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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Atribuição do PRÉMIO VIDA LITERÁRIA VÍTOR AGUIAR E SILVA

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O Prémio Vida Literária Vítor Aguiar e Silva, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Braga, dotado de  € 20.000,00 foi atribuído, na primeira edição, relativa ao biénio 2020/2021, a JOÃO BARRENTO, docente universitário, ensaísta, tradutor e promotor de singular iniciativa cultural.

A Direcção, constituída em júri como desde sempre nesta iniciativa, deliberou por unanimidade, considerando o percurso notável do Autor, seja nomeadamente enquanto académico e cronista no espaço mediático ao longo de muitos anos, seja pelo brilho incomum das suas traduções de grandes poetas (Hölderlin, Goethe, Walter Benjamin entre outros) e da acção no Espaço Llansol, a todos os títulos modelar. João Barrento é uma personalidade maior da cultura portuguesa contemporânea.

Recorde-se que, no passado, foram distinguidos Miguel Torga, Sophia de Mello Breyner Andresen, José Saramago, Óscar Lopes, José Cardoso Pires, Eugénio de Andrade, Urbano Tavares Rodrigues, Mário Cesariny de Vasconcelos, Vítor Aguiar e Silva, Maria Helena da Rocha Pereira, João Rui de Sousa, Maria Velho da Costa e Manuel Alegre.

A sessão oficial de entrega do Prémio será oportunamente anunciada.

 

Câmara Municipal de Lamego torna-se membro fundador da Fundação de Serralves

No âmbito da implantação da estratégia de valorização territorial em Lamego

 

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O Município de Lamego tornou-se membro fundador da Fundação de Serralves, ao abrigo de um protocolo de cooperação estabelecido entre as duas instituições. Através desta nova parceria, a Câmara Municipal de Lamego passa a integrar o grupo de membros fundadores de Serralves possibilitando assim à população lamecense e às entidades locais um acesso mais alargado e uma maior proximidade à arte, à cultura, às indústrias criativas e às diversas iniciativas de sensibilização ambiental promovidas pela Fundação.

Anualmente decorrerá ainda um evento cultural em Lamego sob a chancela de Serralves.

 

A Câmara Municipal de Lamego foi reconhecida com o estatuto de fundador através da formalização de um protocolo recentemente assinado com a Fundação de Serralves. Para além desta nova atribuição, este acordo vem estabelecer uma parceria entre ambas as instituições como o objectivo de divulgar e promover a arte entre a comunidade lamecense, nomeadamente através da realização de diversas atividades culturais e ambientais.

 

Francisco Lopes, presidente da Câmara Municipal de Lamego, sublinha «a importância desta parceria na realização de vários projetos culturais comuns, mas também no âmbito da implementação de iniciativas de cariz pedagógico e de sensibilização ambiental. Para Lamego será uma excelente oportunidade para acolher exposições e eventos culturais únicos, com a chancela de Serralves, e também reforçar a notoriedade do nosso concelho a nível nacional. Por outro lado, importa ainda salientar que este acordo vai permitir à população um contacto mais próximo com diversas iniciativas artísticas e criadores portugueses e estrangeiros, o que será também uma forma de ampliar e fomentar os seus hábitos culturais.»

 

Como fundador de Serralves, o Município de Lamego terá acesso a um conjunto de ações relacionadas com este novo estatuto e que se traduzem numa programação específica adaptada à comunidade local e que engloba a promoção da cultura contemporânea e da sensibilização ambiental, associadas as outras competências especializadas da Fundação de Serralves.

 

O protocolo foi assinado entre o presidente da Câmara Municipal de Lamego, Francisco Lopes, e a presidente do Conselho de Administração da Fundação de Serralves, Ana Pinho, numa cerimónia que contou ainda com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e a Ministra da Cultura, Graça Fonseca.

Prémio Estudar a Dança, em 1ª edição, atribuido a investigadora Raquel Madeira por estudo sobre impacto da internet na dança contemporânea

Raquel Madeira é a investigadora distinguida na 1ª edição do Prémio Estudar a Dança, com uma dissertação de mestrado sobre o impacto da Internet na Dança teatral contemporânea, intitulada “Dança e Internet – Conectividade e Participação na Criação Coreográfica”.

O galardão, no valor pecuniário de três mil euros, é uma iniciativa da Direção Geral do Património Cultural (DGPC), através do Museu Nacional do Teatro e da Dança (MNTD) e com o patrocínio da Fundação Millennium bcp. O júri, que reuniu a 28 de novembro de 2021, foi constituído por José Sasportes,  Rui Vieira Nery, José Carlos Alvarez e pelo diretor do MNTD, Nuno Costa Moura.

A dissertação premiada foi defendida em 2019 na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, no âmbito do Mestrado em Artes Cénicas, tendo obtido a qualificação de Excelente.

“Partindo do pressuposto da ubiquidade da rede no quotidiano das sociedades da comunicação e informação”, este estudo, nas palavras da autora, reflete sobre “como e de que forma a Internet tem impacto na Dança teatral contemporânea e pode influenciar a criação coreográfica, a partir da discussão de aspetos relacionados com a conectividade da rede e a participação na arte.”

Já o júri, no seu Parecer, considera que o trabalho premiado apresenta “uma discussão consistente, inovadora e aprofundada do tema proposto, pertinente para a compreensão do momento atual da criação coreográfica, abrindo perspetivas de relação e apropriação pública do ato artístico, incidindo sobre o estudo de casos de alguns espetáculos e manifestações apresentados em Portugal”.

Licenciada em Dança pela Escola Superior de Dança, Raquel Raso Rodrigues Pinto Madeira é atualmente bolseira de doutoramento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e Investigadora no Grupo Performance e Cognição do ICNOVA - Instituto de Comunicação da NOVA.

 

 

 

 

 

O Prémio Estudar a Dança, que celebra o valioso espólio do MNTD, destina-se a galardoar trabalhos académicos de excecional qualidade que contribuam para o conhecimento desta

Arte, estimulando o desenvolvimento de uma área disciplinar que tem sido pouco cultivada no nosso país.

 

Nos termos do Regulamento, este é um galardão anual que se dirige alternadamente a dissertações de mestrado e a teses de doutoramento. Assim, na 2ª edição, a lançar em 2022, será a vez de o Prémio contemplar teses de doutoramento sobre a história e/ou a estética da dança teatral, defendidas nos últimos cinco anos num estabelecimento de ensino nacional ou estrangeiro.

 

Sublinha-se que o Prémio Estudar a Dança surge na sequência de uma significativa doação feita por José Sasportes em 2015, que tornou a biblioteca e o arquivo do MNTD no mais amplo acervo bibliográfico e documental no campo da dança teatral em Portugal, a par do notável património deste Museu relativo à evolução da dança. Por esta razão o então Museu Nacional do Teatro passou a ter a designação oficial de Museu Nacional do Teatro e da Dança.

A cerimónia formal de entrega do Prémio Estudar a Dança à investigadora Raquel Madeira decorrerá este ano, em data a anunciar oportunamente.

“Fernando Pessoa e Outras Pessoas”: Município promoveu projeto inédito

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Entre abril e dezembro deste ano, o ciclo de conferências “Fernando Pessoa e Outras Pessoas”, que decorreu na Biblioteca Municipal de Palmela, permitiu revelar novas facetas da obra de Fernando Pessoa e outros grandes escritores portugueses. As sessões foram moderadas por Ricardo Belo de Morais, investigador, escritor e especialista em Fernando Pessoa. Este é um projeto inédito, estreado em Palmela por convite da Câmara Municipal ao investigador, e que outros municípios já mostraram entretanto interesse em desenvolver.

A última conferência realizou-se no dia 4 de dezembro, completando uma série de oito palestras de literatura comparatista, em que foram detalhadamente analisadas as relações biográficas e literárias entre Fernando Pessoa e os escritores Mário de Sá-Carneiro, Luís de Camões, Maria Gabriela Llansol, Sophia de Melo Breyner Andresen, Agustina Bessa-Luís, Miguel Torga, José Saramago e Cesário Verde. As sessões decorreram num tom intimista, de mergulho nas obras destas/es escritoras/es, em aspetos pouco conhecidos e documentados, com imagens e excertos.

Fundação Mirpuri entrega 90 mil euros às artes

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Até 31 de Janeiro: Abertas as Candidaturas aos Prémios de Dança, Música e Teatro 2022

Fundação Mirpuri entrega 90 mil euros às artes

 

Estão abertas as candidaturas para a segunda edição dos Prémios de Dança, Música e Teatro da Fundação Mirpuri, iniciativa que visa a promoção do mérito artístico nacional e internacional, através da aposta na distinção do melhor da cultura e no fomento das atividades culturais em Portugal e no mundo.

Cada categoria tem associado um prémio de 30 mil euros, perfazendo um total de 90 mil euros que será entregue aos nomes que mais se destacarem nas áreas artísticas dos Prémios, numa Gala que se realizará no Teatro Nacional de S. Carlos, em Lisboa, com data marcada para 8 de julho de 2022.

O nome dos Prémios foi inspirado em figuras nacionais incontornáveis para cada uma das suas áreas: Carlos Avillez, Anna Mascolo e Carlos de Pontes Leça. Este ano pela primeira vez, poderão concorrer artistas de todo o mundo na sua respetiva área, aumentando o alcance da cerimónia.

Recorde-se que, na primeira edição, realizada em 2018, o prémio na área da dança foi para Fernando Duarte, Mestre de Bailado, Coreógrafo e Professor Convidado do Conselho Internacional de Dança/UNESCO.

Na área da música, o galardoado foi o Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa (MPMP), prémio entregue a Edward Abreu (Presidente do MPMP) e Duarte Martins (Vice-Presidente do MPMP). O Ensemble MPMP é um grupo de instrumentação flexível que tem desenvolvido um trabalho com vista à redescoberta de património passado e à valorização de repertórios contemporâneos.

Por fim, na área de teatro, o contemplado foi Elmando Sancho, ator que frequentou as mais conceituadas escolas e universidades como a Real Escuela Superior de Arte Dramático de Madrid, a Universidade São Paulo/Escola Comunicação e Artes e o Conservatoire National Supérieir D’art Dramatique de Paris. Tanto no teatro, como em televisão e cinema, fez parte do elenco das mais variadas peças, séries e filmes.

 

A gala de entrega de prémios contou com os reconhecidos apresentadores, Catarina Furtado e Paul Rose da BBC, e com a atuação de vários bailarinos internacionalmente reconhecidos dos maiores palcos do mundo. Estiveram presentes artistas internacionais como Ekaterina Kondaurova, bailarina principal do Ballet do Teatro Mariinsky, de São Petersburgo, Maria Alexandrova, bailarina aclamada que fez carreira no Ballet Bolshoi, Andrey Ermakov, Nina Ananiashvili, atual diretora do Ballet da Geórgia, Marcelo Gomes, bailarino brasileiro e bailarino principal do American Ballet Theatre, Patrícia Henriques, distinguida pela revista Dance Europe, Miguel Ramalho, que recebeu o prémio da imprensa em 2012 como bailarino no ano.

 

Para mais informações sobre o regulamento, visite: https://mirpurifoundation.org/programs/performing-arts/applications-now-open-for-dance-music-and-theatre-awards-2022/

 

 

 

 

Estoril Sol institui novamente o Prémio Vasco Graça Moura - Cidadania Cultural

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Com o valor de 20 mil euros

 

Estoril Sol institui novamente

o Prémio Vasco Graça Moura - Cidadania Cultural

 

  • Termina a 26 de novembro o prazo de candidaturas exteriores ao Júri

 

Está aberto o concurso para atribuição da 7ª edição do Prémio Vasco Graça Moura - Cidadania Cultural, instituído pela Estoril Sol e com o valor pecuniário de 20 mil euros. Lançado em 2015, este Prémio é considerado uma das mais prestigiadas iniciativas que integram o calendário de eventos culturais a nível nacional. Expira no dia 26 de novembro o prazo de recepção das candidaturas exteriores ao júri.

 

Com periodicidade anual, o Prémio Vasco Graça Moura, está reservado a uma personalidade de nacionalidade portuguesa, que se tenha notabilizado por um conjunto de obras, ou por uma obra original e inovadora de excepcional valia para a Cidadania Cultural do País.

 

Segundo o regulamento, o Prémio poderá ser atribuído a um escritor, ensaísta, poeta, jornalista, tradutor ou produtor cultural que, ao longo da carreira haja contribuído para dignificar e projectar no espaço público o sector a que pertença.

 

Ao promover este Prémio, a Estoril Sol assume a convicção de que a sua natureza e abrangência serão o justo reconhecimento pela obra multidisciplinar de Vasco Graça Moura, e pela sua imensa, profícua e invulgar polivalência criativa.     

 

As candidaturas deverão ser apresentadas e fundamentadas pelos membros do Júri e por personalidades ou entidades que o desejem fazer.

 

Todas as candidaturas exteriores ao Júri deverão ser remetidas em correio registado, ou serem entregues, por protocolo, até 26 de Novembro de 2021, no seguinte endereço: “Prémio Vasco Graça Moura – Cidadania Cultural ” Gabinete de Imprensa da Estoril Sol – Casino Estoril – Av. Dr. Stanley Ho - 2765-190 Estoril."

 

Recorde-se que, o escritor e ensaísta Eduardo Lourenço venceu, em 2016, a primeira edição e, no ano seguinte, foi distinguido o director do quinzenário JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias” José Carlos Vasconcelos. Em 2018, foi a vez de Vítor Aguiar e Silva, académico, ensaísta e prestigiado camoniano, enquanto na edição seguinte, em 2019, foi Maria do Céu Guerra a receber o galardão, como reconhecimento pelo trabalho que desenvolveu, ao longo de mais de cinco décadas, uma carreira ímpar ligada às artes.

 

Em 2020, o prémio coube a Carlos do Carmo, figura impar do meio artístico nacional, que se distinguiu como uma das vozes mais relevantes do fado e que com o seu talento projectou o nome de Portugal a nível internacional. Já este ano, em sexta edição, foi galardoado Emílio Rui Vilar, pela constante, importante e significativa acção cultural desenvolvida durante um longo percurso, mormente como administrador ou gestor com responsabilidades em grandes instituições.

 

O Prémio será atribuído por um Júri presidido por Guilherme D`Oliveira Martins, cuja base é comum à dos Prémios Literários Fernando Namora e Revelação Agustina Bessa-Luís ao qual presidiu Vasco Graça Moura.

João Tordo vence Prémio Literário Fernando Namora instituído pela Estoril Sol

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Com o romance “Felicidade”, João Tordo foi o grande vencedor da 24ª edição do Prémio Literário Fernando Namora, relativo ao ano de 2021, instituído pela Estoril Sol, com o valor pecuniário de 15 mil euros.

 

Na deliberação do Júri, presidido por Guilherme D ´Oliveira Martins, e após debate sobre os méritos das obras apresentadas a concurso, assinala-se que a obra “Felicidade”, de João Tordo, “é um romance de formação emocional e afectiva de um homem constituído em narrador, embora sem nome que o identifique ao longo do livro. O dramatismo de solidão do narrador e protagonista de romance assume grande intensidade e poder de envolvência no leitor. Também a engrenagem se situa num plano de realização preciso mas criativo. Os nomes das três figuras femininas, Felicidade, Esperança e Angélica, projetam um simbolismo que expande o próprio processo imaginativo”.

 

Em acta, o Júri evidenciou, ainda, outros romances concorrentes, constando da lista de finalistas as obras de: Tânia Ganho, “Apneia”; João de Melo, “Livro de Vozes e Sombras”; José Gardeazabal, “A Melhor Máquina Viva”; Teresa Veiga, “Cidade infecta” e João Pinto Coelho, “ Um Tempo a Fingir“.

 

João Tordo nasceu, em Lisboa, em 28 de Agosto de 1975. Formou-se em filosofia e estudou jornalismo e escrita criativa em Londres e Nova Iorque. Venceu o Prémio Literário José Saramago 2009, com “As Três Vidas”, tendo sido finalista, com o mesmo livro, do Prémio Portugal Telecom, em 2011. Publicou doze romances, entre eles “O Livro dos Homens sem Luz”(2004), “Hotel Memória”(2007), “Anatomia dos Mártires” (2011), “O Ano Sabático” (2013), “Biografia Involuntária dos Amantes” (2014), “O Luto de Elias Gro” (2015), “O Paraíso Segundo Lars D.” (2015), “O Deslumbre de Cecilia Fluss” (2017) e “Ensina-me a Voar Sobre os Telhados” (2018).

 

Foi finalista do Prémio Melhor Livro de Ficção Narrativa da Sociedade Portuguesa de Autores (2011 e 2015), do Prémio Literário Fernando Namora (2011, 2012, 2015, 2016), e do Prémio Literário Europeu em 2012. Os seus livros estão publicados em vários países, incluindo França, Itália, Alemanha, Hungria, Espanha, México, Argentina, Brasil, Uruguai, entre outros.

 

Como guionista, participou em várias séries de televisão, incluindo “O Segredo de Miguel Zuzarte” (RTP), 4 (RTP), e “Liberdade XXI” (RTP). Trabalha, ainda, como cronista e formador em workshops de ficção dedicados à escrita criativa e ao romance.

 

 

 

Recorde-se que, o Júri desta 24ª edição do Prémio Literário Fernando Namora, para além de Guilherme d`Oliveira Martins, integrou, ainda, José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores; Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas; Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários; e, ainda, Maria Alzira Seixo, José Carlos de Vasconcelos e Liberto Cruz, convidados a título individual, além de Dinis de Abreu, em representação da Estoril Sol.

 

O Prémio Literário Fernando Namora será entregue oportunamente em cerimónia a anunciar.

 

 

 

 

SE ISTO É UM HOMEM, de Primo Levi, estreia no Teatro Municipal Mirita Casimiro a 8 de Outubro com representação de Cláudio da Silva, vencedor do Globo de Ouro de Melhor Ator de Teatro

Esta produção, da responsabilidade da Companhia de Teatro de Almada, é acolhida em Cascais e conta com o apoio do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa. Cláudio Silva, ator que recebeu o Globo de Ouro de Melhor Ator de Teatro com esta peça na passada gala de domingo, protagoniza o testemunho sobre o Holocausto.

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É um dos clássicos da literatura italiana, e uma das obras que mais contribuiu para celebrizar Primo Levi, amplamente lembrado pelo seu trabalho sobre o Holocausto - e, agora, é também o texto desta produção da Companhia de Teatro de Almada. O acolhimento desta peça, pelo Teatro Experimental de Cascais, terá lugar nos dias 8, 9 e 10 de Outubro, e conta com o apoio do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa. 

Com encenação de Rogério de Carvalho e interpretação de Cláudio da Silva, , vencedor do Globo de Ouro de Melhor Ator de Teatro, SE ISTO É UM HOMEM debruça-se, num guião traduzido por Simonetta Neto, sobre um perturbante testemunho acerca do Holocausto, numa “análise fundamental sobre o mecanismo do campo de concentração, [e] sobre a humilhação do homem pelo homem, visando o extermínio”, conforme dita a sinopse.  

Rogério de Carvalho (n. 1936) foi distinguido em 1980 com o Prémio da Crítica para a melhor encenação com Tio Vânia, de Tchekov, e em 2001 com o Prémio Almada de Teatro, pelo Ministério da Cultura. Este antigo professor de liceu e pedagogo do teatro dirigiu espectáculos nos principais palcos portugueses e trabalhou com incontáveis companhias, sem nunca pertencer a nenhuma.  

As sessões deste espectáculo acontecem Sexta-feira e Sábado às 21h30, e Domingo às 16h00, no palco do Teatro Municipal Mirita Casimiro, que regressa agora à sua lotação completa. É aconselhada a compra antecipada de bilhetes, através de reserva pelo e-mailacontecenotec@gmail.com ou em Ticketline.pt.  

SANDRO NORTON MÚSICO DE JAZZ INAUGURA MEGA ACADEMIA DE MÚSICA EM MATOSINHOS - Setembro 2021

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É já esta 6ªfeira, 1 Outubro, no Dia da Música, que o reputado músico de jazz internacional Sandro Norton, abre as portas do Atlantic Music Performance Institute, em Matosinhos.

 

Aulas de música, coaching e uma carreira na indústria musical são as premissas da Atlantic Music Performance Institute (AMPI) que pretende criar e formar uma nova e inédita comunidade artística em Portugal.

 

Esta super academia, que pertence à Academy of Music & Sound, rede de faculdades de música do Reino Unido, irá dar certificação internacional a todos os alunos da escola portuguesa.

 

Com 5 andares, 1.000m2, 10 salas de aula totalmente equipas com todos os instrumentos, estúdios de gravação e auditórios até 130 lugares de ocupação, tem como principal missão treinar os alunos ao mais alto nível técnico e prepará-los para o mundo da música!

 

No corpo docente, estão os maiores nomes da música internacional, em termos de formação e uma programação especial. Rui Reininho, Mário Barreiros ou a cantora Maria João, são alguns dos professores nacionais.

 

A Atlantic Music Performance Institute assume-se, assim, como um dos maiores arrojados projetos de formação de músicos, em Portugal, com o objetivo de dar todas as ferramentas para que os seus alunos, consigam integrar projetos em todo o mundo.

 

 

Inauguração Atlantic Music Performance Insitute

1 Outubro às 15h

Morada: Rua do Godinho, 429 - Matosinhos

 


Biografia Sandro Norton:

 

Sandro Norton é um guitarrista multifacetado com aprofundados estudos em guitarra e detentor de uma técnica ímpar: a guitarra percussiva. Natural do Porto, o jovem guitarrista cedo partiu para Londres para estudar. Mike Outram, Shaun Baxter, Ian Scott (Beach Boys), Phillip Mead (George Crumb), Dave Cliff (Lee Konitz), Eddie Harvey (Ella Fitzgerald) são apenas alguns dos nomes com quem Sandro se cruzou no seu percurso académico.

Em Londres, atuou em vários locais como o “Cavern” em Liverpool, “Jazz Café” em Cambden Town, Ronnie´s Scott, “100Club” em Oxford Street e “Borderline” no Soho. A música levou-o também à Noruega, Suécia, Espanha e Holanda como solista e membro de pequenas ensembles.Trabalhou na National Youth Orchestra (NYJO) e construiu parcerias musicais com Pip Williams, Mike Outram, Xenopoulos Vasilis, Ian Anderson, Mathias Gwin, Bias, Dyce, Brown Jocelyn e Kahiali Haifa.

Regressou a terras lusas em 2007 e lidera até aos dias de hoje, uma série de projectos de jazz com um conceituado painel de músicos portugueses.

O seu álbum de estreia “Flying High… At The Heart Of It” editado em 2014 é produzido e dirigido pelo próprio em conjunto com o músico Jorge Fernando. Já na carreira deste primeiro cd, Sandro Norton abriu para Randy Brecker no Festival de Jazz de Matosinhos. “Quatro Mestres” é o espetáculo que o guitarrista divide com Carlos Barretto, Alexandre Frazão e Filipe Raposo.

Sandro já tocou para mais de 50 mil pessoas em duas ocasiões: com Jethro Tull e com Jojo Watz no Ashton Court Festival, em Bristol.

Juntamente com o Octeto esgotou a Sala 2 da Casa da Música, no âmbito do Ciclo Jazz – Novos Valores do Jazz. A peça central deste concerto foi o seu primeiro cd “Flying High… At The Heart Of It”.

 

ViViFiCAR: Ci.CLO lança convocatória para projeto artístico no Douro destinada a artistas residentes ou naturais da região

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Quatro artistas durienses serão selecionados para integrar um programa de criação e exposição em quatro municípios da região, em colaboração com mais oito artistas, nacionais e noruegueses. Candidaturas abertas até 19 de novembro.

 

 Articulando a fotografia, novos media e arquitetura, o novo projetoViViFiCAR, desenvolvido e promovido pelaplataforma Ci.CLO, desafia 12 artistas e vários especialistas para a construção de diálogos com as comunidades com o apoio doMuseu do Douro em quatro municípios da região demarcada do Douro: Alijó, Lamego, Mêda e Torre de Moncorvo.

 

O programa inicia com uma convocatória para a atribuição de quatro bolsas destinadas a artistas naturais ou residentes na região demarcada do Douro, no valor monetário de 3.000€. Além do incentivo, inclui a participação numa residência artística a decorrer num dos quatro municípios parceiros durante seis semanas, alimentação, mentoria durante o processo de criação, produção de uma exposição, entre outros apoios.

 

Em cada residência artística irão intervir três artistas: um residente ou natural da região, um nacional e um norueguês, tendo em vista a criação de trabalhos inéditos sobre estes territórios. Como resultado, será produzida uma exposição, apresentada nos respetivos municípios, estando também programada uma mostra coletiva noMuseu do Douro e noSurnadal Billag, na Noruega, com uma seleção dos trabalhos dos 12 artistas.

 

Segundo Virgílio Ferreira, diretor artístico da Ci.CLO, “o projeto ViViFiCAR parte dos conceitos de ‘viver’ e ‘ficar’, no sentido em que nasce com o propósito de procurar respostas criativas para o desafio da fixação populacional na região do Douro, baseadas na construção de diálogos com as comunidades e no aprofundamento de perspetivas sobre os contextos socioeconómicos, ecológicos e culturais dos territórios em questão.”

 

“Pretende-se que as intervenções community-specific sejam inclusivas e se construam da interação entre os artistas, as comunidades e os territórios, conseguindo com isso não só estimular a reflexão artística, como contribuir para o desenvolvimento cultural da região a médio e longo prazo.”, acrescenta o responsável.

 

ViViFiCAR é organizado e produzido pela Plataforma Ci.CLO, financiado pela EEA Grants e operado pela Direção-Geral do Património Cultural com a Direção-Geral das Artes como parceiro do programa, cofinanciado pela Fundação Museu do Douro, Câmara Municipal de Alijó, Câmara Municipal de Lamego, Câmara Municipal de Mêda e Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, com o apoio mecenático do BPI e da Fundação “la Caixa“, e em parceria o Surnadal Billag A/S (Noruega) e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

 

De referir que o projeto se enquadra no Concurso «Connecting Dots – Mobilidade Artística e Desenvolvimento de Públicos», do Programa Cultura, no âmbito dosEEA Grants, mecanismo financeiro,criado com o objetivo de reforçar as relações bilaterais entre os Estados-Membros da União Europeia Europa e a Islândia, o Liechtenstein e a Noruega, membros do Espaço Económico Europeu (EEE).