Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

Moita: Visitas Guiadas à Exposição de Arqueologia

 

 

A Câmara Municipal da Moita promove, nos dias 9 e 23 de outubro, às 10:30h e às 15:00h, visitas guiadas à Exposição de Arqueologia: “A Ocupação do Território através dos Vestígios Arqueológicos: Do Paleolítico à Idade Contemporânea”, patente na Capela de São Sebastião, na Moita.

A participação nas visitas é gratuita, mas sujeita a marcação através do T. 210 817 048 ou email div.cultura@mail.cm-moita.pt e com número limitado de dez participantes por cada grupo. A visita tem a duração aproximada de uma hora.

 

Esta exposição, que está aberta ao público em geral às sextas-feiras, das 15:00h às 18:00h, e sábados, das 10:00h às 13:00h e das 15:00h às 18:30h, faz uma abordagem da ocupação do território, através dos materiais arqueológicos encontrados nos diferentes sítios do concelho e em depósito na Reserva do Município da Moita. Estabelece uma linha cronológica, cujo circuito se inicia na geologia do território e prossegue pelos seis módulos cronológicos: Paleolítico, Neolítico, Período Romano, Idade Média, Idade Moderna e Idade Contemporânea. Para cada uma das temporalidades expostas e a partir das peças selecionadas, são abordadas as realidades sociais e económicas das comunidades que então viveram neste território.

Visitas guiadas ao Museu do Ciclismo Joaquim Agostinho

transferir (99).jpg

 

Durante o mês de agosto, o Museu do Ciclismo Joaquim Agostinho irá promover visitas guiadas que darão a conhecer este novo equipamento cultural.

As visitas decorrem ao domingo, estando previstas para os dias 15, 22 e 29 de agosto. A cada domingo irão decorrer cinco visitas (às 11h00, 12h00, 14h00, 15h00 e 16h00), cada uma com cerca de 45 minutos. 

As visitas serão orientadas por Daniela Salazar e Rita Agostinho. A participação é gratuita, à semelhança do que acontece com as entradas no equipamento: durante o mês de agosto, o Museu do Ciclismo Joaquim Agostinho é de entrada gratuita.

Recorde-se que o Museu abriu no passado dia 5 de agosto, no mesmo dia em que a primeira etapa em linha da Volta a Portugal em Bicicleta teve início junto ao equipamento.

O Museu do Ciclismo Joaquim Agostinho assume-se como um elemento de preservação da memória do ciclista torriense Joaquim Agostinho e de promoção do ciclismo enquanto prática desportiva e social, pretendendo ser um observatório permanente e uma estrutura de mediação cultural para investigar, conservar, interpretar, divulgar e valorizar os testemunhos materiais e imateriais mais relevantes da história do ciclismo, do uso da bicicleta e da memória e identidade da comunidade ciclística.

O novo espaço cultural encontra-se no Bairro Arenes, no edifício que chegou a albergar o antigo refeitório da Casa Hipólito.

Agenda

15 agosto 2021 | domingo

Visita guiada ao Museu do Ciclismo Joaquim Agostinho

No dia 15 de agosto, o Museu do Ciclismo Joaquim agostinho irá realizar um conjunto de visitas guiadas.  Cada visita terá a duração de 45 minutos. Orientação: Daniela Salazar (...)

Saber Mais

 

22 agosto 2021 | domingo

Visita guiada ao Museu do Ciclismo Joaquim Agostinho

No dia 22 de agosto, o Museu do Ciclismo Joaquim agostinho irá realizar um conjunto de visitas guiadas.  Cada visita terá a duração de 45 minutos. Orientação: Daniela Salazar (...)

Saber Mais

 

29 agosto 2021 | domingo

Visita guiada ao Museu do Ciclismo Joaquim Agostinho

No dia 29 de agosto, o Museu do Ciclismo Joaquim agostinho irá realizar um conjunto de visitas guiadas.  Cada visita terá a duração de 45 minutos. Orientação: Rita Agostinho (...)

Saber Mais

 

Visitas guiadas a exposições e visita encenada ao Castelo - Palmela comemora o Dia Internacional dos Museus!

Dia Internacional dos Museus.jpg

Noite dos Museus.jpg

 

 

O Dia Internacional dos Museus 2021 (18 de maio) vai ser assinalado pelo Município de Palmela com visitas guiadas a duas novas exposições temporárias e uma visita encenada ao Castelo de Palmela.

 

A “Noite dos Museus” está agendada para 15 de maio, às 20h30, com uma visita encenada, com ilustres personagens, ao Castelo de Palmela.

 

No dia 17, entre as 15h30 e 16h30, decorrerá a visita guiada à exposição “De Palmela ao Poceirão, Uma Viagem Arqueológica”, na Biblioteca de Palmela, enquanto que, dia 18, entre as 15h00 e as 16h00, acontecerá a visita guiada à exposição “Hermenegildo Capelo, naturalista”, no Espaço Cidadão, em Palmela.

 

Esta data comemorativa será, ainda, assinalada com o lançamento do próximo “+Museu”, boletim do Museu Municipal de Palmela, a disponibilizar brevemente, em www.cm-palmela.pt  e onde poderá ficar a par da atualidade local em matéria de Arqueologia e Património.

 

O Dia Internacional dos Museus 2021, propõe uma reflexão sobre o tema “O futuro dos museus: recuperar e reimaginar”.

 

A participação nas atividades é gratuita, mediante inscrição obrigatória (inscrições limitadas, sujeitas às orientações da DGS) para o email patrimonio-cultural@cm-palmela.pt.

 

MUSEU NACIONAL DA MÚSICA | Dezembro | Visitas guiadas, Concertos, conteúdos online

Próximos concertos em Dezembro

Indicações para todos os concertos:

Bilhetes para os espectáculos apenas mediante reserva prévia. Contactos: extensao.cultural@mnmusica.dgpc.pt ou, das 11:00 às 17:00, pelo telefone 21 771 09 90.
O uso de máscara é obrigatório e estarão garantidas todas as normas de distanciamento social e higienização do espaço.
Lotação: 20 pessoas.  

 

10 Dez., 18H - Recital | Ciclo do Conservatório Nacional no Museu Nacional da Música  

 

11 Dez., 18H - Recital de piano ciclo Ludwig van Beethoven | Taíssa Cunha 

 

17 Dez., 18H - Recital ciclo Ludwig van Beethoven | Kvar Ensemble

 

18 Dez., 18H - Recital | Trio Senza Misura | 18 de Dezembro, 18h

 

__________________________

Ciclo do Conservatório Nacional no Museu Nacional da Música    

10 de Dezembro, 18h  (entrada livre) 

conserv.jpg

 

 

 

Concerto de Solistas e Música de Câmara Museu Nacional da Música

O segundo concerto da Temporada de Concertos da Escola Artística de Música do Conservatório Nacional no Museu Nacional da Música é dedicado aos jovens músicos de instrumentos de cordas dedilhadas e friccionadas. Num programa de grande diversidade serão interpretados obras para cordas dedilhadas de compositores do séc. XX como Jacques Ibert ou Emílio Pujol e para instrumentos de cordas friccionadas dos séculos XVIII e XIX nomeadamente J.S. Bach, Niccolò Paganini e Édouard Lalo.

 

Programa:
Luísa di Cicilia – Harpa P. Mayer – Sonata para harpa, 1º andamento andante J. Ibert – Ballade

Rafaela Côrte-Real – Harpa P. Chertock – Beige Nocturne - Harpicide at midnight

Guilherme di Bianco Carlos – Guitarra E. Pujol – Rapsódia Valenciana

Mara Anjos – Clarinete Marta Fonseca – Guitarra R. di Marino – Nocturne K. Vassiliev – Capringo

Ulilan Szymanska Pereira – Violino J. S. Bach – 1ª Sonata para violino solo e Paganini - Capricho 21

Joana Sanmarful – Violoncelo E. Lalo – Concerto para violoncelo 2 Intermezzo 3 Allegro

 

Classe dos Professores Ana Castanhito, Júlio Guerreiro, Paulo Jorge Ferreira, Luís Cunha e Miguel Ivo Cruz. Piano - Professora Dana Radu 

 

 ________________________________________________________________________________

 

A Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música apresenta:

Ciclo Ludwig van Beethoven | Recital de piano de Taíssa Cunha

11 de Dezembro, 18h 

Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ |

 

taissa.jpg

 

Nascida em Lisboa, TAÍSSA CUNHA iniciou os seus estudos musicais no Conservatório Nacional de Lisboa. É licenciada com Honras pelo Conservatório Superior de Música de Castilla y León (Salamanca, 2013), onde estudou com Miriam Gómez-Morán e Alberto Rosado. Realizou apresentações pelo continente europeu com performances solo e em duo com a violinista portuguesa Matilde Loureiro. Juntas conquistaram o Primeiro Prémio em Música de Câmara no Concurso “Prémio Jovens Músicos” (Lisboa, 2008) e uma Menção de Honra no Concurso “Concertino Praha” (República Checa, 2009). Apresentou-se com orquestra sinfónica no 3º Festival de Música “Dinastia” em Kiev, Ucrânia (2014), que lhe valeu um prémio Vox Populi por parte do público. Entre as suas premiações incluem-se o Prémio Especial no 16º Concurso Internacional de Piano Santa Cecília (Portugal, 2014), o 1º lugar e Melhor Interpretação de Obra Portuguesa no 10º Concurso de Piano da Póvoa de Varzim (Portugal, 2015), entre outras.
Realizou o Mestrado em Música na Universidade de Aveiro, em Portugal (onde também trabalhou como Pianista-Acompanhadora por três anos, acompanhando as classes de Coro, Cordas, Saxofone e Sopros-Metal), sob orientação do Professor Fausto Neves, tendo recebido, após a sua conclusão, o prémio de Melhor Aluna do Mestrado em Música desse ano (2017). Foi aluna em regime particular da renomada professora, aposentada da Juilliard School de Nova Iorque, Oxana Yablonskaya, entre 2012 e 2017. Participou de vários festivais, nacionais e internacionais, a destacar o 1º Festival Internacional de Piano de Amarante (2015) e o Encontro EPTA de Pianistas e Professores de Piano de Portugal (2017).
Entre os anos 2017 e 2019 residiu no Brasil, onde leccionou em Maringá e Londrina (Paraná), e deu diversos recitais a solo em salas de concerto em São Paulo, Londrina, Maringá, Campos do Jordão e Brasília, bem como uma performance do concerto de Mozart com a orquestra OSUEL no Teatro Ouro Verde sob a batuta do maestro Alessandro Sangiorgi (Londrina, 2018).
Desde o seu regresso a Portugal em 2019 tem desenvolvido intensa actividade no âmbito da música de câmara, com diversos ensembles da empresa Musicamera, para além de continuar com os recitais a solo e leccionar na Escola de Música do Colégio Moderno.

www.taissapoliakova.wixsite.com/taissacunhapiano

 

PROGRAMA

Sonata op. 27 no. 2

Adagio sostenuto

Allegretto - Trio

Presto agitato

 

Sonatina WoO Anh. 5 no. 2

Moderato

Romanze

 

Bagatelle no. 25 WoO 59 "Für Elise"

 

Sonata op. 57

Allegro assai

Andante con moto

Allegro ma non troppo - Presto

 

6 Variações op. 76 sobre a Marcha Turca de Ruínas de Atenas 

 

__________________________________________________________

 

A Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música apresenta

Ciclo Ludwig van Beethoven (1770-1827) no Dia em que se celebram os 250 anos do nascimento do compositor  

Recital KVAR Ensemble 

17 de Dezembro, 18H

Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ |

kvar.jpg

 

 

 

KVAR Ensemble
Sara Llano, violino
Madalena Melo, viola
Nuno Cardoso, violoncelo
Duarte Pereira Martins, piano

 

Programa:

Quarteto em Dó maior, WoO 36, n.º 3 (1785)
I. Allegro vivace
II. Adagio com espressione
III. Rondo: Allegro

 

Quarteto em Mi bemol maior, op. 16 (1796-1810)
I. Grave – Allegro, ma non troppo
II. Andante cantabile
III. Allegro, ma non troppo

 

Sinopse:
Ludwig van Beethoven dispensa apresentações: celebramos este ano os 250 anos do nascimento de um dos maiores génios da História da Música. Neste programa comemorativo, o KVAR Ensemble propõe a redescoberta de duas obras para uma formação de câmara pouco visitada pelo compositor. O primeiro quarteto com piano hoje apresentado, obra de juventude – e por isso sem número de opus – composta apenas aos 15 anos, revela a sua dívida aos (seus) mestres clássicos, transparecendo já, em alguns rasgos, uma índole que viríamos mais tarde a perceber como precursora do Romantismo. Já o Quarteto em Mi bemol maior, op. 16, inicialmente criado como quinteto de sopros com piano, foi revisto em 1810, no final do chamado “período heróico” beethoveniano, precisamente no ano em que, por exemplo, escreveu a famosa canção “Para Elisa”.

 

NOTAS DE PROGRAMA
Madalena Melo | Outubro 2020

A 17 de Dezembro de 2020, comemoram-se 250 anos do nascimento de Ludwig van Beethoven. O Kvar Ensemble assinala esta data com um concerto dedicado ao compositor, no qual se poderão ouvir duas obras para quarteto com piano: o Quarteto n.º 3, em dó maior, WoO 36, e o Quarteto em mi bemol maior, Op. 16.

O Quarteto n.º 3, em dó maior, foi escrito em 1785, quando Beethoven tinha apenas quinze anos. O quarteto com piano — formação de câmara constituída por violino, viola, violoncelo e piano — tinha sido até então pouco explorado pelos compositores, e o jovem Beethoven foi certamente influenciado pelo primeiro quarteto composto por Mozart no mesmo ano. Sendo embora uma obra de juventude, este quarteto inclui fragmentos temáticos que Beethoven viria a usar posteriormente nas sonatas para piano Op. 2, n.º 1, em fá maior, e n.º 3, em dó maior. De entre os três quartetos com piano que constituem o conjunto WoO 36, o n.º 3 é, sem dúvida, aquele cuja escrita revela maior maturidade. Contudo, apesar de se verificar já alguma emancipação nas partes do violino e da viola, o violoncelo ainda surge maioritariamente como uma amplificação da mão esquerda do piano.

O Quarteto em mi bemol maior, Op. 16, é uma transcrição do Quinteto em mi bemol maior para piano, oboé, clarinete, fagote e trompa, e data de 1796. A versão para quarteto com piano, realizada pelo próprio compositor, é, contudo, mais do que uma simples transcrição; trata-se mais precisamente de uma reformulação cuidada, com alterações que tiram partido das características dos instrumentos de corda e pequenas modificações na parte de piano (e.g., no último andamento), que conferem um charme especial à música. Acredita-se que a transcrição tenha sido concebida com o intuito de tornar esta obra também acessível aos agrupamentos de piano e cordas amadores que proliferavam em Viena naquela época. Neste quarteto, mais arrojado e ambicioso, do terceiro período de composição de Beethoven, escutamos já uma generosa distribuição temática por todos os instrumentos.

 

_________________________________________________________________________

A Associação dos Amigos do Museu Nacional da Música apresenta:
Recital do Trio Senza Misura

18 de Dezembro, 18H
Bilhete: 5 ♪ | Sócios: 3 ♪ |

trio senza.jpg

 

PROGRAMA

BRUCH E BEETHOVEN

 

MAX BRUCH (1838-1920) 

– Acht Stücke op.83
- N.º 5 – Rumanian melody
- N.º 6 - Nocturne
- N.º 7 – Allegro vivace ma non troppo 

- N.º 8 - Moderato

 

O compositor alemão Max Bruch, quando compôs as 8 peças op.83, já tinha 72 anos em 1910. Max Bruch compôs estas 8 peças para o seu filho, Max Felix, um clarinetista profissional. Escrito num estilo romântico, fora do seu tempo quando comparado com as obras de compositores da mesma época (Stravinsky, Bartók e Schoenberg), este opus caracteriza-se por possuir, à excepção da peça no.7, um ambiente intenso, apaixonado e íntimo.

 

LUDWIG VAN BEETHOVEN (1770-1827) 

– Trio Op. 11
- 1.º mov. - Allegro con brio
- 2.º mov. - Adagio

- 3.º mov. 

- Tema: Pria ch’io l’impegno


O trio para piano op.11 foi composto por Ludwig van Beethoven em 1797 e publicado em Viena no ano seguinte. Grande parte da obra de Beethoven para música de câmara, que contenha instrumentos de sopro, foi escrita no início da sua vida. A popularidade deste tipo de grupos de música de câmara não sobreviveu para lá do fim do séc. XVIII.
Este trio foi escrito para piano, clarinete (ou violino) e violoncelo (podendo ser substituido por fagote). A escolha da tonalidade de Sib Maior não foi ao acaso, pois assim facilita as passagens mais virtuosísticas no Clarinete em Sib que, no séc. XVIII, ainda não beneficiava do sistema de um moderno sistema de chaves (como os sistemas Albert ou Boehm).
O finale, um tema e variações, é baseado no tema do trio Pria ch’io l’impegno, da ópera L’amor marinaro do compositor Joseph Weigl.

 

_________________________________________________________________________________________________

 

Para conteúdos online* pode seguir-nos em:

 

http://www.museunacionaldamusica.gov.pt/

https://www.facebook.com/museunacionaldamusica

https://www.instagram.com/museunacionaldamusica

 

*Excertos de gravações dos concertos (inclusive momentos musicais com instrumentos históricos), conteúdos sobre os instrumentos musicais, visitas guiadas temáticas, quizzes musicais e muito mais.

_______________________________________________________________________

 

Visitas guiadas ao Museu Nacional da Música às quartas e sextas-feiras, às 11h

Gostaria de participar numa visita guiada ao museu com os seus amigos e familiares? O museu disponibiliza este serviço mediante marcação prévia. 

Um guia falará sobre a história do museu, os exemplares expostos e poderá também ouvir o som dos instrumentos musicais

Inscreva-se já!

 

Duração aproximada: 40 minutos

Lotação máxima: 10 pessoas | mínimo de 5 pessoas

Os interessados serão admitidos mediante reserva prévia  efectuada pelo email  extensao.cultural@mnmusica.dgpc.pt ou, das 11h às 17h, de segunda a sábado, pelo telefone 217710990. 

O uso de máscara é obrigatório e garantiremos todas as normas de distanciamento social e higienização do espaço.

 

 

 

_______________________________________________________________

 

FUNDAÇÃO EUGÉNIO DE ALMEIDA ALARGA O CICLO DE VISITAS GUIADAS AO MOSTEIRO DE SANTA MARIA SCALA COELI

Revelado o grande interesse do público pelo Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli e a enorme adesão ao programa, a Fundação Eugénio de Almeida aumenta o número de visitas guiadas permitindo que mais pessoas conheçam um lugar único, de grande valor histórico e simbólico para a cidade de Évora e para o país, num compromisso de partilha da cultura, do património e de descoberta da espiritualidade cartusiana.

 

O ciclo de visitas decorrerá entre 15 de agosto e 20 de setembro, todos os sábados e domingos. A participação é gratuita mediante inscrição prévia, através do formulário disponibilizado todas as quartas-feiras no siteda Fundação Eugénio de Almeida, que permite a marcação para o fim de semana imediatamente mais próximo.

 

Novas datas:

  • 15 de agosto | 8h
  • 16 de agosto | 8h
  • 23 de agosto | 8h
  • 29 de agosto | 8h
  • 30 de agosto | 8h
  • 6 de setembro | 19h
  • 12 de setembro | 8h
  • 13 de setembro | 8h
  • 20 de setembro | 19h

 

MOSTEIRO DE SANTA MARIA SCALA COELI ABRE, PELA PRIMEIRA VEZ, A VISITANTES

image004 (1).jpg

 

Pela primeira vez desde a sua reconstrução como eremitério, em 1960, a Fundação Eugénio de Almeida promove um ciclo de visitas guiadas ao Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli – a Cartuxa de Évora – que decorrerá até 19 de setembro, com entrada gratuita.

Local de oração e contemplação foi, durante os últimos 60 anos, um espaço inacessível marcado pela clausura, silêncio e contemplação que determinam os Estatutos da Ordem. Por esta razão, nos meses que separam a partida da comunidade de cartuxos e o acolhimento das irmãs do Instituto das Servidoras do Senhor e da Virgem de Matará – o ramo feminino da Família Religiosa do Verbo Encarnado – a Fundação Eugénio de Almeida promove um ciclo de visitas guiadas conduzidas por Luís Ferro, arquiteto e investigador, que privou durante dez anos com a comunidade residente no eremitério do Alentejo.

Iniciada a sua construção em 1587, o Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli foi o primeiro eremitério da Ordem da Cartuxa a ser construído em Portugal. Objeto de diferentes utilizações ao longo da sua história, tendo sido Hospício de Donzelas Pobres de Évora, Escola Agrícola Regional e centro de lavoura da Casa Agrícola Eugénio de Almeida, o mosteiro volta a recuperar a sua função religiosa em 1960, graças à forte convicção cristã e à profunda dedicação de Vasco Maria Eugénio de Almeida, Conde de Vill’Alva, à comunidade de Évora.

“O Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli faz parte do imaginário da cidade de Évora. A esfera de misticismo que envolve este espaço desperta a curiosidade do público. Por esta razão, a Fundação abre as portas a este lugar, dando a conhecer a sua herança histórica e cultural, através da descoberta dos rituais, dos hábitos e dos exercícios espirituais que pontuaram o quotidiano da vida dos monges que o habitaram”, afirma Maria do Céu Ramos, da Fundação Eugénio de Almeida.

O percurso das visitas revela as rotinas no mosteiro e locais repletos de simbologia dos quais se destacam o Pátio da Lavoura, espaço de trabalho manual e agrícola dos Irmãos conversos, o monumental claustro, a igreja, centro da vida cartusiana e as celas individuais, pequenas casas cujos detalhes narram com rigor a vida contemplativa dos monges cartuxos.

Cumprindo todas as regras de segurança e distanciamento social, as visitas requerem marcação prévia e têm uma lotação máxima de 15 pessoas. Até 19 de setembro, será possível visitar o Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli em dois horários distintos: às 8h00 e às 19h00, períodos em que a particularidade da luz confere uma atmosfera especial à leitura do espaço.

Agenda:

  • 08 agosto | 8h00
  • 22 agosto | 8h00
  • 5 setembro | 19h00
  • 19 setembro | 19h00

 

FUNDAÇÃO EUGÉNIO DE ALMEIDA PROMOVE VISITA ABERTA AO MOSTEIRO DE SANTA MARIA SCALA COELI

ImagemAereaCartuxa_CreditosFotograficos_CarlosTojo

 

 

Para responder ao interesse manifestado pela comunidade e acolher todos aqueles que procuram conhecer a Cartuxa de Évora, a Fundação Eugénio de Almeida promove a visita aberta gratuita, sem inscrição prévia, a partir do próximo dia 15 de agosto, inclusive. A visita aberta terá lugar aos sábados e domingos, entre as 10h00 e as 18h00, até ao final do mês de setembro.
A par da visita aberta continuará a decorrer o programa de visitas guiadas, mediante inscrição prévia no site da Fundação Eugénio de Almeida, limitado a 20 participantes por visita.

O Mosteiro de Santa Maria Scala Coeli recebeu os monges da Ordem da Cartuxa até 2019 e aguarda, agora, a vinda das irmãs do Instituto das Servidoras do Senhor e da Virgem de Matará.

No período que os separa, a história deste lugar de contemplação passa a poder ser experienciada por todos aqueles que pretendem visitar este Monumento Nacional.

Museu do Oriente retoma visitas guiadas

“Circuitos pelo Oriente”

 

Museu do Oriente retoma visitas guiadas

 

A Ópera Chinesa (2) (1).jpg

 

Para aqueles dias quentes de Verão na cidade, o Museu do Oriente sugere uma refrescante viagem pelas culturas asiáticas com a visita orientada “Circuitos pelo Oriente” que se realiza no último domingo de cada mês, às 16h00. Se desejar que a “viagem” seja orientada pode optar pela visita “Circuitos pelo Oriente” que se realiza no último domingo de cada mês, às 16h00.

 

Cumprindo todas as medidas de segurança e higiene que se impõem no actual contexto de pandemia, com o uso obrigatório de máscara e limitada a 10 participantes, esta visita às exposições permanentes mostra a “Presença Portuguesa na Ásia”, explorando o relacionamento entre Portugal e o Oriente, desde o século XV até aos nossos dias, e “A Ópera Chinesa”, e a história desta arte performativa através de 280 peças como trajes, toucados, perucas, máscaras e fotografias.

 

Para quem se quiser demorar pelos espaços do Museu do Oriente, continuam também patentes as exposições temporárias “Frei Agostinho da Cruz e a Espiritualidade da Arrábida” (até 29 de Agosto) e “Fukuko Ando: Weaving (the) Cosmos” (até 13 de Setembro).

 

É necessária marcação prévia.

 

Circuitos pelo Oriente - Visita orientada às exposições permanentes

“Presença Portuguesa na Ásia” e “A Ópera Chinesa”

Último domingo de cada mês

16h00

Preço: 7 €/ participante

Mediante marcação

Participantes: mín. 5, máx. 10

Duração: 60’

 

Arte e Saúde em visita temática no Museu da Farmácia Porto

Facebook_Visita_ArteSaude_MFPorto.png

 

No próximo dia 24 de Agosto, pelas 17h00, terá lugar a visita temática “Arte e Saúde” no Museu da Farmácia Porto. Esta visita decorre no Dia do Artista e propõe mostrar aos participantes como a arte serviu a saúde ao longo dos séculos.

Os participantes podem contar com uma viagem ao longo da história da saúde e da farmácia, onde irão ser desvendadas diversas manifestações artísticas de cada povo e civilização, desde a iconografia do antigo Egipto, recorrendo a formas antropomórficas, passando pela majólica italiana ao serviço da iconografia religiosa, até à representação de elementos da natureza na exótica Farmácia Islâmica.

Esta visita temática insere-se no propósito do Museu da Farmácia de revelar a história da saúde e da farmácia ao longo dos tempos, relacionando, no contexto da sua colecção, as distintas culturas e civilizações que integram a sua exposição permanente.

 

 

Data:  24 de Agosto, 17h00 (Duração 60m).

Entrada: 6€ | Estudantes e Seniores: 4€.

Actividade limitada a 15 participantes.

Para inscrições e informações: museudafarmacia@anf.pt.

Evento no Facebook: www.facebook.com/events/298451681462288/

Visitas Guiadas ao Centro Histórico e Castelo de volta em agosto

Visitas Guiadas ao Centro Histórico e Castelo de volta em agosto

Visitas Guiadas.jpg

 

As Visitas Guiadas ao Centro Histórico e ao Castelo de Palmela estão de volta a 1 de agosto, numa oportunidade única para descobrir ou redescobrir o património da vila, nesta fase de desconfinamento.

A visita ao Centro Histórico parte às 9h30, do Chafariz D. Maria I, seguindo-se, às 11h30, a visita ao Castelo, com ponto de encontro na Praça de Armas. De frequência gratuita e com duração de 1h30 cada, são orientadas por António Lameira, voluntário do Museu Municipal de Palmela.

As marcações devem ser efetuadas até às 12h00 de dia 30 de julho, através dos contactos patrimonio.cultural@cm-palmela.pt ou 212 336 640. O número de participantes é limitado, em função das orientações da DGS - Direção-Geral da Saúde, e é necessário o uso de máscara em alguns locais da visita