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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

SERRALVES // 19 & 20 SET // CINEMA DE YOKO ONO PARA VER EM SERRALVES

 

 

O CINEMA DE YOKO ONO PARA VER EM SERRALVES

 

SETE CURTAS DE YOKO ONO (E JOHN LENNON)

&

IMAGINE

 

Imagem: https://we.tl/t-K5sgNgDiK7

Yoko Ono, CUT PIECE, 1964/1965; Performed by the artist, as part of NEW WORKS OF YOKO ONO, Carnegie Recital Hall, New York City; (March 21, 1965); Photo: Minoru Niizuma

© Yoko Ono

 

A primeira parte do programa inicia no sábado, dia 19, pelas 17.00 com SETE CURTAS DE YOKO ONO E JOHN LENNON. A japonesa Yoko Ono, nome seminal da arte conceptual, experimentou a realização de cinema em meados dos anos 1960, em Nova Iorque, através do coletivo Fluxus, comandado por George Maciunas. Nestas sete curtas, Ono dá a ver a variedade e complexidade dos filmes feitos por si realizados, começando pelos trabalhos com câmara de alta velocidade (Film no. 1 (Match) Eyeblink), passando pelas performances filmadas (tanto as mais antigas, Lion Wrapping Event, 1967, e Museum of Modern Art, 1971, como as mais recentes, Painting to Shake Hands, 2012), sem esquecer, naturalmente, as suas colaborações com John Lennon (Two Virgins e Apotheosis). Sete filmes que pensam o próprio meio do cinema, exploram os limites da representação,  investigam as possibilidades desta arte do tempo e que, também, nos divertem, surpreendem e interrogam.

 

No dia seguinte, domingo,  à mesma hora, 17h00, no auditório de Serralves, os olhares vão para  IMAGINE.  Filme icónico, Filmado de forma improvisada a partir do álbum homónimo de John Lennon (mas também com temas do álbum de Yoko Ono, FLY),  é um filme solar, de uma enorme liberdade formal, repleto de elementos surrealistas que, segundo Ono, remetem para a obra do poeta e realizador Jean Cocteau.  Praticamente sem palavras, apenas guiada pelas letras das canções e por obras da artista (surgem, ao longo do filme, Play it by Trust, o tabuleiro de xadrez composto apenas por peças brancas, o livro Grapefruit e performances como a Bag Piece e a Whisper Piece), o filme conta com a participação de amigos do casal como George Harrison e o cineasta de vanguarda Jonas Mekas, mas também Andy Warhol, o ator Jack Nicholson, o apresentador de televisão Dick Cavett e um número musical com Fred Astaire. Restaurado e remasterizado em 2018, a partir dos elementos originais, esta será a primeira apresentação da nova cópia do filme em Portugal.

 

 

PROGRAMA:

            SÁBADO (19 SET), 17:00

 

 

SETE CURTAS DE YOKO ONO (E JOHN LENNON)

Auditório do Museu

 

USA,UK | 1966-2012 | 68 min.

Yoko Ono, John Lennon

 

  1. FilmNo. 1 ('Match') [Fluxfilm No. 14], 1966, USA, 5 min.

© 1966 Yoko Ono

  1. Eyeblink[Fluxfilm No. 15], 1966, USA, 2 min.

© 1966 Yoko Ono

  1. Two Virgins, 1968, UK, John Lennon/Yoko Ono, 19 min.

© 1968 Yoko Ono Lennon

  1. Lion Wrapping Event, 1967, UK, 26 min.

© 1967 Yoko Ono

  1. Museum Of Modern Art, 1971, USA, 9 min.

© 1971 Yoko Ono

  1. Painting To Shake Hands, 2012, UK, 5 min.

© 2012 Yoko Ono

  1. Apotheosis, 1970, UK, John Lennon/Yoko Ono, 18 min.

© 1970 Yoko Ono Lennon

 

DOMINGO (20 SET), 17:00

 

IMAGINE

CINEMA

Auditório

USA | 1972 | 74 min.

Yoko Ono, John Lennon

Estreia portuguesa na nova cópia digital restaurada

 

 

 

TNSJ recebe antestreia do filme O Ano da Morte de Ricardo Reis

Este domingo, 20 de setembro, no Porto

O Ano da Morte de Ricardo Reis 2 © Créditos Rese

 

 

Pilar del Río é uma das personalidades que assistirá à adaptação do cineasta João Botelho, juntamente com os atores que compõem o elenco

 

O Teatro Nacional São João (TNSJ) vai ser o primeiro espaço a exibir O Ano da Morte de Ricardo Reis, o mais recente filme do cineasta João Botelho. Concebida a partir da obra homónima de José Saramago, a longa-metragem tem antestreia marcada para o dia 20 de setembro, às 21h00, e exalta o encontro peculiar entre o criador Fernando Pessoa (já defunto) e um dos seus heterónimos: Ricardo Reis. Na sessão, estarão presentes Pilar del Río, assim como os atores que compõem o elenco do filme.

 

Fernando Pessoa, Almeida Garrett, Eça de Queirós, Agustina Bessa-Luís ou Fernão Mendes Pinto são alguns dos autores de referência da literatura portuguesa que João Botelho já adaptou para o cinema – agora, chegou a vez do Prémio Nobel de Literatura de 1998, José Saramago. Juntando a imaginação de Fernando Pessoa e a ousadia de Saramago, o filme vai levar o público até ao ano de 1936, uma época marcada por extremos políticos: o fascismo de Mussolini e o nazismo de Hitler, o Estado Novo de Salazar e o deflagrar da Guerra Civil Espanhola.

 

Nesse ano “de todos os perigos”, Pessoa (Luís Lima Barreto) e Ricardo Reis (Chico Diaz) são dois “observadores”, aos quais se juntam duas mulheres: Lídia, interpretada por Catarina Wallenstein, e Marcenda, personagem de Victoria Guerra. “Para estar à altura deste notável romance de realismo fantástico” o cineasta optou por filmar a preto e branco, deixando para o final “uma explosão de cores” que irá transportar o espectador para os tempos contemporâneos. O Ano da Morte de Ricardo Reis é, para João Botelho “a luta contra o esquecimento, a afirmação da necessidade da leitura”.

 

Com produção da Ar de Filmes e coprodução da Fundação José Saramago, o filme vai ainda apresentar-se no Centro Cultural de Belém (CCB), nos dias 22 e 23 de setembro, ficando depois disponível nas salas de cinema nacionais. O preço do bilhete é de 6 euros.

TNSJ acolhe lançamento de 14 obras inéditas de Abel Neves

No próximo sábado, 12 de setembro, às 16h00

TNSJ acolhe lançamento de

14 obras inéditas de Abel Neves

 

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Sessão será conduzida por Jorge Louraço Figueira. Excertos das obras serão lidos pelo elenco residente do Teatro Nacional São João

 

No próximo sábado, 12 de setembro, às 16h00, o Salão Nobre do Teatro Nacional São João (TNSJ) acolhe o lançamento de 14 obras inéditas de Abel Neves, um dos dramaturgos portugueses mais prolíficos. A sessão conta com a apresentação de Jorge Louraço Figueira e com o contributo do elenco residente do TNSJ que assumirá a leitura de excertos das obras.

 

Os 14 volumes* são publicados pela Editora Húmus, parceira de longo curso do TNSJ, que alarga, desta forma, o seu catálogo de teatro, onde constam também vários títulos da coleção de textos dramáticos do Teatro São João. Abel Neves (1956), natural de Montalegre, conta com um vasto leque de obras publicadas, que transcendem a dramaturgia teatral, explorando poesia, ensaio e ficção narrativa.

 

A sessão do próximo sábado é aberta ao público, sendo necessária confirmação prévia. As reservas podem ser efetuadas através dos contactos: 223 401 951 ou relacoespublicas@tnsj.pt.

 

*Livros Abel Neves: Às Vezes Uma RoseiraAs Voltas da LuaAtlânticaCampos ElísiosCasinoChove e Sol em ParisFlor e CinzaMadressilvaMagnéticoNero – Príncipe do UniversoO Franguito das Bodas de PrataPertinho da Torre EiffelSniperSolitário

O Teatro Nacional São João (TNSJ) é, desde 2007, uma Entidade Pública Empresarial, assumindo ainda a responsabilidade da gestão de mais dois espaços culturais da cidade do Porto: Teatro Carlos Alberto e Mosteiro São Bento da Vitória. O TNSJ é o único membro português na União dos Teatros da Europa (UTE), organização que congrega alguns dos mais importantes teatros públicos do espaço europeu, integrando o Conselho de Administração da entidade.

Teatro Municipal do Porto retoma ligação a 17 de setembro

Teatro Municipal do Porto retoma ligação a 17 de setembro

Temporada 2020/2021 integra propostas de programação em sala e no digital. Após pausa forçada, o TMP recentra a sua missão, com a dança a ocupar lugar de destaque.  

 

 

A temporada 20/21 do Teatro Municipal do Porto (TMP) começa a 17 de setembro, com uma clara promessa de abrir caminho a novos formatos de apresentação, criação e fruição. A programação, que assegura os compromissos da temporada anterior, apresentará, entre setembro de 2020 e fevereiro de 2021, um total de 69 espetáculos, dos quais 22 estreias absolutas e oito nacionais. Das 44 coproduções anunciadas, 33 são com artistas e estruturas que trabalham a partir da cidade e três são internacionais. Haverá ainda 14 sessões que serão transmitidas online no âmbito do novo programa “TMP Online”. 

 

A Vida Vai Engolir-vos, uma criação do ator e encenador português Tónan Quito, será o ‘pontapé de saída’ da nova temporada do TMP. O espetáculo, que se divide em duas partes que decorrem alternadamente no Rivoli (17 e 19 de setembro) e no Teatro Nacional São João (18 e 19 de setembro), é uma maratona de 10 horas em que é possível ver quatro das principais peças do dramaturgo russo Anton Tchékhov: A Gaivota, O Tio Vânia, Três Irmãs e O Ginjal.

 

Ao longo do primeiro semestre da programação, não vão faltar alguns nomes já conhecidos do público do TMP, como Companhia Nacional de Bailado, Teatro Experimental do Porto, Raimund Hoghe, Patrícia Portela, Cláudia Gaiolas, Jérôme Bel ou Joris Lacoste. O TMP prossegue ainda a sua ligação aos festivais da cidade, acolhendo, até fevereiro, Festival Internacional de Marionetas do Porto (FIMP), Porto Post Doc, MICAR – Mostra Internacional de Cinema Anti-Racista, Queer Porto 6 – Festival Internacional de Cinema Queer, Indie Júnior Allianz e Festival Porta-Jazz.  

 

Seis meses depois de suspender a programação devido ao surto da Covid-19, o TMP retoma a sua atividade adotando as diretivas da DGS para salvaguarda do público e dos profissionais. Haverá um conjunto de regras sanitárias que se irão cumprir de forma escrupulosa nos espaços do Rivoli e do Campo Alegre como, entre outras, a lotação das salas condicionada a 50%, a separação de dois metros entre pessoas, a criação de circuitos separados de entradas e saídas, ou a limpeza e desinfeção periódica dos espaços, equipamentos, objetos e superfícies.

 

Remontar a História da dança

Seis temporadas depois da associação entre o Rivoli e o Campo Alegre ter sido rebatizada de Teatro Municipal do Porto, a programação, que se distingue pela sua multidisciplinaridade, voltará, a partir de setembro, a ter a dança enquanto disciplina central. Assim, foi desenvolvido um programa de remontagens de espetáculos que dá a conhecer a história da dança através de algumas das suas criações mais emblemáticas, como A Mesa Verde (1932) e Chronicle (1936) — que se inserem no programa Dançar em tempo de guerra (19 e 20 de fevereiro), da Companhia Nacional de Bailado; RainForest (1968) e Sounddance (1975), duas peças de Merce Cunningham dançadas pelo CCN - Ballet de Lorraine, que apresenta ainda, nos mesmos dias (13 e 14 de novembro), For four walls, uma nova criação de Petter Jacobsson e Thomas Caley; The show must go on (12 e 13 de fevereiro), espetáculo de culto do coreógrafo francês Jérôme Bel, que foi apresentado pela primeira vez há 20 anos e será remontado com intérpretes locais do Porto e Lisboa; e Guintche (21 e 22 de outubro), solo de Marlene Monteiro Freitas que estreou em 2010 e que integra o foco de programação do TMP dedicado à artista.

RainForest_Merce Cunningham_by_CCN_Ballet de Lorra

 

TMP dedica programa especial a Marlene Monteiro Freitas

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O TMP apresenta um ciclo especial de programação dedicado à obra e universo artístico de Marlene Monteiro Freitas — figura incontornável da dança contemporânea que recebeu, em 2018, o Leão de Prata da Bienal de Veneza. Neste foco, que se realiza de 21 a 30 de outubro, serão apresentadas três peças que marcam o percurso da coreógrafa e bailarina cabo-verdiana, por ordem cronológica: Guintche (21 e 22 de outubro), Jaguar (24 de outubro) e a sua mais recente criação Mal - Embriaguez Divina (29 e 30 de outubro). Paralelamente aos espetáculos, este ciclo de 10 dias contará com várias sessões de cinema, conferências e workshops, num programa com curadoria de Alexandra Balona. 

 

Um ‘teatro’ habitado e vivido por artistas

Jonathan Uliel Saldanha será o próximo artista associado do TMP, iniciando assim um novo processo de criação e colaboração em vários momentos da programação das próximas duas temporadas — 20/21 e 21/22. O músico e artista visual, também conhecido por ser um dos fundadores dos colectivos SOOPA e HHY & The Macumbas, distingue-se pela criação projetos onde se combinam as artes plásticas, o vídeo, a dança e o som. O seu trabalho já foi apresentado em várias salas, festivais e instituições culturais nacionais e internacionais, como Palais de Tokyo (França), Unsound (Polónia), Primavera Sound e Sónar (Espanha), Teatro Municipal do Porto, Culturgest ou Serralves. O primeiro momento de Uliel Saldanha será com a performance/instalação Mercúrio Vermelho (11 e 12 de dezembro), no Teatro Rivoli. 


Destaque também para o programa JAA! – Jovens Artistas Associados, que continua esta temporada com Ana Isabel Castro e a dupla Pedro Azevedo e Guilherme de Sousa. Mantêm-se ainda as residências de curta e longa duração, bem como o mais recente programa de bolsas para pesquisa e investigação artística Reclamar Tempo, que apoia atualmente 11 projetos de artistas a residir ou a trabalhar no concelho do Porto com 3.000 euros cada.

 

89º Aniversário do Rivoli

Entre 20 e 24 de janeiro, celebra-se o 89º aniversário do Teatro Rivoli com uma extensa programação que atravessa várias áreas, desde a literatura à dança, da música ao circo contemporâneo, passando pelo teatro. Nestes dias, será possível assistir à estreia nacional do comovente e envolvente Falaise (23 e 24 de janeiro), uma criação de Baro D’Evel, companhia franco-catalã de circo e artes performativas dirigida por Camille Decourtye e Blaï Mateu Trias; e às apresentações de Noite de Primavera (21 a 24 de janeiro), do Teatro Nova Europa, IO (23 e 24 de janeiro), de Né Barros, e de Caixa para guardar o vazio (20 a 24 de janeiro), de Fernanda Fragateiro e Aldara Bizarro. As celebrações contam ainda com o início do ciclo Modos de Comer (20 de janeiro), constituído por um programa com curadoria de Hugo Dunkel, em que serão organizados quatro jantares-conferência — um evento por mês, que culminará num festival de três dias em junho — que celebram a alimentação e as suas manifestações sociais, políticas, culturais e ecológicas. Há ainda um concerto organizado pela Matéria Prima e uma apresentação do projeto de Solveig Phyllis Rocher, que começou a ser desenvolvido em 2019 por ocasião do 88º aniversário do Rivoli.

 

Programar e produzir para o online. Apostar no experimental.

Nesta nova temporada, o TMP dá início a um conjunto de propostas com novos formatos de apresentação, de criação e modos de trabalho, nomeadamente no digital. Um dos projetos é o “TMP Online” que vai além do live streaming. Os espetáculos selecionados — incluindo as Quintas de Leitura — serão criteriosamente filmados e editados, de forma a permitir melhor tradução para o ecrã, sobretudo nas redes sociais. Os vídeos ficarão disponíveis online durante 24 horas. Desta forma, o TMP alargará o seu alcance, fazendo com que os seus conteúdos possam chegar a novos públicos, de diferentes geografias.

 

Ainda no âmbito do digital, destaque também para o PAR(S), programa para o qual foram convidados 10 artistas para uma colaboração especificamente desenhada para as plataformas online, onde um realizador e um artista performativo desenvolvem um novo objeto artístico. Serão cinco momentos de programação, protagonizados pelas duplas: Cláudia Varejão e Joana Castro, Diogo Baldaia e Daniel Seabra, Pedro Neves e Teresa Coutinho, Helena Estrela e Manuel Tur, Sofia Arriscado e Constanza Givone. 

 

Outra novidade desta temporada é o foco de programação Double Trouble, que contará com duas edições e onde será possível descobrir formatos menos convencionais que permitem novas interações com o público. O primeiro momento decorre a 27 e 28 de novembro, com a participação de três artistas — as portuguesas Xana Novais e Susana Chiocca e a canadiana Dana Michel —, cujos projetos abordam conceitos em torno das políticas do corpo, da relação entre sexualidade e poder. Double Trouble #2 realiza-se em março de 2021 com os projetos de Kate Mcintosh (Nova Zelândia), Ingri Fiksdal (Noruega), Flávio Rodrigues (Portugal), Renata Portas (Portugal) e Tales Frey (Brasil).

 

TMP revela alguns dos destaques até ao final da temporada

Em maio, a Companhia Nacional de Bailado regressa ao Porto pela segunda vez nesta temporada, com as coreografias de Marco da Silva Ferreira e Filipe Portugal. Euripides Laskaridis é outro nome em destaque na programação internacional do TMP. O coreógrafo, encenador, realizador e performer grego apresenta em junho, Elenit, uma criação “neurótica e cómica, trágica e sarcástica”.

 

Programa exclusivo para crianças e famílias 

O Teatro Campo Alegre irá acolher durante quatro dias (10 a 13 de dezembro) a quarta edição do Foco Famílias, um programa com várias atividades e espetáculos para ver e fazer com a escola ou em família. Inserido no programa desenvolvido pelo Paralelo – Programa de Aproximação às Artes Performativas do TMP, este foco de programação vai estar ancorado no conceito de “tempo”. Serão apresentadas as peças de teatro Boas Memórias (12 e 13 de dezembro), de Patrícia Portela com Leandro Simões e Irmã Lúcia, e Lágrimas de Crocodilo (10,11,12 e 13 de dezembro), de Guilherme de Sousa e Pedro Azevedo; a instalação Haiku (10,11,12 e 13 de dezembro), de Joana Magalhães; e dois filmes de cinema de animação em parceria com a Casa da Animação (12 e 13 de dezembro). 

 

Modos de ocupar regressa com debate sobre a cultura

O ciclo de conferências Modos de Ocupar está de volta a 23 de setembro e será inteiramente dedicado ao estado da cultura em Portugal. Com curadoria e moderação do jornalista Pedro Santos Guerreiro, o encontro intitulado Dedos nas feridas, mãos na cultura vai juntar Rui Moreira (Presidente da Câmara Municipal do Porto), Marta Martins (diretora executiva da Artemrede), Paulo Brandão ( diretor artístico do Theatro Circo de Braga), Pedro Quintela (sociólogo), Teresa Coutinho (criadora, atriz e membro da Ação Cooperativista) e Zia Soares (encenadora, atriz e diretora artística do Teatro Grito). A conferência é de entrada gratuita mediante levantamento de bilhete e a lotação da sala. Será também transmitida online, às 19h00, nas redes sociais do TMP.


Todas as informações úteis encontram-se disponíveis no site do TMP: www.teatromunicipaldoporto.pt 

FINS DE TARDE DE MÚSICA E CINEMA NA QUINTA DO SEIXO

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Com o Douro a seus pés e uma paisagem inspiradora, a Quinta do Seixo vai ser palco de uma iniciativa inédita de música e cinema que arranca já em setembro – The Don Presents

Iniciativa inédita de música e cinema arranca a 5 de setembro
PVP por pessoa: 70€

 

Orquestra XXI e Lovers & Lollypops propõem novos encontros em tempos de excepção

 

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Num Verão atípico para a música nacional e para os espaços que a acolhem, a Orquestra XXI, a Lovers & Lollypops e o Círculo Católico dos Operários do Porto juntam-se para potenciar novos encontros. Tradicionalmente ligada aos grandes auditórios, a Orquestra XXI abre-se, em Setembro, a novas formas de apresentação, aproximando-se de um público mais jovem. Um concerto ao ar livre, em formação adaptada às circunstâncias actuais, que propõe um programa composto por obras de compositores contemporâneos de referência, com destaque para a estreia nacional de Radio Rewrite, de Steve Reich. Os bilhetes para o dia 6 de Setembro já se encontram à venda aqui.

Projecto premiado que congrega músicos portugueses residentes no estrangeiro, a Orquestra XXI foi criada em 2013 e apresenta-se regularmente em Portugal, sob a direcção do maestro Dinis Sousa. Este Verão, no lugar da habitual digressão por algumas das principais salas de espectáculos portuguesas, a Orquestra desenhou uma série de concertos de carácter informal e intimista. Do programa constam, assim, obras de Iannis XenakisGiacinto Scelsi, para além das estreias nacionais de Abandoned Time (para guitarra eléctrica e ensemble), de Dai Fujikura, e Radio Rewrite, de Steve Reich, peça com inspiração declarada na cultura pop/rock, em que o compositor reelabora fragmentos de dois temas da banda britânica Radiohead. O programa irá ser também apresentado em Aveiro, no dia 5 de Setembro no Pátio do GrETUA, integrado no Festival Aveiro_Síntese.

 
 

Castro: espetáculo regressa ao TNSJ com récitas e oficinas

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Evento: Castro

Local: Teatro Nacional São João, Porto

Data espetáculo: de 20 de agosto a 12 de setembro

Preço espetáculo: entre 7,50 e 16 euros

Horário:

Quarta-feira e sábado, às 19h00

Quinta e sexta-feira, às 21h00

Domingo, às 16h00

 

Data oficinas:

29 de agosto (TNSJ) e 3 de setembro (online)

5 de setembro (TNSJ) e 10 de setembro (online)

Preço oficinas: gratuito, mediante compra do bilhete para o espetáculo

 

Amanhã, 20 de agosto, o elenco “quase” residente do Teatro Nacional São João (TNSJ) – ao qual se juntam os atores Margarida Carvalho e Pedro Frias – sobe ao palco para apresentar a produção própria Castro. Depois da estreia em Aveiro, como forma de afirmação da estratégia de descentralização da Instituição, e após três récitas exclusivas oferecidas aos Amigos TNSJ e aos profissionais de Saúde e da Proteção Civil que estiveram na linha da frente do combate à Covid-19, a peça “estreia outra vez”, desta feita para toda a cidade. De António Ferreira e com encenação de Nuno Cardoso – diretor artístico da Casa –, Castro fica em cena até 12 de setembro, no São João.

 

O regresso do espetáculo é complementado com as Oficinas Critique!. Com orientação do encenador e dramaturgo Luís Mestre, a atividade divide-se em dois momentos: um presencial e outro através do Zoom. Na primeira sessão, os participantes vão assistir a uma exposição teórica sobre crítica teatral, que lhes vai fornecer ferramentas para que produzam uma análise escrita ou oral. Já o segundo momento, online, será para troca de impressões e análise do espetáculo. A primeira oficina inicia-se no dia 29 de agosto, no TNSJ, sendo a segunda sessão no dia 3 de setembro, através do Zoom. Já a segunda oficina tem data marcada para 5 de setembro, no São João, ficando completa com a sessão online que irá decorrer no dia 10. A inscrição é gratuita, mediante a compra do bilhete para o espetáculo, e pode ser feita em https://bit.ly/347QDHi.

 

Castro pode ser vista à quarta-feira e ao sábado, às 19h00; à quinta e à sexta-feira, às 21h00; e ao domingo, às 16h00. Para a récita do dia 30 de agosto está programada uma conversa pós-espetáculo e, no dia 6 de setembro, o espetáculo terá tradução simultânea em Língua Gestual Portuguesa e Audiodescrição. O preço dos bilhetes varia entre os 7,50 e os 16 euros.

O Teatro Nacional São João (TNSJ) é, desde 2007, uma Entidade Pública Empresarial, assumindo ainda a responsabilidade da gestão de mais dois espaços culturais da cidade do Porto: Teatro Carlos Alberto e Mosteiro São Bento da Vitória. O TNSJ é o único membro português na União dos Teatros da Europa (UTE), organização que congrega alguns dos mais importantes teatros públicos do espaço europeu, integrando o Conselho de Administração da entidade.

Arte e Saúde em visita temática no Museu da Farmácia Porto

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No próximo dia 24 de Agosto, pelas 17h00, terá lugar a visita temática “Arte e Saúde” no Museu da Farmácia Porto. Esta visita decorre no Dia do Artista e propõe mostrar aos participantes como a arte serviu a saúde ao longo dos séculos.

Os participantes podem contar com uma viagem ao longo da história da saúde e da farmácia, onde irão ser desvendadas diversas manifestações artísticas de cada povo e civilização, desde a iconografia do antigo Egipto, recorrendo a formas antropomórficas, passando pela majólica italiana ao serviço da iconografia religiosa, até à representação de elementos da natureza na exótica Farmácia Islâmica.

Esta visita temática insere-se no propósito do Museu da Farmácia de revelar a história da saúde e da farmácia ao longo dos tempos, relacionando, no contexto da sua colecção, as distintas culturas e civilizações que integram a sua exposição permanente.

 

 

Data:  24 de Agosto, 17h00 (Duração 60m).

Entrada: 6€ | Estudantes e Seniores: 4€.

Actividade limitada a 15 participantes.

Para inscrições e informações: museudafarmacia@anf.pt.

Evento no Facebook: www.facebook.com/events/298451681462288/

CAVES SANDEMAN OFERECEM VISITAS GUIADAS A PENSAR NOS MAIS NOVOS

As Caves Sandeman têm agora um programa especial pensado para os mais novos. Até dia 6 de setembro, aos sábados, às 10H e às 12H, e aos domingos, às 15H e às 16H30, leve a família à descoberta do mundo do Vinho do Porto Sandeman.

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Maquete gigante da casa de Castro habita o palco do TNSJ

Em cena de 20 de agosto a 12 de setembro

Maquete gigante da casa de

Castro habita o palco do TNSJ

 

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Tragédia renascentista portuguesa assinala primeira incursão de Nuno Cardoso, diretor artístico da Instituição, na dramaturgia clássica

 

Em 1598, o poeta António Ferreira foi o primeiro a escrever uma tragédia em língua portuguesa a partir de um tema nacional: o amor (histórico ou lendário) de Pedro e Inês. Quase cinco séculos mais tarde, o encenador Nuno Cardoso, diretor artístico do Teatro Nacional São João (TNSJ), serve-se desta obra – revestindo-a de uma modernidade e densidade intrínseca, veladas pela poesia da linguagem e pela elocução – para assinalar a sua estreia na dramaturgia clássica portuguesa. Castro expõe questões como o desejo e o poder, como vício e caos; ou a impunidade e prepotência, como cegueira que “escurece daquela luz antiga o claro raio”. O espetáculo sobe ao palco do TNSJ na próxima quinta-feira, 20 de agosto, e fica em cena até 12 de setembro.

 

Numa mistura de argumentação e contra-argumentação, Nuno Cardoso recorre a um imenso palco-casa-país, espécie de maquete gigante dos espaços da ação, para jogar com as tensões, surdez e cegueira das personagens que se revelam cativas de si próprias e da sua irredutibilidade. Ao assumir que Castro reúne três “personagens-lugar” (Inês de Castro, infante Pedro e rei Afonso IV), é possível sobrepor estes três espaços, numa única casa e “encenar o jogo de desencontros que está na base do problema”, como conta o responsável pela dramaturgia, Ricardo Braun. Esta casa – com varanda, um pequeno relvado e baloiços – reflete a ligação entre a identidade própria de cada um e sua casa, um rasto comum que os portugueses preferem deixar de si.

 

O espetáculo que marcou o arranque das celebrações do Centenário do Teatro São João assinalou ainda a estreia da companhia “quase” residente e materializou a política de descentralização que a Instituição quer prosseguir ao longo dos próximos anos. A produção própria da Casa é para maiores de 12 anos e pode ser vista à quarta-feira e ao sábado, às 19h00; à quinta e à sexta-feira, às 21h00; e ao domingo, às 16h00. Para a récita do dia 30 de agosto está programada uma conversa pós-espetáculo e, no dia 6 de setembro, o espetáculo terá tradução simultânea em Língua Gestual Portuguesa e Audiodescrição. O preço dos bilhetes varia entre os 7,50 e os 16 euros.

 

Aproximar a arte de fazer teatro do público da cidade Invicta

É já na próxima segunda-feira, 17 de agosto, que o elenco de Castro “toma de assalto” o espaço centenário da Livraria Lello para recitar excertos da obra secular de António Ferreira. Por entre livros – ora de ficção, ora infantis, escritos em língua portuguesa ou estrangeira – e histórias, o mito do amor de Pedro e Inês vai fazer-se ouvir a partir das janelas daquela que é considerada uma das mais belas livrarias do mundo. O momento, que procura aproximar o público da cidade do Porto da arte de fazer teatro, está agendado para as 15h00, na Livraria Lello.

O Teatro Nacional São João (TNSJ) é, desde 2007, uma Entidade Pública Empresarial, assumindo ainda a responsabilidade da gestão de mais dois espaços culturais da cidade do Porto: Teatro Carlos Alberto e Mosteiro São Bento da Vitória. O TNSJ é o único membro português na União dos Teatros da Europa (UTE), organização que congrega alguns dos mais importantes teatros públicos do espaço europeu, integrando o Conselho de Administração da entidade.