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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

ULTIMO ESPETÁCULO | TEATRO E A COMUNIDADE

 
O TEATRO E A COMUNIDADE
 
Desafio lançado pelo Teatro dos Aloés a Ana Lázaro. A MORADA é um texto resultante de um trabalho de pesquisa sobre as diversas comunidades que habitam a AMADORA. Após uma curta apresentação de espectáculos no passado mês de Novembro. O Teatro dos Aloés convida a comunidade a participar neste espectáculo criando um espaço de convívio e partilha entre as diversas culturas que habitam a Amadora.
A MORADA - 20 DEZEMBRO - 18H - CINE-TEATRO D.JOÃO V

ENTRADA LIVRE* MEDIANTE RESERVA 916 648 204 | TEATRODOSALOES@SAPO.PT
 
*sujeito a lotação da sala

PROGRAMA:
18H - ESPETÁCULO
19H30 - INTERVALO C/ PARTILHA DE COMIDA
20H30 - DEBATE ENTRE PÚBLICO E ARTISTAS 

 

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Sinopse: A Morada é o resultado de um trabalho de pesquisa do Teatro dos Aloés sobre a cidade da Amadora, é a nossa homenagem à cidade que nos fascina e que nos acolhe há já 18 anos. É o nosso presente pelo seu 40º aniversário.

Vista do Céu, a partir de uma estação espacial, a seiscentos e noventa e três quilómetros de altitude, a Amadora é um mapa feito de pontinhos de luz. Uma teia de linhas e artérias, fios de estradas que brilham como veias elétricas a pulsar debaixo de uma pele escura. Este é o seu rosto. O seu retrato. A ideia original era traçar um mapa. Para além do território. Um mapa do corpo. Cartografar as histórias das coisas vivas que faziam mover os pontinhos de luz.
O ponto de partida era este. Descobrir esta morada. Nós, como exploradores que partem para uma expedição remota e se afundam num planeta com outras leis. Porque quando se faz um mapa de um corpo, ou de um rosto, das histórias que ele guarda e as regras da cartografia perdem-se das leis da física: misturam-se traços com fronteiras, confundem-se estradas com linhas de expressão, declives com cicatrizes. Há linhas curvas impossíveis de descrever em superfícies planas, e camadas que não se veem a olho nu. Topografias de memórias, espaços vazios, e lugares que existem sem geografia. Há territórios imaginados, e ideias sem território. Este era o ponto de partida. Desenhar o mapa possível. Habitar a morada. Torná-la nossa também.
 
 
Ficha Artística e Técnica:

texto original: ana lázaro | encenação: elsa valentim | interpretação: carolina campanela, jorge silva, josé peixoto e raquel oliveira | estagiários act – escola de actores: andré vazão, inês mata, inês meira, pedro pimenta nunes |  músico: francisco nogueira | espaço cénico e imagem: joão rodrigues | figurinos: maria luiz | luz – concepção e operação: paulo gomes | produção executiva: vanessa pereira | produção: teatro dos aloés 2019