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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

teatromosca com progrAMAS para toda a família

Em junho, o teatromosca programa diversos espetáculos dedicados a toda a família. Sempre às 16h, estes dias serão preenchidos com propostas teatrais e um concerto muito especial.

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ZUMBA ZUMBA ZAIA M/3 

5 de junho > 16h
AMAS - Auditório Municipal António Silva [Agualva-Cacém]

 

Num sotão duas meninas encontram duas grandes malas enquanto estão a jogar às escondidas. Essas malas estão cheias de lembranças de alguém que viveuem África. A partir da descoberta desses objetos o espetador é transportado para um universo de cores, imagens e sons vindos do continente africano. "Zumba zumba zaia" é um espetáculo de teatro físico, onde usamos o corpo como meio privilegiado de expressão.

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ALDEBARàM/12

12 de junho > 16h
AMAS - Auditório Municipal António Silva [Agualva-Cacém]

 

Portugal, ano 2118. Os recursos naturais da Terra estão esgotados e a humanidade está à beira da extinção. Como último recurso, a Agência Espacial Lusitana vai enviar uma expedição em busca de outro planeta habitável. Destino: a estrela Aldebarã, uma das mais próximas do nosso sistema solar. Uma nave veloz é construída e buscam-se tripulantes para esta missão repleta de perigos e incertezas. Mas os únicos voluntários a oferecer-se formam uma tripulação de párias, desajustados e estouvados. Agora estes argonautas futuristas devem unir as suas forças e lançar-se no desconhecido. Conseguirão eles salvar o planeta que os rejeitou? 

 

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CINE-CONCERTO:
FILMES MUSICADOS M/6

19 de junho > 16h
AMAS - Auditório Municipal António Silva [Agualva-Cacém]


Depois de mais de 120 sessões em território nacional e internacional, o músico e compositor residente em Sines, Charlie Mancini, apresenta o seu cine-concerto ao ar livre, no qual irá musicar o clássico do cinema pré-sonoro, “Sete Oportunidades”, de Buster Keaton. Similar a como um músico presta atenção ao maestro, Charlie Mancini mantém-se focado nas personagens projetadas no ecrã para que o acompanhamento musical substitua na perfeição os diálogos e crie um ambientedistinto e único para cada cena. Esta é uma experiência singular e memorável. Uma verdadeira máquina do tempo!

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BILHETEIRA ONLINE

teatromosca celebra a diversidade em família

 

A companhia sintrense teatromosca, apresenta, durante o mês de junho, um conjunto de espetáculos dedicado a toda a família. Com os eventos a decorrer no AMAS — Auditório Municipal António Silva, sempre às 16h, o coletivo aposta numa programação que prima pela diversidade nas ofertas artísticas e temáticas, estimulando o espetador através de propostas de reflexão sobre temas atuais.

 

A 5 de junho, recebemos a companhia belga Baobá Theater, que irá apresentar "Zumba Zumba Zaia", na semana seguinte é a vez do espetáculo "Aldebarã" pela Terra Amarela e, por fim, a 19 de junho, acolhemos um cine-concerto pelo músico e compositor Charlie Mancini.  

Paisagem Efémera: Refletir sobre o passado e o presente de Riba d'Ave

Estreia do primeiro ato acontece na quinta-feira

Paisagem Efémera: Refletir sobre o

passado e o presente de Riba d’Ave

 

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Espetáculo do Teatro da Didascália olha agora para a paisagem industrial e urbana do território, apresentando-se na Fábrica Sampaio Ferreira

 

Riba d’Ave é uma vila indissociável da componente industrial que, durante décadas, permitiu o seu desenvolvimento, numa “revolução” que se deu à escala daquele território. A Fábrica Sampaio Ferreira foi o “átomo” instigador de um fenómeno que perdura na memória coletiva. O que resta depois da falência da indústria? Como ficaram as vidas dos operários? Tendo como ponto de partida um espaço vazio que se projeta para o imaginário, o Teatro da Didascália vai procurar responder a estas questões na sua mais recente criação: Paisagem Efémera – industrial e urbana. O primeiro ato do projeto vai estrear-se esta quinta-feira, às 19h00, e tem como palco o espaço da própria fábrica.

 

Os registos dizem que eram 200 os teares da Fábrica Sampaio Ferreira, a empresa fundada por Narciso Ferreira, em 1896. Foi a primeira empresa têxtil moderna de Vila Nova de Famalicão. O seu marco no território é inquestionável e, mesmo depois de desativada, os ecos do seu legado ainda se fazem sentir por toda a vila: no mercado, no hospital, nas escolas, no cineteatro e até dentro das próprias casas. Na forma como olha para a paisagem industrial e urbana de Riba d’Ave, o Teatro da Didascália procura dar voz aos operários anónimos que permanecem na sombra da história, onde por norma sobressaem apenas os nomes dos grandes empresários.

 

No espaço onde agora impera o silêncio e o vazio vão projetar-se sons de máquinas, personagens e narrativas imaginárias. Bruno Martins (diretor artístico do Teatro da Didascália), António Júlio, Margarida Gonçalves e Rui Souza, criadores e intérpretes do primeiro ato do Paisagem Efémera – industrial e urbana, vão explorar diferentes elementos que compõem o universo industrial, fazendo da antiga fábrica uma página em branco para escrever o presente.

 

Desde o som das máquinas do passado em paralelo com a atual ausência de ruído; passando pela representatividade da figura feminina na classe operária da época, através da análise da repetição das tarefas que esta exercia no seu trabalho e depois no lar; sem esquecer a relação emocional que os operários estabeleciam com a fábrica e a vida dos que “perderam a função” depois da falência. A tudo isto, junta-se ainda o processo de transição da ruralidade para a industrialização e a influência que esta mudança aportou em tradições tão simples como os cantares de trabalho. Estes são alguns dos temas abordados pelo espetáculo, que resultam do trabalho de investigação dos quatro criadores.

 

Um projeto artístico de continuidade

Paisagem Efémera – industrial e urbana vai ainda contar com mais dois atos, que vão ser apresentados nos próximos meses. O foco continuará a ser a paisagem do território ribadavense, espaço que o Teatro da Didascália “tomou” como uma “segunda casa” até ao final do ano. Recorde-se que em 2020, a companhia apresentou o projeto Paisagem Efémera – natural e rural, através do qual deu a conhecer a vila de Joane, incitando uma reflexão sobre as suas consequências sociais, políticas e ambientais da transformação daquele território.

 

O primeiro ato de Paisagem Efémera – industrial e urbana pode ser visto quinta e sexta-feira, às 19h00, e no sábado, às 11h00, na Fábrica Sampaio Ferreira (Av. Narciso Ferreira 4765, 4765-202 Riba d'Ave), cuja lotação está limitada a 53 lugares. O preço dos bilhetes é de cinco euros.

O festival MUSCARIUM#6 começa já amanhã!!!

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Temos consciência que esta pandemia afetou (infetou) também o modo como vivemos o Teatro, a Dança, a Música, o Cinema, mas queremos relevar o gesto de  insistir em organizar um festival de artes performativas durante duas semanas, com propostas artísticas tão distintas apresentadas em espaços dispersos por boa parte do território sintrense, como um ato de resistência e de amor. Não vamos parar de criar e não vamos deixar de querer marcar encontro regular com os nossos públicos, e, cada vez mais, o MUSCARIUM assinala apenas o início de uma longa temporada do teatromosca e do espaço que, tão afetuosamente, chamamos AMAS.

MUSCARIUM#6

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REGRESSA EM SETEMBRO O MAIOR FESTIVAL EM SINTRA

O festival MUSCARIUM mantém a sua periodicidade anual e, em 2020, decorrerá entre 17 e 27 de setembro. A atuação inaugural estará a cargo do Quorum Ballet, uma das mais importantes companhias de dança nacionais. Este ano, tendo em conta as contingências sociais e sanitárias, consideramos ainda mais urgente enaltecer as principais caraterísticas do festival que se pretende orgânico e vivo, promovendo um acesso cada vez mais democratizado à cultura, através da programação de um conjunto de espetáculos multidisciplinares que serão apresentados em diferentes espaços do concelho de Sintra. Neste sentido, apostámos numa programação maioritariamente nacional contando com um muito aguardado concerto de Surma no Palácio Nacional de Queluz e ainda com espetáculos das companhias de teatro: Trincheira Teatro, Visões Úteis, Teatro do Silêncio, Companhia Mascarenhas Martins, Musgo - Produção Cultural e o próprio teatromosca em coprodução com o Centro Dramático Rural.

PLASTICUS - Um espetáculo de teatro por um oceano limpo - 14 Março

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A RUGAS - Associação Cultural, a partir de um personagem de um livro de Rute Sousa, Takumi, criou o espectáculo Plasticus para promover sensibilização ambiental por um oceano livre de Plástico.

O Plástico está a invadir o nosso planeta.
O que podemos fazer para evitar o excesso de lixo plástico ? 
Que futuro queremos deixar às futuras gerações?

Estas são perguntas que a companhia se colocou para dar forma e vida a esta criação artística, dirigida à infância e famílias, que reflete sobre essa entidade que está por todo o lado e se reproduz a uma velocidade muito maior que qualquer ser vivo.
Uma "conferência" em forma de jogo teatral vai levar o público a uma reflexão mais atenta e além do problema, é lançado o desafio de propor recomendações de ações que todos podemos fazer por um planeta sem plástico.

Plasticus estreia dia 14 de Março, com entrada livre, pelas 16:00h no Centro Cultural Olga Cadaval, no Auditório Acácio Barreiros.

Sintra transformou-se num verdadeiro Reino do Natal


1 de dezembro a 6 de janeiro


A vila histórica de Sintra transformou-se hoje, 1 de dezembro, num verdadeiro Reino do Natal e assim permanece até dia 6 de janeiro. Este tornou-se num evento de referência e de cariz solidário que atrai milhares de visitantes todos os anos.

O Pai Natal instalou, definitivamente o seu Reino em Sintra. E este ano, porque os ilustres visitantes merecem o melhor, o Reino do Natal estende-se do Parque da Liberdade ao Terreiro Rainha Dona Amélia.

Os visitantes podem ir até ao News Museum para gravar no estúdio de tv; visitar o Mercado de Natal, patinar no gelo e aproveitar toda a animação existente junto ao Palácio Nacional de Sintra.

Aproveite ainda para apreciar as iluminações natalícias que completam a magia no cenário da Paisagem Cultural da Humanidade.

Sintra é, assim, o verdadeiro lugar para sentir o espírito do Natal, onde todos estão empenhados em tornar esta época em algo absolutamente mágico. 

 

“Concerto de Natal” em Montelavar esta sexta-feira

 

A igreja de Montelavar recebe o “Concerto de Natal” com o Grupo Coral Allegro, no dia 20 de dezembro pelas 21h30, com entrada livre.

Para comemorar a quadra natalícia, a Câmara Municipal de Sintra, organizou um conjunto de concertos temáticos que recordam as principais melodias da época. Esta é, sem dúvida, uma forma diferente de celebrar o Natal.

Repertório:

Gaudete | Anónimo

Pakkanen | Soila Sariola

Softly | Will Todd

Christmas Lullaby | John Rutter

Jesus Bleibet Meine Freude | Johann Sebastian Bach

En Belen Tocan a Fuego | Vilancico Popular de Burgos (arr. E. Cervera)

Natal de Elvas | Trad. do Alentejo

Salelaka Mokonsi | Trad. Rep. Dem. Congo

The Word Was God | Rosephanye Powell

Glorious Kingdom | Trad. Caraíbas
Run, Shepherds! | Victor C. Johnson


Morada:

Igreja de Nossa Senhora da Purificação de Montelavar
Largo do Adro, 22
2715-668

 

 

 

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Sintra volta a receber a magia do Natal e tem novidades



1 de dezembro a 6 de janeiro

 

 

O centro histórico de Sintra volta a receber a magia do Reino de Natal, de 1 de dezembro a 6 de janeiro, com atividades para todas as idades e uma pista de gelo na vila histórica.

O Parque da Liberdade e o Terreiro Rainha D. Amélia serão envolvidos pelo espírito natalício e pelo cenário mágico de Sintra, Património Mundial da Humanidade.

 

De 1 a 23 de dezembro, de quinta-feira a domingo, o Parque da Liberdade transforma-se e passa a ser povoado por fadas, duendes, bonecos de neve e renas, que irão proporcionar a todos os visitantes momentos inesquecíveis. Atividades desportivas, brincadeiras, ateliês, concertos e apontamentos teatrais serão uma constante ao longo dos dias do evento, dos quais tanto miúdos como graúdos poderão usufruir ao máximo.

 

O News Museum, junta-se às celebrações e, convida jovens e crianças a gravar e partilhar uma reportagem de televisão sobre o natal, de quarta a domingo, das 10h00 às 17h00, até 23 de dezembro.

 

Já no Terreiro Rainha D. Amélia, junto ao Palácio Nacional de Sintra, irá encontrar uma pista de gelo e um carrossel e o já tradicional mercadinho de Natal, que de 1 de dezembro a 6 de janeiro, farão as delícias de toda a família. O Terreiro Rainha D. Amélia será brindado com a animação itinerante a cargo da Companhia Chapitô e, por sua vez, a escadaria do Palácio Nacional de Sintra será palco para três concertos corais.

Durante o mês de dezembro venha com a família visitar a Vila de Sintra e descobrir estas e outras atividades no mágico Reino do Natal.

 

Novembro • Ballet Contemporâneo do Norte

                                                                     

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            © Jani Nummela

E U R O S H I M A
De Mara Andrade e Cátia Pinheiro/José Nunes (Estrutura)
Para o Ballet Contemporâneo do Norte

 

2 de Novembro - 21h30
Casa de Teatro de Sintra
M/12
50m

 

O Ballet Contemporâneo do Norte convidou dois criadores, em regime de “carta branca”, a conceber dois espetáculos para o palco do Cineteatro António Lamoso. As duas peças, assinadas por Mara Andrade ("Expedição") e Cátia Pinheiro & José Nunes ("A Ideia de Europa"), serão apresentadas em sequência e com o mesmo elenco. EUROSHIMA é o título genérico das duas criações, propondo uma reflexão sobre diversas problemáticas que afetam a Europa contemporânea. Duas propostas que re-equacionam leituras distópicas sobre o futuro da Europa através de contributos da geopolítica, filosofia e estudos europeus.

 

EUROSHIMA é o último segmento a fazer parte do programa anual €UROTRA$H, curadoria de Rogério Nuno Costa para o Ballet Contemporâneo do Norte em 2019. Convidaram-se criadores, investigadores/pensadores e outros agentes a re-inventarem uma ideia multifacetada de Europa, entendida enquanto conceito histórico, político, filosófico e estético. Procurando uma contaminação da criação coreográfica por metodologias, práticas e discursos oriundos de outras disciplinas artísticas e científicas, os criadores foram desafiados a questionar a temática proposta a partir de uma citação de George Steiner ("The Idea of Europe", 2015): "Europe is the place where Goethe’s garden almost borders on Buchenwald, where the house of Corneille abuts on the market-place in which Joan of Arc was hideously done to death.”

 

A urgência de uma reflexão inter/trans/disciplinar sobre estas contradições e tensões (culturais, sociais, políticas, económicas e religiosas), que durante séculos contribuíram simultaneamente para o afastamento e para a unificação de uma certa ideia — contestada por uns, abraçada por outros — de identidade cultural (pan-)europeia, ganha na atualidade mais recente um novo fôlego crítico, impulsionado pela designada “crise dos refugiados” e pelo crescimento exponencial de movimentos nacionalistas. Nesse contexto, EUROSHIMA promove elaborações críticas no sentido de uma (e)utopia pluralista e multi-cultural feita através da arte e das suas potencialidades sociais e políticas. Será, no limite, sobre o desejo de “fazer parte”, sobre a importância da criação de comunidades e de discursos sociais/socializantes, sobre a solidariedade e a hospitalidade, sobre a viagem e o exótico.

 

Curadoria: Rogério Nuno Costa | Coreografias: Cátia Pinheiro & José Nunes + Mara Andrade | Intérpretes: Catarina Campos, Joclécio Azevedo, Susana Otero, Thamiris Carvalho, Vinicius Massucato | Iluminação e Direção Técnica: Daniel Oliveira | Figurinos: Jordann Santos | Fotografia de Cena: Miguel Refresco | Design & Artwork: Jani Nummela | Documentação & Vídeo Promocional: Rogério Nuno Costa | Vídeo para "Expedição": Daniel Oliveira, Joclécio Azevedo e Catarina Campos | Som para "Expedição": Daniel Oliveira | Produção: Ballet Contemporâneo do Norte | Apoio: Imaginarius Centro de Criação | Agradecimento: TUP - Teatro Universitário do Porto

 

O Ballet Contemporâneo do Norte é uma companhia financiada pelo Governo de Portugal/Secretaria de Estado da Cultura (Direção-Geral das Artes) e apoiada pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira.


 

 

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Uma Dança por Mês…EUROPA Endlos
Norte - Danças Celtas com Rute Mar


 

16 de Novembro | 10h00-12h30
Sala de ensaio do Cineteatro António Lamoso
Sessão gratuita até ao limite de 30 participantes
Não é necessária 
experiência em dança
Inscrições obrigatórias em bcnproducao@gmail.com



Depois de ter ocupado o primeiro trimestre do ano com três sessões dedicadas ao Ballet, o programa Uma Dança Por Mês... EUROPA ENDLOS iniciou, em Abril, um novo ciclo de três sessões, desta vez em torno da "ideia" de Contemporâneo. Vamos expandir ainda mais os limites geo-histórico-culturais do mapa "europeu", abordando paradigmas coreográficos oriundos de outros continentes, e cujas manifestações coreográficas e musicais têm inspirado, nas duas últimas décadas, a cultura pop/hip hop e a street dance mundiais. Do funk brasileiro (sessão realizada em Abril) ao Kuduro/Afro-House angolano, passando pela marrabenta de Moçambique, o programa pretende propor uma deslocação do olhar (a Sul), em estreita colaboração com profissionais oriundos de países de língua oficial Portuguesa atualmente a residir e a trabalhar em Portugal.

As duas últimas sessões do ciclo (Novembro e Dezembro) encerrarão o programa EUROPA ENDLOS com dois encontros em torno do conceito de "Norte". Vamos recuar no tempo e re-visitar a influência Celta e suas danças na cultura ibérica e depois aprofundar ainda mais esse estudo com uma sessão dedicada ao Vira minhoto (em Dezembro).

 

 

 

 

 

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[ACOLHIMENTO BCN]

O Segredo do Rio
Fio d'Azeite - Chão de Oliva 
6 de Novembro - 11h00 / 15h00
Escola Básica de Mosteiro
Reservas para bcnproducao@gmail.com

 

A partir da leitura de extractos do livro conta-se a história, cujo livro está inserido no PNL / Ler+. Recorrendo à leitura ao vivo, à projecção de imagens bem como a manipulação de marionetas, o público pode desfrutar de um espectáculo fiel à história.

É a história de uma bela amizade entre um peixe e um rapaz, “O Segredo do Rio” que Miguel de Sousa Tavares escreveu, e que agora se apresenta em forma de espectáculo de marionetas de luva.

Uma história pedagógica que pode ser lida como uma parábola protagonizada pela humanidade e a natureza: se a humanidade (rapaz) tratar a natureza (peixe) com amor, fidelidade e respeito – no fundo como merece –, a natureza é generosa.

A adaptação do livro – que tem ilustrações da artista plástica Fernanda Fragateiro, numa associação feliz que nos consegue transportar para/por uma alegria poética, contagiante, expressa com simplicidade –, pretende ser fiel ao texto e às ilustrações. As marionetas executadas por Jorge Cerqueira, seguindo o traço da ilustração, e ainda as novas ilustrações feitas, propositadamente, pela artista plástica para este espectáculo, não desvirtuam o objectivo enunciado, fidelidade ao texto e à linha gráfica, e concorrem para refinar a plasticidade, assim como o jogo de sentimentos e emoções, que se pretende transmitir através do espectáculo. 

Autor Miguel Sousa Tavares; Adaptação e Encenação Nuno Correia Pinto; Intérprete Nuno Correia Pinto; Marionetas Jorge Cerqueira; Ilustração Fernanda Fragateiro; Imagem Gráfica André Rabaça; Direcção Técnica André Rabaça; Sonoplastia Carlos Arroja; Operador Luz e Som Marco Lopes; Direção de Produção Nuno Correia Pinto; Secretária de Direcção e Produção Cristina Costa. 


 

 

Fotografia do workshop com Carlota Lagido e Antoine Pimentel ©Ines Nogueira

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OFICINAS DE DANÇA E SOM
com Mariana Tengner Barros e Susana Otero
28 a 30 de Outubro
Escolas públicas de Santa Maria da Feira



 

Reiniciamos nos dias 28 a 30 de Outubro as dez oficinas de dança contemporânea/criativa e de exploração do movimento e som em várias escolas públicas do município de Santa Maria da Feira, as oficinas Foram dinamizadas por Mariana Tengner Barros e Susana Otero.