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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Hospital CUF Santarém ensina a “salvar vidas”

12 de outubro de 2019

Jardim das Portas do Sol, Santarém

 

Contribuindo ativamente para a criação de uma comunidade capaz de reconhecer e agir perante situações de emergência, o Hospital CUF Santarém junta-se à Câmara Municipal de Santarém para promover uma aula de Suporte Básico de Vida. A aula irá decorrer no jardim das Portas do Sol, em Santarém, no dia 12 de outubro, entre as 9h30 e as 13h00. 

 

A possibilidade de salvar uma vida, é tanto mais provável quanto mais precoce e correta for a intervenção.  “A maioria das pessoas sofre uma paragem cardíaca em casa, no trabalho, ou num local público, e morre porque não recebe reanimação cardio-pulmonar (RCP) imediata, por quem presencia a paragem. Cada minuto sem realizar RCP, diminui em 10% a probabilidade de sobrevivência da vítima, no entanto, se a RCP for iniciada sem perda de tempo, esta pode duplicar, ou mesmo, triplicar”, sensibiliza Celia Aires, enfermeira CUF,  Coordenadora Técnica do Centro Treino Vida da  CUF Academic and Research Medical Center. 

 

A ação de  Suporte Básico de Vida que o Hospital CUF Santarém está a promover, tem a duração de três horas, intercaladas por momentos teóricos e práticos, nas quais os participantes vão aprender a reconhecer se a vítima está consciente e se respira de forma eficaz; saber quando e como pedir ajuda; e executar manobras de reanimação, testadas em manequins preparados para o efeito.

 

Para tal, contam com a partilha de conhecimentos e experiência de profissionais de saúde da CUF Academic and Research Medical Center – entidade responsável pela formação, ensino e investigação de todas as unidades de saúde CUF, certificada pela American Heart Association e acreditada pelo INEM.  No final, os participantes recebem um Certificado de presença. 

A inscrição é gratuita, mas obrigatória, estando limitada a 100 lugares disponíveis. Os participantes devem inscrever-se, antecipadamente, no site: https://academiacuf.up.events/activities/view/2791 

Música nas Catedrais, ciclo de concertos em 1ª edição no verão de 2019

 

Ciclo de Concertos, de 28 de junho a 26 de julho, às 21:30

 

 

A Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) e o Secretariado Nacional para os Bens Culturais da Igreja promovem entre os dias 28 de junho e 26 de julho de 2019 o ciclo “Música nas Catedrais”, na sua primeira edição.

 

Esta iniciativa, que se enquadra no projeto nacional Rota das Catedrais, é coordenada pelo Teatro Nacional de São Carlos, que assegura diretamente alguns concertos através do Coro do Teatro Nacional de São Carlos, em colaboração com a Orquestra Clássica do Sul, a Orquestra Filarmonia das Beiras e a Orquestra do Norte. O Ciclo tem o apoio mecenático da Fundação Millennium bcp.

 

Os concertos, com início às 21:30, têm entrada livre, sujeita à capacidade do espaço.

O Programa detalhado segue em anexo.

 

Santarém 28 de junho   Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Beja 11 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Elvas 12 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Faro 12 de julho    Orquestra Clássica do Sul

Viseu 19 de julho    Orquestra Filarmonia das Beiras

Braga 25 de julho    Orquestra do Norte

Miranda do Douro 26 de julho    Orquestra do Norte

Leiria 26 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

 

 

Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Orquestra Clássica do Sul

Orquestra Filarmonia das Beiras

Orquestra do Norte

 

Santarém 28 de junho   Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Beja 11 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Elvas 12 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

Faro 12 de julho    Orquestra Clássica do Sul

Viseu 19 de julho    Orquestra Filarmonia das Beiras

Braga 25 de julho    Orquestra do Norte

Miranda do Douro 26 de julho    Orquestra do Norte

Leiria 26 de julho    Coro do Teatro Nacional de São Carlos

 

Concerto na Catedral de Santarém, Beja, Elvas e Leiria

 

Solistas do Coro do Teatro Nacional de São Carlos

 

Soprano: Raquel Alão 

Meio-Soprano: Ana Ferro 

Tenor: João Queiroz 

Barítono: Carlos Pedro Santos 

Baixo: Nuno Dias 

 

 

 

 

Piano: Kodo Yamagishi

Direção musical: Giovanni Andreoli

Coro do Teatro Nacional de São Carlos

 

Giuseppe Verdi (1813-1901), Nabucco

Giuseppe Verdi (1813-1901), I Lombardi alla prima crociata

Giuseppe Verdi (1813-1901), Forza del Destino

Pietro Mascagni (1863-1945), Cavalleria Rusticana 

Pietro Mascagni (1863-1945), Iris

Alfredo Keil (1850-1907), Dona Branca

Gioachino Rossini (1792-1868), Mosè in Egitto

Giacomo Puccini (1858-1924), Tosca

 

 

O Coro do Teatro Nacional de São Carlos, um dos pilares artísticos da única instituição que no nosso país se dedica há mais de dois séculos ao género lírico, propõe-nos uma deambulação  pela ópera romântica italiana, sublinhando o facto de a religiosidade ter assumido na mesma uma particular importância.

 

A viagem vai iniciar-se com o compositor que deixou na força expressiva dos coros algumas das páginas mais veementes da sua obra - Giuseppe Verdi, de quem começaremos por ouvir o universalmente amado e sempre atual Va pensiero, canto de dor de gentes oprimidas e afastadas à força da terra natal. Depois de outros coros verdianos, segue-se música de alguns outros compositores maiores italianos de ópera do século XIX: Pietro Mascagni (com dois hinos ao divino - o Innegiamo, de Cavalleria Rusticana e o Hino Ao Sol, da menos conhecida ópera Iris); Gioachino Rossini (génio risonho que foi dos mais cantados em São Carlos, mas que ouviremos na sua vertente trágica); Giacomo Puccini (com o Te deum que encerra o I ato da sua ópera Tosca, que decorre em Sant’Andrea della Valle). Terminaremos, assim, numa das mais belas igrejas de Roma.

 

A ópera portuguesa está representada por aquele que será o mais popular título da sua história: A Serrana de Alfredo Keil, um singular tributo à ruralidade portuguesa.

 

 

 

 

 

 

 

Concerto na Catedral de Faro

 

Soprano: Bárbara Barradas

 

Direção musical: Rui Pinheiro

Orquestra Clássica do Sul

 

Franz Joseph Haydn (1732-1809), Die Schöpfung, Hob.XXI:2 (Prelúdio e Ária n.º 4)

Frederick Delius (1862-1934), On Hearing the First Cuckoo in Spring (Ária n.º 8)

Frederick Delius (1862-1934), Summer night on the river (Recitativo e Ária (n.º 14 e 15)  

Franz Joseph Haydn (1732-1809), Sinfonia n.º 95 em Dó menor, Hob I:95

 

 

A Orquestra Clássica do Sul propõe um programa em que energicamente se saúda e louva a Natureza. Inicia-se o concerto com dois trechos da monumental oratória A Criação de Joseph Haydn, que em 1797 tentou descrever musicalmente o mito judaico-cristão da Criação do Mundo baseando-se em alguns Livros d’A Bíblia e no poema O Paraíso Perdido de John Milton. Embalados pelo grande poeta do tempo de Cromwell partiremos para Inglaterra, de onde prosseguiremos com Two Pieces for Small Orchestra de Frederik Delius, obras que  também cantam assumidamente a Natureza.

 

A primeira – On Hearing the First Cuckoo in Spring – foi composta em 1912 e estreada em Leipzig no ano seguinte. É uma evocação do campo e dos sons que aí se pode ouvir. A segunda peça intitula-se, não menos significativamente, Summer Night on the River.

 

A terminar, de novo a música de Joseph Haydn, compositor que na década de 1790 efetuou duas viagens a Londres que resultaram em duas séries de seis sinfonias. Estas doze obras ficaram conhecidas como as «Sinfonias Londrinas». São peças essenciais do repertório orquestral de Haydn. Muitas delas têm sugestivos títulos («Surpresa»; «Milagre»; «Militar», «Relógio»; «Toque de Tambor»; «Londres»), mas a Sinfonia n.º 95 não apresenta título algum - é, aliás, a única das doze sinfonias em questão escrita numa tonalidade menor (Dó menor) e a única que não tem uma introdução lenta no primeiro andamento.

 

Joseph Haydn teve uma longa vida que se estendeu dos finais do Barroco aos inícios do Romantismo e foi um dos mais importantes compositores do período clássico. Talvez a sua mais importante conquista tenha sido a cristalização da «Forma-Sonata»  - esta, na sua ânsia de perfeição formal, faz-nos sonhar numa Humanidade em harmonia com o Cosmos.

 

 

Concerto na Catedral de Viseu

 

Soprano: Isabel Alcobia

Contratenor: João Paulo Azevedo

Órgão: João Santos

 

Direção musical: António Vassalo Lourenço 

Orquestra Filarmonia das Beiras

 

 

Johann Sebastian Bach (1685-1750)

Georg Friedrich Händel (1685-1759)

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)

 

A Catedral ou Sé de Viseu, que começou a ganhar significado maior com a implantação da nacionalidade, sempre acolheu fraternalmente as diferentes correntes estéticas surgidas no decorrer da sua já tão longa viagem pelo tempo. O Barroco que foi, não esqueçamos, uma sensibilidade verdadeiramente europeia que transcendeu as mais vincadas divisões religiosas

que se opunham no continente, trouxe ao edifício importantes obras de talha, azulejaria e pintura, mantendo-o a par das correntes plásticas dominantes no século XVIII.

 

Assim, surge com naturalidade a música solene de dois dos maiores compositores barrocos alemães, homens que marcaram indelevelmente a linguagem e o sentir musical de parte da

Europa na primeira metade do século XVIII. Não será também estranho ouvir nesta Catedral, onde desde sempre se rezou a fé Apostólica Romana, estruturada pelo Concílio de Trento, obras musicais fundadas nas fés luterana ou anglicana. As monumentais Paixões e outras obras sacras de Bach (Magnificat, Oratória de Natal, Missa em Si menor, entre outras) ou as grandes oratórias bíblicas de Händel, com as suas estruturadas e grandiosas polifonias, o brilho dos seus metais e a sua intrínseca teatralidade sonora casam-se bem com esta arquitetura erguida ao Divino e que o mantém no centro de todas as convergências.

 

Com a música de Mozart saltaremos, a finalizar, para o estertor desse século XVIII. Apesar de obras como a Missa da Coroação, toda cheia de fulgor e majestade, há no compositor de Salzburgo um sentido humaníssimo do transcendente (não há retrato da morte como o do Requiem) e um sentimento tranquilo, quase infantil, do divino (ouça-se o Ave verum corpus).

 

 

 

Concerto na Catedral de Braga e de Miranda do Douro

 

Direção musical: José Ferreira Lobo

Orquestra do Norte

 

Richard Wagner (1813-1883), Siegfried-Idyll, WWV103

Ludwig van Beethoven (1770-1827), Sinfonia n.º 4 em Si Bemol Maior, op. 60

 

Idílio de Siegfried; ou a mais bela prenda de aniversário do mundo!

 «Quando acordei ouvi um som que crescia continuamente; apercebi-me então que já não estava a sonhar, mas que estava a ouvir música, e que música! Quando esta terminou, Richard veio ter comigo com as cinco crianças e ofereceu-me a partitura da sua prenda sinfónica.» - palavras no Diário de Cosima Wagner, que recordam a prenda de aniversário que acabara de receber.

 

A composição tem um título bem mais arrevesado: «Idílio de Triebschen com canto de pássaros Fidi e nascer do sol alaranjado, prenda de aniversário sinfónica de Richard Wagner à sua Cosima». A obra foi composta em 1870 após o nascimento do último filho do casal, Siegfried Wagner (Fidi).  A peça foi estreada nas escadas interiores da grande Villa de

Triebschen na manhã do dia 25 de dezembro de 1870, dia em que Cosima completava trinta e três anos. O poema sinfónico teve, pois, uma génese extremamente íntima e familiar.

 

A Sinfonia n.° 4, em Si Bemol Maior, op. 60 de Beethoven foi escrita no verão de 1806 e está dedicada ao Conde Fransz von Oppersdorff, que a tinha encomendado ao compositor depois

de ter adorado ouvir a sua Sinfonia n.º 2. A obra foi estreada em março de 1807 dirigida pelo próprio Beethoven. Robert Schumann referir-se-ia à sinfonia como «uma esbelta donzela grega entre gigantes nórdicos». Foi escrita num tempo conturbado, ao contrário de Idílio de Siegfried.

 

Em Portugal, por exemplo, no final desse mesmo ano de 1807 a nossa corte iniciava a sua dramática partida para o Brasil. A Viena de Beethoven seria também em breve tomada por Napoleão e o Imperador pouco tempo depois casaria com uma Arquiduquesa austríaca.

 

Lisboa, Santarém e Porto recebem os primeiros Encontros sobre os desafios da mulher jovem com cancro da mama

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O programa #1500razões para estarmos próximos, promovido pela CUF Instituto de Oncologia, inicia, no Hospital CUF Descobertas, dia 28 de Maio de 2019, entre as 18h e as 20h, com o Ciclo de Encontros “Desafios da mulher jovem com cancro da mama”.

 

Primeiro Lisboa, depois Santarém e logo de seguida o Porto vão receber este Ciclo de Encontros que pretendem ser espaços para conversar, compreender e responder aos desafios sentidos por mulheres com cancro da mama, em particular, mulheres com menos de 45 anos.

 

Ao todo são 5 Encontros ao longo do ano, de Norte a Sul do país, que se materializam em conversas abertas, onde especialistas, doentes, cuidadores e todos os que se envolvem ou interessam por este assunto vão discutir o impacto do cancro da mama. Em foco estará a qualidade de vida conjugal, a maternidade ou no adiar dessa vontade, a imagem pessoal, as questões laborais e a vida após o cancro.

 

As entradas são gratuitas mas requerem inscrição: https://www.saudecuf.pt/oncologia/quem-somos/eventos/desafios-da-mulher-jovem-com-cancro-da-mama

 

AGENDA DOS PRIMEIROS ENCONTROS

 

LISBOA

28 de maio, Hospital CUF Descobertas

Tema central: A qualidade de vida conjugal

  • Cancro da mama vivido a dois. Tantas questões!

  • Comunicar para aproximar

  • A experiência de duas jovens mulheres

Exposição "Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam de amor se não fossem ridículas"

SANTARÉM

5 de junho, Hospital CUF Santarém

Tema central: A vida depois do tratamento - uma nova realidade

  • A imagem pessoal

  • O regresso à vida ativa

  • Os novos receios

  • A experiência de duas jovens mulheres

Conversa "Revelar Santarém, diferentes olhares de várias mulheres sobre uma mesma cidade"

PORTO

11 de junho, Hospital CUF Porto

Tema central: Cancro da mama e tratamento - como integrar a vida profissional e familiar?

  • O impacto da doença na vida ativa e questões laborais

  • As rotinas familiares

  • A comunicação com as crianças e entre o casal

  • A experiência de duas jovens mulheres

Bruno Nogueira apresenta DEPOIS DO MEDO | Anúncio de datas de Digressão

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10 anos depois, Bruno Nogueira está de volta ao Stand Up. 

Depois do Medo é o nome do espectáculo original que assinala o seu regresso aos palcos neste formato. A estreia tem lugar no próximo dia 29 de Novembro, no Teatro das Figuras em Faro.

 


SINOPSE
Depois do Medo marca o regresso de Bruno Nogueira ao stand up e, juntamente com isso, o regresso à escrita de sinopses na terceira pessoa do singular. Neste seu novo espectáculo, Bruno Nogueira aborda questões que só incomodam pessoas que têm demasiado tempo livre. Entre os temas interessantíssimos poderão encontrar a intrigante problemática das pessoas que, sem terem nada na boca, mastigam quando estão a olhar para alguém a comer. Um encantador processo mental.
Como podem ver, o mundo, tal como o conhecem, vai ficar exactamente igual. Mas o Bruno, tal como o conhecem, vai ficar muito mais aliviado de ter semeado os problemas dele na vossa cabeça.

 


DEPOIS DO MEDO | DIGRESSÃO | DATAS
(Mais datas a anunciar brevemente.)

 

29 Novembro 
Teatro das Figuras, Faro

1 ESGOTADO e 2 Dezembro 
Teatro Aveirense, Aveiro

7 Dezembro 
CAE São Mamede, Guimarães

5 Janeiro 
Teatro Ribeiro Conceição, Lamego

11 Janeiro 
Auditório do Ramo Grande, Praia da Vitória, Ilha Terceira

12 Janeiro 
Teatro Micaelense, Ponta Delgada, Ilha de São Miguel

18 Janeiro 
TAGV, Coimbra

19 Janeiro 
Cine Teatro Torres Vedras

24 Janeiro 
Teatro José Lúcio da Silva, Leiria

25 Janeiro 
Cine Teatro Garret, Póvoa Varzim

26 Janeiro 
CAE Portalegre

1 Fevereiro 
Auditório do Complexo Paroquial, Mangualde

2 Fevereiro 
Casa da Cultura, Seia

21 Fevereiro 
Teatro Garcia de Resende, Évora

23 Fevereiro 
Teatro Municipal Constantino Nery, Matosinhos

1 Março 
Centro Cultural, Lagos

2 Março 
Teatro Sá da Bandeira, Santarém

8 Março
Auditório Municipal Augusto Cabrita, Barreiro

9 Março 
Cine Teatro António Lamoso, Stª Maria da Feira

15 Março 
Teatro Municipal, Vila Real

16 Março 
CAE Figueira da Foz

22 e 23 Março 
Porto, local a anunciar em breve

28 Março 
Theatro Circo, Braga

30 Março 
Teatro Viriato, Viseu
1 Abril
Lisboa, local a anunciar em breve.

 

Sugestão | MANOBRAS – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas

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MANOBRAS – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas regressa para a 2ª edição, de 14 de Setembro a 31 de Outubro em 11 municípios associados da Artemrede: Abrantes, Alcanena, Alcobaça, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Pombal, Santarém, Sobral de Monte Agraço e Tomar
 
O festival é uma organização da Artemrede com o apoio do Programa Operacional Centro 2020.
 
No total, há 20 propostas, entre elas 13 espectáculos (em teatros, nas ruas e em espaços patrimoniais), 4 oficinas, uma instalação de luz e música e 2 video-instalações criadas especificamente para equipamentos culturais de dois municípios (Tomar e Sobral de Monte Agraço).
 
Este ano, um aspecto inovador: 8 das 20 propostas a apresentar foram seleccionadas pelos grupos de Visionários dos municípios de Alcanena, Alcobaça, Pombal, Sobral de Monte Agraço e Tomar
 
Os Visionários são grupos de espectadores que aceitaram o desafio de escolher uma parte da programação cultural dos respectivos municípios e do Manobras em particular. 
 

"A Princesa de Galochas" | em Santarém

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“A PRINCESA DE GALOCHAS”

de Vânia Calado

Encenação de Frederico Corado

Círculo Cultural Scalabitano - Teatro Taborda

Santarém

Dia 8 de MAIO às 16.00

Depois da estreia no Centro Cultural do Cartaxo em duas sessões esgotadas exclusivas para as escolas do concelho do Cartaxo, chega agora a Santarém, "A Princesa de Galochas". 

Continuando o trabalho direcionado para o público mais jovem, a Área de Serviço estreia um novo espectáculo. Desta vez um original da autora Vânia Calado.

Depois de “A Trisavó de Pistola à Cinta” de Alice Vieira e “A Volta ao Mundo em 80 Dias” a partir do romance de Jules Verne, levamos à cena “A Princesa de Galochas” de Vânia Calado, autora nascida no Cartaxo (Vale da Pinta).

Direcionado para o público infantil “A Princesa de Galochas” é uma adaptação feita pela autora do seu livro infantil homónimo e que com esta peça faz a sua estreia na escrita de teatro infantil. A experiência de Vânia Calado na escrita teatral começou com o projecto “Pânico!” juntamente com Frederico Corado (que encena “A Princesa de Galochas”) e passou depois pela tradução de “Noises Off!”. 

Foi a ligação de Vânia Calado com a terra onde nasceu e a horta que o seu avô tinha onde plantava batatas, tomate, alfaces, entre outras coisas, que lhe deu a ideia de escrever “A Princesa de Galochas” que chega dia 8 de Maio ao palco do Círculo Cultural Scalabitano com encenação de Frederico Corado e as interpretações de Carolina Seia Viana, Sara Margarida, Carlos Ramos, Rosário Narciso e Gabriel Silva. 

Vânia Calado propõe com esta “A Princesa de Galochas” um aproximar dos mais novos à terra, às hortas, às tradições e ao estar com produtos de vêm da terra, com os animais e com os mais velhos, bem como algumas reflexões sobre temas muito actuais. 

 

 

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Parceiros Institucionais: Câmara Municipal do Cartaxo | Centro Cultural do Cartaxo | Apoios: Casa das Peles | Sotinco | J.M.Fernandes - Vidreira e Alumínio | Negócio de Família | E.Nove | Tejo Rádio Jornal | Revista Dada | Jornal de Cá | Valor Local | Guia dos Teatros

Facebook: https://www.facebook.com/AreaDeServico

 

Circulo Cultural Scalabitano
Largo Engenheiro Zeferino Sarmento 6 | 2000-113 Santarém, Portugal 
Teatro . M/2

Reservas para 243 321 150

circuloscalabitano@gmail.com

PANORAMA - 4 de Abril, Santarém, SillySeason

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de Abril | 21:30
Teatro Sá da Bandeira | Rua João Afonso nº7, Santarém
 
Informações e Reservas: 243 309 460
 
É assim que acaba. Cinco corpos e três esfinges de oxigénio. O seu movimento interroga a História que tende a repetir-se numa espiral. A ação anula-lhes o percurso e fá-los transparentes. O vazio alicia-os e o medo assombra-os. Caminha-se rumo ao mistério e nunca nenhum lugar é o suficiente. O medo pode perder-se ou fazê-los perderem-se, porque a História é um labirinto. A História é tudo o que têm, a História é tudo o que perdem – um presente envenenado. A juventude é fugaz e a velhice é uma certeza. E então o que fazer? É assim que começa.


FICHA TÉCNICA

CRIAÇÃO 
Ana Sampaio e Maia
Cátia Tomé
Ivo Silva 
João Leitão 
Ricardo Teixeira 

ARTISTA CONVIDADO
Rui Palma

APOIO À CENOGRAFIA 
José Capela 

APOIO AOS FIGURINOS
Marta Passadeiras

APOIO AO MOVIMENTO
Sónia Baptista

 DESENHO DE LUZ 
Sara Garrinhas 
 
FOTOGRAFIA
Alípio Padilha

 PRODUÇÃO 
Ana Bandeira
&
SillySeason
 
APOIOS INSTITUCIONAIS
Artistas Unidos, Teatro Praga, DNA Lisboa



Sillyseason é uma estrutura associada do DNA Lisboa.