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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

39.º Festival de Teatro do Seixal decorre de 11 de novembro a 3 de dezembro

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O 39.º Festival de Teatro do Seixal vai decorrer de 11 de novembro a 3 de dezembro, aliando a apresentação da melhor arte dramática para diferentes idades à reflexão sobre temas e questões bastante atuais, tais como a democracia, a liberdade e a igualdade. Também não serão esquecidos os temas da saúde mental e emocional. À semelhança dos anos anteriores, o festival irá realizar-se de forma descentralizada, passando por todas as freguesias do concelho, contemplando representações no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal, no Cinema S. Vicente, no Auditório Municipal de Miratejo e em diversas coletividades do município.

 

Paulo Silva, presidente da Câmara Municipal do Seixal, afirma que «o Festival de Teatro do Seixal é já uma referência incontornável do nosso concelho e uma iniciativa que devemos apoiar e acarinhar. O envolvimento que sentimos em torno deste festival é tão grande que nos leva a crer que este é um verdadeiro acontecimento cultural que extravasa largamente as fronteiras do município e que tem um alcance verdadeiramente nacional». O presidente da autarquia adianta ainda que este ano a entrada é livre para todas as peças «de forma que a cultura seja efetivamente para todos.»

 

 

O Teatro da Terra, companhia sediada no Seixal, terá honras de abertura do certame com a apresentação da peça de comédia «A Maluquinha de Arroios», no dia 11 de novembro (sexta-feira), pelas 21.30 horas, no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal. No dia seguinte, será a vez da companhia Teatro Bravo apresentar a peça «Magdalena» no Cinema S. Vicente e, a encerrar o primeiro fim de semana, no domingo (dia 13), a companhia Mente de Cão apresenta «Todas as Coisas Extraordinárias», no Ginásio Clube de Corroios, consistindo numa peça de teatro única e inspiradora que nos fala sobre os temas da depressão e do suicídio.

 

No dia 19 de novembro (sábado), será a vez da companhia O Grito (Seixal) animar o serão no Clube Recreativo da Cruz de Pau com a exibição da peça «A Serpente e a Pítia». Também oriundo do Seixal, o grupo de teatro Pé de Palco levará à Sociedade Musical 5 de Outubro (Aldeia de Paio Pires), no dia 1 de dezembro (quinta-feira), a peça «O Sorteio do Presidente» que pretende «denunciar o flagelo das notícias falsas que populam nos meios de comunicação social». No total, serão exibidos ao público 11 espetáculos que, ao longo de quase um mês, vão colocar o concelho do Seixal no centro das atividades cénicas.

 

A complementar a exibição das peças teatrais, vão realizar-se várias atividades, envolvendo os estabelecimentos de ensino concelhios, além de um workshop de expressão dramática, no Cinema S. Vicente (dias 26 de novembro e 3 de dezembro), e a apresentação da revista «Women On Scene – Mulheres no Teatro e na Performance», no dia 19 de novembro (sábado), pelas 16 horas, no foyer do Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal.

 

Mais informações e reservas prévias em cm-seixal.pt.

Passatempo OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS

O Blog Cultura de Borla em parceria com a Câmara de Torres Vedras tem bilhetes duplos para OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS no CINE TEATRO DE TORRES VEDRAS para o dia 3 de Dezembro (21h30) aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS com o Cultura de Borla" com nome, CC e nº de telefone e sessão pretendida.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

 

 

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A Companhia Teatrão representa no próximo dia 3 de dezembro, pelas 21h30, no Teatro-Cine de Torres Vedras, o teatro OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS.

Segundo refere aquela companhia acerca desta sua criação: “OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS é um projeto performativo que procura explorar a memória da Guerra Colonial que Portugal travou nas suas antigas colónias ultramarinas de Angola, Moçambique e Guiné-Bissau contra os movimentos independentistas. Ocorrido há 50 anos, este conflito mobilizou um milhão de soldados e afetou toda a sociedade portuguesa de formas que durante anos e anos ficaram por contar e compreender. Tal como atualmente o Ocidente tem vindo a discutir o legado esclavagista e colonial, impõe-se regressar a esta ferida da história recente portuguesa para compreender as suas implicações para toda uma geração, e de que modo as suas repercussões chegam aos nossos dias. Partindo do lado documental e testemunhal da guerra, mais do que uma visão informativa, interessa-nos explorar a noção de trauma que repercute pelos episódios, os acontecimentos e as palavras que chegaram até aos nossos dias”.

De referir que OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS é um projeto desenvolvido em parceria com o núcleo de Coimbra da Liga dos Combatentes e o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, e parte de um mapeamento, na região Centro, dos soldados mobilizados para a Guerra do Ultramar e do tratamento dos seus testemunhos.

Refira-se também que OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS é um projeto que encerra a narrativa que o Teatrão construiu desde 2018 denominada CASA, a qual aborda quatro temáticas: o Estado Novo; a Europa; a Família; e a Guerra. A CASA foi motor para investigar, discutir e criar artisticamente objetos que discutam o presente e o lastro histórico que carregamos sem discutir e superar.

O preço dos bilhetes para se assistir ao teatro OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS no Teatro-Cine de Torres Vedras é de cinco euros.

 

Ficha Técnica

 

Dramaturgia: Jorge Palinhos

Encenação: Isabel Craveiro

Interpretação: Afonso Abreu, David Meco, Diogo Simões, João Santos, Teosson Chau

Direção musical e preparação vocal: Rui Lúcio

Cenografia e figurinos: Filipa Malva

Desenho de luz: Jonathan Azevedo

Sonoplastia: Nuno Pompeu

Design gráfico: Paul Hardman

Fotografia: Carlos Gomes

Cabeleireiro: Carlos Gago (Ilídio Design)

Costureira: Albertina Vilela

Operação de luz e som: Jonathan Azevedo e Nuno Pompeu

Direção de produção: Isabel Craveiro

Produção executiva: Cátia Oliveira, João Santos

Direção técnica: Jonathan Azevedo

Comunicação: Margarida Sousa

Criação: Teatrão em coprodução com Teatro Municipal Joaquim Benite/ Companhia de Teatro de Almada

Passatempo UM PRESENTE ESPECIAL - Cinema São Vicente

O Blog Cultura de Borla em parceria com a ANIMATEATRO tem bilhetes para oferecer (no regime de na compra de um bilhete oferta de outro) para UM PRESENTE ESPECIAL no CINEMA SÃO VICENTE para o dia 3 de Dezembro aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver UM PRESENTE ESPECIAL  com o Cultura de Borla" com nome, CC e nº de telefone e sessão pretendida.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

 
 
 

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“Um presente especial”

   |   agenda cinema s. vicente
  • 4 Dezembro (Domingo)

Cinema S. Vicente

11H

 

 

“Um presente especial” teatro musical
por GATEM – Espelho Mágico
M3 | 60min

 

Sobre
Música, animação, fantasia e a dose de magia habitual, “Um presente especial ” vai envolver a pequenada numa alegre brincadeira onde moram afetos e emoções e onde podem viver uma experiencia inesquecível de participar numa peça como verdadeiros atores.

O PRESENTE ESPECIAL” ABORDA DE FORMA LÚDICA:
A IMPORTÂNCIA dos AFETOS e das RELAÇOES INTER- GERACIONAIS.
A IMPORTÂNCIA do “SER” em vez do “TER”.
O RESPEITO pelas PESSOAS IDOSAS.

 

Sinopse
O avô Diogo prepara com muito carinho uma surpresa para a sua neta Rita no dia de Natal. O que o avô não sabe, é que o “feitiço se vai virar contra o feiticeiro” e quem vai acabar muito surpreendido é ele!…

 

Ficha Técnica e Artística
Texto: Um presente especial | Encenação: Céu Campos| Interpretação : Avô Diogo – Cláudio Pinela, Serafina – Céu Campos, Palhaço Xexé – David Pereira, Palhaço Teco – Jéssica Ricardo | Música original: António Carlos Coimbra | Produção:  GATEM – Espelho Mágico

GREGÓRIO DUVIVIER REGRESSA A PORTUGAL COM A PEÇA SÍSIFO

 

 

7 DEZ/ CCB, LISBOA

8 DEZ/ TEATRO SÁ DA BANDEIRA, PORTO

9 DEZ/ CONVENTO DE SÃO FRANCISCO, COIMBRA

10 DEZ/ CENTRO DE ARTES DE ÁGUEDA, ÁGUEDA

 

 

 

No próximo dia 7 de Dezembro Gregório Duvivier volta a pisar os palcos portugueses. Depois da aclamação em 2019, o co-criador da Porta dos Fundos volta a Portugal para uma digressão de Sísifo.

 

Sísifo é um monólogo interpretado por Gregório Duvivier e escrito pelo próprio em parceria com Vinícius Calderoni, coautor e diretor da peça, que interliga a mitologia grega aos absurdos do quotidiano, do mundo digital à política brasileira.

 

Sísifo, a primeira colaboração cénica entre Gregorio Duvivier e Vinicius Calderoni, é uma investigação cénica de como transpor para o palco a linguagem do gif e do meme, pensar como a dramaturgia pode dar conta desta modalidade da comunicação que, com uma velocidade assustadora, se torna hegemónica no ocidente, moldando a cultura e o comportamento. Também é um espetáculo pensado como resposta artística a um momento histórico em que a desumanização domina a política e a inteligência articial suplanta o calor dos corpos.

 

Há uma evidente e estreita associação entre o aumento exponencial da intolerância e do desprezo pela alteridade com a crescente robotização do eleitor e do internauta, que passa a ser um repetidor de memes e notícias fake. Repetidores autómatos, não sabemos mais diferenciar o que é realidade, sonho, meme ou fake news. Sísifo quer tentar reestabelecer estas fronteiras, e, neste movimento, reestabelecer e reconstruir nossa própria sanidade mental.

 

Inspirado no mito grego de Sísifo – o homem que carrega diariamente a sua pedra morro acima para vê-la rolar ladeira abaixo e começar tudo de novo por toda a eternidade –, o texto assinado pela dupla brasileira recria este mito e relaciona a mitologia grega com o caótico mundo globalizado e “híperconectado”, trazendo a palco temas contemporâneos e urgentes para falar e refletir, sobretudo sobre a condição humana. Não é, assim, uma recriação el da história que o mito veicula, mas sim uma inspiração norteadora, um leitmotiv que se apresenta como o condutor dentro de uma peça livre, ensaística e essencialmente contemporânea. A escolha do mito de Sísifo parece ainda mais interessante quando posta em perspetiva porque parece ser, de algum modo, a matriz do teatro, a arte da repetição innita, por essência.

 

Albert Camus em seu célebre ensaio acerca do mito de Sísifo, Le mythe de Sisyphe, contraria as expectativas do senso comum e diz que imagina um Sísifo feliz dentro da sua tarefa eterna de carregar a pedra morro acima. Duvivier e Calderoni concordam e almejam construir, em Sísifo, um espetáculo em que a repetição teatral consiga fazer-nos sair do ciclo doentio de repetição patológica da realidade.

 

Em cena, o ator repete o mesmo movimento: caminha de um ponto a outro do palco. A cada início de uma nova cena, ele regressa ao ponto inicial, como num gif, formato de imagem altamente difundido no universo digital.

 

Se os memes e gifs são capazes de resumir uma situação às vezes complexa em apenas uma imagem, a ideia em Sísifo é de poder falar sobre temas bem diversos numa única cena, ou numa das travessias que Gregório faz pela rampa que ocupa o palco. Desta forma, as cenas apresentam um vasto panorama do caótico mundo contemporâneo, com todo o seu excesso de informação e tecnologia.

 

Traduzido em 60 histórias muito curtas onde cabem personagens de todos os tipos, o texto vai da comédia à tragédia, passando pela poesia e pelo drama, recriando o mundo dos memes e dos gifs em palco numa analogia à história de humanidade, à vida contemporânea e ao contexto social e político do Brasil. Fake news, suicídio transmitido através da internet, influenciadores digitais e tragédias brasileiras como o assassinato de Marielle Franco ou o incêndio do Museu Nacional, são apenas alguns exemplos  dos vários temas abordados em Sísifo e brilhantemente retratados por Gregório Duvivier.

 

Com produção da H2N - Culture Connectors, produtora responsável pela Porta dos Fundos em Portugal, Sísifo regressa a Portugal no dia 7 de Dezembro ao Grande Auditório do CCB em Lisboa e passa depois no dia 8 de Dezembro pelo Teatro Sá da Bandeira no Porto, dia 9 de Dezembro pelo Convento de São Francisco em Coimbra e dia 10 de Dezembro pelo Centro de Artes de Águeda. A peça é para maiores de 12 anos e os bilhetes já se encontram à venda.

 

Ficha técnica

 

Espetáculo: "Sísifo"

Elenco: Gregório Duvivier

Texto: Vinicius Calderoni e Gregório Duvivier

Direção: Vinicius Calderoni

Direção de produção: Andréa Alves

Cenografia: André Cortez

Iluminação: Wagner Antônio

Figurino: Fause Haten

Direção musical: Mariá Portugal

Co-Produção: Sarau/ H2N

 

Bilheteira:

 

CCB, Lisboa https://www.ccb.pt/bilheteira/

Teatro Sá da Bandeira, Porto https://ticketline.sapo.pt/evento/sisifo-gregorio-duvivier-68970

Convento de São Francisco, Coimbra https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/116283-sisifo_gregorio_duvivier-convento_sao_francisco/

Centro de Artes de Águeda https://www.centroartesagueda.pt/contactos.php

 

https://www.instagram.com/sisifoteatro/

https://www.instagram.com/gduvivier/

https://www.instagram.com/viniciuscalderoni/

Passatempo GASPAR - Teatro Maria Matos

O Blog Cultura de Borla em parceria com a H2N tem bilhetes duplos para GASPAR no TEATRO MARIA MATOS para o dia 3 de Dezembro aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver GASPAR com o Cultura de Borla" com nome, CC e nº de telefone e sessão pretendida.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

 

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GASPAR É O NOVO ESPECTÁCULO PARA A FAMÍLIA NO TEATRO MARIA MATOS

DE 12 DE NOVEMBRO A 18 DE DEZEMBRO

 

Texto original: João Cachola

Banda sonora: ZARCO

Direcção: Vicente Wallenstein

GASPAR é o novo espectáculo para a família no Teatro Maria Matos, em cena de 12 de Novembro a 18 de Dezembro aos Sábados e Domingos.

 

 

GASPAR é um musical para a infância, com texto original de João Cachola, banda sonora dos ZARCO, e direcção de Vicente Wallenstein, que aborda temas inerentes e fundamentais do nosso presente: a ecologia, as alterações climáticas e o impacto do Homem no planeta terra.

 

Gaspar vê-se aborrecido na monotonia do dia-a-dia e decide descer pelo ralo da sua banheira até ir parar ao fundo do mar. "Porque é que há sapatos no fundo do mar?". Confrontado com esta questão, Gaspar decide dar-lhes uma nova função: ata todos os sapatos e, com eles, cria uma corrente que o leva de volta a casa; nos sapatos coloca terra e sementes e cria a sua primeira invenção: uma floresta dentro do sapato. Numa ode à imaginação, criamos uma fábula musical, que conta com a participação da banda ZARCO, na qual o jovem protagonista enfrenta a necessidade de tomar as rédeas do seu futuro, que não se avizinha o mais promissor.

 

Gaspar é um rapaz que dedica o seu tempo a imaginar coisas que não existem, mergulha na sua banheira e desce pelo ralo abaixo em direção ao fundo do mar, onde se depara com uma enorme quantidade de sapatos. Decidido a dar-lhes uma nova função, planta uma floresta em cada sapato e espalha-os pela cidade. Mas ele não vai ficar por aqui, porque se há coisa que o chateia é que não exista o que não existe.

 

Texto: João Cachola

Direcção: Vicente Wallenstein

Música Original: ZARCO

Companhia de Teatro: As Crianças Loucas

Interpretação: Catarina Rabaça, Fernão Biu, João Sala, Joe Sweats, Pedro Santos, Vasco Barroso e Vicente Gil

Assistência criativa: Raquel Oliveira

Direcção de arte, design gráfico e vídeo de animação: Beatriz Bagulho

Cenografia: Kuka

Apoio ao vídeo de animação: Rita António

Apoio aos figurinos: João Cachola

Desenho e operação de luz: Diana Santos

Desenho e operação de som: João Oliveira

Produção: Flávia Duarte

Fotos de cena: Ana Paganini

Teaser: Bárbara Sales e João Cachola

Co-produção: H2N – Hugo Nóbrega e Marta Fonseca

Acolhimento: Teatro Maria Matos

 

Evento: https://teatromariamatos.pt/event/gaspar/

Bilheteira: https://ticketline.sapo.pt/evento/gaspar-68513

39.º Festival de Teatro do Seixal apresenta mais três espetáculos no último fim de semana de novembro

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O 39.º Festival de Teatro do Seixal prevê, para este fim de semana, a realização de três peças que prometem arrebatar o público apreciador. O Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal recebe, esta sexta-feira (dia 25, 21.30 horas), a peça «Se Eu Fosse Nina», a cargo de Rita Calçada Bastos, em que se estabelece um diálogo de suposições e conjeturas entre uma Nina roubada aos textos «A Gaivota» (Anton Tchekhov) e «Os Apontamentos de Trigorin» (Tennessee Williams) e o imaginário desta atriz. No sábado, será a vez da Sociedade Democrática Timbre Seixalense acolher, pelas 21.30 horas, o espetáculo «Rubik», a cargo da Animateatro (Seixal). Por fim, no domingo, dia 27, pelas 16 horas, a Associação de Moradores dos Redondos (Fernão Ferro) apresenta «Ciclo Antiprincesas: Frida Kahlo», da responsabilidade de São Luiz Teatro Municipal e EGEAC - Programação em Espaço Público, em coprodução com teatro meia volta e depois à esquerda quando eu disser e Teatro Municipal do Porto.

 

Segundo o presidente da Câmara Municipal do Seixal, Paulo Silva, «é importante esta descentralização de espetáculos totalmente gratuitos e a decorrerem em vários locais do concelho e com a qualidade indiscutível que estes apresentam. Esperamos que o público compareça em número significativo e aprecie o que de melhor se faz a este nível no nosso país».

 

Refira-se que o 39.º Festival de Teatro do Seixal decorre de 11 de novembro a 3 de dezembro, aliando a apresentação da melhor arte dramática para diferentes idades à reflexão sobre temas e questões bastante atuais, tais como a democracia, a liberdade e a igualdade. Também não são esquecidas os temas da saúde mental e emocional. À semelhança dos anos anteriores, o festival realiza-se de forma descentralizada, passando por todas as freguesias do concelho, contemplando representações no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal, no Cinema S. Vicente, no Auditório Municipal de Miratejo e em diversas coletividades.

 

A complementar a exibição das peças teatrais, realizam-se várias atividades envolvendo os estabelecimentos de ensino e ainda um workshop de expressão dramática no Cinema S. Vicente, marcado para os dias 26 de novembro e 3 de dezembro.

 

Mais informações e reservas prévias em cm-seixal.pt.

 

 Tabacaria: a peça que parte da obra de Álvaro de Campos e junta a poesia e o teatro num só palco

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- A peça estará em cena no Teatro Ibérico, de 24 a 27 de novembro
- Com encenação de João Garcia Miguel, este espetáculo desconstrói a figura de Álvaro de Campos para explorar a dicotomia entre o consciente e o inconsciente
 
 

“Tabacaria”, a mais recente criação do Teatro Ibérico, em cena de 24 a 27 de novembro, propõe-se a explorar os sonhos e o acesso ao inconsciente. A partir do poema de Álvaro de Campos, com encenação de João Garcia Miguel, este espetáculo desafia o ator Paulo Filipe Monteiro a regressar aos palcos para interpretar uma conjugação entre a poesia e o teatro.

A Tabacaria é o apelo da consciência que luta contra a perceção exterior e que pretende manter vivo o sonho que envolve o ser. É essa a dicotomia que a peça quer explorar, abrindo em simultâneo uma janela que permite olhar para o mundo interior e exterior. Este será um espetáculo que irá explorar o percurso artístico dos dois criadores envolvidos e uma oportunidade para ambos aprofundarem as suas visões e poderem assim partilhá-las.

“O nosso desafio com este texto de Álvaro de Campos foi precisamente conjugar a poesia com o teatro. Queríamos ter em palco uma peça na qual a poesia fosse a linha do horizonte que nos guia e une o céu e a terra. Para ajudar a concretizar esta conjugação, convidámos o ator e cineasta Paulo Filipe Monteiro para nos ajudar a materializar a Tabacaria através do corpo, voz, espaço e performance, explica João Garcia Miguel, encenador da peça Tabacaria e co-diretor do Teatro Ibérico. Além disso, esta peça tem uma vertente de entretenimento à qual, com naturalidade, associámos a pesquisa e divulgação do património literário português e mundial”, acrescenta.

O espetáculo estará em cena no Teatro Ibérico de 24 a 27 de novembro (quinta, sexta e sábado às 21:00 e domingo às 17:00). A sessão de domingo terá também audiodescrição. Os bilhetes têm o valor de 10,00€ e podem ser adquiridos na Ticketline, nos locais habituais ou na bilheteira do Teatro Ibérico, nos dias dos espetáculos. O Teatro Ibérico dispõe ainda de descontos, apenas na bilheteira e mediante apresentação de comprovativo para: estudantes, pessoas com Diversidade Funcional (oferta bilhete acompanhante), Reformados, maiores 65 anos e Desempregados, Grupos + 5 pessoas e Profissionais do Espetáculo.  Também é possível fazer reservas através do e-mail bilheteira@teatroiberico.org ou do 927 510 092.

Passatempo PROXIMIDADE - Artistas Unidos - Teatro da Politécnica

O Blog Cultura de Borla em parceria com os ARTISTAS UNIDOS tem bilhetes duplos para PROXIMIDADE no TEATRO DA POLITÉCNICA para o dia 19 de Novembro (21h) aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver PROXIMIDADE com o Cultura de Borla" com nome, CC e nº de telefone e sessão pretendida.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

 

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PROXIMIDADE de Arne Lygre Tradução Pedro Porto Fernandes Com Isabel Muñoz CardosoRita DurãoPedro Carraca e Simon Frankel Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Assistência de cenografia Francisco Silva Luz Pedro Domingos Som André Pires Operação técnica Bruno Almeida e Lucas Domingos Montagem Diana dos Santos Desenhos Daniel Fernandes Comunicação Joana Pajuelo Produção Executiva Tiago da Câmara Pereira Ponto Duarte Romão e Silva Assistente de encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Encenação António Simão M14

 

No Teatro da Politécnica de 3 Novembro a 3 Dezembro
3ª a 5ª às 19h00 | 6ª às 21h00 | Sáb às 16h00 e 21h00

 

BILHETES https://artistasunidos.bol.pt

RESERVAS | 96 196 02 81 | bilheteira@artistasunidos.pt

 

UMA ESTRANHA (…) mas, quando deixa de se estar na proximidade do outro, afinal não se criou uma relação suficientemente forte, dilui-se em nada.
Arne Lygre, Proximidade

 

Proximidade é o falhanço. A crise de ELA. ELA coloca em causa relações, questiona o tempo e relembra o espaço. Os locais onde foi feliz, onde virá a ser… Os momentos que passaram ou que ainda virão. E os outros, serão passado, serão futuro, acabaram ou ainda chegarão? Estaremos sempre juntos ou estaremos sempre sozinhos?

 

António Simão

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“A MAIOR FLOR DO MUNDO”: CAIXA DE PALCO LEVA SARAMAGO À BIBLIOTECA DE LOULÉ

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A 16 de novembro, quarta-feira, pelas 21h00, a Biblioteca Municipal de Loulé recebe o espetáculo “A Maior Flor do Mundo”, de José Saramago, pela Caixa de Palco, como forma de assinalar o centenário de nascimento de José Saramago.

Saramago transforma-se em personagem e conta-nos que uma vez teve uma ideia para um livro infantil, inventou uma história sobre um menino que faz nascer a maior flor do mundo. Cansado de brincar sempre nos mesmos sítios, um menino decide sair da sua aldeia, passar o rio e subir a encosta. Lá, encontra uma flor murcha e caída que precisa de ser salva. Este menino faz os possíveis para dar uma nova vida à flor. É dessa fantasia de grandiosidade que nasce a obra.

Os leitores são chamados para uma divertida brincadeira, pois Saramago narra-lhes a história do menino e da flor não como se ela fosse a história de verdade, mas como se fosse apenas o esboço do que ele teria contado se tivesse o poder de fazer o impossível: escrever a melhor história de todos os tempos. Entrando no jogo com o autor, os pequenos leitores vão saber que ninguém nunca teve nem terá esse poder. Vão saber também que a literatura é o lugar do impossível: o menino desta história faz uma simples flor dar sombra como se fosse um carvalho.

Esta iniciativa é de entrada livre.