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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola - Canções Heroicas e poesia do Neo-Realismo, nos 75 anos de Marchas, Danças e Canções de Fernando Lopes-Graça

10 de julho – Biblioteca e Arquivo do Município de Grândola

 

Canções Heroicas e poesia do Neo-Realismo, nos 75 anos de Marchas, Danças e Canções de Fernando Lopes-Graça

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No âmbito da atividade do Observatório da Canção de Protesto (OCP)* irá realizar-se em Grândola, na Biblioteca e Arquivo do Município, em 10 de julho (data condicionada, naturalmente, pela evolução da Covid-19), um conjunto de iniciativas dedicadas às Canções Heroicas e à poesia do Neo-Realismo, no quadro das comemorações dos 75 anos sobre a publicação de Marchas, Danças e Canções, de Fernando Lopes-Graça, com poemas de Armindo Rodrigues, Arquimedes da Silva Santos, Carlos de Oliveira, Edmundo Bettencourt, João José Cochofel, Joaquim Namorado, José Ferreira Monte, José Gomes Ferreira e Mário Dionísio.


As atividades irão iniciar às 17h30, com a realização de um colóquio designado As Canções Heroicas e a Poesia do Neo-Realismo, protagonizado por João Madeira, Manuel Deniz Silva, Pedro Lamares e Teresa Cascudo, também responsável pela sua moderação.

Seguir-se-á, às 19h00, a apresentação de um espectáculo poético e musical inédito intitulado Qualquer coisa que está para acontecer, protagonizado por Pedro Lamares e Rui David.

As atividades terminam após a actuação do Coro Lopes-Graça da Academia de Amadores de Música de Lisboa, que irá iniciar às 22h.

 

A entrada é gratuita mediante reserva antecipada de lugar através do 269 448 246 | 032 e sujeita à lotação do espaço.

O colóquio será transmitido também, através do sitio em rede OCPROTESTO.ORG

 

*Observatório da Canção de Protesto

 

O Observatório da Canção de Protesto (OCP) é um organismo resultante da parceria entre o Município de Grândola, entidade promotora, a Associação José Afonso, a Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense, e os institutos da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical (CESEM), Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança (INET-md), e Instituto de História Contemporânea (IHC).

Os seus objectivos são o estudo, a salvaguarda e a divulgação do património musical tangível e intangível da canção de protesto produzido durante os séculos XX e XXI, através da realização de iniciativas culturais diversas.

‘Poesia ao Centro’ evoca Sebastião Alba

Evento integrado na Braga 2020 Capital da Cultura do Eixo Atlântico

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No ano em que Braga é Capital da Cultura do Eixo Atlântico, o evento ‘Poesia ao Centro’ evoca Sebastião Alba, poeta nascido em Braga a 11 de Março de 1940 e tido por muitos dos seus pares como um dos mais relevantes da poesia portuguesa do século XX.

O evento, a decorrer ao longo do mês de Março, inclui encontros poéticos, recitais, música, teatro, documentários, oficinas, tertúlias, apresentações de livros e exposições. A ‘Poesia ao Centro’ é um evento organizado pelo Município de Braga em parceria com a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva e Rede de Bibliotecas de Braga, contando com a colaboração de inúmeras entidades Bracarenses.

No Dia Mundial da Poesia, que se assinala a 21 de Março, o Auditório Sebastião Alba da Escola Secundária de Alberto Sampaio acolhe a estreia do documentário “Ninguém Como Nós Conhece O Sol – a vida e obra de Sebastião Alba’, de Inês Leitão, e o espectáculo evocativo “Querido Poeta”, escrito e produzido pelo PIF’H (Produções Ilimitadas Fora D’Horas), especialmente criado para integrar a programação deste evento literário.

Uma das novidades deste ano será o ciclo ‘Sem Portas – encontros poéticos em lugares inusitados’, que irá decorrer entre os dias 15 e 21 de Março. Com este ciclo pretende-se potenciar o diálogo entre a poesia e outras formas de expressão artística e, ao mesmo tempo, possibilitar a permeabilidade de outros espaços a iniciativas poéticas e culturais. A Fundição de Sinos de Braga, os Bombeiros Voluntários de Braga, a Casa dos Cunha Reis, as escadarias do Convento do Pópulo, o Café Concerto da Rum/Mavy e o Laboratório de Inovação Cultural (no Edifício do Castelo) foram os locais escolhidos para acolher estes encontros. 

Este ano, a poesia volta a sair à rua e a fazer-se ouvir nos Transportes Urbanos de Braga e a bordo dos comboios, através da distribuição de panfletos e da realização de performances. À semelhança dos anos anteriores, serão também distribuídos ‘comprimidos’ nos hospitais, farmácias e centros de saúde devidamente prescritos pelo ‘Ministério da Poesia’.

Diferentes linguagens poéticas e outras formas de expressividade serão também estimuladas. Serão promovidos laboratórios e oficinas de escrita poética e criativa. Manuella Bezerra de Melo, jornalista e escritora, dinamizará o ‘Pequeno Laboratório de Poesia Política’ na tarde do dia 21 de Março, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva. Também nesse dia, o Laboratório de Inovação Cultural, no Edifício do Castelo, acolherá a Oficina de Escrita Criativa ‘A Palavra é a Arma’, dinamizada por André Neves, artisticamente reconhecido como MAZE, um dos fundadores e integrantes dos Dealema, um dos mais antigos grupos do hip-hop português.

Aos públicos infanto-juvenis será proporcionado um vasto conjunto de actividades poéticas, desde apresentações de livros a sessões de leitura, de oficinas de escrita a recitais especialmente dirigidos aos mais novos.

“Palavras na Nossa Terra”: para quem gosta de ouvir e ler poesia!

 

No próximo dia 28 de fevereiro, a iniciativa “Palavras na Nossa Terra” regressa à Biblioteca Municipal de Pinhal, às 21h00. António Ramos Rosa (1924-2013) é o poeta português em destaque nesta sessão de poesia com entrada livre.

Promovidos pela Câmara Municipal de Palmela desde 2015, os encontros “Palavras na Nossa Terra” têm periodicidade mensal e estão abertos à participação de todas as pessoas que gostam de ouvir, escrever ou declamar poesia.

Poeta, tradutor e desenhador português, António Ramos Rosa publicou, em 1958, o seu primeiro livro de poesia “O Grito Claro” e na sua obra poética constam cerca de cinquenta títulos. Diretor de revistas literárias, autor de ensaios, António Ramos Rosa recebeu, entre outras distinções, o Prémio Fernando Pessoa, em 1988.

 

“Palavras na Nossa Terra” destaca poesia tradicional japonesa

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A Sessão de Poesia “Palavras na Nossa Terra” marcada para dia 31 de janeiro, às 21h00, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo, vai evocar, pela primeira vez nestes encontros, poetas estrangeiros. Em destaque vão estar dois importantes nomes do Haiku, poesia tradicional japonesa: Matsuo Bashô e Kobayashi Issa.

Matsuo Bashô (1644-1694) foi o poeta mais famoso do período Edo no Japão. Atualmente, é reconhecido como um mestre da sucinta e clara forma Haiku. A sua poesia é reconhecida internacionalmente e, no Japão, muitos dos seus poemas são reproduzidos em monumentos e locais tradicionais. Os seus poemas são influenciados pela experiência direta do mundo ao seu redor.

Kobayashi Issa (1763-1827) foi o mais importante autor deste género de poesia na terceira fase clássica do Haiku japonês. Os seus poemas tornaram-no popular por explorarem um certo lado cómico da vida e da natureza.

Para além da homenagem prestada a poetisas/poetas reconhecidas/os, estas sessões convidam as/os participantes a ler os poemas que escrevem ou de que gostam e a falar sobre eles. A participação nestes encontros, organizados pela Câmara Municipal de Palmela desde 2015, com periodicidade mensal, é livre e aberta a todas as pessoas que gostem de ouvir, escrever, ler ou declamar poesia.

 

 

“Palavras na Nossa Terra” encerra 2019 com sessão de poesia de Natal

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O projeto de poesia “Palavras na Nossa Terra” termina 2019 em festa, com uma sessão de poesia de Natal, a 20 de dezembro, às 21h00, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo. A sessão vai contar com a presença do cantor Samuel, que vai animar a noite com as suas canções.

Nascido na Malveira, em 1952, Samuel mudou-se cedo com a família para Setúbal, onde conheceu José Afonso, que o incentivou a gravar o seu primeiro disco, “O Cantigueiro”, em 1972. Para além dos vários discos a solo e das participações em álbuns coletivos, ao lado de grandes nomes da música portuguesa, destacam-se também as suas participações no Festival RTP da Canção e a autoria do tema principal da telenovela “Vila Faia”, em 1982.

Desenvolvido pela Câmara Municipal de Palmela desde 2015, este projeto, mais do que divulgar o trabalho das/os poetisas/poetas nacionais, que tanto enriqueceram a língua portuguesa, tem procurado inspirar as/os amantes da poesia do concelho, incentivando a escrita, a divulgação e a partilha de novas criações literárias, através dos encontros de poesia realizados mensalmente na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo. Ao longo deste ano, foram evocadas/os poetisas/poetas como Almeida Garrett, Antero de Quental, Manuel António Pina, Jorge de Sena, Alexandre O’Neill, Luíza Neto Jorge, Ana Hatherly e Vasco Graça Moura.

 

“Palavras na Nossa Terra” recorda poesia de Vasco Graça Moura

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A próxima Sessão de Poesia “Palavras na Nossa Terra”, marcada para 29 de novembro, às 21h00, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo vai evocar o poeta Vasco Graça Moura.

Personagem polifacetada da vida cultural portuguesa, Vasco Graça Moura (1942-2014) foi poeta, romancista, ensaísta, tradutor, secretário de Estado, diretor na RTP, na Imprensa Nacional e na Comissão para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses e deputado no Parlamento Europeu.

Em 1996, a sua obra foi reunida em volume. Dos títulos do autor, destacam-se “Concerto Campestre”, os romances “Quatro Últimas Canções” (1987) e “Meu Amor Era de Noite” (2001) e os livros de poesia “Uma Carta no Inverno”, que lhe valeu o prémio da Associação Portuguesa de Escritores, e “Poemas com Pessoas” (ambos de 1997). Recebeu o Prémio Pessoa, em 1995, e a medalha de ouro da Comuna de Florença, em 1998, ambos atribuídos à sua tradução da “Divina Comédia”, de Dante.

A participação nestes encontros de poesia, que decorrem uma vez por mês, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo, é livre e aberta a todas as pessoas que gostem de ouvir, escrever, ler ou declamar poesia.

 

 

Laboratório Poético

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Arrancam este sábado, 18 de maio, pelas 15 horas, os trabalhos do primeiro Laboratório Poético - Oficina de Poesia Performativa, criado no âmbito do Plano Municipal de Leitura (PML) de Matosinhos. Para além adquirirem e desenvolverem técnicas de colocação de voz e de leitura pública, os participantes poderão passar a integrar as sessões da Poesia Maldita, que, no âmbito do PLM, têm levado o assombro das palavras a lugares inusitados do concelho.

 

Dividido em três sessões, o Laboratório Poético de Matosinhos terá como casa a Biblioteca Municipal Florbela Espanca, sendo oficiado pelos declamadores Isaque Ferreira (na foto em anexo) e Rui Spranger, intérpretes habituais de eventos como as Quintas de Leitura do Teatro do Campo Alegre ou as quase míticas noites de poesia do Pinguim Café.

A participação no Laboratório Poético - Oficina de Poesia Performativa é gratuita e limitada a 20 participantes, devendo a inscrição (obrigatória) ser feita através do link https://forms.gle/UVQs4zp7aLrpWVet9.

 

Durante o curso serão propostos exercícios de dinâmica de grupo, de respiração e colocação de voz, de confiança e desinibição, sendo igualmente trabalhada a noção de espaço e a improvisação de leituras em voz alta. No final do curso, no dia 25 de maio, os participantes tomarão parte num recital no Mercado Municipal de Matosinhos, na companhia dos diseurs titulares, João Rios, Isaque Ferreira e Rui Spranger.

 

Criado em 2015, o Plano Municipal de Leitura de Matosinhos foi concebido para promover e disseminar os hábitos de leitura entre os matosinhenses de todas as faixas etárias e extratos sociais, constituindo uma estratégia integrada de promoção do livro e da leitura. Engloba um vasto conjunto de iniciativas, como encontros com autores e workshops de leitura e escrita criativa nas escolas e instituições do concelho, sessões inesperadas de poesia em espaços públicos, tertúlias poéticas e lançamentos de livros.

Encontro de poesia “Palavras na Nossa Terra” homenageia Manuel António Pina

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O próximo encontro de poesia “Palavras na Nossa Terra” realiza-se no dia 29 de março, às 21h00, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo, e vai homenagear Manuel António Pina.

 

Jornalista e escritor, Manuel António Pina nasceu em 1943, no Sabugal e faleceu em outubro de 2012, no Porto. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, em 1971, exerceu advocacia, foi técnico de publicidade e jornalista no Jornal de Notícias, onde foi editor. A sua colaboração nos media abrangeu também a rádio e a televisão.

 

Autor de livros para a infância e juventude e de textos poéticos, a sua obra apresenta uma grande coesão estrutural e reflete uma grande criatividade. Afirmou-se como uma das mais originais vozes poéticas na expressão pós-pessoana da fragmentação do eu. Transmissora de valores, muita da sua obra infantil e juvenil é selecionada para fazer parte dos manuais escolares, sendo, também, integrada nas antologias portuguesas e espanholas.

 

Como escritor, é autor de vários títulos, entre os quais, em poesia:  Nenhum Sítio (1984), O Caminho de Casa (1988), Um Sítio Onde pousar a Cabeça (1991), Algo Parecido Com Isto da Mesma Substância (1992); Farewell Happy Fields (1993), Cuidados Intensivos (1994), Nenhuma Palavra e Nenhuma Lembrança (1999), Le Noir (2000) e Os Livros (2003).

 

A participação nestes encontros de poesia, que decorrem uma vez por mês, na Biblioteca Municipal de Pinhal Novo, é livre e aberta a todas as pessoas que gostem de ouvir, escrever, ler ou declamar poesia.

Dia Mundial da Poesia dedicado a Sophia de Mello Breyner Andresen

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POESIA

Dia Mundial da Poesia

23 MAR 15H  ÀS 19H CENTRO DE CONGRESSOS E REUNIÕES

Este ano, assinalando o centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner Andresen, os mais variados espaços do CCB vão ser uma vez mais invadidos por um ambiente de festa com muita cor e poesia. Neste dia terá lugar a Maratona de Leitura, na qual diferentes individualidades vão ler poemas de Sophia. Destaque ainda para a exibição da curta-metragem Sophia de Mello Breyner Andresen (1969), de João César Monteiro, e do documentário O nome das coisas (2007), de Pedro Clérigo. O jornalista e investigador António Valdemar dará uma palestra intitulada Sophia, entre dois mares, e realizar-se-ão dois painéis de debate em torno da obra da poeta, numa parceria com Maria Andresen e o Centro Nacional de Cultura.