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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Elogio Vádio em Abril no local do costume... no Crú - Espaço Cultural em V.N. Famalicão

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The Vaults são Gil Silva, Eduardo Silva, João Araújo e Renato Costa, 4 amigos que gostam demasiado de música para ficarem quietos na sua calma vida de campo.

Com uma estética low-fi e premente de influências que nos levam ao início do novo milénio, The Vaults são a mais recente colheita a brotar da bucólica paisagem minhota e trazem consigo a maior confusão das suas vidas. Amigos, rock, muita vontade e meia dúzia de instrumentos.

Apaixonam-se em 2020, começam a namorar, e lançam o álbum de estreia “Swing” em Setembro de 2021. Um filho desejado e que não deve ficar sozinho. Por isso e muito mais, já estão a preparar o próximo!

The V a u l t s
· Café Concerto ·
01.ABR | SEX | 23:00 | 16+
CRU :: espaço cultural | V.N. Famalicão

 

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O Mocinho, humorista a 100% comediante a part time, mais de 300 espectáculos pelo país e em Provadores de lojas de roupa a querer vestir L.

Com um jeito dramático/ribatejano para fazer rir desde cedo, apenas em 2013 sobe pela primeira vez ao palco para fazer rir.

Nessa noite, ele e três outros comediantes formam os “Comioterapia”, partindo pelo país, fazendo mais de 100 espetáculos até 2016.

Forma mais tarde um dueto. “Mocinho & Luz” foi durante dois anos um projeto em work corporate e por bares nunca dantes navegados.

Contudo é a solo que Mocinho traz para palco toda a sua Portugalidade, tocando em temas comuns a todos nós, prima pela forma descompassada com que facilmente chega a diferentes faixas etárias.

Hoje com mais de 200 espetáculos e experiência acumulada em locais como o Palco Comédia NOS ALIVE em 2015 ou o PI100PÉ em Tróia em 2019 e fez parte do cartaz principal do Pi100PÉ em Matosinhos em 2020.

RUI XARÁ convida
Mocinho
· Clube de Comédia ·
02.ABR | SAB | 23:00 | 16+
CRU :: espaço cultural | V.N. Famalicão

 

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Os Doutor Assério são punk romântico. A definição, aparentemente contraditória nos termos, tem a sua razão de ser no encontro da espontaneidade e espírito festivo do punk com letras de amor e lascívia.

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Formados em 2014 e urdindo do Porto, que os Sunflowers andam a deixar o panorama musical português agitado desde então. Talvez seja porque o que sai do sistema de som não parece relacionado com o seu nome florido.

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Enquanto se dedicam à produção do sucessor de “Charlie”, Enes brindam-nos com uma animação ao som da música “Toxic”, um tema que conta uma história que se irá estender e desenvolver em mais dois capítulos: “Synthetic Emotions” e “Happy Trails”.

Elogio Vádio hoje e amanhã no Crú - Espaço Cultural em V.N. Famalicão!

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Miguel Ramos nasceu no Porto, na madrugada de 16 de maio de 1984.
Desde muito cedo que a ligação às artes plásticas e à música se tornou prática diária.

Foi sempre muito ligado à família, aos amigos, ao ócio e à contemplação da Natureza.
A única escola onde foi feliz, foi a Escola Especializada em Ensino Artístico Soares dos Reis.

Frequentou dois cursos superiores, mas não os concluiu, por opção. As aventuras no mundo da Música já o tinham conquistado por completo, e a academia sempre lhe pareceu pouco estimulante.

É músico profissional desde os 16 anos de idade e ao longo da sua carreira trabalhou com inúmeros projectos musicais e artistas do panorama musical português, entre os quais se destacam: Insert Coin, Supernada, Mosh, Mesa, Jorge Palma, Stopestra, Old Jerusalem, Torto, Hitchpop, Live Low, Space Ensemble.

Em 2008 fez o Curso de Formação de Animadores Musicais, promovido pelo Serviço Educativo da Casa da Música, e desde então desenvolve trabalho na área da pedagogia musical, e da arte com comunidade.

Como autor, conta com três discos publicados: “Nunca Acordo Como Ontem”, “Limão-Preto”, “Uma estória mal contada”.
A par com o mundo da música, tem vindo a desenvolver trabalho autoral nas artes plásticas.

O desenho, a ilustração, a gravura em madeira e a pintura mural têm vindo a preencher o seu lado mais eremita e a possibilitar a materialização de algumas mensagens do seu

inconsciente para o mundo visível.

A Música continua a ser o derradeiro transporte para a ascensão, sonho e libertação.

Acredita profundamente que o Amor, a Empatia e a Utopia vão salvar a Humanidade.

 

 

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Dupla formada por Manuel Molarinho (baixo e voz) e Ricardo Cabral (bateria e voz), formada em finais de 2015 no Porto a partir de jams informais. Lançaram em 2-2-2022, Suicídio Comercial, depois de um primeiro EP pirata (2017) e do disco de estreia homónimo (2018) que lhes valeu presenças constantes nos palcos de todo o país, incluindo festivais como o Bons Sons, Circuito Supernova ou o Zigurfest, bem como nas listas de melhores discos e concertos do ano.

'Nasceram de jams informais numa sala de Cedofeita, no Porto. Baixo afiado como guitarra e bateria vitaminada. Isso e um olhar mordaz sobre a nossa sociedade tecnológica. Rock sátiro, rock catarse, rock à séria no álbum de estreia dos Baleia Baleia Baleia'. Mário Lopes, Público

'Baleia Baleia Baleia é uma colecção de canções mordazes, contemporâneas, tão urgentes como viciantes, construídas entre a tensão rock e a mais pura fligrana pop'. Sérgio Felizardo, Vice

'A meio caminho entre o pop rock sem vergonha e um punk mais vibrante e soalheiro, os Baleia Baleia Baleia pegam nos elementos mais alegres e coloridos que o rock alguma vez engendrou, agitam-nos numa garrafa com gasosa e tiram a tampa para molhar toda gente.' André Franco, Tracker

 

 

Elogio Vádio com mais um fim de semana intenso no Crú - Espaço Cultural - V.N. Famalicão

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Miguel Ramos nasceu no Porto, na madrugada de 16 de maio de 1984.
Desde muito cedo que a ligação às artes plásticas e à música se tornou prática diária.

Foi sempre muito ligado à família, aos amigos, ao ócio e à contemplação da Natureza.
A única escola onde foi feliz, foi a Escola Especializada em Ensino Artístico Soares dos Reis.

Frequentou dois cursos superiores, mas não os concluiu, por opção. As aventuras no mundo da Música já o tinham conquistado por completo, e a academia sempre lhe pareceu pouco estimulante.

É músico profissional desde os 16 anos de idade e ao longo da sua carreira trabalhou com inúmeros projectos musicais e artistas do panorama musical português, entre os quais se destacam: Insert Coin, Supernada, Mosh, Mesa, Jorge Palma, Stopestra, Old Jerusalem, Torto, Hitchpop, Live Low, Space Ensemble.

Em 2008 fez o Curso de Formação de Animadores Musicais, promovido pelo Serviço Educativo da Casa da Música, e desde então desenvolve trabalho na área da pedagogia musical, e da arte com comunidade.

Como autor, conta com três discos publicados: “Nunca Acordo Como Ontem”, “Limão-Preto”, “Uma estória mal contada”.
A par com o mundo da música, tem vindo a desenvolver trabalho autoral nas artes plásticas.

O desenho, a ilustração, a gravura em madeira e a pintura mural têm vindo a preencher o seu lado mais eremita e a possibilitar a materialização de algumas mensagens do seu

inconsciente para o mundo visível.

A Música continua a ser o derradeiro transporte para a ascensão, sonho e libertação.

Acredita profundamente que o Amor, a Empatia e a Utopia vão salvar a Humanidade.

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Dupla formada por Manuel Molarinho (baixo e voz) e Ricardo Cabral (bateria e voz), formada em finais de 2015 no Porto a partir de jams informais. Lançaram em 2-2-2022, Suicídio Comercial, depois de um primeiro EP pirata (2017) e do disco de estreia homónimo (2018) que lhes valeu presenças constantes nos palcos de todo o país, incluindo festivais como o Bons Sons, Circuito Supernova ou o Zigurfest, bem como nas listas de melhores discos e concertos do ano.

'Nasceram de jams informais numa sala de Cedofeita, no Porto. Baixo afiado como guitarra e bateria vitaminada. Isso e um olhar mordaz sobre a nossa sociedade tecnológica. Rock sátiro, rock catarse, rock à séria no álbum de estreia dos Baleia Baleia Baleia'. Mário Lopes, Público

'Baleia Baleia Baleia é uma colecção de canções mordazes, contemporâneas, tão urgentes como viciantes, construídas entre a tensão rock e a mais pura fligrana pop'. Sérgio Felizardo, Vice

'A meio caminho entre o pop rock sem vergonha e um punk mais vibrante e soalheiro, os Baleia Baleia Baleia pegam nos elementos mais alegres e coloridos que o rock alguma vez engendrou, agitam-nos numa garrafa com gasosa e tiram a tampa para molhar toda gente.' André Franco, Tracker

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Nortenho de corpo e alma e uma referência da nova geração de humoristas.

Alcançou sucesso através dos vídeos no Youtube, viralizando com os sketches “O Estrondo” e “A Gunada”.

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Embrenhados de estéticas psych, space e kraut, os Travo têm vindo a fazer um trajeto singular, não apressando processos e procurando sempre o desconforto como catalisador, assumindo a premissa de que o ócio é o pior inimigo. 

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Ao longo dos últimos 20 anos, tem-se destacado como figura de proa do rap alternativo nacional e, na última década, enquanto redactor publicitário cujas palavras e conceitos têm vindo a figurar nos mais diversos meios de comunicação.

Elogio Vádio arranca em pleno em 2022 no Crú - Espaço Cultural - V.N. Famalicão

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Desert'Smoke
· Café Concerto ·
14.JAN | SEX | 23:00 | 16+
@crucavecultural | VN Famalicão

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João Mortágua , Saxofonista, compositor e improvisador residente em Coimbra.
Música da terra e do ar, da serra ao mar.
Vem apresentar o sue album DOOR, como Math Trio.

https://open.spotify.com/album/0wGi7Nj0Covk3YDxkFaV07

JOÃO MORTÁGUA
“MATH TRIO”

apresenta o album DOOR
· Café Concerto ·
15.JAN | SAB | 23:00 | 16+
@crucavecultural | VN Famalicão

Arranque do 6ª edição do BINNAR

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Com a primeira edição em 2016, BINNAR é um festival de arte nascido em Vila Nova de Famalicão, Portugal. É organizado pela plataforma com o mesmo nome, com o apoio da Câmara Municipal. Agrega várias parcerias e diferentes espaços da cidade (museus, galerias, fundações, escolas e outros) para apresentar um programa que junta artistas consagrados e emergentes. A entrada é sempre gratuita em todos os eventos e actividades.

 

LAB/MEDIA 
Escolar // OFICINA- ESCOLA PROFISSIONAL DO INA
Co-curadoria com LÍMITES - CORPO COLECTIVO TRANSFRONTEIRIÇO
 

Laboratório criativo e formativo, com trabalho a desenvolver em colaboração com os alunos de multimédia e artistas pertencentes ao LÍMITES, colectivo em residência nesta edição do festival BINNAR.


 
 Escolar // AECCB
 (RE)LEITURAS


 Leituras visuais de obra, a partir de uma primeira leitura e escrita de obra. Com um espaço de um ano a separar esta intervenção (realizada no âmbito do BINNAR), abre-se a criação de energias entre as crianças e a obra exposta, em confronto com as suas visões prévias e posteriores.

NOVEMBRO com Salvador Sobral, Tráfico de Mulheres e Teatro para bebés | CASA DAS ARTES

Salvador Sobral, teatro para bebés e tráfico de mulheres na programação de novembro

 

O concerto de Salvador Sobral merece destaque na programação de novembro da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão. A par deste espetáculo, destaca-se o regresso do teatro para bebés e ainda o espetáculo documental a partir de relatos de mulheres traficadas, numa encenação de Manuel Tur.

Salvador Sobral apresenta o seu mais recente álbum de estúdio “bpm”, em Famalicão, no dia 27 de novembro. Este trabalho, lançado em maio, assinala a primeira vez que Salvador Sobral se aventura na edição de um disco composto inteiramente por originais de sua autoria, em parceria com Leo Aldrey, que assina também a produção do disco. “sangue do meu sangue”, o primeiro single extraído de um conjunto de 14 canções inéditas, já roda nas rádios e nas plataformas digitais.

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A programação arranca, no dia 5, às 21h30, com a estreia de Aldara Bizarro: Somos Nós, um projeto de experimentação e criação artística na área de dança em cruzamento com vídeo em contexto escolar para alunos do 10º ano.

Trata-se de uma ação de criação artística de Aldara Bizarro que se insere no projeto Há Cultura | Cultura para Todos, promovido pelo Município de vila Nova de Famalicão e cofinanciado pelo Norte 2020, através do Fundo Social Europeu (FSE).

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Somos Nós, é um projeto que se desenvolve com alunos do Agrupamento de Escolas D. Sancho I e com um grupo de profissionais de dança contemporânea, de vídeo e de música, que tem como objetivo apresentar a diversidade cultural que existe na escola, no sentido de alargar o conhecimento e de poder fruir da riqueza do que cada um traz de diferente.

A partir da prática e da transformação de danças tradicionais e da aplicação de ferramentas e técnicas utilizadas na criação de dança contemporânea, desenvolve-se um espetáculo em cocriação com os alunos, em que estes são simultaneamente bailarinos e criadores, que procura promover a harmonia e encantamento pela diversidade cultural.

No dia 6 de novembro, com sessões às 11h00 e às 15h00, no Pequeno Auditório, tem lugar O Portal Encantado, teatro para bebés dos 6 meses aos 4 anos, com direção de Creuza Borges.

O teatro para bebés regressa a 27 de novembro, também com sessões às 11h00 e 15h00, desta feita com Capuchinho, com encenação de Paulo Lage, coreografia de Elsa Madeira, interpretação de Cheila Lima, Duarte Melo e Sofia Loureiro.

Novembro conta também com Circo contemporâneo com a estreia de Memória, uma coprodução Instituto Nacional de Artes do Circo, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, para assistir nos dias 12 e 13 de novembro, às 21h30, no Grande Auditório.

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MULHERES – TRÁFICO, um espetáculo documental a partir de relatos de mulheres traficadas e com encenação de Manuel Tur, vai a cena nos dias 18 e 19 de novembro, às 21h30, no Grande Auditório. No dia 18, há sessão para escolas, às 15h00.

Após a peça haverá uma conversa com a participação do encenador e do elenco.

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A música erudita regressa no dia 26 de novembro, às 21h30, no Grande Auditório, com o Concerto de Piano de Bruno Gomes.

Depois da peregrinação pela Suíça, à semelhança de um dos seus compositores favoritos, o Bruno regressa a Casa, às suas origens familiares e musicais em Famalicão para apresentar, ao piano, um programa eclético e abrangente.

O programa contempla a execução de obras de L. V. Beethoven (Sonata º 31 op.110), Alexander Scriabin (Sonata nº 4 op.30) e de Nikolaï Kapustin (Estudos de Concerto op.40).

O cinema continua a ter lugar cativo na programação da Casa das Artes, no dia 20 de novembro, sessões às 15h00 e 21h30, com a projeção de 007: Sem Tempo Para Morrer.

Também no campo do cinema, prossegue a habitual programação do Cineclube de Joane, no Pequeno Auditório, com a exibição das películas: ANNETTE de Léos Carax; TRESOR & BOSCH – filme-concerto com dois filmes de animação + THE SPARKS BROTHERS de Edgar Wright (em parceria com o festival binnar, com entrada livre); TEMPO COMUM de Susana Nobre; e PRISÃO MAIOR de Joseph Losey.

 

Mel :: Piquenique das Artes - 14 e 15 de Agosto, Parque da Devesa, V.N. de Famalicão

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Mel :: Piquenique das Artes!

14 e 15 de Agosto, Parque da devesa, V.N. de Famalicão

Desde 2017 que em Agosto há Mel :: Piquenique das Artes! Este ano acontece nos dias 14 e 15, sábado e domingo, a partir das das 19h, no local de sempre, o parque da devesa em V.N. de Famalicão.
 

Mel :: Piquenique das Artes, é produto colectivo da associação Elogio Vadio, está integrado no programa Anima-te, promovido pelo Município de Famalicão, com o selo “Clean and Safe”, atribuído pelo IGAC/Turismo de Portugal.

O Mel é de Entrada Livre, com levantamento obrigatório de ingresso no local do evento (Parque da Devesa) no período das 2 horas que antecede o espetáculo. Cada pessoa poderá levantar até 6 ingressos.

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No regresso do Mel: Piquenique das artes!, no sábado 14 de Agosto, temos “O Bom, o Mau e o Azevedo”.

Um dia, Azevedo juntou-se a três amigos para tocar umas músicas que tinha feito para um vídeo jogo que nunca viu a luz do dia. Os temas criados para esse efeito acabaram por ser o mote para os primeiros ensaios da banda, que pouco tempo depois aumentaria o seu repertório original, sempre com o imaginário de far west como cenário. Editam o seu primeiro álbum (homónimo) em 2019, numa parceria com a loja de disco Louie Louie e seguiram se várias apresentações ao vivo um pouco por todo território nacional. Em 2020, transforma-se em trio, com Azevedo, Kinorm e Martelo que exploram outros cenários musicais, outras guitarras, pedais novos, outras afinações, outros pratos e outras tarolas.

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Domingo, 15 de Agosto, é dia de Fado Violado, projeto musical português que cruza o Fado com o Flamenco. 

Com origem, em Sevilha no ano de 2008 pelas mãos de Ana Pinhal e Francisco Almeida. Ambos portuenses, desde cedo partilharam o gosto pelas artes, particularmente pela música.
Francisco Almeida, começou a sua aventura musical ainda adolescente, integrando várias bandas de garagem, tendo o primeiro contacto com a guitarra flamenca ocorrido em 2003, na qual aperfeiçoou a técnica em Córdova e na Fundación Cristina Heeren em Sevilha. Já Ana Pinhal começou por se dedicar à canção Pop, à Bossa Nova e ao MPB.
O seu primeiro contacto com o Cante Flamenco foi-lhe proporcionado por Francisco Almeida e a curiosidade foi tal que se deslocou a Sevilha onde, durante três anos, estudou esta arte, também na Fundación Cristina Heeren.
Foi, curiosamente, nesta cidade que o fado conquistou o seu coração e foi da comunhão com a guitarra do Francisco que nasceu o projeto Fado Violado, no ano de 2008, após uma primeira colaboração entre ambos nos extintos BoiteZuleika. Sobem ao palco do Anima-Te no próximo dia 15 de agosto, pelas 19h00, onde apresentam o álbum “A Jangada de Pedra”.

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Vaudeville Rendez-Vous "abre" sexta edição com estreia nacional

Amanhã, quarta-feira, em Barcelos, às 22h00

Vaudeville_Zoog©Santiago Barreiro.jpg

 

 

Entre 24 e 27 de julho, o mais influente festival de circo contemporâneo do norte do país apresenta mais de 40 atividades gratuitas no Minho

 

É já amanhã, quarta-feira, que arranca a sexta edição do mais influente festival de circo contemporâneo do norte do país, com a estreia de “A Simple Space”, do grupo australiano Gravity Others Myths. O momento está agendado para as 22h00, no Largo da Porta Nova (Chafariz), em Barcelos. Este é apenas o primeiro espetáculo dos quatro dias do evento que decorre em simultâneo nas cidades de Vila Nova de Famalicão, Braga, Guimarães e Barcelos, entre 24 e 27 de julho.

 

Criado e organizado pelo Teatro da Didascália, o Festival Vaudeville Rendez-Vous apresenta o melhor do que se tem produzido a nível nacional e internacional do circo contemporâneo, através de uma vasta programação. No total, vão ser mais de 40 atividades públicas – nomeadamente, 28 apresentações de 13 espetáculos, dos quais três coproduções, em estreia absoluta, e seis estreias nacionais – a marcar a programação. Em paralelo, decorrem atividades complementares, como três oficinas, um showcase, um laboratório de criação para o circo contemporâneo e um debate sobre as redes de cooperação artística.

 

Estreias nacionais marcam a programação de Vaudeville

Além da estreia nacional do espetáculo inaugural desta sexta edição, o Vaudeville recebe “Sigma”, do grupo inglês Gandini Juggling, com a “deslumbrante” bailarina e coreógrafa especializada na dança clássica indiana Betaatanatyam, Seeta Patel. A celebrar o diálogo entre os mundos do malabarismo, da música e da dança clássica indiana e a confirmar “a ideia de que o Brexit não é senão um grande equívoco”, “Sigma” – composto apenas por mulheres – pode ser visto no dia 25 de julho, às 22h00, em Braga; e no dia 27 de julho, às 22h00, em Guimarães.

 

O par de acrobatas Amir and Hemda estreia “Zoog”, um jogo de amor e ódio que representa a história íntima do casal, com os seus altos e baixos, intimidade, e a alegria inerente à construção de todas as relações. O espetáculo vai ser apresentado em Guimarães, no dia 25 de julho, às 19h00, mas pode ainda ser visto em Barcelos, no dia 26, às 19h00; em Braga, dia 27, às 11h00; e em Famalicão, dia 27, às 19h00.

 

A completar as estreias nacionais do Festival Vaudeville Rendez-Vous está o espetáculo “Pelat”, de Joan Català – performance original que combina dança, teatro e circo – e “Furieuse Tendresse”, de Cirque Exalté, um espetáculo que expressa a intensidade da vida e do instante. O primeiro vai ser apresentado em Famalicão, no dia 25; em Guimarães, no dia 26; e em Barcelos, no dia 27, todos às 19h00. O segundo, do grupo francês, pode ser visto no dia 25, em Famalicão, às 22h00; no dia 26, às 22h00, em Barcelos; e em Braga, no dia 26, às 19h00.

 

Vaudeville apresenta Bolsa de Criação e outras coproduções

Após a atribuição, no ano passado, da primeira Bolsa de Criação a Elvis Mendes, aluno finalista do INAC, o Festival Vaudeville recebe este ano em estreia absoluta o resultado da parceria. “Fábrica da Mentira” estreia-se em Barcelos, no dia 25 de julho, às 22h00, e pode ser visto, ainda, em Famalicão, no dia 26, às 22h00. O Festival é, ainda, coprodutor da peça “Angustus”, do francês Jonathan Frau e do português Jorge Lix. A estreia está marcada para dia 26 de julho, em Vila Nova de Famalicão, às 19h00, e será apresentada ainda no dia 27, em Guimarães, às 11h00.

 

A completar o eixo da Inovação Artística, o festival é também palco da apresentação da criação coletiva do Instituto Nacional de Artes do Circo (INAC). Com direção de Roberto Magro, os alunos da primeira instituição de formação circense do norte do país apresentam a sua criação “Before The Rain”, no dia 25 de julho, às 22h00, em Guimarães. Dia 27 de julho, às 22h00, poderá ser visto em Braga.

 

O Vaudeville Rendez-Vous – reconhecido pelo júri internacional do Europe For Festivals/Festivals For Europe, com o selo EFFE Label 2019-2020 – tem como missão a sensibilização da comunidade para as artes circenses e a formação de novos públicos. O Festival integra, ainda, as redes europeias CircusNext e Circostrada que impulsionam a internacionalização da cultura e dos artistas portugueses. A última edição daquele que é considerado o mais influente festival de circo contemporâneo do país reuniu mais de 15 mil pessoas em Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão e contou com mais de 60 artistas portugueses e internacionais.

 

Programação Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous 2019: http://bit.ly/2Sl4xxU

O Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous – criado pelo Teatro da Didascália, companhia de Vila Nova de Famalicão –  assinala em 2019 a sua sexta edição e decorre nos espaços públicos de Vila Nova de Famalicão, Braga, Guimarães e Barcelos, com o apoio dos respetivos municípios. O Festival tem como objetivo promover a valorização da criação nacional nas áreas do circo contemporâneo, teatro físico e formas transdisciplinares. O projeto é cofinanciado pelo Programa Operacional Regional do Norte, Norte 2020, através do Portugal 2020 e do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Cinema Paraíso completa 20 anos de projeções ao ar livre

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São 20 anos de cinema ao ar livre em Vila Nova de Famalicão e são muitos os milhares de pessoas que não perdem a oportunidade de assistir a uma excelente escolha de filmes em vários espaços públicos do concelho. Cinema Paraíso - Projeto Itinerante de Cinema Ao Ar Livre, coprodução da Casa das Artes de Famalicão e do Cineclube de Joane, inicia em julho e prolonga-se pelo mês de agosto.

É verão, tempo de virar o projetor para o exterior, de direcionar as luzes do Cinema para a cidade, para as praças, para dentro das urbanizações. Nas 19 edições anteriores, procurou-se a consolidação de uma das principais ideias do projeto: a sua itinerância. Isto foi conseguido e permitiu ao Cinema Paraíso estacionar em cerca de 30 locais, no percurso que já chegou a metade das freguesias do concelho de Vila Nova de Famalicão.

Na 20.ª edição, será dada continuidade no levar o cinema às populações, fazê-lo com escolhas criteriosas, com propostas que cheguem ao grande público, que ambicionam surpreender o espetador, cinema popular de várias proveniências, do presente e do passado.

Este verão, o Cinema Paraíso terá seis projeções no Anfiteatro do Parque da Devesa, o seu local de eleição desde 2013, e deambulará por três freguesias: Cabeçudos, Lemenhe e S. Simão de Novais.

No dia e na hora de cada sessão é recomendável ponderar a companhia de um agasalho, uma manta, uma almofada ou uma cadeira de praia: o Cinema Paraíso projeta luz e histórias a partir das 22h00. A entrada é livre.

No Parque da Devesa a programação do Cinema Paraíso tem agendados os seguintes filmes: 10 de julho – Bohemian Rhapsody de Bryan Singer; 17 de julho – Missão: Impossível - Fallout de Christopher McQuarrie; 24 de julho – Homem-Aranha: No Universo Aranha (versão portuguesa) de Peter Ramsey, Rodney Rothman, Bob Persichetti; 7 de agosto – Uma Aventura do Outro Mundo (versão portuguesa) de Christoph Lauenstein, Wolfgang Lauenstein, Sean McCormack; 14 de agosto – O Carteiro de Pablo Neruda de Michael Radford; 21 de agosto – Ou Nadas ou Afundas de Gilles Lellouche.

Na itinerância pelas freguesias, Cinema Paraíso aponta a seguintes películas: 11 de julho (quinta-feira) -  S. Simão de Novais, na Praça Jerónimo de Castro, Dumbo de Tim Burton; 14 de julho (domingo) –  Cabeçudos, no adro da Capela de Santa Catarina, Cinema Paraíso de Giuseppe Tornatore; 26 de julho (sexta-feira) -  Lemenhe, no adro da Capela de Nossa Senhora do Carmo, O Rio do Ouro de Paulo Rocha.

 

Teatro que sai do “Baú dos Segredos”

 

Julho é sinónimo de um exercício cénico de introdução ao Teatro que assume por nome “Baú dos Segredos” e que mobiliza um exército de pequenos atores e atrizes dos 8 aos 18 anos de idade.

“Baú dos Segredos” é um ateliê de teatro anual, da responsabilidade da Casa das Artes de Famalicão e do encenador João Regueiras que se realiza, nas instalações da Casa das artes de Famalicão, de outubro a julho do ano seguinte.

É de um texto de Alice Vieira, que mergulha numa história da tradição popular, que é retirado a primeira das encenações teatrais que a Casa das Artes de Famalicão programa e coproduz para o mês de julho. “Leandro, o Rei de Helíria” sobe a cena nos dias 24 e 25 de julho, às 21h3, no Grande Auditório. Segundo a história, um pai decide repartir o reino pelas filhas e põe-nas à prova, acabando, contudo, por deserdar a mais nova. Esta vem a revelar-se, afinal, a única que era merecedora da sua generosidade. Vítima do próprio orgulho e castigado pela sua cegueira, o rei expia as culpas mergulhando na miséria, até ser finalmente salvo e perdoado pela filha mais nova entretanto reencontrada.

Uma história onde se fala de amor, de ingratidão, e do que acontece a um rei quando a coroa lhe cai da cabeça, num enredo em muitos aspetos semelhante ao de "Rei Lear", de Shakespeare.

A entrada custa quatro euros, ou dois para os portadores do Cartão Quadrilátero Cultural.

“Leandro, o Rei de Helíria” é encenado por João Regueiras, numa adaptação de Ana J. Regueiras e a interpretação está a cargo dos alunos da Classe A (10 aos 14 anos), do “Baú dos Segredos”.

De 26 e 27 de julho, às 21h30, o Grande Auditório da Casa das Artes assiste à peça “Mulheres Invisíveis”, numa interpretação da Classe B (15 aos 18 anos), do Baú dos Segredos e encenada por Ana J. Regueiras. Uma viagem ao trágico 25 de março de 1911 que, na cidade de Nova Iorque, viu perecer mais de uma centena de mulheres no incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist. O título “Mulheres Invisíveis” ilustra o facto de muitas das vítimas, por serem mulheres, operárias e imigrantes, não terem sido alertadas para o incêndio que consumiu o prédio onde laboravam. Trabalhavam, à mingua de uns 6 a 10 dólares por semana, 14 horas por dia, em semanas de trabalho de 60 a 72 horas. Na hora da calamidade, a sua maior desgraça foi terem sido ignoradas. Mulheres invisíveis pela cegueira do lucro a qualquer custo, pela falta de condições de segurança no trabalho e pela completa ausência de sentido humano. “Quando tudo terminou, juntei-me ao meu povo. As outras mulheres cujas vidas, as mortes, não foram vistas. Nós, as Mulheres Invisíveis. Eu vejo-as. E elas a mim.”

A entrada custa quatro euros, ou dois para os portadores do Cartão Quadrilátero Cultural.

 

SERRALVES // DE 05 JUN A 19 JUN 2019 // INOVDESIGN EM ROADSHOW A PROMOVER O DESIGN NACIONAL

INOVDESIGN 2019 - ROADSHOWS

de 05 JUN a 19 JUN 2019

 

LOCAIS E DATAS: Viana do Castelo (5 jun), São João da Madeira (6 jun), Braga (12 jun), Guimarães (13 jun), Vila Nova de Famalicão (18 jun) e Paredes (19 jun).

 

Através de várias iniciativas entre as quais workshops, seminários, prémios e publicações, o projeto INOVDESIGN pretende realçar a importância do design na economia e o valor acrescentado da sua inserção nas cadeias de produção das empresas, assente em fatores de diferenciação como o marketing, as marcas e os modelos de negócios inovadores.

 

Deste modo, a Fundação de Serralves desenvolveu um conjunto de iniciativas agrupadas em três áreas de ação: CRIAR, CAPACITAR E INFORMAR.

 

A ação INFORMAR compreende o estudo, divulgação e partilha dos resultados das ações anteriores, nomeadamente dos workshops, seminários, concursos e prémio.

 

Para além destas ações, realizam-se agora seis ROADSHOWS com vista à sensibilização e dinamização dos setores industriais abordados, tendo em conta a sua atividade e metodologias.

 

Os ROADSHOWS terão lugar em seis cidades da Região Norte do país e pretendem informar e sensibilizar o respetivo tecido empresarial através da partilha e disseminação de boas práticas e metodologias, na adoção de modelos de negócio inovadores, e em que o design assuma um papel preponderante e diferenciador para o seu sucesso.

 

ROADSHOWS:

Programa geral: https://tinyurl.com/y26qaaro

 

Viana do Castelo | 5 Junho | 14h30

Biblioteca Municipal de Viana do Castelo 

Participantes: Lislei | Viarco | Vicara | Larus

 

  1. João da Madeira | 6 Junho | 14h30

Oliva Creative Factory  

Participantes: Wewood | Digitalab | Iduna | Ayres Gonçalo

 

Braga | 12 Junho | 14h30

GNRATION 

Participantes: Lislei | Patachou | Bullseye | Ikea Industry

 

Guimarães | 13 Junho| 14h30

ACIG - Salão Nobre 

Participantes: Wewood | The Board | Madre Loves Objects | Ikea Industry

 

Vila Nova de Famalicão | 18 Junho | 14h30

Fundação Cupertino de Miranda - CPS

Participantes: Lislei | Lobo Marinho | OPO Lab | Ikea Industry

 

Paredes | 19 Junho | 14h30

Casa de Cultura de Paredes

Participantes: Wewood | Mishmash | Rui Tomás | Ikea Industry

 

O projeto INOVDESIGN, promovido pela Fundação de Serralves, conta com a colaboração da ACIF - Associação Comercial e Industrial de Vila Nova Famalicão; da AEP - Associação Empresarial de Portugal, Câmara de Comércio e Indústria; da Associação Empresarial da Póvoa de Varzim; da AIMMAP - Associação dos Industriais Metalúrgicos Metalomecânicos e Afins de Portugal; da ANJE - Associação Nacional de Jovens Empresários; da APICCAPS - Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos; da APIMA- Associação Portuguesa das Indústrias de Mobiliário e Afins; da ATP - Associação Têxtil e Vestuário de Portugal; da ESAD - Escola Superior de Artes e Design e da Fundação da Juventude

 

A participação nos ROADSHOWS é gratuita.

A inscrição deverá ser feita através do e-mail info@inovdesign.pt

Mais informações em www.inovdesign.pt