A Fundação da Casa de Bragança promove, no próximo dia 4 de janeiro de 2026, pelas 16h00, o tradicional Concerto de Reis, que terá lugar na Igreja dos Agostinhos, em Vila Viçosa. O concerto contará com a presença de Ricardo Ribeiro, uma das vozes mais marcantes e respeitadas do Fado contemporâneo, e com a participação especial do grupo de cante alentejano Os Garridos.
Reconhecido como uma voz “uma vez ouvida, jamais esquecida”,Ricardo Ribeiroé um nome incontornável da música portuguesa. Com vários discos de ouro, seis álbuns editados e inúmeros prémios, apresentou-se em palcos de todo o mundo, passando por países como Itália, França, Bélgica, Marrocos, Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Rússia, Irão, Jordânia, México, Espanha e Finlândia, entre muitos outros.
Acompanhado porJosé Manuel Netona guitarra portuguesa,Carlos Manuel Proençana viola de fado eDidi Pintono baixo, Ricardo Ribeiro apresenta um concerto de forte intensidade emocional, onde o fado tradicional se cruza com as suas raízes alentejanas e influências árabes, sefarditas e ibéricas, num equilíbrio surpreendente entre tradição e futuro.
A participação deOs Garridosacrescenta ao concerto a força identitária do cante alentejano. Sediado na freguesia deRio de Moinhos, concelho deBorba, o grupo é composto por cerca de20 cantadores, oriundos de vários concelhos vizinhos, incluindo Vila Viçosa. Criado em plena pandemia, por iniciativa de um grupo de amigos unidos pelo gosto de cantar, Os Garridos distinguem-se pela autenticidade e boa disposição, procurando, através das modas, dar a conhecer o passado e o presente do Alentejo.
OConcerto de Reis 2026integra-se na programação cultural da Fundação da Casa de Bragança e reforça o seu compromisso com a valorização do património musical português, promovendo o encontro entre o fado e o cante, duas expressões maiores da identidade nacional.
A entrada égratuita, massujeita a reserva obrigatória, que deverá ser efetuada através do endereço de correio eletrónico: fcb.comunicacao@fcbraganca.pt.
16h – Inauguração da exposiçãoAmélia de Orléans e de Bragança, o Espólio da Rainha 18h – Concerto com Rui de Luna e a Banda da Armada
No próximo dia 20 de setembro, pelas 16h, aFundação da Casa de Bragançainaugura aexposiçãoAmélia de Orléans e de Bragança, o espólio da Rainha, no Paço Ducal de Vila Viçosa. Segue-se, pelas 18h, o ConcertoSolenecom o barítono Rui de Luna e a Banda da Armada,na Igreja dos Agostinhos.
No total, estarão expostas cerca de uma centena de peças, onde é possível encontrar o manto real oferecido por D. Amélia ao Santuário de Fátima ou a cadeira de braços com as armas reais,perpetuadanum conhecido retrato oficial da Rainha. A mostra permite redescobrir D. Amélia enquanto mãe, mulher, artista, filantropa e mecenas, sublinhando o seu papel central na cultura e na vida intelectual do país.
O concerto solene, com o barítono Rui de Luna e a Banda da Armada serádirigido pelo maestro Samuel Pascoal e apresentará um programa que acompanha as preferências musicais de D. Amélia.
PROGRAMA DIA 20 DE SETEMBRO:
Horário: 16:00 Inauguração da exposiçãoAmélia de Orléans e de Bragança, o espólio da Rainha Local: Paço Ducal de Vila Viçosa.
Confirmação de presença para:ma@mkapr.pt
Horário: 18:00 Concerto solene pelo barítono Rui de Luna com a BandadaArmada Local: Panteão dos Duques de Bragança - Igreja dos Agostinhos Entrada gratuita
A exposição temporária Amélia de Orléans e de Bragança, o espólio da Rainhaestará patente até 30 de agosto de 2026, os bilhetes podem ser adquiridosnabilheteira do Paço Ducal de Vila Viçosa,e têm o custo de 2,50€.
Patrizia Giliberti (pianista e cravista) e Manuel Coelho (ator) colocam poesia em concerto no próximo espetáculo da Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa que acontece dia 29 de agosto, às 21h00.
Este concerto centra-se na vida e na sua diversidade, nos caminhos da interculturalidade, na humanidade e na diferença. Patrizia Giliberti e Manuel Coelho emprestam corpo e voz, aos mais elementares Direitos Humanos partilhando sinais, metáforas, sons e silêncios, no maravilhoso universo cultural em que a música e a poesia são faróis que iluminam oceanos, onde idade, género, deficiência, etnia, origem, religião, condição económica ou outra não sejam motivos de exclusão.
A partir de Popol Vuh, “livro da comunidade” registo documental da cultura maia do Séc. XVI, que fala da criação do mundo resultou este concerto poético a que se deu o nome de Al.te.ri.da.de. Desta viagem fazem parte maravilhosos poetas e compositores dos quatro cantos do mundo que falam do "Outro".
Al.te.ri.da.de.poesia em concerto. acontece no dia 29 de agosto, às 21h, na Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa e tem entrada gratuita.
Dia 25 de julho, às 21h00, a Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa recebe Inês Filipe ao piano com o concerto "Sonoridades Portuguesas".
Inês Filipe é uma das mais ativas e conceituadas pianistas da sua geração. Vencedora de inúmeros prémios em concursos de piano Nacionais e Internacionais, destacando-se o “Prémio Antena2” do XVII SIPO Internacional Piano Festival, sob o olhar atento de um prestigiado painel de jurados que contou com a presença de Boris Berman, Luiz de Moura Castro, Josep Colom e Paul Badura-skoda.
Apresenta-se regularmente em recitais como pianista solista, em Portugal em todas as grandes salas e festivais do país, bem como no estrangeiro contando já com performances em países tais como Espanha, França, Itália, Bélgica, Alemanha, Tailândia, Costa Rica, Panamá, Malásia.
No seu currículo conta já com um CD gravado para a editora DaVinci-Classics com obras para piano solo de Claude Debussy, e outro CD dedicado a obras de compositores portugueses com a editora Musicamera-Produções. Frequentou o CMACG, na classe da Prof. Patrícia Sousa. Graduou-se em Performance de piano no Conservatório Stanislao Giacomantonio em Itália, Conservatori Superior del Liceu em Barcelona, Universidade de Aveiro e Ensino de Piano na Universidade do Minho, tendo estudado com Rodolfo Rubino, Josep Colom, Fausto Neves e Luís Pipa.
O programa da temporada deste ano revisita músicos contemporâneos de Amélia de Orléans e presta tributo à dimensão do feminino associada ao legado da última rainha de Portugal e às mulheres pioneiras nas áreas da música e de outras artes.
O concerto acontece dia 25 de julho, às 21h, na Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa e tem entrada gratuit
Para evocar o 160º aniversário do nascimento da Rainha D. Amélia, a Fundação da Casa de Bragança dedica-lhe a Temporada de Concertos de 2025. O primeiro concerto acontece já no dia 25 de abril (sexta-feira), com o Coro de Câmara "Essence Voices".
De abril a dezembro, pelas 21h00, o Paço Ducal de Vila Viçosa irá acolher nove concertos inspirados na memória biográfica da princesa de França, duquesa de Bragança e rainha de Portugal, nascida em 28 de setembro de 1865. O fundo musical do Museu-Biblioteca da Casa de Bragança elucida-nos sobre a relação sublime que existiu entre “Sua Magestade”, a música e o Palácio Ducal de Vila Viçosa.
O programa da temporada revisita músicos contemporâneos de Amélia de Orléans e presta tributo à dimensão do feminino associada ao legado da última rainha de Portugal e às mulheres pioneiras nas áreas da música e de outras artes. Recorde-se que a temporada de 2024 foi dedicada aos 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões.
Um décimo concerto da Temporada de 2025, (dia 31 de maio, pelas 17h00), parte do Arquivo Musical detido pela Fundação da Casa de Bragança para apresentar composições sacras que não são interpretadas, há vários séculos, no Palácio de Vila Viçosa.
Todos os concertos são gratuitos, acontecem todas as sextas-feiras do mês, às 21h00, na Capela do Paço Ducal.
"À Descoberta de José Vianna da Motta" é o concerto de João Costa Ferreira, que se insere na Temporada de Concertos promovida pela Fundação e que celebra os 160º aniversário da Rainha D. Amélia. Acontece dia 30 de maio, às 21h00, na capela do Paço Ducal e a entrada é gratuita.
O pianista e investigador João Costa Ferreira apresenta em concerto-conferência obras para piano do compositor português José Vianna da Motta (1868-1948) descobertas recentemente. Compostas entre os cinco e os catorze anos de idade, estas obras reflectem os gostos da época e são um testemunho sonoro das extraordinárias capacidades do menino prodígio que foi Vianna da Motta.
Fervorosa patrona das artes e apoiante de jovens músicos portugueses, D. Amélia manteve um acervo musical significativo, conhecido como "Amelianas", que inclui cerca de 168 partituras resgatadas do seu acervo pessoal . Este interesse pela música e pelo apoio a músicos nacionais sugere que a rainha e Vianna da Motta partilhavam uma visão comum sobre a importância da cultura musical em Portugal.
Dia 31 de Maio, às 17h, a Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa recebe o concerto "De volta ao passado: Apresentação de Música Sacra do Século XVII, na Corte de Vila Viçosa", de Cetóbriga Chamber Choir.
O Cetóbriga Chamber Choir apresentará, composições sacras que não são interpretadas, há vários séculos, no Palácio de Vila Viçosa. Estas peças, de polifonia sacra, encontram-se guardadas no Arquivo Musical, detido pela Fundação Casa de Bragança.
Nada melhor do que aproveitar o fim de semana prolongado para um programa em família ou a dois e ficar a conhecer o património da Fundação da Casa de Bragança e a vila de Vila Viçosa. O próximo dia 25 de abril, feriado, é uma excelente oportunidade para visitar o Paço Ducal desta ‘vila-museu’, um monumento nacional que foi a sede da Casa de Bragança desde o século XV e, após o início da dinastia brigantina, a casa de férias preferida dos reis portugueses. Abril marca também o início da Temporada de Concertos promovida pela Fundação, com o concerto de Coro de Câmara, "Essence Voices", dia 25 de abril, às 21h00, na capela do Paço Ducal, com entrada gratuita.
Vila Viçosa é conhecida pelo seu património histórico e cultural e o emblemático Paço Ducal é como que paragem obrigatória, um edifício monumental cuja construção se iniciou em 1501, por decisão do quarto Duque de Bragança, D. Jaime. As campanhas de engrandecimento e melhoramento sucederam-se ao longo dos séculos XVI e XVII, conferindo ao edifício a dimensão e as características atuais – a fachada com 110 metros de comprimento é única na arquitetura civil portuguesa e revela inspiração clássica.
O Paço Ducal integra o agora Museu e Biblioteca com vários fundos bibliográficos e arquivísticos de valor incalculável, a Armaria, o Tesouro, a Coleção de Porcelana Azul e Branco da China e a Coleção de Carruagens. A Biblioteca divide-se em dois núcleos específicos: a Biblioteca D. Manuel II e o Fundo Geral. Possui ainda hemeroteca, coleções de cartografia, gravura e medalhística.
Numa passagem pela vila alentejana é ainda possível visitar o castelo de Vila Viçosa que, após a Reconquista Cristã, foi mandado construir por D. Dinis. É no castelo que se situa o Santuário de Nossa Senhora da Conceição, considerada padroeira de Portugal, que o Papa João Paulo II visitou em 1982. Esta construção quinhentista reúne as coleções de arqueologia e caça expostas no núcleo do Museu-Biblioteca da Casa de Bragança e a subida às suas muralhas oferece ainda uma vista ampla sobre Vila Viçosa.
O Panteão dos Duques de Bragança localiza-se na Igreja dos Agostinhos e também é possível visitá-lo. Fundado em 1267 enquanto Mosteiro de Santo Agostinho, no reinado de D. Afonso III, foi a primeira casa religiosa a ser instituída em Vila Viçosa. O templo monacal foi dedicado a Nossa Senhora da Graça.
O feriado de 25 de abril marca o início da temporada de concertos, dedicada à Rainha D. Amélia, que celebra este ano o seu 160º aniversário, revisitando músicos contemporâneos de Amélia de Orléans e prestando tributo à dimensão do feminino associada ao legado da última rainha de Portugal e às mulheres pioneiras nas áreas da música e de outras artes. O coro de câmara "Essence Voices", é o primeiro concerto da temporada e acontece dia 25 de abril, às 21h00, na capela do paço ducal de Vila Viçosa.
No dia 5 de janeiro, pelas 16h00, a Igreja dos Agostinhos em Vila Viçosa acolhe o Concerto de Reis’2025. Para celebrar o Ano Novo, a Fundação da Casa de Bragança reúne dois grandes nomes da música alentejana: Vitorino e Janita Salomé, com as participações de Os Garridos e As Cantadeiras do Redondo, onde serão apresentadas modas tradicionais e canções originais do repertório de cada um. O concentro tem entrada livre, sujeita à lotação do espaço.
A voz poética de Vitorino e a riqueza harmónica de Janita unem-se à energia vibrante de Os Garridos e à alegria das Cantadeiras do Redondo, num diálogo entre a história e espiritualidade do Panteão dos Duques de Bragança e o património vivo do Cante Alentejano como expressão de comunidade. O concerto assinala ainda uma nova fase da vida cultural do monumento, agora valorizado com a iluminação do espaço interior.
As Cantadeiras de Redondo Com 18 elementos, dos 30 aos 70 anos, o Grupo Feminino de Cantares Alentejanos (Cante) é originário da vila de Redondo distrito de Évora e apadrinhado pelos irmãos Janita e Vitorino Salomé. Promovem o Cante no feminino mas também a recuperação das Saias, que eram cantadas e tocadas com Adufe em Redondo, instrumento trazido das beiras pelos ranchos de homens e mulheres que vinham para as jornas de trabalho. O objetivo do grupo é dar a conhecer a cultura Alentejana tão única e particular.
Os Garridos Com sede na freguesia de Rio de Moinhos, concelho de Borba, "Os Garridos" são um grupo masculino composto por 20 cantadores oriundos de vários concelhos vizinhos. De criação recente, em plena pandemia, o grupo surgiu por iniciativa de vários amigos que se juntaram para cantar, com várias participações registadas e saudadas.
Dia 13 de Dezembro, excepcionalmente a meio do mês, às 21h00, e com a entrada gratuita, a Capela do Paço Ducal de Vila Viçosa recebe o último concerto da Temporada de Concertos de 2024, com o quinteto de sopro "Franz-Jürgen Dörsam".
Franz-Jürgen Dörsam fagotista de renome, já atuou com a Filarmónica de Berlim e a Sinfónica de Viena. Solista reconhecido internacionalmente e professor na Escola Superior da Orquestra desde 2016 junta-sea outros quatros músicos de renome: a americana Katharine Rawdon flautista já nomeada Artista Powell, foi Chefe de Naipe da Orquestra Sinfónica Portuguesa por 25 anos e apresentou-se em locais icónicos como Carnegie Hall, a Bethany Akers do Carmo que toca oboé, é formada pela Guildhall School e colaborou com orquestras como a BBC Concert Orchestra e já atuou no BBC Proms. Jorge Trindade no clarinete, com estudos na Alemanha e Holanda, é membro da Orquestra Sinfónica Portuguesa desde 2002. Como solista, destacou-se em obras de Mozart e Weber em várias orquestras de renome e Luís Vieira na trompa, solista da Orquestra Sinfónica Portuguesa, já integrou a Berliner Philharmoniker e a Orchestre de la Suisse Romande e ganhou o Prémio Jovens Músicos em 2011. Os cinco formam o quinteto de sopro único "Franz-Jürgen Dörsam".
Um concerto que promete ser memorável, com um programa que inclui obras de August Friedrich Martin Klughardt, Thys van Dyjk, Joaquim Antonio Barrozo Netto, Manuel Cardoso, entre outros. O concerto é aberto a toda a população e acontece na Capela do Paço Ducal, esta sexta-feira, pelas 21h00.
"Passado, Presente e Futuro" é o tema da exposição itinerante que celebra o 50º Aniversário do regresso da Ordem de Santo Agostinho a Portugal. A exposição, que pretende destacar a rica história da nossa Ordem em território português, oferecendo uma visão abrangente das contribuições significativas ao longo dos séculos, estará na na Igreja dos Agostinhos, em Vila Viçosa, durante todo o mês de setembro.
Esta exposição está organizada segundo os três eixos temporais evocados no seu nome, e sempre guiada através de uma linha cronológica explicativa. Manifesta, em primeiro lugar, um reflexo do que foi a Ordem em Portugal desde os seus inícios, contados oficialmente a partir de 1244, chegando a Província Agostiniana de Portugal a ser contada como a mais numerosa de toda a Ordem. O presente organiza-se a partir de 1959, ano da primeira tentativa de restaurar a Ordem em Portugal, com especial relevância para janeiro de 1974, data que marca definitivamente a restauração da Ordem com a tomada de posse da igreja de São Vicente na Guarda. A última secção da exposição está dedicada ao futuro da Ordem em Portugal, assegurado não só pelos religiosos e religiosas mas, sobre tudo, pelos leigos, as famílias e particularmente os jovens. Termina esta exposição itinerante com a mensagem e bênção apostólica que o Santo Padre, o Papa Francisco, dirigiu aos Agostinhos portugueses com motivo do cinquentenário do seu regresso a Portugal.
Até 29 de setembro a exposição "Passado, Presente e Futuro" pode ser visitada às terças-feiras das 14h às 18h e de quarta a domingo das 10h às 13h e das 14h às 18h. A Igreja dos Agostinhos, Panteão dos Duques de Bragança, classificado como Monumento Nacional desde 1944, faz parte do património histórico da Fundação da Casa de Bragança e pode também ser visitada virtualmente.