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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Exposição Quem és tu? em Sines e Faro até ao final do ano

Exposição Quem és tu? – um teatro nacional a olhar para o país em Sines e Faro até ao final do ano

 

Exposição Quem és tu, Sines_©JoãoVersosRoldã

Até ao final do ano, a Exposição Quem és tu? — Um teatro nacional a olhar para o país estará patente em Sines, no Centro de Artes, até ao próximo dia 18 de novembro, e em Faro, no Teatro das Figuras, entre 24 de novembro e 16 de dezembro.

 

Quem és tu? recupera a relação da Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro, à qual, no final de 1929, foi concessionado o Teatro Nacional D. Maria II, com o país. Resultado de uma parceria entre o D. Maria II, a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril e o Museu Nacional do Teatro e da Dança, a exposição tem curadoria do programador cultural Tiago Bartolomeu Costa.

 

“Tem sido um privilégio trabalhar em parceria com a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril e com o Museu Nacional do Teatro e da Dança para conceber e difundir a Exposição «Quem és tu? — Um teatro nacional a olhar para o país», um rigoroso trabalho do curador Tiago Bartolomeu Costa, que constitui um contributo original e significativo para a historiografia do teatro em Portugal”, afirma Rui Catarino, Presidente do Conselho de Administração do Teatro Nacional D. Maria II.

 

“Um retrato de quase 100 anos da complexa história do Teatro Nacional D. Maria II, e do teatro em Portugal, em permanente ligação com os seus contextos políticos e sociais, esta exposição leva a todo o país uma oportunidade única de compreender melhor a relevância do teatro português e a forma como espelhou e foi catalisador de mudanças do nosso país. Só com o esforço conjunto da equipa do D. Maria II e de todos os parceiros envolvidos, é possível empreender uma operação com esta escala”, conclui.  

 

Maria Inácia Rezola, Comissária Executiva, afirma: “Queremos tirar partido das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril para promover um maior conhecimento do passado, indispensável à reflexão sobre o futuro. Pretendemos que os 50 anos de liberdade e democracia deem o mote para construirmos uma sociedade mais participativa, plural e democrática, e a Cultura, materializada em iniciativas como esta, é imprescindível neste caminho”.

 

A exposição em Sines e Faro: visitas guiadas, debates e oficinas para famílias

O Centro de Artes de Sines recebe a exposição «Quem és tu? — Um teatro nacional a olhar para o país» até ao dia 18 de novembro.

 

Sines é o sétimo concelho do país onde esta exposição está patente e o único onde serão expostos um Telão da autoria de Graça Morais – construído em 1995, para a peça Ricardo II, de William Shakespeare, com encenação de Carlos Avilez, e apresentado pela primeira vez em contexto expositivo – e o Cenário-tapeçaria que Abílio de Mattos e Silva criou e desenhou para o espetáculo de reabertura do Teatro Nacional D. Maria II, em maio de 1978, após o incêndio que destruiu o edifício em 1964. O espetáculo de reabertura era composto por Auto da Geração Humana, atribuído a Gil Vicente, e o Alfageme de Santarém, de Almeida Garrett. Nesta exposição, recria-se, de uma forma simbólica, o espaço cénico da peça Auto da Geração Humana, através das tapeçarias/telões de Abílio de Mattos e Silva, bem como do figurino usado em cena por Eunice Muñoz, desenhado pelo mesmo artista.

 

Estas duas peças revestem-se de elevado valor patrimonial e histórico, tanto para a história do Teatro Nacional D. Maria II como do teatro português.

 

Neste concelho, está ainda agendada uma visita guiada à exposição com o curador, no dia 17 de novembro, sexta-feira, às 14h30. Na mesma data, pelas 16h30, tem lugar o debate «Mitos, mitologias, ficção e identidade», com moderação de Tiago Bartolomeu Costa.

 

No dia 18 de novembro, domingo, às 15h, acontece uma Oficina para Famílias (crianças a partir dos 10 anos), dinamizada por Vera Santos. Estas sessões duram 1h30.

 

A partir de dia 24 de novembro, a exposição estará patente em Faro, no Teatro das Figuras. A inauguração acontece no dia 24, pelas 18h30, seguida de uma visita guiada pelo curador. A 16 de dezembro, sábado, pelas 15h, decorre nova visita guiada, também com orientação de Tiago Bartolomeu Costa.

 

No dia 25 de novembro, sábado, às 10h30, tem lugar uma Oficina para Famílias.

 

A 16 de dezembro, sábado, pelas 17h, o espaço acolhe um debate em torno do país social e cultural das primeiras décadas do século XX, e do D. Maria II como lugar de revelação e validação.

 

O teatro português e a sua relação com o Regime

A concessão do Teatro Nacional D. Maria II à Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro acompanhou 45 dos 48 anos da ditadura do Estado Novo, tendo-se iniciado em 1929 — três anos depois da instauração da ditadura militar —, e sido continuamente renovada, incluindo em 1964, após o incêndio que encerrou o edifício. Só a Revolução levaria ao fim do contrato, em 1974.

 

Nesse período, o teatro português desenvolveu-se, afirmou-se, reagiu e definiu-se na relação com o Regime. As consequências dessa relação criaram uma prática e história para o teatro e, em particular, para uma ideia de teatro nacional.

 

Recuperando a relação da Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro com o território nacional, a Exposição Quem és tu? – Um teatro nacional a olhar para o país estabelece ligações entre a prática artística e o seu contexto político e social, sublinhando relações entre os espetáculos apresentados e as diferentes camadas de representação (do país, da sociedade, do teatro e dos regimes políticos), potenciando a perceção pública de uma certa ideia de (e para o) teatro nacional, tanto enquanto edifício, como na sua missão.

 

Através de linhas temáticas comuns, são estabelecidas relações entre espetáculos distintos, propondo leituras que aprofundem a prática artística e a implementação de políticas, num trabalho que identifica princípios de resistência, mas também de participação nas atividades e ações do regime.

 

Uma viagem pelo país

Integrada na Odisseia Nacional, um projeto de coesão territorial desenvolvido pelo Teatro Nacional D. Maria II desde o início de 2023, a Exposição Quem és tu? – Um teatro nacional a olhar para o país passou já por seis concelhos de Portugal Continental e Ilhas desde março deste ano: Águeda, Caldas da Rainha, Évora, Funchal, Ribeira Grande e Viseu.

 

Ao longo destes meses, cerca de 2 mil pessoas visitaram a Exposição nas várias regiões do país e participaram nas suas atividades paralelas: visitas guiadas, debates e oficinas para famílias.

 

 

Exposição Quem és tu? em Sines e Faro até ao final do ano

Exposição Quem és tu? – um teatro nacional a olhar para o país em Sines e Faro até ao final do ano

 

Exposição Quem és tu, Sines_©JoãoVersosRoldã

Até ao final do ano, a Exposição Quem és tu? — Um teatro nacional a olhar para o país estará patente em Sines, no Centro de Artes, até ao próximo dia 18 de novembro, e em Faro, no Teatro das Figuras, entre 24 de novembro e 16 de dezembro.

 

Quem és tu? recupera a relação da Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro, à qual, no final de 1929, foi concessionado o Teatro Nacional D. Maria II, com o país. Resultado de uma parceria entre o D. Maria II, a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril e o Museu Nacional do Teatro e da Dança, a exposição tem curadoria do programador cultural Tiago Bartolomeu Costa.

 

“Tem sido um privilégio trabalhar em parceria com a Comissão Comemorativa 50 anos 25 de Abril e com o Museu Nacional do Teatro e da Dança para conceber e difundir a Exposição «Quem és tu? — Um teatro nacional a olhar para o país», um rigoroso trabalho do curador Tiago Bartolomeu Costa, que constitui um contributo original e significativo para a historiografia do teatro em Portugal”, afirma Rui Catarino, Presidente do Conselho de Administração do Teatro Nacional D. Maria II.

 

“Um retrato de quase 100 anos da complexa história do Teatro Nacional D. Maria II, e do teatro em Portugal, em permanente ligação com os seus contextos políticos e sociais, esta exposição leva a todo o país uma oportunidade única de compreender melhor a relevância do teatro português e a forma como espelhou e foi catalisador de mudanças do nosso país. Só com o esforço conjunto da equipa do D. Maria II e de todos os parceiros envolvidos, é possível empreender uma operação com esta escala”, conclui.  

 

Maria Inácia Rezola, Comissária Executiva, afirma: “Queremos tirar partido das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril para promover um maior conhecimento do passado, indispensável à reflexão sobre o futuro. Pretendemos que os 50 anos de liberdade e democracia deem o mote para construirmos uma sociedade mais participativa, plural e democrática, e a Cultura, materializada em iniciativas como esta, é imprescindível neste caminho”.

 

A exposição em Sines e Faro: visitas guiadas, debates e oficinas para famílias

O Centro de Artes de Sines recebe a exposição «Quem és tu? — Um teatro nacional a olhar para o país» até ao dia 18 de novembro.

 

Sines é o sétimo concelho do país onde esta exposição está patente e o único onde serão expostos um Telão da autoria de Graça Morais – construído em 1995, para a peça Ricardo II, de William Shakespeare, com encenação de Carlos Avilez, e apresentado pela primeira vez em contexto expositivo – e o Cenário-tapeçaria que Abílio de Mattos e Silva criou e desenhou para o espetáculo de reabertura do Teatro Nacional D. Maria II, em maio de 1978, após o incêndio que destruiu o edifício em 1964. O espetáculo de reabertura era composto por Auto da Geração Humana, atribuído a Gil Vicente, e o Alfageme de Santarém, de Almeida Garrett. Nesta exposição, recria-se, de uma forma simbólica, o espaço cénico da peça Auto da Geração Humana, através das tapeçarias/telões de Abílio de Mattos e Silva, bem como do figurino usado em cena por Eunice Muñoz, desenhado pelo mesmo artista.

 

Estas duas peças revestem-se de elevado valor patrimonial e histórico, tanto para a história do Teatro Nacional D. Maria II como do teatro português.

 

Neste concelho, está ainda agendada uma visita guiada à exposição com o curador, no dia 17 de novembro, sexta-feira, às 14h30. Na mesma data, pelas 16h30, tem lugar o debate «Mitos, mitologias, ficção e identidade», com moderação de Tiago Bartolomeu Costa.

 

No dia 18 de novembro, domingo, às 15h, acontece uma Oficina para Famílias (crianças a partir dos 10 anos), dinamizada por Vera Santos. Estas sessões duram 1h30.

 

A partir de dia 24 de novembro, a exposição estará patente em Faro, no Teatro das Figuras. A inauguração acontece no dia 24, pelas 18h30, seguida de uma visita guiada pelo curador. A 16 de dezembro, sábado, pelas 15h, decorre nova visita guiada, também com orientação de Tiago Bartolomeu Costa.

 

No dia 25 de novembro, sábado, às 10h30, tem lugar uma Oficina para Famílias.

 

A 16 de dezembro, sábado, pelas 17h, o espaço acolhe um debate em torno do país social e cultural das primeiras décadas do século XX, e do D. Maria II como lugar de revelação e validação.

 

O teatro português e a sua relação com o Regime

A concessão do Teatro Nacional D. Maria II à Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro acompanhou 45 dos 48 anos da ditadura do Estado Novo, tendo-se iniciado em 1929 — três anos depois da instauração da ditadura militar —, e sido continuamente renovada, incluindo em 1964, após o incêndio que encerrou o edifício. Só a Revolução levaria ao fim do contrato, em 1974.

 

Nesse período, o teatro português desenvolveu-se, afirmou-se, reagiu e definiu-se na relação com o Regime. As consequências dessa relação criaram uma prática e história para o teatro e, em particular, para uma ideia de teatro nacional.

 

Recuperando a relação da Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro com o território nacional, a Exposição Quem és tu? – Um teatro nacional a olhar para o país estabelece ligações entre a prática artística e o seu contexto político e social, sublinhando relações entre os espetáculos apresentados e as diferentes camadas de representação (do país, da sociedade, do teatro e dos regimes políticos), potenciando a perceção pública de uma certa ideia de (e para o) teatro nacional, tanto enquanto edifício, como na sua missão.

 

Através de linhas temáticas comuns, são estabelecidas relações entre espetáculos distintos, propondo leituras que aprofundem a prática artística e a implementação de políticas, num trabalho que identifica princípios de resistência, mas também de participação nas atividades e ações do regime.

 

Uma viagem pelo país

Integrada na Odisseia Nacional, um projeto de coesão territorial desenvolvido pelo Teatro Nacional D. Maria II desde o início de 2023, a Exposição Quem és tu? – Um teatro nacional a olhar para o país passou já por seis concelhos de Portugal Continental e Ilhas desde março deste ano: Águeda, Caldas da Rainha, Évora, Funchal, Ribeira Grande e Viseu.

 

Ao longo destes meses, cerca de 2 mil pessoas visitaram a Exposição nas várias regiões do país e participaram nas suas atividades paralelas: visitas guiadas, debates e oficinas para famílias.

 

 

5ª Edição da M.A.R. - Mostra de Artes de Rua

A 5ª Edição da M.A.R. - Mostra de Artes de Rua irá acontecer nos próximos dias 15, 16 e 17 de setembro, em Sines. Reúne 26 projetos de 6 países diferentes (Portugal, Espanha, França, Finlândia, Lituânia e Reino Unido), de diferentes disciplinas artísticas: circo, dança, teatro, marionetas, instalações, jogos interativos, música e DJ Set. Espaços como as ruas do centro histórico da cidade, praia e dunas em área de paisagem protegida, ribeira, castelo, etc.., serão cenário para diferentes apresentações, criando uma relação de proximidade com o público e o território.

 

 

 

O projeto é dirigido artisticamente pelo Teatro do Mar (Companhia dedicada à criação para espaço público, com um significativo percurso nacional e internacional), coproduzido com a Câmara Municipal de Sines, com o apoio da Direção Geral das Artes/Ministério da Cultura.

 

Exposição em Sines: “Águas Vivas: Mares, Rios e Lagos na Arte Europeia (Séculos XVII-XX)”

Alfred Ost, Içando as Redes-baixa.jpg

“Águas Vivas”: Centro de Artes de Sines revela o fascínio e o mistério

do mar e dos rios na arte europeia dos séculos XVII-XX

O Centro das Artes de Sines apresenta, entre 17 de Dezembro do presente ano e 17 de Fevereiro de 2023, a exposição “Águas Vivas: Mares, Rios e Lagos na Arte Europeia (Séculos XVII-XX)”. Esta mostra, com curadoria do historiador da arte José António Falcão, revela-se uma oportunidade única para conhecer perto de uma centena de obras portuguesas e internacionais, quase todas inéditas, provenientes de colecções do Alentejo.

Incolor, inodora, insípida, a água é também, quando observada em pequenas espessuras, transparente. Já as grandes espessuras conferem-lhe a característica cor verde-azulada, povoada de mistério. Recurso natural finito, composto de hidrogénio e oxigénio (H2O), a água também se manifesta no estado gasoso ou sólido. De tão indispensável, equivale à própria existência. Daí envolver inúmeras referências simbólicas, como fonte da vida, meio de purificação e centro de regeneração.

A água constitui, do ponto de vista psíquico, um reflexo das energias inconscientes, das pulsões mais profundas do espírito, dos fios secretos que regem o globo. Acresce que a fluidez das formas, o movimento irreversível ou transitório, o pitoresco dos sítios (e de tudo o que os habita) deram larga projecção ao mar, aos rios e aos lagos no contexto das artes visuais, desde os primórdios da actividade artística à criação contemporânea, suscitando a paixão dos pintores.

É este o fio condutor de uma reflexão plural que subjaz à exposição “Águas Vivas: Mares, Rios e Lagos na Arte Europeia (Séculos XVII-XX)”, que decorre no Centro de Artes de Sines de 17 de Dezembro de 2022 a 31 de Março de 2023. Oportunidade para revelar perto de uma centena de obras de arte, provenientes de colecções do Alentejo, que evocam diferentes dimensões dos mares, rios e lagos, sob o olhar de grandes mestres da arte europeia, especialistas em marinhas. A mostra abrange igualmente obras de autores portugueses que trabalharam em Sines, como Emmerico Nunes, Nikias Skapinakis, Álvaro Perdigão ou Graça Morais.

Orquestra de música barroca “Il Giardino Armonico” atua em Portugal a convite da Embaixada de Itália

Giovanni Antonini © Marco Borggreve.jpg

 

Evento: Concertos “Con Affetto”

Locais: Centro de Artes de Sines e Fundação Calouste Gulbenkian

Datas e horários:

Sábado, 22 de outubro, às 21h30

Domingo, 23 de outubro, às 18h00

 

A orquestra italiana de música barroca Il Giardino Armonico, dirigida pelo Maestro Giovanni Antonini, está de volta a Portugal, para a apresentação do concerto “Con Affetto”. O regresso do grupo musical, que surge a convite da Embaixada de Itália em Lisboa, será assinalado com duas atuações, em Sines e Lisboa, a 22 e 23 de outubro, respetivamente. A apresentação no Centro de Artes de Sines – agendada para sábado, 22 de outubro, às 21h30 – assinala o encerramento da 18ª edição do “Festival Terras Sem Sombra”, iniciativa itinerante que, ao longo do ano, percorre diversas cidades do Alentejo para promover música, património e biodiversidade. Já no dia seguinte, domingo, 23 de outubro, às 18h00, será a vez de o Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian receber o concerto de Il Giardino Armonico.

 

O concerto “Con Affetto” aborda a relação entre emoção e razão na música italiana do século XVII, altura em que a música instrumental reivindica uma linguagem autónoma e se desenvolve independentemente da sua contraparte vocal. Em ambas as atuações, a orquestra será composta por Giovanni Antonini (flautas e direção musical), Stefano Barneschi e Marco Bianchi (violinos), Paolo Beschi (violoncelo) e Riccardo Doni, no cravo. Os bilhetes para o concerto de Lisboa já estão disponíveis e podem ser adquiridos no site e bilheteiras da Fundação Calouste Gulbenkian em www.gulbenkian.pt. Os bilhetes para o “Festival Terras Sem Sombra” estão disponíveis gratuitamente nos meios digitais da Câmara Municipal de Sines e do Centro de Artes de Sines em www.sines.pt.

A música do século XXI em Sines pelos checos do Clarinet Factory.

O Festival Terras sem Sombra apresenta em Sines, no Centro de Artes (21 de Agosto, 21h30, entrada livre), um concerto pelos talentosos clarinetistas checos do ensemble Clarinet Factory. Sob o signo do mar, as propostas do festival para a capital do litoral alentejano incluem ainda uma actividade em torno da pesca e do património cultural a ela associado (21 de Agosto, 15h) e uma acção de salvaguarda da biodiversidade que incide na riqueza do pescado da região (22 de Agosto, 9h30).

Município de Sines organiza concertos online e anuncia artistas para o Festival Músicas do Mundo 2021

 

 

22 de julho | 22h00 | Facebook

 

A Câmara Municipal de Sines organiza hoje dois concertos online para assinalar a data em que o FMM Sines - Festival Músicas do Mundo 2020, cancelado devido à pandemia da Covid-19, deveria estar a realizar-se desde 18 e até 25 de julho.

Para assinalar os dias em que o festival devia ocorrer, a Câmara Municipal de Sines organiza hoje, dia 22 de julho, às 21h00, o evento online "Voltaremos a sentir esta alegria".

Neste evento, acessível em www.fb.com/fmmsines serão transmitidas "showcases" da cantora portuguesa Maria João (acompanhada nos teclados e eletrónica por João Farinha) e do artista Melingo, figura do rock e tango da Argentina.

Na mesma sessão, serão divulgados os primeiros artistas programados para a edição de 2021 do festival.

Criado em 1999, o FMM Sines - Festival Músicas do Mundo é um festival de música realizado no concelho de Sines, Costa Alentejana, Portugal, todos os meses de julho.

Organizado pela Câmara Municipal de Sines, mais do que um festival de “world music” ou música de raiz tradicional, o FMM Sines é um festival que procura as músicas do mundo reais como são feitas e vividas no nosso tempo: músicas miscigenadas, marcadas pelos contactos entre artistas de origens geográficas e culturais diferentes, devedoras dos movimentos de ideias e pessoas que definem a contemporaneidade.

 

Arquivo Municipal de Sines lança desafio para identificar fotografias antigas

Arquivo Municipal de Sines lança desafio para identificar fotografias antigas

 

Olha o passarinho” em Sines

 

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Com uma preocupação permanente no interesse e importância do património histórico e no que ele representa para o Concelho, o Arquivo Municipal de Sines lançou a iniciativa "Olha o Passarinho!", onde pede a colaboração dos interessados na obtenção de dados como título, data, local e participantes nas fotografias.

Muitas fotografias do Arquivo Municipal de Sines não têm elementos de identificação, o que dificulta o seu pleno aproveitamento para fins de lazer ou de suporte a atividades de investigação histórica.

Para ajudar o Arquivo a obter esta informação, foi criada uma página do projeto onde se podem partilhar as informações das fotografias sobre as quais é necessário e importante obter informação.

 

 

 

Dia 19 de dezembro: Iniciativas de Natal em Sines incluem festa de "Natal Seniores"

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Câmara Municipal de Sines organiza no próximo dia 19 de dezembro uma festa de convívio “Natal Seniores”. Este encontro tem início às 15h30, no Pavilhão Municipal dos Desportos e destina-se a pessoas com mais de 60 anos.


Até ao dia 16 de dezembro os interessados podem fazer a inscrição nos Espaços Seniores de Sines e Porto Covo, na Piscina Municipal Carlos Manafaia, na Câmara Municipal de Sines (serviço administrativo da Divisão de Desenvolvimento Social), no Pavilhão Municipal dos Desportos, na Associação Cabo-verdiana de Sines e na Associação de Moradores da Sonega.

 

Ainda a propósito do Natal, recordamos que a Câmara Municipal de Sines organiza no centro histórico da cidade de Sines, entre os dias 6 e 8 de dezembro, mais uma edição do Natal no Largo.

 

O programa da edição deste ano inclui três concertos no palco do Castelo, o mercado tradicional (onde participam 80 expositores), programa cultural e animação para toda a família:

 

No dia 6 de dezembro, às 21h30, atua Anabela, cantora que faz parte da história da música portuguesa dos últimos 30 anos.

 

Dois prémios logo no início da carreira – “A Grande Noite do Fado”, em 1989, e o “Festival da Canção”, em 1993 – tornaram-na conhecida do público. Depois, o seu percurso ganhou novas dimensões como artista principal no teatro musical. Em Sines, faz uma viagem pelo seu repertório e presta um tributo ao melhor da música portuguesa.

 

No dia 7 de dezembro, também às 21h30, é a vez Gospel Collective, coletivo com mais de 20 vozes com experiência não só no gospel como em outras áreas musicais em Portugal, do jazz à soul, do rock ao reggae.

 

Em comum, têm a paixão pela música espiritual negra e a vontade de, através da oração cantada, proporcionar um espetáculo recheado de fé, ritmo, palmas, amor, alegria e improviso.

 

Antes do concerto, realiza-se, a 7 de dezembro, às 17h00, na Capela da Misericórdia, o espetáculo musical "A Casinha de Chocolate", para os públicos infantil e juvenil.

 

No dia 8 de dezembro, às 18h00, o palco do Castelo recebe o agrupamento Quarteto de Natal, que dará um concerto de Natal a quatro vozes com os clássicos da época.

 

Composto por Suzy Guerra, Pedro A. Rodrigues, Kátia Moreira e Hugo Baptista, o grupo promete cantar e encantar numa viagem de memórias e tradições, para toda a família.

 

Também no dia 8, mas às 16h30, no mesmo local, é apresentada a comédia "Natal Travesso", também para os mais pequenos.

 

Haverá ainda magia de Natal (pela companhia XPTO), contos de Natal (pela equipa de mediação de leitura do Centro de Artes de Sines) e dança de Natal (pelas alunas dos Ateliês de Movimento e Dança do Centro de Artes de Sines).

 

As ruas e cenários serão animados pela companhia XPTO, pelo Violas Duo e pelo Ao Luar Teatro.

 

 

O programa completo das iniciativas, todas de entrada livre, em www.sines.pt.

 

 

Natal em Sines com mercado, concertos e animação

A Câmara Municipal de Sines organiza entre 6 e 8 de dezembro de 2019, no centro histórico da cidade de Sines, mais uma edição do Natal no Largo.

O programa desta edição da iniciativa inclui três concertos no palco do Castelo, o mercado tradicional (onde participam 80 expositores), programa cultural e animação para toda a família.

 

No dia 6 de dezembro, às 21h30, atua Anabela, cantora que faz parte da história da música portuguesa dos últimos 30 anos.

Dois prémios logo no início da carreira – “A Grande Noite do Fado”, em 1989, e o “Festival da Canção”, em 1993 – tornaram-na conhecida do público. Depois, o seu percurso ganhou novas dimensões como artista principal no teatro musical. Em Sines, faz uma viagem pelo seu repertório e presta um tributo ao melhor da música portuguesa.

 

No dia 7 de dezembro, também às 21h30, é a vez Gospel Collective, coletivo com mais de 20 vozes com experiência não só no gospel como em outras áreas musicais em Portugal, do jazz à soul, do rock ao reggae.

Em comum, têm a paixão pela música espiritual negra e a vontade de, através da oração cantada, proporcionar um espetáculo recheado de fé, ritmo, palmas, amor, alegria e improviso.

Antes do concerto, realiza-se, a 7 de dezembro, às 17h00, na Capela da Misericórdia, o espetáculo musical "A Casinha de Chocolate", para os públicos infantil e juvenil.

 

No dia 8 de dezembro, às 18h00, o palco do Castelo recebe o agrupamento Quarteto de Natal, que dará um concerto de Natal a quatro vozes com os clássicos da época.

Composto por Suzy Guerra, Pedro A. Rodrigues, Kátia Moreira e Hugo Baptista, o grupo promete cantar e encantar numa viagem de memórias e tradições, para toda a família.

Também no dia 8, mas às 16h30, no mesmo local, é apresentada a comédia "Natal Travesso", também para os mais pequenos.

 

Haverá ainda magia de Natal (pela companhia XPTO), contos de Natal (pela equipa de mediação de leitura do Centro de Artes de Sines) e dança de Natal (pelas alunas dos Ateliês de Movimento e Dança do Centro de Artes de Sines).

As ruas e cenários serão animados pela companhia XPTO, pelo Violas Duo e pelo Ao Luar Teatro.