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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Nova temporada de CAFÉ CURTO apresentada ontem no Convento São Francisco

Nova temporada inicia-se já em Janeiro 
Candidaturas para MIC | Música Independente de Coimbra abrem a 15 de Janeiro 

 

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Foi ontem anunciado o novo ciclo de showcases semanais, que acontecem no Café Concerto Coimbra, com curadoria da Blue House e coprodução do Convento São Francisco, sendo financiado pela Câmara Municipal de Coimbra. 

O primeiro nome que foi apresentado é o de Martim Seabra. O Café Curto acontece às 19h30 e têm, como habitualmente, a duração de 30 minutos. 

Este ciclo surgiu em outubro de 2020, em contexto pandémico e foi-se adaptando, desenvolvendo e incorporando novas valências, ainda que mantendo a aposta em jovens artistas e projetos emergentes. 

Pelo palco do Café Concerto, já passaram 127 sessões do Café Curto. Para este primeiro trimestre, alguns dos nomes escolhidos, para além de Martim Seabra, serão: Miguel Gouveia & Paulo Soares (16 de Janeiro), Combo de Jazz EACMC (dia 23 de Janeiro), Francisco Fontes (6 de Fevereiro), Capital da Bulgária (5 de Março) e Malva (19 de Março). 

“O Café Curto e a sua continuidade são um bom exemplo do trabalho dialogante que a Câmara Municipal, através do Convento São Francisco, mantém com os agentes locais e demonstra a enorme recetividade e inclusão dos bons projetos artísticos neste grande equipamento municipal”, sublinha o presidente da CM de Coimbra. “É neste permanente diálogo com os agentes do concelho e de constantes desafios artísticos para o Convento São Francisco que queremos prosseguir”, conclui José Manuel Silva.


Para Ricardo Jerónimo, programador da Blue House, " aposta da programação do Café Curto, em 2024, continua a ser a diversidade. Seja no género ou nas influências musicais, no tipo de formação ou na origem geográfica, quem todas as terças-feiras aceita o convite para um Café Curto tem a oportunidade de assistir a um 'showcase' que pode apresentar estéticas de música pop, folk, world, electrónica ou jazz, entre outras. Ao longo da agenda semanal, procura-se também uma mescla equilibrada entre artistas emergentes e projectos já estabelecidos no panorama nacional e até internacional. 
A nossa visão de curadoria tem-se baseado na qualidade das propostas, às quais o público vem respondendo com uma consistente adesão. A informalidade inerente a um espaço de café-concerto tem sido igualmente considerada aquando da definição das actuações a programar, com um resultado coerente entre proximidade e valorização da apresentação artística."

João Silva, coordenador da Blue House, diz-nos "o Café Curto, em 2024, vai para o quinto ano, começou em outubro de 2020 em plena pandemia, e de ano para ano tentámos sempre criar e acrescentar novas dinâmicas ao ciclo de programação, principalmente com elementos ligados à criação e ao apoio dos artistas emergentes. Em 2024, teremos novos parceiros, alguns deles fora da Região de Coimbra, para que o ciclo e os seus artistas possam circular e mostrar o seu trabalho a outros públicos e continuarem o seu trabalho enquanto músicos e criadores.
Manteremos o MIC (Música Independente de Coimbra), criado em 2022 e que é uma convocatória aberta a novos artistas da região de Coimbra. Nos dois anos do MIC, selecionamos 12 artistas, com os quais trabalhámos em estúdio, gravámos um tema, preparámos a sua estreia em palco no Café Curto e juntamente com o Tiago Cerveira, filmámos um vídeo para cada um deles. Em 2024, o MIC irá voltar, sendo que desta vez o território será toda a zona centro, com o intuito de alargar o espectro de artistas que se podem candidatar, e fazendo parcerias com entidades que trabalham o apoio à criação nesses mesmos territórios, como é o caso da Associação APURA. Em 2024 serão selecionados mais 8 projectos, que terão mentores convidados para os ajudar a potenciar-se artística e profissionalmente. 
Em 2023 criámos o Café Duplo, uma residência artística expresso, que proporciona o encontro de dois artistas que não se conhecem, e que lhe coloca o desafio de preparar um espectáculo em 24 horas. Foi uma bela surpresa, pois fomos constantemente surpreendidos pela generosidade, profissionalismo e criatividade de todos os artistas a quem lançamos o desafio, e foram 20, em 10 residências. Em 2024 vamos continuar o Café Duplo, sendo que vamos manter com a extensão do ciclo ao Teatro Municipal de Bragança, que começou em setembro de 2023, e convidar também artistas visuais para criarem uma imagem que ilustre o tema que sairá de cada uma das residências artísticas. Lisa Teles, Claudia Guerreira e Bruno Lucas serão os três primeiros artistas convidados, para ilustrar as três primeiras residências."

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16 JAN | MIGUEL GOUVEIA E PAULO SOARES

Dia 16 de janeiro, o guitarrista Paulo Soares e o leitor Miguel Gouveia apresentam-se no Café Curto com um programa baseado nos Diários de Miguel Torga. Publicados em Coimbra entre 1941 e 1993, o conjunto de 16 volumes, um dos mais ambiciosos da literatura diarística do século XX, oferecem-nos uma singular visão de Portugal e do mundo. Como escreveu em Coimbra, a 3 de Agosto de 1970: “Este diário (…) não é uma crónica dos meus dias, mas a parábola deles.”

 

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23 JAN, 12 MAR | COMBO DE JAZZ EACMC

Os showcases ‘Combo de Jazz’ resultam de uma parceria com a Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra (EACMC). Os jovens músicos em fase de formação sobem ao palco do Café Concerto do Convento São Francisco para uma mostra do seu talento em construção, através de um concerto pautado por composições originais e clássicos standards de jazz. 

 

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06 FEV | FRANCISCO FONTES

Francisco Fontes entra no panorama da música como baterista autodidata, até assumir a sua carreira a solo no início de 2021 com o lançamento do EP “Gravidade”. As suas canções transcendem a voz e a guitarra, criando uma atmosfera aparentemente vulgar, onde a simplicidade permite, ao mesmo tempo, que cada poema se difunda de forma percetiva e singular. “Cosmopolita”, o seu novo disco, um acervo de canções que retratam sentimentos e histórias que acontecem no espaço urbano, foi lançado em outubro de 2023 pela Lay Down Recordings e apresentado no Musicbox Lisboa. 

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13 FEV | JANINE MATHIS

Janine Mathias é conhecida pela sua cadência musical. Radicada em Curitiba desde 2009, foi lá que nasceu profissionalmente para a música. Canta a autoestima da mulher Negra e celebra, em cada canção, a sua ancestralidade. Ela é samba, é RAP, é soul, é diversidade musical e cultural. Cantora, compositora, atriz e empreendedora cultural, já dividiu palco com grandes nomes como Criolo, Sandra de Sá, Fabiana Cozza e Nei Lopes. O seu segundo álbum a solo, “o RAP do meu Samba”, foi lançado em 2022 e conta com direção musical de Rodrigo Campos. Realiza a sua primeira tour internacional a convite de fãs que se tornaram amigos, criando novos caminhos e sensações para quem canta e para quem escuta.

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20 FEV | HIDDEN HORSE

Hidden Horse é a nova dupla dos fundadores de Beautify Junkyards. João Kyron é o alquimista responsável pelos sintetizadores e samplers, enquanto Tony Watts assume a percussão com peças que o próprio vai encontrando em velharias microfonadas e processadas por efeitos aliadas à bateria eletrónica. No segundo álbum de originais, “Incorporeal”, editado em vinil pela Holuzam em setembro de 2023, os Hidden Horse reforçam uma sonoridade personalizada de cariz eletrónico, entre o pós-industrial e correntes ambient contemporâneas, entre exercícios de desconstrução rítmica e experiências laboratoriais de texturas analógicas. 

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05 MAR | CAPITAL DA BULGÁRIA 

Capital da Bulgária é o nome artístico de Sofia Reis, cantora, compositora e produtora de Sintra. A artista, assinada pela Sony Music, já conta com quatro singles editados, todos eles integrantes do álbum de estreia que será editado no primeiro trimestre de 2024. Com uma capacidade única de abordar o que lhe vai na alma em potentes canções, ao mesmo tempo que comunica com o exterior num efeito espiral de humor e sentidos bem apurados, Capital da Bulgária já deu provas de todo o seu potencial na escrita, voz e até mesmo na produção. Dona de uma aptidão multifacetada, Capital da Bulgária tem deixado o seu cunho artístico em todos os processos de criação, desde a canção, ao design, à direção de fotografia e vídeo. Recusa os rótulos à música que faz e não sabe dizer se tem inspirações diretas, no entanto, sabe sim que tudo o que consome a alimenta. Nomes como Yebba, Labrinth, Bill Withers, Bo Burnham, Finneas, H.e.r., Rex Orange County, Victoria Monét, Yuri N5, T-Rex e Salvador Sobral fazem parte do seu dia a dia. 

 

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19 MAR | MALVA 

Carolina Viana deu-se a conhecer em redoma, dupla portuense de sonoridade rap e ritmo desconstruído e poético, que formou com a produtora Joana Rodrigues. Em 2023, dá um passo a solo para fora da redoma, em busca de uma linguagem individual. Assume a personalidade artística de Malva, nome dado às flores que aceleram a cicatrização de feridas, e edita o primeiro single ‘extremidades’. A estreia, em nome próprio, retrata os limites do corpo e da alma e os excessos conscientes e inconscientes dessas limitações, através de uma sonoridade crua e visceral. Após ‘extremidades’, colabora com INÊS APENAS na faixa ‘Tensa’, escrita por ambas e produzida por Joana Rodrigues, com entrada direta na EQUAL Global, playlist editorial do Spotify. Malva lança, agora, o primeiro álbum, ‘vens ou ficas’, que inclui os singles ‘extremidades’, ‘como se início’ e ‘manhã’.

 

Esta produção da Blue House é dividida ainda em mais dois segmentos: Café Duplo e MIC | Música Independente de Coimbra. 

Café Duplo

Na última sessão de cada mês, o ‘Café Curto’ proporciona um espetáculo de 60 minutos, fruto de um processo de sinergias e cocriação em ambiente de residência artística, em que dois artistas — sendo um originário da região de Coimbra/Centro — apresentam os seus temas e se juntam em palco para momentos musicais conjuntos e inéditos, desenvolvidos em residência prévia, no estúdio da Blue House.

Destes encontros, têm surgindo criações de Luís Figueiredo & Maree Lawn, Helder Bruno & Rui Maia, Diogo Alexandre & Ana Deus, João Mortágua HOLI & St James Park, Filipe Furtado Trio & Cabrita, Pedro Branco & José Valente, Mara Simpson & Diogo Mendes, Luca Argel & Vânia Couto e April Marmara & help!. Tendo estes últimos quatro encontros chegado ao Teatro Municipal de Bragança, na primeira extensão que este ciclo teve. 

Para o ano 2024 e já em janeiro, teremos uma parceria entre Tiago Saga & Surma. Em fevereiro e março, teremos Miguel Cordeiro & Nacho Casado e Paulo Vicente & Bia Maria, respetivamente. 

PARQUE NASCENTE INAUGURA PEÇA DE ARTE COLETIVA INSPIRADA NA NA SUA COMUNIDADE E NO PORTO

25 DE JUNHO | 19H00 | PISO 2

COM SHOWCASE DO CONCEITUADO PIANISTA JÚLIO RESENDE

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Para celebrar o amor incondicional e orgulho que os portuenses têm à sua cidade e à região do Porto, o Parque Nascente apresenta Azul Cale: uma peça de arte coletiva, composta por mais de 50 peças individuais, construídas em diferentes materiais e expostas ao longo de 25 metros suspensos. Poderá conhecer esta prova de amor ao Porto e à região a partir de 25 de junho.

 

A obra de arte coletiva inicia no piso 2 e termina no piso -3, tornando-se a maior peça alguma vez exposta no Parque Nascente. Composta por seis linhas que integram diferentes elementos ao longo de todo o seu comprimento, a peça é uma demonstração de amor à região composta por mais de 50 elementos suspensos.

 O processo para se chegar à Azul Cale iniciou em meados de 2021. O Parque Nascente tinha como objetivo criar um espaço para celebrar e homenagear a sua comunidade, oferecer algo único e diferenciador que orgulhasse todos. Neste sentido, lançou o Projeto #ArteComTodos, integrado no âmbito do projeto #MãosComVida, englobado na sua política de Actforgood. Numa primeira fase desenvolveram-se 2 workshops, que contaram com a participação de 20 pessoas, entre clientes e lojistas do centro comercial, que foram desafiadas a exprimir o que sentem pela região do Porto  através de desenhos e peças em plasticina. Destes workshops nasceram os vários elementos que compõe agora a peça em exposição.

 

A fase seguinte, envolveu o processo criativo de traduzir todos os elementos num único objeto de arte que pudesse ser exposto com a curadoria de Bruno Pereira do Lab Design / Departamento.

 

 Algumas das peças são palavras como Saudade, Amor, Tradição, Orgulho ou Vida. Outras remetem para monumentos da região, como as várias pontes sobre o Douro ou os Clérigos. Outras ainda são símbolos muito pessoais que os participantes do workshop quiseram evidenciar como lembrança da região.

A criação desta peça é um reflexo dos bons momentos que os clientes tem no Parque Nascente e, por isso, cada uma das peças foi pensada ao detalhe utilizando  cores vibrantes que nos transmitem a energia, felicidade e leveza da região, entre elas o amarelo, o rosa-choque, o verde fluorescente e púrpura. Sem nunca faltar o azul tão tradicionalmente associado.

A peça tem o nome de Azul Cale: conta a história que Portus Cale era uma antiga cidade da Galécia romana situada na atual região do Porto. Durante a Idade Média, a atual região, foi denominada como Condado Portucalense ficando conhecida como Porto Cale (Cale em grego quer dizer Belo).

 

Inaugura a 25 de junho às 19 horas com um concerto gratuito do Júlio Resende para todos os clientes e visitantes do Parque Nascente. Na área da exposição pode ainda ter a oportunidade de ver os testemunhos dos participantes e conhecer as caras e as histórias por trás das peças que compõe a Azul Cale.

 

Ao longo dos próximos meses o Parque Nascente irá promover  a visita de artistas das mais diversas áreas para que estes também nos possam mostrar como veem a cidade do Porto e em particular a sua interpretação da peça Azul Cale.

 

O Parque Nascente convida todos os apaixonados pela arte e pela região do Porto a verem de perto esta obra que é feita de e para a comunidade.

Doutores Palhaços invadem a FNAC para alegrar os mais pequenos

Parceria entre a FNAC e a Operação Nariz Vermelho decorre até 31 de Dezembro

 

 

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A FNAC e a Operação Nariz Vermelho juntam-se para tornar a época de Natal mais feliz para os mais pequenos, através do mote “Dá-lhes Sorrisos”. A parceria conta com diversos eventos nos fóruns, a partir já do dia de amanhã, 6 de dezembro, com a apresentação do livro que reúne a investigação científica sobreos benefícios da intervenção dos Doutores Palhaços junto das crianças hospitalizadas e das suas famílias- “Rir é o melhor remédio?” - na FNAC Mar Shopping, a partir das 19h30. O programa de eventos continua na semana seguinte com o Workshop Pais e Filhos, que decorre no dia 15 de dezembro (sábado), às 15h, na FNAC Colombo. E no dia 16 de dezembro (domingo), com o Showcase dos Doutores Palhaços, que decorre na FNAC Cascais, com hora marcada para as 15h. 

Ainda no âmbito desta parceria solidária, que teve início no dia 16 de novembro e termina a 31 de dezembro, estarão disponíveis, em todas as lojas FNAC e em fnac.pt, alguns artigos da Operação Nariz Vermelho cujo valor de venda reverte na totalidade a favor desta instituição. 

 

Consulte a programação completa: 

  • Dia 6 de dezembro, às 19h30, na FNAC Mar Shopping - Apresentação do livro “Rir é o melhor remédio”; 
  • Dia 15 de dezembro, às 15h, na FNAC Colombo – Workshop Pais e Filhos; 
  • Dia 16 de dezembro, às 15h, na FNAC Cascais – Showcase Doutores Palhaço.