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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

TOTY SA'MED E NAYELA na SALA DE ESTAR

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SALA DE ESTAR recebe TOTY SA'MED e NAYELA
27 de Janeiro às 21h
Teatro Municipal Amélia Rey Colaço (Algés)
 
SALA DE ESTAR regressa ao Teatro Municipal Amélia Rey Colaço com dois nomes que não vai querer perder: Toty Sa'Med e Nayela. São eles que nos recebem para uma noite de música, conversa e partilha, sob o aconchegante pano de fundo de uma verdadeira sala de estar. Com direcção artística de Cláudia Semedo, a iniciativa pretende aproximar artistas e público, numa experiência exclusiva e intimista.
 
Nayela escreve, canta, produz. Toty Sa'Med é músico, cantor, compositor e multi-instrumentista. Nayela nasceu em Bruxelas, viveu em Angola e na África do Sul. Mudou-se depois para Lisboa, lugar onde decidiu aproveitar os meses de quarentena para aperfeiçoar o seu som, cruzando territórios pouco explorados com influências do semba, MPB, R&B, Kuduro, Kizomba e música electrónica. Toty Sa'Med nasceu em Luanda e é um dos artistas de culto da nova música Angolana. Colaborou com inúmeros artistas e, durante o longo período de isolamento, escreveu e gravou o seu primeiro álbum com data prevista de lançamento para o início de 2022.

Pela SALA DE ESTAR já passaram nomes como Dino D´Santiago, Márcia, NBC, Sara Tavares e Diana Castro. Desta vez, os donos da sala são Toty Sa'Med e Nayela, que nos recebem para uma noite de conexão onde as canções são o pretexto para a troca de histórias. Uma oportunidade a não perder.
Entrem e sintam-se em casa!

SALA DE ESTAR com Nayela e Toty Sa'Med
Teatro Municipal Amélia Rey Colaço
27 de Janeiro I 21H
M/6
Apoios: Antena 3 I Guel
 
BILHETES: 10 euros
RESERVAS: 919714919 / cda.reservas@gmail.com
Bilhetes à venda na BOL https://bit.ly/32ajkot

Passatempo A PEQUENA SEREIA - O MUSICAL - Teatro Politeama

 

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O Blog Cultura de Borla em parceria com TEATRO POLITEAMA tem bilhetes duplos para o espectáculo A PEQUENA SEREIA - O MUSICAL no TEATRO POLITEAMA para o dia 23 de Janeiro (11h) aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver A PEQUENA SEREIA - O MUSICAL  com o Cultura de Borla" com nome, nº de Cartão de Cidadão e nº de telefone.

 

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

 

 

SINOPSE

O musical de Filipe La Féria baseado no conto de Hans Christian Andersen é uma maravilhosa festa que apela à emoção e à inteligência dos jovens espectadores, um espectáculo moderno e cria uma interação transversal a todas as idades entusiasmando crianças e adultos sendo o maior musical feito no nosso país para toda a família.

La Féria arriscou em "A Pequena Sereia" todo o seu talento e fantasia num espetáculo que articula a representação, a música, o canto, o bailado, a acrobacia com cenários e guarda-roupa maravilhosos e em que pela primeira vez se experimenta num palco português as três dimensões devido ao sofisticado sistema de vídeo.

"A Pequena Sereia" é a maravilhosa história da filha mais nova do Rei dos Mares que ansiava completar quinze anos para poder subir à superfície da água e observar o fascinante mundo dos seres humanos, criaturas terrenas que além do corpo possuíam uma alma.
Finalmente o grande dia chegou. O mar estava calmo e a pequena Sereia avistou uma nau onde viajava um belo príncipe
Assim começa um dos mais belos contos da história da Humanidade que encerra uma mensagem profunda sobre os valores fundamentais do ser humano: a aceitação do seu semelhante e das suas diferenças, a solidariedade, a espiritualidade, a força absoluta do Amor.

"A Pequena Sereia" faz-nos descobrir um mundo onde o sonho não acaba mais e ensina-nos a ser corajosos e persistentes para alcançar e continuar a lutar pelos nossos ideais.

O segredo do grande sucesso de "A Pequena Sereia" está na rigorosa qualidade de todos os elementos que constituem o espetáculo: o texto, a música, a coreografia, o humor, o cenário, a maravilhosa interpretação dos atores, cantores, bailarinos, acrobatas e músicos que construíram o mundo de encantamento de alegria e de poesia de "A Pequena Sereia".

Grândola recebe espetáculo de teatro "Silêncios e Tanta Gente" sobre o Tráfico de Seres Humanos

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O Cine Granadeiro Auditório Municipal é palco no próximo sábado, dia 15, às 21h00, do espetáculo de teatro “Silêncios e Tanta Gente”, numa coprodução  Boutique da Cultura e  MDM – Movimento Democrático de Mulheres.

A entrada é gratuita mediante reserva e levantamento de bilhete na Junta de Freguesia de Grândola: 269 498 100

 

A peça, com interpretação de Tiago de Almeida, Joana Tavares, João Borges de Almeida e Rita Dias, pretende alertar consciências para a realidade das vitimas de tráfico humano: “gente, muita gente, que em busca de uma vida melhor, é traída e transformada em mercadoria. Vendidas, compradas, oferecidas, trocadas. Privadas de liberdade, são sujeitas à mais atroz violência e tortura. Porque o "mais atroz das coisas más, das pessoas más, é o silêncio das pessoas boas".

 

O espetáculo integra o Seminário “Tráfico de Seres Humanos – Realidades, Silêncios e Mergulhos no Escuro”, que vai decorrer a partir das 14h00 no Cineteatro Grandolense no âmbito do Projeto “Para Além do Amor – Agir e Convergir para Mudar.

 

A organização é do MDM, Município de Grândola e Junta de Freguesia de Grândola e Santa Margarida da Serra

 

*é necessário apresentação de certificado de vacinação Covid-19 ou teste negativo.

 

Teatro Puzzle apresenta “É ou não é? Pode ser?” em Pinhal Novo

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O Teatro Puzzle, grupo de teatro da APPACDM - Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental de Setúbal, apresenta o espetáculo “É ou não é? Pode ser?” no Auditório Municipal de Pinhal Novo, a 29 de janeiro, às 21h30. 

A peça, para maiores de 12 anos, tem texto de Eduardo de Fillipo (Arte da Comédia) e adaptação e encenação de Tânia Alexandre. Integram o elenco Rui Gomes, Mário Oliveira, Artur Santos, Diogo Barroso, José Gomes, Rita Santos, Fernando Barranha, Carla Oliveira, Vânia Encarnação, Pedro Moura, Sandra Paula, Nuno Sanches e Pedro Silva.

O espetáculo conta com o apoio da Câmara Municipal de Palmela e a bilheteira funcionará no sistema de caixa solidária.

 

Sinopse

 

«Os atores são sempre homens originais, extravagantes, um tanto loucos, mas boa gente… Se nos fazem perder tempo, em compensação, ganha-se um bom bocado de bom humor. Onde está?

O Presidente da Câmara, acabado de chegar a esta cidade, toma posse de uma Câmara velha e poeirenta, no seu estado físico e na sua forma de governar. Aconselhado pelos seus três Secretários, abre a porta para grandes entidades da cidade (uma médica, uma madre e uma professora), mas recebe uma primeira visita inesperada. Oreste Campese, ator e encenador do “Barracão”, precisa de ajuda de sua excelência. Contudo, entre ambos, acende-se um verdadeiro debate de ideias entre a pertinência, seriedade da arte de representar e as suas envolventes.

E a verdadeira questão coloca-se: será que o teatro não passa de “palhaçadas”? Ou trata-se de factos reais, casos cruéis, trágicos, grotescos, acontecimentos a sério, recolhidos e anotados? Será que no teatro podemos espelhar a realidade ou não? E se, naquela cadeira, um de cada vez, viessem tomar o lugar também os meus atores? Será que o Presidente irá saber distinguir o ator da realidade?».

Estreamos com "Corpo Pequenino, Olhos de Gigante"

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Numa noite de luar, ia pela serra um menino sozinho (ou seria uma menina?) de olhos bem abertos, sem sono para se deitar. Sem sono para se deitar porque tinha tanto para pensar. Ia a pensar e a sentir tantas coisas quando lhe apareceu um gigante. Sim, um gigante! E ainda por cima queria roubar-lhe os olhos. Já alguma vez te quiseram roubar os olhos?!
 
É que dizem que sou eu o menino d’olhos de gigante; e eu juro, pela minha boa sorte, que não sou só eu!
80ª produção do Teatro Estúdio Fontenova

A partir de: “O Menino d’ Olhos de Gigante”, de Almada Negreiros
Criação e Interpretação: Patrícia Paixão, Ricardo Guerreiro Campos, Rosa Dias
Coordenação de projeto, cenografia e figurinos: Ricardo Guerreiro Campos
Dramaturgia: Patrícia Paixão
Música original: Rosa Dias
Desenho de luz: José Maria Dias
Execução de Figurinos: Gertrudes Félix
Consultoria Artística e Pedagógica: Ana Lopes‑Mesquita, Fátima Medeiros, Iolanda Rodrigues, Maria Luiz, Simão Palmeirim Costa
Residência Artístico-Pedagógica: Academia de Música e Belas-Artes Luísa Todi, Escola Básica nº 5 do Peixe Frito, Escola Tom da Terra
Design de Comunicação, Imagem e Fotografia: Tomás Anjos Barão
Produção: Graziela Dias e Tomás Anjos Barão
Agradecimento: João Mota

Duração aproximada: 45 minutos

Sábado: Comédia "E tudo o morto levou" no Casino Espinho, com Marina Mota

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No próximo sábado, dia 15 de Janeiro, o Casino Espinho sugere um jantar espectáculo com Teatro de Revista, numa comédia frenética, de enganos e com um grande ritmo de entrada e saída de personagens.

 

A peça “E tudo o morto levou” é uma comédia teatral protagonizada por Marina Mota, que decorre durante um velório, num largo de um bairro na periferia de Lisboa. A noite vai passando e por aquela capela vão surgindo um sem número de personagens que toda a gente, pelo menos uma vez na vida, já viu num velório, ao vivo. Ou ao morto, neste caso.

 

Quando tudo leva a crer que se trata de mais um velório como tantos outros, eis que o insólito acontece: Isabel, a recém-viúva, é confrontada com o marido, que lhe aparece à frente com um ramo de flores. Afinal, não é ele quem está no caixão, mas, sim, o tipo que lhe roubou o carro e todos os bens que trazia consigo, incluindo a roupa. A interior, também...

 

E eis que nesse momento da grande e perturbante revelação, surge a grande questão de Isabel: contar toda a verdade ou ficar com o dinheiro do seguro de vida, passando o marido por morto? Para todos os efeitos, já está velado e tudo... é um espectáculo a não perder.

 

Todas as unidades do Grupo Solverde possuem o certificado “Clean & Safe” do Turismo de Portugal, cumprindo com todas as orientações de segurança e higiene da Direcção-Geral da Saúde, de modo a proporcionar momentos únicos de bem-estar aos seus clientes, em total segurança.

 

Para aceder ao Casino será obrigatória a apresentação do certificado digital Covid-19 ou do teste PCR/ Antigénio negativo. Para mais informações, por favor consultar www.gruposolverde.pt.

 

Jantar Espectáculo: €40 por pessoa

Admissão jantar: 20:00 às 21:00

Espectáculo: 22:30

Novidades para Janeiro

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AO PALCO

FORMAÇÃO
 
O Teatro da Garagem coloca à disposição da Escola, o seu saber fazer, técnico e artístico, numa perspetiva de colaboração e sensibilização, ajudando professores, funcionários não docentes e alunos, a encontrarem as melhores soluções técnicas e artísticas para os seus objetos cénicos.  A Garagem ajuda a Escola a fazer, e a encontrar, o seu Teatro no palco do Teatro Taborda. 

Ficha artística:

Coordenação do Serviço Educativo Ana Palma 
Estágios ESTC Ana Dias e Mariana Índias

Financiamento Direção-Geral das Artes, Governo de Portugal | Ministério da Cultura
Apoios Câmara Municipal de Lisboa, EGEAC, Junta de Freguesia de Santa Maria Maior

 

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ABERTURA DE INSCRIÇÕES
CLUBES DE TEATRO 2022

FORMAÇÃO
 
Em Janeiro vão abrir as inscrições para os Clubes de Teatro 2022!
Clubes de Teatro para Crianças / Jovens / Adultos / Professores (NOVIDADE!)
 

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PROJECTO SOFIAS

FORMAÇÃO
 
"Sofias", é um projeto teatral, baseado nos textos da Condessa de Ségur, “Os desastres de Sofia” dirigido ao ensino básico. Deverá ser realizado nas escolas durante os recreios das aulas formais, invertendo o mecanismo habitual "da escola que se desloca ao teatro" para a "o teatro que se desloca à escola". 
 
 
 
 
 

São João entra em 2022 com O Balcão e Noite de Estreia

Programação para o primeiro mês do ano inclui ainda uma nova sessão das Leituras no Mosteiro e o espetáculo Aquilo que Ouvíamos

 

Já é conhecida a programação do Teatro Nacional São João (TNSJ) para o arranque de 2022. A partir de 6 de janeiro, o Teatro São João, o Teatro Carlos Alberto (TeCA) e o Mosteiro de São Bento da Vitória vão receber um conjunto de espetáculos e atividades: a reposição da produção própria O Balcão, depois da estreia em novembro de 2020; Noite de Estreia, espetáculo baseado no filme homónimo de John Cassavetes; uma nova sessão das Leituras no Mosteiro dedicada à dramaturgia contemporânea em língua portuguesa; e a peça-concerto Aquilo que Ouvíamos.

 

O Balcão regressa ao palco do São João

O Teatro São João recebe, de 7 a 22 de janeiro, a reposição de O Balcão, de Jean Genet. Depois da estreia, em novembro de 2020, o espetáculo, que conta com encenação de Nuno Cardoso, diretor artístico do TNSJ, regressa para refletir sobre a farsa do poder e a sua dinâmica social. A produção tem como tema central a ilusão, tornando-se num autêntico jogo de espelhos onde é permanente o equívoco entre o fingido e o autêntico. A récita de dia 9 de janeiro contará com tradução em Língua Gestual Portuguesa e ainda com mais uma sessão das Conversas com o Mestre, conduzida pelo dramaturgo e encenador Luís Mestre. O espetáculo poderá ser visto de quarta-feira a sábado, às 19h00, e ao domingo, às 16h00. Os bilhetes estão disponíveis entre os 7,50 e os 16 euros.

 

Noite de Estreia: espetáculo sobre um filme que é sobre um espetáculo

Em 1977, John Cassavetes levava o teatro para o cinema com o filme Noite de Estreia. Agora, Martim Pedroso devolve-o à cena com “um espetáculo sobre um filme que é sobre um espetáculo”. Noite de Estreia explora o percurso solitário e irreverente de Myrtle Gordon, a atriz que interpreta Virgínia na peça dentro da peça – The Second Woman –, que não se revê nas convenções do masculino e do feminino que o texto veicula. No espetáculo, Martim Pedroso encontra a capacidade íntima do teatro em procurar a esperança e de estilhaçar todos os estereótipos. O espetáculo estará em cena no Teatro Carlos Alberto entre 12 e 15 de janeiro, de quarta-feira a sábado, às 19h00. Os bilhetes têm o valor de 10 euros.

 

Leituras no Mosteiro continuam viagem pela dramaturgia portuguesa

Em dezembro, as Leituras no Mosteiro – atividade promovida pelo Centro de Documentação do São João e coordenada por Nuno M Cardoso e Paula Braga – viraram as suas atenções para a dramaturgia contemporânea em língua portuguesa, com uma sessão dedicada a textos criados por três autores no Laboratório END, uma das iniciativas promovidas pelo Festival Encontros de Novas Dramaturgias. No dia 18 de janeiro, às 19h00, esta viagem continua no Mosteiro de São Bento da Vitória, desta feita com textos de Keli Freitas, Lara Mesquita e Mariana Ferreira. A entrada é gratuita, mediante inscrição prévia.

 

Peça-concerto reflete sobre a importância de Aquilo que Ouvíamos

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No último espetáculo de janeiro, Joana Craveiro continua a explorar a memória, revisitando um tempo em que a música conferia identidade e pertença. Aquilo que Ouvíamos é um regresso às décadas de 80 e 90, pela perspetiva do seu elenco-banda – quatro atores e cinco músicos (entre eles, a banda Loosers), autores da banda sonora original –, em que a materialidade reinava: tudo, desde a compra de vinis com as curtas mesadas às trocas de discos, cassetes gravadas ou a ida aos raros concertos, servia para se destacarem dos demais. A peça-concerto irá estar em cena no Teatro Carlos Alberto de 26 a 30 de janeiro, podendo ser vista de quarta-feira a sábado, às 19h00, e ao domingo, às 16h00. A récita de 28 de janeiro conta com uma Conversa com o Mestre e a de 30 de janeiro terá tradução em Língua Gestual Portuguesa. O preço dos bilhetes é de 10 euros.

AQUÁRIO de Marlene Barreto / Teatro da Comuna de 12 a 23 janeiro

 

O espetáculo AQUÁRIO, de Marlene Barreto, chega ao Teatro da Comuna no dia 12 de janeiro, onde ficará em cena na Sala Novas Tendências até dia 23, de quarta a domingo.

AQUÁRIO faz uso do capitalismo, das relações de poder, da opressão e contaminação, para falar da perda do sentido de humanidade e de como a mesma pode resultar numa total destruição física, mental e emocional do ser humano. Marlene Barreto, cofundadora do Casulo, é responsável pela criação do espetáculo. O espetáculo teve duas apresentações no Grémio Dramático Povoense – Espaço Cultural Fernando Augusto, nos dias 10 e 11 de dezembro. Depois da carreira no Teatro da Comuna, ruma ao Cineteatro Louletano para assinalar o Dia Mundial do Teatro.

 

2036, P. acorda com o som ensurdecedor de um alarme de emergência. Não há nada em seu redor a não ser uma intensa névoa de fumo. Sem saber quem é, procura respostas, mas a única pessoa que as pode fornecer é A., a autora da sua história que vive imersa num desespero profundo com a iminente extinção da Humanidade provocada pela erupção do vulcão Yellowstone.
A personagem reivindica um novo final e a autora luta pela sua sanidade mental. Será que a presença de um terceiro elemento pode provocar o colapso na relação das duas?

A interpretação está a cargo de Inês Dias, Marlene Barreto e Vítor Alves da Silva.

Espetáculo sobre a vida de Nina Simone chega ao D. Maria II na próxima semana

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O Silêncio e o Medo, espetáculo que conta a história da cantora norte-americana Nina Simone, chega ao Teatro Nacional D. Maria II na próxima semana, para três apresentações. Com texto e encenação do francês David Geselson e uma equipa composta por artistas afro-americanas/os e francesas/es, O Silêncio e o Medo estará em cena na Sala Garrett, em estreia nacional, de 6 a 8 de janeiro, às 19h.

 

A vida da cantora e pianista Nina Simone inicia-se em 1933, nos Estados Unidos da América, e consistiu numa travessia de 70 anos repleta de drama, que termina numa quase total solidão, em França, em 2003. Tetraneta de um nativo americano casado com uma escrava negra africana, Nina Simone é a herdeira de uma parte da história dos Estados Unidos da América e carrega consigo quatro séculos de história colonial.

 

Depois de se ter apresentado no D. Maria II em 2019, com Doreen, o encenador francês David Geselson regressa agora a Lisboa com um espetáculo que dá vida a uma ficção inspirada na História, com letra maiúscula, que Nina Simone habita. Contar a história da vida privada de Nina Simone é uma tentativa de observar parte das cicatrizes e lutas da História, através da vida de uma só pessoa.

 

O Silêncio e o Medo é um espetáculo falado em francês e inglês, com legendas em português, que estará em cena no D. Maria II de 6 a 8 de janeiro, para três apresentações únicas em Portugal.

 

Logo de seguida, será possível assistir, na Sala Garrett, à estreia continental de Ilhas, a nova criação do Teatro Meridional com encenação de Miguel Seabra, que subirá ao palco de 13 a 23 de janeiro. Uma coprodução do Teatro Nacional D. Maria II e do Teatro Micaelense, Ilhas mergulha nas idiossincrasias do arquipélago dos Açores, num espetáculo onde as linguagens gestual, plástica e musical se revelam como os principais veículos de expressão.

 

Na mesma altura, chega à Sala Estúdio Engolir Sapos, um espetáculo da companhia Amarelo Silvestre, com encenação de Rafaela Santos, destinado a escolas e famílias. Integrado no Festival Amostra, Engolir Sapos é uma reflexão artística sobre preconceitos, nomeadamente o preconceito contra as pessoas ciganas.

 

Mais informações sobre todos os espetáculos em www.tndm.pt/pt/espetaculos/