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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

UAU :: As obras completas de WILLIAM SHAKESPEARE em 97 minutos

O público não pediu, mas elas estão de regresso!

Mais de 1.000.000 já comeu.... ou melhor já viu!!! Ou talvez não.

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As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos.

Há espectáculos que são um verdadeiro fenómeno. Este é um deles!
Das tragédias às comédias, passando pelas peças históricas e até mesmo pelos sonetos, As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos, revisita as 37 obras de Shakespeare e envolve o público que tal forma que este acaba a fazer parte integrante da acção. 

 

As Obras Completas de William Shakespeare em 97 minutos subiram ao palco do Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa e percorreram o país em digressão em 2020, com salas sempre esgotadas! Ainda não… estão, mas vão estar!!!

 

Curta temporada. Será a última?

  

Produzida pela UAU (sim, produzimos emoções!), a peça “As Obras Completas de William Shakespeare em 97 minutos” volta a marcar várias gerações, como tem feito desde a sua estreia em 1996, agora com encenação a cargo de António Pires e interpretada por Pedro Pernas, Rúben Madureira e Telmo Ramalho.

 

A não perder!

 

Texto Adam Long, Daniel Singer e Jess Borgeson Encenação António Pires 

Tradução Célia Mendes Figurinos Marta Pedroso Movimento/coreografia Sissi Martins Interpretação Pedro Pernas, Ruben Madureira e Telmo Ramalho

O que diz a imprensa:

A Revisitação hilariante da Obra Completa do velho Bardo”, - Eugénia Vasques, Expresso.

É a peça com a carreira mais longa em Portugal. Entre 1996 e 2011, o hilariante texto britânico de Adam Long, Daniel Singer e Jess Borgeson fez rir cerca de 300 mil espectadores”, Público.

Shakespeare revisitado numa obra que consegue ser plena, conseguida, lucida, critico-humorística”, Fernando Midões, Diário de Notícias.

 

Aud. dos Oceanos Casino Lisboa | Estreia dia 12 de setembro

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Artistas Unidos | Início de Temporada

 

 

Na abertura da temporada 2019-2020 poderá assistir a EMÍLIA de Claudio Tolcachir, uma produção dos Artistas Unidos em cena de 11 de Setembro a 19 de Outubro no Teatro da Politécnica.

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EMÍLIA de Claudio Tolcachir Com Américo Silva, Andreia Bento, Isabel Muñoz Cardoso, João Estima e Pedro Carraca Cenografia Rita Lopes Alves e José Manuel Reis Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência Inês Pereira Encenação Jorge Silva Melo

 

No Teatro da Politécnica de 11 de Setembro a 19 de Outubro

3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

 

Estamos  mesmo alheados daquilo de que os outros precisam? Onde nasce este afastamento? Por alguma razão, todos se amam e essa razão nem sempre é o amor. Talvez o refúgio que Emília procura encontrar nesse antigo amor e na sua família seja a sua ruína. O seu  sacrifício. Ou a salvação?

D. Maria II encerra temporada com dois espetáculos de teatro jovem

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O K Cena, projeto lusófono de teatro jovem, chega ao Teatro Nacional D. Maria II na próxima semana, com a estreia de dois espetáculos que encerram a temporada 2018-2019. A partir de dia 24 de julho, a Sala Estúdio recebe Manifesta e Demo.cracia v.2019, dois espetáculos que juntam em palco 18 jovens entre os 14 e os 18 anos de idade.

 

Selecionados através de uma oficina-audição onde participaram cerca de 80 inscritos, este grupo de jovens trabalhou, ao longo da temporada, à volta do tema Democracia, acompanhados pelas atrizes e criadoras Raquel André e Teresa Sobral.

 

Nos dias 24 e 25 de julho, levam à cena o espetáculo Manifesta, com orientação artística de Raquel André, onde a liberdade, a sociedade, o amor, o tempo e a democracia são questionados por estas 18 vozes, através de manifestos escritos pelos próprios.

 

Logo de seguida, a 26 e 27 de julho, o mesmo grupo sobe novamente ao palco da Sala Estúdio, desta vez para apresentar Demo.cracia v.2019 - is missing or has been corrupted, uma criação conjunta de Teresa Sobral e dos 18 jovens envolvidos no projeto, onde é dada voz àqueles que sofrem sem ter como se defender.

 

O K Cena desenvolve-se, simultaneamente, em teatros em Mindelo (Cabo Verde), Salvador da Bahia (Brasil) e Viseu (através do Teatro Viriato), aos quais se juntou, a partir deste ano, o Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, envolvendo dezenas de jovens em cada uma destas cidades, que criam espetáculos em torno de um tema comum. Na temporada 2018-2019, o tema escolhido foi a Democracia, que deu origem a 5 espetáculos distintos, apresentados em 4 cidades diferentes. Cada um com a sua seleção e projeto, mas todos partilhando o mesmo tema de trabalho, num verdadeiro espírito democrático.

 

Manifesta e Demo.cracia v.2019têm entrada gratuita em todas as sessões, mediante levantamento de bilhetes na bilheteira do D. Maria II.

Em 2020, o K Cena estará de regresso ao D. Maria II, com apresentações de 17 a 19 de julho.

 

CONSCIÊNCIA DO ACTOR EM CENA | apresentação final

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Na próxima Sexta, dia 26 de Julho às 21h, terá lugar em Vale dos Barris a apresentação de THE AMAZING SHOW - com a coleira arrastado para a rua -  exercício comentado do Curso Intensivo CONSCIÊNCIA DO ACTOR EM CENA.
Sob a direcção de João Brites e coordenação de Juliana Pinho, durante este mês, em regime de residência artística, os actores foram adquirindo ferramentas técnicas associadas ao trabalho do actor que agora se propõem a aplicar neste Exercício aberto ao público.
A entrada é livre. É possível jantar depois da apresentação mediante reserva prévia obrigatória.

Grândola: ANIMAÇÃO DE VERÃO - Espectáculos ao ar livre em Julho - gratuito

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O Largo de São Sebastião, no centro tradicional da Vila Morena, recebe em Julho os espectáculos integrados na Animação de Verão, uma iniciativa do Município de Grândola, que engloba animação infantil, música e teatro, com entrada gratuita.

 

A Sessão de Contos com Carlos Marques, no dia 6 de Julho às 11h, marca o início desta maratona de espectáculos ao ar livre. As manhãs de sábado, são sempre dedicadas à animação infantil, com os “Contos com Bru Junça”, no dia 12, e “Contos com Miguel Horta”, no dia 20.

 

A música está em agenda para sexta-feira, dia 12 de julho às 22h, com os covers blues/rock da banda Mori’Rosso.

 

Os espectáculos de teatro da Animação de Verão chegam a Grândola pelo Teatro da Serra de Montemuro, com a peça “Fanzine – O Regresso dos Heróis”, no dia 20 às 22h, e pelo Ao Luar Teatro com “O Velho da Horta” no dia 26, à mesma hora.

 

Os Vizinhos de Cima de regresso ao Villaret em Setembro

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Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano, Pedro Lima e Rui Melo regressam ao Teatro Villaret, em Lisboa, a partir de 26 de Setembro.

OS VIZINHOS DE CIMA
esteve em cena pela primeira vez de Outubro a Dezembro do ano passado, em Lisboa, tendo seguido depois numa pequena digressão pelo país - com passagem por três coliseus do Porto completamente esgotados - num total de 66 apresentações com mais de 30 mil espectadores.

Regressa agora Lisboa mantendo a promessa de continuar a fazê-lo reflectir sobre as relações a dois, com muitas gargalhadas à mistura, porque, como insinua o próprio autor: Uma boa dose de sentido de humor é absolutamente imprescindível para conseguirmos lidar com as questões do coração. E com a vida no geral, atrevemo-nos a acrescentar.

"Sem dúvida, uma das maiores e mais ambiciosas aventuras que podemos experimentar é viver em casal. Um grande desafio, cheio de adversidades e obstáculos em que a luta acontece diariamente, as trincheiras são infinitas e o consolo às feridas e arranhões sofridos é muitas vezes escasso e pouco salutar. Mesmo assim, inexplicavelmente homens e mulheres continuam a tentar. Por essa razão, estou convencido de que só com ironia e sentido de humor é possível escrever sobre essa tragédia que nos assombra desde o início dos tempos e da qual não podemos escapar. E o que é que os vizinhos de cima têm a ver com isso? Bem, eles são os culpados por estar a ler estas linhas agora. Há alguns anos atrás um casal mudou-se para o andar por cima do meu - onde vivo com a minha família. Quase de imediato começámos a ouvir ruídos estranhos, a qualquer momento ou hora do dia, sempre acompanhados de uma grande variedade de gemidos. Certamente que para mim, isto foi uma inspiração, e de forma inconsciente, acabou por dar origem ao que seria a minha primeira peça para teatro.” Cesc Gay


TEATRO VILLARET
A PARTIR 26 SETEMBRO
Quinta a Sábado às 21h30 | Domingo às 17h00
Bilhetes: 18€

“Noites na fonte” em Águas de Moura: Fonte centenária é pretexto para noites de animação

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Nos dias 19 e 20 de julho, há “Noites na fonte” na aldeia de Águas de Moura, freguesia de Marateca. Animação musical, espetáculos de teatro, marchas populares e gastronomia são algumas das sugestões desta iniciativa que promete animar estas duas noites de verão junto à fonte centenária.

 

No dia 19, às 21h30, as honras de abertura da programação estarão a cargo da Marcha Infantil dos Cenourinhas, da União Social Sol Crescente da Marateca, seguindo-se às, 22h00, “Histórias de En Calhar: os verdadeiros contos” pelo Teatro Estranhamente Louco e Absurdo (TELA) e, às 22h30, o espetáculo com Marco Alonso Group e animação de dança oriental com Tânia Lopes.

 

Já no dia 20 de julho, a Associação de Festas de São Pedro da Marateca abre a noite de animação com a Marcha de São Pedro para, às 22h00, os ValdevinosTeatro de Marionetas entrarem em cena com um teatro tradicional português Dom Roberto. Às 22h30, é a vez de Ângela Ribeiro apresentar “Deixa Falar a Fonte: a água que corre, a fonte que fala” e, às 23h00, o grupo Raiz Lusa encerra o programa com um espetáculo musical.

 

Durante os dois dias, o público poderá ainda percorrer as tasquinhas com petiscos que serão asseguradas em permanência pelo Grupo Desportivo de Águas de Moura, conviver num espaço decorado pela Cáritas Diocesana de Setúbal e também visitar os comerciantes da Baixa Comercial de Águas de Moura que, no dia 20 de julho, das 09h00 às 14h00, dão vida a mais um Mercadinho d’A Moura, este mês dedicado ao verão.

 

Com o intuito de dinamizar a oferta cultural na freguesia, as “Noites na fonte” são uma organização da Câmara Municipal de Palmela, da União das Freguesias de Poceirão e Marateca, do Teatro Estranhamente Louco e Absurdo, da Associação de Festas de São Pedro da Marateca, da União Social Sol Crescente da Marateca (Os Cenourinhas), da Cáritas Diocesana de Setúbal (Centro Comunitário de São Pedro) e do Grupo Desportivo e Recreativo de Águas de Moura.

Mônica Salmaso e José Pedro Gil apresentam "Estrada Branca" no Castelo do Alandroal

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Espetáculo: “Estrada Branca”

Local: Castelo do Alandroal

Datas: Sexta-feira, 19 de julho

Preço: Gratuito

Horário: 22h00

 

O Castelo do Alandroal recebe, na sexta-feira, dia 19 de julho, às 22h00, o terceiro e último concerto da digressão de “Estrada Branca”. O espetáculo é um tributo a Vinicius de Moraes e José Afonso pelas vozes de Mônica Salmaso e José Pedro Gil. Com entrada gratuita, a união das duas vozes do passado será ao ar livre, no espaço requalificado pelo arquiteto Manuel Aires Mateus, também responsável pela cenografia do projeto.

 

No mesmo ano em que se celebra o 90º aniversário de José Afonso, “Estrada Branca” – da autoria de José Pedro Gil, Emanuel de Andrade, Mônica Salmaso, Teco Cardoso, Nelson Ayres e Carlos Tê – lança duplo LP, à venda durante o concerto. Na compra do disco e de uma t-shirt do projeto, parte das receitas reverte a favor da Associação Corações Com Coroa – fundada por Catarina Furtado – que ajuda jovens adolescentes e mulheres em situações vulneráveis.

 

TEATRO DOS ALOÉS | AMADORA MOSTRA | RECREIOS DA AMADORA

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AMADORA - MOSTRA
19 a 21 de julho (sexta e sábado às 21h30 e domingo às 16h nos Recreios da Amadora

 

AMADORA MOSTRA é reconhecer que o teatro se modifica de geração para geração, que novos problemas são colocados na cena e à cena.
É confrontar o novo teatro com o público, é reconhecer que novas expressões têm direito às suas escolhas estéticas e às suas problemáticas.
AMADORA MOSTRA é dar a mão amiga aos novos, como antes fizeram a nós. 
Bem-Vindos. 
Abraço forte de amizade Companheiros.

Teatro dos Aloés


GET OUT OF THE CLOSET! - 19 de julho - 21h30 | M/12

Um corpo não reflecte a pessoa que o habita. Por alguma razão Descartes separou a Alma do corpo. Penso que todos nós já sentimos que a nossa fisionomia, nalgum momento das nossas vidas, atraiçoou o nosso ‘eu’. Precisamos de encontrar um corpo visível, uma imagem, uma forma que consiga transparecer o nosso real pensamento, o nosso conteúdo, aquilo que sabemos ser. Em O Belo e a Consolação,
Steiner diz-nos que «Somos aquilo que são as nossas memórias. Não nos podem tirar aquilo que temos dentro de nós». Mas como é que algo que é do foro abstracto consegue sobrepor-se a uma dimensão corpórea? É necessário sermos “apenas” o que somos, sem a preocupação de nos inserirmos num Mundo edificado pelo preconceito, por normas e elites. Não cedamos aos dogmas impostos por
uma sociedade que tem um fascínio pelo belo. Tenhamos a coragem de viver num lugar às escuras, onde as pessoas se atraiam platonicamente. «Os olhos são o espelho da Alma», como Fernando Pessoa nos relembra. Encontramo-nos presos ao nosso corpo, à nossa pele, mas não temos culpa dos nossos genes.
Acredito que somos mais do que matéria, tal como Artaud. É urgente descobrirmos o verdadeiro ser que nos habita. Quem sou eu? Quem és tu?

Direção Artística e Conceção: Adriana Melo
Interpretação: Adriana Melo, Beatriz Brito, Magnum Soares, Karen Sampaio e Rita Bettencourt Paixão
Cenografia: Rita Capelo
Fotografia e Vídeo: Helena Gonçalves                            

ALEATÓRIO - 20 de julho - 21h30 | M/12

"Se a sua vida tivesse trilha sonora, qual seria?" A partir de músicas escolhidas pela plateia, duas histórias aleatórias são criadas por improviso, e se cruzam para inesperados desfechos.
Espetáculo de Impro Long Form, Teatro de Improviso poético que mistura dança, mímica e a espontaneidade da criação por música.

Realização: Grupo de Improviso SAÍDA SUL
Concepção, Direção e Atuação: Luana Proença
Banda Sonora: O Público
Designer de Luz: Marina Zoé
Figurino: Julieta Zarza e Luana Proença

PRANTO DE MARIA PARDA - 21 de julho - 16h | M/12

Espectáculo que relaciona o actor e a marioneta, num palco despojado e frio destacando apenas seis figuras e Parda que vem prantear a sua sede.
O tema central é o vinho, símbolo do animo e da inspiração da alma de um país que, estando em crise, não o tem. A peça acontece na época medieval, mas, porque se adapta aos dias de hoje, foi modernizada. Os taberneiros cuja forma remete para as cepas de vinha, realizando-se com elas o teatro de figuras, mas a personagem central é Maria Parda, acompanhada a maior parte do tempo de si mesma apenas e a si mesma falando, para regalo do público, nos versos de Gil Vicente, que vai mencionar os vinhos das diferentes terras de Portugal e qualificar a sua produção no derradeiro testamento da sequiosa mulher.  

Encenação, Dramaturgia, Manipulação - Guto Martins
Direção Técnica, manipulação - Magnum Soares
Manipulação: Mariana Nogueira
Direção Musical - Pedro De Fillipis
Audio-Visual - Pedro Cabral
Produção - Leonor Cabrita

 

Informações e reservas: 916 648 204 ou teatrodosaloes@sapo.pt