“Faz-me um Resumo” estreia em Vila Nova de Cerveira
As Comédias do Minho apresentam “Faz-me um Resumo”, uma criação encomendada à encenadora Joana Magalhães desenvolvida especialmente para crianças do 1.º ciclo, bem como para as suas famílias. O espetáculo estreia no próximo sábado, às 11 horas, na Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira, numa sessão aberta ao público, antecedendo quatro dias de apresentações dedicadas às escolas do concelho, entre 24 e 27 de novembro. A entrada é livre.
Integrado no projeto pedagógico das Comédias do Minho, “Faz-me um resumo” parte de um desafio central: tornar quatro obras clássicas de Shakespeare - A Tempestade, Otelo, Ricardo III e Conto de Inverno - acessíveis e compreensíveis ao olhar das crianças. Para isso, a criação recorre à manipulação de objetos, ao jogo cénico e à interação direta com o público, transformando tramas complexas em narrativas claras, divertidas e visualmente apelativas.
O espetáculo nasce de uma pergunta simples mas essencial: como se resume uma história? A partir daí, levantam-se diferentes questões, como “o que escolher contar e o que deixar de fora?” “Que mecanismos utilizamos nessa escolha?”, “Será justo apagar determinadas personagens em benefício de outras?”, “Que histórias queremos contar?”, “Para onde vai o que não contamos?”. Estas interrogações tornam-se motor dramatúrgico de uma experiência lúdica e partilhada, em que intérpretes e público exploram juntos diferentes formas de construir e reconstruir narrativas, num universo visual pensado para estimular a imaginação dos mais novos.
O espetáculo tem a duração de uma hora e estará em circulação durante janeiro de 2026 pelos municípios de Monção, Paredes de Coura, Melgaço e Valença, com sessões para famílias e para escolas, reforçando a missão das Comédias do Minho de aproximar os territórios e os públicos mais jovens das práticas artísticas.
O Blog Cultura de Borla em parceria com a RUGAS - Associação Cultural tem um bilhete duplo para o espetáculo Quando Eu era Tu, para uma sessão à sua escolha, aos primeiros leitores que:
- enviem um e-mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ir ver QUANDO EU ERA TU com o Cultura de Borla" com nome, CC, n.º telefone e sessão pretendida
E ainda:
- Façam like na página do Facebook e Instagram da RUGAS - Associação Cultural ( @rugas_associacaocultural )
- Partilhem o post do passatempo no Facebook no seu perfil pessoal de forma pública e nomeando três amigos na partilha
- Façam like na página do Cultura de Borla no Facebook e façam um like no post do passatempo
Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do que um e-mail.
Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.
O espetáculo de teatro Quando Eu era Tu estreia com um ensaio aberto ao público a 5 de dezembro no FORNO Espaço Cultural, e mantém-se em cena até 14 de dezembro, sábados e domingos às 16h00.
Uma mulher mergulhada na azáfama e nas responsabilidades do quotidiano vê-se confrontada com a criança que um dia foi quando, num encontro inesperado, se desencadeiam desafios e (re)descobertas.
Quando Eu era Tu é uma criação da RUGAS associação cultural, com o apoio da Câmara Municipal de Sintra, que propõe uma viagem poética e divertida entre o mundo das crianças e o dos adultos. O texto e encenação são de Artur Dinis, e a interpretação de Carolina Figueiredo e Sara Rosa, que trazem com o espetáculo um manifesto de empatia e esperança: um convite para que todos, independentemente da idade, voltem a acreditar no poder de brincar.
Num percurso onde a realidade se confunde com o faz-de-conta, a imaginação volta a ter lugar, iniciando-se assim uma jornada onde humor, poesia e música se entrelaçam para revelar uma verdade simples mas essencial: crescer não é sinónimo de esquecer. Dirigida a crianças e adultos, a obra convida cada espetador a reencontrar a sua própria criança, aquela que, silenciosa mas persistente, habita em cada um de nós.
A criação artística-teatral reflete sobre o desfasamento entre a brincadeira e a idade adulta e as consequências dessa perda, encarando a vivência como um processo de escolhas, no qual o espetador é convidado a situar-se e, talvez, a transformar-se. O espetáculo convoca a brincadeira como elemento de humanização, uma riqueza que pode (e deve) ser produzida, mas que vai escasseando. Segundo o autor, “esse empobrecimento alimenta-se de narrativas que os adultos desejam questionar: o trabalho, os bens materiais e o dinheiro ganham primazia em relação aos afetos e à partilha humana e, consequentemente, vão estimulando o abandono de práticas lúdicas, para valorizar a seriedade e o alienamento em mundos digitais, aumentados ou virtuais, por meio de dispositivos tecnológicos, que se ausente de toque, imaginação, riso e diversão com os outros.”
Onde fica essa encruzilhada?
Onde é que a brincadeira deixa de ter lugar em nós?
E como a podemos resgatar?
Esta criação procura respostas a estas perguntas e repensar ações que se têm vindo a entranhar, e que acabamos por normalizar, o que se torna ainda mais relevante no contexto multicultural atual e na integração de quem chega.
O espetáculo propõe, no contexto dramatúrgico, um diálogo entre a visão de um adulto e de uma criança, desafiando perspectivas e procurando ligações que alcancem pontos de vista comuns.
O público é convidado a assistir ao ensaio aberto marcado para dia 5 de dezembro às 19h00 no FORNO - Espaço Cultural, e o espetáculo conta com apresentações aos sábados e domingos, de 6 a 14 de dezembro, às 16h00.
Um encontro surpreendente confunde a sua realidade: a sua incapacidade de imaginar, o tempo que a atropela, a razão que a domina, a pressa de crescer são questionadas.
“Porque é que já não brincas?” Ouve-se.
“Porque já não sou uma criança. Eu cresci.”
“Estás aí há muito tempo?”
“Estive sempre aqui… eu só… não quero desaparecer.”
Direção Artística e Dramaturgia. Patrícia Cairrão e Ricardo G. Santos Texto, Dramaturgia e Encenação. Artur Dinis Interpretação. Carolina Figueiredo e Sara Rosa Desenho de Luz e Composição Musical. Artur Dinis, Patrícia Cairrão e Ricardo G. Santos
Cenografia, Figurinos e Adereços. Composição coletiva Ilustração Cenográfica. Luís Santos
Design Gráfico. César Duarte Captação, Edição e Montagem Vídeos promocionais e Videoclipe. Ana Zayara Coelho
Fotografia e Vídeo. Ana Zayara Coelho e Artur Dinis
Produção e Comunicação. Andreia Lola Lourenço Produção Executiva.. Ana Felício (estágio) Direção Técnica, Montagem e Operação Técnica. Fernando Guerreiro Produção. RUGAS Associação Cultural Financiamento. Câmara Municipal de Sintra Apoios. Coffeepaste, Antena 1, ma3cor - atelier de impressão e publicidade Agradecimentos. Câmara Municipal de Sintra, Luís Santos, Elisabete Peralta, Nélia Cristina, alunos e alunas da Escola Básica de Fitares, Ana Margarida Cardoso, alunos e alunas da Escola Básica 1 Casal dos Apréstimos, Ana Pinto
50 min. | M/6
INFORMAÇÕES DE BILHETEIRA FORNO Espaço Cultural
Av. Pedro Nunes 9 2635-317 Rio de Mouro, Sintra
A bilheteira abre 1h antes do início do espetáculo.
O Momento Presente, coletivo de teatro sénior composto por 14 pessoas entre os 60 e os 90 anos, abre as portas da sala de ensaio ao público para uma apresentação processual da sua nova criação a estrear em junho de 2026, uma produção da Quarta Parede.
O ensaio aberto deste novo espetáculo, com título provisório, “À Espera”, dirigido por João Castro e Sílvia Pinto Ferreira, acontece no Auditório do Condomínio Associativo II (Covilhã), no dia 5 de dezembro, às 18h30.
Desde fevereiro que o Momento Presente mantém um trabalho regular e consistente em torno das ferramentas do trabalho do ator e de pesquisa e composição dramatúrgica para o novo espetáculo. Este processo de criação coletiva valoriza a exploração de dramaturgias originais em ligação com dramaturgias clássicas e contemporâneas, tendo passado por textos de Almada Negreiros, Gil Vicente e Molière.
“E se esta sala de ensaio fosse uma sala de espera o que é que se anseia e discute no momento presente?”, é o ponto de partida criativo que neste ensaio aberto se quer partilhar e refletir com o público.
A participação é gratuita sujeita à lotação do espaço, dada a limitação de lugares aconselha-se reserva.
No dia 18 de novembro, o humorista Tiago Castro apresenta o espetáculo “Daqui de baixo”, no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, às 21h. A iniciativa integra o Programa Ativa’mente, um programa de promoção de saúde mental, levado a cabo pela Autarquia de Matosinhos desde 2022. O espetáculo insere-se ainda na semana “O Mar que nos Une”, Mostra PAOITI, que decorre entre 17 e 21 de novembro, no mesmo local.
No âmbito deste Programa, Tiago Castro trará a palco estórias de quem se levantou após momentos de desamor, desemprego e de uma depressão profunda. Promete fazer rir, porque às vezes é na vulnerabilidade que se encontram oportunidades para transformação e sucesso. Neste evento, o Ativa’mente abre espaço para sentir, refletir e para rir. Num momento de partilha com humor, pretende-se quebrar estigmas, reconhecer a importância do apoio especializado e fortalecer a resiliência individual e coletiva. A literacia em saúde mental começa quando deixamos de ter medo de falar sobre o que sentimos.
O evento será gratuito, mas com inscrição obrigatóriaaqui.
Para estar a par de todos os eventos e iniciativas realizadas, no âmbito desta edição do Programa Ativa’mente, acompanhe-nos através das redes sociaisFacebookeInstagram.
O Programa Ativa’mente é cofinanciado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito do Plano das Operações Integradas dos Territórios de Intervenção (PAOITI).
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Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.
Alice no País das Maravilhasé uma obra literária intemporal que nos convida, no decorrer de uma insana viagem entre a realidade e a imaginação, a debater a razão da nossa existência. O que verdadeiramente somos e, sobretudo, quem somos. Alice é o resultado das nossas dúvidas, sem idade e sem género.
Uma versão musical, frenética e alucinante que seduz o público a mergulhar no fantástico imaginário de Lewis Carroll.
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Estreia a 14 de Novembro // O Erro de GPTO ou as mentiras de PI
14 a 23 de Novembro // Fórum Municipal Luísa Todi
(de quarta a Sábado às 21h e domingos às 17h)
“Um dos grandes desafios da robótica neste momento, como todos sabem,
é a sua integração.”
PI. Mas quem é verdadeiramente PI? Uma marioneta humanizada qual filho de Gepeto ou uma actualização de sistema gerada por AI sob o comando de GPTO?
Um corpo deambula entre o desprendimento dos fios que o sustêm ou que, na verdade, o aprisionam. Na perspectiva que levamos à cena “Pinóquio” já não é o que a obra nos contou pela mão de Carlo Collodi, em 1881, com “As Aventuras de Pinóquio”. Já não é um boneco de madeira pois a sua paisagem interior é metaforizada com recurso à robotização ou, por outras palavras, a relação entre tecnologia e corpo. Mas permanece a questão: quando é que um corpo deixa de ser manipulado social e culturalmente para passar a fazer ecoar a sua voz interior?
Aqui reúne-se um lugar de fala quer da autora, Rosa Dias, quer do intérprete, Ren D-Marcus numa comunhão que esperamos ser habitat da identidade de género e, acima de tudo, de equidade humana na sua plenitude.
Para já, e enquanto a estreia não nos bate à porta, sussurramos o nosso teaser aos olhares mais curiosos.
Sinopse
Para medir um círculo, começa-se num ponto qualquer. E para medir uma pessoa, por onde começar? Pelos pés, mãos, umbigo ou cabeça? Por onde anda, faz, pensa de si ou do mundo? E quando medida, porque atributos é então definida? Quais os factores que entram na equação? A sua altura, peso, mobilidade, os seus órgãos, pêlo, voz, cabelo, idade, racionalidade, emotividade, identidade? Se Πr² é a função da área do círculo, qual a função da área humana? E se mesmo a matemática pode ser infinita e irracional na busca de uma definição, da área da perfeição, e, ainda assim, estar sempre errada, produzindo apenas um valor aproximado, pode o ser humano, por seu lado, buscar a imperfeita verdade, fundada no interminável caos e na paradoxal experiência do mundo que o rodeia? Pi tenta medir-se, procurando a sua função entre o seu corpo artificial, a sua consciência imaterial, o mundo intransigente e as suas mentiras de sobrevivente. Gpto tenta medir-se, procurando a sua função entre o trabalho que realizou, o amor que dedicou, os sacrifícios que sofreu e os inadmissíveis erros que cometeu. Por onde é que se começa a medir uma pessoa? Para medir um círculo, começa-se num ponto qualquer."
Lançamento do livro // 15 de Novembro
Culsete // 16h30
O lançamento do livro faz-se naquele que é também um porto abrigo para o Teatro Estúdio Fontenova: a Culsete, pois, as parcerias são feitas dos lugares que habitamos com amizade e respeito.
Para que a tarde seja de conversa cheia, teremos como convidadas Dani Bento Engenheira de Software, licenciada em Astrofísica e Astronomia e pós-graduada em Sexualidade Humana. Ativista pelos direitos LGBTQIA+, justiça social e saúde mental.
Luísa Monteiro dramaturga e professora e Rosa Dias, autora do texto.
Estará também a equipa artística para compor este ramalhete inclusivo.
Conversa com o público // 16 de Novembro
FMLT // Após o espectáculo
Depois do espectáculo juntamo-nos, neste dia, para uma conversa com Tomás Barão (Coletivo Qardume e Activista LGBTQIA+) e Joana Peres (Cooperativa SEIES). Questões, inquietações, provocações, são todas bem-vindas e aguardam a presença de todes os que se queiram juntar a nós!
Cenários 2025 é a 4.ª edição do programa de pensamento Cenários, do Teatro Nacional D. Maria II. O evento, de entrada gratuita, terá lugar em Braga, a 27 e 28 de novembro, e é uma iniciativa do Teatro Nacional D. Maria II em parceria com a Braga 25 – Capital Portuguesa da Cultura.
A 4.ª edição do programa Cenários, do Teatro Nacional D. Maria II, acontece em Braga, a 27 e 28 de novembro, numa parceria com a Braga 25 – Capital Portuguesa da Cultura. Com entrada gratuita, o Cenários 2025 reúne artistas, pensadores e público em geral, para refletir sobre questões fundamentais para o futuro da arte e da cultura em Portugal, partindo das experiências e aprendizagens proporcionadas pelos projetos Odisseia Nacional (realizado pelo D. Maria II em 2023 e 2024) e Braga 25 – Capital Portuguesa da Cultura.
Em 2023 e 2024, com a Odisseia Nacional, o D. Maria II levou programação artística a mais de 90 municípios do país, num movimento de descentralização cultural que envolveu comunidades, artistas e autarquias através de espetáculos, projetos participativos e dedicados ao público escolar, formação, eventos de pensamento e uma exposição. Por seu turno, ao longo deste ano de 2025, o programa Braga 25 tem promovido o encontro entre a criação artística nacional e as múltiplas possibilidades de ligação com a Europa, valorizando o papel dos artistas e agentes culturais locais na sua construção. A partir do cruzamento das experiências locais e nacionais proporcionadas por ambos os projetos, a edição de 2025 do Cenários propõe refletir sobre os caminhos da cultura em Portugal e o papel da democracia cultural na construção de um futuro mais plural, participado e descentralizado.
O programa do Cenários 2025 inicia-se no dia 27 de novembro, às 10h30, no Pequeno Auditório do Theatro Circo, com uma sessão de abertura que contará com intervenções de Alberto Santos (Secretário de Estado da Cultura), João Rodrigues (Presidente da Câmara Municipal de Braga), Rui Catarino (Presidente do Conselho de Administração do Teatro Nacional D. Maria II) e Joana Fernandes (Conselho de Administração da Faz Cultura). Segue-se o debate Braga Capital Portuguesa, sobre o que fica após uma capital da cultura, com a presença de Cristina Farinha (especialista em políticas culturais), Daniel Pereira e Fernando Ferreira (arquitetos, da Space Transcribers).
Na parte da tarde, o programa continua na BlackBox do gneration, com um debate sobre a Odisseia Nacional, as aprendizagens, transformações, impacto e legado deste projeto, com Cátia Terrinca (diretora artística do UMCOLETIVO), Fátima Alçada (diretora geral e artística das Comédias do Minho), Luís Sousa Ferreira (Adjunto da Direção Artística do Teatro Nacional D. Maria II) e Patrícia Silva Santos (Avaliação e Monitorização, no Teatro Nacional D. Maria II). E ainda um debate sobre o estado da Cultura Nacional, com o objetivo de explorar os desafios, as práticas em vigor, os apoios, o envolvimento dos públicos e as estratégias para fortalecer e dinamizar a criação cultural em Portugal, e intervenções de Ana Feijó da Cunha (Diretora da Fundação ”la Caixa”), Mónica Guerreiro (Diretora Artística do Ponto C) e Sara Barros Leitão (atriz, encenadora e Diretora Artística da Cassandra). O dia terminará no Mercado Municipal de Braga, com uma tertúlia sobre Processos Participativos, com a participação de Catarina Carvalho Gomes (artista), Marta Moreira (Diretora Artística da Plataforma do Pandemónio), Lara Soares e Sandra Barros (artistas e responsáveis pelo Coletivo Burilar).
No dia 28 de novembro, às 9h30, a 4IS - Associação para a inovação social promove um Fórum Jovem, no espaço Multiusos do gneration, onde dezenas de jovens se reunirão em várias mesas redondas, para refletirem sobre a cultura no município de Braga e o futuro da cidade. Também durante a manhã, no Salão Nobre do Theatro Circo, a Associação Social e Cultural PELE ativa um encontro informal entre artistas da Região Norte e agentes culturais nacionais, dedicado à apresentação de ideias e projetos num formato dinâmico e colaborativo, intitulado Criar, Programar, Mediar – Encontro para pensar o fazer cultural.
A parte da tarde será marcada por dois debates, na BlackBox do gneration: Equidade do Território, com Samuel Guimarães (mediador cultural) e Rafaela Santos (cofundadora da Companhia Amarelo Silvestre); e Arte e Tecnologia, com Carincur e João Pedro Fonseca (artistas e Diretores Artísticos da ZABRA- Centro de Investigação de Arte Pós-Humana), Manuel Bogalheiro (investigador e professor universitário) e Tatiana Macedo (artista). Às 18h30, será exibido o documentário Cartografia do Encontro, com realização de Grazie Pacheco e João Afonso Vaz, que acompanhou o projeto Odisseia Nacional, do D. Maria II, durante todo o ano de 2023. A encerrar a programação do Cenários, o Theatro Circo apresenta, no Grande Auditório, o espetáculo A vida secreta dos velhos, de Mohamed El Khatib, às 21h30.
O Cenários 2025 tem entrada gratuita (à exceção do espetáculo A vida secreta dos velhos) e as inscrições já estão abertas, aqui. O evento contará com interpretação em Língua Gestual Portuguesa em todos os debates, na sessão de abertura, na tertúlia e na apresentação que antecede a exibição do documentário.
>Mais informações e programa completo do Cenários 2025 aqui.
O Blog Cultura de Borla em parceria com a COMPANHIA CEGADA tem convites duplos para a peçaOs transparentesno Teatro Estúdio Ildefonso Valério para as sessões de 10 e 16 de Novembro, de quinta a sábado às 21:00 e domingos às 16:00 aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:
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Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.
Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.
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Uma família, mete-se numa enorme confusão, quando um homem desconhecido aparece morto na sala. O mistério assume proporções descontroladas quando, sempre que passa algum tempo sozinho, o corpo aparece em posições ou lugares diferentes. Ninguém sabe quem o moveu ou até mesmo quem o matou e, enquanto a família tenta resolver a situação, o mais importante é garantir que mais ninguém descubra o que aconteceu. Uma comédia de morrer a rir, onde o inesperado está ao virar do corredor