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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Hoje, João Barrento recebe o PRÉMIO VIDA LITERÁRIA VÍTOR AGUIAR E SILVA

 

Hoje, pelas 17h30, no salão Nobre dos Paços do Concelho, em Braga, terá lugar a cerimónia oficial de entrega do Prémio Vida Literária Vítor Aguiar e Silva, a João Barrento.

O Prémio Vida Literária Vítor Aguiar e Silva, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Braga, dotado de  € 20.000,00 foi atribuído, na primeira edição, relativa ao biénio 2020/2021, a JOÃO BARRENTO, docente universitário, ensaísta, tradutor e promotor de singular iniciativa cultural. Considerando o percurso notável do Autor, seja nomeadamente enquanto académico e cronista no espaço mediático ao longo de muitos anos, seja pelo brilho incomum das suas traduções de grandes poetas (Hölderlin, Goethe, Walter Benjamin entre outros) e da acção no Espaço Llansol, a todos os títulos modelar. João Barrento é uma personalidade maior da cultura portuguesa contemporânea.

Este prémio, já distinguiu no passado, Miguel Torga, José Saramago, Sophia de Mello Breyner Andresen, Óscar Lopes, José Cardoso Pires, Eugénio de Andrade, Urbano Tavares Rodrigues, Mário Cesariny, Vitor Aguiar e Silva, Maria Helena da Rocha Pereira, João Rui de Sousa, Maria Velho da Costa e Manuel Alegre.

 

Atribuição do PRÉMIO VIDA LITERÁRIA VÍTOR AGUIAR E SILVA

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O Prémio Vida Literária Vítor Aguiar e Silva, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores com o patrocínio da Câmara Municipal de Braga, dotado de  € 20.000,00 foi atribuído, na primeira edição, relativa ao biénio 2020/2021, a JOÃO BARRENTO, docente universitário, ensaísta, tradutor e promotor de singular iniciativa cultural.

A Direcção, constituída em júri como desde sempre nesta iniciativa, deliberou por unanimidade, considerando o percurso notável do Autor, seja nomeadamente enquanto académico e cronista no espaço mediático ao longo de muitos anos, seja pelo brilho incomum das suas traduções de grandes poetas (Hölderlin, Goethe, Walter Benjamin entre outros) e da acção no Espaço Llansol, a todos os títulos modelar. João Barrento é uma personalidade maior da cultura portuguesa contemporânea.

Recorde-se que, no passado, foram distinguidos Miguel Torga, Sophia de Mello Breyner Andresen, José Saramago, Óscar Lopes, José Cardoso Pires, Eugénio de Andrade, Urbano Tavares Rodrigues, Mário Cesariny de Vasconcelos, Vítor Aguiar e Silva, Maria Helena da Rocha Pereira, João Rui de Sousa, Maria Velho da Costa e Manuel Alegre.

A sessão oficial de entrega do Prémio será oportunamente anunciada.

 

Prémio Estudar a Dança, em 1ª edição, atribuido a investigadora Raquel Madeira por estudo sobre impacto da internet na dança contemporânea

Raquel Madeira é a investigadora distinguida na 1ª edição do Prémio Estudar a Dança, com uma dissertação de mestrado sobre o impacto da Internet na Dança teatral contemporânea, intitulada “Dança e Internet – Conectividade e Participação na Criação Coreográfica”.

O galardão, no valor pecuniário de três mil euros, é uma iniciativa da Direção Geral do Património Cultural (DGPC), através do Museu Nacional do Teatro e da Dança (MNTD) e com o patrocínio da Fundação Millennium bcp. O júri, que reuniu a 28 de novembro de 2021, foi constituído por José Sasportes,  Rui Vieira Nery, José Carlos Alvarez e pelo diretor do MNTD, Nuno Costa Moura.

A dissertação premiada foi defendida em 2019 na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, no âmbito do Mestrado em Artes Cénicas, tendo obtido a qualificação de Excelente.

“Partindo do pressuposto da ubiquidade da rede no quotidiano das sociedades da comunicação e informação”, este estudo, nas palavras da autora, reflete sobre “como e de que forma a Internet tem impacto na Dança teatral contemporânea e pode influenciar a criação coreográfica, a partir da discussão de aspetos relacionados com a conectividade da rede e a participação na arte.”

Já o júri, no seu Parecer, considera que o trabalho premiado apresenta “uma discussão consistente, inovadora e aprofundada do tema proposto, pertinente para a compreensão do momento atual da criação coreográfica, abrindo perspetivas de relação e apropriação pública do ato artístico, incidindo sobre o estudo de casos de alguns espetáculos e manifestações apresentados em Portugal”.

Licenciada em Dança pela Escola Superior de Dança, Raquel Raso Rodrigues Pinto Madeira é atualmente bolseira de doutoramento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e Investigadora no Grupo Performance e Cognição do ICNOVA - Instituto de Comunicação da NOVA.

 

 

 

 

 

O Prémio Estudar a Dança, que celebra o valioso espólio do MNTD, destina-se a galardoar trabalhos académicos de excecional qualidade que contribuam para o conhecimento desta

Arte, estimulando o desenvolvimento de uma área disciplinar que tem sido pouco cultivada no nosso país.

 

Nos termos do Regulamento, este é um galardão anual que se dirige alternadamente a dissertações de mestrado e a teses de doutoramento. Assim, na 2ª edição, a lançar em 2022, será a vez de o Prémio contemplar teses de doutoramento sobre a história e/ou a estética da dança teatral, defendidas nos últimos cinco anos num estabelecimento de ensino nacional ou estrangeiro.

 

Sublinha-se que o Prémio Estudar a Dança surge na sequência de uma significativa doação feita por José Sasportes em 2015, que tornou a biblioteca e o arquivo do MNTD no mais amplo acervo bibliográfico e documental no campo da dança teatral em Portugal, a par do notável património deste Museu relativo à evolução da dança. Por esta razão o então Museu Nacional do Teatro passou a ter a designação oficial de Museu Nacional do Teatro e da Dança.

A cerimónia formal de entrega do Prémio Estudar a Dança à investigadora Raquel Madeira decorrerá este ano, em data a anunciar oportunamente.

Catarina Gomes vence o Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís

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Com o romance original “Terrinhas”, Catarina Gomes, sagrou-se vencedora da 14ª edição do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís, por unanimidade do Júri, presidido por Guilherme d’Oliveira Martins. Em homenagem à grande escritora, o Prémio, no valor de 10 mil euros, foi instituído, pela primeira vez, em 2008, pela Estoril Sol, no quadro das comemorações do cinquentenário da Empresa.

 

Ao eleger “Terrinhas”, o júri considerou tratar-se de “um romance que, a partir do ponto de vista de uma mulher tipicamente citadina, coloca em confronto o mundo rural e o mundo urbano. A memória dos pais, que quase religiosamente vão à terra para trazer batatas, as quais invadem a cozinha e o imaginário da narradora, fornece a visão irónica e, por vezes, mesmo hilariante, com que esta avalia a infância e enfrenta dores e dramas da idade adulta. A alegria e a comovente ternura na avaliação da vida e da morte, associadas a uma escrita fluida e elegante, dão a este romance, um indiscutível alcance literário, que importa valorizar e divulgar.

 

Pode ler-se na sinopse do romance “Terrinhas”: “O que raio é uma bouça? Um lameiro? Um corgo? Quantos nomes pode ter uma terra, além de terreno ou lote de terreno?”. É com perplexidade que Cláudia M. Mendes, designer de interiores, se vê, de um dia para o outro, herdeira de umas nesgas de terra na aldeia da avó, de onde todos os verões a família voltava com o tejadilho do carro cheio de batatas. Forçada a voltar ao sítio onde era obrigada a passar férias, Cláudia vê-se no meio do campo a tentar chegar a terras que não vêm nem em mapas nem em GPS. Seguindo uma estranha trama de linhas desenhadas a calhaus e cruzes, abre-se entre Cláudia e a aldeia de Arrô uma nova e forçada ligação.

 

Segundo Catarina Gomes: “A ideia para o romance “Terrinhas” nasce de uma herança verdadeira. Há uns anos, vieram parar-me às mãos um conjunto de terras numa aldeia do Norte de Portugal que, para mim, eram apenas nomes estranhos. Nunca as tinha pisado e nem sabia o que fazer para lá ir dar. Eram terras que me chegavam de um tempo em que a terra era tudo, mas que agora pouco valiam, eram terras como as que aparecem nos noticiários de Verão sobre incêndios, de quem já ninguém cuida e que acabam por arder sozinhas. Há uma geração de portugueses com origens rurais que já herdou ou vai herdar terras como as de Cláudia e para quem elas já não representam quase nada. Das histórias das terras que herdei não descobri grande coisa, o que aconteceu foi pôr-me a imaginar o que lá se podia ter passado na altura em que terra era sinónimo de vida. Imaginava como aquelas terrinhas um dia tinham sido amealhadas, disputadas, amadas. Assim nasceu Cláudia, Arrô e a sua avó Adozinda”.

 

Catarina Gomes explica ainda que “escrever um romance era um sonho tão antigo que quase não tem idade, parece que me acompanhou toda a minha vida adulta. Sou jornalista há mais de 20 anos e o que tentei fazer nos últimos anos da minha prática profissional foi aproximar-me da ficção. Nos três livros de jornalismo literário que escrevi conto histórias de vida verdadeiras como se escrevesse um romance”.

 

Numa retrospectiva sobre o seu percurso literário, Catarina Gomes revela: “Em “Pai, tiveste medo” (edições Matéria-Prima, 2014) abordo a forma como a experiência da Guerra Colonial foi contada em casa e de que maneira chegou à geração dos portugueses filhos de ex‑combatentes. Em ”Furriel não é Nome de Pai” (Tinta‑da‑china, 2018) conto, pela primeira vez, a história dos filhos que os militares tiveram com mulheres africanas e que deixaram para trás. “Coisas de Loucos-O que eles deixaram no manicómio” ( Tinta‑da‑china, 2020) teve origem na descoberta acidental de uma caixa de cartão cheia de objectos de antigos doentes no primeiro hospital psiquiátrico português, o Miguel Bombarda. Este livro, onde conto a vida de oito antigos doentes a partir dos seus pertences abandonados, resultou de uma bolsa de investigação jornalística atribuída pela Fundação Calouste Gulbenkian. As três obras foram incluídas no Plano Nacional de Leitura”.

 

A autora do romance vencedor do Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís, Catarina Gomes, nasceu em Lisboa, em 1975. Jornalista do Público durante quase 20 anos, as suas reportagens receberam alguns dos prémios mais importantes da área, como o Prémio Gazeta (multimédia). Foi duas vezes finalista do Prémio de Jornalismo Gabriel García Márquez e recebeu o Prémio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha. Os seus trabalhos de jornalismo literário mais significativos encontram‑se no site Vidas Particulares .

 

O Júri que atribuiu o Prémio, além de Guilherme D`Oliveira Martins, que presidiu, em representação do CNC – Centro Nacional de Cultura, integrou José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores; Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas; Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários; e, ainda, Maria Alzira Seixo, José Carlos de Vasconcelos e Liberto Cruz, convidados a título individual e Dinis de Abreu, em representação da Estoril Sol.

 

Recorde-se que, o Regulamento do Prémio Revelação, que deixou de fixar, em 2016, um limite de idade para os concorrentes, manteve, contudo, a exigência de serem autores portugueses,” sem qualquer obra publicada no género”. A iniciativa conta, desde o primeiro momento, com o apoio da Editorial Gradiva, que assegura a edição da obra vencedora, através de um Protocolo com a Estoril Sol.

 

Fundação Mirpuri entrega 90 mil euros às artes

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Até 31 de Janeiro: Abertas as Candidaturas aos Prémios de Dança, Música e Teatro 2022

Fundação Mirpuri entrega 90 mil euros às artes

 

Estão abertas as candidaturas para a segunda edição dos Prémios de Dança, Música e Teatro da Fundação Mirpuri, iniciativa que visa a promoção do mérito artístico nacional e internacional, através da aposta na distinção do melhor da cultura e no fomento das atividades culturais em Portugal e no mundo.

Cada categoria tem associado um prémio de 30 mil euros, perfazendo um total de 90 mil euros que será entregue aos nomes que mais se destacarem nas áreas artísticas dos Prémios, numa Gala que se realizará no Teatro Nacional de S. Carlos, em Lisboa, com data marcada para 8 de julho de 2022.

O nome dos Prémios foi inspirado em figuras nacionais incontornáveis para cada uma das suas áreas: Carlos Avillez, Anna Mascolo e Carlos de Pontes Leça. Este ano pela primeira vez, poderão concorrer artistas de todo o mundo na sua respetiva área, aumentando o alcance da cerimónia.

Recorde-se que, na primeira edição, realizada em 2018, o prémio na área da dança foi para Fernando Duarte, Mestre de Bailado, Coreógrafo e Professor Convidado do Conselho Internacional de Dança/UNESCO.

Na área da música, o galardoado foi o Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa (MPMP), prémio entregue a Edward Abreu (Presidente do MPMP) e Duarte Martins (Vice-Presidente do MPMP). O Ensemble MPMP é um grupo de instrumentação flexível que tem desenvolvido um trabalho com vista à redescoberta de património passado e à valorização de repertórios contemporâneos.

Por fim, na área de teatro, o contemplado foi Elmando Sancho, ator que frequentou as mais conceituadas escolas e universidades como a Real Escuela Superior de Arte Dramático de Madrid, a Universidade São Paulo/Escola Comunicação e Artes e o Conservatoire National Supérieir D’art Dramatique de Paris. Tanto no teatro, como em televisão e cinema, fez parte do elenco das mais variadas peças, séries e filmes.

 

A gala de entrega de prémios contou com os reconhecidos apresentadores, Catarina Furtado e Paul Rose da BBC, e com a atuação de vários bailarinos internacionalmente reconhecidos dos maiores palcos do mundo. Estiveram presentes artistas internacionais como Ekaterina Kondaurova, bailarina principal do Ballet do Teatro Mariinsky, de São Petersburgo, Maria Alexandrova, bailarina aclamada que fez carreira no Ballet Bolshoi, Andrey Ermakov, Nina Ananiashvili, atual diretora do Ballet da Geórgia, Marcelo Gomes, bailarino brasileiro e bailarino principal do American Ballet Theatre, Patrícia Henriques, distinguida pela revista Dance Europe, Miguel Ramalho, que recebeu o prémio da imprensa em 2012 como bailarino no ano.

 

Para mais informações sobre o regulamento, visite: https://mirpurifoundation.org/programs/performing-arts/applications-now-open-for-dance-music-and-theatre-awards-2022/

 

 

 

 

Prémio Internacional de Composição - Órgãos do Palácio Nacional de Mafra

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O Ministério da Cultura e o Município de Mafra promovem o “Prémio Internacional de Composição – Órgãos do Palácio Nacional de Mafra”, visando criar novo repertório para o magnífico conjunto instrumental, recentemente classificado como Património Mundial pela UNESCO. As candidaturas estão abertas até 16 de abril de 2021.

Da autoria dos dois mais importantes organeiros portugueses do seu tempo – António Xavier Machado e Cerveira e Joaquim António Peres Fontanes – os seis órgãos da Basílica do Palácio Nacional de Mafra constituem um conjunto único no mundo, não pelo seu número, já de si notável, mas pelo facto de terem sido construídos ao mesmo tempo e concebidos originalmente para tocar em conjunto.

O prémio, com periodicidade bienal, visa distinguir compositores que apresentem peças destinadas ao referido conjunto instrumental, fazendo uso das suas características próprias.

Dividido em duas categorias, desdobra-se numa componente relativa à composição de uma obra original e outra referente à transcrição para os seis órgãos. O valor dos prémios é de 10 mil e 5 mil euros, respetivamente.

O júri desta quarta edição é constituído por quatro personalidades de reconhecido mérito internacional: Yves Rechsteiner (CH) que preside, Federico Del Sordo (IT), Eugénio Amorim (PT) e João Vaz (PT).

Para mais informações, consulte o regulamento no site da Câmara Municipal de Mafra.

 

Prémios Literários da Estoril Sol recebem candidaturas até 31 de Julho

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Expira, já no próximo dia 31 de Julho, o prazo de recepção de obras originais para a 13ª edição do Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís e das obras de ficção (romance ou novela) candidatas à 23ª edição do Prémio Literário Fernando Namora. Apesar da crise pandémica de Covid-19 que continua a preocupar o país e o mundo, a Estoril Sol manteve uma das mais prestigiadas iniciativas que integram o calendário de eventos com relevância cultural. O júri comum aos dois Prémios será presidido por Guilherme D ‘Oliveira Martins.

 

Em relação ao Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís, é de sublinhar que, a Estoril Sol privilegia, sobretudo, o aparecimento de novos valores. Por isso mesmo, aboliu, desde 2016, a norma que impunha o limite dos 35 anos de idade para os concorrentes, o que permitiu agilizar o Regulamento do Prémio.

 

Com a extinção dessa norma considerada restritiva, a Estoril Sol correspondeu aos pedidos manifestados por numerosos candidatos que estavam impossibilitados de participar no concurso. Mantém-se, contudo, a obrigatoriedade do romance concorrente ser inédito, e de autor português, “sem qualquer obra publicada no género”.

 

A 13ª edição do Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís terá o valor de 10 mil euros e, nos termos do Regulamento, será publicado pela Editora Gradiva, de acordo com o protocolo existente com a Estoril Sol.

 

Juntamente com o Prémio Literário Revelação, mantém-se aberto o período de candidaturas ao Prémio Literário Fernando Namora, instituído regularmente desde 1988, e cujo Júri foi presidido, durante vários anos, por Agustina Bessa-Luís e, posteriormente, por Vasco Graça Moura.

 

Com periodicidade anual, o Prémio Literário Fernando Namora tem o valor de 15 mil euros e destina-se a galardoar uma obra de ficção (romance ou novela), de autor português, editada em 2019, desde que o escritor não tenha sido premiado nas três edições anteriores.

 

O Júri, além de Guilherme D`Oliveira Martins, que preside, em representação do CNC – Centro Nacional de Cultura, integra, ainda, José Manuel Mendes, pela Associação Portuguesa de Escritores; Maria Carlos Gil Loureiro, pela Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas; Manuel Frias Martins, pela Associação Portuguesa dos Críticos Literários; e, ainda, Maria Alzira Seixo, José Carlos de Vasconcelos e Liberto Cruz, convidados a título individual, além de Dinis de Abreu, em representação da Estoril Sol.

 

"Prémio Arte em Espaço Público & Sustentabilidade" desafia a transformar resíduos em obras de arte | Vencedor ganha 7500 euros

Artista vencedor distinguido com 7500 euros

 DSTGROUP E ZET GALLERY LANÇAM

“PRÉMIO ARTE EM ESPAÇO PÚBLICO & SUSTENTABILIDADE”

 *Iniciativa conta com o apoio do IB-S da Universidade do Minho

*Obra vencedora será cedida à cidade de Braga

Apresentação Prémio Arte em Espaço Público e

 

O dstgroup e a zet gallery apresentaram ontem, em Braga, o Prémio “ARTE EM ESPAÇO PÚBLICO & SUSTENTABILIDADE”, uma iniciativa inovadora em Portugal que se destina a afirmar um pensamento estratégico sobre a economia circular, a partir da criação artística contemporânea. O prémio, que conta com o apoio do Instituto de Ciência e Inovação para a Bio-Sustentabilidade (IB-S) da Universidade do Minho, desafia a criar uma obra de Arte para espaço público a partir de resíduos industriais ou provenientes da construção e demolição de edifícios. O vencedor do prémio será distinguido com um valor pecuniário de 7500 euros e terá a sua criação artística exposta num espaço público, já que os promotores do Prémio “ARTE EM ESPAÇO PÚBLICO & SUSTENTABILIDADE” cederão a mesma à cidade de Braga.

A open call, destinada a artistas nacionais e internacionais, está aberta até dia 3 de abril, data limite para submissão de portfólios e de propostas conceptuais que cumpram os requisitos previstos no regulamento. O prémio aposta num modelo que tem por base a apresentação livre de propostas e não a pré-seleção de autores, com o objetivo de fixar o conceito relacional ARTE EM ESPAÇO PÚBLICO & SUSTENTABILIDADE como marca do grupo e da galeria, afirmando uma possibilidade de relações que se estabelecem e se continuarão a estabelecer entre a criação artística, a natureza e a indústria.

No dia 8 de maio serão anunciadas as três propostas que passam à fase seguinte, terminando a 26 de junho  o prazo para entrega das maquetes ou projetos 3D das obras a realizar. Pelo meio, está prevista uma visita ao campus do dstgroup, proporcionando aos artistas a possibilidade de avaliarem e selecionarem os resíduos disponíveis no centro logístico do grupo liderado por José Teixeira para a execução das respetivas criações artísticas. A 21 de julho será revelado o vencedor do Prémio “ARTE EM ESPAÇO PÚBLICO & SUSTENTABILIDADE” e, no dia 3 de outubro, será inaugurada a obra de arte já no seu destino final, isto é, num espaço público da cidade, a acordar entre os promotores do prémio e a Câmara Municipal de Braga.

Um dos fatores diferenciadores deste prémio é a constituição do júri que avaliará todas as fases do concurso. Com efeito, trata-se de um júri multidisciplinar, que combina diferentes áreas do saber e sensibilidades e estabelece um cruzamento com outros projetos culturais promovidos pelo dstgroup. A vencedora do Grande Prémio de Literatura dst 2019, Lídia Jorge, é, por exemplo, um dos elementos que integra este júri, composto ainda por João Castro Silva, professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, e André Rangel, docente na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Porto, instituições com quem a zet gallery tem desenvolvido projetos comuns. O IB-S (Universidade do Minho), parceiro privilegiado do dstgroup em vários projetos inovadores, integra também o painel de jurados, através do seu diretor-executivo Tiago Miranda, a que se junta ainda Ricardo Portela, administrador da bysteel fs, empresa do dstgroup.

 

A génese do prémio “ARTE EM ESPAÇO PÚBLICO & SUSTENTABILIDADE”

A semente deste prémio foi lançado em 2008, quando o dstgroup organizou o primeiro simpósio dedicado à arte e à sustentabilidade. Desde então, o grupo empresarial tem promovido iniciativas à volta da sustentabilidade ambiental, um dos seus principais valores, mas com um plano de ações mais direcionadas para o público interno. Em 2017, o tema da sustentabilidade ganha um novo fôlego e salta para o espaço público com a produção da escultura “Artes, Humanidades e Engenharia”, da autoria de Raúl Ferreira, uma peça desenvolvida a partir de um material, visual e funcionalmente, equivalente ao cimento, mas concebido de forma sustentável pelo IB-S. A peça - que se encontra no campus da Universidade do Minho, em Braga, em homenagem ao Professor Vítor Aguiar e Silva, personalidade eminente da cultura e das universidades portuguesas e presidente do júri do Grande Prémio de Literatura dst desde a sua génese - assinala o início da  parceria entre a zetgallery e o IB-S, consequente à já estabelecida com o dstgroup.

Em 2018, é reeditado o simpósio que tinha lançado a semente da arte e da sustentabilidade dez anos antes, numa abordagem evolutiva que coloca a questão da sustentabilidade e da economia circular na agenda do evento. Nessa ocasião, quatro artistas foram desafiados a produzir obras de arte públicas que reutilizassem resíduos oriundos do campus do dstgroup. O IB-S foi parceiro da iniciativa, como o é no projeto Esposende SmartCity onde se enunciam alguns destes mesmos pressupostos.

O regulamento do prémio “ARTE EM ESPAÇO PÚBLICO & SUSTENTABILIDADE” está disponível em http://zet.gallery/storage/files/regulamento_premio.pdf

SERRALVES // CANDIDATURAS: ATÉ 30 JUNHO // PRÉMIO DE FOTOGRAFIA NOVO BANCO REVELAÇÃO

 

O NOVO BANCO e a Fundação de Serralves lançam a edição de 2019 do Prémio NOVO BANCO Revelação, uma iniciativa que distingue jovens criadores no campo da fotografia contemporânea. As candidaturas decorrem até 30 de junho e o tema é livre.

 

Um júri internacional, de composição diferente em todas as edições, selecionará até quatro projetos finalistas e elegerá de entre estes o grande vencedor. Todos os artistas selecionados recebem uma bolsa de produção no valor de 4.500 euros para a concretização dos projetos.

 

A exposição coletiva que reúne os projetos selecionados e do grande vencedor, terá lugar no Museu de Serralves e inaugurará durante o ultimo trimestre de 2019, em data a anunciar. Será também publicado um catálogo com o trabalho do artista vencedor.

 

São admitidos a concurso projetos de criadores de nacionalidade portuguesa, ou estrangeiros a residir em Portugal, com idade limite de 30 anos (à data de fecho das candidaturas, 30 de junho de 2019).

 

Ao apostar com Serralves numa iniciativa que promove o surgimento de novos criadores, o NOVO BANCO reforça a sua estratégia de mecenato e promoção da cultural na área da fotografia e, simultaneamente, intervém na comunidade, através de formas inovadoras de dinamização da arte, nomeadamente no contexto dos jovens artistas contemporâneos portugueses.

 

Todas as informações sobre o Prémio estão disponíveis nos sites do NOVO BANCO(www.novobanco.pt/novobancorevelacao) e da Fundação de Serralves (www.serralves.pt).

 

 

Inscrições para a 5ª edição do Prémio Sophia Estudante estão na reta final

 

Dia 2 de novembro será o último dia de inscrições para a 5ª edição do Prémio Sophia Estudante, cuja cerimónia de entrega de prémios vai decorrer dia 13 de dezembro, no Teatro Municipal Rivoli, no Porto.

Os estudantes podem inscrever-se através do site da Academia Portuguesa de Cinema (www.academiadecinema.pt/sophia-estudante/8252-2/), enviando duas obras, com a duração máxima de 20 minutos, para cada uma das seguintes categorias: Ficção, Documentário, Animação e Experimental. Este ano, pela primeira vez, será também entregue o Prémio Sophia Estudante para Melhor Cartaz.

No dia 13 de dezembro serão conhecidos os três primeiros classificados para cada uma das categorias identificadas, que receberão um certificado. O primeiro lugar de cada categoria também recebe um troféu Sophia Estudante.

Todos os premiados de dia 13 de dezembro, exceto na categoria Melhor Cartaz, ficam ainda apurados para a primeira triagem do Júri dos Prémios Sophia e quatro deles serão escolhidos como nomeados na Cerimónia dos Prémios Sophia, a acontecer em Março de 2019.

A curta-metragem vencedora do primeiro lugar é premiada com cinco mil euros pela NOS, com material de iluminação pela Cinemate e com material de imagem pela PLANAR, para a produção de uma nova curta-metragem. Os Prémios Sophia Estudante contam ainda apoio do Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA) que, no âmbito da promoção do cinema estudantil, distingue curtas-metragens realizadas por alunos de estabelecimentos do ensino superior e técnico em Portugal.

Para mais informações, consulte o regulamento em www.academiadecinema.pt/sophia-estudante/regulamento-sophia-estudante/