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Cultura de Borla

A Cultura que não tem preço.

teatromosca estreia “Odeio a Minha Irmã" em abril

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O teatromosca está imparável! Para além da programação regular do AMAS – Auditório Municipal António Silva e do sucesso da celebração do Dia Mundial do Teatro, com a apresentação do espetáculo “ZONA DE ALTA TENSÃO”, pelo Teatro Duas Senas, na Casa da Cultura Lívio de Morais, o teatromosca está prestes a estrear a sua nova produção teatral, “Odeio a Minha Irmã”, uma criação para toda a família.

"Odeio a Minha Irmã" 
pinta um retrato que muitos reconhemos, facilmente. Na primeira parte do espetáculo, a mais nova desabafa que a irmã mais velha "pensa que é bonita mas é feia!" E prossegue: "Ela arranja-se demasiado! Enerva-me sempre! Ela pensa que sabe tudo porque é grande mas nunca faz nada! Quando for grande não vou ser como a minha irmã!" Na segunda parte, o protagonismo é entregue à mais velha, que nos revela que o seu papel nem sempre é fácil...

 

© Catarina Lobo
2 A 10 ABR
SÁBADOS E DOMINGOS > 16H
ODEIO A MINHA IRMà[teatro]
M/6
Pelo teatromosca
O espetáculo também será transmitido em direto no Ticketline Live Stage no dia 10 de abril
 
“Odeio a Minha Irmã” é um espetáculo que, na verdade, se divide em duas performances com textos dramáticos do dramaturgo e encenador francês Sébastien Joanniez, para maiores de 6 anos. Uma em que escutamos a voz da irmã mais velha e outra em que o protagonismo é entregue à mais nova. Dois monólogos ("Eu não Gosto da Minha Irmã" e "Eu Quero Ser a Mais Velha!") contrastantes em que, recorrendo ao humor e uma linguagem muito inventiva, são traçados os retratos de duas personalidades fortes. No entendimento de uma, o papel de irmã mais velha nem sempre é fácil. Por seu lado, a irmã mais nova reclama que nunca é levada a sério... "Eu odeio-a", confessam as duas, mas nós compreendemos outra coisa: "eu amo-a".
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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© Diogo Graça
23 ABR > 11h
ROMANCE DO 25 DE ABRIL [teatro]
M/6
Pelo teatromosca
O espetáculo também será transmitido em direto no Ticketline Live Stage
 
“Mas Portugal ia olhando à sua volta e pensando “porque são livres as aves, nuvens que cruzam o céu, peixes que cortam as águas, e outros tantos que não eu? E acolá outros meninos, que por estas terras passam, todos têm um ar ladino, ninguém espera que façam o que eu faço, ai o que eu faço quase sem poder brincar co’a barriga a dar horas, que não chega o que trabalho pr’à minha fome matar.”

“Romance do 25 de Abril” é uma produção do teatromosca para o público infanto-juvenil, adaptando o livro homónimo de João Pedro Mésseder e Alex Gozblau. A companhia debruça-se sobre um dos momentos mais marcantes da História recente do nosso país, ao mesmo tempo que procura promover e incentivar a prática da leitura junto dos mais jovens. 
 
 
 

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© Paulo Pimenta 

TRÍPTICO
"IDENTIFICAÇÃO DE (UM) O MEU PAÍS! 
Pelo Teatro Art'Imagem
A vida em Portugal nos últimos 75 anos, de 1945 até aos nossos dias.
 
 
 

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© Paulo Pimenta
27 ABR > 21h
O FASCISMO AQUI (NUNCA) EXISTIU! [teatro]
M/12
O primeiro espetáculo de um tríptico teatral denominado "IDENTIFICAÇÃO DE UM (O MEU!) PAÍS" sobre a vida em Portugal nos últimos 70 anos, de 1945 até aos nossos dias. Esta primeira abordagem, estreada em 2017, abarca o período que vai de 1945, ano em que terminou a Segunda Guerra Mundial e em que nasceu a personagem, um homem que dá testemunho de como foi viver em Portugal nesses tempos, até à manhã do 25 de Abril de 1974. Um olhar muito pessoal, uma revisitação, uma retrospetiva do quotidiano da(s) vida(s) de um português e dos portugueses, através de alguém que, intervindo ativamente na vida política, social e cultural do nosso país, interpreta com os olhos de hoje, as suas vivências pessoais e os acontecimentos nacionais e globais que o marcaram como pessoa e nos marcaram como povo. 

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© Paulo Pimenta
29 ABR > 21h
OS ANOS QUE ABALARAM O (NOSSO) MUNDO! [teatro]
M/12
“Acorda, acorda, há uma revolução”. É assim que José M. toma conhecimento do movimento militar desencadeado na madrugada do 25 de Abril. A sua resposta, ainda ensonada, parece insólita. “Deixa-me dormir, pá, não me chateies!”. 

Pelo palco e plateia passarão os dias da descoberta e da alegria de “o povo unido jamais será vencido”, do inesperado e inesquecível primeiro de Maio, a evocação de um tempo de deslumbramento e esperança em que “Nunca Portugal foi tão feliz”. Tudo era então possível quando “o sonho comanda a vida” ainda que, depois da bela aurora e ao finar o dia primeiro, as lágrimas voltassem a aflorar os rostos desta “gente feliz” chorando os últimos mortos, nas horas amargas que Lisboa viveu junto à PIDE, quando se conquistava a nova cidade de mãos dadas com os jovens capitães, ao serviço do povo. A morte voltava a sair à rua, agora num dia sim, o dia da libertação. 
 
 
 
 
 
 
 
 

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© Paulo Pimenta
1 MAI > 21h
AI O MEDO QUE (NÓS) TEMOS DE EXISTIR! [teatro]
M/12
“Ai Que Medo Que (Nós) Temos de Existir!” , a última incursão à trilogia teatral; A Identificação de um (o meu) País!, aborda os anos de 1975 em Portugal, até aos finais dos anos oitenta. Quinze anos de vida e acontecimentos intensos que se seguiram à Revolução dos Cravos.
Em palco quatro intérpretes, num jogo teatral de exercício de memórias pessoais de alguém que recorda um tempo vivido entre a História e factos, fábulas políticas, fake news, testemunhos e interpretações.
José M, a personagem desta última incursão à trilogia, vai desfiando as suas memórias desde o tal 25 Novembro e suas nefastas consequências na sua própria vida e do seu país, até aos finais dos anos 1980, passando pelos inícios do Teatro Art´Imagem, que ajudou a fundar em Outubro de 1981 e que comemora os seus 40 anos de actividade, sem esquecer, evidentemente, o grande Mundo e a humanidade que existe para além deste pequeno rectângulo à beira mar plantado que, sem ele nada fazer para o merecer, lhe coube em sorte nascer e agora, com a sua vontade, se sente feliz por nele ter continuado a viver. ​
 
 
 
 

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