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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

A apanha do medronho na Serra do Caldeirão é proposta do Loulé Criativo

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Pelo segundo ano consecutivo, o projeto Loulé Criativo associa-se à empresa Medronho J.R. e propõe uma atividade de colheita de medronho, em plena serra algarvia, no dia 17 de novembro, das 9h00 às 15h00.

Nesta segunda edição, os participantes poderão testemunhar e participar na tradicional apanha do medronho numa zona conhecida pela abundância e qualidade deste fruto, em plena serra do interior do Concelho de Loulé.

O programa começa com um agradável passeio no campo, seguido de uma atividade de apanha do medronho, assim como de uma visita à destilaria tradicional da empresa Medronho J.R., passando pela zona de armazenamento e fermentação dos frutos, pela caldeira em cobre aquecida a lenha culminando na degustação das aguardentes produzidas no local. Por fim, os participantes poderão desfrutar de um almoço preparado no Grupo Desportivo Serrano, no Monte Ruivo.

O Workshop, ministrado em Inglês e Português, tem um custo de 25 euros por pessoa (almoço incluído). As inscrições podem ser feitas em http://loulecriativo.pt/pt/turismocriativo/experiencias/84-a-apanha-do-medronho 

Refira-se que o Município de Loulé, através da iniciativa Loulé Criativo, convida ainda todos os locais e visitantes a tirar partido do outono ao participar em atividades repletas de tradição e saberes milenares. A programação é variada e conta com workshops de bombons com sabores do Algarve, de figos com amêndoa, de olaria e muitas mais atividades que, certamente, irão agradar a miúdos e graúdos.

Mais informações em loulecriativo@cm-loule.pt  ou 289 400 894.

CML/GAP /RP

Artes japonesas inspiram quadra natalícia no Museu do Oriente

Temari, Origami, Encadernação, Sashiko, Haiku e Furoshiki

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Já a pensar na quadra natalícia, o Museu do Oriente organiza, durante o mês de Novembro, várias oficinas dedicadas às artes tradicionais japonesas. Temari, Origami, Encadernação, Sashiko, Haiku e Furoshiki, são as técnicas à escolha para criar presentes personalizados ou decorações originais para a época que se avizinha.  

 

Feitas de retalhos de quimonos e linhas, em combinações audaciosas de cores e motivos, as Temari são bolas de mão que podem servir de ornamento ou presente. Para conhecer e construir sábado, 10 de Novembro, numa oficina que repete a 8 de Dezembro.

 

Inspirado no festival Tanabata, e outros rituais japoneses que incluem dobragens de papel, o workshop “Origami para a árvore de Natal”, no dia 14 de Novembro, propõe dobrar motivos auspiciosos, de esperança e agradecimento, tais como estrelas, tsurus ou noshi, para enfeitar a árvore de Natal. A 24 de Novembro “Pop-up de Natal” desafia a construir impressionantes cartões tridimensionais, a partir dos modelos do mestre origamista Keiko Nakazawa. Conjugando operações de corte e colagem, motivos natalícios saltam, literalmente, da folha de papel, em jogos de volume surpreendentes.

 

Aprender a decorar peças de tecido com alinhavos é a sugestão do workshop “Alinhavos para bordar – sashiko diamante”, também a 14 de Novembro. A partir desta variante do ponto simples sashiko, dá-se a conhecer um pouco da cultura nipónica e da história do Japão, podendo ser também uma ideia de prenda de Natal.

 

A 17 de Novembro, a proposta é construir um caderno ou álbum recorrendo a papéis coloridos e o ponto à vista ‘yotsumi toji’, uma das mais antigas técnicas de encadernação artesanal, no workshop “Encadernação Japonesa”.

 

Um poema pode igualmente ser uma oferta singular e plena de significado.  A oficina “O que é o haiku?”, que se realiza em duas sessões, a 15 e 22 de Novembro, dá a conhecer e a praticar esta forma poética de origem japonesa, de forte carácter contemplativo.

 

E para quem quer aprender a embrulhar os presentes de forma original, o Museu do Oriente sugere o workshop “Furoshiki para o dia-a-dia – embalagens tradicionais japonesas”, no dia 24 de Novembro.  Com um simples quadrado de tecido, algumas dobras e nós, conseguem criar-se inúmeros invólucros de transporte ou embalagem, recorrendo a esta arte que remonta ao período Edo (1603-1867), quando os senhores feudais a usavam para guardar os seus pertences enquanto frequentavam os banhos públicos.

 

Tantas possibilidades para conferir um toque pessoal e original ao Natal, criando presentes ou decorações segundo a tradição japonesa.

 

Workshop Temari

10 de Novembro ou 8 de Dezembro

Horário: 14.00-18.00

Preço: 45 €/sessão (todos os materiais incluídos)

Participantes: mín. 5, máx. 10

Workshop “Origami para a árvore de Natal”

14 de Novembro

Horário: 18.00-20.00

Preço: 20 €

Participantes: máx. 12

 

Workshop “Alinhavos para bordar – sashiko diamante”

14 de Novembro

Horário: 18.00-20.00

Preço: 20 €

Público-alvo: frequência de workshops de sashiko simples ou circular

Participantes: mín. 7, máx. 12

 

Workshop “O que é o haiku?”

15 e 22 de Novembro

Horário: 15.00-17.00

Preço: 25 €

Participantes: mín. 10

M/16 anos

 

Workshop “Encadernação Japonesa”

17 de Novembro

Horário: 10.00-13.00

Preço: 35 €

Participantes: máx. 15

 

Workshop “Furoshiki para o dia-a-dia – embalagens tradicionais japonesas”

24 de Novembro

Horário: 10.15-12.15

Preço: 20 €

Participantes: mín. 10, máx. 15

M/16 anos

 

Workshop “Pop-up de Natal”

24 de Novembro

Horário: 10.15-12.15

Preço: 20 €

Participantes: máx. 12

 

www.museudooriente.pt

Braga, Lisboa e Loulé. As últimas edições do Workshop Planificação e Organização de Exposições. O Papel do Curador.

 

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Após 50 edições do workshop "Planificação e Organização de Exposições. O Papel do Curador", quase sempre esgotado, sente-se uma necessidade de transformar, de mudar de ares e percorrer novos caminhos. Anunciamos, assim, as últimas três formações que a AntiFrame dará na área da Curadoria. Iremos a Braga (17 e 18 de Novembro, Zet Gallery), passaremos por Lisboa (9 e 10 de Fevereiro, Polo Cultural Gaivotas l Boavista) e terminaremos em Loulé (23 e 24 de Fevereiro, Museu Municipal de Loulé). Informação e inscrições: antiframe@gmail.com

WORKSHOP 
PLANIFICAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES. O PAPEL DO CURADOR 


OBJECTIVOS 
O objectivo desta acção de formação é enquadrar no contexto da gestão de projectos culturais a função do curador. 

CONTEÚDOS 
A exposição constitui o meio através do qual a arte contemporânea adquire visibilidade, ao ponto de ser hoje um elemento fundamental da nossa cultura visual. Daí que seja crescente, nos últimos anos, o interesse pelos modos de conceber e organizar exposições. Assim, neste curso discutem-se os mais recentes desenvolvimentos do discurso crítico respeitante à prática curatorial, analisando-se ainda as metodologias subjacentes à implementação de projectos. 

Módulo I: O trabalho do Comissário/Curador 

Apresentação e objectivos do Curso. O lugar do Comisário/Curador na Gestão Cultural e o seu trabalho na organização de exposições. Ética e Código de Conduta. O Comissário/Curador como “ideólogo”: correntes actuais de pensamento estético nas diversas exposições. Taxinomia expositiva e Mercado da Arte: Galerias e Feiras. O comissariado em Portugal através de dois exemplos de exposições reais. Bienais e novos eventos artísticos: o papel estelar dos comissários. Organizadores ou estrelas mediáticas? Veneza, Kassel e o “Grand Tour” da Arte Mundial. 

Módulo II: Como se cria um projecto de Exposição 

Visibilidade do Projecto (valorização cultural e económica). Elaboração de equipas profissionais: design, produção, montagem e outros profissionais. Desenvolvimento do projecto. Os organismos de gestão cultural: conciliar interesses, convénios de colaboração. Procedimentos. Instituições estatais, autónomas, locais. Privados e Fundações. Patrocínio, “fundraising”, doações, mecenato e outras figuras de apoio à difusão da Arte Contemporânea. O contacto com as entidades de gestão: como fazê-lo e como “vender” a ideia do próprio projecto. Em que consiste o “fundraising” cultural. O seu contributo ao desenvolvimento da Indústria Cultural. 

Módulo III: Como se organiza uma Exposição 

Construção do projecto e cronograma do mesmo, sua coordenação técnica e assegurar os recursos técnicos para a realização do mesmo. Viabilidade e gestão económica do mesmo: delimitação de necessidades e cálculo de custos. Fases de procedimento na gestão dos gastos. Contratos administrativos, expedientes. Memórias e arquivos. Desenho e montagem da exposição: projecto técnico da sala. Os objectos a expor. Elaboração do projecto. 

Módulo IV: Como se divulga uma Exposição 

O catálogo e outras publicações nas exposições. Os elementos de apoio à exposição. Inaugurações e conferências de imprensa. Dossiê de imprensa e difusão nos media. As novas tecnologias de informaçãoaplicadas à difusão das exposições: elaboração de dossiês electrónicos, blogues, páginas Web e outros recursos. 

FORMADORA 

Cláudia Camacho | Licenciada e Mestre em História da Arte. Professora convidada pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa onde lecciona a disciplina "Planificação e Organização de Exposições". Entre mais de uma dezena de curadorias destacam-se: High Speed Press Plate de José Luís Neto (CBA, Madrid); Se Busca Memoria Perdida de Kristoffer Ardeña (Centro 14, Alicante); Representação Portuguesa no DVD-Project (Fundação Telefónica, Peru); Contemplaciones (Festival Loop, Barcelona); Histórias e Desejos de quem Dorme de Ana Rito, Cecilia de Val, Margarida Paiva e Johann Ryno de Wet (Jugada a 3 Bandas, Camera Oscura, Madrid, e ArteSantander); Entre Forças: Humana Natureza (Carpe Diem, Lisboa), A new perspective on Alexander M. Collection de Rui Macedo (Galeria Municipal Vieira da Silva, Loures); Outros Olhares sobre a Grande Guerra (Celeiro da Patriarcal, Vila Franca de Xira). Coordenadora do sector educativo no Festival PhotoEspaña|07. Curadora residente convidada pela Academy of Fine Arts and Design para o European Month of Photography/09, em Bratislava. Organizou os ciclos de debates sobre Arte Contemporânea da ARTELISBOA 2011 e do Festival IN - Inovação e Criatividade. Em 2014 ganhou a bolsa Erasmus para Jovens Empreendedores (University College London). É directora da AntiFrame – Art Consulting que editou o guia de exposições Art Alibi e organizou o Alibi Art Weekend (www.artalibi.pt). 

HORÁRIO 
10h às 13h e das 14h às 19h 

VALOR 
147,60€ (120€+iva) 

INFO 
antiframe@gmail.com
www.facebook.com/AntiFrame

Workshop de Temari no Museu do Oriente | De brinquedo a ornamento

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Retalhos de quimonos envolvidos por linhas coloridas, esticadas e cruzadas, resultam em magníficos Temari, um ornamento que o Museu do Oriente ensina a fazer num workshop que se realiza no dia 10 de Novembro.

 

Com uma história ancestral, estas bolas de mão japonesas (Te - mão + Mari – bola) começaram por ser confeccionadas com um propósito muito especial: brincadeiras de crianças. Ao longo dos tempos, assumiram outros fins e significados e, são hoje uma oferta de considerável importância no Japão, prova de grande amizade ou amor maternal. Actualmente, os seus coloridos e criativos padrões despertam tanto interesse no Oriente como no Ocidente.

 

Este workshop dá a conhecer a evolução dos Temari e desafia à criação de um exemplar. A oficina repete a 8 de Dezembro, mesmo a tempo da época natalícia em que pode servir de presente ou como ornamento.

 

Workshop Temari

10 de Novembro ou 8 de Dezembro

Horário: 14.00-18.00

Preço: 45 €/ participante (todos os materiais incluídos)

Participantes: mín. 5, máx. 10

www.museudooriente.pt

Clay Ross faz workshop no Teatro D. Maria II para falar com artistas de negócios da música

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Posicionar propostas musicais, definir modelos de negócio, tornar os projetos artísticos sustentáveis. Clay Ross, líder dos Matuto, vem a Portugal para uma série de concertos e de ações de formação para artistas nacionais sobre empreendedorismo musical. A embaixada dos EUA e a Fundação GDA apoiam.

 

 

“Negócios da Música para Músicos” é o nome do “workshop” ministrado por Clay Ross, guitarrista e líder da banda Matuto, que irá decorrer no Teatro D. Maria II, em Lisboa, no dia 31 de outubro. A ação de formação irá centrar-se nos aspetos da música enquanto negócio e olhará para os músicos enquanto empreendedores e pequenos empresários, dando sugestões e métodos para lançar e gerir as carreiras e exemplos de casos bem sucedidos. A iniciativa resulta de uma parceria entre a Fundação GDA e a Embaixada dos Estados Unidos da América.

 

Workshop - Nendo Dango | Bolinhas de Sementes

Workshop
Nendo Dango | Bolinhas de Sementes 

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Sábado, 20 de Outubro, 17 - 19h
Espaço Arkhé
(Terraço em frente ao nº 51 da Av. dos Bombeiros Voluntários de Algés)
 

 

Por Célia Peralta
Arquitecta Paisagista e voluntária da Nova Acrópole

 

Entrada livre mediante inscrição
no seguinte formulário: 
goo.gl/42jLPR
(Inscrições até 17/10)


As bombas de sementes ou Nengo Dango no seu nome original, são uma técnica alternativa de cultivo e reflorestação.

Nengo Dango é um termo japonês, significa “bola de argila” e é utilizado para denominar um sistema novedoso e original de cultivo inventado pelo japonês Masanobu Fukuoka.

Actividade ideal para fazer em família!

 

 

 

Informações:
oeiras-cascais@nova-acropole.pt

963 925 758



Organização:
Nova Acrópole Oeiras-Cascais
Instituto Internacional Hermes


Apoio:
Câmara Municipal de Oeiras

Museu do Oriente ensina a construir um livro dragão

Com técnicas de corte, colagem e dobragem de papel

 

Museu do Oriente ensina a construir um livro dragão

 

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Criar um dragão de papel chinês em forma de livro, que pode conter palavras, desenhos ou o que a imaginação desejar, é o desafio do Museu do Oriente com o workshop que organiza no dia 27 de Outubro, entre as 14.00 e as 18.00.

 

Depois de analisarem alguns exemplos, os participantes vão aprender a construir o seu próprio Livro Dragão utilizando técnicas de corte e colagem, focando a mecânica desta dobragem específica e as múltiplas possibilidades de montagem do livro. Por fim, cada participante cria o seu próprio exemplar, recorrendo aos princípios e ferramentas da encadernação, e ainda, materiais de ilustração e dobragem de papel.

 

O objectivo é sensibilizar os participantes para o universo das impressões e da gravura, levando-os a experimentar técnicas alternativas e a desenvolverem a sua imaginação e criatividade.

 

O workshop é orientado pela dupla Nic e Inês, Nicholas Carvalho e Inês Almeida, professores na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Esta dupla de artistas dedica-se a criar e expor os seus próprios Livros de Artista experimentais, ministrando workshops nesta área. Promovem regularmente conversas, actuações e workshops com artistas e autores proeminentes nas áreas da música, da literatura, e da ilustração, num evento chamado Parlapiê. Mais recentemente, publicaram livros infantis ilustrados em Portugal, no Brasil e na Índia. Em 2016 deram a volta ao mundo, numa viagem que os levou a três continentes em busca de inspiração e fizeram apresentações e workshops nos EUA, Coreia do Sul, Vietname, Taiwan e Austrália.

Workshop de Livro Dragão

27 de Outubro

Horário: 14.00-18.00

Preço: 35 €

Participantes: mín. 6, máx. 20

 

www.museudooriente.pt

 

SANTA CASA APRESENTA POLO CULTURAL DE SÃO ROQUE COM ATIVIDADES GRATUITAS DURANTE TODO O DIA

 
 
Sob o tema da Hospitalidade, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa organiza um vasto programa com exposições, peças de teatro, workshops, colóquios, leituras, performances, concertos e DJ sets, dia 13 de outubro, entre as 9h30 e a meia-noite, na apresentação do Polo Cultural de São Roque.
 
HOSPITALIDADE / HOSPITALITY
Sábado, 13 de outubro, 9h30-00h00
Entrada Livre
POLO CULTURAL DE SÃO ROQUE
Largo Trindade Coelho - Lisboa

No ano em que celebra 520 anos, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) programa um dia de atividades artísticas centrado na Hospitalidade para apresentar o Polo Cultural de São Roque, que será constituído pelo Arquivo e Biblioteca da Santa Casa, o Museu de São Roque, a Igreja de São Roque, a galeria de exposições temporárias e, para breve, o Museu Casa Ásia – Coleção Francisco Capelo –, assim como a implementação da Brotéria, com a sua biblioteca.
O programa Hospitalidade decorre ao longo do dia 13 de outubro, entre as 9:30 da manhã e a meia-noite, com um vasto conjunto de atividades de entrada livre.

Exposições, concertos, performances, instalações e atividades de educação artística intercultural realizar-se-ão em diferentes equipamentos da Santa Casa, da Brotéria e no Largo Trindade Coelho, numa antevisão das valências do Polo Cultural de São Roque.
Enquadrado no Ano Europeu do Património Cultural, este dia dedicado à Hospitalidade conta com uma programação eclética que, entre as múltiplas atividades, integra a exposição guarda com obras da artista Armanda Duarte, no Museu de São Roque; um concerto da Orquestra de Câmara de Lisboa, sob a direção de Pedro Carneiro, com um repertório que combina peças de percussão ocidental e oriental, na Igreja de São Roque; uma intervenção do artista Rodrigo Oliveira na fachada do edifício da Brotéria; e na Casa Ásia (ainda em obras e com inauguração prevista para 2019) acolhe-se o artista Pedro Valdez Cardoso, que transforma o espaço numa cenografia como preâmbulo à Coleção Francisco Capelo que a virá a ocupar, uma projeção de um diaporama com fotografias de obras da coleção e outras atividades de natureza intercultural.
 
O Largo Trindade Coelho, espaço de cruzamento entre os diferentes edifícios do Polo Cultural, será também um território de convívio para todos os que habitam a cidade de Lisboa, com atividades lúdicas e iguarias. Jogos de rua, contos tradicionais, workshops e outras atividades de caráter familiar vão animar o largo, onde vai ser também possível degustar comida oriental. Ao final do dia, a animação continua com sets dos DJ’s Rui Teixeira e Vítor Belanciano.
 
 
HOSPITALIDADE
A história da SCML é marcada pela hospitalidade exercida em várias dimensões e para diversos destinatários e beneficiários. O tema é, contudo, aquele que nos tempos atuais melhor pode definir a missão de uma organização marcada pelo ‘cuidar do outro’, sendo que ‘cuidar’ tanto se pode traduzir no âmbito da saúde como da educação, do património ou ainda de ‘abrigo’, no sentido mais nobre do termo.
 
O conceito ‘hospitalidade’ vai completamente ao encontro das perspetivas mais contemporâneas - tratadas em termos de sociologia, história e artes – para definir a forma mais elevada e mais humanista de intervir na realidade. Este modo de intervir junto dos desprotegidos socialmente, dos refugiados e dos exilados justifica a sua evocação.

Programa em http://www.scml.pt/pt-PT/areas/cultura/hospitalidade/

Poesia japonesa inspira workshops no Museu do Oriente

Haiku

 

 

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Foi na poesia Haiku que o Museu do Oriente se inspirou para organizar dois workshops durante o mês de Outubro, dedicados à Coreografia Haiku (22-26 de Outubro) e à consolidação e aprofundamento de conhecimentos sobre este género literário (24 e 31 de Outubro).

 

De origem japonesa, a poesia Haiku caracteriza-se por retratar a emoção do momento e uma profunda ligação com a natureza. É a sua interpretação através da dança que se propõe no workshop de Coreografia Haiku, destinado a artistas e estudantes com interesse por poesia e pelas artes de expressão corporal.

 

Em cinco sessões, será feita uma introdução ao conceito de poesia Haiku e a análise da obra do poeta japonês Matsuo Bashô (O eremita viajante), bem como exercícios práticos que procuram reconhecer a maneira através da qual as histórias tomam corpo transformando-se em sons, objetos, movimentos, gestos e palavras, por meio de exercícios corporais criativos. No último dia será realizada uma instalação coreográfica, a partir dos processos realizados no decorrer da semana.

 

Para quem pretende aprofundar os conhecimentos sobre Haiku, nos dias 24 e 31 de Outubro decorre um workshop que analisa poemas de autores orientais e ocidentais que se expressaram segundo as regras deste género, bem como dos grandes Mestres Japoneses.

 

Coreografia Haiku

22 a 26 de Outubro

Horário: 17.00-20.00

Preço: 70 € (cinco sessões)

Público-alvo: M/16 anos

Participantes: máx. 13

 

Haiku – Consolidar e aprofundar conhecimentos

24 e 31 de Outubro

Horário: 15.00-17.00

Preço: 25 €

Participantes: mín. 10

Público-alvo: M/16

 

www.museudooriente.pt

 

Workshops de feltragem no Museu do Oriente | Técnica artesanal utiliza lã, água e sabão para criar inúmeros objectos

Técnica artesanal utiliza lã, água e sabão para criar inúmeros objectos

 

Workshops de feltragem no Museu do Oriente

 

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Bijuteria, frutas e legumes para brincar, kokeshis e matrioskas, são alguns dos objectos que podem ser criados em feltro nos workshops que o Museu do Oriente organiza até ao final do ano, no terceiro sábado de cada mês, entre as 14.00 e as 18.00.

 

Misturando lã pura com água e sabão, as fibras naturais unem-se e originam o feltro. Presente em inúmeras culturas ao longo dos tempos, a lã feltrada tem sido usada na produção de vestuário e calçado, objectos para transporte e decoração, tapetes e mesmo “habitações portáteis”, como tendas e yurts.

 

No dia 20 de Outubro o workshop é dedicado à bijuteria, com os participantes a aprenderem a criar peças únicas sem costuras, com formas inspiradas na Natureza. Segue-se, a 17 de Novembro, uma oficina que ensina a construir brinquedos ecológicos, em forma de frutas e legumes, num material natural, agradável ao tacto e lavável. Já a pensar no Natal, a 15 de Dezembro o Museu do Oriente ensina a criar artesanalmente as típicas bonecas japonesas kokeshi e as russas matrioskas, ideias para a troca de presentes.

 

São várias as lendas que relatam a descoberta da transformação da lã em feltro. Uma delas conta que na Arca de Noé, devido ao calor e ao aperto, as ovelhas, cabras e camelos foram perdendo o pêlo, pressionando-o com as patas durante a viagem. Quando os animais deixaram a Arca, a lã tinha-se convertido num tapete de feltro. Pensa-se que o feltro terá surgido na Ásia, contudo, ao contrário da cerâmica e do metal, a lã degrada-se com facilidade, pelo que é mais difícil de encontrar entre os achados arqueológicos, dificultando a reconstituição da sua história.

 

Esta série de oficinas temáticas dá a conhecer as origens da feltragem, enquanto explora esta técnica milenar através da realização de diferentes peças.

 

Workshops de Feltro

20 de Outubro, 17 de Novembro e 15 de Dezembro

Horário: 14.00-18.00

Preço: 45 €/ participante/ sessão (todos os materiais incluídos)

Participantes: mín. 10, máx. 12

 

20 de Outubro | Bijuteria sem costuras

17 de Novembro | Frutas e legumes para brincar

15 de Dezembro | Kokeshis e Matrioskas