Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Jovens da região mostram curtas-metragens no Auditório de Pinhal Novo

Sessão de Curtas-metragens.jpg

 

No dia 8 de outubro, às 21h30, o Auditório Municipal de Pinhal Novo recebe uma Sessão de Curtas-metragens de Jovens da Região de Setúbal, de entrada livre. A sessão, para maiores de 12 anos, e com uma duração aproximada de 60 minutos, é organizada pela Câmara Municipal de Palmela, com a Experimentáculo.

Seis jovens realizadoras/es da região de Setúbal juntam-se para apresentar seis curtas-metragens da sua autoria que, depois de terem rodado no circuito internacional de festivais, vão agora ser mostradas “em casa”. Pedro Augusto Almeida, Matilde Calado, António Aleixo, Débora Martins, Micaela Castanheira e André Marques apresentam registos muito próprios e diferentes entre si, mas têm em comum a paixão pelo cinema.

A entrada é gratuita, mediante levantamento de bilhete. A bilheteira abre uma hora antes do início da sessão.

 

Curtas-metragens

 

O Mar Já Não Pára Aqui

Pedro Augusto Almeida

Documentário, 2020, 8 min.

 

Como Gado

Matilde Calado

Documentário, 2020, 5 min.

 

Goa, a Piece of Peace

António Aleixo

Documentário, 2020, 5 min.

 

Gen. Y

Débora Martins

Documentário, 2018, 11 min.

 

Para Reminiscência

Micaela Castanheira

Documentário, 2021, 10 min.

 

Não Procures Mais Além

André Marques

Ficção, 2019, 25 min.

 

“Outubro - Mês da Música”: “A Garota Não” atua no Coreto, em Pinhal Novo

transferir (10).jpg

 

 

“A Garota Não” atua no Coreto do Largo José Maria dos Santos, em Pinhal Novo, a 4 de outubro, às 21h30, num concerto integrado na programação “Outubro - Mês da Música”.  

Este é o projeto da cantautora Cátia Mazari Oliveira, que vai apresentar o seu álbum de estreia “Rua das Marimbas n.º7”, um disco onde fala de forma crítica e, ao mesmo tempo, sonhadora de assuntos que nos tocam a todas/os: perdas, amor, recibos verdes, monstros ou desigualdade de oportunidades. Com produção de Sérgio Mendes, “Rua das Marimbas n.º 7” conta com Cátia Oliveira na voz e guitarra, Sérgio Mendes nas guitarras e Diogo Sousa na bateria e percussão.

Cátia Oliveira nasceu em Setúbal, em 1983 e, antes deste projeto próprio, surgido em 2019, o seu percurso musical passou pelo jazz e pela música popular brasileira.

Organizado pela Câmara Municipal de Palmela, o concerto em Pinhal Novo tem entrada gratuita, mediante levantamento de bilhete (lotação de 200 lugares). Mais informações: 212 336 630 ou cultura@cm-palmela.pt.

Para comemorar o Dia Mundial da Música (1 de outubro), o Município e o Movimento Associativo local promovem a iniciativa “Outubro - Mês da Música”, com vários espetáculos ao longo do mês, por todo o concelho. Consulte o programa completo em www.cm-palmela.pt.

“No meu tempo…” - participe na próxima visita orientada ao Museu A Estação!

 

No meu tempo.jpg

 

A 25 de setembro, às 10h00, no Museu A Estação, em Pinhal Novo, participe na próxima visita orientada por ferroviários “No meu tempo…”, integrada no programa das Jornadas Europeias do Património. Henrique Alcaçarenho, 83 anos, Supervisor de Via, vai guiar as/os visitantes numa viagem através dos tempos.

A participação é gratuita e as inscrições decorrem até às 12h00 de dia 23 (limite de inscrições em função das orientações da Direção-Geral da Saúde), através do e-mail patrimonio.cultural@cm-palmela.pt.

Organizadas pela Câmara Municipal de Palmela, estas visitas, que tiveram início em julho, desafiam a conhecer histórias de outros tempos, partilhadas por ferroviários. Até ao final do ano, estão ainda agendadas para 16 de outubro e 20 de novembro.

O Museu A Estação está aberto ao público de terça-feira a domingo, das 10h00 às 12h30, e das 14h00 às 18h00 (encerra aos feriados).

 

 

Companhia das Miúdas Perfeitas estreia nova peça no Auditório de Pinhal Novo

Mães, mulheres e quarentonas.jpg

 

A Companhia das Miúdas Perfeitas estreia, a 8 de janeiro, às 21h00, no Auditório Municipal de Pinhal Novo, “Mães, mulheres e quarentonas, cenas da vida (a)normal”. O espetáculo conta com mais duas datas: 10 de janeiro, às 16h30, também no Auditório de Pinhal Novo, e 20 de fevereiro, às 21h00, no Cine-Teatro S. João, em Palmela.

Produzida pelo Teatro da Vila e com o apoio da Câmara Municipal de Palmela, esta peça é mais um texto original desta Companhia e junta atrizes/atores que já trabalharam com ela a outros nomes que se preparam para fazer a sua estreia em palco.

A história tem como pano de fundo uma grande mansão, que a proprietária decide rentabilizar, alugando alguns quartos. As entrevistas às potenciais candidatas sucedem-se ao longo do espetáculo, revelando uma diversidade de personagens aparentemente anormais, mas que não são mais do que uma caricatura da nossa normalidade. Desde a empregada sem “papas na língua”, a uma inquilina que declara guerra à menopausa, tudo promete ser divertido neste universo feminino.

A peça destina-se a maiores de 10 anos e os bilhetes têm o valor de 3€. Informações e reservas: 933 349 640.

 

Ficha técnica e artística

 

Escrita por: Maria Barbosa

Encenação: Bárbara Vicente

Elenco: Elisabete Amado, Gabriel Lobo, Ivone Calado, Leonor Amado, Mafalda Nunes, Margarida Sousa, Maria Barbosa, Maria Amado, Patrícia Ribeiro, Rafael Amado, Rute Matos, Sandra Silva, Soraia Romão e Susana Oliveira

Equipa técnica: Nuno Lobo, Paulo Vicente e Rui Azevedo

Designer gráfico: Sofia Tavares

Aderecista: Tânia Simão

Produzido por: Teatro da Vila

 

Concluída pintura mural de Jorge Charrua na Biblioteca de Pinhal Novo

 

Mural.jpg

 

 

Está concluída a pintura mural Ofélia, de Jorge Charrua, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo. Trata-se de uma iniciativa da Revista Fome, no âmbito do Março a Partir – mês da juventude, com o apoio do Município de Palmela.

Nesta mural, Jorge Charrua realizou uma versão contemporânea da personagem Ophelia, da obra Hamlet, de William Shakespeare. O trabalho do artista representa figuras que parecem flutuar nos espaços, marcadas pela ambiguidade, distância e suspensão no tempo.

Jorge Charrua iniciou a sua atividade artística em 2004, no graffiti. É licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. A sua obra vive num equilíbrio de saudosismo e nostalgia com temas da contemporaneidade, manifestando-se pelas iconografias e símbolos, como a cultura hip-hop, videojogos antigos ou a História da Arte, recorrendo a uma roupagem de pintura tradicional para estabelecer esses pontos de contacto. A representação da figura humana surge num jogo entre melancolia e afirmação, com a relação da bidimensionalidade dos fundos criados pelos sinais gráficos.

 

O cantautor está de regresso com novo disco e novo espectáculo

transferir.png

É já no próximo sábado que levamos ao Pinhal Novo as canções de O Coreto.

O cantautor Rogério Charraz está de regresso aos originais e no dia 22 de Agosto vai dar a conhecer as canções do seu próximo disco. O novo álbum tem lançamento previsto para o início de 2021 e estreia-se em palco neste concerto.

Com letras de José Fialho Gouveia, músicas de Rogério Charraz e produção musical de Luísa Sobral, “O Coreto” é um disco conceptual, que conta uma história de amor vivida em torno de um coreto. Uma história que fala das aldeias, das grandes cidades e de todo um mundo que as separa.

E "O Coreto" então começa. No dia 22 de agosto, às 22h00.

O espetáculo é gratuito e está integrado na programação das “Noites de Verão”. Organizado pela Câmara Municipal de Palmela, o concerto vai decorrer garantindo o cumprimento de todas as normas de segurança da DGS - Direção-Geral da Saúde.
Os lugares são limitados e a reserva é obrigatória, através do contacto 212 336 634 (das 9h00 às 16h00).


“Abaladiça” é a primeira canção a ser revelada do novo disco e é também um dos 20 temas vencedores do projecto “Inéditos Vodafone”, uma iniciativa da Vodafone no âmbito do movimento Portugal #EntraEmCena.

 

“Palavras na Nossa Terra”: para quem gosta de ouvir e ler poesia!

 

No próximo dia 28 de fevereiro, a iniciativa “Palavras na Nossa Terra” regressa à Biblioteca Municipal de Pinhal, às 21h00. António Ramos Rosa (1924-2013) é o poeta português em destaque nesta sessão de poesia com entrada livre.

Promovidos pela Câmara Municipal de Palmela desde 2015, os encontros “Palavras na Nossa Terra” têm periodicidade mensal e estão abertos à participação de todas as pessoas que gostam de ouvir, escrever ou declamar poesia.

Poeta, tradutor e desenhador português, António Ramos Rosa publicou, em 1958, o seu primeiro livro de poesia “O Grito Claro” e na sua obra poética constam cerca de cinquenta títulos. Diretor de revistas literárias, autor de ensaios, António Ramos Rosa recebeu, entre outras distinções, o Prémio Fernando Pessoa, em 1988.

 

Pinhal Novo prepara-se para receber corso de Carnaval

 

Com a aproximação de mais uma época carnavalesca, o Grupo Carnavalesco Amigos de Baco, de Pinhal Novo, prepara-se para animar as ruas da vila de Pinhal Novo com a realização do tradicional corso, no próximo dia 25 de fevereiro.

Animação, folia e diversão são alguns dos requisitos desta iniciativa que, habitualmente, conta com a presença de dezenas de pessoas e associações locais.

A relevância deste evento motiva a cedência gratuita e temporária de espaço público ao Grupo Carnavalesco Amigos de Baco, de Pinhal Novo, no período entre 21 e 25 de fevereiro.

Aprovada por unanimidade na reunião pública de 5 de fevereiro, a cedência de domínio público viabiliza a realização do evento e possibilita a instalação de pavilhões de índole comercial, que representam a principal fonte de receita para a entidade organizadora.

No dia 26 de fevereiro, às 21h30, a celebração do Carnaval termina com o Enterro do Bacalhau, pelas ruas de Pinhal Novo.

 

Visite a Exposição “O Alfaiate”!

Inauguração Exposição 'O Alfaiate' (3).jpg

 

 

Até 28 de fevereiro, visite a Exposição Temporária “O Alfaiate - uma coleção de Vítor Gaspar”, inaugurada no dia 10 de janeiro, no Foyer do Auditório Municipal de Pinhal Novo, e fique a conhecer melhor a arte da alfaiataria e a coleção particular e história de vida deste alfaiate aposentado.

A inauguração contou com casa cheia, reunindo, para além de autarcas e técnicas/os municipais, várias/os participantes nos projetos “Clique Sem Idade” e “(A)Linhas - Costura Criativa Entre Gerações” e professoras/es das Escolas Secundárias de Palmela e de Pinhal Novo. Vítor Gaspar partilhou com todas/os um pouco da sua história de vida e conduziu as/os convidadas/os numa visita guiada à Exposição, deixando transparecer o amor que tem pelo seu ofício.

Para o Presidente da Câmara Municipal de Palmela, Álvaro Balseiro Amaro, «é um privilégio começar o ano com o usufruto da partilha dos conhecimentos e vivências de Vítor Gaspar». O Presidente realçou ainda a «importância de uma exposição desta natureza para vários públicos», desde as/os seniores às/aos alunas/os das escolas.

Vítor Gaspar nasceu em Setúbal, em 1934. Na Academia Maguidal, frequentou, em 1957, o curso de Corte de Vestuário de Homem e, no ano seguinte, concluiu, com distinção, o curso de Vestuário Género Alfaiate para Senhoras. Em 1958, em Setúbal, abriu a Alfaiataria Vítor Gaspar, conhecida como uma das melhores da cidade, que acabou por fechar as portas em 1989, numa altura em que o pronto-a-vestir desviou a clientela.

Em exposição no Auditório de Pinhal Novo, estão alguns instrumentos de trabalho que o alfaiate utilizava no seu dia a dia (tesoura, linha de alinhavar, livro de medidas, entre outros), tecidos, fatos que confecionou e fotos que retratam momentos importantes da sua vida. É também possível apreciar a coleção de telas “O Alfaiate através do tempo”, um trabalho recente de Vítor Gaspar que, aos 86 anos, decidiu também dedicar-se à pintura, retratando a evolução da sua profissão.

Ao mesmo tempo, a mostra pretende dar a conhecer a história da alfaiataria, da ascensão à queda, numa oportunidade para refletir sobre a indústria têxtil, os Direitos Humanos e a sustentabilidade. No Auditório, serão também exibidos documentários sobre estas temáticas, dirigidos a alunas/os do Ensino Secundário.

Organizada pela Câmara Municipal de Palmela e por Vítor Gaspar, com o apoio do Victoria & Albert Museum, a Exposição, de entrada gratuita, pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 19h00, e ao sábado, das 14h00 às 19h00 (encerra aos feriados).

 

Estendal de Memórias aguarda o seu contributo

 

Aproveite a visita à Exposição e partilhe também os seus testemunhos, histórias e memórias sobre a moda, dos anos 50 aos dias de hoje, em prosa ou em poesia, no Estendal de Memórias - “Histórias d’Entre a Moda”. Neste estendal improvisado, todas/os as/os interessadas/os podem partilhar as suas memórias sobre o vestuário na infância e juventude, o vestuário de trabalho / cerimónia / dias de festa, o vestuário de praia, as costureiras, os alfaiates e o pronto-a-vestir, os cursos de costura, as primeiras revistas de moda, os blogues de moda, entre tantos outros temas.

Esta iniciativa realiza-se no âmbito do projeto “(A)Linhas - Costura Criativa Entre Gerações”, desenvolvido pela Autarquia, em articulação com as Escolas Secundárias de Palmela e de Pinhal Novo, desde maio de 2019, e inserido no PRIA - Percursos em Rede para a Inclusão Ativa.

Exposição recorda alfaiataria de Vítor Gaspar

Exposição recorda alfaiataria de Vítor Gaspar

Exposição O Alfaiate.jpg

 

Entre 10 de janeiro e 28 de fevereiro de 2020, a Exposição Temporária “O Alfaiate - uma coleção de Vítor Gaspar”, no Auditório Municipal de Pinhal Novo, vai permitir saber mais sobre a arte da alfaiataria e conhecer a coleção particular e a história de vida deste alfaiate aposentado.

Vítor Gaspar nasceu em Setúbal, em 1934. Foi a profissão da mãe, costureira, que o fez ganhar o gosto por este ofício. Ainda em criança, em Lisboa, trabalhou como aprendiz em várias alfaiatarias. Os conhecimentos que foi adquirindo através da leitura ávida de revistas técnicas e da prática profissional permitiram-lhe, aos 21 anos, ser já contramestre numa alfaiataria. Foi nesta altura que decidiu ir estudar para a única escola oficial do país, a Academia Maguidal, onde frequentou o curso de Corte de Vestuário de Homem e, no ano seguinte (1958), concluiu, com distinção, o curso de Vestuário Género Alfaiate para Senhoras.

Em 1958, em Setúbal, abriu a Alfaiataria Vítor Gaspar conhecida como uma das melhores da cidade. Não tinha mãos a medir para as encomendas e era necessário aguardar, em média, três meses por um fato. Fechou as portas em 1989, numa altura em que o pronto-a-vestir desviou a clientela. No entanto, a memória da Alfaiataria Vítor Gaspar permanece viva, através das exposições, do livro que publicou em 2019 e das palestras que dá em escolas. Aos 86 anos, deciciu também dedicar-se à pintura, criando a coleção “O Alfaiate através do tempo”, constituída por mais de 20 telas, que pretende retratar a evolução da sua profissão.

Em exposição no Auditório de Pinhal Novo, vão estar alguns instrumentos de trabalho que Vítor Gaspar utilizava no seu dia a dia (tesoura, linha de alinhavar, livro de medidas, entre outros), tecidos, fatos que confecionou e fotos que retratam momentos importantes da sua vida. Ao mesmo tempo, a mostra vai dar a conhecer a história da alfaiataria, da ascensão à queda, numa oportunidade para refletir sobre a indústria têxtil, os Direitos Humanos e a sustentabilidade.

Organizada pela Câmara Municipal de Palmela e por Vítor Gaspar, com o apoio do Victoria & Albert Museum, a Exposição, de entrada gratuita, vai poder ser visitada de terça a sexta-feira, das 10h00 às 19h00, e ao sábado, das 14h00 às 19h00 (encerra aos feriados).