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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Passatempo - LETS THE SUNSHINE IN - Casino do Estoril

O Blog Cultura de Borla em parceria com ARTEFEIST tem bilhetes duplos para o espectáculo "LET THE SUNSHINE IN" no CASINO DO ESTORIL para o dia 23 de Junho às 21h45 aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver  "LET THE SUNSHINE IN"  com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e sessão pretendida.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

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SINOPSE

A FESTA DOS ANOS 60 ESTÁ DE VOLTA!

Há quem lhes chame "baby boomers". Essa geração dos anos 60, os anos que mudaram e moldaram o mundo. Foi na música que os anos 60 encontraram a sua maior expressão. Cantava-se de tudo, sobre tudo e às vezes contra tudo...
Venha-se divertir, cantar e recordar connosco. Let The Sunshine In - Um espectáculo de Henrique Feist.

Passatempo - Quando vai Carmen fazer Lady Macbeth?

O Blog Cultura de Borla em parceria com TEATRO DOS ALOÉS tem bilhetes duplos para a peça Quando vai Carmen fazer Lady Macbeth? para as sessões de 21, 22 de Junho (21h30) e 23 de Junho (16h) nos RECREIOS DA AMADORA aos leitores que de 5 em 5 participações:

  

- enviarem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver Quando vai Carmen fazer Lady Macbeth?

com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e a sessão que pretende.

- façam like na página do Teatro dos Aloés no Facebook;

 - Partihem o post do passatempo no facebook no seu perfil pessoal de forma pública e nomeando três amigos na partilha;

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

 

 

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 Quando vai Carmen fazer Lady Macbeth?

        20 de Junho a 1 de Julho nos Recreios da Amadora                         (quarta a sábado às 21h30/domingo às 16h00)

Informações e reservas: 916 648 204 ou teatrodosaloes@sapo.pt
Mais informações em: www.facebook.com/teatro.dosaloes


Sinopse: O público pediu mais histórias, Carmen pediu-nos mais espaço para as contar. Assim surge Quando vai Carmen fazer Lady Macbeth? Carmen é uma Clown. Mas não é “mais uma” Clown, dado o seu bom nascimento e o que entretanto conquistou.  Na verdade, a ideia de Carmen é muito simples e ao mesmo tempo extremamente complexa. Ela tem o sonho de fazer os papéis femininos mais famosos das peças de Shakespeare (como já foi o caso de Julieta) e acorda com o público só lhes retirar uma hora da sua atenção.  Para isso, ela tem na equipa, um contra-regra, com a função específica de não tirar os olhos do relógio que está em cena e fazer imediatamente soar um gongue no último movimento acordado do ponteiro dos segundos. Não perdendo o facto de ser uma Clown, ela sela este contrato prometendo dar o seu máximo no cumprimento de todas os trechos e tarefas que afincadamente preparou para dar a mostrar. E como se trata mesmo de dar o máximo… não pode prometer mais do que não ser a entrega àquele momento. Ao momento em si dentro daquela sala. O que pode incluir os movimentos daquele espectador de bigode sentado na primeira fila ou aquela mosca que perpassa a cena em busca do calor dos projectores…
Ficha Artística e Técnica: 
Com Elsa Valentim
Direcção Nuno Pino Custódio 
Música José Peixoto
Figurino Rafaela Mapril
Imagem e Cenografia João Rodrigues 
Produção Executiva: Daniela Sampaio 
Produção: Teatro dos Aloés 
M/14

Passatempo NÃO KAHLO - Casa do Coreto

 

O blog Cultura de Borla em parceria com as produções D. Mona oferecem convites duplos para a sessão do espectáculo Não Kahlo de dia 27 de Junho às 21h30 na Casa do Coreto, em Carnide (inserida nas Festas de Lisboa'18) aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:
 
 
- Enviem um email para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ir ao Coreto" com nome completo e nº de telefone.
 
- Façam like na página do Facebook da D. Mona (https://www.facebook.com/ d.monaii/)
 
- Partilhem o link do passatempo Não Kahlo no seu perfil pessoal de forma pública e nomeando três amigos na partilha;

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

 

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Não Kahlo é o novo espectáculo das produções D. Mona. Partindo da noção de «conto-sonho», do universo non-sense e do mundo onírico criado por Lewis Carrol em Alice no País das MaravilhasNão Kahlo recria Alice não como uma sucessão de eventos, mas como uma história que mergulha no universo surrealista, do realismo mágico latino-americano, biográfico e artístico da pintora mexicana Frida Kahlo.
NÃO KAHLO
M/12
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​​​​​Sinopse: 
Não Kahlo é canibalista. Comeu a orelha direita de Van Gogh.
Não Kahlo é cleptomaníaca. Roubou as rosas de Santa Isabel para adornar os cabelos de Frida.
Não Kahlo é contra-hegemónica. Arrancou o bigode de Dali para fazer a peruca de Barloff.
Não Kahlo é inconformada. Abriu a vala de Shakespeare para desenterrar a caveira de Yorick.
Não Kahlo é amante. As suas criações são exercícios espirituais.
Não Kahlo é iconoclasta. Subtraiu um prego à cruz e pregou-o na lista telefónica.
Não Kahlo é a acção de se desdobrar em infinitas mulheres.
Não Kahlo está de esperanças e quer parir um tigre que devore Shakespeare, Brecht, Van Gogh, Artaud, Cicciolina, Rivera, Abu-lughod, Heiner Müller, Monet, Foucault, Fassbinder, Ed Wood, Gauguin, Stanislavski, Beckett, Frida, Cesariny, Beethoven, Fernando Pessoa e mais os planetas desertos, que também mandam coisas, para os digerir e cuspir na caixa preta.
Ficha artística
Produção: D. Mona
Encenação, texto e cenografia: Mónica Kahlo e Sílvia Raposo
Elenco: Mónica Kahlo, Sílvia Raposo, Margarida Camacho e Anabela Pires.
Figurinos: Helena Raposo
Apoio técnico: Pedro Milo

 

 

Passatempo ROMEU E JULIETA (DO ÓDIO AO AMOR) – O MUSICAL

O Blog Cultura de Borla em parceria com o PRIMEIRO ACTO tem bilhetes duplos para  ROMEU E JULIETA (DO ÓDIO AO AMOR) – O MUSICAL para o dia 22 de Junho aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver ROMEU E JULIETA (DO ÓDIO AO AMOR) – O MUSICAL com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

 

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ROMEU E JULIETA (DO ÓDIO AO AMOR) – O MUSICAL
Encenação, direção musical e vocal SOFIA DE CASTRO

TEATRO

JUN 21 a 24

QUI a SÁB – 21H00 | DOM – 16H00

AUDITÓRIO

12,50€ | 7,50€ [Alunos Primeiro Acto, > ou = a 65 anos e Profissionais do Espetáculo]

150 MINUTOS | M/12

 

Depois de "A Família Addams", o Estúdio de Teatro Musical da Primeiro Acto apresenta o musical francês "Romeu e Julieta" na sua versão em português. Baseado na famosa peça de Shakespeare e com música original de Gérard Presgurvic, a história do amor imortal de Romeu e Julieta é transportada para uma época pós-apocalíptica e retratada sem filtros, através do olhar de Sofia de Castro.
Um musical pop-rock de música intensa e emoções ao rubro.

Música e letras originais GÉRARD PRESGURVIC
Arranjos vocais SOFIA DE CASTRO
Guião adaptado SOFIA DE CASTRO e MIGUEL RIBEIRO
Arranjos musicais SOFIA DE CASTRO
Encenação, direção musical e vocal SOFIA DE CASTRO
Cenografia e figurinos BRUNO RIBEIRO, ARTUR MARQUES e SOFIA DE CASTRO
Design de caraterização BEATRIZ TEIXEIRA
Equipa de caraterização BEATRIZ TEIXEIRA, ANA PINTO, TERESA MONSANTO, JOANA BAPTISTA
Equipa de fotografia de elenco MARGARIDA ANDRADE e SARA CÉSAR
Equipa de produção ARTUR MARQUES e SOFIA DE CASTRO
Adaptação para português BRUNO RIBEIRO, ARTUR MARQUES, SOFIA DE CASTRO, MARIA INÊS COURINHA, MADALENA PAREDES, CAMILA RIBEIRO, DAVID BERNARDINO, MARIANA CASTRO, ANA RAQUEL ROQUE, MIGUEL ROMEIRO, MARTIM FORNETTI, RUTE BANHA, MAFALDA FALCÃO, MARGARIDA ANDRADE, TELMO RODRIGUES, RODRIGO DIAS, DIOGO OLIVEIRA
Produção ESTÚDIO DE TEATRO MUSICAL PRIMEIRO ACTO

Passatempo| PELA ÁGUA, de Tiago Correia @ Teatro Aberto

O Blog Cultura de Borla em parceria com o TEATRO ABERTO tem bilhetes duplos para a peça PELA ÁGUA para o dia 7 de Junho aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver PELA ÁGUA com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

 

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PELA ÁGUA, de Tiago Correia, com encenação e dramaturgia de Tiago Torres da Silva, está em cena na sala vermelha do Teatro Aberto, e reúne no elenco os actores Fernando Luís, Miguel Nunes e Teresa Sobral.

Este foi o texto vencedor do Grande Prémio de Teatro Português 2016, da autoria de Tiago Correia. Pela Água é um texto inédito onde o autor explora a situação de encontro entre dois homens de gerações diferentes, amantes da mesma mulher. Um diálogo dominado pela paixão, pelo rancor, pela ausência e nos permite, simultaneamente, reflectir sobre as realidades políticas e sociais que moldam as personagens e as suas escolhas. A quanto nos obriga o amor? Quanto o sacrificamos?

 

Com este espectáculo, o encenador Tiago Torres da Silva regressa ao Teatro Aberto, onde, em 2011, dirigiu Álbum de Família, de Rui Herbon (texto vencedor do Grande Prémio de Teatro Português 2010). Colaborando mais uma vez com o cenógrafo Rui Francisco, Tiago Torres da Silva pretende trabalhar as qualidades literárias do texto num palco transformado pela presença da água - um território a explorar por intérpretes e público. Os figurinos da autoria de José António Tenente e a sonoplastia de José Peixoto acrescentam densidade e fluidez a um espectáculo marcado pela corrente da água e do tempo.

 

 

SINOPSE
Dois homens encontram-se pela primeira vez. Separam-nos a idade e o abismo cavado pela ausência de uma mulher.
Quem são estes dois homens? O que os liga de forma tão visceral?
Este é o momento de se confrontarem um com o outro e consigo mesmos. Pela água, o caminho adensa-se. As dúvidas emergem e misturam-se com as paixões. E a verdade sobre o que aconteceu oculta-se de novo na corrente.

FICHA ARTÍSTICA
Encenação e Dramaturgia Tiago Torres da Silva
Cenário Rui Francisco
Música José Peixoto
Figurinos José António Tenente
Com Fernando LuísMiguel Nunes e Teresa Sobral 

ESPECTÁCULOS 
4ª a Sábado às 21h30 
Domingo às 16h 
Sala Vermelha
EM CENA  

M/12 

BILHETEIRA
4ª a Sábado das 14h às 22h00; Domingo das 14h às 19h 
Reservas 213 880 089 ou bilheteira@teatroaberto.com  
www.bol.pt | FNAC | ABEP | CTT | El Corte Inglés (Lisboa e Gaia)  

 

PREÇOS
Inteiro - 15   €
Jovem (até 25 anos) – 7,5€
Sénior (mais de 65 anos) – 12 € 

Passatempo A FORJA - Centro Cultural do Cartaxo

O Blog Cultura de Borla em parceria com  a ÁREA DE SERVIÇO tem bilhetes duplos para a peça “FORJA” para o dia 17 de Junho no CENTRO CULTURAL DO CARTAXO aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver “A FORJA” com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

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“FORJA”

de Alves Redol

encenação de Frederico Corado

Centro Cultural do Cartaxo

 

ESTREIA A 15 de JUNHO - às 21.30h

Dias 15, 16 e 22 e 23 de Junho às 21.30 

Dias 17 de Junho às 16.00 


 

“Forja”, é o regresso da Área de Serviço aos grandes textos do teatro português!

Depois de “Crime de Aldeia Velha” de Bernardo Santareno e “Mar” de Miguel Torga, a Área de Serviço continua a levar à cena grandes textos de grandes autores nacionais, desta vez “Forja” de Alves Redol, autor, entre outros, dos romances “Gaibéus”, “Marés”, “Avieiros” , “Porto Manso”, “Os Homens e as Sombras”, “Cavalo Espantado” ou “Barranco de Cegos”. 

“Forja” de 1948 foi proibido pela censura e só foi levado à cena em Portugal cerca de vinte e um anos mais tarde, no Teatro Laura Alves, com encenação de Jorge Listopad. 

Este espectáculo encenado por Frederico Corado, que encenou também as anteriores produções da Área de Serviço no Centro Cultural do Cartaxo, é uma história sobre os Malafaia que vivem para a forja e pela palavra do pai, um retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

No longo Prefácio que, em Abril de 1966, Alves Redol escreveu para a edição do volume Teatro I (que incluía as peças “Forja” e “Maria Emília”) o autor explica o profundo significado social e político desse magnífico texto: “A forja desta tragédia é Hiroxima, tão distante e tão perto de cada um de nós. Nela arderam homens como meus tios se queimaram em pequena forja de ferreiro, todos sacrificados à mesma mão incendiária que os devorou.”

O elenco será composto pelo elenco residente da Área de Serviço e por algumas caras novas que fazem parte do projecto de teatro comunitário.

Frederico Corado propõe com esta “Forja” um drama de uma época e de um tempo que vai com toda a certeza marcar os espectadores numa grande produção, cuidada e bem trabalhada como a Área de Serviço já habituou os seus espectadores nos grandes sucessos anteriores.

 

Sinopse

Os Malafaia vivem para a forja e pela palavra do pai. O retrato da vida de um certo tempo onde cada um esconde as suas verdades e as suas ambições nunca se dando a conhecer por completo aqueles que lhe são mais importantes.

Uma História de “Forja”

A primeira tentativa de montagem da peça de Alves Redol, “Forja”, escrita em 1947, partiu do actor e encenador Rogério Paulo que, juntamente com um grupo de grandes nomes do nosso teatro, tentou encenar o texto, em 1960, no palco do então Teatro Avenida. Intenção que a censura frustrou. A estreia desta tragédia do autor de “Fanga” viria a ter lugar por um grupo de amadores do Buzi (Moçambique), dirigidos por Salvador Rego o qual, em 1965, a apresentou no Festival de Teatro de Manica e Sofala.

Anos mais tarde, em 1969, com estreia no Teatro Laura Alves, passando depois em 1971 para o Teatro Villaret numa produção de Vasco Morgado, encenação de Jorge Listopad, cenários e figurinos de João Vieira, com as interpretações de Jacinto Ramos (Pai), Carmem Dolores (Mãe), António Montez (António), Sinde Filipe (João), Luís António (Miguel), Alexandre Careto (Luís), Maria Margarida (Vizinha), Manuela Freitas (Morte), Norberto de Sousa.

“O acesso aos arquivos da Pide permitem confirmar que Vasco Morgado foi pressionado, ameaçado e depois censurado pelos agentes da Pide que supervisionavam os espectáculos e que, devido a essas pressões, teve que realizar a estreia da peça com cedências que na altura foram apontadas como desrespeitosas para com a memória do escritor de Vila Franca de Xira, que acabou por morrer poucos dias antes da estreia da peça. O episódio dessa noite tem várias versões. A única que coincide em todos os testemunhos é a de que Vasco Morgado, ao colocar no texto do programa do espectáculo “Obrigado Marcelo Caetano”, estava a dar conta da abertura do regime para a representação de peças de teatro que estavam proibidas, e a tentar assim abrir caminho para outros escritores como Bernardo Santareno, Romeu Correia e Luís Francisco Rebelo, entre muitos outros.”*1

“Forja” voltou a ser representado mais tarde, pelo Grupo Cénico da Sociedade Operária de Instrução e Recreio "Joaquim António d' Aguiar" em Torres Vedras (1970) com encenação de Manuel Peres, pelo Grupo Cénico da Sociedade de Instrução Tavaredense (1972), na Sede da Sociedade Dramática de Carnide – Carnide (1973), pelo Teatro Ensaio do Barreiro (1986) com encenação de Graciano Simões, pelo Teatro Experimental de Mortágua (1987), pelo Grupo de Teatro Esteiros (1994) e pelo Teatro-Oficina Fonseca Moreira (1999) com encenação de Fernando Maia.

 

Com Mário Júlio, Sara Xavier, Carlos Ramos, Carolina Seia, Gabriel Silva, Richard Tomás, Tomás Formiga, Mónica Coelho, Rosário Narciso, João Paulo, Amélia Figueiredo, Rui Manel, Rita Camacho, Beatriz Dinis, Inês Barreiro, Pedro Neves, Lara Canteiro, João Cruz, Jeanine Steuve e o Grupo Coral Os Alentejanos no Cartaxo 

Encenação: Frederico Corado | Texto: Alves Redol | Concepção Cenográfica: Carlos Ouro e Frederico Corado | Execução Cenográfica : Mário Júlio com a colaboração de Carlos Ouro e Rosário Narciso | Produção da Área de Serviço : Frederico Corado, Vânia Calado e Mário Júlio com a assistência de Florbela Silva e Carolina Seia Viana | Assistente de Encenação e Dramatugia: Vânia Calado | Direcção de Cena: Mário Júlio | Apoio: Beatriz Lamarosa, Inês Barreiro, Renan Carrasco, Lucas Ollivier, Marcelly Magalhães e Layla Pavanelli |Técnica: Miguel Sena | Desenho de Luz: Bruno Santos | Montagem: Mário Júlio | Uma Produção da Área de Serviço com o Centro Cultural do Cartaxo e Câmara Municipal do Cartaxo

Apoios: Casa das Peles | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

Centro Cultural do Cartaxo

Rua 5 de Outubro | 2070-059 Cartaxo, Portugal

Teatro . M/6

Bilhetes: 5€

Reservas: 243 701 600 | 914338893

 

Passatempo CIDADE DAS CRIANÇAS

O Blog Cultura de Borla tem bilhetes familia (1 adulto + 1 criança) para a CIDADE DAS CRIANÇAS para o dia 31 de Maio aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ir à CIDADE DAS CRIANÇAS com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.


 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

 

 

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Lumiar, Cidade das Crianças

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Criança, a Junta de Freguesia do Lumiar organiza de dia 29 de maio a 1 de junho um evento especial dedicado à cidadania e à prevenção rodoviária.

No Lumiar Cidade das Crianças pretende-se recriar vários serviços da vida urbana num só espaço, com o intuito de dar a perceber aos mais novos a quantidade de entidades que têm de funcionar para eles poderem viver numa cidade. 

De passaporte na mão, as crianças têm à sua escolha diversas atividades onde poderão dar largas à sua imaginação e ao mesmo tempo aprender. O Lumiar, Cidade das Crianças é um projecto de sensibilização cívica para a população escolar, com várias componentes: segurança rodoviária, educação ambiental, proteção civil e alimentação saudável.

São diversas as entidades que se associaram ao evento e que irão estar no recinto a realizar atividades de sensibilização como a EPAL, IMT, Protecção Civil, Escola Segura, Fundação Sporting, UHU, entre outras.

Serão simuladas atividades alusivas à circulação rodoviária com carros a pedais e a gasolina, bicicletas e triciclos. Carros de bombeiros e da polícia irão também estar no espaço e fazer as delícias dos mais novos.

Como se trata de um evento dedicado às crianças, não faltarão as Pinturas faciais, balões, música, um espaço dedicado à leitura com a hora do conto e muitos ateliers.

No dia aberto ao público, 31 de Maio, estão preparadas diversas actividades para toda a família com aulas de zumba, Teatro, street food e muito mais.

À chegada é só pintar a cara e entrar no espírito. 

 

Lumiar, Cidade das Crianças

Das 10h00 às 17h00

- 29, 30 de Maio e 1 de Junho: Escolas – 2 euros

- 31 de Maio:  Aberto ao público 10h - 17h

Entrada 3 euros

Localização: Av. David Mourão Ferreira (38°46'35.5"N 9°08'58.7"W)

PASSATEMPO | LUMI | Marko Milić | 1 Jun | 21h30 ||RUA DAS GAIVOTAS 6

O Blog Cultura de Borla em parceria com o Rua das Gaivotas 6 e o Teatro Praga tem um bilhete duplo para o espetáculo LUMI,  para dia 1 de Junho ao primeiros leitor que:

 

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ir ver LUMI
   com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone:

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

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LUMI
Marko Milić
 
1-2 junho | sex-sáb | 21h30
[dur: 70min] | M/6
 
LUMI avalia os diferentes lados da humilhação e do abuso e procura a desigualdade nas nossas interacções diárias. É inspirado por um uso não consensual dos corpos e pelo impacto da humilhação nas nossas escolhas diárias, desejos e comunicação.
 
 
 

 

Passatempo CINCO LÉSBICAS E UMA QUICHE - Teatro Armando Cortez

O Blog Cultura de Borla em parceria com  a YELLOW STAR COMPANY tem bilhetes duplos paraCINCO LÉSBICAS E UMA QUICHE para o dia 31 de Maio (21h30)  no TEATRO ARMANDO CORTEZ aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver CINCO LÉSBICAS E UMA QUICHE com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

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Elenco: Anabela Teixeira, Joana Câncio, Leonor Seixas ,Paula Neves e Teresa Tavares.

Sinopse

 Estamos em 1956, em plena Guerra Fria, com o perigo iminente de um ataque nuclear, vindo das hostes soviéticas. Uma comunidade, no meio da América, realiza o Encontro Anual de Quiches da Susan B. Anthony Society, as Irmãs Gertrudes. O seu lema principal é: “Sem carne, sem homens, somos felizes!”.

Apesar de serem todas, ou quase, lésbicas, o assunto é tabu… Até ao momento em que, isoladas no seu “bunker improvisado”, fruto de um alerta de ataque nuclear, começam a confessar-se, melhor dizendo, a "sair do armário”. A revelações serão surpreendente até ao fim!

Passatempo QUASE NORMAL - Teatro da Trindade

O Blog Cultura de Borla em parceria com a ARTEFEIST tem bilhetes duplos para o espectáculo QUASE NORMAL para os dias 30 de Maio e 2 de Junho no TEATRO DA TRINDADE aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver QUASE NORMAL   com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

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SINOPSE

Next to Normal QUASE NORMAL é um musical rock escrito por Brian Yorkey e com música de Tom Kitt. Entre os ingredientes principais de um musical que vão desde a comédia ao drama, conta a história de uma mãe que luta contra a sua bipolaridade e os efeitos que esta doença e as tentativas da sua cura têm sobre a família. O musical também se debruça sobre outras temáticas como a perda, suicídio, uso de drogas, as éticas da psicologia moderna e o submundo da vida suburbana. O musical estreou-se Off Broadway em 2008 e venceu o prémio dos Outer Critics Circle Award para Best Score (Melhor Partitura) bem como duas nomeações para os Drama Desk Awards nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Partitura.. Após a sua temporada Off-Broadway, foi apresentado na Arena Stage em Washington até finalmente chegar à Broadway em 2009.

Foi nomeado para 11 Tonys vencendo 3 Melhor Partitura, Melhor Orquestração e Melhor Atriz. Venceu também o Prémio Pulitzer para Drama em 2010 sendo o oitavo musical de sempre a receber esta honra.

É unanimemente considerado um poderoso musical rock que lida com questões de doenças mentais numa família suburbana, alargando assim a panóplia de assuntos que podem ser explorados em musicais

FICHA ARTÍSTICA

Música: Tom Kitt
Texto e letras: Brian Yorkey
Tradução, Adaptação e Encenação: Henrique Feist
Direção Musical: Nuno Feist 
Com: Lúcia Moniz, Henrique Feist, Mariana Pacheco, Valter Mira, André Lourenço, Diogo Leite
Produção executiva: João de Oliveira Pereira 
Produção: ArtFeist