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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

EMARP - Exposição INTERMITÊNCIA, SINTAXE E CINTILÂNCIA - Via Imaterial

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INTERMINTÊNCIA, SINTAXE E CINTILÂNCIA
Exposição de Via Imaterial

25 de março a 3 de maio de 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Arte é história de rotina da não funcionalidade, da submersão de uma longa jornada de atitude e revelação, indecisão e determinismo. Novas modalidades da experiência e da enunciação são presentemente fomentadas como práticas sociais; nesta medida, o acto criativo está indissoluvelmente associado à ordem do distintivo, ao nominal, designadamente por meio de hábitos e procedimentos por via dos quais uma geração inscreve singularidade, mantendo, contudo, uma relação dominada pela produção de um discurso que se regista de acordo com o curso de uma operação de natureza colectiva.
 
A série Intermitência, Sintaxe e Cintilância (2019) especialmente concebida para esta ocasião, reúne um conjunto de seis propostas que derivam de um arquivo no qual se encontram depositados centenas de documentos que conjugam informação relativa a uma prática que entre outros princípios, considera uma linguagem iniciada ainda antes do final do séc. XIX, nomeadamente por van Gogh, que numa das cartas escritas ao irmão descreve um invulgar cenário, uma paisagem repleta de estranhos objectos, formas e cores, resultado de uma caminhada ao longo de uma lixeira local.
 
Não há um termo exacto para definir ou determinar aquilo que esta série de imagens poderá desencadear, ou melhor, existem vários termos que não reúnem consenso, o que num sentido poderá ser positivo. Significa isto que, embora a natureza daquilo que aqui se vislumbra dependa invariavelmente de toda uma livre associação, incrementada ao longo de pelo menos dois séculos, aquilo que se corporiza na mente do observador é intimamente subjectivo.
 
A palavra “poesia”, que pode e deve continuar a ser lembrada como princípio da transformação de uma linguagem noutra, como transubstanciação, era originalmente uma palavra grega que significava literalmente “criar”, e que não era exclusividade da linguagem escrita ou falada.
 
A razão desta lógica parece justificar-se de acordo com o facto da nossa linguagem e dos nossos pensamentos, relativamente a coisas naturais, considerando por exemplo uma planta, terem à sua volta uma espécie de balão de informação repleto de associações. A “coisa” tem as suas qualidades físicas e o respectivo “balão” gera todo um contexto metafísico, produto de uma estética, história ou mitologia. Temos vivido na presença de um mundo natural com o qual temos tido oportunidade de desenvolver relações próprias. A velocidade com que temos vindo a equacionar novas imagens é de uma intensidade indescritível. Não temos tido naturalmente o tempo necessário para nos envolvermos mais intimamente com todo este material. Tentar devolver a estas coisas maior significado é definitivamente um dos grandes desafios da arte actual.
 
É portanto claramente evidente que a arte do final do séc. XIX traduzia já a consciência da existência de um mundo também ele artificial. Foi nesta medida que a produção industrial começou a ter um impacto estético. De forma mais genérica, poderemos olhar para todo este processo como o princípio de uma tendência para enumerar uma série de possibilidades segundo um processo nominativo, seletivo. Hoje, séculos depois da formalização do princípio da nominação, e do início da modernidade, por volta de 1800 – com a consequente autonomia da obra de arte -, podemos usar de tudo na concepção de imagens e objectos. Qualquer material pode ser incluído como portador de informação relevante, e não apenas no que toca a materiais, considerando igualmente técnicas e possibilidades formais. O problema é que, mesmo num mundo finito, o leque de possibilidades é de tal forma abrangente que, aparentemente, parece ser irrelevante o desenvolvimento de novos meios na produção de arte. Parece já não constituir a principal motivação. Será isto matéria de um passado demasiadamente premente, envolto em tradição, inviabilizando um futuro totalmente promissor?

Via Imaterial é a designação dada ao espaço que marca a passagem de recursos físicos para o meio virtual, tornando-os imateriais e, por esta via, visíveis aos olhos de um observador — na sua casa, num café ou escritório, independentemente da sua localização —, diante de um dispositivo, o mesmo com que reserva uma mesa num restaurante ou, uma entrada para uma peça de teatro. Poderá dizer-se que estas são imagens da literal tradução de um fluxo de informação que se torna na generalidade acessível, pelo menos potencialmente, por um período indefinido de tempo, a todos aqueles que de uma forma ou outra passaram a habitar e a tirar partido de um espaço oficialmente inaugurado em 1989. Estamos na presença de repositórios virtuais, de uma gama de coisas interpretativas, de um carácter especulativo, perante um mundo físico, afirmativo, repleto de objectos e, de uma vasta esfera de associações daí proveniente, reflexo de uma actividade não visível nem quantificável. Além do espaço de representação — segundo condição — ocupamos, por optação, o tempo da ficção. É esta a actualidade.

EMARP - Atividades culturais março 2019

 
 
"NOVOS DEUSES ATEIAM FOGOS"
PINTURA DE TIMO DILLNER

 Até 22 de março 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30

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Timo Dillner, sob o mote “Novos Deuses Ateiam Fogos”, volta a expor na EMARP até ao próximo dia 22 de março.
12 anos depois da sua primeira exposição no espaço público de Atendimento da empresa, o artista apresenta obras que são um grito de alerta sobre os efeitos das tecnologias.
Os Novos Deuses estão patentes num tríptico que lembra uma pintura religiosa, quase um altar, onde são apresentadas personagens com os seus “telefones espertos” (vulgo smartphones) deliciados a ver uma imagem do Cristo (e, provavelmente, a dar likes) quando o original está mesmo atrás deles, como se a realidade virtual fosse melhor que a real.
Ao centro, temos novamente as tecnologias, os Novos Deuses, e o casal está tão ligado e absorvido quem nem dá pela criança/filho. A criança, ali esquecida, pode ser daqueles que Ateiam Fogos, com o resultado à vista.
Finalmente, no lado esquerdo temos mais Novos Deuses. O dinheiro, virtual e/ou real, com as tecnologias associadas e os mercados à solta leva-nos a refletir sobre o seu poder.
Depois, espalhadas pelo Atendimento, estão 15 gravuras representando a origem da energia em contraponto ao seu consumo, num olhar crítico sobre a sociedade bem pensante. Todos ficamos satisfeitos ao constatar que a energia que consumimos é, cada vez mais, de fontes renováveis, como a eólica e a solar. Timo Dillner questiona-nos se, dormindo debaixo dessa boa consciência, não nos estamos a esquecer do essencial - a poupança de energia, seja qual for a sua origem.
Timo Dillner nasceu em 1966 em Wismar, uma cidade no norte da Alemanha, junto ao mar Báltico. Teve uma infância normal, subindo às árvores, pescando, fazendo modelos de barcos e aviões... e gostando muito de ler. Entre 1985 e 1989 estudou Pedagogia, Arte e Filologia Germânica na Universidade de Greifswald e, depois de terminar os estudos, foi assistente do Museu de Arte Contemporânea de Cottbus. Atualmente, Timo Dillner é um afável “algarvio” que, quando cá chegou em 1998 disse “Gostava de ficar aqui até o dia da minha morte, e ainda mais tempo.”

EMARP - Exposição NOVOS DEUSES ATEIAM FOGOS - Pintura de Timo Dillner

 

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NOVOS DEUSES ATEIAM FOGOS
Pintura de Timo Dillner

18 de fevereiro a 22 de março de 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Timo Dillner nasceu em 1966 em Wismar, na Alemanha. 
Entre 1985 e 1989 frequentou o curso universitário de Pedagogia, Arte e Filosofia Germânica na cidade de Greifswald.
Entre 1989 e 1998 foi assistente no Museu de Arte Contemporânea em Cottbus.
Desde 1998 que é escritor e artista em Lagos e em 2000 deu início ao conceito "Pinturas e Poemas".
O conceito da exposição "Novos Deuses Ateiam Fogos" prende-se com o ideal de que se usamos energia renováveis provenientes da água, do vento e do sol somos automaticamente pessoas boas, conscientes e amigas do ambiente? Será que este rótulo não pode esconder um nosso lado negro, em que ao usarmos este tipo de eletricidade libertamo-nos da necessidade de poupar energia ou até de cuidar do meio ambiente? Será que ao sermos ambientalmente corretos numa coisa permite-nos abusar noutras, como no consumo dos plásticos, na escolha de produtos com excesso de embalagens, na compra de inutilidades ou de coisas que, quando se avariam, não se reparam mas se jogam fora?
As grandes indústrias estão orientadas para o consumo, mais consumo, e ainda mais consumo - mas também nos deram as energias alternativas, para ficarmos de bem com as nossas consciências...
A educação para um consumo responsável deve começar logo na primeira infância. Mas quem pode ensinar as crianças se os pais não forem ensinados? os professores? a internet? as redes sociais?
Não será chegada a altura de não deixar que os pais e os professores sejam substituídos por um smartphone?

Exposições anteriores:
- 2009 - Exposição individual "Não farás para ti imagem - Du sollst dir kein Bild machen" de pinturas e poemas no Centro Cultural de Lagos;
- 2012 - Exposição individual de obras gráficas na Galeria Municipal de Vila Franca de Xira/Lisboa;
- 2013 - Exposição individual "O Contineralismo poético - Portos Novos" de pinturas, poemas e desenhos na Galeria Municipal "Das Baumhaus" em Wismar;
- 2015 - Exposição individual "O Contineralismo poético - Mundos Novos" de pinturas, poemas, obras gráficas, esculturas e vídeo no Museu de Portimão;
- 2016 - Exposição individual "O Contineralismo poético - Achados" de pinturas, poemas e esculturas no Museu Municipal Dr. José Formosinho de Lagos;
- 2017 - Exposição individual "O Contineralismo poético - Horizontes Novos" de pinturas, poemas e esculturas no Centro Cultural de Lagos.

EMARP - Exposição REDES - Escultura de João Oliveira

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REDES
Escultura de João Oliveira

7 de janeiro a 15 de fevereiro de 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30

João Oliveira nasceu em Lisboa a 08 de julho de 1988, vive no Litoral Alentejano. 
Com formação em Artes Plásticas/Pintura, iniciou a sua atividade na área da escultura no final de 2015, e tem participado em feiras de artesanato, exposto em galerias, em espaços públicos e eventos culturais a convite de diversas entidades.
As suas esculturas são executadas em redes de arame galvanizadas, essencialmente representativas de animais e normalmente em tamanho real.

"As redes que nos aprisionam podem ser libertadoras, se tivermos a arte de encontrar um rumo de persistência e de resistência perante as adversidades. 
O João explorou uma nova técnica e conseguiu dar uma outra vida à “rede de galinheiro” e libertou-a assim do seu destino. 
Uma nova linguagem para um material que se resignava a limitar a passagem, o João não aceitou, e utilizou a rede como matéria prima, moldou-a de tal forma com as suas mãos que a transformou em animais sem correntes, verdadeiras obras de arte que lhe deixam de pertencer após acabadas. 
Com esta técnica inovadora e criativa o João em 2017 foi vencedor do Prémio Nacional Empreendedorismo Novos Talentos do IEFP, e em 2018 vencedor do Prémio FIA (Feira Internacional de Artesanato de Lisboa) com a distinção de melhor peça de artesanato contemporâneo. - Texto: Amélia Fançony"


Exposições:

- Galeria Beltrão Coelho - Lisboa; 
- Excel London; 
- Feira Internacional de Lisboa, FIA 2017 e 2018; 
- Galeria dos Sentidos - Odemira; 
- MALA/2017 - Lagos; 
- Casa MTG - Portimão; 
- FACECO - Odemira (desde 2015); 
- Festival das Cores - Santo André/Sines; 
- Rehabbed Market - Lisboa; 
- Real Marina Hotel - Olhão; 
- Núcleo de Artes Visuais – Aljustrel; 
- Algarve Nature Week - Quarteira; 
- Resort Zmar - Odemira; 
- Feira Nacional de Artesanato - Vila do Conde; 
- Antigo Paços do Concelho - Lagos; 
- Forte do Beliche - Sagres (desde 2016-2018); 
- Museu de Arte Sacra - Covilhã; 
- Grupo Comunitário da Apelação - Loures; 
- Associação de Desenvolvimento e Iniciativas Locais - Pombal.

EMARP - Atividades culturais janeiro 2019

 

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"REDES"
ESCULTURA DE JOÃO OLIVEIRA

 Até 15 de fevereiro 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Até ao próximo dia 15 de fevereiro quem se deslocar ao Atendimento da EMARP vai deparar-se com uma série de esculturas de animais feitas com um material bastante estranho – a “Rede” de arame, que dá o nome à exposição.
O artista e criador destas obras chama-se João Marante de Oliveira, sempre esteve ligado às artes e começou pela pintura mas no final de 2015 enveredou pela escultura. Tendo participado em feiras de artesanato, exposto em galerias, em espaços públicos e eventos culturais a convite de diversas entidades, em 2017 venceu o Prémio Nacional Empreendedorismo Novos Talentos do IEFP, e em 2018 foi distinguido como o criador da melhor peça de artesanato contemporâneo apresentada na Feira Internacional de Artesanato de Lisboa.
Quando visitar a EMARP para tratar de assuntos relacionados com água, saneamento, resíduos ou espaço públicos não se assuste com o crocodilo ou a cobra mas aprecie o elefante, o cão e os outros animais espalhados pelo Atendimento.

EMARP - Atividades culturais dezembro 2018

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"O OUTRO LADO"
PINTURA DE RUI JORGE GAMA MARQUES

 Até 4 de janeiro 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Até ao próximo dia 4 de janeiro continua patente no espaço público do Atendimento da EMARP a exposição de pintura “O Outro Lado”, do jovem Rui Marques.
Rui Jorge Gama Marques nasceu em Portimão e aos dois anos e meio de idade foi-lhe diagnosticado autismo severo.
Este diagnóstico implicava que o Rui nunca iria falar, ler ou escrever – mas não contava com a tenacidade, dedicação e muito amor dos seus pais que, mesmo passando dificuldades de vária ordem, conseguiram proporcionar-lhe o apoio médico necessário para combater a doença.
Surpreendendo os médicos, hoje aos 17 anos o Rui frequenta a Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes e consegue falar, ler, escrever e até pintar. Além da pintura, o Rui usa os computadores para aceder aos seus outros interesses, os carros e os cães.
Esta exposição solidária tem 18 quadros que traduzem visão do mundo de Rui Marques e onde, além dos abstractos, aparecem os animais e em especial as aves, a sua última paixão – mas como a imaginação voa, também temos uma árvore especial que dá, ao mesmo tempo, pêras, maçãs e laranjas.

EMARP - Exposição O OUTRO LADO - Pintura de Rui Jorge Gama Marques

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O OUTRO LADO
Pintura de Rui Jorge Gama Marques

26 de novembro a 4 de janeiro de 2019
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Rui Marques tem 17 anos, nasceu em Portimão e reside em Porches (Lagoa) com os seus pais.

Quando tinha 2 anos e meio foi-lhe diagnosticado autismo severo, ou seja, o Rui nunca iria falar, ler e escrever.

Como era muito complicado para os pais assumirem as despesas com as terapias necessárias para garantir a sua autonomia, uma vez que nunca sentiram qualquer apoio do Estado, moveram montanhas e chegaram a ter que pedir para que nada faltasse ao Rui. E com todo o esforço, dedicação e muito amor conseguiram resultados que até surpreenderam a Dra. Guiomar Oliveira, do Centro Hospitalar de Coimbra, onde o Rui é seguido. E passou de autismo severo para autismo clássico.

Hoje em dia frequenta a Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes e contrariando todos os diagnósticos avançados, o Rui sabe falar, ler, escrever e até pintar.

O Outro Lado pretende mostrar ao público esta sua faceta existindo obras que se focam na natureza e nos animais, que é o que mais gosta de pintar - e o Rui até já foi distinguido com um prémio atribuído a um quadro de sua autoria.

 

AQUA PORTIMÃO | A MAGIA DO NATAL CHEGA COM O PAI NATAL E A YOUTUBER SEA

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O centro preparou uma programação especial com a presença da Youtuber SEA e muitas atividades e brincadeiras, para desfrutar de momentos únicos com quem mais gosta!

 

No centro comercial Aqua Portimão, gerido pela Klépierre Portugal, os corredores vestem-se de luzes e cores e o espírito é de festa para receber a quadra mais bonita do ano. A magia começa com a chegada do Pai Natal, no próximo dia 8 de dezembro, às 14h, acompanhado pelos seus ajudantes, várias personagens de Natal em andas e modeladores de balões, que prometem fazer as delícias de miúdos e graúdos.

 

Para tornar esta quadra ainda mais especial, o Aqua Portimãopreparou uma surpresa para os fãs da SEA. A youtuber vai marcar presença no centro no dia 9 de dezembro para uma ação especial e interativa – às 16h há uma talk onde a SEA vai desvendar todos os segredos de ser uma youtuber de sucesso em Portugal, às 16h45 o público é convidado a fazer algumas questões e às 17h há um Meet & Greet apenas para 20 fãs que conseguiram garantir o seu lugar neste convívio especial, onde podem pedir autógrafos e tirar fotografias com o seu ídolo.

 

 

A MAGIA DO NATAL CHEGA AOS CENTROS KLÉPIERRE COM MUITAS SURPRESAS PARA TODA A FAMÍLIA

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Em cada um dos espaços encontra uma programação especial com muitas atividades e brincadeiras, para desfrutar de momentos únicos com quem mais gosta!

 

Nos centros comerciais Aqua Portimão, Espaço Guimarães e Parque Nascente, geridos pela Klépierre Portugal, os corredores vestem-se de luzes e cores e o espírito é de festa para receber a quadra mais bonita do ano. A magia começa com a chegada do Pai Natal, no próximo dia 8 de dezembro, às 14h, que entra nas chaminés dos três espaços para fazer as delícias de miúdos e graúdos.

 

As surpresas não ficam por aqui. Até 24 de dezembro vai ser possível visitar a ilha de Natal, onde o Pai Natal estará a dar vida ao imaginário dos mais novos. Para além de terem a oportunidade de escrever uma carta com os pedidos mais desejados, vão poder participar em vários ateliers para dar asas à imaginação. Alegria e brincadeiras não vão faltar: do tradicional jogo da macaca e do galo ao mini bowling, há jogos para desafiar todos.

 

Calendarização dos três centros:

8 de dezembro – às 14h: chegada do Pai Natal

8 a 23 de dezembro – 14h às 22h – Ilha de Natal

24 de dezembro -  14h às 18h - lha de Natal

 

Calendarização Aqua Portimão:

9 de dezembro – às 16h – SEA Talk; às 17h – Meet & Greet

15 de dezembro – atuação do grupo de dança OMG Family

 

Calendarização Parque Nascente:

2 de dezembro – Concerto/Teatro “Pedro & a Criançada”

16 de dezembro – atuação do Coro Infanto Juvenil "Os Fontineiros da Maia”

20 de dezembro – concerto da Academia de Música Teclarte com a participação do Grupo Coral “Os Rouxinóis”

22 de dezembro – Concerto/Teatro “Pedro & a Criançada”

 

Calendarização Espaço Guimarães:

17 a 23 de dezembro – embrulhos solidários

EMARP - Exposição DPP-DOMÍNIO PÚBLICO-PRIVADO - Fotografia de Bernardo Lúcio

 

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DPP - DOMÍNIO PÚBLICO-PRIVADO
Fotografia de Bernardo Lúcio

15 de outubro a 23 de novembro de 2018
Dias úteis das 8h30 às 17h30

Bernardo Lúcio nasceu em Coimbra em 1977, tendo ido para Lisboa no ano seguinte, onde cresceu e estudou. 

Depois de tirar o curso de Direito, acabou por dedicar-se à área do marketing e publicidade. Em 2003 foi viver para o Algarve, onde criou uma empresa nessa área, da qual foi sócio até 2018, altura em que se dedicou em exclusivo à fotografia em que já trabalhava desde 2010. 

Na fotografia, desenvolve trabalho comercial em diversas áreas, para além de projetos pessoais onde pode expressar a sua criatividade de forma mais livre. 

A exposição DPP – Domínio Público-Privado apresenta fotografias no centro da costa algarvia, na Ria Formosa, uma faixa de território a prazo, ameaçada pela Lei e pelo Mar. 

Entre demolições e erosão costeira, resistem casas de pescadores, casas de férias, o último retiro na reforma ou, noutros casos, a casa possível. 

À vista de resorts de luxo, o desordenamento dá lugar ao espontâneo, ao genuinamente simples e descomplicado. 

Para uns lixo, para outros luxo junto ao mar. 

Independentemente de juízos de valor, locais únicos, a caminho da extinção