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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Explorar a natureza em família no Museu do Oriente

Fins-de-semana de Julho

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Verão rima com diversão e, em família, esta é sempre redobrada. E como estamos na estação dos passeios, o Museu do Oriente organiza várias actividades criativas inspiradas na natureza e na vida ao ar livre.

 

A 20 de Julho, a oficina de “Estampagens de Verão”, convida a explorar o jardim do Museu do Oriente para inspirar adultos e crianças, dos 3 aos 5 anos, a realizar estampagens artísticas. Flores, folhas, pedras ou galhos revelam texturas e motivos, que os participantes são desafiados a usar numa composição original, a estampar numa t-shirt.

 

Já no domingo, 21 de Julho, na visita performativa “Do Camarim ao Palco”, famílias com crianças maiores de 6 anos são convidadas a conhecer a natureza que abrilhanta o universo da ópera chinesa. Dragões, fénixes, tigres, porcos, macacos, serpentes, patos, peónias e muitos outros, surgem representados nos trajes ou protagonizam mesmo enredos da ópera. Entre espécies reais e animais lendários, descobriremos o seu significado, no desenrolar de uma visita que nos conduz pelos meandros desta arte de palco chinesa.

 

O último fim-de-semana do mês junta pais e filhos (a partir de 6 anos) na oficina “Carimbando com a Natureza!” (27 de Julho), onde aprenderão a usar alimentos familiares para dar largas à sua veia criativa. Batatas e cenouras podem converter-se em engenhosos carimbos e as cores fortes da curcuma e da beterraba podem ser usadas para tingir e colorir. A natureza fornece os materiais, os participantes só têm de trazer a curiosidade.

 

No domingo, 28 de Julho, a oficina “No MusEu me oriento com quase todos os sentidos” desafia a explorar um dos objectos da coleção do Museu do Oriente através do toque, do som, do cheiro e das histórias que cada sentido apreende. Será que miúdos e graúdos o conseguirão identificar mesmo sem o poder ver? Nesta sessão, ouviremos uma lenda que servirá de pista principal e que nos guiará, por uma paisagem misteriosa, onde muito nos será revelado.

 

Oficina “Estampagens de Verão”

20 de Julho

Horário: 11.30-12.30

Público-alvo: 3-5 anos, acompanhados por um adulto

Preço: 4 €/ participante

Participantes: mín. 10, máx. 20

 

Visita performativa “Do camarim ao palco!”

21 de Julho

Horário: 11.30-12.30

Público-alvo: M/5 anos, acompanhados por um adulto

Preço: 6 €/ participante

Participantes: mín. 20, máx. 26

 

Oficina “Carimbando com a Natureza!”

27 de Julho

Horário: 11.00-12.30

Público-alvo: famílias (crianças a partir dos 6 anos)

Preço: 4 €/ participante (adulto ou criança)

Participantes: mín. 10, máx. 24

 

Oficina “No MusEu me oriento com quase todos os sentidos…”

28 de Julho ou 29 de Setembro

Horário: 11.00-12.00

Público-alvo: famílias (crianças M/ 7 anos)

Preço: 5 €/ participante (adulto ou criança)

Participantes: mín. 15, máx. 20

 

www.museudooriente.pt

 

Em Julho, há animais à solta no Museu do Oriente

Oficinas e visitas para crianças [6-12 anos]

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Um cavalo de perna partida, vindo da Ilha de Timor, um rinoceronte que aportou em Lisboa e aqui deixou a sua marca… também os animais viajam, de perto e de longe. Em Julho, o Museu do Oriente convida crianças e jovens dos 6 aos 12 anos a conhecer estes curiosos viajantes e as suas histórias, em oficinas e visitas.


No domingo, 14 de Julho, falaremos com o animal que suscitou o pertinente comentário “A perna do cavalo está estragada!“. “Em Conversa com as Peças” é uma visita contada para crianças dos 6 aos 10 anos, protagonizada por uma peça em especial – neste caso a estátua equestre de Timor Leste - à qual os participantes são convidados a fazer perguntas. Um desafio de observação e de sentido crítico que, na sessão de 14 Julho, nos levará a falar também do papel dos museus na conservação e de como as marcas do tempo e dos acontecimentos contam histórias.

 

A 27 de Julho, é a vez das crianças dos 7 aos 12 anos se questionarem sobre “Rinocerontes na China?!”, numa oficina que nos levará no encalce deste volumoso viajante pelos corredores do museu. Pelo caminho ouviremos como o rinoceronte chegou a ser confundido com um unicórnio e das propriedades mágicas atribuídas ao seu corno. E por falar em caminho… como veio um rinoceronte parar a Lisboa? Por que razão encontramos este animal nalguns monumentos da cidade? Desvendaremos estes e outros segredos em torno de um animal que no século XVI deixou muita gente estupefacta em Lisboa.

 

Visita “Em conversa com as peças! Um Cavalo de Timor”

Domingo | 14 de Julho

Horário: 11.30-12.00

Público-alvo: 6-10 anos

Preço: 4 €/ criança

Participantes: mín. 10, máx, 12

 

Oficina “Rinocerontes na China?!”

Sábado | 27 de Julho

Horário: 15.00-17.00

Público-alvo: 7-12 anos

Preço: 5 €

Participantes: mín. 8, máx. 15

 

www.museudooriente.pt

 

De pequenino se descobre o Oriente | Sugestões para crianças até aos 12 anos, em Junho

 

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Uma viagem pelas fascinantes culturas e tradições asiáticas, com paragens obrigatórias na Índia, China e Japão, em divertidas actividades pensadas para juntar crianças e adultos em torno das peças do museu, é a sugestão do Museu do Oriente para os fins-de-semana do mês de Junho.

 

O fim-de-semana de 15 e 16 de Junho, vai deixar as famílias com as emoções “à flor da pele” nas oficinas “Contente ou Rezingão?” e “Eles andam aí!”. A primeira, dirigida a crianças entre os 3 e os 5 anos, realiza-se no sábado, às 11.30, e é um divertido exercício em família em torno da expressividade e das emoções. Já no domingo, a partir das 11.30, é durante uma visita performativa que os participantes vão ser surpreendidos, em pleno Museu, por um samurai e por São Francisco Xavier. Entre exclamações e sorrisos, sustos e surpresas, esta é a oportunidade perfeita para perguntarem tudo o que sempre quiseram às figuras que habitam o Museu do Oriente e que, neste dia, ganham vida.

 

A 22 de Junho, sábado, o Museu do Oriente celebra dois importantes momentos do calendário chinês e japonês: o Festival dos Barcos Dragão e o Festival das Estrelas.

 

Numa oficina dirigida a famílias, com início às 11.00, é dada a conhecer a história que está na origem da tradição milenar chinesa que acontece no quinto dia do quinto mês e que marca o início do Verão: o Festival dos Barcos Dragão. Para se prepararem, pais e filhos vão aprender a construir o seu próprio barco para, de seguida, o decorarem em conjunto.

 

Da parte da tarde, a partir das 15.00, é o Japão o país a visitar, com o Tanabata – o Festival das Estrelas. Diz a lenda que, no sétimo dia do sétimo mês, duas estrelas apaixonadas se voltam a encontrar, por apenas uma noite, para só no ano seguinte se poderem ver novamente. Nessa noite, no Japão, desejos e pedidos dançam ao vento em papéis coloridos, na esperança que as duas estrelas os concedam. Nesta oficina, crianças entre os 7 e os 12 anos vão aprender mais sobre estas tradições do país do Sol Nascente e dar largas à sua imaginação.

 

A última paragem deste itinerário acontece no domingo, dia 30, com a oficina “No Museu me oriento com quase todos os sentidos…”. A partir das 11.00, miúdos e graúdos são convidados a explorar um objecto através do toque, do som, do cheiro e de todas as histórias que sobre ele escutarão. Será que o conseguem compreender sem o verem?

 

Oficina “Vou Viajar”

Primeiros Passos

8 ou 18 de Junho

Sábado | 11.30-12.00

Terça-feira | 11.00-11.30
Público-alvo: bebés dos 12 aos 36 meses, acompanhados por um adulto 
Preço: 4 €/ participante (adulto ou criança)

Participantes mín. 10, máx. 20

 

Oficina “Em conversa com as peças! – Porcelana de Encomenda”

9 de Junho, domingo

Horário: 11.30-12.00

Público-alvo: 6-10 anos

Preço: 4 €/ participante

Participantes: mín. 10, máx. 12

 

Oficina “Contente ou Rezingão?”

Primeiras Descobertas

15 de Junho, sábado

Horário: 11.30-12.30

Público-alvo: 3-5 anos, acompanhadas por um adulto

Preço: 4 €/ participante

Participantes: mín. 10, máx. 20

 

Visita performativa “Eles andam aí”

16 de Junho, domingo

Horário: 11.30-12.30

Público-alvo: famílias com crianças M/5 anos

Preço: 6 €/ participante

Participantes: mín. 12, máx. 26

 

O Festival dos Barcos Dragão

Sábados em Família

22 de Junho, sábado

Horário: 11.00-12.30

Público-alvo: famílias com crianças M/ 5 anos

Preço: 4 €/ participante

Participantes: mín. 10, máx. 24

 

Tanabata – o Festival das Estrelas

Sábados em Oficina

22 de Junho, sábado

Horário: 15.00-17.00

Público-alvo: 7-12 anos

Preço: 5 €/ participantes

Participantes: mín. 8, máx. 15

 

Oficina “No Museu me oriento com quase todos os sentidos…”

30 de Junho, domingo

Horário: 11.00-12.00

Público-alvo: famílias (crianças M/ 7 anos)

Preço: 5 €/ participante

Participantes: mín. 15, máx. 20

 

 

www.museudooriente.pt

Visita com exploração tátil para invisuais na Casa-Museu Medeiros e Almeida | 1 junho

 

A Casa-Museu Medeiros e Almeida promove, no dia 1 de junho, às 15h00, uma visita descritiva com exploração tátil, dando assim a oportunidade a pessoas cegas e amblíopes para descobrir e sentir o património cultural deste espaço.

Na visita “Um Tesouro nas suas Mãos”, os participantes estão autorizados a tocar em peças específicas do acervo, como complemento às explicações do guia. 

Esta atividade é desenvolvida em parceria com a Locus Acesso, uma plataforma que aborda as questões de acessibilidade como a solução para promover o conforto e a participação de todos, nos espaços culturais.

Este projeto pretende, assim, trazer novos públicos, muitas vezes esquecidos, à Casa-Museu Medeiros e Almeida, localizada no coração da capital. A Casa-Museu Medeiros e Almeida tem um acervo de artes decorativas com cerca de 2000 obras expostas, nacionais e estrangeiras, destacando-se as coleções de porcelana da China com as primeiras encomendas de porcelana vindas da China para a Europa e uma excecional coleção de relógios que percorre a história da relojoaria. Na antiga residência de António Medeiros e Almeida encontra-se ainda mobiliário francês, inglês e português, pintura flamenga e holandesa, escultura, tapeçarias flamengas e francesas, painéis de azulejos, ourivesaria portuguesa e inglesa, bem como uma curiosa coleção de leques.

As inscrições para esta visita acessível são limitadas a seis pessoas (com acompanhantes) e dever ser feitas previamente através do e-mail locusacesso@gmail.com ou por telefone, para o número 911 531 627.

História com estórias no Museu do Oriente

De Outubro a Dezembro, aos domingos

 

História com estórias no Museu do Oriente

 

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O Museu do Oriente inicia, em Outubro, um ciclo de visitas dramatizadas que dá a conhecer as estórias dentro da História, de uma forma lúdica e especialmente pensada para famílias com crianças a partir dos cinco anos.

 

No primeiro domingo do mês - 7 de Outubro, 4 de Novembro e 2 de Dezembro – “Histórias com…” dá vida, em pintura, origami ou marionetas de luva ou de sombra, às personagens de histórias que, para além de ouvidas, podem também ser vistas. No dia 7, “Um filho de ouro!” debruça-se sobre um conto japonês, recriando-o em origami. A 4 de Novembro, também inspirada no Japão, “Amaterasu ou eclipse solar?” dá a conhecer a lenda da Deusa do Sol. Segue-se uma viagem até à China, a 2 de Dezembro com a oficina “Os gorjeios de um passarinho…”, através das peças do museu, numa adaptação do conto de Hans Christian Andersen com marionetas de sombra.

 

“Em conversa com as peças!” realiza-se no segundo domingo do mês – 14 de Outubro, 11 de Novembro e 9 de Dezembro -, para crianças a partir dos seis anos. Cada oficina dá a conhecer, em pormenor, uma peça da colecção do Museu do Oriente, com a qual estabelecemos um diálogo. O Menino Jesus Bom Pastor está a dormir? No raro Biombo Namban, com as suas interessantes figuras, quem é aquele senhor com uma galinha debaixo do braço? Entre os motivos que decoram a histórica porcelana de encomenda, há flores, aves, dragões e… costelas?! Que significam? Nós perguntamos e as peças respondem!

 

“Um pé na Índia e outro em Timor!” (21 de Outubro), “Folheando o Oriente!” (18 de Novembro) e “Uma árvore de Natal de todos!” (16 de Dezembro), são as visitas performativas que prometem surpreender os visitantes com personagens, palavras e testemunhos, capazes de os transportar para outros tempos e outros lugares. Foram pensadas para famílias com crianças a partir dos cinco anos.

 

Estas actividades realizam-se sempre ao domingo, até Dezembro.

 

“Histórias com…”

7 Outubro, 4 Novembro e 2 Dezembro

Horário: 11.00-12.30

Público-alvo: famílias com crianças M/5 anos (acompanhados por um adulto)

Preço: 6 €/ participante

Participantes: mín. 12, máx. 20

 

7 de Outubro | “Um filho de ouro!”

4 de Novembro | “Amaterasu ou eclipse solar?”

2 de Dezembro | “Os gorjeios de um passarinho…”

 

“Em conversa com as peças!”

14 de Outubro, 11 de Novembro e 9 de Dezembro

Horário: 11.30-12.00

Público-alvo: M/6 anos

Preço: 4 €

Participantes: mín. 10, máx. 12

 

14 de Outubro | Menino Jesus Bom Pastor

11 de Novembro | Biombo Namban

9 de Dezembro | Porcelana de Encomenda

 

Visitas Performativas

21 de Outubro, 18 de Novembro e 16 de Dezembro

Horário: 11.30-12.30

Público-alvo: famílias com crianças M/5 anos (acompanhadas por um adulto)

Preço: 6 €/ participante

Participantes: mín. 20, máx. 26

 

21 de Outubro | “Um pé na Índia e outro em Timor!”

18 de Novembro | “Folheando o Oriente!”

16 de Dezembro | “Uma árvore de Natal de todos!”

 

 

www.museudooriente.pt

 

teatromosca > audiowalk na Resiquímica

 

 

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10 junho
MODOS DE VER: Resiquímica
audiowalk criado pelo teatromosca para esta fábrica de Mem Martins
às 16h, 17.30h, 19h e 21h
ENTRADA LIVRE

O projeto MODOS DE VER: _ _ _ consiste de visitas realizadas em grupo a alguns dos mais emblemáticos lugares (e não-lugares) de qualquer cidade/espaço, guiadas por uma banda sonora original concebida pela equipa do teatromosca. A primeira versão deste projeto decorreu durante os meses de julho e agosto de 2016 em Sintra, no âmbito da evocação dos 20 anos da elevação de Sintra a Património Mundial. Entretanto, depois de outras re-criações deste projeto em Sintra e em França, a companhia concebeu um novo audiowalk para o espaço fabril da Resiquímica, em Mem Martins, estreado no dia 29 de março. Dada a elevada procura, o teatromosca e a Resiquímica decidiram voltar a abrir as portas desta empresa para receber todos aqueles que queiram explorar os seus corredores secretos, conhecer um pouco da sua história, numa altura em que se celebram os 60 anos de um dos mais antigos projetos empresariais do concelho de Sintra. A entrada é livre, mediante reserva...

This is a project of audiowalks conceived for the secret paths of a city or any other space, that was first performed in Sintra during the months of July and August 2016. With an original soundtrack produced by the company, this innovative and unusual idea explores the secret paths of a city/space, in which each spectator assumes the role of a contemporary flâneur. It will now be performed in Resiquímica, a factory based in Sintra.

 

Comemorações do Dia Nacional do Azulejo | Visitas e conferência sobre património azulejar do concelho de Palmela com o Dr. José Meco

 

 

Comemorações do Dia Nacional do Azulejo

Município de Palmela promove duas visitas/conferência temáticas sobre património azulejar

 

 

No âmbito das comemorações do Dia Nacional do Azulejo, assinalado a 26 de maio, o Município de Palmela promove duas visitas/conferência temáticas sobre o património azulejar de Palmela, orientadas pelo Dr. José Meco.

A conferência “A produção azulejar de Maria Keil para a Colónia de Férias da EDP, em Palmela” decorre às 10h30, na Colónia de Férias da EDP, em Palmela (Estrada Nacional 379) e, mais tarde, às 15h30, a antiga Estação Ferroviária de Pinhal Novo (em musealização) acolhe a conferência/visita “Os azulejos da antiga Estação de Caminhos de Ferro de Pinhal Novo, no contexto da épica e da arquitetura ferroviária”.

Com entrada gratuita, a participação nas visitas/conferência está sujeita a inscrição prévia, entre 21 e 24 de maio, através do e-mail patrimonio.cultural@cm-palmela.pt ou do telf. 212336640.

 

 

Festa do Património acontece em Tarouca | dias 18 e 19 maio | entrada livre

DIAS DO PATRIMÓNIO A NORTE

FADISTA ALDINA DUARTE É CABEÇA DE CARTAZ

 

Mosteiro de Santa Maria de Salzedas

18 e 19 maio 2018

 

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Aldina Duarte atua no Mosteiro de Santa Maria de Salzedas, no próximo dia 19 maio, pelas 21h30, naquele que será o espetáculo de encerramento do evento Dias do Património a Norte, em Tarouca.

 

Esta é a segunda iniciativa do Ciclo Dias do Património a Norte (cuja inauguração ocorreu em abril, no Mosteiro de Arouca), um evento em rede promovido pela Direção Regional de Cultura do Norte e que, ao longo de seis meses (de abril a setembro), vai transformar oito lugares patrimoniais da região Norte, em palcos de uma programação artística, cultural e gastronómica, desenhada com o traço da identidade singular de cada território.

 

A iniciativa é promovida pela Direção Regional de Cultura do Norte em parceria com os municípios locais, representando um investimento total de 400 mil Euros, cofinanciado pelo Programa Norte 2020, através do FEDER.

 

O Mosteiro de Santa Maria de Salzedas é assim o segundo palco dos Dias do Património a Norte. O Mosteiro abre-se para proporcionar um dia de descobertas e experiências singulares. Fazemos uma visita com quem melhor conhece os seus recantos, estórias e memórias, conversamos sobre Paisagem Cultural – o resultado da interação do Homem com a Natureza, e a sua importância para a proteção do legado comum das comunidades.

 

Em jeito de piquenique, conhecemos, pelas mãos de um Chef que tem o foco do seu trabalho na riqueza dos produtos locais e sazonais, reinterpretações da Baga do Varosa (o conhecido sabugueiro). Em família, ouvimos uma história, vinda de longe, sobre a importância da água e da sustentabilidade dos recursos naturais. Duas das comunidades locais apresentam-nos uma performance musical e uma instalação visual. E, quando a noite se fizer chegar, ocupamos um dos claustros do Mosteiro para ouvir a inconfundível Aldina Duarte e o seu último trabalho, “Quando se ama loucamente”.

 

Assente na riqueza do passado, criamos memórias no presente e celebramos o nosso Património!

 

 

PROGRAMA

 

Sexta | 18 de maio

 

10:00 - Visita-Jogo ao Mosteiro de Santa Maria de Salzedas*

conceção: Ondamarela, OOF Design e Artur Carvalho

dinamização: Juliana Sá

vários espaços do Mosteiro

* reservada às escolas

 

O mosteiro guarda segredos que nunca foram desvendados. Visitá-lo, conhecer a sua história e resolver os seus enigmas, revela-nos pistas cada vez mais interessantes e misteriosas, que nos levam a um surpreendente desfecho final.

 

 

Sábado | 19 de maio

 

 

10:30 - Visita-Jogo ao Mosteiro de Santa Maria de Salzedas

conceção: Ondamarela, OOF Design e Artur Carvalho

dinamização: Juliana Sá

vários espaços do Mosteiro

 

 

11:30 - Teatro para famílias | À Espera que Volte, Teatro da Serra do Montemuro

Claustro da Colação

 

O homem forte e bom que vem ao nosso encontro, é Piotor. Piotor não é português. Caiu de um avião de carga numa noite de temporal, numa serra árida onde depois de muito andar no escuro, encontra um cão. Esse cão é pastor e leva-o para junto do seu rebanho. O rebanho leva-o para a aldeia. Na aldeia há um teatro e o vazio que Piotor sentia preencheu-se.

Piotor trouxe consigo uma história sobre a água...sobre uma gota de água que ao cair do céu da Rússia, transforma as crianças que a querem ouvir, em pequenos russos que em vez de mãos, têm o poder de trazer a chuva e o dilúvio para dentro de casa.

Quando a história termina, as crianças só esperam que a gota de água volte a cair para refrescar os seus dedos...

 

Texto de Madalena Victorino e Paulo Duarte

Encenação de Madalena Victorino Assistente de Encenação Abel Duarte Cenografia e Figurinos de Sandra Neves Costureiras Capuchinhas CRL e Maria do Carmo Félix Direção Musical e Banda Sonora de Fernando Mota Cenários e Adereços Carlos Cal e Maria da Conceição Almeida Interpretação Piotor (Paulo Duarte) a sua Sombra (Maria da Conceição Almeida) e sete pequenos músicos russos Direção de Produção e Comunicação Paula Teixeira

Agradecimentos Maryana Bardashevska, Camila Correia, Carolina Correia e Frederico Duarte Vídeo e Fotografia de Lionel Balteiro

 

 

14:30 Visita Guiada por membros da comunidade | Os mosteiros e a reorganização do tempo

guias: Doutor Luís Sebastian e Mestre Humberto

ponto de encontro: entrada do Mosteiro

 

A história de um local não é apenas um conjunto de factos escritos ou estudados. Nesta visita cruzamos o conhecimento científico acerca do Mosteiro com um conjunto de outras dimensões. As histórias do Mosteiro e a sua relação com o conceito de tempo são o mote para que vivenciemos este espaço com um outro olhar. Uma visita guiada com pormenores únicos.

 

 

15:30 - Conversas | Paisagem Cultural

convidados: Professora Doutora Maria Alegria Marques, Doutora Natália Fauvrelle, Dr. Bruno Cardoso

Cadeiral da Igreja do Mosteiro

 

Reconhecida pela UNESCO como um bem cultural há pouco mais de duas décadas, a Paisagem Cultural define-se pelo resultado e processo de interação do Homem e a Natureza. À riqueza e singularidade social e ambiental, valor intrínseco de uma certa paisagem, soma-se o valor afetivo pela identificação e sentimento de pertença que inspira às respetivas populações. Num tempo de vertiginosas mudanças, marcado pela transitoriedade e pela “barbárie estética” e ética, cuidar da paisagem cultural é um imperativo para a salvaguarda do fundo comum das comunidades.

 

 

17:30 - Piquenique | Sabugueiro – O tempo e o produto

com o Chef Tiago Emanuel Santos

Claustro da Colação

 

Pelas mãos dos Monges de Salzedas, a Baga do Varosa, mais conhecida por Sabugueiro, é introduzida no território e assume papéis fundamentais para as mais variadas atividades humanas, principalmente na alimentação e produção de bebidas. Inspirado nos saberes ancestrais, o Chefe Tiago Emanuel Santos traz-nos uma proposta de redescoberta da tradição, do saber ancestral e do produto local desenvolvido através do tempo, da arguta e do engenho dos Monges de Salzedas. Partilhe connosco a toalha, a Cerveja, o Espumante, o Queijo, o Mel e o Pão desta localidade todos elaborados a partir da mesma origem, a Baga e a Flor de Sabugueiro.

 

 

18:30 - Performance musical e instalação visual

coordenação de Samuel Martins Coelho e Paulo Pimenta

com a participação de elementos da Sociedade Filarmónica de Salzedas e do Grupo Caminho da Esperança

Sala do Capítulo e outros espaços do Mosteiro

 

Esta é uma nova criação, desenhada com as comunidades de Salzedas que cruzará a fotografia e a música. Uma obra artística que reflete a identidade dos participantes, da sua música e da sua cultura. Os artistas Samuel Martins Coelho (músico, construtor de instrumentos)  e Paulo Pimenta (fotojornalista) constroem com um grupo muito diverso de pessoas um espetáculo único e irrepetível.

 

 

21:30 Concerto | Aldina Duarte

Claustro do Capítulo

 

Quando a forma faz jus ao conteúdo, temos um  disco escrito por  Aldina Duarte - “Quando Se Ama Loucamente”  -  um elogio da paixão, que nasce da oferta de um tema inédito de Manuel Cruz (Ornatos Violeta) a Aldina. Um tributo à escritora Maria Gabriela Llansol  e um encontro do fado com diversas artes: fotografia,  grafismo, pintura e literatura, tendo como convidados especiais, Hélia Correia, João Barrento, Maria do Rosário Pedreira e Pedro Cabrita Reis.

Aldina Duarte transportará todo este Universo para o Mosteiro de Santa Maria de Salzedas, com a certeza de que estaremos diante de um espetáculo único.

 

 

Casa da Memória de Guimarães celebra 2º aniversário a 25 de abril

2º aniversário da Casa da Memória de Guimarães assinala-se a 25 de abril com programação com entrada livre ao longo de todo o dia

 

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No simbólico mês da liberdade, a Casa da Memória de Guimarães (CDMG) celebra o seu 2º aniversário de portas abertas a todos quantos queiram conhecer os cantos da Casa. No próximo dia 25 celebra-se para lembrar que a Casa da Memória está aberta ao mundo há dois anos e prossegue o seu caminho como espaço de lembrança, de inclusão e tolerância, de conhecimento e partilha, de pluralidade e diversidade. É desta forma que a CDMG se posiciona no território a que pertence e na comunidade que serve. É assim desde a sua abertura, assim promete continuar no ano que há de vir.

 

Neste dia comemorativo, a Casa da Memória propõe ao público uma série de atividades com entrada livre que promovem a experimentação, a visita, o intercâmbio e, claro, a memória. Com atividades em modo contínuo, durante a manhã e a tarde, a Casa oferece um vasto programa de visitas e oficinas (10h00-13h00 e 14h00-18h00) que estimula a descoberta, a pertença e a participação. Dos bordados à expressão plástica, da olaria ao movimento, da cozinha à música, da fotografia à narração. A entrada é livre e para todas as idades. O programa de visitas e oficinas disponíveis ao longo deste dia pode ser consultado em www.casadamemoria.pt.

 

Às 15h00 terá lugar uma conversa que tem como mote a pergunta “Onde estava no 25 de abril de 1974?”, juntando o público às convidadas Ana Maria Lopes, Joaquina Campos, Manuela Juncal, Milice Ribeiro dos Santos e Rosa Guimarães, numa conversa participada pela assistência e moderada por Matilde Seabra. A pergunta ficou célebre na caricatura de Herman José a Baptista Bastos. Agora, é tempo de lhe dar resposta na Casa, derivando do plano do humor para o vasto campo da memória. Onde estávamos a 25 de abril de 1974? O que fazíamos? O que lembramos? Pelo segundo ano consecutivo na CDMG, este encontro coletivo na sala do Repositório recebe memórias de um dia inesquecível.

 

As atividades deste dia incluem também a projeção do filme “Toute La Mémoire du Monde” (Alain Resnais, 1956, 21 min.). Apresentado por Eduardo Brito, o filme “Toda a Memória do Mundo” é tanto um olhar sobre o funcionamento interno da Bibliothèque Nationale de France em Paris como uma peça meditativa sobre a fragilidade da memória humana e as formas pelas quais tentamos fortalecê-la.

 

Volvidos dois anos desde a sua inauguração, a Casa da Memória projeta o futuro assegurando continuar, na sua exposição permanente, a receber interpretações do indivíduo ao grupo, da oficina à visita guiada; continuar com as suas atividades de mediação destinadas a todas as idades, continuar com o seu Repositório não só como espaço de reflexão e de lembrança (seja pelo acolhimento de debates, conferências e conversas, seja pela disponibilização em intranet e internet de acervos), mas também como lugar de onde saem projetos de investigação que unem a memória, nas suas múltiplas formas a Guimarães. O terceiro ano da CDMG promete acolher edições em torno da fotografia de e em Guimarães, bem como investigações sobre árvores-memória e à volta de uma certa marginália do Concelho.

 

Recordamos que a Casa da Memória se encontra aberta de terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00. Aos domingos de manhã, a entrada é gratuita. A programação pode ser consultada em www.casadamemoria.pt.

Moinho Nascente de Alburrica

 

Aberto para visitas | População em geral

 

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O Moinho Nascente de Alburrica, localizado na orla ribeirinha do Concelho, irá estar aberto a visitas, para a população em geral, todos os meses, até final de junho de 2018. A próxima visita realiza-se no dia 17 de fevereiro, entre as 15h00 e as 17h00. As visitas são gratuitas, mas as inscrições obrigatórias e devem ser efetuadas junto do Posto de Turismo do Município (Terminal Rodo-Ferro-Fluvial do Barreiro - loja nº 10); Tel. 21 206 82 87; E-mail: postodeturismo@cm-barreiro.pt; Horário: 3ª a sábado, das 9h30 às 13h00 e das 14h30 às 18h00).

 

A calendarização proposta para os próximos meses é a seguinte:

17 de março, 7 e 8 de abril (no âmbito do Dia Nacional dos Moinhos), 19 de maio e 23 de junho de 2018.

 

O Moinho de Vento Nascente de Alburrica, de tipologia tradicional, foi reabilitado pela Autarquia do Barreiro de forma a readquirir as características funcionais originais, tendo para isso sido dotado de um engenho novo e necessário ao seu funcionamento.

No espaço de Alburrica, a atividade moageira esteve presente desde o séc. XV, primeiro através dos moinhos de maré que, por exigência dos tempos, foram dando lugar a moagens mais produtivas como o caso dos moinhos de vento. Em Alburrica, os três moinhos de vento foram mandados construir em 1852, um por José Francisco da Costa - o Moinho de vento Poente - e dois por José Pedro da Costa, o Moinho de vento Nascente e o Moinho Gigante, assim chamado por ser de tipologia inglesa.

De forma a poder fazer eco da sua importância enquanto Património histórico edificado e manter viva a memória de uma atividade tradicional, tão importante durante séculos, até ao aparecimento das moagens a vapor, este Moinho de vento Nascente, pode agora ser redescoberto nestas visitas guiadas.

 

 

CMB