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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Vencedor do Prémio LeYa 2024 à conversa no Politécnico de Setúbal

Nuno Duarte, autor de “Pés de Barro”, é o próximo convidado do Clube de Leitura do IPS

 

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 Nuno Duarte, vencedor do Prémio LeYa 2024 com o romance “Pés de Barro”, é o convidado da próxima sessão do Clube de Leitura do Politécnico de Setúbal (IPS), marcada para 10 de dezembro, pelas 13h00, na Biblioteca da Escola Superior de Educação (ESE/IPS).

 

A iniciativa, inserida no ciclo “Encontro com os Escritores”, conta com moderação da administradora do IPS, Célia Costa, convidando a comunidade académica e o público externo a debruçar-se sobre esta obra que conquistou o maior galardão literário para romances inéditos em língua portuguesa.

 

Tendo como cenário a construção da primeira ponte sobre o Tejo e as partidas para a guerra colonial, “Pés de Barro” é a primeira obra literária de Nuno Duarte, publicitário de 52 anos, que resultou de anos de leitura e da vontade de compreender “como se faz um livro”.

 

A narrativa acompanha Victor Tirapicos, um jovem serralheiro que, após sair da prisão por roubar para matar a fome, procura trabalho nas obras da ponte, enfrentando as tensões entre modernidade e opressão.

 

O romance dá vida a figuras populares e aos dilemas sociais então vividos num pátio operário de Alcântara, num “retrato muito dinâmico e vivo do Portugal dos anos 1960", que é também “um anúncio metafórico do 25 de Abril”, tal como o definiu o júri do Prémio LeYa 2024, presidido pelo poeta Manuel Alegre.

O Clube de Leitura do IPS é uma iniciativa mensal, aberta a toda a comunidade académica e demais interessados, oferecendo um espaço de fruição e partilha de experiências de leitura.

 

Clube de Leitura do IPS debate novo livro sobre bem-estar nas organizações

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Com a presença das autoras Daniela Lima e Liliana Pitacho, docentes da instituição

 

 “O Well-Being é ‘Super’ Sexy – O Guia Prático para Pessoas e Organizações” é o próximo livro em destaque no Clube de Leitura do Politécnico de Setúbal (IPS), num encontro marcado para quarta-feira, dia 19, que contará com a presença das autoras Daniela Lima e Liliana Pitacho, ambas docentes da Escola Superior de Ciências Empresariais (ESCE/IPS).

 

A sessão, inserida no ciclo “Encontro com os Escritores”, decorre pelas 13h00, na Biblioteca do edifício ESCE/ESS, no campus de Setúbal do IPS, convidando a comunidade académica e o público externo interessado a debruçar-se sobre esta obra, lançada em setembro último.

 

Um livro que procura refletir, de “forma muito desconstruída e pragmática”, sobre um conjunto de vicissitudes do nosso tempo, com forte impacto no mundo laboral: o stresse, a ansiedade, a síndrome de burnout, doença mental e acidentes de trabalho.

 

O guia resulta da compilação de artigos de opinião publicados em jornais e revistas de notoriedade a nível nacional, e conta também com o contributo de várias mulheres e profissionais de referência em contexto nacional e internacional, que aqui partilham as suas experiências individuais e os desafios dentro das suas organizações.

 

Ambas as autoras são doutoradas em Comportamento Organizacional. Daniela Lima, que coordenou a obra, é managing partner da SWAIFOR, especialista em well-being organizacional, vice-presidente da APG ‒ Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas e também colunista nos jornais “Observador” e “Expresso” e em revistas especializadas em Recursos Humanos. Liliana Pitacho é investigadora nas áreas de comportamento organizacional, psicologia e desporto, mantendo a coluna quinzenal “Desportiva_MENTE”, no jornal “A Bola”.

 

O Clube de Leitura do IPS é uma iniciativa mensal, aberta a toda a comunidade académica e público externo, oferecendo um espaço de fruição e partilha de experiências de leitura.

Semana da Igualdade de Género: Sexóloga Tânia Graça e ex-governante Catarina Marcelino à conversa no IPS

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Arte, educação sexual, violência no namoro e liderança no feminino são os temas em cima da mesa  

 

O Politécnico de Setúbal (IPS) dá início, na próxima terça-feira, dia 11 de novembro, à Semana da Igualdade de Género, uma iniciativa que pretende reunir vários intervenientes da esfera pública para uma reflexão sobre quais os caminhos a trilhar para uma sociedade mais equitativa.

Para este debate, o IPS convidou a psicóloga clínica e sexóloga Tânia Graça, conhecida ativista pelos direitos das mulheres, que falará sobre “Educação Sexual: Caminhos para uma Sociedade Mais Justa”, bem como a ex-secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, a quem cabe abordar o tema “Violência no Namoro no Ensino Superior”.

 

Do mundo corporativo, para debater a “Liderança no feminino”, o IPS recebe várias diretoras de Recursos Humanos, nomeadamente Patrícia Chambel, da DHLSofia Nunes, do Sheraton Cascais Resort e Hyatt Regency Lisboa, e Rute Santos, CEO da IT People Innovation.

 

Sendo a igualdade de género uma temática transversal às várias dimensões da vida em sociedade, a arte não podia ficar de fora, enquanto instrumento na “luta pela diversidade”. Sobre esta perspetiva falarão os atores Ren-d-Marcus e Patrícia Paixão, do Teatro Estúdio Fontenova, companhia de Setúbal.

 

A Semana da Igualdade de Género é uma iniciativa da Comissão de Igualdade de Género do IPS, em parceria com a associação juvenil Omnis Factum, do Montijo, no âmbito do projeto multinacional EID – Empowering Inclusive Democracy, cujo objetivo é fortalecer a mobilização cívica e promover políticas inclusivas em toda a União Europeia.

NOVEMBRO a crepitar uma estreia // Teatro Estúdio Fontenova

nova produção

O Erro de GPTO ou as mentiras de PI

14 a 23 de Novembro // Fórum Municipal Luísa Todi

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foto: Helena Tomás

 

 

Estreia a 14 de Novembro // O Erro de GPTO ou as mentiras de PI

14 a 23 de Novembro // Fórum Municipal Luísa Todi

(de quarta a Sábado às 21h e domingos às 17h)

 

“Um dos grandes desafios da robótica neste momento, como todos sabem,

é a sua integração.”

 

PI. Mas quem é verdadeiramente PI? Uma marioneta humanizada qual filho de Gepeto ou uma actualização de sistema gerada por AI sob o comando de GPTO?

Um corpo deambula entre o desprendimento dos fios que o sustêm ou que, na verdade, o aprisionam. Na perspectiva que levamos à cena “Pinóquio” já não é o que a obra nos contou pela mão de Carlo Collodi, em 1881, com “As Aventuras de Pinóquio”. Já não é um boneco de madeira pois a sua paisagem interior é metaforizada com recurso à robotização ou, por outras palavras, a relação entre tecnologia e corpo. Mas permanece a questão: quando é que um corpo deixa de ser manipulado social e culturalmente para passar a fazer ecoar a sua voz interior?

 

Aqui reúne-se um lugar de fala quer da autora, Rosa Dias, quer do intérprete, Ren D-Marcus numa comunhão que esperamos ser habitat da identidade de género e, acima de tudo, de equidade humana na sua plenitude.

Para já, e enquanto a estreia não nos bate à porta, sussurramos o nosso teaser aos olhares mais curiosos. 

 

 

Sinopse

Para medir um círculo, começa-se num ponto qualquer. E para medir uma pessoa, por onde começar? Pelos pés, mãos, umbigo ou cabeça? Por onde anda, faz, pensa de si ou do mundo? E quando medida, porque atributos é então definida? Quais os factores que entram na equação? A sua altura, peso, mobilidade, os seus órgãos, pêlo, voz, cabelo, idade, racionalidade, emotividade, identidade? Se Πr² é a função da área do círculo, qual a função da área humana? E se mesmo a matemática pode ser infinita e irracional na busca de uma definição, da área da perfeição, e, ainda assim, estar sempre errada, produzindo apenas um valor aproximado, pode o ser humano, por seu lado, buscar a imperfeita verdade, fundada no interminável caos e na paradoxal experiência do mundo que o rodeia? Pi tenta medir-se, procurando a sua função entre o seu corpo artificial, a sua consciência imaterial, o mundo intransigente e as suas mentiras de sobrevivente.
Gpto tenta medir-se, procurando a sua função entre o trabalho que realizou, o amor que dedicou, os sacrifícios que sofreu e os inadmissíveis erros que cometeu.
Por onde é que se começa a medir uma pessoa? Para medir um círculo, começa-se num ponto qualquer."

Lançamento do livro // 15 de Novembro

Culsete // 16h30

O lançamento do livro faz-se naquele que é também um porto abrigo para o Teatro Estúdio Fontenova: a Culsete, pois, as parcerias são feitas dos lugares que habitamos com amizade e respeito.

 

Para que a tarde seja de conversa cheia, teremos como convidadas Dani Bento Engenheira de Software, licenciada em Astrofísica e Astronomia e pós-graduada em Sexualidade Humana. Ativista pelos direitos LGBTQIA+, justiça social e saúde mental.

Luísa Monteiro dramaturga e professora e Rosa Dias, autora do texto.

Estará também a equipa artística para compor este ramalhete inclusivo.

 

Conversa com o público // 16 de Novembro

FMLT // Após o espectáculo

Depois do espectáculo juntamo-nos, neste dia, para uma conversa com Tomás Barão (Coletivo Qardume e Activista LGBTQIA+) e Joana Peres (Cooperativa SEIES). Questões, inquietações, provocações, são todas bem-vindas e aguardam a presença de todes os que se queiram juntar a nós!

 

Sessão para escolas // 18 de Novembro

FMLT // 11h e às 15h

 

Sessão com audiodescrição // 23 de Novembro

FMLT // 17h

 

PASSATEMPO "O Erro de GPTO oua as mentiras de PI" no Fórum Luísa Todi 

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O Blog Cultura de Borla juntamente com o Teatro Estúdio Fontenova tem bilhetes duplos para 

"O Erro de GPTO oua as mentiras de PI" no Fórum Luísa Todi tem bilhetes para as sessões de dia 15 a 23 de Novembro quarta a sábado às 21h e Domingos às 17h aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ir ver "O Erro de GPTO oua as mentiras de PI" com o Cultura de Borla" com nome, CC e nº de telefone e sessão pretendida.

 

O Teatro Estúdio Fontenova vai estrear a sua nova criação “O Erro de GPTO ou as mentiras de PI" no dia 14 de Novembro, às 21h, no Fórum Municipal Luísa Todi em Setúbal, vai estar em cena até dia 23 de Novembro, quarta-feira a sábado às 21h e domingos às 16h.

 

O Erro de GPTO ou as mentiras de PI. "Para medir um círculo, começa-se num ponto qualquer.  E para medir uma pessoa, por onde começar? Pelos pés, mãos, umbigo ou cabeça?” São estas e tantas outras perguntas que Rosa Dias convoca neste texto original.

 

As questões de género impactam os deveres, as oportunidades, os direitos e os papéis na sociedade construídos por homens, mulheres, pessoas não binárias, pessoas trans e todo o universo queer. Aqui não se pretende fazer uma análise, pretende-se questionar para o diálogo inclusivo. A igualdade de género e, por conseguinte, a sua equidade é um direito humano e uma condição de justiça social transversal a todes.

Avizinha-se uma viagem cénica a uma só voz, mas cuja representatividade proclama-se plural e reclama todas as identidades com as quais cada um de nós utiliza para pensar em si própria.

 

Em anexo enviamos o dossier de imprensa com toda a informação. Esta criação vai ter, também, várias acções paralelas ao espectáculo e toda essa informação está no dossier.

 

Bilheteira: https://www.bol.pt/.../165130-o_erro_de_gpto-forum.../

 

FESTIVAL LÍNGUA TERRA ANUNCIA CARTAZ QUE  CELEBRA EM SETÚBAL LÍNGUA PORTUGUESA

 

  • Setúbal, 5 e 6 de junho, Fórum Municipal Luísa Todi

  • 5ª edição do festival conta com artistas do Brasil, Cabo Verde, e Guiné Bissau

  • Concerto-homenagem: Manecas Costa invoca o poeta e músico guineense José Carlos Schwarz, figura emblemática da resistência cultural e da luta pela independência da Guiné-Bissau.

 

O Festival Língua Terra regressa a Setúbal para uma edição especial, nos dias 5 e 6 de junho, que acontece às 21h, no Fórum Municipal Luísa Todi, reafirmando o papel do festival - e da cidade -  enquanto ponte viva entre culturas lusófonas e plataforma vibrante de talentos emergentes. 

Nesta edição, o festival aposta numa curadoria que reflete a riqueza e a pluralidade do universo da língua portuguesa, promovendo o encontro entre artistas independentes de diferentes países e contextos, e reforçando o compromisso com a criação de redes artísticas e culturais entre África, América Latina e Europa. 

O Língua Terra  2025 conta com as atuações de Melly, premiada cantora brasileira, vinda diretamente de Salvador (Bahia); Eu.Clides, conhecido artista cabo-verdiano, que vive em Portugal… e conta com uma homenagem especial ao poeta e músico guineense José Carlos Schwarz, com a direção musical e atuação de Manecas Costas e de Karyna Gomes, e do próprio filho do homenageado Remna Schwarz. 

Bilhetes já à venda em www.bol.pt 

  • PROGRAMAÇÃO:

QUINTA-FEIRA, 05 DE JUNHO - Fórum Municipal Luísa Todi | 21h00
A Nova Geração Da Música Lusófona

Melly (Brasil)

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Natural de Salvador, Melly é uma das artistas mais celebradas da nova cena musical brasileira. Em 2024, foi nomeada para Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa, com o seu disco de estreia, Amaríssima. O trabalho é um manifesto sonoro da identidade baiana e mistura R&B, pop e ritmos afro-baianos como ijexá, samba-reggae e pagode.

Reconhecida como Artista Revelação no Prémio Multishow 2023, Melly também já brilhou em palcos internacionais, como o mítico festival South by Southwest (SXSW), nos Estados Unidos, em março de 2025. Para a artista, a indicação ao Grammy foi um "gole de autoestima" e um marco para a visibilidade da cultura baiana no cenário global.


https://www.instagram.com/oficialmelly/

Eu.Clides (Cabo Verde)
Natural do Mindelo, criado em França e atualmente a residir em Portugal, Eu.Clides é um artista que transita entre a tradição cabo-verdiana e sonoridades contemporâneas do indie, soul e chanson. Com um timbre delicado e uma abordagem introspectiva, conquistou o público europeu com o álbum Ecos de Sodade, que revisita clássicos da morna com arranjos minimalistas e modernos. Já colaborou com nomes como Dino D'Santiago e Mayra Andrade, e é hoje um dos grandes expoentes da nova geração de artistas da diáspora africana lusófona.

https://www.instagram.com/eu.clides/

SEXTA-FEIRA, 06 DE JUNHO - Fórum Municipal Luísa Todi | 21h00
Homenagem a José Carlos Schwarz - com Manecas Costa, (Guiné-Bissau), Karyna Gomes (Guiné-Bissau), E Remma Schwarz (GuinéBissau)

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A segunda noite do Festival Língua Terra é marcada por uma homenagem especial ao poeta e músico guineense José Carlos Schwarz, uma das figuras mais emblemáticas da resistência cultural e da luta pela independência da Guiné-Bissau.

O tributo com direção artística e atuação de  Manecas Costa, um dos mais consagrados músicos da África lusófona, conta também com a presença de artistas que dão continuidade ao legado de Schwarz com talento e emoção:

Karyna Gomes, cantora de força e sensibilidade ímpares, traz as suas raízes guineenses e uma carreira já consolidada em Portugal. A ela junta-se Remna Schwarz, filho de José Carlos, cuja voz contemporânea honra o percurso do pai e representa uma nova geração de criadores africanos, profundamente comprometida com a memória, a identidade e a transformação.

José Carlos Schwarz (1949-1977), fundador do grupo Cobiana Djazz, foi uma voz incontornável da cultura guineense. Através da música em crioulo e de letras fortemente politizadas, tornou-se um símbolo da luta anticolonial, tendo a sua obra atravessado fronteiras e gerações. Canções como Ke Ki Mininu Na Tchora e Mindjeres di Panu Pretu continuam a ecoar como hinos de liberdade e resistência.

O concerto-homenagem propõe não apenas recordar a obra de José Carlos Schwarz, mas celebrar a sua importância no contexto das independências africanas de expressão portuguesa, reafirmando o papel da cultura como espaço de liberdade, afirmação e continuidade histórica.

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SOBRE O FESTIVAL LÍNGUA TERRA

O projeto Língua Terra, que chega à sua quinta edição em 2025, nasceu com o objetivo de promover o intercâmbio artístico entre seis países unidos pela língua portuguesa - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Portugal. 

A proposta é fomentar ligações culturais, criações colaborativas e diálogos entre diferentes gerações e territórios, sempre com a música como ponto de partida para uma travessia poética, afetiva e política.

O projeto aborda a música - e sua relação com a literatura, o cinema e as artes visuais - como expressão de múltiplos saberes, visões de mundo e práticas cotidianas, que nos provocam a buscar raízes comuns, criar a partir da diferença e imaginar outros modos de ser e habitar o mundo. 

Já passaram pelo festival espetáculos de nomes como Bonga, Paulo Flores, Elida Almeida, Adriana Calcanhotto, Salvador Sobral, o espetáculo teatral Chovem Amores na Rua do Matador (Mia Couto e José Eduardo Agualusa), e encontros como Conversas entre Kotas, com Bonga, Betinho Feijó e Pedro Coquenão (Batida).

Segundo Mônica Cosas, diretora artística do projeto: "O ponto de partida do Língua Terra é a língua portuguesa, criando pontes entre África, Europa e América Latina a partir da música enquanto expressão da riquíssima diversidade étnica, linguística e cultural que compõem os distintos territórios. Rompendo fronteiras físicas e simbólicas, o projeto busca criar pontes poéticas e estéticas, abrir caminhos para novas possibilidades de produção de linguagem, comunicação e conhecimento. Pontes que resgatam conexões ancestrais, memórias, saberes e lutas comuns, reconstroem tecidos comunitários e reinventam mundos a partir de expressões sonoras, rítmicas, corporais e visuais."

E, conclui a curadora do Festival: "a presença de artistas da nova geração no Festival Língua Terra não é apenas uma escolha estética - é um gesto de escuta e de futuro. São vozes que brotam entre heranças e invenções, que reencantam a língua portuguesa com novas sonoridades, ritmos e afetos. Ao lado de nomes já consagrados, esses jovens criadores iluminam o caminho que estamos a traçar coletivamente: uma travessia musical onde o passado encontra o porvir, e onde cada canção carrega o poder de imaginar mundos mais diversos, justos e conectados.", 

SERVIÇO

📍 Datas: 05 e 06 (quinta e sexta-feira) de junho de 2025
🕘 Hora: 21h00
📍 Local: Fórum Municipal Luísa Todi, Setúbal
🎟 Bilhetes: www.bol.pt
🔗 Redes sociais:
Instagram: @festival.linguaterra
Facebook: Festival Língua Terra 

Jogos de Tabuleiro e muita diversão no Alegro Setúbal

No primeiro fim de semana de Maio

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O próximo mês arranca com jogos, estratégia e muita animação no Alegro Setúbal. Nos dias 3 e 4 de maio o centro volta a transformar-se num ponto de encontro para fãs de jogos de tabuleiro e para quem não resiste a uma tarde bem passada em família. O evento ocorre na Praça Bombordo, junto à FNAC, e vão ser dois dias de pura diversão, com qualificações para os campeonatos nacionais de Carcassonne e Catan nas manhãs de sábado e domingo, e demonstrações gratuitas de dezenas de jogos no período da tarde. Em parceria com a Devir Portugal, que promove o universo dos jogos e que, com explicadores dedicados, promete pôr toda a gente a jogar em poucos minutos. Abril pode estar a terminar, mas a animação continua em força!

 

No sábado, das 10h às 14h, decorrem as qualificações para o Campeonato Nacional de Carcassonne, o clássico jogo de construção de territórios. Já no domingo, à mesma hora, é a vez de os mestres da negociação e colonização mostrarem o que valem nas qualificações do Campeonato Nacional de Catan. Em jogo está a possibilidade de representar Portugal nas finais nacionais — uma oportunidade única para os jogadores mais experientes mostrarem as suas skills.

 

Mas a ação não fica só para os profissionais! Durante a tarde de ambos os dias, das 15h às 19h, a Praça Bombordo abre-se a todos os que querem descobrir (ou redescobrir) o prazer de jogar em boa companhia. Com uma seleção incrível de jogos disponíveis — dos mais simples e rápidos aos mais complexos e estratégicos — e explicadores no local para ajudar em cada jogada. Tragam os amigos, a família ou venham sozinhos: diversão não vai faltar!

 

E porque abril ainda tem muito para dar, ainda há tempo para garantir a participação na 35.ª edição da Alegro Meia Maratona de Setúbal, já nos dias 26 e 27! Com provas para todos os ritmos e idades — da Meia Maratona aos 10 km, Corrida das Famílias, Corrida Miúdos Alegro e até uma Cãominhada — este é um fim de semana dedicado ao desporto, à superação pessoal e à solidariedade. A inscrição na Corrida Miúdos Alegro reverte, na totalidade, para a associação Sol Sem Fronteiras, provando que correr pode, de facto, mudar o mundo. Mais informações e inscrições em www.alegromeiamaratonadesetubal.pt.

 

A primavera está no ar, e com ela chega a energia perfeita para nos juntarmos — seja para correr, jogar ou simplesmente sorrir no Alegro Setúbal.

Mais informações aqui.

Exposição “Ilustração Portuguesa 2024” patente no Politécnico de Setúbal

 

Para ver até 12 de abril, no átrio da Escola Superior de Educação

 

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O Politécnico de Setúbal (IPS) acolhe, até ao próximo dia 12 de abril, a exposição “Ilustração Portuguesa 2024”, incluída na programação da 10.º Festa da Ilustração de Setúbal, com organização do município de Setúbal, e também nas comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, em 2024.

 

A mostra, com curadoria de José Teófilo Duarte, esteve anteriormente patente no espaço A Gráfica, resultando de um desafio a vários ilustradores conceituados em torno do tema "Canto a fome de justiça: José Afonso, homem e obra", numa homenagem ao cantautor que simultaneamente oferecesse uma reflexão sobre a Revolução dos Cravos.

 

Patente no átrio da Escola Superior de Educação (ESE/IPS), a exposição está aberta a toda a comunidade envolvente, lembrando um ano marcado pela celebração da Liberdade através das metáforas visuais de dezenas de artistas nacionais, de Catarina Sobral, Prémio Nacional de Ilustração 2024, a Nuno Saraiva, passando por André Ruivo e João Fazenda, entre muitos outros.

 

Teatro Politécnico apresenta "Erro 440 - Sessão Expirada: Artes Desconectadas"

 

Peça celebra Dia Mundial do Teatro, a 27 de março

 

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 O Politécnico de Setúbal (IPS) celebra o Dia Mundial do Teatro, na próxima quinta-feira, 27 de março, com a produção "Erro 440 - Sessão Expirada: Artes Desconectadas", numa reflexão sobre a importância das linguagens artísticas na sociedade contemporânea.

A peça, concebida e interpretada pelo Teatro Politécnico, sobe ao palco da Sala de Drama, na Escola Superior de Educação (ESE/IPS), pelas 18h00, desafiando o espetador a imaginar um mundo onde a arte tivesse desparecido, engolida pelo domínio das tecnologias e suas inúmeras distrações. 

 

Num registo que varia entre o humor, a crítica e a cogitação, o coletivo teatral do IPS coloca em cena, simbolicamente, as Musas da Música, das Artes Visuais, da Dança e do Teatro, que se encontram esquecidas num museu vazio, matutando em formas de voltar a acender nas pessoas a centelha da criação e fruição artística. A elas, vai juntar-se um grupo de estudantes desmotivado que prepara uma apresentação, num encontro improvável que acabará por transformar-se numa viagem de autodescoberta e resgate dos desígnios e valor da arte.

 

Com uma narrativa de pequenas cenas curtas, que oscila entre fragmentos desconexos e momentos de intensidade frenética, o espetáculo performático pretende ser um espelho da sociedade contemporânea e da sua relação com o tempo, a comunicação e a efemeridade das experiências.

 

Com entrada gratuita e aberta à comunidade académica e também ao público externo, a peça "Erro 440 - Sessão Expirada: Arte Desconectada" convoca os espetadores a repensar o papel da arte na sua vida e a perspetivar o seu poder transformador.

Semana da Empregabilidade do IPS revela como a IA está a moldar o futuro do recrutamento

Semana da Empregabilidade do IPS revela como a IA está a moldar o futuro do recrutamento

10 a 14 de março | Conferência, palestra, mesa-redonda, workshops e Feira de Emprego

 

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A Inteligência Artificial (IA) chegou ao mercado de trabalho para ficar, resultando em processos de recrutamento mais ágeis e rápidos, ao permitir que os técnicos invistam o seu tempo a avaliar os candidatos que realmente se adequam às necessidades das empresas e organizações.

 

Este foi o cenário hoje descrito por vários especialistas em gestão de pessoas e talentos, no âmbito da conferência de abertura da 11.ª Semana da Empregabilidade do Politécnico de Setúbal(IPS), dedicada à temática “Inteligência Artificial e Inteligência Emocional: do que depende o futuro do recrutamento?”.

 

Andreia Reis, head of Talent Attraction and Acquisition da consultora EY, enumerou as vantagens da IA, nomeadamente na tarefa de triagem curricular. “Após validação dos currículos, chamávamos anualmente cerca de 1.200 pessoas para entrevistas presenciais, o que era um investimento muito grande, em espaço, tempo e também em recursos humanos. Desde 2019 estamos a automatizar as duas primeiras fases do processo e reduzimos as entrevistas para 600”.

Descrevendo um processo semelhante, Vânia Borges, diretora de Recursos Humanos da Adecco Portugal, referiu que, “acima de tudo, o que se pretende com o recurso à IA é libertar os recrutadores sobretudo para a interação humana, para a parte relacional, nas entrevistas, em que é preciso passar tempo com os candidatos para os conhecer”.

Já Rui Marques, coordenador do Relational Lab, explicou porque é que, em seu entender, “o futuro depende da inteligência relacional”, sendo que “somos seres relacionais, desde o útero até ao leito de morte”. No contexto da empregabilidade, sublinhou, “inteligência relacional é a competência que permite equilibrar tecnologia e humanização, estratégia e empatia, individualidade e colaboração, garantindo que as relações profissionais são geradoras de desenvolvimento sustentável para pessoas, equipas e organizações”.

A 11.ª Semana da Empregabilidade do IPS prossegue até sexta-feira, dia 14, com um programa pontuado por vários momentos de interação entre estudantes e potenciais empregadores, nomeadamente na Feira de Emprego, nos dias 12 e 13 de março, que reúne mais de 120 empresas e organizações.

Organizada em parceria com a Associação Académica (AAIPS) desde a primeira edição, a iniciativa “já se tornou uma referência nacional no apoio à inserção profissional dos estudantes e recém-diplomados”, que, ano após ano, “reforça o compromisso do IPS com a qualificação, a inovação e o futuro do trabalho”, tal como referiu na sessão de abertura a presidente da instituição, Ângela Lemos, lembrando também que o IPS se mantém como “o politécnico com a menor taxa de desemprego a nível nacional, tendo alguns cursos uma taxa de 0%”.

"O poder da Marca: como a Marca Pessoal e Empresarial podem impulsionar o sucesso profissional" é o tema da palestra que marca o arranque do programa de amanhã, dia 11, a cargo dos gestores de talento João Antunes, do grupo Inditex, e de João Rodrigues, da Aubay Portugal. À tarde, o programa prossegue com a mesa-redonda "Top Employers 2025: o que procuram as melhores empresas e organizações?”, com a presença dos especialistas em Recursos Humanos Fábio Alves, do Santander Portugal, e Suzel Caldas, da Inetum Portugal, com moderação de Luís Sottomayor, da Talent Portugal.

O programa detalhado está disponível em www.ips.pt.