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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Casa das Artes: Exposição «As Uvas de Zeuxis» | 14 set a 28 out | Entrada livre

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A exposição «As Uvas de Zeuxis», de Hernâni Reis Batista (Vila do Conde, 1986), inaugura, na Casa das Artes, no Porto, no próximo dia 14 setembro, às 15h30. Entrada livre.

A mostra, que fica patente até 28 outubro, é a terceira exposição do ciclo "Animalidades e outras botânicas”, que irá decorrer até ao próximo ano, com curadoria de Óscar Faria e organização do Sismógrafo.

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A exposição “As uvas de Zeuxis”, de Hernâni Reis Baptista, primeira parte de um díptico, que terá a sua continuidade em “A cortina de Parrásio”, a inaugurar em Novembro, no Sismógrafo, dá seguimento ao trabalho que tem vindo a ser apresentado pelo artista, nomeadamente aquele onde se detecta uma aproximação a questões relacionadas não só com as vidas animal e vegetal, mas também com os diálogos interespécies e respectivas mutações.

Na Casa das Artes, será revelado um novo conjunto de trabalhos, por onde passa uma série de tropos comuns à arte e à natureza. Ideias relacionadas com mimesis, camuflagem, ilusão, engano, trompe-l'œil e ruína emergem de obras onde se observam plantas, animais e minerais, que têm em comum a capacidade de se confundirem com o meio ambiente, iludindo assim o olhar. Existe ainda uma outra camada, por agora invisível, que adensa o mistério acerca destas peças também possíveis de interpretar como memoriais de um mundo em vias de extinção.

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Hernâni Reis Baptista (Vila do Conde, 1986) vive e trabalha no Porto. É licenciado em Artes Plásticas - Multimédia, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde foi selecionado com o prémio de aquisição da exposição de finalistas em 2013.

Começou a expor em 2011, de onde se destacam as exposições colectivas “CAVE”, na SOLAR, Galeria de Arte Cinemática (Vila do Conde, 2012), “Sem Quartel”, no Sismógrafo (Porto, 2014), "Quando alguém morria os gregos perguntava: tinha paixão” (Porto, 2016) e "Não é ainda o Mar" (Gaia, 2018), ambas com curadoria de Óscar Faria, entre outras.

Apresentou individualmente “Mesa” e “Falha” no Espaço Campanhã (Porto, 2011 e 2013), “Tropismos”, no Espaço Vésta (Porto, 2015), “T-1000”, na Floating Islands, Maus hábitos (Porto, 2015), “Dog eat dog, no Sismógrafo (Porto, 2016) e "Intraduzibilidade, Untranslatability, Unu¨bersetzbarkeit”, no Klub Genau, a par do festival de arte “KARAT, the ocean and the river” (Colónia, Alemanha, 2013), “The Confession of the flesh”, na Kubik Gallery (Porto, 2018), entre outras.

O seu trabalho está representado em coleções privadas e instituições internacionais, como a Fondazione Sandretto re Rebaudengo, Torino, Italia, entre outras.

Participou também em residências artísticas na qual se destaca a “360º Context and Process”, pela Triangle Network no espaço Hangar (Lisboa, 2015) e Inter.Meada (Alvito, 2017).

Trabalha maioritariamente com instalação, escultura, vídeo, e diversos processos digitais.

 

 

Programa paralelo: PRINCE - As Never Seen Before

12.09 - 02.11.2019 | EXPOSIÇÃO, LIVRO, CONVERSAS CANTADAS E FILMES: ARRÁBIDASHOPPING | Entrada gratuita
05.09.2019  | TRIBUTO PRINCE - FRED FERREIRA & FRIENDS: HARD CLUB  | 10€

 

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Créditos: Steve Parke©Iconic Images


PRINCE: AS NEVER SEEN BEFORE

EXPOSIÇÃO E PROGRAMAÇÃO PARALELA

No âmbito da exposição PRINCE: As Never Seen Before by Steve Parke, que decorre de 12 de setembro a 2 de novembro, no ArrábidaShopping (Vila Nova de Gaia) – uma mostra com mais de 50 fotografias raras e inéditas do músico, da autoria de Steve Parke, fotógrafo e diretor de arte, com curadoria da crítica de arte Cristina Carrillo de Albornoz Fisac e da fadista Ana Moura e resultado de uma parceria com a Iconic Images – é apresentada uma programação paralela que inclui uma festa tributo a Prince, o lançamento de um livro/catálogo, diversas conversas com momentos musicais e sessões de cinema.

PROGRAMA:

5 setembro | 22:00 (abertura de portas: 21:30) | Hard Club - Tributo Prince | Fred Ferreira & Friends

O ArrábidaShopping vai até à baixa do Porto e junta-se ao Hard Club para um tributo a Prince, com o baterista Fred Ferreira e convidados, numa noite com concerto e DJ set. Kalú, Nick Nicotine, Alex D'Alva Teixeira, André Indiana e outros músicos fazem parte desta festa de homenagem que vai desde o rock ao pop, passando pelo hip hop. Os bilhetes custam 10€ e podem ser reservados a partir de 2 de setembro, através do número de telefone 220 101 194 (de terça a sábado, das 15:00 às 20:00).
 

12 setembro | 18:30 | Praça Central Piso 0 ArrábidaShopping – Inauguração exposição PRINCE: As Never Seen Before by Steve Parke, com a presença de Steve Parke, Ana Moura e Cristina Carrillo de Albornoz Fisac. Entrada livre.
 

12 setembro | 19:30 | Almedina Piso 2 ArrábidaShopping – Lançamento e apresentação de livro da exposição Picturing Prince: An intimate Portrait, com a presença do autor, fotógrafo e diretor artístico de Prince, Steve Parke. Entrada livre.
 

12 setembro | 21:00 | UCI Arrábida 20 Piso 2 ArrábidaShopping – Conversas Cantadas com Ana Moura e apresentação de Pedro Ribeiro, num momento de partilha de histórias e de versões musicais de Prince, seguidas da exibição em sala do filme Purple Rain, de Albert Magnoli (1984), numa edição especial com extras. Entrada livre mediante levantamento de convite na bilheteira UCI Arrábida 20, limitado à lotação da sala.
 

17 outubro | 21:00 | Praça Central ArrábidaShopping - Conversas Cantadas com Ana Moura e apresentação de Pedro Ribeiro, num momento de partilha de histórias e de versões intimistas de hits de Prince. Entrada livre por ordem de chegada.
 

2 novembro | 21:30 | UCI Arrábida 20 Piso 2 ArrábidaShoppingFesta de Finissage da exposição com apresentação surpresa e exibição especial do filme-concerto Prince in Concert Rave Un2 The Year 2000, de Geoff Wonfor, num momento festivo em tons de purple, com este filme-concerto e DJ set no final. Entrada livre mediante levantamento de convite na bilheteira UCI Arrábida 20, limitado à lotação da sala.

 

Steve Parke
Steve Parke 
é um fotógrafo, ilustrador e designer premiado. Durante 13 anos trabalhou com Prince como seu diretor de arte na casa-estúdio Paisley Park, criando e desenhando, desde capas de álbuns e guitarras de pintura manual, até merchandising e desenho de tours e vídeos, entre outras tarefas improvisadas. O trabalho fotográfico que realizou com Prince foi publicado em várias revistas reconhecidas internacionalmente, como a People, a Rolling Stone e a Vogue e em livros como Prince Stories from the Purple Underground. Em 2017, publicou o livro de sua autoria Picturing Prince: An Intimate Portrait. (Mais informação sobre Steve Parke: www.steveparke.com).
 

Ficha técnica da exposição

Entrada gratuita
12.09 l 02.11.2019

Horário:
Segunda a domingo: 9:00 às 23:00
Sexta, sábado e véspera de feriados: 9:00 às 24:00

Iconic Images
A Iconic Images, uma das maiores agências de gestão de arquivos fotográficos no mundo. Trabalha com mais de vinte fotógrafos em todo o mundo, em todos os aspetos, incluindo vendas de arte, exposições em museus, licenciamento, publicação, merchandising e colaborações de design de interiores. Informações sobre a Iconic Images no site www.iconicimages.net.

Sobre o ArrábidaShopping
Inaugurado em 1996, o ArrábidaShopping dispõe de uma oferta de lojas diversificada, numa Área Bruta Locável (ABL) de 60.152m2. Remodelado em 2008, o ArrábidaShopping tem cerca de 173 lojas que oferecem um vasto leque de serviços. Dispõe de cerca de 3.400 lugares de estacionamento. Os cinemas são, também, uma mais-valia no Centro, pois para além da capacidade para 4.300 pessoas, têm ótimas condições de som e imagem. A par da experiência única de compras e de lazer que oferece aos seus clientes, o ArrábidaShopping assume a responsabilidade de dar um contributo positivo para um mundo mais sustentável, trabalhando ativamente para um desempenho excecional nas áreas ambiental e social. Todas as iniciativas e novidades sobre o centro podem ser consultadas no site www.arrabidashopping.com.

 

 

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Área Metropolitana do Porto: "Sons no Património" regressa com mais 17 concertos gratuitos | Gisela João, Rui Massena e Jack Broadbent no cartaz do evento

Cartaz aposta em estilos musicais variados para aproximar população ao património

“SONS NO PATRIMÓNIO DA ÁREA METROPOLITANA DO PORTO”

 REGRESSA COM CONCERTOS GRATUITOS EM 17 MUNICIPIOS

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A segunda edição do Sons no Património está de regresso à Área Metropolitana do Porto (AMP), entre 26 e 29 de setembro. Propondo a música como veículo de aproximação das pessoas ao património, a iniciativa promovida pela AMP propõe, ao longo de quatro dias, um programa com 17 concertos de entrada livre em museus e lugares patrimoniais dos 17 municípios que constituem o território da Área Metropolitana do Porto. Entre profano e religioso, contemporâneo e erudito, jazz e tradicional, blues e fado, eletrónico e acústico, o programa é variado e destina-se a celebrar e a valorizar o património à escala metropolitana através da música.

Jack Broadbent, Gisela João, Manuel de Oliveira, Real Confraria do Canto Arouquense, Danças Ocultas, Teresinha Landeiro, Rua da Lua, Manuel Linhares, Pedro Caldeira Cabral, Anaquim, António Chaínho Trio, Angelicus Duo, Rui Massena, MurMur e O GAJO são assim os 15 projetos artísticos que, no último fim-de-semana de setembro, transformarão praças, museus, igrejas, mosteiros, parques, antigos centros industriais e estações ferroviárias em inusitados palcos de música.

De acordo com a AMP, “à celebração da riqueza inesgotável do mosaico patrimonial da região corresponde um programa artístico eclético, pensado e adequado a cada lugar, instigador de novos contactos, leituras e experiências dos territórios e gerador de convivências naturais e outras menos prováveis.” A reedição desta proposta, materializada primeiro em 2018, floresce da vontade da Área Metropolitana do Porto em valorizar o património dos 17 municípios que a integram. “Estamos fortemente empenhados em sustentar estas e outras apostas recentes no setor cultural do território, como a criação da Plataforma PIN e a disponibilização dos Roteiros do Património Cultural da AMP e do Mapa do Património Cultural Material e Imaterial da AMP”, sublinha a organização.

 

Dia 26: Sons no Património em Arouca, Porto e Santo Tirso

O primeiro concerto gratuito do ciclo "Sons no Património 2019" arranca no dia 26, às 17h30, no Porto,  nos jardins da Casa Museu Marta Ortigão Sampaio e marca o regresso a Portugal do talentoso cantor e compositor Jack Broadbent, que tem deixado, pelo mundo fora, audiências fascinadas com o seu estilo inigualável em slide guitar. Após a atuação do “mais excitante bluesman do nosso tempo”, como refere a organização, segue-se às 22h00, em Arouca, o espetáculo da Real Confraria do Canto Arouquense, na Praça Brandão de Vasconcelos, onde será apresentado um repertório inédito interpretado por um conjunto de músicos e coletivos locais empenhados em perpetuar a tradição oral do canto polifónico. Mesmo ali, junto ao imponente Mosteiro de Arouca, serão interpretadas canções inéditas sobre o território e a identidade local. À mesma hora, em Santo Tirso, a Igreja Românica de Roriz será o palco de uma viagem musical com Manuel de Oliveira, que partilhará com o público as suas composições com reflexos de uma alma ibérica, com veneração intemporal pelas suas origens e tradições.

 

Dia 27: seis municípios com concertos gratuitos

Na sexta-feira, seis dos municípios da AMP recebem os concertos gratuitos do “Sons no Património 2019”, todos com hora marcada a partir das 21h30. A Igreja Românica dedicada a São Pedro de Rates, na Póvoa de Varzim, recebe Gisela João, uma das vozes arrebatadoras do Fado e uma das mais importantes intérpretes da música portuguesa da atualidade. Ao mesmo tempo, e também na linha do Fado, a Antiga Estação Ferroviária da Trofa é paragem obrigatória da tournée nacional e internacional de Teresinha Landeiro, que, acompanhada por Pedro de Castro e André Ramos, apresentará o seu novo álbum “Namoro”, aclamado pela crítica e tão bem recebido pelo público. Em Paredes, Pedro Caldeira Cabral, guitarrista e referência incontornável da música portuguesa, sobe ao palco do Mosteiro de Cete, para expressar nesse Monumento Nacional a sua mestria na guitarra portuguesa e o estilo próprio que, como compositor e multi-instrumentista, apurou ao longo dos seus 50 anos de carreira internacional. Mais a Sul na AMP, o icónico Mercado Municipal de Santa Maria da Feira, desenhado por Fernando Távora, recebe “Danças Ocultas”, um dos representantes mais inovadores, emocionantes e magnéticos da música contemporânea portuguesa, que há já alguns anos tem vindo a progredir no universo da world music internacional. Em Oliveira de Azeméis, no Parque La Salette, o cantor, letrista e compositor portuense Manuel Linhares apresenta o seu mais recente trabalho discográfico “Boundaries”, que lhe tem valido rasgados elogios da imprensa especializada. Por sua vez, o Centro Histórico de Macieira de Cambra, em Vale de Cambra, recebe às 22h00 os “Rua da Lua”, um quinteto que reúne acordeão, guitarra clássica, contrabaixo e percussão para um espetáculo universal, que atravessa gerações e as une, numa viagem única.

 

Dia 28: Concertos gratuitos em Vila do Conde, Espinho, Maia, Valongo, Gondomar e São João da Madeira

No dia 28, o “Sons no Património” ecoa nos municípios de Espinho, Gondomar, Valongo, Vila do Conde, Maia e São João da Madeira. A partir das 17h30, o Museu Municipal de Espinho recebe os Anaquim, cujos temas e letras atuais pautadas por ironia certeira acompanham os tempos com otimismo, bebendo inspiração em nomes como Fausto, Sérgio Godinho e Zeca Afonso, bem como de influências internacionais como a canção francesa, a música country ou bluegrass.  Às 18h00, em Gondomar, será possível assistir à rara oportunidade de apreciar, no mesmo local, parte significativa da obra sublime de três grandes vultos da cultura portuguesa: um deles pintor, o segundo arquiteto e o terceiro guitarrista. A Fundação Júlio Resende, lugar onde viveu e pintou Júlio Resende, e concebida pelo amigo José Carlos Loureiro, acolhe António Chaínho, notável embaixador da Guitarra Portuguesa, que assim regressa ao Sons no Património para o primeiro de dois concertos que a memória não esquecerá.

Às 21h30,o maestro Rui Massena propõe uma viagem de melodias a partir da monumental Igreja Conventual de São Salvador de Moreira da Maia, onde será ainda possível admirar um dos maiores tesouros daquele monumento: o raríssimo órgão de tubos Arp Schnitger. À mesma hora, o Sons no Património evoca na Igreja Paroquial de Árvore, em Vila do Conde, os 50 anos da morte de José Régio, convidando assim à exaltação dos sentidos. O Angelicus Duo nada mais propõe que o entrelaçar da voz no delicado som da harpa, numa harmoniosa junção de timbres que desvendam obras de compositores eternizados como Vivaldi, Händel, Mozart e Schubert, entre outros. À voz da soprano Filipa Lopes, associa-se a mestria da harpa de Emanuela Nicoli. Já em Valongo, também às 21h30, testemunha-se o regresso dos MurMur ao Sons no Património, que leva até ao Centro Cultural de Campo o talento da atriz e cantora Sandra Celas, de Alexandre Cortez e Filipe Valentim (Rádio Macau), do guitarrista Sérgio Costa e o percussionista Mário Santos, para um concerto intimista que privilegia a língua portuguesa num universo musical povoado de influências e inspirações diversificadas, da música eletrónica ao jazz. Por fim, São João da Madeira, recebe, às 22h00, O GAJO, que apresenta no Oliva Creative Factory o som da Campaniça, instrumento histórico de raiz tradicional, e o novo disco, “As 4 Estações d’O GAJO”, numa referência à obra de António Vivaldi. Quem se deslocar a este emblemático epicentro da memória e da criatividade sanjoanense terá ainda oportunidade de visitar gratuitamente duas exposições patentes no Centro de Arte Oliva. “Trabalho Capital”, com curadoria de Paulo Mendes, integra obras de arte contemporânea, a partir da coleção Norlinda e José Lima, em diálogo com objetos pertencentes à antiga fábrica Oliva, e ainda “Extravaganza”, com curadoria de Antonia Gaeta, contempla obras de arte bruta, a partir das obras da coleção Treger/Saint Silvestre.

 

Dia 29 - Jack Broadbent e António Chainho Trio encerram programa do “Sons no Património 2019”

No último dia do “Sons no Património 2019”, os concertos acontecem às 17h30, em Matosinhos e em Vila Nova de Gaia. Jack Broadbent dá o seu último concerto no Museu Quinta de Santiago e brinda o público com a sua genialidade e um estilo blues em estado puro, repleto de influências como John Lee Hooker, Peter Green, Jimi Hendrix, Robert Johnson e Crosby, Stills Nash & Young. Ao mesmo tempo, na Casa Museu Teixeira Lopes, em Vila Nova de Gaia, António Chaínho Trio garante a segunda e derradeira oportunidade de testemunhar um momento único e irrepetível na companhia da Guitarra Portuguesa, pelas mãos de um dos seus irrefutáveis mestres.

 

Dia aberto no Porto de Leixões com programa imperdível é já este sábado!

 

  Visitas de barco às instalações portuárias são a grande novidade este ano


Orquestra Barroca Casa da Música dá concerto na véspera da comemoração


O Dia do Porto de Leixões’ realiza-se já este sábado, dia 21 de setembro. A iniciativa que abre as portas da infraestrutura portuária à cidade com atividades para todas as faixas etárias, entre as 10h00 às 19h00 dá início ao seu programa com um concerto de Música de Câmara pelos Solistas da Orquestra Barroca Casa da Música, na noite de véspera (20 de setembro), e termina com um Sunset ao som do DJ Jorge Vieira. A Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL) estima receber mais de 25 mil visitantes nesta edição.
 
A 11ª edição do ‘Dia do Porto de Leixões’ conta com uma iniciativa nova que promete surpreender os visitantes, através de visitas guiadas às instalações portuárias a bordo de uma embarcação onde poderão conhecer o dia-a-dia daquele que é um dos maiores portos da Península Ibérica.
 
Para além das visitas guiadas há inúmeras atividades a decorrer no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, entre as quais se destacam as exposições “Viagem ao princípio ida e volta...30 anos da Coleção de Serralves”, “APDL. Sentir mais do que um porto” e “500 Anos da Circum-navegação”, para além das animações diversas para crianças e concertos para todas as idades.
 
O programa conta ainda com visitas a embarcações e uma incrível regata do Porto de Leixões. De realçar, a entrega de Prémios aos Melhores Alunos do Concelho de Matosinhos (ensino técnico e secundário) e aos vencedores da exposição de fotografia “Sentir mais do que um Porto”.
 
Também o CIIMAR (Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental), cujas instalações se localizam no Terminal de Cruzeiros, estará de portas abertas para os visitantes poderem participar nas experiências científicas e interagir com os investigadores através de atividades demonstrativas dos diversos projetos e áreas de investigação em curso.

A 11ª edição do ‘Dia do Porto de Leixões’ termina às 19h00 com um magnífico Sunset no terraço idílico do Terminal com vista para o mar.
 
Recorde-se que a APDL comemora o ‘Dia do Porto de Leixões’ desde 2009, realizando-o anualmente no terceiro sábado do mês de setembro.


 

 

'E Se...?' vai espalhar balões com sonhos na Feira do Livro do Porto

Sessão de Autógrafos com as autoras da obra infantojuvenil ‘E Se…?’, dia 21 de setembro, às 19h00. Texto de Raquel Garcez Pacheco com ilustrações de Bárbara Neto.

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‘E Se…?’ é uma obra infantojuvenil escrita por Raquel Garcez Pacheco e ilustrada por Bárbara Neto. Depois do lançamento no Porto, e da apresentação na mítica livraria Bertrand do Chiado, em Lisboa, o livro - editado pela Sana Editora -, dá-se a conhecer aos visitantes na Feira do Livro do Porto. O evento literário decorre até 22 de setembro, nos Jardins do Palácio de Cristal, e já arrancou no dia 6 de setembro. A inauguração contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que foi surpreendido pela escritora ao presenteá-lo com o livro 'E SE...?', dedicando a obra aos seus netos. O penúltimo dia da feira promete novas surpresas.

Este ano, o grande festival literário portuense conta com 130 pavilhões, uma exposição e várias atividades. Ao longo dos vários dias da feira, o público poderá encontrar o livro infantil ‘E Se…?’ nos pavilhões da Companhia das Artes | Afrontamento Edições (stands 126, 127, 128) e, também, no stand da Rota do Livro (108,109). No dia 21 de setembro, está agendada uma sessão de autógrafos com a escritora e a ilustradora, às 19h00, na Companhia das Artes, onde está prevista ainda uma dinâmica de construção de 'balões de ar quente' que permitam - a miúdos e graúdos - deixarem voar os seus sonhos. 

O livro ‘E Se...?’ é como uma viagem de balão pelo mundo da constante inconformidade humana, onde a fantasia ilustra o desejo e o sonho permanentes. A obra tem vindo a cativar miúdos e graúdos, uma vez que, apesar de ser uma história infantil, a narrativa tem várias mensagens que se podem extrair: uma mensagem de motivação que retrata a importância de acreditarmos que é possível realizarmos os nossos sonhos, que é importante sermos inconformados para nos permitirmos voar, sem medo, com ambição; uma mensagem de inspiração (nas crianças) pela sua curiosidade, bravura e imaginação. Tudo é possível aos olhos destemidos de uma criança. Perpetuar esta essência de criança em nós, é dar asas aos sonhos, é querer ser um herói, guerreiro e vencedor; e uma mensagem de reflexão universal – a eterna pergunta «E SE?» que nos faz escrever a nossa história pessoal pelas escolhas que fazemos, consequência ou não do livre-arbítrio: E se? E se eu fosse? E se eu tivesse feito de outra forma? E se tivesse escolhido aquele outro caminho? E se…?

Para a autora Raquel Garcez Pacheco, uma boa narrativa é aquela que gera conexão e comunica, de alguma forma, uma mensagem inspiradora. “Nesta história tentei, subtilmente, espelhar o mundo real através do mundo mágico dos sonhos. O encadeamento da narrativa retrata, simultaneamente, ambição, desejo, realização e, também, a importância da inconformação e da resiliência, no sentido de incentivar e motivar os pequenos leitores a correrem sempre atrás dos seus sonhos. 

A constante busca por uma perfeição que não existe, os “ses” da vida, tudo isto move as personagens de Raquel Garcez Pacheco, inspiradas em diversos contextos. Contextos e cenários reais, como a rota das amendoeiras no norte do país, ou a rota dos golfinhos no Sado, na região sul, factos informativos que a autora - formada em jornalismo - adiciona à história.  

Bárbara Neto, autora das ilustrações de ‘E Se…?’, revela que o projeto a permitiu “voar para o mundo imaginário dos sonhos”, onde tudo é possível: “Quando falei a primeira vez com a Raquel sobre a sua história, logo me vieram à cabeça grandes pinceladas em aguadas, leves e cheias de cor. Não podia ser nada muito real, nem muito descritivo, pois toda a história pertence a um mundo que não existe, mas que coexiste em todos nós, nos nossos sonhos. Os meus desenhos tentaram ir ao encontro dessa descrição que a Raquel faz a cada desejo, cada personagem."

"Raquel Garcez Pacheco trouxe para a equipa da SANA paixão e empenho e Bárbara Neto a harmonia e serenidade das cores que ilustram esta maravilhosa obra. O livro 'E Se...?' traz mais valores aos valores que já existem na coleção infantil da Sana Editora”, sublinha Susana Freitas, coordenadora editorial da Sana Editora.

 

ALGUMAS CRÍTICAS LITERÁRIAS:

"As breves histórias constroem-se assim, em ligação e sequência, e levam-nos num périplo por diferentes terras e vários sentimentos. Sentimo-nos a viajar num balão de ar quente, mas sem medo de cair." - Rita Pimenta | Público

 

"Em ‘E Se…?’ deixa fluir o traçado e, num misto de cores vivas, permite ao leitor viajar e sonhar à medida que a rica e inspiradora narrativa de Raquel Garcez Pacheco – que já exerceu jornalismo – flui. A cada descrição de uma nova aventura da personagem principal – o livro, que se reinventa continuamente -, as ilustrações pitorescas fazem-nos voar e desejar, também, dar azo às inquietudes e aos sonhos." - Filipa Matias Pereira | Notícias ao Minuto

 

"Apesar de se tratar de uma narrativa infantil, o livro 'E Se...?' corporiza uma mensagem atual e dirigida a todas as idades." Filipa Matias Pereira | Notícias ao Minuto

 

"Este livro reúne um conjunto de pequenos contos que traduzem um pensamento frequente em todos nós: e se eu fosse… outro que não o que sou? " - Rita Pimenta | Público

"E se...?, um liro infantil que dá asas à imaginação. É a história de um livro que quer ser outra coisa. E pode ser o que ele quiser. Um par de sapatos, um banco de jardim, um menino esperto e curioso, como sea magia e a imaginação ocupassem o lugar no universo mais fantástico de todos: o de ser criança." - Ana Carreira | M80  

"E se?, é uma dessas histórias para todas as idades. Acreditar sempre que não há impossíveis." - Vanda Miranda | M80 Magazine  

 

 

 

SINOPSE:

E se… um livro tivesse vida e, de repente, cansado de o ser, quisesse ser outra coisa? E se esse desejo fosse concedido? E se, num universo fantástico onde a imaginação é a rainha de todas as coisas, a magia transformasse o impossível em possível? E se alguém fosse eternamente insatisfeito e desejasse ser sempre algo mais? E se a ambição comandar o sonho? E se eu fosse um sapato um dia, noutro dia, um banco de jardim e no dia seguinte uma nuvem? E se…?

Este livro é como uma viagem de balão pelo mundo da constante inconformidade humana, onde a fantasia ilustra os desejos e os sonhos permanentes.

Atreves-te a vir voar?

 

SOBRE AS AUTORAS:

Raquel Garcez Pacheco | Texto

Nasceu, no Porto, em 1978. Filha de um jornalista e de uma professora, cedo percebeu a paixão pelas palavras, pela escrita, pela comunicação. Licenciada em Comunicação Social pela Escola Superior de Jornalismo do Porto (1996 - 2000), frequentou mestrado em Ciências da Comunicação (2015 - 2017). Exerceu a profissão de jornalista em vários jornais nacionais e, mais tarde, abraçou a assessoria de comunicação.  Em 2016, num autodesafio, decide lançar um projeto de consultoria em comunicação.

Em 2014, fez um curso sobre Storytelling «A Arte de Escrever Histórias» e participou na Coletânea de Contos e Poemas «Lugares e Palavras de Natal – Vol. III» com o conto “O Quarto Rei Mago”. Comunicar é o seu modo de vida, tanto para narrar factos da realidade do mundo ‘com os pés no chão’, como para contar histórias ‘com a cabeça a deixar-se voar pela imaginação’.

 

 

Bárbara Neto | Ilustrações

Natural do Porto, concluiu a Licenciatura em Design de Comunicação (1994 – 1999) da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Iniciou a sua atividade profissional na área do Design de Comunicação e Ilustração. Em 2001, fez parte de um projeto para uma marca dedicada a bebés e crianças, a BLOP, com as suas ilustrações deu vida a personagens e contou histórias com uma linha completa de mobiliário e interiores. Foi assim que descobriu que a tela em que pintava podia ser tridimensional. Desde 2005, a sua atividade profissional foi dedicada aos mais diferentes e variados tipos de projetos de design de interiores para hotéis, sempre com uma componente gráfica e colorida.

Hoje em dia, tem a sua própria marca, LEMON VARIANCE, que se concentra na conceção de conceitos personalizados para interiores, comunicação gráfica e ilustração.

 

Sobre a SANA Editora:

A Sana Editora é um projeto literário que alia a criatividade à paixão pelos livros. Fundada, em 2016, por Susana Freitas, a editora de Aveiro tem conquistado um grande alcance com vários géneros literários, contando já mais de 20 livros editados sob a sua chancela.

A gestão personalizada de cada projeto, em estreita colaboração com o autor, desde a conceção, imagem, concretização, distribuição e promoção do livro, é fator determinante para o crescimento e reconhecimento da editora no mercado.

A marcar a diferença e o seu posicionamento está, ainda, a relação de proximidade com os autores para que estes possam estar, também, mais próximos dos seus leitores.

SERRALVES // TREETOP WALK // ABERTURA AO PUBLICO: 14 SETEMBRO

TREETOP WALK

SERRALVES APRESENTA PERCURSO ELEVADO AO NÍVEL DA COPA DAS ÁRVORES

 

Parque de Serralves

 

14 setembro

 

 

Mecenas exclusivo: ASCENDI S.A

 

No ano em que comemora 30 anos de existência, a Fundação de Serralves em colaboração com o Fundo Ambiental do Estado Português e com o apoio da Ascendi, abre ao público amanhã, dia 14,  um percurso elevado ao nível da copa das árvores, o TREETOP WALK, que irá permitir uma impactante experiência de observação e estudo da fauna e flora de Serralves. Esta é também uma forma de celebrar o Parque de Serralves e as muitas e diversificadas atividades que ali são anualmente desenvolvidas.

 

Esta importante valência, com cerca de 250 metros de extensão e com uma altura em relação ao solo que varia entre o 1,50 e os 15 metros, permitirá dinamizar ainda mais o já muito relevante papel de Serralves, através dos seus serviços educativos, a nível da educação para a sustentabilidade ambiental e proteção da biodiversidade.

 

A implementação deste projeto, concebido pelo Arquiteto Carlos Castanheira em colaboração com o Arquiteto Álvaro Siza, terá forte impacto ao nível da educação para a conservação ambiental e proteção da biodiversidade, e trará novas oportunidades de ligação com a ciência.

 

A abertura no dia 14 de setembro será gratuita durante todo o dia.

 

Nota:

ASCENDI

A Ascendi opera 750 Km da rede rodoviária nacional, sendo uma referência neste mercado e na prestação de serviços de cobrança de portagens. Em 2019 a Ascendi completou 20 anos de atividade, detém seis concessões em Portugal, destacando-se sempre pela capacidade de inovação e atuação integrada nos serviços que presta.

O capital da Ascendi é controlado pela Ardian, sociedade independente de investimento privado sediada em França.

Mais informação: https://www.ascendi.pt/

 

Carlos Castanheira

Lisboa, Junho de 1957.

Curso de Arquitetura da Escola Superior de Belas Artes da Universidade do Porto 1976-1981. Viveu em Amsterdão de 1981 a 1990 onde trabalhou como arquiteto e frequentou o Curso de Arquitetura da Academie Voor Bouwkunst Van Amsterdam.

Em 1993 cria o escritório de arquitetura Carlos Castanheira & Clara Bastai, Arquitectos Ldª com a arquiteta Maria Clara Bastai. Desenvolvendo a sua atividade essencialmente no campo das obras privadas, tem participado em júris de concursos de arquitetura, conferências, orientando cursos, comissariado e organizado exposições, editando e publicando livros e catálogos.

Desde estudante que colabora com o arquiteto Álvaro Siza em projetos em Portugal mas sobretudo no estrangeiro.

 

Vasco Araújo expõe na Galeria do TMJB

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Recital, de Vasco Araújo

 

 

 

A Galeria do TMJB inaugura dia 14 de Setembro, às 18h, a exposição de Vasco Araújo, Recital. A exposição ficará patente ao público até dia 27 de Outubro, de quinta a sábado, das 19h às 21h30, e aos domingos, das 13h às 17h. A entrada é livre.

 

 

Recital é uma instalação que engloba um vídeo e um conjunto de cadeiras de teatro.

O vídeo é um homem vestido de mulher a interpretar cinco árias escritas para a voz de mulher mas onde as personagens são homens. O som do vídeo é o acompanhamento do piano das várias árias. Existe ainda uma gravação da voz de uma mulher a dizer os textos dessas mesmas árias. As cadeiras têm pintados os textos das árias em italiano.

 

Vasco Araújo, nasceu em Lisboa, em 1975, cidade onde vive e trabalha. Em 1999 concluiu a licenciatura em Escultura pela FBAUL. Entre 1999 e 2000 frequentou o Curso Avançado de Artes Plásticas da Maumaus em Lisboa. Desde então tem participado em diversas exposições individuais e colectivas tanto nacional como internacionalmente, integrando ainda programas de residências, como Récollets (2005), Paris; Core Program (2003/04), Houston. Em 2003 recebeu o Prémio EDP Novos Artistas.

O seu trabalho está publicado em vários livros e catálogos e representado em várias colecções, públicas e privadas, como Centre Pompidou, Musée d’Art Modern (França); Museu Colecção Berardo, Arte Moderna e Contemporânea, (Portugal); Fundação Calouste Gulbenkian (Portugal); Museo Nacional Reina Sofia, Centro de Arte (Espanha); Fundação de Serralves (Portugal); Museum of Fine Arts Houston (EUA), Pinacoteca do Estado de S. Paulo (Brasil).

 

 

 

Ficha Artística

 

Instalação Vídeo de Vasco Araújo

 

Pianista: Celeste Patarra
Narrador: Lúcia Lemos
Texto: Letras de quatro árias das óperas Orfeu e Eurídice, de GluckA clemência de Tito e As bodas de Fígaro, de Mozart, e Tancredi, de Rossini.

 

 

TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE | GALERIA |

 

(De 14 de Setembro a 27 de Outubro)

 

QUI a SÁB  | das 19h às 21H30

DOM | das 13h às 17h

 

PREÇO: Entrada livre

SERRALVES // 10 E 11 SET // COMO ENFRENTAR O PERIGOSO DECLÍNIO DA NATUREZA? DA AVALIAÇÃO DO IPBES À AÇÃO

De modo a estimular a discussão sobre esta importante questão, a Fundação de Serralves, juntamente com o CIBIO-InBIO da Universidade do Porto, com apoio da Cátedra EDP Biodiversidade, convidaram relevantes especialistas para apresentarem palestras, descrevendo os desafios e oportunidades na conservação da biodiversidade em todo o mundo, com base nas recentes avaliações publicadas pelo IPBES - Serviços dos Ecossistemas da Intergovernmental Science-Policy Platform on Biodiversity and Ecosystem Services. Vários casos de estudo mostram que é possível inverter o declínio da biodiversidade, nomeadamente de parcerias que reúnam a academia e os setores público e privado.

 

COMO ENFRENTAR O PERIGOSO DECLÍNIO DA NATUREZA?

DA AVALIAÇÃO DO IPBES À AÇÃO

 

de 10 SET 2019 a 11 SET 2019

auditório

programa: https://we.tl/t-6dHWyfQTqt  

 

No início de Maio de 2019, muitos meios de comunicação em todo o mundo noticiaram a ‘verdade inconveniente’ que os humanos estão a alterar os ecossistemas da Terra de forma dramática e a um ritmo sem precedentes, com cerca de 1 milhão de espécies de animais e plantas ameadas de extinção. As notícias resultaram, da publicação do resumo para os decisores de políticas, vindo do Relatório de Avaliação Global sobre Biodiversidade e Serviços dos Ecossistemas da Intergovernmental Science-Policy Platform on Biodiversity and Ecosystem Services (IPBES).


O relatório transmite quatro mensagens-chave: 

(i)         A vital contribuição da Natureza para as pessoas está a deteriorar-se globalmente; 

(ii)        Os agentes de mudanças estão em rápida alteração; 

(iii)        As metas de conservação e sustentabilidade até e pós 2030 só podem ser alcançadas através de mudanças transformadoras em fatores económicos, sociais, políticos e tecnológicos; 

(iv)       A conservação, restauração e uso sustentável da Natureza requerem esforços urgentes e concertados para promover tais mudanças transformadoras.

 

Esta conferência sobre biodiversidade visa promover a análise dos problemas do passado e do presente e os desafios do futuro, divulgando e discutindo as conclusões dramáticas do relatório do IPBES, enquanto abre caminho para novas e mais efetivas abordagens para enfrentar o perigoso declínio da Natureza. Para atingir os objetivos, a conferência reúne especialistas mundiais, também eles autores do relatório do IPBES, investigadores e profissionais que desenvolvem trabalho em todo o mundo para entender e proteger a biodiversidade e os ecossistemas ameaçados

Um programa emocionante que inclui apresentações, debates e a exibição de um filme, concluído recentemente numa das regiões mais selvagens e mais biodiversas de Portugal: o Vale do Guadiana.

 

A conferência será realizada num período em que a década das Nações Unidas sobre Biodiversidade (2011-2020) está a terminar, e torna-se evidente que as ambiciosas Metas de Biodiversidade de Aichi da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) não serão cumpridas. Será, portanto, um evento de abertura para o ano crítico de 2020, quando várias iniciativas serão organizadas em todo o mundo para discutir como travar a perda de biodiversidade para assegurar ecossistemas resilientes, culminando na Conference of the Parties das Partes da CDB em Outubro e da muito aguardada adoção à escala mundial da Estratégia de Biodiversidade Pós-2020.

 

O público será convidado para as discussões, das quais se espera que surjam contribuições para a Estratégia de Biodiversidade Pós-2020.

 

O evento é gratuito mediante inscrição

Mais informações em www.serralves.pt

Maratona da Maternidade junta famílias em caminhada de cariz solidário | 21 Setembro | Porto

Maratona da Maternidade junta famílias em caminhada de cariz solidário  

BebéVida duplica valor das inscrições e entrega donativo à Associação Vida Norte 

21 de setembro | 09h30 | Edifício Transparente, Porto 

 

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A 3.ª Maratona da Maternidade volta a juntar centenas de grávidas no Porto numa caminhada que pretende festejar a vida e a natalidade. A BebéVida, laboratório de tecidos e células sediado no Porto, promove esta iniciativa pelo terceiro ano consecutivo, numa altura em que Portugal ocupa quarto lugar entre os países da União Europeia com mais baixas taxas de natalidade. 

 

"A Maratona da Maternidade é um momento de união e partilha entre os participantes. Temos uma manhã de atividades e convidamos todos a celebrar a vida, a maternidade e a natalidade connosco", afirma Luís Melo, administrador da Bebé Vida.  

 

“A maior maratona das nossas vidas” é o mote desta caminhada de três quilómetros que se realiza na marginal marítima do Porto e onde se esperam grávidas, pais, futuros pais e famílias. O evento realiza-se a 21 de setembro e tem ponto de encontro marcado no Edifício Transparente. As inscrições devem ser feitas através do site da BebéVida e têm o custo simbólico de €2, a entregar no momento do levantamento do Kit de participação.  

 

"A BebéVida vai, uma vez mais, duplicar o valor das inscrições e doá-lo à Associação Vida Norte, entidade que acompanha grávidas em situação de dificuldade, promovendo a vida e a família, tal como nós pretendemos fazer com esta caminhada", acrescenta Luís Melo. Esta iniciativa insere-se na política de responsabilidade social da BebéVida 

 

Os participantes receberão ofertas dos parceiros da Bebé Vida e também será oferecida às grávidas com mais de 17 semanas de gestação uma sessão de captação de imagem 4D por 5 minutos, para que os futuros pais conheçam os seus bebés mesmo antes do nascimento. 

 

 

 

 

 

 

 

Mais sobre a Bebé Vida: 

O laboratório Bebé Vida é um banco de tecidos e células 100% português licenciado pelo Ministério da Saúde. Eleito PME Líder há oito anos consecutivos, foi distinguido com o estatuto PME excelência em 2017 pela segunda vez. 

A Bebé Vida disponibiliza o serviço de criopreservação de células estaminais do sangue e do tecido do cordão umbilical de recém-nascidos e é o único laboratório de criopreservação português reconhecido pela acreditação FACT Netcord, a mais completa distinção que um laboratório de criopreservação de células estaminais pode obter a nível mundial. 

 

Mais sobre a Associação Vida Norte: 

A Vida Norte é uma IPSS que atua nos concelhos do Porto e Braga que tem como principal missão apoiar grávidas e bebés em situação de vulnerabilidade, através de um acompanhamento de proximidade. A associação acompanha uma média de 100 grávidas e famílias por mês, desde a gravidez até ao bebé completar 18 meses, trabalhando ao nível da capacitação para que a mãe possa, de forma autónoma, dar seguimento a um projeto familiar estruturado e feliz.  

A Vida Norte trabalha diariamente para que todos os bebés tenham oportunidade de nascer e crescer num ambiente protegido, com afeto e dignidade.