Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

CCB | Diga lá um poema > moderação de Eurico Lopes | fins de tarde de sábado do mês de setembro na varanda do Espaço Vittorio Gregotti

CCB . 3, 10, 17 e 24 de setembro . sábado . 19h00 às 21h00 .

Espaço Vittorio Gregotti (Centro de Reuniões) . Entrada livre

image001.jpg

Diga lá um poema é a transposição de uma iniciativa de sucesso do Dia Mundial da Poesia para os fins de tarde de sábado do mês de setembro. Num espaço informal e com uma varanda de frente para o rio, o ator Eurico Lopes será o declamador residente, dando o mote para cada sessão. Um espaço que promove a espontaneidade do público, que é convidado a ler ou a dizer um poema de cor, de um autor conhecido ou da sua autoria.

 

Eurico Lopes iniciou a sua formação teatral em 1988 com Filipe Crawford na Fundação Calouste Gulbenkian. É presença assídua em televisão, cinema e teatro. Ao longo da sua carreira tem participado em vários projetos de divulgação de poesia em leituras públicas. Já foi dirigido por encenadores como João Lourenço, Fernando Heitor, Berta Teixeira, Bibi Perestrelo, Gastão Cruz, Tiago R. Santos, Vicente Alves do Ó e André Gago. Licenciado também em arquitetura, tem no seu currículo a criação de mais de vinte espaços cénicos, em teatros como o Teatro Nacional D. Maria II, Teatro da Trindade, Teatro São Luiz, CCB, Teatro Nacional de São João e Teatro Aberto.

 

INTERVENÇÃO POÉTICA EM ALTE EVOCA CÂNDIDO GUERREIRO

Cândido Guerreiro.jpg

O grupo Ao Luar Teatro leva ao palco no próximo dia 24 de setembro, pelas 15h30, na Fonte Pequena, em Alte, “Sonetos de uma aldeia, cantos e contos de cá!”, evento que pretende ser uma apresentação poética em torno da vida e obra do poeta altense Francisco Xavier Cândido Guerreiro.

O mote para este trabalho foi fornecido à companhia de teatro das Sarnadas pelo também poeta José Carlos Ary dos Santos, com o poema "A Viagem", escrito por este aquando da morte do poeta altense Cândido Guerreiro, no ano de 1953.
A companhia Ao Luar Teatro segue então nesta viagem, a viagem de Cândido Guerreiro, desde 1871 a 1953, passeando pelos caminhos da poesia e da vida do poeta altense, o poeta que amava a vida, o poeta dos sonetos. Contos, poemas, música e cantigas farão, também, parte desta viagem.

Os músicos Pedro Branco e Vasco Ramalho, os atores Rui Penas e Daniel Romeiro, e o rapper João Baião metem-se à estrada com Cândido Guerreiro.
Esta iniciativa é de entrada livre e surge no âmbito do projeto “Biblioteca Municipal adota a Escola Profissional Cândido Guerreiro”, que conta com o apoio da Junta de Freguesia de Alte

AO LUAR TEATRO LEVA À FONTE DE ALTE INTERVENÇÃO POÉTICA DEDICADA A CÂNDIDO GUERREIRO

Cândido Guerreiro.jpg

“Sonetos de uma aldeia, cantos e contos de cá” é o nome da intervenção poética que o grupo Ao Luar Teatro irá levar à Fonte Pequena de Alte, no próximo sábado, 7 de maio, pelas 15h30.

Integrado no projeto “Biblioteca Municipal adota a Escola Profissional Cândido Guerreiro”, esta pretende ser uma apresentação poética em torno da vida e obra do poeta altense Francisco Xavier Cândido Guerreiro. O mote para este trabalho foi fornecido à companhia Ao Luar Teatro pelo também poeta José Carlos Ary dos Santos, com o poema "A Viagem", escrito por este aquando da morte de Cândido Guerreiro, no ano de 1953.

A companhia Ao Luar Teatro segue então nesta viagem, a viagem de Cândido Guerreiro, desde 1871 a 1953, passeando pelos caminhos da poesia e da vida do poeta que amava a vida, o poeta dos sonetos. Contos, poemas, música e cantigas farão, também, parte desta viagem...

Os músicos Pedro Branco e Vasco Ramalho, os atores Rui Penas e Daniel Romeiro, e o rapper João Baião “metem-se à estrada com Cândido Guerreiro”. Este evento ´de entrada livre.

Poesia de André Tecedeiro e Exposição de Bartolomeu Costa Cabral em destaque no Festival Cultural da Universidade do Porto - 12 e 23 de abril

 

No âmbito do Casa Comum Fest, um novo festival cultural que promove o diálogo entre as várias instituições da Universidade do Porto, diversos artistas e toda a cidade, a iniciativa recebe a 12 de abril, André Tecedeiro, o poeta convidado da sessão do Ouvir, 59 minutos de imersão poética.

 

image005.png

Assim pelas 18h30, Casa Comum (no edifício histórico da Reitoria da Universidade do Porto, na Praça Gomes Teixeira) abre portas para que o silêncio ganhe consistência até que a voz possa entrar e sentir-se em casa.  Com programação e curadoria da Porto Editora, esta experiência imersiva terá uma narrativa de Nádia Carvalho que dará início à sessão e depois a voz do poeta conduz os sentidos até à descoberta de uma espécie de “dia novo”. A entrada é livre e limitada à lotação da sala.

Arquivo do arquiteto do modernismo português Bartolomeu Costa Cabral em exposição no Porto

 

A Fundação Instituto Marques da Silva (FIMS) recebe até 23 de abril a exposição documental dedicada ao arquiteto Bartolomeu Costa Cabral, no âmbito da Casa Comum Fest, promovida pela Universidade do Porto, que está durante o mês de abril a dinamizar vários equipamentos da cidade com animações culturais, exposições, peças de teatro e concertos diversos.

 

"A Arquitetura tem de falar às pessoas, tem de ser uma companhia, tem de dar sentido aos espaços criados e, só assim, podemos falar da sua humanização. Julgo que nas obras que fui fazendo ao longo da  minha vida profissional, existe uma constante relação com as pessoas". (Bartolomeu Costa Cabral, A Ética das Coisas, 2019)

image007.jpg

Bartolomeu Costa Cabral, premiado arquiteto, assinou diversas obras pelo país, nas áreas do urbanismo, ensino e habitação, mas também obras públicas e obras particulares. Recorde-se apenas algumas do seu vasto trabalho:

1953-1959 – Bloco das Águas Livres, Lisboa (em associação com Nuno Teotónio Pereira

1961 – Conjunto de 600 fogos em Olivais Sul. Em colaboração com o Arqtº Nuno Portas.

1963 – Conjunto de 300 fogos, Olivais Sul, (em associação com Nuno Teotónio Pereira).

1971 – Edifício sede da Sociedade Portuguesa de Autores, Lisboa (ateliê GPA).

1973-93 – Universidade da Beira Interior, na Covilhã– Polo 1

1978 – Agência da Caixa Geral de Depósitos, em Sintra.

1986 – Universidade do Minho / Núcleo de Guimarães (ateliê GPA).

1986 – Escola Superior Agrária de Bragança(ateliê GPA).

1988 – Escola Superior Agrária de Santarém (ateliê GPA).

1988 – Escola Superior de Tecnologia em Tomar.

1991 – Pavilhão de Agro-Industrias, Agronomia e Civicultura Tropical do Instituto Superior de Agronomia.

1992 – Edifício Sede da Liga de Protecção da Natureza.

1995-99 – Bloco Pedagógico / Instituto Politécnico de Bragança.

1996-01 – Faculdade de Engenharia / Universidade Católica Portuguesa / Campus de Sintra.

1998-01 – Biblioteca Central / Universidade da Beira Interior.

1998-02 – Estação da Quinta das Conchas do Metropolitano de Lisboa.

2000-03 – Museu de Lanifícios / Universidade da Beira Interior.

2000 – Zona Desportiva / Instituto Politécnico de Bragança.

2001 – Edifício dos Serviços Centrais / Instituto Politécnico de Bragança.

2006 – Estudo museográfico do Museu de Lanifícios / Universidade da Beira Interior.

2006-08 – Área pastoril e Roda Hidráulica do Museu de Lanifícios / Universidade da Beira Interior.

 

São 100 os eventos em abril que a Universidade do Porto vai realizar, no âmbito da iniciativa Casa Comum Fest, um novo festival cultural que promove o diálogo entre as várias instituições da Universidade do Porto, diversos artistas e toda a cidade.

 

Peças de teatro, exposições, saraus e visitas a museus são apenas algumas das iniciativas que a Universidade do Porto apresenta para comemorar o mês de abril, mês da democracia.

3º round do Poetry Slam Torres Vedras

descarregar (5).jpg

Neste último round serão escolhidos mais dois finalistas. 

O Poetry Slam Torres Vedras vai para o terceiro round. Do primeiro e do segundo round passaram para a grande final a Salomé Abreu, Mariana Mota, Maria João Costa e Karol Ruszkiewicz. No terceiro round, que se realiza no próximo dia 18 de março, às 21h30, no Centro de Artes e Criatividade de Torres Vedras, o público irá decidir as últimas duas pessoas que se irão juntar aos finalistas do Poetry Slam Torres Vedras edição 2022, a realizar dia 29 de abril. 

A participação é gratuita e para maiores de 18 anos que com a sua poesia poderão ser um dos finalistas, para tal só precisam de se inscrever para o email portugalslam@gmail.com.

O objetivo deste evento é “dar voz e sensibilizar públicos para a poesia como forma de expressão artística. Desenvolver pensamento crítico sobre assuntos prementes da sociedade ou autobiográfico”, refere a organização.

Os MCs NBC, anfitrião do Poetry Slam Torres Vedras, e a Li Alves, do Portugal SLAM! vão conduzir este último round. 

O Poetry Slam Torres Vedras é uma coorganização da Câmara Municipal de Torres Vedras com o Centro de Artes e Criatividade de Torres Vedras, a EMERGE – Associação Cultural, através do seu programa AVIVA (#EMERGEAVIVA), e o Portugal SLAM! 

O que é o Poetry Slam?

O Poetry Slam é uma prática em torno da palavra dita, que tem na sua base várias regras que envolvem a performance e poesia original dos seus participantes. Originário de Illinois, Chicago, Estados Unidos da América, nos anos 80, quando um poeta local e um construtor civil lutaram através da leitura de poesia contra aquilo que eles sentiam que era uma perda de fulgor da poesia em geral na mesma medida que queriam devolvê-la às pessoas pela sua voz. 

Desde 2009 que o Poetry Slam começou a surgir através de eventos locais em Lisboa. Foi rapidamente disseminado noutras cidades, construindo uma rede que hoje em dia conta com cerca de 12 localidades diferentes, que utilizam esta prática para promover a prática poética junto das comunidades locais e desenvolvendo aptidões literárias (linguagem e comunicação) através da poesia, descobrindo novos talentos escondidos. 

 
Agenda

18 março 2022 | sexta

Poetry Slam 3º round

Já existem quatro finalistas Salomé Abreu (vencedora do 1.º round), Mariana Mota, Maria João (vencedora do 2.º round) e Karol Ruszkiewicz. No terceiro round, o público irá decidir as últimas duas pessoas que se irão juntar aos finalistas do Poetry Slam Torres Vedras edição 2022. Se tem (...)

Saber Mais

Clube dos Poetas Vivos regressa na próxima semana

Clube dos Poetas Vivos.jpg

 

Os encontros mensais em torno da poesia estão de regresso, com sessões alternadas entre a Casa Fernando Pessoa e o Teatro Nacional D. Maria II. A primeira sessão é já a 12 de outubro, às 19h, na Casa Fernando Pessoa.

 

Depois de uma pausa no verão, o Clube dos Poetas Vivos está de volta, para novas conversas em torno dos poetas e das suas palavras. Este encontro mensal assume agora um formato itinerante, com sessões alternadas entre a Casa Fernando Pessoa, em Campo de Ourique, e o Teatro Nacional D. Maria II, no Rossio.

 

A primeira sessão da Temporada 2021-2022 do Clube dos Poetas Vivos acontece já na próxima terça-feira, dia 12 de outubro, às 19h, na Casa Fernando Pessoa. Teresa Coutinho recebe o poeta Ricardo Marques, para uma conversa pontuada por leituras de poemas.

 

No mês seguinte, a 2 de novembro, o Clube dos Poetas Vivos viaja até ao Salão Nobre Ageas do Teatro Nacional D. Maria II, para um encontro com Gisela Casimiro. Já a sessão de 7 de dezembro, na Casa Fernando Pessoa, será dedicada ao tema Poesia & Performance e contará com Hilda de Paulo, Luca Argel e Marta Bernardes, numa conversa conduzida por Teresa Coutinho.

 

Para além das sessões presenciais, o Clube dos Poetas Vivos está agora também disponível em formato podcast, para que todas as pessoas possam ouvir as histórias e palavras dos poetas. Cada episódio do podcast do Clube dos Poetas Vivos fica disponível na sexta-feira imediatamente a seguir à sessão presencial e pode ser ouvido no SoundcloudSpotifyYoutube e Apple Podcasts.

 

O Clube dos Poetas Vivos é uma parceria entre o Teatro Nacional D. Maria II e a Casa Fernando Pessoa que, desde 2016, tem juntado centenas de pessoas mensalmente, para ouvir, ler e discutir poesia. Com coordenação de Teresa Coutinho, por este Clube passaram já dezenas de poetas ao longo de 5 anos, de Hélia Correia a Matilde Campilho, de José Tolentino de Mendonça a Regina Guimarães, de André Tecedeiro a Rosalina Marshall, entre muitos outros.

 

Mais informações sobre a próxima sessão do Clube dos Poetas Vivos, com Ricardo Marques, aqui.

Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola - Canções Heroicas e poesia do Neo-Realismo, nos 75 anos de Marchas, Danças e Canções de Fernando Lopes-Graça

10 de julho – Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola

 

Canções Heroicas e poesia do Neo-Realismo, nos 75 anos de Marchas, Danças e Canções de Fernando Lopes-Graça

2.jpg

1.jpg

0.jpg

 

 

No âmbito da atividade do Observatório da Canção de Protesto (OCP)* irá realizar-se em Grândola, na Biblioteca e Arquivo do Município, em 10 de julho (data condicionada, naturalmente, pela evolução da Covid-19), um conjunto de iniciativas dedicadas às Canções Heroicas e à poesia do Neo-Realismo, no quadro das comemorações dos 75 anos sobre a publicação de Marchas, Danças e Canções, de Fernando Lopes-Graça, com poemas de Armindo Rodrigues, Arquimedes da Silva Santos, Carlos de Oliveira, Edmundo Bettencourt, João José Cochofel, Joaquim Namorado, José Ferreira Monte, José Gomes Ferreira e Mário Dionísio.


As atividades irão iniciar às 17h30, com a realização de um colóquio designado As Canções Heroicas e a Poesia do Neo-Realismo, protagonizado por João Madeira, Manuel Deniz Silva, Pedro Lamares e Teresa Cascudo, também responsável pela sua moderação.

Seguir-se-á, às 19h00, a apresentação de um espectáculo poético e musical inédito intitulado Qualquer coisa que está para acontecer, protagonizado por Pedro Lamares e Rui David.

As atividades terminam após a actuação do Coro Lopes-Graça da Academia de Amadores de Música de Lisboa, que irá iniciar às 22h.

 

A entrada é gratuita mediante reserva antecipada de lugar através do 269 448 246 | 032 e sujeita à lotação do espaço.

O colóquio será transmitido também, através do sitio em rede OCPROTESTO.ORG

 

*Observatório da Canção de Protesto

 

O Observatório da Canção de Protesto (OCP) é um organismo resultante da parceria entre o Município de Grândola, entidade promotora, a Associação José Afonso, a Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, e os institutos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM), Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança (INET-md), e Instituto de História Contemporânea (IHC).

Os seus objectivos são o estudo, a salvaguarda e a divulgação do património musical tangível e intangível da canção de protesto produzido durante os séculos XX e XXI, através da realização de iniciativas culturais diversas.

‘Poesia ao Centro’ evoca Sebastião Alba

Evento integrado na Braga 2020 Capital da Cultura do Eixo Atlântico

Poesia ao centro cartaz.jpg

 

 

No ano em que Braga é Capital da Cultura do Eixo Atlântico, o evento ‘Poesia ao Centro’ evoca Sebastião Alba, poeta nascido em Braga a 11 de Março de 1940 e tido por muitos dos seus pares como um dos mais relevantes da poesia portuguesa do século XX.

O evento, a decorrer ao longo do mês de Março, inclui encontros poéticos, recitais, música, teatro, documentários, oficinas, tertúlias, apresentações de livros e exposições. A ‘Poesia ao Centro’ é um evento organizado pelo Município de Braga em parceria com a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva e Rede de Bibliotecas de Braga, contando com a colaboração de inúmeras entidades Bracarenses.

No Dia Mundial da Poesia, que se assinala a 21 de Março, o Auditório Sebastião Alba da Escola Secundária de Alberto Sampaio acolhe a estreia do documentário “Ninguém Como Nós Conhece O Sol – a vida e obra de Sebastião Alba’, de Inês Leitão, e o espectáculo evocativo “Querido Poeta”, escrito e produzido pelo PIF’H (Produções Ilimitadas Fora D’Horas), especialmente criado para integrar a programação deste evento literário.

Uma das novidades deste ano será o ciclo ‘Sem Portas – encontros poéticos em lugares inusitados’, que irá decorrer entre os dias 15 e 21 de Março. Com este ciclo pretende-se potenciar o diálogo entre a poesia e outras formas de expressão artística e, ao mesmo tempo, possibilitar a permeabilidade de outros espaços a iniciativas poéticas e culturais. A Fundição de Sinos de Braga, os Bombeiros Voluntários de Braga, a Casa dos Cunha Reis, as escadarias do Convento do Pópulo, o Café Concerto da Rum/Mavy e o Laboratório de Inovação Cultural (no Edifício do Castelo) foram os locais escolhidos para acolher estes encontros. 

Este ano, a poesia volta a sair à rua e a fazer-se ouvir nos Transportes Urbanos de Braga e a bordo dos comboios, através da distribuição de panfletos e da realização de performances. À semelhança dos anos anteriores, serão também distribuídos ‘comprimidos’ nos hospitais, farmácias e centros de saúde devidamente prescritos pelo ‘Ministério da Poesia’.

Diferentes linguagens poéticas e outras formas de expressividade serão também estimuladas. Serão promovidos laboratórios e oficinas de escrita poética e criativa. Manuella Bezerra de Melo, jornalista e escritora, dinamizará o ‘Pequeno Laboratório de Poesia Política’ na tarde do dia 21 de Março, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva. Também nesse dia, o Laboratório de Inovação Cultural, no Edifício do Castelo, acolherá a Oficina de Escrita Criativa ‘A Palavra é a Arma’, dinamizada por André Neves, artisticamente reconhecido como MAZE, um dos fundadores e integrantes dos Dealema, um dos mais antigos grupos do hip-hop português.

Aos públicos infanto-juvenis será proporcionado um vasto conjunto de actividades poéticas, desde apresentações de livros a sessões de leitura, de oficinas de escrita a recitais especialmente dirigidos aos mais novos.

“Palavras na Nossa Terra”: para quem gosta de ouvir e ler poesia!

 

No próximo dia 28 de fevereiro, a iniciativa “Palavras na Nossa Terra” regressa à Biblioteca Municipal de Pinhal, às 21h00. António Ramos Rosa (1924-2013) é o poeta português em destaque nesta sessão de poesia com entrada livre.

Promovidos pela Câmara Municipal de Palmela desde 2015, os encontros “Palavras na Nossa Terra” têm periodicidade mensal e estão abertos à participação de todas as pessoas que gostam de ouvir, escrever ou declamar poesia.

Poeta, tradutor e desenhador português, António Ramos Rosa publicou, em 1958, o seu primeiro livro de poesia “O Grito Claro” e na sua obra poética constam cerca de cinquenta títulos. Diretor de revistas literárias, autor de ensaios, António Ramos Rosa recebeu, entre outras distinções, o Prémio Fernando Pessoa, em 1988.