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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

ViViFiCAR: Ci.CLO lança convocatória para projeto artístico no Douro destinada a artistas residentes ou naturais da região

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Quatro artistas durienses serão selecionados para integrar um programa de criação e exposição em quatro municípios da região, em colaboração com mais oito artistas, nacionais e noruegueses. Candidaturas abertas até 19 de novembro.

 

 Articulando a fotografia, novos media e arquitetura, o novo projetoViViFiCAR, desenvolvido e promovido pelaplataforma Ci.CLO, desafia 12 artistas e vários especialistas para a construção de diálogos com as comunidades com o apoio doMuseu do Douro em quatro municípios da região demarcada do Douro: Alijó, Lamego, Mêda e Torre de Moncorvo.

 

O programa inicia com uma convocatória para a atribuição de quatro bolsas destinadas a artistas naturais ou residentes na região demarcada do Douro, no valor monetário de 3.000€. Além do incentivo, inclui a participação numa residência artística a decorrer num dos quatro municípios parceiros durante seis semanas, alimentação, mentoria durante o processo de criação, produção de uma exposição, entre outros apoios.

 

Em cada residência artística irão intervir três artistas: um residente ou natural da região, um nacional e um norueguês, tendo em vista a criação de trabalhos inéditos sobre estes territórios. Como resultado, será produzida uma exposição, apresentada nos respetivos municípios, estando também programada uma mostra coletiva noMuseu do Douro e noSurnadal Billag, na Noruega, com uma seleção dos trabalhos dos 12 artistas.

 

Segundo Virgílio Ferreira, diretor artístico da Ci.CLO, “o projeto ViViFiCAR parte dos conceitos de ‘viver’ e ‘ficar’, no sentido em que nasce com o propósito de procurar respostas criativas para o desafio da fixação populacional na região do Douro, baseadas na construção de diálogos com as comunidades e no aprofundamento de perspetivas sobre os contextos socioeconómicos, ecológicos e culturais dos territórios em questão.”

 

“Pretende-se que as intervenções community-specific sejam inclusivas e se construam da interação entre os artistas, as comunidades e os territórios, conseguindo com isso não só estimular a reflexão artística, como contribuir para o desenvolvimento cultural da região a médio e longo prazo.”, acrescenta o responsável.

 

ViViFiCAR é organizado e produzido pela Plataforma Ci.CLO, financiado pela EEA Grants e operado pela Direção-Geral do Património Cultural com a Direção-Geral das Artes como parceiro do programa, cofinanciado pela Fundação Museu do Douro, Câmara Municipal de Alijó, Câmara Municipal de Lamego, Câmara Municipal de Mêda e Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, com o apoio mecenático do BPI e da Fundação “la Caixa“, e em parceria o Surnadal Billag A/S (Noruega) e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

 

De referir que o projeto se enquadra no Concurso «Connecting Dots – Mobilidade Artística e Desenvolvimento de Públicos», do Programa Cultura, no âmbito dosEEA Grants, mecanismo financeiro,criado com o objetivo de reforçar as relações bilaterais entre os Estados-Membros da União Europeia Europa e a Islândia, o Liechtenstein e a Noruega, membros do Espaço Económico Europeu (EEE).

 

MUMI 2021 - Encontro Profissional das Músicas no Minho reuniu mais de 120 profissionais

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Assim foi o MUMI 2021 na Eurocidade Tui-Valença: o encontro profissional da música portuguesa e galega fortaleceu na internacionalização e nas alianças

Três dias, dezassete showcases, cinco mesas redondas e mais de uma centena de speedmeetings para um evento no que se inscreveram mais de 120 profissionais

A Eurocidade Tui-Valença congregou uma boa parte das empresas e profissionais de Portugal e da Galiza durante os três dias em que se desenvolveu o MUMI 2021. De 9 a 11 de setembro, o Encontro Profissional das Músicas no Minho reuniu mais de 120 profissionais inscritos que participaram em mesas redondas e reuniões nas que se abordaram as possibilidades de colaboração, a profissionalização artística e a internacionalização de projetos. A organização do MUMI 2021 faz um balanço muito positivo desta primeira feira profissional luso-galaica que responde à necessidade de criar um espaço de encontro entre o sector de ambas as margens do Minho.

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Três dias, dezassete showcases, cinco mesas redondas e uma centena de speedmeetings para um evento no que se inscreveram mais de 120 profissionais instalados na área profissional na Escola Superior de Ciências Empresariais de Valença. Para a organização do encontro, o MUMI constitue um ponto de partida para a recuperação do sector no contexto da pandemia criando um espaço de encontro para construir unha relação estável entre agentes e empresas galegas e portuguesas. As pessoas inscritas participaram activamente nos speedmeetings que se desenvolveram na área profissional, encontros tão rápidos como intensos que põe em contacto a músicos com programadores e gestores, a profissionais de diferentes pontos geográficos ou a empresas com novos talentos. 

Este tipo de encontros conformam a identidade do MUMI 2021 cujo objetivo principal é estabelecer um novo cenário para este tipo de inter relações e intercâmbios. Os profissionais inscritos tiveram a oportunidade de assistir em mesas redondas que recolheram as incertezas do sector, muitas delas agravadas pelo contexto pandémico. Os direitos dos artistas, a situação atual das salas de concertos fechados há um ano e meio e o seu papel fundamental na promoção artística, o associativismo como estratégia, o papel dos patrocínios culturais e a relação dos festivais com o território foram os temas das palestras que tiveram lugar na quinta 9 e na sexta 10 de setembro. Entre as bandas que protagonizaram os showcases dirigidos exclusivamente a profissionais estiveram os portuguesas José Valente, Jorge da Rocha e emmy Curl, e os galegos Oîma, Pálida e Xacobe Martínez Antelo Quinteto.

Para além de toda a programação dirigida ao público profissional, a organização do MUMI 2021 teve claro desde um primeiro momento a necessária projeção pública do evento com a inclusão de actividades e concertos para a cidadania em geral. Familia Caamagno, Magín Blanco e A banda das apertas, O Sonoro Maxín, , Pulpiño Viascón, Silvia Penide, Barry White Gone Wrong, Cassete Pirata, Conjunto!Evite, KÁUSTIKA, TAKATUM e The Guit Kune Do foram as bandas que se apresentaram em espaços como o Teatro Municipal e as ruas de Tui. O falecimentodo ex presidente português Jorge Sampaio e a declaração de luto oficial em Portugal, provocou que a actividade aberta prevista para Valença se mudasse para Tui no sábado 11 de setembro.

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A Eurocidade: aposta no MUMI

O MUMI 2021 foi palco da estreia absoluta da Orquestra Galego-Portuguesa de Liberação, dirigida por Xacobe Martínez Antelo, e que foi o concerto de abertura no Teatro Municipal de Tui. Uma orquestra composta por 16 músicos galegos e portugueses que, à volta da improvisação, deliciou ao público do MUMI que encheu o teatro na noite inaugural. Uma experiência única que simbolizava em cima do palco e através dos instrumentos, a filosofia do Encontro Profissional das Músicas no Minho. Também foi especial o encontro no palco, para o concerto de encerramento, de dois dos grandes nomes da música, considerados embaixadores da cultura galega e portuguesa, como são Uxía e a banda de Terras de Miranda, Galandum Galundaina.

A organização do MUMI, um projeto que vinha a ser pensado há uns anos por um grupo de empresas culturais de Portugal e da Galiza, expressou de maneira especial o seu agradecimento aos concelhos da Eurocidade, Tui-Valença, que a través do projeto Unicidade patrocinam o encontro. Ambos concelhos mostraram-se sempre convencidos de que a Eurocidade Tui-Valença, um dos poucos espaços trans-fronteiriços na Europa de carácter urbano, pela sua necessidade de horizontes comuns, era o território adequado para um projeto como o MUMI. Ambas as instituições entendem que as implicações sociais e económicas da actividade cultural e, mais concretamente, da música, estão gerando bem-estar e progresso na Eurocidade. A organização do MUMI 2021 concluí que esta primeira edição foi muito positiva, realçando a criação de alianças estratégicas, fundamentais no momento no que vivemos.

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Shawn Mendes e Doja Cat: há mais estrelas confirmadas no palco dos MTV VMAs 2021

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SHAWN MENDES E DOJA CAT:
HÁ MAIS ESTRELAS CONFIRMADAS
NO PALCO DOS MTV VMAS 2021

E não fica por aqui! Além de Shawn Mendes e Doja Cat, também Chlöe e Twenty One Pilots se juntam ao lineup dos MTV VMAs 2021, que vão para o ar no dia 12 de setembro.

Justin Bieber e Megan Thee Stallion lideram as nomeações da noite que vai homenagear os Foo Fighters com o Global Icon Award.

Votações a decorrer aqui.
Conteúdo multimédia disponível aqui.
Promo
 aqui.

 

Lisboa, 26 de agosto de 2021 – A MTV acaba de confirmar mais quatro performers confirmados nos MTV VMAs 2021, um dos mais esperados eventos do ano que será transmitido em direto e para todo o mundo no dia 12 de setembro. Por cá, esta emissão ficará a cargo da MTV Portugal, é claro, nesse domingo à noite a partir das 23:30 com o pré-show, seguindo-se a gala às 01:00.

Shawn MendesDoja CatChlöe e Twenty One Pilots vão assim subir ao palco e oferecer performances explosivas a partir do Barclays Center, em Nova Iorque, juntando-se à recheada lista de artistas já confirmados entre as atuações da noite: Camila CabelloLil Nas XLORDEMachine Gun Kelly e Olivia Rodrigo.

Chlöe fará a sua estreia a solo com a apresentação em TV do seu primeiro single Have Mercy, que fará parte do seu próximo álbum. Sendo uma das duas integrantes da dupla Chlöe x Halle, artistas MTV PUSH em 2018, foi uma das estrelas que, no ano passado, apimentaram o pré-show com uma performance única de Ungodly Hour.

Doja Cat vai levar novamente o seu poder de mega-estrela aos MTV VMAs, após uma atuação do outro mundo em 2020 com o mash-up inesquecível de Say So e Like That, ano em que também venceu o seu primeiro Moon Person na categoria PUSH Best New Artist. Este ano, é esperado que a fasquia seja elevada a outro nível, com uma performance que vai ficar na retina, além da possibilidade de arrecadar cinco prémios, incluindo Video of the Year e Artist of the Year.

É um veterano dos VMAs que continua a oferecer momentos imperdíveis e dispensa apresentações: Shawn Mendes está de volta a este icónico palco depois de, em 2019, ter presenteado os fãs com o seu enorme hit de sucesso If I Can’t Have You e o picante dueto com Camila CabelloSeñorita. Este ano, o vencedor já em dose dupla dos MTV VMAs fará uma apresentação totalmente nova do seu mais recente single – Summer of Love –, procurando também levar para casa o troféu de Best Pop.

Remonta a 2015 a estreia juntamente com A$AP Rocky. Agora, os Twenty One Pilots vão voltar aos MTV VMAs para mandar a casa abaixo com o seu single de sucesso Saturday e, ao mesmo tempo, competir pelo seu terceiro Moon Person por Best Alternative.

Quem também não deixará de marcar presença entre o alinhamento de super-estrelas no palco dos MTV VMAs são os Foo Fighters, os homenageados da noite com o Global Icon Award e que também se encontram nomeados em três categorias numa corrida liderada por Justin Bieber (sete), Megan Thee Stallion (seis) e por Billie EilishBTSDoja CatDrakeGiveonLil Nas X e Olivia Rodrigo (com cinco cada).

Mas, como quem decide é o público, as votações já se encontram abertas em vma.mtv.com e vão decorrer até ao dia 3 de setembrosexta-feira. Aqui, os fãs globais poderão selecionar os seus artistas favoritas em 14 categorias de género neutro, incluindo Video of the YearArtist of the YearBest Collaboration. A votação para Best New Artist, apresentada através do Facebook, permanecerá ativa durante o espetáculo no dia 13 de setembro de 2021. As nomeações para as categorias de social media, incluindo Best Group e Song of Summer serão anunciadas posteriormente.

Ao longo dos próximos dias, a MTV vai anunciar todos os detalhes adicionais e informações sobre a gala e, para não perder pitada, o melhor mesmo é seguir @MTVPortugal e @VMAs nas redes sociais para ficar a par de todas as novidades dos #VMAs.

Bruce Gillmer e Jess Ignjatovic, cofundador do Den of Thieves, são os Executive Producers dos MTV VMAs 2021. Barb Bialkowski é Co-Executive Producer. Alicia Portugal e Jackie Barba são as Executives in Charge of Production. Wendy Plaut é a Executive in Charge of Celebrity Talent. Lisa Lauricella é a Music Talent Executive.

Já são conhecidos os vencedores da primeira edição do NOMA

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Otra CondenaOphir e Visões do Império são os grandes vencedores da primeira edição do NOMA AZORES – Festival Internacional de Cinema de Direitos Humanos. Ao longo de uma semana foram mais de oitocentos os espectadores que marcaram presença nas sessões e conversas que decorreram no Teatro Micaelense. Números que, para Paulo Mendes, vereador da cultura da Câmara Municipal de Ponta Delgada, a organizadora do festival, lançam “forte alicerce para a continuidade deste projecto”. “Ficou claro que existem todas as condições para fazer do NOMA, um evento de referência no plano nacional e no contexto europeu, criando um espaço a partir dos Atlântico de debate e reflexão dos Direitos Humanos”, continua, acrescentando que “através dos 11 filmes exibidos uma reforçamos a consciencialização das pessoas para a problemática dos Direitos Humanos, passamos a mensagem de que Ponta Delgada se preocupa com a humanidade e reafirmamos a nossa convicção em fazer da cultura um meio de transformação para melhorar as nossas sociedades”.

Decido por um júri composto por cinco figuras independentes do cinema e da fotografia e da acção da social, o NOMA entregou o prémio de melhor filme internacional a Otra Condena, de Juan Manuel Repetto, justificando a sua escolha no: “retrato honesto e humanizador de uma batalha isolada no campo da acção social; pelo cuidado na exposição de personagens muitas vezes relegadas às margens da sociedade e por nos oferecer soluções de futuro onde uma segunda oportunidade é possível sem a ostracização definitiva de alguns dos seus elementos”. Esta competição contou ainda com uma menção honrosa entregue e Ophir, de Olivier Pollet, filme que arrecadou também o Prémio do Público, obtendo a melhor média de votos entre os espectadores do festival.

No plano nacional, ganha Visões do Império, de Joana Pontes. Um filme, que de acordo com o júri, resgata narrativas ignoradas dos cantos escuros da história e constrói novos olhares sobre arquivos pessoais e nacionais; um trabalho de extrema importância neste período em que movimentos racistas e xenófobos começam a ganhar espaço.

Coimbra eleita como um dos 100 locais do mundo a visitar em 2021

Escolha realizada pela prestigiada revista TIME

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Cidade candidata a Capital Europeia da Cultura em 2027 é uma das duas cidades portuguesas que figuram nesta lista

 

A revista TIME acaba de divulgar a lista dos locais mais extraordinários do mundo a visitar em 2021 e Coimbra – cidade candidata a Capital Europeia da Cultura em 2027 – é um dos 100 lugares eleitos pela prestigiada publicação. A cidade, conhecida e reconhecida pela mais antiga universidade portuguesa, pela sua canção – o Fado de Coimbra – única no mundo e, também, por toda a modernidade que oferece, nomeadamente no campo na cultura, é uma das duas cidades portuguesas que figuram nesta lista.

 

Manuel Machado, presidente da Câmara Municipal de Coimbra, refere: “A cidade regista e agradece este reconhecimento internacional, que vem juntar-se a outros que, nos últimos anos, mostram inequivocamente que Coimbra vive, mesmo apesar da pandemia, um momento de valorização crescente dos seus patrimónios e das suas pessoas e é reconhecida por isso”. E acrescenta: “Pretendemos continuar a valorizar Coimbra, tornando-a, cada vez mais, uma referência nas mais diversas áreas, sempre com os olhos postos na Capital Europeia da Cultura 2027, à qual nos candidatamos e que temos uma profunda expectativa de vir a organizar”.

 

Para Luís de Matos, coordenador do Grupo de Trabalho da candidatura de Coimbra a Capital Europeia da Cultura, “a promoção da vertente cultural assume um papel crucial na vida da cidade e teve – não tenho dúvidas – uma grande influência nesta eleição que projeta, de uma forma incomparável, a cidade de Coimbra no panorama internacional”. Neste ponto, refira-se que o Centro de Arte Contemporânea da cidade, aberto ao público a 4 de julho de 2020, que tem patente exposições de artistas como Mário Cesariny, Peter Zimmermann ou Helena Almeida, ou o emblemático Mosteiro de Santa Clara-a-Velha foram apenas alguns dos locais destacados no artigo da TIME.

 

Classificada em 2013 como Património Mundial pela UNESCO, recorde-se que Coimbra foi já Capital Nacional do Teatro (em 1992) e Capital Nacional da Cultura (em 2003). Todos aqueles que, em 2021, sigam o conselho da TIME e visitem Coimbra não ficarão indiferentes aos recantes daquela que foi a primeira capital de Portugal, que serviu de palco à história de amor de Pedro e Inês e que, até 1911, detinha a única universidade em Portugal. Com a cultura no centro da sua história e com uma programação que pretende continuar a colocar a cidade na agenda mediática, Coimbra pretende assegurar um lugar cativo neste e nos mais relevantes rankings nacionais e internacionais.

 

José Miguel Pereira vence X Bienal de Pintura de Pequeno Formato

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José Miguel Tavares Rodrigues Pereira, com a obra “Factory Towers”, foi o vencedor da X Bienal de Pintura de Pequeno Formato - Prémio Joaquim Afonso Madeira. O júri decidiu ainda atribuir um prémio revelação a Diogo Martins (com a obra “HowToReadABook”) e menções honrosas aos artistas Cristina Fontes, João Moreira e Vitor Malva. As obras premiadas foram divulgadas na inauguração da exposição da Bienal, no dia 10 de julho. A exposição vai estar patente até 1 de agosto, no espaço FAVO – Fábrica de Artes Visuais e Ofícios, em Alhos Vedros.

A Bienal de Pintura de Pequeno Formato - Prémio Joaquim Afonso Madeira é uma organização conjunta da Câmara Municipal da Moita, Junta de Freguesia de Alhos Vedros e CACAV - Círculo de Animação Cultural de Alhos Vedros e pretende ser um incentivo à criação artística, no domínio da pintura, através do apoio aos artistas, na valorização do seu trabalho e no encontro deste com a comunidade. O Prémio Joaquim Afonso Madeira é atribuído pela Câmara Municipal da Moita e tem o valor de 1 000 euros. O Prémio Revelação, no valor de 350 euros, é atribuído pela Junta de Freguesia de Alhos Vedros.

A exposição pode ser visitada àssextas-feiras e sábados, das 17:00h às 21:00h, e domingos, das 17:00h às 19:30h.

Ainda no âmbito da X Bienal de Pintura de Pequeno Formato - Prémio Joaquim Afonso Madeira, o espaço FAVO – Fábrica de Artes Visuais e Ofícios, em Alhos Vedros, acolhe, no dia 17 de julho, pelas 17:00h, uma tertúlia fotográfica sobre o tema “A fotografia e o património cultural e natural, na comunidade”, com a participação de Fernando Pinho, João Ramos, Joaquim Gomes, José Augusto Nascimento e Isabel Ferreira; a 24 de julho, pelas 17:00h, a intervenção de Fabrícia Valente sobre o tema “Quando se desabita a pintura”, seguido de debate aberto e, no dia 31 de julho, também pelas 17:00h, um concerto de Didgeridoo, por Ruben Branco.

Portuguesa Elizabeth Casqueiro selecionada para Bienal de Londres

‘Convolution’, uma pintura em acrílico e tinta sobre tela, inspirada pela pandemia de Covid-19

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Elizabeth Casqueiro, pintora portuguesa radicada nos Estados Unidos, foi selecionada para participar na 5º edição da Bienal de Londres de pintura, escultura e fotografia, que entre 1 e 4 de julho reúne na capital britânica 454 trabalhos de artistas de todo o mundo, tendo sido escolhido, entre milhares de obras, um quadro seu de 173x72cm inspirado na actual pandemia de Covid-19.

 

O quadro alude à sensação de andar em círculos quando a Covid primeiro apareceu - as notícias eram repetitivas e confusas - e não sabíamos em que direção íamos com a pandemia.  No entanto, existia fé na capacidade solucionadora da nossa sociedade industrializada, em conjunto com os poderes curativos da natureza”, revela a pintora que completou os estudos básico e secundário na zona de Lisboa.

 

Teatro Tivoli BBVA e Produtora UAU vestem-se de luto para lutar pela cultura

Teatro Tivoli BBVA e Produtora UAU vestem-se de luto para lutar pela cultura 

 

O Teatro Tivoli BBVA colocou faixas negras nas suas portas como sinal de indignação pela nova norma imposta pelo governo: apresentação obrigatória de teste negativo à entrada nos eventos culturais a partir de 500 espectadores (e 1000 ao ar livre). 

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Ao cabo de 15 meses de esforço pelo contínuo ajustamento às diretrizes para a realização de espetáculos, as salas e os promotores foram durante o dia de ontem surpreendidos pela introdução de uma nova norma: apresentação obrigatória de teste negativo à entrada nos eventos culturais a partir de 500 espectadores (e 1000 ao ar livre). 

Num momento em que as restrições à lotação máxima permitida, de 50%, ainda não foram levantadas; quando o processo de vacinação se encontra a decorrer de forma consistente; e estando o setor cultural a lutar pela sua sobrevivência em condições de extrema dificuldade, a produtora UAU considera esta medida da DGS um contrassenso e totalmente incompreensível. 

A produtora salienta ainda que, segundo os registos oficiais, desde o início da crise pandémica, não há indicação de surgimento de qualquer surto associado a um evento cultural. As salas e os promotores têm sido escrupulosos na manutenção da segurança do público e contam com a colaboração dos espetadores que cumprem com a sua parte e merecem poder continuar a assistir a espetáculos. 

 

Paulo Dias, diretor geral da UAU, refere “Não é aceitável pedir ao público, que adquire um bilhete para um espetáculo por 10, 15 ou 20 euros, que tenha de apresentar um teste prévio com mais um custo associado. Nem se pode pedir aos promotores ou às salas que assumam esse encargo. A cultura é segura, já o demonstrou amplamente, e sente esta medida como um “castigo” que não merece nem pode tolerar.” 

 

“A DGS emitiu ontem uma decisão arbitrária, danosa, que sacrifica injustificadamente um setor que neste momento já está no limite das capacidades. É tirar o último fôlego de ar a quem vive há quase ano e meio de corda ao pescoço. Por tudo isto, o Teatro Tivoli BBVA colocou faixas negras nas suas portas como sinal de indignação pela situação criada pelo governo que durante esta pandemia nunca respeitou os profissionais deste sector.”, acrescenta.  

  

INTERVENÇÃO NO PALÁCIO GAMA LOBO É FINALISTA DO PRÉMIO NACIONAL DE REABILITAÇÃO URBANA

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Os trabalhos de reabilitação inaugurados em 2019 no Palácio Gama Lobo, em Loulé, fazem parte da lista dos candidatos ao Prémio Nacional de Reabilitação Urbana, na categoria de “Impacto Social”.

Promovido pelo Município de Loulé, o projeto, da autoria do Arquiteto Luis Guerreiro e executado pela construtora Costa&Carreira, constitui um trabalho notável do ponto de vista da arquitetura, sobretudo pelo equilíbrio alcançado entre o respeito pelas pré-existências e a incorporação de novos materiais e de novos elementos.

O processo de reabilitação do Palácio Gama Lobo seguiu por caminhos de interpretação, preservação e recuperação, não dando lugar a radicalismos. Pretendeu-se que a intervenção fosse suave, eliminando os excessos e adicionando cuidadosamente algumas contemporaneidades arquitetónicas e artísticas que marcassem com respeito a nossa época. As soluções construtivas foram pouco intrusivas, datadas, contemporâneas e reversíveis sempre que possível, recorrendo à utilização de técnicas e materiais sustentáveis e ecológicos.

O antigo edifício brasonado, uma casa nobre que constitui um marco da arquitetura civil de Loulé e um elemento importante na sua expansão e desenvolvimento urbano na segunda metade do século XVIII, é agora sede do Loulé Criativo. Os trabalhos de reabilitação permitiram criar um espaço destinado aos projetos do Turismo Criativo; o ECOA - Espaço de Criatividade, Ofícios e Artes com as valências de residências e oficinas; e o Loulé Design Lab. Zonas de coworking para designers e makers, oficinas de trabalho e oficinas de formação, espaço de biblioteca, espaço para palestras e reuniões, espaço de galeria visitável e uma loja são as áreas que se destacam neste edifício.

Refira-se que esta reabilitação significou um investimento de 1,3 milhões de euros, com apoio de fundos comunitários.

O Prémio Nacional de Reabilitação Urbana é uma iniciativa da Vida Imobiliária e da Promevi, que vai distinguir as intervenções urbanas de maior valia para a sociedade nas suas múltiplas valências. O contributo para a qualificação das cidades e o seu impacto na comunidade, o sucesso medido pela aceitação pelo mercado, o impacto e valor social, a capacidade de induzir a mudança no tecido urbano. As diferentes valências de uma iniciativa imobiliária de sucesso estarão em análise para premiar a excelência.

 

Palmela integra Mural 18: municípios da AML unidos no apoio à cultura

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Palmela integra o Mural 18, evento cultural em rede, com o lema "muralizados no apoio à cultura", que resulta de uma candidatura apresentada pela AML - Área Metropolitana de Lisboa e pelos seus 18 municípios, no âmbito do Programa Operacional Regional de Lisboa 2020. O projeto foi apresentado publicamente hoje, 7 de janeiro, no Teatro São Luiz, em Lisboa, dia em que foi também lançada a plataforma cultural www.mural18.pt.

A programação arranca no dia 15 de janeiro e vai decorrer, sobretudo, durante o primeiro semestre de 2021, com vários eventos culturais em todos os municípios da AML, em diferentes áreas artísticas (música, teatro, dança, artes de rua, entre outras). São exemplos festivais de teatro, ciclos de concertos, concurso de DJ, jazz nos miradouros, dança contemporânea, encontro de escritores, conferências, pintura de murais ou exposições. As iniciativas vão realizar-se, prioritariamente, ao ar livre e em espaços que valorizem o património cultural e paisagístico do território, contemplando, sempre que possível, ações de itinerância.

Em Palmela, este mês, haverá já duas iniciativas integradas no Mural 18: o espetáculo Syrah a Solo - Ciclo Syrah, pela DançArte, dia 15, às 21h00, no Cine-Teatro S. João, e os Ciclos Música Santiago, nos dias 17, 24 e 31, às 17h00, na Igreja de Santiago (Castelo de Palmela). Fique atenta/o à divulgação da restante programação em breve, nos canais digitais do Município (wwww.cm-palmela.pt, Facebook e Instagram Palmela Município) e em www.mural18.pt.

O Mural 18, que terá uma comparticipação financeira do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional de 1,5 milhões de euros, pretende unir agentes culturais, municípios e cidadãs/ãos em defesa da comunidade artística e do património cultural, imaterial e material.

Esta iniciativa, que é lançada numa altura especialmente delicada para todo o setor cultural, resulta da vontade clara da AML e dos seus 18 municípios de criar uma programação que sublinhe a importância da cultura na vida das comunidades e que seja uma marca clara de apoio a quem faz da cultura a sua vida e a sua forma de subsistência.