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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Exposição "A Sombra do Vento" na Paços - Galeria Municipal de Torres Vedras

 

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Obras da autoria de Leonor Neves vão estar patentes na Paços - Galeria Municipal de Torres Vedras de 28 de janeiro a 8 de abril, no âmbito de uma exposição intitulada A Sombra do Vento.

Segundo refere Ana Anacleto, curadora dessa mostra, a mesma “ocorre no âmbito da segunda edição da Bolsa de criação “Território – Comunidade – Sustentabilidade”, atribuída pela Câmara Municipal de Torres Vedras, a um artista finalista do Mestrado em Artes Plásticas da ESAD.

Centrada na prática do Desenho e pensada a partir do estabelecimento de relações perceptivas (ópticas e hápticas) com a paisagem da região, a exposição apresenta um conjunto de obras de grande escala, produzidas especificamente para o espaço da Galeria Municipal de Torres Vedras, e sintetiza um conjunto de experiências plásticas desenvolvidas pela artista durante a sua residência na RAMA. Na prática de Leonor Neves o desenho surge enquanto motor de uma aturada investigação em torno das dimensões espaciais e temporais da paisagem, dos seus elementos e dos seus vários desdobramentos enquanto modelo de representação".

A inauguração da exposição A Sombra do Vento realiza-se no dia 28 de janeiro, pelas 17h30.

Recorde-se que a Paços - Galeria Municipal de Torres Vedras está aberta de segunda-feira a sábado, das 9h30 às 19h00. A visita às exposições patentes nesse equipamento cultural é gratuita.

INSTALAÇÃO CRIADA A PARTIR DE MEMÓRIAS VAI ESTAR PATENTE NA FÁBRICA DAS HISTÓRIAS

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No próximo dia 29 de setembro, pelas 14h30, é inaugurada na Fábrica das Histórias - Casa Jaime Umbelino, em Torres Vedras, a instalação Memórias da Cor, da autoria da artista plástica Inês Marques, e cuja criação conta com o envolvimento de membros do núcleo do Turcifal do projeto “Clube Sénior” da Câmara Municipal de Torres Vedras.

Esta mostra, que estará patente até 29 de julho do próximo ano, dará a conhecer, para além de uma pintura mural, também os livros Memórias de cor, realizados por aquela artista em conjunto com membros do referido núcleo do “Clube Sénior”.

A instalação Memórias da Cor enquadra-se no projeto “No Coração da minha infância”, um projeto que já foi, recorde-se, distinguido com o Prémio Cidades Educadoras, e por meio do qual se registam e trabalham artisticamente memórias de criança de membros do “Clube Sénior”.

VII Ciclo de Órgão de Torres Vedras celebra o património e a música

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A sétima edição do Ciclo de Órgão de Torres Vedras decorre entre 15 de janeiro e 27 de março, na Igreja da Misericórdia de Torres Vedras. O ciclo contará com quatro grandes concertos e mini concertos “à la carte”.

Na conferência de apresentação, que teve lugar naquela igreja a 10 de janeiro, a presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Laura Rodrigues, referiu que nesta edição, tal como em anteriores, “o órgão é naturalmente o instrumento central, mas teremos aqui um cruzamento com outros instrumentos e com outras formas artísticas”.

“Torres Vedras tem neste momento um ecossistema artístico, educativo e cultural que favorece a prática, a fruição e a criação no domínio da música”, sublinhou a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Torres Vedras, Ana Umbelino, acrescentando que o Ciclo de Órgão de Torres Vedras contribuiu para este ecossistema e, também, beneficia do mesmo.

Música por todos e para todos

O diretor artístico do Ciclo de Órgão, Daniel Oliveira, apresentou o programa da sétima edição, cujos concertos são de entrada livre e comentados. “É um ciclo para todos os públicos, que se preocupa com a formação de novos públicos, com a sensibilização para a arte e com a sensibilização para o património”, referiu.

O primeiro concerto do VII Ciclo de Órgão de Torres Vedras realiza-se dia 15 de janeiro, domingo, pelas 16h30. Neste concerto, intitulado Mater Dei, serão apresentadas óperas de caráter mariano, interpretadas pelo grupo Mosaico Espiritual, composto por Patrycja Gabrel (soprano), Carolina Figueiredo (mezzo soprano) e Daniel Oliveira (órgão).

No dia 4 de fevereiro, sábado, pelas 11h00, terá lugar o concerto pedagógico A Aldeia do Dó Mi Sol, que é dirigido a um público infantojuvenil. Este concerto com interpretação da organista Inês Machado, parte da história com o mesmo nome da autoria de Renato Gonçalves.

Improvisos e vocalizos espirituais é o nome do concerto à luz das velas que se realiza dia 25 de fevereiro, sábado, pelas 21h30. Será protagonizado pelo organista inglês Jonathan Ayerst, que irá "improvisar" em pleno concerto versos que irão dialogar com o coro Corteto Ensemble Vocal, dirigido pela maestrina torriense Alexandra Neves Fortes.

O último concerto será Bach and friends, no dia 25 de março, sábado, pelas 21h30. Este recital,apresentado pelos alunos e professores do Conservatório Nacional de Lisboa e do Conservatório de Música da Física de Torres Vedras, será composto por peças de Johann Sebastian Bach e de outros compositores do período barroco.

O programa desta edição do Ciclo de Órgão fica completo com os mini concertos “à la carte”, que decorrem todas as segundas-feiras de março (dias 6, 13, 20 e 27), pelas 13h15. Tratam-se de recitais, com a duração máxima de 15 minutos, onde o público tem a oportunidade de escolher o que quer ouvir, desde peças específicas para órgão até temas bem atuais.

O Ciclo de Órgão de Torres Vedras é uma organização da Câmara Municipal de Torres Vedras, com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Torres Vedras. A propósito da apresentação da iniciativa, o provedor daquela instituição, Carlos Reis, referiu que a “Santa Casa da Misericórdia sente-se muito ufana de vos poder receber, de poder contribuir para estas iniciativas”.

Este ciclo conta, ainda, com a parceria do Patriarcado de Lisboa, das Paróquias de Torres Vedras e da Cultur'Canto - Associação Cultural.

 
Agenda

Até 27 de março

VII Ciclo de Órgão de Torres Vedras

A Câmara Municipal de Torres Vedras, com o apoio da Santa Casa da Misericórdia, organiza, entre janeiro e março de 2023, a sétima edição do Ciclo de Órgão. O VII Ciclo de Órgão de Torres Vedras é composto por 4 grandes concertos, onde o Órgão histórico, construído em 1773 por Bento (...)

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Exposição "A "Mascarada Política" - O Carnaval na obra de Rafael Bordalo Pinheiro

 

 

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Inaugura a 29 de setembro às 19h00 a exposição temporária "A "Mascarada Política" - O Carnaval na obra de Rafael Bordalo Pinheiro (1870-1905)", no Centro de Artes e Criatividade de Torres Vedras. A mostra estará patente até dia 5 de fevereiro de 2023. 

Assegurando um comentário gráfico regular da vida portuguesa durante mais de 30 anos, como é que Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905) retratou o Carnaval, data importante nos divertimentos públicos de Lisboa? Esta exposição procura responder à pergunta mergulhando na obra gráfica do caricaturista, olhando para o Carnaval, não apenas como um momento de inversão do estabelecido, mas como um fenómeno histórico que contempla inúmeros significados sociais, políticos, económicos e religiosos.

Bordalo Pinheiro abordou o Carnaval, tema que lhe era caro, de várias formas: como cena do quotidiano, objeto de reportagem gráfica nos jornais que publicou, para fazer sátira política, desenhar alegorias e decorações para os carros alegóricos dos clubes carnavalescos ou para os teatros da capital nos “bailes de terça-feira gorda” e, significativamente, abordou o Carnaval para se envolver na polémica causada pela imposição do Carnaval “Civilizado”, com ritos e propósitos distintos do Carnaval popular.

Bordalo Pinheiro foi crítico da tentativa de aburguesamento do Entrudo, e mostrou-o em 1903 com alusão política num dos melhores desenhos carnavalescos saídos do seu lápis. O genial caricaturista era, então, um nome celebrado, entre a pompa de toque dandy e o delírio carnavalesco.


Inauguração: 29 de setembro, às 19h00

Curadoria: Álvaro Costa de Matos
Organização: Câmara Municipal de Torres Vedras
Parceiro principal: EGEAC / Museu Bordalo Pinheiro
Parceiros institucionais: Câmara Municipal de Lisboa | Arquivo Municipal de Lisboa | Hemeroteca Municipal de Lisboa | Gabinete de Estudos Olisiponenses | Câmara Municipal do Porto | Bibliotecas Municipais do Porto

 
 
 
   
 

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Exposição "Corte", de Burry Buermans, na Paços - Galeria Municipal de Torres Vedras

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Corte, da autoria de Burry Buermans, é o nome da próxima exposição que estará patente na Paços - Galeria Municipal de Torres Vedras.

Nesta mostra, que estará patente de 10 de dezembro a 8 de abril, serão exibidas mais de 100 obras originais, produzidas em Portugal nos últimos 10 anos por aquele artista belga, as quais se baseiam em imagens cortadas individualmente, que se misturam para conceber formas bem reconhecíveis. Corte será uma exposição cheia de contraste, ironia e uma boa dose de humor, que desafia o espetador a pegar numa lupa e a explorar os detalhes.

A inauguração da exposição Corte realiza-se no próximo dia 10 de dezembro, pelas 17h00.

Recorde-se que a Paços - Galeria Municipal de Torres Vedras está aberta de segunda-feira a sábado, das 9h30 às 19h00. As visitas às exposições patentes nesse equipamento são gratuitas.

 

INSTALAÇÃO CRIADA A PARTIR DE MEMÓRIAS VAI ESTAR PATENTE NA FÁBRICA DAS HISTÓRIAS

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No próximo dia 29 de setembro, pelas 14h30, é inaugurada na Fábrica das Histórias - Casa Jaime Umbelino, em Torres Vedras, a instalação Memórias da Cor, da autoria da artista plástica Inês Marques, e cuja criação conta com o envolvimento de membros do núcleo do Turcifal do projeto “Clube Sénior” da Câmara Municipal de Torres Vedras.

Esta mostra, que estará patente até 29 de julho do próximo ano, dará a conhecer, para além de uma pintura mural, também os livros Memórias de cor, realizados por aquela artista em conjunto com membros do referido núcleo do “Clube Sénior”.

A instalação Memórias da Cor enquadra-se no projeto “No Coração da minha infância”, um projeto que já foi, recorde-se, distinguido com o Prémio Cidades Educadoras, e por meio do qual se registam e trabalham artisticamente memórias de criança de membros do “Clube Sénior”.

Exposição "Desenhar no Escuro" de António Jorge Gonçalves na Fábrica das Histórias

 

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Desenhar no Escuro é o titulo de uma exposição de desenho da autoria de António Jorge Gonçalves que vai estar patente na Fábrica das Histórias – Casa Jaime Umbelino de 28 de janeiro a 8 de abril.

Os trabalhos que constituirão esta exposição resultam da aplicação de um processo de inversão, em que o artista regista a lápis branco sobre cadernos pretos paisagens urbanas, clausuras domésticas, deambulações pela natureza e fragmentos da vida quotidiana.

Na exploração da linguagem gráfica dos trabalhos que estarão patentes na exposição Desenhar no Escuro o desenhador António Jorge Gonçalves acabou por perceber que “que aquelas páginas pretas são como salas às escuras que precisam do lápis branco para revelar o que lá está dentro”.

A inauguração da exposição Desenhar no Escuro realiza-se no dia 28 de janeiro, pelas 15h30.

Recorde-se que a Fábrica das Histórias – Casa Jaime Umbelino (que se situa na Rua Maria Barreto Bastos, n.º 36, em Torres Vedras) está aberta ao público de terça a sexta-feira, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00, e, ao sábado, das 10h00 às 13h00 e das 15h00 às 18h00. A visita às exposições patentes neste equipamento cultural municipal é gratuita.

 

António Jorge Gonçalves


Nasceu em 1964, em Lisboa. É licenciado em Design de Comunicação pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, tendo feito mestrado em Cenografia para Teatro na Slade School of Fine Art, em Londres, onde foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.

O seu trabalho envolve ilustração editorial, cartoon político e performance visual. É autor de diversos livros de banda desenhada, entre os quais a trilogia Filipe Seems (com Nuno Artur Silva) e as novelas gráficas A Arte Suprema e Rei (com Rui Zink). Entre 2003 e 2018, publicou semanalmente cartoons políticos no Inimigo Público. Fez direção visual em várias peças de teatro, entre as quais O Que Diz Molero Como Fazer Coisas Com Palavras, e criou o projeto "Subway Life". Recebeu, em 2014, o Prémio Nacional de Ilustração pelo livro Uma Escuridão Bonita, de Ondjaki.

Na última década, as suas performances de desenho digital têm tido lugar em todo o mundo, envolvendo artistas como Bulllet, Kalaf, Amélia Muge, Micro Audio Waves, Gino Robair, Ellen Fullman, Mário Laginha ou Bernardo Sassetti. 

É autor de Barriga da Baleia, Eu Quero a Minha Cabeça! e Estás tão Crescida, tendo ilustrado o livro Salgueiro Maia. O Homem do Tanque da Liberdade, escrito por José Jorge Letria.

"CAFÉ COM FILMES" REGRESSA AO TEATRO-CINE DE TORRES VEDRAS

 

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Depois de uma pausa durante os meses de julho e agosto, o ciclo "Café com Filmes" está de volta ao Teatro-Cine de Torres Vedras, exibindo filmes que contribuem para a formação de olhares sobre o mundo, a sociedade, a descodificação da linguagem e a criação de novos públicos.

O Professor Bachmann e a sua Turma abre a programação deste segundo semestre a 29 de setembro. Um documentário alemão sobre a integração de estudantes estrangeiros na cidade de Stadtallendorf que arrecadou um Urso de Prata no Festival de Cinema de Berlim e o Prémio Golden Firebird e Melhor Documentário no Festival Internacional de Cinema de Hong Kong.

De Sérgio Tréfaut chega Paraíso, para assistir no dia 13 de outubro. O filme começou por ser um “mergulho na memória” do realizador, que nasceu no Brasil e deixou o país quando era adolescente, voltando ali após quatro décadas de ausência.

O cinema de animação chega com o filme Flee - A Fuga, a 27 de outubro. Um documentário premiado que empurra os limites do género, retratando a experiência de um refugiado através de uma animação, para apresentar um livro de memórias comoventes.

A Estrada é o filme do aclamado Federico Fellini que será exibido a 24 de novembro. Gelsomina é vendida pela mãe a um saltimbanco forte e bruto que a leva para trabalhar na sua vida de estrada, dando-lhe um número burlesco. Quando este encontra um velho rival, a fúria do homem musculado é provocada até ao ponto de rutura.

O ciclo apresenta Drive My Car a 15 de dezembro, na primeira de duas sessões deste mês. O premiado filme do japonês Ryûsuke Hamaguchi arrecadou o Óscar de Melhor Filme Internacional e os prémios BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro nas categorias de Melhor Realização e Melhor Argumento Adaptado. 

Segue-se uma sessão especial de "Filminhos Infantis" marcada para o dia 18 de dezembro, domingo, às 16h00, com uma sessão de curtas-metragens para toda a família.

O ciclo "Café com Filmes" é produzido pela Câmara Municipal de Torres Vedras em parceria com o Académico de Torres Vedras. Os filmes são exibidos à quinta-feira, às 21h00, sempre com entrada gratuita.

 
Agenda

29 setembro 2022 | quinta

O Professor Bachmann e a sua Turma

Café com Filmes

 

O professor Dieter Bachmann oferece aos seus alunos a chave para o sentimento de pertença...

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13 outubro 2022 | quinta

Paraíso

Café com Filmes

 

Paraíso é o retrato de um país que se apaga e uma homenagem à beleza de uma geração dizimada.

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27 outubro 2022 | quinta

Flee - A Fuga

Café com Filmes

 

Um documentário feito na primeira pessoa, em jeito de entrevista, FLEE – A FUGA empurra os limites do género retratando a experiência de um refugiado através de uma animação.

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24 novembro 2022 | quinta

A Estrada

Café com Filmes

 

A fúria de um homem musculado é provocada até ao ponto de rutura. Um clássico de Fellini a não perder!

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15 dezembro 2022 | quinta

Drive My Car

Café com Filmes

 

No carro em que se desloca, conduzido pela discreta jovem Misaki, Kafuku confronta-se com o passado e o mistério sobre a sua mulher, Oto, que morrera subitamente levando um segredo com ela.

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18 dezembro 2022 | domingo

Filminhos Infantis

Café com Filmes

 

Sessão de curtas metragens para toda a família.

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ANTESTREIA DE "OS VIVOS, O MORTO E O PEIXE FRITO" NO TEATRO-CINE DE TORRES VEDRAS

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Os Vivos, o Morto e o Peixe Frito tem antestreia marcada para a próxima segunda-feira, 5 de dezembro, às 21h30, no Teatro-Cine de Torres Vedras. O telefilme foi rodado em Torres Vedras em 2021 e será agora apresentado, numa sessão que irá contar com a presença do elenco, do argumentista, José Pinto Carneiro, e do produtor, Pablo Iraola.

Realizado por Daniela Ruah e com argumento de José Pinto Carneiro, o telefilme é inspirado na obra Os Vivos, o Morto e o Peixe Frito, do escritor angolano Ondjaki. 

No dia em que Portugal e Angola se defrontam no Mundial 2006, moçambicanos, angolanos, guineenses, são-tomenses, cabo-verdianos e portugueses juntam-se num festim de cerveja, peixe frito e expectativa.

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Os mais nervosos são JJ e Mina, que aproveitam o jogo para anunciar à família dela que, apesar de não serem sequer noivos, vão ser pais. Tudo pode correr mal e, por isso, JJ leva consigo um padrinho com a barriga cheia de diamantes…

A antestreia terá início com a transmissão de uma mensagem de Daniela Ruah. Após o telefilme, será aberta uma sessão de perguntas com o elenco e o argumentista para uma conversa com o público sobre a narrativa e os mecanismos técnicos utilizados, bem como a importância da multiculturalidade e os locais de uma cidade jovem, moderna, com uma atração cultural e abertamente “comunitária”.

“Conhecer a cidade” será o tema do Passeio com Os Vivos, o Morto e o Peixe Frito, também marcado para a próxima segunda-feira, às 14h30, com partida do Teatro-Cine.

Pelas ruas de Torres Vedras, ao reboque das aventuras do telefilme, este passeio dará a conhecer ao público as diferentes realidades e atividades da sua terra, contribuindo para uma maior proximidade entre si e a cidade, com os participantes a serem guiados por um dos atores do telefilme.

Os lugares na antestreia e a participação no passeio requerem inscrição prévia, através do e-mail cultura@cm-tvedras.pt

 

Trailer do telefilme Os Vivos, o Morto e o Peixe Frito.

Passatempo OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS

O Blog Cultura de Borla em parceria com a Câmara de Torres Vedras tem bilhetes duplos para OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS no CINE TEATRO DE TORRES VEDRAS para o dia 3 de Dezembro (21h30) aos primeiros leitores que de 5 em 5 participações:

- enviem um mail para culturadeborla@sapo.pt com a frase "Eu quero ver OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS com o Cultura de Borla" com nome, CC e nº de telefone e sessão pretendida.

 

 

ATENÇÃO

Só é aceite uma resposta válida por endereço de e-mail e por concorrente pelo que não adianta enviar mais do um e-mail.

 

 

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A Companhia Teatrão representa no próximo dia 3 de dezembro, pelas 21h30, no Teatro-Cine de Torres Vedras, o teatro OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS.

Segundo refere aquela companhia acerca desta sua criação: “OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS é um projeto performativo que procura explorar a memória da Guerra Colonial que Portugal travou nas suas antigas colónias ultramarinas de Angola, Moçambique e Guiné-Bissau contra os movimentos independentistas. Ocorrido há 50 anos, este conflito mobilizou um milhão de soldados e afetou toda a sociedade portuguesa de formas que durante anos e anos ficaram por contar e compreender. Tal como atualmente o Ocidente tem vindo a discutir o legado esclavagista e colonial, impõe-se regressar a esta ferida da história recente portuguesa para compreender as suas implicações para toda uma geração, e de que modo as suas repercussões chegam aos nossos dias. Partindo do lado documental e testemunhal da guerra, mais do que uma visão informativa, interessa-nos explorar a noção de trauma que repercute pelos episódios, os acontecimentos e as palavras que chegaram até aos nossos dias”.

De referir que OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS é um projeto desenvolvido em parceria com o núcleo de Coimbra da Liga dos Combatentes e o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, e parte de um mapeamento, na região Centro, dos soldados mobilizados para a Guerra do Ultramar e do tratamento dos seus testemunhos.

Refira-se também que OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS é um projeto que encerra a narrativa que o Teatrão construiu desde 2018 denominada CASA, a qual aborda quatro temáticas: o Estado Novo; a Europa; a Família; e a Guerra. A CASA foi motor para investigar, discutir e criar artisticamente objetos que discutam o presente e o lastro histórico que carregamos sem discutir e superar.

O preço dos bilhetes para se assistir ao teatro OS CADÁVERES SÃO BONS PARA ESCONDER MINAS no Teatro-Cine de Torres Vedras é de cinco euros.

 

Ficha Técnica

 

Dramaturgia: Jorge Palinhos

Encenação: Isabel Craveiro

Interpretação: Afonso Abreu, David Meco, Diogo Simões, João Santos, Teosson Chau

Direção musical e preparação vocal: Rui Lúcio

Cenografia e figurinos: Filipa Malva

Desenho de luz: Jonathan Azevedo

Sonoplastia: Nuno Pompeu

Design gráfico: Paul Hardman

Fotografia: Carlos Gomes

Cabeleireiro: Carlos Gago (Ilídio Design)

Costureira: Albertina Vilela

Operação de luz e som: Jonathan Azevedo e Nuno Pompeu

Direção de produção: Isabel Craveiro

Produção executiva: Cátia Oliveira, João Santos

Direção técnica: Jonathan Azevedo

Comunicação: Margarida Sousa

Criação: Teatrão em coprodução com Teatro Municipal Joaquim Benite/ Companhia de Teatro de Almada