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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Espetáculos para toda a família regressam ao Braga Parque

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Sábado, 22 de setembro, há espetáculo de teatro musical no Braga Parque

 

Em Setembro regressa ao Braga Parque a programação de espetáculos para toda a família. As artes performativas voltam a estar em destaque no Braga Parque, com representações de teatro e circo, mostras do que de melhor se faz em Portugal e também em Espanha. Os espetáculos decorrem na escadaria central do shopping em duas sessões: às 11h00 e 16h00.

É já no próximo sábado, dia 22 de setembro, que os visitantes do Braga Parque poderão assistir ao primeiro espetáculo da rentrée, “Correr o fado”, uma peça de teatro musical com marionetas, apresentado pela companhia Jangada Teatro.

A oferta cultural continua em outubro, no dia 6, com “Babo Royal”, uma exibição de circo contemporâneo, apresentado pela companhia espanhola Ganso&Cia. A 3 de novembro, é a vez do Teatro a Orla proporcionar sorrisos e gargalhadas com a comédia “Sapatinhos Vermelhos”.

O Braga Parque volta assim a proporcionar momentos de lazer e descontração a toda a família, revelando-se muito mais que um espaço de compras. Ao longo de todo o ano são dinamizadas diversas atividades gratuitas, que ambicionam colocar à disposição de todos os visitantes uma oferta cultural e de lazer de qualidade.

 

Sobre o Correr o fado:

Segundo a tradição popular, o sétimo filho, se for rapaz, nasce “tardo” ou “trasgo”. Precisa por isso de “correr o fado” para quebrar a maldição. Se não atravessar três fontes, três pontes e três montes, transforma-se em lobisomem.

“Eduardo, o herói da nossa história, vai fazendo o seu percurso, recebendo pelo caminho um bordão, um cavaquinho e uma caixa. Graças a estes três objetos mágicos Eduardo, o camponês, acabará mesmo por ser rei de um reino feito à sua imagem e semelhança”.

 

Casa das Artes | Espetáculo «Variações a partir de um coração»

Estreia Nacional do Espetáculo «Variações a partir de um coração»

 

 

Dias 21, 22 e 23 setembro, o Quarteto Contratempus apresenta, em estreia nacional, na Casa das Artes do Porto, o espetáculo Variações a partir de um coração - Divertimento popular para um Quarteto Contratempus. Um projeto de recriação e reinvenção de música tradicional portuguesa.

2018 é o Ano Europeu do Património Cultural mas também ano de celebração do 10º aniversário do Quarteto Contratempus. Por estas razões o Quarteto cria um projeto de reinvenção e recriação de repertório de música tradicional portuguesa do norte do país, trazendo para a contemporaneidade algumas das mais belas canções do Cancioneiro Popular Português. 

 

Este é um espetáculo interdisciplinar (com composição de Fernando Lapa, texto de Eduarda Freitas e encenação de Catarina Costa e Silva) de extraordinária singularidade estética, que nos conduz a uma viagem no tempo (ao revisitarmos as raízes da música tradicional portuguesa, sem perdermos o sentido do presente e o horizonte do futuro), pelo património musical do Douro e Minho.

 

Todas estas canções permanecem na nossa memória coletiva e são reveladoras da identidade das gentes do norte, dos seus saberes, tradições e da sua relação com o território. 

 

Recentemente o Quarteto foi distinguido com o 3º Prémio Indústrias Criativas (promovido pelo Grupo Super Bock e Serralves) e Prémio BfK (promovido pela Agência Nacional de Inovação).

Composição: Fernando Lapa

Texto: Eduarda Freitas

Encenação: Catarina Costa e Silva

Intérpretes: Quarteto Contratempus : Teresa Nunes (Soprano), Crispim Luz (Clarinete), Susana Lima (Violoncelo) Brenda Vidal Hermida (Piano)

Luz: Mariana Figueroa

Design: Cátia Lima

Produção e divulgação: Carlos Pinto

 

Apresentações na Casa das Artes, Porto:  21, 22 e 23 setembro

Dia 21 e 22 às 21h30. Dia 23 às 17h. 

 

Apresentações na Reitoria da U.Porto ( no âmbito das Jornadas Europeias do Património ) :  29 e 30 setembro

 

Preço bilhetes 5€

Sinopse: 

 

Pode um coração partir-se (ou colar-se) de amor? Antes de sermos quem somos, de cantarmos o que cantamos, de chorarmos o que choramos, de rirmos o que rimos, que sons estão no início? Que música faz bater o coração? Neste espetáculo, voltaremos atrás sem perder o horizonte do amanhã. São variações a partir do início. São variações sem perder o pé. A bater o pé, certinho, compassado, como o leito de um rio em dias calmos – o nosso norte, o nosso rio Douro.

Fazer da música tradicional portuguesa o centro deste projeto constitui em si mesmo um sinal: de quem sabe de onde veio e de onde é. Não nos move qualquer espécie de revivalismo passadista ou saudosista (com que se olha muitas vezes a tradição popular); antes, a convicção de que vemos o mundo com olhos daqui, deste lugar e deste tempo. Por isso propomos um espetáculo plural e aberto, onde as referências à música tradicional sejam um idiomático ponto de partida para percursos multidirecionais, explorando espaços e movimentos, texturas e cores, tempos e lugares.

A construção deste mosaico, plural e multifacetado, simboliza também a celebração do encontro de quatro artistas do norte que há já dez anos se dedicam à interpretação e divulgação de obra musical de autores portugueses.

 

 

 

Sáb (22 Set) e Dom (23 Set) Festival Todos | ENTREVISTAS de Tiago Cadete

ENTREVISTAS

de Tiago Cadete

FESTIVAL TODOS | Dança/Teatro

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Criação e interpretação Tiago Cadete

Assessoria de imprensa Mafalda Simões

Agradecimentos Aos/as emigrantes portugueses entrevistados

Acolhimento Rua das Gaivotas 6

Apoio Turismo de Portugal; Polo Cultural das Gaivotas; Olga Roriz-Palácio Pancas Palha

Produção Co-Pacabana

 

FESTIVAL TODOS

Trienal de Arquitectura – Palácio Sinel de Cordes – Campo de Santa Clara, 142

 

SÁB 22 SET 16h00 / 18h00

DOM 23 SET 16h00 / 18h00

 

Duração 40 min

Preço 3€ 

M/12 anos

 

ENTREVISTAS é uma ficção da biografia de Tiago Cadete mixada com as biografias de migrantes de diferentes gerações no Brasil. Através de entrevistas áudio feitas a um grupo de portugueses residentes no brasil, foi criado um arquivo sonoro e posteriormente editado para criar este acervo de histórias da migração de portugueses no Brasil. Como chegaram e de que forma? Que memórias têm do seu país? Se querem regressar? Neste trabalho de escuta as respostas são perspectivas sobre o Brasil e Portugal do ponto de vista do estrangeiro, aquele que está sempre entre-vistas.

TEMPORADA DO TEATRO ABERTO ABRE COM ÓPERA: "Três Mulheres com Máscara de Ferro", 5 a 7 OUT | Ensaios: "A Verdade" e "A Mentira", de Florian Zeller, estreia brevemente!

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A temporada 2018/2019 do Teatro Aberto abre com a aguardada apresentação da Ópera Três Mulheres com Máscara de Ferro, de Agustina Bessa-Luís, com música de Eurico Carrapatoso. Este espectáculo inédito estreou com grande êxito em outubro de 2014 na Fundação Calouste Gulbenkian e foi também levado à cena na Sala Azul do Teatro Aberto. Nos dias 5, 6 e 7 de outubro a ópera volta ao Teatro Aberto e serão apresentadas três récitas únicas, a não perder.  

O convite para encenar este texto foi feito pelo Circulo Literário Agustina Bessa-Luís a João Lourenço que desafiou o compositor Eurico Carrapatoso a escrever a música para este drama em um acto, a partir do texto homónimo e inédito de Agustina Bessa-Luís. A direcção musical é de João Paulo Santos e a dramaturgia de Vera San Payo de Lemos. As três protagonistas, Fanny Owen, Ema e Sibila, serão interpretadas pelas solistas Ana Ester Neves, Angélica Neto e Patrícia Quinta. A música foi composta para clarinete, violino, violoncelo e piano.

 

 

ESPECTÁCULOS
OUTUBRO
5 e 6 às 21h30
7 às 16h00
M/6

BILHETEIRA
4ª a sábado das 14h às 22h00; domingo das 14h às 19h
Reservas 213 880 089 ou bilheteira@teatroaberto.com 
www.bol.pt | FNAC | ABEP | CTT | El Corte Inglés (Lisboa e Gaia) 

PREÇOS
Normal - 20  €
Jovem (até 25 anos) – 10€
Sénior (mais de 65 anos) – 16 €

  

EM ENSAIOS
Na rentrée do Teatro Aberto, recomeçaram também os ensaios das peças A Verdade e A Mentira que estrearemos em novembro. Os espectáculos estarão em cena em simultâneo
, ambos com encenação de João Lourenço, dramaturgia de Vera San Payo de Lemos e interpretação de Joana Brandão, Miguel Guilherme, Patrícia André e Paulo Pires. Neste projecto desafiante do Teatro Aberto, em que se apresentam A Verdade em conjunto com A Mentira, duas peças de Florian Zeller, em dois espectáculos diferentes, representados pelo mesmo elenco, põem-se as variáveis do que será verdade e do que será mentira à discussão e demonstra-se como a arte de representar se pode desdobrar em múltiplos sentidos.  

 

Teatro A Barraca apresenta peça inquietante a partir do Nobel da Literatura García Márquez no Cine-Teatro Louletano

 

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No próximo dia 21 de setembro, pelas 21h30, a prestigiada companhia de teatro A Barraca apresenta, em absoluta estreia a sul do país, a peça “Erêndira! Sim Avó…” com um grande elenco em que se inclui a conceituada atriz Maria do Céu Guerra. O texto do espetáculo é baseado na obra A Incrível e triste história de cândida Erêndira e sua Avó Desalmada do Nobel da Literatura Gabriel García Márquez.

A direção e adaptação desta criação teatral são assinadas por Rita Lello, que descreve assim a obra em causa: “‘Estava Erêndira a dar banho à Avó quando começou o vento da sua desgraça.’ É com estas palavras que o Prémio Nobel da Literatura Gabriel García Marquez abre a novela curta que está na base deste espetáculo. Usando como pano de fundo a triste realidade da exploração sexual de menores na profunda Colômbia mágica, Gabo dá-nos a conhecer a relação de exploração entre uma Avó desalmada e uma neta cuja candidez e cega obediência suporta extremos de violência sexual impensáveis. ‘Se as coisas continuarem assim pagas-me a dívida dentro de oito anos, sete meses e onze dias.’, contabiliza a Avó. Se tivermos em conta que a média diária são setenta homens a quem Erêndira presta por dia os seus serviços, teremos ideia do nível da exploração que este corpo de 14 anos acabados de fazer terá de suportar, da crueldade da Avó e do desnorte a que chega uma sociedade indígena violentada por missionários evangelizadores e regida por militares sem escrúpulos. Não podendo olhar para esta narrativa senão como uma metáfora, e tendo em conta que García Marquez é um escritor que aliou como poucos uma escrita mágica às preocupações sociais e políticas, não é estranho que ela nos evoque imediatamente a relação de exploração existente entre países ricos e países pobres. A dívida de Erêndira – nascida de um descuido numa desgraçada noite de vento em que, caída de cansaço, adormeceu antes de apagar uma vela – vai aumentando à medida que a paga.”

Este espetáculo insere-se no ciclo “Estórias Silenciosas” (V), o qual, desde 2017, pretende apresentar propostas performativas na área do Teatro que incidam sobre temáticas atuais e dotadas de pertinência social, política, económica, cultural ou ecológica, suscitando também o debate e reflexão crítica com os criadores, demais artistas e público.

O elenco desta peça é composto por Maria do Céu Guerra, Sara Rio Frio, João Maria Pinto, Adérito Lopes, Cláudio Castro, Fernando Belo, João Parreira, Miguel Santos, Rita Soares, Rúben Garcia, Sérgio Moras e Samuel Moura, cabendo a luminoplastia, vídeo e projeção a Paulo Vargues. A sonoplastia é da responsabilidade de Ricardo Santos e a operação de som de Bárbara Rocha, com Fernando Belo no apoio à montagem.

O preço dos bilhetes é de 12 euros, passando para 10 euros no caso dos maiores de 65 e menores de 30 anos. O Cartão de Amigo é aplicável a este evento. Este espetáculo tem entrada gratuita, mediante a disponibilidade da sala, a jovens com 18 anos ou que ainda venham a fazer 18 anos no presente ano no âmbito do projeto “És Cultura 18!”. A peça tem uma duração aproximada de 120 minutos (com intervalo) e dirige-se a maiores de 16 anos.

Para mais informações e reservas os interessados podem contactar o Cine-Teatro Louletano pelo telefone 289 414 604 (terça a sexta-feira, das 13h00 às 18h00) ou pelo email cinereservas@cm-loule.pt. Além disso, podem consultar a sua página de facebook – www.facebook.com/cineteatrolouletano ou o seu renovado website http://cineteatro.cm-loule.pt, ambos em permanente atualização, bem como a sua conta no instagram (cineteatrolouletano), existindo também a possibilidade de compra de ingressos nos locais aderentes ou on-line através da plataforma BOL, em https://cineteatrolouletano.bol.pt/

O Cine-Teatro Louletano é uma estrutura cultural no domínio das artes performativas da Câmara Municipal de Loulé e está integrado na Rede Azul – Rede de Teatros do Algarve e na Rede 5 Sentidos.

 

CML/GAP /RP

Ensaiarte apresenta “Ipacankure” no Centro Cultural de Poceirão

No dia 22 de setembro

Ensaiarte apresenta “Ipacankure” no Centro Cultural de Poceirão

 

O espetáculo “Ipacankure”, do Grupo de Teatro EnsaiArte, vai ser apresentado no dia 22 de setembro, às 21h30, no Centro Cultural de Poceirão.

 

A peça, para maiores de 12 anos, conta com texto de José César Herrera, tradução de Dário Luís, dramaturgia e encenação de Célia Figueira e é interpretada por Miguel Reis e Pedro Sottomayor.

 

Neste espetáculo, «dois homens encontram-se num mesmo quarto, partilham a mesma cama, o mesmo pijama, a mesma escova de dentes, a toalha. Vendem pequenas utilidades. Compram pequenas inutilidades. Um velho doente, silencioso, consciente, honesto e misterioso. Um jovem irreverente, falador, inexperiente, sensível e meigo. Cresce entre ambos, paulatinamente e por entre amuos e ralhos, uma amizade única, insubstituível e volumosa, um amor verdadeiro entre o frio e a insuficiência, os citrinos e os concertos de rádio. Ipacankure não se pode materializar, busca-se e sente-se».

 

 

 

 

Texto de Jose Cesar Herrera

Tradução – Dário Valente

Dramaturgia e Encenação – Célia Figueira

 

FICHA TÉCNICA:

Pedro Sottomayor – Homem 1

Miguel Reis – Homem 2

Cenografia – Projeto coletivo

Desenho de Luz – Hugo Pereira

Operadora de Som – Ana Teresa Ruas

Operador de Luz – Hugo Afonso

Guarda Roupa – Irene Varela

Composição gráfica – Miguel Costa

Classificação etária: M/12

Org: Grupo Teatro Ensaiarte

Apoio: Câmara Municipal de Palmela

Entrada: bilhete donativo

Reservas: 966 564 933 | 917 450 781

 

 

 

 

 

 

Festival 'Estes Romanos Estão Loucos', começa hoje e termina no domingo

Festival Estes Romanos Estão Loucos
14-16 setembro, sexta-domingo

O Museu de Lisboa - Teatro Romano sai à rua

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De 14 a 16 de setembro, o Museu de Lisboa - Teatro Romano convida todos os lisboetas (e curiosos) a melhor conhecerem os seus antepassados olisiponenses. Com múltiplas atividades que se desenvolvem no sítio arqueológico do teatro romano, mas também no museu e nas ruas envolventes, este festival oferece uma nova perspetiva sobre a cidade e sobre a sua história.
Afinal os romanos eram mesmo loucos!

Carregue aqui para abrir o programa

Entrada livre sujeita à lotação. Algumas atividades requerem inscrição e levantamento de bilhete. Informações e reservas: 215 818 530 ou teatroromano@museudelisboa.pt 

SETEMBRO: YOUTH - Cascais e Lisboa

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YOUTH

Cascais, Teatro Municipal Mirita Casimiro (TEC)
15 e 16 de Setembro, às 21h30

Lisboa, CAL - Primeiros Sintomas
20 a 30 de Setembro
(todos os dias), às 21h30
 

Em Youth, 5 jovens amigos passam uns dias de férias num apartamento fora de Lisboa. Um T1 recebe os amigos para uns dias de praia. A estadia marca o reencontro de alguns deles. Youth vive no tempo presente, num clima de mudança constante e tem regras de funcionamento para todos.

Youth começa com as regras do espectáculo. Seis figuras convidam o diálogo. Uma delas modera o espectáculo. Partindo daí, o espectáculo constrói-se em conjunto. Youth tenta provar que um diálogo livre de medo pode mudar tudo o que nos rodeia.

 

A Inquietarte é uma associação cultural com foco nas artes cénicas e do espectáculo, fundada em 2013. A associação centra a sua actividade em projectos criados com e por jovens artistas recém-formados ou estudantes. Depois de quatro produções passadas, a Inquietarte aposta agora num trabalho de autor, jovem e criativo, que acredita em novas formas, novos textos, novos artistas.

Para mais informações:
inquietarte.a.c@gmail.com