciais num instante”. Todos os interessados poderão visitar as exibições gratuitamente.

 

De forma a sensibilizar para a importância da conservação do meio marinho, dezenas de pessoas participaram na exposição “A Maior Sardinha do Mundo em Crochê/Tricô”, elaborando uma sardinha com cerca de 8 metros de comprimento através de centenas de peças nos materiais referidos. A peça em exposição conta, também, com referências à vida e à cultura portuguesa.

 

Promovido pela Cerciência - Ciência em Rede, a exposição “Expressões faciais num instante” pretende ligar a ciência à arte da fotografia. Assim, são apresentados os trabalhos do concurso promovido pela associação, explorando vários conceitos e temas científicos.

 

A Galeria de Arte do Mira Maia Shopping recebe várias exposições de artistas relacionados com a pintura, aguarela, fotografia, escultura, artesanato ou trabalhos 3D. Todos os interessados que possuam obras de arte da sua autoria estão convidados a expor os seus trabalhos na galeria, de forma gratuita.

 

A candidatura poderá ser formalizada em geral@miramaiashopping.pt

Exposição mostra clássicos do século passado estacionados na Maia

Até 15 de setembro há uma exposição a não perder para os amantes dos carros clássicos a decorrer na Maia. Alvis, Bugatti, Fiat, Ford, MG e Talbot são algumas das estrelas que marcam a primeira metade do século XX, antes da II Guerra Mundial, que estão estacionadas no piso 0 do centro comercial Mira Maia Shopping.

Da primeira década poderá encontrar o Talbot 4AB (1910), com um motor de 4 cilindros, carburador único e ignição por magneto. Alcançou a imortalidade em Brooklands, em fevereiro de 1913, quando um Talbot 25hp aerodinâmico, conduzido por Percy Lambert, se tornou o primeiro automóvel do mundo a percorrer 100 milhas numa hora. 

Há um Ford T (1917), um automóvel clássico concebido e desenvolvido por Henry Ford, que criou uma rutura na indústria automóvel, sendo o primeiro a fabricar automóveis numa linha de montagem. Este modelo é uma peça de coleção para os entusiastas de automóveis. Algumas das características que tornam o Ford T único em alguns modelos são os muitos pormenores em cobre e em madeira, como as rodas cujos raios de artilharia são em madeira. Ainda na família Ford, há também em exposição  um Ford T Speedster (1915) que competiu em diversas provas internacionais.

Da segunda década pode ser admirado o Fiat 521 (1929), um automóvel de passageiros produzido pela Fiat entre 1928 e 1931, que colocou a Fiat no caminho para o seu subsequente estatuto de multinacional. Mais de 33.000 Fiat 521 foram produzidos em Itália e na Alemanha.

Da terceira década estão presentes o MG M-type (1930), que levou a MG a um novo patamar. Este automóvel desportivo de duas portas utilizava uma versão atualizada do motor de quatro cilindros com árvore de cames à cabeça, acionado por engrenagem cónica, com um único carburador SU que debitava 20 cv (15 kW) às 4000 rpm. A tração era feita para as rodas traseiras através de uma caixa de três velocidades não sincronizada.

Há o famoso Bugatti Type 35 (1930) que alcançou mais de duas mil vitórias em competição para a marca de Molsheim. A elegância do 35 estava na forma como a silhueta do capot fluía da grelha do radiador em forma de ferradura, estendendo-se até uma extremidade traseira cónica onde se encontrava o depósito de combustível. O design do Type 35 tinha muitos pormenores excecionais, mas discretos, como as jantes em alumínio - uma novidade absoluta na altura. Um pormenor mais subtil era o seu eixo dianteiro de uma só peça. Sendo oco no centro e sólido nas extremidades, o design do eixo exigia toda a arte e tecnologia que a fundição podia reunir. 

O Riley Sprite (1937) é outro protagonista. Produzido pela Riley Motors de 1935 a 1938, foi construído maioritariamente com motores de 4 cilindros. O seu sucesso nas corridas (especialmente sob a forma do modelo Riley T.T. Sprite) levou à adoção de "Sprite" como designação para o modelo desportivo topo de gama da gama de carros de turismo Riley Kestrel da época. O exemplar exposto tem participado em diversas provas.

Por fim, há um Alvis 4.3 Vanden Plas (1939), um dos três veículos produzidos antes da II Guerra Mundial, com carroçaria de berlina de ponta. Todos os três estão ativos. Este carro estava destinado a ser o Show Car de 1940, mas depois do início da guerra foi enviado para Lisboa e vendido a Fernando Espírito Santo Moniz Galvão, em 11 de outubro de 1939. Tem um motor de seis cilindros em linha de 4.387 cc, com uma potência de 31,48 cv e produz 137 cv, logo às 3.600 rpm, o que lhe confere uma aceleração impressionante e uma velocidade máxima de três dígitos. 

EntreLinhas na Maia: a Festa do Ferroviário também passa por aqui

 

Até ao final do mês de agosto, o MaiaShopping apresenta uma exposição dedicada à história dos caminhos de ferro.

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A história dos caminhos de ferro está em exposição, no MaiaShopping, e pode ser visitada até dia 31 de agosto, no Piso 1, Praça do Lago. Intitulada “EntreLinhas”, a mostra resulta de uma parceria com a Câmara Municipal de Valongo, no âmbito da Festa do Ferroviário.

 

Esta exposição reúne elementos que espelham os marcos importantes dos caminhos de ferro e diversos materiais utilizados por este meio de transporte e pelos profissionais que trabalham na área. Há ainda espaço para dois manequins que exibem fatos de maquinista e de revisor.

 

“EntreLinhas” dá a conhecer aos visitantes do MaiaShopping o património material e imaterial ligado à ferrovia e aos ferroviários, destacando a importância transversal dos caminhos de ferro, e, em particular, o seu contributo para a cidade de Ermesinde e o município de Valongo.

 

Recuando no tempo, a inauguração da Estação Ferroviária em Ermesinde, em 1875, fez da cidade um ponto de passagem de milhares de pessoas e mercadorias, que todos os dias se deslocam nas linhas do Minho, do Douro e de Leixões, e levou a que muitos ferroviários acabassem por se fixar no concelho de Valongo com as suas famílias. Atualmente, dada a proximidade, é uma infraestrutura que facilita o acesso dos visitantes ao MaiaShopping.

 

Esta exposição antecipa o evento cultural com nome homónimo, EntreLinhas – Festa do Ferroviário, que se realiza de 25 a 27 de agosto, em Ermesinde, e cujo programa geral integra várias iniciativas, como conferências, concertos, tertúlias, gastronomia e uma mostra turística.

 

“Voltar a estabelecer uma parceria com a Câmara Municipal de Valongo, e tornar o MaiaShopping o palco de uma exposição tão marcante para a história dos caminhos de ferro é mais um motivo de orgulho para nós. Além disso, É também o reflexo da aposta que fazemos na democratização do acesso à cultura e em proporcionar a quem nos visita uma experiência que vai muito além das compras”, refere Emanuel Lemos, diretor do MaiaShopping.

 

Exposição

Data: até 31 de agosto

Local: Maia, MaiaShopping, Praça do Lago, Piso 1

Entrada: livre

 

Exposição “Fragmentos Artísticos” na Maia

 

A Exposição da “Fragmentos Artísticos”, que reúne trabalhos da artista plástica Mariana Carvalho Lopes, está patente na Galeria de Arte do Mira Maia Shopping até 1 de julho.

Nesta exposição, destaque para as esculturas a partir de moldes do corpo, pintura, inspirada na natureza, e retratos realistas a grafite e a óleo. 

Natural de Vila Nova de Gaia, Mariana Carvalho Lopes passou pela Escola Artística Soares dos Reis no Porto, a Faculdade de Belas Artes e a Universidade Católica, conjugando a pintura, o desenho e a conservação e restauro.

Exposição Fragmentos Artísticos patente na Maia

A Exposição da “Fragmentos Artísticos”, que reúne trabalhos da artista plástica Mariana Carvalho Lopes, está patente na Galeria de Arte do Mira Maia Shopping até 1 de julho.

Nesta exposição, destaque para as esculturas a partir de moldes do corpo, pintura, inspirada na natureza, e retratos realistas a grafite e a óleo. 

Natural de Vila Nova de Gaia, Mariana Carvalho Lopes passou pela Escola Artística Soares dos Reis no Porto, a Faculdade de Belas Artes e a Universidade Católica, conjugando a pintura, o desenho e a conservação e restauro.

Mira Maia Shopping cria Biblioteca de livros usados e Hora do Conto

 

Com o objetivo de promover a leitura junto das crianças e incentivar a economia circular, o Mira Maia Shopping lança, a iniciativa “A Biblioteca do Gato Charlie”, que visa a criação de um ponto de leitura, a partir de livros usados. Todos os meses, esta biblioteca, onde livros ganham uma nova vida e novos leitores, receberá a visita de um contador de histórias muito especial: o Gato Charlie. 

“O Gato Charlie traz personalidade e humor, sendo um elemento diferenciador nas tradicionais horas do conto. As histórias escolhidas integram o Plano Nacional de Leitura e caracterizam-se pelas narrativas ricas em ensinamentos, valores e aventuras. Além da leitura das histórias, o Gato Charlie irá interagir com as crianças através de perguntas, brincadeiras e jogos teatrais relacionados com as histórias, criando um ambiente dinâmico, animado e participativo, o que permitirá ao projeto apresentar uma evolução ao longo do tempo com várias novidades”, explica Marta Félix, diretora do Mira Maia Shopping.

A primeira sessão acontece este domingo, dia 25, às 11h, o Mira Maia Shopping estreia a Hora de Conto. O livro escolhido é "O Lobo que descobriu o país dos contos”, de Orianne Lallemand.

A participação é gratuita e não carece de inscrição prévia.

OS 120 ANOS DA LENDÁRIA HARLEY-DAVIDSON EM EXPOSIÇÃO NA MAIA

 

A Exposição "A História do Mito - 120º Harley-Davidson” narra os 120 anos da vida da marca de motos mais célebre de sempre, fundada em Milwaukee, no estado norte-americano de Wisconsin, por dois amigos de infância, Arthur Davidson e William S. Harley.

A Exposição, patente até 4 de junho, na Maia, no Mira Maia Shopping, conta a história da Harley-Davidson, desde o início da produção em 1903, com a criação da lendária “Silent Grey Fellow” e do primeiro modelo com motor, fazendo uma retrospetiva dos principais marcos históricos da marca que se tornou pioneira no design, na tecnologia e na performance, conquistando uma legião de fãs por todo o mundo.

Pintora Maria do Céu Figueiredo expõe paisagens do mundo na Maia

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Até 31 de maio está patente na Galeria de Arte do Mira Maia Shopping a Exposição da “Maria art pelomundo”, que reúne trabalhos da pintora Maria do Céu Figueiredo. 

Inspirada pelas várias paisagens do mundo, nomeadamente a natureza africana, estão expostos trabalhos em óleo e pastel seco, apresentados e distinguidos em vários certames internacionais. 

A pintora natural da Maia tem desenvolvido a arte da pintura em Portugal, Espanha, Bulgária, França, Egito, Inglaterra, Malawi, Namíbia e México.

Pintora Maria do Céu Figueiredo expõe paisagens do mundo na Maia

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Até 31 de maio está patente na Galeria de Arte do Mira Maia Shopping a Exposição da “Maria art pelomundo”, que reúne trabalhos da pintora Maria do Céu Figueiredo. 

Inspirada pelas várias paisagens do mundo, nomeadamente a natureza africana, estão expostos trabalhos em óleo e pastel seco, apresentados e distinguidos em vários certames internacionais. 

A pintora natural da Maia tem desenvolvido a arte da pintura em Portugal, Espanha, Bulgária, França, Egito, Inglaterra, Malawi, Namíbia e México.

1º Colóquio de Fotografia da Maia - 26/27 Maio'23 - Fórum da Maia

1º Colóquio de Fotografia da Maia reúne especialistas e convidados no ‘Fórum’ local

Autarquia e Associação Dez Quinze promovem iniciativa nos dias 26 e 27 de Maio

 

Ao contrário daquilo que se poderá depreender da palavra encimada no título: ‘Colóquio’ é, neste caso, algo que faz mais sentido do que sentado. É esta a dinâmica da iniciativa cuja organização pertence à Câmara Municipal da Maia, através do Pelouro da Cultura, em colaboração estreita com a Associação Cultural Dez Quinze, que assume a curadoria do evento. Desta coprodução entre as duas entidades resulta a pretensão de agitar os participantes a reflectirem sobre o fenómeno da fotografia, consagrando também algum tempo para a experimentação ao longo dos dois dias de programação: 26 e 27 de Maio (sexta e sábado). Workshops, convidados/especialistas, debates e apresentações de livros da especialidade compõem o positivo ramalhete fotográfico da iniciativa que decorrerá no Fórum da Maia.

Assim, no primeiro dia, 26 de Maio, o tempo será inteiramente dedicado a um workshop de fotografia, orientado pelo Instituto de Produção Cultural e Imagem do Porto, destinado à comunidade escolar da Maia, no período da manhã, entre as 09h30 e as 12h30. Em plano sequencial, mas tendo como destinatário o público em geral (jovens adultos e adultos), na manhã do dia seguinte, 27 de Maio, entre as 10h00 e as 13h00, terá lugar uma outra sessão do workshop de fotografia, também com três horas de duração (a participação é gratuita, mas está sujeita a inscrição prévia), o desafio temático é desta feita a “Fotografia de rua”. Os participantes vão ‘respirar… fotografia’ uma vez que, para além do trabalho nas salas, vão de igual forma captar, ou capturar, coisas/objetos e instantes no exterior do Fórum da Maia.

No período subsequente, entre as 14h00 e as 15h30, o mote temático será o das apresentações de projectos fotográficos, dito no plural face à presença de dois especialistas em palco com conteúdos e abordagens diferentes. 

O primeiro, Rui Luís, irá explicitar aos presentes em que consiste o projeto de sua autoria “Ideias no escuro”. Em linhas gerais, o especialista começa por ser uma espécie de “recoletor arquivista”, que reúne um conjunto de negativos, imagens de arquivos, de colecções particulares e/ou memórias familiares dispersas as quais chegam à sua posse por via de aquisição direta ou através de doações que lhe são feitas. São tratadas e sujeitas a uma mediação de coerência por via de trabalho direto ou através de convites a pessoas que assumem a curadoria do material, seja ele fotográfico, videográfico ou filmográfico. 

Por seu turno, Carlos Lobo, que é fotógrafo, músico, investigador e programador na área da fotografia, apresentará o projecto: “I Would Run This Way Forever and Over Again”, um título que possui uma vontade determinada e que se converteu em suporte de livro de fotografia e que o autor, entre outras coisas, classifica como um “poema delicado…” de carácter pessoal, que versa de forma imagética a vida familiar, a juventude, a beleza e a ternura. Diferentes tópicos reunidos que vão ser dados a conhecer ao público.

E se o interesse suscitado nesta altura pelo primeiro ‘bloco de apresentações’ dos convidados já será certamente digno de registo, mais se acentuará ainda com a presença de duas profissionais com chancela qualitativa em termos de percurso na área: Pauliana Valente Pimentel e Luísa Ferreira, isto pouco depois das 15h30.

Pauliana Valente Pimentel pertenceu ao icónico colectivo [Kamerafoto] e faz exposições regulares desde 1999. Em 2005 participou no curso de fotografia do Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística. Para além de fotógrafa, é também realizadora. Em 2015 recebeu o prémio de Artes Visuais pela Sociedade Portuguesa de Autores. Estas são algumas das credenciais da autora que irá também apresentar a matéria fotográfica que molda o seu percurso profissional.

No caso de Luísa Ferreira deu-se uma deriva da formação em geografia para a fotografia. A génese do trabalho profissional deu-se em meados de 1980. Volvidos nove anos passou a integrar a equipa de fundadores do jornal diário Público, onde trabalhou ao longo de sete e de forma adicional mais dois para a agência de notícias norte-americana Associated Press. Continua a colaborar com a imprensa e expõe individualmente com regularidade desde 1989. É fotógrafa independente, vive e trabalha em Lisboa.

Deve sublinhar-se que as referidas apresentações contam com projecções de imagens dos autores e esses artefactos fotográficos servirão como auxiliares de reconhecimento do labor dos mesmos, bem como de recursos de explicitação dos respectivos processos criativos.

Como rodapé do programa, a denominada ‘cereja no topo’ do bolo, pelas 17h00 (com final previsto para as 19h00), terá lugar o debate geral sob o signo temático: “Fotografia: o poder da imagem na era digital” cuja moderação estará a cargo de Manuela Matos Monteiro (Diretora das Galerias Mira, Porto) e que terá como intervenientes os convidados: Carlos Lobo, Luísa Ferreira, Pauliana Valente Pimentel e Rui Pedro Luís.

O acesso à iniciativa é livre, a única acção condicionada é a participação no workshop de sábado de manhã, dia 27, que requer uma inscrição prévia através de infocultura@cm-maia.pt.

 

1.º Colóquio de Fotografia da Maia

26 e 27 de maio

Fórum da Maia 

Entrada livre

 

Programa

26 de maio

09h30 - 12h30 

Workshop de fotografia para comunidade escolar

“Fotografia de rua”

 

27 de maio

10h00 - 13h00 

Workshop de fotografia para público geral*

“Fotografia de rua”

 

14h00 – 15h30

Apresentação do projeto “Ideias no escuro” de Rui Luís. 

Apresentação do livro de fotografia “I would run this way forever and over again” de Carlos Lobo

 

15h30 – 17h00

Apresentação dos projetos fotográficos de Pauliana Valente Pimentel e Luísa Ferreira

 

17h00 - 19h00 

Debate “Fotografia: o poder da imagem na era digital”

 

Participantes

Carlos Lobo 

Luísa Ferreira

Pauliana Valente Pimentel

Rui Pedro Luís

 

Moderação

Manuela Matos Monteiro

 

*O workshop de fotografia é de participação gratuita, sujeita a inscrição através do e-mail  infocultura@cm-maia.pt. Vagas limitadas.