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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Museu de Lamego propõe percurso pela História no Dia Internacional dos Museus

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Um percurso pela História é a proposta do Museu de Lamego para o próximo 18 de maio, Dia Internacional dos Museus. Às 11h00 e às 15h00, há visitas orientadas às cerca de 30 salas de exposição permanente, numa iniciativa que pretende estreitar laços com a comunidade. Participação livre.

 

À noite, quando forem 21h30, abre ao público a exposição “Misericórdia de Lamego. 1519-2019”, que evoca o legado que artistas e mecenas foram deixando em diversas campanhas de decoração na desaparecida e primitiva igreja da Misericórdia.

Em 2019, o ICOM comemora os “Museus como centros culturais: o futuro da tradição”, cada vez mais focados no público e orientados para a comunidade, enquanto plataformas culturais capazes de traduzir as necessidades e pontos de vista das comunidades locais num contexto global.

 

Encontrar novas formas de honrar as suas coleções, as suas histórias e os seus legados, criando tradições que terão novo significado para as futuras gerações, são objetivos dos museus na contemporaneidade.

Visita guiada “De Gaia a Vénus: o poder da Deusa-Mãe” na véspera do Dia da Mãe | Casa-Museu Medeiros e Almeida

4 de maio: na véspera do Dia da Mãe, revelam-se segredos

sobre as grandes Mães do Universo dos Mitos Clássicos

 

 

No próximo dia 4 de maio, pelas 11h00, a Casa-Museu Medeiros e Almeida celebra um dos maiores poderes da Mitologia Clássica, através de uma visita guiada às suas coleções, sob o tema “De Gaia a Vénus: o poder da Deusa-Mãe”. Trata-se de uma autêntica viagem no tempo até aos segredos da cultura greco-romana nas coleções da Casa-Museu, na véspera do Dia da Mãe.

A visita, organizada em parceria com o Mythos, projeto de partilha, divulgação, pesquisa e exploração da mitologia greco-romana, será conduzida por André Ferreira, investigador e responsável por esta entidade.

“Os deuses que os gregos adoravam e que nós todos conhecemos não surgiram de repente. A história deles vem do princípio do tempo. Num tempo que surge após o Caos e que é conhecido como o poder da Deusa-Mãe. Segundo Hesíodo, do Caos surgiu a Mãe Terra. Com o seu filho Urano (o céu) surgiram as flores, as árvores, os animais e uma legião de divindades que perpetuaram essa força feminina. As titânides, as deusas olímpicas, os monstros femininos, as oceânides ou até mesmo as simples mortais descendentes dos deuses dominaram a Terra até aos nossos dias. É assim que é descrito o infinito poder da Deusa-Mãe Eros”, salienta o autor da visita.

André Ferreira sublinha ainda que as narrativas míticas mais aclamadas de sempre tornaram-se uma verdadeira fonte de inspiração nas diferentes manifestações de arte, como a tapeçaria, a relojoaria, a pintura ou até mesmo o mobiliário: “Um verdadeiro alento que podemos testemunhar nas coleções da Casa-Museu Medeiros e Almeida. Neste espaço cultural, no coração de Lisboa, Ceres, Prosérpina, Vénus, Juno, Salácia Esmirna, Nyx são ‘senhoras, rainhas e mães’ – uma manifestação constante que nos transmite o poder das grandes Mães do Universo dos Mitos Clássicos”

A visita guiada “De Gaia a Vénus: o poder da Deusa-Mãe”, no dia 4 de maio, às 11h00, tem um limite mínimo de participantes de 10 pessoas e máximo de 25. A iniciativa tem um custo de 10€ e inclui a entrada na Casa-Museu Medeiros e Almeida. As inscrições são obrigatórias e devem ser feitas para: mithosgrecoromanos@gmail.com

 

 

Visitas guiadas ao Sítio das Marinhas - Centro de Interpretação Ambiental

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A Câmara Municipal da Moita promove, nos dias 4, 11, 18 e 25 de maio (sábados), das 9:30 às 12:30h, visitas guiadas ao Sítio das Marinhas – Centro de Interpretação Ambiental.

As inscrições para as visitas (mínimo de 10 pessoas) podem ser efetuadas através do telefone 210817044 ou do e-mail: div.cultura@mail.cm-moita.pt

Conhecer a história do sal no concelho da Moita e na região, o seu processo de extração e outras curiosidades sobre a ecologia do estuário, os invertebrados do Tejo, os peixes e as aves, é a sugestão da Câmara Municipal da Moita para as manhãs de todos os sábados de maio.

O Sítio da Marinhas - Centro de Interpretação Ambiental encontra-se localizado num território de reconhecido valor ecológico e arqueológico, pela riqueza da diversidade do meio, no que se refere à avifauna e às características particulares da ocupação e modelação humana, junto à estrada do Rosário.

É um equipamento singular, no âmbito da preservação e promoção do património cultural e natural, pela perspetiva integrada que apresenta da história e do ambiente, do homem e do território, de um espaço humanizado, com a reconstrução de muralhas e de uma salina em perfeito equilíbrio com uma paisagem de marés, de salgados e sapais.

 

 

Na Moita: Visita à Reserva - Oficina de Arqueologia

 

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A Reserva Arqueológica do Município da Moita vai proporcionar, no dia 30 de março, visitas guiadas ao espaço e breves formações sobre arqueologia. A iniciativa “Visita à Reserva - Oficina de Arqueologia” realiza-se em duas sessões – uma das 10.30h às 12.00h e outras das 14.00h às 15.30h – e é dirigida à população em geral.

A atividade desenvolve-se em duas fases: visita e breve formação sobre a arqueologia (como preparar uma escavação e como tratar os materiais, após a sua recolha). A parte prática, referente ao processo de tratamento dos materiais arqueológicos (lavagem, secagem, marcação, bases de dados e contentorização), visa motivar o interesse da população, nomeadamente jovem, para estas áreas científicas e, assim, cativar para futuros projetos de trabalho associadas à arqueologia. Pretende-se também, com esta iniciativa, divulgar e dar a conhecer aquele espaço à população.

 

Casa das Artes: Visitas guiadas à Instalação Instrumentos

A Casa das Artes, no Porto, promove a realização de visitas guiadas à Instalação Instrumentos de Manuel Horta. As inscrições estão a decorrer. 

 

As visitas guiadas pelo autor à Instalação «Instrumentos» de Manuel Horta realizam-se dias 26 janeiro, 1, 9 e 16 de fevereiro, às 17h00. Pretende-se, com a realização destas visitas guiadas, dar a conhecer os processos ancestrais de produção de carvão vegetal, em contraponto com os atuais, bem como os processos de fabrico de cerâmica em roda lenta.

 

Inscrições: momelo@culturanorte.gov.pt 

 

As inscrições devem ser feitas até às 12h30 do último dia útil anterior ao da visita. As visitas decorrem com um número mínimo de 7 adultos (menores devem ser acompanhados por adultos)

 

 

Instrumentos é uma instalação resultante de um processo artístico que pesquisa diferentes métodos de produzir carvão vegetal. Sendo o carvão uma fonte de energia ancestral e objeto de comércio é também um instrumento no contexto das artes plásticas. O processo de produzir carvão vegetal por combustão lenta e controlada da madeira pode ser um meio de cozer cerâmica. O autor explora diferentes meios e materiais como desenho, fotografia, vídeo, áudio, meios digitais, cerâmica, gesso, carvão vegetal, papel, plástico e objeto construído in situ.

 

Patente ao público na Casa das Artes, no Porto, até 19 de fevereiro. Entrada livre.

 

 

Nota Biográfica

Manuel Horta nasceu em Almada em 1970. Realizou o Curso de Mestrado em Escultura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Realizou o Curso de Licenciatura em Artes Plásticas – Escultura, na Faculdade de Belas Artes da

Universidade do Porto.

Cria, desenvolve e apresenta projetos artísticos regularmente desde 1993. Participação em exposições coletivas e eventos artísticos.

Desenvolve a atividade artística e de docência/ formador em projetos de intervenção comunitária e em escolas do ensino público.

Histórias de amor nas vésperas do Dia dos Namorados

Terça-feira, 12 de fevereiro // 21h30 // Igreja do Mosteiro de Leça do Balio

 

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A coincidência da semana em que se festejam os favores românticos de São Valentim com a fase crescente da lua torna o apelo praticamente irresistível. O primeiro Moontosinhos de 2019 vai ter por palco a Igreja do Mosteiro de Leça do Balio, famosa por, entre outras coisas, ter acolhido aquele que é considerado o primeiro casamento romântico da corte portuguesa – aquele que, em 1372, uniu o rei D. Fernando a D. Leonor Teles, a despeito da vontade dos nobres e das conveniências políticas do reino.

 

As visitas guiadas pelo historiador Joel Cleto às histórias, às lendas e ao património de Matosinhos em noites de lua cheia regressam, assim, para um novo ciclo, com um percurso dedicado a Leça do Balio e às “Histórias de amor nas vésperas do Dia dos Namorados”. A sessão servirá ainda para anunciar o programa do Moontosinhos para 2019 e para antecipar o segundo ciclo de conferências “Conversas sob as estrelas”, para o qual Joel Cleto volta a convidar investigadores para ajudar a desvendar alguns dos monumentos de Matosinhos que não são habitualmente acessíveis ao grande público.

 

A participação nas visitas do Moontosinhos e nas conferências é gratuita, carecendo, todavia, de inscrição prévia, que poderá ser feita através do endereço eletrónico gmah@cm-matosinhos.pt.

 

Após a viagem pelos conturbados amores de D. Fernando e D. Leonor Teles, imortalizado diante do Mosteiro de Leça do Balio por uma notável escultura de Irene Vilar, o Moontosinhos vai este ano revisitar a memória da pesca e dos pescadores (18 de abril), os vestígios arqueológicos da Torre de Linhares e do Monte Castêlo (19 de maio), a lenda do Senhor de Matosinhos (12 de junho), os “montantes” de Guifões (14 de setembro) e as capelas de Leça da Palmeira (13 de outubro).

 

Quanto às “Conversa sob as estrelas”, serão este ano dedicadas às histórias do Cemitério Paroquial de Leça do Balio, da Casa do Ribeirinho (a propósito dos 190 anos da execução de Bernardo Brito e Cunha e dos “Mártires da Liberdade”), do céu sobre a estátua do Homem da Maça no Monte de S. Brás e dos primórdios da obra de Álvaro Siza Vieira.

Visita com exploração tátil para cegos e amblíopes | Casa-Museu Medeiros e Almeida | 16 fevereiro

 

ACERVO DA CASA-MUSEU MEDEIROS E ALMEIDA NA PONTA DOS DEDOS

 

A Casa-Museu Medeiros e Almeida promove, no dia 16 de fevereiro, às 15h00, uma visita descritiva com exploração tátil, dando assim a oportunidade a pessoas cegas e amblíopes para descobrir e sentir o património cultural deste espaço.

Na visita “Um Tesouro nas suas Mãos”, os participantes estão autorizados a tocar em peças específicas do acervo, como complemento às explicações do guia. 

Esta atividade é desenvolvida em parceria com a Locus Acesso, uma plataforma que aborda as questões de acessibilidade como a solução para promover o conforto e a participação de todos, nos espaços culturais.

Este projeto pretende, assim, trazer novos públicos, muitas vezes esquecidos, à Casa-Museu Medeiros e Almeida, localizada no coração da capital. A Casa-Museu Medeiros e Almeida tem um acervo de artes decorativas com cerca de 2000 obras expostas, nacionais e estrangeiras, destacando-se as coleções de porcelana da China com as primeiras encomendas de porcelana vindas da China para a Europa e uma excecional coleção de relógios que percorre a história da relojoaria. Na antiga residência de António Medeiros e Almeida encontra-se ainda mobiliário francês, inglês e português, pintura flamenga e holandesa, escultura, tapeçarias flamengas e francesas, painéis de azulejos, ourivesaria portuguesa e inglesa, bem como uma curiosa coleção de leques.

As inscrições para esta visita acessível são limitadas a seis pessoas (com acompanhantes) e dever ser feitas previamente através do e-mail locusacesso@gmail.com ou por telefone, para o número 911 531 627.

 

Casa-Museu Medeiros e Almeida
Rua Rosa Araújo, 41

1250–194  Lisboa
Tel. (+351) 213 547 892
www.casa-museumedeirosealmeida.pt


2.ª a Sábado, das 10h00 às 17h00
Encerra ao Domingo

2 fevereiro | Visita guiada com interpretação em Língua Gestual Portuguesa | Casa-Museu Medeiros e Almeida

 

No sábado, 2 de fevereiro, às 12h00, a Casa-Museu Medeiros e Almeida realiza uma visita gratuita com interpretação em Língua Gestual Portuguesa e convida os surdos a conhecerem um dos museus mais surpreendentes de Lisboa.

Esta iniciativa surge de uma parceria entre a Fundação Medeiros e Almeida e a Locus Acesso, uma plataforma que organiza visitas a espaços culturais dirigidas a pessoas com deficiência visual, promovendo a acessibilidade ao quotidiano. Nesta visita, os participantes terão a oportunidade de conhecer as estórias que contam as peças do acervo da Casa-Museu. 

Nas 27 salas da Casa-Museu Medeiros e Almeida estão expostas obras de arte nacionais e estrangeiras que incluem mobiliário, pintura, escultura, têxteis, ourivesaria, cerâmica e arte sacra, num arco temporal que abrange do século II a.C. ao século XX. Destacam-se quatro coleções em salas próprias: Relógios, Porcelana da China, Pratas e Leques.

Situada no centro da capital, a coleção de artes decorativas de António de Medeiros e Almeida (1895-1986) está exposta na casa que o empresário colecionador habitou e transformou em casa-museu, em 1972.

As inscrições para esta visita acessível podem ser feitas até 31 de janeiro, através do e-mail locusacesso@gmail.com ou por telefone, para o número 911 531 627.