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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Soraia Ramos esgota o Capitólio

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Soraia Ramos apresentou-se ontem ao vivo no Capitólio, para o tão aguardado espectáculo, naquela que foi a sua grande estreia em Lisboa, e não podia ter corrido melhor.
 

Centenas de fãs juntaram-se à artista para, do princípio ao fim do concerto, entoarem êxitos como “Diz-me” e “Não Dá Ah”, que abriram o espetáculo, seguindo-se “Agora Penso Por Mim” e o primeiro dueto da noite com Gson onde juntos interpretaram “I Love You Too”.
 

Foram várias as surpresas da noite onde a artista pôde contar ainda com a presença dos seus pais que subiram ao palco emocionados, para aplaudir a filha e agradecer todo o apoio dos fãs.
 

Calema e Manecas Costa não faltaram a esta grande festa e juntos com Soraia Ramos levaram o público ao rubro com o tema “Kua Buaru”. “O Nosso Amor” não podia também faltar no alinhamento fazendo as delícias dos presentes.

 

Lizandro Cuxi marcou presença ao lado da sua irmã para juntos entoarem “Bai”.

 

 

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Lizandro Cuxi e Soraia Ramos

 

Bolsas de Estudo Sara Carreira - Candidaturas 2022

No passado dia 1 de maio de 2022 foram abertas as candidaturas à Bolsa de Estudo Sara Carreira e o prazo para efetuar as mesmas termina a 1 de junho 2022.

 

As Candidaturas à Bolsa de Estudo Sara Carreira são submetidas exclusivamente através do Site.


A Bolsa de Estudo Sara Carreira destina-se a crianças e jovens com escassos recursos financeiros, com idades compreendida entre os 12 e os 21 anos, residentes em Portugal Continental e Ilhas e que frequentem o sistema de ensino nacional nas mais diversas áreas de estudo.

A Associação Sara Carreira encontra-se disponível para todos os esclarecimentos necessários através do email direccao@saracarreira.com e do telefone 924256173.


Criada em maio de 2021 com o objetivo de fazer perdurar a memória da Sara no tempo, concretizar os sonhos que não teve tempo de realizar e honrar a sua forma de vida generosa, a Associação Sara Carreira concretiza a sua missão através da atribuição das Bolsas de Estudo Sara Carreira. Juntos vamos mais longe na criação de um mundo melhor.

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APE anuncia vencedor da 7.ª edição do Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários

 

 

Um júri constituído por Carina Infante do Carmo, Carlos Albino Guerreiro e Fernando Batista decidiu, por unanimidade, atribuir o Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários APE/ C.M. de Loulé ao livro O Mais Belo Fim do Mundo, de José Eduardo Agualusa (Quetzal).

 

Na acta pode ler-se: O júri decidiu atribuir o Prémio pela destreza na escrita da crónica, que se matiza nas formas do conto, do ensaio e do apontamento diarístico sem comprometer o desenho calibrado do livro. Na mão de José Eduardo Agualusa a crónica é uma sonda apurada dos dias comuns pessoais e do tempo colectivo que é o nosso, tenso, conturbado, alargando-nos o horizonte para geografias sobretudo africanas mediante uma escrita bela, lúcida e poética.

 

Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Loulé, destina-se a galardoar anualmente uma obra em português, de autor português, publicada em livro e em primeira edição em Portugal, no ano de 2021. Na presente edição, o valor monetário deste galardão para o autor distinguido é de € 12.000,00 (doze mil euros).

 

A cerimónia de entrega do prémio decorrerá no Dia do Município de Loulé, no próximo dia 26 de Maio.

 

O Grande Prémio de Crónica e Dispersos Literários distinguiu já os autores José Tolentino Mendonça, Rui Cardoso Martins, Mário Cláudio, Pedro Mexia, Mário de Carvalho e Lídia Jorge.

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José Eduardo Agualusa nasceu na cidade do Huambo, em Angola, a 13 de Dezembro de 1960. Estudou Agronomia e Silvicultura. Viveu em Lisboa, Luanda, Rio de Janeiro e Berlim. É romancista, contista, cronista e autor de literatura infantil. Os seus romances têm sido distinguidos com os mais prestigiados prémios nacionais e estrangeiros, como, por exemplo, o Grande Prémio de Literatura RTP (atribuído a Nação Crioula, 1998); também os seus contos e livros infantis foram merecedores de prémios, como o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco da APE (Fronteiras Perdidas) e o Grande Prémio de Literatura para Crianças da Fundação Calouste Gulbenkian, respectivamente. O Vendedor de Passados ganhou o Independent Foreign Fiction Prize, em 2004, e, mais recentemente, o romance Teoria Geral do Esquecimento foi finalista do Man Booker Internacional, em 2016, e vencedor do International Dublin Literary Award (antigo IMPAC Dublin Award), em 2017.       

 

 

 

Universidade do Porto atribui título Honoris Causa a Margaret Atwood

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A Universidade do Porto vai atribuir o centésimo Doutoramento Honoris Causa da sua história à romancista, poeta e ensaísta canadiana Margaret Atwood. A cerimónia terá lugar no Salão Nobre da Reitoria, às 11h, do próximo dia 22 de abril.

 

A escritora canadiana Margaret Atwood é uma das mais reconhecidas figuras da literatura atual, autora do romance The Handmaid’s Tale (“A História de uma Serva” na tradução portuguesa), e de mais de 50 obras.

 

A obra da autora estende-se por diversos géneros literários, tendo sido, ao longo dos anos, premiada e distinguida internacionalmente por 143 vezes. Os seus trabalhos são caracterizados por uma forte faceta ativista, onde se destacam temas como as alterações climáticas, os direitos das mulheres, as questões de género ou as desigualdades sociais.

 

Nascida a 18 de novembro de 1939, em Otava, no Canadá, Margaret Atwood ganhou notoriedade mundial com o romance “A História de uma Serva” (1985), tendo posteriormente consolidado o seu prestígio e popularidade com títulos como “Chamavam-lhe Grace” (1996), “O Assassino Cego” (2000), “Órix e Crex” (2003) e “Os Testamentos” (2019).

 

A escritora é graduada em Artes e Inglês pelo Victoria College da Universidade de Toronto (1961), tendo estudado Filosofia e Francês. Concluiu o mestrado em Literatura Inglesa no Radcliffe College da Universidade de Harvard, em 1962, tendo ainda frequentado dois anos de doutoramento na mesma instituição. Lecionou Língua e Literatura Inglesas nas universidades canadianas de British Columbia, Sir George Williams, Alberta e York, entre outras. O seu currículo académico foi enriquecido com 26 diplomas honorários de universidades tão prestigiadas quanto Oxford, Cambridge ou Sorbonne.

 

A condecoração decorre no âmbito da iniciativa Casa Comum Fest, um festival cultural que promove o diálogo entre as várias instituições da Universidade do Porto, diversos artistas e toda a cidade. Peças de teatro, exposições, saraus e visitas a museus são apenas algumas das iniciativas apresentadas para comemorar o mês de abril, mês da democracia. 

 

JORGE QUEIROZ NOMEADO VENCEDOR DO GRANDE PRÉMIO DO 2022 SOVEREIGN PORTUGUESE ART PRIZE

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Jorge Queiroz com a sua obra, Duende; Jorge com o Fundador da SAF Howard Bilton e os jurados David Elliott; Joana Vasconcelos; Maura Marvão; Phillippe Vergne e Tim Marlow

 

 

·       Jorge Queiroz foi hoje anunciado como vencedor do Grande Prémio; votado por um painel de jurados incluindo os artistas Ai WeiWei e Joana Vasconcelos.

·       A Exposição dos Finalistas, incluindo obras de 30 artistas contemporâneos de Portugal e da sua diáspora, está patente no Palácio das Artes no Porto de 13 a 30 de Abril.

 

·       A exposição percorrerá espaços em Lisboa, Estremoz e no Algarve até Setembro 2022. 

 

·       As obras finalistas estão à venda num leilão online. Todas as receitas reverterão a favor dos artistas e de programas de artes para apoiar crianças desfavorecidas em Portugal, identificados pela Associação SAF.

  

 

Porto, 13 de Abril 2022 – A Associação SAF anunciou hoje o artista Português Jorge Queiroz como vencedor do 2022 Sovereign Portuguese Art Prize and recipiente de €25,000, pela sua obra, Duende. Esta é a edição inaugural do Prémio, que celebra as práticas dos principais artistas contemporâneos que vivem em Portugal e na sua diáspora.

 

O vencedor Jorge Queiroz é um artista principalmente focado na pintura. Da sua obra, Duende, Queiroz disse que, “invoca um forte sentido de polaridade, existente no espaço entre o sentido e o absurdo, o lógica e o ilógico, o consciente e o inconsciente, cheio e vazio, abstrato e figurativo, narrativo e fragmento. Ou, inspirado nas palavras do escritor Garcia Lorca, o artista postula se tudo “é” e “não é” ao mesmo tempo, num estado permanente de transmutação.

 

Jorge Queiroz foi nomeado para participar no Prémio por Armando Cabral.

 

Da sua vitória, Queiroz disse: “Foi uma grande e maravilhosa surpresa, ter ganho o 2022 Sovereign Portuguese Art Prize, estou muito feliz. Esta peça foi feita para a confeção de um texto do Duende para uma conferência literária em Madrid.” Falando do Prémio Estudantes, que decorre em paralelo, o vencedor disse, “O propósito deste Prémio e do Prémio Estudante é nobre e altamente louvável.”

 

A jurada Joana Vasconcelos comentou: “Jorge é um artista incrível. Tive o privilégio de estudar com ele e de ser a sua colega numa galeria em França. Tenho orgulho em ver a sua fantástica carreira [crescer] a nível internacional e também em Portugal. O seu trabalho surpreende me cada vez que o vejo; também é muito coerente. É sempre um prazer, ele é um grande artista.”

 

O jurado Tim Marlow acrescentou: “É ótimo ver um artista com uma reputação estabelecida, altamente respeitado, que ainda é capaz de produzir um trabalho novo, questionador e surpreendente”.

 

Um conselho de 19 profissionais independentes da área das artes, composto por curadores, colecionadores e académicos, indicou artistas para participarem no Prémio. Das 214 obras recebidas, trinta foram pré-selecionadas por um conceituado júri, incluindo os artistas Ai Weiwei e Joana VasconcelosVicente Todolí, Diretor Fundador do Museu de Arte Contemporânea de Serralves; David Elliott, escritor freelance, curador e ex-diretor fundador do Mori Art Museum, Tóquio; Maura Marvão, Diretora da Phillips em Portugal e Espanha; Phillippe Vergne, curador francês e diretor do Museu de Arte Contemporânea de Serralves e Tim Marlow, diretor executivo e diretor do Design Museum, Londres.

 

A digressão da Exposição dos Finalistas terá início no Palácio das Artes no Porto (13-30 de Abril de 2022), seguindo para a Sociedade Nacional de Belas-Artes em Lisboa (24 de Maio a 18 de Junho de 2022), depois no Museu Berardo em Estremoz (22 de Junho a 15 de Agosto de 2022), culminando noutro local no Algarve (a confirmar). Os visitantes serão convidados a votar na sua obra favorita e, juntamente com os votos online, o artista mais votado receberá o Prémio do Voto do Público de € 2.000.

 

Todas as obras finalistas, com a exceção da obra de Jorge Queiroz, estão agora à venda num leilão online aqui. Os preços variam entre €1,700 e €24,000. O leilão online fecha em Setembro 2022. As receitas serão divididas igualmente entre os artistas e a SAF, que as utilizará para financiar programas de artes expressivas de apoio a crianças carenciadas em Portugal.

 

Prémio Estudante SAF, Portugal 2022

 

Paralelamente, está a decorrer o Prémio Estudante SAF, Portugal 2022. Este é um prémio anual que defende a importância da arte no sistema educacional. A SAF oferece prémios para estudantes em 10 países à volta do mundo. O Prémio Estudante SAF, Portugal 2022 é patrocinado pela Maria João Bahia.

As escolas secundárias de Portugal nomearam os seus melhores alunos de arte para enviarem obras de arte online. Um júri separado selecionou as 30 melhores obras de arte para a Exposição dos Finalistas, que vai circular em simultâneo com o Sovereign Portuguese Art Prize, exibindo em paralelo os artistas de hoje e os talentos de amanhã. As obras de arte dos alunos serão vendidas por meio de um leilão silencioso, com o acordo de cada aluno, com os rendimentos da venda e da arrecadação de fundos divididos igualmente entre o aluno e os programas de caridade locais que ajudam crianças que de outra forma não teriam acesso ao enriquecimento artístico.

 

FIM

JORGE QUEIROZ NOMEADO VENCEDOR DO GRANDE PRÉMIO DO 2022 SOVEREIGN PORTUGUESE ART PRIZE

 Jorge Queiroz foi hoje anunciado como vencedor do Grande Prémio; votado por um painel de jurados incluindo os artistas Ai WeiWei e Joana Vasconcelos.

·       A Exposição dos Finalistas, incluindo obras de 30 artistas contemporâneos de Portugal e da sua diáspora, está patente no Palácio das Artes no Porto de 13 a 30 de Abril.

 

·       A exposição percorrerá espaços em Lisboa, Estremoz e no Algarve até Setembro 2022. 

 

·       As obras finalistas estão à venda num leilão online. Todas as receitas reverterão a favor dos artistas e de programas de artes para apoiar crianças desfavorecidas em Portugal, identificados pela Associação SAF.

  

 

Porto, 13 de Abril 2022 – A Associação SAF anunciou hoje o artista Português Jorge Queiroz como vencedor do 2022 Sovereign Portuguese Art Prize and recipiente de €25,000, pela sua obra, Duende. Esta é a edição inaugural do Prémio, que celebra as práticas dos principais artistas contemporâneos que vivem em Portugal e na sua diáspora.

 

O vencedor Jorge Queiroz é um artista principalmente focado na pintura. Da sua obra, Duende, Queiroz disse que, “invoca um forte sentido de polaridade, existente no espaço entre o sentido e o absurdo, o lógica e o ilógico, o consciente e o inconsciente, cheio e vazio, abstrato e figurativo, narrativo e fragmento. Ou, inspirado nas palavras do escritor Garcia Lorca, o artista postula se tudo “é” e “não é” ao mesmo tempo, num estado permanente de transmutação.

 

Jorge Queiroz foi nomeado para participar no Prémio por Armando Cabral.

 

Da sua vitória, Queiroz disse: “Foi uma grande e maravilhosa surpresa, ter ganho o 2022 Sovereign Portuguese Art Prize, estou muito feliz. Esta peça foi feita para a confeção de um texto do Duende para uma conferência literária em Madrid.” Falando do Prémio Estudantes, que decorre em paralelo, o vencedor disse, “O propósito deste Prémio e do Prémio Estudante é nobre e altamente louvável.”

 

A jurada Joana Vasconcelos comentou: “Jorge é um artista incrível. Tive o privilégio de estudar com ele e de ser a sua colega numa galeria em França. Tenho orgulho em ver a sua fantástica carreira [crescer] a nível internacional e também em Portugal. O seu trabalho surpreende me cada vez que o vejo; também é muito coerente. É sempre um prazer, ele é um grande artista.”

 

O jurado Tim Marlow acrescentou: “É ótimo ver um artista com uma reputação estabelecida, altamente respeitado, que ainda é capaz de produzir um trabalho novo, questionador e surpreendente”.

 

Um conselho de 19 profissionais independentes da área das artes, composto por curadores, colecionadores e académicos, indicou artistas para participarem no Prémio. Das 214 obras recebidas, trinta foram pré-selecionadas por um conceituado júri, incluindo os artistas Ai Weiwei e Joana VasconcelosVicente Todolí, Diretor Fundador do Museu de Arte Contemporânea de Serralves; David Elliott, escritor freelance, curador e ex-diretor fundador do Mori Art Museum, Tóquio; Maura Marvão, Diretora da Phillips em Portugal e Espanha; Phillippe Vergne, curador francês e diretor do Museu de Arte Contemporânea de Serralves e Tim Marlow, diretor executivo e diretor do Design Museum, Londres.

 

A digressão da Exposição dos Finalistas terá início no Palácio das Artes no Porto (13-30 de Abril de 2022), seguindo para a Sociedade Nacional de Belas-Artes em Lisboa (24 de Maio a 18 de Junho de 2022), depois no Museu Berardo em Estremoz (22 de Junho a 15 de Agosto de 2022), culminando noutro local no Algarve (a confirmar). Os visitantes serão convidados a votar na sua obra favorita e, juntamente com os votos online, o artista mais votado receberá o Prémio do Voto do Público de € 2.000.

 

Todas as obras finalistas, com a exceção da obra de Jorge Queiroz, estão agora à venda num leilão online aqui. Os preços variam entre €1,700 e €24,000. O leilão online fecha em Setembro 2022. As receitas serão divididas igualmente entre os artistas e a SAF, que as utilizará para financiar programas de artes expressivas de apoio a crianças carenciadas em Portugal.

 

Prémio Estudante SAF, Portugal 2022

 

Paralelamente, está a decorrer o Prémio Estudante SAF, Portugal 2022. Este é um prémio anual que defende a importância da arte no sistema educacional. A SAF oferece prémios para estudantes em 10 países à volta do mundo. O Prémio Estudante SAF, Portugal 2022 é patrocinado pela Maria João Bahia.

As escolas secundárias de Portugal nomearam os seus melhores alunos de arte para enviarem obras de arte online. Um júri separado selecionou as 30 melhores obras de arte para a Exposição dos Finalistas, que vai circular em simultâneo com o Sovereign Portuguese Art Prize, exibindo em paralelo os artistas de hoje e os talentos de amanhã. As obras de arte dos alunos serão vendidas por meio de um leilão silencioso, com o acordo de cada aluno, com os rendimentos da venda e da arrecadação de fundos divididos igualmente entre o aluno e os programas de caridade locais que ajudam crianças que de outra forma não teriam acesso ao enriquecimento artístico.

Associação Cultural Arraial Cósmico e Odete são os vencedores da 1ª edição do Antecipar o Futuro

Exterior ©TNDM II, Filipe Ferreira.jpg

Antecipar o Futuro é o novo programa de residências destinado a jovens artistas que pretendem investir na pesquisa e na investigação. O projeto é desenvolvido pelo D. Maria II em conjunto com a NTT DATA e em parceria com O Espaço do Tempo.

 

Os projetos ATLÂNTIDA (título provisório), de Odete, e Cosmic Phase/Stage, da Associação Cultural Arraial Cósmico (Ana Libório, Bruno José Silva, Carlos Cardoso e João Estevens), são os vencedores da 1ª edição do programa Antecipar o Futuro, uma iniciativa do Teatro Nacional D. Maria II, desenvolvida em conjunto com a NTT DATA e em parceria com O Espaço do Tempo.

 

ATLÂNTIDA (título provisório) é uma investigação que parte da História, tecendo “especulações arqueológicas” (entre outras coisas, sobre a lendária civilização perdida descrita por Platão), com o objetivo de compor possibilidades de futuro. Já Cosmic Phase/Stage, apresenta-se como um projeto que pretende refletir sobre o campo more than humans e sobre as suas geografias/espaços de habitação no contexto da experiência performativa.

 

Antecipar o Futuro é um programa de residências artísticas que tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de projetos de investigação de jovens artistas e suprir uma lacuna importante no setor artístico – a carência de apoios para pesquisa e investigação, motor fundamental dos processos de inovação e renovação.

 

Aos dois projetos vencedores serão atribuídas bolsas no valor de 7.000€ cada, destinadas a residências artísticas a decorrer n’O Espaço do Tempo, em Montemor-o-Novo, em junho e julho deste ano. Para além do valor pecuniário, os projetos apoiados terão ainda acesso ao pagamento de despesas de transporte, alojamento e alimentação para um máximo de 5 participantes por residência. Com este formato, pretende-se proporcionar aos artistas um espaço físico e temporal para o pensamento e a reflexão, sem a obrigatoriedade de criação e apresentação de um espetáculo.

 

Os projetos vencedores terão ainda a possibilidade de apresentar publicamente as suas pesquisas no D. Maria II em setembro de 2022, no âmbito da mostra Antecipar o Futuro, um programa de cultura contemporânea, dedicado ao pensamento, à política, à tecnologia e à arte que há de vir.

 

A primeira edição da iniciativa Antecipar o Futuro recebeu 43 candidaturas, sob o tema “a casa”, que serviu de mote para os projetos deste ano. O júri, composto por Pedro Penim, Diretor Artístico do Teatro Nacional D. Maria II, e Rui Horta, Diretor Artístico d’O Espaço do Tempo, selecionou 5 destes candidatos para entrevistas, a partir das quais foram eleitos os 2 projetos vencedores.

 

 

Mais informações sobre o projeto Antecipar o Futuro no press release em anexo e aqui.

 

15.ª Festa do Cinema Italiano - Os filmes vencedores

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Europa de Haider Rashid premiado pelo júri e L’arminuta, de Giuseppe Bonito, é o preferido do público na 15ª Festa do Cinema Italiano, a edição que volta às suas datas originais 
 

Estão escolhidos os vencedores da competição da na 15ª Festa do Cinema Italiano.
O júri fez questão ainda de apontar uma Menção Especial no ano em que a normalidade já quase se fez sentir com o festival de volta às suas datas originais e à casa mãe, o Cinema São Jorge. Uma Festa repleta de sessões cheias, concertos e festas esgotadas e ainda o melhor cinema de autor italiano. 


Europa de Haider Rashid, é o grande vencedor do Prémio do Júri da 15ª Festa do Cinema Italiano. 

Premiado de forma unânime pelo júri – constituído por Pilar del Río, Salvador Sobral e Leonor Teles – o filme Europa foi o escolhido com a seguinte justificação por parte do júri: "É um filme do nosso tempo. Nesta época de solidariedade branca, o filme relembra-nos que devemos olhar também para tudo o resto que se passa no mundo. A imersão do filme faz-nos acompanhar de forma intensa e próxima a jornada desta personagem. A tensão presente em todos os momentos deixa antever as emoções sentidas por Kamal. É um filme necessário, onde o ser humano luta pela liberdade e convivência”.

Com estreia mundial na última Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes, Europa, escrito e realizado pelo filho de um imigrante iraquiano e mãe italiana, fala-nos da experiência da migração. O realizador Haider Rashid elimina qualquer distância entre o espectador e o seu protagonista, lançando-nos numa experiência imersiva: sentimos o calor, a fome, a fadiga e, acima de tudo, o terror. Os inimigos aparecem de repente diante dos seus olhos e dos nossos, e são inimigos sem identidade, corpos armados sem nomes. Europa é quase um filme mudo, exceto pelos sons da respiração ofegante do protagonista e pelos tiros que ocasionalmente perfuram o silêncio da floresta. Cinematograficamente, a experiência de Europa evoca filmes como o húngaro O Filho de Saúl: uma jornada de obstáculos através do inferno, que sentimos com todos os cinco sentidos.

Na secção da competição, o júri atribuiu ainda uma Menção Especial a Lovely Boy de Francesco Lettieri considerando o seguinte: "Em Lovely Boy, o papel representado pelo incrível Andrea Carpenzano leva-nos para um universo de apatia e desinteresse profundo de jovens que embargam as próprias vidas num movimento escapista e recorrente. Um retrato da actualidade, protagonizado por uma personagem magnética e apaixonante.


L’arminutade Giuseppe Bonito, venceu o Prémio do Público. O filme preferido do público desta edição da Festa do Cinema Italiano é baseado no romance best-seller de Donatella Di Pietrantonio, vencedor do Prémio Campiello. Giuseppe Bonito filma com elegância um coming-of-age na Itália rural dos anos 1970; sem sentimentalismos, mas as emoções são garantidas. O realizador sabe como transportar para o ecrã as sensibilidades feridas das personagens do romance homónimo, ironicamente trabalhando mais os olhares, os gestos e os silêncios do que as palavras. Cruzando habilmente duas esferas, o realizador de Manual de Sobrevivência para Pais constrói um retrato do clima social de uma Itália que, após o boom económico dos anos 1960, viajou a duas velocidades. É neste contexto que se desenvolve a história de L’arminuta, que se enraíza nessa realidade mas que também se estende a condições e constrangimentos que infelizmente existem no presente.

A 15.ª edição da Festa do Cinema Italiano encerra hoje, dia 10 de abril, com uma programação marcada pelo novo cinema de autor italiano feito nos últimos tempos, o centenário de Pasolini com a retrospetiva Pasolini Revisitado, sessão e debate dedicado à saúde mental, ciclo sobre o amor em várias épocas e muito mais. 

 

A Festa continua

A Festa continua agora em várias cidades: dias 19, 20 e 26 de abril, em Beja (Cine-Teatro Pax Julia), a 2 e 3 de maio, em Aveiro (Teatro Aveirense), de 3 a 5 de maio, nas Caldas Da Rainha (CCC – Centro Cultural de Congressos), 4, 11, 18 e 25 de maio, em Almada (Auditório Fernando Lopes-Graça) e de 25 a 28 de maio, em Lagos (Biblioteca Municipal de Lagos Júlio Dantas). 

 

A Festa do Cinema Italiano é organizada pela Associação Il Sorpasso, com o apoio da Embaixada de Itália, do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa, da Câmara Municipal de Lisboa e da EGEAC. O patrocinador principal deste ano é a FIAT, contando ainda com os patrocínios da Tranquilidade, PLMJ, Luzzo, entre outros.

Discovery assinala Dia Mundial da Água com programa sobre seca severa. Associação ZERO reforça que problema afeta 2,3 mil milhões de pessoas

 

A 22 de março celebra-se o Dia Mundial da Água, uma data que pretende sensibilizar para a importância de cuidar deste bem precioso, essencial para a vida dos seres vivos, e que está a desaparecer do nosso planeta. Para assinalar esta data o canal Discovery vai transmitir o programa ‘A Grande Seca no Colorado’, que tem como foco as consequências da ação humana no desperdício de água.

 

A água é a fonte da vida e, por isso, deve ser preservada, porque nós somos feitos de água e dependemos dela para viver. Este ano temos assistido a uma seca severa por todo o mundo e onde Portugal se inclui. Cerca de três quartos do território nacional está em seca severa e extrema, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

 

Neste momento, as barragens do nosso país apresentam menos água do que em 2005 (considerada a pior seca de sempre em Portugal), com as reservas hídricas a 60% da capacidade total.  A escassez da água afeta não só a nossa saúde, mas também vários setores, como a energia, produção de alimentos, abastecimento doméstico e sanitário, a indústria, entre outros.

 

Para Sara Correia, da Associação ZERO: “A escassez de água já é um problema grave em muitos países, afetando cerca de 2,3 mil milhões de pessoas, das quais 733 milhões em países com alto nível de escassez de água, de acordo com a Organização das Nações Unidas. Portugal não é alheio a este problema, onde temos já motivos evidentes para preocupação.”

O nosso país desperdiça milhões de litros de água nas suas redes de distribuição, equivalente a nove piscinas olímpicas por hora, de acordo com o relatório da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos de 2020. Tendo, em 2019, sido perdidos 188 mil milhões de litros de água.

Para inverter esta situação é necessário “trabalhar numa estratégia de longo prazo na gestão que fazemos deste recurso é essencial para evitar o agravamento da situação nacional em termos de disponibilidades hídricas, a qual apresenta já uma tendência preocupante de redução”, afirma Sara Correia, da Associação ZERO.

 

Cada um de nós pode minimizar o desperdício de água através de medidas simples que podem fazer uma enorme diferença:

 

  1. Fechar as torneiras de casa enquanto lava os dentes ou as mãos;
  2. Evitar banhos de imersão;
  3. Lavar carros, motas ou varandas utilizando um balde, em vez de uma mangueira aberta;
  4. Encher as máquinas de lavar antes de colocar um programa de lavagem em curso;
  5. Estar atento a possíveis fugas de água em casa;

 

 

‘A Grande Seca no Colorado’ estreia terça-feira, 22 de março, às 20h05.

 

O Discovery Channel junta-se à celebração do Dia Mundial da Água com um programa especial para a noite de terça-feira 22 de março, que se centra nas terríveis consequências da ação humana no desperdício de água.

 

Durante anos, os Estados Unidos Ocidentais têm vindo a sofrer uma grave seca que só agrava a crise subjacente da água resultante do sobre desenvolvimento, do uso indevido, da corrupção e dos caprichos da história. Para assinalar este dia especial, o canal está a transmitir o documentário "A Grande Seca no Colorado", produzido em colaboração com a organização jornalística de investigação sem fins lucrativos Pro Publica, que examina as causas e consequências do desastre hídrico que se avizinha e que propõe algumas soluções inovadoras.

"Anjo futurista" é a mais recente obra de arte do MAU - Museu de Arte Urbana do Taguspark

A escultura tem como principal inspiração o estilo steampunk e a estética popularizada no filme Mad Max.

Foi instalada, em fevereiro, uma nova obra de arte no MAU - Museu de Arte Urbana do Taguspark – Cidade do Conhecimento. A escultura intitulada “Anjo futurista”, da autoria do artista Jaime de Carvalho, é inspirada no estilo steampunk e tem como referência a estética popularizada no filme Mad Max.

 

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Numa alusão notória à máquina e à indústria, através de um conceito de ficção científica, a mais recente obra de arte do MAU pretende comunicar objetivamente com o espectador e provocar nele a necessidade de levantar voo rumo a um futuro menos adverso para a humanidade. Este sentimento é provocado pela utilização do ferro em bruto e pela representação de uma espécie de veículo.

 

A escultura “Anjo futurista”, na qual o autor trabalhou, durante cerca de dois meses e meio, com materiais como o ferro, o inox e a fibra de vidro, está instalada na Av. Prof. Dr. Aníbal Cavaco Silva, nos jardins junto aos Edifícios Qualidade, no Taguspark, em Oeiras. 

 

Licenciado em Artes Plásticas/Escultura pela Faculdade de Belas Artes, Jaime de Carvalho prosseguiu os seus estudos em Itália, tendo, inclusive, recebido uma bolsa de estudo de mérito para aprofundar os seus conhecimentos em escultura. As suas obras integram, hoje em dia, tanto coleções privadas como públicas em países como: Espanha, França, Itália, Moldávia, Dinamarca, Turquia e Portugal.

 

Atualmente, o MAU – Museu de Arte Urbana apresenta, em exposição permanente, 13 esculturas e 15 graffiti espalhados pelos jardins, espaços exteriores, garagens subterrâneas e Núcleo Central do Taguspark.