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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Feira Quinhentista de Sintra 2019

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Largo D. Fernando II, S. Pedro de Sintra

Em 1502, estando D. Manuel nos seus Paços de Sintra, recebe a notícia de que a armada de Vasco da Gama estaria a chegar a Lisboa, o Rei decide subir à Capela de Nossa Senhora da Pena, no cimo da Serra de Sintra, para daí avistar a referida armada a entrar no Tejo.

A presença de D. Manuel I nos Paços de Sintra, local escolhido pelo monarca para seu desenfado pelos seus bons ares e abundância de caça é o mote para a Feira Quinhentista de Sintra 2019.

À Feira acorrem embaixadores, pintores, poetas, músicos, escritores, capitães de armada e marinheiros, que se juntam aos vendedores, taberneiros e artífices, dando à vila o movimento próprio de uma cidade.

Atraída pelos pregões dos vendedores, a nobreza vem à feira divertindo-se a mostrar como se dança no paço d’el Rei. Vem também o Bobo e Mestre Gil Vicente, figura de destaque nesta corte que não falta a uma boa feira, procurando inspiração para a criação dos seus autos e, quem sabe se não consegue no meio de tanta gente, descobrir novos talentos da arte de representar.

Nestas ocasiões, o povo aproveita para se divertir com os malabaristas ou com os gaiteiros que ali aparecem criando situações de uma certa euforia popular.

Na Feira encontra-se também Duarte D’Armas, encarregado de realizar o desenho de todas as fortalezas e castelos do Reino, fará “visitas guiadas” a Sintra a partir dos seus “3 debuxos das vistas de Cintra”. E não será o único a contar os seus feitos ao público, “Martim Afonso, marinheiro da carreira das Índias” fará o relato da sua viagem a bordo de uma nau da carreira das Índias.

O visitante desta feira poderá ainda conhecer melhor a Arte da Falcoaria, que estará representada com exposição de aves e demonstrações de voo, bem como alguns ofícios tradicionais como a cestaria, a azulejaria, a cerâmica e olaria e a carpintaria.

No sábado às 16h será apresentada uma palestra pelo Dr. Sérgio Luís de Carvalho: O quarto cavaleiro do Apocalipse: A Peste Negra em Sintra (do séc. XIV ao séc. XVI).

18 e 19 de julho - 17h00 às 24h00
20 de julho – 13h00 às 24h00
21 de julho – 13h00 às 23h00

Organização: Câmara Municipal de Sintra
Produção: Câmara dos Ofícios
Apoio: União de Freguesias de Sintra
Parceiro: Refood

Entrada  livre
Informações: camara.oficios@mail.telepac.pt

Feira Quinhentista regressa a Sintra

De 18 a 21 de julho, a Praça D. Fernando II, em São Pedro de Sintra, recebe mais uma edição da Feira Quinhentista, recriando um mercado de época, com entrada livre.

Serão quatro dias de feira, onde poderá conhecer alguns dos ofícios da época de D. Manuel I, como a tinturaria, a tecelagem e a moagem.

Esta recriação histórica contará com animação permanente num ambiente de festa com personagens do povo e da nobreza recriando várias situações do quotidiano em interação com o público, assim como quiosques destinados à venda de diversos produtos.

Em 1502 estando D. Manuel I nos Paços de Sintra, recebeu a notícia de que a armada de Vasco da Gama estaria a chegar a Lisboa, o Rei decidiu subir à Capela de Nossa Senhora da Pena, no cimo da Serra de Sintra, para daí avistar a referida armada a entrar no Tejo.

A presença de D. Manuel I nos Paços de Sintra, local escolhido pelo monarca para seu descanso pelos bons ares e abundância de caça é o mote para a realização da Feira Quinhentista de Sintra 2019.

À Feira acorrem embaixadores, pintores, poetas, músicos, escritores, capitães de armada e marinheiros, que se juntam aos vendedores, taberneiros e artífices, dando à vila o movimento próprio de uma cidade.

Atraída pelos pregões dos vendedores, a nobreza vem à feira divertir-se e mostrar como se dança no paço d´el Rei. Vem também o Bobo e Mestre Gil Vicente, figura de destaque nesta corte que não falta a uma boa feira, procurando inspiração para a criação dos seus autos e, quem sabe se não consegue no meio de tanta gente, descobrir novos talentos da arte de representar.

Nestas ocasiões, o povo aproveita para se divertir com os malabaristas ou com os gaiteiros que ali aparecem criando situações de uma certa euforia popular.

Na feira encontra-se também Duarte D´Armas, encarregado de fazer o desenho de todas as fortalezas e castelos do Reino, que fará “visitas guiadas” a Sintra a partir dos seus “3 debuxos das vistas de Cintra”. E não será o único a contar os seus feitos ao público, “Martim Afonso, marinheiro da carreira das Índias” fará o relato da sua viagem a bordo de uma nau da carreira das Índias.

O visitante desta feira poderá ainda conhecer melhor a arte da falcoaria, que estará representada com uma exposição de aves e demonstração de voo, bem como alguns ofícios tradicionais como a cestaria, a azulejaria, a cerâmica e olaria e a carpintaria.

No sábado às 16h00 será apresentada uma palestra pelo prof. Sérgio Luís de Carvalho: O quarto cavaleiro do Apocalipse: A Peste Negra em Sintra (do séc. XIV ao séc. XVI).

A Feira Quinhentista é organizada pela Câmara Municipal de Sintra, produzida pela Câmara dos Ofícios, e com apoio da União de Freguesias de Sintra.

 

Horário:

18 e 19 de julho – 17h00 às 24h00

20 de julho – 13h00 às 24h00

21 de julho – 13h00 às 23h00

“Óperas na Rua” em dose dupla este fim de semana

12 de julho, 21h30 – Mem Martins

13 de julho, 21h30 – Massamá

 

A iniciativa “ Óperas na Rua” sobe de novo a palco este fim de semana. Na sexta-feira, 12 de julho às 21h30, a Ópera invade o largo da Capela da Nossa Senhora da Natividade em Mem Martins e no dia 13 de julho, sábado, conquista o seu lugar na Praça Salgueiro Maia em Massamá. Depois de dois espetáculos que revelaram ser um verdadeiro sucesso, a Ópera este fim de semana a Mem Martins e a Massamá.

No dia 12 de julho, pelas 21h30, no Largo da Capela da Nossa Senhora da Natividade em Mem Martins, a Câmara Municipal de Sintra apresenta “Mozart”. O grupo “Ópera Viva” homenageia Mozart de uma forma divertida. Com interatividade e excelência musical e artística, este grupo presenteia o público com algumas árias mais emblemáticas do compositor, acompanhados de um quarteto de cordas e Piano.  O próprio “Mozart” estará presente numa encenação divertida em que parece compor os temas que irão ser cantados ao mesmo tempo que vai encenando os próprios cantores. Uma noite à Sec. XVIII com Bodas de Fígaro, Cosi Fan Tutte, O Rapto do Serralho, Don Giovanni, Flauta Mágica, com personagens vestidos a rigor.

Já no dia 13 de julho, na Praça Salgueiro Maia em Massamá, a produtora Bythemusic brinda os espectadores com o espetáculo “Ópera nas Praças”. Um momento que leva o canto lírico à população da forma mais intensa, carismática, atrativa e bela com uma produção excelente. É transformar a Praça numa festa lírica brilhante e popular onde o público participa também e fica envolvido pelas mais espetaculares árias de Ópera, Canções Napolitanas, Broadway, Canções Líricas, Zarzuelas etc... Um espetáculo memorável com 6 conceituados cantores líricos que arrasam com vozes magníficas.

A iniciativa Óperas na Rua promove a democratização ao acesso de espetáculos de ópera, habitualmente, pouco acessíveis à maioria da população. A emoção e intensidade dramática da ópera saem para a rua ao encontro dos seus habitantes e visitantes, num projeto de proximidade com a comunidade.

Os espetáculos de Ópera na Rua são de entrada livre e acontecem até 26 de julho, em locais inesperados e únicos no concelho de Sintra.

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Óperas na Rua regressam esta sexta-feira a Sintra

Depois do sucesso do último espetáculo de Ópera na Rua com lotação esgotada, no Largo do Palácio Nacional de Queluz, a Ópera regressa esta sexta-feira, 05 de julho às 21h30, ao Terreiro Rainha Dona Amélia junto ao Palácio Nacional de Sintra.

A iniciativa Óperas na Rua promove a democratização ao acesso de espetáculos de ópera, habitualmente, pouco acessíveis à maioria da população. A emoção e intensidade dramática da ópera saem para a rua ao encontro dos seus habitantes e visitantes, num projeto de proximidade com a comunidade.

A Câmara Municipal de Sintra e a Associação Coral de Sintra apresentam a Ópera “Dido e Eneias”, uma Ópera trágica, em três atos e um prólogo com libreto de Nahum Tate. Esta é considerada a única grande obra de teatro musical em inglês antes das Óperas de Benjamin Britten, já no século XX. A história é baseada no IV Canto da “Eneida”, do épico latino Virgílio.

O espetáculo, de entrada livre, decorre no emblemático cenário do Terreiro Rainha Dona Amélia, junto ao Palácio Nacional de Sintra, cercado pela maravilhosa paisagem da Vila De Sintra.

Uma oportunidade única para o espectador, que encanta pela envolvência do lugar juntamente com experiência musical que tornarão, com toda a certeza, esta noite memorável.

Câmara de Sintra e Movimento Claro de Sintra juntos na limpeza da Praia das Maçãs

A Câmara Municipal de Sintra vai associar-se ao Movimento Claro Sintra na Limpeza da Praia das Maçãs, no dia 6 de julho, das 10h00 às 12h30.

O ponto de encontro é na Praia das Maçãs junto ao parque infantil, a autarquia convida todos para participarem na limpeza e no jogo de sensibilização ambiental.

Uma limpeza de praia é muito mais do que deixar um local mais bonito. Este tipo de ações permite afastar os resíduos do mar, nomeadamente, o plástico, que com o tempo se transforma em microplásticos. Estas partículas minúsculas podem ser ingeridas por peixes e mariscos e assim chegar ao nosso prato. Deixamos o convite para contribuírem para reduzir este flagelo pela vossa ação e pelo exemplo dado.

O movimento CLARO e a onda amiga do Ambiente que já tiraram das praias de Sintra mais de 7000 litros de lixo marinho e quase 32 000 beatas!

Material:
Luvas reutilizáveis e pinça ou peneira, se tiverem.
Roupa e calçado confortável, chapéu/boné e água em garrafa reutilizável.

 

Mais informação AQUI

teatromosca - estreia O DEUS DAS MOSCAS em Sintra

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adaptação do romance de William Golding
encenação de Pedro Alves
banda sonora original de Noiserv

5 jul - 31 ago
sextas e sábados 21.30h

na Quinta da Ribafria, em Sintra

TEATRO - M/14

Há um avião que se despenha numa ilha paradisíaca. Há um grupo de rapazes de colégios britânicos que sobrevive a esse acidente, quando fugia de uma (qualquer) guerra. Longe da supervisão dos adultos, começam por festejar, brincar, nadar nas águas cristalinas do ilhéu. O cenário do romance de William Golding fica esboçado logo no parágrafo inaugural do texto. É nesse ambiente exótico, luxuriante e tropical, conscientemente selvagem e sufocante, que o grupo procurará criar bases para a edificação de uma nova sociedade. Ralph será eleito o chefe, numa votação que o opõe a Jack, o líder do coro que se transformará num bando de caçadores, guerreiros, mais tarde, um exército. Começam por concordar em fazer uma fogueira no topo da montanha, com o objetivo de chamar a atenção de algum navio que possa passar perto da ilha. Mas, à medida que os dias vão passando, sem sinais do mundo exterior, sem salvamento à vista, percebe-se que Ralph e Jack têm prioridades diferentes. O primeiro preocupa-se em erguer abrigos e manter a fogueira acesa, com o auxílio dos óculos de Piggy, enquanto Jack insiste em percorrer a ilha à caça de porcos.

A nova criação do teatromosca, uma adaptação do reconhecido romance de William Golding, com encenação de Pedro Alves, banda sonora original de Noiserv, cenografia de Pedro Silva, figurinos de Isadhora Müller, desenho de luz de Carlos Arroja, estreia no encantador espaço da Quinta da Ribafria, em Sintra, no dia 5 de julho e aí estará em cena até 31 de agosto, às sextas e sábados, às 21.30h.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Autor | William Golding Adaptação dramática | Nigel Williams Adaptação teatral e encenação | Pedro Alves Intérpretes | Cirila Bossuet, Margarida Coelho, Rita Rocha Silva, Carolina Figueiredo, Mafalda Mósca, Flávia Lopes, Mariana Fonseca, Madalena Monteiro e Margarida Cabrera (estagiárias), e um grupo de 7 jovens sintrenses Banda sonora original | Noiserv Cenografia | Pedro Silva Serralharia e apoio à cenografia | Joaquim Guerreiro Figurinos | Isadhora Müller Apoio aos figurinos | Bebel Coelho Costureira | Joana Rocha Fotografia | Catarina Lobo Vídeo | Ricardo Reis Assistência de vídeo | Madalena Carvalho (estagiária) Ilustração | Alex Gozblau Direção técnica e desenho de luz | Carlos Arroja Técnico de luz | Gonçalo Morais Técnico de som | Reinaldo Gonçalves Direção de produção | Inês Oliveira Assistência de encenação| Filipe Araújo Apoio logístico | David Mendes, António Bartolomeu e Miguel Moisés Animadora sociocultural | Maria Toscano Agradecimentos | Engenheiro Fernando Silva (Empresa MELVAR), Fernando Cunha (Valdevinos Teatro de Marionetas), Mila Bernardes (Grupo de Iniciação Teatral da Trafaria), João Horta (empresa J.J.H. Clima) Produção teatromosca Promotor | Fundação Cultursintra FP

FESTIVAL IMAGINÁRIO - 1º Festival de Artes para Famílias em Sintra

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Este ano a Byfurcação - Associação Cultural realiza o 1º festival de artes para famílias em Sintra - o Festival Imaginário

 

Este evento sem fins lucrativos, é realizado com o apoio da Câmara Municipal de Sintra, da Fundação Cultursintra e dos Parques Monte da Lua, tem como objetivos principais a promoção das artes para famílias, privilegiando o contacto com a Natureza. 

 

Com uma programação cultural que inclui teatro, música, circo, cinema, jogos tradicionais, artes plásticas e fotografia especificamente pensada para famílias, com oferta que vai desde os bebés aos adultos, o festival acontece nos dias 31 de Maio, 1 e 2 de Junho num local histórico e de grande beleza natural - a Quinta da Ribafria, em Sintra- e o festival pretende ainda destacar o património edificado e natural do concelho de Sintra, enquanto local único para desfrutar em família. 

 

No dia 31 de Maio o Festival propõe-se a receber grupos organizados de escolas e seniores, criando desta forma um momento único de convívio entre gerações

 

A abertura do festival ao público em geral no dia 31 de Maio pelas 22h, será memorável e aberta a todos com entrada gratuita, com o espetáculo LÚMEN, Uma História de Amor da companhia S.A. Marionetas (Alcobaça), que consiste num cortejo com marionetas gigantes iluminadas (manipuladas por voluntários) pela volta do Duche, seguida de espetáculo de teatro, luz, videomapping e música no largo do Palácio Nacional da Vila

Propositário Azul na Casa Teatro

 

Depois de:

Estreia – 14 de fevereiro de 2019, São Luiz Teatro Municipal, (de 14 a 17 fev)

28 de fevereiro e 1 de março, Teatro da Terra (Ponte de Sôr)

21 a 28 de março de 2019 no CAL – Primeiros Sintomas (Lisboa)

10 e 11 de maio no FITEI (Porto)

 

Propositário Azul apresenta, na Casa de Teatro de Sintra, de 23 a 26 de maio, às 21h30

 

 

Sinopse

 

Tiagomorto, psicanalista, é um homem sem passado que chega a uma casa onde Clementina, está prestes a dar à luz. Ajuda-a no parto de trigémeos e, a partir dali, torna-se hóspede daquela casa. Procurará à sua volta pessoas para psicanalisar e, desta forma, preencher o seu corpo duma matéria de vida que não tem feita das memórias e do sofrimento dos outros. A aldeia é o microcosmos dum mundo às avessas, em que os velhos são vendidos na feira no lugar dos cavalos e as crianças são açoitadas e exploradas como escravas; um padre doutrinador excêntrico esforça-se violentamente por converter os aldeãos a uma fé desinteressada enquanto um barqueiro recolhe do rio os corpos que não vão ao fundo e assim livra da culpa e da vergonha os actos dos aldeãos. Em casa, as três crianças crescem com a ajuda de Tiagomorto e sob o olhar da mãe cada vez mais extremosa ao ponto de isolar definitivamente os filhos do mundo.

 

 

Sobre o Programa de Acolhimentos

https://www.chaodeoliva.com/acolhimentos

 

Sobre o Chão de Oliva

https://www.chaodeoliva.com/quem-somos

 

Viagem pelo Mediterrâneo encerra ciclo "Reencontros" no Palácio de Sintra | 25 maio

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O último concerto de “Reencontros” é dedicado às músicas e danças tradicionais do sul de Itália, enquanto exemplos da fusão das inúmeras civilizações que ali confluíram ao longo de milénios. A protagonizá-lo estará Marco Beasley, tenor especialista nestes repertórios, e a bailarina Lieselotte Volckaert. Conclui-se assim a quinta edição do ciclo “Reencontros” no mais antigo paço real do país.

 

 

Reencontros – Memórias Musicais no Palácio de Sintra” despede-se no dia 25 de maio, às 21h30, com um concerto que nos leva até às costas do sul de Itália e à rica e variada cultura musical dessa região, resultado dos muitos povos que ali se foram fixando e miscigenando ao longo dos tempos. Somos assim transportados aos territórios do antigo reino de Nápoles no século XVI e iremos testemunhar como, longe de ficarem confinadas na província, estas músicas, danças e cantares chegaram à capital do reino – Nápoles – e inclusive alcançaram os meios mais cultos da aristocracia e da corte. Gerou-se assim um movimento de mútua influência entre repertórios tradicionais e músicas cultas, que mais contribuiu para a “marca” única da identidade musical da Itália meridional.

 

O programa “De Apúlia a Nápoles – temas tradicionais do séc. XVI” é protagonizado pelo tenor italiano Marco Beasley, a dirigir um ensemble de cordas dedilhadas (alaúde, arquialaúde, guitarra barroca e colascione) e tambores. Para além de canções tradicionais da Apúlia e da região de Nápoles, neste concerto haverá ainda espaço para temas originais dos músicos que compõem o agrupamento.

 

Neste espetáculo, seguimos ainda os movimentos coreografados de Lieselotte Volckaert, uma mulher da Europa do Norte (é belga) que, dançando, nos narra a paixão do Sul. A dançarina irá cruzar movimentos contemporâneos com outros ancestrais e típicos do sul de Itália.

 

O ciclo “Reencontros – Memórias Musicais no Palácio de Sintra” é uma iniciativa conjunta da Parques de Sintra e do Centro de Estudos Musicais Setecentistas em Portugal (CEMSP), tendo por diretor artístico o maestro Massimo Mazzeo. Os “Reencontros” dão continuidade à 5.ª Temporada de Música Erudita da Parques de Sintra, que iniciou em março com os “Serões Musicais no Palácio da Pena”, e termina com o ciclo “Noites de Queluz – Tempestade e Galanterie”, em outubro e novembro.

 

 

Informações úteis:

Preço de bilhete por concerto: 15€

Preço de Bilhete Ciclo (4 concertos): 51€

Capacidade da Sala dos Cisnes: 160 lugares

 

Locais de venda: Bilheteiras da Parques de Sintra, FNAC, Worten, El Corte Inglés, Altice Arena, Media Markt, lojas ACP, rede PAGAQUI e Postos de Turismo de Sintra e Cascais.

Online em e em www.blueticket.pt

M/6

"Reencontros" apresentam concerto que recria o estilo do "recitar cantando" | Palácio de Sintra | 18 maio

O terceiro concerto do ciclo “Reencontros”, no dia 18 de maio, traz ao Palácio de Sintra o Ensemble Arte Musica e um estilo musical que marca a transição entre a Renascença e o Barroco: o chamado ‘recitar cantando’, que será decisivo para o surgimento do género operático. Neste concerto, esse estilo será ilustrado com obras de Monteverdi e Sigismondo d’India.

Reencontros”, ao longo do mês de maio no Palácio de Sintra, prossegue com um concerto do prestigiado Ensemble Arte Musica, fundado em 1996 e desde então dirigido por Francesco Cera. No dia 18 de maio, às 21h30, com o programa “Claudio Monteverdi & Sigismondo d’India”, eles apresentam uma seleção de obras desses dois autores, ilustrativas do novo estilo vocal nascido no final do século XVI e que ficou conhecido por ‘stile rappresentativo’ ou estilo do ‘recitar cantando’.

 

Este estilo nasceu por oposição ao ‘stile polifonico’, consagrado pelos madrigais que dominaram a música profana ao longo de todo o século XVI. Contrariamente a este, defendia-se agora a primazia da palavra e da sua inteligibilidade, a par da importância de fazer passar para o ouvinte as emoções contidas no texto poético. Favoreceu-se por isso o estilo da ‘monodia acompanhada’. Este género musical surgiu em Florença e em Roma nos anos finais do século XVI, a partir da vontade de recriar o que seria o modo de representar as tragédias gregas da Antiguidade, tentando igualar assim o poder emocional que estas detinham. Esteve desde o início ligado aos ambientes da alta aristocracia, o que também explica o recurso a textos dos maiores poetas italianos do tempo. O principal objetivo de um compositor era expressar o sentido mais profundo dos textos que musicava, através de uma voz a solo (ou duas vozes), acompanhada por poucos instrumentos provendo suporte harmónico (o que dará origem ao baixo contínuo barroco).

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O ciclo “Reencontros – Memórias Musicais no Palácio de Sintra” é uma iniciativa conjunta da Parques de Sintra e do Centro de Estudos Musicais Setecentistas em Portugal (CEMSP), tendo por diretor artístico o maestro Massimo Mazzeo. Os “Reencontros” dão continuidade à 5.ª Temporada de Música Erudita da Parques de Sintra, que iniciou em março com os “Serões Musicais no Palácio da Pena”, e termina com o ciclo “Noites de Queluz – Tempestade e Galanterie”, em outubro e novembro.

Informações úteis:

Preço de bilhete por concerto: 15€

Preço de Bilhete Ciclo (4 concertos): 51€

Capacidade da Sala dos Cisnes: 160 lugares

 

Locais de venda: Bilheteiras da Parques de Sintra, FNAC, Worten, El Corte Inglés, Altice Arena, Media Markt, lojas ACP, rede PAGAQUI e Postos de Turismo de Sintra e Cascais.

Online em www.parquesdesintra.pt e em www.blueticket.pt

M/6