Auditório de Serralves-Museu de Arte Contemporânea
14 DEZ
17h30
Performers:
Angélica Salvi
VUDUVUM (Marta Baptista)
Sophia de Mello Breyner Andresen revelou desde sempre uma atenção emocionada às relações entre a arte da palavra e as outras artes. Da música à dança, passando pela pintura, pela escultura ou pela arquitetura, a presença das artes é recorrente na sua obra quer no plano temático quer a nível das formas e dos ritmos. O ciclo Sophia e a Artes, que comemora o centenário do nascimento de Sophia, reuniu em cinco sessões oradores, especialistas na obra de Sophia e na arte escolhida para a respetiva sessão, que mantiveram intensos diálogos sobre a sua obra.
As quatro primeiras sessões dedicaram-se a fazer dialogar a obra da poeta com uma arte, ou área artística: na sessão "Sophia e a Música” dialogaram com a sua obra Pedro Eiras e Amílcar Vasques-Dias, moderados por Ana Luísa Amaral; "Sophia e a Dança” foram objeto da análise de Carlos Mendes de Sousa e Joana Providência sob a moderação de Ana Paula Coutinho; para "Sophia e as Artes Plásticas” foram convocados Maria Filomena Molder e Nuno Faria com a moderação de Isabel Pires de Lima e "Sophia e a Forma” foram alvo dos olhares de Maria Irene Ramalho e Teresa Andresen, moderadas por Rosa Maria Martelo.
A última sessão deste ciclo, que se realiza este sábado, em Serralves, será preenchida pela performance das artistas ANGELICA E VUDUVUM, uma proposta inédita, concebida para esta celebração.
Tudo vai rolar na violência do instante. Atenção ao Mundo!
Ouvir devagar, de mãos e pulsos roucos e vermelhos,
CICLO SOPHIA E AS ARTES - NO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN
DE 16 NOV 2019 A 14 DEZ 2019
DATAS: 16, 23 E 30 NOV, 7 E 14 DEZ
Oradores:
Carlos Mendes de Sousa
Joana Providência
Moderação:
Ana Paula Coutinho
Sophia de Mello Breyner Andresen revelou desde sempre uma atenção emocionada às relações entre a arte da palavra e as outras artes. Da música à dança, passando pela pintura, pela escultura ou pela arquitetura, a presença das artes é recorrente na sua obra quer no plano temático quer a nível das formas e dos ritmos. O ciclo Sophia e as Artes, que comemora o centenário do nascimento de Sophia, será constituído por cinco sessões distribuídas pelos meses de Novembro e Dezembro. As quatro primeiras sessões dedicar-se-ão a fazer dialogar a obra da poeta com uma arte, ou área artística: "Sophia e a Música”; "Sophia e a Dança”; "Sophia e as Artes Plásticas”; "Sophia e a Forma”. Para esse diálogo foram convidados dois oradores, especialistas na obra de Sophia e na arte escolhida para a respetiva sessão. A última sessão deste ciclo será preenchida pela performance das artistas ANGELICA E VUDUVUM, uma proposta inédita, concebida para esta celebração.
Versos dança música pintura
Um mundo vivo em canto e em figura
Que a vida inteira ficará comigo
PROGRAMA:
16 de Novembro, 17h30
Biblioteca Almeida Garrett
SOPHIA E A MÚSICA
Nem um momento só podes perder
A linha musical do encantamento
Pedro Eiras | Amílcar Vasques-Dias
Moderação de Ana Luísa Amaral
23 de Novembro, 17h30
Auditório de Serralves-Museu de Arte Contemporânea
SOPHIA E A DANÇA
Mar,
Metade da minha alma é feita de maresia.
Carlos Mendes de Sousa | Joana Providência
Moderação de Ana Paula Coutinho
30 de Novembro, às 17h30
Auditório de Serralves-Museu de Arte Contemporânea
SOPHIA E AS ARTES PLÁSTICAS
Aqui — como convém aos mortais —
Tudo é divino
Maria Filomena Molder | Nuno Faria
Moderação de Isabel Pires de Lima
7 de Dezembro, às 17h30
Biblioteca Almeida Garrett
SOPHIA E A FORMA
Se nada adoecer a própria forma é justa
E no todo se integra como palavra em verso
Maria Irene Ramalho | Teresa Andresen
Moderação de Rosa Maria Martelo
14 de Dezembro, 17h30
Auditório de Serralves-Museu de Arte Contemporânea
PERFORMANCE
Altas marés no tumulto me ressoam
E paredes de silêncio me reflectem
ANGELICA E VUDUVUM
Ciclo integrado no centenário do nascimento de Sophia de Mello Breyner Andresen
Organização: Ana Luísa Amaral, Isabel Pires de Lima, Rosa Maria Martelo
Serralves-Museu de Arte Contemporânea e Biblioteca Municipal Almeida Garrett.
Com o apoio da Câmara Municipal do Porto, do Instituto de Literatura Comparada Margarida Losa e da Fundação de Serralves
O vencedor da primeira categoria da Competição Internacional de Interpretação da EMSCAN apresenta a obra de Jaime Reis na Casa das Artes Bissaya Barreto.
O concurso resulta da ligação entre o ElectroacousticSoundCoursesAlumni Network (EMSCAN) e o Lisboa Incomum. Esta edição parte do desafio lançado pelo compositor português Jaime Reis para a interpretação a sua obra Fluxus, DimensionlessSound, inspirada em elementos da física, mesclando a eletrónica das aeronaves e técnicas de síntese musical com o sopro da flauta.
Numa prova dividida em duas partes, a primeira categoria cede o palco aos músicos profissionais e a segunda aos talentos mais jovens. O júri, composto por Clara Saleiro, Jaime Reis e Monika Streitová, escolhe o vencedor da primeira categoria da etapa final que decorre em Lisboa no Espaço Incomum. Um dia depois, o vencedor apresenta-se em concerto na Casa das Artes Bissaya Barreto, em Coimbra.
O músico Tiago Sarafadofoi incluído no programa de Residências Artísticas da Casa das Artes Bissaya Barreto para preparar um concerto inédito, com entrada gratuita, já no dia 23 de Novembro.
Tiago Sarafado é o nome de um músico tão prolixo quanto indecifrável. A sua múltipla identidade agora reunida com um nome mais do que familiar esteve dispersa ao longo dos últimos anos entre heterónimos como Distances, Delicate, Phrase Infinitiva, Tear Souvenir, ou simplesmente JCCG; para dar alguns exemplos mais notáveis. As muitas músicas e discos publicados online neste período oferecem um desafio de criptografia para decifrar o puzzle, tal o cuidado posto em cada nova identidade digital e sobretudo as estratégias de criação que parecem ir empurrando para o absurdo os limites de um velho computador portátil como bem se percebe pelo nome que escolheu para um dos seus mais antigos alter egos, SpinningBeachBallofDeath, a lembrar aquela assustadora bola colorida que os computadores apple nos mostram quando fomos longe demais no que lhes pedimos.
A apresentação ao vivo servirá para mostrar o trabalho de compilação realizado em residência na Casa das Artes neste mês de Novembro.
Inaugura amanhã, dia 23, às 18h00, na Galeria sala117, no Porto, “Empty Quarter #2 (Rub Al’Khali)”, a primeira exposição da fotógrafa Pauliana Valente Pimentel numa galeria do Porto.
Esta série fotográfica (mais um vídeo) retrata os Emiratis, os locais dos Emirados Árabes Unidos, os seus usos e costumes, a sua riqueza, a sua maneira excêntrica de viver, recriando no meio do Deserto tudo o que não têm. Pauliana Valente Pimentel visitou o Dubai pela primeira vez em 2015, incursão essa que resultou numa exposição no projecto o - apartamento, em Lisboa. Voltou em 2017 e agora, em 2019, mostra na sala117 o resultado do seu trabalho - apesar de ter vivido em locais de difícil acesso e da dificuldade acrescida para entrar no mundo Árabe pelo facto de ser mulher, retratou-os "da forma mais fiel possível".
O objectivo final é ter uma mostra no Dubai durante a Expo 2020. A mostra fica patente até 18 de Janeiro de 2020.
Há fenómenos cujo sucesso é inegável. As Obras Completas de William Shakespeare em 97 são disso exemplo e têm levado ao teatro muitas famílias, que admitem dar mais de “97 gargalhadas”, ao longo do espectáculo que estará até ao final do ano em cena em Lisboa, seguindo, depois, em digressão pelo país, tendo já datas confirmadas no Porto, Leiria, Tábua, Figueira da Foz, Setúbal e Torres Novas.
Com adaptação e encenação de António Pires, o humor e a actualidade são características da peça, com variadas referências a temáticas triviais e “digitais” do quotidiano português, a par com o (re)conhecimento- das 37 obras daquele que é considerado o maior dramaturgo da história mundial, William Shakespeare.
As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos “viaja” pelas tragédias, comédias, peças históricas e sonetos do mais famoso e influente dramaturgo inglês, provando que “Ser ou não ser” não é uma questão a colocar quando se trata do fenómeno que este espectáculo é desde a sua estreia, em 1996!
Este ano, a peça subiu ao palco com um texto revisto e inúmeros apontamentos adaptados à era digital e às referências modernas da cultura pop. Não obstante, “as intenções textuais e códigos de interpretação shakesperianos”, como destaca Pedro Pernas, um dos protagonistas desta(s) peça(s) contada(s) em 97 Minutos, são evidentes, pois, apesar da sua roupagem clássica, estão presentes no quotidiano, com um toque fresco, apelativo e actual.
Neste espectáculo corta-se a quarta parede, como sublinha Pedro Pernas, uma vez que “o público também é actor, pois respiramos com eles e esperamos pelas suas reacções e pela sua interacção”, acrescentando que “temos de ser rodas dentadas de um relógio suíço, para o fazer em 97 minutos". "Estamos a fazer todas as personagens, de todas as peças de Shakespeare - dá que pensar!", realça Rúben Madureira, complementado no pensamento por Sissi Martins, que acrescenta que “a dificuldade está no número de personagens diferentes e no movimento associado a cada uma delas”.
Texto Adam Long, Daniel Singer e Jess Borgeson
Encenação António Pires
Tradução Célia Mendes
Figurinos Marta Pedroso
Movimento/Coreografia Sissi Martins
Interpretação Pedro Pernas, Rúben Madureira, Telmo Ramalho (Lisboa) e Jaime Baeta (digressão)
Aud. dos Oceanos Casino Lisboa | Em cena
Datas extra até 21 de Dezembro: 6ªs e sábados às 21h30
Teatro Sá da Bandeira – Porto | 10, 11 (21h30) e 12 de Janeiro (17h00)
Teatro José Lúcio da Silva – Leiria | 18 de Janeiro 21h30
Centro Cultural de Tábua – Tábua | 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro 21h30
CAE Figueira da Foz – Figueira da Foz | 29 de Fevereiro 21h30
Fórum Municipal Luísa Todi – Setúbal | 10 de Março 15h00 e 21h30
Teatro Virgínia – Torres Novas | 28 de Março 21h30
ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES NO PORTO ESTA SEMANA REGRESSO A LISBOA EM JANEIRO DE 2020
O espectáculo que junta em palco Ana Bola e José Pedro Gomes despede-se do Porto no próximo Domingo, 24 de Novembro. Em cena de no Teatro Sá da Bandeira desde o dia 24 de Outubro, o espectáculo conta já com duas temporadas em Lisboa e prepara-se para regressar à capital no início do ano, para mais uma, de 3 de Janeiro a 1 de Março no Teatro Villaret.
Até lá, e depois do Porto, andará pela estrada tendo já confirmadas e anunciadas passagens pelo Barreiro, Anadia, Seixal, Sever do Vouga, Oliveira do Bairro e Estarreja, retomando a digressão em Março de 2020, significando que vamos poder continuar a acompanhar as histórias e recordações do casal mais popular dos palcos nacionais.
O grande sucesso dos palcos nacionais esta de volta para mais duas temporadas no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, e Teatro Villaret, em Lisboa.
Joaquim Monchique volta a vestir a pele da mãe de família e dona de casa mais desesperada da Baixa da Banheira em mais um ansiado regresso do clã Bartolomeu. O espectáculo, que já subiu ao palco 350 vezes, foi visto por mais de 130 mil espectadores desde a sua primeira apresentação, tornando-se num dos êxitos mais acarinhados pelo público português.
Com Joaquim Monchique, Luís Mascarenhas, Joel Branco, Tiago aldeia, Rita Tristão da Silva, Rui Andrade, Diogo Mesquita, Bruna Andrade e Leonor Biscaia
Teatro Sá da Bandeira 31 Janeiro a 23 Fevereiro Sexta e Sábado às 21h30 | Domingo às 16h Preços: Entre 10€ e 20€
Teatro Villaret A partir 5 Março Quinta a Sábado às 21h30 | Domingo às 17h Preços: Quintas - 14€ / Sexta a Domingo - 18€
7 - Largo Sto. Ildefonso–Batalha | 15 a 17–Hard Club | 29 de Nov. a 1 de Dez - Praça das Cardosas
11h às 19h | Entrada Livre
Novembro chegou e com ele o Urban Market | Meet Designers & Makers, que após 7 anos, passa a sua curadoria para a MESH UP EVENTS.
A Mesh Up Events lança 3 edições do Urban Market, um evento onde pode conhecer o trabalho de cerca de 30 Designers e Makers e ter uma experiência com hairstylist.
A primeira edição arranca já na próxima quinta-feira dia 7 com uma edição especial no Largo de Santo Ildefonso–Batalha.
No dia 15 e até dia 17 descemos até ao Mercado Ferreira Borges - Hard Club e terminamos o mês, na emblemática Praça das Cardosas, nos dias 29 de Novembro a 1 de Dezembro, , já com um cheirinho a Natal.
Este mês, trazemos até ao Urban Market, os hairstylists, do Projeto Z, para dar um novo look aos vossos cabelos. Marquem na agenda, dia 17 de Novembro a partir das 14h30 no mainfloor do Hard Club. https://www.facebook.com/ProjectoZ.design/
Uma parceria com o Hard Club, a Praça das Cardosas e a CMP.