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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

"Na companhia de Sophia” pela Companhia de Teatro Caixa de Palco para escolas e público em geral

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A 25 de outubro, a Biblioteca Municipal de Loulé promove mais uma iniciativa que visa assinalar o centenário do nascimento da sua patrona, Sophia de Mello Breyner Andresen: a Companhia de Teatro Caixa de Palco apresenta neste local três sessões do espetáculo “Na Companhia de Sophia”.

«Vamos contar-vos uma história… aliás, vamos contar-vos várias histórias, dentro de uma só história! Vamos fazer uma Viagem até à Dinamarca, partimos da Praia e juntamente com o Homero apanhamos boleia com os Três Reis do Oriente, depois de dobrarmos o cabo Bojador, paramos para O jantar do Bispo, onde ajudamos um bom Homem a encontrar o seu percurso, através de um Retrato sobre as dificuldades e belezas da vida humana.».

O espetáculo tem uma duração aproximada de 40 minutos e é realizado por um ator e um músico. A dramaturgia do espetáculo é a partir de uma compilação de vários contos e histórias de Sophia de Mello Breyner Andresen. As obras em questão são lecionadas no 7º e 8º ano de escolaridade.

As sessões das 9h30 e das 11h00 destinam-se a turmas do 2º e 3º ciclo, respetivamente, com inscrição prévia para biblioteca@cm-loule.pt. A sessão das 21h00 é aberta ao público em geral e tem entrada livre.

 

CML/GAP /RP

Estreia / R.U.R. (Robots Universais Rossum)

 

O Teatro Estúdio Fontenova vai estrear no 31 de Outubro de 2019, às 21h30 no Fórum Municipal Luísa Todi em Setúbal, "R.U.R. (Robots Universais Rossum)".

R.U.R. (Robots Universais Rossum) é um aviso, uma visão, mas também uma esperança. Com o mundo prestes a entrar na 4ª revolução industrial a uma velocidade exponencial, a substituição do trabalho em larga escala por robots irá trazer novos desafios a toda a humanidade. R.U.R., apesar de ser um dos textos mais importantes na cultura do séc. XX, tem sido injustamente esquecido. O Teatro Estúdio Fontenova trá-lo à cena de forma profissional, pela primeira vez em Portugal, contribuindo desta forma para que encontre o seu lugar devido no plano literário e dramático contemporâneo.

Da mesma forma, o livro será lançado pela primeira vez em Portugal, pela editora não edições. O lançamento ocorrerá dia 1 de novembro, na Casa da Cultura - Sala José Afonso, pelas 17h00.

Informamos que o espectáculo vai estar, ainda, em cena Fórum Municipal Luísa Todi nos seguintes dias:

Dia 1 de Novembro (sexta-feira) às 21h30
Dia 2 de Novembro  (sábado) às 21h30
Dia 3 de Novembro  (domingo) às 17h


Ficha Artística e Técnica:

Autor: Karel Čapek | Encenação: José Maria Dias | Interpretação: André Moniz, Cirila Bossuet, Eduardo Dias, Fábio Nóbrega Vaz, Graziela Dias, Hugo Moreira, João Jacinto, Patrícia Paixão | Composição Musical do Coro: André Mota | Maestrina Coro: Markéta Chumová | Desenho de Luz: José Maria Dias | Cenografia e Imagem: José Manuel Castanheira | Sonosplatia: Emídio Buchinho | Figurinos: Zé Nova | Design de Comunicação, Fotografia, Vídeo e Operação Técnica: Leonardo Silva | Produção e Apoio à Dramaturgia: Patrícia Paixão | Execução de Figurinos: Gertrudes Félix | Coro:  Ana Correia, Bruna Correia, Carlos Rocha, Cassandra Silva, Constança Ahumada, Daniela Francisco, Daniela Patrocínio, Diana Lopes, Eva Caracol, Filipe Braz, Inês Monteiro Pires, João Peitaço, Kuka Bragança, Lúcia Mosca, Mafalda Santos, Marta Sofia, Nadine Maneta, Paula De Melo Cruz, Pedro Rocha, Raquel Conde, Sofia Silva

Estrutura Financiada por: República Portuguesa - Direção-Geral das Artes e Município de Setúbal

68ª Produção do Teatro Estúdio Fontenova
Duração aprox: 120 min.
Classificação: m/ 12

Reservas aqui
Bilhetes aqui

 

Rita Lello é Madrinha do festival de teatro ORIENTE-SE

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A actriz Rita Lello é a convidada do Teatro Contra-Senso para Madrinha da terceira edição do ORIENTE-SE – Festival de Teatro Amador. Este festival acontece nos dias 19 e 26 de Outubro e 9 e 16 de Novembro, em Lisboa, e recebe quatro grupos de teatro oriundos de vários pontos do País.

Filha dos actores Maria do Céu Guerra e Luís Lello, não pensava seguir as pisadas dos pais. Rita Lello formou-se em Tradução e só aos 22 anos decidiu enveredar pelo teatro.

Estreou-se na Cornucópia com “O Conto de Inverno”, de Shakespeare, e passou por várias companhias: Teatro Experimental de Cascais, Companhia Teatral do Chiado, Primeiros Sintomas, Teatro do Bolhão, Teatro Extremo e A Barraca.

No teatro é, não só actriz, como encenadora, tradutora e professora. É presença regular na televisão, à frente e atrás das câmaras, como actriz e directora de actores.

Rita Lello tem ainda contribuído para a formação de jovens actores, que, com ela, dão os primeiros passos rumo ao ofício de actor.

 

Esta dedicação tão versátil à nobre arte de representar é, para o Teatro Contra-Senso, um exemplo e, como tal, Rita Lello é a eleita para Madrinha da terceira edição do ORIENTE-SE – Festival de Teatro Amador.

 

Rita Lello estará presente na abertura do ORIENTE-SE, no dia 19 de Outubro, pelas 21h30.

 

 

ORIENTE-SE – Festival de Teatro Amador

A terceira edição do ORIENTE-SE – Festival de Teatro Amador tem início no dia 19 de Outubro e, ao longo de quatro sábados (com um de intervalo), recebe quatro grupos oriundos de várias zonas do País. O anfitrião deste Festival é o Teatro Contra-Senso, grupo de teatro amador, sediado em Marvila, com 22 anos de vida.

O Festival ORIENTE-SE, que acontece no Auditório Fernando Pessa, prolonga-se até ao dia 16 de Novembro e recebe os grupos Gambuzinos com 1 Pé de Fora (Benedita), Teatro Independente de Loures, Theatron – Associação Cultural (Montemor-o-Novo) e Ajidanha — Associação de Juventude de Idanha-a-Nova.

ORIENTE-SE é o primeiro festival de teatro da zona oriental de Lisboa e é um evento cultural único nesta zona da cidade. O ORIENTE-SE – Festival de Teatro Amador tem como objectivos promover e apoiar os Grupos de Teatro Amador, fomentar o intercâmbio entre grupos, mostrar diferentes abordagens ao teatro, proporcionar à população momentos de lazer, cultura e entretenimento, divulgar novos talentos e incentivar as manifestações culturais no País e na freguesia de Marvila.

A primeira edição do ORIENTE-SE aconteceu em 2017 e teve o actor Pedro Górgia como Padrinho. Na segunda edição, em 2018, o Festival foi apadrinhado pelo actor Marcantonio del Carlo.

 

PROGRAMA

ORIENTE-SE – Festival de Teatro Amador

19 de Outubro, 21h30

Antes a morte que tal sorte

Gambuzinos com 1 Pé de Fora

(Benedita)

 

26 de Outubro, 21h30

Retalhos de Um Homem

Teatro Independente de Loures

(Vila do Conde)

 

9 de Novembro, 21h30

Hotel da Bela Vista

Theatron – Associação Cultural

(Montemor-o-Novo)

 

16 de Novembro, 21h30

A Refeição

Ajidanha

(Idanha-a-Nova)

 

 

ORIENTE-SE – Festival de Teatro Amador

19 e 26 de Outubro – 9 e 16 de Novembro de 2019

21h30

Auditório Fernando Pessa

Rua Ferreira de Castro

1900-697 Lisboa

 

Metro: Bela Vista

Autocarros: 755, 794

Coordenadas GPS: N 38.7504466 W -9.1202096

 

Bilhetes: 3€

 

Reservas

E-mail: reservas@contrasenso.com

SMS/WhatsApp: 917 504 801

 

Dois mundos opostos em tensão no Teatro Ibérico

  • “Fim do Fim” sobe ao palco do Teatro Ibérico de 9 a 12 de outubro
  • Esta é uma produção conjunta das companhias João Garcia Miguel e Alma de D'Arame

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 “Fim do Fim”, uma coprodução da Companhia João Garcia Miguel e da Alma D’Arame, chega ao palco do Teatro Ibérico esta quarta-feira, dia 9 de outubro. Até ao dia 12, as capacidades e visões dos dois encenadores cruzam-se numa peça que guia o espectador por dois mundos: o mundo real e um mundo imaginário e sonhado, onde a temática do fim premeditado dos objetos está sempre presente.

“Nesta peça, o fim assalta-nos. O fim de todas as coisas que nos deixaram, que aprendemos e que construímos parece iminente. Vivemos a angústia do fim como quem sobe uma montanha. Coloca-se em causa a vivência do Homem atual e a ligação deste com as suas próprias criações”, refere João Garcia Miguel, autor do texto e um dos encenadores do espetáculo.

As duas companhias de teatro encontram novos diálogos e novas linguagens, que levam a cena num espetáculo que fala também sobre as contantes mudanças do meio ambiente e da premente mudança do meio pessoal.

A peça foi idealizada pelo encenador, cenógrafo e marionetista Amândio Anastácio, responsável da companhia Alma D’Arame e da organização do Festival Internacional de Marionetas e o texto escrito por João Garcia Miguel, encenador e escritor responsável pela Companhia João Garcia Miguel e pertencente à corrente pós-dramática, sendo que a principal característica do seu trabalho é dar uma nova vida aos textos clássicos, transformando-os em espetáculos inovadores e integrados no tempo atual.

Em palco, vão estar Duarte Melo e Paulo Quedas para interpretar as duas personagens da peça: “fim” e “dufim”.

A peça vai estar em cena no Teatro Ibérico de dia 9 a 12 de outubro, às 21h30. O preço dos bilhetes é de 10€.

 

DING DONG - Andreia Dinis, Gonçalo Diniz, João Didelet, Melânia Gomes, Núria Madruga, Sofia Baessa- em cena a partir de 19 de Outubro

Após o Sucesso de BOEING BOEING a Yellow Star Company apresenta DING DONG!!

 

Uma comédia onde Andreia Dinis, Gonçalo Diniz, João Didelet,  Melânia Gomes, Núria Madruga, Sofia Baessa dão vida às personagens mais cómicas neste enredo amoroso.

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Sinopse:

 

Bernardo sabe que a sua mulher, Júlia o engana. Engendra uma maneira de vingar os seus ciúmes. Por telegrama convida o amante, Roberto para ir a sua casa, assinando o telegrama em nome da mulher.
No frente a frente entre os dois, Bernardo dá-lhe duas opções; ou o mata ou dorme com a mulher de Roberto. Depois de algumas hesitações Roberto concorda com a segunda opção. Bernardo marca para essa mesma noite um jantar em sua casa e de Júlia com o objectivo de conhecer Julieta, mulher de Roberto.

O jantar vai assim juntar os quatro mais a empregada, Maria Luisa. Mas Roberto em vez de levar sua verdadeira mulher, leva uma amiga aventureira, desinibida, mais nova e muito atraente a fazer-se passar por sua mulher… Durante as várias peripécias, incómodos, paixões que o jantar suscita aparece mais uma personagem. A verdadeira mulher de Roberto. Estão lançados os ingredientes desta louca comédia de portas. Como é que vai acabar? Nunca se sabe… Sabemos que quase todos mentem… mas será que todos traem?

 

Em ensaios no Teatro Aberto | DOENÇA DA JUVENTUDE de Ferdinand Bruckner

DOENÇA DA JUVENTUDE, de Ferdinand Bruckner, com versão, dramaturgia e encenação de Marta Dias é a próxima produção do Teatro Aberto e está em ensaios para estrear no final do mês de Outubro. Na semana passada toda a equipa esteve envolvida na fotografia para o cartaz que foi realizada pelo fotógrafo Mário Príncipe. A maquilhagem foi de Carla Pinho e figurinos de José António Tenente que está a criar o guarda-roupa para o espectáculo.

 

 

SINOPSE

Maria terminou o curso de Medicina e vai dar uma festa. A partir de agora, começa a vida a sério. "A vida a sério"... que cliché. Tu nasceste para quê? O que reserva o futuro para ti? Qual é o mal de ter ambições? Colegas de faculdade, ex-namorados, amigas, ódios de estimação — todos se cruzam antes e depois da festa, à procura de alguém especial, à procura de si próprios, em busca do caminho certo para a sua vida. Num mundo descartável e repleto de estímulos consumistas, quem sabe o que é certo ou errado?

 

FICHA ARTÍSTICA

VERSÃO, DRAMATURGIA E ENCENAÇÃO_ Marta Dias
CENÁRIO_ Marisa Fernandes
FIGURINOS_ José António Tenente
LUZ_ Marcos Verdades
VÍDEO_ Eduardo Breda
COREOGRAFIA_ Vítor Fonseca (Cifrão)
COM_ Carolina Carvalho | Eduardo Breda | Filipa Areosa | Helena Caldeira | Madalena Almeida | Samuel Alves | Vítor d’Andrade

 

No Fórum Cultural - Baixa da Banheira: Teatro “Couve Rosa, Morango Amarelo”

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Com criação e interpretação de Graça Ochoa, a peça de teatro “Couve Rosa, Morango Amarelo” sobe ao palco do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, no dia 3 de outubro, pelas 14:30h, numa sessão dirigida aos alunos do 2º e 3º ciclos do concelho da Moita. Esta peça tem entrada gratuita, mediante inscrição prévia.

 

Uma couve rosa, uma rosa couve,uma rosa verde,um morango amarelo e uma banana lilás... As frutas, pelas suas formas particulares, pelos seus interiores sumarentos e coloridos são particularmente sugestivas. Encerram em si significados ocultos, estão carregadas de sentidos metafóricos e são uma constante durante o espetáculo. “Couve Rosa, Morango Amarelo” baralha conceitos, abana “pré-conceitos”, questiona estereótipos sobre o masculino e o feminino. Será estanque esta fronteira? Há um espaço intermédio? Ambíguo?

Através de uma linguagem sensorial, metafórica e poética; através da expressividade do corpo, do contar de histórias, da manipulação de objeto, no espetáculo, abordam-se questões como a identidade de género, o bullying e ou a orientação sexual, indo ao encontro da sensibilidade do público juvenil.

   

Criação e interpretação: Graça Ochoa | Conceção plástica: Sofia Silva | Desenho de luz: Alexandre Nobre | Música final / letra: Regina Guimarães | Música: Jorge Salgueiro | Apoio à criação: Dolores Matos e Margarida Chambel | Produção: Fiar Associação Cultural | Agradecimentos: Irene Ochoa Ntontsi, Helena Mancelos, Rita Alegria, Sofia Belchior, Sónia Passos, Susana Gonçalves, Stratos Ntontsis.

 

 

Reserva de Bilhetes:
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo
Rua José Vicente, Baixa da Banheira
Tel. 210888900
Horário da Bilheteira:

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h

Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão. Os bilhetes podem ainda ser reservados através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira. As reservas podem ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

Escola das Artes da Católica no Porto desce aos "Infernos" para uma conversa sobre a cor vermelha

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Evento: “Dos Infernos, uma conversa sobre a cor vermelha”

Data: Quinta-feira, 3 de outubro

Horário: 18h00

Local: Auditório Ilídio Pinho | Edifício das Artes

 

Desejo, maldade e maldição: será o vermelho a cor que nos remete irremediavelmente para estes lugares? “Dos Infernos, uma conversa sobre a cor vermelha” dá a resposta a esta questão já na próxima quinta-feira, 3 de outubro, na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, no Porto. A sessão, agendada para as 18h00, marca o fim da primeira de três exposições dedicadas às cores – vermelho, verde e azul – e conta com a presença do psiquiatra Júlio Machado Vaz e do escritor Bruno Vieira Amaral. 

 

Da arte à literatura, passando pela ciência e pela religião, “Dos Infernos” vai explorar as várias trevas humanas e a sua ligação com a cor vermelha. A conversa, que conta com a moderação do escritor Nuno Camarneiro, terá lugar no Auditório Ilídio Pinho, no Edifício das Artes. O evento é grátis, mas carece de inscrição prévia. Mais informações e inscrições disponíveis aqui.

Outubro no Teatro Estúdio Fonte Nova

Circulação “Voz dos Pássaros” | Teatro - Cine Teatro de Torres Vedras

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Uma viagem poética e de descoberta, de inspiração sufi, que metaforicamente, através dos pássaros, representa as falhas e as realizações humanas.

Espectáculo poético e com uma beleza estética onde a performance dos atores, numa simbiose entre a plástica corporal, a luz, o ambiente sonoro, a palavra e a cenografia, nos transporta com simplicidade para uma viagem pelos “vales” dos sentimentos e das emoções, na incessante procura do nosso Simorgh.

Encenação: José Maria Dias | Interpretação: Eduardo Dias, Rafaela Bidarra e Rui Rosado (Músico) | Texto: A partir de Farid Ud-Din Attar | Tradução: Eduardo Dias e Patrícia Paixão | Apoio Dramatúrgico: Luísa Monteiro | Apoio à Criação em Residência Artística: UMCOLETIVO | Cenografia: Ricardo Guerreiro Campos | Figurinos: Zé Nova | Execução de figurinos: Gertrudes Félix e Zé Nova | Desenho de Imagem: Ricardo Guerreiro Campos | Design Gráfico de Imagem: João P. Nunes | Sonoplastia: Emídio Buchinho | Produção
Executiva
: Graziela Dias e Patrícia Paixão | Vídeo: Ivã Crispim | Fotografia: Ivã Crispim e Leonardo Silva | Uma co-produção Festival Internacional de Teatro de Setúbal – XIX Festa do Teatro

63ª Produção do Teatro Estúdio Fontenova

Duração aprox: 60 minutos – sem intervalo
Classificação: M/ 12

Estrutura Financiada por: República Portuguesa – Direção - Geral das Artes e Município de Setúbal

 

Estreia “RUR” a 31 de Outubro no Fórum Municipal Luísa Todi

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R.U.R. - Robots Universais Rossum

A celebrar 100 anos da sua publicação, nunca um texto se mostrou tão actual. R.U.R. (Robots Universais Rossum) é um aviso, uma visão, mas também uma
esperança. Com o mundo prestes a entrar na 4ª revolução industrial a uma velocidade exponencial, a substituição do trabalho em larga escala por robots irá trazer novos desafios a toda a humanidade.

R.U.R., apesar de ser um dos textos mais importantes na cultura do séc. XX, tem sido injustamente esquecido. O Teatro Estúdio Fontenova trá-lo à cena de
forma profissional, pela primeira vez em Portugal, contribuindo desta forma para que encontre o seu lugar devido no plano literário e dramático contemporâneo.

Ficha Artística e Técnica:
Autor: Karel Čapek | Encenação: José Maria Dias | Interpretação: André Moniz, Cirila Bossuet, Eduardo Dias, Fábio Nóbrega Vaz, Graziela Dias, Hugo Moreira, João Jacinto, Patrícia Pereira Paixão | Composição Musical do Coro: André Mota | Maestrina Coro: Marketa Chumová | Desenho de Luz: José Maria Dias | Cenografia e Imagem: José Manuel Castanheira | Sonosplatia: Emídio Buchinho | Figurinos: Zé Nova | Design de Comunicação, Fotografia, Vídeo e Operação Técnica: Leonardo Silva | Produção e Apoio à Dramaturgia: Patrícia Paixão | Execução de Figurinos: Gertrudes Félix

Estrutura Financiada por: República Portuguesa - Direção-Geral das Artes e Município de Setúbal

68ª Produção do Teatro Estúdio Fontenova
Duração aprox: 120 min.
Classificação: M/ 12

Reservas aqui

Bilhetes aqui

 

Novo Prémio Revelação Ageas Teatro Nacional D. Maria II premeia talentos emergentes

Novo Prémio Revelação Ageas Teatro Nacional

  1. Maria II premeia talentos emergentes

 

Uma parceria entre o Teatro Nacional D. Maria II e o Grupo Ageas Portugal, este prémio anual pretende ser um incentivo ao desenvolvimento do trabalho artístico no âmbito teatral.

 

O Teatro Nacional D. Maria II e o Grupo Ageas Portugal apresentaram este sábado, dia 14 de setembro, a primeira edição do Prémio Revelação Ageas Teatro Nacional D. Maria II. A apresentação pública deste prémio decorreu durante o Entrada Livre, iniciativa que assinalou o arranque da temporada 2019-2020 do D. Maria II, com dois dias de atividades e espetáculos de entrada gratuita.

 

O Prémio Revelação Ageas Teatro Nacional D. Maria II é um galardão de caráter anual que pretende reconhecer e promover os talentos emergentes no panorama teatral, motivando os jovens a desenvolverem o seu percurso profissional neste setor.

 

O Prémio, no valor de 5000 €, será atribuído a um profissional de teatro, que tenha até 30 anos de idade (completos até 31 de dezembro de 2019), e cujo trabalho artístico se tenha destacado no ano de 2019. O vencedor, eleito por um júri composto por 15 profissionais do setor, será anunciado no próximo Dia Mundial do Teatro, a 27 de março de 2020.

 

O júri do Prémio Revelação Ageas Teatro Nacional D. Maria II é constituído por quinze profissionais, representativos de diversas áreas associadas ao meio artístico e cultural português: Albano Jerónimo, Álvaro Correia, Beatriz Batarda, Carlos Avilez, Catarina Barros, Cristina Carvalhal, Inês Barahona, John Romão, José António Tenente, Marta Carreiras, Mónica Garnel, Nuno Cardoso, Rui Horta, Rui Pina Coelho e Tónan Quito.

 

Segundo Tiago Rodrigues, Diretor Artístico do Teatro Nacional D. Maria II, “É de extrema importância a criação de um Prémio anual, atribuído por um júri de pares, que dá expressão ao modo como a comunidade teatral portuguesa valoriza os jovens criadores.”

 

Para Inês Simões, Diretora Comunicação Corporativa e Marca do Grupo Ageas Portugal, “Este prémio é mais um passo do Grupo Ageas Portugal no incentivo do trabalho artístico, neste caso, no âmbito teatral. É também uma das muitas iniciativas do Grupo Ageas Portugal no apoio a jovens talentos, que noutros projetos estendemos a áreas tão variadas como as artes, a literacia, projetos sociais ou mesmo na área do desporto.”

 

Na avaliação dos artistas selecionados para este Prémio Revelação, serão tidos em conta os seguintes critérios:

  • Qualidade da sua prestação artística no ano a que se refere o prémio;
  • Contributo da sua prestação artística para o desenvolvimento e fortalecimento da área teatral;
  • Capacidade de crescimento e valorização da sua carreira, nacional e internacionalmente;
  • Introdução de elementos de inovação ou diferenciação na sua prática profissional.

 

O Prémio Revelação Ageas Teatro Nacional D. Maria II é uma das iniciativas desenvolvidas em parceria entre o D. Maria II e o Grupo Ageas Portugal, no âmbito de uma parceria a três anos entre as duas entidades, anunciada em maio deste ano, que tem como objetivo de fortalecer o serviço público de cultura prestado pelo Teatro.