All over the Place, exposição de Luísa Baeta, vai estar patente de 6 de dezembro a 28 de março na Paços – Galeria Municipal de Torres Vedras.
De referir que esta mostra constitui-se como um projeto que parte de uma dispersão de registos fotográficos e desenhados, de um quotidiano visual sem predefinições específicas como ponto de partida, nem expectativas de lugar de chegada, que começaram a configurar-se como imagens de territórios fantásticos, de um mundo alternativo. Lugares oníricos e utópicos, em que a visão se altera, que se podem imaginar atravessar e onde se pode imaginar permanecer — planetas, continentes, ilhas, mares, montanhas, planícies, vales, crateras sobre e subaquáticas, e seres que eventualmente os habitam.
Para dar a ver este mundo, Luísa Baeta recorre a processos de impressão, reprodução e instalação, que lhe permitem manter uma ampla liberdade e autonomia de produção, bem como o menor impacto ambiental possível, introduzindo uma manualidade e materialidade, que a fotografia digital dispensa, mas que a artista não. Estes processos permitem-lhe, também, retomar a dualidade entre originais e reproduções, entre película e papel, entre negativo e positivo, retirando à fotografia parte da sua aparente facilidade realista, dificultando o reconhecimento e a identificação de referentes, e acrescentando fragilidade e efemeridade às imagens.
A inauguração da exposiçãoAll over the Placeacontece no próximo dia 6 de dezembro, pelas 16h00.
Até 6 de janeiro, e com entrada grátis, aproveite para conhecer o Museu Municipal Leonel Trindade e explorar a “Pintura Antiga de Torres Vedras (Séc. XVI-XVIII)”. Numa viagem única pela riqueza e diversidade da arte que marcou a história da região e com curadoria do professor catedrático Fernando António Baptista Pereira, esta coleção pode ser visitada de terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.
A exposição convida os visitantes a descobrirem a pintura e escultura de épocas passadas, revelando os segredos da arte religiosa e cultural do concelho de Torres Vedras.
Acompanhado pela voz do comissário Fernando Pereira, o público pode explorar os diferentes núcleos temáticos que compõem esta mostra que apresenta uma diversidade de peças artísticas, incluindo retábulos quinhentistas, esculturas manuelinas e renascentistas, azulejos dos séculos XVI e XVII, pinturas barrocas e esculturas devocionais em marfim e terracota, oferecendo uma leitura aprofundada sobre o património artístico da região.
Junte a família e venha conhecer e explorar a história da arte em Torres Vedras, com entrada gratuita até 6 de janeiro.
“Maria Cachucha, segredos por revelar” é uma atividade que será proporcionada de novo no Teatro-Cine de Torres Vedras, na manhã do próximo dia 14 de dezembro (pelas 10h00 e pelas 11h30).
Produzida pela AREPO - Ópera e Artes Contemporâneas e dirigida por Linda Valadas, esta atividade assentará numa abordagem docuficcional, em que uma personagem representativa de Maria Cachucha revelará os maiores segredos desta personalidade icónica de Torres Vedras numa visita ao Teatro-Cine de Torres Vedras, num ambiente envolto em mistério e densidade emocional.
As inscrições para a participação na atividade, as quais são gratuitas, devem ser efetuadas pelo n.º de telefone: 261 338 131; ou pelo email: teatro.cine@cm-tvedras.pt. Cada sessão da atividade está reservada a um número máximo de 20 pessoas.
A Paços-Galeria Municipal de Torres Vedras inaugura, no dia 27 de setembro, às 16h00, a exposição de Pintura, Escultura e Tapeçaria de Carlos Matos.
Nesta exposição estarão reunidas pinturas, esculturas e duas tapeçarias de Portalegre, que refletem o trabalho de quarenta e cinco anos de atividade artística do autor.
Carlos Matos tem trabalhado nas áreas de escultura, pintura, desenho, gravura, azulejaria, e cerâmica, tendo realizado várias exposições individuais, participado em exposições coletivas, respetivamente o "Clube dos Jornalistas" em 2010 e a "FIARTE 2011", em Coimbra, e tem vindo a colaborar com aManufactura de Tapeçarias de Portalegre, desde 2002.
As criações de Carlos Matos têm um lugar expressivo, dando relevo a uma vertente interior e intimista, derivada da sua pesquisa, de emoções, ideias e perceções. Apesar da aparente simplicidade dos seus trabalhos, estes exigem uma atenção demorada, sem pressas, para revelar todos os seus enredos.
Refira-se que Carlos Matos frequentou os cursos de escultura da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa e da AR.CO - Centro de Arte & Comunicação Visual. Possui os cursos de Pintura, da Sociedade Nacional de Belas Artes; de Gravura, da Sociedade Cooperativa; e de Serigrafia e Cerâmica da Escola António Arroio.
A exposição estará patente até dia 22 de novembro naquele equipamento cultural municipal.
Um Elétrico Chamado Desejo, da autoria de Tennessee Williams, é a obra que será abordada na próxima sessão do clube de leitura de peças de teatro do Teatro-Cine de Torres Vedras, a qual acontecerá no dia 19 de novembro, pelas 19h30.
Recorde-se que as sessões desse clube de leitura (o qual é coordenado por Gonçalo Duarte Lopes) acontecem uma quarta-feira por mês no espaço daquele equipamento cultural municipal, debruçando-se sobre obras presentes no catálogo da Biblioteca Municipal de Torres Vedras, de forma a se conhecer vozes, formas de escrever teatro, e a conversar sobre como se lê, como se faz, como se inventa a palavra.
As inscrições para a participação nas sessões do clube de leitura de peças de teatro do Teatro-Cine de Torres Vedras, as quais são gratuitas e dão forma à iniciativa "Inventar a Palavra", devem ser efetuadas pelo n.º de telefone: 261 338 131; ou pelo email: teatro.cine@cm-tvedras.pt.
Amanhecer em Gazaé o áudio documentário que poderá ser escutado na quarta e última sessão que a equipa dopodcastFumaça realiza este ano no Teatro-Cine de Torres Vedras, a qual acontecerá no dia 16 de novembro, pelas 16h00.
Construído a partir de excertos do livro Daybreak in Gaza, editado em 2024 pelo livreiro palestiniano Mahmoud Muna e pelo jornalista britânico Matthew Teller,Amanhecer em Gazaserá escutado naquele equipamento cultural municipal torriense de forma partilhada e imersiva, com auscultadores, a que se seguirá um momento de conversa com a equipa do podcastFumaça.
As inscrições para a participação na sessão, as quais são gratuitas e estão limitadas a um número de 30, devem ser efetuadas pelo n.º de telefone: 261 338 131; ou pelo email: teatro.cine@cm-tvedras.pt.
No mesmo dia e local, mas no período da manhã (das 10h00 às 13h00), também a equipa dopodcastFumaça dinamizará uma oficina de jornalismo de investigação. Nessa atividade serão abordados alguns dos melhores exemplos de investigação jornalística, assim como as técnicas e estratégias usadas nas investigações do podcast Fumaça. A oficina inclui ainda a apresentação de exemplos concretos de ferramentas de redação e do processo de edição, desde o início da reportagem até à publicação.
As inscrições para a participação, as quais são gratuitas e estão limitadas a um número de 20, devem ser efetuadas pelos contactos anteriormente mencionados.
Uma conversa com Teresa Cortez, Marco Fraga da Silva e Ema M., três nomes de destaque do universo académico e da ilustração nacional, vai acontecer no próximo dia 15 de novembro, partir das 15h00, na Fábrica das Histórias – Casa Jaime Umbelino, em Torres Vedras.
Será uma oportunidade de mergulhar nos trabalhos e projetos individuais destes artistas que estão a moldar o panorama da ilustração contemporânea, numa partilha enriquecedora de processos criativos, inspirações e visões únicas que prometem abrir novas perspetivas sobre a arte de ilustrar.
O programa da atividade é o seguinte:
15h00 | Teresa Cortez, apresentará a sua fascinante "Balbúrdia"
16h00 | Marco Fraga da Silva, guiar-nos-á pelas histórias do tempo e do espaço
17h00 | Ema M, abordará o seu cativante projeto "Contar o Tempo"
As inscrições, as quais são gratuitas e têm um número limite de 40, devem ser efetuadas até 13 de novembro, por contacto telefónico (261 320 738 | 261 315 428) ou de email(fabricadashistorias@cm-tvedras.pt).
atividade do clube de leitura de peças de teatro do Teatro-Cine de Torres Vedras prossegue.
A próxima sessão desse clube acontecerá no dia 24 de setembro, pelas 19h30, e abordará a obra Terra Firme, de Miguel Torga.
Recorde-se que as sessões do clube de leitura do Teatro-Cine de Torres Vedras (o qual é coordenado por Alice das Neves) acontecem uma quarta-feira por mês no espaço desse equipamento cultural municipal, debruçando-se sobre obras presentes no catálogo da Biblioteca Municipal de Torres Vedras, de forma a se conhecer vozes, formas de escrever teatro, e a conversar sobre como se lê, como se faz, como se inventa a palavra.
As inscrições para a participação nessas sessões, as quais são gratuitas e dão forma à iniciativa "Inventar a Palavra", devem ser efetuadas pelo n.º de telefone: 261 338 131; ou pelo email: teatro.cine@cm-tvedras.pt.
No dia 20 de setembro, sábado, o artista Alfonso Borragán conversa com a curadora Ainhoa González sobre reimaginar o arquivo como algo que conecta em vez de armazenar.
O projecto Litófagos, desenvolvido por Alfonso Borragán com a participação de vários interlocutores convidados, trata a ingestão de materiais geológicos como um acto performativo profundo de relação entre organismo, material e história.
Ainhoa González é curadora independente e investigadora. O seu trabalho explora a relação entre o arquivo e o seu contexto, bem como a sua activação no cenário contemporâneo. Para González, essas activações são processos e sistemas relacionais com o lugar. A curadora interessa-se pela arte como uma acção restrita, mas cheia de liberdade e possibilidades, como um portal que liga a investigação ao presente. Os seus processos de investigação são rizomas entre conexões e pessoas, nos quais a formação de equipas é um acto político capaz de gerar relações entre métodos, ideias e disciplinas muito diferentes.
Esta sessão pública realiza-se no dia 20 de setembro, às 15h30, em Torres Vedras, no CAC.
De 22 de agosto a 1 de outubro, o espaço Aguarela, sito na Rua António Palha Figueirôa Rego, em Santa Cruz, acolherá, durante o horário de funcionamento deste equipamento, a exposição de Aguarelas “Céu e Mar”, da artista Maria Manuela Estêvão.
Autodidata e profundamente intuitiva, Maria Manuela Estêvão apresenta, em “Céu e Mar”, uma série de aguarelas abstratas inspiradas nas paisagens de veraneio — onde o horizonte se dilui entre o espiritual e o sensorial. Movida pela introspeção, utiliza a aguarela como ferramenta na expressão criativa e cromática. Cada obra é uma janela aberta para o seu mundo interior, um reflexo da paixão que a move, e da serenidade que encontra no ato de pintar.
Nesta exposição, o céu e o mar surgem como espelhos de uma alma em busca de sentido, revelando-se em cores, formas e transparências, que evocam emoções mais do que geografias. A mostra inclui obras de várias dimensões, desenvolvidas em ateliê eplein air, que pinta de forma livre e espontânea, sem recorrer ao desenho.
A exposição “Céu e Mar” será inaugurada no dia 22 de agosto às 16h00.