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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Qui a tué mon père: obra de Édouard Louis chega ao palco do São João

Qui a Tué Mon Père 2 © Jean Louis Fernandez.jpg

 

Evento: Qui a tué mon père

Local: Teatro Nacional São João, Porto

Data: 7 e 8 de janeiro

Preço: 7,50 a 16 euros

Horário:

Quinta e sexta-feira, às 19h00

 

A partir de uma obra do escritor Édouard Louis, criada a pensar nos palcos de teatro e inspirada na vida do autor, Qui a tué mon père (Quem Matou o Meu Pai) apresenta-se hoje e amanhã no Teatro Nacional São João (TNSJ). A estreia nacional do espetáculo surge no âmbito do programa O Olhar de Ulisses e conta encenação e interpretação do veterano ator francês Stanislas Nordey. Estreado no Teatro Nacional de Estrasburgo, em 2019, o espetáculo Qui a tué mon père aborda a relação entre um pai e um filho, através de um monólogo em que o descendente narra a história de vida do seu progenitor, passando em revista os encontros e desencontros deste vínculo familiar e as duras memórias de infância até à “morte social” (e real) do pai.

À medida que a história é narrada, com diversos saltos temporais pelo meio, a dupla Édouard Louis/Stanislas Nordey evoca uma “literatura de confrontação” para apontar o dedo aos protagonistas políticos franceses da época e responsabiliza-os pela morte deste e de muitos outros pais, nos idos da mais recente crise financeira internacional. Qui a tué mon pére está em cena hoje e amanhã, às 19h00, no São João, sendo apresentado em francês, com legendas em português da autoria de Luísa Benvinda Álvares. Para a récita de hoje está programada uma conversa no final do espetáculo, conduzida pelo crítico e encenador Jorge Louraço. O preço dos bilhetes varia entre os 7,50 e os 16 euros.

O Teatro Nacional São João (TNSJ) é, desde 2007, uma Entidade Pública Empresarial, assumindo ainda a responsabilidade da gestão de mais dois espaços culturais da cidade do Porto: Teatro Carlos Alberto e Mosteiro São Bento da Vitória. O TNSJ é o único membro português na União dos Teatros da Europa (UTE), organização que congrega alguns dos mais importantes teatros públicos do espaço europeu, integrando o Conselho de Administração da entidade.

Qui a tué mon père tem estreia nacional no palco do São João

Stanislas Nordey interpreta e encena a peça

Qui a Tué Mon Père 1 © Jean Louis Fernandez.jpg

 

Espetáculo parte do texto escrito pelo jovem romancista Édouard Louis, estando em cena nos dias 7 e 8 de janeiro

 

Lançado em França, em 2018, Qui a Tué Mon Père (Quem Matou o Meu Pai), uma obra criada propositadamente para teatro pelo romancista Édouard Louis – desafiado pelo ator Stanislas Nordey – chega ao Teatro Nacional São João (TNSJ). Depois de se ter estreado no Théâtre National de Strasbourg, em 2019, o espetáculo vai ser apresentado pela primeira vez em Portugal, no âmbito do programa O Olhar de Ulisses do São João, na quinta e sexta-feira.

 

A premissa criada por Édouard Louis traduz-se numa história de masculinidade, em que um filho narra a biografia do pai, sem esquecer as suas traumatizantes memórias de infância e a “morte social” do seu progenitor. Este relato não linear faz-se através de diversas anedotas sobre a relação pai/filho, desde episódios mais conturbados, alguns deles marcados pela violência, até momentos mais felizes, simbolizados pelo amor entre pai e filho.

 

Em palco, o veterano ator, encenador e diretor do Teatro Nacional de Estrasburgo, Stanislas Nordey, surge a solo e aponta o dedo aos protagonistas do panorama político francês, à época do lançamento do livro, entre eles Jacques Chirac, Nicolas Sarkozy, François Hollande e Emmanuel Macron, atual Presidente de França. Qui a Tué Mon Père poderá parecer uma pergunta, mas não o chega a ser. É antes uma acusação direta do jovem escritor Édouard Louis aos responsáveis pela morte do seu pai, expressa através da uma “literatura de confrontação”.

 

Em pano de fundo deste acutilante olhar político adaptado ao teatro em 2019 está também a difícil afirmação de identidade no seio da família tradicional, conjugado com o momento em que o protagonista toma consciência da violência e opressão que a sociedade exerce sobre ele, usurpando corpos e vidas em seu benefício, por via de várias formas de domínio social e cultural.

 

O espetáculo sobe ao palco do São João, num solo de um dos criadores contemporâneos mais importantes da cena francesa, Stanislas Nordey. Qui a Tué Mon Père é para maiores de 16 anos e vai ser apresentado em francês, com legendas em português, numa tradução da autoria de Luísa Benvinda Álvares. A peça sobe ao palco do TNSJ na quinta e na sexta-feira, às 19h00. A segunda récita será precedida por mais uma Conversa com o Jorge, orientada pelo dramaturgo Jorge Louraço Figueira. O preço dos bilhetes varia entre os 7,50 e os 16 euros.

O Teatro Nacional São João (TNSJ) é, desde 2007, uma Entidade Pública Empresarial, assumindo ainda a responsabilidade da gestão de mais dois espaços culturais da cidade do Porto: Teatro Carlos Alberto e Mosteiro São Bento da Vitória. O TNSJ é o único membro português na União dos Teatros da Europa (UTE), organização que congrega alguns dos mais importantes teatros públicos do espaço europeu, integrando o Conselho de Administração da entidade.

A Casa das Artes - Porto recebe 2021 com "Give me truth! Cumplicities"

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Inaugura a 9 de janeiro, a exposição que abre a programação de 2021 na Casa das Artes - Porto: "Give me truth! Cumplicities".

"Give me truth! Cumplicities" é uma exposição de "verdade", sem o artigo definido a antecedê-la; apresenta, somente, acordo entre objeto pensado e pensamento. A exposição toma como matéria concreta os cruzamentos disciplinares entre as artes visuais e as artes performativas, na arte contemporânea. Apresenta pesquisas individuais de três artistas-investigadores de gerações sequenciais - Hugo Ferreira e Nuno M. Sousa; Marta Ramos; Sebastião Paz Costa - que, ao perseguirem uma proposta credível no campo da arte contemporânea, se aventuram em processos de criação abertos e híbridos, a que é inerente uma transferência de códigos, procedimentos e modos de registo entre disciplinas artísticas. A "verdade" das várias pesquisas individuais em exposição revela-se depositada sobre um longo dispositivo horizontal, que se instala a libertar a galeria da Casal das Artes.

A exposição irá sendo progressivamente atualizada pela estreia de uma peça inédita de cada um dos três artistas-autores em exposição. As estreias acontecem a 23 e 30 de janeiro e a 14 de fevereiro, sempre aos domingos, às 10h30, seguidas de conversa sobre o tema que dá mote à peça.
"Give me truth! Cumplicities" encerra a 21 de fevereiro.

A exposição tem curadoria Fpoetics®.

TeCA entra no novo ano com a estreia de As Três Irmãs

A partir da obra de Anton Tchékhov

TeCA entra no novo ano com

a estreia de As Três Irmãs

 

As Três Irmãs 2 © João Tuna.jpg

 

Com direção e conceção de Carlos Pimenta, espetáculo explora a dramaturgia sonora da obra centenária. Em cena entre 7 e 16 de janeiro

 

Corria o ano de 1900, quando o dramaturgo russo Anton Tchékhov apresentou a obra As Três Irmãs. Mais de cem anos depois, a peça que continua a desafiar encenadores e atores apresenta-se agora pelas mãos de Carlos Pimenta, responsável pela direção e conceção do espetáculo. Desta feita, a proposta passa pela exploração singular dos sons recorrentes de Tchékhov, através dos quais é possível descrever uma dramaturgia sonora que convoca o imaginário do público. As Três Irmãs estreia-se no palco do Teatro Carlos Alberto (TeCA) já no próximo dia 7 de janeiro, assinalando o arranque de 2021. O espetáculo pode ser visto até 16 de janeiro.

 

A obra de Tchékhov propõe uma viagem a uma pequena cidade russa onde três irmãs – Olga, Macha e Irina – sonham em regressar aos seus tempos de juventude (agora perdida), com uma viagem a Moscovo. Partindo dos sons de festa, de tiros, do bosque ou das carruagens que chegam ou partem, a abordagem de Carlos Pimenta acolhe em palco um estúdio de gravações onde um conjunto de atores gravam As Três Irmãs. Este “teatro radiofónico”, que propõe um confronto entre a sonoplastia e as palavras de Tchékhov, convoca a participação do espetador para o desenho das situações e ambientes num universo imaginário.

 

A peça, que se faz dos laços entre o teatro, o tempo e o acontecimento, resulta de uma coprodução Ensemble – Sociedade de Atores e Teatro Nacional São João (TNSJ). Partindo da tradução de António Pescada, o espetáculo conta com sonoplastia e desenho de som de Francisco Leal e música de Ricardo Pinto. As Três Irmãs “sobem” ao palco de quarta a sexta-feira, às 19h00; e ao sábado e domingo, às 10h30. A peça é para maiores de 12 anos e os bilhetes têm um custo de 10 euros.


O Teatro Nacional São João (TNSJ) é, desde 2007, uma Entidade Pública Empresarial, assumindo ainda a responsabilidade da gestão de mais dois espaços culturais da cidade do Porto: Teatro Carlos Alberto e Mosteiro São Bento da Vitória. O TNSJ é o único membro português na União dos Teatros da Europa (UTE), organização que congrega alguns dos mais importantes teatros públicos do espaço europeu, integrando o Conselho de Administração da entidade.

TREETOP WALK: UM DOS PROJECTOS PAISAGISTICOS MAIS RELEVANTES DO MUNDO, SEGUNDO A ARCHITECTURAL RECORD

Fundada em 1891, a Architectural Record, a mais antiga revista de arquitetura e design dos Estados Unidos, apresenta mensalmente artigos sobre obras e intervenções arquitetónicas que marcam a arquitetura e a paisagem global. Esta revista centenária é hoje considerada a maior referência no registo da história e memória da arquitetura nos últimos 125 anos. Anualmente, os seus editores selecionam projetos dos cinco continentes que se destacam nas suas áreas. Em 2020, o Treetop Walk, no Parque de Serralves, a par de outros sete projetos, é um dos destaques da Architectural Record.

 

Após terem publicado um vasto artigo sobre o Treetop Walk do Parque de Serralves em outubro passado, os editores da Architectural Record selecionam agora este projecto assinado pelo arquiteto Carlos Castanheira, como um dos mais relevantes projetos paisagísticos do mundo, em 2020.

 

Num texto pontuado por imagens do fotógrafo Fernando Guerra que destacam o diálogo impressionante entre o Treetop Walk e a paisagem densamente arborizada do Parque de Serralves, Carlos Castanheira explica que foi buscar a sua inspiração a essa mesma densidade arbórea. "A ideia já estava no local. Só precisava de a encontrar". Da mesma forma, o arquiteto descreve a sua satisfação por esta estrutura elevada, tirando partido da topografia irregular, permitir a experiência de ver o chão do alto como que transmitindo uma sensação de profundidade em vez de altura. "É quase como se fosse a terra que escapa aos nossos pés”, descreve Carlos Castanheira.

 

Questionado sobre o desafio de construir uma estrutura destas dimensões e complexidade numa zona verde tão densa, Castanheira realça ter sido "uma operação cirúrgica", não tendo sido derrubadas árvores no local. "Para mim, parece que (…) sempre esteve ali presente", referiu o arquiteto. "E era essa a intenção".

 

A Architectural Record destacou ainda a intenção de Serralves em explorar o Treetop Walk fundamentalmente como uma  ferramenta didática, na esperança de que os visitantes apreendam mais sobre a biodiversidade do parque,  a partir de uma perspetiva única.

 

 

TeCA: Ensemble apresenta As Três Irmãs de Anton Tchékhov

 

 

As Três Irmãs 1 © João Tuna.jpg

 

Evento: As Três Irmãs

Local: Teatro Carlos Alberto, Porto

Data: de 7 a 16 de janeiro

Preço: 10 euros

Horário:

Quarta a sexta-feira, às 19h00

Sábado e domingo, às 10h30

 

No Teatro Carlos Alberto (TeCA), o novo ano arranca com a estreia de As Três Irmãs, no dia 7 de janeiro. Nesta nova versão da peça centenária do dramaturgo russo Anton Tchékhov, dirigida por Carlos Pimenta e traduzida por António Pescada, é recontada a história da família Prozorov, nomeadamente das três irmãs Olga, Irina e Macha, que projetam uma viagem a Moscovo, em busca da salvação para as suas vidas perdidas. O espetáculo, que fica em cena até dia 16 de janeiro, resulta de uma coprodução Ensemble – Sociedade de Actores e do Teatro Nacional São João (TNSJ).

Escrita em 1900 e apresentada pela primeira vez um ano depois na capital russa, a peça As Três Irmãs apresenta-se no TeCA com uma dinâmica sonoplasta que recupera o teatro radiofónico, privilegiando os sons enquanto elementos essenciais da projeção de uma dramaturgia sonora. Transformando o palco num grande estúdio de gravação, a peça conta com nomes como Emília Silvestre, Jorge Mota ou Margarida Carvalho, entre outros. O espetáculo está em cena de quarta a sexta-feira, às 19h00, e aos sábados e domingo as récitas têm início às 10h30. Os bilhetes têm um custo de 10 euros.

 

Neste sentido, reiteramos o convite ao vosso órgão de comunicação social para o ensaio de imprensa de As Três Irmãs que decorre no dia 4 de janeiro, às 15h00, no Teatro Carlos Alberto, no Porto.

O Teatro Nacional São João (TNSJ) é, desde 2007, uma Entidade Pública Empresarial, assumindo ainda a responsabilidade da gestão de mais dois espaços culturais da cidade do Porto: Teatro Carlos Alberto e Mosteiro São Bento da Vitória. O TNSJ é o único membro português na União dos Teatros da Europa (UTE), organização que congrega alguns dos mais importantes teatros públicos do espaço europeu, integrando o Conselho de Administração da entidade.

SERRALVES // 21 DEZ 16H00 // SERRALVES EXPÕE OBRA DE ANGELA BULLOCH NO AEROPORTO DO PORTO

As microcâmaras dos polícias que captam tudo e narram uma história real de violência e crime nos EUA

SERRALVES EXPÕE OBRA DE ANGELA BULLOCH NO AEROPORTO DO PORTO

 

ANGELA BULLOCH

HEAVY METAL STACK OF SIX | AEROPORTO DO PORTO

Aeroporto do Porto

10 DEZ 2020 - 30 JUL 2021

INAUGURAÇÃO: 21 DEZ, SEG, 16H00

 

ANGELA BULLOCH| HEAVY METAL STACK OF SIX é uma exposição realizada a partir de obras da Coleção de Serralves, a ser apresentada no Aeroporto do Porto, no âmbito de mais uma iniciativa da parceria entre a Fundação de Serralves e a ANA Aeroportos, sua fundadora. Esta iniciativa tem permitido a experiência de exibir obras da Coleção de Serralves no interior do aeroporto. Depois de nos anos anteriores ter recebido obras da Coleção de Serralves de artistas como do vietnamita Dannh Vö e do espanhol Juan Muñoz ou dos portugueses Pedro Cabrita Reis e Joana Vasconcelos, o Aeroporto do Porto recebe agora uma obra da britânica Angela Bulloch.

 

Esta iniciativa integra-se num programa de itinerâncias de exposições e apresentação de obras da Coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição com o objetivo de tornar este acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país. Este programa percorre o país, apresentando diferentes exposições e obras em mais de 30 locais e municípios, cumprindo assim a Fundação de Serralves a sua missão de apoio efetivo à descentralização da oferta cultural.

 

ANGELA BULLOCH

HEAVY METAL STACK OF SIX | AEROPORTO DO PORTO

 

FOTOS: https://we.tl/t-3deHkSqGe8  © Fundação de Serralves

 

Angela Bulloch pertence a uma geração de artistas britânicos que emergiu no final da década de 1980. O trabalho de Bulloch examina os sistemas que estruturam o comportamento social, jogando com as nossas formas de construir e integrar informação. As suas instalações multidisciplinares fundem o rigor conceptual com a sensualidade e o humor. Heavy Metal Stack of Six [Pilha de seis metais pesados] faz parte de um grupo de esculturas recentes nas quais a artista usa formas digitalmente modeladas para criar colunas-totem que, emanando embora uma aura de perfeição na fusão rigorosa dos seus losangos empilhados revestidos a pó, geram um conjunto de variações percetuais que dependem da perspetiva física do observador.

 

Produção: Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto

 

Bandas sonoras do cinema com piano e trompete à luz das velas em Lisboa e Porto

 

Bandas sonoras de Morricone, Zimmer, mas também outros êxitos como Star WarsBella Ciao ou Game of Thrones à luz das velas são tocados no dia 30 de dezembro no Palácio de Xabregas, em Lisboa, e a 29 de janeiro, no Ateneu Comercial do Porto.

 

Depois do enorme êxito dos concertos Candlelight, a Fever anuncia o novo Candlelight: Bandas sonoras, com piano e trompete à luz das velas, em Lisboa e no Porto.

 

Desta vez, o formato de concerto intimista à luz das velas, que decorre em espaços idílicos, traz ao Palácio de Xabregas, em Lisboa, e ao Ateneu Comercial do Porto algumas das bandas sonoras dos filmes mais famosos do mundo, nos dias 30 de dezembro, em Lisboa, e 29 de janeiro no Porto, ambos em sessão dupla (às 19h30 e 21h15).

 

Num ambiente intimista e mágico, este espetáculo único alia a delicadeza da música clássica ao romance e mistério, a cargo de um duo de piano e trompete, os Simant Duo - a dupla de jovens músicos que eleva o duo trompete-piano a limites inimagináveis com o seu incrível talento e inegável paixão. Ao longo do concerto poderão ser ouvidas algumas das obras mais famosas de sempre da autoria de Ennio Morricone, Hans Zimmer, John Williams, entre outros, onde não vão faltar as músicas de Aconteceu no Oeste, Pearl Harbor, Star Wars, Era Uma Vez no México, La Casa de Papel, Game of Thrones, Shrek , Concierto Para Una Sola Voz, O Último dos Moicanos, Tico-Tico no Fubá , Cinema Paradiso, ou Twilight.

 

Os famosos concertos totalmente dedicados à música clássica, à luz das velas, trazem agora uma nova proposta cultural e uma experiência totalmente segura para os portugueses, inteiramente dedicada ao cinema. 

 

Os Candlelight são concertos instrumentais de música clássica desenhados pela Fever - uma das maiores aplicações globais de entretenimento, presente em Portugal desde há dois anos. 

 

Candlelight: Bandas sonoras, com piano e trompete à luz das velas em Lisboa: 30 de dezembro - às 19h30 e 21h15

Candlelight: Bandas sonoras, com piano e trompete à luz das velas no Porto: 29 de janeiro - às 19h30 e 21h15

 

Duração: 60 minutos

Preço do bilhete: 15-35eur

 

 

Sobre a Fever: 

A Fever, líder global na digitalização da economia das experiências, revolucionou o mundo do entretenimento em apenas 5 anos. Graças ao seu ecossistema - Secret Media Network, Marketplace e Fever Originals - a Fever ajuda mais de 40 milhões de pessoas a descobrir e desfrutar das melhores experiências das suas cidades, mensalmente.

Através da utilização da sua tecnologia, a Fever trabalha também ao lado de organizadores, promotores e marcas para criar experiências únicas e originais. A Fever está atualmente presente em mais de 30 cidades e tem escritórios em Madrid, Londres, Paris, Broadway e Hollywood. Presente em Portugal há dois anos, a Fever disponibiliza ofertas nas cidades de Lisboa e do Porto.

 

Mais informações em https://feverup.com

Católica no Porto: Escola das Artes lança formações em efeitos especiais para Cinema

Cursos integram a oferta formativa dos Cursos Livres

Escola das Artes lança formações

em efeitos especiais para Cinema

 

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Cursos são lecionados por Ricardo Ferreira, compositor digital que trabalhou em “Ex machina” e “Interstellar”, filmes vencedores de Óscar

 

A Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, no Porto, acaba de lançar duas formações em efeitos especiais para Cinema. Os cursos de Composição Digital para Cinema e Efeitos Visuais em Nuke – o programa de composição mais utilizado a nível mundial – complementam-se, fornecendo ferramentas de última geração projetadas para alcançar trabalhos de alta qualidade. Destaque-se que as aulas, que terão início em janeiro, serão lecionadas por Ricardo Ferreira, compositor digital português de renome na indústria cinematográfica e que trabalhou em “Ex machina” e “Interstellar”, filmes vencedores de Óscar na categoria de efeitos visuais.

 

Ambas as formações têm uma metodologia teórico-prática, combinando exposições de conteúdos, análise de exemplos e exercícios práticos, e culminarão com a criação de um vídeo, projeto que permitirá aos alunos expressar a sua capacidade criativa. Cada vez mais avançada, a indústria cinematográfica faz uso da componente digital e dos efeitos visuais gerados por computador. Muitas vezes invisíveis ao olho do espectador, estes efeitos são usados, por exemplo, para criar cenários virtuais, multidões, figuras digitais e integração de objetos 3D, que envolvem produções bastante complexas, seja no cinema, em publicidade, na televisão ou na Internet. Todas as informações sobre os cursos de Composição Digital para Cinema e Efeitos Visuais em Nuke podem ser encontradas aqui e aqui, respetivamente.

 

Cursos integram nova edição dos Cursos Livres da Escola das Artes

Os cursos integram a oferta formativa da nova edição dos Cursos Livres da Escola das Artes da Católica no Porto, um programa de atividades aberto ao público em geral que promove a formação nas áreas do Cinema, Conservação e Restauro, Escrita e Cultura e Som e Música. Desta forma, a Escola aposta, além da vertente académica e de investigação, na criação e divulgação de diferentes linguagens e realidades artísticas.

A Universidade Católica Portuguesa é constituída por quatro centros regionais: Braga, Lisboa, Porto e Viseu. No Porto, a Universidade tem um campus que integra oito unidades académicas e sete unidades de investigação onde uma comunidade vibrante de mais de 8.000 mil professores, alunos e colaboradores partilham conhecimento nas áreas das Artes, Bioética, Biotecnologia, Direito, Economia, Educação, Enfermagem, Gestão, Psicologia, Teologia entre outras. Neste momento, a Católica no Porto oferece 13 licenciaturas, 29 mestrados, 11 doutoramentos, 40 pós-graduações, formação avançada e executiva, Teen Academy e programa Universitário Mais Saber. www.porto.ucp.pt

TeCA: Festa de 15 Anos questiona as heranças da colonização

Espetáculo estreia-se no Porto, esta quinta-feira

TeCA: Festa de 15 Anos questiona

as heranças da colonização

 

Festa de 15 Anos 2 © João Tuna.jpg

 

Criação de Mickaël de Oliveira e Diego Bagagal leva a palco um “baile de debutantes” tingido pela tragédia e pelo horror

 

O espetáculo Festa de 15 Anos, mais recente criação do encenador e dramaturgo Mickaël de Oliveira, estreia-se amanhã no Teatro Carlos Alberto (TeCA), no Porto. A peça, desenvolvida em parceria com Diego Bagagal, nasceu em meados de 2015, em Belo Horizonte, no Brasil, como resultado de uma conversa entre os dois dramaturgos. Daí até à versão final do texto foi um verdadeiro salto temporal que culmina agora, após um primeiro adiamento motivado pela pandemia, na derradeira estreia na cidade Invicta. O espetáculo fica em cena até domingo.

 

Imaginando o “sofrimento de uma família rica e filantropa”, Mickaël de Oliveira e Diego Bagagal apresentam em Festa de 15 anos a história de uma família portuguesa endinheirada que adota um jovem brasileiro de ascendência indígena, com o intuito de nele encontrar um dador compatível para a filha mais nova, herdeira do vasto património familiar, que se encontra em risco de vida. Para receber o jovem, com aspetos identitários desconhecidos, a família decide organizar uma festa para celebrar os seus supostos 15 anos.

 

Para esta alegoria, Mickaël de Oliveira inspirou-se no cinema de terror. A sombra da sétima arte em palco foi de resto materializada com um convite ao realizador Simão Cayatte para colaborar na criação de um teatro cinematográfico. Questionando as heranças da colonização, num encontro entre o privado e o político, o espetáculo procura, de acordo com o encenador, “não pensar as questões de género e pós-coloniais em si, mas sim a forma como pensamos e vivemos essas questões em comunidade”.

 

Festa de 15 anos está longe de ser um pedido de desculpas aos povos ancestrais do Brasil, como tinha sido inicialmente a ideia de Diego Bagagal. Assume-se como um gesto de diálogo, através de um processo de cocriação entre duas consciências distintas – a da América Latina e a da Europa –, o espetáculo representa ainda uma homenagem aos Maxakali, um grupo indígena que habita no nordeste do estado de Minas Gerais, no Brasil.

 

No elenco que dá vida a esta festa que acabará tingida pela tragédia e pelo horror, somam-se talentos da representação nacional, como Albano Jerónimo, Jani Zhao, Diana Sá, ou Mafalda Lencastre. Festa de 15 Anos sobe ao palco do TeCA amanhã e sexta-feira, às 19h00; e no sábado e no domingo, as récitas têm início às 10h30. O espetáculo é para maiores de 14 anos. O preço dos bilhetes é de 10 euros.

O Teatro Nacional São João (TNSJ) é, desde 2007, uma Entidade Pública Empresarial, assumindo ainda a responsabilidade da gestão de mais dois espaços culturais da cidade do Porto: Teatro Carlos Alberto e Mosteiro São Bento da Vitória. O TNSJ é o único membro português na União dos Teatros da Europa (UTE), organização que congrega alguns dos mais importantes teatros públicos do espaço europeu, integrando o Conselho de Administração da entidade.