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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Em março celebre o Teatro em Palmela - 11 propostas a não perder!

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O Dia Mundial do Teatro (27 de março) é comemorado em Palmela ao longo do mês de março, com um programa que integra 11 iniciativas em todas as freguesias do concelho, desde espetáculos com companhias locais e nacionais a formação.

Do programa, organizado pelo Município de Palmela com os Grupos de Teatro do concelho e pensado para vários públicos, destaque para o espetáculo comemorativo do Dia Mundial do Teatro, “Júlio César”, pela Companhia do Chapitô, dia 27, às 21h30, no Cine-Teatro S. João, em Palmela.

A programação integra também os espetáculos “Em Baixo e em Cima”, pela Companhia da Esquina, “Pedro e o Lobo”, pela Sociedade Filarmónica União Agrícola, “Cenas da Vida (A)normal”, pela Companhia das Miúdas Perfeitas, “Há Festa na Selva”, pela Associação RespirArte, “A.norm@l”, pelo Teatro Extremo, “Alfurja (De)mente”, pelo Teatro Artimanha, e “Camille”, pelo Teatro dos Barris.

A ação “Teatralidade Formação para a Comunidade”, pelo Teatro O Bando, e a Oficina Experimenta o Teatro, promovida pela Passos e Compassos, completam o programa, que encerra com a tradição da Queima do Judas, a 30 de março.

As comemorações enquadram-se nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 10 - Reduzir as Desigualdades e 17 - Parcerias para a Implementação dos Objetivos. Mais informações: 212 336 630 ou cultura@cm-palmela.pt.

 

Programa

 

2 março | 21h30 | Auditório Municipal de Pinhal Novo - Rui Guerreiro

Em Baixo e em Cima

Pela Companhia da Esquina, a partir de textos de Samuel Beckett

Destinatários: M/6

Entrada gratuita

Org.: Câmara Municipal de Palmela e Artemrede

 

3 março | 16h00 | Auditório Municipal de Pinhal Novo - Rui Guerreiro

Pedro e o Lobo

Pela Sociedade Filarmónica União Agrícola

Destinatários: crianças 3-6 anos e famílias

Org.: Sociedade Filarmónica União Agrícola

Apoio: Câmara Municipal de Palmela e Junta de Freguesia de Pinhal Novo

 

6, 13, 20 (20h00-22h00), 23 (9h30-18h00) e 24* (16h00) março

Centro Comunitário de Águas de Moura

Teatralidade Formação para a Comunidade

Pelo Teatro O Bando

*Momento de apresentação pública

Integra a Operação Integrada Local Poceirão e Marateca

Destinatários: M/15

Participação gratuita mediante inscrição

Info./insc.: 935 321 218

Org.: Câmara Municipal de Palmela

 

16 março | 16h00 e 21h00 | Auditório Municipal de Pinhal Novo - Rui Guerreiro

Cenas da Vida (A)normal

Pela Companhia das Miúdas Perfeitas

Org.: Teatro da Vila

Apoio: Câmara Municipal de Palmela e Junta de Freguesia de Pinhal Novo

 

17 março | 16h00 | Mercado Municipal de Quinta do Anjo

Há Festa na Selva

Pela Associação RespirArte

Org.: Associação RespirArte

Apoio: Câmara Municipal de Palmela

 

19 março | 11h00 | Centro Comunitário de Águas de Moura

A.norm@l

Pelo Teatro Extremo

Integra a Operação Integrada Local Poceirão e Marateca

Destinatários: Comunidade Educativa (M/3)

Entrada gratuita

Org.: Câmara Municipal de Palmela

 

22 e 23 março | 21h30 | Auditório Municipal de Pinhal Novo - Rui Guerreiro

Alfurja (De)mente

Pelo Teatro Artimanha

Encenação: Sandro Espalha

Destinatários: M/12

Bilhete: 5€

Org.: Teatro Artimanha

Apoio: Câmara Municipal de Palmela e Junta de Freguesia de Pinhal Novo

 

23 março | 14h00 | Cine-Teatro S. João, Palmela

Oficina Experimenta o Teatro

Destinatários: 15-95 anos

Participação gratuita (insc. obrigatória - lotação limitada)

Info./insc.: https://passosecompassos.pt

Org.: Passos e Compassos

Apoio: Câmara Municipal de Palmela

 

23 (21h00) e 24 (17h00) março | Teatro O Bando, Vale dos Barris

Camille

Pelo Teatro dos Barris

Org.: Teatro dos Barris

Apoio: Câmara Municipal de Palmela e Teatro O Bando

 

27 março | 21h30 | Cine-Teatro S. João, Palmela

Júlio César

Pela Companhia do Chapitô

Encenação: José C. Garcia e Cláudia Nóvoa

Destinatários: M/12

Entrada gratuita mediante levantamento de bilhete

Org.: Câmara Municipal Palmela

 

30 março | 21h00 | Centro Histórico e Largo de S. João, Palmela

Queima do Judas

Percurso e participantes em www.cm-palmela.pt

Org.: Câmara Municipal de Palmela e Movimento Associativo

 

Apresentação do espetáculo "That’s all, folks!" no concelho de Torres Vedras

 

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That’s all, folks! é um espetáculo de teatro, música e artes visuais, criado e produzido pela Plataforma285, a partir de residências artísticas realizadas em quatro diferentes territórios do concelho de Torres Vedras (da Freguesia do Ramalhal, da União das Freguesias de A dos Cunhados e Maceira, da Freguesia da Silveira e da União das Freguesias de Campelos e Outeiro da Cabeça), o qual será durante o mês de março apresentado em locais desses mesmos territórios: na Casa do Povo do Ramalhal (nos dias 8 e 9, pelas 19h00), no Centro Pastoral do Sobreiro Curvo (nos dias 15 e 16, pelas 21h00), no Grupo Desportivo Cultural de Brejenjas (nos dias 21 e 22, pelas 19h00) e no Centro Cultural e Animação de Campelos (no dia 23, pelas 21h00, e, no dia 24, pelas 17h00).

Assente num modelo participativo de criação, que passou pela auscultação da comunidade, That’s all, folks! foi concebido com o objetivo de pensar o comum e a identidade de forma abrangente, pelo que no seu processo de criação foram incluídos participantes de diferentes gerações.

Interpretado por duas performers, este espetáculo centra-se nas problemáticas associadas à construção de uma identidade coletiva, a partir de uma esfera simbólica comum. No mesmo revisitam-se datas, mapeiam-se acontecimentos e imagens que populam o imaginário e que ensinam o que amar, o que odiar ou quem evitar. Suscitam-se questões como: Que ideias estão contidas nas celebrações? Celebramos para não esquecer – mas o que celebramos de facto? Quem decide o que deve ser esquecido? Quem define a narrativa comum?

Após cada apresentação de That’s all, folks! no concelho de Torres Vedras haverá um momento de conversa com o público.

Os interessados em assistir à apresentação desse espetáculo no concelho de Torres Vedras devem efetuar inscrição, a qual é gratuita, pelo n.º de telefone: 261 320 749; ou por um dos seguintes emails: plataforma285@gmail.com | cultura@cm-tvedras.pt.

De referir que a Plataforma285 é um coletivo multidisciplinar, fundado em 2011, por Cecília Henriques e Raimundo Cosme. Conta já com 21 criações originais, tendo trabalhado com instituições como o CCB, a Culturgest, o MAAT, o Teatro Nacional D. Maria II, o São Luiz Teatro Municipal ou Serralves.

 

Produção: Plataforma285

Coprodutores: Câmara Municipal de Torres Vedras, São Luiz Teatro Municipal, RTP

Apoio financeiro: Câmara Municipal de Torres Vedras

Parceiros para residências artísticas: União das Freguesias de A dos Cunhados e Maceira, Junta de Freguesia da Silveira, União das Freguesias de Campelos e Outeiro da Cabeça, Junta de Freguesia do Ramalhal, Associação Pro-Memória

Apoios: Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Pombal

Residências: Cão Solteiro, Residências 120, O Espaço do Tempo, Casa Varela

 

Ficha Técnica e Artística

Criação: Plataforma285

Direção artística e texto: Cecília Henriques e Raimundo Cosme

Interpretação: Cecília Henriques e Beatriz Beja

Interpretação em vídeo: Maurícia Barreira Neves

Direção Musical: Cigarra

Olhar Exterior e Apoio ao Movimento: Maurícia Barreira Neves

Cocriação e figurinos: Inês Ariana

Execução de figurinos: Atelier Rosário Balbi, Hugo Graça, Miu Lapin, Pedro Rodrigues

Cocriação e cenografia: Bruno José Silva

Construção dos elementos da cenografia: Ricardo Sousa (Matéria Handmade Woodcraft)

Espaço de apoio à produção de cenografia: LA RAGE

Design de luz: Daniel Worm

Fotografias: Joana Correia

Vídeo: Ana Ladislau

Design Publicação: Bru Pontes

Cocriação e Direção de Produção: Raquel Bravo

Assistência de Produção: Mariana Sá Marques e Ana Ladislau

Apoios: Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Pombal

Agradecimentos da Plataforma285: António Moura, Cão Solteiro, Catarina Jesus, Diogo Almeida, HIT Management, Joana Dilão, Laura M Gonçalo, Teatro Praga, Vanessa Rodrigues e Laura M Gonçalo

97 anos Ruy de Carvalho - ANIVERSÁRIO em PALCO por todo o país

O actor Ruy de Carvalho faz 97 anos no próximo dia 1 de março, e nada melhor que festejar a sua vida com o seu espectáculo Ruy, História Devida em vários palcos pelo país.

 

Começamos dia 1 no CAE  da Figueira da Foz e depois no dia 3 de março às 17h00 no espetáculo RUY A História Devida no Auditório Taguspark em Oeiras.

Com 96 anos (e 11 meses) de vida, o ator Ruy de Carvalho continua a perpetuar a longevidade da sua bonita carreira, num espetáculo onde conta histórias inéditas e que tem originado no público um misto de emoções fortes, onde as gargalhadas não faltam.

Produzido pela Yellow Star Company, atualmente residente aos domingos no Taguspark, RUY A História Devida é protagonizado pelos atores Ruy de Carvalho e Luís Pacheco e encenado por Paulo Sousa Costa.

 

Vamos estar também:

 

-7 de março no Fórum Luisa Todi em Setúbal

-9 de março Teatro Municipal em Bragança

-de 14 a 17 de março no Teatro São Luiz em Lisboa

Cartaz em anexo

 

Garanta já o seu lugar!

ruy - especial aniversario - digressão - newslet

PASSATEMPO | "Paródia Nacional"; no Teatro Maria Vitória

O Blog Cultura de Borla juntamente com o Teatro Maria Vitória tem bilhetes duplos para PARÓDIA NACIONAL no Teatro Maria Vitória tem bilhetes para as sessões de dia 1 e 4 de Fevereiro (21h30) e aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver  PARÓDIA NACIONAL  com o Cultura de Borla" com nome, CC e nº de telefone e sessão pretendida.

 

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SINOPSE

 

“PARÓDIA NACIONAL” é a nova Revista à Portuguesa do Teatro Maria Vitória! E com uma nova Revista pronta para estrear, há que fazer a notícia chegar a toda a gente! Na urgência de promoverem este espectáculo, os nossos Compéres vêem-se obrigados a criar um novo canal de televisão: a “Parque TV”! 

É assim que começa uma aventura alucinante e muito divertida pelo universo da televisão portuguesa. Uma viagem em que não vão faltar a crítica e ironia acompanhadas da beleza e luxo sempre característicos duma grande Revista à Portuguesa!

“PARÓDIA NACIONAL”, além de uma grande homenagem à caixinha mágica que continua a fazer-nos sonhar, é uma caricatura hilariante dos canais portugueses e das figuras mediáticas, não só da televisão, mas também da política, do desporto e da sociedade.

Com um elenco de nomes queridos do público português, onde se destacam Marina Albuquerque, a popular actriz televisiva que se estreia em Revista, Paulo Vasco, Miguel Dias e a extraordinária Cidália Moreira à frente de um grande elenco de actores, cantores e bailarinos, “PARÓDIA NACIONAL” promete encantar, divertir e surpreender o público. Uma Revista à Portuguesa inovadora, com produção de Hélder Freire Costa, encenação de Paulo César, texto de Flávio Gil, Miguel Dias e Renato Pino e música de Miguel Dias e Carlos Pires.

“PARÓDIA NACIONAL” é a nova Revista que vai encher o Parque Mayer de alegria, cor e gargalhadas!

 

PROMOTOR

 

Hélder Freire Costa - Produções, Unipessoal, Lda.

 

PREÇOS

 

1ª Plateia - 30€

2ª Plateia - 25€

1ª Tribuna - 22,5€

2ª Tribuna - 17,5€

3ª Tribuna - 12,5€

Frisas (4 lugares/cada) - 100€

Camarotes 1 a 10 (3 lugares/cada) - 75€

Camarotes 11 a 18 (3 lugares/cada) - 65€

Camarotes 19 a 24 (3 lugares/cada) - 50€

Os Artistas Unidos em Janeiro e Fevereiro

Os Artistas Unidos e Os Possessos estão quase a estrear a co-produção VICTOR OU AS CRIANÇAS NO PODER de Roger Vitrac. De 8 a 24 de Fevereiro no Teatro da Politécnica.

 

VICTOR OU AS CRIANÇAS NO PODER de Roger Vitrac -

Na 2ª 29 de Janeiro às 19h00 lemos em conjunto O FRIGORÍFICO de Copi, n'UM CLUBE DE LEITURA DE PEÇAS DE TEATRO com o Teatro da Cidade.

 

De 31 de Janeiro a 2 de Fevereiro, estaremos nas Caldas da Rainha, com LUA AMARELA de David Greig, de 4ª a 6ª às 21h30 no Teatro da Rainha.

 

LUA AMARELA de David Greig_fotografia de Jorge Gon

Na 3ª 13 de Fevereiro, poderá ouvir na Antena 2 - Teatro Sem FiosITÁLIA-BRASIL 3 a 2 de Davide Enia.

 

Também em Fevereiro, terão novos Livrinhos na colecção de Livrinhos de Teatro, disponíveis no Teatro da Politécnica e na livraria online e ainda estão disponíeveis as Assinaturas dos Livrinhos de Teatro 2024.

 

 

VICTOR OU AS CRIANÇAS NO PODER de Roger Vitrac Tradução Jorge Silva Melo Com Ana Amaral, André Pardal, António Simão, Catarina Rôlo Salgueiro, Henrique Gil, Inês Reis, Isabel Costa, Leonardo Garibaldi, Leonor Buescu, Mia Tomé e Rafael Gomes Cenografia Bruno Bogarim Assistência de cenografia Joana Oliveira Figurinos Sara Loureiro Luz Diana dos Santos Som Tiago Raposinho Coordenação Ténica Diana dos Santos Assistência de encenação Leonor Buescu Produção executiva Joana Silva Co-Produção Os Possessos, Artistas Unidos Encenação João Pedro Mamede A Classificar pela CCE

 

No Teatro da Politécnica de 8 a 24 de Fevereiro
3ª a 5ª às 19h00 | 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e às 21h00

 

VICTOR   Mas digo-te hoje, 12 de Setembro, Dia de São Leôncio, que não espero mais um ano para ser adulto. Estou decidido a ser alguém e é já.
LILI   Ouve só, Victor…
VICTOR   Sim, alguém! Um homem diferente.

Roger Vitrac, Victor ou as Crianças no Poder

 

Victor, uma criança “terrivelmente inteligente”, insurge-se contra o conformismo da sociedade que o rodeia – a de 1909 – neste divertimento dadaísta de 1928, explodindo com convenções sociais e familiares, reclamando liberdade.

João Pedro Mamede

 

Fotografia © Alípio Padilha

 

 

UM CLUBE DE LEITURA DE PEÇAS DE TEATRO - Teatro da Cidade  
 

2ª 29 Janeiro – FRIGORÍFICO de Copi 

 

Neste texto, uma patroa, uma criada, uma porteira, um mordomo, um polícia e outras tantas fantasias saem de um frigorífico, numa vertiginosa e absurda peça do dramaturgo argentino. 

Pode inscrever-se como leitor/a ou assistente aqui: https://bit.ly/umclubedeleitura

 

Sempre na última 2ª do mês, das 19h às 21h, o encontro está marcado no Teatro da Politécnica.   


E se pudéssemos, em conjunto, descobrir peças de teatro?   

Este clube de leitura é um encontro promovido pelo Teatro da Cidade em parceria com os Artistas Unidos, onde, em conjunto com o público se lêem e se descobrem textos da dramaturgia universal. Um lugar de encontro para que possamos imaginar outros lugares, outras ficções, para que possamos dialogar com e a partir da palavra de outros autores, fazendo da leitura e da interpretação destes textos um lugar partilhado.   

 

Ilustração © Samuel Jarimba

 

LUA AMARELA de David Greig Tradução Pedro Marques Com Gonçalo NortonRita Rocha SilvaPaulo Pinto e Inês Pereira Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Música Rui Rebelo Assistente Pedro Cruzeiro Encenação Pedro Carraca M16

 

Nas Caldas da Rainha, no Teatro da Rainha de 31 de Janeiro a 2 de Fevereiro
4ª a 6ª às 21h30

 

A polícia conhece-o, a segurança social, as crianças, o professor dos ATL da escola, o pessoal auxiliar, o médico, o conselho comunitário e os jovens trabalhadores do clube juvenil da Igreja, toda a gente conhece o Macho Lee.
David Greig, Lua Amarela

 

São dois adolescentes em fuga. Ela, Leila, é uma garota introvertida apaixonada por revistas de celebridades, ele o mais morto dos rapazes, sem  qualquer saída, numa cidade sem saída. E é uma balada, a balada de Lee e Leila.

 

Fotografia @ Jorge Gonçalves

 

 

ITÁLIA-BRASIL 3 a 2 de Davide Enia

Tradução Alessandra Balsamo

Com Simon Frankel

Direcção Andreia Bento

 

Na Antena 2, a 13 de Fevereiro às 19h00

 

Uma crónica “epi-cómica” e pessoal do desafio da Selecção Italiana no Mundial de 1982. Uma evocação delirante das personagens e factos, feita de acordo com a tradição do “cuntu” siciliano. O “cuntu” narrava um acontecimento importante, um acto heróico que assim era transmitido às gerações futuras. Paolo Rossi, Zoff, Conti, Pelé, Falcão, não ficam atrás de Rolando ou Rinaldo, a sua gesta pertence à memória colectiva. E eles merecem um seu Olimpo menor, mítico e moderno.moderno.

 

Na minha casa, precisamente por ocasião do Mundial, a minha mãe conseguiu comprar a nossa primeira televisão poupando os trocos. Uma Sony Trinitron. Linda. Grande. Pesada. A cores.

Davide Enia, Itália-Brasil 3 a 2

 

Fotografia @ Jorge Gonçalves

 

 

Novos Livrinhos de Teatro em Fevereiro:

Nº 175 – Paul Claudel – Anúncio feito a Maria / A Morte de Judas  
Nº 176 – Ruby Thomas – O Reino Animal  
Nº 177 – Os Possessos – II – A mentira / Marcha invencível / O Novo Mundo / A bolha 

 

 

Assinaturas de Livrinhos de Teatro 2024 

Vamos publicar mais 10 volumes em 2024. Não quer assinar? São 55 euros. 
Enviamos cinco remessas durante o ano. Mas, se preferir, pode levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica  desse ano. 

A Sair Em 2024  

FEVEREIRO  
Nº 175 – Paul Claudel – Anúncio feito a Maria / A Morte de Judas  
Nº 176 – Ruby Thomas – O Reino Animal  
Nº 177 – Os Possessos – II – A mentira / Marcha invencível / O Novo Mundo / A bolha  


MAIO
Nº 178 e Nº 179 – 2 volumes de Peças galardoadas com o Prémio Riccione  
 
SETEMBRO 
Nº 180 – Sara Inês Gigante – POPULAR / MASSA MÃE / YOLO  

Nº 181 – Sofia Santos Silva – Another Rose (Bolsa Amélia Rey Colaço)
Nº 182 – Frederik Brattberg – Farra / Break of Day 

 

NOVEMBRO  
Nº 183 – Arthur Miller – Todos os meus Filhos  

Nº 184 – Robert Icke e Duncan Macmillan – 1984 de George Orwell, uma nova adaptação

 

Um grande sucesso de La Féria que completa 150 representações

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Considerado como “uma obra-prima”, “A Bela Adormecida” completa na 3ª feira, dia 16 de janeiro, às 11h, 150 representações de um grande sucesso de Filipe La Féria no Teatro Politeama.
 
“A Bela Adormecida” é um Musical deslumbrante para toda a família onde o palco se enche de cor e movimento, onde a tristeza se transforma no triunfo do Amor ultrapassando todas as dificuldades através da visão extraordinária de Filipe La Féria que reimaginou o clássico conto de fadas de Charles Perrault.

PASSATEMPO | "Paródia Nacional"; no Teatro Maria Vitória

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O Blog Cultura de Borla juntamente com o Teatro Maria Vitória tem bilhetes duplos para PARÓDIA NACIONAL no Teatro Maria Vitória tem bilhetes para as sessões de dia 11 e 14 de Janeiro (21h30) e aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver  PARÓDIA NACIONAL  com o Cultura de Borla" com nome, CC e nº de telefone e sessão pretendida.

 

 

SINOPSE

 

“PARÓDIA NACIONAL” é a nova Revista à Portuguesa do Teatro Maria Vitória! E com uma nova Revista pronta para estrear, há que fazer a notícia chegar a toda a gente! Na urgência de promoverem este espectáculo, os nossos Compéres vêem-se obrigados a criar um novo canal de televisão: a “Parque TV”! 

É assim que começa uma aventura alucinante e muito divertida pelo universo da televisão portuguesa. Uma viagem em que não vão faltar a crítica e ironia acompanhadas da beleza e luxo sempre característicos duma grande Revista à Portuguesa!

“PARÓDIA NACIONAL”, além de uma grande homenagem à caixinha mágica que continua a fazer-nos sonhar, é uma caricatura hilariante dos canais portugueses e das figuras mediáticas, não só da televisão, mas também da política, do desporto e da sociedade.

Com um elenco de nomes queridos do público português, onde se destacam Marina Albuquerque, a popular actriz televisiva que se estreia em Revista, Paulo Vasco, Miguel Dias e a extraordinária Cidália Moreira à frente de um grande elenco de actores, cantores e bailarinos, “PARÓDIA NACIONAL” promete encantar, divertir e surpreender o público. Uma Revista à Portuguesa inovadora, com produção de Hélder Freire Costa, encenação de Paulo César, texto de Flávio Gil, Miguel Dias e Renato Pino e música de Miguel Dias e Carlos Pires.

“PARÓDIA NACIONAL” é a nova Revista que vai encher o Parque Mayer de alegria, cor e gargalhadas!

 

PROMOTOR

 

Hélder Freire Costa - Produções, Unipessoal, Lda.

 

PREÇOS

 

1ª Plateia - 30€

2ª Plateia - 25€

1ª Tribuna - 22,5€

2ª Tribuna - 17,5€

3ª Tribuna - 12,5€

Frisas (4 lugares/cada) - 100€

Camarotes 1 a 10 (3 lugares/cada) - 75€

Camarotes 11 a 18 (3 lugares/cada) - 65€

Camarotes 19 a 24 (3 lugares/cada) - 50€

Grândola | Teatro - No Limite da Dor | Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril

LimiteDaDor_CARTAZ-01.png

Começamos 2024 com um espetáculo de teatro criado a partir do livro “No Limite da Dor” de Ana Aranha e Carlos Ademar, inserido no programa das Comemorações dos 50 Anos do 25 de Abril, que vai decorrer ao longo do ano com uma vasta e diversificada programação cultural, que tem como objetivo primordial consolidar e reforçar os valores de Abril.

 

O espetáculo, de entrada gratuita, sobe ao palco do Cine Granadeiro, no próximo dia 6 de janeiro, às 17h00. Numa produção Lendias d’Encantar, tem encenação de Júlio Cesar Ramirez e interpretação de António Revez.

 

«Quatro histórias que se entrelaçam numa peça em que os espectadores de hoje podem ter acesso privilegiado à experiência vivida por muitas Portuguesas e Portugueses nas mãos da PIDE / DGS durante os anos da ditadura.

 

Duas mulheres e três homens - Georgina, Conceição, Manuel, Luís e Domingos, transitam durante sessenta minutos ante os nossos olhos. Não são personagens teatrais, são personagens reais que testemunham através do corpo, da voz e da emoção de um ator, experiências por elas vividas e que nos chamam a atenção para a importância dos ideais, das convicções e da família.»

 

60    inutos | M12

TRASH | teatroàfaca

TRASH.convite.png

SINOPSE
Criado a partir de textos escritos entre Março de 2020 e Outubro de 2021, TRASH é o retrato de um jovem escritor preso em casa durante a pandemia COVID-19. Sem trabalho, sem dinheiro, sem vida social, e sem perspectivas de melhoria, a sucessão de acontecimentos e circunstâncias transportam o jovem numa espiral de rápida degeneração da sua saúde mental, até comparar a sua própria existência com lixo.
FICHA TÉCNICA

Criação: Afonso Molinar
Com: Afonso Molinar e um intérprete diferente por apresentação
Produção: Diana Especial, Laura Ribeiro d’Almeida
Animação Vídeo: TEMPER
Sonoplastia: João Gamory
Vozes: Constança Carvalho, Fábio Batista e Laura Ribeiro

Consultoria de comunicação e marketing: Iara Sousa
Design: Tiago Marquez
Fotografia: Afonso Molinar e Catarina Santos
Apoio à Comunicação: CNC, e-Cultura
Agradecimentos: Artistas Unidos
TRASH é um espetáculo financiado por Fundação GDA, Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Almada
 
 
 

DEFINITIVAMENTE AS BAHAMAS, de Martin Crimp

O Teatro do Eléctrico apresenta de 19 a 21 de Janeiro, no Cineteatro Louletano, o espectáculo Definitivamente as Bahamas, de Martin Crimp, uma encenação de Ricardo Neves-Neves e interpretação de Custódia GallegoMarques D’Arede e Cristina Gayoso Rey.

Foto promo1_créditos fotográficos António Ignê

Sinopse:
Definitivamente as Bahamas é uma peça do dramaturgo inglês Martin Crimp escrita em 1986, para três actores de duas gerações distintas: o casal sexagenário protagonizado por Custódia Gallego e Marques d’Arede; e a estudante originária da Galiza, pela jovem actriz galega Cristina Gayoso Rey.

Um casal de reformados, Tita e Gui, casados há décadas, falam-nos na sala de estar da sua casa. O casal aluga um quarto da sua casa a uma jovem estudante, que de vez em quando cruza a cena para pouco mais do que atender o telefone, mas cuja presença põe em cheque toda a normalidade que se tenta fabricar na descrição do quotidiano.

Tendo sido originalmente escrita para a Rádio, a peça contém uma forte carga irónica e de humor negro, servida por ritmo vertiginoso e fervilhante.
A dinâmica textual entre as personagens convida o espectador a entrar nesta sala de estar, onde próximo dos protagonistas, fará um trabalho de detective para preencher os vazios que as personagens deixam e compreender que a leveza do tom e aparente superficialidade pode esconder algo mais preocupante e grave. Apesar de estarmos perante um retrato da morbidez e maldade humanas, às vezes realista, às vezes caricatural, sabemos tanto pelo que é dito como pelo que é não dito, que não podemos descansar sobre a aparência inofensiva das personagens.

Apesar de escrita há mais de 30 anos, encontramos hoje uma relação com o discurso centrado nas questões da migração e dos choques culturais, resultando numa posição excessiva e alarmista sobre a presença do Outro nas nossas vidas, mas acima de tudo no nosso discurso e imaginário. A peça ganha agora um significado renovado com a ascensão dos nacionalismos, do populismo e da xenofobia. Apesar de escrita no período em que o Reino Unido era um estado membro e pilar importante da União Europeia, percebe-se que a peça se ergue em cima dos mesmos alicerces do pensamento individualista sobre a soberania política que levou, por exemplo, ao Brexit, mais de 3 décadas depois da sua estreia.