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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Mostra de Artes Performativas em Setúbal

 

QUI 7 A SÁB 16 JUL I Paula Moita I A Morte deu à Luz uma Ideia I A Gráfica (inauguração a 7 de julho às 19h)

Imaginando que nos davam uma sentença de morte onde não teríamos mais que uma semana de vida. O que faríamos de diferente? “A Morte deu à luz uma ideia"é um jardim etéreo, um lugar em que a linha entre o céu e a terra não é percetível, onde são sepultados os arrependimentos mais comuns dos seres humanos.

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QUI 7 DE JUL I 21h30 & 22h30 I Tânia Dinis I Impressões I A Gráfica

Impressões, criado especificamente para o contexto de Setúbal e d’A Gráfica, é uma criação com o seu caracter ficcional, que parte das memórias e da partilha de imagens e outros documentos, de um grupo de participantes ligados à cidade, à sua história, à indústria gráfica, um ritual, uma rotina, também ela familiar, como é o álbum fotográfico: testemunha e depositária de histórias. 

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SEX 8 DE JUL I 21h30 I André e. Teodósio e José Maria Vieira Mendes I Info Maníaco I 21h30 I A Gráfica

INFO MANÍACO é uma rememoração em tempos de Praga, uma deambulação que vai dos histriones que atuavam na Roma Antiga ao som da flauta até ao conhecimento quântico do nosso presente. Um one-man-show com um humano a repensar a sua entidade figurativa num dia que contém todos os dias e todos os tempos.

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SÁB 9 DE JUL I das 11h00 às 12h30 I André Moniz | Cátia Terrinca | Canto Ondo | Catarina Caetano | Daniel Gonçalves | Figa - Companhia XPTO I Guilherme Ferreira |Inês Oliveira | Iris Wickings I João Bordeira | Lígia Soares | Patrícia Lima| Ricardo Galvão | Tatiana Gomes I Performances no Bairro I Baixa da Cidade (Rua Antão Girão; Rua Dr. Paula Borba; Rua da Velha Alfândega; Rua Arronches Junqueira)

Desafiámos vários artistas de diferentes áreas artísticas a criar um projeto pensado para o espaço “público”, montras do comércio local e janelas de casas particulares. O tema comum é a proximidade, que se pode manifestar de diferentes formas.

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SÁB 9 DE JUL I 21h30 I Rui Paixão I Albano I A Gráfica

A partir de lugares mitológicos e filosóficos, e da exploração da personagem de Albano Beirão, Rui Paixão questiona o seu lugar enquanto palhaço, mas também o do público enquanto público e, eventualmente, enquanto palhaço também.

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SÁB 9 & DOM 10 DE JUL I vários horários I Imagerie - Casa de Imagens I Latas na Cidade I Vários locais

Esta é uma atividade que se desenvolve a partir da relação da comunidade com o território, através da distribuição, pelo espaço público, de latas transformadas em câmaras pinhole, com o rótulo: Eu não sou uma lata, sou uma câmara fotográfica! Usa-me!

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MINI-MAPS

DOM 10 DE JUL

 

das 15h00 às 18h00 I Tombs Creatius I A Estranha Viagem do Sr. Tonet I Jardim do Bonfim

Explora o fascinante mundo de som, luz e movimento do Senhor Tonet! As lindas construções de madeira da Tombs Creatius contam-nos as histórias vivas das viagens do Sr. Tonet, através de nove jogos interativos. Presta muita atenção – só existe um Sr. Tonet!

 

15h30 & 18h00 I Acert I A Ilha Desconhecida I Jardim do Bonfim

No seu conto, José Saramago convida-nos a uma viagem em “que é necessário sair da ilha para ver a ilha, que não nos vemos se não saímos de nós”. A música, território de eleição dos intérpretes, pisca o olho sedutor ao argumento, deixando-o fluir encantatoriamente.

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QUI 14 DE JUL I 21h30 I Gaya de Medeiros I Atlas na Boca I A Gráfica

Atlas da Boca é uma investigação de dois corpos trans acerca da boca como lugar de intersecção entre a palavra, a identidade e a voz, o público e o privado, o erotismo e a política. Busca novas narrativas, explorando os verbetes que se abrem da boca para fora e que se leem da boca para dentro.

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SEX 15 DE JUL I 21h30 I Mário Coelho I I’m Still Excited I A Gráfica

Uma história de “Boy meets girl” e “Girl meets boy”, I'M STILL EXCITED fala sobre o fim de uma relação entre duas pessoas, inseridas num cenário de festa, que é também um ensaio de teatro. Revelar mais poderia destruir a surpresa.

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SÁB 16 DE JUL I 21h30 I Filipa Francisco e Bruno Cochat I Nu Meio - Bailão I A Gráfica

NU MEIO ironiza a relação de um casal tipicamente português que se refugia no fado e no “maldizer”. O Homem – Firmino - demarca um território no meio do palco de onde as duas personagens não podem sair. A Mulher – Mila - tenta obsessivamente trepar, agarrar, sufocar este “homem-montanha”.

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SÁB 9 & 16 DE JUL I 18H00 I CONVERSAS I FOmE I A Gráfica

À Semelhança do que já vem sendo habitual nas edições anteriores teremos duas conversas / encontros, onde convidamos o público a participar, nesta edição sendo o tema “a proximidade”, vamos convocar participantes não profissionais que participaram em residências artísticas n’A Gráfica e os nossos “vizinhos” do Bairro de São Domingos.

 

Após as apresentações o público é convidado a participar numa conversa pós-espetáculo com as equipas artísticas.

Todas as sessões são de acesso gratuito

Clube de Leitura do Politécnico de Setúbal convida José Milhazes

 

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José Milhazes, considerado o grande especialista português sobre a Rússia, vai ser o próximo convidado do Clube de Leitura do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), em sessão agendada para o próximo dia 25 de maio, quarta-feira, pelas 13h00, na biblioteca do edifício da ESCE/ESS.

Clube de Leitura é uma iniciativa mensal das Bibliotecas IPS e do Programa Desenvolver + Oxigénio, propondo-se criar um espaço de fruição e de partilha de experiências de leitura, desta vez em torno do livro “A mais breve história da Rússia – Dos Eslavos a Putin”, obra recém-publicada. 

Neste trabalho, que inclui dezenas de fotografias e mapas, além de uma cronologia e de bibliografia aconselhada, o autor dá a conhecer a geografia, os povos, as grandes figuras, efemérides e feitos deste país colossal que presentemente domina a atualidade informativa.

José Milhazes nasceu e cresceu na Póvoa de Varzim, mas foi na antiga União Soviética que se formou em História da Rússia, na Universidade Estatal de Moscovo, estabelecendo-se naquele país enquanto tradutor de obras literárias e políticas. A partir de 1989, começa a fazer trabalho jornalístico em vários órgãos de comunicação social portugueses e em 2013 é distinguido com a Ordem do Mérito da República Portuguesa.

É autor de quase duas dezenas de títulos, entre eles “As Minhas Aventuras no País dos Sovietes”, “Cunhal, Brejnev e o 25 de Abril” e “A Mensagem de Fátima na Rússia”.

O Clube de Leitura dos IPS dirige-se a todos os que cultivam o gosto pela leitura.  Devido ao número limitado de lugares, é aconselhada a inscrição aqui.

 

 

Politécnico de Setúbal acolhe festival de cinema e cidadania

 

Secção “Ativa-te!” do CLIT é uma parceria entre a associação Festroia e o IPS

Festival CLIT – Cinema em Locais Inusitados e Temporários regressa hoje a Setúbal, oferecendo, até ao próximo dia 22, 92 filmes de mais de 30 países, quatro deles exibidos no Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), através da secção “Ativa-te!”, que resulta de uma parceria entre a instituição de ensino e a Associação Cultural Festroia.

O evento, que se distingue por cruzar sétima arte e cidadania, arranca esta noite, na Casa da Cultura, ocupando ao longo de duas semanas vários locais da cidade com sessões de exibição e debate. Os temas a abordar incluem a proteção animal, a deficiência, a saúde reprodutiva, a educação, os sistemas agroalimentares, o trabalho digno e a educação na natureza, sempre com a presença de vários realizadores e de especialistas nas várias temáticas. Quinta de Alcube, APPACDM, União Setubalense,  Caritas da Bela Vista e Museu do Trabalho são outros dos espaços de passagem do “Ativa-te!”.

 

Destaca-se na programação da secção – projeto com o patrocínio exclusivo do Programa Cidadãos Ativos/EEA Grants, gerido em Portugal pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Fundação Bissaya Barreto – o dia 17 de maio, terça-feira, com duas sessões a decorrer no Auditório Nobre do IPS, dedicadas às temáticas da violência doméstica e dos direitos LGBT, com a presença de realizadores, ativistas e  técnicos, nomeadamente de entidades como a Câmara Municipal de Setúbal, a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) e a ILGA Portugal.

 

Ainda no âmbito deste projeto, na manhã de 22 de maio, Dia Internacional da Biodiversidade, está prevista uma ação de recolha de beatas na zona ribeirinha de Setúbal, em parceria com a Feel4Planet e aberta a quem quiser alinhar nesta eco-iniciativa. À tarde, pelas 16h00, a secção Ativa-te! ruma até à Biovilla, cooperativa para o desenvolvimento sustentável, para uma sessão de cinema e debate à volta do tema “Educação e natureza”.

 

A segunda edição do CLIT volta a ter entrada gratuita em todas as sessões, apresentando quatro estreias mundiais, 13 estreias internacionais, 26 estreias lusófonas, seis estreias europeias e 15 estreias nacionais.

 

A programação detalhada pode ser consultada aqui.

 

Estudantes do IPS dinamizam formação em competências digitais para idosos de Setúbal

 

Estudantes do Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) vão dinamizar, na próxima quarta-feira, dia 20, uma ação de formação que visa aumentar as competências digitais dos idosos do concelho, contribuindo para uma maior autonomia e segurança no mundo das tecnologias da informação e diminuição do impacto do isolamento na terceira idade.

A iniciativa, que decorre entre as 10h00 e as 16h00, nos laboratórios de informática da Escola Superior de Ciências Empresariais (ESCE/IPS), resulta de uma parceria com a Câmara Municipal de Setúbal, ficando a cargo de estudantes da licenciatura em Gestão de Sistemas de Informação.

 

Entre outras ferramentas preciosas na era digital, os cerca de 100 formandos inscritos vão aprender como criar uma conta de email, realizar pesquisas na internet ou comunicar por videoconferência. Serão ainda abordadas as redes sociais e as principais regras de segurança a ter em conta nas navegações pelo mundo digital, estando igualmente prevista uma sessão sobre a utilização do telemóvel.

 

Nesta iniciativa o IPS conta com o envolvimento do Grupo EnvelheSeres, que integranomeadamente o projeto De Mãos Dadas, a Junta de Freguesia de S. Sebastião (Projeto MaiorIdade), o Centro Comunitário de S. Sebastião e o Centro Comunitário da União de Freguesias de Setúbal.

 

O IPS é hoje um parceiro privilegiado e reconhecido pela sua comunidade envolvente, fruto das parcerias que vem aprofundando com diversas instituições do território, nas suas várias áreas de formação e de intervenção. Fruto desse trabalho, foi já distinguido com dois prémios (2020) e uma menção honrosa (2021) no âmbito da iniciativa Reconhecimento de Práticas em Responsabilidade Social e Sustentabilidade (RPRSS), promovida pela Associação Portuguesa de Ética Empresarial (APEE).

 

As suas boas práticas na área da Responsabilidade Social/Sustentabilidade foram igualmente reconhecidas em 2019, com o Prémio de Voluntariado Universitário (PVU), promovido pelo Banco Santander, edição em que foi simultaneamente merecedor da menção honrosa Instituição de Ensino Superior + Voluntária.

 

 

Seminário “Dar Asas ao Saber” homenageia Edgar Morin

 

Seminário “Dar Asas ao Saber” homenageia Edgar Morin

“Diálogos multi, inter e transdisciplinares” | 25 e 26 de março na ESE/IPS

 

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Instituto Politécnico de Setúbal (IPS), através do seu Centro de Investigação em Educação e Formação (CIEF), promove, entre os próximos dias 25 e 26 de março, a 2ª edição do seminário “Dar Asas ao Saber”, que pretende ser um fórum de reflexão e debate, este ano em torno do papel da educação enquanto ferramenta de compreensão do mundo complexo e imprevisível em que nos situamos.

 

A iniciativa, que decorre nas instalações da Escola Superior de Educação (ESE/IPS), em registo misto (online e presencial), tem como tema “Diálogos multi, inter e transdisciplinares”, numa homenagem ao pensador francês Edgar Morin, que alertou para os riscos da compartimentação dos saberes na tentativa de compreender o mundo em toda a sua diversidade.

 

Autor de “Os sete saberes para a Educação do futuro”, o filósofo e sociólogo que cumpre já um século de vida, inspira a abordagem temática deste encontro que decorre ao longo de dois dias, abrindo com uma conferência a cargo de Joana Rato, neuropsicóloga, docente e investigadora da Universidade Católica Portuguesa, sobre “O ciclo de aprendizagem pela lente transdisciplinar (mente, cérebro e educação)”.

 

Seguem-se dois painéis temáticos, abordando a interdisciplinaridade enquanto ponto de partida e como interação, com a contribuição de académicos de várias instituições de ensino,  várias oficinas, e um período de apresentação de comunicações livres subordinadas a seis eixos temáticos.

 

As inscrições, gratuitas para os estudantes do Ensino Superior, estão a decorrer até  ao próximo dia 20 de março. As propostas de apresentação de comunicação ou póster devem ser submetidas até 06 de março.

 

Para conhecer o programa detalhado e efetuar inscrição, consultar a página do seminário, em http://projetos.ese.ips.pt/cief2022.

Politécnico de Setúbal dedica semana à sustentabilidade ambiental

 

Palestra com o jovem cientista e ativista Fionn Ferreira entre as iniciativas previstas

 

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Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) inaugura na próxima segunda-feira, Dia Mundial da Árvore, umaEstação da Biodiversidade e dois Biospots nos campi de Setúbal e do Barreiro, dando assim início a uma semana de atividades de reflexão sobre as questões da sustentabilidade ambiental à escala regional, nacional e planetária.

 

Tendo o sobreiro como espécie dominante, a Estação da Biodiversidade do campus de Setúbal, a inaugurar pelas 14h00 do dia 21, é um percurso pedestre com cerca de 2 quilómetros guiado por oito painéis, que permitirão à comunidade IPS e visitantes consultar imagens e informação científica sobre a diversidade biológica deste território e os serviços desempenhados nos ecossistemas, numa seleção de 46 espécies.

 

Os dois  Biospots, a inaugurar na Escola Superior de Tecnologia do Barreiro (ESTBarreiro/IPS), pelas 12h00, pretendem igualmente constituir um “guia de campo” sobre a fauna e flora que têm refúgio no “montado atrás da escola” – aves como o gaio, a poupa, o melro-preto, ou plantas como o sanganho ou o trovisco.

 

As novas estruturas são o culminar de um trabalho de estudo e divulgação do património natural dos campi do IPS, envolvendo a comunidade académica e outros parceiros, e pretendem ser um alerta para a urgência da conservação e reabilitação dos ecossistemas terrestres existentes. Para assinalar a efeméride, o IPS promove igualmente, em cada um dos locais, ações de plantação de árvores e arbustos autóctones.

 

Prosseguindo com a semana temática, no dia 22 de março é assinalado o Dia Mundial da Água com a conferência “O efeito das alterações climáticas nas atividades económicas do distrito de Setúbal”, a ter lugar no Auditório Nobre do IPS, a partir das 10h00, em formato misto (presencial e online). São oradores convidados Filipe Duarte Santos, presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável, Nuno Maia, presidente da Associação da Indústria da Península de Setúbal, Jaime Melo Batista, presidente do Conselho de Administração da LIS-Water – Lisbon International Centre for Water, e Domingos dos Santos, vice-presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal. O encontro de especialistas será moderado por Carla Gomes, diplomada do IPS e investigadora da equipa da Universidade de Lisboa que coordena a área de Sociedade, Governança e Política do projeto europeu B-WaterSmart.

 

23 de março, o IPS associa-se ao projeto “Ativa-te!”*, promovido pela Associação Cultural Festroia, recebendo no seu Auditório Nobre, a partir das 10h00, o jovem cientista luso-irlandês Fionn Ferreira, que falará sobre “Plástico, Economia Circular e Sustentabilidade”, com base na sua própria experiência de criador de um método para combater a poluição dos oceanos, pelo qual foi premiado na Google Science Fair 2019. Também empreendedor e ativista ambiental, Fionn Ferreira é um dos 30 nomes da prestigiada lista “Forbes Under 30 – Europe 2021”.

 

Pelas 14h30, no mesmo espaço, será exibido o documentário  “The plastic hike”, numa sessão que contará com a presença de Andreas Noe (The Trash Traveler), o protagonista do documentário, e dos realizadores Carolina Semrau e Augusto Lima. O filme, que se centra sobre a problemática do lixo marinho na costa continental portuguesa, terá exibição simultânea no campus do Barreiro do IPS e serve como aperitivo aos jogos de tabuleiro de temática ambiental que serão dinamizados no dia 24 de março, pelas 14h30, no átrio da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal (ESTSetúbal/IPS), também a cargo da dupla de cineastas.

 

Todas as iniciativas são de acesso livre e gratuito. A programação está disponível em www.ips.pt

CÍRCULO DE JAZZ DE SETÚBAL

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O jazz está de regresso a Setúbal.

O Circulo de Jazz, promovido pela Câmara Municipal de Setúbal, apresenta, de 12 a 27 de fevereiro, mais de uma dezena de espetáculos, em várias salas da cidade.

 

Pelo Fórum Municipal Luísa Todi, Casa da Cultura de Setúbal e Sociedade Musical Capricho Setubalense vão passar nomes como Federico Pascucci,Kiko and the Refugees e Bernardo Moreira Sexteto.

 

Ao todo, 12 espetáculos completam a programação da 11ª edição do Circulo de Jazz Fest, por onde já passaram, entre outros, Mário Delgado Trio, Filipe Melo trio, Júlio Resende Trio, TGB, Sofia Vitória, Desidério Lázaro Quinteto, André Rosinha Quinteto, Nelson Cascais, Rodrigo Amado Quarteto, Miguel Amado Group, Broken Circuits Quartet (Holanda), Cláudia Franco, Bruno Pernadas, Tatiana Cobbett (Brasil), Mário Laginha Trio, Carlos Bica, Maria João, João Mortágua Quarteto e Samuel Gapp Trio & String Quartet.

 

Além dos espetáculos, com objetivo de captar e fidelizar públicos na área do Jazz, a programação do Circulo de Jazz de Setúbal oferece ainda Workshops e Master Classes, divulgando e enriquecendo a oferta formativa nesta área.

 

Graças ao forte impulso dado pelo Círculo de Jazz, Setúbal assistiu à criação da escola de Jazz e Música Improvisada, da Sociedade Musical Capricho Setubalense, ao nascimento da Orquestra de Jazz de Setúbal e à multiplicação dos espetáculos de Jazz na cidade e no concelho.

 

No que diz respeito aos ingressos, os passes, que dão acesso aos concertos que vão ter lugar no Fórum Municipal Luísa Todi, estão disponíveis e podem ser adquiridos na Casa da Cultura de Setúbal. Os bilhetes para cada um dos espetáculos estão à venda nos locais onde se realizam os espetáculos, podendo ser adquiridos também na Internet, através da bilheteira www.bol.pt.  Todos os concertos after-hours, na Sociedade Musical Capricho Setubalense são de entrada livre. Os concertos pedagógicos são igualmente gratuitos.

 

 

Espectáculo "Por Que Não Posso?" Divulgação de Oficina de Teatro/Arte Inclusiva

POR QUE NÃO POSSO?”, o Teatro Fórum 

como forma de autodeterminação

Estreia na próxima quinta-feira, dia 10 de fevereiro, às 18h30, no Salão Nobre da Junta de Freguesia do Bonfim, a criação colectiva “Por Que Não Posso?”

É o culminar de 4 meses de trabalho, de criação de um espaço seguro e de liberdade onde se abordaram várias facetas da exclusão e da opressão. Histórias pessoais, sim, mas cruzadas com reflexões acerca de problemáticas e discriminações quotidianas das nossas sociedades, numa história que é de cada um e de todos.

“Por que não posso?” parte de um texto inédito de um dos participantes, o Ricardo Mestre, para questionar o condicionamento e recriminação social e familiar quando estão em causa escolhas de vida de cada um, - por exemplo, em ser artista - e é, ao mesmo tempo um diálogo crítico contra os julgamentos e preconceitos de que são vítimas todos aqueles que têm um aspecto diferente ou estereotipado.

 

Com a facilitação de Janne Schröder e Maria João Mota, artistas e formadoras da associação PELE.

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Por que não posso?”Interrogações permanentes de vidas suspensas. Olhares que julgam, corpos que desistem e sonhos aprisionados. Estes são os dias de muitos com quem nos cruzamos nas ruas, nas estações de metro … e de quem às vezes desviamos o olhar.“Por que não posso?” Esta história que contamos é feita de muitas histórias que se cruzam num lugar: o lugar da vontade, de um e de todos. Vontade de mudar! Vontade de bater o pé! Vontade de olhar de frente. Olhos nos olhos. 
 

Enquadramento

 

Esta oficina de Teatro Fórum, dinamizada pela PELE, integra o projecto SomoS - Existimos, Criamos, Somamos(P)Artes coordenado pela Apuro, integrado no Programa AIIA da Câmara Municipal do Porto.

Ao longo de 4 meses realizaram-se sessões regulares de reflexão, discussão e criação colectiva a partir de histórias do quotidiano, partilhadas pelo grupo.

O formato do Teatro Fórum propõe uma teatralização da realidade e, a partir dela, o ensaio de alternativas para a mudança. Não se pretende poetizar ou simplificar o processo complexo de transformação da realidade, mas que o Teatro permita, pelo menos, sentir a liberdade criativa, a troca de papéis, a reescrita de narrativas e que todo este processo contagie as nossas vidas e os nossos corpos, para a potência da acção colectiva.

Esta oficina teve como objetivo

- Estimular a reflexão, discussão e acção colectiva sobre temas que se revelem como urgentes para o grupo;

- Promover o contacto e experimentação com as linguagens artísticas - nomeadamente do Teatro Fórum;

- Exploração de diferentes técnicas do Teatro do Oprimido e interiorização de alguns dos seus princípios

- Criação coletiva de uma apresentação de Teatro Fórum.

 

O que é o Teatro Fórum?

Teatro Fórum é uma das ferramentas do Teatro do Oprimido, um movimento artístico/político criado por Augusto Boal na década de 60 do século passado no Brasil, inspirado pela corrente Freiriana da pedagogia do oprimido. Este método sistematiza exercícios, jogos e técnicas teatrais com o objectivo da desmecanização física e intelectual dos/as participantes permitindo o “ensaio” de alternativas para situações da vida quotidiana. Desta forma, o TO procura criar condições práticas para que o indivíduo se aproprie dos meios de produzir teatro ampliando as suas possibilidades de expressão. Uma característica fundamental do TO é estabelecer uma comunicação directa, activa e participada entre espectadores e actores. Boal fala mesmo do “espect-actor”, remetendo para a ideia de o individuo poder alternar entre fases de espectador da acção e de actor dessa mesma acção “exercitando-se para a acção na vida real e tomando conhecimento das possíveis consequências das suas acções”

 

Ficha Artística

 

Criação Colectiva e Interpretação

Artur Pereira, Augusto José Luís, Carlos Medina, Cynthia Sousa,Daniela Couceiro, Emílio Costa,Fernando André, Fernando Sá Pinto, Francisca Carvalho, José Miguel Oliveira, Manuel Teixeira, Mara Barros, Miguel Monteiro, Vilma Ranito

 

Texto original- Ricardo Mestre

Facilitadoras de Teatro Fórum - Janne Schröder e Maria João Mota (PELE)

Músico- Pedro Santos

Mediação Socioeducativa - Mara Barros (EAPN)

Produção Apuro - Fernando André

Produção PELE - Beatriz Brás

Comunicação- Rui David (Apuro)

Apoio - ASAS de Ramalde, Junta de Freguesia do Bonfim



Informações

Data: 10 de fevereiro, das 18h30 às 21h00

Local: Salão Nobre da Junta de Freguesia do Bonfim

Público alvo: Geral

Entrada livre, mediante reserva obrigatória

Marcação de reservas: reservas.apuro@gmail.com

Contacto de Imprensa: Rui David - 919114740

 



Os antecedentes

A iniciativa está enquadrada no projeto “SOMOS”, Existimos, Criamos, Somamos (P)ARTES – no âmbito de uma candidatura da Câmara Municipal do Porto ao Programa Operacional Norte 2020 do AIIA - Abordagens Integradas para a Inclusão Ativa, com o qual se pretende reforçar e qualificar o ecossistema de empreendedorismo social do Porto e capacitar, organizar, alinhar e mobilizar os agentes envolvidos na inovação social e, mais concretamente, na capacitação e integração social pela arte.

 



As (p)artes de um todo

Depois da iniciativa “Quem És Porto” - Bibliotecas Vivas, que reuniu em outubro várias dezenas de participantes decididos a contar a sua história de vida, esta oficina de Teatro Forúm é a segunda de três oficinas artísticas que compõem o projeto “SOMOS”, Existimos, Criamos, Somamos (P)ARTES e que entre 2021 e 2022 estão a trabalhar com diferentes grupos de pessoas em situação de vulnerabilidade social. E estas duas oficinas servirão de ponto de partida para um espetáculo final, a partir de um texto cénico que será construído a partir da experiência e dos contributos dos participantes das oficinas anteriores, ao qual se juntará uma estrutura artística profissional.

Se nas primeiras oficinas o centro é cada um dos participantes, nesta última, o centro será algo exterior a todos – um espetáculo! – em que todos e cada um contam como uma parte fundamental de um puzzle que ficará incompleto se alguma peça faltar. Da parte dos criadores há esta noção clara: “Nós precisamos de vocês, nós precisamos da vossa ajuda”. Estas são as bases da igualdade, da inter-dependência, da empatia que queremos que sejam a base de todo o processo, um processo em que pessoas em situação de vulnerabilidade se irão confrontar com a sua afirmação, proferindo frases empoderadoras como “Eu sou ator”, “Eu tenho a missão de interpretar esta personagem”, “Eu tenho a missão de fazer este espetáculo”, “Todos dependem de mim e eu dependo de todos”.

Este “Espetáculo P'ra Cidade” será dirigido pela Apuro Associação Cultural e Filantrópica e tem data prevista de estreia no segundo trimestre de 2022.



As (p)artes envolvidas

Saber Compreender

A Saber Compreender existe formalmente desde novembro de 2017 sendo uma organização sem fins lucrativos cuja missão é promover uma sociedade mais inclusiva, na qual, através do ativismo, as pessoas social e economicamente vulneráveis, em situação de privação, exclusão e risco, tenham acesso a condições para uma vida digna. Neste sentido as nossas ações orientam-se para o acompanhamento personalizado e individualizado dos cidadãos, promovendo a sua participação e envolvimento nos seus processos de inclusão e na defesa dos direitos humanos e em causas sociais. A este nível, importa referir que a Saber Compreender possui um Conselho Consultivo (que é constituído fundamentalmente por pessoas que vivenciam ou vivenciaram situações de sem-abrigo ou outro tipo de exclusão) onde impera o princípio da participação e onde a voz dos cidadãos na primeira pessoa é primordial. Para promover a voz dos cidadãos, a Associação tem apostado no desenvolvimento de metodologias participativas como por exemplo o Photovoice e as Bibliotecas Vivas onde os cidadãos são os verdadeiros protagonistas da ação. No entanto, temos consciência que estes processos não são fáceis e que nem todos os cidadãos se encontram no mesmo nível de participação. Por isso, temos de garantir as condições mínimas para que a participação se concretize: respeitar os interesses e as perceções das pessoas; tempo para participar e sobretudo informação. Muito dificilmente conseguiremos a participação das pessoas se estas não tiverem informação suficiente sobre as questões em análise e/ou em discussão. Por isso, a Saber Compreender possui know-how no desenvolvimento de processos participativos e a identificação de pessoas com estas vivências é facilitado pelo trabalho de proximidade que a associação desenvolve diariamente com estes públicos.

 

PELE, Associação Social e Cultural

 

A PELE é um coletivo que desenvolve projetos de criação artística enquanto espaços de reflexão, ação e participação cívica e política, potenciando processos de transformação individual e coletiva. Desde 2007 procura que a sua atuação se mantenha alinhada com as urgências dos territórios e das comunidades, privilegiando a acessibilidade e a participação artística em múltiplas centralidades. Através do cruzamento de públicos, sectores, linguagens artísticas, territórios e parceiros, gera espaços de tomada de decisão horizontais e modelos alternativos de criação coletiva.  

APURO, Associação Cultural e Filantrópica

A Apuro – Associação Cultural e Filantrópica foi fundada em 2012 e desde então produziu 76 produções culturais nas suas diversas áreas de atuação: Cinema, Teatro, Spoken Words, Novo-Circo, Música e Edição de Livros que correspondem a mais de 260 eventos.

Apoiou vários intermitentes do espetáculo e cidadãos em situação de carência e foi coordenadora do Eixo “Vozes do Silêncio” do NPISA – Porto entre 2016 e 2018. Com a nova estratégia nacional para os sem-abrigo, integra o “Eixo 4 – Participação e Cidadania” do NPISA. É membro da Rede Social do Porto.

Colaborou também com a Associação do Porto de Paralisia Cerebral tendo editado dois livros associados à mesma.

A Apuro conta com mais de 100 associados e estabeleceu-se como uma rede dinâmica de produção cultural e apoio social.

Arte e ecologia: exposição Sustentar chega ao Algarve e fica até março

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A Galeria de Arte do Convento Espírito Santo, em Loulé, acolhe a partir de amanhã a exposição itinerante “Sustentar”, produzida e organizada pela plataforma Ci.CLO. Até dia 3 de março, pode visitar-se a exposição que apresenta a visão de seis artistas sobre seis iniciativas ligadas à sustentabilidade em diferentes territórios nacionais.

 

Depois de alguns meses no Alentejo, a Sustentar desce ao Algarve para apresentar a exposição num outro concelho participante no projeto, Loulé. De dia 4 de fevereiro a 3 de março, na Galeria de Arte do Convento Espírito Santo, em Loulé, será possível conhecer os projetos artísticos resultado de meses de trabalho focados em iniciativas experimentais na área da sustentabilidade. A entrada na exposição é gratuita, de terça a sexta-feira das 09h30 às 17h30 e ao sábado das 09h30 às 16h00.

 

Através do “Sustentar”, a Ci.CLO pretende criar uma plataforma de projetos artísticos com apoio curatorial tendo como eixo temático a sustentabilidade, contribuindo para uma maior consciencialização crítica sobre as vulnerabilidades ecológicas e sociais que enfrentamos.

 

No município de Loulé, Nuno Barroso teve oportunidade de conhecer o Geoparque Algarvensis Loulé-Silves-Albufeira e suas pessoas, iniciando a obra Geoparque. Nesta série de fotografias, está contida a história da Terra e de um território singular que é o Algarve, onde a beira mar, o barrocal e a serra estão interligados horizontalmente numa série de camadas sobrepostas. Um trabalho que especula sobre os paradigmas deste território através da exploração da multirrealidade em torno da agricultura, energia e atividade turística e que pode ser conhecido na sua cidade natal.

 

A exposição integra também os trabalhos de outros cinco artistas e territórios. Sobre as alterações climáticas em Mértola, veja-se o projeto de Evgenia Emets, a “Arte de Sombrear o Sol”. Também sobre a resiliência de um território face aos desafios climáticos, apresenta-se O Leito do Rio”, de Samuel Mountford, desenvolvido no Parque de Noudar, em Mourão. Maria Oliveira, em “De Vagar o Mar”, cria um cenário metafórico nas salinas da Figueira da Foz. O projeto “Em Plena Luz” da Elisa Azevedo reflete a inovação da captação de luz solar em Évora. Setúbal está representado por “Hoje, Translúcido” de Margarida Reis Pereira, que aborda as memórias e identidade dos bairros do Grito do Povo e dos Pescadores. 

 

A exposição “Sustentar” está até ao dia 3 de março em Loulé. No itinerário do projeto estão ainda Setúbal, 27 de maio a 19 de junho, e termina a viagem em Évora, de 30 de junho a 31 de julho.  Para acompanhar o percurso da Sustentar pode consultar o programa em https://ciclo.art/sustentar/sustentar-2020-21/.  

Assim foi a estreia de "Corpo Pequenino, Olhos de Gigante"

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SENSATEZ | João Navarro

Uma vida a dois é um desafio. Por vezes terminar uma relação não só é inevitável como recomendável até. Contudo também é verdade que há uma tendência crescente para se desistir facilmente sem fazer um esforço para encontrar caminhos possíveis quando há relações que se devem mesmo preservar. Tudo o que nos rodeia, desde a família aos amigos, do trabalho até aos nossos hobbies, impactam e roubam-nos tempo que, muitas vezes, nos deviam levar a parar, pensar e a tentar outra vez… “É uma questão de sensatez” !

descarregar (12).jpgJOÃO NAVARRO nasceu em Lisboa no ano de 1979, tendo passado a sua infância entre Parede e Cascais. Em 1990 dá os primeiros passos na música explorando um piano vertical antigo que a família tinha em casa. Em 1993 com 14 anos, estreia-se ao vivo numa banda de Blues – Rebel Blues Band. Em 1997, por motivos profissionais, muda-se para Coimbra, e é na cidade dos estudantes que nasce a sua primeira banda de originais – Capitães. JOÃO NAVARRO, autodidata, inicia-se no canto acompanhando-se ao piano, dando voz às suas composições - músicas e letras. Em 2003 edita o primeiro álbum com a banda Capitães “Contratempo”, a que se seguiram apresentações ao vivo por todo o país. Em 2005 é o início de um novo projeto de originais - Chauffeur Navarrus. Até 2010 grava vídeo-clip com Chauffeur Navarrus e realiza gravações do álbum “Estradas Locais” intercaladas com os concertos da banda. Surgem as primeiras temporadas nos palcos do Casino Lisboa e Estoril, entre outras passagens por vários palcos nacionais. Em 2012, JOÃO NAVARRO faz uma paragem musical e, em Viseu, conhece o pianista José Carmo. Durante cinco anos dedica-se à aprendizagem deste instrumento, estudando, exercitando e praticando novas técnicas e repertórios que lhe permitiram ganhar uma nova visão e abordagem ao piano. Nos últimos anos em que JOÃO NAVARRO viveu em Viseu, considerou a possibilidade de vir a trabalhar com um produtor e com músicos de referência no panorama musical nacional. Foi com a sua mudança e regresso definitivo a Cascais que permitiu concretizar o desejo e a oportunidade de gravar o primeiro disco em nome próprio. Mais próximo do estúdio de Nelson Canoa – Canoa Studios em Torres Vedras, a quem recorreu para trabalho de produção e seleção dos músicos, juntou-se uma pandemia que acabou por ser um acelerador para a realização deste projecto.
O disco "Limited Edition" ficará disponível em CD e será colocado nas plataformas de streaming a partir do dia 4 de março.