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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

JOSÉ MATIAS, entretém para quatro mulheres

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ArteViva - Companhia de Teatro do Barreiro tem o prazer de anunciar mais uma grande estreia!

 

SEXTA-FEIRA, dia 11 JANEIRO 2019, às 21h30 vamos entrar no mundo de quatro mulheres e de um homem muito presente mas sempre ausente

. Uma obra da escritora portuguesa, Luísa Costa Gomes.

JOSÉ MATIAS, encenação de Rui Quintas.

 

 

Quando pegamos num texto nem sempre sabemos o que fazer com ele. José Matias foi um desses textos. Acabou por me interessar trabalhar a forma como olhamos os outros, como os vemos e interpretamos, algo inerente à condição humana e que em José Matias se encontra no universo feminino.

Nos dias de hoje, a lente de observação do outro encontra-se ampliada através do obturador e da lente de uma câmara de filmar. O que assistimos em casa, através da televisão, leva-nos a crer que tudo o que vemos é verdade e que espelha o que são pessoas reais. Uma verdade, plástica e distorcida, pela captação, pela encenação, pela edição, pela forma como nos é apresentada. O que são “pessoas reais” nos dias de hoje?

O nosso José Matias – uma comédia de situação:

O espectador é convidado a sentar-se na sala para assistir a uma caricatura de uma sitcom, como se fazia em tempos idos, filmada num teatro, com assistência, em directo/diferido, com o fim de ser transmitida para nossa casa em formato televisivo.

Quatro actrizes, estrelas de televisão, representam as quatro mulheres criadas por Luísa Costa Gomes.

Quatro mulheres cosmopolitas, fortes, independentes, sensíveis, apaixonadas ou talvez não, que vivem com José Matias no pensamento. Quatro mulheres que representam a mulher, a filha, a prima, as amigas, as amantes, as confidentes, tudo em torno do ausente mas sempre presente, José Matias.

Quatro mulheres, quais quatro gatas, digladiam-se por um homem no ginásio da vida.

José Alberto Almeida Matias.

“Professor desagregado, espírito elevado e livre, mas de corpo casado, filho da mãe, marido de mulher, também pai de esposa e filho de esposa e pai de filha e filho de filha... E irmão da esposa, como os faraós do Egipto...”

 

P.S. – Este espectáculo foi inicialmente programado como projecto de encenação a quatro mãos com o actor António Cordeiro. Para ele vai a nossa homenagem e solidariedade.

                                              

Os Malefícios do Tabaco | Casa da Cultura

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Um relutante conferencista apresenta-se ao respeitável público com o objectivo de palestrar sobre “Os Malefícios do tabaco”. Apesar da sua boa vontade a palestra desvia-se constantemente para os aspectos mais sórdidos da sua vida.

 

Texto: Anton Tchekhov | Encenação: José Maria Dias | Interpretação: Eduardo Dias | Espaço Cénico e Desenho de Luz: José Maria Dias | Fotografia: Leonardo silva Imagem: Leonardo Silva | Produção executivo: Patrícia Paixão

 

Estrutura Financiada por: República Portuguesa – Cultura / DGARTES – Direcção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Setúbal

 

 

Baixa da Banheira: Teatro “Flor Gorda” no Fórum Cultural

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No âmbito do projeto “De Pequenote”, o Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, recebe, no dia 19 de janeiro, pelas 16:00h, a peça de teatro “Flor Gorda”, por Vera Alvelos.

 

Tapetes de flores, árvores a dançar na brisa e histórias de ninhos e namoros são algumas das pequenas exuberâncias que acontecem na Natureza. A Primavera traz a vontade de renascer e de ouvir música no vento e doçura nas palavras... palavras de amor de uma flor a outra, num namoro à antiga feito com a ajuda de um menino-pássaro que transporta cartas consigo. Esta é uma história de luz, em que duas flores vivem a alegria do encontro e só o poderão fazer com a ajuda de alguns meninos do público. Esta é uma história de amor, naturalmente.

 

Conceção, interpretação e cenário: Vera Alvelos | Candeeiros flores: Evelin Kunhle / Luzia | Caracol: Xavier Salvador | Apoio técnico ao cenário: Pedro Ramalho | Paisagem sonora: Rui Lucena.

 

Duração: 50 a 60 minutos

Destinatários: famílias e crianças entre os 3 e 6 anos                

Lotação: 20 crianças e acompanhantes (um no palco e restantes na plateia)

Entrada gratuita mediante inscrição prévia.

 

Reserva de Bilhetes:
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo
Rua José Vicente, Baixa da Banheira
Tel. 210888900
Horário da Bilheteira:
De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h
Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão. Os bilhetes podem ainda ser reservados através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira. As reservas podem ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

MUITO BARULHO POR NADA | de 9/01 a 3/02 no Teatro do Bairro

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FICHA TÉCNICA e ARTÍSTICA 

Texto original | Much Ado About Nothing, de William Shakespeare
Tradução | Fernando Villas-Boas
Encenação | Luís Moreira
Interpretação Alice Medeiros | Ana Baptista | Frederico Coutinho |

 João Vicente José Redondo | Luís LobãoLuís Moreira | Paula Neves| Paulo Duarte Ribeiro | 

Sandra Pereira | Valter Teixeira 

Cenografia e Figurinos | Maria Gonzaga

Desenho de luz | Rui Seabra

Fotografias | Vitorino Coragem

Produção | Leonor Buescu

 

 

INFORMAÇÕES PRÁTICAS 

Local de apresentação Teatro do Bairro (Rua Luz Soriano 63, 1200-246 Lisboa) Datas 9 de Janeiro a 3 de Fevereiro de 2019
Horário Quarta a Sábado – 21h30 | Domingo – 17h00
Classificação Etária M/12

Duração 90 minutos

Preços 5€ a 15€
Reservas 21 347 33 58 | 91 321 12 63 ou www.bol.pt

 

 

 Shakespeare para todos sem apoios do Estado? Sim, é possível.

Muito Barulho Por Nada é o terceiro espectáculo do ciclo “Três Comédias, Três Tragédias”, dedicado a William Shakespeare. As dificuldades económicas do contexto cultural português não nos impediram de conceber o ciclo e com ele fazer duas grandes produções. Não é nosso hábito baixar os braços perante os obstáculos logísticos, mas queremos ser, acima de tudo, um grupo onde todos os intervenientes encontram condições dignas para criar. 

O nosso objectivo continua o mesmo: contar uma boa história, que se perceba, com personagens bem construídas, para o público se divertir e sair satisfeito de uma sala de teatro. Nesse sentido, o filho do meio é um grupo de teatro que, sem financiamento, tem feito mais serviço público que o próprio teatro nacional ou teatros municipais — textos clássicos, com longas temporadas, e com mais de dez actores em cena. 

Do que mais temos ouvido do público é satisfação: muitos dizem-nos que foi a primeira vez que compreenderam Shakespeare, outros dizem-nos que foi um grande surpresa descobrir que afinal Shakespeare é divertido. É nossa missão levar estes espectáculos a mais públicos e acabar, de uma vez por todas, com a ideia de que Shakespeare é destinado apenas a uma elite erudita suficientemente iluminada para o perceber. É mentira, e nós provamo-lo em palco. Mais importante ainda: pela terceira vez consecutiva edificamos um espectáculo sem qualquer apoio financeiro. É possível? Sim, é. Mas não deveria ser.

Luís Moreira 

 
 

Município apoia espetáculo de homenagem a fundador do TELA, José Santos

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O Cineteatro S. João, em Palmela, recebe, a 20 de janeiro, às 17h00, “O Pequeno Príncipe”, pelo Teatro da Vila, um espetáculo de homenagem a José Santos, fundador do TELA – Teatro Estranhamente Louco e Absurdo.

Inspirada na obra literária de Antoine de Saint-Exupéry, a história fala de um rapaz que vive sozinho num planeta. «Com ele, só existem mais três vulcões e uma flor, pela qual ele tem uma grande estima. Um dia, decide fazer uma viagem para conhecer outros mundos. Ele visita os planetas de uma rainha, de um bêbado, de uma vaidosa, de um homem de negócios, de um acendedor de candeeiros e de uma geógrafa. Cada planeta era habitado apenas por um habitante e todos os planetas eram pequenos. O último planeta visitado foi o planeta terra. Ele encontra uma serpente, uma raposa, que lhe ensina o significado da palavra cativar, e torna-se amigo de um aviador, mas começa a sentir saudades da sua flor, porque a viu nascer, crescer, regou-a e protegeu-a. Após a sua estadia na terra, o pequeno príncipe decide voltar para junto da sua flor. Uma história direcionada para todas as crianças: as que ainda o são, as que já o foram um dia e as que nunca deixarão de o ser».

O valor da entrada é um donativo e o espetáculo é organizado pelo TELA e pelo Teatro da Vila, com o apoio da Câmara Municipal de Palmela.

 

Ficha artística

 

Direção artística: Ana Carlos, Bárbara Vicente e Sónia Carvalho

Encenação: Bárbara Vicente

Assistente de encenação: Margarida Sousa

Adaptação: Bárbara Vicente e Margarida Sousa

Produção técnica: Paulo Vicente e Rui Azevedo

Cenografia: Andreia Serrão e Leonor Faria

Interpretação: Carina Leal, Catarina Costa, Inês Marques, Joana Trindade, José Sanches, Leonor Amado, Luísa Marques, Mafalda Lima, Maria Amado, Marta Peres, Matilde Gaspar, Matilde Lima, Miguel Candeias, Rafael Amado, Rita Garcia, Rodrigo Dias, Rodrigo Trindade, Tiago Dias e Tiago Lourenço

Produção e construção de cenário: Paulo Mestre e Joana Dias

Voz e música: Alexandre Silva e Beatriz Azevedo

“Paula de Papel” em exibição no Teatro O Bando em janeiro

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A peça de teatro para crianças “Paula de Papel”, que o Teatro O Bando estreou em abril, volta a ser exibida, na sede do Bando, em Vale dos Barris, Palmela, nos dias 5 e 6 de janeiro, às 15h00 e às 17h00, respetivamente.

            “Paula de Papel” é uma criação do Teatro O Bando, em parceria com a Casa das Histórias Paula Rego, para maiores de quatro anos, a partir do imaginário de Paula Rego, com texto escrito com base em entrevistas publicadas da artista.

A peça, com direção de Juliana Pinho, «convoca a pintura para construir um objeto teatral onde o corpo e o movimento se sobrepõem à necessidade de uso da palavra para chegar à compreensão da narrativa. Em cena, todas as personagens são Paula e tudo começa com o papel em branco, que é elemento central da construção plástica do espetáculo, papel que é o instrumento principal para a sonoplastia, papel que está sempre presente no quotidiano das crianças, convocando-as, assim, para interagir com o espaço cénico e a narrativa».

Também a 5 de janeiro, às 13h00, a sede do Bando acolhe mais um almoço comunitário, um espaço gastronómico e de convívio, que marca a atividade regular da quinta há mais de 15 anos. A cozinha é o centro da quinta e alguns dos criadores e interlocutores que estão próximos do Bando confecionam os seus pratos favoritos (reserva obrigatória até dia 3 de janeiro, pelo 212 336 850).

 

Ficha artística

 

Direção: Juliana Pinho

Cocriação e interpretação: Juliana Pinho, Margarida Mata e Rita Brito

Cenografia: Rui Francisco

Figurinos: Clara Bento

Música: Jorge Salgueiro

Luminotécnica: Guilherme Noronha

Comédia brasileira “Cordel” apresentada em Pinhal Novo

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A 5 de janeiro, o Teatro Artimanha convida a Companhia Teatral Procénio, do Brasil, a apresentar, mais uma vez, em Pinhal Novo, a comédia teatral "Cordel - Uma Viagem pela Cultura Popular", com Felipe Silva. O espetáculo sobe ao palco do Auditório Municipal de Pinhal Novo às 21h30 e conta com o apoio da Câmara Municipal de Palmela.

            Com duração de 80 minutos e destinado a maiores de 14 anos, “Cordel” é um espetáculo premiado internacionalmente, tendo conquistado as distinções de “Melhor Espetáculo” e “Melhor Ator”, no “Off Arte Festival”, na Venezuela.

«“Cordel” é um espetáculo que leva o público para uma viagem pela cultura popular, tendo como pilar principal a literatura de cordel.A peça, composta por quatro históricas narradas por um curioso andarilho, aborda, de um modo geral, a cultura de um povo que, por muitos, é visto apenas como um povo sofrido, castigado pela seca do sertão, mas que, apesar de tudo, preserva as suas tradições, mantendo viva a cultura popular brasileira. Esse é um povo pobre e humilde, mas que, porém, tem muito a nos oferecer».

Hoje no Teatro Ibérico A CASA DE BERNARDA ALBA - em cena até 22 de dezembro

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Hoje A CASA DE BERNARDA ALBA, da Companhia João Garcia Miguel, volta ao Teatro Ibérico e fica em cena até ao dia 22 de dezembro, dando as boas vindas ao Natal. 

Tem um elenco internacional de renome, concretamente o irlandês Sean O'Callaghan, que trabalhou com o conceituado encenador Peter Brook.

A CASA DE BERNARDA ALBA já esteve em São Paulo, no Brasil, em Coimbra, Bombarral, Torres Vedras e Castelo Branco. 

Câmara Municipal de Palmela | “Perséfone” regressa ao Auditório Municipal de Pinhal Novo no dia 21 de dezembro

Município apoia Teatro Artimanha
“Perséfone” regressa ao Auditório Municipal de Pinhal Novo

 

 

Depois da estreia e apresentação, nos dias 16 e 17 de novembro, a nova produção do Teatro Artimanha “Perséfone” regressa ao Auditório Municipal de Pinhal Novo, no dia 21 de dezembro, às 21h30.

Com dramaturgia de Isabel Teles de Menezes e encenação de Rui Guerreiro, o espetáculo  conta com o apoio da Câmara Municipal de Palmela.

Mais informações e reservas através dos contactos: 936282726  e teatro.artimanha@gmail.com.

 

Sinopse:

 

«Há muito tempo, os humanos tinham em duplicado todas as partes do corpo: quatro braços, quatro pernas e duas cabeças. Por ambição, tentaram chegar ao Olimpo, para derrotar os deuses e, por causa disso, Zeus decidiu dividi-los ao meio, para os enfraquecer. Mas foi pior a divisão do que a morte, pois o coração dos humanos ficou dividido em dois e o anseio por se voltarem a unir era tão forte, que os destruía. Por isso, Zeus alterou-os, para que as verdadeiras almas gémeas se pudessem voltar a “unir”. E quando o filho de Afrodite disparava setas para os corações humanos, brincando com os seus desejos e criando falsas paixões, os deuses do Olimpo, envolvidos nos seus próprios egos, acharam que percebiam o que é o amor. Mas o verdadeiro amor não é filho da beleza. Eros, o amor, nasceu do caos e é um dos deuses primordiais, cujas formas criaram a própria estrutura do universo. O seu poder é superior ao do próprio caos e é a sua força de união que mantém o universo inteiro».

 

 

 

Elenco:
Ana Guerreiro
Ana Sílvia
Beatriz Soares
Bruno Gomes
Cintia Hortense
Elisabete Silva
Inês Cavaco
Mathilde Brouillard
Nadia Diniz
Paulo Paiva
Rafaela Cruz
Rubem Santos
Sara Masqueiro
Teresa Costa

Figurinos :
Célia Machado

Técnica:
Catarina Carapeta
João Costa

Música:
Paulo Duarte

Apoio ao Movimento:
Mathilde Brouillard

Direção de cena:
Ana Guerreiro

Make up:
Ana Sílvia
Ilda Silva