Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Novembro • Ballet Contemporâneo do Norte

                                                                     

de4c7689-3692-4727-af79-fa93dc12ac5f.jpg

 

 

            © Jani Nummela

E U R O S H I M A
De Mara Andrade e Cátia Pinheiro/José Nunes (Estrutura)
Para o Ballet Contemporâneo do Norte

 

2 de Novembro - 21h30
Casa de Teatro de Sintra
M/12
50m

 

O Ballet Contemporâneo do Norte convidou dois criadores, em regime de “carta branca”, a conceber dois espetáculos para o palco do Cineteatro António Lamoso. As duas peças, assinadas por Mara Andrade ("Expedição") e Cátia Pinheiro & José Nunes ("A Ideia de Europa"), serão apresentadas em sequência e com o mesmo elenco. EUROSHIMA é o título genérico das duas criações, propondo uma reflexão sobre diversas problemáticas que afetam a Europa contemporânea. Duas propostas que re-equacionam leituras distópicas sobre o futuro da Europa através de contributos da geopolítica, filosofia e estudos europeus.

 

EUROSHIMA é o último segmento a fazer parte do programa anual €UROTRA$H, curadoria de Rogério Nuno Costa para o Ballet Contemporâneo do Norte em 2019. Convidaram-se criadores, investigadores/pensadores e outros agentes a re-inventarem uma ideia multifacetada de Europa, entendida enquanto conceito histórico, político, filosófico e estético. Procurando uma contaminação da criação coreográfica por metodologias, práticas e discursos oriundos de outras disciplinas artísticas e científicas, os criadores foram desafiados a questionar a temática proposta a partir de uma citação de George Steiner ("The Idea of Europe", 2015): "Europe is the place where Goethe’s garden almost borders on Buchenwald, where the house of Corneille abuts on the market-place in which Joan of Arc was hideously done to death.”

 

A urgência de uma reflexão inter/trans/disciplinar sobre estas contradições e tensões (culturais, sociais, políticas, económicas e religiosas), que durante séculos contribuíram simultaneamente para o afastamento e para a unificação de uma certa ideia — contestada por uns, abraçada por outros — de identidade cultural (pan-)europeia, ganha na atualidade mais recente um novo fôlego crítico, impulsionado pela designada “crise dos refugiados” e pelo crescimento exponencial de movimentos nacionalistas. Nesse contexto, EUROSHIMA promove elaborações críticas no sentido de uma (e)utopia pluralista e multi-cultural feita através da arte e das suas potencialidades sociais e políticas. Será, no limite, sobre o desejo de “fazer parte”, sobre a importância da criação de comunidades e de discursos sociais/socializantes, sobre a solidariedade e a hospitalidade, sobre a viagem e o exótico.

 

Curadoria: Rogério Nuno Costa | Coreografias: Cátia Pinheiro & José Nunes + Mara Andrade | Intérpretes: Catarina Campos, Joclécio Azevedo, Susana Otero, Thamiris Carvalho, Vinicius Massucato | Iluminação e Direção Técnica: Daniel Oliveira | Figurinos: Jordann Santos | Fotografia de Cena: Miguel Refresco | Design & Artwork: Jani Nummela | Documentação & Vídeo Promocional: Rogério Nuno Costa | Vídeo para "Expedição": Daniel Oliveira, Joclécio Azevedo e Catarina Campos | Som para "Expedição": Daniel Oliveira | Produção: Ballet Contemporâneo do Norte | Apoio: Imaginarius Centro de Criação | Agradecimento: TUP - Teatro Universitário do Porto

 

O Ballet Contemporâneo do Norte é uma companhia financiada pelo Governo de Portugal/Secretaria de Estado da Cultura (Direção-Geral das Artes) e apoiada pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira.


 

 

ac53809d-48b1-4da4-ab17-041141d63d43.jpg

 


Uma Dança por Mês…EUROPA Endlos
Norte - Danças Celtas com Rute Mar


 

16 de Novembro | 10h00-12h30
Sala de ensaio do Cineteatro António Lamoso
Sessão gratuita até ao limite de 30 participantes
Não é necessária 
experiência em dança
Inscrições obrigatórias em bcnproducao@gmail.com



Depois de ter ocupado o primeiro trimestre do ano com três sessões dedicadas ao Ballet, o programa Uma Dança Por Mês... EUROPA ENDLOS iniciou, em Abril, um novo ciclo de três sessões, desta vez em torno da "ideia" de Contemporâneo. Vamos expandir ainda mais os limites geo-histórico-culturais do mapa "europeu", abordando paradigmas coreográficos oriundos de outros continentes, e cujas manifestações coreográficas e musicais têm inspirado, nas duas últimas décadas, a cultura pop/hip hop e a street dance mundiais. Do funk brasileiro (sessão realizada em Abril) ao Kuduro/Afro-House angolano, passando pela marrabenta de Moçambique, o programa pretende propor uma deslocação do olhar (a Sul), em estreita colaboração com profissionais oriundos de países de língua oficial Portuguesa atualmente a residir e a trabalhar em Portugal.

As duas últimas sessões do ciclo (Novembro e Dezembro) encerrarão o programa EUROPA ENDLOS com dois encontros em torno do conceito de "Norte". Vamos recuar no tempo e re-visitar a influência Celta e suas danças na cultura ibérica e depois aprofundar ainda mais esse estudo com uma sessão dedicada ao Vira minhoto (em Dezembro).

 

 

 

 

 

10ae7c86-acb8-49a0-bcf5-589ecec03d69.jpg

 


[ACOLHIMENTO BCN]

O Segredo do Rio
Fio d'Azeite - Chão de Oliva 
6 de Novembro - 11h00 / 15h00
Escola Básica de Mosteiro
Reservas para bcnproducao@gmail.com

 

A partir da leitura de extractos do livro conta-se a história, cujo livro está inserido no PNL / Ler+. Recorrendo à leitura ao vivo, à projecção de imagens bem como a manipulação de marionetas, o público pode desfrutar de um espectáculo fiel à história.

É a história de uma bela amizade entre um peixe e um rapaz, “O Segredo do Rio” que Miguel de Sousa Tavares escreveu, e que agora se apresenta em forma de espectáculo de marionetas de luva.

Uma história pedagógica que pode ser lida como uma parábola protagonizada pela humanidade e a natureza: se a humanidade (rapaz) tratar a natureza (peixe) com amor, fidelidade e respeito – no fundo como merece –, a natureza é generosa.

A adaptação do livro – que tem ilustrações da artista plástica Fernanda Fragateiro, numa associação feliz que nos consegue transportar para/por uma alegria poética, contagiante, expressa com simplicidade –, pretende ser fiel ao texto e às ilustrações. As marionetas executadas por Jorge Cerqueira, seguindo o traço da ilustração, e ainda as novas ilustrações feitas, propositadamente, pela artista plástica para este espectáculo, não desvirtuam o objectivo enunciado, fidelidade ao texto e à linha gráfica, e concorrem para refinar a plasticidade, assim como o jogo de sentimentos e emoções, que se pretende transmitir através do espectáculo. 

Autor Miguel Sousa Tavares; Adaptação e Encenação Nuno Correia Pinto; Intérprete Nuno Correia Pinto; Marionetas Jorge Cerqueira; Ilustração Fernanda Fragateiro; Imagem Gráfica André Rabaça; Direcção Técnica André Rabaça; Sonoplastia Carlos Arroja; Operador Luz e Som Marco Lopes; Direção de Produção Nuno Correia Pinto; Secretária de Direcção e Produção Cristina Costa. 


 

 

Fotografia do workshop com Carlota Lagido e Antoine Pimentel ©Ines Nogueira

2fc926a1-6d33-41d0-950a-ac78599eadb1.jpg

 



OFICINAS DE DANÇA E SOM
com Mariana Tengner Barros e Susana Otero
28 a 30 de Outubro
Escolas públicas de Santa Maria da Feira



 

Reiniciamos nos dias 28 a 30 de Outubro as dez oficinas de dança contemporânea/criativa e de exploração do movimento e som em várias escolas públicas do município de Santa Maria da Feira, as oficinas Foram dinamizadas por Mariana Tengner Barros e Susana Otero.

Sintra recebe 3 edição da exposição INTRADITION 'Meio Século com Futuro'

50 anos de História

Intradition.png

 

De 4 a 31 de outubro entre as 10:00 e as 18:00 vai decorrer a terceira edição do INTRADITION, associada ao 50º aniversário da ourivesaria Arneiro 1969, sob o mote “Meio século com futuro”. Esta exposição comemorativa, de entrada gratuita, vai decorrer na Vila Alda – Casa do Eléctrico de Sintra.

 

O INTRADITION é um evento criado com a ­finalidade de mostrar mais sobre a joia. Trata-se de uma exposição temporária, de cariz cultural, cujo tema incide numa reflexão histórica sobre a Ourivesaria Portuguesa.

 

Pela 3ª edição do INTRADITION escolhemos transformar este momento numa iniciativa cultural aberta a todos os que nos queiram conhecer e visitar. Para assinalar os 50 anos da Arneiro 1969 que se celebram este ano, criámos uma exposição temporária que consiste na reflexão histórica sobre a Ourivesaria Portuguesa. Tivemos como base o “Tempo” como parte integrante da joia, o tempo que leva a ser feito, a perpetuidade e as memórias criadas de geração em geração”, sublinha Mafalda Arneiro.

 

A exposição com o nome “Meio Século com Futuro”, conta com a curadoria da Professora Doutora Ana Cristina Sousa, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, uma académica com trabalho reconhecido na área da Ourivesaria Portuguesa. Os visitantes são convidados a conhecer como a história da ourivesaria portuguesa se cruza com a história da Arneiro 1969, fundada por Reinaldo Arneiro.

 

Pretende-se com esta mostra, que não vejam só as joias, mas que as olhem de uma outra forma, por fora e ‘por dentro’, proporcionando-lhes o conhecimento de alguns dos processos tradicionais de fabrico que marcaram a produção de prata e ouro nos últimos séculos. Procura-se, assim, incutir no olhar e na mente do espectador a noção de ritmo e de tempo, o tempo lento de execução de uma peça a partir de técnicas milenares ou centenárias, que conferem à joia não só um caráter estético, mas, também, toda a carga cultural e simbólica de um ‘saber fazer’.

 

“As peças não surgem por acaso. Existem pessoas, que não só pelas mãos, mas também pela visão, pelo coração, pela emoção, transformam matéria prima em algo único e exclusivo. É essa visão e emoção que pretendemos despertar nos nossos visitantes e devolver à ourivesaria portuguesa a sua origem: o sentimento e o afeto na aquisição de uma joia. Queremos mostrar a história e o trabalho de toda uma área que faz parte da cultura e das tradições nacionais, suportada principalmente por estruturas familiares como a nossa”, conclui Mafalda Arneiro.

 

De forma complementar à exposição, há ainda um ciclo de tertúlias, a realizar todos os sábados do mês de Outubro (4, 12, 19 e 26 de outubro) entre as 11:00 e as 12.30, desenvolvidas em parceria com a AOR - Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal. Estas conversas descontraídas e informais contam com a participação de diferentes intervenientes, desde nomes da nova geração de joalheiros portugueses aos mais consagrados, passando por clientes e até por profissionais da área da ourivesaria.

 

 

Sintra recebe 3ª edição da exposição INTRADITION 'Meio Século com Futuro'

50 anos de História

 

Intradition[3][1].png

 

 

 

De 4 a 31 de outubro, entre as 10:00 e as 18:00, vai decorrer a terceira edição do INTRADITION, associada ao 50º aniversário da ourivesaria Arneiro 1969, sob o mote “Meio século com futuro”. Esta exposição comemorativa, de entrada gratuita, vai decorrer na Vila Alda – Casa do Eléctrico de Sintra.

 

O INTRADITION é um evento criado com a ­finalidade de mostrar mais sobre a joia. Trata-se de uma exposição temporária, de cariz cultural, cujo tema incide numa reflexão histórica sobre a Ourivesaria Portuguesa. 

 

“Pela 3ª edição do INTRADITION escolhemos transformar este momento numa iniciativa cultural aberta a todos os que nos queiram conhecer e visitar. Para assinalar os 50 anos da Arneiro 1969 que se celebram este ano, criámos uma exposição temporária que consiste na reflexão histórica sobre a Ourivesaria Portuguesa. Tivemos como base o “Tempo” como parte integrante da joia, o tempo que leva a ser feito, a perpetuidade e as memórias criadas de geração em geração”, sublinha Mafalda Arneiro.

 

exposição com o nome “Meio Século com Futuro”, conta com a curadoria da Professora Doutora Ana Cristina Sousa, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, uma académica com trabalho reconhecido na área da Ourivesaria Portuguesa. Os visitantes são convidados a conhecer como a história da ourivesaria portuguesa se cruza com a história da Arneiro 1969, fundada por Reinaldo Arneiro.

 

Pretende-se com esta mostra, que não vejam só as joias, mas que as olhem de uma outra forma, por fora e ‘por dentro’, proporcionando-lhes o conhecimento de alguns dos processos tradicionais de fabrico que marcaram a produção de prata e ouro nos últimos séculos. Procura-se, assim, incutir no olhar e na mente do espectador a noção de ritmo e de tempo, o tempo lento de execução de uma peça a partir de técnicas milenares ou centenárias, que conferem à joia não só um caráter estético, mas, também, toda a carga cultural e simbólica de um ‘saber fazer’.

 

“As peças não surgem por acaso. Existem pessoas, que não só pelas mãos, mas também pela visão, pelo coração, pela emoção, transformam matéria prima em algo único e exclusivo. É essa visão e emoção que pretendemos despertar nos nossos visitantes e devolver à ourivesaria portuguesa a sua origem: o sentimento e o afeto na aquisição de uma joia. Queremos mostrar a história e o trabalho de toda uma área que faz parte da cultura e das tradições nacionais, suportada principalmente por estruturas familiares como a nossa”, conclui Mafalda Arneiro.

 

De forma complementar à exposição, há ainda um ciclo de tertúlias, a realizar todos os sábados do mês de outubro (4, 12, 19 e 26 de outubro) entre as 11:00 e as 12:30, desenvolvidas em parceria com a AORP - Associação de Ourivesaria e Relojoaria de Portugal. Estas conversas descontraídas e informais contam com a participação de diferentes intervenientes, desde nomes da nova geração de joalheiros portugueses aos mais consagrados, passando por clientes e até por profissionais da área da ourivesaria.

 

Matay e Soul Gospel Project no concerto solidário da Médicos do Mundo

Receitas revertem para os 19 projectos da organização

 

Concerto Solidário MdM_20 anos.jpg

 

A celebrar 20 anos em Portugal, a Médicos do Mundo promove, no próximo dia 10 de Outubro, um concerto solidário, no Centro Cultural Olga Cadaval, com actuações de Matay e Soul Gospel Project. As receitas do concerto revertem a favor dos projectos da organização que apoiam populações vulneráveis em Portugal e Moçambique.

 

Matay e Soul Gospel Project sobem ao palco do Auditório Jorge Sampaio do Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, pelas 21h30 do dia 10 de Outubro, para participar do concerto solidário da Médicos do Mundo (MdM), que celebra 20 anos em Portugal. Trata-se de uma noite especial em que o público é convidado a desfrutar de boa música, contribuindo simultaneamente para a intervenção da MdM.   

 

As receitas angariadas com este concerto solidário revertem a favor dos 19 projectos da organização, que apoiam populações vulneráveis em Lisboa, Porto, Barcelos, Évora, Castanheira de Pera e Moçambique. Os bilhetes têm um custo de 10 euros e podem ser adquiridos através da Ticketline.

 

Matay é um dos artistas nacionais do momento, dono de uma voz inconfundível e única, própria de quem empresta as suas raízes africanas ao soul e ao gospel. O artista tem marcado presença em palcos de Norte a Sul, integrando a banda de Dengaz, Soul Gospel Project ou Gospel Collective e, mais recentemente, a solo com o seu próprio coletivo. O primeiro single lançado em 2017, “O Que Tu Dás”, e depois “Não Chores Mais”, em 2018, trouxe-lhe o reconhecimento. Depois, foi o sucesso de “Por Favor (Diz-me)”, em colaboração com Boss AC, e de “Perfeito”, interpretado pelo cantor no Festival RTP da Canção, onde alcançou o 3º lugar.

 

Embaixadores da MdM há cerca de uma década, os Soul Gospel Project prometem uma experiência nova e arrebatadora, com raízes no gospel, estilo actualmente tão em voga, e uma aposta na fusão de sonoridades que incluem soul, blues, R&B e jazz. Compostos por 10 a 15 vozes, entre sopranos, contraltos, tenores, barítonos e baixos, os Soul Gospel Project, com uma história de cerca de 20 anos, incluem ainda maestro e um pianista.

 

Concerto solidário da Médicos do Mundo

Quinta-feira, 10 de Outubro, pelas 21h30

Auditório Jorge Sampaio – Centro Cultural Olga Cadaval – Sintra

 

Aquisição de bilhetes na Ticketline em: https://ticketline.sapo.pt/evento/medicos-do-mundo-20-anosconcerto-solidario-45584

 

O museu mais doce do mundo está no Alegro Montijo e no Alegro Sintra

De 21 de setembro a 6 de outubro, o Alegro Montijo e o Alegro Sintra recebem o The Sweet Art Museum – a entrada é gratuita

SAM_Alegro Sintra.jpg

 

A Ceetrus Portugal, empresa proprietária e gestora dos cinco centros comerciais Alegro, acaba de apresentar a nova identidade visual da marca Alegro, inspirada nos “sorrisos”, anunciando em simultâneo que irá trazer de volta a Portugal o “museu mais doce e feliz do mundo”, o The Sweet Art Museum, ao Alegro Montijo e ao Alegro Sintra para celebrar esta novidade.

 

O Alegro Sintra e o Alegro Montijo serão, de 21 de setembro a 6 de outubro, das 11h às 21h, o palco dos HAPPY POP’s do The Sweet Art Museum, que regressa a Portugal para intensificar sorrisos com o Alegro. Com entrada gratuita, o museu mais doce e feliz do mundo, em versão “pocket”, vai estar presente nos dois Alegro, em simultâneo, com 7 espaços HAPPY POP’s by The Sweet Art Museum e 6 corners Alegro distribuídos por todo o centro comercial. Vai ser possível encontrar o famoso carrossel de doces, a banheira das bolas coloridas, a terra dos gelados, e a famosa piscina de marshmallows com direito a mergulhos e a divertidas fotografias.

 

O rebranding da marca Alegro, que se tornou a marca de centros comerciais em Portugal com mais espaços sob a mesma umbrela com a transição do Forum Sintra e Forum Montijo para Alegro, motivou diversas intervenções nos espaços alinhando-os com o novo posicionamento Alegro e com as expetativas dos clientes. O posicionamento “Alegro é o lugar onde se vive o aqui e o agora”, suporta a nova identidade visual da marca, onde se acrescentam sorrisos. O novo logotipo é a cara do Alegro, composto por elementos gráficos que representam as áreas de atuação em cada espaço Alegro: Eat (sorriso), Relax (círculo) e Play (triângulo). O símbolo desfaz-se em sorrisos, assumindo diferentes formas gráficas e expressões que representam a forma como a marca comunica e interage com os clientes.

 

 

FESTIVAL ROMANO

Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas

 

Odrinhas, Sintra

 

20 de setembro – 17h00 às 23h00

21 de setembro – 12h00 às 23h00

22 de setembro – 12h00 às 22h00

 

ENTRADA LIVRE


 

O Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas recebe pelo segundo ano o Festival Romano, que nos levará até aos primeiros séculos da nossa era quando o território em que vivemos fazia parte do Império Romano.

Na proximidade das ruínas da villa romana será recriado um ambiente de festividade que inclui uma agradável área de alimentação, espaço de mercadores e produtores e uma zona com diversas atividades destinadas a todas as idades, desde jogos a oficinas de experimentação onde será possível aprender mais sobre os romanos.

Todos os dias serão apresentados vários momentos de animação relacionados com o culto a Baco e aos Deuses do lar, a venda de escravos, as artes de adivinhação, um triclinium e diversas representações do quotidiano romano. Serão apresentadas duas encenações baseadas nos mosaicos de Torre de Palma representando o Triunfo de Baco e as Nove Musas da Antiguidade.

Após cada apresentação da encenação baseada no Mosaico das Musas de Torre de Palma poderá assistir à palestra “Falemos das Musas...” pela Dra. Filomena Barata da Associação Clenardus.

O Museu de São Miguel de Odrinhas realizará visitas guiadas à coleção romana por personagens de época, com entrada livre e no domingo, pelas 17h no auditório, apresentará a palestra “Sintra na época Romana” pelos arqueólogos Alexandre Gonçalves e Ricardo Campos.

A organização é da Câmara Municipal de Sintra e Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas, a produção está a cargo da Câmara dos Ofícios e conta com a participação da Associação Clenardus – promoção e ensino de línguas clássicas, Centro de Arqueologia de Lisboa, Museu de Lisboa -Teatro Romano, Museu Municipal de Arqueologia da Amadora, Ruinas Romanas de Troia e UNIARQ – Centro de Arqueologia da Universidade de Lisboa.

Feira Quinhentista de Sintra 2019

1.jpg

 

 

Largo D. Fernando II, S. Pedro de Sintra

Em 1502, estando D. Manuel nos seus Paços de Sintra, recebe a notícia de que a armada de Vasco da Gama estaria a chegar a Lisboa, o Rei decide subir à Capela de Nossa Senhora da Pena, no cimo da Serra de Sintra, para daí avistar a referida armada a entrar no Tejo.

A presença de D. Manuel I nos Paços de Sintra, local escolhido pelo monarca para seu desenfado pelos seus bons ares e abundância de caça é o mote para a Feira Quinhentista de Sintra 2019.

À Feira acorrem embaixadores, pintores, poetas, músicos, escritores, capitães de armada e marinheiros, que se juntam aos vendedores, taberneiros e artífices, dando à vila o movimento próprio de uma cidade.

Atraída pelos pregões dos vendedores, a nobreza vem à feira divertindo-se a mostrar como se dança no paço d’el Rei. Vem também o Bobo e Mestre Gil Vicente, figura de destaque nesta corte que não falta a uma boa feira, procurando inspiração para a criação dos seus autos e, quem sabe se não consegue no meio de tanta gente, descobrir novos talentos da arte de representar.

Nestas ocasiões, o povo aproveita para se divertir com os malabaristas ou com os gaiteiros que ali aparecem criando situações de uma certa euforia popular.

Na Feira encontra-se também Duarte D’Armas, encarregado de realizar o desenho de todas as fortalezas e castelos do Reino, fará “visitas guiadas” a Sintra a partir dos seus “3 debuxos das vistas de Cintra”. E não será o único a contar os seus feitos ao público, “Martim Afonso, marinheiro da carreira das Índias” fará o relato da sua viagem a bordo de uma nau da carreira das Índias.

O visitante desta feira poderá ainda conhecer melhor a Arte da Falcoaria, que estará representada com exposição de aves e demonstrações de voo, bem como alguns ofícios tradicionais como a cestaria, a azulejaria, a cerâmica e olaria e a carpintaria.

No sábado às 16h será apresentada uma palestra pelo Dr. Sérgio Luís de Carvalho: O quarto cavaleiro do Apocalipse: A Peste Negra em Sintra (do séc. XIV ao séc. XVI).

18 e 19 de julho - 17h00 às 24h00
20 de julho – 13h00 às 24h00
21 de julho – 13h00 às 23h00

Organização: Câmara Municipal de Sintra
Produção: Câmara dos Ofícios
Apoio: União de Freguesias de Sintra
Parceiro: Refood

Entrada  livre
Informações: camara.oficios@mail.telepac.pt

Feira Quinhentista regressa a Sintra

De 18 a 21 de julho, a Praça D. Fernando II, em São Pedro de Sintra, recebe mais uma edição da Feira Quinhentista, recriando um mercado de época, com entrada livre.

Serão quatro dias de feira, onde poderá conhecer alguns dos ofícios da época de D. Manuel I, como a tinturaria, a tecelagem e a moagem.

Esta recriação histórica contará com animação permanente num ambiente de festa com personagens do povo e da nobreza recriando várias situações do quotidiano em interação com o público, assim como quiosques destinados à venda de diversos produtos.

Em 1502 estando D. Manuel I nos Paços de Sintra, recebeu a notícia de que a armada de Vasco da Gama estaria a chegar a Lisboa, o Rei decidiu subir à Capela de Nossa Senhora da Pena, no cimo da Serra de Sintra, para daí avistar a referida armada a entrar no Tejo.

A presença de D. Manuel I nos Paços de Sintra, local escolhido pelo monarca para seu descanso pelos bons ares e abundância de caça é o mote para a realização da Feira Quinhentista de Sintra 2019.

À Feira acorrem embaixadores, pintores, poetas, músicos, escritores, capitães de armada e marinheiros, que se juntam aos vendedores, taberneiros e artífices, dando à vila o movimento próprio de uma cidade.

Atraída pelos pregões dos vendedores, a nobreza vem à feira divertir-se e mostrar como se dança no paço d´el Rei. Vem também o Bobo e Mestre Gil Vicente, figura de destaque nesta corte que não falta a uma boa feira, procurando inspiração para a criação dos seus autos e, quem sabe se não consegue no meio de tanta gente, descobrir novos talentos da arte de representar.

Nestas ocasiões, o povo aproveita para se divertir com os malabaristas ou com os gaiteiros que ali aparecem criando situações de uma certa euforia popular.

Na feira encontra-se também Duarte D´Armas, encarregado de fazer o desenho de todas as fortalezas e castelos do Reino, que fará “visitas guiadas” a Sintra a partir dos seus “3 debuxos das vistas de Cintra”. E não será o único a contar os seus feitos ao público, “Martim Afonso, marinheiro da carreira das Índias” fará o relato da sua viagem a bordo de uma nau da carreira das Índias.

O visitante desta feira poderá ainda conhecer melhor a arte da falcoaria, que estará representada com uma exposição de aves e demonstração de voo, bem como alguns ofícios tradicionais como a cestaria, a azulejaria, a cerâmica e olaria e a carpintaria.

No sábado às 16h00 será apresentada uma palestra pelo prof. Sérgio Luís de Carvalho: O quarto cavaleiro do Apocalipse: A Peste Negra em Sintra (do séc. XIV ao séc. XVI).

A Feira Quinhentista é organizada pela Câmara Municipal de Sintra, produzida pela Câmara dos Ofícios, e com apoio da União de Freguesias de Sintra.

 

Horário:

18 e 19 de julho – 17h00 às 24h00

20 de julho – 13h00 às 24h00

21 de julho – 13h00 às 23h00

Ópera na Rua esta sexta-feira nos Jardins da Quinta da Fidalga


Agualva - Cacém | 19 de julho, 21h30

 

 

O espetáculo gratuito de Ópera na Rua regressa esta sexta-feira,19 de julho às 21h30, ao Jardins da Quinta da Fidalga, em Agualva-Cacém.

Imaginemos os grandes temas do nosso cancioneiro transportado para um ambiente de época ou o ambiente de época transportado para os nossos dias. Simone de Oliveira, Vitorino, Zeca Afonso, Trovante, e até o Fado serão interpretados por 6 vozes acompanhadas de 1 ensemble.  Um projeto extraordinário que inclui arranjos belíssimos e únicos que une trechos de música de compositores como Vivaldi, Mozart, entre outros, com a nossa canção e os nossos compositores.

O público é convidado a deixar-se envolver por 6 personagens vestidos de Belle Époque. A partir desse momento entram numa Casa Portuguesa e contam-nos com canções os sucessos de várias épocas. O resultado é uma espécie de Broadway à Portuguesa com arranjos musicais e vozes e encenação dos 6 cantores que cantam canções como Desfolhada, Casa Portuguesa, Balada das 7 saias de Trovante, medleys de Zeca Afonso, e medleys do nosso cancioneiro popular e tradicional como: Milho Verde, Bailinho da Madeira, Malhão e muito mais.

A iniciativa Óperas na Rua, que tem revelado ser um sucesso junto da população, promove a democratização ao acesso de espetáculos de ópera, habitualmente, pouco acessíveis à maioria da população. A emoção e intensidade dramática da ópera saem para a rua ao encontro dos seus habitantes e visitantes, num projeto de proximidade com a comunidade.

O espetáculo, de entrada livre, é uma oportunidade única para o espectador, encanta pela envolvência do lugar juntamente com experiência musical que tornarão esta numa noite memorável.


www.facebook.com/camaradesintra
www.twitter.com/camaradesintra

“Óperas na Rua” em dose dupla este fim de semana

12 de julho, 21h30 – Mem Martins

13 de julho, 21h30 – Massamá

 

A iniciativa “ Óperas na Rua” sobe de novo a palco este fim de semana. Na sexta-feira, 12 de julho às 21h30, a Ópera invade o largo da Capela da Nossa Senhora da Natividade em Mem Martins e no dia 13 de julho, sábado, conquista o seu lugar na Praça Salgueiro Maia em Massamá. Depois de dois espetáculos que revelaram ser um verdadeiro sucesso, a Ópera este fim de semana a Mem Martins e a Massamá.

No dia 12 de julho, pelas 21h30, no Largo da Capela da Nossa Senhora da Natividade em Mem Martins, a Câmara Municipal de Sintra apresenta “Mozart”. O grupo “Ópera Viva” homenageia Mozart de uma forma divertida. Com interatividade e excelência musical e artística, este grupo presenteia o público com algumas árias mais emblemáticas do compositor, acompanhados de um quarteto de cordas e Piano.  O próprio “Mozart” estará presente numa encenação divertida em que parece compor os temas que irão ser cantados ao mesmo tempo que vai encenando os próprios cantores. Uma noite à Sec. XVIII com Bodas de Fígaro, Cosi Fan Tutte, O Rapto do Serralho, Don Giovanni, Flauta Mágica, com personagens vestidos a rigor.

Já no dia 13 de julho, na Praça Salgueiro Maia em Massamá, a produtora Bythemusic brinda os espectadores com o espetáculo “Ópera nas Praças”. Um momento que leva o canto lírico à população da forma mais intensa, carismática, atrativa e bela com uma produção excelente. É transformar a Praça numa festa lírica brilhante e popular onde o público participa também e fica envolvido pelas mais espetaculares árias de Ópera, Canções Napolitanas, Broadway, Canções Líricas, Zarzuelas etc... Um espetáculo memorável com 6 conceituados cantores líricos que arrasam com vozes magníficas.

A iniciativa Óperas na Rua promove a democratização ao acesso de espetáculos de ópera, habitualmente, pouco acessíveis à maioria da população. A emoção e intensidade dramática da ópera saem para a rua ao encontro dos seus habitantes e visitantes, num projeto de proximidade com a comunidade.

Os espetáculos de Ópera na Rua são de entrada livre e acontecem até 26 de julho, em locais inesperados e únicos no concelho de Sintra.

www.facebook.com/camaradesintra
www.twitter.com/camaradesintra