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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

PASSATEMPO VIDAS PRIVADAS AUDITÓRIO CASINO ESTORIL

O Blog Cultura de Borla em parceria com ARTEFEIST tem bilhetes duplos para o espectáculo "VIDAS PRIVADAS" no CASINO DO ESTORIL para os dias 8 e 9 de Fevereiro às 21h30 aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver  "VIDAS PRIVADAS" com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e sessão pretendida.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

 

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PRIVATE LIVES / VIDAS PRIVADAS

TEATRO

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA – M/12

DURAÇÃO – 105 MIN C/INTERVALO

PREÇO – 15€*

SESSÕES – 2 FEV A 3 MAR – QUINTA A SÁBADO – 21H30 E DOMINGO ÀS 17H**

*QUINTAS-FEIRAS (DIA DO ESPETADOR) – PREÇO ÚNICO 10€

**EXEPTO DIAS 14,15,16 E 23 DE FEVEREIRO

 

SINOPSE

 

Uma peça sobre o amor nas suas mais quentes, e mais frias, expressões.
AMANDA e ELYOT, divorciados há cinco anos reencontram-se por acaso,com novos esposos, em segunda lua de mel num hotel em Deauville. Quando a chama entre eles se reacende, fogem juntos para Paris, onde... uns dias mais tarde os novos esposos os vêm procurar...
Uma comédia de costumes duradoura e especiosa.

 

Com Suzana Borges, Guilherme Barroso, Maria Dias e Martinho Silva.

Passatempo CASAL ABERTO

O Blog Cultura de Borla em parceria com o CEGADA - GRUPO DE TEATRO tem bilhetes duplos para a peça  CASAL ABERTO epara as sessões de 8 e 9 de Fevereiro, sexta e sábado,  às 21h30,  e dia 10 de Fevereiro às 16h no TEATRO-ESTÚDIO Ildefonso em Alverca do Ribatejo aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver CASAL ABERTO  com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

 

 

 

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Estreou na passada sexta feira, dia 25, a peça Casal Aberto de Dario Fo e Franca Rame, uma texto sobre a igualdade de género.
(estará em cena no TEIV até 10 de Fevereiro, sextas e sábados às 21:30 e domingos às 16:00)

Dois dias antes da estreia a Companhia Cegada, de Alverca do Ribatejo, anunciou estarem esgotados os lugares para as duas primeiras sessões no TEIV – Teatro Estúdio Ildefonso Valério. Na noite de estreia estiveram diversas personalidade do meio: Tito Lívio, Sónia Cláudia entre outros criadores e interpretes dos quais se destacam as presenças do actor Carlos Vieira de Almeida e a actriz Io Appolloni, ambos protagonistas da primeira encenação da peça de Fo e Rame em Portugal, decorria o ano de 1986.

A peça Casal Aberto, da autoria do Prémio Nobel Dario Fo e sua musa Franca Rame, aborda a temática de um homem que, por via dos continuados relacionamentos extra conjugais, provoca um constante estado de sofrimento e depressão na sua esposa. Sob o aparente objectivo de lhe minimizar o sofrimento - e confiante que convenção social de género vigente impossibilitará qualquer alteração comportamental à mulher - propõe que se tornem num "Casal Aberto" a outros relacionamentos.

Depois de realistas cenas de violência física, verbal e psicológica, e ultrapassadas a barreiras sociais exclusivas à Mulher que a impedem da igualdade de comportamentos, talvez possamos ter um ensaio de uma situação de justa igualdade de género. A partir deste ponto no texto, Dario Fo expõe de forma satírica e altamente cómica, as alterações comportamentais em torno de todo o Homem que, mesmo sem qualquer plano ardiloso por principio, é obrigado a reagir à perda do conforto que a sociedade, conservadora de costumes, lhe proporciona.

Estreia de "CASAL ABERTO"
de Dario FO e Franca RAME

EM CENA
de 25 de Janeiro a 10 de Fevereiro
Sex. e Sáb. às 21:30, Dom às 16:00

INFORMAÇÕES E RESERVAS:
926 941 164 / 910 923 397
publico.teiv@gmail.com

FOTOGRAFIA
Luana RIBEIRO

CRIAÇÃO
Cegada Grupo de Teatro

ESTRUTURA FINANCIADA
Governo de Portugal - Cultura / Direcção-Geral das Artes
Câmara Municipal de Vila Franca de Xira

Passatempo LA NOCHE ESCONDIDA - Cine Teatro de Estarreja

O Blog Cultura de Borla em parceria com o CINE TEATRO DE ESTARREJA tem bilhetes para o espetáculo de LA NOCHE ESCONDIDA, a exibir no próximo dia 9 de Fevereiro, sábado,  às 21h30,  no Cine - Teatro de Estarreja aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver LA NOCHE ESCONDIDA com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

 

 

LA NOCHE ESCONDIDA

Cia. Electrole
 

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AUDITÓRIO 6,00€ | 4,00€ (CARTÃO AMIGO, CARTÃO SÉNIOR E JOVEM MUNICIPAL) SESSÃO C/ LUGARES MARCADOS


GÉNERO DANÇA | 75 MIN | M/6


“La noche escondida” nasce da necessidade e inquietude criativa do multifacetado produtor, coreógrafo e primeiro bailarino em numerosas companhias espanholas Mariano Cruceta. É um projeto que pretende ser uma plataforma artística para gerar una nova tendência de expressão da linguagem flamenco, sem perder a sua tradição. Um processo criativo elaborado em fogo lento, com artistas especializados, provenientes de distintos estilos musicais, que juntaram os seus talentos para formar um som fresco, homogéneo e novo. 


Mariano Cruceta programações, percussões, baile, José Luis Montón guitarra, voz, Gloria Solera flauta, voz, Fernando Javier Val-Llosera percussão, Cristina Rivero baile.     


[Espetáculo promovido pelo Cine -Teatro de Estarreja]

 

Passatempo NINA, NINA - Rua das Gaivotas, 6

O Blog Cultura de Borla em parceria com o Rua das Gaivotas 6 e o Teatro Praga tem um bilhete duplo para o espetáculo NINA, NINA,  para dia 8 de Fevereiro às 21h30 ao primeiros leitor que:

 

Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ir ver NINA
   com o Cultura de Borla" com nome, CC e nº de telefone:

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

 

 
NINA, NINA / ColectivoRetorno
7-9 Fev / 21h30 & 10 Fev / 19h30
7,50€ | 5€ | 60 min

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Nina, Nina resulta num pequeno retrato ficcional de Nina, personagem fulcral na obra “A Gaivota” de Anton Tchékhov, que tenta dialogar com o nosso tempo. Por outro lado, há uma Nina ficcional do nosso tempo que tenta dialogar com o tempo da Nina da obra. A Nina do nosso tempo, não tem tempo. A Nina da obra deseja que o tempo acelere. Ambas sentem repulsa pelo tempo em que habitam.

Assiste-se à frustração de vontades contrárias, tanto a partir das personagens, como da ironia dos intérpretes perante a sua própria condição, num tempo onde coabitam demasiados tempos para se entenderem. No entanto, o tema do amor é imune a discordâncias. É o grão intemporal.

Seremos sempre Ninas, de um tempo ou de outro. Seremos sempre Ninas

Passatempo - Posso saltar do meio da escuridão e morder do Teatro GRIOT - 25 a 27 Janeiro - Recreios da Amadora

O Blog Cultura de Borla em parceria com TEATRO DOS ALOÉS tem bilhetes duplos para a peça POSSO SALTAR DO MEIO DA ESCURIDÃO E MORDER para as sessões de 25 e 26 de Janeiro (21h30) e 27 de Janeiro (16h) nos RECREIOS DA AMADORA aos leitores que de 5 em 5 participações:

  

- enviarem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver POSSO SALTAR DO MEIO DA ESCURIDÃO E MORDER  com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone e a sessão que pretende.

- façam like na página do Teatro dos Aloés no Facebook;

 - Partihem o post do passatempo no facebook no seu perfil pessoal de forma pública e nomeando três amigos na partilha;

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

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Posso saltar do meio da escuridão e morder

              25 a 27 de Janeiro nos Recreios da Amadora

(sexta e sábado às 21h30/ domingo às 16h00)

Informações e reservas: 916 648 204 ou teatrodosaloes@sapo.pt.


O Teatro dos Aloés acolhe Posso saltar do meio da escuridão e morder do Teatro GRIOT. Um espectáculo com encenação de Rogério de Carvalho e interpretação de Daniel Martinho, Gio Lourenço e Zia Soares.

O que vive abaixo da superfície da sujeição? A ausência de liberdade pode fazer morrer uma alma? A insubmissão surge como a única possibilidade de sobrevivência para uma mulher, que se descobre mulher e negra no contexto dos lugares estanques da escravatura. O percurso do espectáculo é afinal uma provação como via para a consciência. Entre o imaginário, o simbólico e o real, Daniel, Gio e Zia avançam em direcção à lucidez - na 1ª pessoa, na 3ª pessoa, por vezes em ambas - à própria palavra que gera uma voz e um corpo mineral, vegetal, animal.
 
Rogério de Carvalho, encenador
A Coisa impossível - traumática provém do Espaço Interior. Inicialmente tudo o que vemos é o Vazio - o Céu escuro, infinito, o abismo sinistramente silencioso do Universo, com estrelas cintilantes dispersas, que são menos objectos materiais do que pontos abstractos; depois, de súbito, ouvimos um som por detrás de nós, do nosso fundo mais íntimo, a que vem juntar-se o objecto visual, a origem desse som - a gigantesca versão dos barcos que transportam escravizados. O objecto - Coisa é assim transmitido como parte de nós mesmos que expelimos para a realidade... Também buscamos. Esta intrusão da Coisa parece trazer o alívio, suprimindo o horror de contemplar o vazio infinito do Universo.
 
É a materialização das fantasias traumáticas mais íntimas; isso explica o enigma das estranhas lacunas da sua memória. O que ela escreve é a imagem fantasmática que tem dele. Faz parte do Espaço Interior (de si para si). Não são  invenção sua os factos e os sentimentos que narra? Existiram? É a Coisa? Não se trata de um Vazio? Não vemos as acções, apenas ouvimos. O processo da Escravatura/Coisa, o desenvolvimento da sua História é a sua concretização? No final regressa ao lugar de partida assumindo a consciência do que é ser negra. A posição trágica é que ela adquire consciência de toda a identidade substancial, de que não é nada em si mesma, dado que só se julga existir sonhando com o Outro. A imensidão está nela quer na voz quer na fala. 
 
Ficha Artística: Encenação Rogério de Carvalho; Texto selecção e montagem colectiva ; Actores Daniel Martinho, Gio Lourenço, Zia Soares; Design de som Chullage; Design de luz Jorge Ribeiro; Voz e elocução Luís Madureira; Apoio ao movimento Cláudia Bonina; Espaço cénico e figurinos Teatro GRIOT; Fotografia Sofia Berberan Produção Teatro GRIOT; M/14.

 

Passatempo A FÁBRICA DE CHOCOLATE

O Blog Cultura de Borla em parceria com a FEVER tem um bilhete adulto e um de criança para a experiência A Fábrica de Chocolate - Family Sessions para uma sessão da parte da tarde à escolha do vencedor para um dos dias 15 ou 16 de Dezembro ao leitor que escreva a frase mais criativa com as palavras FEVER, FÁBRICA DE CHOCOLATE e CULTURA DE BORLA e ainda:

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

 

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‘A Fábrica de Chocolate’ inspirada no universo de Willy Wonka chega a Lisboa para o evento mais doce deste Natal

 

  • Nos dias 14, 15 e 16 de dezembro a barbearia e bar ‘O Purista Barbière’ será transformado na conhecida ‘Fábrica de Chocolate’ com sessões temáticas para crianças e adultos;
  • Cortar o cabelo como um milionário excêntrico, encarnar as personagens do filme ou provar um cocktail temático são apenas algumas das ativações preparadas pela Fever;
  • No dia 14 de dezembro, pelas 10h00, decorrerá uma sessão especial exclusivo com as crianças da instituição ‘A Terra dos Sonhos’.

 

Nos dias 14, 15 e 16 de dezembro a barbearia e bar ‘O Purista Barbière’, no Chiado será transformada no mundo louco e de fantasia da  Fábrica de Chocolate, através da Fever, uma das aplicações de entretenimento de mais rápido crescimento no mundo. Ao longo de três dias, miúdos e graúdos podem visitar ‘A Fábrica de Chocolate’, e optar por um dos dois tipos de sessões existentes – ‘Family Sessions’ ou ‘Evening Sessions’, com ativações, uma decoração temática e atores que representarão tudo aquilo que já conhecemos no universo do remake do popular filme.

 

‘A Fábrica de Chocolate – Family Sessions’ é a experiência mais doce deste natal onde os participantes são desafiados a ganhar o tão desejado golden ticket, com muitos chocolates e outras guloseimas à mistura. Trata-se de uma experiência temática  para todas as idades, com pinturas faciais, adereços e onde os participantes poderão encarnar as personagens do filme. Porque não aproveitar para cortar o cabelo como um milionário excêntrico enquanto bebe um chocolate quente? Os bilhetes para participar no universo fantástico da Fábrica mais louca do cinema  já podem ser adquiridos na plataforma da Fever por um valor de 6 euros, para crianças, ou 12 euros, para adultos, com a duração média de 50 minutos por sessão, em vários horários disponíveis. 

 

Por sua vez, ‘A Fábrica de Chocolate – Evening Sessions’ é a mais doce desta quadra natalícia, e conta com o cenário ideal para beber um cocktail temático ao final da tarde – a partir das 19h00, acompanhado por muitas guloseimas, ao característico estilo do conhecido dono da Fábrica de chocolates. Os bilhetes para esta sessão também já estão disponíveis na plataforma da Fever, e podem ser adquiridos pelo valor de 15 euros, com direito a entrada no evento e um cocktail muito especial.

 

Os eventos ‘A Fábrica de Chocolate - Family Sessions’ e ‘A Fábrica de Chocolate – Evening Sessions’ são dois Fever ORIGINAL, os eventos próprios da Fever, que este Natal contam com uma sessão especial oferecida aos beneficiários da IPSS ‘A Terra dos Sonhos’, que apoia crianças e jovens. A sessão vai decorrer no dia 14 de dezembro, pelas 10h00, e contará com a participação de cerca de 50 crianças.

A Fever, que que chegou recentemente a Lisboa, já é um sucesso em cidades como Londres, Nova Iorque, Madrid ou Paris. Para descobrir os últimos acontecimentos na cidade basta descarregar a aplicação ou aceder a feverup.com, selecionar a cidade que pretende – Madrid, Nova Iorque, Londres, Paris, Barcelona, Valencia, Sevilha, Málaga, Bilbao, Ibiza, Los Angeles, Manchester ou agora, Lisboa.

 

A aplicação é intuitiva e simples de navegar, e permite a aquisição de qualquer plano em apenas alguns cliques. Após selecionar a experiência que deseja adquirir e efetuado o pagamento, a mesma fica logo disponível na aplicação, não sendo necessária qualquer impressão de vouchers, bilhetes, etc. A Fever é a aplicação de referência para os entusiastas que procuram novas experiências na sua cidade ou num destino que visitam. 

 

Passatempo| A MENTIRA 15 DEZ às 21h30 @ Teatro Aberto

 

 

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O Blog Cultura de Borla em parceria com o TEATRO ABERTO tem bilhetes duplos para a peça A MENTIRA para o dia 15 de Dezembro aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver A MENTIRA com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

O Teatro Aberto estreia em Dezembro dois espectáculos em simultâneo
A MENTIRA e A VERDADE duas peças de Florian Zeller, o celebrado autor de O Pai, e duas encenações de João Lourenço. A interpretação de ambos os espectáculos é de Joana Brandão, Miguel Guilherme, Patrícia André e Paulo Pires.

A MENTIRA, estreia dia 8 de Dezembro na Sala Azul.

SINOPSE
Joana e Miguel convidaram Patrícia e Paulo para jantar, mas Joana viu Paulo a beijar outra mulher nessa mesma tarde, o que a coloca perante um dilema: será que deve dizer à amiga o que acabou de ver ou não? Miguel considera que é melhor comportarem-se como se nada tivesse acontecido, mas Joana não tem tanta certeza. Será que Miguel faz a apologia da mentira apenas para defender o amigo? Ou será que também ele tem coisas a esconder? Ou estará Joana a pô-lo à prova para dissimular as suas próprias inverdades?

Mostrando as inseguranças que perpassam os sentimentos amorosos, A mentira, de Florian Zeller, desmascara com humor os pactos estabelecidos entre os casais e questiona se as regras dos seus jogos serão realmente intrínsecas ao regular funcionamento da sociedade.

FICHA ARTÍSTICA
Versão João Lourenço e Vera San Payo de Lemos
Dramaturgia Vera San Payo de Lemos

Encenação João Lourenço
Cenografia João Lourenço e António Casimiro
Figurinos Ana Paula Rocha
Vídeo Nuno Neves 
Com Joana Brandão | Miguel Guilherme | Patrícia André | Paulo Pires

ESPECTÁCULOS
Quinta e Sábado às 21h30
Domingo às 16h00
SALA AZUL

M/14

BILHETEIRA
4ª a Sábado das 14h às 22h00; Domingo das 14h às 19h 
Reservas: 213 880 089 ou bilheteira@teatroaberto.com 
www.bol.pt | FNAC | ABEP | CTT | El Corte Inglés (Lisboa e Gaia)

PREÇOS

Inteiro - 17 €

Jovem (até 25 anos) – 8,50€

Sénior (mais de 65 anos) – 13,60€

  

Passatempo PAZ - Sónia Oliveira

 

O Blog Cultura de Borla, em parceria com a cantora Sónia Oliveira tem para oferecer 3 exemplares do novo disco “Paz”, que esta cantora gravou com a participação de diversos e conceituados músicos portugueses. Os discos serão oferecidos aos leitores que:

 

Os três participantes que cumpram as indicações acima e que enviem as frases mais criativas, receberão em casa o disco “Paz” da cantora Sónia Oliveira.

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Apresentação da cantora e do disco

“Paz” é o novo disco da cantora Sónia Oliveira, que conta com a participação de diversos músicos de relevo na música portuguesa – como a cantora Maria João, que traz ao álbum o seu cunho inconfundível. 

 

Este novo disco de Sónia Oliveira foi realizado ao longo de dois anos e nasceu, enquanto conceito, quando a cantora se encontrava a realizar um curso de Mestrado em Performance Jazz, na Escola Superior de Música de Lisboa. O objetivo passava, então, por estudar as possibilidades da voz enquanto instrumento e, mais concretamente, o potencial interpretativo da melodia sem palavra – o que levou a realizar uma investigação em que entrevistou alguns cantores nacionais e internacionais, relevantes neste contexto estilístico.

 

Paralelamente, Sónia Oliveira encontra espaço para desenvolver, juntamente com o contrabaixista João Vargas, uma sonoridade experimental que vem a trabalhar há algum tempo, em que combina a sua voz com apenas um contrabaixo em peças de música original da autoria de três compositores portugueses (Jorge Ramos, Daniel Davis e Miguel Sobral Curado), com inspiração entre o jazz e a música contemporânea, destacando-se a peça "Merge", que tem sido notada tanto em Portugal como internacionalmente.

No decorrer deste processo, a cantora depara-se com a interrupção da sua primeira gravidez, o que a levou a atravessar uma das fases emocionais mais difíceis da sua vida, que acabou por influenciar o seu trabalho, melancolizando-o com a composição de temas como "Lamento", "Aceitação" e "Teu Lugar" (a balada principal do disco).

 

Sobrou ainda espaço para a imensa influência que a música brasileira tem na formação da cantora que, aproveitando os trabalhos recentes com o baixista Yuri Daniel, regrava o tema "Maracatu" (da autoria do baixista) e ainda a composição de Hermeto Pascoal, "Música das Nuvens e do Chão", onde conta com a participação da cantora Maria João.

 

O resultado final é um conjunto algo heterogéneo em termos sonoros, mas que permite compreender não só o percurso (pessoal e musical) da cantora nos últimos dois anos, como também demonstra como trajetos emocionais mais complexos (e até dolorosos) podem ser atenuados pela arte, tendo sido a música utilizada como elemento catártico. 

"Paz" é uma experiência de introspeção, reflexão e autorestabelecimento, cujo desfecho deixa claro que nem tudo tem resolução, mas ainda assim é possível seguir em frente.”

 

Passatempo REIS DE PORTUGAL - Mebo Games

O Blog Cultura de Borla em parceria com MEBO GAMES tem um jogo REIS DE PORTUGAL ao leitor com a frase mais original que inclua as seguintes palavras MEBO GAMES, REIS DE PORTUGAL e CULTURA DE BORLA  e enviem-na até 15 de Dezembro para o e-mail culturadeborla@sapo.pt e ainda

 

 

ATENÇÃO

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Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

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Sobre o Jogo:

Portugal, País com séculos de história, onde quatro dinastias reinaram, dirigindo os destinos de um Nobre Povo.

Com regras muito simples, os jogadores jogam com as 34 cartas que representam os Reis e Rainhas de Portugal. Cada um deles tem as suas vantagens e quem souber usar os seus trunfos da melhor maneira será coroado Rei de Portugal.

Quem será o próximo?

2 a 4 jogadores, 30 min, +7 anos

 

Sobre a MEBO:

Fundada em 2010 por Gil d’Orey, a MEBO Games é editora de muitos jogos de tabuleiro, sendo que alguns têm a História e cultura portuguesas como tema de fundo.

“Os jogos da MEBO Games não são só para crianças, são para toda a família. O que queremos é que ao final do dia, nas férias ou ao fim de semana, pais e filhos, avós e netos, primos ou grupos de amigos se queiram juntar em redor do tabuleiro, desfrutando da companhia uns dos outros para uma atividade lúdica, que verdadeiramente os divirta”, explica Gil d’Orey.

Num país onde a cultura dos jogos de tabuleiro ainda não está suficientemente enraizada, a MEBO Games é uma das editoras mais inovadoras e que mais tem contribuído para dinamizar o mercado dos jogos de tabuleiro.

Saiba mais sobre a MEBO Games em www.mebo.pt/

 

Passatempo - POCAHONTAS

O Blog Cultura de Borla em parceria com  a YELLOW STAR COMPANY tem bilhetes duplos para POCAHONTAS para o dia 8  de Dezembro às 16h nos Cinemas Nos – Parque Nascente aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

 Enviem um email para o culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver POCAHONTAS com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

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ATENÇÃO

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Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

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Sinopse

Era uma vez… uma índia chamada Pocahontas que pertencia à tribo dos Powhatans, na Virginia, no Continente Norte-Americano. Pocahontas era uma menina bastante meiga, mas muito independente e rebelde, uma verdadeira dor de cabeça para o seu pai, o Chefe Powhatan. Na tribo índia e em todo o Continente, vivam-se tempos conturbados, devido à invasão dos colonos ingleses, que se estavam a apoderar dos terrenos dos Powhatan. Um dia, vários colonos foram capturados pelos índios e o Grande Chefe Powhatan sentenciou-os à morte. Seriam executados na lua seguinte. No momento exacto da execução, Pocahontas interrompe a cerimónia e implora a seu pai que não cometa a barbárie, segundo ela, a violência apenas ia gerar mais ódio e mais violência. O Chefe Powhatan acedeu ao pedido da filha.
Entre os colonos sentenciados à pena capital estava John Smith que, depois de ver a sua vida poupada, jura amizade eterna aos índios e, em especial a Pocahontas. Desta amizade irá surgir uma intensa história de amor, que irá esbarrar no preconceito racial entre dois povos com motivações distintas.