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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

EMARP - Exposição ÁGUA-A ESSÊNCIA DA VIDA - Associação Filatélica do Algarve

ÁGUA - A ESSÊNCIA DA VIDA

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Exposição de Filatelia da AFAL - Associação Filatélica do Algarve

10 de fevereiro a 13 de março de 2020
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Faz este ano precisamente 40 anos que numa reunião tida em Portimão, a 15 de agosto de 1980, um grupo de filatelistas do Algarve e do Alentejo se reuniram e decidiram fundar a AFAL, com a esfera de atuação nas regiões do Alentejo e do Algarve. Ficou sediada em Portimão, com o nome de Associação Filatélica Alentejo Algarve.

O aparecimento da AFA - Associação Filatélica do Alentejo em Estremoz e da Confraria Filatélica Meridional de Évora a abrangerem o espaço Alentejano e a AFAL a exercer, desde sempre, a sua atividade apenas no Algarve, levou a Associação a uma alteração de Estatutos e à supressão da palavra Alentejo a 2 de Outubro de 2019. 

Constituída por escritura pública como Associação Cultural sem fins lucrativos em 5 de março de 1981, organiza nesse mesmo ano uma grande Exposição Internacional do Tema Turismo, a TURIPEX 1981. Ao longo dos anos levou a efeito, Mostras, Salões, Exposições Regionais, Nacionais, Bilaterais e Internacionais, competitivas e não competitivas, Colóquios, Palestras, Programas em rádios locais, Congressos e Feiras em diversos pontos do Algarve.
 
A AFAL não tem descurado a juventude com apoio a Núcleos Juvenis, sempre que solicitada para isso, apoiando-os na realização de eventos filatélicos. Em 2002 realizou a maior Exposição Nacional de Filatelia Juvenil levada a efeito no nosso país com participação da Espanha e França. Envolveu cerca de 3000 jovens de 8 escolas do Concelho de Portimão tendo sido atribuído, a cada escola, um carimbo ilustrado com uma das personagens do Walt Disney.

No campo da marcofilia comemorativa é uma das Agremiações Filatélicas com maior número de marcas postais comemorativas.

A AFAL concorreu e obteve vários prémios na Classe de Literatura, em várias Exposições Nacionais e Mundiais com a publicação de livros, catálogos, revista e no site da internet. A Federação Portuguesa de Filatelia atribui-lhe três Prémios anuais "Carlos Trincão" pela edição de Catálogos de Exposições e um prémio "O Philatelista" pela edição do Mensageiro Filatélico. A Federação Internacional de Filatelia concedeu-lhe, no "FIP Web Sites Competition", nos anos 2000, 2001 e 2002, distinção de três, duas e três estrelas, respetivamente. Ganhou o Prémio Manolo Prieto, realizado em Espanha, nos anos 1996 e 1997, atribuído ao melhor Carimbo Comemorativo de Espanha e de Portugal, emitido no ano anterior. Estes carimbos com temas históricos foram desenhados pelo pintor Júlio Amaro.

Atualmente, em parceria com as outras Agremiações Filatélicas do Algarve, é editada uma revista filatélica on-line, o "Mensageiro do Algarve" e é realizada anualmente, desde 2010, a ALGARPEX - Exposição de Filatelia do Algarve, não competitiva e destinada apenas a naturais ou residentes no Algarve. É realizada por rotação, desde 2010, entre as Agremiações Federadas do Algarve. No passado mês de Novembro realizou-se a 10.ª com 160 quadros e 50 colecionadores.

Com sede própria, gentilmente cedida pela Câmara Municipal de Portimão, possui uma biblioteca filatélica à disposição dos sócios. 

As reuniões mensais, abertas a todos os sócios, são às primeiras terças-feiras de cada mês pelas 21h30 e as sessões de trocas, aos terceiros sábados do mês, das 15h00 às 18h00.

Coleções presentes:

«Água - A Essência da Vida» de José António Oliveira da Costa

«Roteiro Europeu das Águas Termais» de Francisco Leal Paiva

«Biodiversidade é vida» de Luís Brás

«As pontes do mundo» de Domingos Manuel Carrasquinho

«Abastecimento de Água a Lisboa» (Classe Aberta) de José Manuel Pires dos Santos

EMARP - Atividades culturais fevereiro 2020

 
"ÁGUA - A ESSÊNCIA DA VIDA"

Exposição de Filatelia pela a AFAL

 
Até 13 de março 2020
Dias úteis das 8h30 às 17h30

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Dinamizada pela AFAL, a Associação Filatélica do Algarve, em colaboração com alguns filatelistas que decidiram mostrar as suas coleções, a exposição “Água – A Essência da Vida” continua patente no Atendimento da EMARP até ao próximo dia 13 de Março.

A filatelia é um mundo. Aqueles pequenos quadrados de papel que se colam nas cartas contam histórias que, quando complementadas com vários documentos como acontece nesta exposição, ultrapassam em muito a simples mostra de selos.

Tendo como tema mesmo nome da exposição, José António Oliveira da Costa, filatelista de Braga, proporciona uma viagem em selos pelo ciclo da água deste planeta azul, começando nas suas propriedades, passando pela diversidade de ambientes, pelos rios e lagos, o desperdício e a poluição e terminando com uma visão da água no mundo.

Francisco Leal Paiva, de Faro, apresenta um “Roteiro Europeu das Águas Termais” com selos de vários países sobre o tema, enquanto Domingos Manuel Carrasquinho, de Portimão, dá uma panorâmica sobre “As Pontes do Mundo”, destacando as obras humanas utilizadas na travessia ou utilização dos cursos de água e dando uma autêntica lição de engenharia dedicada aos diversos tipos de pontes.

De Lisboa veio a coleção de José Manuel Pires dos Santos que traça a história do “Abastecimento de Água a Lisboa” desde os primórdios da nacionalidade. Vale a pena ver esta coleção que, além dos selos, apresenta documentos bastante originais. Entre o material exposto, há um boletim de serviço de leitura de um contador, datado de 1955, e um contrato de fornecimento de água de 1958. Também lá está um recibo de água onde foram faturados 4m3 a $200 réis que, somado ao aluguer de contador de $120 réis, teve como resultado que o cliente Fragoso & Vianna, com morada na Rua da Prata, tivesse pago $920 réis pelo seu consumo do mês de Agosto… de 1871.

Esta exposição filatélica está disponível para apreciação no horário de atendimento ao público da sede da EMARP, entre as 08h30 e as 17h30 dos dias úteis.

EMARP - Exposição TELAS DE TALENTO - Colégio Ti-Té

TELAS DE TALENTO

Exposição do Colégio Ti-té

6 de janeiro a 7 de fevereiro de 2020
Dias úteis das 8h30 às 17h30

O Projeto Educativo do Colégio Ti-Té valoriza e promove o contacto com as "Artes" nas suas mais variadas expressões, com vista a um crescimento harmonioso, conduzindo a criança à descoberta dos seus Talentos.

Revisitámos grandes mestres da pintura ao mesmo tempo que explorámos diferentes técnicas artísticas.

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EMARP - Atividades culturais janeiro 2020

"TELAS DE TALENTO"

Exposição do Colégio Ti-Té

 
Até 7 de fevereiro 2020
Dias úteis das 8h30 às 17h30
 
Até ao próximo dia 7 de fevereiro continua disponível no espaço público de atendimento da EMARP a exposição “Telas de Talento”, com desenhos dos alunos do colégio Ti-Té.

A mostra faz parte de um projeto educativo que valoriza e promove o contacto das crianças com as artes nas suas mais variadas expressões, com vista a um crescimento harmonioso, conduzindo os alunos à descoberta dos seus talentos.

Este projeto consiste nos miúdos reinterpretarem grandes mestres da pintura ao mesmo tempo que exploram diferentes técnicas artísticas. E assim temos em exposição obras ao estilo de Paul Klee, Pablo Picasso, René Magritte, Jean Dubuffet, Maurits Escher, James Rizzi, Edvard Munch, Friedensreich Hundertwasser, Magaly Ohika e Frida Khalo.

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EMARP - Exposição AS MÃOS NÃO SÃO PARA BATER - Centro de acolhimento A Catraia

AS MÃOS NÃO SÃO PARA BATER

Exposição do centro de acolhimento A Catraia

9 de dezembro de 2019 a 3 de janeiro de 2020
Dias úteis das 8h30 às 17h30

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Sinopse

Mão de Ampara
Mão que Segura
Mão que Afaga
Mão que Protege
Mão que Para
Mão que Brinca
Mão que Aquece
Mão que Sente
Mão que Orienta
Mão que Levanta
Mão que Cuida
Mão que Alimenta
Mão que Limpa
Mão que Fala
Mão que Abraça


No mês de Abril dedicado à prevenção dos maus tratos infantis, promovemos a nossa exposição “As Mãos Não São Para Bater”.

Esta exposição foi construída com o apoio de duas alunas do curso de Educação Social da Universidade do Algarve (Margarida Duarte e Rita Valejo), que se encontravam a cumprir estágio académico na Casa de Acolhimento A Catraia, e com a colaboração dos alunos do pré-escolar e 1º ciclo do Agrupamento de Escolas Júdice Fialho.

Esta exposição pretende sensibilizar para a problemática dos maus-tratos infantis, usando diversos suportes como pintura, fotografia e impressão têxtil.

Ao levar esta exposição a diferentes espaços pretendemos transmitir uma mensagem o mais ampla possível e promover momentos de reflexão junto da comunidade, ao mesmo tempo que procuramos dar a conhecer a nossa atividade Casa de Acolhimento para crianças e jovens em risco.

EMARP - Atividades culturais dezembro 2019

"AS MÃOS NÃO SÃO PARA BATER"

Exposição do Centro de Acolhimento A Catraia

 
Até 3 de janeiro 2020
Dias úteis das 8h30 às 17h30

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Continua patente no Atendimento da EMARP, até ao dia 3 de janeiro próximo, a exposição “As Mãos Não São Para Bater”, onde se procura dar a conhecer as atividades da “A Catraia” uma casa de acolhimento para crianças e jovens em risco.
Recordando que o passado mês de abril foi dedicado à prevenção dos maus tratos infantis, recorrendo ao laço azul como símbolo, a exposição foi construída com o apoio de duas alunas do curso de Educação Social da Universidade do Algarve, a Margarida Duarte e a Rita Valejo, que se encontravam a cumprir estágio académico na Catraia, e que contaram com a colaboração dos alunos do pré-escolar e 1º ciclo do Agrupamento de Escolas Júdice Fialho.
O resultado deste trabalho traduziu-se na utilização de vários suportes que vão da pintura, com os miúdos a se inspirarem nas obras do artista Romero Britto passando por um estendal de roupas de criança com dizeres alusivos e terminando, entre outras coisas, com fotografias e variadas formas plásticas de intervenção.
As fotografias fazem refletir no uso que podemos dar a uma simples mão, amparando, segurando, afagando, protegendo, parando, brincando, aquecendo, sentindo, orientando, levantando, cuidando, alimentando, limpando, falando ou abraçando.
Esta exposição solidária, nesta época natalícia, vem fazer lembrar a todos nós um tema que muitas vezes é negligenciado, embora às vezes de forma inconsciente, que são os direitos da criança.

EMARP - Exposição VIDA-Vida Selvagem do Botswana e África do Sul - Exposição de fotografia de Vítor Azevedo

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VIDA - Vida Selvagem do Botswana e África do Sul

Exposição de fotografia de Vítor Azevedo

4 de novembro a 6 de dezembro de 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Vítor Manuel Nascimento de Azevedo,  é desde miúdo apaixonado pela fotografia.
41 anos de trabalho em hotelaria e aviação comercial proporcionaram-lhe a oportunidade de conviver e contactar com muita gente, viajando pelo mundo, fotografando, fazendo amigos, conhecendo outras culturas, costumes e apreciando a gastronomia local e cozinhando a nossa para os amigos.
Gosta da fotografia em geral, mas prefere fotografar ao ar livre, muito em especial vida selvagem no seu habitat.
Fotografou em vários países onde a fauna é abundante, tais como Costa Rica e Brasil , mas é sem dúvida África que mais o atrai e onde mais gosta de fotografar, aliando o prazer e a proximidade da fotografia com a força da adrenalina ao estar muito próximo e sem barreiras de animais selvagens de grande porte, respeitando os meus espaços… mas ali pertinho deles.
Esta exposição tenta mostrar um pouco da beleza da fauna africana.

VIDA - Vida Selvagem do Botswana e África do Sul
Dedicada a Sean van Wyk
Conheça as fotografias captadas no Parque Nacional de Chobe (10.000 km2) no Botswana e na Reserva Privada de Timbavati (533,92 km2) na África do Sul.
Imagens que retratam a vida, a sobrevivência e a cadeia alimentar. A morte está intimamente ligada à vida que se transforma num renascer constante e cíclico. Princípio que moveu Vítor Azevedo a fazer este conjunto de trabalhos. Foi desta mistura de beleza, brutalidade, doçura, agressividade, sobrevivência que surgiu o título para este trabalho.
Porque a vida e a morte andam de mão dada numa constante renovação gerando mais VIDA.

EMARP - Exposição VIDA-Vida Selvagem do Botswana e África do Sul - Exposição de fotografia de Vítor Azevedo

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VIDA - Vida Selvagem do Botswana e África do Sul

Exposição de fotografia de Vítor Azevedo

4 de novembro a 6 de dezembro de 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Vítor Manuel Nascimento de Azevedo,  é desde miúdo apaixonado pela fotografia.
41 anos de trabalho em hotelaria e aviação comercial proporcionaram-lhe a oportunidade de conviver e contactar com muita gente, viajando pelo mundo, fotografando, fazendo amigos, conhecendo outras culturas, costumes e apreciando a gastronomia local e cozinhando a nossa para os amigos.
Gosta da fotografia em geral, mas prefere fotografar ao ar livre, muito em especial vida selvagem no seu habitat.
Fotografou em vários países onde a fauna é abundante, tais como Costa Rica e Brasil , mas é sem dúvida África que mais o atrai e onde mais gosta de fotografar, aliando o prazer e a proximidade da fotografia com a força da adrenalina ao estar muito próximo e sem barreiras de animais selvagens de grande porte, respeitando os meus espaços… mas ali pertinho deles.
Esta exposição tenta mostrar um pouco da beleza da fauna africana.

VIDA - Vida Selvagem do Botswana e África do Sul
Dedicada a Sean van Wyk
Conheça as fotografias captadas no Parque Nacional de Chobe (10.000 km2) no Botswana e na Reserva Privada de Timbavati (533,92 km2) na África do Sul.
Imagens que retratam a vida, a sobrevivência e a cadeia alimentar. A morte está intimamente ligada à vida que se transforma num renascer constante e cíclico. Princípio que moveu Vítor Azevedo a fazer este conjunto de trabalhos. Foi desta mistura de beleza, brutalidade, doçura, agressividade, sobrevivência que surgiu o título para este trabalho.
Porque a vida e a morte andam de mão dada numa constante renovação gerando mais VIDA.

EMARP - Atividades culturais novembro 2019

"VIDA - Vida Selvagem do Botswana e África do Sul"

Exposição de Fotografia de Vítor Azevedo

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Até 6 de dezembro 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30
 
Até ao próximo dia 6 de dezembro a África está presente no Atendimento da EMARP através da exposição VIDA – Vida Selvagem do Botswana e África do Sul, do fotógrafo Vítor Azevedo.

A exposição versa sobre a vida mas também sobre a morte entendida como um elemento de constante renovação e mostra um pouco da beleza, brutalidade, doçura, agressividade e sobrevivência da fauna africana.

A preferência de Vítor Manuel Nascimento de Azevedo em fotografar África e a vida selvagem está relacionada com a vivência ao ar livre, com os seus amigos que se dedicam a fazer safaris profissionalmente e pela adrenalina de estar mesmo ali ao pé dos bichos, alguns de grande porte. Além disso, porque na natureza não existem barreiras, há que se tomar em consideração que os fotografados são animais selvagens, cujo espaço tem que ser respeitado.

Vítor Azevedo é, desde miúdo, apaixonado pela fotografia e 41 anos de trabalho em hotelaria e aviação comercial proporcionaram-lhe a oportunidade de conviver e contactar com muita gente, viajar pelo mundo, fotografar, fazer amigos, conhecer outras culturas e costumes. Sendo um bom apreciador da gastronomia local também gosta de cozinhar e dar a conhecer a nossa para os amigos, sempre com uma pitada do bom humor que o carateriza.

Em exposição estão 25 fotografias captadas no Parque Nacional de Chobe (Botswana, 10.000 km2) e na Reserva Privada de Timbavati (África do Sul, 533,92 km2), que pode apreciar na EMARP até ao próximo dia 6 de dezembro.

EMARP - Atividades culturais outubro 2019

 
"CAVALEIROS TEMPLÁRIOS - UM FASCÍNIO MEDIEVAL"

Exposição de Pintura de Kaye Miller-Dewing

 
Até 31 de outubro 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30

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A Idade Média e os Cavaleiros Templários são o tema da exposição da pintora Kaye Miller-Dewing patente na EMARP até ao próximo dia 31 de outubro.

Nascida no longo e frio inverno inglês de 1963 talvez tenha sido esse ambiente que levou a pintora a retratar a “idade das trevas” como ficou conhecida a Idade Média. No entanto, as suas obras sobre esta era, apesar dos tons mais escuros, não partilham este preconceito, com os guerreiros e cavaleiros a refletirem uma atmosfera vibrante, poderosa, e uma força tranquila.

Com Caravaggio e Vermeer como inspiradores, não admira que as obras de Miller-Dewing joguem com o claro/escuro que se adapta perfeitamente a um tema histórico que, nitidamente, a fascina. É interessante notar que, apesar de toda a violência inerente à época e às cruzadas, nos seus quadros não existem combates nem lutas, mas não deixa de estar presente todo um tenso dramatismo cénico.

O sol e o calor algarvio, que aproveita já há alguns anos, não são muito amigos da técnica que usa nas suas pinturas, pois o acrílico tem tendência a secar rapidamente, mas a sua experiência anterior de aguarelista contribui para tornear esta dificuldade.

A exposição “Cavaleiros Templários – Um Fascínio Medieval”, de Kaye Miller-Dewing, consta de 18 obras que farão o espetador viajar no tempo e estão disponíveis no espaço público de Atendimento da EMARP, todos os dias úteis.