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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Caminhos da Pedra: mais de 50 espetáculos gratuitos a partir de 12 de outubro na região do Médio Tejo

Caminhos da Pedra
a partir de 12 de outubro no Médio Tejo

 

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O terceiro e último momento do Caminhos do Médio Tejo 2018 - Caminhos da Pedra – realiza-se nos dias 12-14 e 18-21 de outubro, na região do Médio Tejo. Depois do Caminhos do Ferro e do Caminhos da Água, em abril e em julho, respetivamente, chega agora a altura de fechar o ciclo, neste terceiro momento, com mais de 50 espetáculos gratuitos durante dois fins-de-semana, em Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.

Um conjunto de ofertas culturais, organizado pela CIMT - Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e pelos 13 municípios integrantes que inclui espetáculos de música, teatro, dança, teatro de rua, circo contemporâneo, histórias e percursos artísticos, seguindo os caminhos e as estradas da região.

Na música, há Lula Pena que, com a sua voz e guitarra, vagueia pelo português, francês, espanhol, inglês e grego (Tomar), LST – Lisboa String Trio, de José Peixoto, na guitarra, Carlos Baretto, no contrabaixo, e Bernardo Couto, na guitarra portuguesa (Entroncamento), Cristina Branco, que tem um álbum lançado este ano, Branco (Ourém), Norberto Lobo, acompanhado por Marco Franco e Ricardo Jacinto (Torres Novas), Marta Pereira da Costa, Uma Mulher, Uma Guitarra em palco (Tomar), La Negra, projeto que nos traz a voz e o piano de Sara Ribeiro (Sardoal), paisagens sonoras de Senza (Sardoal), Crassh Babies 2.0, de CRASSH, dirigido às famílias (Ferreira do Zêzere) e o projeto comunitário Voz à Solta que, sob a direção musical de Rui Souza junta as gentes de Ourém e Vila Nova da Barquinha numa Marcha de Almas (Ourém e Vila Nova da Barquinha).

No teatro, há Catabrisa, pela Companhia Instável (Sardoal), Se eu vivesse, tu morrias, de Miguel Castro Caldas (Torres Novas) e Aurora, de Mandrágora (Ferreira do Zêzere). No âmbito do teatro de rua, Mulier, da companhia espanhola Maduixa (Tomar e Entroncamento), a estreia nacional de Flagrant Délire, da companhia francesa Yann Lheureux (Entroncamento) e há Bestiário à Solta, onde se descobrem Histórias do Bestiário Tradicional Português (Entroncamento, Ferreira do Zêzere e Tomar) que irão agradar a todos, desde os mais novos aos mais velhos.

As propostas de circo contemporâneo são Gigante, de La Pequeña Victoria Cen (Ferreira do Zêzere e Vila Nova da Barquinha) e SAVAR A.M., de Erva Daninha (Ourém e Torres Novas).

Há ainda percursos de quatro artistas em diversas localidades: Iria - percurso sonoro, de Tiago Correia (Tomar), Pedra a pedra, de Ana Bento (Sardoal), De mapa na mão, de BURILAR (Ourém) e Andão mortos por sima dos vivos, de Francisco Goulão (Torres Novas).

Toda a programação do Caminhos do Médio Tejo é gratuita e apresenta-se, uma vez mais, com um programa cultural completo e apelativo, para todos os gostos e idades.
 

CAMINHOS DO MÉDIO TEJO 2018

O Caminhos do Médio Tejo 2018 – Programação Cultural em Rede – divide-se em três ciclos programáticos, que percorrem os acessos viários da região para chegar a todas as comunidades.

Em abril deste ano, teve lugar o Caminhos do Ferro, que acompanhou as linhas ferroviárias, em julho, o programa seguiu os cursos dos rios com o Caminhos da Água e agora, em outubro, percorre as estradas para assistirmos ao Caminhos da Pedra.

Criado em 2017 pela CIMT - Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e os 13 municípios integrantes, este projeto pretende proporcionar encontros em redor da cultura, colocando os recursos e espaços naturais ao serviço das comunidades. Encontros dos artistas com as comunidades, dos residentes com os vizinhos ou com outros visitantes, da arte com o entretenimento e da cultura com a paisagem natural.

 

CAMINHOS DA PEDRA
12-14 / 18-21 OUTUBRO
Entroncamento
Ferreira do Zêzere
Ourém
Sardoal
Tomar
Torres Novas
Vila Nova da Barquinha

 

PROGRAMA
POR DIAS

DIA 12 (SEXTA)
09:30 Iria - percurso sonoro, Tiago Correia – percurso
Posto de Turismo - Mata dos Sete Montes, TOMAR

10:00 Bestiário à Solta, Histórias do Bestiário Tradicional Português – teatro de rua
Centro Escolar de Areias, F. ZÊZERE

10:30 Bestiário à Solta, Histórias do Bestiário Tradicional Português – teatro de rua
Parque Infantil, TOMAR

11:00 Bestiário à Solta, Histórias do Bestiário Tradicional Português – teatro de rua
Jardim José Pereira Caldas (Jardim da Aranha), ENTRONCAMENTO
Catabrisa, Companhia Instável - teatro
Bombeiros Municipais, SARDOAL

14:00 Bestiário à Solta, Histórias do Bestiário Tradicional Português – teatro de rua
Centro Escolar de F.Zêzere, F. ZÊZERE

Bestiário à Solta, Histórias do Bestiário Tradicional Português – teatro de rua
Jardim José Pereira Caldas (Jardim da Aranha), ENTRONCAMENTO

Catabrisa, Companhia Instável - teatro
Bombeiros Municipais, SARDOAL

15:30 Bestiário à Solta, Histórias do Bestiário Tradicional Português – teatro de rua
Centro Escolar de F.Zêzere, F. ZÊZERE

17:30 Pedra a pedra, Ana Bento – percurso
Lg. do Pelourinho, SARDOAL

21:30 Lisboa String Trio – música
Centro Cultural_ENTRONCAMENTO

22:30 Lula Pena – música
Complexo Cultural da Levada, TOMAR
 

DIA 13 (SÁBADO)

09:30 Iria - percurso sonoro, Tiago Correia – percurso
Posto de Turismo - Mata dos Sete Montes, TOMAR

10:00 Crassh Babies 2.0, CRASSH - teatro
Centro Cultural, F. ZÊZERE

11:00 Bestiário à Solta, Histórias do Bestiário Tradicional Português – teatro de rua Complexo Cultural da Levada, TOMAR

Catabrisa, Companhia Instável - teatro
Bombeiros Municipais, SARDOAL

Bestiário à Solta, Histórias do Bestiário Tradicional Português – teatro de rua
Jardim Afonso Serrão Lopes (Zona Verde), ENTRONCAMENTO

11:30 Crassh Babies 2.0, CRASSH - teatro
Centro Cultural, F. ZÊZERE

14:00 Catabrisa, Companhia Instável - teatro
Bombeiros Municipais, SARDOAL

15:00 Bestiário à Solta, Histórias do Bestiário Tradicional Português – teatro de rua
Parque Infantil, TOMAR

15:30 Bestiário à Solta, Histórias do Bestiário Tradicional Português – teatro de rua
Biblioteca Municipal, F. ZÊZERE

16:30 Iria - percurso sonoro, Tiago Correia – percurso
Posto de Turismo - Mata dos Sete Montes, TOMAR

17:00 Mulier, Maduixa – teatro de rua
Praça da República, TOMAR

21:30 Yann Lheureux, Flagrant Délire – teatro de rua
Praça Salgueiro Maia_ENTRONCAMENTO
Pedra a pedra, Ana Bento – percurso
Largo do Pelourinho, SARDOAL
 

DIA 14 (DOMINGO)
09:30 Iria - percurso sonoro, Tiago Correia – percurso
Posto de Turismo - Mata dos Sete Montes, TOMAR

11:00 Bestiário à Solta, Histórias do Bestiário Tradicional Português – teatro de rua
Jardim do Mouchão, TOMAR

Bestiário à Solta, Histórias do Bestiário Tradicional Português – teatro de rua
Jardim José Pereira Caldas (Jardim da Aranha), ENTRONCAMENTO

11:30 Pedra a pedra, Ana Bento – percurso
Largo do Pelourinho, SARDOAL

16:00 Pedra a pedra, Ana Bento – percurso
Largo do Pelourinho, SARDOAL

16:30 Iria - percurso sonoro, Tiago Correia – percurso
Posto de Turismo - Mata dos Sete Montes, TOMAR

18:00 Mulier, Maduixa – teatro de rua
Praça Salgueiro Maia, ENTRONCAMENTO

21:30 Marta Pereira da Costa – música
Cineteatro Paraíso, TOMAR

***

DIA 18 (QUINTA)

14:00 De mapa na mão, BURILAR - percurso
Museu Municipal - Casa do Administrador, OURÉM

21:30 Se eu vivesse, tu morrias, Miguel Castro Caldas - teatro
Teatro Virgínia, TORRES NOVAS

DIA 19 (SEXTA)
10:00 De mapa na mão, BURILAR - percurso
Museu Municipal - Casa do Administrador, OURÉM

11:00 Gigante, La Pequeña Victoria Cen - circo contemporâneo
Escola Pedro Ferreiro, F.ZÊZERE

21:00 Gigante, La Pequeña Victoria Cen - circo contemporâneo
Largo 1º de Dezembro, VNBARQUINHA

21:30 SAVAR A.M., Erva Daninha – circo contemporâneo
Junta de Freguesia de Caxarias, OURÉM

21:30 La Negra – música
Centro Cultural Gil Vicente, SARDOAL

 

DIA 20 (SÁBADO)
10:30 Andão mortos por sima dos vivos, Francisco Goulão - percurso
Zona Ribeirinha - Lapas, TORRES NOVAS

11:00 De mapa na mão, BURILAR - percurso
Museu Municipal - Casa do Administrador, OURÉM

16:00 SAVAR A.M., Erva Daninha – circo contemporâneo
Praça 5 de Outubro, TORRES NOVAS

17:30 Andão mortos por sima dos vivos, Francisco Goulão - percurso
Zona Ribeirinha - Lapas, TORRES NOVAS

18:00 Marcha das Almas, Projeto Comunitário – música
Praça Luís Kondor - Fátima, OURÉM

21:30 Aurora, Mandrágora - teatro
Cineteatro Ivone Silva, F. ZÊZERE

22:00 Norberto Lobo Trio – música
Teatro Meia Via, TORRES NOVAS
 

DIA 21 (DOMINGO) 

10:30 Andão mortos por sima dos vivos, Francisco Goulão - percurso
Zona Ribeirinha - Lapas, TORRES NOVAS

11:00 De mapa na mão, BURILAR - percurso
Museu Municipal - Casa do Administrador, OURÉM

16:00 Senza – música
Exterior do Centro Cultural, SARDOAL

17:30 Andão mortos por sima dos vivos, Francisco Goulão - percurso
Zona Ribeirinha - Lapas, TORRES NOVAS

18:00 Marcha das Almas, Projeto Comunitário Voz à Solta – música
Largo 1º de Dezembro, VNBARQUINHA

21:30 Cristina Branco - música
Cineteatro Municipal, OURÉM

 

 

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LST - Lisboa String Trio

É nas cordas da guitarra de José Peixoto, do contrabaixo de Carlos Barretto e da guitarra portuguesa de Bernardo Couto que os LST - Lisboa String Trio levam o público numa viagem alucinante pelas ruas da capital portuguesa. Mas não é só de caminhos pelas pedras da calçada que são feitos os trilhos sonoros deste trio instrumental. A sonoridade dos LST é um fenómeno onde entroncam Portugal, a Península Ibérica de hoje e a da época Medieval, podendo escutar-se até laivos de jazz entre sonoridades mais próximas do fado. Uma viagem imperdível com partida e chegada no Centro Cultural do Entroncamento.

 

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Lula Pena

Ao terceiro disco, Lula Pena mostra o Archivo Pittoresco que a tem inspirado desde que em 2010 lançara Troubadour. Por entre as pinceladas de guitarra que dão a pulsação a uma forma distinta de interpretar, a artista vagueia pelo português, francês, espanhol e inglês. Mas também pelo grego, para nos lembrar que por mais diversos que sejam os caminhos que percorremos desde então, é na cultura helénica que encontramos a pedra basilar do léxico português. Pes mou mia lexi foi o single de estreia. Diga-me uma palavra. Será através da música e da palavra de Lula Pena que este ciclo começa a ganhar forma, no Complexo Cultural da Levada, em Tomar.

 

 

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La Negra

Com percurso firmado como atriz, o mais recente trilho criativo de Sara Ribeiro conduziu-a à música, sob a pele de La Negra. O projeto surge do encontro entre as luzes e as sombras da multifacetada artista e acende os fantasmas que lhe habitam o imaginário. Histórias de personagens femininas ganham vida e gravitam na atmosfera dos ritmos criados pelos teclados mágicos e a bateria pungente acompanham a voz densa de La Negra. Neste caminho onde parece estar de pedra e cal, Sofia Ribeiro afirma aspirar apenas a criar um momento de beleza, uma ambição para comprovar no Sardoal.

 

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Norberto Lobo

Depois de esculpido em 2017, o mais recente álbum de Norberto Lobo deixou um rasto luminoso no caminho que o levou a entrar na atmosfera da visibilidade do público. Surgiu como Estrela ascendente que depressa se fixou no firmamento. No Teatro Meia Via, em Torres Novas, espera-se mais um momento de brilho intenso. Uma oportunidade para contemplar o Universo que tem a guitarra de Norberto Lobo como astro-rei, e o violoncelo de Ricardo Jacinto e a bateria de Marco Franco a gravitarem na sua órbita. Um ambiente de mistério para ser admirado na plenitude.

 

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Senza

Pedras no Caminho? Guardamos todas, um dia vamos construir um CD. Podia ter sido qualquer coisa assim que pensaram Catarina Duarte e Nuno Caldeira quando decidiram fazer música inspirados pelas suas viagens. Os Senza nasceram das experiências e memórias que a dupla trouxe na bagagem de uma viagem pelo sudeste asiático, e que resultou no primeiro álbum – Praia da Independência. E depois da bonança trazida por esses postais cantados e envolvidos em música de fusão lusófona, este ano chegou Antes da Monção, com os Senza a apresentarem as paisagens sonoras de uma outra viagem, desta vez à Índia. Será o Sardoal inspiração para uma nova expedição musical?

 

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Cristina Branco

Menina foi a pedra angular na mudança de caminho da música de Cristina Branco. O álbum de 2016 tem nele os fundamentos para a construção de uma artista que agora se mostra em pleno com as múltiplas cores que encontramos em Branco. Com ele, a cantora diz sentir-se livre e completamente dona da sua música. A sorte de todos nós é que Cristina Branco é uma dona pouco possessiva com algo que se tornou património do mundo. E é todo esse tesouro que Cristina Branco vai partilhar no Cineteatro Municipal de Ourém, cabendo-lhe a responsabilidade de colocar uma Pedra sobre este Caminhos.

 

 

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Marta Pereira da Costa

O caminho musical explorado por Marta Pereira da Costa funcionou quase como uma pedrada no charco no panorama musical. Emergindo no mundo da guitarra portuguesa, que parecia restrito a homens, a guitarrista conferiu uma nova sensibilidade e estética feminina ao objeto que transporta o som de Portugal. E foi sem surpresa que recebeu da Fundação Amália o Prémio Instrumentista, em 2014. Em palco, Uma Mulher, Uma Guitarra e todo o coração de quem fez do instrumento o prolongamento da alma, no que promete ser um momento irrepetível. Tudo para contemplar no Cineteatro Paraíso.

 

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Projeto comunitário Voz à solta

É com a Marcha das Almas que o projeto Voz à Solta lança a primeira pedra e se faz de imediato ao caminho. Sob a batuta de Rui Souza, compositor e performer que idealizou este projeto, as gentes dos municípios de Ourém e Vila Nova da Barquinha vão dar o corpo - e, sobretudo a voz -, a uma criação que vai percorrer as ruas das alegrias e dos tormentos, do pão, do vinho, do trabalho no campo, da fome e da abundância, da voz, do grito e do silêncio. Uma procissão em que se aclama a identidade de cada um, projetando uma maior identidade coletiva para perceber qual o nosso exato tamanho.

 

TEATRO

 

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Companhia Instável - Catabrisa

Foi da força do vento - o mesmo que espalha sementes e planta pelo caminho a vontade de mudar o mundo – que nasceu o mote para que um menino parta em busca das maiores aventuras que podem existir. Movido pela curiosidade do desejo, do espanto e da invenção, o protagonista do espetáculo trazido à pedra pela Companhia Instável vai à conquista do mundo, num jogo entre texto, ilustração, luz e sombra. Catabrisa, um espaço de ideias em forma de sensação, vai esvoaçar pelos ventos do Entroncamento e de Sardoal.

 

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CRASSH - Crassh Babies 2.0

Palhaços que inventam figuras em balões? Isso parece uma coisa da idade da Pedra. Hoje, o caminho é outro. Pelo menos, é isso que defendem os Crassh Babies num espetáculo para toda a família em que combinam percussão, movimento e comédia visual. Em tudo, buscam o som para encontrar as reações do seu público. Uma forma educativa de olhar para a música não como arte, mas como o caminho para o desenvolvimento dos mais pequenos. Porque até os bebés têm uma crush pelos sons, algo para comprovar no Centro Cultural de Ferreira do Zêzere.

 

 

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Cia Maduixa - Mulier

O direito de as mulheres poderem mostrar o seu lado instintivo mais selvagem e livre não pode ser decidido na aleatoriedade de um pedra, papel ou tesoura. Em Mulier, a companhia espanhola Maduixa atira a primeira pedra, embrulha os preconceitos e recorta-os de cena. Num multipremiado espetáculo de dança em espaço público, cinco performers femininas elevam-se para homenagear todas as mulheres que durante séculos foram oprimidas e lutaram para viver o seu lado mais selvagem, dançando e correndo livres. E que melhores espaços para exaltar a Liberdade, nesta estreia nacional, do que as Praças da República em Tomar e a Salgueiro Maia, no Entroncamento?

 

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Miguel Castro Caldas - Se eu vivesse, tu morrias

Palavra fora da boca é pedra fora da mão. Mas e se lhe trocarmos as voltas e pelo caminho inscrevermos as palavras num livro? Se eu vivesse, tu morrias. E neste espetáculo concebido por Miguel Castro Caldas, Lígia Soares e Filipe Pinto, todos vivem. Todos morrem. E no fim, apenas sobrevive a palavra escrita, que viveu antes na boca dos personagens e promete não ser apagada da memória de quem vê o espetáculo. É essa a proposta feita ao público que for ao Teatro Virgínia conhecer a peça que recebeu o prémio SPA 2017 para melhor Texto Português representado.

 

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Mandrágora - Aurora

Aurora é o mais recente espetáculo que a companhia Mandrágora traz à luz e que pretende ir à (re)descoberta da natureza, das tradições e das raízes do Parque Nacional da Peneda Gerês. Essa é a essência que guia um espetáculo que tem associada a preocupação com a preservação da Natureza e alerta para o caminho que está a ser feito gradualmente do espaço natural para o citadino. Na leveza de uma peça de teatro de marionetas que vai flutuar no palco do Cineteatro Ivone Silva, em Ferreira do Zêzere, pretende lançar-se uma nova primeira pedra na consciência ambiental de todos.

 

 

TEATRO DE RUA

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Yann Lheureux - Flagrant Délire

Algures entre o século XVII e o XVIII, uma maçã ajudou Newton a contrariar o conhecimento vigente, inscrevendo o nome na criação da Lei da Gravidade. Acontece que, qual Ícaro, num delírio flagrante, a companhia francesa Yann Lheureux decidiu, agora, desafiar esse conceito. Entre saltos, voos e quedas coordenadas num cenário com múltiplas dimensões, um performer mergulha na génese das suas dúvidas e convicções, criando a vertigem de um espetáculo que, pelo caminho, promete fazer estremecer as pedras da calçada da Praça Salgueiro Maia. Flagrant Délire, um fenómeno com estreia nacional no Entroncamento.

 

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Yann Lheureux - Flagrant Délire

Algures entre o século XVII e o XVIII, uma maçã ajudou Newton a contrariar o conhecimento vigente, inscrevendo o nome na criação da Lei da Gravidade. Acontece que, qual Ícaro, num delírio flagrante, a companhia francesa Yann Lheureux decidiu, agora, desafiar esse conceito. Entre saltos, voos e quedas coordenadas num cenário com múltiplas dimensões, um performer mergulha na génese das suas dúvidas e convicções, criando a vertigem de um espetáculo que, pelo caminho, promete fazer estremecer as pedras da calçada da Praça Salgueiro Maia. Flagrant Délire, um fenómeno com estreia nacional no Entroncamento.

Sugestão | MANOBRAS – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas

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MANOBRAS – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas regressa para a 2ª edição, de 14 de Setembro a 31 de Outubro em 11 municípios associados da Artemrede: Abrantes, Alcanena, Alcobaça, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Pombal, Santarém, Sobral de Monte Agraço e Tomar
 
O festival é uma organização da Artemrede com o apoio do Programa Operacional Centro 2020.
 
No total, há 20 propostas, entre elas 13 espectáculos (em teatros, nas ruas e em espaços patrimoniais), 4 oficinas, uma instalação de luz e música e 2 video-instalações criadas especificamente para equipamentos culturais de dois municípios (Tomar e Sobral de Monte Agraço).
 
Este ano, um aspecto inovador: 8 das 20 propostas a apresentar foram seleccionadas pelos grupos de Visionários dos municípios de Alcanena, Alcobaça, Pombal, Sobral de Monte Agraço e Tomar
 
Os Visionários são grupos de espectadores que aceitaram o desafio de escolher uma parte da programação cultural dos respectivos municípios e do Manobras em particular. 
 

Fanfarrão, festival de artes de rua, anima cidade de Tomar | 16 a 18 agosto | Entrada livre

16 a 18 de agosto: Fanfarrão, festival de artes de rua com entrada livre

 

Fanfarras e artes circenses animam ruas de Tomar

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Entre 16 a 18 de agosto, Tomar recebe o Fanfarrão, um festival de artes de rua, com entrada livre em todos os eventos. Ao longo de três dias, a cidade templária transforma-se num palco com animações de rua, artes circenses, artes plásticas e fanfarras. Esta é uma iniciativa do Município de Tomar, em parceria com as associações culturais Drama & Beiço e Canto Firme.

 

O Fanfarrão, que tem em vista o enriquecimento musical e cultural da cidade de Tomar, apresenta espetáculos com artistas regionais e nacionais de referência, como Kumpania Algazarra, Desbundixie, Farratuga, Irmãos Esferovite e Mimos Dixie Band, entre muitos outros. Estes prometem surpreender o público com muito ritmo e irreverência.

 

Os concertos e os espetáculos de rua acontecem no centro histórico da cidade, na Praça da República e no jardim junto ao Parque Infantil de Tomar.

 

 

 

Programa

Fanfarrão – Festival de Artes de Rua

 

 

 

16 de agosto | Quinta-feira

22h00 – Drama & Beiço | Palco Praça da República

23h30 – Osmavati | Palco Praça da República

 

17 de agosto | Sexta-feira

17h30 – Mimos Dixie Band | Ruas da cidade

18h30 – Mariela – Tuba & Clown | Jardim Parque Infantil

22h00 – Desbundixie | Palco Praça da República

23h30 – Farratuga | Palco Praça da República

 

18 de agosto | Sábado

11h00 – A Chiclateira | Jardim Parque Infantil

17h30 – Fanfarra d’Os Bichos / Da Cruz One Man Band | Ruas da Cidade

18h30 – Irmãos Esferovite | Jardim Parque Infantil

22h00 – Bizu Coolective | Palco Praça da República

23h30 – Kumpania Algazarra | Palco Praça da República

BONS SONS: MUITO PARA VER E PARA FAZER ANTES DA DESPEDIDA

Sábado foi quente a todos os níveis, dia de verão, muito concorrido, com concertos escaldantes e atividades refrescantes.

Quase, quase, a chegar ao fim, o BONS SONS dá, este domingo, uma última oportunidade ao amor de verão. No último dia do festival, as setas musicais são disparadas por Linda Martini, Dead Combo, Lena d’Água e Primeira Dama com a Banda Xita, Luís Severo, entre muitos outros concertos que vão ficar gravados no coração.

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© Carlos Manuel Martins

 

 

DOM. 12 de Agosto

 


14:00 — Orquestra de Foles MPAGDP


15:30 — Douradas Espigas MPAGDP


16:30 — Monday Giacometti


17:30 — Peltzer Zeca Afonso


18:00 — Susana Domingos Gaspar Auditório Agostinho da Silva


18:30 — Luís Severo Giacometti


19:45 — Rodrigo Amado Motion Trio Amália


21:00 — Dead Combo Lopes-Graça


22:15 — Moonshiners Amália


23:30 — Lena D’Água e Primeira Dama com a Banda Xita Lopes-Graça


00:45 — Linda Martini Zeca Afonso


02:00 — FOQUE + GODOT Aguardela


 

A tarde começa com um punhado de gaitas de foles e uma mão cheia de percussões: a Orquestra de Foles sobe ao Palco MPAGDP com temas tradicionais e composições originais que jogam com técnicas antigas, arranjos contemporâneos e ritmos improváveis. O mesmo palco recebe, logo depois, o cante alentejano do grupo coral Douradas Espigas de Albernôa.

Ao Palco Giacometti, Cat Falcão, das Golden Slumbers, chega a solo com Monday. Às influências folk, que constituem a base da sua criação, Monday juntou um caráter mais elétrico e menos clean, mostrando que não tem medo de experimentar.

No Palco Zeca Afonso, Peltzer, duo de Rui Gaio e Cató Calado, combinam texturas eléctricas e eletrónicas, num pulsar que atravessa décadas. As canções combinam sempre uma certa vertigem por arranjos de solução pouco convencional com uma transparência melódica que as leva a instalarem-se confortavelmente nos nossos ouvidos.

Depois de ter corrido as rádios com os singles Escola e Boa Companhia, de esgotar salas pelo país e de uma residência artística em São Miguel, onde começou a preparar novas canções, Luís Severo chega ao BONS SONS para ocupar o Palco Giacometti ao final da tarde.

O saxofonista Rodrigo Amado está de regresso com o seu celebrado Motion Trio: Miguel Mira no violoncelo e Gabriel Ferrandini na bateria. Reconhecidos pela crítica nacional e internacional, são uma das formações mais vanguardistas e bem sucedidas do jazz português e vão prová-lo no Palco Amália.

Em 2018, os Dead Combo estão de volta com Odeon Hotel, o sexto álbum de originais. Influenciados pelo fado, rock e as bandas sonoras dos westerns, bem como música da América do Sul e de África, os Dead Combo têm vindo a desenhar uma trajetória extraordinária, com a consolidação da sua carreira internacional e a sua afirmação como uma das mais interessantes bandas portuguesas.

As harmónicas estridentes e os riffs explosivos dos Moonshiners chegam ao Palco Amália com um conjunto de “canções para homens sensíveis e mulheres de barba rija”.

Ícone incontornável da pop-rock portuguesa, Lena d’Água sobe ao palco com Manuel Lourenço, o cantor e compositor que se apresenta como Primeira Dama, e com os membros do coletivo Xita Records.

A celebrar 15 anos de carreira, os inconfundíveis Linda Martini, banda de destaque no panorama atual do rock português, trazem ao BONS SONS uma mão cheia de sucessos e o mais recente trabalho, agraciado pela crítica.

Na Festa de Encerramento, entre música, jogos e surpresas, Foque e Godot vão celebrar os encontros, despedidas e memórias de quatro dias de festival e, quem sabe, proporcionar uma última chance para novas histórias. Foque é o projeto de a solo de Luís Leitão que nasceu da necessidade de ter independência musical e de largar, não as guitarras nem as baterias convencionais, mas o rock em geral, onde havia embrenhado grande parte da sua vida. Já o misterioso Godot assume-se como um “clown dos tempos modernos” centrado na energia, no estado de espírito, no gesto, na estética e no desenvolvimento de novas dramaturgias.

 

 

 

ATIVIDADES PARALELAS

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© Carlos Manuel Martins

 

ARMAZÉM
10:00, 11:00 e 12:00 Música para Crianças
14:00 Como Criar Bandas Imaginárias? (Oficina)
16:00 Criaturas do Bestiário Português (Oficina)
18:00 Como Ilustrar Bandas Imaginárias (Oficina)

SEDE SCOCS
10:30 - 20:00 Palco pra Bandas Imaginárias (Exposição)
17:00 e 19:00 Visitas Orientadas à Aldeia (Ponto de Encontro: Posto de Informação)

CURRAL (Burros de Miranda)
10:30 Aula do Burro
11:30 Passeio com o Burro
17:00 Jogo do Burro

QUINTAL DO POÇO
11:00, 15:00, 18:00, 21:00 Bestiário à Solta Histórias Encenadas

LARGO
10:30 - 20:00 Jogos do Hélder
10:30 - 00:00 Feira de Marroquinarias

ESPAÇO CRIANÇA
10:00 - 00:00 Acompanhamento, Fraldário e Aluguer de Protetores Auriculares

AUDITÓRIO
16:00 - 20:00 S E N S O, Colectivo249 (instalação)
18:00 - Visita Guiada S E N S O, Colectivo249
18:30 Classe do Jaime, de Susana Domingos Gaspar (dança)
19:15 - Mesa Redonda Filhos do Meio Os Lugares e os / dos Artistas

Além da programação musical, existem uma série de atividades a decorrer em Cem Soldos no âmbito do BONS SONS. De manhã, os mais novos, por exemplo, podem participar numa série de iniciativas lúdicas para pais e filhos como passeios de burro, aulas sobre estes animais, jogos, música para bebés, oficinas entre outras.

No Auditório Agostinho da Silva hoje há uma visita guiada no âmbito da instalação S E N S O, do Colectivo249, às 18:00 e logo a seguir é apresentada Classe do Jaime, uma coreografia de Susana Domingos Gaspar que nasce no linguajar típico de Minde, em que não existe palavra para dança, apenas para baile — Classe do Jaime ou O-do-Barreiro. Nele, dois bailarinos vão ao encontro de grupos de dança folclórica da região das Serras d’Aire e Candeeiros e propõem um método para aprendizagem do vocabulário tradicional. Classe do Jaime é um dueto que se desenha como uma coreografia de composição etimológica, em que se restauram os conceitos de peso e erotismo, colocando perguntas de um lado para o outro — o que pergunta a dança tradicional à dança contemporânea?

A mesa redonda Os Lugares e os / dos Artistas é um convite para conhecermos melhor os projetos e artistas Filhos do Meio, procurando compreender a importância desta bolsa nos seus percursos profissionais e pessoais, mas também re ectir sobre a importância da prática artística na vida dos lugares e sobre a vitalidade que os lugares trazem à criação artística.

Para quem quiser levar uma recordação do festival, poderá visitar, no largo da aldeia, a Feira de Marroquinarias com diversos produtos de artesãos e alfarrabistas nacionais onde será possível encontrar, entre outros, peças de vestuário, joalharia, artesanato decorativo, instrumentos musicais, cds e discos de vinil.

 

 

 

 

 

 

BILHETES À VENDA EXCLUSIVAMENTE
NAS BILHETEIRAS DO RECINTO

PASSE 4 DIAS
45€

BILHETE DIÁRIO
22€

 

 

Passatempo Festival Bons Sons 2018

O Blog Cultura de Borla tem passes gerais individuais para o "FESTIVAL BONS SONS"  aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

 

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ir ao  "FESTIVAL BONS SONS"   com o Cultura de Borla" com nome, BI e nº de telefone.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

Excepto em casos de força maior que deverão ser atempadamente comunicados através do email culturadeborla@sapo.pt, contamos que os participantes aproveitem os bilhetes que ganharam, portanto concorra apenas se tem a certeza que pode estar presente.

Reservamo-nos o direito de excluir de futuros passatempos todos os que não procederem desta forma.

 

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TUDO A POSTOS! como chegar, onde ficar e o que fazer

Depois de meses de espera, o BONS SONS arranca esta semana. Em Cem Soldos, fazem-se os últimos preparativos para receber os milhares de visitantes que, durante quatro dias, vão viver a aldeia intensamente ao som da melhor música portuguesa. Os horários dos concertos já estão disponíveis e os festivaleiros podem começar a traçar o plano deste grande amor de verão.

 

COMO CHEGAR

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© Carlos Manuel Martins

 

De 9 a 12 de agosto, todos os caminhos vão dar a Cem Soldos, em Tomar, onde tudo se passa. Para isso, quem vem de carro deverá seguir até Tomar ou Torres Novas e daí pela Estrada Nacional 349-3 até Cem Soldos (Madalena). Quem prefere a ajuda do GPS, deve introduzir as coordenadas 39°35’10.8″ N 8°27’05.2″ W.

Na envolvente da aldeia existem 20 parques de estacionamento, por isso, estacionar não vai ser um problema. No entanto, para poupar o meio ambiente, o festival incentiva os visitantes a deslocarem-se até ao recinto de transportes públicos colocando à disposição um transfer, de hora em hora, entre Cem Soldos e Tomar (estação de comboios CP e estação de autocarros) e Paialvo (estação de comboios CP, Linha do Norte). Este serviço está disponível de 8 e 13 de agosto. De 9 a 12 de Agosto, circula das 10h às 4h15. Dia 8, das 10h às 22h e, no dia 13, das 10h às 14h15. O bilhete de ida e volta custa 1,50€.

 

 

 

ONDE FICAR

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© Miguel Madeira

 

No que toca ao alojamento existem várias opções. Os portadores do passe geral têm acesso gratuito ao parque de campismo, que abre portas às 10:00, no dia 8 de agosto. À noite há festa de receção, a partir das 22:00.

Em termos de parque de campismo há ainda outra opção, não gratuita, o Parque Sleep’em’All, com tendas montadas, electricidade e balneários com água quente.

A pensar nos visitantes que se deslocam em caravanas, existe também um parque para o efeito que dispõe de pontos de água potável para dar apoio à estadia.

A região de Tomar e toda a região do Médio Tejo está ainda dotada de várias unidades hoteleiras e turismo rural prontas a acolher os visitantes do BONS SONS. Entre hotéis, residenciais, quintas, estalagens, e parques de campismo, existem oportunidades de alojamento para todos os gostos e orçamentos.

De forma a atender às necessidades de todos, também a zona da restauração surge, este ano, aumentada, com espaços mais amplos, onde é possível encontrar uma grande variedade de opções: desde a gastronomia local, petiscos e produtos regionais até aos pratos vegetarianos.

 

 

O QUE FAZER

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© Miguel Madeira

 

Entre os concertos, além das atividades paralelas, que incluem dança, cinema, teatro, performance, uma mesa redonda, uma instalação e iniciativas para os mais novos, é possível admirar ou levar para casa produtos artesanais. À semelhança das edições anteriores, a Feira de Marroquinarias e Artesanato volta a tomar conta das ruas do centro de Cem Soldos, com artigos de vários artesãos e alfarrabistas nacionais.

Não há verão sem praia e, por isso, para os banhos de sol e mergulhos refrescantes, existem várias praias fluviais num raio de 20 quilómetros. Desde o Agroal, na nascente do Nabão, às praias do rio Zêzere, a escolha é diversa. Esta será também uma oportunidade para descobrir as paisagens e pontos turísticos de interesse que a região tem para oferecer.

E porque o espírito do BONS SONS consiste, não só em viver a aldeia, mas também as suas gentes, haverá sempre momentos para dois dedos de conversa e troca de experiências com os habitantes que, todos os anos, participam nos preparativos do festival e recebem os visitantes com um sorriso e de portas abertas.

 

 

 

APP BONS SONS

 

Para que ninguém se perca no meio de tanto para fazer, em parceria com a FestivALL, o BONS SONS volta a disponibilizar a APP oficial do festival. Compatível com IOS e Android, a aplicação integra toda a informação necessária, incluindo os horários dos concertos, detalhes sobre os artistas, um mapa, uma lista de atividades e, ainda, uma agenda pessoal.

Durante quatro dias, o BONS SONS recebe mais de 50 atuações em oito palcos distribuídos pela aldeia. São vários estilos musicais, entre artistas emergentes e músicos consagrados e outros projetos por descobrir, no cenário pitoresco de Cem Soldos, numa edição que promete ficar na memória.

 

 

 

 

 

 

BILHETES À VENDA NOS LOCAIS HABITUAIS

PASSE 4 DIAS
45€

BILHETE DIÁRIO
22€

 

 

BONS SONS: BOA MÚSICA E BOAS PRÁTICAS AMBIENTAIS

Cem Soldos já está em contagem decrescente para receber mais uma edição do BONS SONS. Durante quatro dias, de 9 a 12 de agosto, o festival vai viver a aldeia intensamente preenchendo cada esquina com boa música, bons momentos, mas, também, boas práticas ambientais.

De forma a continuar o compromisso assumido em anos anteriores, a organização mantém-se empenhada em assegurar o crescimento sustentado do evento mantendo, para isso, uma forte aposta na reutilização de materiais, na diminuição da produção de resíduos e na implementação de sistemas de recolha e tratamento mais eficazes. Assim, além de dar continuidade às medidas implementadas nas últimas edições, o festival introduziu, este ano, algumas mudanças que vão contribuir para a diminuição da pegada ambiental do evento.

 

 

 

RESTAURAÇÃO E BARES:
KIT DE LOIÇA ECOLÓGICO, GARRAFAS E COPOS REUTILIZÁVEIS

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Uma das principais novidades deste ano chega no momento das refeições. O festival proporciona, agora, uma alternativa aos tradicionais recipientes descartáveis: pratos de base biológica feitos a partir de farelo de trigo. Esta loiça, produzida pela polaca Biotrem, uma novidade não só no festival mas também em Portugal, é totalmente biodegradável e, pode até, ser comestível. O processo de compostagem destes produtos leva apenas 30 dias e não centenas de ano no caso dos pratos de plástico.

Em parceria com os SMAS Tomar, a garrafa Fill Forever também chega, este ano, pela primeira vez ao BONS SONS. Com um design inspirado numa cascata de água, a garrafa, à venda por 1,50€, é 100% reutilizável, reciclável e nacional. O próprio processo de produção do recipiente tem um baixo consumo energético e o gargalo e a tampa foram otimizados para serem mais leves para o ambiente.

De forma a reduzir também o volume de resíduos no recinto, o BONS SONS, com o apoio da Super Bock, novo parceiro do festival, eliminou totalmente os copos descartáveis de cerveja e refrigerantes, promovendo a utilização de copos reutilizáveis. Os copos são vendidos no festival e podem ficar como uma recordação do BONS SONS ou o valor é reembolsado depois da sua devolução em locais específicos do recinto. A pensar igualmente na redução do lixo e, sobretudo, na prevenção de incêndios, serão distribuídos gratuitamente cinzeiros portáteis.

 

 

 

ILUMINAÇÃO E POUPANÇA DE ÁGUA

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A quantidade de água potável utilizada por descarga de autoclismo no âmbito de um festival com a extensão do BONS SONS implica um enorme desperdício de um recurso que é cada vez mais escasso. Por isso, também as casas de banho estão, agora, mais amigas do ambiente: as WC secas foram reforçadas e introduzidos urinóis-fardo de palha em toda a zona do campismo. Esta alternativa não requer a utilização de água para descargas desnecessárias e evita a passagem de resíduos pela estação de tratamento de águas. Desta forma, a pegada ecológica diminui e é valorizado um ciclo natural: os resíduos da WCeco, bem como os fardos de palha que vão absorver os líquidos, juntamente com coberto vegetal do próprio terreno, serão decompostos e transformados em matéria orgânica fértil que a população poderá utilizar, passado um ano, nas suas hortas, jardins ou sistemas agro-florestais.

Também a iluminação tem vindo a sofrer alterações a pensar na sustentabilidade: gradualmente, está a ser desenvolvido um investimento em lâmpadas LED, uma solução com maior eficiência energética que tem uma longa vida e é amena ao ambiente.

 

 

 

TRANSFER BONS SONS

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O plano ecológico do BONS SONS começa mesmo antes da chegada ao festival que convida os visitantes a deslocarem-se até ao recinto de transportes públicos disponibilizando, para isso, um transfer de hora em hora entre Cem Soldos, Tomar (estação de comboios CP e estação de autocarros), e Paialvo (estação de comboios CP, Linha do Norte). O serviço estará disponível entre 8 e 13 de agosto e o bilhete de ida e volta custa 1,50€.

A 9.ª edição do BONS SONS conta com 48 concertos, em oito palcos distribuídos por vários locais da aldeia. Os bilhetes estão à venda por 25,00 euros (bilhete diário) e 45,00 euros (passe geral com campismo).

 

 

 

 

 

 

BILHETES À VENDA NOS LOCAIS HABITUAIS

PASSE 4 DIAS
Maio-Julho 40€ (esgotado) / Agosto 45€

BILHETE DIÁRIO
Maio-Julho 20€ / Agosto 22€

CIRE organiza Recital Solidário de Poesia para ajudar pessoas com necessidades especiais

 

 

“A poesia é uma arma carregada de futuro”

CIRE organiza Recital Solidário de Poesia para ajudar pessoas com necessidades especiais

 

No próximo dia 26 de maio, às 17h, a Biblioteca Municipal de Tomar será palco de um recital solidário de poesia que contará com a presença de Pedro Lamares.

 

 

O CIRE - Centro de Integração e Reabilitação de Tomar - é uma associação particular sem fins lucrativos, sediada em Tomar, que tem como principal objetivo a formação da pessoa portadora de deficiência, bem como a promoção da adaptação da mesma na sociedade. A par de diversas atividades sociais, recreativas e culturais, a associação dinamiza agora um Recital Solidário de Poesia dirigido pelo ator, encenador e formador Pedro Lamares, que partilhará as suas referência poéticas.

 

O recital, que focará a poesia em língua portuguesa dos séculos XX e XXI, será uma viagem pela obra de Fernando Pessoa, passando por Camões e Gil Vicente. Pedro Lamares irá partilhar com o público a sua paixão pelo universo poético, bem como desmistificar a relutância que muitas pessoas ainda sentem sobre o mesmo. Haverá leitura de poemas e partilha de histórias e peripécias, sendo que o recital irá encerrar com um momento de debate e perguntas da plateia.

 

O objetivo desta iniciativa visa a angariação de fundos para iniciar a reconstrução do Lar-Residencial, de modo a receber utentes que se encontram em lista de espera. O edifício, que surgiu em 2001 com apenas 12 utentes, pretende atuar como resposta social face a todas as pessoas portadores de deficiência ou incapacidade, que necessitam de internamento e carecem de apoio familiar, promovendo valores como igualdade e a promoção dos direitos humanos.

   

Recital Solidário de Poesia

26 de maio | 17h

Biblioteca Municipal de Tomar

 

 

Sobre o CIRE:

O CIRE - Centro de Integração e Reabilitação de Tomar - é uma associação particular sem fins lucrativos, sediada em Tomar. Tem como principal objetivo a formação da pessoa portadora de deficiência, bem como a promoção da adaptação da mesma na sociedade. O CIRE recebe, atualmente, cerca de 1371 utentes, distribuídos por sete valências, devidamente especializadas e estruturadas: Apoio Sócio Educativo (ASE), Centro de Atividades Ocupacionais (CAO), Lar – Residencial, Núcleo Local de Inserção (NIL), Creche Familiar Miminhos, Centro de Reabilitação Profissional (CRP) e Centro de Recursos para a Inclusão (CRI).

 

CAMINHOS DO FERRO RECEBEU MAIS DE 6000 VISITANTES E MUITA FESTA

 

O Caminhos do Ferro - programa integrado no Caminhos do Médio Tejo 2018, organizado pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e dos 13 municípios que a constituem – recebeu mais de 6000 pessoas, durante seis dias - 13, 14 e 15 e 20, 21 e 22 de abril – em 45 atuações, entre concertos, teatro, espetáculos de dança e novo circo, em Abrantes, Constância, Entroncamento, Mação, Vila Nova da Barquinha e Tomar.

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Segundo a organização, tratou-se de uma excelente experiência, verificando-se a presença de públicos muito distintos, convívio entre diferentes gerações, salas cheias, cinco espetáculos em sala lotados, percursos concorridos e ruas animadas, ao mesmo tempo que se verificou uma oferta cultural transversal em diferentes cidades e vilas.

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Relativamente ao ano passado, na primeira edição do Caminhos do Médio Tejo, verificou-se um aumento de público, havendo ainda uma menor concentração de espetáculos ao mesmo tempo, alargando a oferta e a possibilidade de mais pessoas verem mais espetáculos.

 

O Caminhos do Médio Tejo está de volta, com o Caminhos da Água, em Julho – nos fins-de-semana de 13 a 15 e de 19 a 22 - com diversos espetáculos em Abrantes, Alcanena, Constância, Ferreira do Zêzere, Mação, Sertã, Torres Novas e Vila de Rei.

Em Outubro, tem lugar o Caminhos da Pedra, nos fins-de-semana de 12 a 14 e de 18 a 21 – no Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.

CAMINHOS DO FERRO chega em abril para dinamizar culturalmente o Médio Tejo.

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De 13-15 a 20-22 de abril, o Caminhos do Ferro inaugura o programa cultural em rede - Caminhos -  deste ano, com programação gratuita a decorrer em Abrantes, Constância, Entroncamento, Mação, Tomar e Vila Nova da Barquinha.

O Caminhos do Ferro está a chegar e durante seis dias em seis concelhos, de 13 a 15 e 20 a 22  de abril, a animação tem já datas e horas marcadas para as suas paragens. Grandes e icónicos nomes das música portuguesa mas também brasileira vão caminhar pelo Médio Tejo, em Abrantes, Constância, Entroncamento, Mação, Tomar e Vila Nova da Barquinha. O novo circo está igualmente presente, lado a lado com teatro, dança e percursos, com projetos nacionais e internacionais.

Na música a oferta é diversificada. Às vozes e ritmos intemporais de Hélder Moutinho (Entroncamento) Teresa Salgueiro (Abrantes), Pedro Jóia (Vila Nova da Barquinha) e Gaiteiros de Lisboa (Tomar) juntam-se projetos de Daniel Pereira Cristo (Mação), Bruno Pernadas (Constância) Sopa de Pedra (Vila Nova da Barquinha) ou a revelação brasileira, Castello Branco (Constância e Mação).

Ligados pelo Ferro, pelos caminhos de ferro, vão estar ainda Dragonologia, um projeto da Cia EZ que viajará por todos os concelhos, invadindo ruas, praças e escolas. O novo circo estará representado por Shakti Olaizola (ES) e o seu espetáculo “Irakurriz”, bem como pelo internacionalmente premiado “Ekilibuá” da Cia Maintomano (ES).

De França chega-nos “Le Chant des Pavillons” da La Fausse Cie e de Espanha chega-nos “Big Dancers” da Cia El Carromato.

Um dos espetáculos de dança mais aclamados pela crítica portuguesa e internacional tem paragem em Tomar. “Hu(r)mano”, de Marco da Silva Ferreira brinda o Médio Tejo na primeira noite do segundo fim de semana dos Caminhos do Ferro.

A programação é gratuita, vasta e para todos os públicos. Até bebés. “Baloiçar”, da Quinto Palco, abre as suas portas duas vezes no Entroncamento e para o público adolescente e suas famílias há uma versão gastronómica da intemporal peça “Romeu e Julieta”, pelo Teatro Praga.

Os percursos artísticos têm nos olhares de João Bento (Entroncamento), Marina Palácio (Constância), Lara Soares (Vila Nova da Barquinha) e Ana Bento (Mação) a criação de algo especial, de uma experiência identitária que cada um dos artistas absorve durante as suas estadias nos territórios.
Nos Caminhos do Ferro os artistas viajantes vão atuar em Igrejas, Praças, Teatros, Auditórios, ruas, largos e… numa piscina. É isso que vai acontecer nas Piscinas Municipais do Entroncamento com um live act de João Bento.


ITINERÁRIO
13 ABR (6ª)

11:00 Dragonologia (EZ) - Escola D.Maria II/ VN Barquinha – teatro de rua
15:00 Lara Soares - Exterior Centro Cultural / VNBarquinha - percurso
17:00 Ana Bento – Lg dos Combatentes / Mação - percurso
18:00 Dragonologia (EZ) – Rua Luís Falcão / Entroncamento – teatro de rua
21:00 Irakurriz (Shakti Olaizola) – Centro Cultural /VN Barquinha – novo circo
22:30 Hélder Moutinho – Centro Cultural /Entroncamento – música
 
14 ABR (Sáb)
11:00 Dragonologia (EZ) – Centro histórico / Abrantes – teatro de rua
15:00 Lara Soares - Exterior Centro Cultural / VNBarquinha - percurso
          Dragonologia (EZ) – Centro histórico / Abrantes – teatro de rua
17:00 Ana Bento – Lg dos Combatentes / Mação - percurso
21:00 Ekilibuá (Maintomano) – Pç Salgueiro Maia / Entroncamento – novo circo
21:30 Daniel Pereira Cristo – Auditório do CC Elvino Pereira / Mação – música
22:00 Pedro Jóia – Igreja de Atalaia / VN Barquinha – música
 
15 ABR (Dom)
11:00 Lara Soares - Exterior Centro Cultural /VN Barquinha - percurso
15:00 Lara Soares - Exterior Centro Cultural / VN Barquinha - percurso
16:00 Ana Bento – Lg dos Combatentes / Mação - percurso
18:00 Sopa de Pedra – Igreja Matriz de Tancos / VN Barquinha – música
21:30 Teresa Salgueiro – Pç Raimundo Soares / Abrantes – música
 
*
 
20 ABR (6ª)
09:00 Marina Palácio - Pç Alexandre Herculano / Constância - percurso
11:00 Dragonologia (EZ) - Parque Ambiental Sta. Margarida / Constância – teatro de rua
          João Bento - Exterior Piscinas Municipais / Entroncamento - percurso
14:00 Marina Palácio - Pç Alexandre Herculano / Constância - percurso
15:00 João Bento - Exterior Piscinas Municipais/ Entroncamento - percurso                      
          Dragonologia (EZ) – Lg dos Combatentes / Mação – teatro de rua
21:30 Hu(r)mano (Marco da Silva Ferreira) - Cine-teatro Paraíso / Tomar - dança
          Castello Branco - Auditório do Centro de Ciência Viva / Constância – música
          Big Dancers (El Carromato) – Pç Barão da Batalha / Abrantes – teatro de rua
 
 
21 ABR (Sáb)
11:00 Marina Palácio - Pç Alexandre Herculano / Constância - percurso
          João Bento - Exterior Piscinas Municipais / Entroncamento - percurso
          Dragonologia (EZ) - Parque Infantil / Tomar – teatro de rua
15:00 Marina Palácio - Pç Alexandre Herculano / Constância - percurso
          Dragonologia (EZ) – Corredoura / Tomar – teatro de rua
17:00 João Bento - Exterior Piscinas Municipais / Entroncamento - percurso
18:00 Le Chants des Pavillons (La Fausse Cie) - Pç Alexandre Herculano / Constância – música
21:30 Bruno Pernadas  - Auditório do Centro de Ciência Viva / Constância – música
          João Bento Live Act – Piscinas Municipais / Entroncamento – música
          Castello Branco - Auditório do CC Elvino Pereira/ Mação – música
          Le Chants des Pavillons (La Fausse Cie) – Corredoura / Tomar – música
22:30 Big Dancers (El Carromato) – Corredoura / Tomar – teatro de rua

22 ABR (Dom)
10:00 Baloiçar (Quinto Palco) - Centro Cultural / Entroncamento – teatro para bebés
11:00 Marina Palácio - Pç Alexandre Herculano / Constância - percurso
11h30 Baloiçar (Quinto Palco) - Centro Cultural / Entroncamento – teatro para bebés
15:00 João Bento - Exterior Piscinas Municipais / Entroncamento - percurso
16:00 Romeu & Julieta (Teatro Praga) - Casa do Povo de Montalvo / Constância - teatro
21:30 Gaiteiros de Lisboa - Pç. da República / Tomar – música